Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04067


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Full Text

Anno m 1840. Quinta Feira

Tudo ar^ora depende de nr* ronmnv, danos* prudencia, modera-.
C'O, a energa : continenlos coino principiamos e seremoi apontadu*
C m admiradlo entre as Nacoes mascullas.
Prvclamacfio da Assemblea Bral do fraiil.
\
I
?
"

ian'ados
ndencik
IIII i icios,
Suhscreve-se para esta fnlha a IfoM por qnartel papos adi
esta Tipografa, ra das Cru7es D. 3, e na Precaria Iudepe
fas. 57 e >X, onde se recehem correspondencias lepalisarias, eann..
insiritidc-se estes "ralis, sendo dos prvprios assignanies, e vindosass-
gnados. *
Partidas dos Correios Terrestres.
G )R BRIFa NtJMRRO 87.
e=**
Londres.,.,
Lisboa ....,
Franca../.,
hio de Jam
ono
i5.
C AMPIOS.--Abril
3i d. por Ifuon ce-x.
73 por o/O premio, por mcialoiJerecidoi
70
SyJ 'cu por tranco.
ao i>nr.
ti#(oo ri
V'oeda de
, Ditas
Ditas re 4ffoo r>.,
PKATA *. Pataeftts Bratileiros__________
t Pesos Coluntiarios_____- -
Ditos Mexicanos --..._____.
'.nula.............__
Ilesconto de rlhctes d'Afandega ; i/K pos
l'larH ue Letras 1 \i\ fl
Moeda de coiire 3a 4 'or 100. de disc.
VelliaS l',';~y.:o
Novas it5oo a
S '00 a
1*6.
18t1C
.'ou
loo ao mes.
\. 'iJO
4^400
/.MI
#6o
i/Rto
146J
firme.
Cidade da Parahiba e Villas de su pretendi...........
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas Idetn...........
Dita da Fortaleza e Villas dem..................
"Villa tl< Goianna.................,........
Cidade dr- Olinda.........................
Villa deS. Anto.........................
Dita cleGarantutns e Povoaro do Ronito............
Ditas do Cali Serinhaem. Rio Fonnozo, e Porto Calvo. .
C-dade das Alatjoas, e Villa de Macei................
Villa de Paja de Flores.........................
Todos os Correios partem ao me/ da.
...
i Segundas e Sertas Feiras.
. Todos os das.
. Quintas letras.
Das lo, e 24 de cada mes.
dem 1 11, e i dito dito.
> dem dem
, dem 13, dito dito.
13 Segunda
14 Terca -
15 Quart. -
16 Quinta -
17 Sexta -
18 Sahhado
19 Dora. -
Dias da Semana.
- S. Hrnrtemlgidj W.......SesOo da ll.es. e a.,d. do J. de da a; ?.
-- S. l.bnrcio Jl...........Hel.. e aud do J. da I. v doC. d m
- S. Ka/ilissa M. -----------------S4>ho da l'hez.
- S. Kngrac a V. M. --"-------- Guardare do laeio da
- S. Aniceto P. M. ..--------1--------
- S. G.ldineB. Card. ---.-.
- de P*.coaS. llermogenes M.
Man chcia pata ada 16 de Abril.
As 3 horas {1 minutos da tarde AS 4 horas e 7 minutos da raanh.
at o rrieio da seguihU
PERNAMBUCO.
o ASSEMB1EA LEGISLATIVA PROV.
Acta da 3o. Sesso ordinaria da Assemblea
legislativa Provincial de Pernambuco aos
13 de A!.til de 1840.
Presidencia do Snr. Maciel Monteiro.
Feita n chamada, acharo-sc prsenles 27
Sis Deputados fallando com participaco
os Snrs. Brito, Rafaei, M a noel avalcanti,
e sftrt ella os Srs Peregri.no, e Dantas.
Leo-se, e foi approvada a acia da Sesso
antecedente.
Expediente.
0 Snr. primeiro Serrfelario fez menco de
lium requeiimento d'alguns proprietarins pe-
d'uidn huma medida Legislativa que acahe
cotn a penado Comisso ; l'oi a Commissao de
Legislaco, l'ntton em discusso o parecer
lidiado da Commissao de Justica Civil e Cri-
minal, no qual a Commissao entende, que
nenhuma injuslica fez o Exm Presidente
da Provincia ao peticionario o Reverendo Pa-
dre Ignacio d'Almeida Fortuna, Substitu-
to das Cadenas de Latim desla Cidade rela-
tivamente a sua preteneo visto estar aue-
toris.ido para a reforma do Licp.i porem ,
qtle, nao obstante feto. Ibssc o r< qi'iei men-
t a Commissao de Instruyelo Publica. O
.Snr, Mullo tnandou a seguidle emenda subs-
titutiva ao parecer Que o Supplicante tem
direilo a ser d(Brido visto que a reforma
do Liceo nao pode ser anda posta ein execus-
sao loiapoiada e. entrando em discusso
f'oi rejjeilada, e juntamente o parecer. 0 Sur
Mello maudou o se;uir,le reqtierimento- Re-
queiro que o rcque.rimento va a Commissao
le Inaltuccao publica para dar sobre elle o
seo parecer- fuiapoiadofe approvada. Leo-
se hum parecer da Commissao do Legislado
sobre o requeiimento de llenriqtte Pereira de
Lncena, em que be de parecer, que o sup-
plicante seja dillit ido conservando as honras
i\o posto de que fora dimiltido visto estar
comprrtbendidu na generalidade da desposico
do art. 9 da L. P. de Jo de Abril de iSig :
iai approvado
Ordem do Da.
Enttou em teteeira discusso o Prr.jec-
to numero o do anno pass.ulo. O Snr
Mello mandou a mesa a seguidle emenda
substitu'iva ao rojecto. Artigo 1 O Pre-
sidente da r rovincia fu aurlotisado a ohter
pelos meios legtimos que o Clero Regular
k Secular Pernambucano se empitone peri-
dica e ciiuveuientemenle na Ylisso livangeli-
ca. e < "ti ei|uese dos Intlio eni toda a Pro-
vincia Artigo I ira tambera o Presidente
d.i Provincia mu torisido dar huma ajtid.i
de cusi para viagem aquilles dos referidos
ft-issionaiios, que o ret|urrcrem ou prover
sobre os seos transportes Artigo i. Fico
revocadas etc. Foi approvada, e, indo-se
proceder a volacao o Sur, Mello requereo .
que ella losse nominal: e Msitn so venceo'.
Foi approvado o Projecto e volaro por el-
le os Snrs Muir, Piixolo, Mendes, Ri/er-
ra Cavalcante Gama lzidro Carneiro da
Cunha, Coala, Lacerda Oliveira ladre
ChiiMovu, Mello Cavalcante, Pedro Ca-
vbanle, Antonia) Cavalcante, Joo Mauri-
cio Vieira de Mello, Ptreira Wonleiro e
'liburtino ( ao todo 18) ; contra e consequen -
leuicnle favor da emenda substitutiva, 8
Depuud 9 a saber os Snrs. Urbano, Mello ,
Mavignier, Leonardo. Aguiar. Rio*. Alon-
so Ferreira. e Andrade Lima Passou fi-
nilmenleem terceira discuSsao o Projecto com
a emenda approvada em segunda discusso
Continnou a segunda discusso do art. 1. do
projecto numero 10 desle anno addiado na
Sesso antecedente juntamente, com as crtvn-
das, rticos substitutivos additivot ele De-
pois de alguma discusso passo a sepilite
emenda suppresiva do Snr. Pedro Cavalcan-
te stpiima-se o artigo : foro tambem
approvados os segttintei rticos addilivos : do
Snr. (Jchi Cavalcante Fica emola em Co-
marca a Villa do Cabo. tend por dcs'ncto
to'ootesp"civo \'n:cipio- do.ir. Wan-
derley Crpar-se-ha outri Comarca no Bo-
nito : do Snr. Urbino OTereco romo ar-
Usos atldtivos os do Projecto numpro 1) dn
8 ?q e do Snr Lopes Gama Fica elevada
Calhsgoria de Cidade a Villa de Goianna -;
sendo regeitados o artigo do Projert, e-
inenda substitutiva do Snr. Wanderlev e
requeiimento to Snr. Antonio (iavalcane
Enlrou em discusso o artigo 3. do Projecto
O Snr Vieira de Mello mandou a meza os se-
guintes arligos substitutivos -jfj Governa
destribuir. os Jti/.es de Direilo das ('ornar-
cas de fora da Capital pelas Villas da Provin-
cia, e Cidade de Olinda de maneira, que
em (odas ellas mesmo n ts quefarem Cableas
deComarea baja um Juiz com toda a juris-
diefio do (rime Civel, e Orlaos. P,ra subs-
tiluitem a esses Juizes nomear-se-o Juises
substilulot em lodos os Municipios pelo tem-
|to e maneir porque eio nomeados os Jui-
zes Muniripaes na conformidade do Cdigo do
Processo f)epoisde alguma discusso foro
approvados os t.'rligos substitutivos e regei-
tado o do Projecto. I'assou finalmente em
segunda discusso o Projecto numero o En-
trn em segtinda 11 desle. anuo O Sr Aguiir mandou a me-
za a seguinto emenda ao artigo i depois da
palavra Fregnesia diga-se Municipio de
Goianna o mais como no artigo ; depois de
apoiada centrando em discusso, foi ap-
provada a emenda, e juntamente o artigo.
Passou em segunda discusso o Projecto. En-
ttou em segunda discusso o artigo 1. do pro-
jecto numero 1 i desle anno O Snr. Olivei-
ra mandn a meza o segunte artigo substi-
tutivo-O residente da Provincia poder.
aposentar com o ordenado por inte iro os Em-
pregadof Provinciacs, queconlmem a an-
uos de servigo t sem ola ou err de officio ,
prestado em quaesquer Repartid-oes Publi-
cas Ge'raes ou Proviuciaes 0 Snr.Mavig-
nier. Os arligos 1 e 1 sejo sulstituidos
pelos seguinteS- 1 O Furo pregado Provincial.
que provar haver servido sera ioterrupyo, e
tambera cora zelo, aclividade ntelligencia,
e probidde tem direilo a sur aposentado pe-
lo Go\ei'iio da roviacia. 1. Ksla aposentu-
doria ser concedida cwn o ordanano por in-
teiro si o Enipregado contar matsde an-
uos deservico ; cora meto ordenado si tiver
servido mais de 1 -i anuos e por causa de de-
sastres ou graves molestias sobrevindas du-
rante o lempo do Servico, ficar irnpossibili-
tado de continuar '110 etuprego. Fora desles
dous caso nao hanet aposentadoria- i. Fi-
co revogadiselc. Salva a redaeco O Sr.
Aloira a seguinte emenda additiva ao artigo
substlulivo do Snr. Uiieiru i;epoisdas pa-
lavras- < anuos de servico acrescente-se-
sem inlerruco o mais como no artigo ; de-
pois de apiados licou ludo addiado para
se entrar na ducasiio da Ledo or-aineulo
Entrn em segunda discusso o artigo jt5do#T0U
referido Projeclo ; e foi approiado. Passou-
se ao artigo & O Snr. Peixolo mandou o
segUtnte artigo substitutivo com os reparos
das ('apellas Mores inclusive a quanlia de
amooU, que se dar a Matriz de Goianna, co-
mo indemtusaco a os concert que a carflO
dos particulares ahi se fizero e mais *;oooU
para a Matriz de Nazarelh 9 000U000 -
foi approvado o artigo substitutivo, e regei-
lado o do Projecto. Passou-se ao afino" a?
do Capiiiub 7. O Snr. Mello mamloua se-
grale artigo addilino Com a pro-
pagaco da varcioa elevado o ordenado do
Ctrurgio encarregado della em Goianna a
jooUooo reis. obrigado a curar os presos po-
bres de I ustica 7;looUooo reis O Snr.
Mavtgnier a seguinle emenda additiva ao
artigo Atigmente-se 'ooUooors aosCirur-
gioes encarregados da vaccina as cahecas de
Comarcas (menos na do Retire), que ficaro
olirigados ao curativo dos presos da Cadeii
da respectiva Comarca e da pobresa Salva
a red ico ficou ludo addiado por ter dado
: a h.ira.
O Sr. Presidente encerrou a Sesso as l-
as horas da tardo dando para ordem do dia
da Sesso seguinle a leilura dos prefectos,
indicaces, e pareceres de Commisses ;
terceira discusso dos projectos numero i4
desle auno ; pritneira dos nmeros 1, ai. e
-sa desle anno ; continuaco em segunda dis-
cusso do numero ia desle Anno; segunda
do numero 46 do anuo ptssado ; terceira do
numero 4 ^0 anuo pastado, primeira dos ns.
17, e 18 tambem do anno passado ; e segunda
do numero l(i desle anno.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
dAlvaro Barbalbo Uehoa Cavalcanti.
< Secretario
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
Secretario Suplente
f.----- Juizo sobre a Sessao,
Principiaremos o nosso juiso sobre a resti -
luico qoe ao\Padres Capuchinbos mandou a
Assemblea fazer do Hospicio da Penba Bas-
tante o/iosica sol'reo o Projecto que propoz
essa restiluico e que fot aprovado em ter-
ceira discusso. A oposico fundou-se as
seguidles rases ; que a Lei Geral, que pri-
vou osCapticbinbos do Hospicio da Penba; in-
corpora ndo-o aos proprios iNacionaes, consi-
derou ; o por isso hum proprio Nacional do
qual nao pode a Assemblea Provincial dispor,
que he injurioso a Provincia raandar-se bus-
car Padres extrangeiros para instruir c ca-
ihequuar o povo por isso que se he ne-
cesario, qae se defuodo pelo povo os princi-
pios da lleligi-j pode-se autlioiis.ir o Go-
veruo a etnpivgar ueste trabalho os uossos Pa-
dres mesmos; que o Projicto mandando fa-
sib'nc'oza a tal respeilo somente pedia
votos Entretanto nao faremos a injustic^
t'e dizer que o Projecto nao foi deffendido;
rases se ap'esenl tt.'teni scu abono as ou
tras (JiscussGcs e se nao nos engaamos ,
foro en resumo as se-uiintes que a res'itui-
co do Hospicio aos Padres Capuc ntji is he
nao si) de juslici como de utilidade publica,
de j ustica, poto ue ha vendo sido o Hospicio
doado aos me>n*ios Padres c:>: a condico di
passar aos herdeiros do doaddr qumlo el-
les o dcixissem de possuir he prop it.l.idi* .
que Ihes peilence e da qual jamis podem.
csbulbados seui tnfracco do 11 do art. 179
C.mslituicodo imperio que garanta em to-
da a su*a plenitude o direilo de piopricdade .
ordenaudo que se o berri publico legalmente
verifioado exigir o uzo e era prego da propri-
edade do Cidado seja elle previamente in-
demnisado do valor della o que se nao cuiu-
prio com os Padres Capuchinbos a queni s
nao deo indemnisaco alguma peloesbulho da
sua propriedade ; de utilidi.'e ; porque pres-
tando os Padres Capuchinbos importantes ser-
vicos a Religio ja administrando C0U1
promptido os sacramentos c mais soccorres
da Religia ao povo ja calhcquisando-o v
irtstrutndo-u nos principios da floral Evan-
glica he da maior conveniencia publica,
([' leudo sido expulsos era ti ni pica, era que o
pbil.jsopbism.) hia g uihando terreno e so Ira-
lava de derrubar ludo qmnlo era Religioso ,
seo clt unidos agora que o calor da ebre
ante-religiosa tem ja arrefecido gura pouco.
A estas rases accrescentou-se que o noss
Clero na maior parle dcsmoralisado tem pe -
di !o l aclia pela relaxado que nells se tem inlro-
dtt/ido geralmcute calecido da precisa in-
trucciopara propagar a doulriua Christa.
A isla pois das rasJes pro e contra e
altendendo so quanto be melin r m aq ttsto,
por i-so mesmo (|ue rersn sobre ybjecto c 1110
seuilgade tanto inleresse. para u Religio,
nos vemos era verdade ifinbaracados e bem
poderiamos dizer com o Oridor Romano
quo me velam neseio-*- \ mas altendendo
lambem que, se a poca do p'iisophismo ,
r irrigio lie a poca era que a impieda le-
vantado seu estandarte derruba ludo que he
religiozo, a poca em que se pretende re-
parar svus damnos he a poca em que a su-
dtrlko e fanatismo pretende tudo restaurar
a pretexto da lieli^io aninauo-iiosaemit-
tir nosso juiso sobre a questo sem todava
nos julgar-mos merecedores Ja pecha depbi-
losopbanle e inimigo da Uu.igiao Gbrista.
Declaremos mu i franca, e sinceramente quo
somos Catbolicos Romanos de ludo corar,o,
to orthodoto em uossos principios que a-
te simpatbisamos com muitas Ua doulrinas
chamadas Ultramon!anas; mas como nao esta -
mes convencidos de q' a Rmigio st nao possa
conservar tem Capuchinhos jwis eremos
muilo na promessa Divina, que nos ssegura,
zer entrega do Hospicio aos Capuciiiuho*. re- que aspotlas do inferno nso prevulescro
conbecia q' elles tem direto ao hospicio; o qual contra a Igreja por const quencia esleamos
de faci nao existe, por isso que o Sagrado
Concillo de Tremo prohibe expressamenle a
os Capuchinbos a aequUico de qualquer bem
de raiz pelo que nao podio estes adquirir
mesmo por doaco a propriedade do Hospicio
da Penba vindo por consequenci.i este pela
Legialaco Patria a perteurer ao Fisco. Lm
delesa do Projecto nada se allegou neata dis-
cusso e.com quanto es oposictonisias como
que desafiassem os seus deuVns'.Te- a respon-
cr a estas raaes a maioria nue a <- o-
persuadidos, que se pode ser contra a rcst-
lui^.v; o Hospicio da Peuhu aos Capuchiiruos
sen ser contra a Hegiao (salvo se se qui-
ser apj)ltcaraocaso o sopliistna bem'-oiibe-
cido quem despee-a Coln despresa o Kei,
e nao tetn para Coln uein Ueus, netr tv
era lei, disendo-se quem despresa 6s
Capucaiibos duapresa a Reli.jio nao'lera
para o dpueiu'.MM e Catiuica _>; << jt-no
licito pensar, que a Assemblar Provincial
nao ahrnn Iwm m wm.'-"' oa*....:.. u
-


DIARIO DI? PRNAMRCO

pio Nio eniraremos na quesl
de siber,, a Assembca Provincial
para examinar os ti-

te he conveniente que os Padres apuchinhos tulos .e decerlir-se a nropriedadc le perica -
sejo chamados para propagar a f por ser cia ou nao ? Paree <'. q" ufid, pois a nao ser
o nosso clero incapaz disto : concedemos mes-1 assim nfio sal < m< de qne sei i os Juizes
mo que he muito til nio pe'a rasan apon- 1 por vi ntura ,..; i.i
tada porque nao queremos erro;;ar lao grave
injuria ao nosso Clero uoqual seni duvida
se mnlao pessoasderecouhecido saber, aus-
teridad* de costumes. mas ponpje reconheren-
d a grande vantagem de se propagas a f Ca-
tholica julgamos conveniente que admi-
tamos ao nosso seio lodos os Misionarios l_a-
thocos, que a isto sequiserem prestar a
pesar de que bcui poder iamos diser que es-
ses padres Capunhinhos exislindo quinao
poderio serenar a temjicstade phitosophanle,
tanto que por ella forio denudado* entre-
tanto que essa tempestad* e amainou sen) a
sua cooperado e existiodo someute o clero
ignorante, e inrmoral. Nio entraremos na
questo de saber se o Hospicio da Penha be
ou nao propriedade dos Padres t apuchinbos
em virtude da doaco apesar do que pocle-
riamosdizer que nao podendo elle na eon-
formidade do Concilio Tridentino adquirir
bens de raiz nao lenho a capacidade legal
para receber essa doaco. e por consecuencia
he to Italia, como se a adissem como heran-
ca. Nao pe puntaremos meimo, se esta doa-
co foi insuunada, segumdo manda a Ord.
L. 4. T 62, e Leda a 5 de Janeiro de 175.,
apesar de que poderiamos diser que se no
foi. he valida somenle al a soinma, que dis-
pensa a nsinuaco Meando millo todo, que
exceder. ISo entraremos mesmo na quesso
de saber se julgada nulla a div-co feita aos
Capuchinhos be o Hospicio proprie ade dos
bcrdciros do doador ou do Fisco ; entrare-
mos sim c to somenle na queslo da compe-
tencia da Assemblea Pravincial para lser a
Nliluicodo Hosp aos Padies Capuchinhos.
jMimeiraniente vemos q* o Hospicio da i enba
foi tirado aos Capucliinbos por huma Le
da Assemblea Geral, e que em regra nao es-
t a Assemblea Provincial auclhorisada a der-
rogar Leis da Assemblea Geral, pois que nao
podemos reconhecer na Assemblea Provinci-
al Superioridnde sobre a Assemblea Geral
o que necessariamrnle se deve supor em hum
Poder que revoga resoluco de outro. So-
ltenle concehemos huma nica bypothese ,
em que a Assemblea Provincial pode revogar
huma Lei peral, e bequando existe Lei ge-
ral a respeito de objectos sobre que ficou
sendo da sua attribuiro legislar, eellajul-
ga conveniente legislar em sentido contrario
mais esta bypothese, na qual a Assemblea P.
em verdade Superior a Assemblea Geral ,
porisso ques* nao pode negar, qne hum poder
qualquer he superior a mitro em tudo qne
he de sua exclusiva competencia nao se ve-
rifica no caso em queslo e por consequen-
cia nao est a Assemblea Provincial nutho-
s* da n revogar a Lei Geral, que tirn aos
Padres Capuchinhos o Hospicio da Penha
Em segundo lugar nos obsei-.binos que o!
decidir, se os I adres Capuchinhos tem 011 nio
diieitoao Hospicio da Penha em virtude da
doaco que do mesmo ll.e foi feita -. se o
Hospicio deve pertencer au Pisco ou
herdeiros do doador, he hura verd
jtilgameuto que someute ao Poder \:
lio compete, e a Assemblea Frovinci.il .
dando restituir o tiOSplCHi da Penha aos Pa-
dre! Capuchinos e decid indo assim que lie
propridade delles julgou hum pleito, e por
coinequetica atacou a independeucia do
Poder Judiciario consagrada pelo artigo
i5i di Constituito iuvadindo as suas al-
tribuices.
Poder Legislativo enmmbido de fazer
leis, que nao lio oulra coisa nmsdoquc
dispusices emanadas da autlioridade con-
cedendo primitivamente hum direilo, ou im-
pendo ^rem i ti va mente hum dever he in-
ronplente para decidir se qualquer lein ,
ou nao dereito a qualquer propriedade pois
que ueste cazo nao se traa de conceder hum
(Incito ainda nao concedido, trata-te de saber,
se este direitose actia ou nao concedido em
huma lei j existente ; o que someute compe-
te ao Poder Judiciario cujas alribuices
consisten em terminar as conl* ndas que se
poden suscitar entre os Cidadas A Assv.n-
hla l roviucial icsotuindo aos Padres Ca
por se 11 io rom bum
Padres : lat lu iids rom os
r.i.nbe.'.n p: 'Cie-UoS,
que nao: lo .0 como p id* a Assamblj jul jar-
se authocisada a examinar o svus ttulos de
doaco, e decidir; que a propriedade do
Hospicio Ibes perteuce ? Nao sabemos de
cedo conceber taes anomalas, c por Uso
entendendo que a Assemblea Ibes deua res
ponder o que responde) iu a qualquer Cidadao,
isto he que usassein 'los meios competentes.
catamos firmes em no*si opinio. johyndo
quea Asseraia nao podia fazer tal- lesiilui-
A ellevaco da Villa deGoianna ror a ca-
thegoria de Cidade sustentada pelo utbor do
requerimento eom as rases leglutw ; que
a Villa de Gianna he consideravd por sua
ti'iW IU.*
hanca do Cidadao Joo Manoel Ferrira ,
seja eollocarlo o Destacamento de vinte e cinco
Pracas cazadas Comraaudadas pelo Alferes
de Commissao Joaquim Manoel Babia de Me-
na tu reza nez.es. ,
Art, 5. O local, queeontenha as propor-
enes devidas para o estabeleciment desse
Heslameuloesua prosperidade ser escolhi-
peloCommandante doKailique, pelo Capi-
to d'Engcnheiros Parreiras e pelo Cidadao
Joao Manoel Ferreira.
Art. < O l)etacamento tem o nome de
Colonia Militar Pedro Segundo*
Art, 4 O primeiro cuidado de seu Com-
mnndante d*veconsisir em a conslrueco do
edificio que sirva de quartel tropa, e bem
assim da cara em que rezida devendo pre-
ferir para sua moradia urna caza de sobrado-
oa abarracada,
Art. De combinaca cora o referido
Fazendsiro escolher um quadro de trras
prximo ao luar doquartel o quil destri-
jopulacao tem todas as commodidades pan huir por todos os Soldados para que cn'ti
ser Cidade, e que este titulo nao gastando
dos dinheiros pblicos nem bum real poda
dealguma maneira iaser prosperar a Villa,
dando-lbe mais alguma importancia: peloque
sendo Goianna huma Villa histrica onda
sedeo o primeiao grito da liberdade bum
era que fosse ellevado a cathegoria de Ci-
dade
A emenda aoart 3 do Projccto n. 10
deste anuo nao me parece muito conveniente :
Nao adiamos boa a .iccmmlaio das attiibui-
vem como propriedade sua e como fuda-
ment e bate de sua fortuna vindoura qne
Ihes offerecer seguros meios de satisfarer "*
necessidadesde s(]n familia e do providenciar
sobre a sorle de sen* filhos
Art. t. O Snr Commandante da Colonia
poder; tambem empossar-se de qualquer es-
paco de trra com tanto que seja contigua
;is destribuidas prlo desticamento, e que
nao exceda a meia legoa
?;eoi todos os seus disvellos em angariaren.
amibas que para ali se dirijio.
Art. 13. O (invern garante i toda a fami-
lia que se quiser transportar para as imme-
diaces da ColoniaPedro Segundoonda
ColoniaAraujoLima--(para rujo estahele-
cimento na raargem do Rio Araguri, era um
ponto perpendicular rata de Vlacap vo
partir em poucos das as eorapeteates lamilias
militares )
. O sen transporte em Embarcaco-
ens do Estado se as bou ver do porto de-
que partirem para o do seu iestino.
C i,0 transporte dos objectos de seu tizo.
3 O beneficio mensa 1 de ti: 000 reis
por esparo de um anno.
4. A prestado dos instrumentos, de
que necessitarem cuja indemoizaco fin ca-
da urna familia em prazos dados que nao
prejudique os seus meios de subsistencia.
Art. i4. Convindo muito ao ser. ico da
nossa Santa Reli;;io aos inleressesdo *-
tado que se chamen aos bracos del 11 e ao
seio da nossa Soriedade os Indios nossos
inOlizes irmas o Prezidento da Provincia
mui especial e instantemente recoinmeuda
ao Sur. Commandante da Colonia empregue
todos os meios necessarios e carealivos para
chamar Povoaco o maior numero delles.
Art. i5. O Governo garante.
J 1 c O fornecimento de brindes ferra-
inentas e vestuario como meios proprios pa-
ra augariar a amizade e unio dos Indios. O
Art 7. O Snr Commandante deven, diri- | Goveno pagar ao Snr. Commandante a-
' fuer ou pora a sua dis-
edes Ciiminaes, Civis e de Orpbosem iini gir rom toda a urgencia ao Commandante do fuellas por que si fuer ,
mesmo Juiz ; pois estamos persuadidos, Hailique a relaco dos instrumentos, que se i pozieo as que pedir,
que nao poder bem dezempenhar todas. fizerem necessarios i pira o corte de madei- | S A prestaco de urna quantia igual
OProjectomiiwro 1.. deste auno sobre a ras, j para a cultura do terreno alm de ao sold de trez mezes a toda aquella praca .
apozentadoria dos Em, rejados Piovinciaes he que. sendo o pedido transmit ido ao Gover- qe anuaria r oro Indio, que o lizer habitar,
com ett'eito de summa utilidde. Convem na no da Provincia elle providencie com a Colonia, e Ihe ensinar a doutrma (.hnst
verdade acauteiar que o Cidadao que tem brevidadee interesse que a importancia do necessan 1.
bem servido ao stado nao fique depois por negocio exige. $* A gratificaco de cincuenta mil re-
algum accidente expos't) a mendicidade ; I Art. 8. Cada ama praca poie e liScir um a s a qualquer cjue se cezar com urna India e
mas recoohecida esta conveniencia, be de caza para sua rezidench e o Governo da que com ella habitar a Colonia recebendo^
uiuita importar.cia pie se setabeleca a apo- Provincia lecommcnda ede-eja que isto se alem della una porcio de trras para cul-
z-ntadoria .-orno bum direito que o ( idado consiga e efTectne mas orlena, que em tal tivar tomo sua propriedade, Todas as despe-
possa exegir eni> fique ao arbitrio do Go- cazoseji as casas todas unidas prximas ao rs deque t ra to estes ., sero fettas
verno como qu sentadas-, doaibiiobe que nascem sempre Art 9. De quinte em quinze dias o Snr. Art. 16. Todo aquelle Brazileiro dissi-
os abusos e lendo-se de legislar nao para o Commandante expedir urna das pracas a liba
pesssoal Governo mas para o Governo em do Bailique ou se isso nao for possivel ,
geral convem m.iilo nao dar occasio a abu- mandar partecipaces logo que possa de
sos, e prevenir as injuslicas. vendo ter na execuco desta ordem o maior que o Regente em !Norne do Mesmo Augusto
Para a Sesso do prirueiro dia depois das cuidado ao Commandante daquella Ilh* j Snr. Houve por bem especificar, e que an-
ferias marecu-se oseguinle : as quaes refira o estado da Colonia o tra- dando fugitivo e fora de nossa communho ,
Leitura de Projeclos Indicaces e P.-ir*- balbo que se tem fei^o o adiantamento do se aprezente a qualquer dos Corarnandanles ,
ceres de Comraisses 1. discusso dos Pro- quartel, e cazas, o principio da cultura, o de que trato estas instruccoens ser irnme-
ectosn. 17 c 18 do anuo pa sido 3 do procedimeuto dos Colonos as necessidades diatamentc recebido e trat do cora1 todos os
favores que nesla vio concedido-, :o mais individuos sendo um delles a destru-
cao de Ierras posto cazado nao seje.
Ne.'tecaso os Snrs. Co-.nmandantes [ que
devem ser solicitos a chamir o maior numero
desses disidentes ] inmediatamente faro
const r ao Governo o nome do presentado re-
metiendo-I he os documentos que o mesmo ti-
ver, e todas as mais informaedes, por onde o
oiesmo'Gov. se possa bem orientar e dicidir.
dente que esteja no cazo de ser amnistiado ,
segundo acaba de ordenar o Governo de S. M
Imperial r por nao pertencer s excepces ,
Piojeclo n. 5. deste anuo 'don. iti ueste que so. Tem e os meios de as remediar.
anuo, dita do n 5o do auno pasudo dita Art -e. Dever dirigir-se ao Fazendeiro
do 11. a.' e continuacao don. 11 deste anuo. Fereir pedir os seus auxilios e insinua-
oei.s para o n da Colonia. Se o referido Ferreira com seus
bracos ou cora os de seus escravos concor-
rer para a construirlo do quartel esses ser-
vicos Ihe sero indemnizados por esta Presi-
IJiversas Kepartieoeiis
puchmhoso Hcspieio da enba nao conceueu
prin ilivaniente bum directo ; dicidio, que
Hospicio he piopiiedude delles, isto be jul
,011 cle por un.a le anterior | Ibes li
i u -e a uet iio de hum pleito exor-
''!:,10. e eivadiu o poder Ju-
uili-.. ..1)u..... Si qualquer Cida-
dao reqteiesse a Asaembiea l'rovincial pa-
ra llie manrtar entregar huma propriedade ,
a que fe lulgasse com dirtito e de c,ue se a-
cbaast e>uliiade julg-i -se-hi competente
VEZA .OCONSl!, \P<>.
aula !o pretocorrentedo assucnr, n'godlo, dencia a que logo o Snr. Commandante os
e mai.-i gneros do Paiz que se d.'Spacbao far prezentes.
un Me/. . O Governo exige, que o Snr.
seniaii de i 19 do nitzdAbulde 1840. Commandante seja um zelozo pai, e amigo
da Colonia que acaba de ser confnda aos
a 100 seus cuidados e que promova quanto possa a
3000 sua prosperidade no que mui relevante servico
1900 far ao Governo de S M o Imperador, e
1760 Provincia. Dever excitar o amor ao traba-
100 II].i e declarar aos cheles das familias mili-
4>o tares, a que vai prezidir que, como bri-
1 ou ozos Soldadas, eCidados amibos do seu paiz
fjno devem ap.oveilar e faser-se dignos de tan-
1^00 los beneficios, que a summa boudade, e ini-
1700 mitavel geuerozdade do Governo de S M.,
ilioo Ibes prodigali/o Se algumas necessidades
i4')0 *e raostrarem ao principio mais urgentes es-
1 ">oo pera o Piesidente da Provineia que a reco-
115o nhecida prudencia do Commandante e as
loou suas boas e delicadas maneiras as adocena ,
t.00 fazendo obstar algum desanimo to preju-
dicial s grandes empiezas em quanto a co-
.,, branca nova l. Sorte ar.
2. t
S. ti
ua H> .i
5. a *
. ( -
Dito masca vado novo 1. Sorte .
Poo a. B i
Dito branco velbo 1. a u
u. K (
5. 1
5oo 4* it
5. ti
b. 4 (t
Dito mascavado veio 1. ti
600 a. t. i.
Algodo em pluma 1. Sorte .<
a. a M
i l <
Joze Alfonco F erreira.
Antn 0 Heutn 1- res.
Feitorcs e Con irentes
booo
54oo
4400
CORREIO.
O Brigue Bom Jezut recebe a m ala para
o Rio de Janeito.
.PARA*.
liNSiRUCES.
Art. 1. O Governo d'a Provincia exige,
que sobre a margem rreila do Araguari
pouras hgoa depois de sua fz e na vizi-,
(*)Cste o pensar do lllustie auter do juico
sebre a Sea sao da Assemblea,
ragem do bomem e repetidos trabaltios nao
vencem as ditheuldades com qus principio
se lucia.
Art 1 a. He mui provavel, que vista da
generosdade e fianquesa coca que procede o
Governo da Provincia, que, s tem mi-
ra oseo bem ser eprosperidade e apovoaco
dos ditlerentes pontos que uiais recursos of-
erecem especulacio, e industria do hornera,
algumas familias queiro habitar junto a
Colonia de Pedro Segundo porque ajera de
encontraren) familias que as auxilien) e
com quein se communiquem, tambem eucon-
tiaro aguerridos protectores que as defen-
do. I\ao s o Governo da Provincia levar
muito a beui to louvaveis inlencoes us a-
inda exige que o Snr. Commandante Mili-
lar de Aiaeapa e os Commandautes do Kai-
lique e da Colonia Pedro Sogundo empre-
Art 17. As partecipacens, de que tra-
ta o Artigo S tambem se estendem aos in-
dividuos q se referem os Arts iJ 14 e 16.
Art. 18. O f'rezidente da Provincia or-
dena que se empreguem todos os meios para
que baja a mais fcil commuuicacao entre os
tres pontosMacapBailiquee Colonia
Pedro a fim de que tambem cora fa-
cilidade cheguem ao seu conhecimento por
intermedio do Commandante de Macap as
partecipacoens competentes
Art 19. Todos estes artigos serio lidos
de 1 6 em i5 dias o destacameulu.
Pala: iodo Governo do Pura era i. de
Marco de_ irt.jo oo Antonio de Miranda.
PAIXA DE JIZLS tJiRISTO.
(Jiiiie a Paixio aos iur.ne.11 os porque
passou o Reden p:or do "iuudu desde a sua ul-
tima ceia cura os Discpulos at o momento
de sua morle; duraram elles qu-.si vinte o
quatro horas.
Abi teodes o livro dos quatro Evangelis-
tas, diz Vir. Keralry ahri-o e lde! Elle
he escriplo se 111 arle a tcena despida de >r-
natos ; o hroe nio he sustentado nem se
Ihe erige pedestal falla-se abi d'elle corno
se fallaiia d hum estranho por quera se toraas-
se apenas hura mediocre interesse. Foi de-
pois de sua morte que uualro Dis: ipulos ,
oulr'ora homens grosseiros e ignaros .anea-
ran ao mundo as folhas d'esse livro rede^i-
das com assaz de variedade na narraco co-
mo pi ova de que nao escreveram de acord >,
mascona assaz d'harmoi.ia no complexo das
circunstancias, para deinoostraco da vera-
cidadede cada hum dos historiadores. *
Nos pregamos diz S Paulo a Jezus
crucificado escndalo para os Judeus, lou-
i
*
i'


, II

ft t A ft ttE Ir K R N A M ft U CO
55
I
Jcura para os Gentos mas aos olhos dos elei-
tos ou dos fiis, quer Judos quer Gentos ,
prodigio do poder e da sabedoria de Deas
Anda al hoje os Judeus se nao lera podido
persuadir de que, hum homem qti se deixa-
Ta prender, atcrmenlar, e crucificar fosse o
Messias E todava este acontecimenlo Mies
loi annuncado por seus Prophelas
Celso Juliano Porphyro e oulros Phi-
losophos do Paganismo ex| robra ram aos
Chrislos como hum ass4mo di- loucura o
alu.f "in'in divindade a hm Judeu que lora
granidu rom o ultimo suplicio Nos. Chris-
los cppomos ignominia da morte do Sal-
vador a sua gloriosa Ressurrecao, a sua
Ascenco o culto que se Ibe rende de huma
a oulra extremidade do Universo os seus
*oftrimentos, necessarios para confirmar os
ou11 os caracteres da sua missao. Era mster
que este divino Legislador provasse com seu
cxemplo, a santdade e sabedoria das lines de
paciencia de humildade, de submisso a
Deus, e de roragem que elle tinha dado. Os
seus Discpulos destinados ao martyrio ,
ptrnsavam de hum modello: huir era igual-
mente necessarro todo o genero humano
condemnado a sotTrer. Jezus tinlia ensinado
aos homens como elles deviam viver : mas a
sua mieso anda nao eslava consummada ;
rumpria tambem mostrar-lhes como elles de-
viam morrer. E he esse o verdadeiro trium-
pim de Jezus Chrislo : nunca elle se moslrou
niaior do que na sua Paixo !
Mais de huma vez a linha elle annuncado ,
e at designado com o dedo o momento da sua
morte, descreyendo j.ontualmente todas as
circunstancias e torturas. Fez mais quiz
representar essa morte por huma ceremonia
augusta e conservar a sua memoria por hum
sacrificio lo grande que encerrasse a ima-
gen) e a realidade juntamente
Ufada llifl era ni.'is fcil do que suhlrahir-
se ao furor de seus inimigos : porem .... el-
le os espera .... sale que ullrages e que
tormentos Ihe esto preparados ; mas submei-
te-se vonlade de seu Pae caminba com
Iiasso firme para os Soldados descobre-se -
bes e ordena-lhes que deixem hir seus Dis-
cpulos em paz e por bum milagre inespe-
rado, mostra a todos que o rodeiam oque
elle he e quanto pode.
Conduzido ante seus Juizes rcsponde-lhes
rom modestia e firmeza ; declara-lhes que el-
le he Christo Filho de Deus : e foi
essa a causa nica da sua condemnaco. En-
tregue a huma soldadesca brutal t elle sol!re
m silencio as injurias com que o afrontam
sem fraqueza e sem ostenlaco ; nem procura
commoero Magistrado Romano que deve de-
cidir da sua sorte 5 nem se digna satisfa/.er a
;i ,da curiosidade de hura Rei vicioso e de hu-
ma Coi te ini [Ta. Vcde-o rainiuhando para o
Calvario Ouvi-o propbetisar pelo camnho
o castigo de seus inimigos ccm asexpres&es
da mais branda e menos amarga com paixo !
Pregara-o sobre a Ciuz! .. O madeiro fa-
tal ele a-se os ares ; e que faz Jezus Chris-
lo ? Pede perdo a Deus para seusalg/es ,
prometle a felicidade eterna a hum criminoso
arrependido. Depois de tres horas de pade-
tmentos inauditos 1 udo est consum-
mado exclama elle com huma voz lor-
ie que assombra os assislentes Tudo esta
consumntado a Depois recommenda sua
ftie ao i-isiipulo amado enliega a sua alma
cas ii!.i os de seu Pae e exhala o ultimo sus-
piro '. L que preciso temos n- agora
de todos os prodigios de terror que se mani-
festara ? Sero ntcessarios prodigio* para di-
zeimos rom o ( fiicial Ron nno que assistio ao
suplicio Este homem era certamente o l'i-
llio de Deus i'
Quera inspirara a esses quatro pobres E-
vangel islas huma pintura to sublime de hum
Leus mol rendo pela salvadlo dos homens ?
Quera diri a Isaas se ttenlos anuos antes ,
e a David tres seculos ainda alm \s piu-
lareis o Messias na sua Paixo com os mesmo?
traeos com que os Evangelistas odeenhara
depois ?
Alen Deus meu Deus exclama David ,
a que toimontos me tendea tos entregue 1 A-
vesai dos nieus clamores ainda est louge o
instante do meu livramento .. Eu sou
o opprobrio demeus similhantes e o ludibrio
do povo. Os que veeiu o meu estado insul-
lam-iuc e uiUajai.-me: Pois que elle leu
?ores : ledas as NacBes da Ierra se voltario
para vos ; e vi rao odorar-vos; vos seris o
seu Rei e se S*mhor a minha posteridade
vos servir ; e d'esta nova ruca que ha de per-
tenrer-vos se dir que foi o .Senhor quem a
formar* ( )
Isaas heainda mais explcito. Assim co-
mo pasmaram muitos visla de !i assim ser
sem gloria o seu aspecto entre osvaioes, ea
la figura entre os filhos tarrifar militas gen'es dianted'elle mesmo ;
tapa rao os Reis a sua boca : porque o viram
aquelles a quem se nSo annunciou cousa al-
( 1 ) PSALMO XXI.
Strophe.
Meu Dr.vs, meu Df.cs ao menos um areno
puma a seu respeito : eos que o nao ouviram ma raqoza indigna d hum hornera forte Nos
e ermt< raptaram.....( y ) E subir como
arbusto diante d'elle, e cmo raiz que s.ie
d'huma trra sequiosa : elle h5o lm belleza
porem sustentamos que ha mais animo evir-
tudeem se appresentr os tormentos depois
de ter 'el I es rclectido vencendo natural re-
nem formosura : e vimo-l e nao tinha |- \ pur*hancia do que em correr louc&mente
recenca do que era e por iss nos o estranha- elles atTectan! > alrronta-lo<. Fst 1 va na mi
mos Fe:to hum objecto dedeSpreso e o ulli-- de Jezus Christo desconcertar] lodis as mdi-
um dos hnmens hum varo de dores e expe-
rime: 1'irlo nos Ira In I los : e o seu rosto se a-
chava como encoberto, e pareca despresivel ;
por onde nenhum caso fizemos delle. Ver-
daderamente foi o que tomn sobre si as nos-
sas fraouesas e elle mesmo carregou com as
nossas dores : e nos o reputamos como hum
leproso e ferido por Deus e hiimilhado. Mas
elle foi ferido pela nossas iniquidades, foi
quebrantado p|0s nossos criraes : o castigo
que nos devia trasef a P*z cabio sobr'elle ,
De itus olhos me volve.
Porque n.e abandonaste ? Ah quanto afroxa e n"s lomos sarados pelas suas pizaduras To-
1_________________ r_._i __ 1 j _,' -_j ______1...______._ii___
Minlia esperanca co'o fatal ruido
Dos crime que me acrivam ;
A Ti 1 durante a noite e da clamo :
E eu sei porque debalde a mina Te chamo.
Autistrophe
T porem de Israel honra gloria ,
Nos altos ceos habitas \
Nossos raaiures sobre Ti firmaran!
A sua l e sempre os libertaste :
Corra m fervorosos
A teus pes e amis os confundiste ;
Sempre os clamores seus atiento, ouviste.
Epode.
Mas eu nao sou homem ;
Qual verme i;no!>il sobre Ierra jazo ,
Sou dos homens o oprobrio e s>u da plebe
Affrontoso ludiluio ;
< om mofador semblante ,
Se ri de verme assun o c.iminhinta.
linphe
VIeneando as canecas todos d/em :
No Senhor elle espera ;
Venha pois libei ta-lo j que o ama.
Vas Tu s meo Dits quem me soltaste
Das maternaes enlianbas;
E dos peitos pendente j sabia
Que em T minha esperanca por devia.
Antistropbe
Lancei-me nos leos bracos ; desde o veutre,
Sempre o meo Deus Tu fosle.
Nao Te arredes de mim que ja visinho
Aspro momento assoma, e em meo soecorro
Niuguem levanta o braco :
Cercado estou de toi ros furiosos .
TragarMne inlentam quaes lees rairosos.
Epoae.
Rugem bramara debalem-se ;
Como agoa que esvacce eu desfaleco ,
Meos ossos todos seo lugar deixaram ;
f'i'*i rigoroso coi po
IWirado j seicou-se .
[Qual o barro que ao logo definhou-se.
Strophe.
1'iLv.a grudou-se minba lngoa as fauces ,
E ao p me teduzisle
Pa morte ; mil sabujos enrai vados
Contra mim assolas ; rodeou-me
Um Iropel de perversos ;
Os ps e mos sem d me cravejaram ,
E os ossos todos um a um cootaram.
Autistrophe
Assim mesmo me arrostam, e seos olhos
Em mini filos pozeram ;
Reparten; meos despojos irturam
A raiiiba veste ; Tu porem sociorre-me ,
Skmioh ab vem nut-rdes,
Das carniceias rit-s e cru* espada
dos nos andamos desgarrados como ovelhas .
cada bum se extravio por seu caminho : e o
Senhor carrre-ou *obrelle a iniquidade de
todos nos. I'o oTerecido, porque elle mes-
mo quiz, e nao abri a sua boca: elle ser
levado como huma ovelba ao maladouro e
como bum cordeiro diante do que o losqueia
emmudecer e nao abrir a sua boca. Elle
fui lirado da angustia e do uizo : quem con-
tar a sua geracio ? porque elle foi cortado
da trra dos vvenles 1 eu o feri por causa da
maldade do meu povo. Elle dar os impos
pela sepultura eo rico pela sua morte 1 por-
que elle nao commetleu iniquidade, nem se
las dos Jud*. is ^ubtrhr-se as su s perse-
;',uices, pissar-se pira Hetliania ou para
pane, pregar
uitra pane, pregar m fim aos Gentos t
subleval-oi, e formar coni eltes huno partido
capaz de fa'er tremer os Judeus.
Os censores do Kvangelho di/eni re Je-
zus fallara nouc respeilosimonte ao Summ
n_...:c 1. ii .?i .1__!.-..
'oiitfice Giiphat; que elle
nao declirara
que ferido
francamente a m drnadade ;
em huma face nao offereeri a outra coubr-
me hava prescrito Mashaata Icr o t ;x o dus
Evangelistas para ver que a re9p*ta de Jezus
aCaphz nada tem dn contraria as le.isd
respeito ; que be huma deeUraolo bem for-
mal detlivindade que o consellio >i.is Judeus
a encarara como tal porque fi o" issoqm
elle condem11.11 1 Jlezus a moi 1 ama !>'nste
mo. Nao era aquel!.: o lu ;ar d appiOKlitar
a nutra face para recebei li
porqeento aehava-e J inte <
dos Judeus, cujoprimeirodev impadir
e vingar ultrages.
Como pode dar-se, dzetn osmesmo* eri -
ticos, o permittir Deus que i'iia'.js qua
quiz salvar a Jezus fosse lo Iraco que
condemuasse innocente ? Nos porem res-
achou nunca dolo na sua boca. E o Senhor ponderaos que Ueus o permilliu como permit-
quiz quebrautal-o na sua enfermidade : se el- te todos os oulros eri mes que su commellem uo
le tiver dado a sua alma pelo neceado ver a mundo*
sua descendencia perduravel e a vonlade do! Pretenden, elles que Jezus Christo pregado
Senhor ser por sua mo prosperada. Ver na Cruz se queixa va insoTrido por ;e ver d -
o inicio do que a sua alma trabalhou e se' amparado de seu Pae. Caivjno sustm a que
farlar : aquelle mesmo justo, meu servo ,! as ultimas palavrasdoSalvador sao a expres-
uslificar a muitos com a sua scencia e elle sao do desespero. Nao-, nao l; ah nem
tomar sobre si as suas iniquidades. Por isso impaciencia, nem descontentamente nem
eu Ibe darei por sortc lumia grande mullidlo desespero. Aquellas sub mus pa|aras do
de pessoas : e elle deslribur os despojos dos psalmo da David, Jess as applica asi,
lories, porque entregou asna alma amorte, comrt Par;i mostrar que; ai suas dores sao o
e foi posto no numero dos malfbitores ; e elle complemento d huma prophecia. Assim,
carregou com os peccados de muitos e roou 'j |>elos transgiessores da Le < ( 3 ) Jezus exclama : Tudo est consmmado
Que espantosa coincidencia entre aquelle ^s cri,'Cui assignalam huma conlradicao
psalmo, e esta prophecia! Quem nao v entre' os Evangelistas. S. Marcos diz que
isti
riamenle prodnzir no espirito tem-se dado
com todas as forcas a desfigurar algumas cir-
cunslancias d'ella a relevar alguns latios
i minuciosos, a buscar afadigados pretendidas
contradices entre os diversos textos destes
quatro Escri plores. Insistem sobre a agona
Arranca Deis minha alma ar>.rgurada. de Jezus Christo no jardim das oliveiras ; di-
sempre o mesmo juslo, redusido ao cumulo ^ezu3 fora acrficado ter eir hora,
da humiliaco solrendo com paciencia 10- ^e ^s nove ,10<"as da maobi S. Joo escreve q*
docouGado em Deus levado ao apogeo da tora a sexta hora, ou ao raeio da. Segundo
ploria conduzindo Deus hum nov povo Malheus e S. Marcos, os doiis ladres
formado dr todas as Naccs! E como sobrelu- crucificados com Jess o nsullavam ; se-
do se reconhece visivel o Salvador dos homens u"('o s- Lucas ,(> hum injuriou o Salva-
as 'palavras de Isaas! Nao admira que os u'or'
Apostlos eos Evangelistas tenham applicado Compare-s o texto dos Evangelista! esse desenlio a Jezm Christo, e 03 anti^os desaparecer a couirtdiccCo Quandd S.
doutore Judeus ao Messias. Os de hoje que- Marcos diz : Era a tercena hora do da e
rem que nao seja de um homem q' se ahi trac- elles o cruc:'/icaram, nao se dever por accaso
te, mas do povo Judeu, e sustentara que entender, c elles se resolverlo acrucifi-
Deusos castiga actualmente pelos peccados das cal-o ? Os versculos que a este se seguem
nutras Nacoes ; blasfemia proferida contra do testemuoho de que ainda murtas cousas
a iustica divina violencia feita a todos os ter- se passaram antes que Jezus fosSe conduzido
inos contradicho manifesta opinio unani- o Calvario e pregado na Cruz. S. Joo es-
me dos seus doutores. I creve que na sexla hora pouco mais ou me-
Alguns pbilosophantes incrdulos, para nos Pi latos dissera aos Judeus:-- Eisa-
enfraquecerem o abalo que a historia da Pai- j hi o nosso Rei que lho entregara para
xo tracada pelos Evangelistas deve necessa- ser crucificado. Nao era ainda pdr tanto a
Da boca vor
Epode
.; lv8 me
; zem que nessa occasio mostrara o Messias bu-
posto a sua spci-nca no Senhor dizem el-
les, venha o deuhor li^erlal-o se o ama ver-
dadeiramenle Os meus inimigos, como a-
nimaes lciozes me lein eticado e be bao
congre^auo conlra mira ; ciavaram-me o
ps e as n.aos desiotaram-me lodos os ossos \
Po leSo ; e contra o torne agurado
Do licorne n nace e truculento,
Teo servo humilde ampara ;
Aereo em zelo arden te ,
A meos ir mos direi Teo nome ingenie.
Stiopbe.
Lourar-te-hei, da Igreja na recente
Fervorosa asserahlea ;
Strophe.
As apartadas gentes teda a trra
Adoraro teo nome:
i Com grande acalamento j que o imperio
i Lo universo he leo s Tu s monarcha
A na I u reza reges ;
I T os grandes do mundo pressurosos f
Vos justos, que o Semior Irmeis louvai-o, j \ niinha meza adoram sequiosos.
Progenie de Jaeol engrandecei-o;
'I odo o Israel se prostre
Ante elle reverente, pois acceta
Do pobre os rogos, e a niuguem regeita.
Antistropbe
Nao desviou de mira o seo semblante ,
Enteineceu-se, ouvindo
Os meos gemidos j ah Deis meo agora
Testeuiunbo sersi das tuus gratas ,
Eiil'-e a pin hado povo ;
Da grande Igreja na presenta augusta ,
Meos votos cumprirei cun aucia jusla.
Epode.
A' minha mesa os pobres
Vers sentados do abastado peilo
contemplara-me com huma alegra ti uel ; : Soltando em teo louvor canoras voces }
repailiiam entre si os meus vestidos e la 11- Vivu dos que le amam
caram sorles sobre a minha tnica .. > os O corat;o contente ,
|iorm Senhor, seris o objecto dos meus lou- Por toda a eternidad, ionjamente<
Antistropbe.
Elles te adorarlo, ante teos olhos
J prosternados cahem
Todos quaulos a morte horrenda traga
No teo seio minha alma entre delicias ,
He abysmar e os filhos
Que me nascerem o teo nome em tanto ,
E&allaro com zelo eterno e santo.
Epode.
A geraco vindoira
Te aniiunciar Leus ; uo ceos, a tea
Justiea soar : povo futuro
Te servir um da
Povo que Tu creaste,
Que le nao condeca e que chamaste.
Traducto do Padre A. t*. de Souza Caldas.
( ) Isaas Cap LU V. 14 e iS.
( i ) dem i. ap. Lili V# t a j a.
sexta hora'; ella tinha apenas comecado ou
comecava as nove horas da mtnlli.
Quanto ao que respeita aos ladres se-
gue-se nicamente que a narraco de S. Lu-
cas he mais exacta do que a dos dous primei-
ros Evangelisiaj : elle refere a converso do
Iioiii ladroda qUul nao latam 08 oulros,
Hum eclipse disem os crticos era im-.
possivel no momento da morte da Salvador;
OS Judeus nSo viram nenhum dos prodigios
de que faila o Evaugelho porque se os vis-,
sem nao dcixariam de converter-se
Mas o Evangelho nao falla de e.lipse fal'ft
smentede trevas que cobriram toda a JuJa,
e estas tr2vas poderam ser causadas por nu-
vens. S. Lucas diz positivamente que a mul-
lidlo testemunha da morte de Jezus se rc-
tll'OU hateado nos peitos.
Deus accrescentaui -elles devera antes
tr perdaado o jieccado de Adaao do que cas-
tgal-od huma raaneini tio terrivel ni pes-
soa de seu filho. is porem susler.tamo*
que Deus melhor fezem punil-o assim para
dar aos homens huma deia dt sua jtisUfa ,,
inspirar-lhes o honor dopexa4 1 e perser-
val-os d'e le.
Mas quando mesmo todas estas objeccSes
fosserl mais solidas poue.i.!:: ellas obscare--
cer os caracteres deSsas divindadu sublime,
que Je na sua morte j o esplendor com i|Uv- njii'icoi
as propiieciat, o inuiupho da sua ivx>iy itu-
co o prodigio do mundo convenido pela
pregaeo d'bu-n Deus crucificado -1 Este pro-
digio subsiste ha Idoo anuos a despeito dos
estoicos dos impos de lodos os secutes, sub-
islii em quantidurar o uniei>o.



DIARIO DE PEHNAMBl'CO
TezusChristo hnvia difo:- Qunndo eu for Jcademador n. 16 na rna larga do Rozarlo
aleado da terra eu altraliirci lodos a niim. | loja de mitidezas I). 7 na ra nova loja de
K Elle rumprio a ua promesa ; e cum,ri jfcrriferw O. rodo lado da Matriz, na ra
tambem aquella que fez de icar rom a sua I- estteita do Ro/ario loja de trastes I). 3i na
greja al a consummacao dos seclos, ra direi la venda que foi de Jos da Penha ,
Os seus solfrimentos nao ("orara imitis c na loja de couros L). 18, alrazdo Corpo San-
inspfaram aos Apostlos caos primeiro* lo venda 0.3o
S2y Bilheles e meios dito* da. Loteria do
Cht istaos o valor do mart yrio sustentam as
almas justas nas alrihulaces \ conveliera
umitas vezes os [recadares adoc.im as afo-
nas da morte O Salvador havia dilo: Eu
tenho p poder de dar a minha vida, p tenim
> poder de reassumi-la. 1 Elle a reossoinu
com effeito qnando por sua uropria viitu-
dc ressuscilou ; elle diz Origine) conver-
teu e santificou o mundo pelo misterio da
Ouz. '
1,. Ah! H. M.
Avisos Ih versos
riiealro a 4^80 ; na ra nova loja Cranceza
I), tidefronle da Matriz.
IW Uin escravo de nacao de bonita fi -
gura na ra da cacimba srmazem de assu-
car n. 5.
i^r Meios liilhetes da loteria do Tbertro ,
que corre no dia vj do crrente ; na ra do
crespo \indo do arco loja D 5 do lado
esauerdo ,. e no larpo do Livramenlo loja de
laz-ndas junio ao alfaiate L) 5.
% j~ :Vo armazem de Joaquim Gonsakes
vieira Guimaries uo n do arco da Concei-
eo sacas com dous a I q mi res c meio vle m-
tSf OSf. Domneos Das dos Santo* di- (he negado, lo lito de Jaoeiro, ai-ooa sa-
Ti;-sea rundireila l>, ,(), para reeeber tuna jes -' bunas da superior qn-ilidnde a too rs.
carta viuda do Porl > i.anoba
benguella ; no
na venda de-
r^* Bilheles e meio9 ditos da lotera do
thealro:, no atierro da Boa vista R 9
tST Um escravo de angola de idade de
'o a unos ; quem quiser annu; ce.
^-tsy Lencos pretos de superior qualidade
eom vara e meia de comprimenlo e mantas
de linhod* bom goslo ; na roa do Queima-
do l>. l3, ena pracinlia do Livramenio I) a5
\^f Urna eserava creoula de idade de 19
annos cose, engomma refina assucar faz
doces de varias qualidades e coinba com
perfeico ; na ra direila D. 2o lado do Li-
vramenlo
xsy BU heles da loteria dotheatro a 83od i
e meios ditos a 4oo; na ra do Queiinadd
loja de la endas de VIunoel Joaquim ilveira
junio a loja do Sr. Gusmo
1 iSr* l'iltetes c meios dito da loteria dolbe-
miudezas D. 7. L ., D .
- Urna venda nas 5 ponas D. 7 com atro ; na raido Cabuya, loja de Antonio Ro-
drigues da Cruz
lo por proco com modo : a tratar no mesmo
porto junto ao tanque de agoa
ey tima prcta de naco
pateo do H aspilal O. 70.
tsy Urna negra de naco 5
fronte da Tgrej'a da solidarle.
ty Taboado /le um a < palmos de largura
e de lorias as grossuras e comprmentos ; no
porto das canoas armazem do fallecido Dora i n
ros dos Psaos ou a fallar com u caixeiro do
Sr Joao Mathcus Joaquim Lopes de Almi-
da ; asfim como urna porco de refugo.
ts&" Vellaselastic.is. e algalias prxima-
mente enejadas de franca, a lies mil rs a
duzia bollos de Lisboa de bezerro muito
hemfeitosadoze patacas, e meias de linho
para bomem ; na ra larga do Rozano foja de
S2T"
commod.H pira familia, a praso "ou a (I
nhe.ro ; a fallir eom los Joaqun Pw
Marlins na ra larga do Rozario D. 4.
t-
Piecisa-se de un bomem.para adni &^5* Urna canoa a berta de madein amircla.
tl'llAtf
niatrorolaria ,.*quc,;. o com pouca que carec^.300 lijlos ;
no eslaleiru defron-
familia ,
n. g.
,s> Quemtiverum n "'
mandar encinar n ofl'n-:< .; 1' 1:0 (!i-
Tja-se a ra da Aurora cas de pasto fraa-|
ecza
li-
to
BJ* Urna ne;;ra do gento de angola de
idade de *o annos co/inlia o diario de urna
casa eenfromma liso; na ra do Cabuga
loja
'-- O.
e engomma
'1
3 cmodas de diversas quadades de
. na ra da .\w ira ede S. i-'-ani:i>co.
Csr Totusa Russianade superior quali madeiras ut duzia de cadeiras de anfticD ,
.:te por preco cammodo ; na ra da 1 uz urna maijuca da mesina madeira e .-t han-
n. 1. I cas de meio de salla, duas bancas de jogo,
i?3- Meios bilheles da Loteria do Thealro ( duas mezas de jantar e urna cama na rila
que impreterivelmenle corre a 27 do carrente, | das laran;eiras loja de marcineiro D. i3.
tjsj" Pretonde-se arrumar urna pesan a em por preco mui coinmodo e tambem cautelas ,. ^ty Sapdtos Crancez de marroquim prelo a
caixeiro de biiliar 5 quem precisar dirjO-se dividid.is em decima e lerceira parle, eslas ioo ditos de luiraqueaiao, ditos de setim
a ruada Aurora rasa de pasto Iranoua o priineiro premio *j:000,00o prnco 3ooo : a 1900 dilos de duraque para meninas a q6o,
SSF" Precaa-ie de nih portuguei pera fei- bero do porto das canoas casan. 4. chiquitos, sapa tos de duraque de Lisboa; no
tor denm sitio perlo da prnca 9 na praca da cy \ eos de linbo prelos bordados de seda, aterro da Boa visla D. q.
independencia loja de livros 11. 7 e -8. de sujierior qualidade sedas pretas lavradas t?y No atierro da Roa-Vista loja de miu-
tsw Quem precisar de urna niullier le de -goslo para vestidos, lencos prelos de gor- dezas ). 16 hom sorti ment de calcado fran
mcia idade para o spr* ico de urna casa debo- guro chapeos deso de seda prcta, meiaj cei ltimamente chegado proprio para a Se-
mem solleiro d; fiador a sua conducta di- e luvas de seda prela eoutras muitas fazen- mana Santa nao so para hornero como para
rija-sea ra do Nincho do Livramenlo casa das por preco com mudo ; na ra do (uei-. senhoras e meninas a saber : para hornera
do linturciro. mado loja !_). 8 cpalo de couro de lustro e de bezerro j para
l^" Antonio Joaquim da Cosa Pimentel tSF Meios Bilheles da Loteria doTheatro a senhora cpalos de lustro marroquim prelo ,
lelira-se |iara Portugal a tratar de sua saude q5*o ; na ra do Crespo D i lado do norte, nucordavo, de setim pretos e brancos e
IST Meios bilheles da loteria do thealro a de marroquins de bonitas cores escuras ea-
458o; no aterro da Boa vista loja D. -lo lem disso de duraque de todas as cores o-
VST Um ptimo cavallo ; na ra da Crua bra de Luboa hem trabaIhada e para meni-
n- nas cpalos de marroquim Crancezes tambem ,
US"* Una casa boa em Olinda por preco de todas as cores eadverte-se que nao he de
t:^ Aluga-se as lojas do sobrado da ra da commndo o actual alugucl rende ao com- preco barato e simo preco que cusa ocal-
Gloria defronte do convento j a Halar no 1. piador oito a des por rento de juros pelo an- jado fino que por isso mesmo he de otilra
andar do mesmo. no ; a tratar na ra da Cruz 11. 1. j duraco easseio. Na mesma loja ha botins
tST Un bonito boi de cangalha e serve pretos para senhora obra francesa e cana-
para carroca ; na quina da pracinba do Li- tinhos para meninos.
-------------- vramenlo loja lo Burgos. sy Um cavallo quarlo grande novo.
PARA O ARACATY o Batacho Lauren- S25 Una cabra bicho com urna tria, mui-1 passeiro e carregailor ; no primeiro sitio
tina Brasileira pretende sabir com in-uila U manca e boa de leile ; na ruade agoas ver-1 ao entrar para a eslrada do Cordeiro e lo
brevidade por ja estar com se 11 cu-regamen- des no Cundo da Igrcja de S. edio l>. 3. j bem e troca por urna vaca,
to quazi pronijito : (ueiu quiscr carregar tST .Meios bilheles da loteria do thealro a, CS'" Broscguins de duraque para senhora.
S2y Joo Cocino do Rosario mora na ra
do Queimudo loja de lerrages D *.
\ZT l'recisa-se alugar um moleque ou
prela para vender a ra quem livor an-
nuncie.
Avisos 31 artimos.
V3~ Dilheles da Loteria do Thealro a 9080
e meios a 4 (80 ; na ra do Cabug loja de
miudezas unto a botica
C3T Bilheles da Loteria doTheatro a 9080
e meios u 4 |8 ; na ra do Cabug loju de
relojoeirojunlo ao Sr. Bandeira.
*2T Um moleque de nato mucainbiqie ,
de idade de l anuos de bonita figura, una
mola tinlia de ida.le .-le .i a 1 ,\ anuos, cose,
lava engomma e faz lavariulo be reco-
Ihida um cabrinha de idade de 5 annos,
proprio para pagem um escravo de naco do
idade de a5 anuos de boa preseuca dous di-
tos de idade de 8 a ao anuos e tres escla-
vas com muito boas habelidades todos estes
cscravos se do a contento e se alianca as
boas vendas ; na ra de agoas verdes O. s6
tij~ (guaraos e cavados de sella ; na
ra nova 11 ou no sitio da capeliuna do
mondego.
SU"1 Urna-toalha de lavarinlo nova e um
coxopara banho ; na ra atraz dos oai lirios
casa de 4 portas verdes.
Jllsoravos Fui;idos
ssy O prelo Roberto, estatura regalar,
Cira redonda anda bucal levou vestido
calcas e camisa de algodo, desapareceo no-
dia ti do cotrente ; quem o pegar leve a ra
do Vigario armazem D. i3.
15?' Nodia 14 do corrente fugio um mo-
leque de nome Malbias crcoiilo de idade
de 11 annos julga-se ser sedurido por al-
guma peSMM por ser de menor idade protes-
ta-se contra quem o tiver oceulto e uzar-se
dos meios competente, oqualli comprado a
Sei'aliua Mana do Cspirito Santo moradora
ne-ta praca e tein os signaes seguinles ; bei-
udo cabellos vermelnos levou vestido
PARA LISBOA o Brigue Portuguez Afri- tsr Latas com lampreas de escabeche vin- bor/.eguins de lustro com o pello do pl de briin
cano, sahe im[ircirivtlmeiile no dia de das do Porto; na riu la cadaia do Recife casa 'e dedura|ue pelo sa patos de couro de lus-
Maio ; qnemqiii'-er carrega;-, ouhirdcpas- de ... a 1 Antonio Santos de Abren, n. 5. lio para bomem e senhora ditos de duraque,
lirija-sp a ruada Cruz n 3 ou ao Cajiilo -.joo ; na pra'inba do Livramenlo loja de Botins de Lisboa ditos france/.es, sapa- faunsa Je aigodao calcas de r iludo azul,
Antonio Germano das Ncves. fmadas 3 i. tos le tima e duas solas meios bulius e dito J'"luela de dula ja vellia ; queu o pegar le-
1 ve a ra das ti incbenas O. o:lo que ser
recompensado
fc?" No dia oito de Janeiro do correte Cu-
gio urna mtale cabra de nome Valcnliiia ,
olitosde galo denles aparados cur>o secco,
altura regular (ueni a pegar leve a ra do
Rueimado loja L). \ lUovimeuto to t\>v\v>
sagem ,
dirija-se a< Capitao a bcid'i ou ao
consignatario Thomaz de Aquiuo L'onseca.
la e i J o
Gou
salves
Cf Quarta feiraai do crranle p las ou- cadeia lo Recife loja de Joaquim
jp. horas da manha fa/.-se lei le puf inter- Casco
vtncodo CoiretorOvcira ia mobiiha do j SS^ Urna molata escura, muito robusta,
Ijetembargador Tiburcio.Valeriano da Silva j de idade de 9 anuos ; na 1 na do Livramen-
Tavares na 1 asa que Coi de sua moradia per- I lo 1) 7
*?* I 111 sci ave que sabe trabalbar em' selim e marroquim de todas as cores, cbi-
sauas, no qual trrico tcm sido emprpgndo, nellas pira bomem, botins para meninos,
des de sua ireuor idade, he bom canoeiro sapatos para dilos. Invas de pelica para bomem
rema muito bem e proprio para embarcar e seidiora chapeos deso de seda bicos de
ou para petcaria do que euleude ; na ra da linho lencos de seda fitas de garca man-
tencenle ao Kxm. *r. Jos Curios Maiink no
Hospicio 05 principos olqtctos cinslo de
camas, cmodas, mezas de jaular e pira
salla, sofs lavatorios, tocador de senhora,
'spekhos cadeiras estantes para livros, can-
iieiros relogio para cima de mesa, louca .
vidros vinhose &c.
C o m p r a s
SS^ Urna venda com poneos fundos no
rairro de S. Antonio; a tratar nat cinco pon-
las I).
5.,
tST Meios bilheles da Loteria do Thealro
a 458o, e caule!las de dilos a 5oo ris ; na
loja de Manoel Comes de Carvalho ao ji do
arco de S Antonio e na ra nova venda do
Lima 1), 2.
tsr Meios bilheles da Loteria do Thealro,
a 44*o > pateo de N. S. do Terco venda
O.9.
tSf" Dous negros sendo um bom canoei-
ro, eoutroganhadorde ra ; 110 Recife ra
da cjdeia n u().
5T Presuntos a 24" a libra paios a 4o ,
V e 11 (1 a
~^- Meios biljitcs da Lotera to
Theatro, que corre impreterveJijueu
fe 110 dia 27 do coi re.lo, .' q;s km)
< Cautella-* de itoe a 500 ,i
'|'y|K>graf>hia.
W" Las pretas
, Lirio roupa ,
chouriasos a Lo a libra
11.0
em gal
fiesta
ngommau co/inuao .
dous pelo-Ijos ('a> |
.ironco e urna negrinl.ado i..i.e de >4 ;'n
,,.,s ;'na ruadeagods rerde* casji terrea A-
ciiia J7*
f Cautellas da Sociedade Forlaua iy-
ixv*rafie, di-vididas de bilheles da pe>enl(
loi.'na do Thealro a6uoiis, na praca da
viuboem caada a
rafa a itio ; bichas grandes a
io e peque-nas a i o e trocao-se as que
nao pegaren) tuuciubo de Lisboa a -o a
libra aletria a Sao dita macan ao a a.j0 L'
lodos os mais gneros ; na ma do Rozmio
vmdi defronte Ja Igreja L). i5.
t?" Sa ra da Aurora i casa de 3 anda-
rea, diversosescravos pedreiros canoeiros ,
um canoa un s.q/11 ella oleiros barreiros,
.1 ihadoiesde cuchada e um piolalinlio
l claro, de idade de |5 anuos, com
principio de a Ha a te e bom pagem,
E2T jNv) arninzcm de Antonio Joaquim Pe
r ira defronte daescdinha da alfandega 'ao
j.''" do arco da Lonceica nina caix de cas-
l:nli 5 pi lidos mu 1 loa novos, e as arrobas ,
u;sim corno rnws novas.
0-^ No porto das canoas da no nova urna
las e lencos de blom para senhora esparlilhos
a 1600. peilosou aberturas de camisa a -ooo,
pastas de jujuba a 64o a ciixinha e chacos
do chile de copa alia e aba arga ; na praca
da Independencia loja dejse Antonio da Sil-
va n 7,8, e 3'
>>.i5" Rap rolo llamburgne/. em garrafas
delibras e meias dilas diloareia prela, di-
to do Lima, e Narcjo, cha isson tle pri-
meira sorte dito pe rol a em libras, e em
caixinbasde duas libras e meia por 4 00, tin-
ta de esciever prela e encarnada a ttio o ,pote
dita a/ul a .40, penles de lu taruga para mar-
ralas ditos de massa para cc ricas lisou-
rinbas finas e inglesas para unha penles de
infrlim de tirar piolhos ditos de tartaruga
para alisar escovinhas para denles e para
estovar pedras um rico sortimcnlo de bicos
largos e eslreilos brancos e prelcs superiores
maulas de bico de blom para senhoras e me-
ninas, a 3aoo e .8oo lencos de ditos /netos
ebrancosa 12 o, um rico sorlimenlo de fi-
tas de gara largase estrellas ricos adereces
de filagra prelos ditos de cuntas lapidadas a
borzeguins para senhora, a a5bo, galocha,
paraJumema itoo. luvas decamurca am-
lela boloes douradiS para guardas da all'an-
deca
NAVIOS ENTRADOS NODIA i5.
LIVERPOOL; Jadias, Rrigue Int)lez Mer-
cury de a4b tonel Cap. Wm Helle ,
equip. ii carga iazendas a Crablree &L
Companlua. >
TER: v NOVA ; 38 dias, Brigue Ingle*.
Latarelade .34 tonel., Cap. Joao War-
re equin. < carga bocal bao ; a Cliris-
lopbes H Roope.
MALAGA; Sj dias, Biigue Hespanbol Tro--
bada de 4otonel. Cap. t.auoel Cacole-
, carga laslro ; a Joo li.
ba
i.iii.pcndrncia loja n, ao e n" 'uj de en- poM.o<1iraveade i 1 pa(mo}i comprimen- ledade,
-'ga dilos para marinba bichas ltima-
mente ebegadas e outras muitas miudezas
por prevo com modo ; Bilheles e meios ditos
da lotera do Thealro a, -oo ; na praca da
Independencia u ao e na ra dos Ouarleis
D. 3. v
t-ir Urna casa terrea por por preco com-
modo sita na casa forte em chaos proprios-
na trompe ultimo sobrado ao volta
a equip. 1
de Lemos.
BATA VIA ; 100 dias, Brigue Hespanbol
Jos h lamisco de 18: lonel ( ep. I ran-
cisco Porbem equlp, 21 earga varios
gentos ; ao dito Capilao-, passageiros o^
teespunlioes vc-io arribado e segu pee
lii'Spauia.
jAIIL OS NO MEJeVO LIA.
RIODEJAiNEIl; BiigueNac de Guer-
' ra Constanca Commandante o Capito.
lenle Jo.iquim Jos Ignacio, passageiros.
brasileiros j e dous escra vos.
POHTOS D(j SUL faquelede Vapor Nac.
Paranbeiise Commauuaulc o Capilao do
Fragata V. Lubra passageiros biasileiros
19 e 7 escra vos.
CIBRALTAR ; Brigue Escuna Americano
Clio Capilao VV, 11 T. cur^u assucar ,
e couros.
ir para a 50. i
;
aCCIFCNATYP DEM F.DEF.- 1844


Full Text
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