Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04094


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Full Text
Iodb 1840. Sujeta Fbir,
u
w^J&ft^jszi d"nossa pr,,Hencifl- *****
Proclamacao da Assemblea Geral do BraziU
>'
gnados. 5C,ulod^ probos usslKnanics. e viudos assig-
Partidas dos Correios Terrestres.
CiHndf da Paraliiba e Villas lesea pretoncSb. \
Dita do Rio (i rinde lio Norte, e Villas dem......*.'.".' .* **.*."'"*/
DrUi da FAPtaiea e Villas dem............ ['Segundas e Sexta? Fciras.
Villa de (joianna........, ............J
Villa deS. Ani.-o..................................A s \*n''
iJ.th A.' 'Ser,nl,T'u "\,I'0rm010' e !ort StfS............,'1-"' i ", e 2. dito d.lo:
-Klade das Alaaoas e V .11* de Maceo.........................I(lcm ,(|fim
V.H- de W.,, de Hnres..... .....................lde 13, dito dito.
1 ortos os Correan pnrtem ao meto da.
22 df/Maio. Nmro 114.
CAMBIOS. M*io ai.
^ondres...... ig ip 9 50 d. por Ifooo cec*.
Lisboa .,.... 70 a 7 por 0/0 premio, porjmcialouereeido;
Flanea.......tipre^ por franco.
Iio d Janeiro < iar.
UUO Mondas"ile 6floo rs Vellias 14*700 a j^flqoo
Ditas ,, ,, Novas i4&co a 14^7011
Hilas de 4JJooa rs., 8#noo a 890u
PltATA,Jlatacoes Brauleiics.......I/J6W aj 1^67
Pesos Colnmnarios ----------- iffifia s l#68
I)ilo9 Mexicanos-------.-----------,V#63o a i' >
Miada ---------------------. '*4 '#4a
Descont de Hillietcs d'A'.mdega s i;8 no too ao mes.
dem de Letras < i'i por boas firmas offercido*
Mocda de cobre 3 a 4 Wtt ioo.de duc.
?
>
Dias da Semana.
18 Segunda S. Venancio M. -------
19 'terca--------- S. Pedia Celestino.
jo Qua'rt. S. Rernardino de Sena. ----- 3ess>6 da The
i\ Qofnta-------S. Marcos R. M. -------
11 Sexta---------S. Rita do Cassia Viu. -
ib Sabbado -- S. Ilazileo Are-
1% oib. S. Afra M. -*--<-----
SeSSaO da Tiles, e and. do .!. de 0. da W
Bol.. eaud. doJ.da 1. v. doC. d* w
------ Kelaco, e and. do .1. de 0. da >. v.
- --------Ses. da Tlicz. e aud. do J. de l). da irv.
.....- Re. e nud. do J. de da 5. v.
v Afare eheia para o da 21 de Mao
As 9 horas e 18 minutos da tarde Asi) horas e 4? minutos da manh".'
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GEllAL LEGISLATIVA.
RENIAO' DE;AMBAS AS CMARAS.
Conlntinco da Sessao em 2$ le Abril de
18.o.
(OSnr. Otloni ron tintn niln filiar)-O no-
hre depulado pelo Pan! cslifhelece huma ni-
ca exrepeao s he q tiesta o ilc gabinete a ile
fundos secretos -na assemblea geral aleaba tic
recusar a sua confianca ao gabinete na ques-
15o de funilos secretos. () nohrc ministro ,
pelas poticas palavra quedisse, nosuppoe
a existencia de questao de gabinete : ma3 a
assemhlea peral ac ha de pronunciar-se con-
tra ofjoveriio, e sem discnsso : convem pois
nue a vontade irresponsavel seja esclarecida ;
rque como estou convencido que, segun-
do sistema constitucional, nao se pode p,o-
yernar ?em a maioria das -.-amaras, s na
Turqua pode ter vigor o principio ennuncia-
do oqui pelo nohre ministro dos estrangeiros
- Hei de governar em quanto o regente qui-
ser pouco me importa com o voto das cama-
ras : assim se podem entender as suas pala-
vras. A pesar desla opinio, estou que a
vontade irresponsnvcl qtnrer governar cons-
tilucibnalmente, e ha de goyernar coma mai-
oria das cmaras ; he preciso por tanto que
seja esclarecida e que saiba qual he a oposi-
cao (que se quer esconder) oposico que se
acabado negar a sua eonfianca ao ministerio
na assemblea geral; vejo q' ha varias rasoes q'
podem induzir em erro a vontade rresponsa-
\el ; e em questes tao gra\es jalgo isto
prejudicialissimo : por exemplo rtcorilo-
rne que a discussao da cmara dos depulados
o anno passado sobre a reparticao dos negocios
eslrangeiros poderia induzir em erro a von-
tade iiresponsavel- o pobre ex ministro dos ne-
gocios eslrangeiros que servio na administra-
cao de iq deselerobro o anno passado esfor-
cou-se grandemente para que passasse huma
consignacao semellianle que o senado yolou :
< tilfelaiiio a proposicao do nobre -ministro
loi rij'cilada pela maioria da cmara : e lal-
vez que a ontade irresponsavel nao saiba que
o grupo a que pe leticia esse nobre ex-minis-
tro be bumdaquelles que vola contra esla
pioptia emenda se continuar a volar co-
mo volou sobre a emenda antecedente r isto
pois pode induzir a vontade irresponsavel em
erro, porque ella nao querer chamar ao. mi-
nisteiio se nao acuelles que liyerem a maioria
das camraas ha de proeuial-os por orea na
opposico que acaba de ter hnin Uiumpho^
e esU opsicao leudo alliados lio poderosos
como os nohres membros da adminislracSo de
iqdesclenibro, he justo (ue a vontade U-
nsconsavel saiba como he que es-cs senlio-
ies anda esio nos seus principios na forma
da declaraco de lium de seus igaos na cma-
ra dos deputados.
Sur. presidente quando chegou ao meu
cnheciroeoto a emenda do senado augmen-r
UndoaconsignacSo para a repartido os ne-
gocios eslrangeiros, eu fiquei l.utn pouco va-
cillaote sobre sua conveniencia, a vista do
aspecto poltico que aprcsenlavao uesla oc-
casio ainossas relacocs extenores o Oya-
pock achava-se oceupado pela nacao trance-
2a, ella tinha ilesallendido complcla.iuole-as
nossas reclama^oes. e quando vi esta emenda,
e'nteudi que o nobre miuistro quera procurar
alliaucab, quera que o Brasil fosse repre-
Phtado em varios paisos, e para isso precisa-| negocios publicas. r\pliue-se i por minia
mas tlinheiro. Mas a^nra r1iemi ans naite farei o que mo impoe o dever ; fique o!
va di
nui;s OUVKIOS, pela leilura de huma folln ra
capital que osle grande embarao que com-
p'ava extremamente as nos*aj relacoes ex-
: teriores desapareceu, que o Oyapock fora des-
ocupado e consta-me mesmo que o ministro
inglez pedir huma anjieneii para felicitar o
governo imperial por este aeontecimento. Ora
se isto lie assim fe nao peco no nobre ministro
que o declare se no he possivel decla-
rar)... -.
O Sur. Ferreira de Castro Declarou hon-
. tem no senado ; veja o Despertador.
O Sur. Otloni Bem. O nohre ministro ,
como acabo de onvir declnrou no senado a
desocupac3o do OY'ip00^ \ estao por tanto sim-
plificadas grandemente as difnculdndes que
poderia obscurecer o nosso horisonle pelo
lado das relacoes exteriores ; e se nao he
occasiSo de faser economias nesla reparlicSo,
nSo sei quando chegar este diloso tempo,
Mencionando este faci ; eu peco assem-
blea geral permisso de diser que este des-
enlace laO lisongeiro para nos da desocupa-
cao do Oyapock deveser agradavel certamen-
le a torios nos mas muito particularmente
a oposico, que desde 18*8 ptignou com
todos as suas forra? nesta cauza e que veio
mostrar a alguem que nos n5o estavamos
as circuiislatieias de faser concessoes (apoi-
ados).
Terminando o meu discurso eu peco ao
nohre ministro dos negocios estrangeiros, que
reflectindo mais a sangne fri mais livre da
impressao desagradavcl que llie produzio a re-
jeicao dos fundos secreto (creio eu), meditan-
do hemsobre a organisacao do nosso systema
constitucional saiba qne estamos 11 hum go-
verno representativo, e nao na Turqua, e que
o nobre ministro s pela vontade do regenta
nao pode governar o paz
Ilustre depulado certo de que bina cmara,
nos Lavemos de enmutrir : hci de apresen-
tnr-me peranle ella e com documentos att-
tbenticos ; porque felismente nao tenbo ne-
gocios scretos o sobre todos posso dar
informacGes. Nao tenho mais na-
da a diser. le assim que tenho acabado to-
dos os erapregos que tenho excrcido na minha
vida (muitos anoiados).
O Snr. Carneiro Leo Nunca considerci
as emendas do senado como far.endo parte de
questo ministerial ; por isso quando appro-
ve humas e rejeilei otltra s n5o me aeciili
por este principio : por consequencia. a de-
claraco do nohre ministro dos negocios es-
trangeiros a'meo respeito nao tem influ-
encia alguma. Eu sempre cousiderei que a
quantia que a cmara dos Snrs. deputados
consignava para esla repartarlicTo era mili-
to deminuta o nosso cerpo diplomtico ,
como se acha montado exige mnilo maior
despesa eeu nao vejo que resulte titlidade!
publica de se retirar algiius agentes dos nos- ;
sos diplomticos, como se deveria retirar se
por ventura passasse a consignac > da cim ara
dos deputados. Pnrecendo pois, que era
necessario que o Brasil conservasse as mosma3
rellaces diplomticas, e q' mesmo as amplias-
se em alguns estados ; estando persuadido que
a quanlia votada nao era suficiente para is-
so, votei sempre por maior consignaco : e
como uo sigo o principio qne se tem querido
introduzir de que a cmara dos Snrs sena-
dores nao tem direito de augmentar as des-
pesas publicas, continua a votir pela emen-
da ; por que, se na cmara dos deputados
quera votar pela proposta do governo que
dava muito maior quantia, nenbuma rasao
tenbo para rehilar a emenda do senado
Digo que nao sigo o principio de que a ca-
nao poue goveiinr o liai/.. jyiguciin: iiiu si;;u u |ii 1111 1 jim uu jiic a \.a
O iVnr. Lopes Gama (ministro dos estran- niara dos Snrs senadores nao pode emendar a
rpiros ) Quer o Ilustre deputadn que nao se le do orcamento e deditzo isto da cotislitui-
ixe para a reparticao dos negocios es! tan ge i- cao. A conslilnico con fe re assemblea ge-
rrM mais nue a nuanlia necessaria para as des- ral a attribiiieaode marcar as despesas pu-
ros mais que a quantia necessana para as (
pesas qUe estao marcadas dchaixo do ti lu-
lo de legacoes, commisses ele, Se o Ilus-
tre deputadn j; tivesse sido ministro desta
reparticao, ou se o Ilustre depulado nao es-
tivesse inteiramentc albeio dos negocios des-
ta reparticao (perdoe-me que lh'o diga)...
O wnr. ttoni: Obligado pela pulidez :
pero a pal&vra para responder.
OSnr. Lopes Cama (ministro dosestran-
geiros)... conbcera queoulras despesas ha
alero dessasespecificadas. Snrs. ,eu nao pe-
co dinheiro senao para o servico publico.
Jadisse que nao me relirava <|o ministerio
sem dar tontas : por miaba vontade nao me
retiro h-,u dar conia de minba adlainistraco
a cmara dos Snrs deputados e ao senado ,
visto que respeito a representadlo nacional.
I Jadisse quedesejo ser nter odiado lodos os
.dias, e estar com os meos aclos lao seguros ,
e tao cellos de que ncnluini ministro traba-
Ihou mais do que eu para sustentar a hon-
ra e'dignidade nacional, que en desafio huma
discusso S'ibre os meos actos. O Ilustre de-
pulado parece nao querer que eu va ao com-
bate ; elle ulerpreta malignamente as m-
nbas palavras disendo que eu quero subju-
gar a opiniao de toda acamara, que eu que-
ro resistir maioria da as*emblea geral. iNa
he isto o que cu disse, nem o que se deduz
de minbas expressoes. Snrs., o regente sabe
o que faz : se a camara nao quer ouvir os mi-
nistros da coroa su nao que informar-so dos
ral a atiribuicao de marcar as despesas pu-
blicas, e uo a declara privativa da cmara
dos deputados ; quando se trata da maneira
porque deven) ser discutidos os propicios ,
cada huma das cmaras tem o ampio direito
de emendal-os, sem faser mesm distinc-
c;o daqtielles que estabelccem itupostos ; a
nica destinecao que ha se aclia expressi na
constituido e vem a ser a iniciativa de im-
postos.
Parece-me quedepois do corpo legislativo
ha tantos anuos admittir esta inlelligeiicia da
conslilnico, depois do corpo legislativo es-
lar disciilindo huma proposta que he prova
d^ iiitcllig^ncia que tem dado ; constituico ,
islo he que decretar despezas nao he ini-
ciar impostes nao se devera boje recorrer a
tal principio ; oulras razes se poderiao pro-
curar contra as emendas e na esta que
me parece contraria ao nosso mesmo laclo, que
he a lci do orcamento Esta lei sempre leve
comeco na cmara dos Snrs. deputados e
nao por va de huma proposta do governo ;
mas depois htiini lei ordenou que o governo
em cada bu roa das sesses at certa data ,
apreseutasse pro|M>slas pata ixaco da recei-
t c despe/.a e (breas de mar e tena. Ora
se a cmara entendesse que fixar despezas era
o mesmo qne iniciar iropostos ento sea
iniciativa de impostas Ibe compele com que
autoridade poda ella delegar ao governo a
iniciativa sobre despezas publicas '.' Nos mes-
mus udu.iltindo a proposta do governo Q-
xando estas despezas ojio estamos em con-
tradcc5o> qnando asseverarraos que o sena-
do emendando esta proposta tira a prero-
gativa da cmara dos deputados ? porque SO
decretar despezas he o mesmo que iniciar im-
postos, segu-se que a iniciativa devia ser
da cmara dos depntados c nao do governo ,
como lie a lei que estamos dscutindo. Pa-
rece-me islo tao claro que escuso demorar-
me sobre est" ponto epassarei a fallar so-
bre huma decbraco que fez o nobre depu-
lado qne parece querer dar huma especie
de gloria a huma parle da cmara e pri-
var a outra parte, eaos Brazileiros era ge-
ral da porcao que llic pode caber.
A' vista da maneira porque o Ilustre de-
putadn falln do fado da desoecupacao do
Oyapock. ao ver como eliealtribuio a gloria
deste feliz sucesso a huma parte da cmara
dos deputados, qualificado como oposico ,
disendo que este facto moslrava que o Bra-
sil nao cstava as circunstancias de faser con-
cessoes parecera que alguraas concessoes
forao propostas na cmara por algutn lado
della a este respeito. .Mas eu notarei qlic ,
tanto acamara dos Snrs. senadores como a
dos deputados lorio sempre unnimes co.
querer a evacuadlo do nosso territorio ; em
todosos piojectos de respostas a falla do trono
se convidava o governo a pugnar por essa de--
ocenpaco ; noque nos devergiamos era em
quealguns Srs. fizerao deste objcc:o tima alma
para bter o governo, suppondo que o go-
verno tivesse interesses diversos e que nao
nzesse as diligencias necesarias pata obter es-
sa desocupacao. Mas nos qne acreditamos
que o governo tinha feito todas as diligencias
necesarias para esse. fin nos que acredita-
vamos que o meio das negociacoes era suli-
cienlc, e que nao era necessario provocar hu-
ma guerra da parle da nacao francesa ; n6s
upprovamos hum projecto de resposta a tal-
la do throno, dffereiHe daquelle que os !-
lustres deputados quiserao qut* passasse. Mas
se o facto pode provar alguma cousa he cer-
tamente em favor da maioria o contra a opo-
siqo; porque 0 facto prova que as negocia-
coes lora o sumcientes c que nao era neces-
sario que isessemos bravatas capases de sus-
citar biimi guerra ; porque a guerra, todas
as vpses que se provoca sem rasao quand > se
pode obter satisfazlo por via das nayepaces
he hum lagello sem duvida que nao estamos
authorisados a chamar sobre o nosso paiz.
OSnr. Otloni (depo's de algumas refle-
loesque noouvimos)-Fo em virtude de
reclamaco minba que V. Ex veriOcou, que
aoesardeser huma simples somma, nioes-
lava as circunstancias de oulras porque
envolva esta simples somma hum au-
gmento de despesa ; V. Ex. entenda que o <
senado nq fe/, mais que emendarja somma na
proposta da cmara dos deputados mas o se-
nado coinmetleti hum erro de somma, por-
que a cmara dos deputados ; votou para a
secretaria^ dos negocios eslranjeiros, para a
commissSo daSerra Leda, pata ai tula de
costo,ele, diversas parcellas, as qaaesso-
madasdo os a48 co-itos. Veio oercameula
para o senado, qne disse i A somma nio se-r
ja ?4;''i mais -iSn. Ao principio entend que
na cmara,dos deputados se tiulra '-.imIo a
somma; mais vendo q' as parcellas sSoas mes-
mas, qui verifica a soma e no a aches eoto ,
euteudi que 1 ieuada quiz dar m<*is 3oc tai
contos. Para que sao esses 3a o tantos ooatos
pergunlci a uim mesmo P.Exaanei ta emen-
da. do senado, e ao pude seiitr esclarecimen-
I


/
2
DIARIO
l'*^!jyBt^S''.'.mHJBB5E
1 algnm pedi que dgum nobre senador e-*-jconcesses. Ora, ao nobre deputado que no gciras. Para os interesses de cada profissa
onrceesse a minba ignorancia q' confesso ser qui/. dazer coneesses rertamente nao se dirige somos nos ,
grande nesta parte. A isto responden o no-
l)te ex-mnistro... o nobru ministro (ex minis-
tro se estivesse no sistema constitucional) a
. isto responden o nobre ministro. O Sur
deputado esl inteiramenle alheio aos neg-
ros dcsla repartiio. gradeco a o nobre
ministro este rasgo de polidez e para mostrar
que se sou alheio aoconhecimentodos nego-
cies da ropartico de estrangeiros nao o sou
.sregras da decencia e urbanidade .
O r. Lopes Cama ( ministro dos estrnn-
geiros) ; Peco a palavra para explicar-
me
Son .((usrc'o re fulla de delicadeza. Declaro
que nao falte! iccnsideacSoaoilIiulredepu-
tado o nobre deputado mo esteva a testa
desta reparticao e por consequencia pode es-
tar aJlieio aos negocios tieiia.
Exprimndo-me desle modo nao foi m-
nba iiitencao Irrogar (tesar algum ao nobre
deputado ; porque be possiyel possuir muito
saber e nao ter as noces precises para fallar
sobre oohjeclo a que o nobre deputado se re-
feri. Se poreui o nobre deputado se julga
uffendido, desde j lbe dou buma satsfaco.
O Sr (Htuni i Eu j disse no princi-
pio do meu discurso que era o primeiro a
onlessai a minba ignorancia ; mas o que
iulgO nao ser da repjr de decencia e ur-
banidade be que o nobre ministro sendo bum
Hercules leudo conbecimenlos to vastos ,
sendo capas de luclar contra ludo, mesmo
contra a vor.tade do regente livesse a des-
humandade de laucarme em rosto esta minba
ignorancia. Mas como S. Exc. me d buma
saiisfaco eu a ccilo.
O nobre ministro disso [ conlinunndo no
syslema.de tancar o odioso sobre mim nao
pudendo responder aos meus argumentos de-
bflixo da impresso desagradavel da reijeico
dos fundos secretos ] o nobre ministro disse
qneeuhavia adulterado suas palavras, que
elle nao havia dito que havia de ficar no seu
|Kto per fas ou per nefas. A ppello para a as-
smblea geral : o nobre ministro no calor do
seu enlhusiasmo ua conviceo deseu immen-
so poder at se esqueceu do regente : quan-
fnllcu pela primeira vezS. Ex. disse:--
** Eiquem os uobres deputados certos que
hei de apparecer pera ule as cmaras Iiei de
mponder a todas as nlerpellaces que me
para os interesses das grandes
o meu alguera : infelizmente nao posso cxpli- mnssas territoriaes sao osSnrs senadores, para
ca-lo mas a cmara dos deputados toda me os interesses entre o poder que manda e os
comprebende e mesmo o nobre ministro subditos que obedecem sao os representantes,
sabe quem he oalguem. Tenho-me expli- E pergunto O imposto diz respeilo aos n-
cado.
O Snr A ndrftda Machado ; Snr presi-
dente en nao centava de fallar na presesen-
te discusso : o meu estado morboso servia de
justa escusa ; todava avenlou-se huma ques-
lo na qital nao posso deix-ir dedizer alguma
couza. Tenho volado contra todas as emen-
das (os senbores senadores ; e tenlio volado .
nao lauto por julga-las inconvenientes, co-
mo por julga-las inconstitucional'. Eu me
acbo em huma posicao eslranlia votando com
pessoas eujos principios nao professo e detes-
to porque voto cm Srs. quo seguiro Os
principios do gabinete de 19 de setembro, que
sao para mim borrveis.
Primeiro que ludo eu direi [ e a franqueza
pede que o diga] ao meu nobre collega pela
provincia de Minas que nao enlendo como
elle o que disse o nolne ministro dos eslran-
teresses das grandes massns territoriaes on
diz respeilo aos nleressei de cada buma das
profissoens? Quem pois deve consentir nel-
le Sao os representantes desses interesses .
ionios ns os deputados da na cao. Ali se v
que segundo a ndole do systema represen-
tativo nao pode nem deve ser mnguem que
cohsinta o imposto seno a cmara dos depu-
tados.
Ainda digo mas a nossa consliluico 6e-
guio este mesmo trilho, mm poda ser de
outro modo ; alguns Srs. ignoro como ella
foi formulada. Fu lve nella grande parte :
todo o mundo sabe que na assembla consli-
tuinte juilino-ncs sem plano ; nao bavendo
bases em que assentasse a discussao, nome-
u-se huma commiss > para tratar duconsli-
luico j cu fui hmn dos nomeados 0 actual
regente foi outro, meu fallecido irmao on-
de 1-
fizerem nao bei de recuar do meu posto ,
aSsenlou-se 5 e depois [ permitta-se-me que
diga ] desta bravata .
O Snr. Ministro:Isto he que he delica-
deza?
O Snr. Ottoni 1Eslou imilan'o osvstema
do i:obro ministro
nobre ministro depois de sentr-sc tc-
ve huma inspiraco lembroti-so que t i ola-
se esquecidoal do regente, pedio a palavra
1 ara se explicar e enlo be que l'ez excepcao
a sua regra geral de governar a despeitodo
regente. De cerlo se eu livesse matigtiidade,
quando combat a primeira proposic.au do no-
ble ministro poderla stippr que havia ou-
tro peder invisivel que conservava o nobre
ministro no gabinete f mesmo a despeito da
vontade irrespcnsavel ; mas eu que nao le-,
nbocssa malignidade, aceite! acorreceo que
geiros. O nobre ministro sabe bem o syste- iro | e alcm .lestes o finado maraun
ma que nos rege e nunca poderia di/er que | nbamb pe o Sr M...'
seria ministro a riespeito da vontade nacional;
elle disse que 11S0 abandonara o seu posto sem
se apresentar perante as cmaras : se o regen -
quer
mais
te o demitlir obedece ; mas isto nao
dizer que se as cmaras o nao apoiarem
elle continuar.
Nao leve rasao o nobre deputado na incre-
pacaoquefez ao Snr. ministro assim como
tambem nao acbei muito conforme enm o car-
go do nobre ministro e rom a sua educa cao ,
que elle julgasse o nobre deputado albeio u
negocios nos quaes embira sajan precisos
mais ou menos conbecimenlos professionaes ,
,nao podem ser eslranhos a bum deputado na-
cional que deve estudar as materias que tem
relaco com os interesses do paiz : e mormente
a bum deputado das luzes do nobre deputado
por Minas. Agora rei propramunte ao que
be da discussao.
Sr. presidente poderei estar engaado :
mas eslou plenamente persuadido que c-
mara dos Snrs. senadores nao compete alte-
rar o budget fcito pela cmara dos Snrs. de-
putados. I 'undo-me na ndole do
1 a vares e meu so
brinlio Costa Aguiar eu ti ve a boma de ser
nomeado presidente des*a commisso em
pouco apiesent.rao os seus trabalbos eeu
Uve a sem-cerimona dedizer queqopres-
lavaopara nada bum copiou a consliluicio
|>otlugueza outro pedacos da consliluico
bespanliola vista desles Irab.lbos a no-
hr^commis.a,. leve a bondade de ineumbir-
""' "a icilaccao da nova eontitilica. : v que
O eu ? Depois de eslabelecei as basft funda-
Bientaes |ui reunir oque havia de melbor
em to.las as nutras constiluicoes
do
das consta smente que foro bou tem presos
pelo Sub-Prefeito de Jaboato Francisco de
Pan la da Foneeca branco e os pardos Ma-
noel da O ra e Nicolao Ferreira dos Praze-
res o 1. para recruta vai ser inspeccio-
nado por se tiueixar de molestias, eosdoi
ltimos por nao terem gnardado bem uro [>re-
so do mesmo Sub-Prefeito, deixando-o fu-
gir : fi>rao delcnlos.
Nada mais consta das partes boje recebi-
das nesta Secretaria
Dia ?>.
lilm. r Etm. Sr, Porto bontem preses
pela I." Patrulhadod-istrictodoCorpoSan-
to o Portuguez Antonio dos Santos, e AI noci-
da por nfrnccSo das Posturas da Cmara Vlu-
nicipal foi solio ; eos pelos Jos escra-
v.i de Joaqum Jos de Miranda e Joaquina
de Porfii o Aulonio Esteces, por estareoa bas-
tante ebrios ; foro remeltidos a seos lespec-
tivos vSrs e pclo'CoBimissmjo dodratricto
do Manguinbo outro pelo de nome Wanoel ,
escravo do lleverendo ParochoJoSo da Silva ,
por andar fgido : leve o mesmo destino.
E' oque consta das Parle* boje recebdas.
Correspondencia.
Senbores Redactores. Nao gosto defa-'
zer de bum argueiro bum cavalleiro ; e por
isso nao a dio motivo para me entbusiasmar
com a decisao do Su pro no Tribunal de Jus-
lica que vem transcripta no seo Diario nu-
mero iii, e nem para me melaueolisar com
as reflexes que aparecem em o numero 11J
da nvesma Folba. E se uuerem que Ihes faca
aproveilan- .
1 una conlissao ingenua ; \\o\e duvido de lu-
jo e coordeando o que havia demaisappli
cavelaonossoesiado; mas no curto praz de ?. : J0" M,,",UW n Pyrbomsmo. ar-
3 d" para bum traba 11.0 to insano s pude UieA ,,C' a razao do. me d,,-
que em t'er-
eracoes
farer bnn,. i,. : r c- m ta quatro para cinco annos que em r
i"zer numa obra imperfeita. Eu o disse quan- r 1.
do a ,,.,,,,,,; ,:' ___11, ,-, namnuco se processa conlorme as alterac
uo a apresenle a assembla constituate : { .. .. ,
mno Uml; .. r__ 11 1 (ln ,ei de 14 de Abril : ha quatro para ci
mas temore que a fosse mellinrando pouco a ^ '
1 1 annos, que d estes processos se recorre r
al he pura copia c -r -i ir 1
.. o supremo I ribunal e atrora he que apa
:iws divergR ares- ,' 111 i
..J..1J f ce lium sendo itilgai o niillo porque n 1
to do elemento fe- tr ,. 1 .. ,,' '.
Ulfl mLb(1u officiarao PrrfeUo eNolano!! Entra pi
pouco ; a consliluico acta
de quanlo ali escrevi ; apt
peilo de imposto* a respe
deral que nos tem dado que entender e a
respeilo dedirailos naturaesescrptos. Ora,
systeraa j esta consliluico que os Srs couselheiros de
representativo, na natureza do .mposto nos estado ooordemro he tirada da consti.uico
interesses representados pelas tres parles que fama em grande parte e da de Norue.ja
qued'estes processos se recorre para
re-
rile
Prrfeiio e Notaiio!! Entra pelos
olhos at de bu Topeira que a ra/ao de
tal julgamento nasce da influencia do dia.
Como est mui prximo a passar a intrepre
taco do actoaddicion d o Supremo Tribu-
0 nonre ministro fez aoseu discurso, decla-
rando que havia de ser ministro in quanfoo
regente emnorae do imperadi 1 lbe conservas
se a sua conbanca.
O nobre miuistro para laucar a pecha de
malignidade tuis nimbas obstivaeGens fez
buma nota aoseu discurso e accresccnlou
Iior minba vontade.Mas eu appello para V.
-x. e para a assembla j pode ser bre ministro livesse in mente dizer que elle
o ministe-
sua
que por sua vontade nao deixava
rio, salvoe o regente relirasse dellea
confianca. Maseu appeilo para V. Ex. e pa-
ra a assembla geral 5 taes palavra nao pro-
erioelle no seu primeiio discurso por sso
ea disse que s na Turqua be que poderia S.
Ex. assim governar porque no razil havia
de sujeitar-se a vontade das raaiorias e nao
; vontade iiitsj.oi.savcl : porque o paiz
li de ter dirigido conforme a poltica que ul-
ganni mais ventajosa aos interesses delie os
representantes incumbidos desle grande ob-
jerto.
Outro nobre deputado: qi>crendo. arredar
represento os interesses geraes e alem disto
na constituico. *
Nao neg os precedentes ; mas quanlo ao
de 18:16 direi que a cmara de ento tnba
de cuidar muito seriamente sobte se havia ou
nao existir e nao sobre se havia melbor ou
menos mal existir ; rx'dc.u obrou com pru-
dencia. D'ahi veio esse grande precedente.
A cmara dos Sis. senadoreselevou a do-
lacao de 400 a i,000 cortos ; a e'amara dos de-
puiados abaixou a raheca : Uvz eh fizesieo
momo apezardesor teimozo porque Irala-
va-se de saber seo Hrazil seria anda buma
monarchia representativa ou se voltaria, ao
trilho velho das mnarclitas absolutas. Nao
se arriscSo fcilmente too grandes interesses.
Senbores, eu enlrarei a dar as razes de
ronviceo que tenho para negar cmara
dos Snrs si iu Joros o dii cito de emendar para
mais as desj ezas publicas, lie innegavel pa-
ra mim que toda u despoza que augmenta trz
ixeessaiament bum imposto, e o imposto
nao pode competir nunca- cmara dos Snrs.
senadores.
Ninguem ignora como tomos nos outros os
communschamados a intervir noconselho de
estado ; loi porque o re gosla de diuheiro ,
gosta muito d arrancar o dinheiro a alguem :
e era preciso para isso a pbanlasmagoria do
emoi.tras. Eo que diz a consliluico ? Que "L*600*.**0?'' C .Prtlen hpw o
a iniciativa dos mpostos compete' cmara e"e>[ dil;T'c!l-,lcrPrcla',.v!l|- F" 3mtf>n H1.16
dos deputados. Mas diz-se marear des- eS,e acJ. do. SuPremo Ir.bunal fte prati-
pezas nao be iropr : vem a dar no mes- Cad nb mtUo' e' a"te i'"^/"etrationerti ,
rao Mas dii-se que o senado nao leudo a fr3uet en'o eu me teru inthusiasmado com
inicalva, tem com tudo o direto de ixar ,ua. .dcedlda PrPva de fortaleza do poder
despezas quer as augmente queras dmi- Jud,c,ar, } .mas Rora que a pobre le se
ffat acna nos ltimos paroxismos,he que lbe cdn ni
perna. He fraqueza ehlre ovelba sei[L>ao.
Disse eu que nao me melancolisava com as
justas reflexes do communicado ; porque por
isso mesrrio que quazi todos os Assenlos entre
m')s sao por via de regra tomados por hu-
ma circunstacia de momento pode mui bem
ser que amanb leudamos por aqu bu de-
cisao do mesmo Tribunal em sentido conlr 1-
( Contnuar-se-b )
PRUNA M li UCO.
Diversas Ueparii(;oens
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta lie a mesma do N. na.
(0RRE10.
O Palaxo Laurentina recebe a mal
para
rio. Nem com o que acabo de diser pretendo
fazer injuria alguem, e muito menos Ma-
o Aracaly no da u do correle as dez horas gislrados lao respeilaveis ; antes presto a de-
uo pretenda governar por sua vontade, c consenlimenlo do povo ; c por sso foro cha-
da manba.
TRIBUNAL DOS JURADOS
Sesso do dia i8deMaio de lt4o.
Jury de Accusaco
Denuncia do r Promotor contra Firmia-
vida bomenageiu ao mui liberal principio ,
que boje voga, de que ; os Jui/cs nao se duvem
amarrar com prestos, e Canos-fulgados:
mas rcgularem-se pelos diclames de sua cons-
ciencia
me n,io melancolisar Srs Redacto-
mados os niocuradores tojos das communas
para que dessers o seu consentimento para se
arrancar o dinheiro 5 he pois da haluresa do
imposto ser dado r nao arrancado. E como
se d huma couza ? Ou o mesmo concede por
si, ou por seu bstante procurador autorsado
para isto. E quem be o bastante procurador
autorsado ? Sao os deputados ellos lie que
sao os pioenradores inmediatos do povo : os
Snrs. senadores eslo em mais alta categora
parlecipo de oulra vontade de outra missoj
a elleico ultima he da cor* ; elles propen-
den! e devem propeuder mais para a corda do
que para o povo. E em que mos mais se-
no Joze Das Ferreira por crime de slelioriatj res com as reflexes do Communieado lenbi
o Jury nao achou materia para accusaco mais oulra razao; e vero a ser ; que,
Sessododia 19, Juryde Accusacj. sejuado miuha lembrauea, no Projecto'
Queixa de Joze Murlins da Silva Porto con- de interprtala) do acto addieional vemlium
tra Joze Francisco de So isa Lima por crim e ortigo que diz que as le* da Ateembla
de contuzao } o Jury nao acbou materia para Provincial nao serio nulliicidas seuau por
accusaco. outra especial dd Assenbla-geral: o que
fla de Joxe Francisco de Soum Lima con- iiupor huma, revalidato provisoria d,
Ira Joze Marlins da Silva Porto por crime de
lrimentOj o Jury nao acbou materia pura ac-
e si a pecha de nao ter tido paite na gloria guras cabina o dinheiro do povo ? as mos
aruacndo Oyapock, como que quizjdo poder, ou em as de nos outros pobres
(ciro.'isii; 11 o de 18JB eta quem
fi'i.fia menos (1,,:,_ ,.. u. exprs-
(i a nenlium lado
cmara, ncnhum Krazileiro, os dselos
>.i oLici tsa evaciiuco de rcpellir os Eran-
rezes daquelle jiouto eu disso que a opposi-
s o ii'io aa3 (;!oria ( :oe-se bem a nimba
*-\presio) do que alguera que quii. fazer
villos ? Eis-aqu o primeiro princi po.
Segundo principio Snr. presidente : to-
do o mundo nao ignora as divisoens do in-
teresse ( ha interesses particulares ha inte-
resses de grandes massas lia interesses entre
as profissoens ha interesses enlre o poder
que manda e os subditos que obedecem ha
cusacao.
O Arsenal de Marinba desla Provincia ,
precisa compS-ar urna porco de farinba de
mandioca que tem de ser remetala para a 1-
llia de Fernando. O lllm. Snr Inspector
do mesmo Arsenal, convida a aquellas pes-
soas que (al genero queiro vender, que coro-
par eco com as suas amostras e propostas para
se tratar do respectivo ajusle ; isto em odia
i5 do andante mez pelas dez horas da ma-
nba.
Arsenal de Marinba de rcrnamduco al
de Maio de 1S10.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.
PREFEITURA.
Parle do da ao do correte.
mesmas Iftis
provisoria ci,,is
proviiicaes, a m de evitar as
Irisles cousequeucias que mui indiciosa-
mente recela .0 autor do Comumn'ieado. A
Assembld-genl, nao seria to cruel, que
conheeudo que as leis geraes do processose
aeliavo tolas alieradas pela lejjislaco pro-
vincial e por conseguale comprometidos os
direitos dos Cidudos sem culpa da parle d'es-
tes nao Ibes ministrasse hu remedio sal-
vador que os pacihYasse. O remedio pois
nao foi oulro que reservar para bum ac-
to especial posterior, e prudentemente pen-
sado a uullifieaco das leis provinciaes. En-
to a Assembla-yeral curar mu seriamen-
te as feridus abenas pelas leis provinciaes :
feridas de que ella mesma loi causadora
dando ao ivo huma lei ambigua einier-
prelavel. Todos sabem que os actos menos
regulares pralicado era boa f em virlude
de huma le escura sao revalidaveis : todos
WUrcsses cnlre a naca e us nucens extraa j lllm. e Exm. Sr, pas Parles boje recebi- J us sabemos, que o acto addieional muito


tnais importante que as leis provinciaes se
cha revalidado sendo alias bem vicioso ca
swaconfecgo.
Fot tlosbolj a influencia da leda u{* de Abril,
mi de vem e nao lifio de ser annuilados ;
car^acerrada : c nein os Juizes de lodo fmpe-
rio so obligados a jura rom itas pluvias de
fmm accordao para por elle Hrooldarem suas
opinies em iodos os casos idnticos nutrn-
8is. Redactores Be I lies parecer conven-
anle teuhoa bocdade de Iranscrever no leo
Diario catas. linhas, que iituilo pressa en-
va oseoassignanle o
Jmpassifel.
D I
A K 1 JO
O Ifi
P. E R. ISt A M B 5.1 O
Utucional, da qual cada hum toma a quanti-
dade qu llie parece. S elle famlico pre-
tendente he capas de dar hoa conla d aquello
em prego : em sendo prvido tudo mellio-
rara a olhos vistos ; far taes reformas po-
ra ludo com huma pontualidade nunca vista;
to de ordem vai tomando ala ; a nossa indus-
tria comeca a desenvolver-se. Pelo lado mo-
ral he que anda estamos em pessimo estado ,
tudo duvdo a causas inveteradas, oque s
huma nova educacao verdaderamente reli-
giosa poder remover e a rnodo tempo leo-
nas ordinariamente succede o contrari: en- tamente destruir. Entretanto estimando raui-
caxado uo emprego, a reparticlo vaide mal to, que o prodigioso agente vapor nos v
a peor; porque o tal pantalo dos prestigios beneficiando pelo lado do commercio da a-
s arma va a empollar hum beneficio simples, gricultura da navegaco etc ele faea-
ou sinecura. Conseguido isto, vai-se dei- otos rogativas ao Ceo para que nao mais sYx-
tar e zotnha do inundo al que oulro mais Senda Mtica j leis, lis funcoes publi
intrigante e gerigote I lie faca o mesmo quu cas, etc.
VARI DA DE.
elle fez ao seu antecessor.
Eduvidur algnem que tambem ha hon-
ras de vapor Ja vi em meus das Biijeto
com insignias de coronel dizendo-se cirur-
Cunumceiro
A grande voga dos Vapores.
Quemhavei tan casmurro to ceg apcr-
lgist dos lempos anlgos. que nao reconheca
o {pande progiesso, que lem feito e vSo fa-
reudoem nossos (lias as Srencas naturaes a
Phisi'o e mormenle a Qumica a Mecni-
ca a Hydraulica a ynamica etc. ele?
Que coinparai ao tem a I hisca antiga com a
l'hisico de ho.e ? Quanto se nao ignoravao as
loicas e prestimos de muitos agentes naturaes !
O vapor, por ex. tem Irazido aos liomens
vantagens e commodidades ncaluulveis
As machinas deste genero espantosamente se
multiplicad, Fogoes de vapor moinhos,
engenhos, senarias, carros, barcos em lim
de vapor lem estendido, e facilitado o oom
mercio tem dilatado consideravelmente os
gozos da vida social. A navegaco outr'ora
to inccrla e to escrava dos caprichosos
ventos, e das correles hoje zomba de ludo,
e com mao si guia marca quasi ao cerlo os da
de qualquer viagem gracas ao maravilhoso
invento dos vapores.
Ileconheco nesla parte quanto nos moder-
nos sobrepujamos a os ntigos e esl vanla-
jjcm naoduvido extender propria lYledeci-
na. A Medecina anlga era quasi cega, e
werAvelmente rolineira JS'esses lempos re-
* molos if,norava-sc- a Anatoma da l'lii^iolo
logia por consequeuca bem pnuco se sabia a
J'alhologia era mais adevinhi, "que outra
cousa e a Therapeulira pouco dislava da
abenca dos nossos curandeiros. Que milha-
res de pessoas terminaru victimas da crassa
ignorancia anda dos mais acreditados Escu-
lapios Quanlas molestias nervosas que ho-
je se cuia com mais ou menos faclidade
erao em oulros lempos classificadas por feti-
caiias c tidas na corita de incuraveis a nao
serem rombal das corn agoa benta com ora-
ces, benzeduras, e exorcismos Todava
nao sabe o pobre espirito humano guardar a
to precisa mediana. O vapor que tantos
hens nos tem importado pelo lado material ,
parece, quequer invadir-nos pela parle dos
objeclos moraes Vamos leuo por tanto mu-
tas leis de vapor repart, oes de vapor, em-
preado* de vapor honras de vapor virtu-
des de v. por e al dinheiro de vapor.
I m veidade militas leis nossas evohitiza-
ge d'hum anuo para oulro O que estas dis-
pe boje amanh oulias revoga. A Aa-
seinblca Geral luz carra Jas de leis em todas as
sifas sessfes ; o mesmo praticao as Asscm-
blcas 1'roviiLaes. No anuo seguinte estas
se evaporad e vem uulras explicando am-
pliando, resli ngindo, abrogando, ou de-
rogando as airecedenles algumas (abrica-
>r de todos os Exercitos, edahi a Em I
As mulheres Manembras.
irnii dos
meus aniigos Ctrapuceiros
poneos lempos evaporar-se ludo ; e o hornera tractei largamente dos Manembros ; masjui-
andar cnCiado em urna triste, e sumida ca- ao. anda me nao ler occorrido o discorrer
15 i
se O como experiencias, a maneira deslguus
Faiultalivos ql.e lazem provauca de cortos
mediesmentos em enfermos de pouca ou nem
huma monta v g n'hum pobre Frade que
na opinio d alguna blhosd Esculapio mal e
indetidamente pertence especie humana*
As tU'jiarlicea andao em continuas mela-
morpboses Asquesecria boje, amunh
evaporad-se .- humas chrismadse com oulros
uoines mas ucaO subslancalmenle as mes-
mas ; outras pennauecem com os mesmos a-
buOS soliendo apenas mudan,a deformas
accideutaes A respailo dos Em pregados p-
blicos he que mais se observa a loica do vapor.
Quasi ludo iie precario instavel, vacilante,
e de vapor. Ai d'aqelle luncciouario ,
cojo em prego leve augmento d'ordeuado !
Desde logo deve co:isiderar-se evaporado ;
porque sao lanos os esfomeados prelendeules,
td guerra Ihe lazem, que o humem hade
lugar a pieza quer queia quer nao queira
A tctica dos eopeculadoies he desacreditar
por todos os meros ao que esta sei viudo ; he
Qclaasir, que a este alia o lao necessario
piesligio, piuvra mgica, que tem servido
para uiuilu cousa especie d'ogoa benta cons- uios uiclhoraiido ciu varios objeclos : o espiri-
w e con lenlar-sc com otillo de botica- hum pouco a respeito das mulheres Manem-
i o e d'aldeia. J vi Majores e Tcne.ites bras. Sim tambera h mullietes que bem
Coronis c\ aporarem-se como bolhas de sa- r.ierecem esta qualificaco, U.Jiiolanji |>or
bao. e darem gracas a Dos de ficar no raa- ex., parece huma pomba semfel; raramen-
grnho posto de Alferes reformado. J vi le falla (o que ho muito para admirar no seu
pas da pal ra colocados no poni mais cu I mi- sexo) mal ergue os piedosos olhos : lodos a tem
nante das iionras, e applau/.os populares ; e por huma crea tura despida de ideus mundi-
dentro de pouco lempo, desvanecidos todos as Se Ihe filla em casar amua-se e
os prestigios verem-se baqueados no seu na- chora: cobra fam.a que nao pode olhar de
da d onde nunca deverao ler sabido. E ha- filo para cousa macho si sabe brincar com as
ver cousa mais inslavel mais vaporosa c suas bouecas ; he deleitada o deseuriosa n i
voltil, do que seja entre mis as honras as trajar e todos dizeiii que n asteo para fie i
distineces e respeilos d s Ministros da .('o- ra Entretanto D. Briolanja he huma velhu-
roa ? Estes logares sao to breves e trans- quinha refinada : se ferra hum namoro he
torios, como as vistas de tbeatro. Hoje o hum caustico fixo, e assra mesmo molanquei-
homem he S Ex o >r. Ministro e Secretario rotia he hum demonio a respeito de ciumes.
d'Estado de tal, e tal repartco t nao Ihe fal- A Manembra anda pela casa como hum
ta concideraces e zumbaias : mas a intri- animal domestico : ninguem desconfia della ;
ga entretanto est chegando agoa aos pes de tea'-o vestido quasi serapre desatado os cu-
ba rro desta estatua de ftabucodenozor : eila bellos desalinbados os ps ou inteiramente
amunh por Ierra ; todos passa por ella co- descalsos ou mal accomodados em hum par
mo por hum monto de ruinas ; e l se fora dacarapebiulns seccas chamadas chinellos ;
todas as honras de vapor Sic transt gloria e anda o melhor cpalo {ella o pe logo de
mundi: sola virtus permanet. chanquela Se lie fazem alguma pergunta ,
At a alias mui preciosa orna do bello sexo est mal responde com riso, e ar aparvalhado ;
su jeita a evaporar-se com facildade incrivel. nao cose, nao borda nao engoma: parece,
Mais d'luima Diana assomada e esquiva em que nao vive, se nao para comer e dormir,
poucos lempos v evolatisar-se a sua boa fama Mas militas vezes l Ihe apparece hum primo
por imprudencia d'algum Endemio por emprehendedor e impertinente que a tira
transigir com certas iberdades a'hum baile da indolencia e enlo vem a Manembra a dar
por humas taes familiaridades com seu primo provasdequantov.il, commettem.h>excessos,
Cazuzinha por hunr namoro em que in- a que se nao abalanzara a moca mais trefega ,
sensivelmentQs'civgajou ele, ele Em ver- mais desembainhada e zigue-zigue.
dado a boma d launa senlior.i he ohjecto de Tem -se notado outra cousa e he que as
summa delicadeza : maneira da planta sen- mulheres Mancmbras sao extraordinariamen-
silia o mais leve toque aofl'ende, a faz te prolilios Com toda asna pachorra e
conlrahir-se e murchar. D'aqui iijuize nao se me d produzcm como ratas : mas
qual quer que horrirel perversidade nao he d'abi nao conclua alguma agastadica que es-
a de certas lingoas aadas que tan fcil e tas proposices se podem reciprocar, quero
alegremente se oceupa em cortar pela honra dizer ; que todas as mulheres prolificas eo
da donzella da cazada e da viuva. Taes ipso sao tambem manembras nao certa-
I ingoas so arrancadas pela raiz e lancadas mente; porque outras causas podem concor-
ao fogo como huma substancia venenosa. rer para a forca productiva : mas huma ex-
Parece absurda a expresso virtudes do perencia constante mostra que as-manembras
vapor ; mas he exacta ; porque nao sei sq ordinariamente fructferas ou porque -
que outra denominaco se deva dar a aquellas buudem de ovos ou por oulros motivos cu-
virludes que se attribuem sraente lique- ja enumeraco deve correr por conla da Scen-
za a os cargos pblicos etc. etc. Sujeito ca Phisiologica.
h cojo mrito citra-se lodo em ter excel- Mas a prole das Mancmbras he por va de
lente morada boa meza carrrinbo c trac- regra mal educada ; porque a priineisa e
lar-se com fausto : logo s'esle bomem califa niui import.inte educaci vem das mies \ cas
em pobreza | erd( o merecmenlo, e por jdanembras lem por seu oaraclerislico odes-
consequencia bem se podo dizer vii ludes erao de vapor. Erondeho era hum sual o seu principal goslo he a indolencia ,
bomem incomparavel em quanto foi Depu- e o desmazclo. Nao aconselbaria a o meu
lulo, Presidente, ele : boje nada dislo mais maior iuimigo que s'esposasse com huma
he: j ninguem o louva ja perdeo as boas manembra. Quanto a aquellos que j se
qtialidadcs ; e por tanto as suas virtudes erao achu ligados cjoi mulheres desta estofa nao
lodas de vapor: e noy s temos virtudes Ihes %ejo oulro remedio se nao rcsiguarein-
de vaper se nao que tambem as h de so, sol rendo com paciencia e lomando ludo
la na xa. Os partidos por ex pe.ctirao t-m descont dos seus peccados.
virtudes, como qualqer o faz a respeito do,
seU chapeo. Se Pedro abraca a miuha par- CHARADAS.
ciulidade nao hqualidade boa, que nao
tenha ; mas se segu outra bandeira prom- Exprimo o que se faz de parceria ( i syl.
pamente Ihe allriblo todos os vicios cu Tcuho nos coracocs gr polestadu ( a syl. .
ulgo idneo para perpetrar lodos os crimes. j Virlude sou cmrn de lal valia ,
E dilibeiro de vapor:' lsso he peor que tu- Que os homens aproximo Un inda de.
do. Eogo (ue par desgraca nossa se levantou !
consideravelmente o valor nominal da nossa Eu nao tenho respeito com pessoas, (
mocu mormeute a de cobre os especula- E s relay*0 tenho de lugar ; (
dorca de ruoeda luisa surgraS de lodus as par-
tes: appareceou lal chancLan (ue bem
se poda chamar dinheiro de vapor, Ulli-
mamente temos as sedulas leves como o pa-
pel/.inho de que sao leitas que se molha ,
quesepeidim que se rasgao que se quei-
uu5, que se evaporad emhm 4 alm de j i-
rem apparecendo algumas falsas, que he
quaulo basla paia por todo o mundo doido.
Concluirei dizendo que nao pertenco ao
credo poltico desses carpidores, que acha
mau ludo, que nao he autigo que nenhum
melhorameuto eucoulra em as nossas couas,
que nao lem oilios, se nao para ver a lace
desvantajosa do quadro Em verdade nos va-
A visos Diversos.
^* Ao Se. que no Diario de it; di corren-
te n. iii Coi um annuncio declarando, que
ninguem contractasse sobre lio palmos de ter-
reno contiguo n propredade de Man iul Ana-
ciclo dizendo ser tal terreno pertencenle nos
Orlaos e interessados no Cazal do finado E-
lias Jos Marlios Perera so faz agua urna
pequea lemhranca, que Ihe liavia escapado^
b beque esse terreno he de propried ule do a-
Iviixo assignado que con qualqer pode
cOniractar sobre o mesmo -, e a este Sr. lam -
bm s^adverte, que heextranho o meio.^e
adquirir propriurlatle o incluir sem titulo
competentes na descripeo dos s::us proprios
os heos albeio<. II. Oadault.
r. _' rreeisa-sedeuina ama pira oservico
nteriio de urna caza de bomem vtuvo ; que
saihacozer. enromar, e eoinhar, e que
seja de a vaneada idade
e abone sua com
biela;
n: :ua do Azcilede Peixe indo da Madre do
Dos a direita, no segundo sobrado, onda
tem pad ira
syl.
Mas quem quiser saber qual o meu nomc, (
JN'o breviario v-me procurar. (
J ao Ileiuo de Flora perlenci ,
Mas tanlo se me lem quebrado os bros ,
Qu'audo por nios de srdidos esclavos ,
Serviudoora no mar, ora nos i ios.
. LOTERA DO LIVttAMENTO
As bodas da Lotera a favor das Obras da
Igreja da Sen hora do Livruiuoiilo corren im-
prelcrivelmeul no dia '2 do ukv. de Junlio
pn.'x. vindouro.
,...,.,, i, so dir quem preciza, euan-
nuncie
W Metbodo de Ungir oscabpHoi esuis-
sas Eavciii-si- .bem os cabellos com agoa
morna e depois eslreguem-os bem cora mu ovo
balido e deiiois tornen a Uval-os com ag 11
moma e estando eiixuloe, moHiera una es
covinhi n : agoa do vidro mesmo Irio e deen
nos cabellos leudo o cuidado de nao dexar
pingar ni roui e quando estovaren bem
molhados deixen enxugal-os esaiao para a
ra. Esti agoa d-se urna vez por dia e
que mui ponais vezes precisada maisdequa-
Iro das. Adverte-se que a luvagem cora o o-
vo basta si) na prime:n vez. Est(5 raelbodo
be o mais simles a o seo resultado li" o
melhor que ale agora tem apparecido. J\"o
tira de doi* ou tres Diazes ser necessario dar
umanova ap|>licac^p. Vende-sena ra No-
va loj.i de chapaos tue foi do Sr. Joapiiin
Jos Perera D a.a. Seo pceco be dos vidros
grandes ii[J oo os pe paenos aiUaoo.
tnr Joo Ralfiel Coideiro na irapossa-
belidade d entrar prop ament na liquida-
cao da sua caza raga a todos os seus ered"?
res se dignem aprezenl u- suas contas e ttu-
los a seo sogro o Sr. Francisco Ribeiro do
, Brito com Prensa no Porto do Mallos uto
no praso de 8 das era cuio termo supplica
tambem a os seus deve I ire'i compareci an-
te o mesmo Sr. Bi^lu ra se confrontaren!,
e anotar seus dbitos ; como tambera vendefe
o sitio do mesmo assima ua pacagem da Ma-
dancla cora cmodo para grande familia.
42^" No dia to do corrente dosapareceo do
um mouro do porto detraz do Tbeatro um.i
canoa de carreira meia aberta cora o siguaes
seguntes : abocarda da proua einmendada ,
o estrado do paneiro du piuho, o banco do.
vela de amurello e grosso ; e debaixo deste
banco tem um chapos de piuho cora (rez que-
quenos Imracos; a referida canoa lem um bo-
iero i|uuse no unlo para esgotar quando esliver
em seco, e lem nina corrente delgada tem mais
um rombo d tima banda : qualqtwr pessoa quu
da dita canoa souber ea quiser denunciar
alein de se Ihe liear obligado, da-se tima 'ia-
liiicacoi
t^r Da-se aoUooo rs. mensalmcnte a um
canoeiro forro ou captivo que queira andar
em urna canoa de milheiro para conduzir lij-
los da cambo* do retiro ao p do llmcdio, para
o reeeber menos aos Domingos : quem se a-
char as ercuuslancias de (lesempenhar esle
serv o dinja-se a rui dos Quarteis da Po-
lica casa I) 5, (ue achara com quera tratar.
cy Vende-se continuamente ubo-ado de
piuho da Suecia de muito boa qiuliJale de
meia poigada al .< de grosura ; c tambera A-
mericano, por mdico proco: quem o pre-
tender comprar dirija-se aliaz do Tbeatro
da parle da maro.
W Vende-se urna birretina e c orreamo
de lustro proprio para Naciooal eludo
em liom uso e proco coraraodo ; no atierro da
avista lado ducho D 5L
%tf O abaixo assignado penetrado de dor
e sentimentu avisa a aucioridade competente
e a familia a quem competir que pelas onze
horas da noite do da quarla leira ao do cr-
lenle para o amanhecer do dia quinta no
porto de sua olaria no Barbalho defroute das
bicaa onde OS canoas receben agoa appa -
recto um moco montado acavalio viudo da
banda do sitio do Sr lastos nao quenado
se servir do prest mo do ubai.vo assignado ,
precipitadamente se arrojou a passsra nado ,
infelizmente desappareceo salvando-se o ca-
valb) sellado e eiureado, o qual se acba na
mesma olaria do abaixo assignado.
.
i
i
',
i-
m
o
i
N.
Blsnoel de AU>un.ueroj(ic Barro,



DIARTO DE PERNAM BUCO
rrsrvH*
*
I


rl
d
t
ce
ti
Hum grande sitio con arvoredos bastantes Sodedade.
proSnonara grande plan lacio, silo na ur Wa-se aqm nesla Pwt^dijgj-
ber 96.400 rs. para se dar no Rio de Janeiro
snm prop,.,......_
rampina da Casa forte, a traclar na ra lo \ 1-
gario I). i-2 onde se feixar o negocio a pro-
co cmodo. .
12?" Aluga-se urna casa terrea sitia na ra
nova que vai para trompe com mudos com-
modos para urna familia quem n pretender
ilirrja-se ao Eateo da Santa Cruz a (.lar com
3 030Sebastiio Perelti.
1 s- Dezeja-se saber se existe nesla Cidade
o lilm. Sur. Francisco Moni* flarreto re-
Paraens, onnuncie a sua morada para ser
(procurado.
cr Preoiza-se alugar urna negra negro,
ou moleqno para o servico lie urna casa de
ttouea familia na ra Direila primeiro >n-
dar do sobrado I). 53.
&T" A prssoa que annunfiou rio Diaria de
'icj do torrente ter ama rasinba de laipa na
estrada da Casa Forte; adiante do Sur. Pil-
co
Id. a
colo podendo vir na largo do Tere
le (amida [>. 8, para informar a este res-
pailo para se poder hir ver o seo estado.
Cw* Precisa-se de '.'^ homem que entena-
da de 'todo o servico de tima Padaria, qoem
esliver tiestas circunstanciasdiiija-se a rua das
CrU7.es D. 9
rom seguranca a quem este negocio convier,
annuncie, ou dirija-se a rua da Cadeia do
Recife 5o ou no Atierro da Boa vista
T). 34..'
Avisos V tiritimos.
PARA O RIOfDE JANEIRO segu via
lem com brevidadeo veleiro Rrigue Oescohri-
ftor i tem a niaior parte da sua carga in-
da recebe algunia quem quizer carregar ,
dirija-se a rua da Cadeia casa H.
Para o rio ie jani.iro o Brigue
Escuna BrazHeira Amizade, quem quitar
rarregar ou hir de passagem dirjSo-se ao
Capilaoa bordo ou na luja de cabos na pra-
11 do Corpo Santo 5.
13 anuos ptimo para ser aplicado
querofficio na pracinba do Livramento (oja
D. 16.
,vado mcias de algoda-o de todos os tama-,
nbos brancas e prelas velado preto_portu->
3T Biscontos em foll.a de fhndres
igora
preeo eommod n casa de A. Hostil na rua
frescos e chegados .ora de Tlamlnirgo por madapoUroeraleo.
Puez, setinsde cores da ultima moda para,
eole.es paninhos lustrn* algodaoznho ,
madapolo e alem destas mitras militas laren-
das por precos baratos, na rua do Crespo
L e 1 a o
guex

L. ,1 n_i liril.lS iciiuaiiocua ub Hiuunaun ui"
Qnempn-cisardehum.a.xc.rolorlu- ^.^ de ^ para vesndos moSfUe-
e idade le 16 annos para ronda ,,e ^ ^ ^ camas clxhu)Uasde
mesmo para tomar por balanco do queitern l ^ ^ ^ ca rad,ae ara
bastante pratira ocimesmo par., rua; din- ()e tartaruga c de nwfim, porta-gar-
.la-searua^N.S. do'ierro lo,adeSapa.(,roiaf;is< ]M Jj^^ ro J bac Ja
^ r lavar rosto de xarao fixas le madreperola ,
W-O abano assignadofazaeienle ores- ,e dama9 de lodas as qiialida_
peitnvel publico que o negro que annunciou M ^ -^ ^J mas |lferores nc,DS_
ter em sen puder bu entregue a seu Sur.
Francisco da Silva Leitao Snr. le Engenlm
- Penedo de baixo. Manoel Joze Mar-
ti ns da Costa.
C3" Piecisa-se falaran Snr. Doutor Joao
Queran Rodrigues da Silva ou qoem suas
da Cadeia vellia D. 17 1. andar.
tsr Bilbeles e meios ditos da lotera do
tbeatro recebe-se f.m troco bilhetes le qual-
quer lotera; na rua do Collegio loja da quina
junio ao passo. t
cy ma prelada costa do bonita ngura ,
op'ima para todo o servico cozioba o diario
de urna casa e be boa quilandeira ; na rua
velba D. 8.
S25- Caff' moido a 8001 arroba, e oa
libra, caldas de roaracuj e tamarindo a Ho
a garrafa sem casco ; na ruado azeitc de pei-
xe padaria de Manoel Ignacio da Silva Tci-
xeira, .
^SSr Urna grammalica da liflgoa ingle" ,
um diccionario dito Annaes de Tcito ,
Quililiano compendio da historia Romana,
diccionario geogrfico ; na rua velba casa do
nincboD qi. "
v tsr A obra de Polbier Pandecle Juslmiaued
quem quiser annuncie.
I5f Urna armacaoe perlcnres de urna ven-
da sita na rua do Rozarlo da Boa vista rollan-
do para a S. Cruz ao pi: do sobrado onde mo-
ra o Sr. Queiroz Fonseca ; a tratar na mes-
mu.
t^. Urna venda sita na quina da rua da
Alegra qu e vira para a Gloria com
os fu idos queconviei ao coni|>radw ; a tratar
11U mcsina
tsr Meios bilbetes da loleria do tbeatro,
a 458o ; no atierro da Boa vista L). 10.
ve alguns de prala pentes de tartaruga del KSy" Sapatos de barradla para ealcar-se
marfim, livros com lindas pinturas fina, sobre as meias, ou sobre os cpalos de coum,
pannos de canlo muito superiores para ca- pode.ido-sc ab; pisar com elles dentro de ajoas
misas e lencos figuras de barro dos chefs e nao senlir-se nos ps a menor umujade ,
chinezes vestidos de sedaras mesas de xarao, conservando sempre os yes quentes e por is-
uma rica e linda casa de campo de cristal so muito ulil a saudc ; na rua do Rangcl so-
^&-'5m' Che faz Nunoalaria de Seixas ,' por
rnlervenco do Correlor Oliveira na sua
rasa da rua do Vigario sexta (eir 9.9, do
eorrcnle as dez horas da manh dosseguin-
te? artigos requissimos diales de toquim
bordados e eslampados mantas da china mui
"ndas lencos de seda de militas cores, di-
loja D. 12. ,
jjy Urna negrinba creoula de lo para
s de idade entende alguma cou/.a de
he muito gil para o
muilo cari-
iihoza para
tem vicios, ncm aciaqiic algn
'i
%-ezes lassa nesla 1 raca para dessedir-se so- diaru,eira canas,ras para Voupa suja e brado IJ g aoede se vende cera, e tem na
bre um negocio ? no qnal tem oda ingerencia ^^ ^.^ ^ iicos do mas varaHlla utlia laD0|eta.
o dito Snr Doutor ; na rua da l raa n. So a ^ ^ ^ ^.^ g Jo Ja | ^ ^^ de iil>o a ^ 0 p de l0-
falarcom Antonio Caldas da Silva ou ar.- proxmamere-cliei,ado e assim mais chapeos das as larguras grossuras e comprimentos
iiincif. de Brasa para saldar coutas, algn* ebje- por auerer-se desocupar o armazem ; no por-
sy Hum rapat Poringnez que escreve
menos mal c que offeiere abonaeo
duta, se offerece para raixeiroaq
' f.iradella para Administracao d
ou deslillic-o de que j lem pratica ; quem o g ^Se^ i Sto, dodiaaido tosle a'va na," Americanos ," e Hambur-
pertepder annimaie. con ente para o cima indicado. guezes ; e superiores bichas do Porto em
XE3- A pessoa que annunciou comprar o ^ a rnsa ^ ijUma ^ b Cab ,oja do ^ Qm_
novo testamento do I ercira querendo lu.m ^ ^^ ^fQe[ ^ Mfl T dera;
impress por I illmge e ll.igl.es .rooveoor- se |(U;;-|t>il;5 ()I. i|llcrvencaodo Correlor OH- ^ Bilhetes e meios ditos da Lotera do
por iniervencaoao Correlor Oh-
Cheloca dinia-se a rua lo Lotuvelo r, ,, T .
r m n -i veira segunda (eir u5 do correte as 10 Tbeatro ; na pracinba do Livramenlo Ueci-
D. 2|. I\a mesma seo lererc para caixeirode ', ._ 1 wiiu,flpnuU
lor:;(!a minia, (os segundes objectos per- ma a
tes ao mesmo'lavares a saber tadei- tjy Meios Bilhetes da Lotera do thealro ,
ras marquesas cmodas, camas, que corre imprelerivelmeute no dia primeiro
(pucas videos garfos, facas e
col I
qualquer ocupacao hum rapaz Bnuileiro 'o
i.'l anuos que escreve e conta crrela mea-
te e d: alnuns mezes gratis
cr Qom annunciou no Diario (, Quinta 1u.;dros ; Kas wdro? ,"f?s' "' e feiran 11* querer alogar liuma escrav, di- <.0':" u1' du.as l,*"delf -;; c. i>r.... ,t \, & Preiza-se de bm Sacerdote imra ser-! n,8ls "' ;;'!0' ,,n1 oc?lono- com1 lo,,os os lo>a de fazeudiis confronte do beco do peixe
virdeCoadiutornafrer.uraiHdeGaranl.uns; l,crlences Para d,Mr """ "rW ovo rilo D. A na pracinba do Livramento loja
decores dous carros de a rodas, tres ca- r) a i por b/uxo do Cnsul Lrancez, e no
vallus para os ditos e militas outras couias largo do Livramcuto loja de fazeada 5
que se achara patentes. ^ junio ao alfaiate.
^_r Quefazem .\.c.~ Calmont 5c C por, tsr Meios bilhetes de lotera do tbeatro;
t iiterroncao do Cotrelor Oliveira e por cunta no largo de N. S. do Terco venda D. 9.
de quem pertencer, de porco cpnsidefavel | jjy Uous moleques de idades de 12 a i3
derjao-se a Pracada Indeptndencia loja de
livros que sr dir.
ts" SVk i/a-se a higa r huma rasa (erren na
rua do Atierro da Boa vista < mesmo no lar-
goda Praca a pessoa que tiver ou descu-
brir aununcit* para ser procurado, ereceber
Loas lavas sendo pie seja com bievidade.
yy O Proessor de Pliilosooba Latim ,
e hrancei adverte aosSnrs. que quizerem uli
lisar-c do sea prestimo 5 que continua a dar
aula na rua da Cruz IN. 3.j segundo andar de-
fronte aoKicbodoC. S e que promelleem
pomo lempo mostrar o seo desvelo
iy Arrenda-se em hasta pnblco no dia
i(j do oliente pelas ,\ horas la larde a porta
do Jniz de LMretta dai." vara na rua do
liozario, um sitio na estrada do Anaal, p'cr-
lencentc ao casal do fallecido Antonio Marques
da CostA Soares: os preteiidentes iMxlom li-
ligir-se ao l'.scriplorio da liquida* ao do dito
casal na rua d Alfaudaga Velba n. n. para
saberem as condcoes da venda.
cy Roga-seencarecidamenle ao Snr. Luir
Carden! natural de Roma, quera Biinun-
i ar a sua movadla para se tractar de negocio
que Uic nao be eslranbo 5 poisja sabe-se que
reside nesla prava ou no roiilrariu se rara
publico para condec ment do publico.
^ry Quem peicbar nesta porta por prc o 1 (.nido, quera anun-
giar sua morada.
jjfr Perciza-se de bum homem l.strangei-
ou Bra/ilciro qoeentenda de mierclia-
.j dirija-se a rua la Cruz L) 5a das
at as 4 da taide que achara com
iradur
' Vt Secretorio ila Soriedede Apnaliim
( daaosSn's Borivsda mc^ma u compa-
de bazendas avariadas-, bem como d: outras an0s urna escrava de nato. boa engom-
limpas e de jironta exlracco TerCa-feira at madeira e cozinbera, um escaro moco,
no crrete as 1(1 horas da cianha em ponto | ptimo para oservitode campo duas lindas
do seu armazem Ja rm da Cadeia. j niolecas de idades de 12 a 13 annos ptimas
9^> Oae fazem Lullken Se C. or nter- para njubanda urna escrava moca ptima
veuco yo de niilo potasa panel de peso car- a{,oas verdes l). 8.
las para jugar espingardas lasariiias bracos j q^^, Meios billieles da lotera do llieatro ;
ue bataneas, Lacias de rame, rame de na praya da Independencia lo\a de Jos Anio-
chumbo em barra outras muilas mo da Silva c na rua nova loja francesa i)
1 1 sea r
iniudetas. el'erragensj boje 99 do corrate
s io botas da uiaali no seu armazem da
rua !,i Ciuz. Mi Este leilo nao leve lugar a
ay do curente por cau^a da copiosa cbu,va
dcsle da e raso jorque oi transiendo
C o m p r a s
ro
n na Segunda (eir aadocoircute, a
tu. jes* tratardv libretos lereisaiilissiitos
,.3?" O Novo e Vilho Testamento em bom
u/o sendo do auno de iJo, quem tiver an-
uunce.
1.- liuai esrravo padeiro que entenda de
lodo O servico le buina padaria quem o li-
ver iliiija-sea la dasCruzes i). 9.
SSF Carneirp todos, os dias j ho assougue
fraucez delionle da cadeia.
Vendas
63- Meios Bilhetes da
Lotera do Theatro: ges-
ta Typoff rafia
ss^- Um moteque de naci, de idade de
9 delionle da Matriz
S/~ A posse d um terreno com duzelos
palmos de fenle e duzcalos e cincuenta de
lando devidindo pelo norte e lesle em tenas
de Manoel Luiz da Vei;;a a que dito terreno
forreiro, pelo oeste com a estrada velba ,
?taue do Hi'cile vai para S. Amarinho, e pelo
sul com obeco denominado da Inveja quem
quizer compiar procure na ea/a terrea nova
logo passao o sobrado de Joao dos Santos ,
biudo para a Trempe
* tsy (.'hilas de bom panno e tinta fixe de
1G0 a 900 rs. o covado cbia azul muito en-
corpada a 140 rs. linbo azul muito largo pro-
prio para esrravalura aoo rs panno da cost*
de b palmos de largo a ^to rs. brelanlias de
rollo melbores do que se tem annunciado co;a
10 varas a 3ooo rs. cambra i as lizas finas a
1000 rs. a pessa lencos de Cassa de quadros ,
etambem de melim a 110 rs. ditos de cores
emitaudo seda a a00 rs ditos de seda de cores
muito modernos proprios para Saras ditos
de rasaa da india blancos pelo barato pceo
Je 4^0 rs carinctas para calvas a Hjo rs< o
11 anuos
costura e cozinl
servico interno de huma caza e
cuidar em "enancas ; aqual nao
110 [ini la
rua Angosta sobrado da quina que le:n o oil.io
para o viveiro do Muniz.
8^. Cazaes de pombos baledores por pro-
co commodo quem os quizer derija-se a boti-
ca da viuva de Joao i erreira da Cunlia na
atierro da Boa-vista.
IZJ" Urna negra moca satlia e muito boa
lavadeira tanto de varrella como de s.ibo ;
na rna do Collegio caza delionle da Botica do
Sr. Cyprianno Luiz da Paz.
HP Urna caza de taina no atierro das Cin-
co ponas com chaos proprios; a tralar na rua
do Nogocra D. 12.
i^- A possp. de hum terreno com 1S9 pal-
mos de frente na rua Augusta, a fallar na
mesma rua em a caza deiVonle ao sobrado do
Snr Dias Fernandes.
C7* Cabos de linbo da Russia de sale" de
3 e meia polegadas: em casa de Hermano
Mehrtens na rui da ( ruz K a'J.
*t,t3T Va loja ranceza de Aflbnco Si. .Mar-
tin na quina da rua do Cabug., apara ven-
der alem de outros mailos objeclos tendentes
a loja franceza etadoa preco commodo pan- '
nos le boa qualidade sortido de cores de pro-
co de 6 a 8' reis o cUvado, sarjas prelas mui-
lo boa a 1800 o covado lapin preto o que ;
demilhor. lila peluda, mcias muito superi-
ores para huras, e Sacerdotes -caslor branco
fino para calcas papel piulado para sallas a
uoo reis a peca as obras de vohaire com es-
tampas a a'ot'o'0 sa|)atos de bzerro para ho-
rnera de 1 sola a 9940 de 9 solas a 'i5rjo ,
e de coiro de lustro a preco mais commodo do
que em qualquer OOtf parte e sapatos de
marroquini para Snras. a iabO( grande sor-
limeato de selins para Saras, para meninos e
para homens entre osquaes ha dos eslufadtf
elsticos, chamados regala hunda
S3T" Pecas de bretanba de roto, a 1760 reis
e 65 varas de muilo boa laxa encarnada a oo>
reis a vara : na rua do Crespo loja O. 19.
ts- Para lora da Provincia huma esara-
va bem parecida, com idade de 18 anuos
ptima costureira, por saber corlar e dar
prompto qualqner vestido moda para Saras,
e carnizas para homem tanto lizas como de-
pregas e loda mais costura ue se Ihe oll'ere-
cer j be eagomadeira de pnlisso com toda,
limpeza e asseio : rua d aguas verdes O,
;.
CT Azeile doce a 1880 a caada garrafa
4oi. reis agoardenle de Franca em caixassem,
garfias, marmelala nova, doce de calda ,
paios, prezuotos, chouricas conservas, azei-
loaas e todos os mais gneros de venda or
preco commodo aa rua aova U. a.
IW Meios bilhetes du lotera do tbeatro ;
aa rua do CJueiiiiado ). 1 j.
ssr Meios liilhelesda lotera do Tbeatro %
a 4to ; na rua do cabug luja de relojoeiro
junto do ar. Bandeira.
ST Na rua do CJueimado D, 10 loja de
Santos ragaeC, vende-se pecas de va-
ras de bertanha a aooo res milbor do que as.
que se tem annunciado.
Si/* Sapalos Irancezes de marroquim pelo
para Snra iaoo, ditos de duraqac a nao,
ditos de selm a (.-oo ditos de duraque de
Lisboa de cores, dilos de marroqu tu liara
meninos ; no aiie.ro da Boa-vista U. u.
Ivseravos Fgidos
trr Lesapareceo no dia 18 do passado um
molcque creoulo de noine Patricio cara o
nariz chato o nariz he mais pelo que a ca-
ra lea um lalho pequeao col baixo do
<|uui.\o ,, he um taalo barrigudo pernea li-
nas. ps seceos o cambados, I.reos linos, du
idade de ly anuos levou camisa de algodo-
ZinllO e cuicas branca ja velba desaparecen
do ttecife al o urno da cal em Olinda con-
duzindo umfeixede capira'j quem o pegar
iove a rua das Cruzas L). 5, que*ser rcco.u-
penaadoa
ivlovniento do Porto
Nodi:i'i nao entraro nem sahirao embar-
ca coens.
I\l CU L. >>A 'n P, ut* M. b Ukb. 4o


Full Text
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