Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04091


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Full Text
>hmo de 1840. Terca Feira
l
I
cSo,TenlI.de^n,,,e dens me,mos' .d'no8M Pnidcncia, moder-
en admSo,^^ eseren* ponucios
umuacHo entre as JNacoes mas cultas.
Proclamacto da Assemblta Geral do Bratil.
S&25 Tde w recd,e,n ^^s. &tfets:
nad" ?r*lIS' Se"do^W.os aunantes, ev.ndosas^l
Partidas dos Correios Terrestres,
C.dade das Alagoas, e Villadc Macelo ........................, (V m d"0,
V.lia de Paja de Flores......... "......................J" ...
7W0 0f.>rrC,V,i ^rr-rm^ ,*. ............ldenl ** dlt0 d,t0'
19 de Maio Numer til.
CAMINOS. Mito |8.
Londres...... 39 i|i a 30 d. por Ifooo ced.
^JH5v\V Lisboa....... 70 a 7!) por 0/0 premio, por metal eTerecidoi
Franca.......29J reis por franco.
hm de Janeiro ao par.
UHO Moedas de 6j4oo rs Velhas 1^700 a i.fgoo
Ditas ,, ,, Novas l4#000 a 1%&JO*
Diias de 4?"oo rs., ^too a SJqoi.
PMATAIPataces Braiileitos.......I/CSj a 1^670
[Petos Columna ros------------- l#"fi< a S'.S.-
M Dilos Mexicanos----------------- b'fij a i/Ho
Mlud...............i|4{o ifjtiu
Descont de Hillietes d'Afandega I 1/8 pot loo so mei.
dem de Letras 1 (4 por l>oa< liniiaj ol'ercido.
ftloeda de cobre 3 a 4 uar 100. dedisc.jj
Das da Semana.
18 Segunda S. Venancio VI. --..--.-. Sesso da Tie. e aud. do J. de Oi datt ti
19 Ten-a--------S. Ped o Celestino. ------- Re.. e aud. do J. da I. v. do C. de m.
10 )urt.------- S. liernardino de Sena. -------Sesso da Thei.
2t Quinta-------S. Mansos B. M.---------------- Relaco, e aud. do J. de D. da ?. v.
11 Sexta--------S. Hita de Cassia Viu. ----------Ses.da TJiez. e aud. do J. de D. da i'v,'
a3 Sabbado S. Kalilco Are.----------------- Ral. e aud. do J. de ; da 3. t.
a4 Dom.--------S. Aira M. -.....-..... J
Man che i a para odia igde Maoi\
As 6 horas e 54 minutos da Urde As 7 horas e 18 minutos da ma h:
RIO DE JAJNF.mO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS SRS. SENADORES.
Presidencia do Snr. Francisco de Souza Pa-
ra so.
Sesso em 93 de Abril.
Retiido numero suflicieule de Snrs, sena-
dores abre-se a sesso, e lida asarlas to
i4 '5, e 12 do rorrele sao-approvadas.
O Snr. segundo secretario d conta do se-
pilile
Expediente.
Htim oliciodo primeiro secretario da c-
mara dos Snrs. deputados partecipando que
a mesmq cmara adoplou as emendas dp se-
nado resol uco t|iie coneedeo terrenos ;s
igrejas matrices de Santa Anna e Glora e
dirigi ; saneco as duas respectivas resolti-
ces ; fica o senado inteirado
O otro do mesmo, acOmpanhando urna pro-
posico da referida cmara, que proroga por
mais dous mezes a disposico do arligo^,
8. da le numero 106 den de outubro de
1817; fica sobre a mesa.
Huma representadlo da enmara municipal
da villa do Paraty, felicitando a esta augus-
ta cmara pela prsenle reunio da assemblea
geral. e pedindo o defferimsnto de utn re-
querinunto, que o anuo paa;ado fizera a
rcspeitoa esliada da Serra queda mesma
villa se dirige a provincia de S. Paulo; be
recebida a felicitaran com agrado, e remet-
tida a repiesenlacocommisso de fazenda.
Entrando em discusso o olHcio da cmara
dos Srs, depulados pedindo o dia e hora
para o recebimento da deputaco da mesma
cmara, encarregada de solicitar a reunio
da assemblea gerat, para se disco tirem as e-
uiendas do senado ; lei do orea mente que fo-
ro regeitadas na referida c&mara, maica-se
o dia de boje pelo meto dia.
Vem a mesa e mando-se inserir na acta ,
as sguintes deca rardes de votos.
I.eciaro que vulei contra apena de morle
para os Crimea poli fieos Alencar
Declaro t|uc votei contsa lodos os artigos da
inlerprelaco do aclo addicional excepto o
/). Alencar.
Declaro que volci contra lOv-ios osarligos do
pr reto das medidas salvadoras. -- Mollanda
Cavalcinli.
ljedui'o que votei contra lodos osarligos
dn inicrpie'.aiau do aclo addicional t aval
Cfinti de Albii(|tien|ue.
Le-aeo seguinte parecer.
A roiiini>so da mesa examinou a repre-
hentato de 1 rancisco de Salles Turres IIo-
niem em que piope a conliiiua o do seu
contracto celebrado no primeiro dejunho de
\> h sobie a public t< o das sesses de>tt au-
gusta cmara no correte anno com a ni-
ca dillerenca de exigir aora a qtiaolia men-
sal de 2:LooU em lugar de I.600U que
recebia ero Tirludedoeonlraclo pi unitivo.
A mesa convidou concorrentia p.ua a-,
presenlarem suas propostas sobre este objecto,
aos redactores do Jornal do Commercio e Dia-
rio do Rio de Janeiro que nenliumas oll'e-
recerlo declarando verbalmente, e |>or car-
tas dirigidas aos membros da mesa que o
nao podio l'azer.
A vista do que lendo o senado de publicar
suas sessjSefl por hum jornal diario nao ve
a (onimisso uutro meio se nio acaitai a pro-
posia,
Poco do senador em 3 de abril de 18/,o I mo est no artigo >. da lei de ndeoutti-
I iTneisco_ da_Sonsa. Paraizo presidente bro de 1837, n. 4o, ser punido cora as penas
interino. Jos Marljnanno de Alencar, .
secretario Jos Saturnino da Costa Pereira
'< secretario Vlanoel dos Santos Marlins
Vallasqnes secretario supplente Francisco
Je Paula Cavalrante doj Albuquerque, se-
cretrio
O Sor. Presidente ; Fica sobre a meza.
O Snr. Alencar pede a urgencia visto que
ja aiminh mister se faz que se publiquen! os
trnbnlhns da sesso.
Entra em discusso a urgencia e be appro-
vada.
Entra em discusso o parecer.
Fallan sobre a materia os Snrs. Oliveira,
, Saturnino, Hollanda, Paranagu e Carneiro
de Campos.
Jul^a-se discutida a materia e, posta a
votaco he apnrovado o parecer em primei-
ra discusso a fim de passar a segunda
Passando-se a nomear a depulaco para o
reeebimenlo la que tem de ser enviada oela
cmara dos Snrs. deputados sao eleitos os
Snrs. Araujo Vianna, Costa Ferreira, e IIol-
lan'da Cavalcanti
Continua a segunda discusso do projecto
de lei A K de i83q, propondo medidas de se
guranca publica que ficou addiada em i4
do correle no seguinle paragrapbo 4- ^
I art. 5.
Os introductores dos referidos auxilios, os
espioes e os que se corresponder m com os re-
beldes communicando-llit'S noticias ou insi-
nuaces favoraveis aos seus perniciosos desi-
gnios.
Annunciando-se achar-se na ante-camara
a deputaco da outra cmara intlerrompe-
se a discusso, e, sendo a deputaco introdu-
cida com as formalidades do eslylo, toma as-
sento e o orador della dirige ao Senado o se-
guinle discurso.
Augustos e dijnissimos Snrs reprsen-
les da naci
A cmara dos deputados nao tendo appro-
vado as emendas ditas pelo senado propusta
do governo que marca as despesas do estado;
e bavendo julgado ventajosa a mencionada
proposta nos enva em aepulacfo a Om ile
requerermos em seu nome a reunio da.s du-
as cmaras, na forma do artigo 61 da consli-
tuico e auloi isoa-nos a declararmos que na
fulla de hum regiment comiuum, el a se
submetle ao do senado, na parle relativa
discusso p votaco
Paco do senadu aos vinte e tres de abril de
iHjo. Carlos Augusto Peixoto de A-
lencar. Jos Ignacio Vuz Vieira Joaquim
Vieira da Silva e Souza.
Ao que o Snr. presidente respodc que o se-
nado vai deliberar sobre o objecto e que
em lt 1 11 o oppoi (uno dar a resposta.
lelirando-se a deputaco com as formali-
dades com que lora introduzida designa-se
o dia de uiiianb para a reunio das duas c-
maras.
Continua a discusso interrumpida do 4-)
artigo 5. do projecto A K. de ttii Jy sobre me-
didas de seguranca publica ; e julgada dis-
cutida a materia he approvado o tlito 4.
'Entra em discusso e lie sem debate ap-
provado o seguinle.
Artigo t. U crime de conspiraco defini-
do 110 artigo 107 do cdigo criminal, sera
punido cuiu a pena u'c piisan pr ti a i ali-
os. '
Entra em discusso o seguinle.
Artigo 7. O cran de sadteio dofiuido co-
de priso com trab.,por 10 a aoannos, quinto
aos enteraste |>or t a a quanto aoscumpces.
O Snr. Carneiro do Campos declara que
votou e vai ainda votar por estp artigo por-
que o nrba necessario, avista do estado da
nossa jurisprudencia a resuelto de crirnes 00-
liticos ; observa que o cdigo s leim decre-
tado peas contra os cabecas da rebeliSo. e
i|tie a nica pena que talvez se posa apolicar
aos cmplices he a da tentativa; que deixar
os cmplices impunidos he chamar os pavos a
rebeliSo. O nobre senador julga qw seme-
Iliinlc impunidade tem influido milito as
rebelipsque temos soltirdo Muitos indivi-
duos para Jjanbnr dinheiro lero seguido
oscabecas da rebelio, confiados em que,
Scedesse o que sucedesse, nenliuma pena
Ibes era applicavel. Que Crimea horrorosos
nao se tem commettido no Mardnlio ? Teriao
tido lu^ar semelhantps allentados se contra os
cmplices da rebelio existissem penas se-
veras ? O nobre senador jnlga pois de ur-
gentissima necessidade que passe o artigo em
discusso, edesappareca de boma vez huma
impunidade. que s serve de promover a
guerra civil e alagar de sangue o solo brasi-
leiro.'
Julga-se discutida a materia; e, posta a
votaco, o artigo be aporovado.
Entra em discusso e sem debate he appro-
vado o seguinle.
Arli;o 8. No caso de rebelio, todas as pes-
soas que se arharem dentro do territorio oc-
cupado pelos rebeldes e pelas tropas em ojie-
raco contra elles sero sugeitas ordens e
reg'.tlamentos do commandante em chefe das
mesmas que as poder prender, e remover
para outro lugar ; e os' crimes praticados em
conlravenco a taes ordens ou regulamentos
serojulgados como os crimes militares em
circunstancias taes.
Se,',ue-se a discusso seguinte.
Artiaop "Osconselhos de guerra parata-
es julgamentos sero organisados conforme
as leis militares anteriores ao codito do pi*o-
cesso criminal, nao sendo essencialmente ne-
cessario para a formaco da culpa os ennse-
lbos de uvestigaclo de que trata o artigo
I&5 do mesmo codigo,e outras leis posteriores
q' fico para esse elieito derrogadas; e as sen-
tencar nelles proferidas sero logo mandadas
execular pelo general ou commandanle em
chele, sem alguin recurso salvo nos casos de
serem proferidas contra ofliciaes jeneraes ou
quando o enera! ou commandanle em chefe
entender que deve sobr'estar na execuco ; e
em hum e pul ro caso, as levar, com sua
iuformacio 00 conhecimento do imperador,
e conforme a imperial deliberaco assim se
proceder. Cessaodo porem a rebelio. os
reos <|tie estivessem cumprindo suas senteu-
cas poder dellas recorrer, na forma do arti-
go b.
O Snr. Carneiro de Camjios Julgo que
este artigo nao pode passar, porque, em caso
de rebelio sugeita o pai/. a urna le;islaco
puramente militar, vejo que em alguinas na-
co es se declara por exemplos tal e tal ci-
dade em estado de cerco e enlo a lei mar-
cial he para todos mais o artigo em discus-
so faz excepvo do general em cois, de
sjrle que a vida deste lioinem be umCa peitada; as sentencia dos cousetltos de guerra
sero cxeculadas iinmediaUmeule, o que Ue
contra a constituico que exige que semeltian-
les seutencas venho ae nodyr moderador.
Portan'o voto conlr.i o artigo ; assim cono,'
a respailo do outro que ja pissou, bei de
presentar huma emenda quando de novo
entrar em discusso por que com quanto
seja muilo initnigo de rebellines. na dezeju
r>or form alguma sacrificar isgaraotias dos
ci-ladlos brasileiros Ilsi. arti;; n 1 quer : ih
baja canseHios din investigado nio ,: por
que. Antigamente havia corpoi de delicio, n
ese, com o decurso do tempo, se achou n,'.~
lhor estabellecer-se este conselho de invest
gaco porque havemos agora de acabar con
taes consc'hos principalmente a respeito d
sedices e:n mtssa ? Nao vejo nisso inconve-
niencia elgama,
O Snr. Mello Mallos Se o artigo que se
discute fasseconsiderado, to destacadamente
como se acaba de considerar nobre sena I ir
alguma raso loria ; porem o nobre senador
dev esaber pie este negocio nao fot tomado to
separadamente como elie o entende.
Esta lei, Snrs., he hum complexo de cou-
sas ; primeiramente, a cammisso classificou
os crimes de rebelio de sed cao e de cons-
piraco ; depois mostrou quies sao os auto-
res ecmplices desses as punas que deven
ser impostas, etc. ele ele. e no artigo 8. en
diante passa a dar o processo eslabelectdo em
cada hum desses casos. O nobre senador
ptiucipiou disendo qne o artigo declarava o
paiz era estado de guerra ; isto nao be exacto
porque quando o artigo se exprime assim (le)
nao declara o paiz em estado de guerra e
si ra o local onde a rebelio existe. De mais,
Snr. presidente, este artigo e alguns outros
q' se stguem nao sao obra puramente da com-
misso ; ella constiltou cdigos de naces
que ale! passo aqui pelo protolypo do siste-
ma liberal : a maior parle do que contem es-
te projecto he tirado do cdigo americano.
Se o nobre senador lesseo artigo ti., veria
isto raesmo : este artigo diz (le) o processo a
qui he j de outra maueira. Diz m its o arti-
go Cenando porem a rebelio etc. (conti-
nua a le). Portanlo. parece que esta lei nao
faz se nao oferecer huma legislaco que pos-
sa contera rebelio e vai de acord com o
(jue se acha eslabelecido nos pases mais civi-
lisados daeuropa, que ainda nao reputarao
contrario liberdade dos cidadaoso ruaior a-
jjravamet.to das penas neste caso jugando,
pelo contrario ser esse o meio de faser com
qne aerebellioea nio progridao.- Portanlo,
em todos os paises. quando se verifica o caso
de rebelio etn elleilo (que he justamente a-
quelle de que trata o artigo que su discute )
aperla-se, para assim diser, a cadeia das ga-
rantas ordinarias para quanto antes aca-
bar com a rebelio. Julgo pois que nao pode
diser que este julgamento he contra a cons-
tituico equeira o nobre senador advertir
que aqui se diz que baver conseibo de guer-
ra. Deinais, nos temos j leis expediccio-
nacs adoptadas pelo corpo legislativo, e man-
dadas execular em lugares rebelados.
Oa, como o nobre senador nao entrou no
delalhc da materia nem ol'erecco emenda
.lignina parece hum contra censo vinar a-
gora contra o artigo que se discute, he isto es-
tropear lodo o sistema da lei, porque este ar-
tigo vai conexo com todos os antros, A
cpmmisso senhores, nao jnlga a sua obra
peifeila e todas as emendas queseofferece -
rm e o sead.) litigar convenientes ser) por
ella resp* -U las. Porem seja-mi' perm
faser observar que, em ves de deixar pasaaff
os oulroa artigo e depoia volar contra osle era
roelhvr TOja,)' contra todo o |>r.>j..*lo.




D f A I I O DR
PKRNAMBUCO
i 11 _
2
O Snr. Carneiro de Campos Refletindo
sol-.re o artigo 8. que foi npprovado vejo (up
lie diz o scguinlc Iso caso de rebelio.
OSnr. Mello e Mallos Rebelio effec-
liva.
O Snr. Carneiro de Campos O artigo nao
di/ se be ou nao rebelio diz somenle isto
(,,'')--
Suponhamos o rxemplo da provincia do nio
Grande. Cora esla le restara o imperio das
mas, s a Jei marcial be que dominara,
poique da-se o caso de rebelio e ulli lodos
us lugares eslo oceupados, ou pelos rebeldes,
ou pelas tropas imperiaes
Portanto se estes artigos fossem ledos ap-
rrevados nao haveria no Rio Grande mais
Jei alguma s*nao as leis militares islo pois
nao me parece conveniente.
Reconheeo que este projerlo he fill-o so ;elo de acabar com as rebellioes que anua-
i ;io transtomar o paiz mais este zelo"i)o nos
deve levar a lauto queexcedumos os nossos de-
sejos. t
Dase o nobre senador que a disposico do
artigo em discussao se arha nos cdigos dos
paizes mais livres. Poder ser assim ; mas,
talvcz baja algum engao na applicaco e ex-
tiso que se d; a essa lei marcial iie ver-
dade que all se proclama a lei marcial po-
Tm muilo se allende a todas as circunstanci-
as c por esta nossa legislaco s o gene-
ral em chele be que poderia impr a pena de
norte.
Lembro-me do caso de Frederico II que
vero muilo a proposito contar. Tiuha este
monareba prohibido accender-se luzes no a-
campamento impondo apena demorleaos
transgressores ,- ora, vendo humeapito com
fgo acceso ebegou-se a elle e Ihe disse
iazei mais esta declarado: ''Amanb vou mor-
rer no cadafalso. "
O )r. V. de Congonhas : He porque
sabia manter a disciplina que este monarcia
sempre venca.
O Sr. Carneiro de Campos ; Tambem
entre nos poder bum general em chele di-
mr : Sob pena de morte nao se far isto
ou aquillo. Acbo-me possHdo do mais sin-
cero desejo de acabar com as rebellines por
qu uenbum boin brasileiro pode ganliar com
ellas mas be preciso que tambem adyogue-
mos a causa daquelles que podem ser victi-
mas de Jiuma lei demasiadamente severa.
Portan lo passe embora o arligo ; o que eu
digo be que voto contra elle e nao otereco
agora emenda alguma porque nao vinba pre-
parado para isso ; na lerceira discussao apre-
sentare aquellas que julgar convenientes ,
porque entendo que a causa da seguranca das
provincias pode ser providenciada sem bum
i bolleo to grande que ameaea a vida e segu-
anla de mullos uniros cidados.
O Sr. Costa Fcrreira : Esperava Sr
presidente que o proiecto passasge 3 "
discussao para enlo e s enlo dizei al-
guma cousa sobre ede porque em fin o met
itst-|0 be que se acabe com as rebellioes Se
0 smado julga que estas medidas chamadas
salvadoras poden acabar com ellas eleve ap-
piova-las ; n:as eu entendo o conlrai 10 e
por isso voto contra ellas. Domis, ouvi a
bum nobre inembro da commiis clizer que
lia tinlia consultado todos os coditos da Iv.i-
ropa civilisada e lanr.bein OS da America do
norte, porm e creio que anobiecouiiuis-
s, quau
de examinar
meno
He isto precisamente o que nos falta. En qoe-
ro que se d garantias sociedade ; quero que
se (!e .aramias aos aecusados e se essas ga-
anuas sao escusadas porque as concedem a por declarar pela minlia parle que ainda
os magistrados ? j que em coqslantiuopla houvesse jury e lber-
Pergunlo eu ao nobre senador que segura- dade de imprensa nao queria l estar por
mente tena ainda de fallar sobre e^le bjecto ,
quem beojuiz que ha de julgar se a provin-
presipente tenbo de accrescentar ao que ds- \ na de morte-, nesta pena s incorre aquelle cuio
se sobre este projecto porque nada de novo terime he revestido de circunstancias aggra-
ouvi expender. Principiare*! primeiramentel vantes. He preciso reflectir nisto para nao in-
crepar a commissio de sanguinaria.
Sr. presidente a commsso guinu-se pe-
L _' I 1 _.__*_------- mirllicarl'io n
la legislaqo das naces mais civilisadas ; e
do fez este proiecto esqueceo-se
a nossa COnslituicio ou pe
lo
alguna dos sus ailigos,
5e altendes-
se aos atligos da nu^sa constituicao creio que
havi* de arripiar carrvira a nao querer que
se acabe com ella ; e a querer isto luelbor se-
ra enlo acclamarmos desde j o senhor t>.
Pedio 11 e dizer-lhe Senbor todo o paiz
est m desordem pon a V. Al. termo a
tantos males.
Sr presidente se em Constantinopla hou-
vesse libtrdade de imprensa sujeita to s-
mente a lumia lei constitucional leitacom sa-
bedoria e boa l ; se all houvesse jury eu
nao teiiartceios de morar nesse paiz ; antes
tuizera estar all do que nesta trra com hu-
ma lei como esla que se discute, tu Sr. pre-
sdeme creio que ainstituteo dojuiy he a
jaiva-guarda da liberdade. iNo sou da opi-
mao de minia genle que entende que o jury
he huma mama revolucionaria que hoje lavia
por toda a parte que he bum roubo que se
ioz ao poder humiuuboque se laz aos ma-
gistrados. Aquees Sfs. que entendem que
o jury be bum roubo que se laz ao poder e a
os magistrados podem hoje em dra acabar
com o jury podem querer que o poder te-
na a acuidade de eslabelecer commisses mi-
rares mas eu Srs. nao entendo assim ,
e tenbo dito^por muitas vezes que nao he o
ca est ou nao em estado derebellio. A
nossa constitualo diz que he a assembla ge-
ral ; o arligo 35 diz : Nos casos de rebellio
ou invaso de inimigo, etc ( l ). Nao bas-
ta que baja rebellio e ainda menos rebellio
como he definida por este projecto para se
dispensare! as garantas c nstitucionaes ; he
necessario que a seguranca do estado ppa que
sedispensem essas formalidades e anda as-
sim por bum tempo determinado e nao in-
determinado.
A assembla geral he que deve julgar e de-
terminar o tempo, e nao hum ou oulro pre-
sidente de provincia e a assembla geral de-
ve deliberar por bum acto especial e nao por
hum aco geral conforme este projecto do
qual seguramente bao de resultar immensos
abusos. Mu vi, Srs., hum oflicio do general
Labalut que diz assim Podo o humein
que s commuuicar com os rebeldes merece a
pena de morte Ora pergunlo eu hum
liomem que escrever huma carta a hum re
beld, ainda que nao trate da rebellio de-
ve incorrer na pena de morte ? Ni.-iguem o
dir.
O nobre ministro da guerra mandn que
dentro de 'i5 dias os lavradores habitantes das
margeus do rio Tapieurii passassem para a
margem opposta : era impossivel que se exe-
cutasse essa ordem e o mesmo presidente
mandn dizer ao commandante das armas que
taes e taes artigos do seu edilal a esle respeilo
nao se podio execular. O que fez o comman-
dante das armas ? respondeo dizendo V.
Exc tem-me tirado toda a forca moral ; de-
mitla-me pois V. Exc. ou mande execular o
meu edita I,
Nao ve* e nobre senador que estas formulas
sao garantidoras da seguranca da paz e da
liberdade dos individuos ? O nobre senador ,
que albis he to instruido esqueceo-se por
ventura das lices da historia ? Nao sabe que
no tempo deCarlos lojurysalvou a nimios
liheraes ? Pode o nobre senador esqueeer que
no tempo deCromwel muitos realistas foro
salvos pelo jury npesar da prepotencia deste
bomem ? Esquece o nobre senador as desor-
den* que bouve por toda parte logo que aos
|.s foro calcadas essas formulis ? Se ama o
sangue se deseja -ve-la correr entre nos, po-
de votar por semelbante projecto ; porm, se
quer a paz regeite-o completamente,
Eu quero que se d garantas aos mesmos
reos e nao quero que se estabeleco commis-
ses militares que sao prohibidas claramente
pela oossa consliluico. Ora o que deter-
ii na o artigo nao ser huma romn.isso mili
lar? Yisfrcsdos Braslleiros Aquellesque
escaparen! i espada dos militares vo cahir de-
baixo do arbitrio. .
que sempre entendera que era imprensa li-i este projecto nao he inteiramente de inven-
cao sua. Os Estados-Unidos por exemplo,
sao huma repblica e todava teudo jury
vree jury a turca.
O Sr. Costa Ferreira :
Nao haveria tal ,
porque o despotismo nao se casa como liberda-
de de imprensa.
O Sr. Mello e VTatos '. Hum nobre senador
principiou o seu ultimo discurso di mesma
maneira que o prim-irr dizendo que este
artigo lie anti-constitncional
Respondo que nelle nio ha nada que seja
contra a constituicSo porque ella excepcin i
os casos de rebellioes em que enga o estillo
e manda tomar medidas ; r ni ,
Porlarito a coustiiuico mesmo r"c.inl!eceo
estes casos, estes pericos, e ordenou que se
tomassera me lid as enrgicas.
Pergunla o nobre senador que me precedeo,
e todas as instituicoens as miis beraes en-
tregio por ventura ao jury e autoridades or li-
narias O processo de taescrnies? Nao. Nes
ge caso declaio o pai/. em estado de guerra,
o ponfio aos spus ,",eneraes
Senbores he preciso que attendamo^ ainai
.i huma circunstnncia. O n di re senador quer
poupar o sangup do* lrasileiros mas u >
reflecte que por falta de ta I-i por falta de
punir os deiinquenles. pi le acontecer e
tal vez acoritrica que cheftH d is forcas le aes ,
vendos perigos qua trazjfoosigr mpuui-
dade dos rebeldes tratem de an-iiquil-los
roirpletameiite o que niu teri i lugir se s"
quem ser o juiz da rebellio. Ora isto nao nslituisse bum inizo composlo de olficiies e f
______n -^...i .'..... <\____c; c, ,.;.,;. ^_..:jsj. i i ___._______..:.,
merece res posta a'guma Que i foi Srs.,o juiz
nao rebelliio di Baha quando o povo se reli-
rou para o interior, quiudo os rebeldes a taca-
rao fogo a cidade. ele etc. ? O juiz foi o pro-
prio fado a desordem publica a perturbando
to todas as colisas a morte o incendio e o
roflbo. Ouem lb o iuiz da rebellio do Rio
presidido pelo general que tcm por si a con-
sideraco publica e a idade e de quem por
certo, se deve mais confiar do que de hum
militar que cheio de rancor ao su ininijo ,
nao trata seno le acabar com elle. 'Podas
estas consideracoens leve a commisso em vis-
ta : nao prelendeode maneira alguma alterar
(ii-ande logo que ella appareceo ? Na opinio, os principios de jurisprudencia ntquillo que
do nobre senador nao liavia rebellio porque j (!< garanta aos reos: estes dtvera ser Otividos,
nto bouve hum juiz que dissesse se ora ou nao j conceder se-lbes defensores, e quando baja
rebellio. Logo que humi rebelliio se algum abuso na imposieo da peni, pe >
manilesta em qualquer ponto, pode lia ver
grandes mor tes e ass.is>inios em quanto a as-
sembla geral nao decreta que aquillo he re-
bellio no que pode levar seis oilo, ou
mais mezes.
Os principios do nobre senador sao encl-
lenles E a passarem esses principios po-
dem os rebeldes dar gracas a Ueos por terem
hum representante que os sustentn.
O Art. 3. do projecto parace que respon-
de a tudo quanto se disse contra elle porque
diz esse artigo A prsenle lei excepeo
do art. 19, que fica disposico permamente ,
lera somente lugar todas as vezes q' em qual-
quer provincia ou ponto do imperio se mani-
queeste inconveniente ha de ser mu torneos
lastimavel do que o resultado da iinpunidade.
Snrs. o senado deve reflectir que os crimi-
nosos do Para ainda hoje esto por julgar ,
e nao ha meiosde os julgar. Conferir a hum
jury composto de homensque se torno victi-
mas de huma rebellio, o julgamento de ou-
tros comprometlidos na mesma rebeliio nao
me parece conveniente, juljjO nao serem es-
ses os melhoresj ulgudores ; ao menos se eu
tivesse a desgraca de entrar em huma rebel-
lio em taes circunstancias nunca queria ser
julgado por pessoas habitantes daquella povo-
aco que eu tivesse ollndido com os meus cri-
taesjuues nunca podem exercer cora
mes
festar a rebellio, a conspiradlo, ou a sedi- j toda a reclido e imparciaiadade as funccens
cao Logo ja se v que esla lei be hum re- | judiciarias. Por consegunte eu entendo
medio para acudir de prompto a qualquer j'qUe o projecto nao he sanguinario antes he
poni do imperio onde appareca a rebelliio ; conforme com todos os irecedenles das nacoes
os ses autores se conter saliendo que a- mais livres.
Huma
voz --,
de hum jury.
penas rebcuta a rebellio as autoridades locaes
se acho iinmediatamente autorisadas por esta
lei para providenciaren! sobre o caso. Este
sem duvida he o meio mais forte que se pode
oflerecer para que a rebellio nao progrida.
Portanto parece que o projecto deve ser ap-
provdo e o mesmo art. 179 35 da consti-
tuico autorisou o corpo legislativo para fazer
esla lei.
Quaes sao pois essas penas fortes esses
juios excepcionaes essas commissoens mili-
tares de que f.illou o nobre senador ?
Qual he o juizo de que falla esle arligo?
He algum que a constiluico nao permita ,
O r Costa Ferreira: Ue hum jury Nao he o juizo do conselbo de guerra Qua-
es sao as penas horrorosas que a consliluico
nao permille e que sao ir.tligidas pelo arti-
go ? He huma lei marcial sim Snr. e por
ventura he s 110 nossopaiz que ha le marci-
il i
Senbores o que nos vemos
nao de tres desembargadores que podem de-
cidir da vida e da morte de muitos cidados.
Se eu nao fuera lo bom coiiceito se nao
tivera em to subida conta a nobre commisso,
dnia quedos deseos membros que sode-
ser..hurgadores enlendio que a ir.stiluio dos
he que
hum
garantas
j/tuice das ieis que mantera .1 tranquilidade icuiuniisso salvando o Brasil
a& tai mas sin a sua prompta applicaco. i. O.St. Mello e Matos; Pouco mais, Sr.
jurados era hura roubo ieilo sua classe e jdiu s de revolucy> em huma provincia a re-
que por isso apresentro esle artigo Se es- Iduz a iuini estado muito.dep orvel 5 il
sas formalidades nao sonecessaiia* em casos [provincias eslao hoje i-eduzidasa I um
taograves, pergunlo eu aos nobles seriado-I de ruinas. As medidas que se discuten! ..
res porque nao se dispensad em oulros casos ? de absoluta necessidade ; essas
e se sao nciessarias porque se dispensa) em
casos taograves como este de que se trata
que he o de rebellio ? Sis. eu nao tencio-
nava fallar a esle respeito esperava que pas-
sasse o projecto na segunda discussao e s
queria tomar a palavra na teiceira discussao.
Pode ser que agora deixe passar o projecto ,
sem dizer mais huma palavra porque tenbo
observado que o silencio e respostas symboli-
cas ou a macada dos votos sao as inmoles
razoes que apadi inbo este projecto Nao que-
ro que se diga que eu desejo empecer a felici-
dade publica 5 passem muilo embora estas
medidas salvadoras medidas que em mi-
rilla opinio sao s dignas do Robespierre ;
se o meu paiz for feliz cora ellas muilo esti-
maren Se outr'ora senhores hum gran-
de ailifice enlendeo que se devira mandar la-
Ibar o monte Alhos de tal arle que represen-
lasse Alexandre Magno contendo buma cidade
na nia ; passando as medidas que se discu-
lera, eu hei de propr bum projecto para que
se mande talhar o pao de assucar de tal ma-
neira que, reprsenle os nobles membros da
espeito das quaes tanto se clama nao apro-
veilo seno aos rebeldes e facciosos ; os ho-
rneas de bem esto sumcienlenn ule garantidos
por sua conduela.
Se o projecto nao lie bom rege.te-se todo ;
e se he bom approvem-se todos os seus ar-
ligos.
O Sr. Lopes Gama ( ministro de estrangei-
rosj :Os uobres senadores que tem comba-
tido o art. do projecto em discussao, pens
que nao tem encarado a materia debaixo d-
seu verdadeiro ponto de vista. Neste art
considtra-se hum paiz oceupado por Toreas re-
beldes hum paiz que est lora do alcance das
leis civis do imperio e de todas as autoridades
Como em pregar os meios ordinarios da ju-
risprudencia criminal ueste eso ? Hum ej-
ercito est a bracos com as forcas da rebellio,
por exemplo as Ironteias do Rio Grande
lie appreheudido hum rebelde cora as armas
na mo combatendo contra os legalistas ,
O que querem os uobres senadores que se fa-
ca a esse rebelde ? Como castigar este crimi-
noso se as lesterauihas sao os mesmos sol-
dados combaleules que presenciro o facto ?
Ora contra o crimede rebellio nao ha pe
( Obtem ainda a palavra e tomio parte na
discussao da materia varios oradores cojos
discursos ser publicados no seguinle mime-
ro.)
0 Snr. Hollanda Cavalcanti manda mesa
oseguinte requeiirnenlo o qual be apia-
do :
" Proponho que a discussao do art. 9 e
segundes do projecto presentemente submelli-
do ;i deliberaran da c.isa seja adiada para a
sesso prxima ordinaria.
1 oslo a votos nao se approva.
O Sr. Lopes Gama coinmuiiica ao senado
que, naquahdade de ministro dos negocios
eslrangeiros acaba de recber a participado
odicia de que S M. o rei dos Francezes havia
mandado evacuar do Oyapock as tropas all
existentes.
O Sr .\1c11j e Mallos pede que se declare
o modo porque era oblida esta communicaco.
0 Sr. Presidente declara que o senado a
recebe com muilo especial agrado.
1 .i! 1 mesa, e .e apoi .do o seguiute re-
quei im mo :
' (iL.uiii) |ue o>aigoera discussao fique
adiado .u .1 lerceira drscussiodo proiecto.
k Paco do senado tii .j de aliril de i^o.
- Carneiro ile Campos '
j 1.1 a lio: 1 Rea auida a discussao
OSr Presidente da para urde.11 do dia :
segunda discuta 10 paict'er da u.-sj >jro 1
publicaoau dos
discussao du
addicional
r bal los 'io senado ^ hm ira
lo projecto
de lule.picuuaj oo .ido
, e depuis do meiuia a discus-
sao adiada hoje.
Levanta-se a sesso as % horas da tarde.
PERNAiU BUCO.
Diversa lt|>ari^oeiis
1 -1 ., ,_,. -----------------.-. if > ""
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do pre?o corrente do assucar algodo ,
e mais gneros do Paiz, i^ue se despachio
na Meza do Consulado y. Pernarabuco na
semana de 18 24 do mez de Maio de
i34o.
Assucar B. novo 1. S. ar. i5o)
i


DIARIO DE PERNAMBDCfi
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Dito M. novo
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Dito B. velliu
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Hito M, vellio
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1000 ) ,
< i sooo i. d.
q o )
" 68oo
* f8oo
i. Sorte
*. \ 00
Jos Mara Certa, do Amaral,
! rancisco Joze Marinho.
Fetorea e Confereotes
O Arsenal de Guerra compra plvora
chumbo em barras, e papad cari uxinho: quem
quuer lornecer estes gneros comprela nes-
ta leparticoas orne horas do dia 19 do cor-
ren Ir para truclar do ajuste.
Recife 18 de AJaio de 184o.
Coelho, Directora
Correspondencia.
Rio 21 de Marco de 1840. Pinto, Presi-
dente. Almeida Torres. Pecnha. Mattos
vencido. Pantoja.
Carapuceiro
Snrs, Redactores. Hum cliente meo
olileve ltimamente do Supremo Tribunal de
Justica e da fiellacao do Rio de Janeiro os
respeilaveis Accordos que llies remedo por
copia e cuja publicacao rogo a Vmcs. para
desengao de quem apezar da severa experi-
encia dequatro annos aplaude anda de Loa
l a funesta inlervenco dos Prefelos e Nota-
rios as partes mais nobres do Processo Cri-
minal. Possa este precioso exemplo conven-
cer a nossa Assemblea Provincial da necessi-
dade de reformar a lei de ij de Abril de
i8ti, que lo fatal tem sido a Pernambuco,
pondo o foro em completa anarebia e neu-
tralisando totalmente a aeco da Justica!
Sou Snrs. Redactores de Vmcs. muito at-
iento venerador e criado.
Dr. Filippe Lopes Neto.
Vistos expostos e relatados estes autos de
revista crime entre partes Recorren te o Reo
preso Miguel Pereira de Carvalho e Recor-
rida a Justica concedem a revista pela nul-
lidade, que consiste em ter-se formalisado es-
te processo contra a forma prescripta no Cdi-
go do Processo no titulo Capitlilo~4. *
segundo o qual se eslabeleceo que a culpa
sea formada pelo Juiz de Paz e nao pelo Ju-
iz de Direilo crime como se praticou neste
processo. Remellao-se os autos a Relluco do
Rio de Janriro que designio para reviso e
iulgamento Mo 9de Novembro de 18 q
I-ragoso, Presidente. Arago. Costa A-
guiar. Carneiro de Campos. Campos. Pe-
tra. Queiroz. L)r. Figueiredo, vincido.
Nabuco lainbem porque o Juiz incompeten-
te que fez o processo inlerveio nos Conselhos
dos Jurados. F re i tas vencido.
Accordoem Rellaco &. Vistos e relatados
estes autos na forma da Lei com os Juizes li-
rados a sorte abaixo asignados em que sao
partes Btcorrente Miguel Pereira de Carva-
lho / c Recorrida a Justica, mostra-se que
base'ando-se lodo este processo criminal no
auto de adiada l. 1 ro este ordenado por
hum Prefeito, e escripto p<;lo seo Notario ,
entidades desconheciuas no Cdigo o Pro-
cesso Criminal e por taulb sera jursdicSo
para ordenar e nteivir 1 111 os lemos Jlldlc-
is. > ostra-s mais que a formaco da
Cllla de II. D l 11 foi leita pelo Juiz de
Inicuo da \ illa c Conuira de Santo Antu
j'iouih ia e eruaubuiw 5 quanuo es'C pio-
redinienlo\ urna tomo o otujpoui delicio
omtanle do auto de adiada lie swuienti
compeleociado Juiz de Paz ou do loga .i
culpa ou do domicilio, como be ex, lesso no
t^ ,i. Art. 11 combinado com o Art, loo ^ ). '"
parte a. do rele ido Cdigo viudo em con-
sequencia a ser inteiramente nullus ambos a-
quelles piocedimeiilos I. por deleito de ju-
risdCv%o, -.por manfesta incompetencia He
Juiz edo mesmo modo millo lodo o processo
que e'nlau utios procediuieulos se lormou
l'oil.inlo, e O mais dos auto, dsposiioes e
Direilo com que se coolonno, iujgo nullo
puroceSM, oidenao a espousabi.idade do
fcJcwo por ter deixado de escrever por si
uo uroceaso juntando actas de Sessoes e
piocuraeoes impiosas j e do Juu por con-
sentir que laes procedimenlos nvessem lugar,
c condemno a Municipalidade as custas.
Os Nazarenos, ou Sganos de nova nvencao.
Tenho observado que quando os Carapu-
ceiros tractao eguidampnte algum assumpto
serio, mnitns de meus Illuslres Leitores logo
se desgosla e nao sei se ao menos b cora
sigo os hantizaS em massadas : at as mes-
mas Sen horas, que mutaa vezes se acrepela
com as carapucas que Ibes siem de molde ,
assira mesjmo queren^. que o Carapuceiro I
sempre appareca latvio ; anda que Ibes toque
por casa e cons< tilintemente Ihe roguom al-,
guma praga. Usanoa he da tampo imnaemo-
riil areom darse o mercador ao gusto dos Ir- i
guezess pelo que sendo o meu Carapuceiro
urna especie de mercadoria forcoso me he'
transigir com os meus Illuslres Leitores, at
porque isso de transaeces he o systema do-
mioantfl do nosso Brasil. Com ludo se lian
sige a inclusive o dever com o interesse a
justica com a velbacaria a verdaducom o vi-
cio etc. ele.
Hoje pois farei algumas rellexoes ; cerca dos
Nazarenos, ou Sganos de nova nvencao. K
que gente be esta ? (perjuntaro Mariqui-
nhas ,- D. Chiquinba I) Tlzinha ele )
Ser alguma colonia do Ejjypto ? Sero I10-
mens ohegndos recen teniente das partes da Ju-
da em busca do seu Messias ? Serao farristas,
que por ah se andaQ inculcando para seren
destribuidos pelos Passosda Santa Quaresma t
.^ada disto minhas meninas, nada disto.
Esses Nazarenos ou Siganos de nova inven-
cao sao Brasileirinlios mesmos, huns natos,
oulros adoptivos, e al<;uns estrangeiros.
Quando virdes hum joven cora barbas de
Mouro 1 hnettido em huma sobrecasaquinha
pela3 verilhas com grandes gadelhas cabidas
ateos bou!bros ahi leudes hum Nazareno,
ou Si gano de nova nvencao.
E que bella caricatura qne elle appresen-
ta se vai a cavallo Leva na mo direita u-
ma grande e grossa bengalla ; talvez para
com ella espertar o paciente animal e a ga-
delha vai-lhe fluctuando merc dos ventos :
visto pela-frente, parece hum dos tres Res
Magos pela retaguarda qualquer o tomara
por bumSigano.
Nao b; muitos annos que aqui saltou vn-
do da Babia o ancio Barata que Dos haja ;
e trazia os cabellos taes, e quaes : entretanto
ninguem o imilou : porque ? Porque o lio-
mem nao veio da Franca ; e (levemos maca-
quear ludo que d ali vem sem advertir-
mos que na grande Babilonia de Pars b
pente muito seria muito grave milito assi-
sada 5 m:stambem ha muito buginico, muito
saltimbanco muito melquelrefe. e muito
peralvilbo. J ouvi a hum sujeito defender
0 uso das barbas com huma raso de eccono-
mia islo be ; que as taes barbas crescidas
nao estraga o lenco da grbala ; de maneira
que h mais de hum seculo que se rapao
barbas e sevtrazem grvalas ; eso agora he ,
que se descolori que as barbas rapadas rom-
pem os lencos Nao lu duvida que est unos
no seculo das luzes e dos barbalos.
Em me encontrando com esse meu ajnigo
apologista das barbas, nao deixarei de per-
guiitar-lhe se ja engenhou alguma prova de
etvonomia para defender, e cohonestar o mol-
de de cabellos quesempie trouxerao os si-
j;anos e que o hom lom de Pariz quer que
Uoje se chamem cabellos de Ju leo ou ;i 2sa-
Eaiena Talvez se|a ussim melhor do que
aparado1) pan eonse-vacao e aSseio das go-
las das cazacas e propagaco do bikinho pio-
Iho. ^
Contara-me huma ant'cl.'t que ache
nada, rom quanto nao fique por (indar
,.i sua teraciiide e neste caso digo rom o ri-
1.10 Alali no Si non es vero, e-. ben trva-
lo (...lo joven fieijuentava huma casa de
lomilia onde havia um menino dequatro
a unco aonos com que.11 muito brineavao
dito joven e por isso o pequeo apenas o
\ ia corra para elle e lazia-lbe mil cari-
cias. Por mais de seis me/.cs deixou o sujeito
ilc! hii i aqu< Ha casa ; e quando tornou a ap-
parecer, eslava inteiramente mudado. Ap-
1 resenlou-se de bijode grandes barbas t
com os cabellos -Nazarena. Quem disse que
o menino loi mais a elle ou se Ihe quiz apro-
ximan' Deilou a fugir,convuUava-se-lhe to-
dos os membros ; e poi de mais Ihe biadava a
mil Vem ca meu filho nao tenhas raedo ;
he oteu miguinbo he o Sr. F. ; o inno-
cente pequeo apenas o olhava a furto e
diza chorando Nao mamai he macaco ,
he macaco (Advirta-se. que havia poucos
dias que o menino vira p1a primera vez ,
e com muito medo hum grande mono d'Vfi-
ca que era as barbas, e no cabello Naza-
rena vera effigie do tal joven.) Se as mocas,
que quasi todas tenho por innocentinhas e
sao commummente medrosas (menos pira ca
zar) se tomassem do mesmo horror peas bar-
bas 1 e gadelhas -, julgo pamente, que pou-
ca duracao tera a moda dos Nazarenos. Mas
se ellas acba to lindo ludo isto Sao cousas
lindas da Franca e be quanto bast.
Nao entenda alguem que be tao intole-
rante o Carapuceiro que proscreva absolu-
tamente as modas, Sempre as houve e ha-
vera ; do contrario inda boje trujaramos co-
mo I). Fuas Koiipinho ou Egas Muniz : mas
be innegavel, que algumas modas h que
por exageradas e extravagantes n.o sao abra-
cadas se nao por gente fatm c leviana ,
que fo!;;a de singularisar-se em coosas tao fri-
volas. Os Franceses desgna/ hum hornera
dc-!es pelo vocabulo fasliionablc empres-
tado do Inglez, termo m ti i complexo, com
que exprimen! o SugeitO que pe grande cui-
dado e apuro em alaviar-se, etc.; talvez o
possamos verter peloadjectivochulo espiona-
do: mas anda assiui cs'.e nao be to compre-
hensivo como o fashionahle porque o
fashionahle he de inais a mais namorador,
gamenhoi requestador, balharino,etc Ou-
deapparece hura desles, tuda a gente fica
tonta pelo nauseoso eactivissimo cheie de
vender cargas de farinha nem com trajes d *
balbarincs. E por que nos Brasileiros j|
que a sorte nos ondemnou a macaquinhos
das mais nacoei, n5'> arrcm?.!aremos no tra-
jar ; gente In;!eza ? Nao be a Inglaterra hu-
ma Naca: u7i grande mu polica, mu ci-
vilisada ? He sem duvida : e qual a rasio d?
Ihe nao imitarmos os trajes e as modas ? Di
cant Paduani
As modas tem dado tantas voltas por
forma se h percorrido o circulo das extrav
gancias humanas a este respelto, que nao la
dar anda volt eraos aos u/.os de i5oo.
vejo por ahi cada cachamorra de ben jal
que melle medo. Breve resuscitarS as c>
belleirascoiti rabjxoi, os coleles pelas veri-
Ibas, as cazao&s de punhos, etc. etc. V'ani
tas vanitatum el omnia vanilas. Mas lomen
as modas o gei' 1, qn loraardni, sempre di-
rci que I 1 cabell 's ;i Nazarena ou h
Sigana, cabfli j trouxeraS os
11 HSO .:.'': <\)'H os bi-
gu les e bar louro 1 mistura pa
rece-me hum ton 1 me p >ssd
exprimir, hu mismo.
\ VREDAOEj
Q.ial be mai- pr ri 1 re re divamente bel-
leza : oser gordo, ou o ser magro? Pro-
blema.
Ten io de resolver este grande Problema ,
jisev, que fon-oso me lie encarar os dous
mbar. Em huma salla de dansa he hum bo- objectos comparados pelos dois extremos isto
eco risivel. Tudo nelle be contrafeito e
aectado. Nao dansa sem chapeo em huma
mao e bengalla n'outra. Tem oolhosora
esvaecidos, ora contemplativos c reboliia os
quadriz de baixo do mais rigoroso isoclironis-
rao'
he ; a niullier exeessivamente gorda e a ex-
eessivamtfnte magra. Se he rea e eucom-
moda aObesidade nao o he menos a extraor-
dinaria magreira. A inulher exeessivamente
torda be hura sqn, be hum monto de car-
de han'.ias e linfa; mas a excessiva-
u
ne^ ,
Tambem nao falta j senhoras espinic .las, mente magra he a morte ambul inte he hura
ou fasbionables, as quaes ordinariamente i esqueleto s agradavel a quera nelle quiser
(coitadinbas!) acabao thisicas; porque
de lom exige que a senhora sav
ancas, que seja magra como hum ;
lo, e lenba cintura de macaquinho
disto deve ser hum pouco d" ibtada
assim pdr modo de quem pa,!.. sua in'
tenlezinba ou sofreo poucos das i
borlo ; pois huma senhora nedia e de b
un- !estudar e Osteologa. A magreza (diz oSr.
em l'-rillat-Savarn na sua Pbysiologia do tloslo]
1 .,. n:olie mui desvanlajosi 110 bomem ; porque

pie lra este deleito nem por isso perdera
. ;or; anles sao dispostos a possuilo era
maior graos mas be huma desgraca horrivel
mulhnrCfl ; porque neslas a belleza li
pie a vida, e a belleza consiste princi-
pares, be rustica, he pea he da rossa ,i. nie na rotundidade das formas, e na
nao perlence decerto ao grande tom. osa curvatura das linbas. Omusbera.
ordena imperiosamente que a senhora .. prvido toucador a costureira ou modista,
se decide s e robusta : antes sempre n'is sublime nao poden mascarar certas au-
quexar-se dengosamente d'algum encom enca, nem dissimular certos ngulos. As
do de saude ; ora da cabeca (e ahi coro etTeilo 0 se ha t"'"ido, m,a* Por '-' cor '
est todo o seu mal) ora dos denles ora de em por conta di baculuade se i. a que po-
constipaco e sempre do estomago. 'e o tiactament) ser tao deten,- |ue o Ctt-
Al os taes bodes em p em pertencend.; "tivo p cliegue tarde,
ao grande tom devtm continuamente que- Pa" as mulheres porem que sao extre-t
xar-se de adoentados; porque diier-- Gozo mosamenle magrea por temperamento, e alias
saude, estou de saude he huma grosseria lem hom estomago ; nao vemos queellasse-
jmperdoavel. Deve o joven afiectar hum tora j-6 mais custosas d engordar do que as gali-
mavioso, huma fallinha branda e assucara- nhas ; e se a respeito das primeiras lor preciso
da as manciras e ademas desinbziuha ; e levar mais lempo sera porque tem o estoma-
perguntado pela saude, responder con. ar go comparativamente mais pequeo, que as
meio aborrido Ab nao passo bem : pade- I segundas c nao ha quem as possa submetler
co do estomago : anda honlein appliquei-lhe, a hum rgimen rigoroso e pontualments ex-
ia bichas ele. etc. ecutado como esses animaos preslaveis. Esta
He tal a miseria que a senhorita que' comparacao he a mais doce .pie pude encou-
quorpertenreraohomtom. militas vezes pri- trar ; mas alguma se me lazia imsler ; e as
va-se de comer ou bebe vinagre para em..- senhoras periioala-o, attentende as minhas
"recer e aperta-se horriVelmente as tallas louvaveis inteocoos. ,
d'hum esparlilho inseparavel. Esta menina Jfa poisadvirla-se, que tudo islo nao he
nunca va. Uissa nem a acto algum de I- meo be suu do auctor ciado c corre em le-
greja, nao reza, nem jema por amor de ta redonda. Nao me salte alguem pela proa,
Leos ; mas vive era continuo martyri. por a- 1 duendo, que fui eu que compare! as senbo-
mor do inundo e para agradar ao tsquadro ras muito magras com g iluib.s que se po-
dos Nazarenos, Sganos etc. ele.! Ora o,demcevar mo s quem o diz nao sou eu :
diabo muito su deve rirde tal gente. Quanto he hum lamoso escriptor da branca donde
ao enorme voluma da, ancas condiliu si- j B )S vem Uul 1 i'ie ue bo:o e que ni tao ce-
jca.anu, arremedar. O sea a seu
nequa' nao se pode perlencer ao dito bom gamente procu.amo arremedar. U sea a seu
tom, isso mui lacil he e nao d cuidado ; dono ; e o Carapuceiro nao est par* se ver
porque comenos saiotes metlidos na goma huradJ e praguejado pelas proprns Parcas.
n'u'nc leve huma Antonia mole, que a
houve, e que era espantosamente bojuila, neal a a
Alas oO ha nada neste vale de lagrimas que dianledos olhos, A |r l ,. I
II ..ii-
morta
nao eslea sujeito a seus reveses : os taes saio-
tes ainda que estufados como huma ven-
tosa, sao muilo amarrolaveis e com qual
quer encoulro sujeta-se a pobre fashiona-
hle a litar nlega o que nao be das cousas
mais ag adavcis mas v que seja e vivao
us saioit'S que tem muito presumo.
lulbclao Os meus Ilustres Leitores, sej
rao laes fatuidades nos Ingleses : lie a mt-
nha gente a este respeito. l'rajaij limpa e
aceiadamenle i mas todos os seu^ atavos,
todas as suas modas tem o cunhu da giavida-
de e da modestia. De maravilba se ver
hu. Ingle/, com cabellos nazarena Si-
gana t ou como os nossus matulos que vem
naluraza do porco dara bous pastis para a
Pascoa ; a seguu la nao Ifix 1 de ter sen pres-
t.no par., as ileditaeoes da Cjuaresma ; por-
ae pele dizer com o Sanio Joo Pelli mes,
consumptis cirnibus adhesit os meum et
dereUcla sunt lamlummodo labia circe denles
meos ou o fatal Memento homo quia
pulvis -s et in putverera reverteris.
Como pois resolver o Prouiemar1 Adoptan-
do a mcdiania que he a norma da bouJade
em toda as co usas humanas, JNeui muito
gorda nem muilo magra ; carnuda sem ser
obesa, e hojuda, como huma jarra ; delgada
ao mesmo lempo. se n ser gdaiiUoio, ou
' i'e-mcza '


IV
DIARIO DE PERNAMBl'CO
Avisos Diversos.
igp- O abaiip signado faz cenle a os se-
8 oradores qe passou ua *enda Sl,a n" raa
to- Gran por isso roga a os mesmos Snrs.
de tirar-lho suas contas para serem saldas.
tST Precisa-se de un padeiro qu entendn
de todo o servico de una nadarte \ quena es-
liver neslas circunstancias dirija-se a ra das
Gruyes I) q
tss~ O menino portugus de idade de 10
anuos que annunciou querer ser caixeiro, di-
rija-se a ra do Arago venda por baiso do
sobrado que lem lampiSo.
^y- .\ pessoa que annunciou querer ven-
der urna casa na Gdade Je rna i!
Amparo declare o numero da dita, eoseu
preco para ver se agrada.
- A'-itii'.I !-:' ii' ntio no priricrpio da
estrada rio Arraiai coni grande casa i!e pe-
dia e cal cacimba, e muitas arvores da fin-
lo : quem o pretender di rija-se a ruada S
Gonsallo D. vi
IV Arreoda-sa oi.e< andar arma/em
lerocolher, comportode embarque e des-
embarque na rna da senzalla vel'ia sobrado
tic 3 andares que confronta tora oemqoe mo-
ra'Jose' Antonio Bastos ; <)uem o pretender
entender no lercero andar do mesmo.
tSf 0 abawo assignado responde ao Sur.
ragens nao se duvida dar bom ordenido j
no atierro da Boa vista D. -jo.
S23" Aluga-se urna canoa de conduzr ajoa;
iuem precisar dirijase a camboa do Carmo
. nove.
fc^ Os meios bilhetcs da i. parte da a.
lotera do the&tro .-ns. 7 5, a655, ?**. t
*;3 perteneemaoSr. Jos Gonsalves Chave?
da Parahiba.
Avisos Martimos.
- Panno de linho em pecas de 11 a 16
vaias fino e grosso rendas de linho largas
par lences ditas estreilai para toalhas ,
lencos de seda preta e de cores meias cur-
tas para homem canarios de imperioe:n vi-
veiro eemgaiolasja cantando, ludo che-
gados ltimamente do porto ; na ra do ia-
gundes D. 5
e aneis de fityrl ludo obra de milito bom
na toja de Jos Esteves V tana na
quir
*oslo ;
do beco da Congregacao D, a i.
PARA O ARACATY o Patacho Nac. Ma-
ra Lu/a Mestre Ignacio Marques sabir
n)iiilo breve por ter parte de sua carga prom-
pta ; quem quser carregarou ir de passagem
para qae teni muito bous commodos, dirija-se
aodito Mestre, ou com sen dono Antonio
Joaquim PARA IIA MBURGO recebe carga a frete o
l'rigue Dinamarqus Balicum Capito P.
Johaosen ; quem. quiser carregar ou Jrir de
M;pm dirijase ao consignatario Adolfo
Schramm-
PARA O CEARA', ou porios do Norte ,
o Brigue Brasileno l'asaoa e \ ictoria ; quem
quiser carregar dirija-sega casa de Bento Jo-
yo Al ves, ou ao Capio Manoel los Ribeiro.
PARA LONORKS Hamburgo ou ou-
tro porln do \orteda Europa, o muito bom
Brigue Ingle/. Carteretta de i3 toneladas, ou
b
OT Urna preta ptima para lodo o servico ,
e alguna trastes por sen dono ir para a eu
ropa; na ra da cadeia I) !
W Urna esirava creoula de maior idade ,
por pro o muilo commouo ,
lo boa eozinhera
e boa Lvadeira a vis-
o,
na ra da cadeia ve-
_Br Na rna do encantamento confronte ao tosa para meninos,,
beco da ra do Vigario as fasends seguin.es te do com,piador e d,r.i o mo.no e as ,n
prximamente chegadas do porlo tanto a habel.dactes que te n
Llhocomo atacado, pr preeo commtfo .HhaD M P-o ^r. ^
por seu donse querer retirar com btevidule; ; urna c ;.,. nnun-
node linho de varias cualidades, linhas gomma, lava, ecosc; que quiseraonun
meiasde linho curtas, po- e
! mniH inni mincimos de cozuha na ra
ssy Lia branca muito Una propria para |.niios, coro priii. ^ 11
j < iu..~ ,!.. un/ario dd Boa vala entrando pal a o paleo rapas dos Terceiros do Carmo aloalhauo de *<"' u" maunm
.. i. i > i i> i .ni siilnuiio de UUa anu..ica no mmuii
linho e toalhas de todos os lmannos, e 'UO- *-'ll
Josquim Gonsalves Vieira Guimares, a vis- ''f caixas, pnnwiraetassse e recebe carga
ta de seu anuuncio do Diario de 18 do cor- frete odieo para ter prompo despacho ,
rente, qneoannunciodo Diario n. 108 do ,'bnja-sea os Consign.ilarios llQ Recite, H
d.a do crrante, com as letras J G. V. ua'o Christopl.ers & C. Roope.
rom o Sr (luimaracs.
SS^- Quem tiver fiara alugar urna casa ler-
do dito.
ys. Cassas pintadas modernas a 160, .8o,
eaoors. ocovado', pannosfiuos de ludas as
cores aooo o covado ede lod.is as qualida-
des por preco mdico casimiras riscadaa de
;oo a 14 40, sarja de seda pela lisa a oo rty,
e' lavradas de cores a oo rs. lencos de sarja
L e i 1 a o
rea, ou sobrado no bairro de S. Antonio,
<|ue leuha commodos para pequea familia ,
dirija-ee as 5 pontas I) t que sendo agrade
da-se um auno a diantado.
ES" Que fazem Lullker.s & Coropanhia ,
por intervenco do Corretor Oliveira, de por-
co de ac de milao polassa papel de peso,
^ Trajano Baplista da Silveira reside rarldS l,ar lSar espingardas lazannas ,
na cadeir. de primeras letras de Bh. reiros I bpa?os de balaneaj c muitas oulras lerra-
Crmarra do Rio Formozo l'eiu <' miudcsas Quarta letra 20 do corren-
nilas franjas de todas as larguras proprias
para guarnices ; na ra do Crespo D. t la-
do do sul.
i;_j- Urna casa de laipa sita na estrada da
casa forte logo a di.mle da venda do Snr.
Nieolau com tres salinhas dous quartos,
cozinlia lora acabada a iwuco lempo ,-e por
, 1 -i 1 ., Dici.i t> iL> cuies de ^0 a aoo tirelan na de
eco commodo, advertiiido que urna das sa- piua t uc cuita uc ;iu ,
rollo com des varas e aooo excellenles cor-
les de vestidos bramos decambraia bordadas
e pintadas de aOtfo a a8o caiubraias de lis-
Irs e bordadas de 400 a 52o rs. e a damasca-
das de a00 rs. a 1 i-ao cassas para cortinados a
i abo a peca, e para babados a i/jo, jollas
de cambraias para meninas a ao gaugas
ainarellas a 720 a peca de nove covados, ciu-
BT Quem annunciou querer os diarios de d, horas da manha no seu armazem J
1 u a,5 deSetembro de .8^6, dirija-sen ra c,i,n,",av Cruz' ., c?- Ao sitio da estr
i. Floro,,, Ib. Udo ,b,ur,, S. K- :, MJ" f* P' ^jiSdTd. S
prec
linhas he propria para negocio; a tratar no
mesmo lugar em a casa de taipa de duas por-
tas juutas e urna janeia
ti* 4 escravos mocos muito robustos, e
ptimos para todo o servico, una negrinba
de 14 anuos eoplima para ser educada e
urna preta que faz todo o servico. Je urna casa;
na ra de Agoas verdes casa terrea l). j.
S2r Urna escrava de nacao de bonita fi-
gura muito passante para todo o servico de
urna casa ; na roa da i'enha no lerceiro do
sobrado do lado do Livramento junto ao de
las linas e de linias lixas a to e .to u covado,
riscados trancados a uo, >4o bo lencos
de cassa de quarus de cor e de nelun a loo ,
cobertores modernos e muilo eneoipados aj.u
e 1440 e iu.40
algodo largo
cisco cas-: unto a fabrica 1 o do Corretor Oliveira de grande
rada dos afflictos de An-
oraes Mesquita Pimenlel,
u
o a
rosso pro-
vara e
ico casa junio a o... >e pwelfo. ferrapeiis prossas e de culi- um Por?o de creoulas e entre ellas
S3T O aba.xo assignado tendo saldado to- : lc de ''rde w ? r0*S,S/._e ." al.mmas yroxin. ar;..em Uiloa An.
das as suas contas com as pessoaa com quem
fina, tudo de muito prempta extraco afumas prximas a parirem por estes dous _
priu para escravos bnm a
oulras intuase modernas (aseadas por muito
com aludo pceo ; na ra do Crespa loja do
Antonio da Cunta oares Guimures.
,e:[rpVa;;^c7ra,:Sac0es7^,;;!e oTaa': Q^ <*" trente as .0 horas da -^. ^jEd'mnuo a
to antes embarcar-se para 0 R o de Janeiro. m;"'a "n'a"' ra da senzala nova, i ^ '^* ^ a 4o rs Pe '. de to"
c i.i.. 1 1 I________________________________________aas as ,t,r;urds grossuras e comprirnentos
Pedro lg.,ao de Miranda. {V por querer-se desocupar 0 armazem f no por-
W- O abauo assig .do aZ publico que de I l J 11. p 1 1 .S ______ l0 das canoas no gJJ foP do
d.a Jo oc Mareoso correte pnncipi m a s- __ ~ laiet,do UomI1{;os dos Pass0 f a falar a Joa_
quim Lopes d'Almeida
Escravos Fgidos
ido o
signar-sesuprimmuoo nome -da Silva-,
para maior brevidade de sua assignatura e
mesmo para combinar com muilos de seus
amigos que a muito Ibeescrevem e fazeu-
do nicamente uto da assignatura do abaixo
assi nado. Jouo Rufino Ramos.
L O accionista das cautejas de todas es
loteras, avisa a os paxoados deste j":o ,
que se acbo a venda ditas c; utelltfS no atierro
da Boa vista loja do >r. B a pozo na ra lio
SST Desapareceo do Brejo de areia urna es-
crava de nome Leonor de idade de Jo anuos,
alia com falta de um denle ps graudes ,
bem vistoza e ladina ; quem a pegar leve em
dito lupar a sen sur. Joo Coelhu da Silva,
M l5ns chapeos de castor branco e sor- & mi en
timemos de casimira lisase de listras\ casi- u nesla praca a Joaquim Mal. da S va D*
netas de bonitas cores ede muilo boa quali- ^,^Cie.po 10 lado do sul que.em
dade los de linho cambalas de bom ton. ^<** Parles bt,n u'^'^-
lencos de seda para homem e ditos de ,or- !. **/!** ^ "^ "^ ^
------ .. .:,.,'u ini. i im c 1 idade de-2o anuos desapareceo do armazem
Knnrivn Antonio r e gurao meus ue linho para homem e senio- ,' ,1. 1 .1
r. m..ii,. hn,.c ,., iii c de sal no da 13 do conenle alto chtio do
ra minio Doris esguiocs de ludio tino e
Braga & Cuinpanliia.
5r Urna r.egrinhade idade de I4 anuos,
de bonita gura 5 na ra do Cabug loja de
BT" Carneiroj toos, os dias ; no assougue
fraucez defronte da cadeia.
Mar* Urna Biblia di Padre Sarment 011
nm novo testamento do Pereira ; quem tiver
annuncie.
KSP Uraacarroea, a i oda mesmo servida ,
com os competentes arreos para cavallo ; na
ra do Roza rio casa de
Carvalho Siqneira.
f Urna cadella de filfa que seja inda pe-
Crespo loja demiudezas 5 as 5 pontas quena 5 na praca da ..dependencia n 7 e 8.
venda I), q e na ra da cadeia loja de iniu------------------XT ,
desasad _____vendas___
Y Pede-seacertoestudanie que cm a ^ ,, Soccdlde Fertun. Tv- '^endas ao p da de cera.
de Jane 10 do correle anno comprou uns c?" ."-.uteiiasua aocitaaue foituna 1 y- /-......,e 1
n 11 1 l ; *\ .- ,-.,, noM-afica divid das de b hele da nresenle *^ ^a< utos (la cachoeira multo supe'io-
retalbos de fazendus na loja D. JO na roa co pograora uiviuiuas ue unueie ua prseme
Queimado dando o seu nome trocado, sr- lotera do Theatro a preco de 45o cada urna;
va-s de-ir pagar a mesma luja do contrario nesu Typografia, na praca da Independencia
ser publicado o seu nome. n 20 na ra do Collegio loa de relojoeno ,
I3T O Secretario da Soriedade Eulerpina e na ra larga do Rozario toja de ntiude/as
avisa a os Socios da niesnia que llavera ses- | J 7*
sfies econmicas toda, as quartas feira. tsr Mi!. .,00 ponas; em 01 inda ar-.^rrado"liso j na fanov. venda D.J.
tr A pessoa que annunciou no Diario de mase* contiguo IgrejadeS Scbas.iao, |^W Osseguin.es Lvos; collecues de le,,
16 do corrente precisar de oilia pessoa para ir *r A obra de Virgilio, Salustio Cor- Je iaa a i.> comindice geral, memorias
osalfenZcobrardividas, s.'.nlospik paralnelio, Ovidio, eSelecta; emOlinda noSe- de.mp?nhade 1). Pedro historia do bra-
em Aosto ou Setembro djriji-N no \ '"inario cobiculo n. t dos obras novas J W* do proleta ,- constituiV.o poltica ,
psto da casa forlecasa de pedrasj ca de urna ssr Urna casa na solidado junio ao sobrado \?l>* j uto uumversano de Vliguel,
Ida vi uva do Marllns com grande quintal raulina, fonlitice, corograha brasiUira piu-
mar con alguna arvoredos de fruclo cacimba fasdasalfandegas piloto do brasil,.'tesa d
nutras m.itas lazcnda. por preco commodo ; cor,,o, sem barba rosto redondo lem em
na ra do Queimado IJ. .o loja de Sanios um pe dous ou tres dedos de menos ; quem o
pegar leve a iuu nova L) b que sera grati-
ficado.
i^r Joao Wanoel Pereira de Abreu mora-
dor na praciuha do Livramento e com loja de
facendas no mesmo lugar ,
lem urna uegia
res ; sebolas em molbos a ^00 rs. despenca- f uo
das a JiO rs. o cento sevada a too a arroba
e a libra a to rs. vellas de sebo a diuia i/jo
toucinbo de Santos a 900 linguissas a 2H0 a
libra; presuntos a-j8o paios a a4 Ca(-
iugida desde odia 1. do crrenle he cieou-
la de idade de 00 annus e pequeua esta-
tura mi de 5 ilhos; quem a pegar aera
recompensado.
floviiiieiito do Porto
para lo
mena
is&~ Piecisa-s* de um homem ,
cou la de urna venda por baUnco que
bom ordenado; ua ra larga do Rosario bo- | edificar duas grandes casas, a posse de um
tequim da corr. da 1 tica.
se d; 0111 terreno a murado na fenle que se pode sello diccionario dos ver..os irregulares d
lingo. Ii-iKngfci vida de laublas manual
dos jardineiioi, cdigos dos eslrangeiros ,
terreno a hgado no seguimento da ra da Au
U- uem tiver urna embarcacSo para olroracom 160 palmos .de frente e 1S00 de jnorle de Golignj questo sobre o cdigo do
..-...-, _'. 1. r...,ft. nmviu/l ilu ('..ni Inn niialmn. in,i Couiihcicio li io Crauue do ')al ; ir Uin "pouco de
frete, psocurando-ono eacriptoiiode L. O.
'erreira & IVJansBeld.
tST Piin juem fac. negocio algum sobre (o
palmos de lena que lira junto a proprieda-
dc do Sr. Adelo jo.- de iendonca que
taz quina para a rna do Jaamim nos Coelhos,
pos que si 1100 da prop"ieil.- do>iiasJos Mariius Pereira, poi mju lal
lecimento licario periencendo aseo& interessa-
dos nos quae? lia oiiaos, embora se di,;a
o baver ikulo de compra.
ts^-i'lxisle para vender-fcC no engenho Cai-
ar l'ie'iiesia de S l.ourvuco da malla, it
bois mancos de carro e eslao muito gordo j
no mesmo engenho se dna com quem deve
W Frecisa-sedeum caixeiro portuguez ,
que emenda bem de vender miudwas a ter-
fundo pagando de foro io rs. o palmo, todo
uu a retbiho por proco comun;do ; na ra
vle S, Gonsalu 11.
|3f Umanegral moca rreoula. que repr-
senla ter ii para iy aiinosde idadev sem vi-
cio nem arli.Kjiie coziiiha o diaiio de urna
cas. lava de salo e Loa quilaudeira e
propria para lodo o servico ; ua 1 ua to Cres-
po i-^;; do norte u j.
"**i" Casacas de bom panno fino pelo a
20,000 calcas de dito a 12,000, sedas de
bom goalo para coleles e (odas as oais obras
por preco commodo uu atierro da Boavi.-,ld
loja ile atlaSte de \ianoel Joaquim Venancio
de Souza ua quina o beco.
h- tilhelese meios ditos da lotcria do
theatro camisas de meias e baraeles de
sedae de algodo ; na ra do Cullejio toja da
quina junto ao paaso.
Comntercio Le^isia.o natura! Pcrreau li-
nhas civis polica de Pars historia do
chrislianismo, geografa de Mac cbertby ,
e OUtros muitOS livros enovellas; na ra do
\ i;aiio II I t.
<^j- Meios Bilheles da lotera do theatro ,
a ,'ifio ; na ra da Madre de Dos na venda
da quina deiioue da igreja.
i^f- Meios hilbetes a rotera do theatro ;
na ra do (yjucuuado O. la.
SW Metus Billietesda lotera do Theatro ,
a 42CO ; na ra do cabug toja de relojoeiro
junio do Sr. baudeira.
SSJ" Bilheles da lotera do Theatro; na ra
Jo Cabug loja de miudezas junio a botica.
ST A casa terrea L, b na ra do (^uurtcl
da Polica ; a tratar na mesma ra D. y.
- fiJ" Biincos, alneles aneis e botes
le duu.antw pulceiras, brincos rozelas ,
NAVIOS ENTRADOS NO DA 17.
CERBL 5 odias, Barca Austraca Toutiser
ue joionei v. George Wsonist, eqlip.
u, carga Varios gneros ; a Scliramm.
BAHA; 10 dias Polaca Austraca l'.li do
loo tonel. MestreS. G Cogooiz equip-
la em lastro a Crablree tieyworlh
Companbia.
COTINGUIBa, 7dias, Galiota A. Fnof
de 3oo tonel i\i. Camenga equip. 11,
carga as&ucar ; a Schramm.
DITu ; 7 dias Sumaca Nac. S. Mara do
i\ij tonel* Al. Urbano Antonio de Oiivena
equip. 7 carga assucar; a Gregorio An-
tonio de Oliveira. '
SAHluOS NO SMO.LIA.
RIO GRANDE DU SL; Sumaca JNac. lcr-
iiiiiinda M Jos Tnouiaz do Naacimenlo,
carga varios gneros.
POR IO ; liri-ue Portugucz Ventura Teliz ,
M. Antonio francisco dos Santos, carga
varios gneros.
DITO ; barca Portup.ueza Tentadora, M.
Linidio Jote de Oliveira carga vanos g-
neros.
RuCU/ENA T*P. L/LAi. I DV". b.-jg
t
I


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