Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04093


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Full Text
Anno de 1840. Quinta Ftfnu
-i
i

,Tu" BPori1 depende de nos roesmos; da nnssa prudencia, modera
?' a' e,lerS;': continuemos como principiamos e seremos apuntados
com admiracHO entre as INares mas cultas.
Proclamaeo da Assemblea Gtral do frazil.
Suhscreve-sc para esta folha a 3Joon por quartcl pacos adiantndos
Tita lypografia, ra das Cruzes D. 5, enaPraca da independencia
ns. 07 eob, onde se recehem correspondencias legal isadas, eannuucios,
nsu-inrio-se estes "lats, sendo despropiaos asonantes, e viudos asi-
gnados. b
Partidas closCcreios Terrestres,
CSrl* V '' !'..' 1 it rJe :uaprttcnco...........- '
]).'-, .'> Ro Grande do Norte, e Vill m..........
Dita (! Fortaleza c Villas dem.................,
Villa de Goianna..........................
Lidade Villa de*. AnlSo.........................
Dita de Garanihiws e Povoaco do Benito...........
Ditas do Galio, Sernhaem, H ,..>, e Foro Calvo. .
Cidsde das Alagoas, e Villa de Maceid................
Villa de Paja le Flores........................
Todos os Correiol parlem no meio din.
1
Se'-indas e Sextas Pciras.
. Toilos os ilias.
. Quintas feras.
. Das lo, e ii de cada mez.
. dem 1 11, e qi dito dito.
liiein I 11 ni
. dem 13, dito dito.
21 ftRMAio Numero 113.
i ii l -l.H------!________i______J------1- '"
fo CAMBIOS. Maio ao.
Londres...... ig ip a 5i> d. por Ifooo cec.
Lisboa....... 70 u j!> por 0/0 premio, por metal oJereeidc;
Franca....... iipreis por franco.
Lio de Janeiro av- par.
UUR'J Moedas"-Je 6/Moo rt Velhas 14S700 a l^Cjoo
Ditas ,t ,, Aovas i4#5oo a i-i 47-11
Ditas de lcoo rs., v-io a PBATA>Palac6es Brasileos-------------Iu5)a ifbj*
Petos Col narios -------------- i#6fia ij|fb8j
Ditos Mexicanos-------------------.'{\>> a sffi5o
'Miuda-----......------------i//* a ^oo
Descont de Biihetes d'Afandega < 1/8 po io o mcz.
dem de Lcirii ii't por luis Simal oiicrojiJo.
Bloeda fe col>rc 3 a 4 W loo.dedisc.J
Das da Semana.
|S Segunda 8. Venancio V.---------------- Sesaaj] TSiei. e and. .lo J. de I). dai; V
19 Terca--------- S. Pedrn Celestino.--------------"Ral, aucL do J. da 1. v. do (.'. lo Ouart. --- S. Bernardino u Quinta--------S. Harous 8. Al.--------------- Re* i 8 iu I, do J. de I). d 7. v.
17 Sexta---------S. Rita de Caasia Viu. --*--- Sea. -la Thes. e aud. do J de I), da i. r
a3 Sabbado S. Kazilco Are------------------- llol. e aud. do J. de !>, ,-,,, fc v.
a4 Uom. S. Afra M.------------------
Mart cheia para o da 11 rife Maio,
As 8 horas e 30 minutos da tarde As 8 horas e 5j m-nutos da maidii.'
mjmmm
*ito%6m<*a%&*

i^^^^^yp^
RIODK JASEU O.
ASSEMBLEA GEBAL LEGISLATIVA.
REKIAO' DE AMBAS AS CAMABAS.
SessSo em ">.\ le Abril do S.fo.
Presidencia lo Sur. Paraso.
As io !]>. lioras da manila depois de fei-
flamacoes do auloridade soh ruja nspeceo
correm esses irabalhs.
O Snr Alvos Branco (ministro da rasen-
da) En foi prevenido polo met nobre col-
leja o Snr Lnposiama Asseutoj alem dislo
Upie a (iis (ao.
O Snr. Nudos Machado Snf. presidente*
en enlendo ipie a emenda nao dove passar ,!
porque esta lie a opitiiao do nobre ministro
dajustica. S. Ex. nos disse, nacam&ra dos
1n a cliamada, e arhando-se numero soffici- depttlados que a emenda era insignificante
onle de nicmbros de huma c oulra cmara, e que a materia nada valia; do queeuinfi-i
abre-se a sessao. ti que a emenda nao oflerecia vautasens pa-
Etilro mi discussao as emendas do senado raonaiz; alem dctjtie cu nao podia esperar ,
a lei dooreameiilo regeiladas pela cmara que hura ministro da coma gelasse tfio nouco
dosSnis. depulados. os interessesda nacSo que devendVna con-'
O Snr. Presidente Como as duas primei- junctura actual Datar dos meios conducentes
rus emendas prelasem as sommas de varias a benoicial-a losse oceupar-se d$ medidas
jiatcelias consignadas nasoulras depende a queso trouxerao em resultado ito puss-tr a
SUS approvaro da delltberai o que se tomar le do orcameuto em lempo competente, e
a respeito tiestas e porisso enlendo que de- anda mesmo a sua ir execuco pelo pouco
Tem ficar por ora addiadus. lempo que tem de deeorrer al ell 1 terminar.
Vencendo-se assini entra em discussao a 1 o nobre ministro que aoabou de Talar dis-
terceira das emendas ; que diz : sequeos motivos que juslifico este augmento
Suprima-se a emenda ao 4 s*u bem patentes, que todos saldamos a neces-
]No bavendo qtiem peca a palavra, he sidade que o pau senle de boas prises. VJas
posta a votos e rehilada. eslu somma nao teide a beneficiar as muitas
lie (jualmenle regeilada sera dbale ase- prises do que necessila o paltt en. se de-
guinle. vem lomar prises propriamenle ditas por
Em lugar de i;2ooU diga-se 2;oooU e rasa de cor rece o. Ora, o nobre minis-
acctosente-se. l'ica tambem elevada a lio disse mais que com esse augmen-
9;4ool) a congrua do hispo de Anemuria co- to nao podia verilicar-se o complemento de
adiulor do capcllo mor; e em lugar de casa de correceo do lio de Janeiro; a vista
a2:8iJU5'ij, diga-se -i^ijU 4- pois desla opinio do ministerio, edasoutras
Approva-se sem discussao a seguinte. p.,ais consideiatoes f enlendo que se nao de-
No 8. acci oseen ie-se ;l* icao desde j; ve volar pela emenda; porque lie huma in-
as congruas dos ibesoureiros e, eonessores significancia que na linguagem do nobre mi-
i>nalaaas lis dos capelles, Em lugar de nislro nSo valle mesmo nada. Portaes mo-
55;i8.Ll!00, di;a-se 5r-,ovioo ttvos continuo a volar contra a emenda.
Entra em discussao a sexta emenda, qne O Sur. Lopes Gama (ministro dos nego-
tlz : os eslrangeiros-) Eu creio que o nobre depu-
No l accrescente-se Incluindo a con- lado qne ucabou de Tallar ne ponderou bem
stenaco de vroooU mensars para a Casa da 0 que disse o met nobre collega o Sr. mutslro
Corfecgo 5 e em lugar de 6:j;oooU, di- dajustica,; pois julgoque elle sercltiio sa
na-ec'h-jOool'ooo. pouca impoiiancia da emenda por isso que
') -nr. Rlouta ft.agalbacs (pela ordem);- a quanlia consignad i nella era milito limi-
Snr. piesidente, ba pouco acabou de passar iAI\;i e que nao satisl'asia as necessidades do
huma emenda augmentando as congruas dos estado. Mas nao se segu que por ser a quan-
thesoureiroi e confessoies sem que huma tidade pequea para huma obra se diva vo-
i palavra su disn.-sc para jutiGcor o -ug- t,r contra essa emenda porque a obra nao
ment desla quantia. ''.'i desejava que os ge ba de faser degrada. Consultando o es-
Snrs ministros da-coroa que se acho pre- lado actual da nace e nao podendo j appli-
sculcs dissessem alguma cousa a respeito des- car-se grandes sommas para aqueil desli-
te aurmento leito pelo senado para a (..asa de MO creio que aqselles senhores que volaren
Correceo; portpjes depois que por elleafor a favor llie Tralo nao pequeo servieo.
iuslificado lie que a assemblea legislativa O Snr. hesende- &nr. piesideule vola-
podei volar coneaaclo conhecimenlo sobre rei contra a emenda porque be desnessaria.
esta materia. A Casa de Correceo nd necessita desses
u vejo que no pedido original do governo [ a:oouUooude res MandarSo-se paraali.4
e.xirc-se'- cotilos para a Casa de Coireceao ; oihciaesde ollicio, e Tmo depois tirados nao
e acamara dosdemilados nao alterno eou/a al- se sabe para onde e, se estou bem inlormado,
i-nina, senado potein augmentou ; bem be coslume prender estes pidos chamados
he pois que os Sur ministro da coroa rom- nieiuscaras', manda-Ios para as-ubras puldi-
no a discussao iusllficando tal augmento, cas, e d'ali para a casa de correceo aonde
liara volarmos, con'io ja dise, com puno co- esli anuos aprendciulo ollteios. Eu enlendo
uhecimento. P qoe a quanlia pode bem dispeiwar-se,
Ofcnr. Lopes Gama (ministro dos negoci-
os estrangeiros)-Creio que osmoiivus que
juslifico es:e aogmenlo sao bem patentes
Todos coiibecem a necessidade qu o pau
tem de boas prises dotadas da maior segu-
ranca possnei. Aquella casa he eslu.....a
para cooler com seganc* os criminosos ,
HOfl da capital como de dtikientes [ionios
do imperio ; hamuilo queaella selrabalba
sconi a incsquinba somma que SO Uie des-
linuu lendo bavido ja por esse motilo re-
huma vez que se nao paga a mestreS can litros
da casi de Coi reo.;io por lauto voto cotilla
a emenda nao su por lato como por que
ella toi reputada de iieufyuma motila pelo
oobre ministro dajustica. i".
tnr. Lopes Cama (ministro dos negocios
osli-ingeiros } j -nr. piesidonle u lucio a-
preseuiado pelo nobie epuiado nao pode ser-
vir ; assemblea pata au lomar em considera-
ran esta emenda. O nobre diputado devia
ter pedido inlormacoes au governo sobre o Ta-
cto c >mo sempre se tem praticado a im de
que a assembloi de" a devida considerado a
eslas inCulpacoes. Em todas as nacdescivil-
satlas quandoseqner culpar o governo p-
dem-ss esclarec mritos ed(*noii de feito o
devidoexame he que se Hieda aimportaneia
que nunca pode ter huma simples alegaco.
O nobre deputado pode sor informado por
ttm ououtro individuo; mais a asamblea
n 5o esla nesse caso; por tanto nao pode in-
fluir na discussSo o fado que o illurtre de
putado acaba do denunciar a cmara
O Snr Clemente Perda Sur. presidente,
en fui un (aquellos que na cmara dos Snrs.
deputados votei contra esta emeoda ; e hura
dos motivos Torios que [tara isso tive foi a 11-
differenea com que Toi sustentad 1 polo Snr.
ministro da justiea. Todava tenlio conhei'i-
mento da Casa de correceo e do'sislema de
sua administra! o ISo contesto o Tacto a-
presentado, porque he praticavelque al;ura
dos Africanos tenba sido retirado para outra
obra ; mais isso nao be huma rasao para que
a assemblea geral dei.xe de votar este aug-
mento de receita a favor das suas despesas.
A importancia ou ulilidade desta obra nao
foi ai ma contestada ncn he possivel qne
0 soja ; sao bem conhecidas da capital, mas
anida de loo o imperio ; porq* ella nao he s
feita para o municipio da corte. Mas que
a obra nao pode marchar com a consignactd
que tem actualmente, tambem be innegavel.
Todas as obras tem por sua naturesa huma
administraco e certas despesas ou sejo
mais crescidas ou mais dominlas ; porisso he
mais conveniente que quandose vola quan-
lia qualquer para taes obras ella seja
sufficieplfl para o andamento dellas ; obras
desla magnilllde nao se emprehendem se
nao ha os meios necessarios para occorrer a
ellas. A Casa de Correceo pela sua cons-
Iruc.o exige hura grande numero de ope-
rarios para lser os atierros necessidade que
ha de existir al ao seu aeabamenlo.
A Casa de Correceo precisa de hum gran-
de numero de pcdieiros porque he Tetla de
paredes muito solidas ; cada cubculo, ou ca-
sa para os presos tem quatro paredes mui-
to "toss.is. Logo bem se v que por maior
que seja o numero de bracos em pregados ues-
te servieo nunca he muito ; e para ler an-
damento he preciso que seja auxiliado por
avultadadas sommas.
Todos os q' tem visitado esla casa devera re-
conheccr que a obra de carpinieiro est
muito atrasada por nao haver operarios, pois
q' entre os presos q' para all se tem mandado
s 1 ou 1 se tem apreseulado para este ollicio q'
nao pode ser desempenbado por todos os in-
dividuos. .S esle ramo requer hum grande
augmento de receita ; e se elle se livesse
augmentado, lalves esltvesse acallado esse
pcim'eiro raio, que ainda se esta constriiindo
1 ira se poder lser oensaio. e ver-se se con-
vem continuar com urna obra lao dispendiosa
Ei quaulo -s mais rasos ellas devem
desaparecer diante da utilidad? la obra, e
do cnheeimenl que deve lei-se de que a
cousignaco lie muito pequea. Por tanto,
ajiesar de ler votada contra na cmara a que
iieilenio, voto agora a favor pelas eonstoe-
1 iices que expuz.
O Sur. Sooza i'raneo Snr. presidente, eu
eifteudoque asexjiresses deque sservioo
Jjur. ministro da tusiica a respeito desla e-
niiuda apenas disem lospeiu a pequanl.ez da
cpnsignaco que se addicwna a quanlia votar
I da para esta obra. Mas supou/iamos que co-
mo querem al ;uns Snrs o Sur. ministro
dissesse qoe nao quera osla emenda anda
mesmo neste caso e?i ulgo que ba objecto*
sobre os maos se deve volar mesmo contra a
rotitade de un ministerio. Se hora ministe-
rio nos disser; p ir es rapio, q' 10,000 homens
saosulficientes para defender independencia
e ntegridade lo imperio, como isto faz
ii poltica de hum ministerio ase-
is devem cot gtmr dos diiibeiros publi-
cos a quanlia necessaria para ?o, e nao
votar ). Mas so o ministerio disser; a
Casa de Correceo nao deve continuar, as
devem diser ; Sin, be preciso que
continu. Sao obras que nj fasem parte
ili poltica de hum ministerio ; sao obras de
interesse publico, que devem faser-se votan-
do-se os meios necessarios pira ellas.
A penas huma objeeeo se podera' dar. Pode
disor-se. O ministro tomar o dinheiro e
nao fara a obra. Mas ento esse ministro to-
ma de alguma maneira sobre si hum gratule
descrdito oppondo-se a continiiacao de huma
obra de reconhecida ulilidade publica. Maa
nunca porque o ministerio dissesse que nao
queria se deve tambem diser quo a Casa
de Correceo nao precisa de huma consigna-
co maior.
Ella be de absoluta necessidade ; he muito
preciso faser-se hum ensaio sobre as prises
da naturesa das que ali se vSo construir ; o
estes eusaios em ponto pequeo o mais dis-
pendiosos, e que nao sucede unindo-se a mi-
tro cstabelecimenlc. O Snr. ministro d-i jus-
tiea creio que nao disse o que se Ule al trihue ;
mas anda que o dissesse, nao he motivo pa-
ra se n> votar pela emenda ; por consequen-
cia voto a favor della,
O Sr. iMoura IVlagalhses ; Sr. presidente,
as rasoes que se tem emitlido a Livor dae-
menda nao me convencem ; riem posso ad-
millir a ti;eona de que pedindo o governo hu-
ma couz 1 a assemblea esla deve decretar
oulra inteiramenle dilTeicntc ; por que setal
ibeoria for adraitti^a, tetemos 'falsificado lo-
do o sistema representativo; leremos hunit
perfeita anarqua entre n/ diversos poderej
polticos do est.ulo, que devem todoseoncjr-
rer para o mesmn fim.
l'-u enlendo que < governo na esphera era
que. so acha col locado no alto lugar que oc-
copa letn do rigoroso dewr orientado corpa
legislativo* Se o governo na sua proposta o-
riginaria di/, que 64 contos sao sofficientes pa-
ra dar andamento Casa de Correcvo, alten-
tos as circunstancias pecuniarias do estado ,'
eu enlendo que o corpo legislativo nao deve
volar mais que o pedido pelo governo. O go-
verno na sua proposta pedio i.>\ contos ; a ea--
niara dos Sis. deputados nao Te/, coi tes a esta
pedido, deivou a mesmi auantia ; mas se-
nado em comequencia de ioformacoaa do
governo assenlou que devia augmentar a
consigiiaco.
Nu posso admittir isto porque deste mo-
do v.io soiTrer graude v.acillacaj todo o prin-
cipios na marcha governaliva Uk o nobre
deputad 1 que isla be huma obra puliua, qua
nao esta no caso das outras precisesalo gover-
no : be sim obra im'.iltea mas o Rovarao de-
ve ver so a quantia que pedio bu ou nao sul-
eienie para ella. Quem ha que pdja ter
uanbecimento do quaiiilativu necessario para
a Casa de Correceo ? Ser a assoaibia le-
gislativa ou o governo? Aao he o governo
que el. atesta da administraco ? Nao be
-lie que tem eoahecimenlo de lod as obras


rt
i
diario n 1
P E B N A M ft V C O
auafcSB- a k.y -s
Tomo iuer o nobre deputado que a assembla
legislativa seoceupe disso i'
Fulo prosnevaCi-se to sistema represen -
taiivo (odas as consideracoes do govero s el-
las sao imitis e excusadas!
Nada de informaces ; segundo a theoria
4o nobre di'pulatlo como he lina.* obra pi-
tuca dectete-sc! Se acaso o govefno como
dise o nobre liopulado pedir 10 mil ho-
rnera nnra sustentar n integridad do Imperio
se o corno legislativa julgar que esse numero
he inrofficiente jtiI^jo que anda assim o nao
deve augmentar. O primeiro de-ver dugo-
VOTOO liever que est consignado ua condi-
tuico doimperio lie velar sobre a seguran-
oa interna eexlerna do estado, euingncm
ghelhof que o governo pejle-calcular quala
lores iiecesseria para a suo dfeza.
Uniendo pois que toda u j roposia de forca
O Sr. Souza Franco : Fu disse que ha- opa lenbo orcupado (apoiaclos).
vio objectos que faziao parle da poltica den ( Depois de se ler sentado, S. Ex, levan-
bum ministerio e oulros que nao perlencao ta-se de novo e continua):
que nao pe
a essa poltica e para isso trouxe oexemplo
d
Mas eu insisto -ni que nem todas as qnes-
loes so sejo uao NaverSo entSo quesles de gabine-
te. Este principio he lao exacto c tosegui-
lo, que lie confirmado por inuito boas auto-
ridades como sao Dmergicr de liiiraune ,
e oulros.
guando lium ministerio be nomeado e
que aprsenla o seu progamma este trata s
la poltica geral de objectos puramente de
gabinete e n;io comprebende obras publicas
lia objeotos para es quacs be preciso huma
proposta do (jovenio, e sao estes os que se
deve partir do gourno s elle he que pode podem chamar de gabinete, eos que se nao
ver qual o numero suflicienlc de tropas des- devememendar.
Para huma explicar"o : sarro se o regente,
la forra armida que o governo julga ucees- em'nome rio imperador, me demihir por J precedente ou se est.
aria para defina do imperio. que "errtSo sou ntirgado a retirar-me", e a jclareeido pola diseusso.
talielecer be lao eminentemente filbo b srs-
tema represe tativo com^ esse que se ada
pstabelecid era termos roais clares na cons-
tituico. Uesejava portanlo que se firmasse a
m era erro ficar s-
ta mi daquella arma para manter a paz e inte-
giidadcdo imperio.
Fsta distinu/ao peis entre negocios pbli-
cos e negocios de gabinete lie porreo suslenta-
vel ; eu enleudo que iodos os negocios pbli-
cos sao de gabinete* 8e ogoveuiu peuir 6.'
juntos, tlcMn.-.-e Ihedar, para que lie
o augmento ? V.lle nao da impulso Ca-
sa de Coi receso. F se elle s a quer elevar a
maior p para ver se cotll CieilO o Cslahelec-
nienlo pro\a I cm no llrazl eulPo nutra
(jiianla se Ibe de\e marcar. Naotaoj) cen-
es mensaes que vo augmentar aquel le es-
tal (le imenlo. 1" o que te fez dos (,/j conlos ?
Parrcc-me isto huma duplcala Pois nao
f v logo que i.ous conius nfto podem aug-
mentar aquella obia ? 1-ioSr. presidente,
nao be seno desejo de emendar em couse-
quencia de instrucces do governo. 1) sona-
do nao emendara se o governo nao Iin- insi-
nuasse que era uecessano dar niaior consigua-
o. Cicio misino que o senado se nao deve
uceupar de semclhantes objectos. J'erdoem
me osanccs da patiia u quem nao sou ca-
yt de dar rouseUici ; mas enlendo que o se
it'o brazileiio nao si; deve oceupar com e-
lindas lo iusigiiilieanUs. O senado deve
le vistas nia alias, be .s materias que VjeiB
uppiovadas da cmara dos Sis. deputados of-
J' re t rom ncopvinkiitcs. deve ioilt-laj mas
t n i oda par isto inunda para aijuillo de
que serve Creio pois que. o senado ss deve
peenpar rm cousas de maja alia importancia,
n:emo para evitar o iocommodo deconvoca-
lOM extraoidiaras.
O >r. Lopes Gama ( ministro dos nego-
cios cstrangeiros): l'eio a palavra.
O Sr. 1 residente. Observo ao nobre
senador que j lallou asvez'es quepermilteo
naeo nao sera informada tic objectos de inul-
ta importancia.
O Sur. '.toni : P'-'ao me achara prepa-
rado para entrar nesta discussao ,nem pre-
tenda tomar parle nella ; mas depdis da de-
Clratelo to extraordinaria d nobre ministra
os negocios eslrangeiros depois de hum si-
lencio lamunbo, julguei f'azcr'bu n servico
ao paiz lomando a palavra para ver se des-
pert a diacussSo,
A maior parte das emendas que o senado
pronos ;
le
do orcarneulu foro reiotada
icgiaeiito, mas tomo ministro pode ainda
iallar Riis buina.
C) Sr. llollunda pede a leilura do artigo do
regiment a rase respeito.
Sr. i. Secretario l./a leitura pedida.
O Sr. li(>| es C'iii a ( ministro.dos negocios
eslrangeiros j : -- Lucieioqui onohiede-
j ulado se ci.'gaua qWihdo asseuta que loi por
insinuacao do uiiiiislio que se le este aug-
mento. Sao loi elle quwn apresentou o or-
< .ment e quandoo loi dci lder na cmara
liosSis. depuiados como miniaro de estado,
ainda esta\a int tcr.qo de Bprov !.:r a lacul-
dadque km de emendar o crcaiuento pe-
diudo quu tu votatie o augmento menciona-
do.
Ora o lustredeputaco da que este aug-
mento be niuiiu i'uucu impelante e que nao
vale ajena, tu nao icio que.i4'untos se-
ja quaiitia to lonsideiavcl paia que nao pos-
,1 ser augmentada.
Lisse mus que o ministro quundo se a-
Prcseulava s cama i as |u!hdo ualquer
quanlia deviacstar bem (tito da ntiessida-
i'e[(ji.e hava disso, le que nao admillia a (lis
tiliCtfio (tila pelo illuslie deputudo ( o Sr.
Souza I raneo ). Mas eu < i que o nobre depu-
taiio emitiio huma idea difieren le. I He disse
que o poder administrativo est separado do
bvsuma publico ecxliemou bem calas duas
rulidades 'ra bzei sentir a cmara que pe
niiit! onunislario ccnsic.uac
i\las nao est nosse caso huma obra publi
ca que ai qualquer Sur dcpulado pode
propor: em taes casos a cmara vota o o ga-
binete aceita a aiitorsacao ele mcreinmder
tal obra is veles contra a sita vont.idc.
Irepreciso restringir muto as ouestes de
gabinete, e principalmente durante huma
regencia provisoria em que o ihroo nao lera
odiieiloda dissolucao.
Agora vamos a qneSto' Ua-sa dous'coa-
tos de res mas nao se acaba a obra. F po-
lo da acabar-sede huma uz ? Dous' coutus
de res nao atabo adiaul) ; por conse-
quoncia dem-se : supponho que iijs circuus-
lancias do imperio su pode milito I em "ater
essa io;ii eso. Se nao se poder dar ao ,
dem-se ao nenes dous. Fu disse na cmara
dos Snrs dei u'.adrs que nao era inclinado
casa de corieuo : anda se nao sabe o syle-
tcma que se quer seguir j mas entretanto d-
se-llie alguma COUSa; e como nao pode ser
ludo de-se-lbe ao menos isso. Voto a fa-
\or da emenda.
R' baveudo mais quem falle sobre a emen-
da, be posla a votos, e aprovada depois de urna
pequea questo de ordein sobre a votaco ,
por nao eslaiem prsenles alguns seiiboro
qnandose procedeu a ella.
He lejeitad sem debate a emenda que
diz ;
Suprima-se a emenda ao 17.
Segu a discussao da seguiule emenda l>.
F01 lugar de 5:ol 3,9i5(j/9, %-..........
5,olg;t)ify6>Q. ao *j i, em lugar de
i.B^osooo diga-se 'yjS8o|'ooo .
O Sur. I residente :- Ya-se ler o artigo
da proposta e a emenda da cmara dos Sni's.
deputados
U Sur Secretario faz a leilura do artigo da
proposta e da emenda.
USnr. Lopes Gama ( ministro dos eslran-
geiros).Mu assisti discuso, do orca-
iiionto na tmara dos Snrs. deputados, e
quando elle veio para o senado loi que tonlie-
ei a diminuicao lita o no orcamento ac-
quasi unanimente na cmara dos S.irs. de-
pulados e dl'erentes principios dirgiro o
votaiodos diversos grup is de que se Ibrm
aqueia cmara ; todos esses princrros al-
;uns dos quaes ufo foro ali bem discutido-,
esperava eu que fossem amplamente ventila-
dos nesta reaniSo da assndiiea geral ; des-
gracadamente porm as votaeoes se vio atro-
pelando e como julgo de lustanie inleresse
paca o paiz que elle saib-t quie sao a- raid-
es que dirigen os diil'eivnles gruoo d* que
se cbmpoc a assembla geral, procuro re-
pito despertar a dUeossto.
Coniecarei iistificaudo o mea voto dado
n t cmara d>s deputados contra esta emenda
do senado, e que ua mesina con forra dade
daiei na a'ssemhloj geral.
A emenda do senado augmenta a coii>;-
nac.io para o ministerio dos negocios estran-
geiros nu quanlia de j j contse tanto. Ora ,
era primeare lugar nao recoubeco no senado
o direiio de augmentaras deapezas publicas :
eu vejo que pdiart 6da cnstituico he da
pnvaiivit competencia da camaja dos depuia-
d^s a iniciativa sobre impestus Se ao sena
do compelase augmentar as despezas publi-
cas ; aloSeria o mesmo que obligara cuna-
ra dos deputados a iniciar hum imposto ; vi-
na ella a ser por assim dizer, violentada
a exercer huma prerogaliva em cujo exereicio
a conslituico quz dar-lliea maior liberda-
de nossivel logo, me parece que dicom-
binaco dos dous artigos da consliluico tira-
se como corollarin que o senado nao
pode augmentar a duspeza publica.
Fsle prineipio, que me (>arece seguir-se na
comhinacodos dous artigos, se ada tambera
Ali nconstitu onaliJade ,
rol -i'" i ment 1 p ir u< in eubjiit. V t
amara dos d ver, quando
"i a redueco da despeza no ministerio
!oj ueg -;i'i-
cadb o v- lo de n m ; crditos so-
bre citdil pe 1 '..-. i;i i., o mi-
nisteriu nad >- a ni 1 g istar sim-
plismenl a o na |u o tein da cpndes en-
ilenct da assembla g ".al ; ellos despend -ni
iqulo que Ibes [i re e : entre 11 >s aind 1 no
raiou la oin '.i'1 se comeen .1 to;i!ar coilas
nos miuitlros el tes confijdos nesia bo-
nhomia
  • parece ; a lei d ) OTCirmento cure n< be huma
    per i'a liurl ; e *e h ive ido alguma econo i ia
    mis votacoensos ministros gastao eoini liies
    narece o (pie ser se as volacoes forera farsas
    e ampias ? Sr. presidente ja que seno lo-
    ma-) coittis, musiremos que he possirel fa-
    se
    as esppsas com
    menos ; que be poisivel
    diminuir o nosso corno diplomtico, conser-
    vando era alguns paites, nao minslroi da
    primeira categora mas de categora menor,
    pira que emfifm pos-iam is barmoniur a QOSSa
    despeza cora a n.issa receta.
    O Sr. raiiiisir 1 d ss. 11; f-i e i i I'i. he provir
    q este augmento de despeza ne ejsaro para o
    s -vL-o publico; entrelalo nao o raostrou, nao
    deseen a detalhes nao fez ver q' as addiedes
    votadas pea cmara dos S.irs. deputados ha-
    va fulla nostu ou naqueila classs isto era
    necessar.o porque nao basiava s raptes nieul
    dizerlie preciso 1 eu posso mostrar que o
    servico publico exige.
    Alem de inconveniente a emenda tem a-
    inda oulro deeilo dladeixa inleiramenle a
    o arbitrio dogoverno o dispendio di somraa
    que accrescenta ; nao se diz para que se vota
    este augmento e o nobre 'ministro ha de me
    perdoar (|ue lhedga que seenguvou perfei-
    tamente quan Jo disse que o governo pedio
    para a reparleo dos negocios eslrangeiros
    huma quanlia engloba lamente [o oradwr l
    a proposla d governo ]. S'em na proposla
    do governo nem na emenda di cmara dos
    deputados se Ira lo u euglobid miente da con-
    signaco para a reparlL-o do Sur. miniitjo ;
    entretanto na emenda do senado se diz. -d-
    mullo em harmona com os verdadeiros prn- se mais .{ con tos F pergunlo eu Pa
    cipios do syslema representalivo. bem que
    entre nos a cmara dos Snrs. senadores na')
    seja como as segundis cmaras de oulros pai-
    zes pos que entre nos o senado de nenhuma
    ia
    pie i sern para augmentar a coasignaco da
    secretaria de estado ? Pode muito bem ser.
    Ser para a rommissao di Sorra Leo i' Podo
    bem ser. Entretanto O governo est inleira-
    maneira he aristocraio mas sm tirado de monte livre para fazerdos i j conlos o que
    entre o pora todava a par:!: (pie a cora lera multo bem quizer ; e ser por ventura esta 1
    na nomeaco dos senadores desnatura hura
    pouco esta origen] popular, por consequoncia,
    a cmara dos deputados | ape/ar de que amb..-,
    as cmaras sao declaradas represcoiantes da
    mal u as ainda cm orcamentos anteriores, nacu ] be* representante mais inmediata d.i
    e emdespr/asque a mesiea assembla tinha
    leconbecido necessarias parajB repartiCao dos
    negocios eslrangeiros. Atlendtndo o estado
    em que se atbao us nbssss financas ; su nao
    reruse aceitar.a incsiua quanlia proposla e
    apenas ollcreci huma emenda de i tontos de
    |\o be quem representa mais immediata-
    mente os saus nteresses be quera est i mai
    em eoiitacj.0 com todas as classes de 1 idad
    he quem sabe quaes.so os difiere ules ramos
    lie indusliii <|iie podara
    b
    su; -loriar mais o 11
    nleucao da cmara dos Sis. senadores i1 Nao
    posso lomprebender isto : a emenda do sena-
    do, permita so-meque o diga be incora-
    prenhensivcl 5 pelo menos a minba iraca in-
    telligencia nao pode chegar a lano 5 nao sei
    o que quiz senado ; nao be de certo o que o
    nobre ministro diz porque tom aeabei do
    dcinonslrer el I,* est era permito engao.
    i ellas estas rrflexSes a respeito da emenda,
    se|a-me Iicilo admirar anda o silencio com
    possivel cspeti(ica-las eu com ludo poderia
    justificar O augmento Stiia j.01 m preciso a-
    (ircseular niuilasciicunslancias oque espe-
    rava fazer na cmara dos Snis. deputados
    Conheci que maior des|ieza se Unha.de ter
    na repartico a n.eu caigo, e nao besiiei em
    ped-la ; pens que os illustres deputados
    que me ouvcui j liveao occasiaode tonhe-
    icr a minba opinio a tal espeito.
    Senhoits l.c preciso que a prove te a
    occasio parame declarar peanle a miembla
    consgnateles para' tal'ou geral aceita dos boatos que tem corrido de que
    es sinl.t'Ks ca ;.-.-(i..1,!;. .--(ral nu- o miniserio pretende letiraivse ; declaro a
    . -. I______........ .(1 ........L..........i.l.L _*. ......
    dedluido comocorollario. ...;., .. .,
    ha ierlos principios no syslema < :
    nal que anda nao estando explicitam
    mi obia
    a ib iiugnienlai as dS| ezas o que nao se da esla augusta aseinbla q' nao me retiro quer
    eni objecloe polticos IV'as mesmo im bbiec jupitseiitarmena tumaia uos Snrs. deputa
    tos| oniicts j a iissinil.H a pienedeu assim. (dos, quero ser inlerpellado lodos os das,
    J 11 n.e ccoido que hum ministro de estado I em lim quero dar tontas "de niim. heliz-
    recusAU a udmisse de tioju; eslrangcias el i'jinie nao l:a bnm s negocio pendente que
    a assembla deu-Uias* j eu nao o^ca Uazer ao countcimenlo da nato,
    Jy iei.os pois este precedente t cu argu-jnaoJiei de lugir de quaesquer quesies; -
    nui'.o ao 11 e nos apuiadu cum dt-ciresda as- quem etilos es >6. deputados que eslou dis-
    roslo a afitsei.tai-iije seiupre que li
    chamado ; quero mesmo a compareci do
    lempo do ortii ministerio com os anleiiorcs :
    l. de jUsiitai-ii.e, senhoits e hci de re-
    Mmbia gcial. 1 cousequencia se isio le-
    u' liig.ii a- mildia 1 olilicu eeimo airsti le-
    j.1 quando o uegoeiei he puiauitiile adiuiusx*
    iiauvo, como xi. ui t bti cbaeivou o iiiuaife
    ne 1 ut.ro o Sr. Souza 1 1 aneo i1 (.uio por
    tu .cjbtc qi'e a t.tuda c'cvc patstr,
    esarados na cousliluico tem sido enlfetan-
    syslema coosliluicioual epostos e u pratici ;
    appelldiei para a leido orcamento e V Ex.
    lenha a bonade de maudar-me a constitu-
    cao. *
    Fu vejo qne pelo arl 15 da constilucao to-
    das as coiilribucoens directas, exceptoda-
    quellas que esliverem applicadas aojuro ea-
    mrtisaco da divida publica, aerad animal-
    mente eslabelecidas pela assembla geral em
    coiilbrmidadedtsle artigo alguem poderia tai-
    vez allegar que na lei do orcameulo nao se
    devio decrelar lodosos imposlos mas so-
    menle as contribuiccoens directas : entretanto,
    apezax do artigo constitucional, todas as m-
    posices sao decretadas annualmente, quer se -
    Jodiieclas, quer indirectas. A patritica
    opposnode ibfj na prime ira legislatura
    conseguiofirmar esle precedente, liiho do
    syslema representativo, equa a constiluieo
    nao poda deixar de reconhecer apezar de
    apesar do que
    - oiiiustro, ti meslrno si jundo a
    - lo pelo Para esla
    o que!se fez be questo de gabi-
    [rJoiilinuar-se-ba,1
    1.
    uele.
    tu.-me do niinisteuio com tanta dignidade roas palavras nao seren bastante' claras- ,.
    tcmquuula leu! o sabido de todos os lugares | creio que o oulro piiucipio que procuro cs-
    PERNA M BUCO.
    T11FZ0URAIUA DA FAZE1XDA.
    Expediente do da 13 do correte.
    Officio AoExm. Presidente da Provin-
    cia nonnando sobre o officio do Cnsul
    1; rancez relativo ao embaraco posto pela Al-
    landega a sabida de tres caixoies de linos com
    obras incompletas, viudos do Havre despa-
    chados ppr Bes eshayes iivreiro Francs
    domiciliario nesta Culade.
    dem do diaf tt
    Dito Ao mesmo Fxm. Presidente n-
    iormando o requerimento de Alaria Sebas-
    tiana de Loreto Mello.
    Dito Ao Vice Lonsul de S. M. Britani ca
    paredpai.do-lhe em vista do seu officio de ii
    do torrente ler sido remellida na mesma da-
    ta ao Administrador do Correio a conla que
    I enviou dos portea das cartas, viadas |ielos ra -


    r.
    DIARIO DH
    PRUNA MR 11 C l
    51
    isposires do Titulo 3. Cap. 4 do Codito do
    Processo Criminal ; 6 outro da Re'.aco revi-
    sara (a do Rio do Janeiro) ipando millo o
    Processo l* por defeito de junsdicad urna
    ve/, que sendo elle bascado eui um termo d

    ueksileS.M. 15 tnica desde ig de anei- 1 Carvall.o por ter sido formbalo contra as
    jro de i8;8 at q de Abril do correle auno ,
    fim de ser stisleta sua ordem a respec-
    tiva importancia.
    Dito Ao Inspector d'Al/andega para
    rnander entregar en ca da diciso
    ' >.m Pfesidenl > da Provincia c mu'-
    ''(!., em OHi iod i rento ; '
    'O /l.ill'lZ i'(V D<
    las i i de I
    c|ueacuesten m no cio
    minado pelo Tribunal do Tliesouro .i qu ..
    se lo pedir i imei ios.
    ) lilo -- Ao mesm ren etlendo-llie qirin-
    rerxemplarcs do additamenlo u Paul i das a-
    \aliac<>s dus vinhos e heladas espirituosas ,
    que com/anliaii a Orden do i'nbunal do
    Thesouro Publico Nacional de a d*Abril p
    |'.. para ie^annexar a dita lauta, ter o
    dei ido ciinqirimenlo.
    Dito Ao Administrador do Correio, com
    aconta enviada pelo \ ice Cnsul deS. M
    britnica nesta Cidide dos portea das cartas
    viudas pelos paquetes Ingteze* desde vode
    Janeiro de ifsti at ao de Abril do crlente
    anuo a l.m de mandar salisfazer a quautia
    i.tila declarada
    liza de seo direito annatlando m actos desse-
    Jui/.es! ser possivel que se lome p em um
    semelbante pelado de contradiques .' S os li-
    tigantes padeci
    A inda nina rellcxao bom seria apresent
    ao nosso espinfco. Todos couviru comnosco
    ) ultimo em que demos por raspe ik
    Vei va.
    Sobaos, Sis. Redactores ,
    Seus lientos, vi
    Miguel Joaquim Veltio
    Lu/ Tlieulonio Rezerrai
    livtiss Reparriyoens
    TRIBUNAL D/\ RELACAO.
    Sesso de q do correte
    IS'a Appellacfio Civel do Juizo dos Orfus
    da \ illa das Bananeiras Escrivo liandeira ,
    Apperiant;s Pedro Francisco Lima Manoel
    Goncalvcs inil e outro Appellados Luiz
    da Costa Lima e Joaquim Jos da Cusa :
    oi (ligado millo ledo o processo c reforma-
    da a scnlcnca condomnados os Appellantes e
    Appellados US custas.
    No Appeltacn Civel doJui/o de Direito
    desla Cidade, Escrivo Postliumo, Appel-
    lanle Halbiira Ilamisca da Concei o e Ap-
    pellado o Jui/.o dos Au/enles : julgora pela
    reforma da scntencarappellada.
    Os embarcos de Luiz Antonio da Cunha
    Pastos e sua tnulher contra D Antonia
    ! rancisca da Luz c seos lillios naAppel-
    laco Civel da Comarca de !\iacci Lsciivo
    Handeira: forn recebidos e julgados. prova-
    dos r e reformado o Aceorda embarcado.
    IN'a Appellaco Civel do Juizo de Direito
    dtsla Cidade, Lsciivo Hebelio, Appellan-
    tes o Procurador I seaI da Ea/enda ^Nacional,.
    e os Administradores do Patrimonio dos Or-
    laos Appellado o Padre Jos Goncao se
    iulgou pela eoniima< o da senlenca
    Os Embargos de Juaquim da Silva Pereira
    contra los da Silva Vcndanha na causa de
    appel lacio civel do Jui/.o de Direito desla Ci-
    nxada, foi este ordenado-por una Piefeito c om que um Juiz de Direito est striclamento j Dizem Miguel Joaquim Veiho de Mello j?
    escriptopor seo Notario, entidades extranbas ohri'ado a cumprir as Leis Provincia, em Luiz rbeotonio lo/erra que a;oi acaban^
    e dcsconberidas do Codito ; c' por mani-1 quanto'tes nao forctn derrocadas del. P 1,-r \ ver fE com que espanto .) torcida a dispo-
    festa incompel nciadejpii visto que fui o j competente c tamben) concordarn em que
    Processo organi ad i pelo Juiz de Dirio en- esse mesmo Jut tem oM igacao de executir o-
    \ictauto queso Juiz de Paz era. pira isso, Aeeordos do Tribunal que Iba superior :
    competente em conformidad doart. n 4-1 mas em xcando-se as disiosicoes das Lela
    do Mipra.liio Cdigo Proviuriaes com as ilccizea doTribunil,
    . Confessamos que depoisda leitura de laes quaes dellas cumprir c. quaes dellas de-ple
    pecas, o flnjjue fugio-jios das veas, e so- jar ? Si oxenla as da Leis, incurre em m-
    menle, por eolio, podemos dar um ai | nifesla desobediencia para com o Tribunal
    sorte que espera os mal tildados liii;autes da Superior legitimo: si executa as deste, in-
    Provincia de Peinambuco. sorta linio corre na inliacco daquellas que siojul;a-
    mais desas rosa, quanlu o Supiemo Tribunal das em pjgor em quanlo aSa lorem lejalmen-
    de J us tica nza dura direito proprio, come- le revocadas Applicando esta reexo ao
    deudo Revista aos l'iocessos e,n qiieju'.jj.i lia- caso, i e BOS Aeeordos proferidos no Pro-
    \er nuldade sem que seja obrigado a ter cesso de Mi;;i:el Pereira de Carvalho v-se
    em conaideraco aquellas das Leis l'roviueiaes que para el les serem cumpridos necess-ario
    que, por sua deti-rminacoes lran-,tornarao (pie o Processo seja reorganisado em confor-
    a orc'em eral de processar. ; midade s disp iepes o Codito cujas for-
    A Assemblea Provincial de Peruambuco muas preteridas dera .lugar nullidade 5
    (concordaremos q iborisada para tapio fez a Lei de I {(TAbril I ,,j de Abril, 'em um Jpiz seabalancar a
    de i.So; e por esse acto allerou a orden do poerga-la e ueiu o Execulivo Provincial o
    Processo Criminal creando entidades que .onseoUnia ; logo o que lazr '( Como dar ex-
    loeii^ iiitervir 11 elle (Lndn-lhcs a:irhui- ecucoa esses Aeeordos, alias mu lefiaes
    : 1 (I i Art i> do Codito do Processo e
    que lleurique IVreira de Lnce/n pronupcado
    r- de mor tes qu; (como consta pro mandara perpetrar no Limoeiro
    '..V. lenes inesmos criittes para eoiner-
    var os >upplicjutes pronunciados e o nuil
    he que al *orprendindvva bia l dolllus'i i-
    do Jurj do Reci e que (sempi*e possuido de
    um invariavel espirito d recliJio) [amis be
    precipitadoem suas decisOes ; tem fojado
    coa o c i) l.irlid). > J^ \'. S. e
    feilo com que V. (fallando com o devidj
    respeilo) pareca contradictorio > >m sigo me.-.-
    mo visto qift o carcter probo dd'V, >. ex-
    clue a i lea de iiarcialidade.
    V. S. mesmo talvez menos informado ,
    mas sabendu que os Suppliudittes nao esta-*
    vam n'esta Ci lado submetteu na Sossfl pas--
    sada deciso I > lurj si o processo dus Sup-
    plicanles devi-i, ou naos;r jnlgado n'aquella
    Sassa j, e pelo mo.lo simples sem duvida
    com que propoz a questo \. S. obteve dos
    I Ilustres Jurados uiua deciso favuravel; isto
    cues, cassapdo-asd uulrasauthoridades, de- upr serem proferidos por Autborida/las com- be que o processo entrasse a" revelia dos Sitp
    signando como processante o Juizo de Direilu, j pteulese /legitimas ? Qual o dsliuo desses plicautes! Late lacio be de V S mesiBo!
    Agora porem esto os Suplicantes prese
    elles uuerem defender-se e prorar lado quin-
    to dicera m pela I ni prensa contra La
    como Em pregado Publico, V. S- I .
    obtem dos Jurados ( nropondo aimplesmente 1
    (uesto e calando os precedentes ) urna u.
    ivre porque teremos a re de ir cami- clzo contraria isto he que nao entro o pro-
    nbando sempre por um irrado, em
    quauto nao appartcer e*sa :c .,: o enlre-
    laulo que os lieos vir. a s urna duplica-
    da pena em raso d 1 demu a >u um cas-
    creadas pirque linalmenle os Jurados sao ii,0 manileslamenle Ilegal
    qUblifieados pelos Preleilos das Comarcas ; e A vista do que temos expuslo m
    cao
    alterando a maueira de se apuraren os Jura- ueos cujos recursos lauca peas essa Lei
    dos, e en summa levogando em grande Provincial P
    parle o Cdigo do ProceSaO adoptada pela JVa- Dir-se-noS- talvez que o remedio que
    Os inconvenientes laiaes d essa le -.perar que passe a nterpretacio, equa
    o Pddcr Legislativo Geral baixe urna Lei re-
    desprezados, agora piincip.ao a mamleslur- vogaudo a de i4 de Abril, lie tal Dos nos
    se da maueira inais sensivel por(|iie sj ir-
    remediavis En execuco entre nsaqua-
    iro anuos todos os i rocessos tem sido orga-
    nisados pelos Juizcs de Lireito e em lodos
    lem inlervindo essas entidades novamenle
    I ai I
    o que resulta de ludo isio vista dos Aeeor-
    dos transcriptos no Diario 11. 1 1 ? que na
    parle criminal ludo quanlo em Peruambu-
    co se tem feilo desde que loi executada a
    Lei de Jd'Abril de itJtj c nullo e muito
    nulln.
    F.' indispir.avel que o Supremo Tribunal
    de Jusliea centro commuro para onde deven
    gravitar tudas as cusas quer civeis, quer cri-
    roes pelo Recurso de Revista smeule de-
    ve medir as suas decises pela Minia das Leis
    geraes relativamente forma de processar ,
    purqiianlo sendo elle um Trilmnal Geral e
    sendo a ordem do Proesso de Direito Publi-
    co que nao pode ser alidada por Leis Provin- m,isUador Provincial.'
    c iaes, seguir-se-ia da adopeo dcstas nao s
    umdesviudu im para que foi cieado esse
    10
    sabe-
    mos de que maueira se po lerlo conciliar pre-
    ceitos to oppostos e ncm mesmo como a Re-
    tacad desla Provincia que alele, tem exe-
    cutado a Lei.de 14 d'Aliril podar decen-
    te e irrespousavelmeille cumprir os Ae-
    eordos mencionados
    Cromos que si aclualmenle estivesse tra-
    balliando a nossa Assemhla Provincial 'pe-
    deramos logo Lt remedio tantos males por
    que eha considerando maduramente sobre o
    caso e aUendendo uo liem de seos represen-
    lados cuidara em prevenir a pullo que tem
    (le succeder ; mas al osle recurso nos falta ,
    a nao ser heiu pozado pelo uoso diciiO Ad-
    o inais complicado, quanlo leudo ludas as
    Asseubleas Provinctaes iguaes direitos, pode-
    lib hvci no Imperio desoilo difieren!
    dens de rocessos Ora si.esla veraada nao
    nodo solTrcr a menor impugnaco (' eviJeu-
    lissimo que lodos os Procesaos dimes uambuco, leilos e julgados de iH j Blaj'.o-
    dade scrivo Rebollo : foro despiezados, limnal, nas anda um per feilo chaos tea- ,
    mandaudo-se cumprir o A eco id o embarga
    do.
    Na ApiK'llaco Civel de Juizo de Capcllas
    desla Cidade 1 Appellaiite o Dr Promotor
    Publico, e Appellado l'crnardo Antonio de
    Miranda, Escuvo Chaves: bejulgou pe
    coulirmacu da sentouca up|>ellada menos na
    le da redueeo das Missus
    Os Embargos de Jos Rodligues fie Olivei-
    ia Lima conlifi i). Iguaria Mai ia Xa- ier na
    Caiikfrde Apulbi ii Esuivo.Ruudeira : lo-
    1 a des| : cuuqniv o
    Atcoid 1 en bai ;ad 1
    Os Euil) ',!>- de J o S. zinand 1 rct con-
    tra Len< n l essucbel P11 1 na cm
    A| i- .1 ijjo I nel desla ( idade i scriv
    Chaves fora di apresados; mandando-se
    cu 11. pin o Accorda en! a;ga(Jo
    Os Enihargosd Aulouiode Vndrade Vei-
    r '-a ama de Ap| < la- o Ci>e da Cidade
    ilo Natal, Escrivo Uaiideira contra Uauo-
    el Antonio de Albuquerque ; Ibrafi despioja-
    dos.
    JNa Appcllaco Civel do Juizo de Direito
    desla Cidade, Escrivo Bandeira, Appel-
    lante Felippe Keri de Oliveira Cruz o Apr
    pellada a l'azenda .Nacional ; se julgOU |)i la
    Cuntirma^o da senlenca a|>pellada.
    meza do Consulado.
    __A Paula ie a mesma do N. 11 >.
    Correspondencia.
    Srs Rcdiclores --Tendo o Sr. Dr. Ma-
    in, nopodemdei-Nariiese reputado, nl-Jnoel Jos 4u Silva SeU-a Juiz Substituto das
    les urna \ezque Lodos parltcipa das dispo- Varas ibcrime, designado por seus despachos,
    -; oes da Lei de i.j de Abril. E s a nossa que existem.nos auctos a presente Sesso do
    sequeucia c exacta e Giba de principios Jury para julgamento dos processos em
    .,. .. ir3, que de calamidades nao temos quae(por quuixa do Sr Henrique Pereira
    de lamentar? quautos despezas inulilioenle de Lucen 1) aUotos, pronunciados; leudo o
    utas detencues illegaca? quantos me.mo Sr. Dr. Keiva peraiile todo o Jury ,
    .-ociaos e senlencas cumpridas ilegal- reconbecido que o Sr Lucena na qualidade
    mente? quanlo sangue derramado 119 cada- de autbor cm causa crime, nao pod 1 a ser oti-
    la I so 'sem'apuro de Lei, o, o que mais.lv ido em Juizo por procuiador, prubibindo
    sem retorno Es o resultado, mqilas em cousequencia ao Sr. Dr. Neto (procurador
    u-zes, de Leis melindrosas, concebidas em legalmente constituido) que allegesse a bem
    e.10 por urna inlencq pura, e sustentadas I de seu cooslituiute, visto nao estar elle pre-
    com .-cuo por votos pievt-nidos I scnle ; c leudo em menos de al horas o mes-
    Mus esquecamos por um pouco todos esses mlssimo Sr. I.)r. Keiva como si ao mesmo
    iransloruoa de que ten de ser victima urna tempo podesie ser luiz e procurador do Sr,
    Lucena, suuaiellido ao Jury nao una le-
    ca que ao menos assignada por esta Harte,
    parecesse rousa dola, mas sim Um requeri-
    nienio talvez sem assignatura alguma 5 pa-
    receu-nos dignas de publicdade (o las estas
    circunstancias que occorreram Unto Dais
    vendo u que o Sr. Dr. faifa cm um di 1 re
    inuvaces so pouem baquear por meio da conbece que oSri Henrique de Lucena s-
    do PoJor Lec.isialivo mente pode ser ouvidu em Juizo, estando
    Proviucu iuleia eolbemos para o futuro
    Poi lodos Sabido que a iuterpielaco do Aclo
    Addiciuual esl poi muuiciits a Ser ado-
    niida polo Sonado oque en virludj del la
    lem de desapjiarecereiu essas inno^acoes fol-
    ias no Judicial io pelas Assomlileas 'roii-
    ciaes, entretanto que, por urna contradicho,
    Comnuinicado
    actos espociacs partidos
    tjcia : ora 011 q'nanlu o.ises UclOS nao appa-
    U1 uillguem ilua i|tie nao esleja oiu seo
    vigor a Lei U a\ de Abril e sendo asaim ,
    que couliniKico do males nao se segu i1 Pro-
    cessos pullos o sempre millos continuad a
    ! sor orgauisados e como laes julgados pelo
    Leudo o DUrlO n. Ili de 19 do corrente, Supremo Tribunal de Jusliea, eulielanlo que
    deparamos com dois Aeeordos um do bu- us Juizcs de primoira instancia cumprcm em
    ..rimo T. ibunal do JusUca toncfidendo lio- j xerdado, com os seos deveres regulando-se
    vista ao PiWKM Ciniie de MifiUcl Pcieia de ,.cla Le PiMucial c u bnpiemo liibuual
    piesenle, e que lo4Io nooulio nao SOJlg.
    oscusada a site presenca mas at a do pro-
    curador constituido nos auctos do qual o Sr
    Dr JNervH. lalvoz su auppoiessn substituto,
    ssimeomo be dos Jui/.es efec ivds I Pro
    doloi! Rogamos-lli pois 81 e 11 nos,
    o obsequio de pi rana lanl cumo
    o requenme ito esmo d-j
    Jury o com a pw a .. c ie tempe
    obrp'ava,o uosso Patrono ti : ,-' iiualuienu
    craso em julgameulo ti porque? Porqua
    os implicantes eso prsenles Ser :' !
    Tambem este outro tacto he de V. S. de ma-
    ueira que a nao ser reconhecida a probidad
    de V. dir se-hia que V. S. hablimnln,
    ora despachando a favor ora contra tem sa-
    bido gobrecaraegar o inlegerrino o Impar-
    cial, o mui Jusliceiro Jury do Kecife da odi-
    sidade que estas dieisoens contiadiclorias ac-
    carretem !
    Couscios |iorcmos Suplicantes di integri-
    dade dos Snrs. Jurados, re pierem a V. S.
    que assim como submetteu a dicizo do Jury o
    requerimeato do Suplicado Lucena submet-
    ta tambem osle, e o documento junto, pelo
    qual se moslra que uestes das nao podem
    entrar reos prezos ; cortos os Snrs Jurados
    que os Suplicantes nao querein so nao provar
    con documentos o que na ibrn> 1 da Lei avan-
    earam"pela imprensa. Outro sim queira V,
    S. suimielcr a cousidoracio dos Sur-. J
    dos que os Suplicantes moram d'ai
    as, e (juest vieram ao Rcife pe
    d'c'sta Cidado Jusliea, Justica, I
    que por Uulo reformado a acc
    os julguo n esta sesso. E. K. M.
    Despacho- Tendo sido a pouco j
    Tribunal do Jury se devia ou nao 1 .
    ta Sec fio a cauza dos supplicante
    unanjimidade decedido que nao se
    mai conhecimentoda dilacauza no,
    loriara nao lem logar u que lequei
    Mippli.-aulcs. Tribunal do Jury 19 de M
    de ift-,0. -Neivas.
    Documento Jos AftecCO Guedes Al-
    canforado Escrivo &c. c\c. Certifico que xu-
    lemdous proceasos com o Jury de Accusaco
    na nassada SCC9S0 dos JuHdpsdedous prezos,
    e que anida nao fj marcado da para seu jul-
    gamento o por isso nao ha Jury de senten-
    aa uestes dous das e por is3o s poda baver
    uestes dous das Jury de accusaco salvo se
    iiuuvor determinaco em coiilrario. O refe-
    rido he verdade o dou t. Uecife iy de
    .Ylaiode .b.jo. Em l de verdade o Escri-
    vo Jos Aflunco Guedes Alcanforado.
    - Ui.em pJiguel Joaquim Vellio de Mello,
    e Lu Theotonio liezerr* pronunciados por
    crime de injuria e calumnia em quaixa do
    lieuriqie Pereira de Lucena, que recouhe-
    ondo que V. 6. nao lema precisa libordado
    para ser Juiz d'esla causa', os supplicaules
    io a V. desuspeito ; a por isso Pi.
    a"\.S. Sur. Juiz Substituto das Varas do Cri-
    ne se sirva dar-sa do suspeilo n'osta cauza -.
    E.R. A. .
    Despacho Aceito a suspeicao. Cidade
    aoHeciie -i,d Waio do io.|o. Neia.
    LOTEULV LO THEATRO.
    Os Bilbe'-es .la srajunda parle da segund 1
    i olera do l'tiealro Publico cupfs rodas
    la imp.olen-.elmeule no da i. da Ju
    noxim'uuuio, acua-ieafeudauoli.*ci


    <\
    4
    \lo Recife mi as lojaa dos Srs. Manocl GonCal-
    ves da Silva e V ierra Cambista na ruada
    Cnda p no de Santo Antonio <" ;i lja 'lo
    Sr. Joaqnim Claudio nbnlelO em a ra Queimado.
    LOTEflA DO LIVRAMENTO.
    As Rodas da Lotera a livor das Obras da
    groja da Senhora d > Livramenlo correm im-
    urelerivelmenle no dia afcdo mea deJunho
    prex. vindoiu >.
    niARlO DE PERNAMBCCO
    Avisos Diversos.
    ssy Nodia ipjdo corrwvse viudo urna ca-
    noa ca recada de apini do Montetro para o
    Recite,onda vinhaiV J trox ts de roupa lava-
    da, cuja desspareceo ni passagem de Santa
    Anua diz o canoeiro lercabido no rio mas
    julga-sc ler sido furtada : a pesssoao que a
    descobrir parte pe na Praca cia ioja n a que ser leeompcnsada.
    tS&~ O menino de Ime anuos i|uc annun-
    dou querer ser caixeiro querendo sel de
    huma venia % dirija-se a ra d H Praia Ser-
    rarla do Car.lial.
    cy Allug.i-seo lerreiro andar da Casada
    Ruada Moeda; a tractor na ra do Vigario U.
    t*y Urna senliora de lons coitutr.es s oflTe-
    rece, gratuitamente, para ama de casa de lio- concertados na mesma casase vende diver-
    a qualflem miiila benra cm ser procurador do pannos de canlao muito superiores para ca
    dito emuemeauzapropria. misas e lencos figuras de barro dos eneres
    Joo Refino Ramo3. chinezes vestidos de sedaras mesas de xarao,
    SST O i.baixo ossignado allem dos Bilheles urna rica e linda casa de campo de
    da -X. par- da 3. p" Lotera de Theatra que
    desnianchou em Cautellas cujos nmeros
    annunCtou por esta folha em 16 do corrente ,
    lem sub-deviddo m;?is os seguintes nmeros
    em dinas Cautellas Siag, Ji3o, 3 17 ,
    3f % 314o, 859, 1ioj, llia, !i83.
    l5l 86r, "7 it3gt 1169, i8i$4. e
    jiela rpida extraco que ellas lem lido, hra
    annunciando oulros nmeros que: for suhde-
    vidindo. Nunes Concia.
    !L." Concerla-se chapeos de sol com toda
    peifeiclo e seguran? na ra da Ordem .
    ,;, S Fi%nCsco n. 45 1 qualquer pessoa que
    pretender mandar consertar chapeos de sol
    de homein e de sen hora o mesmo aviso se faz
    aos Snrs. de lojas que militas vezes tem cha-
    peos ue sol e os nao poJem vender pela ful-
    la de concert, e engastes de lato para se
    renovarem com sida varetas novas, mollas,
    garios de ierro ci. os paos e varetas dos ditos
    chapeos estando quebrados sao emendados
    com seguranca evjta-e o defi'eito da seda
    bamba que aparece em cima dos chapeus de
    sol a iinal de concert ficosein defieito os
    Sis. tendo qualquer chapeo com alguimrs i<*.xs
    tallos ueste annuncio declarado podem man-
    dar para com promplido e seguranca serem
    r MeiosRilbetes da lotera do theatra,
    . 438o f a ra da Vadre de Dos na venda
    ,Ia quina defrontc da Igreja. _
    r Meios hilhctes da lotera do ihealro ;
    ineir. solleiro, qucni della percisar \ a ra
    d'Ortas D. 34.
    Quem liver e quiser allegar urna es-
    rava dwido-se-lhe 400 rs. diarios e sus-
    tento : anniincie.
    XiW~ Precisa-se de urna ama para acabar de
    criar urna manea, por tres 011 j mer.es : na
    Miada Madre de. Dos em casa do Johiiston
    Pater & Companhia.
    EJ- Quem precisar de um portugus para
    sitio, dkija-sea ra direila L. 33.
    Z&- Rozas & Rraga fazein publico que
    do dia 1G do corrente mea de Maio cm diante
    sas galantarias de estanho para o meninos
    heni educados se deveilirem eni suas casas com
    seus oratorios soldados a p e a cavallu ,
    ludo por preco com modo.
    wQuem quiser dar qualrorentos mil reis
    a premio de dora e meio por cenlo ao me/ por
    nspaco de qualro mezes dando -se boa firma ,
    annuncie.
    tTi\ pessoa que annunciou a venda de u-
    ma escrava creoula que cosinha engoma
    e ferragens.
    6=> Na ra nova c casa da ultima resi-
    dencia de Francisco Manoel da Silva Tarares,
    se lai leilao por intei veneno do Corretor Oli-
    veira segunda fe ira a> do corrente as 10
    horas da uianlu dos seguintes objectos per-
    tencer.tes no mesmo lavares a saber cadei-
    ras bancas marquetas cmodas camas,
    quadros lonras vidros garlos, lacas c
    colheres de prata, duas bandejas de prata com
    lindas e bem lavradas cercaduras do gesto
    mais moderno, um oratorio com todos os
    perlences para dizer mtssa capachos novo
    decores dous carros de rodas tres ca-
    vallos para os ditos e inuilas outras COUzas
    que se acharan patentes, '
    SS7" Que razeni \c. Calmoul etc. C. por
    enlervencao do Corretor Oliveira e por coula
    de quem perlencer de porco consideiavcl
    de_ Fazendas avariadas bem como d outras
    limpbs t de pronta extraeco Terca-faira at
    do crrele as iu horas da manh em ponto ,
    no sen armazem da ru^j da Cadeia.
    n i 11. uva ......... < i 1 \
    1- Oh troca-se urna nfgrtnha de uia< e
    .-i anuos } na venda defronte da Igreja da
    Si ledade, .
    &&. !\!rios bilhetcs da lotera do Ihealro ;
    na praca da Independencia Ioja de Jos Anlo-
    la Silva c na ra nova Ioja Iranceza .
    no principio quarta casa terrea.
    Quem precisar de um menino de treze f ^ A hWia da 1
    afirma do seu estabelecimento r.eslfl praca anuos para caixeiro de leja de a/endas Hlho quem tiver annuncie.
    paMaaser Hozas, Braga & Hadfields ; de Loa ramilla que da iiador sua conducta W Carneiros todos, os das } ne assougu
    Jicando lodos os negocios tendente autiga annuncie a sua inoradla. francw deironte dacaaea.________________
    iirma dehaixo da dncctao il esta.
    Ss^- Os Snrs, que bouvereni de COI
    a meacSo decasa terrea na ra direi
    fundo para ilharga di Penha D. 1^ !i-
    quem scienes para nao serem engaado
    essa rasa he de Leonor Rodrigues ', yiuvi
    fallecido Francisco Lourehco Justiniano ,
    quella Ihe foi deixada por sea irmSa Vli
    v.v recisa-se-de tresenlos mil reis a premio
    por Pparo de tres me/es tobre hypolheca de
    quem os livev annuncie ou i
    i\ moradia pira ser procurado*
    t^, Precrsa-sede um feitor para um sitio
    1 lo des. Cidade no alieno da lioa- l isla
    casa do .Medico liriio.
    1110 da
    ') defronte da Matriz.
    ' t3- Pecas de bretanha de rolo com 10 va-
    ras, de melbor qualidade das que tem an-
    ncTadoaio a pea | na ra do Crespo
    Ioja D. 5 de Antonio da Cimba Soares Gui-
    niaiaes.
    C5- Pczcrros francezes a pelle a iK)o, e
    aduzia a 18,000 ; na ra dircitu Ioja de cou-
    ros D. 1S.
    tsr Urna venda r.a casa forte, situada em
    muito bom lugar boa casa de vivenda, quin-
    i tal murado, a venda fica olhaudo para u
    Ijjreja a tratar na mesma.
    tW Ferramenta para pedreiroe marcinei-
    ro por preco commodo ; na ra da cadeia
    i). 17 primeiro andar casa de A. llosch.
    tST ^n ruadireila n. 5o continua a ven-
    der-so as mni superiores pastlhas de alinea ,
    recommendadas em todas as irriNcoens mter-
    nas do corno humano ; toes as do paito es-
    tomago e venlie &c sendo em todas as tos-
    me: na ra nova no segundo andar do sobra- BfeS e debelidades do peilo sua Ulilidade ja
    do ao p da ponte que a entrada he deiion- bem conhecida vende-se em caixas pelo pro-
    le do porto das canoas co.de oo rs. cada urna. '
    muilo robustos, e
    uegrinha
    de 14 anuos eoplima para ser educada, e
    urna preta que luz todo o servico de nina casa;
    na ra de Agoas verdes casa terrea i"j.
    tOT Urna escrava de naco de bonita fi-
    gura muito possanie para todo o servico de
    nina casa ; na ra da cnha 110 lerceiro do
    sobrado do lado do LivramesitO junto ao de
    varanda ferro.
    taP" Ricos pcscocinbos de fil de linho ,
    C o m p r 1 s
    i:j" Urna escrava preta ou parda, que sai-
    ha coziuhar o diario de urna casa e engom-
    15J- Um ogode bilhar com todos os seus
    rtence:
    cima '25.
    lava e cose, dirqa-sea ra do Hospicio log perlences } .upracinl.a do Livramenlo De- %*~JI {^j)Z> J
    V e 11 ti a s
    {^ 31eios~Bilhctes da
    Lotera do Tlicatro: lies- f"vaUs Preas*i,Si,a7 Ui'eserv"lil
    r de muito bom goslo papel pintado para or-
    tl a ypO^'Fillll ra sala puiluinaiia de dillerenles cjuali
    res- Cat/tellasda Saiiedade Fortuna Tv- dudes, na ra da Cruz annazem de assucar
    m rapaz prastleiro exemplo deGuar- B*.v"11
    I
    quem lenlia direito'de a Ihc eslarfazendo p:.r-! de umita circunsUncta ; quem precisar de seo l,esU TyPrafia "a "a,a i> Independencia
    (odri'ius. paiaagosaremquamovivfur, Jas iN seotlereco para caixeiro de armaaem pografica divididas de bili.etes da .prescie "-8,
    ^a anida" vive e logra saude. e nao se sabe obrancas ou deescrploraco nao sendo esta loU'm do riiMlro, a preco de 45o cada urna5
    Eseravos Fgidos
    comprar
    Quem pi((isar de mandar tecer pa-
    arriscar a
    <4 rasa cmprala nina demanda.
    lorias inglesas alemana ,
    PAMA O MARAMIAO'at 6 do corron-
    segua viagem o bem conhecido BriguetEs-
    rinha em cadeiras e camapa, dirija-se a Lioa cuna Lana de supeiior marcha, e com-
    t isla na ra velha casa n. '5. modos forrado t enea vil hado de cobro, aio
    (tSs Deseia-se saber se existo ueste Recife da recebe alguma carga miuda, os pretenden- ',oru deporlas venda IJ. 1.
    o Reverendo Sr. Pro Ignacio da Encamaeo les dirijao-se ao Capilo ou a Firmino Jcs
    de Jess pinto para se'lhcentregar lYnia caria Feiisda osa ra da moeda ). 141
    Mudada Babia a pessoa que souber da re-j PARA OCK.\A a Sumaca Conceicao
    iji; 11 uiiiii, ue iiuuic tcupe ,
    e portuguesas, tu- ra oidinaria, levou calcas branca, camisa
    do por precu commodu sendo algumas del- de Ju trancado, carapuca azul coai 11111
    las para Itquidaco de cuntas 1 incitado que no andar parece ler moles-
    tar Una porco de chumbo velho; em liana perna ; quem os pegar leve a, Francis-
    co Augusto da Costa Guimares no trapiche
    sidencia dodito Sr. faioiisequio de parteci- Fiordo S ar ; que en quiser carrejar, ou ir
    par na ra nova n. 10/1 uu anutflici sua de passagem, por frotes ."onimodus, dirija-se
    morada4* desl'o Antonio Jos Vianua, u. bordo da
    a_j" c ma negra de naco de idade de 1 o
    anuos cozinhu o diario de urna Casar1, cose
    e engoroina ; no hoco da lingoela em casa do
    Joj Cirvalho da Costa
    SMT Lina escrava de nacao do be
    figura, cuzinba, engomma bem, e com prui
    tsr fncisa-se de urna ama preta ou par-! mesma Sumaca ao p do trapiche novo, ou a cipios de cosiuraj na pracinha do Livramenlo
    da para o servico de urna casa; na rua'estni ntunio Rodrigues Luna na pracinb do no Pmro "dar do sobrado do Snr. Joo
    ibrado di li mi da n po Sanio,
    la do Rozaiio I). ai sobrado
    .as laraimeiras.
    t' Quem annunciou prpci:ir de 4 """
    a premio por ,j mezes dn a ra das
    Crutes indo para S. Francisco ultime
    de um andar.
    isy A pessoa que querhypothecar Urna es-
    crava por .100,000 dirija-se as .t pomas D.
    aa junto a venda que tem lampiao.
    tSi~ Deseja-sa lallar a negocio de inleresse
    com o Sur. Affonco libciro ; na ra da ca-
    deia venda de Jos Gonsalves da Fonte.
    t^" Tcndo sido por urna liviandade ou
    precipitaco despolicun.cntc prezo para tentar
    praca na Varuilia o nieu prinieiio e ih.ho
    caixeiro o Sr. ISeuediclo de Jeius Ramos ( o
    ibaixo assignado Negocranle eflctivo, e ma-
    ti rulado da piara de feniumluco por a Im-
    perial Junta dot ommerr.ro do Imperio do
    ralil e di lie Natural participa ao respei-
    luvel Publico ou a quemeonvier que est
    I rompi apagar qualquer quantia pie seu
    dlauo e fi*d caixeiio beasse devendo a quul-
    ituer ptssoa por transecceus Commerciaes ,
    ,u qualquer cutio motiw ;.asSMO romo qiw
    o acTcdorta lo dito s u iel umigo Uiiio | a-
    i,-,ircu cenveccienarcot o abaixa assi^dado
    i^ e i 1 o
    Manuel Peieiru de Ableo,
    ar Urna casa terrea ua ra velha D. 8,
    com commodos quintal imuado e cacimba
    _ a tratar no principio do atierro da lioa vista
    11?- Que fazem l'ox & Stodart por in- '',tl0 esquerdo por cima da Ioja do ourives
    lervencu do Corretor Oliveira, de grande 'Ia,,cez-
    variedadede ferragens grossas e de culi- s2" Chocolate de vanilla de superior qua-
    l.iriaina, ludo de muito prompta exlraco i 'dade charutos de iiianilba ditos da muilo
    na Quinta feira j i do (oriente as 10 boras da eonhecida fabrica de broz na Babia; na ra
    manila no Seu armasen) ruada senzala nova. t*a cadeia velha U. ij no primeiro andar.
    l_j- Que faz ]N uno Alaria de Seixas por! '^ 2o duzias de assoailio de louro serra-
    iniervenco do Corieior Oliveira, na sua ^ Pp1' pre\0 commodo; nesla Typografia
    tasada 1 ua do \igaiio sexta Itira ua do W OllH.
    ctrrtnie as dez horas da manh dosseguin-' W Urna prela de angola de idade de 20
    tes ailigos, requissimes diales de loquim nnos coziuna o diario de urna casa e en-
    bordados eeslampadus mantas da china mu gamma e para tora da provincia um mole-
    lindas lencos de seda de niuilas coros di- iqoe creoulo de idade de o anuos bom pa-
    veisidadesde sedas para vestidos mosque- dei'ro_, o qual se acha na cadeia : na na lar-
    liiros paia aimaioeosde camas caixinhas de a do Hozarlo i>t t.
    costuras fiara seuhoras, caixas para cha e para j ^^" ^llia escrava muilo boa de nacao
    tabaco de tartaruga e de ir.arfim, porta-gur- de idade de o anuos boa quilanileira e la-
    ralas pratos bandejas copos e bacas de
    lavar rosto de xio lixas de madieperola ,
    jogOS de damas leques de todas as qualida-
    dis tantea linos tumo mata iuleriores enclusi-
    ve alguna de piala | entes de Ui taruga e de
    . 'o a .Antonio Jos iomes do Corroa no
    . .imaro que ser
    mezes que do Engenhd Bura-
    rema em nhaem lugio um negro d ango-
    la, por noii ^ Loil, consta ler andado pelo
    o de S. Anta o a titulo de forro, lem
    os seguintes signaes: he baixo e groso do
    Corpo, cara boxexuda em huma tasse lem
    huma sec-.li is he avermelliado muito ca-
    xaceiro maicas de bexiga pelo rosto huma
    serairjs junto de huum artelho, outra em
    bum braco junio do cotovello sendo de huui
    tiro que Ihe atravecou huma bala o braco,
    Quem o apresenlar no Recife a iManoel Con-
    tal ves da Silva ou a seu 3nr. no dito En-
    genho receber 5os'ooo reis sendo prezo nos
    deshilos; liio lormo/.o, S. Anto, Cabo, e
    Coiauna e sendo mais remla a sua prizao,
    se gratificar mais conforme a deslancia.
    Conslou estar piezo ha Cadeia dcsla Cidade
    pnrem nao se acliou elle liega str captivo,
    e lodo lempo que elle aparecer quem o liver
    em seu poder licar sujeilQ a ludo
    Ley.
    1 -igur da
    iiiHtliui livios com lindas pinturas linas, do Cabula leja de miudezas junto>a botica,
    vudeira ; atraz dos Martirios 11. a,
    i-^" Una pela de idade de >.-. annos en-
    gomma lava coztnha e fax todo u mais
    Msrvi O de uma casa ; na ra velha l) 10.
    tsr bilheles da lotera doTheatro; na ma
    luviuieiUo do Porto
    NAVIO SAUlONODlAzo.
    PARAHIBA; Barca Ingleza Coldeu Uceccr,
    Ai. taatheus Uubboch carga algodo e
    assucar.
    v.lc L VAl V"P. UL M. F. DC F. iB/jo


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