Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04061


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Full Text
.*
'
Anno de 1840. Quinta Feira
_Todo agora depende tic nrfs roesmos; d iwsm prudncia, modera-
C-'O, a eneria : continuemos corr.o principiamos e sen mus apona a es
cem ulmirsco entre as IWes mascullas.
Proclamttco da Assemblea G'cral do Bratil.
=-^o--
.hscrevc-se para esta folha a 3jJono por quartel MfCS MentadM
nesla Typonrafia, rua das Cruzes D. 3, e na Praca ns. 37 e 38, onde se recebem correspondencias lega'liwclas, eannuueios.
insirindo-se estes s'atis, sendo dosproprios asalariantes, evindosassie-
gnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Paranil e Villas de su preteneSo...................\
Dita do Hio Grande do Norte, e Villas dem..............."....
Dita d Fortalei.i e Villas Idcm....................
Villa de (imano.....'.....................'.'.'.'..
Cidade de Olinda...................-..........
Villa de S. AnlSo....................,............. Quintas feiras.
Dita deGaranhuns e Povoacao do Ron.le ..... ..............,Jia 4 e a< deatA* me.
l,.Rsdo Cabo Sennbaem, il.o Forroozo, e Porto Cai?o............Idero n, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, e Villa de Maccio.................... dem ,dem
Villa de Paja de Flores ..........., ................ ldein ^ dilo du>#
/ odos os Corraoi partem ao mti? da.
9 m^.AnniLe Numero 81.
CAMBIOS.
Asnit 8. x
Londrt i...... ?? tn d. per Lisboa....... '/'"/' -'Jio, por rnculouereeidoS
Pnca.......U.Q: |tl
hio ile Janeiro ;io p-ii'.
UR'j Hoedas de i^ioo rt VaHias i,r -.r, a i ; > 10
, Pitas M ,, Pi )vm 11 '. > a i. (c-o
Ditas i, ', -o |-;. t Kjioo a Ptono
PIlATA Patacfics Rratile ><------------- 19610a i.'^o
,, Pitos Columna rios-------.--- iMtiio tt-<>' >
Ditos Mexicanos-------------------.''600 a
Premios das Letras, pormei 7 1 1 f t>*>
Moeda de coin 3 iar 100. de di;*.
Dias da Semana.
/Segundas Sextas Fe* ras.
. Todos os dias.
Segunda
Terca---------
d'^brilQuart.
9 Quinta--------
10 Sexta---------
11 Sahhado -
i? Dora.
S. Marcelina M. ----- -
S. Iipifaneo II. ---.---
S. A malicio li. .....
S. Demetrio B. ----- -
As Dores de N. Sra. -
S. LeSo P. Dr da !*.- -
de Hamos S. Vctor M. -
- Sesso da The*, e and. i. de D. d *. v.
- Re., e aud. da J. da I. v. do C. de m.
- a a S jso da The*.
- Kelac'10, e aud. do J. de I), da 3. v.
- Ses. da Thez. e aud. do J. de I). .1: t r
- Re. e aud. do J. de D. da 3. v.
Man chela para 9 da g de Abril.
As 10 horas e 6 minutos da tarde As 10 horas e 3o niatos da manh.'
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 4 do corren'e.
Officio Ao Com mandan le das Armas,
ordenando-lhe que mande dar baixa ao Sol-
dado do Deposito Vicente Ferreira do Reis,
visto ter sido julgado pela Junta de Saude .
incapaz do servico militar como informa em
seu officio de a do corrente.
Dito Ao Commaudante Superior da
Guarda Nacional do Recife para mandar
dispensar do servico das' mesmas Guardas
Nucionaes em quanlo estiverem oceupados no
Arsenal de Guerra os Guardas do segundo
Batallio deste Municipio Laurentino Jos
Viclorianno e Francisco Eustaquio.
DitoAo Director Interino do Arsenal
de Guerra communicando-lhe a expedieco da
ordem supra.
Dito Ao mesmo para receber, e fase5
recolher aos respectivos rmaseos os obiec-
tos que lhe forem enviados pelo Comman-
danle das Armas, como inuteis ; fortaleza do
Brum onde existen.
Dilo Ao Commaudante das Armas, eom-
mnnicando-lhe a expedico da ordem su-
pra.
> ortariaNomeandoo Cidado Zererino
Veloso da Silveira para o Cargo de Sub-Pre-
feilo ta Fracco da Fregus i a do Iionio ter-
mo da Comarca de Santo Anto enclavada
na do Hio Formo>o
Dita-- Nomeatnlo, e mandando passar
Patente do Posta de Maor do Batalhjo da
Guarda nacional de I^tlatassu', que seacha
vago pelo faie.cimento de Franciscq Jcsc Ca-
valcante Galvlo, ao Capito da primeira '-
panhia do mesmo Balalho Francisco Carol-
canie Jaime G tlvfio
Officio Ao Teen'e Corone! Chefe Legio da Gtiarda Nacional de fluarassu ,
communicando-llie a Nomeaio de que tra-
ta a preccdeifte Portara. ,
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente dodia -i- do passado.
Officio Ao Exm. Presidente reenvian-
do-lhe o requerimento do Major Jos Ma-
lta llde'onso Jacome da Veiga Pessoa que
pedia licenca para seo filbo, Cadete do ter-
ceiio Hatalho de Artilheria, continuar os se-
os estudos no Collegio Pernambucano e
informando que estava no caso de obter dita
licenca urna vez que fosse obrigado ao com-
primeulo das revistas geraes, e extraordina-
rias do Bata 1 bao.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. inforaando
sobre as occorrencias Militares do ex-solda-
do Benedilo Pereira de Mal tos., que tendo
ficado alujado do braco direito por occasio
de ter-se desparado extemporneamente uin
Peca de A rt i iberia na sai va dada na posse
do aclual Exm. Presidente das Alagoas e ti-
do demico, requera ser novameule admit-
tido no servico do Exerctto.
Dito Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas para que livesse a bondade de mandar
apresentar no qnartel do Hospicio, ao Capi-
to Anacieto Lopes de Santa Annn petas g
horas do dia a, uin .Meslre de Carpina,
e outro de Pedreiro que tinbo de exami-
nar a ruina doteelo do Hospital Regimen-
tal, a fim de se proceder ao orcaraento da dis-
pesa a feser com o conserto.
pilo Ao Commaudante interino do ter-
ceiro Hatalho de Artilheria remettendo-
Ihe as guias das f\\ pracas do segundo Bata-
lho Provisorio de Cacadores, expedicionario
ao Maranhao, que por portaras de differentes
datas tinliao tido passagem para o Hatalho
do seo interino Commando.
Dito Ao mesmo remettendo-Ihe a re-
acio das Pracas do segundo Hatalho Proviso-
rio Expedicionario ao Maranhao, quedei-
xarao preslaces as suas familias, afim.de
que ronfrontando-a com as ordena e des-
pachos dados a algumas das mesmas pracas
para se cobrar taes>prestac5es, informasse das
alterares que por ventura houvesse de en-
contrar.
Portara Ao Commaudante interino do
tercero Hatalho d Artilheria, remelten-
do-lhe o Conselbo de Averi^uaco feilo ao
Soldado da olava Companha Joaqnim Jos
dos Santos Araujo e orden o fizesse recoubecer Cadete da terceira Cias-
te, on soldado pai tcular comas formali-
dades da Lei.
Dito Ao Dreclor Interino do Arsenal de
l>uerra, para que mandasse. em comprimen-
to a lei dar baixa ao soldado da Compa-
nhia do Arlfices Antonio Jacinto por ter
finalisado sem nota oseo engajamento como
voluntario, e nao querer continuar no servico.
Dito Ao 'Pnente Coronel Commandan-
le do PcpoMto mandando na mesma con-
formidade dar demisso ao soldado JoseGui-
Iberme Fontes. por ter finalisado o seo cn-
gajamento como voluntario.
dem do da *%.
Officio Ao Exm. Presidente, ponderan-
do-lhe, a necessidade d officiaes no Esqua-
di'o de (avallara Ligcira de primeira Li-
li a desla Provincia e bem assim a de Fa-
cultativos Mi itares e pedindo-lbe a expedi-
ip de suas ordens para que fossem reeo-
liiiilos a esta Capital o 'lente Sebaslio
Lopes Guimares que seacha en servico
no Maianho eo ( irtir-jio Aldanle do
tercero I atalbo d' Artilhejia actualmente
destacado em o Rio Grande do Sul, Jacinto
Ribeiro Dornellas Pessoa,
Dito Ao mesmo Exm. Sr., remetten-
do-Ihe competentemente informado o reque-
rimento do Major Graduado Manoel Joaquira
de Oliveira que pedia ao Governo Imperial
a efiectividade do Posto.
Dito -- Ao mesmo Exm. Snr. communi-
cando-lhe q' no dia a ti h-.\ ia assentado pr&ca
voluntariamente 110 Esquadro de Linha o
Guarda Nacional do tercero Hatalho do Mu-
nicipio Joo Francisco Pinto. *
Dito Ao mesmo Exm Snr. informan-
do o requerimento de Joaqnim Jos de San-
ta Anua que pedia demisso por ser menor
de iBannos, e ter a seo cargo a sustentaclo
de duas ir ms orlas, accrescendo ser pescador
de 1 lolibso.
Dilo Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica para que dos Cavallos pertencen-
tes ao Esquadro de Linha, entregasse um
dos milhores ao 'Pnente do mesmo Esqua-
dro Joo de Siqueira Campello, de cujo Ca-
vado ficava desonerado deixandn de tirar
para elle forragem damanh em diante.
Dito Ao Commandante interino do ter-
cero Hatalho de Artilheria tornando-lhe
a enviar as relaces dos expedicionarios ao
Vlaranho, quedeixaro preslaces as suas a-
milas para que na d'alteraces yteluisse as
3ue j tinho ordem de cobrar asquotasque
eixara"o, mas que anda nao tinho sido co-
bradas.
Dita Ao Major Commandante interino
do Esquadro de Linha. ordenando-lhe, que
firesse recolher preso a Estado maior oQuar-
tel Meslre Felis Miguis
Dito Ao Commandante interino do ter-
cero Batalho de Artilheria para que man-
dasse o Cirurgio do Batalho. ao Quartel
do Hospicio examinar o estado desande do
Quartel Mestre do Esquadro de Linha, Fe-
lis Miguis que nl se achara preso.
Portara Ao Tenente Coronel Com-
mandante do Deposito, mandando, em cum-
priment 1 Le dar baixa ao soldado Joaqum
Correa de Albuquerque por ter sem nota
finalisado o seo engajamento como volunta
rio, e nao querer continuar no servico.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia 2 do correnle.
OfTirio Ao F.xm. Presidente da Provin-
cia acusando recebdo o olficio de 11 de No-
vemhro prximo passado com os exempiares
dos Aotos Legislativos den 65 a 75 inclu-
sive dos Regulamentos de n, %5 a 36, e
dasdecises do Governo de numero lio n
50
dem do dia 3.
Dito Ao mesmo Exm. Presidente com 09
pontos dos Empreados dt Thesotuara dos
meses de Desembro do anuo prximo oassado ;
Marco ultimo e dos f'mpregados da Alfan-
dega do referido mee de Dezembro, Janeiro,
e (Terciro do corrente anno, e do semestre
prximo lindo.
Dilo Ao mesmo Fvm Presidente acom-
padhandoa Nota das Contribuicdes arrecada-
das at o ultimo de Feverero prximo pas-
sado, parasedignar enviar a Directoiia do
Viente Pi tos Servidores do Estado
Dito Ao mesmo Exm. Presidente envi-
ando-lbo em comprimento do olHiode i'i do
passado a con la do quanto se arrecatlou os
Disimos das Mi micas desde o de Janerj
de e3- ate Jo de Junho de 1816, em que
este rendimenlo |>assou para as Cmara mu-
nicipaes em virtude da Le numero 1 j de
8 do mfMio mez e anno.
Portara A o Thosenreiro da Fasenda
para passar do Cofre da Receita Geral para o
dos Rendimentos Provnciaes da Provincia da
Paraiba a quanta de hum cont de reis para
Ihe ser levada na conta das despesas do Des-
tacamento Provisorio ali estacionado.
Dita Mandando debitar ao mesmo The-
zoureiro no Livro da Receita e Despesa dos
ttendimenlos Provnciaes da Paraiba a quan-
ta de que Irada a precedente portara.
dem do dia 4-
OfficioAo Inspector da Thezouraria da
Provincia do Para acensando o recebimento
do seu ollicio de 5 de Janeiro do correnle an-
no parten pando ter importado o rendimenlo
de pun por centu d armazenageni addii-onal
arrecttdo pela mesma Provincia al o ultimo
de Dezembro p. p. em 6 958f 17 e parteci-
pando-lhe que a mesma quanta vai ser re-
mellida para Londres escrilurando-se, con-
forme ordem do Tribunal do Thezouro de ag
de Ouiubrode 839.
PortaraAo Tbezoureiro da Fazenda pa-
ra passar do Cofre da Receita Geral para o do
Rendimenlo applicado a amoitisaijo da Di-
vida externa a quanta de 6:g58f8t7 rs. ar-
recadada pela Provincia do Har al o ultimo
de Dezembro p p.
DitaMandando debitar ao mesmo 'Plie-
zou/eiro na cunta do Retid i ment de hum por
centode Armazenagem addicionai applicado
a amorii/.aco da Dividu externa a quanta da
que tracla a precedente Portara.
THEZOTRUUA PROVINCIAL.
AN NUNCIO.
A Thezouraria Provincial paga aos Em-
preados Pblicos Provnciaes que ni perce-
hem emmolumentoso me/ de Feverero p. p.
em moeda de prata desde o dia 9 a 11.
Thezouraria Provincial de Pernambuco 8
de Abril de 180.
No impedimento do Tbezoureiro
Evaristo Meudes da Oinha Azevcdo.
D i versas He particoeits
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma do N. 74.
COR R FIO.
Na Admnstrac&o do Crrelo existem as
Cartas seguras viadas o Vapor chegado
.1 8 do correnle para os Senhores
Vi ionio Joze Gomes.
Antonio Luis de Souza.
i rancsco Dornellas l'ossoa.
Antonio da Silyo $L Companhia.
Jo?.c Ramos d'OIiveira.
O Inspector Gcrd das Obras Publicas, ro-
gA a tolas as pessoas que se incumbirn do
fornecer maderas para a obra da ponte da
Boa-vista, que hajao do as conduzir eorn
brevidade a fim de nao ptrar aquella obra
de lana neces id de.
Inspcccao das Obras Publicas 4 de Abril de
184o,
Moraes Ancora.
PREFEITRAa
PAnTE DO DI \ 8 OK Allftll..
Illm. c Exm. Snr.Forffo presos hontem
minha ordem e tivero boje destino : lia-
ro preto escravo de Manoel Maxado pe-
la 1. patruiha do dislriclo do Carmo por es-
tar bngando com urna preta : Luiz ; tamben
preto escravo de Bento Joie da Costa pelo
Sub-Prefeito da Boa-viia por ter dado urna
estocada na Orden anca do mesmo Sub-Prefei-
to r Joaquina Mara da Conceica parda ,
pel Sub-Prefeito dos A Bogados por espantar,
e ferir a outra parda e Antonio Joaqum das
Virgens tamben pardo pelo Sub-Prefeito
da Cidade de Olinda por indigitado de ser o
assassno no dia trinta do mez p. p. no lugar
de Mara Simplicia de Vicente Ferreira da
Silva.
^ E' o que consta das partes boje recebidas-
n'eita Secretaria.
EDITAL.
Francisco Antonio de Su Brrelo PrefeRo-
d'esta Comarca do Recife c.
Faz saber q^ue na Cadea d'esta Cidade ex-
iste desde o da a o do correnle, em que fof
preso e ella reeolhiiio um pardo que
ilisse chamar-se Pedro ser escravo de An-
tonio Francisco braoco solteiro % orador
na Villa de Campo Muior e ter fgido h<*
Isismezes*
'
i



DIARIO 1) E PfiR N A M/R ij c o
TCHfl iMl "YQKa-M^m-r^t,--.- --.. .111 '-ggg
Ionio FaIa?e d'e"UC,i "lCa d mesmo.An- cbon-se depois em estad* sattfatorio. Pre- I reservado aos parricidas e adlteros ? Rasna-
ZZSTUJE. V,Uem SU3S VT S1 I Un,l0'Se <^scnv!vmei,to de urna febr n- se-lb*s cabe'a oom tesouras incandescentes 3
n.aiidouo dito Preleito ii/er o prsenle i.di- ternntenle ,,,,, ., 1 1
; ivi aiiniira-se-lhes do pedo o coracio anda pal
9. M. 1, passou bemtodo o resto da tarde! pilante de vida e seus cadveres sao ar'ras-
doduaj, comcvo-.i a dormir as ', borase 'obrados pelas rua rnkriM
tal, e publicar pelo Diario da mesan Cd.i-
de.
Recife 37 de Marco de 18 o.
S I3arreto.
Continuacao da rellaco das plantas exticas
do Jardim Hotanico da Cid ide deOlnda,
que s lem dado a diversas pessoas ; a fim
de se propagaren! nesta e oulras Provin-
cias do Rrazil desde o mez deMarco do an-
r.o de 1858 al Marco do auno de i8jg.
Francisco Ignacio de Sosi Gouvea dous
j-.es de sapulizciros.
Fluvo de til dous ps de frocta p;Io de
massa, dous ditos desaputiseiros, dous ditos
pa!meir real.
Adelino Jorge Coeliio da Silva, cinco ps de
jaqueiras.
Jos da Silva Leitao Arnoso, dous ps de
chda Judia dous de palmeira real, dous
amendoeira, dous de nogueira de Baticur.
JoseOuoriei de -Macedo, hum pe de pi-
mentada Jndia hunidecravo gercfle.
Manuel Teixeim Lopes, dous ps de fructa
j-ode massa, dous de sapnliseiro.
Joo Pereira dos Santos Castro dous ps
de frucia pao de massa. dous de cb.
Pedro Aulran da Motla c Albuquerque
dous ps de saputiseiro
Manoel Antonio Jos da Costa dous ps d?
fructa pao de massa, dous ditos saputizeiro:
para a llha da Madeira,
Domingos de 'Can-albo dous ps de fructa
pao de massa; dous de pulimenta da India.
Lu/. Francisco Jos seis ps de fruta pao
.seis de saputiseiro seis de" palmeira real
seis de groseleira, seis de arlicum-ap ; para
a Cidade do Porto.
Luiz Carlos Frederico de S. Paio dous
ps de saputizeiro.
Antonio Jos tiibeiro de Moraes, dous pes
de fructa p5o de massa, dous de saputiseiro.
dous de caneleira, dous de corosol dous de
amendoeira, dous de cravo geroflc.
Francisco Casado Lima, hum p de l'rucla
pao de massa,"
Antonino Jos de Miranda FaleSo t dous
ps de Irucla pao de massa dous caneleira
dous de saputiseiro dous pimenta da in-
dia, dous de palmeira real.
. Francisco Xavier da Fonceca Coulinho, 1
p de fructa pao de massa -
Manoel Pinto plantas qne ferio para S
Miguel dasAlagoas, dous ps de fructa pao,
dous ditos de saputiseiro, dous tutos de cha
da India tres ditos de pimenta da india ,
lies ditos caneleira dous ditos de cacao?
Jcse Francisco Relem, dous ps saputisei-
ro, dous ditos de fructa pao dous ditos de
cacao,
Manoel Francisco dos Santos dous pes de
saputiseiro'
Evaristo Mondes da Cunba Azcvcib
ps de fruta.pab de massa, dous de Sa
tiro.
Jos Mara da Ciuz. dos ps de fructa i>3
ue massa. '
D. Alalia Joaquina de Albuquerqne dous
de fructa pi de massa, dous dita
i>apul seiro.
Joo Jos Innocencio Pogges .- dous res
saputiseiros, dous ditos de fructa pao de
minutos da note .roulinucu pela imite adi-
IS publicas.
11 n idade aigu-
antesem interrupcao. esem
ma : E diz o folclim de 5 polas rj liorus d 1
manli, que leudo deedrrido oespaep .de
lempo era que se jnlgava pojless'e ter lo-
gar a renovacS de ara segundo accessb sern
que elle viesse, cessara os receios quj Se
tuiba concebido da invaso de tima febre de
m;o carcter eque por is!:> esperava-sej
queS. m. continuara sxpaasar l>eai, eque
entrara era convalesceoca.
O cuidado e as angustias dos hbil iul -
na Corte provao exuberantemente oquantp S
m. I. amado daquelfe, povo ; a ociosa mente se
espera por um bolelim como pela senlenca,
quedeve decidir da vida ou da morledeto-
daaNaeao.
Urna deputacoda Assemblca Provincial do
Rio de Janeiro tinha sido introduzida pera n te
S, M. I e o scu presidente leo o discurso se-
gu rite :
A AssomMa Legislativa da Provincia
do Rio de Janeiro penetrada da mais viva
dr pela infausta noticia da molestia de Vos-
sa Magesladc Imperial nos enva em solem-
ne deputaco para aprevenannos ; Vssa Ma-
gestade Imperil. os senlimenlos de qne se
acba ella possuida e os votos que faz pelo
prompto e complelo restubelceimento da sau-
de do joven augusto d qfiem dependem os
destinos do imperio. Praza Senbor di-
vina Providencia conservar por dilatados an-
uos a preciosa vida de Vossa Map.estade Impe-
rial : sao estes os mais fervorosos volos da As-
sembla Legislativa do Rio de Janeiro que
assim se mostra interprele fiel de todos os ci-
dados que lem a honra de reprcsenlar.
Conlinuaremos a as noticias das oulras Provincias o que nos
nao foi possnel fazel-o boje por termos re-
cebido j tarde as 'ollias respectivas.
V pobre mulber espavorida e juljjan-
"mra poe-se a
do-se ehega
la a
sua ultima
.'.rilar:'- A \u d'el-rel HobertJ apcrlava-
lite o braco co\n mais forca anda eexclama-
Mm_baldt vociferas, Mrgarida as
em os so -
se pode
Paredes sulbco os gritos extinguen
lucos, ahsorveiu a agona Nao f.
ajcttlar al; o'id ira i--t.i scena se dous sol-
odos de polica allrahidoi pelos cfaibreS da
infeliz Vlargarida nao viessem termina-la
levasjdo o capitn fJuriJan para a cada e man-
dando a rainlia de Navarra
uas coveseabobaras.
vender socegida
SOCIEDADES BBLICAS NA EUROPA.
As sociedades bblicas na Europa, de quin-'
ze annos a esla parle tem tomado extraordi-
naria e.xlensao ; e o numero dos exemplares
do Antigo e do Novo Testamento espalliados
por seus cuidados be immenso Sobretudo ,
em Alleinanba e Inglaterra*, esta dislribui-
cao tem subido a hum numero quasi ncri'-
vel.
Hum relalorio publicado pela sociedade bi-
hlica de Munich informa-nos que ado Bi-
blias completas e i65o exemplares do Novo
Testamento forao espilhados por ella oestes
quatorze annos. A asso-uaca bblica central
deNuremberg fez distribuir 780 10 exempla-
res da Biblia em quinte annos ; a de Kerlim ,
783,9.19 desde a sua fundaeo. Mas estes
algarismos eslo longe de approximar-se da.
dislrbui(;a ita pela sociedade de Londres
lista sociedade cujas rendas e!evavao-se em
ljiiji a peno de 3 miHi5dS distribuio em um
so auno, o de iMq o numero assombroso
de 5n,8i3 exempares, em quasi todas as
dissolucao saturada de. sulfato de cobre on
viinolo azul. Nesle ultimo mergulha a cha-
pa de cobre guarnecida de hum fio do ir.es-
111:1 metal, c soldada a huma chapa de zinco
de igual grandeza a qual elle tambem metle
no outro compartimento de agua acidulada.
Abandona-se a experiencia a si mesma du-
raajbt)alguna das e pissi-seento.huma se-
rie de phenomehos extraordinarios bera (pie
j conhec lus. Pela influencia elctrica do
zinco e do cobre o sulfato de cobre decom-
pe-se ; seu acido vai reunir-sc ao zinco aira-
vez do sepio de trra cosido, e o cobre, de poe-
se nos desenbos; isto he nos pon los em que
a cera nao cobre a chapa ; e desla arle obtem-
98 huma gravuraem relevo Tal he o me-
thodo recommendado por Snencer a oujo
producto elle deo o nome de' vollac coppr
piale
Os artistas decidiro at que ponto este
invento pder influir na arte do gravado!*.
Devenios a;uular que SpeneeT tambem con-
se;uio applicar este mc-mj processo ; repro-
ducido de medalhas.
( Do Despertador. )
J
Correspondencia,
M1SCELLAKEA,
PHILOSOPHLv DAS CORES.
regtoea do globo Desde a sua fundacad
mesma sociedade tem espalhado lo,'gS,65
Biblias impressas em lodos as lldgoas da Eu-
ropa Asia frica e America.
POPULACAO
DOS ESTADOS' ALLE-
MA ES.
A populacao dos estados alIemSes que fa-
Pebaixo deste titulo, lium cbtmtco dtincto iem pane ila Con federa9S0 Germnica sobo
de Londres, VI. Stepbens, leoultimamente, na 1 a mais de 26 milliocs de almas assim repar-
senedade dos dos artistas de Londres, hnma tidos : Prussia 143-0709; Bvlert
memoria de que vamos dtr idea em duas pa- 4, 9,^87 ; Saxonia i.65.a,u4 Wr-
lav'**L temberg, 1,617,901 ; Bde, r,a6i 6 i 1
y uando se remonta a-s principios .le HesseCassel. 65i,75 ; t'lesse-Darmsiadt
mentares d,ue qonstituem as cores, ve-seque :6 ?H6: uUniaode Thhringi. c3i.q4:
seu carcter e duraco vario segundo a hule Nassal) 38L*eo 5 Fian fon "g'>q3., lo'
tal vti,oi7r9G8.
NOVO r>BSOBftIMENT0 NA
ARTE DE GRAVAR,
Falla-se boje muito de hum novo processo
descoberlo em Inglaterra para executar cba-
nvir
as cores animetts e'vegetaes diTe-
de qii' -
Af-im
rera completamente das romeraes, quarto ;
^;.n natu'csa. As primeiras nao sao inheren-
tes aos elementos que comnoem os corpos a que
perteneca ; so sm huma propriedade
....... i"'i""""ui- ..vul,lu.,.. ,,i0,nicM |Ni,i e.\crinar cna-
'.'H' nvolve durante ocresdmento de tal pasa buril pela aeco da elctricidade voi-
ou tal planta de lal ou lal animal 5 e po-lem laica. Esla invenco produzio Brande movi-
ma^sa
Joio Gomes Guerra de A guiar,, dous ps
* Mputiseiros, dous ditos de fructa pao de
massa, dous ditos do amendoeira
Joaquim Jernimo Serpa.
Director do Jaidim de lirnia.
ser, pormeio de agentes chimicoa, enfra-
qufrijas ou augmentadas, e at mesmo des-
las Quaoto cprque resulta dos mi-
ncraes he pelo contrario huma proprie-
essseii i a seus elementos reside nel-
l f e/eprudua se todas as vezes que" as affi-
lades cliimicas que a rodu Snrs, Redactores.,Rogo-Ibes deem publi-
cidade ao resultado das cinco denuncias que
dei contra o Si-. Henii ue l'ereira de Lueena ,
e que consta das inclusas certdQes. Muito
obligado ficar asen venerador.
Joao Luiz de Soma*
Com qantoo facto, que faz ohjecto da
presente Denuncia seja criminoso c tenba-
se provadoYo.il todas as suas circunstancias ,
nao ao Foro Civil que compete o seuco-
nhecimento, porem sim ao Militar porque
elle foi pralicado por Militar contra Militar, e
( oi que determina u cousa ) em cimpmha.
ppis assim se considerou a Guerra do Pauellasr
e sendo isto exacto claro que smente o
Ri'gulamento Militar dtre decidir as questo-
es queseagila,) enrfl pcssas, qua esto
sujeitas ; suas dsposiWc, acrse.ldo a isio u-
(erminanle despoz^aS do Artigo i 55 do bo-
digo do Processo Criminal Porlanto julgo
cmprocedenle aprsente Denuncia pelos fun-
damenlos ex pos tos e pague o Denuncahlc as
costa. Villa do Limoeiro ai do Marco de
1840Cuslodo Manuel da Silva Guimaraes.
Anda que o fado que determina apr-
senle Denuncia seja criminozo e e tetilla
provado com todas as suas circunlancas toda-
va d elle senSo ole mais lomar coiilicimen-
lo po- exceder an lempo m ireado no Arli^o
15o do ( ci;)o do Piocesso Criminal visto
qife sendo o tacto platicado em 1HJ4, tem de-
corrido muito mais lempo do que u Lei es-
labelcceo para se presentaren) em Juizo seme-
Iliantes Denuncias, Portanlo julgo em-
procedente aprsente Denuncia pelos fundar
menlos esposlo e pague as custa. Villa do
n cuto de surpreza, \isto que pode fazer com- Limoeiro 11 de Marco de iS-jo-Custodio Ma-
plc.a revolucffo na arte do gravador, Tendo noel da Silva Guimaraes
das
k k
NOTICIAS PR0VINC1AES.
Rio de Janeiro,
HUMA MONOMANA. DRAMTICA.

Na Gatelledes Tril.'iinnux ](-!< o eguifile
caso, assas engriicado queacad.i d succe-
deremi' riz lium Roberto de tal, iossu-
do de paixo violenta pela arte de comedanle,
c que para salsuze-la dekmu sua modes-
ta profissao, para eutreg-ir-se com lodo o de-
lirio de huma imagiaaoo exaltada a aquillo
. que elle cuida va ser sua vocacao passava di-
aSa; !*TL 1 an" fe riies rex,aiis ** ** Neai,
existencia ue lonco que ja nao podia abrir
& boca si in evacuar della algumas tiradas,
com grande tedio de quantos o ouvo.
Este singular !iobelo passava ltimamen-
te depois de huma lauta ceia hum tanto
< bcQ junio lie huma quitandera ; e leva-
do de suas fallucinocoes dranialias chega-se
i pobre mulber trava-lhe do braco com vi-
apparecido a este respeito descripcSes muito
confusas, nao seria lalvezscm interesse resu-
mir o que ;.s folhas inglezas lem tido.
.Segundo a n [ua'si i n varia vi
vas invenres rfbus inventores apreseto-
a.Bicco quiuo deparamos coro os bolelins,
rjiM expe a enfermidade de S. M. I. a uni-
ca-salvaeao, que enrontra o Rrasl no meio
dua lerapestiiosas ondas da guerra civil! Alas
providencia, que vela conliuuainenlesobre
o Paz da Santa Ciuz ronserveu os das dea-
be raro Penhor de nossa seguranca o liber-
S. M. I. foi ai-comnietldo no da a3 do p.
p. Marro d'uiva dor forte no olho direlo ,
uo -jue se seguio peda de sentidos, e convul-
ses que des.iparerera depois d'alguus mi-
se simnlt memento: o prolessor .!, cb de Dor-
pat;eThoma Spencer, de Liverpool. Eis-
aqni que estes dous physicos oblvero de
positivo. Tudose reduz a gravar em relevo
hum desenlio sobre huma chapa de cobre.
O processo be mui simples e offerece a ap-
pHcacao toui engenbosa.de huma proprieda-
de, desde longo lempo conhecda da elc-
tricidade voltaica.
Spencer, que parece ter obtido alguns pro-
ductos assaz satisfactorios, comeca por appli-
car por meio do calor huma carnada de
cera^sobre urna chapa ordinaria de cobre.
Feito isto desenlia sobre cera o
objectos figuras ou paiza;;ens que
que obter e este primeiro desenlio he feilo
com o instrumento cortante que os gravadores
francezes chamao ponta secca. Depois Spen-
cer aconselha que se lavea chapa assim de-
sentold com huma dissolucao de acido n-
trico afim de tornar os traeos mais destne-
los.
Julgo procedente a presente Denuncia, a
lista do depoimento das testemunbas eAu-
bo- lo do carpo de delicio folhas, que obrigo a
Hurique
livramentoao Denunciado Coronel
! ere-.ra de Lueena brance cazado, mora-
dor nesta ( omarca pelo crime de excesso ,
ou abuzo da aulhoridade ouenfluencia pro-
veniente do seu Em prego segundo o Artigo
1 9 do Cdigo Penal e sto acha-se pro-
vado polos referidos depoimeutos coherentes ,
e devi&ta uzar o Denunciado de (orea ar-
mada do seu Commandoem um obiectj par-
liculiar ex reden do desta so/le as atribuic-
es do seu cargo O Escrivo lance seu nome
no rol dus culpados procedendo-se ao mais
pela forma do estilo, e Cusas. Villa do Li-
moeiro J de Marco de 1840Custodio Ma-
noel da Silva Guimaraes
Air. aqu nada ha mais simples do que as
eu Lr. da- reconbeco-te manipulau.es do novo dcscobrimen.o ? che-
eu Margarida !
Hum desses acasos de engracados quipro-
quos qi-iz que Margarida iose realmente o
Tinim lr|, in,|ft, c '. pua -."urganua lo&se realmente o
lo de cliL'a. <1UC'X0-Se d(' Pe" ^ quitandeir. Julgue-se do seu me-
'o, ; r ern hum suburbio quasi descro,
* -j i u itLI > *"" ii-nm siii)ur|>io nuast dewrln
Ashoras acliou-se em estado febril, e hum hornero de barba da mea idTde de o os
com ludidas de conges.ao cerebral. Ijmuit*, e que ajuntava com voz de Sten-
A 5 Jioras t- ao minutos foi sangrado v \ tor SnuSu Pl io. Ajargauda sabes qual he o supphao Igeiraicnlc acidulada e o outro com huma
(jamos agora ; applitaco da elecli icidade ,
onde reside todo o myslerio. Spcncei srve-
se para uso de huma'pequea caxa de madei-
ra contendo bastante agua e a devide en;
dous comparlmenlos por meio de hum septo
feilo de trra cosida", porosa ou de gesso.
'Enche hum dos comparlmenlos com a/ua I-
'i-irrirtMvnl/v ^^:.l..l..l...... ".
Julgo procedente a prsenle Denuncia a vis-
ta do depoin-enlo das testemunbas e auto d
corpo de delito follias que a prizo e li-
ramenlo ao Coronel Hnrique Pereira de Lu-
eena blanco, cazado, morador nesta Co-
marca, e a Antonio Manoel Pereira, bran-
CO cazado morador que foi nesta
Villa, pelo crime de morte segun-
d o Artigo ijjtdo Cdigo Penal, aquel-
fe como mandante, c este como mandatario ,
e executar perpetrado na pessa de Jo.io Ro-
drigues Honorato; visto que o referido depoi-
mento dus Icstemunbas coicide verdadeira-
mente com as tircustradcias do fado, aseos
ditos equivalen! aos de vala, e urna vez quo
elles foro. sabidos do proprio mandatario eje-
cutor, e mandan le. O Escrivao lance os seos


'
DIARIO DE PBRNAM81CO
TWV
s
com 3 Ave Maras todas em tencao das que
tem a paciencia de o ouvir.
Mas de todos os massadores do prximo nao
lia mais insuportavel do que o poeta que
d para massador. JIum homem (lestes he co-
mo o apestado de que deve fbgir lodo o fillio
de Adao. Por mais que procuris desviar a
conversaco de ohjeclos que se presten :
Poesia o maldiclo maniaco torce-a de ^cito,
que vos impurra hum cnxurro de versos a a-
quelle proposito e vos cola ph iza dezapteda-
damente. Se I lie faitees em alijos tem I030
de asiento sobre mao versos, que falla'o em
alhos ; se mudaes para bugalhis versa I hada
sobre bugalhos em fim se Ibo pediz venia
para vos relirardes por eucomrnoUado ieva-
vos ; oseada, e por despedida prega-vos hu-
ma furibunda massada a respeito de encommo-
rnr,lV',r0,dcSCV,padrS;da,ld0'Sea,,OUa *'<'t<> o panal, que bem podera concluir se
cornplente ao Senhor Prefeilo para a captu-
ra dos Reos e cusas Villa, do Limoeiro
ai de Marco d<* 1840Custodio Manoel "da
Silva Gumares.
Julgo procedente presente Denuncia avis-
ta do depoimento das testemunhas 0 Auto
de corpo de delicio folias que'ohrigo a pri-
eto e livramento ao Coronel Menrique Pe-
reirvde buena branco cazado morador
nesla Comarca, e a Joo Alves preto forro ,
morador to bem nesla Comarca pelo crime de
tentativa de morte segundo o art. 34 do C-
digo lenal, aquella como mandante e este
como mandantano e executor, perpetrado
ha peaoa de Antonio Matbeus Rar.gel vis-
to que os dicios das referidas tcstemunhas e-
quivalemaos de vista una vez que fono sa-
bidos do proprio mandatario e executor da
tentativa, c anda mais porque osdepoimen-
tos comcidero verdaderamente c .m as circuns-
tancias do Pacto. O Eserivo lance seos no-
mes 110 rol de culpados dando-se a nota com-
petente ao Senhor Doutur Prefeito para a cap-
tura dos Reos e cusas. Villa do Limoeiro
ai de Marco de 1 4o. Custodio Manoel da
Silva Guimares.
Puhlieaco ;'i Pedido
lufgo procedente a presente Denuncia a
vista dos documentos folbas 5 6 e 11 e
depuimentos folbas ijue ohrigo a prisao e
livranlento ao Denunciado Coronel Henrique
Perira de Lucena branco cazado mora-
dor nes'a Comarca pelo crime de caluma se-
gundo o art. u3 do Cdigo Penal, commel-
fido contra o Denunciante o Df Joao Mauri-
cio Cavbanle da Rocha Wanderlev. O Ks-
crivio lauco o nome do Denunciado o rol dos
culpados dando-se a competente ola 10 Sr
Dr. Prefeito para a Captura do Reo nio es-
tando alian ado 5 e pague aj cusas, \ ifla do
Limoeiro 71 de .Mano de 1846. Custodio
Manoel da Silva Gu i maraes.
m
Sr.
largas horas em dilacerar lo crdito da pobre 1 traelandi. Ouvi dizer que o Ex,
viuva, dasolietra, da cazad 1. te, e ludo! Arcobispo Metropolitano da Baha por huma
com huma1 alacndade e desfastio que es-, Pastoral prohibir todo e qualquer loque pn -
huma peste da sociedade he hum ente de
cuja comunicacaodeve fbgir toda a pessoa cor-
dato* e honesta Tal vez que este mesmo N
de Carapuceiro incorra para alguus na pecha
de massada: mas cu c vou por diante em
meu proposito detalhar carapucas (lo todo o
adarme sem me importar a desaprovaeio
(leste, ou d'aquelle praguento. Naohepos-
sivel agradar a lodos. Quem n lo ;oslar dos
meus fracos escriptos quem tiver huoi esoi-
rito 13oexacto, tao positivo, e profundo,
que so ae salisaca comoperacoes algbricas,
dos. De ludo isto concilio, que relativamente ou com verdades ni'ns e secis com > okos ,
a poeta massador nao h outro recurso, senao nao lea o Carapuceiro que arremedando ,
fogir-lbe e fbgir-lhe f lodo correr. bem que em snmma distancia a Luciano a
l or mata que respeite a veneranda class?
Ju
venal a Prouerrio
.., ,,..*. iD^ciw > TciNiauwi eiiiss;; 1 juvenil a rroperrio ao faceto 11 -irado ,
dos hlbos de Esculapio, nao posao precindir I a La Bruyer, a o Tolenlino c M acedo a-
de colocar na galera dos grandes Uftassadoie a ,doptou.a regra do miscerc ulile dulc, A-
certos Mdicos e Orurgies que peanle .' qui lindo a massa 11 por esta vez.
pessoasediotas.j ou inicuamente extranhas
profisso, vaso huma enxufrada de nomes
GregOS, fallando em l-'gmasi.is nevrases
parincl.-.uas., bydeopaticas adiposas, ea
interminavel ladaiidia de enormidades todas
VARIEDADE.
As Qandeiras de Novenas.
Novena em o nosso Pernambca sem levan-
acaoadas emites, ou em gia. eauda fMl. he i lamento de bandeira heomosmo qUe pinella
quando passo terminologa Chluiea ; por sem sal, mot meato em as Pesias dos subur-
q.ie esta em verdade para quem nao estjidau liios da Dqiital. 'Nove das antes de qualquer
essas materias arce- I.urna deabrUra ou c- deslas Festividades tem lugar a tal bajideira ,
nigua endei r.ivel, llum ilesleg impostores, '|'" be por viade regra muito pela mauha aos
uelraelava de certa enferma em huma dasM'rimeiros hocejos da luz. H qu.isi sempre
s de laclear-lhe o Mlai^a
visitas (ue Ihe- iez
pu!>c com muita rirruiisnecu
uepois
(jos ta niz. na qu.isi sernpi
marcial, e o estrepitoso zalunnia |ioe
e vasar ex- tudoem idvoroeo. Abindeira beordinaiia-
elaniu lista'apyreclica : apobresenhora, mele levada em procisso [kjp Mad
lilaiido-lhe os (,h03 ,
suspiro
mus c ni
:. l'.Oll
IIUQ1
.1
Canipnceiro
As massadas.
Dero em chamar massada a toda a conver-
sacao a lodo o discurso a tudo em fin ,
que por prolixo e fallo de graca ou inte-
resse enfastia o provoca tedio ; e em verda-
de acbo propridade nesla denomnaqao fi;r,ti-
rada. Possoas h;i cuja conversaco lie to
lnguida to di_.aiiimada e to [irolixa .
que humas vezes causa somno e outras al
na uzeas Coqbeci aqu hum sujeito que
padeca frequentes vigdias; e sendo procura-
do em sua casa em hum Domingo de Quares-
""yna Un lia sabido e a boa da miilher disse
com toda a simpleza Meu marido h bumis
poucas de noites que nao pode pre,;ar olhos :
loi per tanto ouvir o Sermo do Padre Fr.
F .. a ver se l dorme algura coua ; poi-
que tem experimentado que he o nico re-
medio capaz de concilar-the o somno! Que
massadas que ero os Sermoes ou Sermo is
do tal Pregador !
Quando qualquer pessoa falla agradavel-
nienle e em cousas que interesso ou de-
leito nuanlos a escullo eslo muitas ve/es
peudurados sejo de a ouvir : mas quem
h hi (jiii possa suportara indigesta conver-
saco d'iium desses massadores (|ue tudo de-
bruao de episodios que relerem cousas que
nao tem huma o la va de gra a ou de ulili-
dade ? C) nosso espirito si' atiende ao mil .
ouaojucundo: tudo masdespreza e se Ihe
terna encommodo. Sujeitos h quenada
sabem resumir e que em cada caria que
escreverem do huma horrorosa massada no
sen prxima. (Julio eucontra-\os em cimi-
niio; vos leudes negocio urgente, que de-
manda a rossa preseuca ? e liem o mc-slra o
passo estucado em que bids ; mas o inal-
dicto estafador a inda atiende iudiieila para
vos, faz-vos parar no meio da la, evos
pesuega huma tremenda massada cerca da
sua demanda relatando-vos com miudeza do
profundo! nidadas ad hoc v conseguintemenle paral
o.dbiSQ Vp>|)letici ? Hepossi-I i;i destibeliw o bando dos joven* quede
u :' ,l;il" em deijaio, e d hi a pouoa 1 ctwto nao jioirdem to favoravel ensojo de en-1
horas is,.mu. \!.n ,r oi.n lumia palavra esta I irodajic-se.iaquelle cortijo ejilo tizer o quo I
inljilidade pertence aos Snrs. lilhos ou l'odeai se;;undo o leui|io. a oreas!.1:1, e!e. Nos-'
discpulos de. Esculapio. One Ihecustava a tos -utos patusco-rdigiosos tem bavido sitas j
dizer a Seubora est sem felire? Nada i bfijjas ; porque hunsquerem ipi a bandei-
yni.a a pulavra };re;;a apyrsctie, que pori raipaBaia poretlio onde tem pessoaa,
desusada parece mysleriosa e enigmtica. que Ihes perleuccn outroi que por aquei-
A classe das massailas pertence a mu.-.ica WJ porque al nos ubjeclos do culto he mis-'
quando desafinada ou mal executada. Se- 1(M" MUt UllW se amolde ao gostu des m iganos
nhoras h que nao ten voz que nao tem j devotos '.
geito em summa para a cantara. Entre lano : Durante a (olganea da bandeira caula-se
o basbaqe do pai quer por lorca qu a -sita | versiuhos relativos ao Sancto, euja novena
menina .ante ao piano ; e i al a execular Arias deve comerar n'aquelle da, e s vozes appa-
JUlianas. A menina nada sabe da pronuncia l'eoem cantilenas cuino estas --'
deslo rdioma aldm disto nao lem voz, nm C^ae barRleira lie esta ,
;;<>sto p.na a canloria ; mas convidao-se i.e- Quu vamos levar ?
SL,'1:. pana a ouvir, e a civilidade manda, llt! da M.ii de Je :s
'|ue se ature com resignaco huma massada a:;i faaer novena.
(testas que se ouca a pe* quedo, e que se a-' Gu esl nutra
plauda huma galiha a miar ao som do piano \ Peguem na bandeira ,
a me succedeo em huma viaffem tura o' Na batem no chao,
ie de Sanio i osmo ,
em tiuma viagem para o1
moloter deagoentar a maoi massada que!
bei levado em toda a minba vida. Peinoitei
em ceno sitio era lempo de invern ; Itnha
gramado umita chova, era noite tenebrosa ,
encahindo com somno ; e depois da ceia que
veio mu larde lerroii-se-me ao cachafo
o dono da -casa e leve a erueJdade de arm-
I;'n ira os tramites que lem seguido os des- j busos a resoeilo da applicacao deste vocabulo.
' cuidos do Advogado is esperlezas do Proco- Vanos sujeitos eslouvados levianos e des-
rdor, as astucias do Eserivo a venadade inquietos dio em chamar massada a ludo,
to Magistrado, &e. ice, ; e s a notiiencla- i|e : serio, pave e respeitavel. Oshdnsj
Q1.
L b. Damio.
Conio sabe de lauta cousa o Carapuccirn .\
(dizem varias sen burilas) Como i1 Pois o Ca-
rapuceiro nao anda por ah ? Nao lem olhos
nao tem ouvidos nao conversa com toda a ;
laiadegeute? Humas cousas presenceia ou-
mar-me larga, e profusa (toen le toda a historia ,ri,!i -'onln-lbe e assim vai sorlindo a sua j
da molestia de sua companheira molestia, fabrica de carapucas anda bem que nao per- I
qoe durou seis me/es e da qual veio a mor- sonalisando, tem prehencliido a sua trela e
ler. Eu suspirava bocejava toscaneiava a nnguem com raso teta motivo dse dar pe-
cada momento eo desapiedado massador a oll'mdido.
proseguir na sua prienda o que ludo su-! Kssas bandeiras s<> lem de Religio o pre-
portei em descont dos meus [)ecc.idos. Ain- texto : elUs nao passao d huma festonea popu-
da isto nao be ludo : para contrapeto peni-! l'11' Militas vezes n'liuin d'estes arraiaes in-
tencia veio l de dentro a sogra ; que era bu- ventao-se novenas para se divertirein por lio-
rna Tesipboue e toda lacrimosa acrescentava ve noites para concorrer gente pira terem
alguma circunstancia que por ventura esca- lugar e motivo os pagodes as comexainas, etc.
pava ao ;enro. A final relirarao-sc ; e quan-! te. O culto do Snelo nao mnis do q' prelex-
dome comprnzia com a ideia de me ver livre como j disse, e a mixtura do sagrado
de to bornvel massada pegou la por dentro com o profano be a mais escandalosa que se
hum terco de toda a familia ecomeearaOos pode imaginar As novenas sao nove noites
Padres Nossos e Ave alarias pelas almas do de sucia e de ferrados namoros dentro da
genero humano fallecido : o terco acabou l propra Igreja onde se faz mais algazarra ,
/ elaa duas horas da noite huma das mais af-j do que em qualquer tbealro e se dizem ebu-
nictivaa que tenho pMsado. I las e re]nebros que se nao cotisenliria em
Finalmente bem merece o nome de massa-1 hum baile E be possivel que sopara islo
da ludo quanlo se faz ou se diz com sobeji-:no liaja polica em Pernambuco ? Quanlo
do, e foro de proposito. Mas nao faltada- melhor lora prohibir absolutamente lodo e
|ualquer acto religioso durante a noite e a-
cabar com essas patuscadas de bandeiras de
;ios), c o Civil) se dercm as raaos e se em-
penharem em promover iiforal estou que
as nossos costumes racebero hum meiborj-
mcnla consideravel
0
llum mo.-o mui estimavel e Portttguez ,'
|ue |or aqui passou e denorou-sc alguna
mezes na occasio de partir fez estes ver.s is
de despedida; e parejem-me lio bellos que
ped venia pira os publicar em o meu pe pie-
no PerioJicu ral indo todavia o nome do Au-
thorpjr uv, ofTender a sua delicala miiesti.
O' vos do Capibaribe
Margeos lsongeiras belUs
Acceitai meu grato a Dos
A o soltar do lenho as relias
Quom leve a dita de ver-vos ,
D? go/ar de rossosarea ,
Ijizer pude ADeis pVa sempr<3
Sem m nrer arduos pezares,
S.) de e mais oito as oias ,
Que o diadema abrhinta ,
S.u luz, fulgor, e glorij
D ios he nisferios espan :i.
Mas qual im bosque o Cw.-al!io
Krguea os Ceossobrba (Vento -
S nubriando as nutras pl |0iu
pespessa ram i virenie.
Tal da coroa u > centro
Pernambuc i c.. els i avulta
He a pedra mais mimosa
A mais polida, a uu,s cu|Ut
_ '-os lilb >3 i gaen ,,.1^.
11 ijt S i ; .ier>,ii |JS| ,,, (
Contra o liatavu insolento
Quem se ojipoz com Ui|ta gL,ri i ?
E.n amor Libe 11 i,:
Quem b i que os > issa igualar?
(..lis sibcui urna morto
Por defeudela arroslar.
Clima salubre e amano.,
Sollo pi i lu : ir iccujt ,.
Quaos sao < les hj sencoulra
lies d'o velbj ao novo Mundo,
O recendeute an ms ,
O gentil pono de llora ,
<^ melo a inulaneia ,
'Pudo nestes ares mora.
Mansos cristalinos rios
Serpentead t ,
Suas margena rivalisa
Com as nargens de Cylhera.
'lil gentil, fdgueiiMs .Nuda.,
Que os mesmos Deoses namora ,
as densas selvas habitat) ,
Nos soa:li;ios bosques mpra,
Pexa d'aguda saudade
Hii le deixo sollo amado*,
Maileu nome em gneas letras
Levo no peito cavado.
Possas tu excelso egran le
Sem pro ao mp sobraneeiro .
'?'andar leu nome aos viu Ter hum poivit lisongeiro
Meu final a Dos recebe,
Tributo de gralido ,
Em troca de leus favores
Te ollereco o coraco.
Cli VIUDA.
S iu a luz modificada )
Qu'abrilbanta a nalureza )
Sem niiin toda a rejoude/.a )
svl.
J seria anniquilada.
Mas nnguem h,
Qu'asss m eslude ;
)
a syl
Pois agazalho
\ icio ou virlude.
LOTERA DO T1IEATR0.
madrugada?
Aqu me vem a pello o locar em huma es-
lura luier.se he j por si humansuporlavel eonsellie sao massada I, urna conversaco so- pecie com que b muilo lempo enibirro e
massada.
Taiubem .eileccem closse narctica dos
massaddres do sen prximo alguus Surs De-
I
cao
Muils \eve.s irazem de casa o sermo esl udado,
e nao h outro lemedio seno arrumar para
f------------------n--------------------------------------------
L Este Rangfl be irmo do Sr. Coronel
as lojas dos Srs. Manoel Goncalves da Sil-
va Carduzo Ayres e Irmaos e Vieira Cam-
bista em a ra da Cadeu do Bairro do Recife,
e as dos Srs. Antonio Alves Teixeira bastos ,
ra do Cre^jio e Joaquim Claudio Monteiro,
ra do Queimado no Bairro de Sanio Anto-
io aciao-se venda os liilbetesda primei-
bre asstmipto importante he massada, ouvir i ven a ser; o escandaloso abuso de muzteas I ra parle da segunda Lotera do Toeatro cu-
Missa he massada, onfiesar-se he massada, j profanas em os nossos TemploSi INellea se to> Ijaa rodas audai iui preter vehuente no da 37
frequentar es Ofbcios Divinos he massada-, I cafi Walsas, quadrillias o bolicoao landum, do corrate mes.
litados, cujdscsliadissiraos discursos provo- estodar materias interessanlea be massada-J e at j ouvi locar a, Caxuxa no acto de lev an-
:ao somno, e fafio zanjar a hum Stoco, ele. etc. : B nao be massada andar por ubi ter a lieos A mu/na das igrejas deve
tuna, amezendar-se ao jugo das, c noites
inicuos escoicear i,oas e.squecidas em huma
salla de da oca desbaratar o precioso lempo
em hum nahioio imperluenle e minias ve-
zc injTi uctilero s nao he massada r.astarem
ser
, e magestosa < della se deve proscre-
ver quanto possa dispertar em os liis affei-
coes de seiisualiilade j |>orque essas casas per-
tencem ao Senhor sao lujares de rccolbi-
ujcnio e d'oraio e A V i -SI 1S l. Vtf 4""*'
: Precisa-so de urna ama para casa ^uu
pouca familia : 111 Piaca da.Ijidcpeiidunci*,
loja Je cheos D. iti e aj


^^
.. 'JE! 'J'ILBLL...
DIARIO DB PERNAM BUCO

L e i 1 I o
Que fi J. O. Elster por intervenco
rt-ior Oliveira (transferido por cauza
lo clmva ), sexta feira o do correntc as dez
iotas da manhS, no seu armases, na ra da
rancia dcfronle do beco I
dos seuintes
i- 5 Desapareoctlo 5 r, n*5es de am.1*. -ladeo Patacho Rainha tem parte de *
e 3 ditos de Euro a quem lo.em merecidas cargamento prompio qern qu.serf
i i! 1.|.T;,r na la ;-ar dura-se a Manoe! Joaquina curo uu
podcosapr.mcnde.em. g : '. a Fmm Jos Felis da Ros..
da praia .errara de Constantino ose "'! '________________
uaVIenoc. Pires, que receber o.ooo de
eralifieacaVt.
tar Da-se por motade uma ; di decen-
io c Malo nril rfedeJose Bernardo de Fran-
ca ..morador n Cidade da .Parahiha ; quem
Mfe negocio quiser faror dirija-se a praya da
Independenna n. i3
t_>" Jos Das de Sonsa-relira-se desta Pro-
VrV Quem precisar de urna ama secra p h*. Blas Modernas P^ <^a
w^rum menino, efasertodoo mai : >*> *do9> *JgJ*|J
i:.,, a, ,,.,,-.-. dira-searoa d rhapeos ejaqiiclas, ditas para relog.os di tas
"vcac"....."".'. i ....,,..,. caivetes, liseuras finas fitas nran-
f Rogalse ao Sr. \*mod Correin .1 P- ."H- HWnh. para chapeos de se-
i i _. .,.; i, f';.i-- "ma cmodas secretar
gneiredo estimante no *im.nano ele in
de ir a ra do Queimadj toja, de hizeud 13
16 para se tratar negocio de seu tnteresse. i'Vm em
1 ,- i i i :, .... nara sanaleiro nenies do martim nvros era
6_> Precisa-se de uma ama de leite na r*'rire 'I ,. _-i,cc,iP l_
. i -, n raneo, grvalas, cornelinas cadasso ue ai-
pracinnado Livramento loia I), ao. i.manhns e
P HT Precisa-sede urna' pessoa livre que 6^" !*{ ll! **l,M UmMlh0i '
entend.de plantad, e esencialmente de outroa bjetos d* bora gosto.
Iiorta
*!-*--*>+ de" An.0,,-,0 I- <^W jt*tP5E
arligos ; caixas para rap i iapeos de palha
va
nacao nenjucua *">, i------ ti
, ,., ._-, denJes larffos idade de i* anuos, cabellos.
ET Urna preiamo?a boa lavade.ra^efa/; dentera g,^ ^ ^ ^ jaqueta de gao-
ras de bra-
cos, eespaldar, ditaa para piaono, pedras
iara afiar fosforas para tirar logo, facas
pomar e
para ser empreado <'oi
C i* 111 |) V Jl 8
um pequeo sitio dentro mesmo da Cidade ;
queo) ealiver nestas circunsianeias dirija-ae a ^^ .__. nnn m
i i ..-,; \;,i, ivn na ma do *S^ Um molequc de la a 14 annos que
loj. de Anto.no Xarierda Sjlva na ra do .|ik%I1(Ja jj;umausa 'S'V'.a-seaoSr do engenbo Ramburral forlngue/ c nm realejo penneno que
txy ivo.i m-<> _i uunievn seliadros- na nracinba do Livramen-
teopreloque anmmc-.a tem os lgnaes se- qaeiinun, l'"-""
{uintes ; representa ler de idade 4& anno
de nacSo henguella altodocorpo faltaliie
dous 011 tres denles na frente tem principies
dj cabellos brancos o qual fui comprado a
1). Mara Francisca da Ti indade viuva do fi-
Vendas
se
rea D. <7- .
__1J- Sapatos inflezes para homem pti-
mos para o invern ; na ra da cadea loja
D.10. ,
xsr Na ra do Livramento. armazem de
duas portas n. 4 de Luiz Antonio Gonsal-
ves por preco mui commodo um comple-
to sorti ment de louca e vid ros eontendo apa-
rellios para cha de porcelana dourados e
pintados ditos de louca azul, ditos cor de
roxa ditos cor de lirio ditos verdes ditos
escuros ditos de ramagem lustrados, ditos
ordinarios esmaltados bules cafeteiras, as-
sucareiros, manleiguejras, e chicaras de di-
versas qualidades e tamanhos, aparelbos para
antar de louco azul, ditos cor de roza, di-
tos de beira azul. terrinas de differentes
qualidades e tamanhos pratos para mesa e
sobre mesa ditos ovados con tampa, ditos
travessas dediversas qualidades e tamanhos.
hacase ditascom jarro garrafas finas, cam-
poleiras ; calis para champagnhe ditos para
vinho ditos para serveja ditos para licor ,
e agoa e para sorvele ludo de hora e bem
lapidado vidro ingles e criital francez gar-
rafas lisas e moldadas, calis para fnbo, co-
pos para afoa, lantemas com caslicaes de cas-
quinha, globos, mangas; redomas para ima-
gens galheleiros, e mitras muitos coizas
S2T Uma mobilia de Jacaranda do melhor
gosto, e primorosamente acabada por ser
feita pelo melhor artista do paiz composla'
das pecas sef,uintes; um grande trem, duas
bancas dous consolos uma grande banca
redonda um sof e 18 cadeiras um rico
esieirado para urna grande salla e um lindo
xsy Cautellrs da Sociedade Fortuna Ty-
*tt*Jto^**^^~F porTfica devididas dos bilhetes da, Par'te
n,do Wanoel Canuto RodriRues .>- R, Loifa do Theatro ...bando a ao.
6.0 no d.a io de Aposto do ...opa asado sen- premios bU-
f^JJ?^^n^^mX'J veis a preco d" 5oo reis : nesU Typogre-
daCade.a D. 7 que se pagara toda a des- fc ^ ^PJJ^ Illdt.|)emJem-a loja n. ao e
^tsl t v 1 ...^.uiu na loiadeencadernadorn. (i i na ra larga
_y Mr. Kissel reloioe.ro no atierro da Itoa 1 .,.... n m mi
. 1 j 1 -i ;. -. cU do Rozario loia de miudezas \). 7 na ra .-----,----------- .....
vista, compra relog.os de alg.he.ra em se- (,0 Colu>,rio [o a de re|O|Oer0 de|ront, da re-enserado para uma sala ma.s pequea, ven-
f.undamo, e laml.em troca, vende encan- .^j^ ol)'ras pub|icas na loja de Mano-'de-se esta mobilia por ser superfina, e nao
ta e abane, a os compradores. r: ^ Carvdlho ao a|.C() ,)e ># Anlo. ler li(|0 Uzo 5 assim como se aluga uma gran-
i_r ua-sedinhe.rosobre pinliorcs de re- e na ruadreita venda que loa de Jos de loja com uma formosa salla na frente, e
logios de algiheira ; no atte.ro da l5oa vista j,enha n oxxs grandes piarlos uma saleta atraz, *
lojaderelojoerro. Urna nenra de naco moca de honi- quailcs, e quintal commodo, com bastante
tST Que.nprac.sar de um rapaz portugus J^ engomma bem e lava agoa para os uzos da casa e maisa vantagem
par cai_f.ro de armazem ou de ra 00 que rr?vel d. sabio e varrella ; no atierro dos de ter embarque na porta e lambem recebe
1.1 tem ninila urlica ; nnttuucie sua morada n
paia ser procurada.
t^. Preeisa-se alugar un
mu.lo
dar com as lojas em ra rpie nao seja
esquesita \ quem Liver aunuucie
__f Cava-se eiqjomm.-se com perleieo ;
DOS \ CntOSd. Boa vista casa terrea pegada
do sobrado.
tur Alnga5-se < armazens na ra da praia
proplios para carne OU venda; linla-sena
ra da Aurora (erceira casa de i andares.
aflojadossobndo de um andar onde murou |eges e carros para o que tem, su
primeiro an- o nado Baptistt
algalias proxima-
commodosj nata Typogrna se dir.
%sr Historia de Alesinaou a torre velha ,
no de Vasconaeltot.
X3T Desapareceo uin moletue denome An-
tanio creoulo de idade de -o annos caber
ca regular com um talbo sobre o nariz ,
olhos grandes, beicos grossos, eomumap.r-
r,a lerida de uma canelada lugio no da 1.
de Abril ; quem o pegar leve a ra da moeda
n. -43 que ser gratificado.
SSf- Roga-seaos Snrs. Suh-Prefeitos, e
mais authoridades desla e mais comarcas e
pessoas particulares que souberem ou viren
uma negra de nome Josefa de idade de 34
annos altura regular secca do corno cor
fulla nariz chalo com uma marca de ferro'
de sua trra em cima um dedo grande ale-
jado em uma das mos ps pequeos cos-
tuma dizer que he forra e mudar de nome-r
quem a pegar leve ao atierro da Boa vista xu
i que ser gratificado com 20 000.
tsr Roga-se aos Snrs. Sub-Prefeitos d'esla
e mais Comarcas Commandante do Registo
do Porto e Authoridades policiaes e pes-
soas particulares a apreenco dos escravos a-
baixo declarados Francisco nago rebollo ;
tujo escravo foi do fallecido Gervazio Pires
Ferreira apelida-se por Francisco de Ve-
ras por ter sido escravo de um tal Veras, cu-
jo escravo Oficial de pedreiro e trabalhou
muito tempo as obras publicas baixo ca-
beca sobre o grande olbos lambem grandes ,
ahugalhados e afuraacados nariz mais afi-
lado que chalo boca grande beicos grossos,
pe.tos balidos idade _3 a 4 anuos fgido
a a5 de Selembro do anno p. p. Valentina e
naco Costa com os signaes seguintes : cor
preta corpo seco cabeca e orelhas peque-
as olbos grandes e abugalhados, meios
vsgos nariz mais afilado que chato boca
abicudada, denles acangulados, pescoco
comprido peilo ovado mos pez e altu-
ra proporcionaos, pernas linas; idade em que
fu ;io iba 17 annos lendo o seu comeco a .0
d'Abril de i6.i"j l quem os apieeuder leve-os
, ra de S (Joncallo a entregar a Manoel
c -- Elias de -oura que gratificara (;enero/a-
^_ts?" Vellas elasticis e .
mente chegadas da franca a tres mil rs a Selico novella alncana Leocadia ou inno-
du/.ia botina de Lisboa de becerro muito cente victima do crime Pedro novella alema,
bem feilosa doze patacas, e meias de llnho Iddalina de toquemburgo, ou o exemplar, a
tara homem ; ra ra arga do Rosario taja de forc.da.mis.de, casamento por vinganca .
miudezas l). 7, Carlota ou os amantes esposos Cliulmi,
v7- 5o pedras par. o uso das escoltas, por Camire novel, americana o, lances da ven-
metale de seu justo valor, e uma carteia ture, secretario purtugues. o amor olleudi-
r^JZ. l-i'ni. nov.eom*uito.coromodos, por prego mui- jdo, e ama casaca de panno ail para pessoa
tsr Ai renda-se urna casa terrea na ra m _4_______......,' tmAa ,__, ^^i,,. na rui do Livramento Ima de lou-
da praia propria para se ven.ler carne secca ;
qu.-m a pretender diri;a-se a ra das Crures
casa D .otlelionte do Sur. Luiz Pcreira de
Furia.
iSj" Aluj;a-seum segundo andar de um
sobrado no afierro da lio. visla com bous
(ou mudos para una familia, lamben tem
estribara ecoxeir. pora carrintio ; a tiatar
'.11 mullUS (OilllllUUIIS |m |"V" 1 ~-------------------------- 1--- ------- I
loencmla-, natrempeno sobrado onde ten paiticular; na ru-i doLivramcntoloj.de lou-
a safa publica. !ca ,. _,, .
ca- Lima cata terrea nos A (Togados, de-j tT O Archivo lliealral, eontendo os mais
eS. Miguel, e nutra no Pateo de S modernos Dramas cutientes completas de 11.
dru do lado du viraeSo nesta Tvp j a 3 ortogr.fi. de -lachueira eduao ,
.. r Uma harrelinn'para (i Nacional, por os 3o an.^s ou a vla de umjogador a torre
meo muito commodo-, nesla Typografi. deNfisle, osquadros historeos de poriug.1
-T Na loia que foi do fallecido Arouca .; com ricas estampas o jornal de
fronh
!
nicute ; o primeiro com cincoenta mil reis ,
co secundo com cen mil rs.
__^ lNo dia dous do correle desaj areceo (
molecole de id-de de .0 anuos, de nome Jo-
aode S. Tbom sem barba altura regular,
boa figura os dedos dos ps com Biguaes de
bichos, ao lado do dedo minino do | direi-
toietiiu.ua sicatru anda mal curada, pro-
cedida de bichos levou camisa de mangas
curtas de algodloziulio calcas de estopa o
lillto no J esquerdo com Ierro comprido;
quem o pegar leve a ra direila paitara i).
10 ques.r leconipensado
U- Fiijjio um Cabra de nome Manoel ar-
los de Souza sapateiro C.eoulo de dade
de Zi-> anuos levou vestido c.Las de listado
escura iaqueta de riscudiuio cbapeo de
castor blanco camisa de a'
,j(lao/.).iho es-
regular ,
(itiios atun.acados denles
..i.kir-. ,. imi-iva nari calimbo a Halar -* >' o.i ue un un i.ii.lc.uu ..v-, :---------- Ulur. rej-ular oli.us aiun.acaitos Ueult
S_ET_ ZtZjSZ t d'e- bto -. .le -.o d. la,C,, c o,,,,,,, mftggHg* ^J~-J .___ ,_,__, ___ !,,.., o
. .. ,. mais eslreitOS ditos blancos, snalos de ma.- inouinuas tai a piano 110 ...tes ua uu 0 .,.,.,. .... ,.,, ,, i,.,m,.,
fronte da Matriz. I) 40
$v/- Precisa-se de un
!t.
eilorque culenda !mx Pin
de.planlneoes, e.lrabalhede enrhada para
um si lio pequeo e peno da praca na na
direila lia de cera 1). 1 (>
mais eslreitos ditos brancos, sapalosde mar- moiliiilias para pian
tw Precisa-se alugar uma
sa de. uma sen hora sem familia, |
todo o servico \ quemotiver annuncie
__/ eseja-se fof lar ao S:r iM;
l rreira Tarares de Mello.
ieies;e ; na ra i > Lrvramertlo 1).
negra para ca-
llara fazer
ftcl J isd
a negocio de seu iu-
,0 ou
.nnunciesua morada
l_f Jacob Maria Berlazzi tci.do muda-
do a sua residenciada ra da Cruz, para a
Praca do Commercio em casa de 1!. z ck: Ir-
mao renova osseusoerecimcnios |iaracora
o respe.tavtl publico desla I ..; ule no excerci-
ciodi ensinar a lo; a. bem co.nuafi.iarpian.ios,
om o mesmo desempenho cun que al o pre-
sente se tem prestado as jit-ssoas que benigna-
mente tem oceupado. u.osirando-se satisteilos
do sen prcslimo
Cf- Do corretb tira rao uma carta vinda na
rkrea Tentadura pertencenle a Jos Antonio
Marques a pessoa que por engao a liruu
queira ler a bondade Uu entregala na botica
la ruido (^ueimado h ou lama-la ..o
comi
j_y- Qurm annunciou queierer alugar
uma uc-gia para o se.ico de unta ienlio.a ,
drija-ae ;'S > punas _> ti onde lera Luipio.
Avos Maritiuios.
PARA O ^'ARANUAO'a sabir com bfe-
os para homem e
meninos snspensjorius de borracha estropios
de latao <: de cauro de lus-ro ditos de buH
racha, e uutras muilas quiquelherias pr pre-j
CO i^i'o commodo.
, 70 toros de sngico ; na serrara de
Joo da Molla Botelho 0.1 na ra do CJuei-
m&de l"ja 1) 1 a.
s_y Uma duiia de cadeiras d> Porto, en,
vemisadas, u,nogode banca*, cinco qua-j-
d^ros grandes, e um com a -figura de Napof-
le um par de mangas de vidro tudo por
preco commodo na ra direila D. 11 no
segundo andar.
S2JP Um -i casa de pedia e cal com 4 sut-
las, 3 (muios, quintal murado com bom
poco leudo visla para duas ruea na pnvoa-
1,-o d.o filar na \ ila de Ilamarac por pre-
co muito commodo ; a (altar na venda de Jo-
anu.ui do RegO nos 4 cautos que faz na tra-
vesea da ra du Uu/.ario I). n aonde se dii
.pie a ven l go do nteSmo, e vemle-se para seu pagamenio.
"*+T Botios de 1 isboa e francezes sapa-
tos de urna e duas sotli.s meios botins e dijo
iiorzeguins de lustro com o peito.do p de brini
e de uuraque preto sapalos de couro de lus-
tib para homem eseubora dilos de duraque,
setim e ma.-roquim de lodas as cores chi-
nelliis para homem botins para meninos
sapuios per. dilos. luvasde pelica |>ara homem
e senhora jhapeos de sol.de seda, bicos de
linlio lencos de seda fitas de garca chapeo
do chile de copa alta e aba larga \ na praca
armazem deoiiteda escadinba.
__f- Urna negra ptima para todo o servico
de urna casi j na praca da Independencia lo-
ja de chapeos n. 'b' a).
t3S* Bicbasxpreta. de superior qualidade ,
em condico j amado Calinga loja do Sor.
Bundeira.
I.sera vos Fu tos
\ quem o pegar leve a ra do l^ueimado
U j, quesera gratificado.
SST iNu dia .. o p p fugio urna negra do
nc.uc Joituna, deiJade de t anuos c-.l--
ruiv ordinaria cara a boceud. lesia gran-
de, co..* uhia sicatru, vestido de ciula pan-
no da costa e u.n lenco amanado na caneca;
tiueui a pegar leve a ra dO Liviamento u. 3
taat de Jos omiugues da Costa Cardial
MoViaicuiO tlu i'orto
sjy No dia 5 do corrente fugio um moh-
tinlto de idade de 18 auno, tem uma espi-
aba 110 rosto os denles bastantes grandes ,
pernas finas secco do corpo ; quem o pegar
leve a ra de agoas verdes sobrado l>. aa
ssy No dia 7 do corrente fugio uma ne-
gra de naco mucambique., denome Fermi-
na com 3 tai los na testa uma marca no
rosto confronte o olho, e outra sobre os peifos
marcas estas de sua Ierra beicos grossos,
pes nequenos bstanle magra, por es'.ar
doenle e em u/o de remedios levou vestido
de assento branco com palmas encarnadas ,
panno da costa azul camisa de algodozinim
tudoju uzado cabello crecido, tem mais urna
sicatru ua verilba direila; quem a pegar leve
a ra da Madre de Deas armazem de cou-
ros u vo; que ser recompensado ou na
ra do Livramenlo l). 11, no segundo andar.
_-/ O iliiiixo assignado roga ao Sur _ub-
Preleilo e authoridades policiaes ou Com-
mandante de embarca* Oes a quem por venda
seja uleiecido um seu escravo 1 vagido no dia
^ docoriente leudo sabido a vender pratos RIC1FKM A TYP. DK M. F. PE F..- lO^*
NAVIO ENTRADO NO DIA 8.
RIO DEJAISEIRO ll dias fa/'ndo es-
cala pelos porlos intermedios, Barca de Va-
porlo hahiana Capitn Hortlen equip.
.4, passagei.os Luiz de Queiroz sonlei-
ro Re;;adas e um escravo Marcello Can-
dido de Araujo Vianna, segu para o para
o Capito de Fragata Jacinto AI ves B.anco
Mnn.z B arrelo Joo de Ara ..jo Gomes Ar-
gollo Ferrj Luiz pereira da Silva Neves,
Francisco Jnaquim Caldas Joo Felippe
Figueira porluguez Jos Miguel l er-
naudes Manoel Joaquim de Azevedo Cas-
tro porluguez segu para o Rio Grande
do Norte, Jos Accioli de Vasconsellos ,
segu para o para ; e conduz 4 mullas.
No din 7 no entra rio nem sahiro embarca-
coens.


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