Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04070


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Full Text
Anno de 1840. Quinta Feira
Tudo agora depende de nds mismos; fin nossa prudencia, modea-
c com mliniracHu entre as ISaccs mascullas.
Proclamacao da Assemblea Geral do fratil.
??
(i
'
Subscreve-separa esta follia a Sjooo por "qiiartel pacos adiantados
nesla lypogia.ia, rUa das .ruzcs I). 5, enaPraca da Independencia
ns. 7 e8, onde se rrceliem cmrspotidcncioslegalisadas, eannuucos,
insinndo-se estes gratis, sendo dos proprios assignanles, e viudos assie-
gnados. b

Partidas dos Correios Terrestres.
Cii&deHa Paih!i1>h e Villas desua pretendi. ...
|)|IA do I u '--aiHic do .\(Mte e\i.as dem
ni I '..; .'.. 1 V .: 1 dem...................
\ il a de oianna. ......................',. I '.','. '.
Cidade 1 Olmda ...............
Villa i S-Ano...................
Dita dearantiuns ePoveaou dn R< niio......
itasdo Cal'O, Serinliaem, Kio KoriMozo, e Parto '
f,i(i?:r. das Alag as, e Villa de Macelo ,.......
Vill de Paja 3a F ores..................
Todos os 1 rreoi partem aomeio da.
3 de Abril. Numero 00
. CAMBIOS.--Abril aa.
Londres......5i d. por ijfooo ce<).
Lishoa ....... 70 a 73 por 0/0 pfetiii, por tncmloiercido;
branca....... %g res por/raneo.
l>io OUIt'J Moedas de 6loo rs Vclhas l4f5ao a i , Dilai ,, Novas tgboo a iSjo
Dias de iflooo rs., SfftMt a Xioo
PI'.ATA Cal <:6es BrrfsuetrOf-*-----------1065o* ifAfa
[PeasColumnarios --------------- i^'ic i'')8oi
,u.
ws Mexicanos---------------------- *#6ou
/'"
',o
,, Miuda ------__,._-__. i^44o a 1^460
D <>nto df liiiuitcs d'Ai'dndega > 1/1 poi 1*0 aO me*.
dem ele Letras :^2 >(
Mooda de cobre 3 a 4 or ma.tisdisc.
Das da Semana.
lirme.
airo
.
'Segundas e Sextas Fcira.
. Todos os das.
^uiiiirtS (airas.
. Das lo, e -j4 dcada mcz.
. dem 1 11. e 21 dito dao.
. dem l.iilll
. dem \ dito dilo.
?o Segunda J(t I. Out. S. Accndino M.
ai Terca ----- >U y. Out S. Anselmo. Are
37 Qua'rt.-------- S. Scter e (la o Mu. -. -
ab Quinta--------- S. Jorge M. ----------------._
a4 Sexta---------- S. Iloooiio K,-------------------
j j anubado S I .re >s Kva-ig. -----------
ti oin. da Pasboeila fgida Smio ila Tliex.
!',,>l iC >, e and. .i,, j. d.' t. d 7. v.
Sea. ds Tliez. e aud. do J. de I). ,1 ,, v.
iiei. e aud. do J. do l). da ,1. y.
A/irrj cAe/4 /i'-rt -* da S3 J Abriti
As 9 horas e 18 minutos da tarde As 9 hora* e 4i minutos Ha mauliS.'

wmtm
FEnVA M BUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PBOV.
Arta do3'.Spssa ordinaria ta Assemblea
legislativa Provincial de 1'ernaniLuco aos
14 de Abril de 1840.
Presidencia do Snr. Dezemb. Maciel
Monteiro.
Feita a chamada, acharao-se presentes 26
Sis. Deputados fallando com prlicipacao
os Snrs. Leonardo. Machado Uios, Dr. lirito:
e sem ella os Srs. Manoel Cavalcanti, Pere-
grino, e Dantas.
Lida a acta da Sessao antecedente; foi esta
approvada.
Expediente.
O Snr. primeiro Secrelario er. menco de
litim officio do Secretario do Governo. no qual
partenpava ler communicado ao Inspector da
Thesourria Provincial n determinacao ties-
ta Assemblea para ser pago o subsidio dos se-
os membros na Casa das suas Sesses ; ficou
a Assemblea inteirada. I'eoulro do mesmo
satisfasendo as informacties pedidas por hum
dos Membros desta casa sobre a despesa do
Caes e Companliia de operarios engajados ,
:i quem as requisitou Outro do mesmo re-
metiendo as iollias e recibos dos Empregados
da Cmara de Olinda, segundo desta se ex-
igi ; Commisso de Contas das (-'amaras.
IJe lium requerimenlo de Joo Pereira l'a-
masceno Chaves Bedel e Porleiro do Li-
ceo desla Cidade pedindo ser elevado o or-
denado que actualmente recebe a 4"oU
reis : Commisso de Ordenados Pe ou-
tro dn Antonio Moreira da Silva, l'orleiro
da Cmara de Goianna, pedindo au;met>lo
de Ordenado ; ;i Commis-o de Contas das
Cmaras- De outro de Antonio ISunes de
Mello, Procurador da Cmara da Cidade de
Olinda, pedindo approvaco degratificacao ,
que llie !oi concedida pela mesma Cmara ;
mesma Commisso. O Sur. Pessoa de Mello
fez a se;unle Inditaco : Exislindo -na (ama-
ra dos Deputados luun Proiecto incorpo-
rando a Provincia da Paraba toda a Povoa-
co de Pedras del-'ogo e sendo do dever des-
la Assemblea pugnar pelos inleresses de aua
Provincia, principalmente quando apoiados
em todas as conveniencias publicas; indico
que se diii:a a Assemblea Ueral Legislativa
liiin.a 1 epresentaco nao s reclamando
contri oielticiido Proiecto, como pedindo
que se incorpore a esta Provincia a mesma
1 ovoaetl ; ;i (Commisso rie Estalslica. A
Commisso de Legisla mandi 11 a meza o
setjXitn-U leuuetimerito : Para | derdeferiro
requeiime'ulo deJoaquim Jos Este ves, re-
riutiro se peca aoExm Presidente copia dos
v ont/at lo de arrendam entos | or nove anuos
de alguns predios [leriencentea ao Patrimo-
nio dos Orfos foi approvado. Leo-se hum
parecer da Gommisso de Inslruc o I uhlica
sobieo plano de Reforma do Liceo Merecido
peloExm Presidente da Provincia, 110 qaal
a Coir.missso approvaudo em parte o dito
p'ano oflerece algumas emendas ao mesmo,
pede Utgeucia da sua discusso ; foi appro-
vado e mandudo imprimir com as emendas.
Enlrou em discusso o Parecer addiadfl da
Commisso de Polica sobre os requenmen-
tos do lerceiro oficial da Secretaria desta
Assemblea e do i 01 leiio c Conlinuos da
mesma no qual a Commisso se decidi fa-
vera\el aos pertendenles augmentando 200U [
ao que actualmente o lerceiro offirial percebe.
e ooU reis a cada urn dos outros, enmo,;;ra-
tifiaco O Sur. Lopes Gama mandn ;!
misa o seguinte par se addir ao Parecer
Faca-se extensivo aos dous officiaes da Secre-
taria da Assemblea Provincial o augmento de
aooTJ reis ; titulo de gratifiraco : foi appro-
vade o parecer, c o ndditivo do Snr. Lo-
pes Gama. O Snr primeiro Secretario dp-
clarou acbar-se sobre a me?a o diploma e
officio da Cmara desta Cidade que convi-
dava para tomar assenlo nesta Assemblea ,
como l'eputado Suplente ao Snr. Doulor
c menor, p seis rompanhUs. o Presidente
da Provincia dar a org-'-nisaco ueste sentido,
com^> melbor convier. S a R. foi apiro-
vada a do Snr. Oliveira e (ligada preju-
dicada a do Sur Mavignier : Bcando o proje-
clo approvado em terceira discus-so.
Etiirou em discusso o artigo dn Projee-
lo numero '7 rom as emendas offerecidas na
Sessao antecedeute O Snr. Mavignier pedio
retirar a sua emenda o oue Ihe foi conce-
dido e mandou a seguinte additiva -Quando
as Cabecas das Comarcas de fora os encar-
regados da Vacina forero Cirurgies appro-
Felippe Lopes Neto, por se terem escusado vados estes ser"o tambem olirigados a curar
de comparecer nesta. Sessao hum Deputadoejos presos la Carleia, e pobres do destricto pe-
dous Suplentes chamados pela mesma Ca- |0 que tero mais cada hum '00U reis ; faca-
mafa ; e convidada a Commisso de Poderes se o calculo, esomme-se tudo S. a R. Foi
para nterpor o seo Parecer a tal respeito | esta approvada, e a do Sr. Mello. Ao artigo
esta entendeo que nao poda aquelle Snr. to- | 8 o Snr. Oliveira mandou o seguinte subs-
marassento, por dous dos anteriores suplen- titutivo Com o Hosgital dos Lazaros sen-
tes nao terem absolutamente declarado que do parte do quantitativo appcado ao reparo
nao virio-; porem o Parecer dido ficou ad- da respectiva Capella <;oooU res. O Snr
diado por hum dos membros da supradita i Mavignier o seguinte : Eleve-se a consina-
Commisso ter asssignado com restrieco, e cao a J;oooU reis ; foi approvado aquelle e
outro vencido. |este julgado comprebendido no mesmo. O
Ordem do Da. artigo ->g foi approvado. Ao artigo 3o o Snr.
Entrou em discusso a redacio do Pro- IVavigni.'r mandou o seguinte Substitutivo-
jeclo numero 3o que restaura nesla Pro- Eleve-" a consignaco a j;oooU reis ; foi es-
vincia os Missionarios Cipu'hiiihos Italianos : te regeiado e approvado o artigo O artigo
foi approvado 31 foi approvado. I'end ) entrad > em discus-
Entrou em terceira discusso o Projecto n. sfio o art. sedando a hora, o Sr. Peixolo de
44 com as emendas recebidas em segunda o Brito refjuereo que se cunlnuasse a discusso
qual foi approvado em t rceira com a s**guin- al terminar-se a despesa ; e assim venceo-se
le emenda do Snr primeiro Secretario ao ar- Mas nao liaveudo casa o Sr. Presidente le-
tigo 7. Depois das palavras- Agoa Preta di- vantou a Sessao tendo dado para ordem do da
ga-se e pelo lado do Sul comprehender to- da Sessao euiute leilura de projiclos. indi-
do o terreno da Freguesia de Una, que fi- caces, e pareceres de Commisso ; pr-
ca ao Norte do Hiacbo libelas. meira discusso do projeclos nmeros 17, e
Fntrou em segunda discusso o Projecto n 1 8 deste anuo terceira do projecto numero
|3 deste auno com as emendas ao artigo 1.. 5 do mesmo anuo, segunda do numero 1 t
addiado o artigo e emendas da Sessao antece- tambem deste e dos ns $ e 5o do auno pas-
dente ; foi approvada a emenda do Snr Ol- sido, ea conlinuaco da do n. 1a
veira que substitua o artigo n do Snr.
Meira e julgada prejudicada a do Snr Ma-
vignier Ao artigo a o Sr. Oliveira mandou
a seguinte substitutiva O mesmo presidente
podera tambem aposentar com o ordenado
proporcional ao lempo, que tiverem serwdo
os empregados Provinciaes, que antes de com-
pleto o dito praso licarem impossibillados
iior molestia nao tendo nota ou erro de
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
Alvaro Barbalbo Ucboa Cavalcanli.
1. Secretario,
O Padre Joaqun) Rafael da Silva.
Secretario Suplente.
Juuo sobre a S^sso.
Nesta Sessj disrutio-se em primeiro lugar
(lh>io ; mais nunca poder ser aposentado" o o parecer da Commisso de ordenados, que
que nao contar dez aunes de Servido -O r. julg indo fundado o requerimenl 1 d,i lerceiro
Mavignier aseguntc tambem substitutiva-* Omcal da Secretaria ta Assemblea augmen-
A apsentadori.i ser conced a eom o ordedas tou-lhe o ordenado; o parecer passou com
natfo por iiiteiio, seo Empregadocontar oais a emenda offereeda para se fazer extensi-
de ?d anriosdeservico: com meio ordenado vo a todos este augmentos. O antbor da
se tver Bervdo mais de ia anuos, e por cau- emenda mu bem fez ver, que se os ordenados
sade desastres ou graves -molestias sobrevin- ero mesquinhos, ua devia smente o J. offi-
duranlep tempodo servico fiear impOSSbil- cial ter dirciloao seu augmento mais tambem
lado fie continuar no i-.mprego. Fura distes todos os mais. Nos j fizemos ver bem os
doiis casos* nao ha ver aposentad. >ria Foi nossos principios a, tal respeilo quando faj-
approvada esta, e regeituda apnmeira, e ap- buido du augmento da Congrua do S gario
provado o prpjec.to em segunda. Geral em domo juico sobr a Sessao passada,
i;!ilio:i em primeara discusso os Projeclos declaramos o ser multo amigos da igualdade
nmeros ai e aa deste anuo, l'oro appro- Acresceutaiemos somcnle que a igualdade
vados : legal lie hum principio de rigor e que em
Entraraq em segunda discusso, e foi ap- virtudt della jamis pjdem liaver dtreilos
provado O artigo nico do projecto numero privilegiados, que necesariamente sao hum
..;( do anuo pass.ulo. sgml cerWde corrapcp, decadencia ebar-
"Enlron em terceira discusso o projecto n
11 deste anuo. O Sr. Oliveira mandou a
gegUnte Substitutiva ao artigo a. O Presi-
dente/da Provincia distribuir a referida for-
cacomo entendertmaia conveniente a econo-
ma, e disciplina do Corpo : O Snr. Mavig-
nier a seguinte additiva ao artigo 1. Acres-
cenle-se- Distribuidos em hum Estado maior
baria i de corrupyo porque com elies su pre-
valece o inleresse pessoal e exalta-se o 01-
gulbo e ambico dos que OS tem : de deca-
dencia, porq* elles rompem a juslica ve.da-
deno lacoda sociedade ; da baruaria, porque
do cauza aeq'a igualdade de direilosomente se
possa mantel- pelo eroprego'da foica, a violen-
cia.
Passemos ao Projecto numero i3 deste armo
sobre a aposeutadoria dos empreados Pro-
vinci'es. Muitosimpallrisnmoscom as ideias
doautbor do Projuctd relativamente ao ar-
bitrio, que se tem pretendido deixar a Pre-
sidencia sobre a posentadoria. Em regia so-
mos cntranos a todo, e qualquer arbitrio,
por estarmos cabalmente convencidos quedo
arbitrio nascem os abusos : pois raras veses a
vohlade de abusar se nao acha ligada ao poder.
Montesquieu j; reconbeci.1 cssa verdade ea
historia nos mostra que os abusos do poder
andoserrtpre na ra/o do arbitrario queso
Ihe concede. Se he reconbecido be he mes-
mo incoutestavel que o empregado, que tem
gasto a sua mocidade em servir beiri ao esta-
do, deve deterdireito a huma recompensa ,
quando chegado a estado de nao poder mais:
prestar servicos, se ve reduzido a nao ter o
pao, em ejns|ucncia de nio ter podido
grangear fortuna mesmo pr se dedicar todo
ao Estado por que razo I lavemos de fazer
es9e direito dependente de huma vontade ea-
tranha ? Porque raso havemos de tornal-0
incerto, deixando a aposentadori ao arbi-
trio da Presidencia ? Quem he que nos pod
assegurar, que a Presidencia uunca abusa-
r r Quem nos assegura que todos os Pre-
sidentes sero sempre justos e imparciaes ?
S a actual Admiuislraco merece as sinpa-
tinas da Provincia (levemos lembrar-uos ,
que ella nao be victalicia, eque quando mes-
mo fosse de necessidaJe leria de (indar hum
dia ; o que somcnle he suficiente para que,
tendo-se de legislar para toda, e qualquer
Admiuislraco. que houvr de govemar a
Provincia se proenrein acautelar Codos os a-
btizos. A aposentadori ao arbitrio da Presi-
dencia he verdaderamente liuma illusoao
direito, que sesuppe no Empregado fie
mais huma graca, com queso quer enrique-
cer o thesouro da Presidencia 6 por canse-
quencia mais hum motivo de dependencia ,
que se que^constluir o empregado pira com
o Governo. A apu.-intai a dos empre;;ado's
ao arbitrio da Presidencia ha hnm direito,
que se quer conceder ao (invern, de aser
injustca ; porque nao vemos que o arbitrio
sil via para outra couta, se nao para isto Ou
a Presidencia qualquer queellafor, he in-
capaz de fazer io|UStcas ou nao ; se he esta
claro que nao osando jamis do arbitrio c
por consecuencia aposentando sempre com i-
gualdade todos os Empregados que contaren!
vi ule cinco a unos nao interrumpidos de bous
nico* dcsiiecessario Ihe ser o arbitrio; se
nao he, e porisso uzando do arbitrio fax in-
iusticas be o arbitrio pessimo porque da-
ihe o poder de as faser ; em humo" palavra o
!)oin Presid nte nao tiza do arbitrio; o mao
que usa faz injustca ; logo oarbitrio he pe-
rigoso eper coosequencia jamis de.e ser
concedido.
O Projecto nnm/ro 46 do auno paleado ,
declarando, que a palavra continuar ein
pregada no artigo terceiio das desposicoes ge-
nes da Le Provincial numero b\J de a de
Valo do auno de 1.08 considerou j exis-
tente antes da sua execus*o gralificai,fr
comedido ao Cirurgio Mor do Corpo de
Polica parece em verdade bem desneceso-
rio. Pode liaver duvido. por ventura que
continuar quer dizer proseguir o que est
comecado que por couseijuencia, para que
iiu -ri.t couza qualquer continu, he miste r,
que j exisla ? nao sabemos de crto. que ne-
cessidade ha dessa interpretado autentica ;
se foi pedida, loUvamos sempre a lebrai;a
i


DIARIO np,
PERNAMftUCO
rfe quem a pedio. tr.iordinaria a fertilldade do lerreno a mul-
O Projecto numero -Ja des!e anno, quede- 1 liplicidadedos Brejns e olhos d'agua ; o que
'*ou o ordenado do Director do Collegio dos unido a vantagem de lium rio perene cujas
Orlaos i i:ooo(J reis e o do Mordomo a
5ciU lie certamente de Justica. Nao ha dn-
wsmmmaammmammmmn:
.PftEFEITURA.
Pariedodia 19 do corrente.
Illm. e Exm. Sur ^-Partecipo a V. Exe. ,
que foj somenle preso hontcm pelo Sub-Pre-
uelles lo pequeos ordenados.
.As emendas (citas a Lei do Orgamento nos
arligos 77, e a8, concedendo aos Ciruigi-
tcs do Malo encarrcgados da vacina a gralifi-
eaeode 100U reis com obrigaco de curaren
os pobres e augmentando i;oooll a 01 tu-
nara ao Hospital dos lazaros, l'orao sem do-
lida mui uleis. Pelo que respeita a primei-
ra ella acautelou mui tos males, que a jto-
hresa no Mato ?e v numeras Yeses obrigada
a sof'rer por falta de meios, coro que paguem
hum Cirugiao; a Cmara da Capital paga
buiu Medico e bum Cirurgiao, para curar
os pobres : no Mato, files nao tem ette recur-
0 e por isso morrem militas veses a billa dos
soccorros da Arle. A emenda por lano im-
pendo ao Cirurgiao encarrujado da vacuna a
oLiigaco de curar os pobrer pela gratificaco
de '00U reis, lemediou dealguma sorle estes
males. Entretanto notamos que aleen des-
ta emenda que he extensiva a tedos os c-
nirgioes encarrcgados da vacina passou mi-
tra, em que se concede ao Cirurgiao encar-
regado da vacina em Goiiinna a gratificaco
desooU reis impondo-llie a niesma obriga-
co de sorle, que tendo todos osmais :ooU
vemsomeute o Cirurgiao de Gianna a ler
ooLJ. INo vemos raso para esta ditlereiua
porque, se he, porque a Cidade de Goianna
(be preciso j ir-mo-nos acoslumando ) lie
.:ior, e mais populosa, do que os oulros lu-
s, nosupomos, que seja tanto, que
:uso para huma differenca.
o que respeita a segunda emenda a-
..mes ser conveniente, porque nao podemos
teixar deapprovar tudo quanto tendea sua-
\ isar a deploravel sorte de miseraveis que
sem crinie algum e muitfls veses dotados de
excedentes virtudes se acbo banidos da so-
ciedade. Estima riamos tambero que passasse
a emenda que au{;nicnta\a a ordinaria aos
Exposlos. O Estabelecimento que serve
de azilo a infancia abandonada a innocencia
f>em abrigo nao he menos digno da allenco
do verdadeiro philant-opo.
em u:na sucia com iucommbdos da visinhsn-
ca o qual teve deslino ; e que nao occor-
reo mais novidade
f)ia ?o.
Il'm. e Exm. Snr.--0.is partes boje por
mira recebidas consta somenle que foro
presos houlera minba orde:t> pelo Sub-Pre
feito d'esta Fregue*in o pardo Antonio Ma-
chado por estar na circunstancias de servil
em <. Lin'ia ; e ozc Rbfino da Annuncia o.
t; ,'oo Chrisoslorao aues d 1 Costa la rabera.
pardos, peloSub-Prefeilo ck Atfogalos ,
esle pelouiesno motivo e a juel e por ser
ebrio de m: conducta t; andar sentare ar.u ado
de uiii.i laca de pjnta ; cujos presos tiverio
o coiiipetenle destino
E o que consta das partes buje recebidas
u est Secrelai a.
Dia .
Illm. e Exm Sur. Consta sonaente das
partes boje recebidas, que foro presos bon-
tem mudia ordein peni Sub PreteitO dos
aguas dars, e excedentes jamis seco uinda
mesmo no maior rigor do Ver;c concorre,
\ ida que o empregado deve de ser pago em | para que nao s reine sempre a abundancia J feito desta Freguesia o pardo Antonio Bt'n-
lasio de se (rabalbo : e era juslica, que sendo qualquer desles lugares; sumo productos, que abastecen* o mercado
tmiilu apencionado percebessemos Empregados de todo os seos arredores e al de Comarcas
i'Xtiaubas como Brejo Limoeiro &c. F.
poder-se-ha dizer outro tanto de Bizerros ?
Nao de certo. Para descreve lo seria mister
apresrntar bum quad.ro inteiramenle opposto;
e forrando-nos a este trabalbo limitar-nos-
bemos apenas a dizer t que em Bizerros lu-
gar totalmente estril porque reina nelie lodo
anno a seca nem b:i agoa que se possa be-
ber porque a pouca que existo em pocos ,
be to salgada que neccssariamctite deve de
arruinar a saude ; o que faz, que todos os
proprielaiios das casas abi situadas morem em
Brejos mais perto do Bonito para aproveda-
reni as vanlagens d este terreno abandonan-
do assiiQ as mcsinas casas que eslo cons-
tantemente feixadas, sendo apenas visitadas
nos Domingos, e Dias Santos por Caliza da
Viissa finja a qual ; ieo ouira vez descr-
as.
V crdade be que Bizerrcs offerece a van-
tagem de licar na beira da estrada geral ; mas
alero de que esta vantagem brevemente se le-
ra em bonito, roncluindu-se a estrada ja
principiada por liba de FJjires por onde se
pode fazer con a maior (acilidade todo o Coin-
uiercio para o Kecife ; accresce que nao he
isto raso suficiente para que se metla no
escuro tantas e to grandes vanlagens que so-
bre Bizerros, tem Bonito
Bonito por isso mesmo que he Catinga e
partecipa de grande parte da Malta tem em : por
seo seio mesmo madeiras de construeco para
casas, e outras qunesquer obras e meios de
nutrir toda a casia decreaco ; o que laz, que
a Villa com muito maior 'acilidade pe sa
prosperar, crescendo pelo augmento dos me-
ios de subsistencia tanto a sua (populaco
como a de seus arredores ; o que de certo ja-
mis accontecen cora Bizerros que falto de
todas as vantagens natunus se conservar
estacionario ou quando muito ter deminuto
augmento.
Parece-nos innegavel que tendo a cre-
acao da Comarca por im nao s facilitar a
adminislraco da Justica como tambem fa-
zer augmentara riqueza e por consequen-
cia a populaco que anda sempre a par dos
meifs de subsistencia deve de estabelecer- i
forlefica oU qui se enfraqUece de hum mo*
do continuo ou finalmente que deve ter bu-1
mi mareba ascendente e descendente, ana-
loga ; de cada individuo em particular.
Toda a gente sabe que ainda se nao tem a-
chado corpos humanos no estado fossil ; seria
por tanto difticil finar a estatura do hornero:
na poca em que elle appareceo- no mundo ;
qu&hdo o calor propriodo globo podia ter so^
bre a especie humana o mesmo genero de in-
fluencia que sobre as plantas e sobre os a-
niinai-s contemporneos Esles animaes t es-
tas plantas que exisliio nos primeiros tem-
>d- rio.mundo e que hoe se acho as p:i-
meiros cantadas da ierra tem com efleito
dimcus&es muito maiores do que as especies
uualogasque lioje existem Este ge ero da
provas aiuda nao veio justificar as tradices ,
qie os povos antigos nos coiiservrSo sobre a
existencia primitiva de. urna raca de gigantes,
vias soja o que !or a lespeto destas pocas
geolgicas be quasi certo que a estatura do
liomeni no tem variado. desde os templos
histricos mais remotos. Isto provo as mu-
imos egipcias e o provaria sendo necessa-
rio o lonliecimenlo das medidas da anli-
guidade Sendo estas medidas' tomadas sobro
a nalureza humana ,*o que he muito prora
vel acba-se que a estatura Jos egypcios era
L rogos de t palmos e t I i 11 has ; a dos
romanos de y palmos, 5 Delegadas e 8 linlris;
e ;i dos rabes de 8 palmos e i poilegadas.
Finalmente seria bom conbecer os valores
extremos do estatura humana no seu estado
Quando emitlimos o nosso juizo sobre a
creaco das Comarcas esqueceo-nos fallar em
hum ponto alias de nao pequea importancia
e he seinslaurando-se a Comarca de Boni-
to convem estabelecer aCabeca de Comar-a
em Biserros como quer o Projecto. n. 35 do
auno passado presentado como emtnda ao
Projecto n. so deste anno ou conserva- la em
Bonito, como era. Quanto a neis parece-
nos que nao pode mesmo ser objeclo de
controversia, que a Cabera de Comarca deve
de ser conservada em Bonito. Se heccilo,
que se deve procurar para Cabcca de Comar-
ta o lugar: quemis rommodidad,- ollerece
i is Autboridades locaes ja aos Comarca-
t.05 a fin deque com mais fac-ilidade se pe-
do e prestem os soccorros necessarius para
maiiulenco dos direitos de propriedi-de pes-
soal e real he tambem certo que instau-
ando-se a Comarca do Bonito neuhiiin ou-
lio lugar seno Bonito mesmo deve de ser
.1 Cabeca., por isso que a lodos es iespeitos i;t o
n:.'iis commodo. \ Villa do bonito equi-
distando quasi de todas as Povoacoes que o
rodciu est para assim dizer no centro
titilas e sendo por isso igualmente rpido
para todos estes pontos o expediente da Jusli-
\a elferece a todos os Comarcanos com pe-
quena diflerenca igual facilidade para obte-
tm da Cabeca de Comarca lodosos recursos
necessarios : o que nao acconlece com o lugar
de Biserros que col locado em urna extremi-
dade da Coniaica tica mui pioximo de al-
'iins lugares e mui distante de outros ; ac-
. rescendo ainda que Bonito tem ; segundo o
Mapa da populaco tirado em im do anno de
iBat 1ji5 fogos entretanto que Bsenos
nenasconta 4t5 ; que Bonito tem bumaCa-
deia ja concluida de todo e leita parle a cus-
la de seus habitantes e huma caza de Cinia-
bssst coinraoda, onde pode trabalhar o
i\', uiiretantoque, creando-se em Biser-
' (.beca de Comaica ten. de se fazer lu-
, o que nao pode detarde cauzai nao
uieno ui>pendio.
e poiem Comparr-mos as propermens ,
,ue a presentan Bonito, e bizerros ja para o
passaio eiouimodidadedas Autboridades da
Comarca, ja para o augmento e prosperi-l
dade do lugar veremos, que nao ha mesmo |
h mais pecruena paridade, Em Bonito he ex-|
Allogados o preto Jz Eleuterio Hispo por dt 7 palmos t poll-gadase 10 ludias; a dos
estar as circunstanciaste servir em Primei-
ra Eiuia o qual leve destino.
Dia ->a.
Illm. c Exm. Sur Forao presos bontem
minha ordena e tivero hoje destino : Mi-
guel dos Aojos Pereira branco, e Joo Fir- i "dual, isto be a estatura dos mojs baixos
mino Al ves de Lima, pardo Francisco An-"BOes ea dos mais a,los C'tttn,t;s- l^r*
ionio Cordeiro e .lamente Miguel do* J vezes tem aquelles tldo menos de J palmos,
jos, |>reto, o i. pela i. palmilla do lle.itti >JSO ,l,!,lUj daseslalurus gigantescas nao he
por a ler insultado e desobedecido e os ou- ,o 1)em conoecido j e para o fixarmos com
iros pelo Sub- Preleilo d'esu Fregued ; exalido he que vamos aqu dar a historia dos
saber, o a. e ultimo por estarem ebrios ,e 3'i5ailles m;,ls "olaveis. iNesla ei.umeraca
01 por ter insultado ao mesmo Sub-Prefeilo St,ulreino* a 0,de,n das alturas, e nao a
e desobedecido a voz de priso quelbe dera. chronologica ; e para operarmos a converso
JNada mais cousta das parles hoie recebidas tlas anll{Jas medidas para as actuaes appro-
ita Secretaria. veilar-nos-hemos dos conhecimentos bebidos
' em Inini estudo especial da metrologa au-
11 esta
liga.
VarietLrie
Segundo Manetbou Sesostris poderoso
Re do Egypto que levou suas armas al aos
------------------------------------------------'---------------- schitase thracios e que tendo voliado sua
'patria, mandou abrir muitos canaes e ele-
Da estatura dos homens e particularmeiw var monumentos gigantescos pelos povos ven-
te da dos gigantes 'cilios, tinha a estatura-de hum hroe. Ti-
Alguns naturalistas tem esludado as leis a nha 4 cubitos 3 palmse t dedos, que fa-
que o. edecem as variacoes da estatura huma- Ztm 9 palmos 4 poilegadas e liubas.
na, segundo as diversas racas o estado de Rudbseck, na sua obra intitulada AtUo-
se aCabec7deComrcao'ugar;"qe'7os-!t,;',I,Sa^' IST' V*' ^ ." Us' *" *Uei T Ctt,nPJ,ie' sueco "
-:------ ~ .' estatura das mulheres vana mudo menos do ja estatura era de 8 jis suecos, slo he, 10
que a dos homens, e nicamente a esles he palmos, 7 poilegadas e 9 linhas, medida
que se devein applicar as segundes obser- franceza.
vaves. o Imperador Maximino era natural da
Os viagantes modernos e especialmente os Thracia. Tendo entrado como simples sol-
navegadores, tem medido cuidadosamente a dado nos exercitos romanos este joven bar-
estatura inedia dos diferentes povos que haro subi rpidamente lodosos postos ; e pe-
do. Para melbor (narraos a ideia |a raorle de Septimio Severo lo! proclamado
i objecto, daremos algumas destas pelas tropas admiradas da sua estatura e do
j vigor do seu braco. Com effeito Maximino
i tinha 8 pese 4 fiollegadas romanas 011 it
palmos e a joliegadas. Conta-se dellecou-
suindo todas as vantagens naturaes tem em si
mesmo o germen de toda a sua grandeza e
prosjieridade e nao necessita seno deani-
raamento que ponha a industria em aeco ;
e nunca em bum lugar onde a absoluta ca-
rencia de iod.;< a vantagens indispensaveis da
nato reza nao permtle o menor desenvolvi-
mento da iudust:fa baldando assim todo o
< xcitaiuenlo, ij' se lbe queira dar : 110 priinei-
ro caso esl Bonito no segundo Bizerros
logo be evidenle que deve Bonito ser a
Cabeca de Comarca, e nao Bizerres que
at he muilo inferior a Caruau
Diversas Reparticoens
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco corrente do assucar algodo ,
e mais gneros do Paiz que se despchalo
na Meza do Consulado de Pernambuco na
semana de so ; atdo mez d'Abril de 1840.
1100 )
2000) 4ij 1. Q.
1900)
ifaoojijtooa. d.
145o)
'""iifJood
aoo ) T
1800)
1700 )ii'700 **
1 too )
i45o)
1000 ) i^3oo 2. d.
115o)
1000 ) i'oooi.d.
1,00 ) -
Sorte 64
1 5400
*' 44
Assucar B. novo 1. S ar.
9. 1
i. a
800 4. l(
5. 11
t. II
Di lo M. novo 1. s. i.
800 3. 1
Dito 13. velbo 1. 1
2. t<
5. <
Soo 4. II
5. II
t. " ({
Dito M. udiio 1. " U
'lOO a. ti
Algodo em pluma 1. s
a
l
;io visitado.
sobre este
medidas apuntando s os extremos.
Povos de estura baixa. Palmos. Polleg.
dosel)imanos montanbezes
Lsqiiimaus
I aps mesiivOS d Ofack
Kamlscbadalos
Trtaros monges
Foros de estatura alta,
Novo Zeiandezes
Caraibas d'Anierica Meridion
Habitantes das ilbas dos navega-
dores
Palages os mais altos
De
t
t
0 7
7 a
7 a
8 3
8 5
8
9
zas extraordinarios ; poda quebrar com as
mos pedias mui duras arrancar arvores no-
vas jiuxar |ior carros muilo carrejados Be-
ba por dia huma araphora do vinbo ( pouco
mais de 17 caadas ) ," ecomia ;.o ou 40 ar-
ralis de ca ne( medida romana, ou 20 a So
arralis portugueses )
Re guerra que Xerxes Bei dos persas ,
fez Grecia mandou corlar a pennsula do
monte Albos jiara dar passagem sua e3-
querdd. Esta obra prodigiosa fui execulada
ebaixo da dueccao de dous fidal.tos pers.is
Joze Mara Ce/ar do Amaral.
1' raocisco Joze Mariuho.
Feilores e Conferentes
maneira ,,ue a eslalura extrema .los po- chamados Uurabs e Artacho. Esle morreo
vos auoes he da b palmos e a dos povos ,i- Biii de molestia : era hum hornera de nota vel
gantes de 9 palmos 5 a medida enlr estes do- estatura pois que Ihe faltavo i dedos para
is extremos he de 7 palmos e m ,0, Mas pa- 5 eubicos ivaes, isto he 11 palmos t pile-
ra alcancemos e te.mu medio real da estalu- gadi.e dubas, a sua morte affligio Xerxes
ia do genero humano 3eiia necesario me- e o exercilo per-a eri ;io-i|ie hum m
fl.i 11.1 1 una nnnil ... i\i.en'i In.n...,. !......... .. ...
dir em iuda povo a niesma fraccao do nume-
ro dos homens que o coiujioem e tomar o
ierran medio de lodos os resultados. Esle ge-
nero de indagacoes seria fcil para huma Ala-
cio en particular que habitasse huma por-
cao da supu hcie terrestres, e sepaiuda de
todas as oulras por barrenas uaiuraes.
Seguudo esu marcha que tixou j a atten-
co de alguns sabios saber-se-ia finalmente
se a estatua dos homens sollre ou nao algu-
ma vanaco geial. ioje que as citcuustan-
cias atmospbericas tem chegado a hum esta-
do estacionario parece ter acontecido o mes-
mo a lodos os entes organisudos de sorle que
o governo humano possue hura principio de
\iua capaz de conservar para sempre celtas
uimensoes medias do corpo no ueio de to-
das as suas variacues occideulaes. Mas tara
bero se pode presumir que esle principio se
onumen-
lo depois de ihe ler leilo magnificas exe-
quias
Ryckio falla de um Hollandez que no tinha'
menos de ps e meio do ltieno isto he ,
la palmos pullegadas e } liabas *
O gigante (jabbaia mandado d Arabia a
0 Imperador Claudio ludia, segundo Pli-
nto, 9 ps 69 poilegadas romanas, isto he ,
1 i palmos e 1 poilegadas.
Todos sahtin a historia de Golath desse
gigante de escudo armadura e capacete de
bronce, que trazia sempre comsigo huma
cu maca do peso de t rail sidos ( til anulis
e 9 oncas ) e que armado com
huma lauca cujo Ierro pesava too sidos [i ar-
ralis e t oncas J sabia do campo
dos Philisteus e ia postar-se dia 11 le do ex-
ercilo de Sal propondo terminar a lula
por hum combate singular e insultando as -
.




I
{
M
'i


am
DIARIO PEUNASIBUCO
na
%im os guerreiros d'Israel durante quarenta
Vhas. ste terrivel pigarCle a quem David
^ortou a cabeca depois de lhe ter dado com
liuma pedra na testa tinliu de altura ti cu-
bitos e hum palmo Multo se lem escripto
sobre a estatura de Goliath mas depois que
"se acharao as sepulturas egypcias os rub tos
que ento se usavo pode ella fixar-se de
hum modo positivo era ij palmos e meio
de Pars com toda a exaclidao.
Esta estatura nao era inverosmil 5 e eom
'ctleito Del-Sio as suas notas sobre o OEdi-
po de Sneca, diz que vio em i5ja, em
Ruo bum Piemonlezcuja estatura passava
da de Golialb.
Phnio ronta que no reinado de Augusto
liara'hum gmante e buma giganta chama-
dos Pusio e Secuudilla que linbo o pese
5 pollegadas romanas islo he;, palmos .
7 pollegadas e 6 liabas. Us seus esqueletos
conservayo-se nos ardbis de Sallustio.
I' icaria para discutir a estatura do 'ante
inHosbphofc tem duvidas absur-
racieinao mal. Se o povo se
prestigios is ; os
nliilosonhos na se cnlregao todos os dias a so-
- '. 1 .._ 4 ?_..i__________.______
raciocina
das ; por que
deixa atrelar d intrigantes
p.( B.p
Eleazar 1 iudeo, que Artabaho, Re dos
Paridos, mandcu ao Imperador Tiberio.
Josepbo na suas Anliguidades Judaicas ,
lhe d;i 7 cubitos de altura. Se entenda fal-
lar do cubito romano que era o mais pe 110 de todos Eleazar devia ento ter mais
de 15 palmos.
Tal he o limite da estatura dos gigantes cu-
ja memoria nos tem sido conservada pelos
historiadores : he quasi duas vezus a estatura
media do homem e quatro vezes e trez quar-
tos a dos a nes mais baixos. [Vtuseo Univer-
sal. ]
( Do Correio Oficial )
Theologia natural. Pelos ritos, e praticas' O vocabulo prejuizo* he algumas vezes prejuizos, e rros.
Christs he que os homens mais simplices exclusivamente, applicado ao erro-, e ento O povo tem cencas ridiculas ; pir que n>
e fjrosseiros tornao-se mais firmes nestas ver- sempre se toma pela m parte. Serve para raciocina : s
dades, e uestes dogmas, e tem defai mais designar toda a opinio que nasce da igno-
elaras e precisas do Ente Supremo, e do rancia, do habito d'h'ima engaosa insiriu-
deslin do homem do que os Scrates e aco ou d'humjuizo precipitado. Neste sen-
Plates isloh; do que os mai1? celebres tido dizemos : os prejuizos d'Astro!o*ra r*
philosophos d antiguidade. Por isso em os prejuizo do falso ponto de honra nos du-
ullimos lempos da fa can liosa Revoluco Eran- ellos, os prejuizos uacionaes os prejui-
cera os Theophilantropos ahrira templos zos do lempo, &c. Mis aihda de haixc
compozerao livros e estabelecerao ceremo- deste respeito qual he a classe de homens,
nias tendo reeonbecido a necessidade de fi- em qual quer materia, que seja que nao e-
xar e propagar o seu atheismo por hum cal- nba prejuizos ? A mesma Philosophia nao nos
t. isnta de pagar esle Irihulo ; fraque/.a liumi-
O mesmo atheismo absoluto quiz ter seus na. Geralmente beaccusadoo povodecheio
pon I i fices seus ritos e seus altares. Pri- de prejuizos de ser samare seducido por vas
meiramenle dedicarao-sc templos ; Raso apparenci is de nunca ver as cousas se nao
caii[,rao-se hymuos e celebrara-se Testas por huma face de crer en lodos os rumores ,
em honra e louvor desta frgil divind. de dejulgar ordinariamente da opinio pelas pes-
Ao depois melanclicos, e terriveis sectarios, soas e destas pelos poslos t ou dignidades,
que tomra o abominavel titulo de homens que occu; o~. O povo ( diz-se) teme a appa-
sem Dos reunirao-se em sociedade para rieo dos cometas ; visto que por hum con-
conspirar contra o mesmo Dos. Estes des- curso fortuito grandes desgracas se o mani-
gracaaos levando a irreli:io a ponto de fu- festado 110 anuo pin que vemos os taes come-
ror e de estupidez ousrao obrigar-se por tas. Elle ci, que o sol anda, e a Ierra est
juramento a delirein todos os espiros h co- parada; porque a irnmobilidade desta, e
racSes a ideia e sentimentodo Dos vivo e o curso daquelle sao para elle duas cou-
rivel, cujo augusto nome s he capaz de sas appareuies. Confunde a simples alegaco
Carapuceiro
garantir a dos juramentos ; porque so a sua d hum laclo com a sua pro\a. Qual quer o
vista pode penetrar o abysmo das conscencas : Ilude huma vez que ande bem irajado, e
Estes furiosos liubad assemblas peodicas, faca figura na sociedade. Tudo sto he n-
conyocavao povo e ocal hequisa vio | coulcslael : mas la ni bem o nao be o serem os
Elles procurava intimidar por ameacas a philosophos pov e muitas vez.cs mais
aquelles, qimrecusava adherir, ao menos que o mesmo povo? Comparemos, e pilgemos.
por baixa condescendencia ao sen ensino cri- O materialismo e atheismo de huma gran-
minoso Apregoavao que quoria vivw se- de parte dos nossos jovens metlidos a sabiehes,
parados do mundo ; professavao a hypocra nao sao accaso duas opinioos a me podemos
renuncia de todos
. phistas imprudentes ? A final se o povo tem os
prejuizos da ignorancia, e da timidez; os
philosophos nao tem os da presumpco, doa-
inor proprio e do falso saber 1
Eica pois demonstrado que os prejuizos ,
O fanatismo e a saperslico tem o seu prin-
cipio em a fraqueza da nossi nalnreza e ni
em a llegiao : que desta se pode abusar, co-
mo da Philosophia e por eonseguinie le fi 1-
grante injustica indigilar a supersticao,os pre-
juizos e o fanatismo como huma e a mesma
eousa com a Religiio de maucira que quem
se desizesse d toda a iduia religiosA poderia
curar radicalmente us bomenQ i tismo de lodo o prejui/o e de to la ajsu-
persticao. Tttiiho por iuteressantissiina esta
materia: DOrisso
(Continuar-se-.)
VARIEOADE.
O Quiproquo Ancdota.
O Yleslre do Archeduque Carlos irmo do
Imperador explicava-lhe a passagem do An-
tigo Testamento em que se cuota que Sa-
iomao Uvera 3oo mulheres 0700 concubi-
nas. Oque sao concubinas? (pergunlou o
Principeziuho); Mestre rcspondeo-Ihe ,
que assim se chamaVa as damas do Paco du
palacio de Saloman. Na mesma noile achan-
e toaos os empregos ; impunhaS- assinai os mesmos caracteres e a mesma o-! do-se o Archeduque com as damas da Impe-
se a lei d> nao assistir a nenhum festim a rigen, que s opinioes e prejuizos mais! ratriz, sua rai disac-lhes elle sarrindu
banquete algum Pareca, que taes indv- grosseiros do povo? Sobre que fundamento a Que ja' sabia o que ellaserao : e como lhe
dos anda Imscava conservar alguna com- creem taes materialistas que a maieria he ,' pedissem houvesse S. A. de explicar-se
munirago com os detnais homens s para dis- que pensa e que Dos nao existe ? He, di-| Pensaes vos disse que ignoro que 10-
seminar por toda a parle o contagio a morle, zem elles porque nao vemos a Ueos e en- das sois concubinas de meu pai ? As damas li-
e o crime. Mas quem acreditara? Estes mes- miramos o pensamenlo unido a carpos orga-' zera-se de mil cores: nao sabia como to-
mos homens tinha instituido solemnidades nizados Ueste modo hum astrnomo nao he! massem o negocio, o qual sendo a final ex-
No meio dos seus templos estava poslo bum atbeo, se nao porque zanga-sede nao achai a plicado deo motivo a muila gargalhada.
volumoso registro oeste infame documento, Dos na exlremidade de seu telescopio oju-|
onde se escrevia os nomes e acedes dos que rist'j porque nao o ve demonstrado noPas-:----------------------------------------------------
tinha a desgraca de ser recomendados por es- coa l e o medico torna-se materialista; por-|
ses sacerdotes da impostura eda mentira e- que a alma humana escapa aos instrumentos j
ra appresenladoao respeito e adoraco d'bu- d'Anatomia e nunca pode corlar, v. g. i
ma multido insensata e devia substituir en- pelo juizo pela memoria, ele com o seu es-
tre as Naces o Dos do Ceo, e da trra calpello.
Cousa inaudita e at ento sem exemplo Que mais faz o povo quando er no curso
Nao se quera mais, que a RcIi;.o tivesse do sol e na irnmobilidade do nosso globo? C.wta-me com certeza que a Cmara Cu-
clillo ao mesmo passo que a impiedade o oh- Elle fica as app.irencias como o materialis- nlc,P;l Pr^ew* madf aa lK,t,er,aj (lesla *"-
tinba Que digo ? So a esta era permitilo ta e atbeo ; e iiisto ainda be mais excusavel, UC2:ia P* i;" c"
acceilar e conservar seus fiei
sumuia as formas e apprirato d.i
O incrdulo parece sempre suj
Religiio he a fonte nica dos pr.(
supersticao edo fanatismo. Mas quem ha tivesse no caso d'examinar outros actos que uoso,, das padenas^
hi que ignore, que qualquer opinio reli- se llie nao podem tornar fcilmente sensiveis.
giosa poltica, ou pbilosophica pode produ- Pelo contraro o materialista e atbeo achao
zir cnlhusastas e fanticos? Meras questes em s o sen lmenlo ea intelligencia que
de Gramroatica tem chegado quas aos extre- nao tem nenbuma das propriedades da mate-
mos d'huma uerra civil. Logo os prejuizos, ra: elles encontra em sua consciencia e
e supersticao nao partem nicamente das pra- raso o dogma da necessidade d huma Intell-
ticas e ideias religiosas O famoso Impera- gencia Suprema : vozea, que oscorpos pen-
dor Juliano lo phiiosopho em seu gover- sao, e a materia be eterna, confessando ao ,
no nao se moslrou o mais supersticioso dos mesmo passo que nao concebem nem hum I Prec.sa-se de urna ama de casa para ho-
humens em suas ideias ? H incrdulo que nen. mitro desles dous mvsteros ; e tendo de mem soUe" e H"0 Sl s;,!eite a faier as com-
dexa de cier em heos para arredilar no diabo. escolber ou estas trevas e'spessas que pare- pras necessanas ; a que cstiver nestas circuns-
Bem incrdulos era na men idade Cardan cem lanzar bum veo fnebre sobre o univer- '
Pomponace e Bodin e enlregara-se s so, ou verdades que, posto que ucompre-
Euthusiasmo, etc.etc. (continuado do N. 3n)
Mas para que sao essas ceremonias (per-
gunta o incrdulo) esses ritos ,f essas praticas ,
que nao sao a vrlude e desgracadamente llie
usurpao o lugar ? Que outra cousa sao ellas ,
se nao a supersticao reduzida a regras e a
principios ? Nao bastara reconhecer hum En-
te Supremo e render-lhe as homenagens in-
teriores nicas que sao dignas delle ?
JNo permita Dos que eu pretenda sub-
stituir as virtudes edeveres por formulas:
mas perguntarei antes de ludoao incrdulo, se
urna Religio puramente abstracta poder nun-
ca tornar-se nacional,ou popular? Sedeixar,
de intibiar-se para logo huma Religio desti-
tuida de culto publico ? JNo conduzir ella
infallivelmente a multido idolatra ? Nao
he por ventura q*ulto que conserva a dou-
trina ? Huma Religio que s lallasse a os
sentidos continuara a ter a soberana das al-
mas? Senada reunisse os que professaS a
mesma crenca nao haveria tantos systemas
religiosos quantos individuos ? Poderia man-
ter-se por muilo tempo huma Religio desti-
tuida de iuslituices e de praticas? Por ul-
timo nao seria inteiramenle apagada do cora-
cao de lodos os homens ? Accaso os r biluso-
phos lorna-se anjos torca d instrueco e
de luzes ? Ecomo poder aguardar que e-
Jevem os seus semelhanles classe sublime de
puras intelligeucias ?
$6 se deve fazer ("dizem) o que be til ,'
e ensillar o que he rasoavel. Bem: mas pri-
meiramente cumpreassentar no que he rasoa-
vel e no que he ulil. Reinara mais bai mo-
lda enlie os Sis. phiiosopban es depois que
sao iireligiosos? ^o tem cada hum delles
u sua opinio particular e nao -e v rediuido
nicamente ao seu voto ? Qual a verdade no-
va que se baja descuberto a respeito da sci-
dus costumes ? Entre lano os Philoso-
> de boje julgad-se mais sabios, qeos
de bontem. iNa Alieroaiiha a Piiilosop*hia
moderna de Kantj ioi suUbcad pela Pliilu-
phia mais moderna de i' u ble e esta j
cha substituida pelo Ecletismo. Se ha ainda ;
alguma (ota de est.-.vel e constante he entre
os que proftssa hum culto e eslao unidos!
pelos mu ulosda Religio* Os mais nao nos
podem dizer no que creem: elles mesmos
11-ao sahem receberad o poder de destruir
nao assim o de edificar.
Negar a uiilidaue dos ritos, e pratieas em
materia de Religio e de Moral lie dar pro-
va de delir), e de inepcia; porque he o
mesmo que negar o imperio das noces sensi- I ^uus duvidas ou de seu sceplcismo com a al- philpsoohos nao adoftad successivamenle to-
veis sobre entes que nao o puros e.piitos, [ei,co que f presta a os mais pequeos ne- dos os svslema? Ha luim s absurdo (diz o
Correspondencia,
Srs. Redatores.
Sou seu repeitador
O Inimigo da fumaca.
Avisos Diversos.
praticas ,
Os
e opiniues mais insensatas.
hensives, se alao a lodas as mais verdades j
__Frecisa-se alugar urna escrava para o
servico da casa de um homem solleiro : quem
arasao, sacri--|"W nnoiieie.
prejuizos nao sao cerlamtnte parlilha conhecidas do sentimenlo .-.
exclusiva da Religio ; porque se b prejuizos fica perpetuamente a realidade, cu.a eviden- I & Q"em *luiser >raPrar h"ma .Glande
religiosos tambom os ha d Estado de Soeie- ca enconlrao em seu espirito e eoraco a | Prc lle ^ |.ara Olana ou padana diri-
,. ija-sea ra de S. Uonsallo sobrado D. 14,
para o ajuste.
tsy Quem precisar de roupa lavada e en-
gomada com muita pfomptido casseio, e
por preco cpmmodo, dirija-so ao becodu Bom-
ba caza D. 6.
- Uma raulherde muilo bons costumes,
perita cozinheira masseira doeeira een-
offerece para ama dt
dude, e at de culo. Prejuizos exislir apparenciassem pro\as que maia a o mes
em quinto exisliren homens. Em geral en- mo tempo o eoraco e o espirito,
lende-se por prejuizo toda a opinio que n.io O povo (lamben se diz) admitte as relacoes
formamos por nos mesmos e s" a abracamos de causa, edeeitoem os aconteeimentos,
de outiem ; e (leste modo assim averdade, cujo concurser nao beas mais das vezes, se nao
como o crio podem tornar-se materia de pee- ol > juizos. Quantos homensadherem aossyste- ma guerra, <'huma lome ; ou d huma peste
mas de Copermco, onde Newton, sen to- com a appari od'hum cometa. Mas quantos .
uhecer nenbuma das rasoes, em que se el les systemas physicosll que prova que em Jjoma delra s
lundao! be ueste sentido se pude dizer que innmeras occasides os philosophos nao lem q- peender, dirija-se ao sobrado por
a mnllido lem aferr s verdades da Ueligio tido mitra Loica di fe reo le da do povo as c>ma do |,ul
por prejuizo; 1..111! em por prejuizo he, que Hitoris quantas revolucoes polticas se nao
ella abraca todas as opinioes verdadeiras, ou ailribuem a causas que noas produzira !
falsas, que vogaS no mundo, im toda a u poro realiza chimaras: eos philosophos
que- nao realisad abstraeces ? Nao b palavras
le casa
partea sciencia lie patrimonio de hum :ej
10 nuine'o Por ventura os mesmos incre- obscuras, einiilelligiveis, que exeresm so-
dulcs os sceplicos hus obstinados o sao iodos hie pralenuidos philosophos o imperio lyran-
elles
irofundo coubecimento de causa ? Tein nico. que certas praticas exercem sobre a mul-
exaniiii..do e discutido os ubjectos de tido:' O povo ce em todos os boatos : eos
e negar igualmente a loica do habito. O ri-
nos
Se na
los ,~e praticas sao paia a .,oral e para as ] N Ja[|0l, a 0 Cai votuo ; parece que
veidades religiosas oque sao signaos para hoje com goal raso pederemos lastimara
as ululas. AoCl.ristianismo he, (jueaEu- u.ciedulidade (Jo carvoeiro. Qnanlos plii-
ropa, e o universo deve a conservaco gran-
de verdade da unidade de Lieos, da imniorla-
jidade d alma e de todos os mais dogmas da
losopbantesdoreiha nenhum Ululo lem paca
reclamar contra o poslo obscuro ,
mgoa vulg&r sempre niaxi. 1.0 Orador Romano; que nao fosseeslrea-
do por algum sopbista ? O povo condus-se por
mximas sedii,as : elle abraca por verdades
iuconleslavcis proverbios, que nao sao se
os philosonhos quereui levar
nao prejuizos
I he assigno
que agora j ludo por gcnei lidades
applicuco illiroilada sao
vagas ,
simuluiicaraente
alguma embarcico pro
pode Polica.
-----Cazo baa alguma emDarcieao p
posta para o Cetra ou iVJaranho a cujo dono
conventia (|iie c; ejuc ao porto do Acarac ,
annuocie ou dlrija-se a esta Fyp. pois se lae
aliaiica de Velo perto de4tre/.eiilos mil res.
-- Vende-se urna escrava cieoula de meia
idade ptima para tomar sonta de urna caza
pela sua conduela e pelas habilidades quo
lem que sao : cozer engomar, cozinliar,
e lavar de sabo ludo com muila perfeico ;
uesta iyp se dir quem vende.
Na ra de Hoitaa casa i), o, ha avn\
senhora que se uropfi a recebsr meninos com
ama pare s ci i ir e lambem recebe os que
11 tfj acabar de criar com
V
que em sua nao tiveren ama p'
tudo o un 11:0,e amor.


4
DIARIO DE PERNAMBUCO
anas
a
tzr
ra do llanpi
Ptecisa-se alngar una casa
terrea na
que tenha quintal e ca-
t intha do ha '4<>00 mensnes da-se fiador
r S meses a diantados ; venda dcfroule do
placi; anini como ven.le urna porcao ti
garrafas vasias*
T Desea-sc fallar com o Sor. Thomaz
Marque de Jess, e Antonio Marques dos
Sanios naturaesdo Porto a negociode seus
ioteresses, na ra das flores ultima casa pe-
);.i!a h coxcira.
ty ()>r Bernardmode Sena Das, di-
lij.-se as b ponas Ponas venda l). ).
' jry- O abaixo assigoado fas scieole ao res-
pcitavel pulilico que a sua residencia he na
ra do \ gario e que vai continuar no seu
officio de artista de instrumentos nuticos, e
de riividir trra?. Jo Antonio da Silva
(rilo,
ssr Na ra do Rangel I). 18 primeiro
andar da-se dinlieiro a premio com pinito*
es de curo e prats; assim como vende urna,
earleira de campanha com seus pretences
para cscripluraco.
s3* Preeisa-se de um traballiador que
entenda perfeilanienie de padaria; na rua
(.;.;,:. i I) ;
E5i>- '.ricnda-sc um sitio na estrada de Jo
o de Barros com boa casi de v i venda fl
ijual alem de bastantes com modos tem um ex-
VST Findos os das da Le se ha de arrema- | rangi estricto de Senphaem com mnito bo-
malar por venda o sitio denominado Porto da as madeiras de amarello $ na rua direita D.
m.-.deira em behiribe perlencente a os her- 64 do lado do nascenle. _
deirus do tallecido Capilao mor Antonio Jos XST Urna cscrava de nacao mucambique ,
de Suato, esuamuluer, pelo Juis do Civel de idade do i3 annos cozmha
da 6. Vara Escrivo Pereira, acha-SO ava- urna casa engomma liso e coe ebl J em q
liado em .oo.oooris. forade portas casa terrea de duas portas de-
(^ Preeisa-se de una sen hora de bous
prximo e a preco mais barato de que em
mira qoalquer parte ; na rua do cabuya loja
coslumes, e que nao lenha familia para en-
cinar a duas meninas na Provincia do Itio
tiran ledo Norte em Villa lora da Cidade ,
deveudo para isso saber lera 1er eserever ,
e contar ser bem versada na gramtica, ari-
tbmetica e mesmo ua arte de msica e sa-
ber perfeilamenle coser bordar lava iuto ; a
nessoaque esliver neslas circunstancias, di-
rija-se a rua da Cruz n. 00 das 8 as io horas
da manb no praso de oilo das.
UST O Sr. MiguaJ. Ferreira Nunes Gui-
maies, dirija-se ao Recite loja que fot do
f. (JUirellU a liin de receber um caria e
una euCOiniueuda viuda do malo das y us i i
Ua uiauh.
MW Aluga-SC U.na casa terrea no beco lar-
go a>i Matriz de S. .uilonio 4 com bjrn
quintale porlb puia serventa ; a fallar com
ilauuei Cacuniro de Moraes,
francesa de Alfonso Saint Martin.
T Meios billetes da Lotera do theatro ;
o diario de na rua do Queimado loja de Joaquim Heni 1-
ne da Silva D. i.
l~T Bill.eles da loiherii do (heatro rece-
fronte de urna venda nova. i hendo-se em pagamento bilhetes de qualquer
%^r Duas pretM com boas haheldades lotera ; na rua do collegio loja da quina o
urna dita com leite para criar dous pretos
celleut soto com la ludas de parreira a os
lados da mesaia e-cora muitos e. ptimos ar-
voredos de Inicio, eutre os quaes lia urna Un
,10 aqueira prop'fia para recieio ; a tratar
com o Tenente Coronel Manoi i Jos Marluis ,
l.wlu.l.. -OC1 I), i.
Aviso? Ai muimos.
no
PARA O PUKTO segu viagem o Brigue
Portugus Ventura frefu, Capitio Antonio
i rancisco dos Sautus quem no mesmo qui-
ser canegar ou hir de passagem dirija-se ao
Capitn ou a sea consignatario Joo liaplis-
u Ubeiro de 1 ana.
PAliA A BAHA sahir com brevidade a
Escuna Nacional Emilia Capitio Jos llai-
inundo da SiUa 5 quera quiser carrejar, ou
. 1 t' mu 'rdi: i.as.u ieui tlin,a-se a rua da seuzala ve-
-tiu atra dos aiai unos casa de i roiu- i n .1
na a casa Uc .tianoel rraucisco 'onlfcs.
lugar na solidad-,:, casa
IW A pessoa qucunnunuou querer com-
prar um realejo sendo queira um roo c ira
,, Nlirrdrvs tom peas de msica uin-
ja-se a
las verdes.
i.v Arrebda-SC um sitio no estrada que
vai de S. Amaro para lielem com esa d-*
Pasto.
Meios bilhetes da Lotera do Theatro a
45oo rs. : na pracinba do Livramenlo a6
loja do Sr. \anoel rlorencio Alvesde Moraes
Sl^ Meios bilhetes da loleria do theatro a
1680 } na quina do beco da Congregaco D-
cima ai.
IZT liillieles da Lotera do theatro a \$o;
na rua da *,adre de Leos venda delronte da
lgreja.
tST Urna negra mora de bonita figura, Loa
engomm-.deira e cozinbeira refina assucar,
faz doces ^ a rua ao sol arma, en de cap :.
Ji C1 tiVoS
US" No da > do corren te fugio um negro
por ame logo nac.io calabar com os sig -
11 jes seguime* estatua regular, seca do
CoijiO na.s de 60 anuos cara redonda, bem
barbado e um pouco fula picudo de bexi-
gas Dariz chalo, grande tabaquista al-
. um 1 colisa calvo tem canella in.i, um joe-
c|e lno pouco mais grosso que o outro e os ps
tallielados: este negro j 01 ven-
fAUA L1S!5UA natura com
vidade possivel por tur a
bre-
oplimos para lodo o servco um moleque de
idade de 18 anuos de bonita figura e urna
negrnna de idade de i anuos ; na rua de
agoas verdes casa le rea I). 37.
P A posae.de um terreno sito nos alo-
gados no principio da estrada que vai para
a Vanea om i palmos de frente tem 1
casinhas na frente de pedia cal, reforma-
das de novo, c alicerces para roais de S casas ,
duas cacimbas e um tanque para baubo dous
ps da coqueiios |a dando Irucio paga dfi
loro 4o rs. cada palmoaiiiiualmeole e o alo -
ramelo he perpetuo ; na praca ua Boa nsla
botica O. 10.
tBf Duas colxas de damasco, urna iuul.e
outru encarnada 5 na rua dos .Martirios casi
J. .5.
^JBST A obra completa de geometra em bom
uzo ; lia na das Cru/.cs \J. 10.
tST ma escrava creotila de idade de o
anuos com luna cria de dous anuos com
?uto bom leite cose, engoimua ,
sofrivel una dii e angola de idade
1 a anuos com as uiesma= babelidades ; iu rua 1'uco .,,
da cadeia do liecile luja n alfaiale por cima
da loja do Sr Cardlo Aires
y iiiciias de boa qualidade a i4o c a i jo,
ese responsalielisa pelas que nao pegarem;
na.iraca da Independencia loja de uailiei.j gt-se a toda e qualquer pessoa queoencon-
j '.^ liar o mandein pegar ( nao se liando nas
^- Bilhetes da lotera do theatro a 8doo ,
e meios daos a ^400} ua rua do v^uenuado
dedor de pao pelas partes do Hozuriuho ,' Ca-
za-lorte l OcO l Oliuda j levou carniza e
seroula d'algodo e chapeo de palba : est
reierido negro niuito regrista e por isso 10
suas labias) e o mandein entregar na rua dos
yiiaittia, paderia I) 5 onde ser genero-
ca .Muniz lavares iaz scieule ao respe
'ublico que mudou a sua residencia para a
rua do Ko/aiio estrena sobrado de .i andares
por cima da botica do .Sr. l'aianhos ; onde o
acharad promplo de manb al as 9 horas e
a tarde das duas al as 5.
*y Quem precisar de 100,000 a 1 :ooo,ooo
C .0 ni p r a s
KW
a iuros com firmas a contento, diriia-se a prxima ao no emo l.airroe a. .11
esli Tvno-rafia. I v 1ue seu ialr "a exceda (le a j0
' ssr" A cria de pai e mi que quer ir para | ru ; na rua de agoas verdes casa lerr
urna casa capaz., dirija-se a rua da moeda J7
m. i5i defrone de um sapaleiro.
53^" A orla de pai e mi que eeoOerecc pa-
la urna casa capas dirija-se a na do Livra-
menlo D. O-
C5* Qualquer Sr que precisar de um h-
bil proltssor para aprender ou mandar
cnsnar francs latino filosopbia rbeto-
rica e as piimeiras letras grammalicalmen-
te por um sistema melhodico claro ecoi,->tls i 4m H' annuucie.
maior narle da \ loja de la.eudas de danoel Joaquim .;ilveira menle compensado do seu trabalho
x_v" Sodia a i de Lezembro de 188 des
appareceo uin negro de idade de jo a \o ai;
nos com os siguaes segiiintes ; estatura re-
gular, nariz cnalo comalgumas marcas de
bechigas 110 rosto, urna pequea uevoa em um
o i lio tem urnas pequeas glndulas no pes
coco, que su se couliecem apalpando com a
mo, de nome Antonio e por alcunho be co-
uhecido por iMajor ; quem o pegar leve a seu
Sr. Francisco Hodrigues da Cruz morador ua
rua dos Quarteis que gratificar com cein
rail ris.
ssy jN'o da 2i do correnle fugio um escra-
vode nome Sunao estatura regular, ca-
bellos blancos lera duas feridas na penia es-
uerda, e os dedos grandes dos ps torios para
. iniudezas junto a botica.
tSS" Billieles da Lotera do Theatro a 90S0
c meios a 40,00 ; na rua do Cabug loja de
Urna morada de casa terrea ,'em boa relojoeirojunw ao &r. Baudeira.
rua com lano que tenha ,o palmos de fren- bill.eles da Colena do I heatro,
le, e quintal, pr.ier.ndo-se a que tiver mais a 4^0, e Htenos a b;oo i no paleo de i\. S.
einobairrode S. Antonio, do Terco venda U. 9.
ouo de S5^* tiiibeles e meus ijitos da lotera do
a Ue- theatro; no atierro da lioa vista U. 9.
g/- Lima escrava creoula de idaue de 19
Tres libras de tartaruga verdadeira anuos, cose,' eugomma reua assucar, la/. | enlro co.n nm caloraba pequeo na testa,
ou mesmo n.aior porcao : quem liver an- doces de vanas qualidades, e eoz.ua co.n levou vestido calcas de estopa sera mais oulra
uunc; perleicao 5 na ruadueilaU. u lado do Li- cousa ; quem o pegar leve a rua do Collegio
ISTS^f* L 111 carrinho de 4 rodas em bom vramento.
eslado e que nao sea mudo taro dando *^" 'S:el0S b,,hetes da loler,a ,io lhealro a
o comprado, um fiador abonado ; na rua 110- 4*u i o aterro da lioa vista loja J. zo.
vau. jb, ou i.nuncie. ^ Aicms bilhetes da lolena do lhealro a
4aoo j ua pi'ciulid do Livranieuio luja de
fazendas U. i.
i_*- Meios bilhetes da Lotera do Theatro
,SjKT A onra ue 'noci de Jure beli aj
Veu das
a j~o, e cauetlas lo.a de iiiauoel tiouiua de Carvalho ao p du
aroo de S. Auloniu e na rua nova vi-naa do
y lUeos bilhetes da Lotera do
Theatto, iiue Cvjmc iiiiiJicU.iivclinc.1 Luna, .s.
____;, / ;,/-..... i_j- .Meios bheles da loten
ipir corre 110 da -aj
. uno J. U. Kclles que se acha plenamen-
n- aulhorisado. \
K> Aluga-Pe um segundo andar com
.modos para familia, na rua do Rangel de-
11 unteda>casa que loi o sello; a tratar no
mi smo.
\Lj- Francisco Antonio Vieira
p ira o [lio de Janeiro.
>ar Ao amaiihecer do dia ao do correnle ,
rnitarSo da otaria de Francisco Carneiro Ma-
llo Kios no Lugar da Pirauga |Kivoaco
., (logados, done jarros de barro aliados ,
. u pintados de azul um con*, p de alca im .
. 1 utro com p de mangeroua a peasoa a
.i.- ni for oBereeidos os peder aprehender e
. otnder-se a respeilo com lodoilo Juao Ba-
1. .1 de Almeida.
\ r Pede-se ao Sur. Tbesoureiro da Lo-
Ivi la do theatro, que no caso de sabir pri-
1. do o rucio bilhele u. 09 nao pague endo
.. laiicisco Antonio Pinto queopeideo 110
uiOQia, da rua do Cabug. ale a Matriz
f.c.iia banda eroga-sea quem o aoiiou
. ( mo reslitui-lo ice a la do ilzarie
,.,. 04 vilatasade Barbeuo
>iV (Jni brasiieiio de mude de 5 annos,
t ..irtce para caixeiro de rua, ermazem,
o i-ai ripia do que tem bastante pralica ou
ai4a mesmo j-u'
tjueui o prelendtr dirija-i
ik. .1 uycu.
siguma Kripta em du
a keuda dt nonti
ii-,0 dirija-se a rua da Cruz 11. j segun-
do andar deronle do Niucho. Adverte-se,
que assuas lices podem ser presenciadas por
(lualijuer curioso e promette em pouco lem-
po mostrar o seu destelo. isr Muios bilhetes da lotera do The'atro ,
ajr JeoKeUes, ansa aorespeitavelpu- U iaf um an uo (.oiieite, a As joo; ..... ,,,,.-, ,.
,. 1 1 r i... ~ (iue coi 1 e 110 uia *} do conoide or mu
|1C0, quetendoHe User viagem para fc-,e sjanUla^ de dlU#* a 500 lea nesta C(,.anudo p.eco na ra do crespo nudo do
,pa. fica encarregado de sua ca: fypog,:aphia# arcoued. aonio toja U. o do lado es-
asr liilneles e meios ditos'da Lotera do querdo na praci.tha do Livrament.. luja u
Theatro a 4^0 ; na rua nova loja Iranceza aJ por bai.vo ao Coiisui b'rautez, e no largo
U. o delronte da ualriz. do Juivi-umenlo loja de leseadas junto ao aifai-
taS" Caulellasda aociedade Fortuna Ty- ale u '
Ipogralia, divididas de biliietes da presente -J' U;" eCr*vo |ue M,,e. Irabalhar em
retira-se lotera do Theatro aooiis, na praca da saliuas, uo qual serytuo tem sidu empregado
Independencia loja n. ao, e na loja de en- desde sua menor idade, he bom canoeiro, re-
cadeinador n. ao ua rua larga do uosario mamullo hem, e propria para embarcar, ou
loja de iniudezas D 7, na rua nova bja de para pescara de que euUmOe j urna cuuoa de
ferragens u. iodo lado da Matriz, na na amarello, Ue waneira multo Leve de vara,
eslieiia do Rosario loja de trastes i na >in proporees pura cane^jar i.j pesaoas ; ua
rua direila veua que fui de Jos da Penda, ruada cadeia .^j. do fuzeudas Ue Joaquim
e na loja de couros U. 1 t, atrado Corpo San- Cionsalve. Cascan.
to venua U. o, na rua de agoas verdes venda ^-f Meios bailetes da Lotei ii do 1 heatro
ij.a. que impieten vilmente con e a 7 do crrenle,
isr No atierro da Boa vista lojf de miu- Pur pievomuicouimodo e tamu'em cautelas
desas). iu sa patos de duas solas para Uo- diviuniiisera decima, e lercexra parle, eslaa
u.em ptimos para hit efbo, sapa los de cor- o primeiro premio i:000,00o preco uoo ,
davao para senliora ditos de msrroquim ,
dilos de seliui dilos de como de lustro bo-
tius para senliora obra frauceza, spalos
ue duiaqme oe Lisboa ditos de marfoquim
pelo a 900 e dilos para meninos
iy una pula mu bem parecida boa
Cigouiuiadeira e (ozmlieira cose sofnvei ,
de ijons coslumes de idade de "o anuos ; na
1 ua de -"i las sobrado que laz (juina cora o bc-
armazem de bahus 10.
lUllVkiltilltU (J JOilO
NAVIOS ENTRADOS NO DIA j
1.
po-.iubo u 4..
Uf Por pieco comniodo urna legos de
[ tena eui quadio no Jugar denominado Pi-
bciodo pono a^i Canoas casa 11.
_j- iieius liillieles da Loiena do i'heaUo
.jo .0 j na rua doCiespo U .t uorie.
i^v" liiluetes e iii>.ioj ditos ii LjIi ra
Jnealro a 4J00 j cautelias corrcipjntoiil
ooieiS) e.u > vota premio iulalivel,
ea tulco. x>" ius do Cuilegiu lu a ue icio-
joeiro uelroiite ua liepariicao obras pu-
.mius Eahi ... pagamentos de cau-
telias das loleiias pSss.uas.
^ .u/' dapaloa'iiaueezesde urna eduas solas,
e dilosde couiode lustro ludo cjiegadu de
AMSTEilOAM ; 5o dias, Calila Holan-
(le/.a CoLsman de ai 2 tonel Capiuio C.
li, Avckomau equip. 9 carga lastro ; a
N.O. Bieber.
niODEJAlNElllO; odias, Patacho Nac.
Paquete do Rio de 116 tonel., Capilao
Manoel Francisco da Silva equip ia ,
carga carne e varios gneros ; a G, A.
de Uarrps passageiros 1 brasileira com 1
ill.a, e urna criada e 1 por tugue/..
BAlfiA 5 lidias, UialcNac. Emilia de 45
I I tonel. M Jos Raimundo da Silva ,,
equip g carga vanos gneros 5 a Manoel
Jiancisco Ponies passageiros hrasileiros
2 e portugus s i.
RIO E JAiNURO ; Jo das llrigue Cac.
Descubridor de ,ig tonel C'upito Jo>
rraiicisco Femanues, equip. 11, carga
carne ; a Aiuoiim.
ENTRADOS Si) DIA a a.
ALTLNAi ; loiias, Brigue Dinamarqus
kiaidicode 1 tonel Capito J?, Joane-
SU I: I
. "i()a vanos gneros; a
o1
un. 1 >. ,,iu um lamuur,;ucz
S iJ OS .^ ...,;- .O DIA.
. )'; Patacho Nac. Rsinha dos An-
JOS d. i.uiz Custodio Pereira carga va-
ro,
RTU RICO; Polaca Uespanhola Lia-
maute Cap Paulo Uunasire carga a-
godo, c assncar.
LRU1 LA A TI P. DE M. i*'. DE F.= i34


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