Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04097


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Full Text
Anno de 1840. Ter^a Fura
Tudo n^ora depende de nos mesmos; da nonsa prudencia, modera.
Co, 8 energa : continuemos como principiamos e seremos apontados
com adiniiacdo entre as iXaces mas cultas.
Proclamacao da /Issemblea Geral do Brasil,
Subscreve.sc para esta fo||,a a 3(ooo por qnartel m* adianUdoj
nesta lypogr.fia, ra dnCftici D. 3, enaPraca ,1. Independencia
ns.57 38, onde se r.cel.cm correspondeneiaslegalisada, eannuucias
'nade CSteS ^ 'dodoaproprkwaMigiwnus, ev.ndosassigi

Partidas dosCoireios Terrestres.
Cidadeda Parahiba e Tillas de soa pretendi.....
Dila do lo Grande do Norte, c Villas dem......
Dita da Fortaleza e Villas dem........
-t i .......................
\ illa de oianm...............
Cidade 'i. t Mu I............
Villa de b.Antao...............................
Pilo de(arnhuns ePovoario do lpjii i............
IJias do Cabo, Serinliaem. lio Formoxo, e Porto Caiv. ..**.* .'..'.'
Cidade das Alagoas, e Villa de Maceio.................* *
Vilid'de Paja le Flores.......... ...........".".".' ,'
Todos os Corrcioi parte.m ao meto dia.

2G nfc IIaio, N(JMERrt 117.
CA MRIOS. Ma:o a5.
sAndre/*.T. 3n d. por Jfooo eed.
Lisboa.......70 h 7> per 0/0 premio, por metal oerecidoj
I' '>'..r.n.......-i,)j ,c porranco.
hio de Janeiro ;>>. t>ar.
U' O Moedas de f>,?4oo if Velhai
Ditas ,, ,, N vas
Ditas le i/ooo ra,,
eres---------------
Pe209 Columna rios --------------
Ditnr Mexicanos-------------------
Millda -..--- ...-_ -
Derronto de Uilhetcs d'Afandega 5 1/8 pe met.
dem de Letras i ij'j por boas Urinas outreido.
Moeda de cobra 3a 4 por 100. de diso,,
Das da Semana,
Pl'TA
?
n
\>7'rt a
' -1
I
-'ti
. 14o ,
:" 11
Segundas c Seslas Fciras.
. rodos 01 dias.
Quintas fciras.
D is lo, e 24 deca.la mcz.?
Idera 1 11. e ai dito dito.'
1 dem dem
dem 13, dito dito.
25 Segunda S. Gregorio 7. Papa. -- -
6 terca---------S. Bieuterio M. --------
i- Ouart.-------Jejum S, ion P. _____
28 Quinta------->X< A acenso do Sr.___-- -
9 Sexta.....S. Maximino l........
3fl Sabbado------S. Feruaudo Ite. .
5i Doih. S. Petronilla. .-----
Mare cheia para o dia a6 de Maioi
rties. eaud.'do J. de U. d.u. v.
f!c-i., e ;ni 1. lo .1. <(;i 1. v. doC.deib.
Sessioda rbez. oaud la .:. .;,. u ,i., j. v.
Ses.da The/, eaud. do r. de '). Kel. e and. '- J. .!. '.i ,; >. ,.
La nova as 4 -:- e .". 1 m. da ni.
As 12 horas e 3o minutos da Urde -As i] horas e 5( minutos da manhS."
RIO DE JANEIRO.
ASSMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
RENIAO' DE AMBAS AS CMARAS.
Sessao em 2 7 de Abril tic 1840.
Presidencia to Snr Francisco de Souza Pa-
ra so.
As i o boras p meia da manhl, faz-ge a
chamada, eacliando-se prsenles Snr. sr-
nadoics cdcptiladoscm numero lejal a-
bre-se a sessao, Ic-se e approva-se a acta
da antecedente.
Continua a discusso nddiada da emenda
do senado, que augmenta a cottsignacio pa-
ra o ministerio dos negocios estrangeros.
O Snr. Lopes Gama (ministro dos nego-
cios Mtrangeiros) responde ;s observatVs
feilas na sessao anterior peloillttslrc deputa-
do o Sr. Mara do Amaral, e combate os cl-
culos por elle a presentados nessa sessao rela-
tivos diflereuca de cambio npresentando
o nobreorador os clculos que fi/.era pelos
quacs mostra que no orcamentoactual aca-
mara dos Snrs deputados deu menos seis
contos de reis para essa dillerenca de cambios,
do que leu em 18',5. Responde igualmen-
te a algumaa das increpaces que Ihe fizera o
ll -re daputado que Talara em ultimo luga/
na otsso antecedente (o Snr. Montesumaj ob-
servando-lbe, que o ministerio actual anda
eslava no seu posto c r,ue por uro ou oulro
ministro se retirar de urna administracao
nSoquer dr/er que nella baja Talla de sol-
dartedade ; (wis que a retirada de um minis-
tro pe ser dependente le circunstancias mu
diversas Continua lascado outras observa-
cees a algn!dos lopicos do discurso do Sur.
Monh'suma que disio respeflo a elle mi-
nistro econclue remetiendo ao nobre de-
pufadooSnr. Mara do Amaral, o calculo
que Tez, a Km d'elle a examinar, porque de-
: ja depois mandal-o imprimir.
O Snr. S >uza Era neo sustenta a emenda por
estar persuadido da exactido do calculo a-
presentado pelo Sur. ministro dos negocios
ingeiros 5 e vola por ella por que elle de-
putado quer que o poverno{tenha ss meios ne-
irios pai a satisaser ; todas as exigencias do
estado.
O Snr. And rada Machado continua a in-
sistir na sua opinio deque he insustentavel
a douiiiiia queda poder ao-Snrs senado-
res de emendar para mais o udugel e n'um
longo e eneruivo discurso responde aos argu-
mentos produsidos em outra sessao pelo Snr.
deputado Souza Franco, t defende aspro-
posicoes emittidas n'essa mesma sessao pe-
lo Sur. senador Ilollanda Cavaicante que
tanta sensaco cauzaro u um senhor de-
puta do por Minas. '
O Snr. Nontesuma responde ao que disse
o Snr. ministro dos negocios esrngeiros na
sessao de boje e continua a volar contra a
emenda. O Ilustre orador Taz urna resenta
dos pontos capitaes do discurso do nobre mi-
nistro da curoa observando-Ihe que o que
elle deputado exiyc una demonSlraco do
nobre ministra de quul o ser vico publico pa-
ra que periende ease augmento to despesa,
o que no entender ddlle deputado. anda o
nao tez sendo nesta occasiao nectssaiio ao
nobre ministro rezer urna exposico Irania de
sua poltica da poltica do ministeio ; e re-
commenda que se iaty todas as economas
possiveis, e se restrinjao as despesas do es-
lado,
Tem dado a hora e minios membros da
assemIdea geral pedem votos
O Snr. Lopes Gama (ministro dos negoci-
osrsiian;eiros) nsla para que se Ihe conce-
da a palavra para mostrar que o clenlo que
elle apresentou o verdadeiro, e que nao sen-
do alii agora contestad est no caso de ser
approvido Como se pretende votar julga
dever Taser esla demonslracao. O nobre o-
rndor Tas algumas observaees ao que disse o
illnstre deputado o Sr. Monlesuma. e torna
a declarar, como Tezem outra sessao que as
dividas da repartido a sen cargo importo
em vinte e nove contos de reis, que necessa-
rio salisTaser.
Os Snrs Mara do Amaral e Monlesuma
cedem da palavra para se votar.
Julga-se discutida a emenda e posta a
votos, approvada..
Adiscussao das outras emendas ficsio nd-
diadas pe|a |)nra, e levanla-se a sessao
depoisdas duas horas da tarde.
recebifio mellior tractamento noi Ifospitaes
ger.ies, qcccomi^ual dispendh daFai
linbSo em si (odas os recursos, -rudo sos Cor
pos apennas permetti'b rriarem Enfermaras
para con va leseen ra dos quedivo alta dos
liospitaes, espara fractamento nao prolongadas que ficavSo a cargo dos res*
peclivos Facultativos.
A continuar o Hospital no lugar onde su
acha segue-ee que nunca teremos Hospi-
tal e nem Qnartel e dado o caso que trans-
ferido seja para o lugar cima indicado a-
nda assim o Esqudrfio de Civallaria. deve
ser removido pela Talla de commodidades ,
que sao precisas aos Corpos de Cavallara,
como Coxia agoa para lavagem dos Cavallos,
porto de desembarque etc. que nos Corpos
de Infantera saodispensaveis.
O lugar denominado Coe.lho qtie pela sua
PERNAM13UC0.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 2a do corrente
OlTicio Ao Commandante das Armas,
Significando-lhe (pie achando-sc (lenle o
clarim do Esquadia 1 de Cavallaria da Guar-
da Nacional de Nazaretb Joaquim Jos da
Silva, que eslava sendo instruido na Compa-
nhia Montada do Corpo de Polica oacon-
vindo que elle seja rcrnlhidu a tratado no
Hoapitao Regimenlal segundo reqnesita o
Commandante (eral do referido Corpo ;
ctimpre que ueste sentido expeca as conve-
nientes ordens ficando na inteligencia, que
as despesas que se fizere.n com o curativo do
dilo clarim serao a presentadas aosen respec-
tiio Commandante, para as mandar sulis-
faser.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica, communicando-lbe oconlettdono
cilicio supra.
lito AoPrefeto da Comarca, respon-
dendo-ihe que si'i devem ser remedidos
para a liba de Fernando os presos tiesta Pro-
vincia, (ue liverem sido seutencados ; de*
gredo, ou priso na dita llha e os que live-
rem viudo de cutas Provincias com o mesmo
destino.
UiloAo Inspector do Arsenal de Ma-
cha, icsj'Oiideiiilo-llic que o navio mandado
fietar para ir a llha de Fernando, nao se
den.orara ueste Porto mais de quiize das
Dito Ao Tenente Coronel de Enge-
idieiros e Inspector Geral das obras publi-
cas, enviando-lbe a plantado melhorament
do porto desta Cidade tirada pelo Engenbei-
10 Julio llover a lira de que mande exlrairu-
ma copia para ficar no archivo do Gabinete
Topogrfico.
litoAo Commandante da Companhia
de operarios engajados, auclorisando-o para
l/er a compra tas esleirs, cobertores e brm
para travesseiros, necessarios para ai ranjo do
Quarlcl dos Aprendizes Nacionaes da mes-
ma Compauhid ; ficando na inleiiigencia de
|iieao Administrador Fiscal das obras Publi-
cas foi expedida a conveniente ordem pa-
ra satisfacer us desj-esas da re le ida com-
pra.
Dito Ao Administrador F. das obras pu-
blicas para satisfaser as despesas com a com-
pra dos objectos deq' traa- o preceden le offi -
co.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 16 do corrente.
Illm. e Exm. Snr. Em a de Mar90 deste
anuo fiz a V. Ex um crcuslanciado relato-
rio do estado dcploravel das forlificaces da
Provincia 1, pedindo providencias a respeilo ;
boje porem a V. Ex passo a relatar o estado
potico favoravel dos Quartes, onde sao alo-
jados os Corpos da Guarncao que quise
nenhuns commodos offerecem ; aindo desfal-
cados como se acho os Corpos pelo crescido
numero de pracas destacadas dentro e fora da
Provincia.
... ~ % .ei res sao os Corpos, que pela le eslo pre- extencao, e segregamento do povoado tem
senlemenle destinado aoserv.co da Provin-! todas as proporcoes para nella se edi-
cia, oquarto Esquadrao de ("avallara Li- ficar um Qnartel capaz de alojar urna Bri-
geira, oterce.ro Batalhao de Art.lhera a gada deludas as armas, deve ser preferido
pe, e o sexto hatalbao.de Cacadores. alem, para o aquarteJamente da Tropa, destinan-
do deposito de Recriitas e dous os Quartes, j dc-M a parte do edificio mais contiguo ao Rio,
que na actuahdade temos. O das Cucopon- I para o Esquadrao.
tas, onde se acha alojado o liatalbao de Ar-I A edificacao deste Qnartel, he da mais
tubera, pela suaconfiguracao, apeaardos urgentenecessdade, c V. Ex. que doed-
arranjos c concerlos que se fizero para re-1 (icio lom j; urna planta segundo creio s
ceber oto Companhias, reservas das mesmas servir de dar suas ordens, para que a obra
arrecadacao geral, Secretaria Estado maor, j se realise, solicitando do Gnvcrno Central a -
fabrica, prsues, e rancho muito raa'oga-1 quellas providencias, que pela Presidencia
zalhado olferece aos oblados, e pouco airan- < nao |ioderem:ser convenientemente dadas, com
jo, e commodo aos objectos internos de urna ofim de levar se a efelo a mesma Obra Icin-
corporaco, anda mesmo considerada a sua brando-se V. Ex que se boje eom pouca
maor loica destacada como presentcmen- 'Tropa, nao temos o preciso aqiiartelamento,
te sucede. O do Hospicio com quanto a- embarassados nos devemos adiar para o dan-J
[irsente milbores vanlagens, e commodos le, quandojregressarem as nossis Forcai c x-
para alojar um balalbao de oto Compartid- {)ediccionari..s lis dflerentes l'rorincias do
as no seo estado completo fasendo-se para Imperio
esse 6m os precisos reparos, e algumas mu-1 Dos Guardo a V. Ex. Qnartel do Com-
danras, esl boje quase incapaz de reeeber mando das Armas de Pernambnco 16 de Main
quatrp, em consequencia de ter em seo seio o dei84o-I4im. e Exm. Snr-. francisco do
juaiip, i-in i-oiisequciH-1.1 lospilal Regimenlal, que oceupa tres das Reg Barros, Presidente da Provincia An
Companhias reduzidas a enfermaras; de tonio Pedro do S Barrete
.naneira que alojado como est ueste Quar- DitoAo Commandante (eral do Corpo
tel o Esquadrao de linba que oceupa a parle de Polica, pedindo-Ihe cortos esclareeisnen-
que se preparou para recebeo o Esquadrao de los acercado Estrangeiro que Jora roubado
Artilberia Cavado, que nao ehegou a ser por um soldado, visto que aparte recebida,
organiaado falbo todos es recursos, que nao mencinava seo nome residencia oc-
requer-FO para ter um Corpo bem a quarte- cupacoetc.
i_.i.
lado.
Do que levo dito econclue a incon.prali-
cabelidade da conservaco ueste ultimo
Quariel, do Hospital Regimenlal que pelo
avullado numero de doentes recebidos de to-
llos os Corpus ;i lomado um carcter de Hos-
pital geral. E' impraticavel a eouservacfo
TIIEZOURARIA DA FAZENDA.
Espediente do dia 15 do corrente.
Offico Ao Contador da mesma Tie nj-
Exra Presideu-
do Ili.spial porque elle pelo seu acanha- raria parlecipando-llie tero Exm Presideu-
nhamcnlo e ma posicao nenhuma vanta- (e da Provincia concedido dnmisso do servt-
gem ulitiece aoa eslabellecimentos deseme-'co ao Eugenlieiro Julio Boyer, e ao Ajm
Ihaotc naturesa eainda por que sita proxi- danle do mesmo.
; ; ----------; '---------. 1 "--------------1----------
niiiiade das Companhias, alfecta a saudc dos
soldados atormente qoands nelle sotracta-
Dito Ao Admnstrodor da Mesa do
Consulado putee Ihe lerem sido en'-
dos 1,ferinos de molestias contagiosas, que 'treges na L'hesoura ia os Livros ii^ aeom-
facilmeale se commuuico aos meamos sida-[panharo o seo ofilcio, pan a robri-
d ulos, eannualmente roubao muitas vidas cados,
que scriao poupadas se o Mospital fosse iso-
i..,i__...... ...i:<:.....i ____ ,".... 1......1 ........
DitoAos Administradores ,|, Patrim -
niodos 011 >m q requerimento ti Gon
ladomente edificado em nutro local romo .,
bem seja nos fundos 1I0 leileno perlencente calo Jos di Costa eSj BCoropanhado deco-
aoQuaiiel, lascndo-sc para isso um edificio I pa da ordem do Tribunal do Thesouro pn^
apropriado, como foi indicado por um dos blicu Nacional de %A de Abril prxima fin-
meua antecessores, e isso na hypothese, que | do, exigindo inform rcunstan bdaa-
1YM1I mil* o vvlcitt.l :wutiit.iin 1I11 rlnantlaaa mu, .1.. ..n .. .n .... ._ A
continu o sytema adoptado de liospitaes
Regimeutaes a meo ver improficuo pela fal-
la de meios manter em bom p confor-
me a experiencia lem constantemente mostra-
do j intrclantQ q,ue oa Mili^ves. uutt'ors
cerca o mesmo requerimento a fin de se
dignaren dar a respeilo os esclarecimeiilos
que esliveieui a seu alcance.


9
DIARIO DE
PPNAMRCCO
Diversas Reparti^oens
ALFANDEGA DAS FAZFJVDAS.
EDITA L.
Vicente Tbemaz Pires margo Inspector no da quarta feira 27 do eorrrnte, se hade ar-
rematar em bast publica "a {.orla da
mesma ao meio da quatro pecas le lencos
tic seda no valor de 36o| is duas pecas de
panno Kantou i4?rs- doze ljus d pa-
pel 8os rs. e dous cestos para roula .o?' rs..
impugnado pelo Feitor Conferente Jo/e Ma-
chado Freir Pereira da Silva c bnma cus-
tureira de cbaron no valor de 5o4'rs. ini-
j.j'oauo 1 eio i'eiior cocyuo joaqUini Del
nardo deFiguciredo, no despacho por Factura
de Muo Mara de Scixas sendo o Arrema-
tante sujeilo ao pagamento dos Direilos.
Allande;a ->5 de Maio de 1840.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
margo.
MfZ.\ RP CONSULADO.
A Pauta iie a mesma do N. 11 2.
D'ordem do Illm. Snr. Inspector se faz
publico horas da manba ser vendido em basta
publica e cm as formalidades do estillo o
casco inutilizado da Sumaca S. Joze Viajante,
existente na praia confronte ao Arsenal pelo
lado da mat pequea. Emconsequcncia ,
convida se as pessoas a quem a compra possa
convir i>ra.
Inspecco do Arsenal de Marinha de Per-
uaaabllCO ,j de Maio de 840.
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Secretario.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Sesso do dia 2 i de Maio de 184o.
Jury de Sen lenca.
Denuncia do Doutor Promotor contra Ma-
nccl da l'aixo por ter morto com hum tiro
ao pardo Manoel Joze ; loi condemnado a l4
annosde prisao : proleslou por novo ulga-
ruenlo.
P R E FEITRA.
Parte do dia 24 do corrente.
Illm. e Exm. Sr,Partecipo V. Exc.,
que hontem nao occorreo novidade.
Dia n5.
Illm. e Exm. Snr. Foro hontem presos
Selo Sub-Prefeito d esta Freguezia os pelos
oze Tavares da Conceico por ser con ven-
te no furto de um escravo de Pernardino de
Sena ; foi recolhido Cadeia cara passar .'i
sposicaoda Justina, e Appolinario es-
cravo de Sebastio dos Oculos Arco Verde
Pcrriambuco por ter furtado um caixote ,
coulendo (elhas de Candres pertencenle Ar-
renio Fortunado da Silva ; loi solt e en-
tregue seo Snr,, por nao ter sido pi eso < m
flagrante ; e o pardo Ignacio Francisco da
Costa para aven,';uacaoo furto do mencio-
nado escravo ^ loi tambem sollo por seconde-
rer nao ter sido u'ellecoiiivente : pelo Com-
missario de Polica do districto da Ribeirao
nortuguez iVianoel de Souza Tavares por ter
lirado com una colher de pao sobre o rosto
de um Soldado de Polica que acompanha-
va o mesmo Loinmssario no servn o da ronda,
flaiidc-lhe tambem urna bofetada ; foi reco-
lliido Cadeia : e pelo Sub-Prefeito dos .Al-
logados opaido Vicente Jote" Fcneira por
ser radio loi solt.
E' o que consta das Partes boje ecelidas.
KUlTAL. '
Fiancisco Antonio de S brrelo, Prelcilo
d'esia (.oniaica por S. M. o imperador ,
a quem Dos Guarde se.
Paz publico que Cadeia d'tsta Cidade foi
boje lecolhido o prtlo de nome Cosme que
diz ser escravo do pio|;rietario do Engenlio
Bamburral o qual, tendo sido faltado, e
vendido, foi dtpois pelo comprador appre
sentado n'esla Secretaria per desconfiar do
vendedor ; fijn de que o Snr. do dito escra-
vo em uinla das contados du data d"este o
venda reclan ar iukiiuiadu Comarca do Recile 26 de
Majo de .O40.
S Brrelo.
ou a incredulidade ?
Bem Ir.nge estou de approvar a supersle
cao, que no he outra cousa mais do que
huma falsa ideia da eficacia d certas pratica-
religiosas abracadas por temor, ou esperan-
[lachando-as de superstcao indigna das luzes
do seculo ; quero finalmente atreva-se ao
mesmo Dos negando-lbe a existencia, pro-
fligando a crenca universal d'huma vida futu-
ra de penas, e recompensas Ale. &c.
Curapuceiro.

C^I he pici ii'l'um j.ovo ; 'a supmltcio
c.a. Mas be de advertir que huma grande] All
i parte dos nossos pbilosonhanlezinhosd'orelha,
I desconbecendo a verdadeira significacao dos
termos confundem tudo ebautizaoem su-
perstco o < alto das imagens as reliquias ,
as pnces da Igreja e qual quer aclo de
devocq, e -piedade. Esses seuhores tema
bocea sempre cheia de moral : nao falli se
1 nao na boa moral ; mas pssa sua moral Iao
galiada be a do bario, d'Holbac de Diderol,
e niais sucia anle-Cliri:ta moral fundada no
egosmo mora! de calculo corno b entende
Jeremas Bentharo moral finalmente d'cs-
perlolboes e velhaeos e que nunca poder
ser a moral de hum povo.
Km verdade se a regra das acedes humanas
consistir nicamente em os clculos de ulilida-
de propra dende provir a 1101 ao de dever ?
O calculo pe tence ao entend ment 5 o dever
porem diz respeilo vontade : ese toda a mo-
ralidade das jicssa:; accoes ciia-se no calcu-
lo ; o maior ladio o mas furioso assassino
&c. nao devem ser lidos por perversos nem
punicao merecem toja vez que os scus I&0J
eitos naseerem d hum erro decalclo; nos
ninguem dir quedeva ser castigado aquel-
lo que nao acertou com a solucod lium j>ro-
Idema d'Arithmetica D'aqui a doutrina cor-
rente desses materialistas eatheos, que nao
existem les naturaes (jueviilude, c vicio
nao existem se nao por convenci dos bp-
mens. Mas a Rasao universal, e a experi-
encia de lodos os seculos sobejamenle lem de-
monstrado que pretender fundar a moral
d hum povo em outra base que nao seja a
Religiao e esta positiva be hum sondo he
hum devsneio, be huma ohimera. Sa ideia
d hum Dos creador Omnipotente, ejusti-
ceiro pode impor obrigaeao ao bomem.
K5o b memoria d'lium s povo sem tal,
ou qual Religiao o. igualmente sem supers-
licao ; porque be proprio da frarjueza huma-
na o exagerar ludo. Hum povo composto de
individuos lodos desabusados e bons pensa-
dores he cousa que nunca se vio nem se
ver ; e consegnintemeule mais ou menos
su|)ersticao sempre se dar no mundo em
quanto neile exislirem bomens e Religiao.
O povo relativamenle a esta pode eomparar-se
A propria Academia Franceza prolessavao
leisho. O famoso Bernardin de Saint-Pi-
erre enearregado d hum relatorio ao Insti-
tuto sobre a soiuc$o d'huma queslo de mo-
ral avenluroi:-se a proferir o nome de Dos
'" Hum grito de furor se levantou de todas
as parte no salo huns o motejavao per-
gunlando-lbe onde vira Dos que figura ti-
rilla ic. ouirossc indignaySo da sua credu-
dade ; os mais pacficos aliravao-lhe chascos
mofadores ou o denominavo bomem frico .
e supersticioso: alguns aroeacarSoTO coma
CvmifcSn n hiifm ^ififH "I** r|n crlic f*!le S* f
ia indigno e al douve quem o desafiasse a
ducllo a Mol de Ibe provar com a espada na
mao que nao exista Dos '' Assim o
publicnu o mesmo San-Fierre em suas obras
completas T. i. pag ->\'<.
De balde o famoso Orador da Revoluco ,
O volenlc V rabean, vendo, que a mpieda-
de ea anarchia se qnerlo prevalecer de sen
nome, exclamara Confessemos Snrs.,
face de lodos os povos e de todas as nacOes .
que Dos be Iao necessario como a libtrda-
de ao povo Franco/ ; c plantemos o signal
augusto do Cbristianismo sobre o cume de
lodos os departamentos Nao se nos impule o
crime de bavermos querido estancar o ultimo
recurso da ordem publica e apagar a derra-
deira esperanca da vrtde desgranada. A
incredulidade foi por tiiante e pela primei-
ra vez vio o mundo liorrorisado o sanguino-
lento, e monstruoso imperiodo Atbeismo. E
oquesuccedeo? Abrao-se as paginas da His-
toria e os factos fallars por mm.
O cullo Catbolico perseguido por uivos
obceno* as ras as estradas nos passeios ;
lorna-se objetto das farsas mais burlescas e
ridiculas, c cn quanto a apostasa levanta a
sua borrivel cal eca bomens disfarcados em
bufos parodio nos pateos das Igreias as'sanc-
tas ceremonias da Missa. Os ivr'os snelos ,
OS ornamentos sagrados, tudo foi despedacado,
queimado, ou ao;;ado no Sena. A di foi lau-
cado hum Crucifixo que era hum primor
d'odra. O Vo'tairianismo que das pontes ,
e caes sedelertava em contemplar tamanba a-
bomiuacao vendo que as ondas levavo es-
te signal adoravel da nossa redempcao desa-
lou a rir com grande alacridade abanou
aovidro, em o qual forcoso he permanecao com a cabeca e dsseorgulbosamente mul-
algumas manchas sob pena de o fazer eslabr lidio,\ ede como as ondas o arrasto. O
Cbristianismo be cousa que j passou.
" A lberdade religiosa foi violada (diz o
respetavel Guizot ) %s cruzes insultadas 5
qnanlo nossos pas adoravo quanlo anda
boje veneramos ludo foi entregue destru-
cao e ao ultraje. OsCatdolicos ( e estes
sao mais numerosos que antes de 14 de Fe-
vereiro ; porque todo o bomem de bem lem-
sua Religiao quandoa v ultra-
jada) os Calbolicos sao inquietados e per-
seguidos por loda a Franca. "
aquelle que o pretender limpar de toda e
qual quer nodoa. Tal be a sorte da especie
humana ; que ainda no gozo do maior bem
desle mundo tem de ser sujeita a inconveni-
entes e males.
Sea superstcao pois he para os povos hum
mal iievitavel como asss o demonstrao os
fastos anda dos mais cull6s e civilisades ,
reala-nos saber qual be pior se a superslico, bra-se da sua Religiao
se a incredulidade Sem temor de erro eu 011-
so afimar que esta be milito pior quea-
quella c para o provar alm dos argumentos
da puro raciocinio ser-me- desobejo recor-
te: a os lacios da sempre memorando Revolu-
cao Franceza, A sup-.rsiico he crenca dema-
siada a incredulidade lie ausencia de teda
a crenca: o Supersticioso tem hum motivo
bem que errado que dirige as suas acedas ;
n incrdulo rejeila lodo e qual quer motivo,
que nao seja oseu egosmo, o supersticioso
teme e espera de mais ; o incrdulo nem te-
me nem espera alm desta vida : o supers-
ticioso dominado d'eulhuziasmo he capaz
de ralicar acedes da mais heroica virlnde ; o
incrdulo meramente guiado pelo inieresse ,
he gelado e fri como o calculo : final-
mente em quanto o enfermo conserva acces-
sos de ebre ainda lem principios de vida ,
ainda d alguna esperauca de escapar j mas
logo que ihe desaparece de todo a lebro e o
corpo cabe em profunda languidez agan-
grena j o lem invadido c nao b mais espe-
lanca de vida; no primeiro caso est o su-
persticioso no segundo o incrdulo.
Pe mu i lo que a sceita Voltairiana e En-
cycloj.edista Uabaldava por desplantar a Re-
ligiao snela do Crucificado suhstituindo-a
I ela incredulidade mofadora do mesmo Vol-
taire pelo Lesmo misntropo de Rousseau,
e a final pelo ceg, e brutal materialismo de
Diderol, de La Aietrie, d'Holbuch, Helvecio,
&c. &ic. l'ara esse infernal designio nao se
pouprao escriptos de todo o genero desd os
liviosin-lolio al o mais pifio bvreco, desd'as
obras didalicas al ea con los os romances ,
e asmis (utcis noveilas. Cjucm combaliaa
itivciiiiau ti, sua clc j qucr iiu|niguava
os Aiysieiios ; quem sustenlavaa impossibili-
dade das pioficias u milagrea quem apo-
dava as cervmoias j e pralcas da Igreja,
As mximas do Pbilosoobismo j domin-
rao a Franca, a peste da incredulidade la-
vrou por toda a parle. O culto religioso fui
iuteirameitle proscripto o Rcdcmplor do
Mundo, o proprio Creador dos Ceos e da
Ierra foi eliminado das ideias do povo ef-
gindo-se em seu lugar o culto burlesco da.
Deosa Raso : eo que foi. que se seguio desle
triunfo momentneo da incredulidade i1 Dis-
solverao-se todos os lacos sociaes sollaro-
se as paixoens, os crimes mais horrorosos per-
pelravo-se como por herosmo o vicio pas-
sou a ser virlude a virtude hum crime as
mais doces alleicoes punidas de niortc : hum
drln 10 furioso assenlioreava-se dos nimos ,
e fdominavoo Aidesmo e o carrasco !
JNo meio desla desordem geral qoando tu-
do se afogava em ros de sangne Robesnierre ,
o proprio Robespierre ou/e levanta'1 o grito
de alarma contra tantos horrores ilhos iegi-
timos da incredulidade e no alio da tribuna
assim se exprime a respeilo dos impos l's-
tiuidoresde todo o cullo religioso. Ellcs
erigirao a immoralidade nao s em svslema r
como tambem em Religiao : buscaro extin-
guir j com preceitos j com os seus exem-
plos lodos os senlimenlos generosos da nalu-
reza. O mo desejra em seu coracao que
lium s bomem de bem nao ficasse sobre a
trra a lim de nao encontrar hum s aecusa-
dor e poder respirar em paz. Taes bonicos
loio esquadrinhar nos espritus ,*" nos cora
cues tudo que serve de sustentculo mo-
ral para o arrancar, e sulfocar o aecusador
invisivel quea nalureza all oceultou. iVs
OUvimQS ^ quem acreditar um iaula impu-
dencia ? ) o traidor Gaudet em huma socieda-
de popular denunciar a lium cidado por da-
ver pronunciado o nome de Providencia.
Ouvimo? algum tempo depois Hebert acensar
! outro ; por daver escrplo conlra o Aidesmo.
E nao forao Snrs. Vcrgniaud, e Genson-
; n que em vossa mesma presenca ; e tiesU
: tribuna perorrao calorosamente para rjue se
elminasse do prembulo da Gnnstituoo o
nome do Ente Supremo ? Elle ahracavio
com transporte hum systema. que confuudin-
do o destino dos bons c fios mos nao deixa
enlre estes outra differunca ni lis d que os
favores incertos da fortuna,, nem outro arbi-
trio fi'tra do direilO do mais forte e do n ais
aslulo. V"s que vertis big- imas sobre o
tmulo d'dum BlliO, ou d'huma esposa sois
consolado por aquelle, que vos di/. fjuede
ses caros olectos nao resla mais do que hum
p desprestvel i' Desgranados, que, espraos
er>K OS "il"0sdo .'ISS'ISIIO O l'OSSO lliliinn 8US-
piro be Immi apnellacrio a juslica eterua, A
innocencia no carlafalso faz cmpuledecer o
tvranno em sen carro de triunfo. E loria ella
este poderio se o tmulo nivellasse o pppres-
sor e oopprimido? CorA que'Jireito, mi-
seravel sofista vens arrancar i innocencia o,
sreplro da rasi par o \ov as miOS do cri-
me, laucar hum veo funebreaohre a palureze-,
desesperar odcsgraca4o, regosijar o vicio,
contristar a virlml1', degradara humanida le ?
Se a existencia de Deo* se a immorlalidade
d'alma nao fossem mais que hum sondo f
ainda assim seria a mais bella concepeo du
espirito humano ,,
;V medida dos dimes e horrores eslava
cagulada : a Franca ea lium vasto tbeatro de
perversidades inaudiclas : 00 liomens j esla-
vio cansados de tanta immoralidade, fruclo
da irreligiao quando o bourado Portdis no
seio do C ,rpo Legislativo levantou a vo t e fez
ouvir asseguinles salutares verdades, que
sempre o Ionio e serio em quanlo existir o
mundo, Esculemos a voz de lodos os cida-
daos honestos que as assemhlas deparla-
mnlaes tem exprimido oseu voto a respailo
Ido que se passa a dez anuos debaixo dos seus
I odosHe lempo ( dzemelles) de se cala-
rem as llieoras diante dos lacios, JVo ha
inslrucco sem educacao e nao da educad!
sem Moral, e Regiau. Os Professores lem
ensnado no deserto ; porque loucamente se
proelamou ? que nao se devia fallar em Reli-
giao as escolas Ha dez annos que nao se
d inslrucco entre nos: cumpre pois, que
tomemos a Religiao por base da educacao. Os
meninos eslao entregues mais perigosa edu-
cacao e ao mais funesto desregrament.
Vivem destituidos da dfits da L'ivindade e
sem a mais leve nocao do justo e do inius-
lo. U'ah coslumes barbaros e borriveis ;
d'ahi hum povo feroz Assim a. Fiauca cha-
ma a Religiao em soccorro da moral e da so-
ciedade.
E querem-se provas mais completas, e
cabaes dos terrives elfeitos da ncredulidade ?
Esta cbegouem Franca ao ultimo apuro: hum
.Decreto da furibunda e infernal Convenco
definitivamente declarou, que nao existia
Dos li quaes foro os fructos de
taes doulrinas ? Crmes nunca vistos horro-
res nunca imaginados o povo mais culto da
Europa cometter atrocidades que jamis oc-
correio aos Vndalos caos proprios Cam-
baes.
Creio pois daver incontestavelmenle de-
monstrado que dos dous extremos isio he ,
da superslico e da incredulidade, esta de
muilo pior que aquella, Hum povo supers-
ticioso ( e qual o que o nao de mais ou me-
nos ? ) espera e teme alguma c .usa alm
desla vida ; mas hum povo incrdulo desco-
fthece a ia1morl.1lid.1de d'alma nada aguar-
da ou receia do Supremo Juiz cuja exis-
tencia desconbece; nao tem f'reio que o repri-
ma um povo d'incredulos em summa he hum
covil das leras mais sandudas, e desluimuias ,
do que temos horroroso exemplo na Franca
em os das meilonbos da Revoluc. Con-
cedo de barato que j por temperamento,
ja por educacio possa baver hum ou ou-
tro utdeo queseja de bons coslumes : taes
dizem ter sido Spiuoza e Hubbes mas hum
povo de incrdulos hum povo de impos lie
o imperio dos enojes be O'interno incarna-
do : o proprio Voltaire que linda seus luci-
dos intervallos ; dizia que neiu o seu criado
elle cpiereria que losse albeo ; e se por tal
o descobrisse immediatamente o poria no
meio da ra.
Cobclurei afirmando com a aiitdorrdadeda
lii.-loria, que lium povo religioso be o nico
capaz de ser livre, e de cjiegar ao lasligio da
prosperidade e desle principio iiiconlrover-
so fcil be inferir que somina de males po-
de produzir e infelisroente lem producido ,
a Iic dcSSCS rtvros que 1 lllu.O .0 puiviS
pbicos e desabusados propina em tassa
tlourada o veneno da iucredulid&de. Ai !
d'aquellc que se enfrascou era taes leituras



gg/IUS>XllJ&iUt!Uj&ttmwmwabtv:M:>'B
[ARIO
D K
PRKNAMMICO
rr^g8wmjjiMJ>JAjjea>.ig".l^mfli 1IMIHB
twi
ia idade das paixes : porque larde ou nun-
fl perder o ve/o para a impunidade a ma-
lieira do vaso que primeiro servio para cer-
tas essenefas aromatizas, que punca mais dei-
,\a de conservar o cheiro primitivo.
loterja no uvRAUEvro.
No di ar> de Jiniiio corrom impreterivel-
inoiile as rodas da Lolcria a favor das Obras
da l'rcja de N S do Livramenlo e as ca-
sas > pde eslao venda bilhetes, lroca-se oS das
unirs Loteras.
COLLEGIO PERNAMBCANO.
O Coi leu; io rcriifimliMc.-Hio fui trasladado di
ra lormosa |>ar> o Alono da Boa-\ isla c-
difiriu n b.
K k ewem em sen plano lodos o* prepara-
torios que a le exige para as Academias de
Direita edo Mcdecini do Imperio assim co-
nio para os alumnos que se desimana ao Com-
roercio
Os piole-sores das diversas Aulas sao de um
meilo rediilu(ido.
()s Estatutos sao francos ao publico a qual-
qiltl' hora.
6^3" Arremata-seem hasta publica bofe afi -- Precisa-se de nim ama pira dar leile
pelas 4 loras da larde porta do Ju de Di-
reita da i. Vara na ra do Rosario eslreita,
urna casa de dois andares e sotao defronlc da
vico de urna casa de hornera solieiro dirijn-
sc as Cinco ponas D. (15.
__Montera a5 do corrento pulas di", horas
da ma'nha roubara a caza do ahaixo assigna-
Avisos lljversoH
S^r No primeiro armazem defronlc do caes
d'Alfandega cxislem trez harri/., (ue di/.em
ronlerem drogas ; e como so ignora quem soja
o dono, a pessoa a quem laes volumes lhe
faltarejm queira a|j dirigir-se que dando
esesclarecirentps necesaarios. Ihe serioen-
tregues* e se lhe dir como ;di fura recolhi-
dcs.
SSF Quem quizer comprar huma escrava
de nago Angola boa vendedeira de ra ,
dirija-se a ra de Santa The reza cosa D ai
que ahi saber do prego e o motivo porque
se vende.
jty O Collector da Decima, e mais impos-
tos do Municipio de Olinda manda lazer pu-
blico a lodos os seus Colleclados que no mez
dejunho viiidouro, se lia de arrecadar na
tasa da Cmara respectiva todas as imposi-
cjes a seu cargo (passi vamente) ; e findo dilo
mez se proceder executivamente contra os
omissos conforme a Lei ; e pan que chegue
a noticia a todos mandou fazer o prsenle
Coliecloria do Municipio de Olinda ao de
Mao de 1840. O Escrivao
JopGoucalves Rodrigues Franca.
t~j~ Gil Tboinaz dos Sanios relira-se pa-
ra Lisboa.
tzr Antonio Pires Vianna Jnior, retira-
se para Lisboa.
S2T Na Prensa de Mello & Capibaribe ,
existe um quartao corocangalha <|ue loi a-
<:ha!o no lugar do Forte do Maltes : quem for
seu doro dirija-se a mencionada Prensa ,
que dando os srgiiaes e pagando as despezas ,
quesebouver ieilo con sustento se Jlie cu-
li erara ; nao se responsatilisando os aniuin-
cianics por fuga ou morle.
_j- Precsa-Sfl alugar urna casa terrea ou
un primeiro andar de sobrado, em ra que
passe procUo e d-se qiiaronla mil reis de
do fallecido Antonio Marques da Costa Joa-1 leudo so urna de mil reis r quem achou, que-
ros!: os prelcndeiiies podn dirigir-se ao Es- rendo restituir, dirija-sc aloja de fazendas
oriplorio da Liquidago do dito Cazal na ra j na ra do Queiinado esquina do beca da
d Alfandega velha n. 7 para saberem as con- Cingregacao I), ai que ser generosamente
(lices da venda. i recompensado.
i^T* Preciso-se de quatro rodas de carrinh 1 *- Quem precisar de um raxeiro para
em bom tizo :'quem tiver annuucie. qualquer ceupaelo ou para algum engeA
'J" Quem aun uncin querer comprar um nho afiancando sua conducta, dirija-so a
liaiino inglez sendo queira um pido preco n 1 Direita paderia do Machado no pr -
de cincoenla mil reis, dirija-se a Sledade meiro andar, que adiar com quem tratar.
casi lenca D. 13. Quem preci-ar de um t prela boa cos -
-- Quem annunciou querer comprar nm rhoira pira casa de liomem solteiro ou de
piano inglez sendo queira um proprio para pouca familia dirija-sc abolica defronte da
aprender, pelo mdico preco de doUooodiri- ivlatris do barro da Boa-Vista, que alii se
ja-so a Lora de Portas D >o'<. | dir com quem (leve entender-se.
Quem precisar de um estrangeffo para Jlo .Wanoel Pereira de Abreu morador
psgem lano para osla Provincia romo pa-
ra outra qualquer parte, dirija-se a ra do
Liosarioeslreij 1 I). -n.
Alu;:a-se urna casa terrea sita na ra
na Pracinha do Livramento precisa >\c urna
prela forra 011 captiva que tenha leitc para
croar 11 m menino etc.
-- Quem annunciou querer comprar um
.Nova, que val para a Trompe com sului- jogode bilbar, com todos os seus pertences ;
oiilos eouimodos para una numerosa familia queroudo um em Olinda por proco commodo,
quem a quiser alugar dirija-se ao pateo da dirija-se a ra de >. Bento lado esquerdo ,
Santa Cruz a fallar com Joo Sebastio Pe- ultimo sobrado antes da Matriz.
rel'.i.
na- Pracinha do Livramento I). 3.1.
S37* Perdeu-se no dia ao do ebrrenta mez
desde Fora de portas ra do Vigario ra
Igreja Matriz do CorjK) Sanio e um sitio na ido Queimado e Agoas'-verdes um embrulho1 (I > lovand^-se-lhe trezentos e oitenla e tan-
cslrada do Arraial ludo pertencente ao Qisal | com urnas poucas de sedlas de vinte mil reis. tos mil reis em sedulas vinto o selle pata-
ces um anelo d ouro li/.o e outro dito
com cincobrilhanle.pequeos, e o lugar de
um que so havia perdido ; um boto ile aber-
tura do camisa com a letra I.ouT. Est
roubo desconfia-se ter sidofeito por um mo-
leque que l'.ii encontrado na escada por pes-
soa d- lora qu suba : roga-se A quem dol-
i souher queira dar noticia ao abaixo assig-
nado na sua Iota na Pra.-a da Independencia
.^fe|ff que gratificar goaoroiim-iito o om
*n|We todo o segredo a ipiom llio < l' -''" :'
ladro Jos Tavares d 1 Gaoaa.
, -- Vende-e urna negra de nacao Mucam-
bique, com idadede violo a unos. c >m boni-
ta figura ii"n principio de cosinha e [ara
de sah/o e ptima para moeama : quem qui \t
comprar dirija-se a ra do Fagundei ) itf.
Veudem -se oleados pintados. estampa -
dos em baetas de algodSo proprio* para mecas
e capas de piano por seren de boa qualidade,e
bezerros de lustro ludo por preco muito c-
modo : na loja de Ferreira o Braga ra iSo-
va D. aa.
Constando polo annuncin d > Diario tfi
- O ahaixo assignado, faz scicnte ao res- 7Gachar-so no engenbo Bambiirral da fre-
Periende-se um bom destilador, com peitavel Publico, que em viriuile'da sorieda- guezia de Serinhaeai um escravo que nao de-
preferencia sendo estrangiro. e solteiro fiara de, que tem feitocom o seu genio Candido clara quefin be seu ssojior roga-se p ir tanto
um engunho distante desta praca oito legoas; Thonfas Pereifa, e,n seus estabelecimentos ao Sr. proprielario do dito engenhu de man-
quen ostiver noslas circunstancias procure com das fabricas de fundico caldoirciro e funi- dar examinar se o dito escravo tem os" signaos
brevidade a Jos Antonio Alves da Silva, as leiro fica d hoje em diante regulando, as seguimos nac Ti Songo, de nomo Domingo.
Barreiras, bairroda l'.oa-Vista Iransaces do mesmo estabelecimenlo a firma alio reforeadodo corpo, beicos grossoS, o-
Arccnio Fortunato da Silva oTercce cem de Mesquita & Dulra. Ihoa grandes de i lado de a(i anuos, pouca
mil reis de gratiticacao a quem lhe apresen lar I Antonio Hento Pinto de Mesquita, barba ; desapparecco no dia l3 para 14 d'/l-
a caixa de cassas desencaminhada no dia 18 do1 ~ Precsa-se de um cont de reis para se bril pr>. econbocido ser elle o mencionado
coi rente com a marca F dentro de da- pagar em tijollos de alvenoria, obrigando-se escravo 1 he de Joaquim Antonio do Forno ,
maulo e 11 por lora n. ai ou a quem para isso oze escravos que trabalhag na mes- assisteule no Recife no armazem do gelo na
der noticia da dita caixa, prometiendo todo o ma olaria : a quem este negocio convicr, an ruados'! ros, e encajaradmenle pede por
sigillo viiao perseguir por meio algum a nuucie para se procurar obsequia aosenhor do relerido engenlio Bam-
pessoa que lh'a entregar. I Joaquim dos Santos Azevedo faz scienlc burral lh< : o sobredito escravo apadn-
Aluga-se urna negra ou moleque que a todos os seus devedores que Dominan i >: nhado o ""'"' pagara todasasots-
esteja acosluraudo a vender azeile de carrapa- arte de Souza Kaim deixou de ser seu caixei- peas aos; res que o con lu/.ire:n licati-
to ; lis ra de Santa Tbereza venda D. i3. ro des de o dia -4 do corrente para lhe' nao do-lhe ain 1 lucido.
Aluga-se urna casa terrea na principal pagarem quanlia alguma. Vend ima escrava do nacao com
ra de Fora de Portas com commodos para SST A luga-se um primeiro ou segundo dade de I. boa quitander i lava
urna grande familia; quem quiser alugar andar, por qualquer preco que seu dono bemdesal alian a-se a boa conducta .-
dirija-se a roesma ra casa D. 3q. quizer 5 sendo as ras seguintes Queima- na ra Din ; ao lado do Livraineuto.
Quemlivcr urna escrava 'para alugar, do, Rozar io eslreita ou larga Cruzes Co- '"* uto bom bacamarle por um
capaz de se encarregar de qualquer venda fi- legio ou Cadca : a fallar na ra do Quei- JOgQ de piste u : an nuncio.
cando oSr. rcsponsavel por qualquer falta, maJo loja D. 11, com Jos Antonio dos San- Vende.n-so os Diarios de Pernambuco
dirija-se a casa de Pasto no beco do Veras, tos Coelho ou annuncie a sua morada. desde o primeiro n ate o ultimo do anuo pas-
__Quem liver urna embarcacao para San- Jos Pedro de Alcntara capillo de sado : annuncie.
los pude ar,"r um Pouco dc rele l,rocu- maltos' morador na povoaco dos ABogados I------Comprra-se a Gramraalica da lingoa
rando-o no Escritorio de L A. Dubpurq faz publico, que em seu poder existe urna porluguexa por doares Ferreirt, esteja noes-
na 1 na do Vigario D. 16. prela nova que nao sabe dizer quem be seu IMO em que estiver com tanto que lhe nao
Precisarse alugar urna casa terrea para senhor, e por isso a pessoa a quem a dita faltem folbas, e nao se repara a preco: an-
pequena familia no bairro de Santo Antonio, faltar, dando os signaes certos della, a rece- nuncie.
rujo aluguel nao exceda de ti a ^U rs. ; quem ber.
tiver anjiuncie.
Vende-se um pequeo e muito bom silio
Uma mu'ber idosa de bons costumes ,' perto (Ja praca com boa caza.cosinha for 1, caza
A pessoa que em unidos Diarios dase- e que sabe mu. bemeosinhar, se oerecc pa- para protos, estribara, mullos arroredos ,
mana pussada annunciou querer alujar uma ra ama de casa de liomem solleiro ; quem del- porto de embarque cc.mbas com bombas, o
prna para o servico interno de urna easa di- la precisar dirija-se ao sobrado por cima do oulras mu.tas conmqdidades, que sedi-
nja-.se ao armazem da ra Nova, que tc.n bil'har no fundo do Quartol do Co.po Po- rao a_ vista ; por preco commodona Praca
urna moca c sem vicio. 1 licial. <>* Independencia loja JV. 4 so dir quem o
A luga-se uma casa terrea propria pa-! Quem precisar dc um cosmbeiro fran- j vende.^
ra loja fte fazenda ou outra qualquer cousa ,! cez que sabe de todos os arranjos de uma
que se queira estabelecer a qual tem tres casa grande-, annuncie
portas, e commodos para familia ; quema
pretender dirija-se as Cinco pontas b. ji
> .
___Quem precisar de*um caxeuo para ven-
ntvas
quem tiver annuncie.
f^. Sr. Candido liboiio Couto quei-
ra fa/er o favor de dirigir-se t racinha do
Livransenlo D. %b, ou annunciar a sua mo-
ladla.
i_f Arrenda-se um silio grande com duas
ha xas 111.ia na lente, eouia na retaguar-
da rom arvoredos de inicio oui lugar
sulliciente para vareas de leile c bas tenas
para planlac&O de capim no lugar da Boa-
vi a geni denominauo silio da Cruz ; com ex-
celleute banbodeagoa doce dentro do mesmo
sitio, por preco commodo: quem o pretender
dirija-se ao oilo da Matriz de Sanio Anionio
casa i). 5 que ahi adiar com quem Iractar
t3f O accionista das Cautellas de todas as
Loteras 1 aviza aosapaixonados desle jogo ,
que se aclia a venda as ditas Cautellas de 4 ,
de dcimo e de vigsimo ; no atierro da l V isla loja O Sr Raposo, na ra da Cadeia
loja de iniudezas e as Cinco Ponas venda
{_ O ahaixo assignado taz scienle ao res-
peilfcvel publico que saccando urna letra dc
rent e qualro mil res, a favor de Joao Ana-
1 ltlo de ONcira endcada por Antonio Dias
da Silva*Cadeal, outras quaes quer que
apparecao da mesmaquanlia a favor do mes-
mo OKvcira so dolosas, o por isso niiiguom
laca negocio algum sobre ollas, pois que o
ahaixo ussigiuio est juomplo a provar em
Juizo o dilo dolo.
Francisco Vicente Valim,
que com a inquilina far todo 0 negocio a bera
de Ambos.
da annuncie
__D-se centoe cincoenta mil reis a pre-
mio de dous por cento ao mez sobre penhoros
__Aluga-se dois pretos para qualquer de ouro, 011 prata : amada Cideia velha
servico na'praca : quem os perlender dirija-se por cima da loja do filho do Sr. Cirdoso Ai-
a ruadoCabug lo|a de rniudezas n. 5* res, leuda d'alfaiale
__Otlerece-se um rapaz portugus para' Antonio Jos de Mattos, retira-se para
caixoiro dc qualquer occupacSo excepto ven-' fora do Imperio.
escreve e cunta sofihel, oda fiadora, Quem liver para vender olivro deno-
minado -Taboa de Logarilhmo animnoio.
__Q-iem liver para vender meias de laia ,
da
sua conduela,
-- Precisa-se alugar um prcto forro ou
captivo ; vendem-se dous milboiaos ou tres de curtas ou compridas annuncie
tijoljo quebrado ; a tratar na ra das Cruzes
. 15, que se dir com quem. /
Olerece-se para ama de casa de homcm
solleiro ou viuvo soin lilhos, uma parda de
asseptO, bastante instruida de ludo quanlo
be conterneikle aos arranjos de urna casa ,
annuncie para ser procurado.
Quem precisar de um caixeiro portu-
guezde idade de 16 annos para venda lo-
ma ndo-a inesino por ha la neo, pois tem bas-
tante pratica ; ou mesmo para cai\oirode ra,
diria-so a na de N. >. do Terco, loja de
cpalos D. .
OTerece se um rapaz portuguez para
fazer viagomein qrilquer embarcacao, indo
a iraballnr,e para qualquer porto, quem dellc
precisar diriju-se as Cinco ponas aa ao p
da venda do lainpeao,
Quem precisar de um homcm portu-
guez para adiuiiiiaiai algum engenho porto
desta praca, dirija-se as Cinco ponas na ra
[ do PcixotO venda do llapozo que se dir,
__Precisa-se de dois cotilos de reis a juros
sobre seguranca ; annuncie.
__Oilerece-se para o servico interno de
homcm solleiro 011 (le pouca familia uma
parda livre c aluda moca e de bons costu-
mes : na ra do JNogueira D. 19,lado direito.
__Antonio Luis dos Santos comprou para
sociedadecom Joo Augusto Martinho da C-
mara, (morador em Larangeiras) meio bi-
lltete da segunda Lotera o Theatro den.
jb" que corre no 1. de Junho.
__Cumprao-se duas carrocasde mola ou
sem ella, que seja maneiras e fortes, c em
bom estado de trabalhar um boi s e que se-
ja o seo preco commodo ; na ni 1 do Sebo da
Boa-Vista, indo para a Trompe nos fundos
do silio do Sr. Pirle, terceira casa terrea do
mismo que ahi se far o negocio.
A pe.-soa que annunciou no Diario n,
113 querer alugar urna escrav, dirija-so a>
Cinco ponas l).6i defronlc da loica.
111^^ IUIIl.J *' W. wv....^ ...........V
__Que.n precisar dc urna ann para o ser- I cU
Compra-sc um laxo de cobre cm segun-
da mao que possa alimpar duas arrobas de
assucar de cada urna vez ; quem tiver annun-
cie ou dirija-se a ra da Praia armazem de
Manoel de Souza Guiraares.
Compra-se um escravo olficial de car-
pina pardo ou preto, dando-se bomdiuhci-
10: na ra de Agoas-verdes casa terrea D.
37.
-^_ Compra-se o livro intitulado Escola
Nova Christ e Politica por U. Leonor Tho-
mazia uzo : quem tiver annuncie ou Uirija-se ao
atierro da Boa Vista D. \.
**. Compra-se os Panoramas dos mc.es
seguintes do anuo dc l87 Fevereiro, Mar-
co e Abril de i8ti Janeiro ; de i *3y Se-
tembro Outubro Novembro e Dezembro ;
quem os livor annuncie.
Vende-se urna escrava de naco de bonita
figura multo possaule,propria para quabjucr
trabalho sem vicios e por preco cmodo :
nfsta Ty> se dir quem vende.
* Quem quiser comprar azeite doce a
aS8o a caada e em garrafas a4oors.. e
vinlio de Lisboa PKIl a 7Lo a caada diri-
ja-se a Praca da l'.oa-Visla venda D. 9.
Quem quiser comprar uma porco de
boa pr.ua em diversas oliras uma caixa de
realejo de cima de mea, urna moeda det^oo
eeastoada em bom ouro uma chave de ouro.
com corrente para relogio, e um berco de
conduru ; diti|a-seas Cinco ponas D. ai ,
onde tem lampean.
Quem preci -vr dc'um caixeiro brasilei-
10 .!uucie ; d<< iiador idneo sua chdu-


4

tsrCarbs Antonio Furnia, ielra-s6'n Ti* rua do Collegio loja de relojoeiro ,
pa Genova. ld iarg4 (io flo^.^ |0a dc majezas
C7* no/as & Braga fazem pnbhco quedo i D '
lia i6doorreniemezdeMaio era dianle a Meios tlhetes da lotera do theatro :
Urina de sea esta bel. rmenlo i esta praca ,->-.- ,. r!il Independencia loja de Jos Anto-
ro-ser Rozas, Braga 2 H-dfields jfican-j Silva c na rua nova toja (roncero D,
tro lodos os negocios tendente* a anlijj teda Matriz
DIARIO p R PERNABC O
"""""-------r-nnr-Tinw......... iwhw................. |M .mimn,, jjj.
engomma sofrivel ; no pateo da S. Cruz a
fallar com Joao Setaslio Perctti.
ti?" Um terreno com viveiro dentro situa-
do era S Amaro com a frente para a esla
balso ii.t direci.. i di-.la'
ecisar de um i rtu-
guez para loja de fazendas, ou para
ibo dirija-se a i na do Cal
tdoSr. Ferr

aritnri
par \ orno de i v\a
I n i ido o veleiro Brigue
i lem m parte da arga n-
ilgnma quem quizer narri
i i, i-sc a ra ila i ,, [ l), j
Um braco de batanea e alguns pesos
de Pe 'o e uniros de bronze ; e meias par-
an > frrea chegada prximamente da
a n 4*o ; as 5 ponas s ibrado O. 3..
T (Jma negrinhs-creoula de idade de lo
11 anuos sem vicio neni achique en-
te aljama couza de costura, e cozinha',
inte gil.para o servco interno de umi
casa, e lie muilo carinliosa para cuidar em
icas: no fim da ra Augusta, sobrado
da quina que temo oito^para o viveiro do
II 7.
- t Na rua do Rangel venda nova da qui-
na que volln,pura o Trem boas bichas no-
... ., na que oim, para o i rem Doas hienas no-
a ret Iho e em porcSes a 90 e i to ca-
ou na loja i na pia-
lo Coi I). 5,
Ls e i I a o
vestido calcase camisa branca ou de nann*
aisca.lo fugio no dia 18 do crrente ; auem
o pegar leve atroz do Corpo Santo D. 67 (me
, sera recompensado. '
da de Luna do Reg com 700 palmos de fren- es- JNo dia ,7 do correte fugio m np ,
le, eoodelundo. e um oserovo de mma grode nome Domingos, de najo reboh,
tdad, denacao congo; defronte da Corno estatura regular, deidadede 6 annn. .
santo casa de Roas IWa & Ha,|fi-l,U. i,,;,,,,!,.!.;.^ ...,,? ><>-"nos, lein
.-- Quefazem Me. Calmont & C., poi
K rvencao i 1 Correlor Oliveira 1 ,
de quem perlencer, de porco ler.ivel
'ir Fazendas averiadas bem como 'i oulras
rimpas e de pronta rxlrarco Terca (eir %6
o correte as 10 horas da roanli i em ponto ,
eu armazem da ru da Cadeia,
- f^iie fadrn l>\>\ A Modart por inter-
im I ret : ( Mivera quarl 1 feira 17
corrente as 10 honisda manh, no sen ar-
mazem da ra da Senzalla nova, dos se"uin-
ivs arli{;os : ps de ferro navallas parama-
riuheiro, errles dg varios tama:,:.os, estrl-
tle ferro, xalerras, cacarolas, lancetas
Santo casa de Rozas "iJrag 1 & I lfiel ls.
'_,/ Um ;,iiio na Gruz de Aunas cono
muito boa easiue vi venda, com cozinha, cas 1
,>aia pelos, estribaraecoiueira lora, com
a frente toda murada baixa plantada de ei-
pim e alguns arvoredos de fnteto j a fallar
com o ftJajor Jos Culos Teixeira,
1."" Um trausclim de bom ouro, com oito
oilavas com tneio l'eitiu ; quem quiser an-
nncie.
bilhel la lol ira do,Theatro ;
na ra a da Jn ; p n lencia loja 11 ao.
--" Si ovo t velirf teaUmeniu, um dic 1
nariode Fonseca Corneio Neptis, refu-
tacao a caita^ historia univorsat, todos con
pouca u/.o ; no paleo d0 N, S. do Terco loia
de couros i), i,
t3T Uma escrava d nacSo de bonita fi-
gura minio possante |Mn l0(i,, 0 Bervieo de
uma casa; na roa da Penba no 5. andar do
sobrado da lado do Livramento unto ao de
varanda Ierro.
iVleios bilbeles da lotera do Theatro :
pircan seru o p..
1 ou ricas a ioo rs. cada una libra, patos a
00 re. sag de 1. pmneira sorte feixes de
1 nos arroi de casca manleigu de porco,
e todos os mais gneros de venda.
- Cem pecas de >. <>.> das velhas a
i5,ooo ; quera quiser anuflneie.
s^r Barricas com 3o libros de boa bolachi-
nha Americana ; a |5oo cada uma e^caixas na ra largado Rozarlo loia de miudezag De-
1111 macana e lallierim a /00o estes geiie- cia 7.
roscom perrero ; 110 becn do capim1 arma-l r Duas casas terreas muito boas na ra
/emde Jos Rodrigues Pereira & Compa- de Aguas verdes e oiitra na ra do C'Werei-
" '"',. n % lroe u,na n>eio agaa', a tractar 11a rua de
sur uous prcios um coznnofro outro Aguas verdes rasa terrea ]) \n
oleiro o l. tambera se troca por urna pretu I isf Meios bill.eies de lo'teria do theatro :
..ue jaiba coser, e engommar j na rua da no largo de N. a do Terco, venda l). 9.
moeda JJ. 141. IW" maescravacreoula cozinhi odia-,"
Xtsr brande sortimenlo de calcado de mar- rio de n.a casa engoiumi: e faz todo o mais Joaquim de Mesquita.
aSOZL P T i'UT C e Se'V- e UnM CaM 0U lr0Cft-s P' Otra I *r JN'o dia -A de Setembro do anuo naS-
SU: V^T'.f. !:^' Iffl': M0!" *?. ms habelidades^ na rua -do gio Antonio de nacao *,?*
i beicodebaiao cabido, alguma eouza carnu-
Jo cbeio do corpo quando anda descahe
alguma couza para um dos lados 5 levou ves-
tido calcas branca camisa de madapolo
(aqueta de velbmina, chapeodepalhaiaoem
o pegir leve a rua das Cruzes l). y (|U(; SfJ
r recompensado*
, y- Desapareceo no dia iodo correte ubi
pretode nom Lu?, estatura ordinaria -
ge com um furoem urna orelha denles li-
mados lem ociode tar'rafiad ne cano
i|nemo pegar leve a rua do Greion u. 4 ,ic
seii recompensado.
SS9- No dia 1 i do corrente desapareceo un
deque de nome Gervasio creoulu c;i!lt:-
mo
ca grande,
110 lujar da njleira leve urna bo-
ba que deixod falto de cabellos, oibos gran-
des nariz, bem feito pido corpo lem signaes
de chicotadas peritas alguma couza arquia-
(las deidadede 12 anuos; quem o pegar
leve a venda dc Domingos Jos Alachado unto
aoarcodeS. Uum Jess das portas, que ser
recompensado.
tSJ" No dia 17 do correte fugio urna es-
clava denaeSoangolla, de dadede-4 '""ios,
algum tanto fulla magro olbos grandes -
peinas muito linas muito ladina / fui es-
crava da viuva do oiiv'idor francisco Atfonco,
c consta andar acuitada em um sitio na poni
de Uchoa, levou vestido azul com flores bran-
cas e bicono talbo; quem a negar leve ao
abaixo assignado que ser grotiocado. Jos
. > -------- uur
, u-zouras caivetes, insto as lexadu- 1 i ~ ~."r\"-----'. "------- "" ni.
ilezes i; Irancezes para bomem bolins de da cadeia velba n ,
Lfr
Irtspretas, aimofacas, ferros pedrezes re-
. h pregos de construcca- ditos cabeca de fSSL JZ7Z T'r Ta B aa tM Ve"'a 5* lladc ^ "' "" '"'"^ fiuro7"ea'tnro
; botoe, de lata-o paro cauiHios, argo- ~ ^ ^^T "** 5 ..,5T, '^ .^^ e reM> S?JLT.- ^ ~* ** !
doria.abaixo mencionadas desemba","cadas de ^i-e"mP"a. "u de agoas
bordo do Bfigoe Jos Francisco, paraoccor-l s^-uinnrma mminn, 1 prelas mo?as ? ,e bo,,i,as figu- cebera 100,000 e pagar toda a despeza que
eraosgastos, e cosleio do mesmoTneite por-' -Jr SS^SS^SP '? ras.\Per,tas "fiommadeiras coslureiras e Wizcr ese elle parar em mo de al-uina
lo onde loi forcado a arribar na sua viaem le ''nn aTT V A "* r"' d'" coz,nheiras e aeraros de nacao de boas Ci- possoa queo liver comprado de boa l,",,es-
Hanilha e Batavia, comino poro Sanlan-i JoCi de Sin N?ri ^^ Cn,lo,lle a Guras Ptimos para todo o servico; n rua secasoo mesmo Uua.que se compromelle u
der, e por nioier sido possivel lomar dinbei- r- liml^nnb ',- /' 1 de Agoas verdes casa terrea D 37^ dar o dinheiro, e pagar toda a despero que
10 a risco paro as indicadas despezas 5 requis- ,^ a\ >- !i !i S do,Pa" Bl,betes e meios ditos da loleria do se lizer na eondueo do dito escrovo sem
.mos chales de loquira bordados, eslam- ,(e ', a,, '.'i'. Ti ""7' ."'"^ B" \ ,? ,5. 5 ;l l^inba do Livramento l-.c proceda contra a pessoa en. cuja mo elle
pado, mantas da duna mui lindas, lencos ^ahoraTdamS.? a^?"**** *** fe*0' a de Wa,,0el Florencio A,ves d eslher"
seda dc milita, cores, diversidades de I, a'te a'S ~" 5 C me'a MWM^ ^ ^)uarla fera 2 ^ arrele fugio unr
edas para vestidos, niosqueteiros para ar-l rjm- m-fl,1,. macoens de camas, caixmbas de costuras1 basteTpra.Se P S2 !! "9"* ',i,S '''S Iar,"rls flrossras e comprimcnlos l, official de calafate grosso do corpo, ca-
rasenhoros, caixas paradla e para ul>- l"l^u; \ ^ ^ so.ao e es- por querer-se desocupar o armazem ; no por-. ra larga, muho mal encarado barbado, com
etartaruga, ede murfim porta-;;arro- ,"U1;;.; '; !' ;re*uerl(e[C..POr f^rST^ a ? """"", ^ '" gandes talbos pela testa e um grande que a
ralas pratos bandejas copos e bacas de i'u, dg i ? ,,e,l da **** > M ,alec,df ^"ingos dos.Passoa a fallar a Joa- trovesa umolt.o por isso naoo pode abrir bem,
r rosto de xarfo fixas de madreperola ,1 *. u. ,: a quim Lppesd'Almeida tem os escrotos bastante grandes por'tr nue-
os de damas leques de olas as qValida- p( J h',t'V 1,/! 1 ^ T rjU,Ml U em ,,0r?CS Um tcrre- bMd ,ev0U "^ de stofa (l' '"
d tantos finos como mais inferiores enclusi- .mic-! /s V '' l"'d3 ,,adl'UL's no de pfopriedade no atterro dos Affoados do godo e aqueta azul ja velba e porbaixo
alguns de prata pentes de tartaruga ede
i'rarnra iivros com lindes pinturas linas,
anuos de eaulo muilo superiores para ca-
usas e cocos, figuras de barro des di
mneles vestidos de sedaras mesas de xar.Jo,
1 ia rica e linda casa de carajio de cristal,
ciiuruteiras, canastras para roopa suja,e
ios u.naos nbjeclos magnficos do mais
'i111 lo, ludoda China e do Japo ,
imameoU 1 hegado : < 1 ssim mai
ri 1 para saldar tontas algutw obje-
ti i!. d t. < atera: francezas
<
.....crio;'.
leles a oo lencos dg cassa pintados a ibo,
bous franqueliu. de cordao a 7 ,0 tafet ver-
de epm algum mofo a to, selimda rafesma
cor cdeleilo a 3.o nieiis muito finas para
seuhoraa ylo ditas para hornera mais or-
dinarias a 180, pecas,de ditas de Oons panno
a fiooo e a 7000, e oulras mui las iazendas por
pre.o muito commudo j na rua' do Crespo
t). ia pegada a quina que volta para a rua do
Queiuiado,
tST Ou lroca-se um raolequede bonita
figura sem vicios nem achaques com prin-
mais le trez mil de fundo ; a /,U5ooo is. o pequeo j quem o pegar leve no beco da !iu-
palmo: 111 rua ireita lado do poenle D. 20. goeta a sen br. Joaquira Jos Rebello que
iW'atificardi
i^" A onze mc/.es que do Cugenho Buro-
1 Seriuhaem fugio um negro d auo-
EscniVs ^i-io.s
C o m {> V a s
1 ma carteira de duas I 1 im b ras
irtin eittos nova ou ei 1 uzo, na
in.i do Crespo U. j no primeiro anda.
- L'm bom ca vallo novo eque tenlia
andares j quem tiver annuncie.
: Uma motatiuha de idadede 10 a la
amis que seja muilo al vu e bonita, que
: 10 tenha vicios nem achaques; quera tive
.....uncie.
V e ti (i a s
Meios Biietes da
Lotera do Theatro: nes-
Tipografa
sj>" Cautellasda Suciedade Fortuna Ty-
rafica divididas de bilhetes da prccu.
13- Tendo desaparecido um escravo de la, por nomo Luii consta ter andada pelo
nome Clemente no dia it do corrento do po- [deslrito de >. Antlo a titulo de forro, tem
der do Sr. Jielarmino de Anruda Cmara, com os segu^nles signaes: fie baixo e grosso do
quemohavia negociado a tres das; o qual corpo, cara boXexuda, em huma fusse tem
escravo se ada va no Gigui pasturando mis huma secatris, he avermeUido muito ca-
cavallos ^ mesmo Sr. o le rece a quem 0|Xaa>iro, marcas de bexiga pelo rosto buiha
epiosdetanoeiro, por umiTreV i wiba ,!'i;^5o' *'i( Viml ,,il n,:,.,ll! A8oas v,n1^ fralf? JUnl de ,,UU0 'teiho, ouro era
cozinhar e engomm : ,' a a T Inde ^ m,'blU" l?.,0i "^ Sei;i"",eS !,l"i' ^ fl",ld du Col0veIto "^ d* hu,n
pendencia loUn *de boa estatura cor fulla com os denles da I Uro que Ihealravecou huma bala o bi.no,
S2T oasJ lindas muleros de nato da ida- SE! 1 \ BMndf barbado. ^,aeai ^Ffsenlar no Recife a Manuel Con-
de de i3 anuos sem vicios T?- v i cbeludo pelos peuos, levou calcas e cara.- lalvesda Silva, ou a seu anr. no dito En-
na,a:odeboni,.;figurasdeid;dedT?ta L^TvSdo^ ^' "^ 5^ -is.sendo prezo nos
anuos, com boas habelidades que se faro ver
a os compradores e um escravo de idade de
10 anuos ptimo paro lodo o sei vico 3 na
.na de agoas verdes U
66,
S3jr Urna niarqueza de bom (oslo e uma
cmoda de condui con. tres gael5es e 0
gavi-linbas de gusto moderno, uma dala pe-
quena propria para costura urna cama de
condui, duas pipas queloio de aeit e
oous (landres com iodos os seu* pertencea ; na
cauiboa ilu Carino l) u.
V-j" Uma negra de nacao de idade de a4
anuos de lna figura co/inlia lava de
sabo e engou.ma no atierro dos aboga-
dos sobrado que foiuo tallecido liapiisla.
, ,._u *-.-..- r...,- jjoucuu- uui, s*# Uuia escrava de idade de ao anuos ,
esta rypografia, na piara da Inuepcubnc.. [ connbamuilo Lera o diario de umu casa, e
tar- Fugio um moleque de nome Pedro,
denacao deidadede .4 anuos grosso do
edrpo, estatura regular, boca grande, mui-
lo beicudo nariz chalo lugiono dia 2* do
corrente ; quem o pegar leve a rua nova U.
11 que ser recompensado*
li~r i\o dia -a do corrente fugio uma pre-
lado gento de anjjola tstalura oidiuaria,
secca do corpo de idade de i anuos,, cor
tulla que parece estar doeute de nome Es-
perones levou vestido de xilla azul a des-
liolado e um par deargolas de ouro j quem
o pegar leve a rua do Cabug loja de niude-
mi U. y.
yj- Fugio uro escravo pardo i cabaeolado,
baixo fornido do corpo, de idade de il
b anuos, de nou.e Marcos sera ohuo levou |lU*CU''liiNA 'lYl'. KM. F. U F.,- i84o|
deslrilos; liio tormozo, t. Anlo, Cabo, e
Uoianna e sendo mais emola a su;i prizao,
se gralificar mais conforme a destaneia.
Conslou estar prezo na Cadeia desla Cidade
porem nao e acJiou elle nega ser captivo,
e lodo lempo i|ue elle aparecer quera o liver
em seu poder Ijcar sujeiio a ludo rigor da
Uey.
_?" I\o dia a do corrente Maio fugio uma
escrava de nome benedicta creoula estatu-
ra regular, cor prela e magra levando sata
de lila pela e panno lino cora que coslu-
ma diariamente a andar j ba noticia de que
ella anda peto bairro da 15oavisla e Sanio
Antonio pela libeira ele. ; e para mudar
de leicio consta e ande com
MUTILADO


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