Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04078


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Full Text
-~!
Anno de 1840. Segunda Feir4
aHmir4s,-enrrE^^E,ij,amos eseremos -i-
Prociamacao da Assemblea Geral do Erazil.
US. 07 e 58 onde se ,eC,|......n 3 '"" # '', '"-^pendencia
inir,.do..e estes gratis, schIo,,,,; ; !T "ucio.,
gnatios. ""proprioaasaignantes, e viudos assig-
Parlidas dos Correios Terrestres,
4 de ]Ua! Numero )8.
C A MUIOS.. Miio /.
Londres...... 3i ipn 3c 3j4 d. por ifooo ced.
Lisboa....... 70 a 7! por 0/0 premio, por inuialouerecido,
"ranea.......ayj res por (raneo.
nio He Janeiro no par.
0 URO Mordas de 6^00 rs Velhas 14700 a ijjyoo
Ditas ,, Novas %ighoo a 14^-00
1 il I''1 re 4j?<'<,o rs., X0 oo a
PUATA I .itaces Brzilelros------------ iJMJ-o a
*:". ;JP**oaColumnarkJ---------------- ilti-zo a
,rtj jDilO* Mexicanos---------..------*6n0 a
F .Muid _-.........-------,Jn0 ;, ,
Descont da Uimctes d'Afandega J i,:\ pot Ibojomot.
I '011 de Le rus M',',, ,;1 (j (. fnn.
Moeda de coin 3 a 4 lor 100. de do.
8S"MH
ito
if><<>
*>>.
iftOu
Cibde da Parain ha e Villas de sua pretencSo .
Dita Ho lio Grande do Norte, e Villas dem.
Dita da Fortaleza e Villas dem........
\ ill.i de Goianna.......
.idade o> Uinnla..........
Vida de-S, A nio.......
Dita de Garanlmns ePovoaco >!" Bonito ". ." .' .*.
Di.asdoCabo, Serinliaem, Kio Formozo, e Poi ',
LidatU dea A4apoas, c Villa .o M;,c,-i<........
Villa de i Florea..............
Todos osCorre partan nr> rneio da.
Das da Semana.
Cairo
'Segundas e Sextas Fciras.
. Todos os dias.
. Quintas le ras.
. Das lo, e 1.% de cada mez.;
. I.li-in 1 1 1. e M do dito.
. dem Meni
. dem" 13, dito dilo.
4
5
6
7
S
9
lo
Segunda -
Terca-----
Oiia'rt. -
Quinta -
Sexta------
balitado -
U0111. -
- S. Moflca" Viuva. ----- Sesso da The/, e and. do J. de I), di
-- Couver-iu deS. Agostiuho Re., eaud do J. da 1. v. d<.<; de m.
- S. Joo Damaceuo. ----------Sestiia da Tbez,
- S. Eslarufla '!. ------------Lm-Vi, e aid du '. de >. da >. v.
- prica de S. Miguel-------- Ses d Thez e bu I. do I. de I).' d
- S. Gregorio Natiacno H......lid. e aud. do j. da U. da j. ,
- S. A ni. idiii 1 Are. ----.--._
i v;
I. V.
Mare cha'a para o da 4 de Maioi
is 6 horas e (i minutos da Urde As (i horas e 5o minutos da manli!.'
15 A ?

RIO D JA ;EIR0.
o ni.-ini a. Matos
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CAMA1U DOS SRS. SENA!
Sesso de i4 de Abril.
Procedencia do Sur Francisco de Souza Pa-
raso"
Reunido suficiente numero de Snr>. sena-
dores abre-se i besso, e I ida a acta da an-
terior, he approvada,
O Sur. tcneiio Secretario d conla do|
si tinte
Expediente'
Seis offiejos damesa da assemblea legisla-
tiva ptoviiicial de Minas Geraes ucoiupa-j
nliando as se^niutes represenlacoes da luesmaj
ilSM'IldlIf.
I. Pedindo que se nao espace por mais
tcnijo a iii!erj)icl>uao do acto adiiitional:
ica sobre a /nesa para se lomar em conside-
ra cao.
9. Reiterando a suplica j feila em 11 de
marco do anuo prximo passado sobre a mo-
dilkaco da lei de j de uovembro de ibi j
u commissode le^islacao
5. Sollieitundo a criaco de urna relaca0
n'a(|nella provincia s commisses icunid 1S
de legslco e de a;semb!eas provinciaes.
4 Pedindo que os cleii cras sejo declarados isenlos do servco a
guarda nacional e dos caraos dejuzes c
paz e municipaes e jurados ; <-'ommisso
de legislaco
5. ntervindq para que seja allendido oci-
dadao Gusla\o Adulfo Roye as alleraces
que propoe respcilo ao estabelccimenlo da
companhia de mineracao, cuja peimisso j
oblcve pelo decreto de 17 de maio de i'3o;
; coin'missao de fasenda
(j. l'edindo por^idemas sobre o plmen-
lo dos saldos devidos d dita provincia, eque
a ella se niandaio salisfascr pelosartieos ,a
e .y da le de -lo deoulubro v .b3d, sob n.
60 lommisso (Je lazenda
Uun cilicio do primeiro secretario da as-
sen Wea Legislativa de S. Paulo, enviando
1 una representaioda inesina acerca da re-
vo;a(o da lei de 7 de uovembro de i1 1 ; ;
commisso de le^isiaco.
Uum requer ment de 1 redciico Augusto
Aavierde tirito e Joo Luiz de Avila pe-
dindo se lites conceda autorisacao a fim de
stiem admitidos a lser ai lo das materias do
segundo auno jurdico deS i aulo, e a ma-
tricula e exame das materias doterceiro: .
commisso deinstruccau publii'a.
O Sur. lerceiro secielatio per parle da
mesa communica ao senado que nao baviu
touclaido o contracto para a pubiieaco dos
liabuthos da pies :,; sesso com o editor da
i ,...... em coiisequetii iu de e -
i.ir o 11.1.-1..U i ditoi a i, inlia >.
Kaii. U leis u iido (i leito na pai
au pur : a-. L i\',s c que nao li lia en-
trado tui contiaclo eoni asoulias duus I I ,,
de mais pubiicidude % \.oi s- tur bumu recu-
sado u iasq e a (..... | i nao
BKOr l.li:- .. : ... ..:..., ap I t vj
ii.u i r pedido.
Subiuiltiua (liacussao uta paihcip)>c0 ,
veiu a mesa, e he approvado o seguinte reque-
rimeuto
Requeiro que sobra o obii co sugeilo ;i me-
sa (i uiu parecer explcito precedendo to-
das as inloruiaces ueceasarias pura ;
vista ddic; poder o senado dliberar com un;-
Primeirn parte dn ordomdo dia.
He approvado em ultirr.n discusslo o dis-
curso em res posta ,- falla do trono, e o Snf. senado,
presidente declara que se vai nedir i.Ofrover-l Atgo A faculdnde de legislar sobra n
no da fugare hora para o recebimento da'creacoesuppressodpemoregos municioae*
deputacao respectiva, e queieta ser enm-jeprovinciae.concedida pelo acto .1 dinni iU
posta dos membros que redigirao a res- asseniblras provinciaes, no artiga io, ^7 5
l,os,- | le verificar-:'! a respeito dos iiiites de pa*.
Segunda paYle da ordemdodia. > municipaA e de direito (claisirlcado no dito
Continua a iliscusso, addhida <> anno pas- como empreados pravineiaes ), para auf-
adn, do requerimento ('oSnr Fer reir de mentar oti dflminmr o n a mero dlles no res-
Mello-pedindo queo artigo a. do projecto de neclivo territorio das provincias e assignar-
inlerprelaco do acto addicional, vindo da.. Ibes quaeSquer attribucdes que sejo neces-
eamaradosSnrs. depulados, seja remedido a ; sanas para exerucao e cumplimento das leis
b'ima fommissii para declarar oxplicilamenle '. provinciaes salvas as que Ibes cofllpetirem
qnaes sao os en.pregos geraes que poden e- pela constituido primitiva e pelos cdigos.
ercer conjunetamente attribuices (pitea e e aIteracoes e reformas que elies licniverem de
( I f V ( 1 !' 'I I-' I *_/**____
legislar as referidas assembleas I nao be ab Igualmente entra em dis-uss 'cntno'e- adaptado iscrcun>tanc:is locaes lo bum e>-
mentja o seguinieartigo i. doprojecto do
tad > i 'o extenso como o i ai per i > do Brasil.
Memsudiga queofenla .. -cii.os, pirqu)
estes devem-se bar monis tr m o ac taddi-
t'i nal. v. ni i oacto addiii.nl com ell
<
v:c
os COI
provinciaes
soffrer.
OSnr, Alencar Vol pelo requrimen- O Snr. Alenear : Postoque o anno pas-
---------- ......,...., ^,,Uv.. .... w., uKnvn i osiu que 'i rtiMiu pas-
to nao, so pelo obvio motivo que elle expen- sado dei as rasaes em que me firmava para
eri- contrariar esr
pa- | muito lempo
, cmemela por outraraado. O requer- contrariar este arligo como se tem passado
:ommissao, pa- ( muito lempo, e ellas esto esquecldas miaba
ment pede que o artigo v a com'......-.,
ra expecificar quaes ao esses empreados conseiencia me insta que eu as reprodu/a .
mistos que sao genes e provinciaes ; ao mes- e novns esforcos faca para que este artigo
mo lempo que eslo ora sugeilos ao gover- nao passe.
no geral ora ao provinrial Como esta no- Mostrei que nao bavendo necessblade de
va classe de em pregados pode faser oonfusSo, pormos em exercicio as regras de hermeneu-
achava boro que a commisso reflelirtdo bem, lica paraentender-se o que aqu est escripto,
. expecificassecom clareSa e designasse nomi-
' nalmente quaes sao esses empregados chama-
dos mixtos.
O outro motivo anda que tenbo para vo-
lar pelo requmenlo limita-se quase urna
; questo de indo este req romm sla leva-
r alguns dias para dar o seo parecer; e eu
acbava muito conveniente que uin negocio de
tanta ponderaco como ete fose tratado na
sesso ordinaria, pois que a extraordinaria foi
convocada posilivamenie para se tratar do or-
camenlo
Verdade he que tem bavido lguns prece-
dentes em contrario isto lie, tem-se traiado
emsessdes extraordinarias de alguns objertos
para os quaes iio foi a legisla I nra convocada;
poii'in, Surs este negocio, be de mm i la Irarts-
(cndencia,o projecto que ^e discute*j be
increpado de Ilegal como nao sendo verda-
deiramente iuterprelaeao e sim reforma do
acto addiooal. Para que, pots, quero-sena-
do lar mais hirai motivo para huma nova in-
cicpicSode illegalidade tratando deobjectos
estianhos aquelte para que o poder modera-
dor eonvoCou a asseinb'iea geral ? li pois
que acbava que sepodia mandar o artigo e
lodo o projecto acommisoo, para diser quaes
sao esaes empregados mixtos e ueste in-
tervallo passava o lempo da sesso extraor-
dinaria
1", WM) so pense que eu desejo empalhar a
lei ; eii pretendo sim, opjioi-me sempre a
eli.:; mas quero que, quaudo paase. nao
leve (i)isi;,o una Luiii motivo ile illegali-
dade.
Julga-se a materia sumcienlemente discu-
e | sla totaeSo nao he appiovado o
i equ* i iuieuto,
. uira poi lencia em iliscusso oar
a. u projecto, concebido uestes ter

. A iiiculdade de crear e suprimir
s mnmtipaes e proviueues, lonce-
>.i...s asasaembieas de provincia pelo 7du
aitigo i! do acto addkional, somtuto diz res-
peito au numero dos meamos empregoa sem
iiiteraco da sua naturesa e allribuice*.
quiiiul'.) loiem eslabelecidos por lea geraes ,
'lelalivaj a objeetoa sobre os qu.ic> nao podem
i;-j
ociosa setornava a nter prefacio : que, alem
disso aqu se nao trtava Seno de huma ver-
dadeira reforma, e isli paaso a mostrar. A
constituico do imperio havia estabelecido
huma s classede empre,-os pblicos deo a
creacao e supressao del les a assemblea ge-
ral.
O acto addicional reformando a constituico
primitiva estabeleceo huma segunda clas-
se de empregos isto he, osempregos provinci-
aes, cuja criaco e suppressSo deo as assem-
bleas provinciaas. Aqui tem duas disposi-
*5es corislitncionaes ; a prmeira creando
s classe de empregos, e poin'o- >s nut'cada
das assemblea geral, e a a. criando urna pova
classe de empregos, e pondo-os na aleada das
as enbleas provinciaes
Ora agora o que se prelenle com este ar-
ligo do projecto r jNada menos do que crear
lumia tt'ttiia classe de empregos, a que se
qiKT dar a naturesa ou nomo de mixtos que
nco ora na aleada do poder legislativo geral.
e ora na do poder legislativo provincial. K
como Surs. faser-se huma terceira classe
de empregos dio dislinela das oulras duas por
meiode huma iuterprelaeao r Se f > necessa-
ria' huma disposico conslitueional para fa-
ser a prmeira classe de empregos e nutra i-
gualmeoleconstitucional para lser a segunda
classe segue-seque para crear esta tercena
classe he indispensavel outia disposico cons-
lilueioc nal. Isto he to claro cuno a luz
meridianna
Mas, se;;uern-se absurdos, diocm os de-
fensores do artigo Eu queio por ora con-
ceder esses absurdos quero mesmo suppor
que o auto'addicional lem muilos deQeitos e
que o artigo que se pretende por este inter-
pretar traz conflictos entre os poderes eral i
provinoial ; mas, he por meio de iuterpre-
laeao que se concerni as leis ms .. absurdas
.Va keis einend.to-.-ii, e se sao ci;: maes
i a le de agosto, nao h i ...
l-as pelos liamtes marcado i nacan-
tiluiyo Quaitlo ...is, Sui preside.te ,
quu eu pao vejo eases giauuC auautuos e in-
ciivei,,eiii>s que os ito.bres senadores deseo-
bre u no artigo que este iuterpreti.
O SUtmu que o aelo adiiaual eslibclete?
lij issh ilevem esl ibelecer as fo/mul is
es em i es dos pr h bss que ni i p d sin ser -1
uo armadas as bases que a cinstituico es-
label imo garantas e direilos doctda-
dio .r.seiio. bslas formal is esseir.i es I
vem ser esUbelecidas pelo poder legislativo
central e.uniformes para lodo oBrisit; un,
as formulas que sao puramente accidentaes ,
eque anda nao sendo uniformes nao pj-
dem oflender equilloque he essencial ao pro-
cesso estas podem edevem s.:r esUbelecidas
pelos poderes legialativos prjvnciaes co:ii >
melhormente conbecedore das loclidad-s e
circunstaucias peculiares dis respectivas pro-
vincias
O nohre orador depois de expender mais
alguns argumentos acaba dizendo : teoho
'"do as razes pelas quaes voto contra este
. *fi uin i i'H il- .i i, ii^ t\ iniiiii.i mi .-.,..>( a.
artigo ; nao tomarei mais o lempo ao seriad i;
sei que todos os esforcos sao baldados que
projecto ha de passar tal qual ; leuho con-
prido o meu dever ; fiz o que pde para que
tal ferida seno fizes^c na constituico j lio
tranquillo em minha conseiencia. Dos gui-
ra que os nobres senadores que apadrinh'a
os dias do projecto clho os fructos e beus
que delle espero para o I'ras i i.
Julga-se a materia sulcientemente discu-
tida ; approva-se o artigo -. do projecto da
outia cmara ejulga-Sfl prejudicido o arti-
go i. do projecto do senado.
O Sr. i. Secretario b: um oiBcio que aea-
bava de receber do ministro do imperio par-
ticipando que S M. I recebera a deputa-
cao de que trata o oflicio do senado da data de
honlem no dia i5 do enrente s li huras
da manb no paco de S. Chisto'vso : fici o
senado nteirdo.
Entra em discussS e sem debate be appro-
vado o seg unte artigo 3. c que diz
jj n do mesmo arligo lo, so mente o ai pre-
bende aquelies empregados proviaocies' cuja
lucces s:o relativas a objectos sobre o
quaes podem legislar as asseuiblas leg'slali-
vas de provincia ; e pur maneira nenhum
aquelies que vi i crea los por leis geraes re-
lativas a objeelos da competencia du poder le-
gislativo geral. ''
Osegtunte aitigo a do projecto do sena-
do considerado como emenda he concebi-
do uestes lemos .
* A facuIdade de legislar sobre I forma e
OS casos por (neos presidentes dciem noinear
os empregados provinciaes concedida pelo tj
ii doniesmo artigo io, Comprehende-todos
os empregados provinciaes, com exc'usabs
mente dos ditos juizes cuja eb-i.-o ou iio-
maco saacha ja providenciada pela consti-
tuico primitiva c os codig is
Julga-se prejudicado.
Segue-se a discusso do seguate artigo 4. 3 :
_Sa palavra nagislrado de que usa o ar-
tigo < 1 *j 7 do aelo addicional nao se cojb-
preheiidem oe membros das relacues e tribu-
uaes superiores.
O Sr Alencar concorda na conveniencia
..-;. '.lili;", c pusa que este Le rejlinun-
iuterpretaco. o acto addi-
,1 !
le II a.11 .
ciojial iiai.iv,, de iL> ao poder proviiuiai a-
tribulcos sobre empregados pftiviutiaes.e uei-
les nao poda coinpreuendcr os m<*mors das
reUo&ese ttibun f


2
DIARIO DE
P E R N A M B il C O

patios geraes. Como porm a palavra
magistrados tambem comprebende es
lesembargadores segue-se que a interpre-
i.ito proposta he muilo conveniente.
Julga-re sufhcientemenle discutido e ap-
:irova-se oarli;o.
Suscila-se huma queslo de ordem para sa-
!.er se o senado pode volar acliando->c pre-
entes q6 membros eoSr. presdete ob-
serva que o regiment assim o determina ;
pie sendo 5i o numero dos senadores u(>
lie a metade mais hum e que ate hoje a pra-
lica tem, para assim dizer sanecionado o regu-
la ment,
Passa-se a discutir e sem debates sao ap-
provados os seguintes artigos:
Art. 5. Isa decretaco da susnenrlo ou
lemisso dos magistrados procedem as as-
ambleas provinciaescoroo tribuna! de jnstica.
fomente poden) portanto impor taes pe-
nas era virtude de queixa e por crime do
responsabilidade a que ellas esto impostas por
leis criminaes anteriores observando a Jor-
nia de processo para taes casos anteriormente
ostabelecida.
Art. 6. O decreto de suspensiio ou de-
uiissau de veta canter: i. relalorio do
iarto a. a citarlo da lei em que o ma-
gistrado est ncurso ; 3., huma^uceinla
exposicodos fundamentos capitaes da detiso
tomada.
Segue-se a iscusso do seguinte :
Art ? O artigo it do acto addicional
oomprehende implicitamenleo casoem que o
^residente da provincia negu a saneco a um
projecto por entenoer que offende a constitui-
odo imperio.
O Sr. Alencar : Sr. presidente, nao pos-
?o deix.ir de fallar sobre este artigo Quer-se
dar buma nova attribuico aos presidentes. O
;icto eddicional nos deo a attribuico de fazer
suspender as leis que ainda passando pelos
dous tercos da assemblea elles julgassera se-
rem oppostos aos tratados ou oensivas dos
inleresses das outras provincias; agora quer-
te que tambem suspendo as leis quando as
julgarem contrarias a conslituico.
lsto be realmente buma nova all ibuicao ,
e constitucional, e he por meio de huma in-
terpretarlo que se concede buma attribuico
desla natureza ? Eu cuido que he novo na
historia dos parlamento e das legislaces que
por huma inlerpretaco se invistoautorida-
des denevasattribuices, mas ludo severa
com esle projecto.
O ocio addicional deo s assemblas provin-
ciaes a faculdade de velarem na guarda da
constiluico dentro de suas resjiectivas pro-
vincias os presidentes nao (em esta atlribui-
cao, e com ludo quer-se que elles conhi-io
mais quando hum projeclo be contra a cons-
tiluico do que os douos tercos das osserabl-
as .! Eu desejava que se me confetsasse em
boa fp se islo nao he falsear o syslema estabe-
recido pelo arlo addicional.
l)e mais Sr. presidente nao podei dar-
se buin pusidenle caprichoso e hostil assem-
blea e n aioria de sua provincia e que faca
malograr todas 'as leis em huma sesso dan-
do a todos o epilheto de contrarias a constilui-
co ? Ser islocusloso de sueceder !' Prouve-
ta a Deus que i nao tivera sucmlido. Mas ,
un flro supp'onhamos que seja loa esta nova
attribuico aos presidentes ; ella nao pode ser
dada por meio de interpretarlo e sim por
huma reforma no iic".o addicional. ^ oto con-
tra o art.
Julga-se discutida a materia e posto a
NOtacooaitigo he approvado.
Entra em di&cvsso o seguinte :
Art. 8. As leis provinciaes que forem
cppostas interpretac o dada nos artigos pre-
cedentes n*o se enlendem revogadas pela pro-
mulgarlo desta lei sem que expressamente o
.ao por aclos do poder legislativo gernl.
O Sr. Cosa Feneira Levanlo-me Sr.
presidente, nopaia produzir razes contra
o projecto porque cstou persuadido que elle
ro tao perfeilamente forjado na cmara dos
s.mi-deo-sts que nao deve cm ponto algum-,
ofrer emenda alguma ; mas nicamente para
dizer queeuno sei para que ^em esle artigo 8.
l'arece-me que interpretarlo deve ser huma
ecusa clara que nao admilla du\ida ; entre-
tanto por esle arligo ledas as leis provinci-
atsque um le ido a conslituico do imperio
fico tm y ; o projecto reconbece-as como
legaes l Muitas leis provinciaes tem calcado
aos ps a conslituico e agora diz o senado ;
seja ludo islo valioso embora a constiluico
tenha sido rasgada.
Ha leisqutcertos homens tem muito inte-
resse en que seconservem intactas e have-
njs. nos de sacrificar a constiluico do impe-
rio a pequea paixOes a individuaes con-
veniencias? Por esle arligo ica ludo como a-
t agora estar at que a assemblea geral
baja por bem interpretar semelbantes leis 1 senado que se lembre que esta duvida he so-
-n effeito o projecto de inlerpretaco bem I bre hum artigo constitucional, e que nao per-
eca ser roado pelo artigo em discusso : I tence ao governo central nem ao presidente da
> cunho de todos os absurdos que elle con-! provincia interpreta-lo prado da compe en
Com
merec
he
tm.
cia da assemblea geral. bogo
Dos permilta que o Brasil seja feliz Dos | t|Ue aqui cebe be* a inlerpretaco, e
permilta que me engae, e que este artigo issooiferefO 0 seguinte arti( ltivo
nao ararrete males sobres males ao paiz O projecto.
cnienilo eu
P
ro ao
nosso Brazil parece que vai caminbando para
o precipicio, e eu estremeco a esta idea. He
assim Srs., que devemos respeitar aconsti-
tuicSodo imperio ? Creio que nao Seja co-
mo (r o senado sabe muito bem os mus de-
veres e nao hfi mister que eu lhos lembre.
O Si. H. Cavalcanti ( entrando na ques-
todiz ) ; Sr. presidente este artigo be r-
mo gemeo dos outros que o precedem e que
se acho pprovados. He esta huma le que
se nao p<5de execular ; he o manifest da nos-
sa impotencia. Em hum arligo diremos ; is-
lo ser assim ; mais, bem depressa accrcscen-
lair.os i porm, a que o cima decretamos he
iiiexequivel.
Eu Srs. tenbo-me conservado silencio-
so nesta discusso, nao porque desesperara da
causa publica nem por ter mudado de pare-
cer ( ainda pens como penssva no auno pas-
sado ) ; mas eu presuma que o lempo e as
reflexes deverio dar algum peso a discusso
de semelbantes materias. Porm vi que o
nobre senador que lo dis.inctamente tem lab-
lado hoje a re peilo do projeclo apresenlou as
suas razes sem que niugucm llie respondeo e
entretanto, votou-se em favor dos artigos que
elle combateo, e assim seguiro outros arti-
gos que oro approvados sem discusso al-
guma Parece que este projeclo s veio aqui
para ser volado.
Senbores esle projeclo he o manifest
( torno a dize-lo )da impotencia do poder le-
gislativo. Convido a todos os homens minis-
U.riaes para que quando passar esle pro-
je "to vio felicitar o ministerio por lo gran-
de triumpho. Mas quero, que dei;oisde I he
fa7eri-m toda a sor te de homenagens quero
que digo se com esles artigos julglo
poder remover os embaracos que trouxe o ac-
to addicional. '^*.
Se eu lora estrangeiro se viera ao Brasil
" Os dous ter :o de que fiz menc
arligo ir> do acto a: licior.al deven se
tender do membros presentes e nao di t<>-
talidade da assemblea.
He apoiado o arti ;o addiliv > oflere i 1 pela
Sur. Alencar e entrando em discusso he
regeitado sem debate*
O Sur. 'residente propesese approv* o
projeclo em -i discusso. e. decidindo-se que
sim he tambem approvado para passar a .
O Sr. H. Cavalcanti |ieile que se declare
na presente acta que se havia votado o arligo
5 do sobredilo projecto estando presentes ab
membros.
Continua a segunda discusso adiada em
4 de outubro do anuo passado ib arligo a
do projeclo de lei AK. je iH3j pronondo me-
didas de seguraiua publica coiljunclainente
com o projecto AL do mesmo auno ** com
a emenda do Sr. Aleiicar apoitpa no mes-
mo dia.
d3posico do art. 7. 8. da lei de_ 11 de ou-
tubro de 187 sobre a subslituico das no-
tas do antigo naneo.
4 Queapprova a tencade 80 rs. annua-
aes concedida ao tehente coronel reformado
1S0 t rquesde Carvalbo
.5. i)\\e approva a lenca de 4 C011"
edida ao coronel de cav.dlaria Visconde do
Castro
') Snr. unes lach lu pela ordem, pe-
de que o presidente liie informe se nao
oassoa na seso pausada bumi ihdcacfio do
Sor- Vi lun.i, estarbeleoendjo o modo de se dis-
culirem as tencas'
Q Sur. 1. Secretario diz que em -8'.rf se
deltbenu que as tencas se diacutissem por or-
dem de antiguidade ; mas, nao se recorda
que na seiso passada bouvesse alguma ou-
tra resoluco a respeilo.
O 8nr Nunes Machado insiste em que
houve hum requerimento do Sur Vianna so-
bre a materi 1 c pede que se mande vu esse
reqnerimeuto da secretaria.
O Sur. Castro e Silva declara que o Snr,
presidente obrar em regra leudo dado para
ordem do dia as penses )>ois que isso nao
ia deeucoiil ro a nenhuma deliberacao da casi.
Vem da secretaria o requerimento do Se-
nhor Vianna pedido pelo Senbor
Discutida a materia, he approvado o art. I Nunes Machado e por elle se verifica que
9. do proeclo AK nao passando a emenda \ linha por fin U/er com que as lencas se dls-
do Snr. Alencar. cutissem por ordem de antiguidade como aU
Os arls. 3 e 4 do projecto sao approvados.
firmara o Snr. 1. societario.
L-se e he approvada a resoluco que
approva a tenca de 80U000 r. concedida ao
lente coronel relormado Adelo Jos de
Souza Castro.
He tambem approvada a resoluco que de-
que se saib que votei contra todos esses arls.
das medidas salvadoras.
O Sur. Presidente d para ordem do dia
para azer buma fortuna 'e a tivesse consegu- a eontinuaco adiada hoje e depois a segun-
do para recolher-me a meu paiz.Jde certo ser- dadisscusso do Projecto de le AC de
rir-me-hia vista do que vai por aqui ; sor-
Segue-se adi:cuss.) doarl. 5. e he ap-
provado o 1 ; e passando-se a discutir o 2, j
he feita esta.
Emenda. *
** Supprimo-se as palavras- ou alguma
outra circunslancia-at o fim do a. ,
.-Saturnino '
Nao he approvada e approva-se o-i, percebia na data do decreto de sua aposenta-
ban como o <. do dito art. 5 dorc1-',-, 1 t 1 u
Fica adiada pela hora a discusso do { do Sao lidos os requerimentos de Joao do Reg
. ( Quintanilba requerendo o lugar de portel ro
O S. H. Cavalcanti (pela ordem) : Que- da cmara dos Sis depulados e de Jacinto
ro mandar huma declaraco de voto, para AlvesdeSa, em que se queixa da demisso
, clara dever-se regular o veucimento de Feli-
ciano da Silva Tavares pelo ordenado que
rir-me-hia ao ver as extravagancias do espi-
rito humano. Mas, eu nao sou esse estran-
geiro j vejo que es males do meu paiz em
vez de diminuirem augmenlro ; vejo que
com o naior desembaraeo tocamos na arca san-
ia. Nos nao temos lei escripta temes capri-
chos do dia. Os partidos he que sao sobera-
nos. Nao temos principios fixos estamos no
governo das iransaeces.
Em dillerenles artigos acaba de se reco-
nhecer que a constiluico deve ser entendida
daquella forma que todos os actos dosdiffe-
lentes poderes que tem sido feitos em sen-
tido contrario, sao lora da conslituico ; mas,
depois reala o projeclo dizendo que esses
mesmos aclos contrarios constiluico conti-
nuo a ter vigor Eu appello para o senco
comn.um.
A'vista disto nao se poder dizer ; a per-
da do brasil he certa ser melhor nao demo-
ra-la e por isso deixemos a causa ir como
vai. Nao prrsumo que nesta casa senadores
liaja que aesim pensera ; mas fra deste re-
cinto, nao ha ver tinguen) que o diga
vista da inditl'erenca com que vamos tratando
negocios desla monta ? Houve s grande dis-
cusso no 1. ei. arligo, eos que se se-
guiro sendo lo importantes como os pri-
meiros r-assro silenciosamente Tran-
sare oes mal ditas transaeges.... Em que
o delempixar ellas de reinar no Brasil ?
O ^r. Oliveira declara que se o nobre se-
nador q' acalni de fallar pensa q a lei q se dis-
cute ha de irazer toda a sortede males faz bem
em votar conlrar ella ; mas que elle orador ,
persuadido do contrario ,- vola a favor da lei ,
sem com ludo dizer ao nobre senador que vo-
ta Jmal.
Dando-se materia por discutida appro-
va-se o arligo do projecto da cmara dos de-
pulados, ejulgo-se prejudicadosos mais ar-
ligos do projecto do senado.
OSr. Alencar: Sei, senbor presiden-
te que este projecto nao passa emendado ,
mas em fim he deier meu ollerecer huma e-
menda por hume, uecessidade occorrida na
miuba provincia.
Hum presidente, na provincia do Cear ,
querendo negar a saneco a huma lei du-
vidou acerca dos dous tergos e decidio-se
que os dous tercos devia ser entendidos dos
membros presentes, e nao da lolidade dos
membros da assemblea provincial, Sei que
o senbor ministro do imqerio deo eselareci-
nientos sobre este negocio porem pego ao
que se lhc deo do emprego de tbesoureio da
alfandegada Babia : o prirneiro he remeltido
mesa e o segundo u cummisso de. peti-
ces.
O Sr. Monleznma declara que existe sobre a
183o, sobre o contracto do casamento da prin- meza o parecer da commissao de cmaras mu-
ceza imperial 1 Snra D Januaria. nicipaes sobre a representacao do oidado
Levanta-se a -sesso 9s horas da tarde. ;Luu de Menezes de VasronceUos Durmond ;
_______ ; e como he muito simples pede a urgencia.
Sendo approvada a urgencia entra em dis-
CAMARA DOS SENHORES DEPUTA- cusso o segunie pirecer:
DQ$. A commissao de cmaras municipaes nao
Sesso de 14 de abril. julgandosatisfeta a sua requisico de 11 de
Presidencia do Snr Rezende. outubro pp em quanlo exiga que fosse ou-
Summario : Expediente.Approvaco de di- vida a cmara municipal da cidade do Rio de
versas resoitices Discusso e regeico de Janeiro acerca da repiiesentaco que contra
diversas emendas do senado lei do orea- a mesma cmara dirigi cmara dos Srs. de-
mento.Noroeaco de mais dous membros putados o cidado Luiz de Menezes de Vascon-
para a depulaco que tem de ir comprimen- cellos Drumond requer que pelo miuiste-
lar a S M. o imperador. rio do imperio se exiga iiifonnaco da c-
mara municipal com urgencia.-Silva Pon-
As dez horas e meia faz-se achamada e les J. I. Vaz vieira. J. F. Simio.
achandy-se presente sufhciente numero de Nao havendo quem falle he posto a volos
Snrs. depulados, abre-se a sesso e approvado,
L-se a acta da sesso antecedente, e he Ordem do Dia.
approvada. Entra en discusso a seguinte emenda do
O Snr. 1. Secretario d con la Jo seguinte. sonado lei do ornamento.
Expediente. auppriuia-se a emenda ao 7.
Diveisos ofiicios do ministro do imperio. O >r. \ icira e Souza nao ci que seja por
1. Sobre a tenca anuuil de oo'rs con- fazc-r guerra ao ministerio que acamara lem
cedida pelo governo ao chele do diviso David rejeitado todas as emeilda do senado diz
Jewet, para merecer a approvaco do corpo algum* outras palavras que nos nao foi possi-
legslaiivo. vel ptneber, e depois de boma advertencia
a. Sobre a de Hos rs. concedida ao capillo do &r. presidente declara que approva lo.ius
de fragata reformado Antonio Pedro Coellio i as emendas :0 |,ara com esse acto mostrar
para lambem ser approvada.
3. Sobreadeooj' rs. concedida ao bri-
gadeiroJoo Paulo dos Sanios brrelo com-
missao de pensces e ordenados.
Hum requerimento de Joaquim de Abren
Bangel adminislrador do con to da provin-
cia deS. Paulo, em que re juer melhora-
menlo de reforma ; commissao de peusoes o
ordenados.
Huma representacao do [irior e mesarios
da ordem 5. de S Douingos da cidade da
Babia requerendoa laculdade de poder ad-
quirir a mcama ordem em bens de raiz at a
quantiade aojOoo,ooors. commissao de
justica civil.
Sao lidas e approvadas as seguintes resolu-
ces ;
1 Que concede o terreno necessario e di-
versos materiaes para a edificaco da igreja
matriz da lreguezjid de S Auna.
2. Que autunsa a cmara municipal desla
corte a levar a eilo a convenci por ella ce-
lebrada sobre o terreno do largo do Machado,
onde se pretende edificar a igreja matriz da
freguesia de N. Sra. da Gloria.
. Queprorogar por mais. dous mezes a
que reconhece o direilo do senado para 1'azk.r
lacs emenjlas.
O Sr. Marinho nota que o precedente ora-
dor dissera que o dueiio do senado he princi-
pio iccoiitiecido por iros leg 1 .1 s e obre
oqu.il se nao deve porUulo que. ioiwr ; mas
a i>to responde que principios ita de centena-
res de anuos, (jue nao ptssao-inconcussos.
Que poi muito kinpo acamara dos commuus
sotito ,ue a ilus lords li/.esse emendas sdes-
peaas por ella decretados e s em ib >. no
reiuaiio de Carlos il, ue que comecou a proles-
lar contia essas emendas ; e que apenas 110 se-
clo passvio conseguio que se estabelecesse o
principio que passa imje como regra, de que
a cmara dos lords nao pode emendar as leis
sobre dssjiezas. Que se acaso se iralasse de
huma simples qtiesio de corporaco, detecto
nao occuparia a casa com as suas reflexes;
mas que se trata,de hum principio, de hum
dos mais preciosos direilos da cmara dos Srs.
depulados, e que elle entende que lodosos
estoicos se deven) lazer para que seja irans-
miiudo intacto esse direito. Que sent nao
I estar presente o Sr. ministro da juslica para
em sua presenca refutar 09 argumentos que



35 CSSSSissSS cr >M*^um
P.re romsigo a necessidade de huma nova ren-
da, e por conseguidle de
V
cao
huma nova imposi-
que, nao podendo o senado irapr
be evidente que nao pode augmentar despeas'
.fcftranha a declarar,, que fez bontem hura
ente que
ministro da coroa de lhe ser ndiffr
Mssaeseni ou nao os emendas do senado. Oui
he md.spensavel que o paiz saiba como os mi-
nistros olbao para os negocios pblicos- Per-
sudase que he de summa transcendencia o
orcarWnto mas que houtem o ministro en -
teodeoqueissoerabagatelU, eque portamo
o be tambera aconvocacdoexlraordinan .
se lembrar que algmm, i,de suppor que o go-
verno com essa convocaco leve era vistas rea-
lisar o plano de desacreditar o corpo legislati-
vo. Que quando falla de governo se re-
fere! todos os que se lera succedido desde 19
de selembro ..posto que tenha boje a satisfa-
cao de ver o lado que sustenta va a ad minia
tracude Ig de selemhro rotar cora elle pelas
economas. Faz anda mitras reilexes, e
conclue votando contra a emenda.
O Sr. V.eSouza enlende que odreitode
impr ao povo se basea as necessidades pu-
blicas. Que amis se pode inipr sem se re-
conhecer a necessidade ; e que isso perlcnce
assemblea geral porque a ella secundo a
constituico compele ixar anqualmente as
despezas publicas ; e que a asserublea eral
se compe de duas cmaras. Que portante se
convence que o senado est no seu direilo
quando, emendando a le do orcamenlo
augmenta as despez.is decretadas e que esta-
r nessa couvicco em quaulo se lhe nao pro-
var o contrario.
O Sr. Carneiro Leao observa que estando
quasi lodos conlormes na volaco, escusado
era advogar a causa de lanos advocados mas
que pedir a palavra para responder censu-
ra da concordia que boje se nota entre os que
fizerad opposicao e os que apoiarad o gabinete
de 19 de selembro. Que um nobredepulado
aecusara o ministro, quesnppoe moribundo,
por ter Jeito passar no senado as emendas com
o designio de desacreditar o corpo legislativo ,
inas que oulr'ora tambera se aecusara o gabi-
nete de igdesetembropor se oppr ;s emen-
das no senado j ese quiz lazer crer que era
connivente com os que pensao que o senado
nao tem direilo de augmentar despezas. Que
se elle orador delendeo o gabinete de 19 de
selembro que em lugar de emendas quiz an-
tes sujeitar-se aos corles nao pode ser censu-
rado de votar boje contra as emendas bem
que nao concorde no principio da inconslitu-
cionalidade porque bxar as despezas publi-
cas be da altribuico da assemblea geral. Que
elle s se oppor com todas as suas loicas se o
senado quiser inicia^ impostes porque isso
enlende ser da privativa competencia da cma-
ra.
OSr. Antonio Carlos rola contra a emenda,
nao m por motivo de conveniencia, como pe-
la inconstilucionalidade. Para provar a ui-
constitucionalidade recorre origem do gover-
no representativo e aIbrma que eile se resta-
be leceo para conservar a propriedade eali-
berdade; e que ueste systema o direilo de im-
pr tributos, ou decretar a despeza (porque
toda a despeza importa imposto) perteuce os
represen tunics do povo ; que entre nos aca-
mara dos Sis. deputados he quem representa
o povo porque, se passados quatro ancoso
deputrido nao serve bem o povo o nao re le-
ge oque nao acontece aos senadores, que
sao vitalicios; c peta mesira raso poique
ninguero quereria eleger bum procarador por
toda a vida, se nao pode admiltir que ose-
nado entre nos reprsenle o povo ; que esia
so consideraco prova <|ue quando se deo ex-
clusivamente acamara dos Sis. deputados a
iniciativa sobre impostos, se>lhe conleriu o
ducitodes ella poder decretar a despeza
poique tuu;. a despez.. be tanda na imposicu
que o atgumeulode pcrteucei ;i assemblea ge-
rai iixar <>s despezas publicas nao piou-de, por
que ixaradespeza i.e nuracousa,e pedir odi-
i.beiio ja ella he uuira ; que o principio
que agora se cuntanei te he hho da iuslra-
cao do secuto, que na Inglaterra custoua pie-
valeer o que agora laubem succede entre
r.s, mas lempo hade vir era que prevalera:
que finalmente elle nao dtseja ver diminui-
da huma sudas attribuicoes dos senadores,
mas quer que exerco nicamente as funcces
que Ibes sao pioprias e que nao torci a n-
dole do systema representativo.
Se votou em oulro lempo por despezas o fez
por julgal-as necessarias, ou por confiar no
governo que as propz. Lamenta que o
gorerno actual, tendo tres senadores nao
empregasse toda a sua iufluencia para evitar o
espectculo de se convocar extraordinariamen-
te a assembla geral para tratar de cousas,
que o Sr ministro julga imitis, e lastima que
iiaa hum governo que assim incommode os
representantes da naco o. produza os emba-
rceos dahi resulianies. Conclue votando con-
tra a emenda.
O Se Alvares do Amarul vota contra a e-
QSr. Sousa Franco insiste nos scus argu-
mentos tirados da disposico de alguos arli"os
ila consti'.ulco para provar que o senado lera
direilo do emendar augmentando a despe-
za.
OSr. Ribciro de Andrada croque se trata
dobudget, eacha intempestivas as rerrimi-
nacSes. Entendeque hum Sr. deputado nao
d.i a verdadeira iulelligeucia palavra inicia-
tiva -quando diz que be- s comeco-, poi>
se assim fosse essa palavra era iuleiramente
ociosa
PER4\ Ajftl BUCO."'
TiiEzounAun da fazenda.
LDITAL.
, por ser ndil'ferenle que se comece em
huma ou oulra cmara e nao pode admitir-
se (ue o legislador zombasse ; que ni
menda, porque augmenta despeza, e elle iniciativa -quer dizer excluso queneuhu
quando se discuti oorcamento j; havia vo- oulro tem direilo de impor ; que a distincco
lado pelo corle A' cerca da quesl.io do di- ; entre a qualidade e a quantidade he extraor-
reito do senado para augmentar as despezas diara, porque o quantum e o qualis sao
reconbece esse direilo. porque os argumente! ] con nexos e quando se estabelece hum, se
apresenlados contra su se lundo na couveni- j subleude outro. Faz mais algnraas reexes
eneja de seicm as despezas exclusivamente vo- e vola contra a emenda.
tadas pela cmara dos Srs. depulados; e que | O Sr. C. Leo lastima que estando a mai-
a constituico nao reconbece essa couvciiien- or parte dos Srs. deputados concordes era re-
cia por isso que da ao senado o direilo de e- geilar a emenda se tenha to largamente dis-
mendar j que o argumento fundado no ue se culidj Acha desuecessario examinar a his-
pralica na Inglaterra nao lera lona alguma | loria parlamentar ingle/.a para saber porque
por se nao darem as mesan circunstancias e os communs nao cousentiraG nue os lords e-
que emopposuvu poda o nobre oradoi lam- mendassem. Que raso hava para que os
bem citar o exntalo dos Estados-Unidos, 0.1- communs se julgassem privativos porque os
de o senado emenda. j ores eoto nao ..gava impostes e s era
Sr. Antonio Carlos diz que se acaso he da j representantes dos nobres. Que nos estados
ndole do systema representativo que o povo Unidos seadoptou o contrario por nao haverem
privilegiados e qua est indo o Brasil nesse
caso, nao admira que os authores da consii-
luico assim procedessem pois que o senado
he representante do povo do rnesmo nudo
que a cmara dos Srs. deputados. Allega os
precedentes ; diz que nao vale muito a argu-
mentado contra a delinico darcomeeo da-
da palavra iniciar
he quera d o imposte e que seno arranca ,
nao pode ser dado a nao ser pelos seus pro-
curadores ; e que he ueste principio correnle,
e nao em conveniencias que l'uudou os seus
argumentos. Faz notar que nos Estados-U-
nidos o senado he eleilo pelo povo e que o
governo nao tem ingerencia alguma nessa elei-
cio. Disserta sobre a organisaco do osso
senado, e enlende que pelo modj porque est
constituido nao pode lazer a felicidade da
naco.
O Sr Souza Franco argumenta com a cons-
tituico comparando e analysando diversos
arligos, e conclue que a cmara dos senadores
nao tem direilo de iniciar., mas pode emen-
dar e portante augmentara desbeza.
O Sr. Otloni Enlende que a cmara far
relevante ser i',o se eslabelecer e firmar a re-
O Illra S.ir. Inspector da Thczouraria de
Fazeuda desta Provincia manda novamente
anunciar, que lera de remelter para Londres ,
vintee cinco contos setecenlos mil setecentos e
Irez reis.
Os Senbores Vegocianles que quizerem
sacear, dita quantia sobre aquella Praca ,
poJem comparecer na mesma Thesouraria ai
onza horas da manhia do dia cinco do correute
mez.
Secretaria da Thesouraria do Fasenda da
Peruambuco a le Maiode 1840.
Joajuim Francisco Bastos,
llicial Maior.
I>i versas Keparriyoens
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma do N. 96.
Diario de Peruambuco,
, pois que a mesma cons-
CotTegarlo hontem os trabalhos dos Repre-
sentantes da Naco Brasileira na penltima
Sesso ordinaria da quarta Legislatura do
Imperio. Queira esse grande Deus, quei
tem i!a nao a sorte dos imperios, luminar a
Assemblea Legislativa, poisdetla, edellas
espera o Brasil todo o seu bem.
Sempra que chega este dia 5 de Maio unr
raio do esperancas vera ferir Os coraces do*
: mas quants vezes se nao acho
cmara dos deputados, etc. Que se quer con- Pr lim T h'A'lddS ^"5" alaq-UC9
fundir fi xa, as despezas publicas con" i- PeSSaeS' i "S T* ^ P4 u "gocos,
nicar impostes,-qando, se fosse o raes- "^ ^ ^Je ? *&*? Ul,Ildde *>
rao, nao'se mandara, como se mandou por T^ I"6 nos w ,nrolve' obscarida-
Ll i. r "wnaou poi ue todas as nossasconfiancas.
huma leaiue o (overno tizase a uronosta ti- ivr o 1
,......i.Tr 11 pioposia n- Nunca o Brasil necessiteu tanto como a-*
xando as despezas publicas ; e nara nocabir1 a u 1 1 "wui
m n.. .1 *r, naocanir oia fa sabedona de seus Itepresentarites-i
em llagranU contradicho se nao dev a adntil- <- a i K,csr,"*
,.r ... < 1 11 1 aumit- Cercado de nimigos internos, e externos
lir isso. Conclue declarando aue npr^ist un 1.1 u 1 w ""mus,
- persiste no luiando a bracos e bracos ja alguma cousa
dfnnrhHi?a iTi '^V**' .V*' I Brasileiros :
do no ai t. 7 diz : Tambera pnncipiarao na por fm ella
cues j repara que o lado que outr ora de- admiuictraco passada &c. O nobre orador
lndeo o gabinete de 19 de selembro esteja faz a inda algUmas outras obse.-vaces.
Julga-se discutida a emenda e posta a vo-
tos be regeilada.
OSr 1. Secretario l hum officio do m-
uesla queslu de accordo com a amiga opposi-
co e conclue volando contra a emenda.
O Sr. Torres sent que se ressuscitera as re-
rera applicados os remedios em lempo serj
ao depois baldados todos os esfor.os da arte.
Mus sero to somenlc as boas leis, que re-
mediar posso tantos males i' Que podem as
Leis sem os costumes ? Que podem as boa*
do
maco mas que nao ser che quem provoque ': m;.ra que tem de ir compnmentul-o.
essaguerra. Vqja contra a emenda pela de-1 O Sr. Presidente convida os raembr
claracao que fea n 1 casa q ministro, sem que : putacSo para ireui ao paco de S. Christovao
mi isso tenha mudado de principios, jos u0ra manada.
est convencido que sao os que elle orador! i.nlra em discussao a seguinte emendado
prolessa o que podem fazer a felicidade da ganado
nacuo 5 que nao conlinuar a acceitar a luva (l j\;0 artigo 4, era lugar de a48:c;5'685,
porque as recuuiU)ai,oes de partido uofazem diira-se 8jigi5/tfiJ5.
bem ao paiz, poste esieja convencido, sem Depois de algunas bravea reflexes dos Srs.
duvidar hum aislante das boas iulencoes dos Mana doAmaral e .Maura viagalhes, be
Sra. deputados a quem responde, que os priu- : p0ila a votos a emenda e regeilada.
Cpios desses ors. deputados sao infensos ; )0 mcsmo modo be regeilada e sem dis-
crimina, oes ao gabinete de 19 de selembro, n|Stro do imperio eommunicando queS.M o Leis sera bons Juizes? bu. luizes sao
de que elle fez parte, eque assim aeexacer- imperador recebera amanh, s .1 horas, cerl0 o remedio, de que necessita o Brasil
" "5C "3 ': :.!"U l .Uepa!eC,a ,'C-'1" i no Pac0 de S- 9ritow .a deputaco da ca- para Sll:, sa|vaco. Em quante o patronato ,
a arbilrariedade a estupidez e o suboruo
imperaren!, estaro a ferros a virlude e a
liberdade. Assim como o hydropico cucontra
maior mal na agua que com tanta sede bebe,
assim o Brasil lera encoutrado a sua morte na -
quillo rnesmo que com tanta aueia procura ;
o iramenso numero de Juiz.es. Quando assitu
fallamos ja mais se podem coraprehender o
Juizes sabios probos e virtuosos que fa-
zera honra sua ciarse.
lloje (ue nos serve o que antigamenle su
dizia crio-se os logares para os homeus ,
e nao os borneas para os logares Pois siiu ,
se necessaria essa imraeusa raultido de Era-
proj| endade do Brasil
O i>r Aleucar enieude oue em
cussao a seguinte emenda do senado .'
vo se ac- N(\ la em lugar de aj;ttof diga-
berU o precedente orador cora aopiuio do $q su:b8os
Poe->e em discussao a seguinte emenda do
senado .
luiiutro da juanea, pois Ine vai provar (ue
em sua voiacao lie coulradicloi io com os seus
principios Lstabelece a co parueo enlie o
gabinete de 1 j de selembro e o PCtual, e ,
uepois cic audiisar alguns lacios conlue que
o actual segu uu lie guiado pelos mesmos
principios do de .y de selembro. Exhorta u
cmara a que nao promova rivalidades com o
senado e conclue volando pela emenda.
O Sr. Torres adverle que anula nao deca
rou se sustenta ou faz opposieo a admiuistra-
efio actual ; que quando ebegar aoccasiode
examinar seus actos, se forera conlormes com
O Sr Goncalves Viaiiins vista da de os seus principios baile apoia-la que nao
claracao do ministro houtem na cmara nao
podendo alguem duvidar que sao inuleis as
despezas escusa fallar contra ellas. Quanlo
porera a queslo de ter ou nao o senado uiieiln
de lazer tata eiuendas,o nobre orador reconhe
ce esse dii cito, fundado nao s nos precedentes,
se desculpou cora o ministro; e supposlo el-
le dcclarasse que as emendas nao era de im-
portancia ciaque nenburaa dellas he ques-
lo de gabinete portante poda votar pro ,
ou contra Sera lazer opposicio ou apelar o go-
verno.
i
O 4- addilivo supprima-se o allere-se
' a subsequenlcnumeiMco.
Fazeui breves observaces os Snrs. Moura
Magalbes, Castro e Silva e Silva e posta
a volos be regeilada.
0 Sr. Presidente, requisico do Sr. .\Jon-
tezuraa elevo ajo numero de membros da
depulafo que deve i'- comprimentar a S. VI.
o imperador sendo para isso Horneados os
Srs Goncalves Martina, e iNuues Maxado.
1 or nao haver casa o Sr. piesidente d paia
ordera do da a mesma de hoje e mais as re-
sol uces u. 6j de itt3d n. 94 do raesrao au-
no ns. 110, bt e by viudas do senado,
do rnesmo anuo n. 6 de 16J9 en,ijj,
de ibia.
Levania-se a sesso antes das duas horas.
fnegados, se, contra o conseibo do grande Sul-
y, cada vez mais multiplicadas devem de ser as
rodas desta maquina poltica ao menos nao
esqueca a sabedoria de nossa assemblea urna
rigorosa responsabilid ide imposta aos Em>re-
gados : delles que pro vera o despiezo
Constituico; com os seus continuos e
escandalosos abusos que argmneulo os ui-
migos da ordera publica ; a iiuraoralidade gj -
ral lera a sua rasao suiheiente nos seus delei-
tes ou para duermo melbor, as $ua
culpas.
Seja pois o vosso principal cuidado Le-
gisladores o lazer e'ectiva a execuco das
Leis existentes -y temos j muitas, e boas Leis j
mas ellas nao lora o feilas como os contos a-
rabicos para seren lidas mas para seren
executadas. Se .. jsim nao succeder ai do Im-
perio do Bra.-:i que l.vez se uao conten
mullos das j e daio o que uo permita,a
Providencia !


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DIARIO DE PERNAMBCCO
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CORRENTES

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ARTICLKS
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Agoar.lmt* o5. CT.........
MrntrSo SneCO.............
Ufatc-na..................
Alpisln.....................
\lvaiade...................
I marra farro e
1 mendos doce cota ei ->
Incoras eancoietas..........
Aniajcm.................
Aratuc de Cerro....... .....
,, le lalo.............
Arcos ferro............
Attoz pilada estraniWO......
Azeile ilccc do Mediterrneo ..
,, de Portugal......
BACA! HAU...............
Bacias laiii.- .......
,, ., :."...
Raalas................
Bttern i Franrs
Bren..............
ftrlm da R i ros..
Rola a Roa ..........
' ari..........
Rolatinl ii........
CAROS da
.. Insta..........

da Russia
Steel Mitin............
\ Spfri oftwpentlne.....
Pranttjy *5. ..........
Tai Swsetit h..........
I .:. ,. M.'ir.............
(nni.rr Sred..........
ff'h /< lead............
' i-chain ncc. t" ti.
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Anchor* and >.
Ci eguellas.............
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.. Portugal...........
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,, ,, Rusta palent
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,, ,, Montevideo
Reef Sflltd..........
Pcik Salad ..........
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Carne secca de Rio~gl&iMe..,
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Camenas Frrnreas -ie tjorai I siierp Slcim Frenan ioi.
Ca rv5o Cera amarilla d'Angela.....
II l.fl.H........... .
Cha Missou................
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Ce i veja b. m>ca.............
pela................
Chumbo enlana...........
cm lettcy.t..........
de manicio.. ..c ...
Cobre pai a ealdei eiro........
lo 110 e piegCS... .
FACHADAS...............
Enxof re em camino..........
'"pingelas lazarinas........
Estopa.....................
Lrva-doce ..................
hilando....................
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,, de bapateiro..
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,, Shot attorted ..
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MANTEIGA iogleza.....
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Machados do Porto. ......
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OLEO de lnliaca c >. cascos
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3 l. 10 por 'Pon. de 70 Ar.e 5 por ceuto.
zoo liis Cada u.u e 10 por cunto Gaiub. 10R. p. 1. F.
Nomina
{) L>b E a V A (i O L lS d
Todas as merradorfas estrongeira pn:-;o 13 p.ir rento de direilos a exreprlo do cl.a que pa/iga 3o
por cento, e da plvora que raga 5o p : cenlo, sobre M avliacoens da paula geni tK> luipc.'o ; .-
slcuiis sobre o valor dado pea p ule. A.ein destes dueilos pagiioiiiais5 por eeulo de ariDaseaageo
sdcional e expediente. Mas aa cambreias de linho reudosoe lil de sedaelini.o, obr*a , pedraa preciosas, e canolillio de prata, e ouro, so cenlas da armazenagem adcional e s<'> pa-
jc, 1 1;2 p. c. de ex (diente. Sao isenlas de dueitos as maquinas anda nao usadas 1.0 lugar; porem pa-
kSoos '. ftor cento de espediente c- armazenagcmadoional.
Cnncedem-se 4 roezesde Mmazenagein J.v.c as lateadas seccas, e a os mulbados 5o das, e lindos cl-
les pagao pela demora que tiveren. 1.; na razao de 1 1/| por cento ao mez.
Us vinhose bebida- tspin!uoss importadas de p.i:zes que nao te. r. tratado c.ino brasil pago du-
rante o anuo linanceiro de 1 de Jullio tle 43) a 3o ne Junhode .84o, direitns de 5o por cento sobre
as hvaliacoensda pauta semanal ncluindotc uestes 1 t/2 por cento de tipcdieute. Pagio mais 3 .;;
ie armazenagem adciniit.
Todas as bebidas ::;... if czas |.ajo de emumo na Provinea 4o res por caada excepto agoa-ar-
endedo lab ;co iiac.ona1, que paga s ao por cenio sobre o valor.
Pura altalos e queras ii.'io- ceru-se a us despachos de lquidos os seguintts abaliinentos; a saber:
le 5 por cento etn garrafas ; 'ie 5 por ccuio eui botijas, te 2 parenlo em cascos e guraloens.
O Carvo de peda be izrmpiode dir los, e spaga5 por cento de expe.nenie e arinazeuagen.
(Js diieil<"S f c 2 ~cr ctto ; AlgodSo. <-af, e tumo. 1 por ceuto; Agoa-aroeniu couros, e todos os Oais
* I____ .I..I.G ti ir.ilnf l..nn ... no *--------il.l I K -. ^A.a A ... ^..*~ .... /.. .1'.
t.Ol.i o
goilao .-. SS
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'neroV^pf cento. Alem destes tl.reilos psgo-se as laxas delbo res em cada calta de 4o te.
I fecho ,
i 7 i..----- -,
da 20 rcisem cada barrica cu ..co ue assucar ; ede 4 res am cada saca de aigod o.
tSBBBBBBBaaNi
u odos os inais gvueio sao liv.eslediieilospa.a os po.lo do imperio a excepeo
. ar, Caf e huno que pago por canto e as ...\ is ji ir votuiae.
Os roelecs preciasos, nacionaes ou esiraugeiros, em baira ou amoedados co ouro em pd
por cenia sobre o valor corren te to mercado.
Uj escravus czyvrtados pago 5jfjo 1 j.j:- cada uin.
REVISTA COIHUBUCL
Uj Al-
pago
Cambio lem uavida algu-nas pequeas t ansa^oeri'a 3l d. pelo ultimo Pacfucie.
Al-'' ^ei ;,i precos ..omos d/ d/JN&m .. u;;.w e .> entiadas tam su u limitadas inlvez por
cauz.i das chovas
(rro'..a sobre o Ierro.
Aasncar -- is yendas no .ie u.s. d.. semana ten -i.l > regulares a 900 rcis por >
Cauros Continua teta Ite aeio d preco cal Ou .! 3 res
N.i. h.a.vc un ...i ('. de 1 111I1 a ie ir go n^ uveurao da ac)naua e nao ciiste uorcSo alguma cm
piiiii. :ia mao
Ueynho nao hoave igua iua em spatltia.
* ame de Ch#i u.- eutrar .: ai nlos ..... d Rio Gran c do .ul pelo Rio de Janeiro ,
c oul.o de Montevideo, o preo teui dec.itudo CiOformese acba colado.
IiEClFE NA TYP. DE MANUEL J1GUE1HOA DEFAB1A. -1840.
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