Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04071


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Full Text
ffftfcD DR 1840. SeXTA falRA
TOdo a^ora depehrte de n n*WnoS; ra nosii prudencia, modera-
_>o, energa : continurmos como principiamos e seibmos apontados MUjytfflWVK^
Coro dmiracao entre as ^ace masculla.
Prclmaco da Assemllca Geral do Brazil.
-----------------------laillHll ------------------
Subwreve-s* para esta f'olha a .^ooo por quartel pagos ariihnttrios T
nesla lypopiafia, ru das Cru?es I). 3, enaPracrla Independencia
na. 7 e d8, onde ie rerthrm correspondencias legalisadas, edhiniucios,
msirindo-se eate gratis, rendo dos(iroprioa asignantes, e vindosassie-
gnados. *
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parabiba e Villas de sua pretenco.............
Dita do Rio Gralide doMorte, e Villas dem, .
Difa d Fortaleza e Villas dem. ;......4 ........Segundas e Seitl freirs.
V.ll de (.oanna............................4
v'hA s 8S...................................Todos srfias.
V.lla d- Anuo .... ........................uinU. fe.ra..
lJita de Garanhuns e Povoacno do Bonito ..... i... 4 < j j
DO* do Cabo, .sehnhaem. Hid Formo*,, e Porto Cllw ." .' ." :.';::: tV" *, f, dUoIt
Cidade da, Alabas, e Villa de Maceiri........, ,T" 1.11
Vl de Pp>u oe r lores................ i.i.~ J:.- j-.
..' ,, ......................dem i.-,, dito dito.
/odoi osOtrreoi partemaomeio da.
'--------!--------------------" .*--1
^^L (tsSBX (lw ( *SM M(m KI#
24 de Abril. Numero 91
CAMUIOS.Afilia a*.
31 d. por Ifooo ced.
70 a 7! por 0/0 premio, por mcial oerecido.
it)5 res por franco.
6^100 n
Londres...
Lisboa___
Franca....
r>io de Janeiro au par,
'';') Moldas de
t DilM
ji las de 4,f>oo
Pi.AT \ i,-,,..- i,, Rradfileiros---------------
. |Pptd Columnarioi---------------
!:.:os Mexicanos-------------------
Mjoda...............
r.

, Velbas lfSno a i Novas ilj/icio a i Sjl KM I 8 K#QOO
ijftt > a i^ifo
l#dv> a igFjXa
tifrio a lio
'lo a l/fiGo
Pe cont H* oftljetes d'AYandWa J 1/1 poi loo o mt.
dem de Letras ,?7
Moeda de cobre 3a 4 uar ioo.de dije.
Irma.
Dias da Semana.
10 Segunda -
11 Terca-----
ai Qiia'rt. -
i) Quinta -
i4 Sexta -
a 5 Satinado -
ao' oiai.-------
aVc i, ut. S. Aeendins W. -
- > a. Out 8. Anselmo. Are. -
- .S. Scter e Caio itm.--------------Sm*.*>.?. Thes.
- S. J.rge M............Rel.co, o aun. do j. de t. ,!., ,. .,
-- S. Honorio H............ Sos. d Titea.......t. ,!j. de da
- .V Marcos Kva..,-.........Re. e aud. do J. de l. - da Pascoella Fugi la de S. S. -
Marc cheia para o da i de A bril.
r.
.i. v.
As 10 dorase 6 minutos da tarde -As i o horas e !o Minuto* da roanhftV

PERNAMBUCO.
ASSEMBIEA LEGISLATIVA PROV.
Acta da 3a. Sessffo ordinaria da AsSemlilfa
Legislativa Provincial de l'ernambuco aos
a de Abril de i8/,o.
Frsidenria do Stir. Dezeml. Maciel
Montciro.
Feita a cliaihad, acharo-se presentes 2a
Srs Diputados (altando com jmrlieipaco
os Snrs. Meira. Mesqutta eCavaleante La-
rerda. e sem ella os Snrs Padre C.hr!stov3d,
AI a noel avacanli, Tiburtino, Wanderlei e
VIeir de Mello.
O Snr. primeiro Secretario derl.irou que
os Snrs Doulor Urbano, Doulor Peregrino
e Lopes Gama parteciparo que se retira vio
para o Rio de Janeiro no dia 15 docorrente
Lida a acia da Sessao antecedente; foi esta
approvada.
jN'So liouve expedinte.
O Sur. primeiro Secretarlo declaro -
cbar-se sobre a meza o diploma do Snr. De-
putado Suplente ^on Paulo dfeCarvalbo, e
convidada a Commissao de Poderes para dar
o seu parecer esta o deo favoravel o qual
tendo sido ai pro vado foi aquelle Snr. De-
putado introdusido com as formalidades do
Estillo, e prestado o juramento', tomou as-
sen to.
O Snr. Doulor Pedro Cavalcante mardo
:'i mesa oseguinte requeririienlo Requiro,
que logo depoisdo expediente se passe a tra-
tar da Le do orea ment Provincial com pre-
ferencia ; nutro qtralquer objecto em qnan-
to durara segunda discussao da tfiesma Lei -
o qual entrando em discussao. o Snr. Mello
mandn o seguinle como emenda ; qife o r-
querimento se enfeuda depois de decidido o
parecer addiado da Commissao de Constitui-
eo e Poderes : pestos a votaco foi approvado
o primeiro e regeilado o segundo.
Ordem do Ida.
Fntrou em discussao o arligo 3a do Pr"-
jeclo numero i a sobre o or-.afrreiito; o qal de-
pois de discutido foi approvado. Ao artigo
'i o Snr Peixolo de Brito mandn a S;;fa-
le emenda acrescente-se a quantia de ... .
dw)9L' ooreispara mais 4o lampies nesta
cidade S a H. ; foi approvado o artigo e a
emenda. Ao artigo S'i o 8r, eixoto de Br-1
acband-se anda minio atrasada a Lei do or-
eamento convinha dianta-la para que se
nao isesse necessaria alguma prorogacan da
Sessao ; passou o requerimento. ficando desta
sorte enterrado a mor pirle do q' tinba de ser
tem deixalode haver Sessao por falla de nu-
mero para formar caza e ne sao nao obstante a urgencia para discutir-
se a Lei do Orcamento apenas passarao tre*.
artigos, levanindo-se logo a Sessao or se a-
Iratado nesta Sessao.; e o que mais admira be diarera na casa ib* Deputados somente. Pa-
rece-nos, que, se o parecer da Cominiss
de Poderes fosse discutido, e o Snr. Deputa-
do Suplente tivesse tomado assento a Lei do
nue ficasse at por ser deetitido e votado o
parecer da Commissao de Poderes que se a-
cbava sobre a Meza adiado a respeito de hum
Depulado Suplente que por baver sido cba- Orcamento ficaria mais adiautada.
tnado tinba mandado seu dinloma. Com
effeito, que o requerimento vedass a discus-
sao e votaco de tudo o mais anda pndia
ser visto sem admirado ; anezar de que ncf
vemos tao grande inconveniente em haver
prorogaco da Sessao. caso se nao concluisse a
Le do Orcamento Iiuma vez que se tratasse
de objeclos de importancia e urgencia ; ms
que vedasse at a discussao e votaco do pa-
recer da Cpmmissao de Poderes que pouco
lempo podia oornpnr, deixando-se assim de
decedir se hum Depulado eslava ou nao no'
caso de tomar assento na ssembl.a be de
Pata a Sessao de ioje marcou-se couti-
nu-o da mesma ordem de boje, e mais a 3
discuSsa dos Projectos ns. 13 e jo.
GOVERNO D PROVINCIA.
Expediente dodi |3 do corrente.
ced nte offlcio
Dito-Ao Conimandanle Sup -rior da G. N.
do Recife pnaa o binar que se lacio as hon-
ras fnebres ao Calecido Teneute Coronel jo-
o Paplisla de Ara ti o que tem de ser se-
pultado no Convento de S. Francisco desta
Cidade
Dito-Ao i'rpfeitoda Comarca de S. AnUo
permeltindo-lbe a licenca que solicitou para
vir a esta Cidade.
Dito- Ao Prefeitoda Comarca do Recife .
pata entregar auCummandaute do Rrigue
Constanca o preso Joze Gomes da Silva,
perten..ente a Proyihria do Rio de Janeiro a
fim de ser para aii transpoi lado como retpii-
sitou em seo olicio de i i de Marco ultimo.
Portara Ao Commandante do Hrigue
Constanca |>ara receber a seo bordo trans-
portar para o Rio de Janeiro o preso de que
trata o precedente offlcio.
Olicio-A ^Cmara Municipal, do Recife .
\
loo seguinte lepois da palnvra Repai li-
ces, diga-se e inats|4.oool) reis que ero
applicados pelo ExfD Presidente da Provincia'
para se organisar a Estalistica da Provincia -
ia;ooo(J ; Ibi approvado o artigo e a emenda
F.ntiou em discussao o aitigo 35, parafa-
lio i. tesi-ou de baver casa. O Snr. Presi-
enle dando para ordem do dia da Sessao se-
guinle a continuaco da de boje, levanluu a
Sessao ponto depoi do mcio dra.
'J bomuz Antonio Maciel Monteiro.
V residente.
O Padre Joaquim Rafael da Silva
i Secictario Suplente.
Joo Jos Ferreira de A guiar.
i. Secretario Suplente.
Juizo sobre a Sessao.
Antes de entrar-se na ordem do dia apare-
cco hura lequeiiuienlo para se tratar da Lei
to Orcamento al ser concluida com prefe-
rencia a tudo mais ; e Uto por que restando
Jioucos dias para o cncerramelo da Sessao e
mira cao
dubitavelmente a postergar o direilo d l\ < dadlo que pelo votos dos Eleitores da Pro-
vincia eslava no cazo de tomar asiento na As-
Sembla ; por que que oulra coia fe/, a As-
sembla decedindo por sua omnipotencia
parlamentaria que nao fosse discutido e
volado o parecer dado sobre esse Depulado,
seno prohibir-lhe o enjresso na Assemblea ?
Se esta nao foi p inlenco ao*menos foi o re-
sultado de tal resolucao ; e be quanto basta
para qne ella jamis devesse de ser tomada ;
porque parece-nos, que nao est ao arbitrio
da Assemblea escolber a dedo os Denutados ,
que deven) de ser admittidosa tomar assento ,
Job pena de vermos excluoens odiozissimas ;
que se hoje recahem sobre esse Deputado ,
ninguem sabe se amanhaa chegaro por ca-
za : bodie mihi eras tibi eis o que sempre
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia io do corrente.
Offlcio Ao Commandante das Armas,
enviando-Ihe a Guia do Soldad.. Joo Pireir
de Brito, ?indo da Provincia do Maranbo no ; para faier entregar ,' ao Inspector" G*f| das
assento na Assemblea be de jl aj"ele de Vapor S. Sebastin. Obras- Publicas-a cliavetla Ci oM ji'dos .
certo o que se nao pode ver sem pasmo ad-| jPj**} 7~ 'V mesmo cmmunicando-lbe que aflm de ter adiaiiUnren*>i>%bra*^a caza d
por isso que tal decisSo tendeo in- a Presidencia Nomeo ao Capitn de primei- Palacio velho.
ra linha reformado Joo Baptista do Amaral
e Mdlo para Instructor Geral da Guar-
da Nacional do Municipio de N'asaretb.
Dito Ao Inspector da Tbesouraria da
Fazenda, comniunicando-lbe o conteudo no!
precedente offlcio. | Offlcio -- Ao Commandante Geral do Cor-
ri. -r i camn^uni<,aco oi dirigida ao Coronel po de Polica, aecti sando recebido o seo offl -
(.hefda .egiao daijiiarda N. do Municipio ci desta data, no qual partecipava a falta ,
de >azdrelh. que havia commellilo o Cabo do leroeiro Ba-
Dito Ao Coronel Chefe da LegTo da tallifo de Artilberia Joo Evangelista lis
Guarda Nacional de Olinda, ordenando-lbe Chagas que esleve de, ron !a o di'striclo da
que laca a presentar no dia Quinta fera de Ribcira na noite antecede, iie.
Ltidoencas urna Guarda de honra na Ma- Dito o Commuid inte interino da For-
tn de S. Pedro Vfarlir para o acto de Lava- talcza do Braitl rommunicnido-lhe que a
|>ez,e no dia it docorr.. outrj para acbmpa- Presiden.ci i linda passado ordem ao lnsp.ee-
"bamento da Procisso do Sur .ios enfermes ; lor Geral das Obras Publicas, pan mandar
ebemassmuma outra guarda de honra na examinar, e tomar ajgolciras da cubera do
Ordem Terceira de S Francisco as cinco bo- payo! da plvora Nacional que -e a li i ..r ai-
ras da a'rdedodi de Sexta l'eira Santa para nada.
acompanbar a procisso de Enterro Dito Ao Commandante Geral do Corpo
Dilos As Mesas da Irmandade do SS de Polica slgnificanJo-lhe, que tendo o
Sacramento da Ere.Tiiesia de S. Pedro Mar- Corpo do seo Conimando ; o lerceiro BatalhAo
tyr e da Ordem Terceira de S. Francisco de de Arlilheria e aCompanbia do Artfices ,'
Olinda, communicando-lhes a expedieco da de dar a guarnido durante a .Semana Santa,
ordem supra. compelia ao seo Corpo .. segundo o detalbe
Dio Ao Prefeto da Comarcado Rec- estabelacdo dar como d antes a Guarda da
fe commiinirando-lbc qte a Presidencia Cadea no dia la c seguiules tizando por
nomeoii para o (argo de Sub-Prefeito da conseguiute o fornccimenlo dos -^o bomens,
Freguesia d S Fr. Pedro Gonsalves aoC- que diaramenlc da va o lerceiro Balalbo de
dado Antonio Aunes Jacome Pires e envi- Artilberia para o setvico nocturno da Po-
ando-lbeo respectivo titu'lo a iim de o laz'cr licia.
entrar logo em excrcicio. Dito Ao Commandante do lorie de
Dilo Ao Inspectar das Obras Publicas", Gaibu', respondendo ao seo offlcio den do
declarando-Ule em resposta ao' seo offlcio de coriente e remellcndo-lhe a auaiVt de
9 do corrente qne se de ve entender como ioU reis em notas, m noria tiria da Cnuel-
Commundante das Armas a cerca do orea- la dos vencimenios do destacamento no pre-
mento das despesas que se hao de fazer com senlumi ueduzda delta a de 53o, que i.'e
s reparos do Hospital Regimental.
arronlee JN'a Assemblea nao se acho todos
osSnis Deputados, tanto asfn que exis-
fino a suplente^ mandou-se chamar ou-
tros ; por ronsequencia se esse Deputado
devia de tomar assento como Suplente; por
que a mesma duvula apresenlada no parecer
da Commissao de Poderes por nao ter parleci-
pado quenovinba a Sessao, o Suplenle
mais volado [ anezar de achar-se p na As-
semblea hum Suplente menos volado do que
esse ] lolalmen'te desvanedida com a auzenca
dos Snrs. Dcpulados Padre Lopes Gama, e
Doutoies Urbano e Monleiro em vittude
daqual devido ser chamados (rez Suplentes,
nao podemos de cer'.o descobrir hum motivo
plausivrl para que nao fosse discutido e ve-
tado o parecer da Commissao sobre o Snr. De-
putado Suplente que havia mandado
o seu diploma; deixando-se assim de decidir,
se eslava ou nao no caso de tomar assento.
Nos entendemos que esta questo versin-
do sobre a veriicaco de hum poder sobre a
determinaco do gozo de hum direilo, que
deve de ser exercido na Assemblea tem pre-
ferencia toda e qualquer oulra e por isso
nao pode deixar de ser ventilada; porque
para quando se hade guardar a sua deciso ?
Para quando nao lor necessaria ? Na Sessao
do anuo prximo faturo] he que se hatle
decidir, se o Snr. lieputado Suplenle deve
ou nao tomar assento em consequeucia das
fallas pue ha esle anuo ? Diga-se poilanlo
embora que nao ha uccessidade de Suplen-
tes porque na casa ha bastantes Deputados:
a e.\ pe inicia tem mostrado o contrario : ja
mais I i receida na caulell* do mea nassado.
Ide'ra do di 14. I que foi icsgiiuda, ficando por conseguin:ai
Offlcio Ao Commandante das Armas saldadas as suas'contas com a l'hesourana no
significando-lbe, que tendo o Exm. Presiden- referido mez,
le da Provincia do Rio'Grande do Sul par- j Dilo Ao Commandante interino do ter-
tecpado em offlcio de J de Fevereiro oeste ceiro Batalbo de Artilberia mandando re-
anno, que prseiitrt'ca do Supremo Corte- colh'cr pies.> ao Cabo Joo Evangelista das
Ibo Militar de -ir de Novembro do anuo pro- Chagas', pela falla de ter-se separado da
ximo passado foi*a demillido db sttrVieo o Te- ronda que Commandava na noite de q do cor-
rente e mandando investigar do caso por
m official.
passa
neutle do quinto Batalbo de Cacadores de
jiriineira Linha J"oo Prri'r que Consignou
nela Proviin'ia aSooo res mensaes ficando'
alcancddo em conlas : cumpre que lai;a sus-
pender a referida consignaco.
Dito-Ao Inspector da Thesouraria' da' Fa-
senuVfomraunicaudo-llie o conteudb o pre-
Dito A'o msmo. procurando saber se o
Or L.daE. M.'F desempenbava assuaso-
'brigaces 110 Corpo do seo Comraando como
Cirurgiab de partido e se seos servicos era'u'
anda nergisarios.



DIARIO D B
P E R N A
dem (lo di il.
Officio Ao Exm. Presidente, remelten-
du-llu; compettcniemcntc informado o reque-
wmenlo do Soldado do lerceiro BalalliOo de
Arlilberia Manoel do bastimento, que pedia
demisso anegando sor casado com bino, e
haver sido remitido contra ',eu
Dito -- Ao mesmo Exro. Snr. remetten-
do-lhe competentemente informado o reque-
ranlo do Cal.o de Esquadf do terceiro
liatalliSo tle Arlilbpria Antonio Joaquim da
.Silva, que pedia passagem pa a Corapanhia
Provisoria .las Alagos, alienando ser casado,
esobrecarregadodefilhos que "i ncarao ao
desamparo, quando em Novembro do auno
firido foi mandado para csla Provincia.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., enviando-
Ihe urna requisi ao para que Fosse despacha-
da epedindo-lhehouvessc d' ordenar ao
Arsenal de, Guerra que mandaMe um Car-
pina aoQuartel do Esquadio de Cavallaria
deLinha, arrancar as feixaduras e dobra-
dices das portas das Compunliia* > e arma-
rios e pregar as novis feixaduras, <' dobra-
dices reqoistada*.
Dito Ao Commandante (era! d Corpo
de Poliiia para que livesse a liondade de ler
na Coxia lodos es Cvalos pe leu entes ao
l squadio de Linba, u Ro de screm exami-
nados.
Dito Ad Commandante do Forte do Bu-
raco rfspondendo no seo oihcio de u do fr-
rente e mandando faser uma requisitjo em
separado da mesa, e armario de que tinlia
preeiso a Secretaria do mesmo Forte
DitoAo Commandante interino do ler-
ceiro Batalho d' Arlilheria, ordenando-
Ihe que ao Commandante do Deposito man-
dasseapresentar o soldado Agostinho Jos da
Costa, que em vista das razes allegadas em
seo officio depdo corren te devia ser exclu-
ido do Batalho.
Portara Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Deposito mandando d'ordens do
Exm. Snr. Presidente communicada em ofli
o de 10 do correle dar baixa ao tecrula An-
tonio Galdino da Silva.
Dito Ao mesmo mandando excluir do
Deposito com guia de passagem para o Es-
qnadro de Linba, o recrula iceafadaPsu-
la Ros*
Dita Ao Commandante iaaiiiM do Ea-
quadro de Linba, utborisando-0 i Mea*
l>er o praca.de que tracta a precedente Por-
tara.
Dita Ao mesmo mandando d'ordem
da Presidencia, communicada em ollicio de
to do corrente dar demico ao soldado Se-
verino Feliciano da Cunha, por nao estar as
circunstancias de servir na primeira Li-
nha.
Dito Ao Commandante interino do ter-
reno Betallio de Artillieria ; mandando em
umprimenlo a Le, dar baixa ao Soldado
da stima Companbia Jos Gomes de Albu-
querqne, portee sem ola finalisado o cn-
gujamenlo e nao querer continuar.
dem do dia i '.
Officio-Ao Presidente, pondrraiido-lhe o
IBio estado dos cavallos ,u leu cen es ao
J Mjnadiao de Linba nOvamenle organisado ,
reqoisiUndclhe a compra de mais quarenta
cavados j e outras providencias a semelhante
les pe i to.
Lito-A o mesmo Kxro. Snr. remcltendo-
lbea requsico de urna mesa e um armario,
que alem dosobjecios marcados na Tabella ,
erao necessarias a Secretaria do Forte do Bu-
rato e deprecando-lhe a expedico de suas
ojdens, para que dila requisico fosse sa-
lisfeita,
Dito-Ao mesmo Lxm. Snr. requisitando-
lbe a expedico de suas orden* ao Ai seal de
Guerra j ara que recebase do Commandan-
te da Fortaleza de I amandar tres candiciros
de cobre dous teos do mesmo niela 1 e una
Alampada de lato pertenrente a Capel la ob-
celos que se acho arruinados c enviando-
Ibe a requisico de uma nova alampada em
subslituico que ora se pedia fosse rccolh-
do.
Dito-Ao Prefeito da Comarca acensando o
i icbimento do seo officiade onze do corrente,
e a apresentacao do soldado AnIonio Jos Go-
iics que leve conveniente deslino,
Uilo-Ao Inspector da Tbesourara com-
municando-ilie (ueo VJajor Ijrector do
Arsenal de Guerra Joze Mara ldelflbnso
.!, come da Vciga Pessoa eml)3rcou para a Cor-
i no dia i do rorrete ; tomar assento co-
-i r.uiuflo na respectiva Cmara.
uilu-Ao Con.mandante interino do 3. Ba-
Ulbo d'Artilheiia, mandando cobrar da
Tbisuiuaria os vencimento que se eslo a
dever ao e\-soldado do Balalhao 7. de Caca-
dores Manoel Justino da Paixo ero vista
dos docurr.trilos que Ihe re mvltia lasendoj
dpois o pagamento na f0rma das crdens es-
ta belecidas.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia 11 do coi feote.
M RUCO
PREFEITURA.
Pane do dia j3 do corrente.
Illm.e Exm. Snr.Fono presos bontem
minba ordem e tivero boje destino : Ja-
cinto Goncalves preto e Ralhina Mara
panpo-
der-
b
Marco p. p. do dia 14 do corrente em dian-'
te, a subslituico das Notas de io$' rs
- Igual officio foi dirigido ao Administra-
dor da Meza do Consulado Admislrador da
Recebedoria de Rendas internas c Admi-
nistrador do Correio.
Portara-Ao Tbezoureiro da Fazenda re-
ineuend-ie com a copia da ordem do tri-
bunal do Tbezouro Publico Aacuuil de ; i
de Mario p. p. a exposco que a acompa -
nIirn das Notas de ios que apparecero i'..-
jas para imediatamente proceder a stibsli
luico das desle valor que actualmente cir-
culo com o producto das rendas coui ap; i;
cacao especial ao resgite do papel e na fal-
la com a Renda GtruJ da Provincia dando
parle de tudo que for occorrendo para em
lempo se darem as providencias.
iJila -Circular- A lodos os col lectores par-
lecipando-llies a subslituico das olas de
que tracta a precedente 'orlara,
dem do dia ti.
Officio-Ao Exm. Presidente da Provincia
informando os requerimeutos de Antonio Jo-
aquina Pereira .loaquim Rodrigues de Al-
meida Padre Domingos Germano Alfonso
Kigueira e dos Herdeiros de \'anoel Lu/,
da Silva e Joi Melifiques de Oliveira.
Dito-Ao Administrador da Meza do Con-
sulado, disnidoIbes que nao podendo pe-
las ordens do Tribunal do Tlie/.ouro Publico l ub,>cao o pehao.
Nacional deixar de ler execuco tiesta Pro-1 _,_ ,T c i
vincia o disposto no art i *;> do Begulamen-1 Accuso a recepto do Officio de V. 5. de
to de 3ode Malo de ib3G relativamente a ^^ de 4 leMari-o ac-ompado d outro do
maneira, porque se deve qualilicar 0 assu_! Exm. Snr. Pres.denle em que lembra a essa
car para pagamento dos direilos compre Cama,a Mf # 'lo art' 4' Lei ,0 '
que d'oraeindiau.e laca qualicar eMe ge- de Oulubro de !rt.8 a requenmento do Sr.
ero era irexquatidades', duas de bronco e Sebaslio dos Oculos Arco-vftrde Pernmbu-
liuma de rtiascavado^ tedo em viste: queco' fasendo-se o mercado pelas diversas sortes, fHraluje laicamente : se l.em que declara ser
da Iaspevo e n apprecendo nelle grande I a !da em questfio de travessa e S M ,
abundancia de a. torta de mascavado dte' mal informado determina o citado art que
eonducta ; e Sebastio Joze, tambem pardo
peloSub-Pref.-ito do Poi-o por ser encontrado
com uma bengala d'esloque,
O Snb-Preleito do Poco partecipou-me que
o pardo Simplicio Alves morador no lugar
do Macaco Fre;ue/.ia de S Lourenco da
Malta indo pela tarde do dia 20 do corrente
casa de Manuel Canapello. para assassmar
a .'oao Gomes da Slv e nao o podendo fi-
zer por este se haver defleudido convenieiilc-
meute ; assassinara com umlirode clavinote,
a parda Maria do Rosario viuva feira
gramenle a Joaquina de Souza hranco e
!e\iginario c espancara outra parda de no-
mo lzabel Mara todos moradores na dila
Freguezia ; e que nao encontrando quem o
perseguase, se dirigir ; salvo pira o lugar
da Podra Molle Fre^uesia do Poco ,-donde,
depois de ter posto logo dois Mocambos e
ferido levemente a parda Maria da Porcino-
cula se retirar* para os mitos em os quaes
lera podido escapar s mmensas diligencias ,
e pesquisas do respectivo Sub-Prefeilo que.
np obstante continua dar novas provi-
dencias para a captura de serailhante facino-
roso. Procedeo-se de todo o acontecido nos
debidos termos da Le.
Nada mais consta.
Hydrographia.
O Professor Aim actaalmente residen-
te em Argel envou Academia das Scien-
cias de Pars huma curiosa memoria sobre o
movimento das ondas do mar. Das observa-
cens feilas pelo pbysico Irancez as aguas
de Argel, desde Deembro de ii8 at Ju-
II10 de' 18 jq resullo os corollaries seguin-
les l. o movimento produzido pelas ondas
do mar be' perceplivel al quarenta metros de
profundidade s. o movimento lundo do
mar oscillatorio; S. a grandeza das oscillas-
res vai-se mu lan lo pouco e ponco, desde o
fundo al :'t Superficie do mar. ( Do Jornal do
Commercio. )
( Correio Official. )
Caraouceiro
EDITA L.
Por determinadlo d? Illm. Snr. Inspector
da Thtzouraria de l'azenda desta Piovincia
se faz publico que peante a mesma Thezou -
raria se ha de arrematar por o maior preco, I
como o Exm. Snrs. no seu boui senco nao fal-
lece em boiadeiros que he o que eu impco ,
impedirei c;om toda energa e forcas que esti-
verem ao meu alcance visto haver a estrada
publica aviventada pelo Gobernador Luz do
Reg Barclto para o tranzito de gados por nao
rana st na uc iinni......1 ijui u muiwi wn-tu. .. ni
,1 1 1 .... ..u,;v .,. olleni er a Propnetano ulgiim. He de notar
aue se ollerecer, a renda das casasanaixo e-i r o .
T ........ ...ii. n S..1' All''l-VI'!l (* ( l'linK il.isMI T'CilIU'
sem herdeiros e ora pertencenles aos Pro-,
tvi __,' .i,, a dosdecaixas para o embarque; nao sendo
onos Nacionaes por lempo de trez anuos ti-: ,, r ^ .
' : 1 t 11 1 Proprielano, por mima intruza admiuistra-
nancenos, que priucipiao em o 1. de Julno _, ..
. 0 j i. 1 t t 1 cao, cuio clamor talvez chei'asse aos ouvidos
de 1 t jo e bndao 110 ultimo de Junho de.-, .} .- ,-.
do Sr. Prelcito do Kio rormoso : mas por lal
io/i ; a saber. ,, ,., .
_ rv >. 1 c la d uma mao hbil em mudancas nao se
De uma casa lerreaD. 10 sita r.a ra de S. ,, 1 v
,_, reouereo. lie o que lentio a respoder a V. f>.
i hereza. n n r? '..
.,, -. ..... i a quem Dos Guarde por muitos annos.
I) outra dila dila U. 11 dem, .-, n iaiii u.
.. p. Engenho Masaangano 11 d Abril de iSjo
iJa mvtade da casa de meia agua U. 5 .,, c u. ., ,, ,.,
, ,, ,. ." >. i lllm. 5nr. .Manoel Antonio Coellio d Almei-
na ra Jo bom-gosto na direccaoda Cabau-, c ,. ,. ., 1 ,.,
u ^.. da, Secretario da Cmara Municipal da > li-
ga
D'outra dita dila D. 5 dem.
As pessoas que prelenderem licitar de-1
vem comparecer n.'i sobredila Tbezourari.i
nos dias i o" e 11 de Maio prximo vin-
(louro habelitadas na conformidade do De-
creto de 3 de Agosto de 170,0.
Secielaria da Thezourana de Faienda da
Provincia de Pernambuco 15 de Abril de
1840.
Joaquina Francisco Bastos.
Quicial Viaior
la do Cabo.
Carvallio.
Diversas Repartiyoens
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta he a mesma do N. 90.
O Arsenal de Guerra compra fo quinlaes
de chumbo em barras 6duzi s de taboas de
lomo e assoalho b costadinhos de amaiello, e
a fardos de brm : quem quizer fornecer estes
gneros comparec nesla Reparlito a manh
pelas onze horas do dia para tratar do ajuste.
Arsenal de Guerra a3 de Abril de 1840.
Corito.
Director interino.
Joaqiiira Aulerio Peraia de
Variedades
Pbilosophia mal entendida
Estn.le Mr. Day [celebre escripior inglez]
humdia de visita em casa do seu amigo sir
William Jones este mexendo em alguns
livros vio cues cahir huma grande aranlie,
e exclamou muito depressa :' mata aquella
aranba JJay .' Mala aquella aranba --*^o
respondeo Day com aquella presenca de
espirito que o fez notavel nao mato a a-
raiiha Jones porque nao sei que direto
teuha para o fazer Suppoem tu que indo
bum dia na tua carruajera para Westminster
encontravas hum ente superior (que talvoz
pedera ter sobre ti lauto poder como tu leus
sobreest i oselo ) e que este .dizia ao seu
companheiro : mata aquelle letrado i Mata
aquelle advogado : goslaria disso Jones ? !
Pois ollia estou bem certo que quasi to-
da a gente acha que os letrados sao animaes
mais perigosos e prejudidiaes que se as ara-
ulias! '
( Do De-portador. )
Continuaco do Art. Enthuziasmo, etc. etc.
Quer nos negocios daReligio, quer em
outro naalquer negocio sempre h risco d'en-
contrar ignorantes, supersticiosos, c fanti-
cos. No'duvidare confessar que o fanatis-
mo : por ex. de Muncer chefe dos Anaba-
ptistas leve erfeitos mais funestos do que o
atheismo de Spinoza. Nao eseurecerei que
bum povo agitado do fanatismo religioso em
tal momento de crise enlrcga-se a atrocidades,
e horrores, ao mesmo passo que longe d'ali
bum povo mais corrompido goza de plena paz.
A queslo dn preferencia entre a Relijio e
a impiedade nao consiste em saber se em tal
momento he mais perigoso que Pedro por
ex., seja fantico 011 atheo ou se em cir-
cunstancias determinadas 09 inconvenientes da
coirupeo d'lnim povoscria preferiveis aos
excessos e violencias do fanatismo ; porem
sim se na duraco dos lem pos e para os ho-
mens em geral val mais que estes algumas
vezes ahuzem da Religio ou que nao tenhaa
Reli;io alguma.
Oeeito inevilavel da incredulidad^ e
do atheismo (diz Montesqueu) he conduzir
nos ideia da nossa independencia absoluta ,
e consegu lilemente da nossa revolta. Nao
for 10, continua elle, nem o temor nema
piedade que estabelecraS a Religio entre
os Romanos ; sim a necessidade em que es
to todas as sociedades de ter huma. Os prt
meiros Reis nao bra menos solcitos em re-
;ular o culto e as ceremonias que em dar
eis, e levantar muralhas. Assm em todas
as revoluces de liorna a Religio foi sempre o
maior freio. Quando expelirao os Reis, o
ju;o da Religio foi o nnico que o povo, a-
lias furioso pela sua liberdade nao ousou
romper mesmo author em mulos Cap-
tulos do Espirito das Leis estabelece nao ser
intil, que os Reis tenha huma Religio e
que alvejem d'espuma o nico freio; que po-
dem ter que o hoinem destituido de Reli-
gio he aquelle que nao sent a sua liberda-
de se nao quando despedaca e devora: que
o (pie a er e a aborrece morde a sua propra
cadeia ; aquelle, que a er e teme cede
voz que lisongeia ou ; que tranquillisa :
finalmente que huma Religio anda falsa ,
he o fiador mais seguro que os homens po-
dem ter da probrdade dos homens.
Dizer com a turba mulla dos incrdulos ,
que por de mais se faz grande buida com a
Religio: mas que esla nada impede que
nao pode ser considerada como hum motivo
reprimente ; por isso que ella nao ferropeia
OS Crimea, e escndalos quequotidianan>en-
le presenciamos ; he o mesmo que afirmar ,
que a moral e as leis tambem nao sao moti-
vos lOjiiiinenles; visto que taes crimes e es-
cndalos nao sao prevenidos nem pelas leis,
ncm pela moral Nao ignoro que anda era
os seculus mais religiosos homens h que
nao creem na Religio estes creem fraca-
mento a judies nem della se oteupa. Nao
ignoro outro sim que enlre os mais firmes
renles poucos obra de conformidade com a
sua le mas tambera nao ignoro que os que
creem na Beligio algumas veres a pralicao,
quando nao sempre ; que podein descarrear-
se ; porera raais fcilmente vollao ao hora ca-
niinlio. Nao ignoro que as impr^ssoes da
infancia e da educaco nunca ae apagad in-
teiramente no mesmo> incrdulos ; que de
quanlos o parecem nem todos o sao que pela
mor parte sao como os raebrosos dedenoite,
que caminha cantando ; que em redor del-
les se forma huma especie d espirito geral ,
que a sen pezaf os arrastra e regula al cer-
to ponto sem qur elles o perceba os seus
pensameulos e aece:*. Nao ignoro, queso
o orgulbo da sua raso os faz scepticos os seus
sentidos e coraco algumas vezes zoraba dos
ofis mas da sua rusa. Nao ignoro que a
I


1) 1 A % l O T> fe P fe fe N A M H U C
*
a
:
r

*
"tusllido he sempre maisaccessivel Religiao,
*que ao Scepticisrao e consequentemente que
-as ideias religiosas sempre e.xercem grande
influencia no geral dos homens nos corpos
dasi\acoes, e na sociedade geral do genero
humano,
Nos vemos os crimes que a Religiao nao
embarga : mas accaso vemos todos quautos
ella reprime ? Podemos accaso escrutar as
consciencias e ver todos os negros projeclos ,
que a lleligio nellas sulfoca lodosos sauda-
veis pensamentos que disperta ? i'onde pro-
vm que os homens que individualmente nos
parecem to maos sao to capazes tomados
cm massa ? Nao ser porque iuspiraces ,
e remorsos a que resistero os maos determi-
nados eaosquacs os bous nem sempre ce-
ded! hasta todava para reger o geral dos
homens no niaior numero de casos e segurar
no curso ordinario da vida esse andamento u-
nilorme e universal sem O qliai impossivel
seria dar-se huma sociedade duradora i'
lodos os abusos pois que a falsa Philoso-
pbia ea incredulidade alribue ; Religiao ,
esta os pode retorquir contra a(|uellas ; e po-
de-sc sustentar albitamente que sem o fieio
d'buma Religiao positiva nao haveria termo
credulidade, superslico, e impostura o
(juc o ser religiosos he necessario a os homens
cm geral para nao cahircm nesses mesmos ex-
cessos.
Em verdade se he preciso lium cdigo de
leis para regular as paixGes preciso se fax
tamhem iiuin deposito de doutriuas para dar
estahilidade ao espirito humano. Se dermos
solas nossa raso e a deixarmos vaguear
arbitrariamente a respeito da nature/.a de Dos.
e de todas asquestoes, qu'huma orgulhosa
methaphysica pode imaginar, coneeberemos
successivaraente as mais extravagantes ideias.
Os sophislas gostao de oceupar-se do que
Ibes nao he dado saber. Com pouco alan ad-
quirem celebridade fallando de cousas oc-
cultas. Se Iracta de objeclos superiores nos-
sa concepeo, dogmatiza a seu bel prazer e
a seu talante t.i anjos ou demonios. Os
dous principios dos Manicbeos a Metempsy-
cose a transmgraco das almas sua per-
feclihilidade successiva no oulro mundo a e-
leruidade desle o esplritualismo o idealis-
mo o materialismo e muilos outros sysle-
nids, que intil fora enumerar sao suceessi-
vamenle olerecidos crenca ou curiosida-
de publica. Nao h nada cerlo (dizia Mon-
j.-mu') se nao a mesma incerteza..
*" No meio desla couluzo, e desle chaos a
nossa desgracada especie seria suhmergida por
piejuizos por superslices por extrava-
gancias de toda a especie. Todo o impostor
podeiia a cada instante destruir as verdades
eslabelecidas, e substituillas por crios; por-
que com meia duza de homens bem determi-
nados (dizia Fonleneile; eu me compromete-
ra a persuadir a Naces inleiras que o sol
nao alumeia ao pino de mio dia ; a Religiao
1)ositiva porm he hum dique he a nica
>arreira que nos pode susler contra a tor-
rente de opiniues falsas e mais ou menos
perigosas, que o delirio da raso humana po-
de inventar.
Eu nao neg que h falsas Religies ;
roas estas inesmas tem pelo menos a vantagem
de por obstculos introducco de doutriuas
arbitrarias. Os individuos tem hum centro
de cenca ; os governos'desea n mas huma \ez couhecidos e que nao muduo :
a superslico he por assim duer regulari-
sada e circunscripta em limites que nao
pode: romper. De cerlo que os Philosophos ,
qu2 to calorosamente declaraa contra as iu-
nesias consequencias da superslico, serio
lorcjados a convir que he hum bem o mtsmo
mal, que a limita,
tiles anda pul bao dizendo, que as falsas
Religies seiveUi e obstculo a propagactO da
veiuade edus Loses, e o api-rlcicoainento
doe-spnito humano ; nas o que nos poden di-
zei de ulil e pioveiloso nuuiutin leiiglOSB os
Philosophos lulamente passa alen o que
quasi todas as Rehgies eusiuad o uiais que
podem acresienlar cabe no abuso, e peflgo
dos syslenias ; e nao ha que vacillar enlie o
fabo systeinas de Pbilosopliia e os laiso
sistema de Religiao. Os piiintuos tornad o
espirito contencioso, e deixao tno o cora ao ;
os segundos lein pelo meuos o eiieilo de cha-
m.r os homens a algunias ideias lumnmns e
osdisnor a atgumas virtudes. Se os talaos sys-
ttmas de licigiao nos ageitao Credulidad* ;
os IIsos sysleinas de 1 hilosoplna nos cundu-
zeni ao sceplicisino Alas os lioineus em geral
mais kilos pura obrar que para meditar ,
cureceni as causas pr* titas mais de momos
detern.inadus o que ele sublilezus e duvi -
da. O intsino Plulosopbo precisa tanto,
quanto a riitillidio dacoiagem de ignorar e
sabedoria de crer; porque elle nie j'ode
tudo conliecer nem comprehender todo t lo-
go o espirito religioso he tao necessario ao
Philosopho quanto ao novo.
Em as quesles de Philosophia pcdpmos a-
bandonar hum systema para abracar ontro
que suppomos melbor ; mas as falsas religies
nio poden i ser conigidas, minadas destrui-
das, ou substituidas, se nao pela Religliu
verdadeira ou para fallar no sentido do in-
crdulo por huma Religi*o que tal se re-
puta, ou suppoe. Se tulla se podesse bru-
clioleara mo do hoirein ludo seria nerdido;
porque humadas maioras vanlagens da Ri li-
gio he por seus dogmas, e preceitos a salvo
de controversias sobranceira a toda a aucto-
rdade humana e por isso conlerir-llics o
mais alto grao de certeza possivel : tal vanta-
gem porm dsappareceria de todo se os Le-
gisladores, ou Philosophos podessem n seu
arbitrio mudar, ou corrigir as ideias e 0|j-
nies religiosas ; tanto assim que os mesmos
Ponli tices ite hum culto nao devem ser, se
nao seus depositarios econscrvadoies sen-
do s ministros, c nao senhores das cousas
sagradas
Nao falla quero exprobre a os homens reli-
giosos o seren dogmticos em suj crenca : mas
assim deve ser ; porque he natural afirmar o
que se ere : extraordinaria be a pouca rasao
dos mesmos Philosophos a ponto de seren
dogmticos em seu mesxo scepticisnio. El-
lesordenao a duvda e a desesperaco co-
mo a Religiao ordena a esperanca e a le O
dogmatismo religioso pelo meuos nao degrada
o homem : porque nao o submette se nao a
Dos ; mas o dogmatismo do sceplico leude
man i Testamente a caplivar as conscieucias, i
opiniues dos homens aoorgullio d'oulro lio-
mem ; por isso que o sceplico s falla em seu
nome, e manda que toda a cabeca se curve
(liante da sua Philosopha d'hun dia.
Finalmente o que he a lollerancia de que
tanto alardeia o sceplico ? He o desprezo de
todas as opiniues excepto a sua ; he a indif-
ferenca absoluta por todas as verdades e pa-
ra com tobos os homens, Elle nao \e os in-
dividuos s v o genero humano ; porque
no exercicio da caridad oblein-se melbor
mercado desle que d'aquelles. O sceplico
ao passo que se apregoa tolerante ralba de
tudo. Seo proselytismo religioso endereza-
se a estabelecer o sceplico nao he se nao
ambicio de derrubar, e abater. Vemos o
sceptico rodear-se de despojos e ruinas: ve-
mos que elle se separa de tudo, que o cons-
trange e reconcenira-se em si mesrao ; pa-
rece em summa que asuira ao direito insen-
sato de existir s no universo.
O scepticismo subslilue duvidas nsociaveis
a piejuizos uteis : elle desata todos os laces ,
que nos prendem buns aos outros ; arma as
paixes sem destruir oserros secca a sensi-
hilidade embarga todos os movimenlos es-
pontneos da ualureza : elle fortifica o amor
proprio e o laz degenerar em hum sombro
egosmo ; inspira pretences sem dar luzes ;
nao promulga mximas mas permitte a todo
o mundo ofazelas; o o que succede d ahi r1
Cadal.umquer instruir, e lodos desdenba
ser instruidos: prega-se independencia pro-
pria raullido que s lorca tem para abusar
della. A iicenca das opiniues comJuz a dus
vicios ; porque os maos principios sao mais
perigosos que as ms aeces. Sun ao passo
que estas nao sao mais do que lacios ,ransi-
toriosd alguns homens os maos principios
podem armar os bracos de lodos os humeas.
Convenho de boa mente, que a supersli-
co e inlollerancia religiosa quando leva-
das a fanatismo podem arrasliai a exet-ssos ,
que be impossivel justificar ; mas no lunatis-
mo religioso ha sempre alguioa cousa de des-
interessado de grande e ule de sublime,
e alfum tanto d innvenle na devov'io supers-
ticiosa e crdula. Seo idiiuiismo religio-
so (diz J. J. Rousseau que dr ceno nao ser
SUkueitO a tal piopositoj alguinus veces mata os
homens ucendendo guerras a doulitua la-
nalica do albeo os embaraza denuscer, cor-
ion i pendo os cosluiuts A paz apparenle ,
que nasce daconupco, e da iiicretilidude
compara-se a do despotismo mil ve/es mais
destruidora que a mesma guerra. E anda
assim ser duiadora esta mesma paz i' iNao he
da pci'i elu.iibtiiie perturbada por crimes (
iNao lie a final interrumpida pelas mais san-
guinolentas calastrophes r"
Entre os scepticos entre os albeos e os
crentts h huma classe de homens que sem
admiltiiem Religiao aiguma, querem todava,
que se nao teja irreligioso. Taes bomens
tn'halao-se com satisiULo entre o que elies
chamad opiniues extremas. Eiiei emprelieu-
dem eontemporisar com todos respeiia no
incieuulo a independencia da tasto pura e
do puro saber e aplauden! no devoto a t
vivificadora da conscicncia. Uonra-se da
sua moderacao e proonrao nao offender a eseusdonos se divertirem com elle, e ertv
quanto a compra, que recommenda se na
faca de dila escrava com o Piloto djgo-lh
que o homem que inlma a oulro d muito
nova senda e de querer representar o subll- roa dea dd si! Meu carcter, econ-
m papel de medianeiros entre os partidos op-Iducta tem sido sem manxa e nem anda
pKtos masque pretenden esses senhores i precizei de Amnistas.
nin^uem imaginao em summa ser menos
pori:oso porque o mais tmidos, e menos
radiadores tem a vaidade de eslrear huma
A independencia como os mais o que h (
su. tb-oria he mais 1 urna mysticidade ; po
rero elles nao sao nem mais atilados em sua
investiga oes nem mais consecuentes eu
seos resultados. Concluir! pois que sup*
post i sejaS mui condemnaveis o fanatismo. a
superslico. o enlbuziasmo e a intolleran-
aia muito pcior mal he a incredulidade, o
que pens haver demonstrado cam aiguma a-
buudincia. e clareza, l'elizes nos Rrazileiros.
que temos aventura inelfavel de liaverims
nascido no gremio da Santa Madre Igreja < a-
tholica Apostlica Romana. Sejamos.sempre
firmes em a crenca da seus Dogmas e Alys-
terios e sobre tudo observemos o< seus sanc-
t possivel.
LOTERA DO LIVRA\1ENT0
Acha5-se a venda nos lugares do costume os
hilbeles da Lotera a favor das obras da Igreja
de N. Senhcra do Livramento logo que aca-
bar de correr a do Theatro ser marcado o
dia em que devem impreterivelmeute correr
as rodas. Roga-se pois aos amadores deste
jogo e devotos da Senbora do Livramento
queira concorre a compra dos bilhetes a im
de que nao fique grande numero com prejui-
zo das obras da Igreja da mesma Senbora,
SOCIEDA0E HARMOMCO-THEATRAL.
----Um moco brazileiro deidad^de 17 pa-
ra 18 annos de boa conducta o qual se preci-
si for dar fiador, seoflerece aalgom sa-
ibor nesta Praca 011 fora della para caueir
le escripiaj pois que tem boa letra, uu mesmo
para abjura cartorio : quem pertenderannuu-
Cie para ser procurado.
Deseja-se saber se existe nesta Pro-
vincia Francisco de tal Branquinbo ; e juu-
ctamente noticias a respeito de huma heraeca,
(jue existe ein seo poder pcrlenccnte Ale-
\ir.dre Joze db Mello .Moraes e suasduas r-
mes como herdeiros nicos e legitimo*
do cazal de Joao Marinhode Lima c de D.
Auna Harhoza de Araujo ; sobre o que o dito
Sr. Branquiado mandara para Alagoas urna
Procuraco Pedro Antonio da Foncca a sa-
ber da existencia dos herdei ros deste mencio-
nado cazal afim destes Snrs depois de ha-
bilitados birem, ou mandarem reccher a dila
heranca de sua mo, a qual Ihes pertence co-
mo restiluico sobre COJO objectO o mesm
Sr. Moraes j Ihe escrevera com o sobrescripto-
de Francisco Antonio Branquinbo duas car-
tas em virtude de nutras que recebera de
Alagoas respeito desse mesmo particular, j
%jj- Precisa-se de huma casa terrea, no
Bairro de Santo Antonio, que sirva para pe-
quea familia, prefere-se a que tiver quintal
e cacimba, dando-se alguns me/.es adiantados;
quem a tiver annuncie sua moradia por esta
lolha.
Quem tiver aiguma casa pequea para
alugar para pouca familia que nao exonda d
Tendo principiado a obra do Theatro de 6 mil reis por mez sendo esta na ra de
Apollo no da q de Marco pp. e tornando S. Thcie/a ou na ra das Cruzes da-se seis
se necessario proceder a arrecadaeSo de vinte mezes adiantados, e to bem p^ga-se dois
por cento do emprestimo de i contos de rs. 1 "''zes que estiverem devendo: qu un lhe con-
com que para edificacio do mesm -> Theatro v'er annuncie
subscrevera voluntaria e generosamente OS I tS5~ Joaquim Joze de Santa Anna Rarros ,
&.is. Socios ; a Commsso Administrativa da Proffcssor de Frimeiras Letras e Gr
Sociedade Harmonico-Tbealral por este osa- Franceza com Aula na ra no^a de
viza a que se dignem entregar no prazo de 3o Amaro em Fora de Portas na caza
das contados do data deste em caza do The- avilaos Snrs. Pas de familia qu
zoureiro Manoel Joo d'Amorim na ra da continua a receber alumnos para dii
Cadeia velha 11.21, as suas respectivas qua- i sarrio os^de^cims. Letras, pelo mou.v
las como he expresso nos artigos 7 e t da cq 4 duismil rs. mensaes e os de 1' 1..
trez rail reis., prometiendo todo o disve'.lo
possivel no adiantamenlo daqueiles meninos
que lhe forero confiados como tem praticdo",
proposla approvada.
Recite t de Abril de 1810.
e pratica com aquelles que no curto espaco de
THEATRO. dot annos a isto se tem dedicado.
py Precisa-sede c?nto e emeoenta m'l rs
Grande expectaculo variado de difierenles a juros dando-se boas firma i ou sobre hv-
generosdejArlede Equilibrios Mgicas, potieca em um tioleque : quem quser dir
e Ligeirezas dirija-se ao beco d > Carcereiro casa D. 6.
Domingo 26 do coi rente i. Expectaculo 5- No dia a a de Agosto de itjg fugio ou
de Mr e Mdame Robert. Dar principio furlarao um escravo de nome Miguel, do
o Expectaculo com a bem acceita 1 eca A gento de Angolla, c ainda bucal, tendo
Sensibilidadeno Crime. No fim da Peca no queixo algumas glndulas a que chama
Mr. Robert e .Madama Robert, artistas che- alporcas, principiando ao pe* de urna orelba ,
gadosdeiariz aestaCdade, [tero a honra atdebaixo doquexo indo naquella occa-
dedar ao respeilavel publico urna classe de sio com ellas aberlas : he alto, e tem acor
de Expectaculo condecido na Europa debaixo pouco preta. Quem delle souber ou tiver no-
do nome de Juglares consistlndo em urna ticia pode procurar, 011 participar a Antonio
serie de Pesas deagilidade, e destreza, in- da Silva Ousmo na ra doQueimado, da
compreheiisiveis vista 5 cujas habilidades Provincia de Pernambuco, que receher du
sero divididas em tres partes, que sero zrntos mil reis pela noticia, e pagar toi asasfo
completamente preeuuchidas com vanados jo- despeta que se fizer e Se elle parar em mo
gos de equilibrios, com novas csui ..rehn- de aiguma pessoa que o tivesse comprado de
lenles soi tes jogos de mos e iiluzdes ma- boa i'i- uesse caso o mesmo Gusmo se com-
gicas-, e com liudissmos jogos figurando promellc a dar o dinhero e pagar toda a
iverss e lindas vistas etc. ele ( despeza que se houver de la/.er, naconduc^o
Us dois artistas se lisongea de merecer do d nenciouado escravo. para o que com pro-
espcilavcl Publico desla Cipital o mesmo raeliei usbeas.,
acoihimenlo que tem recebido no grande The- ArrendaS-se os armazens por bai.xo do
airo de Londres, Paria, e ulliinan(.nie n.i predio dj Exm Sr vianoel deCarvalho as-
Capitacs das Repblicas do Mxico Goiya sic., co.uo se vende nos ditos armazens, dous
quil Lima e S. I iago do Chile e fuzci Ijr. os de gavia dous pannos de cutello ,
todo o possivel por merecer o amor e po urnascouxas p>ra pesar assucar urna espia
leceo dos habtenles desta Cidade
Avisos lli versos
-----Camillo de Lelis Fonceca Piloto ,
que foi do Patacho S. Jos om resposta aos
aununcios d hum Sr. Burlarnaquc insertos
nos Diarios OS. 66 cSy. faz ver ao respei-
tavel Publico que elle vendeo urna escrava du
sua propriedade a mulber desse Sr. ; que
nenbuma culjia tem de tal escrava ter fgido ,
passados bastantes lempos : que a sua sup-
posieode estar lurtada e occulla he filha
delle mesmo ; porque diz hum adagio jul-
ga o ladro por seu coraco era quanto as
cazas as Cinco puntas e sitio cm iScbcribe ,
que vagamente iudigita, diga com certeza
para carreear com a divida respunsabilidade ,
ue Huno ludo em bom uzo e dous leiios
para cazados lambem ero bom uzo,
LJ* Otieicce-se uro rapaz porluguez para
caixeiro de quahpicr arrumaco, tendo deze-
seis a de/esele anuos de idade ; quem do seu
pieslimo se quiser ulilisar queira annuuciar
por esta folha.
- Cazo baja aiguma embarcaco prc<
posta para o Cear ou Aiaraubo a cujo doi.oj
conveuba que chegue ao porlo do Acaracd ,
annuncie ou dirija-se a esta l'yp. pois se Ifie
afiance de lete perto de tiezenlos rail res.
-- Vende-se urna escrava cicoula de meia
idade, ptima para tomar conla de uma caza,
pela sua conducta c pelas habilidades que
.lu, que sao cozer engomar, co/inhar,
O lavar de sabio, ludo com muda perfeco j
nesta Typ. se dir quem rende*


DIARIO DE PURNAMBUCO
M
tS9~ Da-se um cont de res sobre hypo-
Iheca ; na ra de Hortas D. 18.
. tsy Os Srs. assignantes do Universo P-
thoresro podeni mandar receher o n. 3 em
casa de JVJanocl Ribeirod.i Silva pagando
prirr.eiro 48co de assgnatura deste correnle
anuo.
tZT Para conhecimento dos socios da So-
ciedade Ksperanca se faz publico que com-
prou-se um bilhele inleilo da lotera do the
atrode n. 818,
t^v O 5r. que oeieceo 4*.ooo pela espin-
garda de duua canos coa acaixa e os mais per-
tences, diiija-se au assougue defronte da
cadeia.
%ZT A or de pai e mi que annunciou
querer servir em urna ca9a querendo servir
a um homem estrangeiro annuncie sua mo-
rada.
es*- O Bacharei Francisco Bernardo de
Carvalho passou o seu escriptoro para o 1.
andar da casa onde mora o Advogado Manonl
da Molla Silvera ra das larangeiras.
Gy No dia sexta fe ira da Paixo a noite
perdeo-se um brinco de filagr do nincbo
do Noia at a ra da Cruz a pessoa que o
achou querendo restituir dirijase afora
de portas casa pegada a Ign-ja di Pilar de
Manotl Joaquim Gonsalves Lessa cu a mes -
raa casa *o raesmo nincbo, que ser:! recom-
pensado.
tsr A Scnhora D. Anna Therexa de Jeena,
queira annuuciar a sua merada para se Ihe
entregar urna carta.
139" A rrlilt pai e mi, qnf qur ir para
urna casa capaz dirija-se .1 nidos Quar-
leis de Polica no ni imeiro andar do soorado
D. 11.
l^" O abaixo assignado I ente ao res-
peitavel publico que lem chani.-.do .1 Juuo a
seu sogroJus ac tules Biaga, para dar par-
tilhasa sua mull.er e mais heideiro* dos
bens, que fi ai ao por (ailecimento de sua so-
gia O. Alaria Julia de I'untes e para que
niuguem cbaniando-se a ignorancia contra-
te com o dilo seu sogro sobre seus bens obri-
te por um sistema medrad ico claro e con-
ciso dirja-se a ra da Cruz n. 34 secun-
do andar defront do Nincbo. Adverle-se ,
que as suas licos podem ser presenciadas por
qualquer curioso e proraette em pouco lem-
po mostrar o seu desvelo,
^i )uem precisar de urna ama para o
servico de urna casa, dirija-sea ra de Hur-
tas D. ig.
Avisos M aritinios.
PARA O PORTO segu viagem o Rrigue
''ortuguez Ventura beliz, Copilo Antonio
Francisco dos Santos quem no mesmo qui-
ser carregar ou hir de passagem dirija-se ao
Capito ou a seu consignatario Joao liaptis-
ta Ribeiro de baria.
PARA A BAHA sahir com brevidade a
Escuna Nacional Emiiia Capito Jos Rai-
mundo da Silva ; quem quiser carrejar, ou
irde passagem dirija-se a ra da senzala ve-
Iba a casa de Wanoel Francisco Pontea.
PARA LISBJA saldr rom a maior bre-
vidade possivel por ter a maior parle da
carga prompta -, o Briguc Portuguez Socie-
dade Capilo ever;ano Jos Vieira ; quem
quiser carregar ou ir de passagem pata o
que lem cxcellenles commodos dirija-se a
roa ua Cruz 11. 2i a tratar cora Manuel Ri-
beiro de Faria
cmemelo de tanoeiro e cozinha o diario tos de louca, globos ,e onlras .l"*J"*>
icao : na ra do 12T Na ra do Quemado raja D. 7 de Lu-
L e i 1 a o
mmtsr CJue fazem Crablree Heyworth & C.,
por inleivencao do Corretor Oliveira de
um completo sortimento de lazendas mglttas,
que se vender5.pelos maiores preeos que se
oll'erecerem quarta fe ira -'9 do carrele as
1 o horas da manila no seu armazem no lor-
ie do mallos.
C o ni p r a s
rS" Urna moiada do casa terrea, em boa
ra com tanto que tenha 3o palmos de fren-
gados as mencionadas partilbas luz o :^rc- te, e quintal, priferindo-se a que tiver mais
sent annuncto. Viarcelino Francisco das prxima ao rio emobairrode S. Antonio,
Chagas. c que seu talor nao exceda de a a 3:ooo,ooo de
lar Arrenda-se um grande sitio na C.-la- i res; na ra de ngoas verdes casa terrea De-
dede Oiinda pouco adente do jardim bota- cima 37.
nico com urna grande casa para moradia ,' 223^" Tm cavallo que nao exceda de 8o,oooj
dita com aviamentos para faier farinba es- quem tiver annuncie
tribaria lem urna poico de roca plantada ,' isy Um cavallo mellado de dinas brancas,
de que a maior parte est em estado de des- na ra do Apolo O. b no segundo andar,
inanchar-se em lriuba um grande partido SS"* Urna escrava de idade de 5o a 60 an-
de capim e esle em consequencia da boa nos com lano que tenha robustez bastante
qualidade e fresquido da tena se conserva nara carregaragoa em caneco, que seu preco
mesmo no vero verde e vicoso muitas nao exceda de 100 a 5o,ooo ; quem tiver an-
mangueiras que deito encllenles mangas, nuncia.
mangabeiras, e cutras muitas arvores de Iru- *^ Urna escrava para fora da provincia,
cto d muito bora arma, e tem ptimas var- que seja boa cozinbeir.i eengomme perfeila-
zcas ; tem igualmente ptimas proporcoes mente ; na ra do Livramento botica de Ala-
parase fazer umengeuho pois queja o foi, noel Romo de Carvalho O. i5.
e d muito boa cana do que se ver de um
pequeo partido que exisle ; quem o preten-
der dirija-se a seu propietario na ra do Vi-
grrioD t.
V e 11 (1 a s
c^- Meios bilhtes da Lotera do
A orla de pai e mi que scofferece pa- Thcatro, que corte iiiiprelerivelineii
ra urna casa capaz dirija-se a prace da ln- t da a- cio {.0,renle, a Alf
dependencia loja de chapeos n.areaq. /, ,., rAn -"
cy Ouem tiver um sitio para alosar per- e Cautela-4 do ditcM a 500 lew n
8 Ooo ,
nesta
Quem tiver um sitio para alugar p
todapraca, preferindo-se a beira do rio, TypOgraplla
annuncie. ^-^ Caulellas ila Sociedade Fortuna Ty-
^ Antero Frederico Ferreira Seabra posraa, divididas de .billietes da prsenle
deixou de ser caixeiro da casa de Lenoir lu- (olera doTbeatro a 5oo ris, na piaca da
gel & Companhia, desde o dia -i do crlente. Independencia foja n. SO e na loja de en-
t-T Precisa-se para urna lo^a de fazeudas cadeinadorn.a6.ua ra larga do Rozario
em oiauna, um caixeiro brasileiro, ou por- loja de miuderas D 7 ne ra nova loja de
toguez de idade de 14 anuos, (pie tenha ferragens l>. iodo Tado da Matriz, na ra
pralica de fazendas e d fiadora sua eondu- tslieila do Ro/ario loja de trastes O. 3i na
ca na ra do crespo l). t 1. roa direila venda que foi de Jus da Penba ,
tsy ^a noite da procisso du encontr na e na loja de couros I). 18, atraz do Corpo San-
Cidade de Oiinda, perdeo-se una raoeda to venda L). 3o, na ra de agoas veriles venda
tomo retrato do Imperador enctfsloada era L). 8 as 5 ponas venda O. des.
duro, e no laco tem .1 diamantes quem achou t3~ Una molatinha de 14 anuos de idade,
querendo restituir dirija-se ao paleo do Am-j de muita bonita figura cost cha, faz lava-
paro terceira casa no subir a laeira da Alise- rinlo tem principio de engommar urna es-
rcordie, quesera lecompensao. [crava creoula de bonita figura, com boas ba-
l^" A pessoa que quer comprar urna venda belidades um rabrinha de idade de 16 an-
dirija-se as 5 pootas U. e3 onde tem lampio, nos, ptimo para pagem um moleque de
de urna casa com muita perfe
Livramento botica de Manel Romo de Car-
Iho D. 15.
CT Urna cxcellnte escrava creoula, mu
to boa lavadeira cozinha o diario de urna
casa ; na ra da Cruz por cima d venda do
Sr. Jos Rento defronte da porta travessa do
Corpo Santo.
C^- Urna du/'a oV enduras de Jacaranda ;
na camboa do Carino sobrarlo D. 8.
Sy* Urna preta moca boa cozinheira c
engommadeira ; na ra direita no primeiro
andar do sobrado que faz quina no beco da
Penha.
_5sy Na loja de Jos Tavares da Gama na
praia de Independencia I), fj sapatos de
umsolla, e de duas ditosa bolinados fran-
cezes e inglezes ditos de lustro para homem a
,1oooe32oo, e superiores a j5ao ditos para
senhora tudo de superior qualidade e dous
chapeos de seda cor de rosa para senhora,, do
ultimo gosto e ltimamente ebegado do Rio
de Janeiro.
%&~ Urna preta mui bem parecida boa
engommadeira e cozinheira cose sifrivel ,
de bons costumes de idade de ao anuos na
ra de Hurlas sobrado que faz quina com o be-
co do pocinho I) 4*-
ty Meios bilbetes da lotera do Thealro .
que corre no dia 17 do corren te por mui
cummodo preco ; na ra do crespo viudo do
arco de S. Antonio loja D. 5 do lado es-
0ucnlo na pracinha do Livramento loja I)
a3 por baixo do Cnsul Francez e no largo
do Livramento loja de fazendas junio ao alst-
ete D 5.
cy Um escravo que sabe trabalhar e>n
salinas, no qual servico tem sido empregado
desde sua menor idade be bora canoeiro, re-
ma rauilo bem e propria para embarcar, ou
para pescara de que entende ; urna canoa de
amarello de carrea muito leve de vara ,
com proporcoes para carregar \\ pessoas ; na
ra da cadeia loja de fazendas de Joaquim
Gonsalves Casco.
XSH" Duas escravas mocas de bonitas figu-
ras cozinbo engommo e fazem todo o
mais servico de urna casa ; na ra da Guia so-
brado n. 7.
\ST 3 camas 5 cmodas 3 mesas de
meio de salla duas bancas de jogo urca du-
zia de cadeiras um sof- urna roarqueza ,
e urna mesa de jantar tuda bem acabado -, na
ra da larangeiras D. ti.
CJ" Duas netas com algumas bauelklades
e por preco commodo 5 na ra do Collegio
D 3.
zsr Urna porcao de ve Has de sebo a libra a
tifo rs., farinba de tapioca a lao rs. a libra,
sevada nova a 100 rs dita; mrwawao e au-
tria a a/Jo rs. cal torrado a 3o ago.i arden-
te de franca a 4oo rs a garrafa e caada a
a5to 5 na ra nova venda I). 33.
VST Moje na praca fia Independencia as
8 horas do da urna ptima vacca com cria
muito ba leiteira, e pasladeira de corda.
%Jt Ou troca-se por escravos do servico de
campo 4 casas novas e grandes urna na
1 na do Padre Floriano oulra na ra Au-
U Jos de Souza ilhetes e meios dito s da
loleria do tbeatro a 4oe 8800
_-' ss?- Meios hilhetes da Lotera do theatro ;
na ra do Cabug loja de miudezas D. 4
^tST Pcitos de cambraias para camisa de
homem com babado de preguinha e len-
cos de gorguro de 3t e ili polegada ; na lo-
;a de miudezas de l\ portas antes do arco de
S. Antonio
SST Unas pretal com boas babelidades ,
urna dita com leile para criar dous pretos
ptimos para todo o servico um moleque de
idade de 18 annos de bonita figura e urna
negrinlia de idade de |5 annos 5 na ra de
agoas verdes casa terrea D. 37.
%ST Urna escrava creoula de idade de iq
annos cose engomla refina assucar faz
doces de varias qualidades, e cozinha com
perfeico ; na ra direita I). 2o lado do Li-
vramento.
tiscravos Fgidos
XSs' Arrenda-se um sitio na estrada de Jo-
ao de Barros com boa casa de vivenda a
quaf alera de bastantes commodos tem um ex-
cellente solo', com latadas de pai reir a os
lados da mesma e com muitOS e ptimos ar-
votedos de fructo, entre os quaes ha urna lili
rfa jaqueia propria para recrcio 5 a halar
oni o Teen te Coronel Alanoel Jos Martina ,
no lugar da solcdade tasa D ..
C^uem pi -.-usar de uo,uoo a 1:000,00o
a conteni dirija-se a
a 1 uros com lirnias
esia TrpograGa.
XSf Qualquer Sr. que precisar de um h-
bil piolt-ssor, para aprender, ou mandar
ensillar frenrea laiim filosophia rhero-
uaco de idade de 1 1 anuos urna escrava de
naco rebollo ptima engommadeira e a
escravos ptimos para o servi co de campo to-
dos estes escravos se do a cudenlo e se afi-
anzo as boas vendas ; na 1 ua de agoas verdes
U 8-
IST Urna preta ladina moca, e de bonita
figura mui propria para qualquer servico,
cozinha alguma cousa ensaboa bem e com
muita babelidade para costura ; na ruada S\
Cruz lado di reilo D. 10 defronle da ruada
Alegra.
l- Charutos da Cachocira dos melho-
res (jue se fabricio naquelle lugar ebega-
dos ltimamente ; na ra da Cru< n. 1 o.
gusta e duas as 5 ponas ; a fallar cora
A u Ionio 1. antes do llego iN orn ha na ra
do Cabug.
13" 70 meios de sola da malla ; ; na ven-
da do porto das canoas na (juina da ra da
sen/alia velba
tSf Meios bilbetes da Lotera do Tbeatro
que iHpreterivilmente corre a 7 do crlente,
por preco mu commodo e tamben cautelas
divididas em decima e terceira parte, estas
o primeiro premio a:ooo,ooo piuco jooo 5
berodo porto das canoas casa n. 4
%r-y Na ra do Livramento armazem de a
portas n. 4 de Luiz AntonioGonc;d\e$ por
precio mu commodo um completo sortimen-
to de louca e vidros contundo aparelhos pura
cha dv porcelana dourados e pintados ditos
tambem de louca transpareule, pintados e
lustrados; ditos azues ditos verdes, ditos
escuros, ditos cor du roza ditos cor de lirio
ditos ordinarios esmaltados \ apaielbos para
jantar de louca azul ditos cor de roz ditos
beira azul, le rias azues gratules e pequeas,
pralos IrvelSM seladeias e pralos de me-
za e suliri'ineza bacas e ditas com jarros a-
zues cor de i'oza e ordinarias esmaltadas ,
terrinas palos travessos ditos com lampa ,
ludo beira azuf, de dilerenlea Umanhus
bules cafeleiras assucareiius manteigue-
ras e chicaras de diversas cures e ijualuiades;
garrafas campoteiras copos nara dgoa e c-
lices para violto de bom e bem lapidado video
ingles e crisul I ranees e mesmo de vidru
moldado ou lizo de Hamburgo galheleirus,
gametas para Missa talberes para azeile e vi-
nagre redumas para imagera mangas cas-
V&- Na madrugada do dia ifi do correnle
fugio do sitio do l)r Francisco Xavier ere-
ra de UrjlO ums^u esc avo cieotilo de no-
me Joaquim natural do serlo do Rrejo da
Madre de i'ros, O qual foi encontrado na
mesma inaiih na estrada de S. Anto em
companhia de urna pela o mesmo tem de
idade i(j anuos alto cheiodo corpo pei-
nas e bracos musculosos, semblante alegre,
falla um tanto rouca conduzio a roupa do
seu uzo e um irouxa de roupa ; quem o
pegar leve ao atierro da Roa vista I), ai do-
lado sul, que sera generosamente recompen-
sado.
iST No dia 15 do correte desapareceu da
casa do Procurador Fiscal Dr. Joo Nepomu-
ceno Xavier de Mendonca, um preto de no-
meJoo, de na^u congo, bem ladino, al-
to, magro, cor bem preta, bastante bar-
bado e coto de urna perna, posto que nao
muito levou vestido camisa de estopa uui
tanto irzada, caicas brancas de brim liso mui-
to nova a qual s tem boleo de um lado ;
quera o encontrar ou delle tiver noticia di-
rija-seao anniinciante cuja casa be na run-
de agoas verdes defronle do consistorio de S.
Pedro e por elle ser recompensado.
S3^ Na manh do dia ijvdo correte des-
ippareceo da praca d Roa vista D 5 um mo-
bitinho de nomo Clemente, de idade de 10
annos rosto redondo, tesa larga nariz
pequeo e ambilado ou virado para cima ,
ventas largas cabello pouco crespo e quasi
co-rido levou vestido camisa de ulgodoii-
nho, calcas de brim ; 10'ga-sea todas as au-
tboridades policiaes, capilares da campo e
pessoas particulares, que lenhu dellc noticia;
o lazo prender e conduser a dita casa aou-
de serlo recompensados-, e paga-se toda a des-
bezas.
1^3" Paga-se 20,000 ao' portador que pe-
gar e enfiegar urna escrava de nome Vido-
rra moca, estatura regular meii ladina,
peitos em p de idade de 10 anuos na^o-
benguella, com sarnas as coixas e pernea ,
e pelos- bracos com urna nodua em cima dos
hombros, que puiece queimadura fu^io'
no dra 17 do correnle vemtiamel de ence-
ntra ; na ra do Palacete casa de Francisco
Gonsalves do-Cabo.'
SF" Roga-se a 03 Snrs. Sub-Prefeitos e
mais aulhoridades desta e mais comarcas e
pessoas particulares quesoubeieni ou viiem'
uma negra de nome Josefa de idade de i\
annos altura regular secca do corpo cor
fulla nariz chato, com urna marca de ferro-
de sua trra em cima um dedo grande ale-
jado em urna das mos ps pequeos cos-
tuma dizer que be forra e mudar de nome-
quem a pegar leve ao atierro da Moa vista nv
4 que ser1 gratificado com ao 000.
SS^- No dia 5 docoriente fugio um negro5
por nome Digo naco calabar com os si;
Mea seguintes estatura regular seco ro
cor|)D mais de SoanHUS cara redonda, beir.
barbado e nm pou gas, nariz chato, grande tabaquista al-
gornacosa calvo, tem canella lina um joe-
im> pouco mais-giosso que o outro eos-ps-
um pouco apalhetadns-: esle negro j foi ven-
dedor de- po pela partes do liozariuho Ca-
za-forte', Cevey t Otmda \ levou carniza e
seroula- d'algutbi y e chapeo depalha esto
relerido negro e mnrrg'iwia- r e por kso ro--
g-ee a luda e qualquer pessoa queoemon-
irar o inandem pe,i [ nao- se fiandv nas
uas labias) e o manuein envegar na ru dos-
^DttVltM, paderia D o ontle ?ei genero-
samente compensado do seu Ira-bulbo.
.
M e as primeiro letras giamiuiliejtmon- w Un. wwrmvb ue naco bonita ligurai ..^ tuaj unte,llias > t,nler01 de video e di- i Rl CU LNA 1YP. Al. DE F. gq *J '8<*


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