Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04098


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Full Text
ANNO )E 1840. QUART4 Feira
Todo gara depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera-
fo, a energa : continuemos como principiamos e seremos apuntados
cm admiradlo entre as Naces mas cuitas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brazili
---~
Suhscreve-BC para esta folha a 3^ooo por quartel papos adiantado
nesta Typografia, ra das Cruies D. 3, e na Praca da Independencia
ns. 87 e 38," onde se'receiwm correspondencias lega'lisada, cannutinios
insiriniio-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e Vindos assie-
gnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parahiba e Villas de sua pretenco.......
Dita do Iio Grande do Norte, e Villas dem........
Dita da Fortaleza c Villas dem, i.............
Villa de Goianna.......................
Cidade de Olhula......................
Viila deS. Auto......................
I>ta dcl'.aranliuns e Povoacfio do Etnnito.........
Ditas do Cali, Sarinhaeiw, liio Formoao, c Porto Calvo,
Cidade das Aiapoas, e Villa de Alacci............,
Villa de Paja ile Flores...........,..........
Todos os Correioi partan ao meio tlia.
Segundas e Sextas Fciras.
.1.
i
. Todos os dias.
. Quintas f'eiras.
Das lo, c a4 de cada mez.1
dem 1 11, e 31 dito dito."
. dem dem
. dem 13, dito dito.
27 de Ma 10. Numero 118.
.HU-l_____ -...--- 1 ... .......I > i tf
CAMllOS. Maio at.
landres...... 3i> d. por l^oas ce?'.
Lisboa.......70 a 7S por o/o premio, por metal oeracidoj
W*iC.......ao raid ior franco.
nio de Janeiro ac- par.
OUfiO Modu de 6floo rs Vellias Ms^oo a 1^900
Ditas ,, IS'ovas ii#t>oo a ijj^on
n Ditas de 4r>oo rs., 8 >oo a jlaoo
PIATA Patacet Braxileirc-------------i^o'io a iit.-6'o
M Petos Columnarioi---------------ijfGSo a i/66
Ditos Mexicanos-------------------.'#620 a t#t5o
Muida ---............iffHo a ijftSo
Descont de llillictcs d'Aiaiidega 1 1/8 pot loo ao mez.
Idcm de Letras 1 iji por boas firmas oFercido.
Moeda de cobre ?a { ior loo.dedisc.j
Das da Semana.
25 Segunda -
36 Terca -
J7 Qua/t.-----
28 Quinta------
99 Sexta -
~)'i Sabhado -
3> Dona.------
S. Gregorio 7. Papa.
S. Fleuterio M. -------
Jejum S. Joo P. -
>ff Ascensio do Sr.- -
S. Mat'nmio B.------- -
S. Feruando Rei. -
S. Petrouilla. -------
>3es*0 d* Thet, e and. do J. de : dt. r.>
Ral.. e aud. do .1. da 1. v. do C. de m.
- 3euSo tU Thet. eaud.do J. de D. da 3. r.'
.- Sm. di Thex. o aud. doJ. de D. da 1, y.
- Kel. e aurL do I. da D. .< 5. v,
La nova as 4 ii. e 5 m. da m.
Alare cheia para o da 27 de Maio.
As 1 horis e 18 minutos da tarde As i horas e 4a minutos da manfla.'

T.IO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
REUNIAO' DE AMBAS AS CMARAS.
Sessao em aR le Abril de i84o.
Presidencia do Snr. Francisco de Souza Pa-
ra iso. "
As 10 lioras da manh feila a.chamarla,
e nchando-se reunido numero le.jj.il de Snrs,
depulados, e de Snrs. senadores o Sr. pre-
sidente abre a sessao, e lida a acta da ante-
rior be approvada.'
Continua a discusso addiada pela hora
na ultima sessao, das emendas do sanado
proposta do govemo e emendas da cmara
dos Snrs. deputados fijando a receita e des-
pesa do imperio para o anuo financeiro de
.^ 4 o a 1841-
Comecando-se pela emenda ao artigo 6.,
lra addiada para o fin.
Entra em discusso a seguinte emenda ao
1a do mesmo artigo rellalivo ao orcamento
da guerra.
Noartigoi, em lugar de a;88oU res,
diga-se-29 880U.
O Snr. Souza Franco Snr. presidente,
V. Ex. vio com que moderaco en liontem u-
sei da palaira e nao quiz falar sobre a
qucslo da conslitucionalidade das emendas
e muito convencido estou de que nen leve-
mente tinha ofiendido alguem para poder
esperar resposla, e conservar a palavra pa-
ra a replica. Entretanto, fui atacado d'
huma maneira inslita por hum Snr. depu-
tado por S.Paulo, que do alto pinculo da
scienria em que se julga colocado se diguou
Janear os olhos para mim abai.var-se a res-
ponder e dtr-me a liberdade de entrar com
elle em discusso, o que aftirmou nao me ter
dado at entao e o fez do nodo o mais insul-
tador que be possivel. Os jomaes, que nao
podem exprimir os ademaos e gestos escarne-
cedotes e de despreso que empregou e nao
repetiio todas as suas pulidas expressdes ,
trasem rbmtudo sufficientes para se migar
do modo porque me tralou.
E o que movera o Snr. deputado por S.
Paulo a derrramar sobre mim sua colera ?
Eu vou ler : lie assimqne pode ser enten-
dida a contiluico de sorle que salve con-
tradicres ; e se o nohre deputado porS.
Paulo, que acaba de Talar e diz ter tido par-
le na factura da constitukao a entende di-
versamenle,, 011 nao parece que a entende
quern sao ridicularias, assuas opinies nao
be licito nem ainda duvidar por hum ins-
tante das proposices do nobre deputa-
do e menos contesta-las. Quem o faz
lie logo joven sem saber que s apresenta
descobertas (asneiras), como se mister fosse ter
00 ou 70 annos. para se poder por em duv ida
e contestar o que diz o nobre deputado E be
tanto mais aggravante a minha culpa eu
tena, por nao estar em discusso ; por
quarito be fallar o respeito devido assem-
blea geral o nao obedecer as suas deci-
sies.
Tambem nao foi melhor tratado o senado
brasileiro pelo nobre deputado, quando ,
quereudo explicar a causa da instituico de
duas cmaras, a foi buscar em Inglaterra ,
e trouxe o facto de ter sido a cmara dos lords
amigo, presidente do Cean, mas tambem
aassembleageral, o senado e at se fizero
a respeito do nosso adorado monarcha alluses
de que s a idea borrorisa.
Eu disse que se nsultou de huma maneira
clamorosa e injusta o digno presidente do Ce-
ar, e sem entrar no merecimento das eleicoes
de que llie fasein cargo posso afirmar ao Sr.
deputado que nao he exacto que aquelle di-
gno presidente fosse o tnico proponente e
ta be a causa do estabelecimento das duas
cmaras em Inglaterra se tem ella applica-
co o Brasil como o inculcou a explicaco
do nobre deputado muito obrigado devem
eslar-lhe os senadores braziletros.
Mas, nao parou aqui o nobre deputado e
nos repeli anda alluses que, trasidas em
outrodia por hum nobre senador, no ca-
K para quo 1 igar tem sido noraeado o nobre
deputado ? ( Algum sussuro )
O Snr. presidente O nobre deputado
nao ..
O Snr. Andrada Machado Nao chame a
ordem o nobre deputado. Se a casa m'o
permittir ; eu Ihe responderei na mesma lin-
gaa^m.
O Snr. Souza Franco Snr. presidente. e
sou muito obediente ; se o ctlor da discus-
so me levou alem do meu proposito, eu nao
insistirej mais no mesmo sentido e volta-
rei a questo de principios
O nobre deputado, combatendo meus prin
cipios acbou nelles preposicoes que nao pe-
de approvar e que alcunbou irrisoriamen-
te de descobertas, e de asneiras Ora se cu
provar que taes principios sao sustentaveis e
exactos Serao as proposicSes em contrario
do nobre deputado que merecerao o nome d
deseohertas.
Tratando o nobre deputado de sustentar
lor da discusso podiao desculpar-se, mas
nico proponente e que nao devem ser repisadas, trzidas daJqminmara'4M8an7^Uidrcomo^t
d LtT^nVut10 a uem porque quando elle chegou a provm-
cia j; eslava decidida e publica sua candida-
tura ; e que igualmente he inexacto que ,
tendo-se de proceder s eleicoes no dia 3o de
marco, ainda a arj nao eslava publicado o
dia. Eu passei pela capital do Cesr antes
do dia 20 demarco, eja nesse lempo se ti-
nha feito publico odiadas eleices.
O Snr. Castro e Silva ; S estava publi-
cado emalgumas villas.
O Snr. Andrada
do cheios de esperancas os Brasileiros de que 4 classes os interesses qu tem de ser repre-
com a matondade deS. M. cessaro nossas sentados, na sociedade. Esse systema de in-
dtvises todas e nossos males, repellem toda e teresses representados que o nobre deputado
qualqner oulra idea que nao seja de ventu- loem Feritas e Silvestre Pinheiro nao me
ras de prosperidade. Eu nao vejo mesmo parece bom e eu lembrarei ao nobre de-
a possibelidade de taes principios ; seria por putado que todas as classificacoos que nao
ao sao
huma lei que se poria em applicacao oarti- bifurcadas na frase de Betham tem o defeito
go a que se ollude ? E quem a sanecionaria ? de nao comprenender os objeclos todos. As-
Seria huma sentenca ? E com que direito sim, seudonimios OS interesses mal enten-
responsabelisar o poder inesponsaTel.P Se- didos dos habitantes de hum paiz o Snr.
O Snr. Andrada Machado Estando so ria sim, huma revoluco das cmaras, cm deputado acbou que quatro s ero reore-
tddicado em alguma villa, nao estava publl- lugar de huma revoluco da nacao, a quem sentados. Assim a respeito dos ine-
s compete fazel-a. Nao nos lembremos da resses das proisses, nao eslarao elles
cousas taes. milita? veses opostos entra si ? Nao poder ser
O nobre deputado atacou era todo osen contrario o dos'negocian tes aos dos agricuto-
P,
cado.
O Snr. Souza Franco Estando publicado
em varias Tillas, na mor parle dellas, em quasi
todas estava publicado o dia ; esta propo-
siio que he a inversa da do nobre deputado
he mais exacta Euaftirmo ao nobre deputado
queja estava publicado na capital do Cear \
exigirei do nobre deputado documentos para
crer que o nao estava ainda em cerlos lugares
e o nobre depulado deve ser cauteloso em nao
allirmar sem estar bem certo, lacios contra
bem, ou redigio-a de sorle que d; a coni-
prebender couzas diversas do que disem seus
jiriijjos ,, Era conherente que combatendo eu
a ofiniao do Snr. deputado nao dissesse que
elle tinl.a entendido bem a constituidlo por-
que se o tivesse dito, confessaria eu que
nao tinha raso \ e nole-se que sao bem mo-
deradas as miaas expressdes e (jue eu nao
afirmei catbegoricamenle que elle nao tinha
entendido a coiibtituicfioj porem que me pa-
reca, A respeito de qualquer oulro inembro
da assemblea geral, ou de qualquer cida-
do por mais distinelo que fosse, esta a.'r-
inaco nunca seria julgada olfeusiva, e qaao-
do muito sjmenle pouco polida, e nao te-
ria eu por to simples expresso trasida no
calor da discusso, sofl'tido resposta to desa-
brida.
Mas para com o Sur. deputado por S
Paulo casa inubiiiuiade brasiieira essa im-
inensidade em ciencia petante quem os
Mole, os Gui/.ol, os Tiers, e mais Ilustres
o credilo de funecionarios pblicos, e uneci-
onnios como o Snr. Souza Marlins.
Permita-se-me lser inciden talmente huma
observaco que me occorreo com a lcilura
do Despertador de boje, e be que nao he exa-
cta a afirmacao de que o discurso do nobre
depotado foi ouvido com religioso silencio e
produzio seiitaco. Humor continuado se ob-
servou durante quasi todo o seu discurso,
queso foi ouvido com aiientao nos ltimos to-
picos e nao produzio sensato porque a
coaSequcncia da sensa^ao era seren adoptadas
as suas ideas, e lora0 vencidas com mioria
uotavftl, otisc) produzio sensaco de desgosto q'
aiu hum corpo respeitavel tomo este deve tau-
zar lodo o discurso em menoscabo dequal-
quer membro que o nao provocou nem o
mereca Ululo nenhum. Eu appello nes-
le ponto para o juiso da assemblea geral.
O nobre depulado falloli ao respeito as
scmblca geral quando commecando o seu
discurso disse que nada nevera que o -
zesse desistir de sua opinio e do direito de
fallar
O Snr. Andrada Machado O que eu dis-
se be que iiohavia liada nesla emenda que
me prohibisse fallar,
O ;>nr. souza Franco Se nao ha nada que
prohiba ao Sur. depulado faltar nao lh'o
prohibir huma deciso da assemblea geral ,
discurso o meu pequeo crdito, porque sou res como acontece na Inglaterra a respeito
joyen1, e nao1 posso, em sua opinio sustentar da legislaco sobre os cereaes, que nao sero
principios, discultir e por em duvida propo- oppostos os dos fabricantes que seguem me-
sicoes deontros; e como ha na casa muitos thodos anligos, aoi dos que segneai novos.
depulados mais jovens que eu que alias te- aos qti3 inventao machinas e entre estes os
nbo 34 anuos sao muitos os que na opini- de hum individuo aos de oulro ? assim pois
o to nobre deputado j nao tem esse direito. a querer a presentar interesses, sao prncizos
Devia diser porem ao nobre deputado que tantos ou mais representantes que represnta-
me be to licito como a elle o exprimir minha dos,
0 pinio. j O representante hereditario, segundo o no-
OSur. Andrada Machado Nao o ne- bre deputado representa 03 intereses dr
O0, i nacio para com as rucees estrangoiras : e
O Snr. Souza Franco nao posso fallar como explicar o artigo da constituicao quo
nao posso contestar o nobre deputado, por- sngeita aos tratados ao examc e n|iprovar;To>
que nao tenio feito aparecer meus talentos, da assemblea geral ? Isto be huma descoberta
nao tenhoescriplo obra alguma. E permita do nobre deputado.
o nobre deputado que lhe pergunle : Quaes a cmara dos Snrs. depulados representa o
e como entra
senado que re-
P
o nouie uepuiauo que ine pergunie : yuaes A cmara dos nrs. nepuladc
sao as suas obras ? Que publicacCies uteis ao povo, disse o nobre depulado ;
paiz tem feito ? Que actos attestao a existen- nos ludo he povo nofcaaoi
cia do nobre deputado no Brazil ? Como presentar.
nova essa immensa inculcada superioridade? 1
Bastar jwr ventura inculcal-a ? Quaes os
projectos de leis uteis no Brasil que como
depulado tem apresentado P eu nao sou capaz
de atacar a ninguem nao quero instituir
comparaces porem se para fallar como de-
putado he preciso ler feito alguma couza di-
rei ao illustre memhfo que desde 1810 appa-
reci cm pro!da independencia do impeli.
e que na qualidade de presidente do Para ,
onde eslive 10 meses e meio, ganbei huma
immensa popularidade e fui festejado 00-
zequiado e chorado na capital da provincia ,
depois de ter j largado as red i as da admi-
nislraco. E o que leen feiloo nobre depu-
tado .' Appareceo e desappareceo como hum
meteoro em a assemblea contituii.it: ; e depois
disso, foi preciso que nm partido agora de no-
Coniinua,
doutrinaiios da iranya, sio nada, epata que declara nao ter lugar tratar-sc desty ma-|\o q IrouxesN reppresenUso nacional.
PER NA M BUCO.
GOVERNO DA PiiOVINCIA.
Espediente do da a j do corrente
Oficio Ao Commandante das Armas .
approvando a nomeaco do Major Joaquim
Casiano de Souza Cosseiro para ir Comman-
dar liba de Fernando, edo Capit) Refor-
mado Antonio Mauoel de Moraesde tVJesquif.al
Pimentel para (Jomraandar RrtirrnaanMei a
Fortaleza do Brum ; i'omihunicaDd'>.vin8|
que Coi expedida ordemao Inspector ^ dk"i'be-
iouraria da Fa/endi nr.i aiL.v*-


a
DIARIO D R
PERNAMICO

le Sidos, e mais vcncimentos ao dito Me-
jor e aos mais Omciaes que destacan para
aquella 11 ta e bem assim as cmmedoril de
embarque.
Dito Ao'Inspector da Thezouraria da
Fatenda communicando-lhe o conteado no
precedente officio e ordenundo-llie que Idea
abonar seis mezes de Sidos adiantados e mais
vcncimentos, 6 commedoras de embarque a
os Omciaes que vo destacar na llha de Fer-
nando.
Dito Ao Inspector da Thezouraiia das
lleudas Proviciaes. communicando-lhe que
a Presidencia por Portara de 2 do corrate
mez nomeuu o 'acharel Formado Francisco
JoioCarneiro da Cunha para exercer intiri-
namenle o Lugar de Jr,i de Direito da 1.
Vara do Crime durante o impedimento do
Bacharel Joaqim Rues Machado.
Dito Ao mesmo para faaer por a disposi-
v'\o da Commissao Admir.ihiradora dos I'.sta
bellecimentos de Caridade a quantia de
i:o8-.s\>!jo res em que fora oreadas as obras
que sao de misler fazer-se na Caza primordi-
al dos Expostos a im de que possae estes ser
removidos para a dita C;:/a e ser a em que
actualmente se achao entregue aos Reli
Capuxinhos Indianos em cumprimeulo da Lei
Provincia! N. Fo.
Dito A Commissao Administradora dos
Eslabelecimenlos de Caridade communican-
do-lhe o conteudo no precedente officio.
Dito Ao Precilo da Gomares de Gara-
nliuns aecusando a recepeo do seo oirieio que
aeompanhou os muppas da Populacao das
Freguezias de sua Commarca.
Dito Ao Inspector Gera.l das Obras Pu-
blicas ordenando-liie que faca apromplar
tudo quatito for necessario para o estabeeci-
mento de duas Barreiras urna na Ponte do
Cequia e outra na do Manguinho a im
de ser cobrado o respectivo imposto do i.
de Julbo futuro como determina o Artigo a5
da Lei Provincial N. 9,
Portaria Ao Administrador Fiscal Inte-
rino das Obras Publicas para abonar ao Ins-
pector Geral a quantia que for necessaria fiara
arranjo das Barreiras de que trata o prece-
dente officio.
Dito Ao mesmo communicando-lhe ,
que havia onceddn licenca at o fim do mez ,
ao Soldado Lino Jos do Batalbo do seo
interino Commando.
Portarla ~ Ao Commandante interino do
3. Batalbo d'Artilberia mandando em
eunrpriment a Lei, dar demico ao Soldado
da 3. Cv)mpanhia Jos Antonio Francisco,
por ter fmalisado sem nota o seo engajamento,
e nao querer continuar no servico.
Dito Ao mesmo para mandar cobrar,
c pagar os veneimentos que se estavao a dever
ao ex Soldado Andr Francisco conforme
requisitava o Inspector da Tbesouraria cu-
jo officio lhe remettia.
TIIEZOGRARIA DA FAZENDA.
Expediente dodia 16 do cor rente.
Officio Ao Administrador di Mesa de
Rendad Internas dizendo-Ihe de conformi-
dade com o parecer do Procurador Fiscal,
e voto da Thesouraria sobre os etclajecimen-
tos que pede o Agente da mesma Mesa en-
MEZ\ DO CONSULADO.
A Pauta he a mesma do N. 112.
Ficando transferido para o dia 59 do cor-
rente*, pelas onze horas da manha o freta-
menlo de um Embarca a que conduza di-
versos objectos a llha de Fernando em cen-]
sequencia de nao ter apparecido boje mais de
que humconcqrrentc. Olllm. Sur. Inspe-
ctor convida noyamrntei aos Snr. Propriela-
riosou Consignatarios a quem serrrelhante
fretamento possa convir a comparecerem em
dito dia e hora munidos das* propostas
em cartas fechadas.
nspecco do Arsenal de Marinha de Pcr-
nambuco 25 de Maio de 1840.
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Secretario.
Pelo Arsenal de Marinha d'csta Provincia
se az publico que ainda continua a precia a*0
de comprar lariuha de mandioca (pie lem de
ser remettida para a llha de Fernando ; em
consequeucia o lilm. Sur. Inspector do mes-
mo Arsenal convida a aquellas pessoas que
carregado de faser o lancamento da taxa so- tal genero queiro venderA que compareco
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 18 do corrente.
Officio Ao Exm. Presidente requisi-
tando-lhe o concert de urna arma do ardar-
nie 17 perlencenle aGuarnico do Forte de
(laib que se arruinon em servico.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., ponderan-
do-lhc a necessidadededcsignar-se i:m lugar
para ter provisoriamente os Cava los j; com-
prados para o Esquadto de Lmha e os que
se fossem comprando c pedindo-lbe a expe-
dido de suas ordens para que o Corpo de Po
iicia fomecesse ao Commandante do Esqua-
. drao 5o Clavinotcs em bom estado e 20 se
lins, de que traba Bumma precisSo visto
que o Arsenal de Guerra por fulla de semi-
Ihantes ohjeclos havia deixado de sal
a requisi'ao dos joo Cluviuocs que se maiir-
dou fornecer.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Municipio remetlendo-
Ihe a paite do Cabo Commandante da Guar-
da do Arsenal de Marinha datada de boje ,
para que em presenta delia tomasse conhe-
cimento da falta que na mesma Guarda com-
meltera o Soldado da 4. Companhia do 3.
Balalho do Municipio Goncalo iiorges da
Fonceca.
Dito Ao Inspector doAreenalde Mfll-
nha,acensando recebido o seo cilicio desta data,
e communicando-lhe o exposto no precedente
officio
Dito Ao Exm. Director interino do Ar-
senal de Guerra, remetlendo-lhe um officio
do Commandante do Forte do Buraco que
pedia faculdade para recolher ao Arsenal viP-
riosobjectos arruinados, e inuteisao Forte ,
a im de que bou vase de designar, quaes os
que do mesmo Arcenal ro anda suscepti-
veis d applicac.Se*
Dito A< O rtmcllendo-lhe um
officio do Com mandante Geral do Loipode
Policia acompanhado da arte do Corn-
il.andante da Pufrulha que. na noitc de 15
rondou o dV&tricto de lora de i 01 tas u im de
que por um Oficial maudasse averiguar, se
com efleito o Soldado da Companhia d'Aitifi-
ti na mesma parle mencionado pecpelrou
o loubo de que aecusado.
Dito Ao Cominaiidiinlc interino do 3.
Balalnao d Arliliieiia para que informaste ,
se havia algum obstculo em pastar a Almo-
\, 11 le do i oiie do BuiuCo vGabo 1 elippe
Den io des Santos 8 qual a SUa COftd 11 ;
c ..ju 'j-i.< dito Eosprego,
lite as casas de Commercio com mais de hum
Caixeiro Estrangeire na representiefe que
foi transmetida com o seo officio de %n de
Al.ril findo que as Escrituras taes quaes as
descriptas na mesma representacao nao isen-
lao O pagamento da referida taxa, masque
podendo ha ver entre (das alguma que com
outrasprovas estejao as circunstancias de se-
rera attepdiveis, deare sempre no acto do lan-
camento fa/er-se sciente delle o Collectado
[>or meio de huma Nota assinada pelo mesmo
Agente para em tempo poder reclamar o seu
direito,
dem do dia 18.
Officio ao Commandante das Armas com o
requerimento de Andr Francisco Soldado .
que foi do 3. Batalhao de Artilheria ap
para sedignar mandar pela forma em ptatica
levar os veneimentos que ao mesmo Soldado
forem devidos pela guia junta ao sen reque-
rimento.
Dito ao Inspector da Themuraria de
Fazenda da Provincia da Paraiba remettendo-
Ihe a conta das addiccoes recebidas e des-
pendidas por conla da Thezouraria Provinci-
al da mesma Provincia no mez de Abril pr-
ximo findo.
Dito ~ ao Inspector das Obras Publicas
com trez requerimentos de Jos Fernandes da
Silva pedindo o aforamento de diversos ter-
renos de Marinha para se dignar informar
se os mesm-is terrenos podem ser adorados
conforme as medicoens e avafiacoens constan-
: s dos documentos juntos aos mtsmos reque-
iiiS.
com suas amostras para su tratar do respe-
ctivo ajuste.
nspecco do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco a do Maio de iH,o.
Alexandre Rodriues dos Arijos.
Secretario.
PREFETRA.
ED1TAL.
Francisco Antonio de S. Brrelo Prefeito
d'esta ( omarca por S. M. o Imperador,
a quem Dos Guarde (Se.
Bordo para spi -,p na presente Sff6, c
lude do ai t. 3i5 do Cdigo do Processo Cri-
minal cumpre-mecornnfirm'caVa V. s. n.i-
ra levar ao eonhecimento dos Snrs JuiieS de
raeto, que. sendo nulos como sempre l'oro
todos os actos dos Prefeito* Suh-Prefeitos ,
Notarios etc. a vista dos ccordos do Su-
premo Tribunal ,ie Jtrstiea e da Re1a-
cao do Rio de Janeiro incerros no Dia-
rio de Pernamlnico em .0 do corren-e, segue-
se evidentemente, q' fui illegaimente quali-
icado e por isso na*o posso exercer as func-
c8es de Juiz de Facto. Se j serv aas Sessoes
passadas foi por estar menos instru 1 > n 9
meos deveres ,. e nao ler o apoio de dous Tri-
btinaes to respeitaveis, com pastos de sabi s
Jurisconsultos, que Cortamente nio sao me-
nos instruidos iris Leis do seo f'aiz de que
osauthoresda Eeide i4 d'Abril, e cujas ue-
cizoens a este respeito sao de muto piz.) ; pois
que nellas nfio tefe influencia o espirito do
partido Alemdeque repugna-me ir con-
corrercom o meo voto para qne alguem soba
ao patbulo 4 ou soffrar outra qualquef pe-
ni sem ea estar par isso legalmente auho-
ris.ido ; expondo-uie assim dor de ler hum
Accordao do Supremo Tribmal de usii a que
dech'.c que o processo est nullo e (pie o
Reo foi condi mnado arbitraria e capriciio-
zamenle como me consta que acaba de
acontecer a respeilo de hum processo de cri-
me de morte Forem s a dispeito das razes
que acabo de expender, o Jury decidir que
eu (levo ser multado ento recorrerei aos
rribonaes competentes, eos Snrs. Juizesde
'"acto fico responsaveis pelas perdas e damnos
T
F
pie por isso bou ver de soTrer Deas Guar-
de aV.S Recife aa de Maio di 18 io. Il'ni.
Snr. Dr. Juiz de Direito, Piesiiente do Jury
Antonio Pires Ferreira. E miis se nao con-
Faz publico que Cadea d'esta Cidadc foi
boje recolhido o preto de nomo Cosme que gao se devia o J,
diz ser esciavo do proprietario do Engenho decidio-se por maioridade de votos quTo Juiz
amburral o anal, leudo sido Curiado e de Faeto Antonio Pires F^rre.ra fosse mul-
linbaem dito officio que sendo posto a vola-
\z ser 011 n.io condemnado
verja;) Repartcoens
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDITA ES.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Ca-
margo Inspector d'Alfandega, faz saber que
no dia quarta feira 2g do corrente, se hade ar-
rematar em hasta publica, c na porta da
mesma no ineio dia duasdibrasde seda fio-
xa e duas ditas de relroz de diverras cores,
no valor de eiticcenta mil reis e duas caixi-
nhas de ehoron para cha no valor de trlita
mil reis impugnadas pelo Amanuense Gon-
calo Joe da Costa eS Jnior no despacho
por Factura de iNuno Mara de Seixas sendo
o Arrematante sujeilo ao pagamento dos Di-
reilos.
Allande;:a 26 de Maio de 1840.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Ca-
margo.
margo
Vicente Tbomaz Pires de Figueiredo Ca-
nspecter d Alfandega, laz saber que
no dia sexta leira ug do corrente se hade ar-
rematar em hasta publica, e na porta da mes-
ma ao meio dia u^oduziasde frascos com
ebeiro no valor de 170,000 rs. 1 a ditas de
sapatos para minina a.^' rs. e iga pares de
sapa tos de couro de lustro 545,000 rs. no Des-
cacho por Factura de Lenoir Pugel & Comp.,
impugnado pelo l'eilor Gonfeienle Joze Ala-
chado Freir 1 eieira da Silva sendo o Ar-
rematante sugeito ao pagamento dos Uireilos.
Alfandega a (i de Maio de i>>.jo
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Camargo
t
O lhigue Americano AVhvahiLon viudo
de J'biladelpbia entrado omao do corrente
Capilo B. T. Me. Murtric, consignado a
Matheus Ausliu t Comp. deo entrada por
franqua.
Maniestou o seguintc.
15o Caixas de vellas de sperilatcle 12^0
bur:i'.- com lu inrha ditii'.o.
O (na
vendido, foi depois pelo comprador appre-
sentado n'esta Secretaria por desconfiar do
vendedor ; i im de que o Snr. do dito escra-
vo era trila dias contados da data d'este o
venha reclamar competentemente habilitado.
Prefeitura da Comarca do Recil 25 de
Maio de 1840.
, S Barrete
A NN UNCI.
O ahaixo assignado faz siente aos Proprie-
tarios de Predios dos Ba ir ros de S Antonio
Recife Ba-vista e A (Togados que do dia
j. do mez de Junbo prximo vindouro de-
ver comparecer na Meza de Rendas Provin-
ciaes para sastisfazerem a Decima que estive-
rem a dever a trazados ; e o a. Simes tre do
anno financeiro de 189 itf4 ; e assim to
bem que lindos os 3o das que sao designados
na Lei, para a arrecadaco se proceder exc-
culivamenle contra os oaimissos.
Meza de Rendas Provinciaes 25 de Maio de
840.
o Impedimento do Escrivao e Adminis-
trado!
fos Guedes Salgueiro.
Administraco dos Estabelecimentos do Ca-
ridade.
Tendo a Adipinislracao dos Estabeleci-
menlo de Caridade de mandar concertar com
toda a brevidade a antiga casa dos' expostos ,
em cumplimento as ordens do Exm Sr i re-
zidenteda Provincia; pelo presente se convi-
da aos Meslns pedreiros c C11 pinas que
quiserem faser por empieitada ditos concer-
los a comparecerem no dia -mj do corrente
mez as i horas da larde no Grande Hospital
desta Cidade aim de se tractar do ajuste.
Salla das Sessoes d Administraco dos Es-
tabelecimentos de Caridade 5 de Maio de
1840. J. M. da Cruz.
Publicacao Pedido.
ver-
tado no gr.io mnimo. O referido he
dade e dou Recife a de Maio de 1840.
Em f de verdade O Escrivao Joze Alfon-
so Guedes Alcanforado.
Com mullicad o
Ainda me nao assombrb as novas melan-
clicas reflexes Jo segundo Communicado do
seo Diario n. 116, em resposla minha
Correspondencia incerta no seo Diario n. 114.
Bem pode ser que a impassibilidade que
sustento para com os males que o seu 1-
lustrc Communicante prognostica nasca de
minha demasiada boa f ou da cuite.a do
meo lipendiment. Que mais fia de si
quem menos sent. 'Vas quidquid sit ,
aventurarei ainda meia palavra.
Por dois motivos dse eu que me nao me-
lancolisava coma deciso do Tribunal So-
ja porque poderiamos ter amaidi
nremo
Diz a Cmara Municiprd desta Cidade, que
lhe laz a bem o officio que o Juiz de Facto
Antonio Pires Ferreira dirigi a V S. pa-
ra expor ao Tribunal do Jury os motivos que
lhe assislio para deixar de comparecer pe-
rantf o mesmo Tribunal dos Jurados "iial-
mentequal a deciso dos mesmos Juizes de
Facto. Pede a V. S, Snr. Doutor Juiz de
Direito da a. Vara assim o defira. E, R. M.
I asse. Cidade do Recife a3 de Maio de J840
Neivai
pn-
Joze Alfonso Guedes Alcanforado
meiro Escrivao da segunda Varo do Crime
na Cidade do Recife c Escrivao da presente
Sesso dos Jurados, &c. Certifico que O theor
do officio de que trata a pelico retro he o se-
guinteottiao: Illm. Sm.Tei^lo sido noti-
outra em sentido contraro ato he ; confir-
mando algum processo ; em que Ggurassem
Prfeito e Notario ; e j. porque me persu-
ado que as leis provnoises devem ter \i"or
emquantcno forem annulladas pelo poder
com peleo te No pri meiro cason So liz mais
dSqueservir-medu principio consagrado nos
nossos Iribunaes julgar segundos dictamos
da consciencia sem considoracoes aos Ares-
tos principio sustentado peta pratica de
lodos os dias. le assim que temos visto Con-
firmarem-se processos, emquesejunto pes-
sas impressas -, e annuikrem-se outros
por trazerem termos impreSsos : he assim
que o Tribunal Supremo tem consentido nos
processos da lei de 14 de Abril ha 5 ou 6 an-
uos e agora os repele etc. etc. ele. Se pois
o Tribunal-pode mudar de oponiio, (sapi-
entes esl motare concilium) -poique bave-
vemos de erigir em principio Invariavel a-
quillo que ess sogeito oscillacSo, aosm-
batesdasopenioeus dos Magistrados? porque
havemos de nos persuadir que o Tribunal
Supremo hado annullar todos os proces-
sos da iei de 14 de Abril ; e carn gando-nos
de ideia tj melanclica Lavemos de, como
Heraclito chorar sem ver de que ?
^o posso estar pelo que dia u muijudcio-
so autor do Communicado, de que : o Tri-
bunal Supremo atlentando ;t milhorna espe-
cie resol veo a regeilar ludo que nao fosse
de accordo com as regias estabelecidas no
Cdigo-do processo. *' Dos nos guarde de
pensar assim : iso seria desconhecer a omni-
potencia jurdica e laucar | c is de ferro
eonsciencM dos Magistrados soberanos. Sa-
be mui bem o autor do communicado que em
Liireilo quase que nao lia proposico alguma
absoluta, c invariavel ; ludo et; debaixo do
-,
i


n I A R I O D US
pruna m n c i
f servalis servandis Para que por
Ranto, affirmr que o Tribunal Supremo
Yesolveo a regrilar turlo*4 que nao estivesse
raearcordo rom o Cod. do Pr. ? Pcrmita-me
o Ilustre autor do ebrtmmrha^fa, que I he
o serve due ofci'ded o melindre do Supr.
Trib. atribaindo-lbe hum proposito. que
faz arripiar as mximas de jurisprudencia- -
ulgar antes d ver bpi'ocesso, e declarara
TencXo autos le ser publica !a cm Audien-
cia S Trib. Supr na"o vio os outros pro-
cessos da iei de t. romo logo pronunciar-
se contra tiles ? como preveri lies a deciso, se
nao VOgtoS A restos ?*' Aqu lem S. Ull
o rasoda minlia impasssibilidade quan-
do vdlvo os olbos para as nuvens negras que
sobre nessus ciberas v condeusadas o Ilustre
autor do communicado
Quanlo ao segundo caso, me val de hum
principio que decorredo art. do Projectoda
le it-rpie'ativa de que : as lois provineiacs
deven) ter vigor em quanto n-io forem nulli-
ficadas por liumactu iSpeiia. dj pul t legisla-
tivo ; e sem querer na minha i a correspon-
dencia entrar no desenvolvimento da tbes ,
que aK consagre j sou a isso agora loriado
pelojudicicso autor do commnicido ; de-
vendo por laido ser-Iue imputado qualquer
fiSOpesicao menos acceila que baja de me
escapar para justificar miaba iraca opi-
nio.
Se o artigo da lei interpretativa que me
rero n&o importa bu revalidacao das lea
provineiacs bade-se conceder que 11c he
inicuamente intil cu concebido ,isom ra-
so sulliciente. Para que dzer ftssetu-
blea-getal que oslis provinciaes sopodem
ser nullilicadas por hum acto especial Se nao
para nao anarchisar os dircilos do Cidado
comprometidos sein culpa de; les ? seno para
nao trai.: tornar de hum s jacto toda a
ordem publico do hu Provincia antes de
predispon os nimos por meipssabios e pru-
dentes i' se nao cm fim paia aruiouisar o mc-
lhor j ossvelo sistema geral perturbado pelas
leis pro* inciaes em cnsequciida da mal-
montada ,'lei das Reformas ? Se o Ilustre au-
tor do coinmunicado nos assguar outra raso
ao art em nucslo eu com a maior docili-
dade couvirei em que a minha illa o he Tor-
eada como elle pretende e direi queaAs-
semblea-geral he cruel be anarchica. Mas
anda assun negarei ao Tribunal Supremo o
direilo de annular processos s pelo funda-
mento d to. *
He inquestonavel que ns Assembleas pro-
vinciaes coiistituem verdadeiro poder legisla-
iivo tao independente dos oulios poderes po-
lticos como o he a Assemfdea-geral. He
jgualmecite inquestonavel que todas as leis,
que d'ells emanaren) teui, cada hu no seo
tanto a loica de ohrigar como outra qual-
quer le ; e por conseguinle os Cidados res-
pectivos estiro sugelos a o seo cumplimento
Se porein estas leis sao contraras ao sistema
geral, ri Ccnstiluico nao compele alguem
o direilo de as commentar e destruir e re
yogar, senSoaAssemblea-geral, nico po-
der legitimo que para isso e.-i.i colocado ci-
ma das Ai serobleas-proi inciaes como be ex-
plcito nos arts. ao e a5 do acto addiconal
A Asselnblea-geral como poder legislativo
que he pode eiyiujlar algus leis do poder le-
gislativo subalterno (perroila-se me aexpres-
5o nao iiiliiiiiiii. ute exacta), mas nao o
pode bum oulro poder nao o j ode o podei
Jud'ciario, que he lmente o executor fio
pensamento io peder legislativo
ftias bdireito de que no Accordao se ar-
roga o Trib. Supr., equivide ao poder de an-
nular por sua piopra aulboridade os actos das
Assiini has-provinciats as utos do poder
legislativo, nao estando pelas entidades crea-
das por este o que certameute vena a impor-
tar lua pergosa desarmouia dos poderes po-
lticos do halado j hu completa uvasoas
prerogativas do poder legislativo ; n hu pa-
lavra hum lacho anarchico Sim hum
lacho anarebico ; poique se o Tribunal Supr
se julga com autuoiidade de conbecer d.i legi-
timidudedas leis proTuciaes lamhem pde-
se estender as leis geraes e lei de annular
processos onde Paz. porque a ^Joiistitui.o smente destinou
estes Empregados para conciliaedes Lacho
anarchico anda ; porque seo Triburiftl se jul-
ga com semelhanle aulhoridade cada cida-
do tun;l>en se contara com o mesmo dir no;
porque n'csle caso o Tribunal Supr. esta e-
qaiparadu a qualquer Cidado, pois que as
prerogalivas propiias do seo poder sao outras
mui dilerenles sao de aplicar as ki ..,..
tactos e casos occon entes por ella prevenidos ,*'
c nao iulgar sobre seo merecimento valor, e
milhoridude.
Improcedente he para o caso a djstiacc$o Je
bis geraes e leis provincias; porque todas
sao obrigatorias todas vigentes cada huma
a rospeitodo seo objecto. Consequenfemente
o Tribunal Supr deve utgar 08 casos occor-
ren'es segundo ellas os reserm ; porque o
Trib Supr. be o tribunal de lodos os Broii-
leiros be como diz o autor do ^ommu'njca-
ido, o''centro para onde gravitaQ lodosos
i jiil:>.aiiien!os ; "O nonio onde vao ter todas as
| controversias dos Cidados sugeilos ; unio.
0 Trib, Supr. pur tanto deve Hender i todos
os Cidados segundo o direilo pie cada bum
tiver. Se se traer de hum caso geral decida
a lei geral se de bum particular decida a lei
particular, se de bum mixto, decidao ambas
as bis conforme o sistema constitucional-fe-
derativo. A querer o Tribunal Supremo de-
cidir ludo em conformidade com o C idiao Jo
Proc e leis geraes smenlo, pora de certa as
Provincias em depluravcl e vexaloria coaeco,
dvr Julgar ambem nulio bum 'eito cive,
porexfmplo, em que tiver intervindo bum
Procurador Fiscal-provincinl ; porque he en-
tidade que nao est no Cod. do roe ou
leis geraes <) Tribunal pois me parece ,' qtie
deve tambem alten/leras (ais provincraes qu^
para e.\ecutarem I lie so remetlfo : nodeve
imitar a ronba da alguna ulicos J. Consul-
tos que nao svmpalhisando com ideias mo-
dernas tomarao asco ao Cod, Cr e outras
leis novas a ponto de as nao poderem ler.
_ Se pois he legitimo o poder legislativo-pro-
vincial ; se lem o direilo de crear empregOS
provinciaes parteo que pode l'azer excepcoes
as leis geraes, instituir empregados Mas
suponba-seque o acto addiconal, no seo es-
pirito nao faculta s Assemb -provinciaes o
direilo de crear entidades nao cenbecidas no
Cod. do Pr., e que as tenba efectivamente
creado. Temos pelo menos bum oaso duvi-
doso que somenle deve ser decidido pe i As-
semblea geral. art litado do acto addiconal,
e em quanto ell i nao decidir os actos, e as enti-
dades crecas sao sustentarais ao cotraro te-
mosluta entre os poderes polticos, e l se vai
por erra a independencia, que Ibes garante a
Cotisliluic.o do Imperio
Quarido se diz (jue o Trib. Supremo tem
poder de annular os processos entende-se que
elle lem a atribuico de inspeccionar se os
processos se acha organisados conforme de-
lerminao as leis em vigor e nao coulorme a
voniad dos litigantes ou do .1 ni/ porque
nem aqudlles nem este podem alterar a ordem
do processo que he de Direilo publico; mas
nao se entende que leulia o direito de annu-
lar esla ou aquella lei que altera a ordem do
processo ; porque fundando-se esta no inte-
resse publico pode ser alterada pelo poder le-
gislativo conforme as circunstancias ; e da le-
gilimidade da altcraco nao pode conbecer o
poder judicialio. P.sles principios lem sido
reconbecidos pelo Tribunal Siipr confir-
mando todos os processos que as Comarcas
1 fie sido precessados pelos Juues do Civel ,
nilidudcs cicadas em lugar dos Juizes Muni-
eipacs Cuhecidos pelo Cod. do Pr., c que
minio nfia ( xisleni em Pernambuco.
JNo pense algucm que me proponbo cano-
nis.ir os actos dus Assembkas-piovinciaes e
que com este intuito me actio a bracos com
im polmica peridica!. Sempre entend que
apus a lei da lleiormu vera milcomplica-
to S rodas dajiiaipiina geral do Cslado rom
as da pequea maquina provincial ; com-
plicaci; que considere augmentada (piando
obsi rvei a maneira porque esuva5 entendendo
e executaudo o acto addiconal i sempre iul-
guei que as Assemblca-provineiaes liia ex
urbtaedo. Alas o remedio desses males esta
r. por ventura emaulhorisar hum mal maior,
em fumenlar bum absurdo inais noscivo ? Se-
ra o remedio estabelecer bum conflicto entre o
podar legislativo ejudiciarior em se erigi-
lem os'lribuuaes Ue judiculura em censura
aos actos do poder legislativo ? em desconcer-
tar ludo quanto se tem feilo cinco aunos ?
destruir com hu peonada direitos adquiridos
cm muilo boa fe r1 em desalar as unios aos
criminosos? JNo posso concebe." S. Ull,,
lana maliguidade em peilos verdaderamen-
te brasileiros ; e he por isso que tenho muito
(itreilo a pensar que o Supr. Trib. nao pro-
seguir no camiitho encelado ;i lia. de uo
dar bum exemplo de aggresslo, exemplo lan-
o n;aii leinvel e contagioso quanto parle
da primeria magistratura do Imperio. lle-
ges d exemplum,. totus componiuir orbis, "
IJaslaO as doulruias de resistencia (jue se a-
rd de cidado para com as authonUd-
des, nao queirantos alera d'isso apregoar
a resistencia, e choque de Poder contra ou-
lro Poder porque o resaltado ser laulis-
Continuo por tanto S RR,r a estar im-
ivel nao obstante o que pondera o il-
tuslrc mtoc do comuMHiicade com quanto res-
pete assuas luces e espirito'patritico.
O Impassivcl.
LOTKRIA Df) UVRAWENTO.l
No dia n de Junho corren imprete ivel-
nienle as rodas da Lotera n favor d is Obra
di [greja d iV S dj Livramento e na* ca
sas onde eslo ; venda bi I be tes, lrcao-$e nS di
outras Loteras.
COLLEOK) PERNAMBCAIVO.
O Colle.po Pernamhucann foi trasl 11 l > dn
ra Kormosa par o Aterro d.i lioa -. sta e-
difirio n. (J.
Lie eneerra em sen plano todos os prepara-
torios que a lei exigp pira as Academias de
Direilo e de Medecina do Imperio assim co-
mo para os alumnos que se destnam ao Coui-
roercio.
() piolessores das diversas Aulas sao de um
mrito reeonbecido.
Os Estatutos sao francos ao publica a qual-
quer bora.
rc'o da Annuncianle, dizando que elle Ib e
p-issra a primeira pira ser aplicad > u seo va-
lor para Missas e obras pias < > tegunda
para ser destribuidoo seu valor entre nos so-
:riii'.-.s do mesmo l'ileeido ; quai este fez
i iolemue* testamento, em oqual i ns ti tu o
. Annuncianle por sua herdeira < testamea-
ti'ir-i por 11T > ler legtimos herueiros e
'i'elleno tractou de srailbanles leiti ,
|uc presumem-se falsas ; e linda .endo 'er
dadeiras fra extorqtiidas por dolo, e ,
i. >desuggeii5es, e swluccoes aparen! -
mente msticas e fraudulentas, F. porque
i Annuncianle tem de convencer o referida
' adre por meio da competente necio d fal
, ou nulli l.tdi' dis roen ion idas letra* ,
Avisos Diversos,
Man col Elias deMoura, como bastan-
te Procurador de Miguel Joiquin Machado
Freir avisa o quem convier, e muito es-
peci.ilmeute aos Tahelcs desta Provn ia .
e da Provincia do Cear,, que teadu-se i
dito Consiituinle bahallilado pelo Jui/
Provedoria desta Cidide desde o annu di
ignorancia, no caso
o i negociar.
iH legitimo Administrador dos bens vin-
culados da Capella de N.'Senbora do Livra-
mentO da Comarca do Sobral Provincia do
Ciar e leudo chamado a conciliaco e ao
foro contencioso pela 3. Vara do Civel desta
i n i -1 n. -. Cidade ao intruso Administrador ,
desses Iicns Wanoel Machado b'ieire de Sou-
M ora residente cm Portugal para urna
Accio de Reivindicaco dos mesmos bens a
cbo-se ditos bens litigiosos alcm de vinCU-
.'vine ao respeitavcl Publico, pira que niti-
guem se possa chamar
io as anee;1 \;
t -*" As |!: 11. ie tirara vinho e vinagra
em pipas no armaem de Vntouij lunes Ja-
come Pires do caes da Ufandega', comp
do a Machado & Sanios n >-. ro >zes re Feve-
reiro Marco Abril e Maio d > c irrente an-
uo, sirvafl-se viremdecidir umaduvida, em
ipie se icha sobre a qudid ide p ,r se ler la i
cado ti io por vinho PRH ; o (ue laniu m
tes (| u io das, a tira de nao seren preju-l
cadosem pa ... n vinho por vinagre ecim
do pies uteaniiuucio nao se nodercbamir .i
ignoran ia,
K seo Antonio I !or leiro he o
gun li i ido ahaxo assig ido"; por isso
qualq i usaeo com n >r oulro
qual| ; i a que a dito soocaixeiro se o-
brg i [or 11 aununcio entendido ,
la nui isigii obrga a pigircomo
incipal pagador e divida sua!
J > EluSao Ramos.
qniser enca.Tegir-se por coa
t encher um viveiru arruinad, dirija-
i Cruz i), 4 segundo andar.
. unpra-ae lima carteirs de duas fa-
ces, com bous reparltmcatis nova ou em
bom ; na ra do Crespo l). 5 priaieiro
andar*
x:J~ .luga-se um primero ou segundo
andar par qualquer pceo (pie seu dono
lados O annuncianle lendo bem fundadas quizer ; sendo as ras seguiiles Oueim i-
Biispeitas, de que o Sr, liento Jos Alves, do. Rozar io estreita, ou larga, Cruzo, Co-
como bastante Procurador do mencionado Va- |cg0 0u Cada : a fallar ni ra do CJuei-
noel Machado Freir de Souza, pretende vn- mado loia D. II, com Jos Antonio dos San-
der esses bens pessoas do Cear j embar- tos Coelho ou annuncie /sua morada,
gou a respectiva Escriptura de venia em mao g- BxHe em poder de Henrique .Marques
dos Tahelles desta Cidade ; e protesta ha- Lins proprietario do engenho MaUpiruma ,
ver todos os prejuizos do seu Consiituinle pe- jregueza da Escada um moleque crelo,
los bens do compradoi de taes bens, deven- qL. nfi0 quer dizer o nome da seu senhor ,
dedor do Procurador pela scienca que ein 0 |Ug4r onde mora : quem for seu dono
j tem de seremos ditos bens vinculados e le- pode procurl-o no dito engenho pois o
lijosos e de qualquer Tabellio que a Es- mesmo nao se responsabilisa pela sua fuga,
criplura passar por erro deolheio. | zsr O ababo assiguidJ alem dos bi-
^j- Oabaixo assiguado faz seiente ao res- Hieles da segundi parle da segunda Lotera
petfctvei PtbHeO| queem virtude da socieda- do Theatro que tem aunanciado por esta fo-
de que tem lei to como seu genio Candido Ibaein i(i, ai, e ab do correle ter devidi-
Thomaz Pereira Duira em seus cslabeleei- do em Caolellas pirlecipa que tem subdiv-
inentos das fabricas de fuudi.o caldeireiro e dido mais em dilas Caittcllis os seguintes Ns ,
funileiro, fica d'hoje em diante regulando 8iQ H.1 \, Bji 4a, 8J8 85$, 858,
as liansaces do mesmo estabeleciment, a 8(ri 8G|, 872, nG, 1107,1114, 1119,
firma de Mesquita & Outra. Ilta6, u7 m/j5, 1*461 '17, n5o,
Aiitcnio iioieib) Pinto de Mesquita, cujas Ciulellas ganliao .1 decima pirtc ros
5^T Para ecaieciinento do amiuncio do pie.nas, que por sorte sabrem uestes nume-
Sr. Ignacio Bento de Loiolta no Diario de se- eos cilj originaos bilhetes se acbaS em po-
gunda eir he prei iso saber-se que o abaixo der do assignatario das ditas Caulellas
assignadocomprando a loja daquelle Sr. nfio Num-s Correa,
se compromelleo amis do que desobrigal-o V^" No Diario de a5 do corrente f. 2. li-
da qu^ntia de cinco coritos esciscenlos mil res, nhasj no annuacio de bilhetes da Lotera
preodaloja, (cando entro sim em sua mao doThealro desmanchados em Caulellas n,
a quanlia de tres nonios dtizentos e quarentn 8ai, lea-seovio
mil seleceniose setenta,em urca letra da quan-i c?" O accionista das Caulellas de todas as
lia de com mil reis resto de maior quanlia de Loteras aviza aos apaisanados desle jogo ,
Heuvique Jos Brainer Rangel, urna execn-' que se acba a venda as ditas Caulellas de 4o,
cao contra Joao Tbomaz Pereira di quanlia (le dcimo, e de vigsimo 5 110 atierro da Bo^
de qoinhenlos e cincoenta mil reis, e o resto
em lazeudas antigs e estas sem rebate para
inteira seguranca da compra da loja.
Miguel da Fonceca Soares Silva.
s=j* Dona Francisca Caetaa dos Santos,
moradora no llio Fo'i mojo aviza uo respei-
Vista loja do Sr. Rapozo na ra da Cadca
loja de miudezas e as Cinco Puntas O. g.
Honim a5 do corrente pelas dez horas
da manha roubara caza o aba'vSJ assigua-
do levundo-se-lhetrezenloseo\tenta etan-
tos mil res ero sedulss ,^ vinte e sette pata-
lavel Publico que uinguem receba por meio c6es um auelo de ouro li/.o e oulro dito
de tr.insacco nem por outra qualquer ne- com cioeo brilbantes pequeoos, e o lugar de
gociaco ditas letras; urna de lis. 4oooU e
outra de lis. 2 40!,^00 i passadas ou ac-
ceitas em nome de seo marido Manoel Joa-
quim da Costa boje falecido e pagaveis ao
Padre Francisco Antonio da Silva e Foueeia ,
ex Abbade de Turen no Bispadode Piubel do
Reino de Portugal donde eaiigrou e se 1-
cha residindo na sobredia \ illa do Rio For-
nioso j por que esse Padre 1 tendo feilo po-
um (pie se havia perdido, um iiotao do Aber-
tura de camisa com a letra 1 ou T e um par
de bolOes de punho. Ksie roubo deseoulia-
se ler sido feilo por um moleque que foi en-
contrado na escuda por pesso de lora que
suba: roga-se a quem delle souber, queira
dar noticia d obaixo assiguado na sua loja na
Praesdali endenciaN, 7,quegratihcai-
, e promelte lodo o sagrado a
cha n esta Provincia depois da sua emigra- quero lh di briroladro*
cao, c, sendo bera con becido pelo nome de Jos Tu vares da Gama.
Abbade Miii.tu te\e a habilidade de sein- t> Ve |esccava denaco, bo-
Abbi
Iroduzir com eslieita amisade com o dito ro -
rido da Auuuiicianli sendo ^cu direcloi e
confessor no temiio de sua prulongada tul
nila engoma lava de var-'
1 todo o servicj
rradorseditaVo
midade, eem resultado.: 1 cota as re-1 Q 'de: ni mado Colleg o
lcridus letras, depon da morle do mesmo na | ladodu l';.. >P:fr j u0 *tiu^ Ulr


\
DIARIO DE
PERNAMBCO
.
MMWiii im i..... i
T.T* i'Ouem pie. sur de um etor a T'c sahissem da Blfandega muitas fazendas ptima para todo o servico a vista do com- bozeguins de lustro com o peito do p de brim
geniio, un sitio dirija-se a Pora de 'i'"' para tal fim se despacharlo,
de los dr' Call.
ifc^> Sendo exista nesla provincia TI
Variocll.i de Jess,,, e seusn'hoa Jos Lo-
C o ni p r a s
rauhas a mais de ?o auno, queiro inun-
al suas moradas,
%-J' D. .-^iiiii Joaquina do Nasrmento .
tima do fallecido Jo do Monte Lima se-
gundn vez faz r crio aoSr. Manoel Teixeira
bu-celar que se ada continuando com o
inventario dos bensdoseu casal e o mesmo
>r. tcm-sc negado apresen) ir sai conta cor-
rente, para ser a (tensa aomcuno inventario
por man ve/es qne a annnncianle leu na seli-
ladaao dito Sr. pela dita corita por isso a
iiiiiunciante faz ceUo ao dito Sr. que (fcste ao nui do frrenlo nao se a presentando
cora sua conta correle na casa da a annunci-
iiule ella continua com sen invenlurio e
quando o dito Sr. qniser expira sua. ella
ifao respondee nem paga asdespezas que 6-
IT.
taf" A pessoa que por engao rcebende
um preto urna saca rom sevada queira fazer
n favor de mandar entre jar ni ra d i < iolle-
'O L) 8.
tSF" Aluga-se um moleque para toiloo
servico eiitende de eozinha e lie n-ideiro;
qitem preewar dirija-se a ra Augusta, pe-
prador se dir o motivo ; na ra do Queima- ,e de duraque preto sapatos de couro de lusl
do segunda loja de lazendas passandu o beco tro para bomein c senbora ditos de duraque]
da coogregaco. selim e marroquim de todas as cores, chiJ
ST5" Taboado de pinbo de superior quali- nellas para hnmem botins para meninos,
Otry A obra de sermoes pelo Padre Jos* A-
riio Pessoa, Domingos do Espirito Sanl les- gostinho de Uacedo ainda mesmo uzada ^ade ede diferentes bitolas lauto .11 Sue- sapatos para ditos, luvas de pelica para bomem
Foa e Joo Torcato Pesso, viudos t da- \ annuncie. cia como Americano edito de forro ,arcos e senbora chapeos de sol de seda, bicos de
linho lencos de seda fitas de garca man-
tas e lencos de blom p*ara senbora esparlilbos
a itoo. peilos ou aberturas de camisa a iooo
pastas dejujuba a 64o a caixnha e chapeo,
do chile de copa alta e aba larga ; na praca
da Independencia loja de Jos Antonio da Si-
slJ" Um cavallo queseja bom e novo c
lenha bous andares, inda mesmo estando ma-
;ro nao se olba preco agradando ; quem li-
vor annuncie.
*- DT* A historia E-clesiastica por Berl i ;
quem ti ver annuncie.
x.i*" Urna Algebra por Lacroix ; na ra
dircila no primeire andar do sobrado que faz
quina no beco da Pena.
5-2" Cabras paridas que lenbo bom lei-
le e sejo boas ; na ra de a'goas verdes casa
Ierren D.oi lo junio ao sobrado do escrivo
Posthumo
V e ii d a s
63- Meios Bilhetes da
Lotera do Theatro: es-

1. v poaniiia
pedo sobrado novo unto do
r ultima casa ao
v iveii'Q,
\^r Pela segunda vtn se roga-ao Sur. Luiz
Cardcnl natural de Roma que lenbu a hon-
ilade de annunciar a .na inorada para
no, quelite n o he eslranho.
llfgO-
JL e j a o
ist Que fh7em Fox & Stodart, per mter-
encio do Cnrretor Oliveira quarta fcira a?
rio corrente ;s mi horas da manh no scu ar-
mazn da ra daSenzalla nova, dos seguin-
icfiarligos : pis de Ierro navalhas para ma- (dar do sobrado de 4 ditos.
3"* Canoas de amarello bem fornidas, en-
'. Cuutellasda Sociedade Fortuna Ty-
(OgraQca divididas de bi I leles da presente
lotera lo Theatro a proco de 450 00113 urna;
nesta Typografia na prava da Independencia
ii na ra do CoMego loja de relojoeiro,
e na ma larga do Rozarlo loja de miude/as
0 >
G^s Meios hillicles da lotera do iheairo ;
na praca da Independencia loja de Jos Anto-
nio da Silva e na ra nova loja francesa, l).
9 defrnnte da Matriz.
t3" Um moleque de idadede 12 annos ; na
prarinba doLivramento I). a<>
12?" Um Tilo Livio um Cornelio ura
Julio Cezar ludo em ialim e cm bom uzo ;
na ra de Agoas verdes I), Mi.
XSJT Sapatos de duraque preto e de cores
para meninas ; na ra do Collegio no 1. an-
liara barricas: ludj por preco com-mouo.
110 forte do Mallos no arma/.em de Jos Anto-
nio da Si'va Vianna.
CF" Urna escrav'a rapariga cose bem ,
faz lavarinlo refina issucar e lie boa co-
zinheira ; na ra de (lorias sobrado junto a
Igreja dos Martirios no primeir.) andar.
SI^" Urna barretina e um corrame de
lustro para G.'N, par preco commodo ; na
ra da Gloria I) ll-
R.cf Meios blhetes da lotera do Theatro 5
na ra larg-i do llozaiio loja de miude/.a De-
ca 7. .
ij- Limigem milito nova e limpa por
preco commodo ; na ra do Rozarlo da Boa
vista no sobrado que est por acabar.
S3- Urna rela de naco ,moca e bem
parecida, co/.inba e engomma. sofrvcl ; na
ra do Crespo l). 11.
UBT Um preto de -4 annos de idade com
prncpicios de cozinheiro e canoeiro ; na
trempe lerceira casa a direita.
CT" Um negro do gento de angola moco,
bom padeiro e'forneiro ; na ra da seazala
vellia padaria n \\.
iujr- Urna escrav. de dad de 90 annos ,
va n. 7,
8.
&_5~ Unas casas terreas muilo boas. na ra
de Aguas verdes, e outra na ra do Cildeivi-
ro e urna meia agua a tractar na ra de
Aguas verdes casa terrea D. 3j
follsc ravos F u d os
1 inlieiro, serrotes de varios tamaitos estri-
'os de ferro xaleiras racarolas lancetas
CT" Desaparcccj uin moleque creoulo de
nomo .Manuel de idade de ib" annos, esta-
tura regular, cor bem preta olhos grandes ,
denles ompleto ,* pelle lisa, calvo, bem
parecido, sem barba permsum poueo ar-
quiadas-, be serrador e carreiro; quem o pe
gar leve na ra da cadeia velba Iota n. -o ,
<|iie ser recompensado.
tSST Fugio na noite do da 6 do'corrate
ora escravo inda novo de nome Jos por
alcuubo camongo nome pelo qual acoda ;
de naca'o Quicain catalura regular cor
com urna cria de 9 mezes, ainda com bastan- j fulla rosto um tanto comprijo tom suis-
te ieile para criar engomma e cozinha j sas por baixo do queixo, ps bem feilos; quem
na ra nova 1). j.. Pear 'eve a rua larga do Itozario no 1. an-
ty Duas lindas mulecas de nacao de ida-
de de 13 annos sem vicios, 3 escravas de
nacao de boililas figuras de idade de ili a ?o
anuos com boas habelidades que se far ver
dar das casas L). 8 a fallar com Antonio Jos
Vicente Molla quedar de gratificaco cem
mil ris.
l^- Hoga sea lodas aulbondades polci-
a os compradores e um escravo de idade de WS e pessoas particulares a aprebenco de um
ptimo para lodo o servico 5 na j moleque creoulo de nome benedicto ,, de ida-
to annos
ra de agoas verdes A8. [ de de 1 annos com urna perna meia torta ,
t2T Meios blhetes da lotera do Theatro ; um sijjnal de queimadura perto do 0II10 ci-
a praca da Independencia loja 11 ao. querdo.tem a lingoa meia perra, levou
cr Urna escrava creoula cozinha o da- vestido camisa de algodao desapareceo ein
ro de urna casa engomma. e faz todo o mais ; l9 de Fevereiro do correnle anuo ; quem o
ralbadas no porto do trem ; na loja da qui- servico de urna casa, ou troca-se por outra pegar leve a seu Sr. Joo Peretra da Silva
na defronte do arco de S. Antonio, que lenha as mesmas habelidades } na ra Cuimaraes morador em linda no varadouro
SJT Um cavallo alazo cachito, em boas da cadeia velba n .>. sobrado n 1 j que sera recompenslo,
carnes, carregador debaixo a meia, novo,1 tS" Uuas creoulas mocas e recolhidas, urna ^-^" No da ii do correule desapareceo um-
por preco commodo j na ruada seazala ve- de idade de 15 annos ea oulra de .6, co- moleque de nome Gervasio creoulo, cai.e-
Iha p, 6rj. sem bem ; no atierro dos aflojjados sitio do Ci glande, no lugar da moleira leve urna bo-
tar Urna venda rom poucos fundos no vivero bu > lue d,-'lxou lalt0 de cabellos olhos gran-
largo do Teo D. a ; a tratar na mesma. | CT ^eos bilhetes da Lotera do Theatro-, des ar,/- hem leito pelo corpo tem siguaes
OT Urna escrava propra para todo o ser- na praca da Independencia loja de encader- vico na ra larga do Rozaro D. 8 no 1. nador n. 26. das > de idade de 11 anuos j quem o pegar
andar. CT Piannos inglezes ebegados ultimamen- a VKlldl de Domingos Jos Macnado junio
S^- Urna casa na sol idade junto ao sobra- te ; na ra da Cruz n. 60. a arC deS Bom Jesus das Porlas> 4ue Ser;*
(O-rriile as dez horas da iranha das merca- do da viuvado Martina tendo um grande C?" Urna casa terrea na ra dos Quarteis recompensado.
lorias abaixo mencionadas desembarcadas de i quinlal com alguus arvoredos de fructo ca- D. G urna dita na ra do cotovelo n. iiy ,
bordo do Urigue Jos Francisco para oceor- cimba c^rm l-neno a murado na frente, que umadita ao atierro dos allomados feita a mo-
ler a os gastos e costeio do mesmo neste por-i se pode edificar duas grandes casas; a posse derna comofuadode 4 palmas, e mais JvloVllItlltO CIO a OI*tO
NAVIOS ENTRDOS NO DA 34.
PARAHIBA ; 5 dias Rrgue Escuna Nac.
Aracaty de 162 tonel. ( a'p. Joao Antonio
da Silv*a, eqtiip. i5, carga ib) Brigueq' se
perdeo r.aquella Provincia; a Antonio Joa-
qum de Sona Rbeiro, passageiros 1 bra-
sileiro,
finas', tr-zouras caivetes, pistolas, fexadu-
ras, pregos de cOnstruacSo, ditos cabe va de
lalo boles de latao para caixilhos argo-
las pelas, almohicas, ferros pedreses re-
dondos chatos, parafuzos de latao, com-
passos de latao esporas de ferro escobadas ,
poz para denles, pomadas finas, e mudos ou-
ivos objectosi
K r Que fas Nono Mara de Scuas por
inlervenco do Corictor Oliveira na sua
'asada ra do Vinario sexta leira 29 do
muios chales re loquim bordados, es Ud.deS.GonsaloD.il. que corre imprelerivclinente no dia primeiro
padoS] mantas da china mu liada: 1 m preto proprio para o servico de de Junho por preco raSoavel na ra do
de seda de muitas cores, di\; -1 ades istanle robusto, e ladino : na ra di- Crespo indo para o arco de S. Antonio loja
sodas para vestidos, mosqueteiros para ai- no segundo andar da casa confronte a D. 5 do lado direito na ra do Queimado
macoens de camas, caiainhas de cos 111 |; de Ignacio Neri. loja de fazendas confronte do beco do peixe
ira scnboias, caixas paracl, e fiara U
ruletartaruga, o de marfim porta-garra-J
rafas, pratos bandejas, copos, e bacas de
avar rosto de xarfio ixos de madreperol.a ,
(os de damas lequesde todas as qualda-
cs lautos finos como mais inferiles euclusi-
. alguns de prata pontos de tartaruga e de
marfim 1 livros com lindas pinturas linas,
pannos de canto muto superiores pura ca-
misas e lencos, figuras de barro dos rhel
rhnezes vestidos de sedaras mesas de sarao,
nina rica e linda casa de campo de cristal,
niteiriis 1 canastras para roupa suja e
luiros niiiiios obieclos magnficos do mais
ipuradog^StO ludo da China e rio Jan:'.o
|ii.ximame"le ebegado ; e assim mais chapeo-,
de Braga, para saldar reas, algn* obje-
itus de bojonterias francesas quenqui I heras
lerragens. acartis parajogor i'ortuguezas.
^8^ Que fazem Lulikcns & Compaahia ,
por.intervencodo Corseoi oliveira e por
liqiidavo enconsequencia da prxima retira-
rada do Sr. Luliltens paraa turopa Terca
!-. ira a de Junhoas 10 horas da nianh no
h-u armazem da ruada Cruz, das seguales
atiendas ; lencos de seda fazendas de seda
calgodo para euktes, lencos brancos e de
ci es para algibeira tlitoa lt rassa buidados,
csiidcsde cassas cassas e quadros ditas
caiabraias sarjas filas de dme-
1 bita- ole. tic.
piuladas ,
unios goalOS ,
#.j- Au.-t-alimuit w Lompanhia ti
fr-Kn o MU leiiao Biinuaciudu para -.-o de
Maiu para o dia Quaita fera ''o Junho ,
cru coosequencia da tlwvo nao ler dado
jBTi
gas con I or me o gos-
lodecadaum, e toda a mais coslura queso S-^* Meios Bilhetes da lotera do theatro,
olii-reca be ongommadeia de prolico com a 4^o ; na ra da Madre de Dos na venda
muilo asseoe limpeza 1 na ra de agoas ver- da quina defronte da igreja.
des |J y. V Psa loja l). O que loi do fallecido A-
tST Um sitio no lugar do manguinho que rouca na ra dos Quarteis, bicos largos, e
fica cnlre o sobrado que fui do Snr. francisco estretos finos de muilo bom goslo lacas de
Rbeiro de Brito, sitio do fallecido Jos l'ran- cabo de marfim grandes e pequeas, e Irisa
cisco do liego com boa casa e grande ler- xadores do mesmo, marroquim de lodas as
reno com mohos arvoredos j a ttalar na ra cores sapa los francezesde ama e duas solas,
da Cruz n. 64 ou 4
fSt Lm raxilbo com lodosos seus vidros
botins, dilosde Lisboa algodozinios finos
aboluaduras ama relias pira casaca ,
e largos
e ja piulado, para aicova : na r .un boa do Lurqao IJ b.
13ST A venda 0.4' ao atierro da Boa vis-
la com commodos para familia, e fundos a
a Miniado do comprador, e lamber se la/.
negocio com a casa vasia para ontro esl lUelecinieuto a tratar |ia mesma.
^S3f* Chapeos da sold seda de superior
quulidade a 58oo fazeada de seda e algodao
de bom loa, e de lindas cores, propria para
icslidode senbora a iio cliilas de assento
(obeiios e de Ilutas fixas de >80 a aoo rs. o
trovado irlanda de linho Gaissimos brns
pardos e brancos trancados todo de linho, e
uulraa mullas fazendas de gusto moderno e
preces commodos j na ruado Ouenaado loja
. 8.
j- Urna nrgra de bonita figura moca ,
radas para sen hora cha isson muilo bom,
dito perola bules de metal ,'pistolas de al-
cance casticaes de casquittha lisos e borda-
rlos c oulras mullas quinquelherias por
preco commodo.
IV Charutos da Baha muto bous; na ra
nova D. ai.
IS^* Cm prelo bom canoeiro na ra da
atfaadega velba n. 7.
&_/ Uai molatiiiiiode idade de i5 anuos ,
ptimo para o servico de una casa ou para
pagem e um negro de idade de anuos .
de bonita figura j aa ra por detrs dos Mar-
lirios i), a.
&_J~ Broseguins de duraque para senbora ,
Botina de Lisboa, ditos franceses, sala-
los de urna e duas solas meios botins e dito
NOVA HOLANDA 5 76 das, Calera A-
mericana Julio Cezar re 3ia tonel., Cap.
Alan, equip. --y, carga azeile : ao dilo
Capillo fundiou no lamero ; veio re-
frescar, e segu paia Londres.
NAVIOS SA 111 DOS NO DIA 26'
ASSU'; Pataeiio Mac. Laurentina Brasileira,
Capitao Antonio Germano das JNevcs, car-
ga varios gneros, passageirns 5 brasileiros
e um com familia,
C0YVE5 ; Gutiota Holandeza Koophandelo,
Capitao C. C Uorkoma carga ussucar.
ENTRADA JNO DA .i.
RIO DE JANEIRO j 7 dias, Brigue lae.
Amparo de \jg tonel. Capitn Joo Gun-
salves Rocha equip- n carga vanos
/eros; a Antonio Francisco dos $UtW
Braga.
SAHIDOS ISO SMO DIA.
BARCELONA por i orto Rico; Brigue
Jiispaahol iiiunlo Capilar) Pobl, caiga
algodao passageiro 1 franco/..
OUSLKNACOLNS
^o dia 2 J nao entrarlo aera sahiro crob-"''*
cacoens.
Fes sede vella du lamero a Polaca Ausl""
ac Mergne Cap<> Francisco VVar^bi"*^
Ul;'E"Im A TY P. DlTmT b. DC F. r 8W


Full Text
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