Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04057


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Full Text
Anno de 1840. Sagrado
TihIo agora depende de nos mesmos; da nos'sa prudencia, modea-
5*0, a energa : continuemos como principiamos e seremos apontados
com admiraco cutre as Gares mas cultas.
Proclamitco da Assemblea Geral do Bratil.
---------------------.a^ i !"-------------------------
Suhsrreve-se para esta folln a 3fono por qurtel pagos adianlados
nesia i'ypegrafia, roa das Crnzes D. 5, e na Praca da Independencia
na. 3? e'8j onde *t recebem correspondencias legalisadaa, eannuucios, ''^t/?,
isirindo-M CSU8 gratis, sendo des j.roprios assi^nantis, c vindosassig-
guaiios.
Partidas dos Correios Terrestres.
('ladeda Par'abib e Villas de sua pretend....................\
,',,, ,|() Rio Grandevo Norte, c Villas dem...................Segundas e Sextas Fciras.
Oia da Fftalaia o \ illas iiiem..........................i a
Villa de Goianna................................../
Cidade df Oliixln..................................Todos os dias.
Villa deS. Anlo..................................Quintas lenas.
l)ita (e Garaiibuns e Povoaco fio Bonito.....................a lo, e -j4 lacada tuez.
Diasdo Cabo, Serinbaem, Rio ''ormozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, e Villa de M acet.........................dem dem
Villa de Paja de Flores.................................dem 13, dito dito.
Todos os Correios partem ao meto dia.
4 de Abril. Numero 77.

- CAMBIOS.
AiRIL 3.
Londres......5T d. por Ifooo ced.
Lisboa.......70 a 7 por o/o premio, por mcialoTerecido;
Franca.......390 res por franco.
bio de Janeiro ao par.
OUH'J Moclas de 6^4oo rs Velbas
> Hitas ,, Novas
Ditas de 4fooo rs.,
PKATA Pataces Braiileiros.......
Pezos Coluiniiarios----------- -
Ditos Mexicanos----------.--
Premios das Letras, por mez J 1/8 a 1 i|i poi
Moeda de cobre 3 iwr 100. de disc.
ifSno a
lfioo a
fty'vx) a
l$6tn a
i ''te a
,'^boo a
too
ij7oa
tiHoo
8/ioo
1/8(0
if'Ho
i,''i f
Dias da Semana.
30 Segunda S. JoSo Climaco.------.- Sessao da Thet. p ud. do S. de I). da i. t;
31 Terca--------S. Karbina V.----------_-_ Hel.. e-aud. do J. da I, v. doC. de m.
/ d'AbrUQnart. S. Macario.-------------------- Seasio da The.
2 Quinta------- S. Francisco de Paula Ftmd. tteiaeo, e aud. do J. de !>. da -i. v.
3 Sexta--------Comemoraro da Paix. de J. C. Sea. da Thez. e aud. do J. de D, da l. r.
4 Sabbado S. Isidoro Are.-----------------Rel.e aud. Uo J. de D. ('.a 3. v.
Uuui.---------Vicente Parrar.- --------- -
Marc chela para o dia a de Abril.
As 6 horas e 3o minutos da tarde As n horas c 6 minutos da manh.
PERNAMBITCO.
ASSEMBIEA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL DE PEHNAMBUCO.
Acta da i'i. Sessao ordinaria Legislativa Provincial de i'ernambuco no
i. de Abril de ici.fo.
Presidencia do Snr. Dezembargador Maciel
Monte i ro.
Feila a chamada aeharo-se presentes if\
Senhores Deputatlos, faltando com partecipa-
co os Snrs. Manoel Cavalcanti, Doulor
Brilo, Padre Meira e Dantas e sem ella os
Srs. Urbano, Leonardo, e Joaquim Francisco.
Lco-se, e foi approvada a acta da Sessao
passada.
Expediente.
O Snr. primeiro Secretario, fez mencao
de hum requerimento dos oHciaes do Corpo
de Polica pedindo retirar a sua pelicao ,
untes de ser vuiado o parecer da Commlssao a
tal respeilo ; foi deferido o requerimento fa-
voravelmente De oulrodo Padre Manoel de
Mello Falcao I aroco da Fregnesia de Bonito,
pedindo, que altere-se a actual Diviso de
sua Freguesia e se adoptein os limites de
que lala o projcclo que appresentou o Si', de-
putiido Dantas ; foi a Commissao de Estalisti
ca. Leo hum Parecer da Commissao de Fu-
yenda, e ori-amenlo sobre o requerimento do
Padre Chrislovao de llollanda Cavalcanle ar-
i amallante do Disimo do gado vacum ecavalar
da Freguesia, de Cimbres, no qual a Com-
missao eulende que niilito a respeilo do
requerente as mismas causas, pelas quaes se
del'crio favor.volmenle oulros arrematantes,
e que iqiielle deve ser da mesma sorte atten-
(!ido ; loi approvado o Parecer. Outro da
mesma Com isso sobre a pertenco do Paro-
toda Freguesia de Goianna, noqual a Com-
missao reconl.ccendo juslica no que se requer,
entende que na segunda discussao da Le do
or-amento se consigne urna qiiaulia para n-
deirnisaifio dasdespezas feilas com a Malris
daquellu Freguesia ; eque fi(|tie sobre a me-
za este parecer para se ter em attenro, quan-
do se discutir a dita Le ; foi a, provado. A
mesma Coromisso requereo que se pedisse
aoEzm* Presidente da Provincia o plano a-
preseutado pela Cmara Munic doLimoeiro
sobre a obra da Cadeia daquclla Comarca,
para, assim babelitada dar o seo parecer so-
bre a pelicao de D. Ltliza Mara de Jeauz ,
arremaltante da referida obra foi approvado
o requerimento da Commissao. Foi lido luim
requerimento do Porleiro, e dos dous Conti-
nuos desta Assemblea pedindo ff augmento
de cem mil res sobre o ordenado di: cada hum,
oquul foi remellido aComisso de Polica. A
Comisso de Contas e orvamenlo das Cma-
ras appresentou quatro pareceres, aprovando
as Contas das Cmaras do Recfe, Goianna, S.
Anto e Limoeiro, desde o i. de Oulubro
de i858 at o ultimo de Sctembro de i8g :
os quaes pareceres nao encontrando opposico
oro approvados. Foi lida e approvada a
redaco das posturas da Cmara de Goianna.
O Snr. Lopes Gama fez o seguinte requeri-
mento Como o fcxm. Vice-i residente des-
ta Assemblea se usenlassfi para o Rio de Ja-
neiro requeiro, que se proceda eleico de
utro oi approvado ; em consequencia do
cencido, passando-se a votaco, sabio eleito o
Sr. iJr Pedro Cavalcanle com it> votos i tendo
btido o Snr. Mello i o Snr. desquita %,
e o Snr. Mavignier e o Snr. Andrade Lima
hum.
Ordem do dia.
Entrou em primeira discussao o projecto n.
17, que divide em dous oofticio deTabelio
de Apontamenlosde Letras foi approvado:
e da mesma sorte o projeclo numero 18 que e-
leva a 4ooU res o ordenado do substituto das
Cadeiras de primeiras letras desta Cidade.
Entrou'em 2. discussao o artigo 1. do projeclo
numero 4 da Forca Policial. O Snr. Peixo-
lo de Brilo mandou a mesa o seguinte artigo
substitutivo ao artigo 1. A Forca Policial de
toda esta Provincia para o anno de 1840 a
1841 constar de 600 pracas de infantera. O
Snr. Mavignier o segninte artigo addilivo -
A Forca Policial constar de um Estado Vlai-
or e Menor, ede seis'companhias de infante-
ra pela forma seguinte :
Grada o de
Command. Geral Teiienle Coronel 1
I Segundo dito Major 1
AJudante Tenento 1
i Quartel Mestre dito i
Secretario di lo 1
CrugoMor diio i
'Cirurgio Ajudanle a
Capellao *
Sargento Ajudante i
; Dito \ ago Mestre 1
Corneta mor 1
Somma
Composi o de huma Companha.
Graduaco de
1. Commandante Capitn
a. di lo Teen te
i dito Alferes
1. Sargento
Segundos ditos
Furriel
Cabos
Cornetas
Soldados
Somma
-.
1
1
1
1
4
1
8
7a
9'
Soldados e Cornetas 535 res por dia Cabos
600 reis, Furriel 65o reis, segundos Sar-
gentos 700 primeros dilos jho este artigo
foi regeitado O artigo 3. foi approvadj : e
da mesma sorle o projeclo numero 14 em se-
gunda discussao. Entrou em segunda discus-
sao o artigo 1, do titulo 1. do projeclo numero
I O Snr. Peixoto mandou o seguinte re-
querimento. Fique addiado o artigo 1. al o
fim da discussao dos outros artigos o qual foi
approvado. Os artigos j. e 3. foro appro-
vados. O artigo 4. ficou addiado pjr ter da-
do a hora, e pedir a palavra o Sr. Mavignier.
O Snr Presidente dando para ordem do dia
da sessao seguinte Leitura de Projectos, n-
dicacSes. e pareceres de Commissao, primeira
discussao do projecto numero 45, segunda dos
nmeros 3o, e 44 todos do anno passado, se-
gunda dos ns. 5, e i3 deste anno, e a conti-
iiuaco do 11. ia, levanlou a Sessao as duas
horas da larde.
Francisco de Paula Cavalcante de Albu-
querque.
V ice-Presidente.
Alvaro Barbalho Uchoa Cavalcanti.
1. Secretario.
Antonio Alfonso Ferreira.
Secretario Suplente.
Para seis Companhias
Eslado Maior
546
13
Somma 558
O Snr Peixoto de Rrilo' o seguinte artigo
addilivo -Pica em vigor a orgauisacj actual
de quatro Companhias, leudo cada huma del-
tas mais hum terceiro Commandante o Snr.
Mavignier esta sub-emenda o numero dos
soldados seja de 79-Passando-se a votaco
foi approvado o artigo substitutivo do Snr.
Peixoto de BritO. O Snr. Doulor Peregrino
mandou a mesa a seguinte A Forca ci-
ma decretada ser deslribuida segun-
do o Mappa apresentado pelo Exm. Presi-
dente com alteraco relativa ao numero das
pracas de cada Companla em conformidade
ao accresciuio da Forca decretada Esta e-
menda sendo considerada por alguns Snrs.
Deputados lora da ordem por ter principiado
a votaco, foi retirada pedido do seo autbor.
O artigo addilivo do Snr Peixolo de tirit
foi approvado quanlo a primeira parte, e
repeilada a segunda, ficando prejudicadas as
emendas offerecidas pelo Snr Mavignier. O
artigo 2. foi approvado. O Sur. Mavignier
offereceo o seguinte artigo addilivo O sol-
do do Estado Maior o mesmo que at agora,
o das pracas de pret como da tabella seguinte :
Di versas Reparticoens
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta he a mesma do N. 74.
EDITAL.
Por deliberaca do Exm. Snr. Presidente
foi criada mais urna ( adeira de Primeiras Le-
tras para meninas em o Rairro de Santo An-
tonio a qual deve ter su t residencia para o
lado do Sul da Freguezia em proveilo da ten-
ia mocidade que por aii mora e nao pode
aproveilar- se da primeira Escolla pela longi-
tude de suas moradiis.
As pessoas que aspirarem esse Magisterio,
procurem babilitar-se para o concurso que
deve ler lugar em odia 18 de Mato, deven-
do apreseutaros seus requermentos habili-
tados ao Director do Lyceo al o dia 9 do mes-
mo mez como he disposto no Rejulameuto
das Aulas.
Lyceo 3 de Abril de 180.
Laureutino Antonio Morei'-a Je Carvalho.
Director do Lyceo.
COMMTJNICACA COM A INDIA PELO
EGPTOE MAR VERV1ELH0.
Continuado doN. ni.
II.
To^os os trabalhos creados pelo genio de
Mehemel-Ali nao sao, sem duvida se n>>
hum bosquej imperfeito do grande syslema
de communicaco martima que projecta en-
de o Mediterrneo e o Mar Verraellio ; po-
rm a guerra incessante c ruinosa que se
v obrigado a sustentar com a Porta Oltoma-
na j os projectos ambiciosos da Inglaterra ,
que deseja com ancia a posse de Suez e a na-'
vegaco exclusiva do Mar Vermelbo, sao
oulras circunstancias imperiosas que o teiu o-
bripadoa derir para mais larde a abertura
de hum canal de unio que transmiltiria
posteridade mais remota a gloria de seu Ilus-
tre fundador. A dilliculdade material de a-
brir e anda mais de conservar o canal, he
grande, sem duvidaalgutna, porm, como mu
bem disse o Senhor Jomard em hura nteres"
sante folheto sobre o estado actual do Egyp"
lo: M Devendo mudar huma operaco se"
milhante o aspecto das relaces da India
com a Europa he Jmuto de temer que o
caual nao se ahrisse seno em beneficio de
huma nacao rival. Os Ingle/.es medan-
te certs privilegios de inslallaco e direto
commercial j propuzero a Mehemet empre-
hender sua custa a construeco deste canal ,
e posteriormente oferecro construir huma
estrada de ferro. Porm alguns conselhos
prudentes semelhanles ao antigo orculo
consultado pelo rei Nechoay lhe fizero en-
trever qual poda ser o fim oceulto de huma
possesso ulterior que se propunha os In-
glezes e nao smenle nao conveio em sua9
insidiosas propostas comj resisti vontade
expressa do sulto que lhe mandou deixas-.
se passar pelo Egyto as tropas nglezas que so
dirigio India. (I) Mais prudente do que
Mahmoud que couseutio ltimamente o de-
sembarque dos Russos as margens do Bos-
phoro Mehemet-Ali quaesquer que sejo
as circunstancias da sua posico, jumis per-
mittir que os soldados inglezes desembar-
quen! no Egypto.
O sulto de Constanlinopla e o vice-rei do
Egypto tem cada hum o seu nimigo mortal :
hum deseja a posse dos Dardanellos o ou-
tro a do islhmo de Suez. Huma vez adqui-
ridas estas duas nossessoes a primeira pela
Russiae asegunda pela Inglaterra, fiea des-
truido para sempre o equilibrio europeo e
a Franca perde loda a sua preponderancia no
Oriente. Fechadas as prtaselos Dardanellos
sobre o imperio russo.e adquirida pela Ingla-
terra a communicaco com o Mar Vermelho ,
nao existir mais do que duas grandes poten-
cias conlinentaes e martimas a saber a
Ilussia e a Inglaterra.
A primeira inexpugnavel por detraz do
estreitodos Dardanellos, renimar o seu vasto .
imperio do Norte com o saugue arden te de
suas novas povoacoes meridionaes; e senho-
ra do Mar Negro e do Caspio marchar em
breve conquista da Porcia A segunda,
possuindo en l rao todos os pontos martimos
importantes do globo taes como 'Gibraltar ,
Malta Suez Kosseir Aden ( entrada do
Mar Vermelho ) Abasia ( na entrada do Gol-
pho Prsico ) CaLi da Roa Esperanca liba
deS. Helena, tc. &c., assegurar para
sempre suas eommunicacOes rpidas com a
India que he onde se acha o manancial vi-
vo de seu Poder martimo e commercial.
Enlo nao restar aos domis seuo assis-
(1) O eslabelecimento de huma estrada de
ferro quuatravessasse o istlimo de Suez pro-
porcionaris ir de Pariz ludia em o das ,
quaudo muito. Presentemente, a vagem de
Londres s ludias veriica-se em 40 das a
saber : de Uower a Marselha 4 dias de Mur-
sellia a AKxandria i5, de Alexandria a
Suez 4 Je Suez a Rombaim total (j
dias. Se a communicaco entre Mar>elha e
Alexandria Ibsse directa poderia reduzir-se
a viagem a 10 das a de Alexandria a Suez
por huma estrada de ferro a 1 dia e a de
Suez a lionibaini por meio de barcos de va-
por cstabelecidoscom regularidade a i re-
sultando que se poderia ir de Dovrer a Bom-
baim em 3o dias. C^nanto s embarcaces de
vela que vao pelo Cabo da Roa Esperance
fazem huma viagem de quatro ou cinco mezes,
quando he favoravel a monead.
(vWota do autor.)


m.


J
9
DIARIO DE
PERNAMBOCO
fl lula ulterior do dous rolossos que con-] de sua ambicio porque domina o (fspacoso
iTiieodo se em inimigc bum do oatro, por I cana do Mar Vermelho.
iubs invasoes successivas na Asia terafi '"c J Desta maneira j aproximondo-os pouco a tranquillo acerca de sua independencia e u.i
disputar Inima supremaca sobre da que! pooxx> a Suez o seu systema de invasao progres- durae5o dos melhoramentos buccossIvos que
ser absolutamente eslrahha a lodo o resto siva acabars por apoderar-so de quanto tenciona fazer no Egyptoe na Syiia|,0dt'ra le-
da Europa Occidenlal. desejio se a Franca nao intervir antes que va-los ao cabo sem temor de que a uglaler-
.-IIWBIIMIIIas
por assim dizer o ignominioso tratado de
UnJdar-SkelesM ; s ento Mehemet-Ali ,
da
osa
A omipacao de Coostantinopla e dos Dar-
danellos a posse de Suez e do etreil i d .
\ ar Yeinulho',* tacs sao os don; planos de
invasao que a Russia e a Inglaterra trataran
sempre de levar ao fim e o conseguirs com
s prolongar o statu quu oriental, que, a
dizer a verdade nao be mais do que bum
syslema russo-britanico. A iniperatriz Ca-
thartna mosirou aos seus deeendentes o cami-
nbo de Bizanrio em que se acba o fuluro da
Bussia o assim vemos, bum seculodepois
o exercito vtorioso lo Imperador Nicolao
contar as etapes do caminbo at Andrinopla ,
e suas esquadras virem desembarcar buin ex-
ercircito autxiliar debaixo dhS proprias mu-
rallias de Coostantinopla*
Amiga ou inimiga ; Russia tem chegado
a ser igualmente tcmivel para a Turqua.
Suas invasas successivas a tem feilo ja senho-
ra da Crimea da Georgia da ( ircassii e
das bocas do Danubio, assignando-lhe deste
modo duas tercas partes do liltoral do Mar
Negro de modo que hnma esquadra russa ,
que sahiria de Sebastopol pode pr-se em
dous dias delimite de Constanlinopla quer
seja para ataca-la quer seja para defeude-la
ventualmente contra huma aggresso que
contrariasse suas vistas ulteriores.
Nao contente com apoderar-se por forca ou
por astucias dos ricos despojos do imperio ot-
tomano : jamis perde a Hussia occasio de
6uscilar-lhe diEculdades cada vez roaiore ja
provocando a emancipaco da Morea ou a re-
Lelliao da/ilbania j tomando debaixo da
sua ptolccco a Servia a Valachiae a Mol-
davia. O gabinete de S. Petersburgo foi o
que concertou a destruico da esquadra egyp-
cia era Navarino ; a Franca e a Inglaterra
nao fizera naquellaoccasia mais do que fa-
vorecer a poltica russa em seus planos de
desmembracao progressiva do imperio otloma-
no commeltendo como mui bem disse M.
de Lamartine lium acto de demencia na-
cional em proveitoda Russia,
Por oulra parle nao tendo a Inglaterra
podido apoderar-se, ncn abei lamente, nem
isem seus projectos E j; que nosystema
demoderacSo que predomina actualmente ,
respeito-se tanteos utos j. existente bom
ser ter pelo menos a [endent previso
de oppor-se aos que nao le;n verificado e
poden ser-nosIfio prejudiciaes. Seguramen-
te a posse de Gibraltar e Malta sao faetjs
consummados porem o que nohouvera
devido faser-se para empedi-los ? Moje adul-
se todava Suez e os Dardanellos livrescaber-
los aos nteressps commerciaes da Europa e do
mundo inteiro ; esj)eraremos que as duas po-
tencias neutraes que naturalmente dizem
possu-los rabino as garrs do czar ou sob
o monopolio exclusivo da Inglaterra ?
Lojige de mim a idea de provocar bum
conflicto que poder produzir huma guerra
peral na Europa ; porem por inleresse da
Franca, bem como da Austria, nossa natu-
ral alliada nesta questad devemos fazer todo
o possivel para evita* huma parlilha desla na-
tureza que destruira o equilibrio europeo ,
e compromelteria nosso futuro polilico. M.
ra queira aproveitar-se exclusivamente dellfls;
or fim, seotaS poder apparecer a erada
liberdade para o E'ypto porque tranquillo
em seu trono pelo desenvolvimento suecessi-
vo das inslituiges com que tora dotado o sen
paiz poder Memehet-Ali sem perigp
desprender-se de huma parte do seu pode:- ,
abandonar seus monopolios dar huma livre
eslencao ao commercio, e crer huma repre-
Isentaco nacional, que em breve co. locara
o Egvto ao nivel de nossosgovernos da Europa
Grande lie sem duvida alguma esta te-
refa ; porem o que nao pode fazer bum ho-
rnea de genio ? Faz trila anuos que Mebe-
met-Ali conquistou o E;vpto aos Mameucos ,
para arranca-lo depois ao jugo da Parla ()t-
tomana. A Ierra privilegiada dos Pharaes.
quasi completamente inculta nao dava senaS.
productos insignificantes o era incapaz de
defender-se de neuliuma especie de invasao
algum lano seria. Hum quarlo baslau ao moderno robrmador do Egypto pa-
ra tendear huma completa revolucao politi-
i i i -..i i i i:
Lamaitine na sua prosopopeia poltica ca- ca industrial e commercial Mehemet-Ali
ebub
por surpreza do islhmo de Suez, trabalba sem
cessar para atrancar o seu fnn por matos in-
directos, ba intervenece entre a Turqua e
o Egypto nao se dirige aouira cousasenoa
bue torne a entrar Mehemet-Ali debaixo do
jugo do sulto afim de obter deste ultimo | rio a nossa civisaco
mar dos deputados comparou o imperio ot-
tomano a hum immenso cadver que nao ha
possivel resuscitar e nicamente execlar
pelo galvanismo da inlervenco europea.
Paitndo deste ponto de duzido a
necessidade da dislocaran do imperio
lurco esua reparticao pelas grandes poten-
conhecendo perfeitamnte a obra de reforma
que os destinos do Oriente parece llie reser-
vavao tem desenvolvido com toda a energa
de sua alma o plano de regeneraca oriental
que 'lie deixaro Napoliao e seu exercito do
Egypto : assim, be elle o primeiro a tributar
homenagem memoria do grande hornera ,
ciasda Europa, interessadas em reclamar sua ; cuja immorlal recordar conservan Franca e
parte da heranca. Isto. he o que chamousys- o mundo inteiro
tema occidental que segundo elle longc Mehemet-Ali deve em grande parte ;s suas
de ser funesto Europa seria hum beneficio amigaveis re acoes com a l'ranga o ter boje em
immenso para a huraanidade se a partilha da hura exercito poderoso, huma tcmivel 1*6
se verificasse por meio de huma intervenco marinha e hura ettenso commereio. Olici- id? prazer c sensuahdade
rocha ( em allemo stein mark) ; c be esta
trra tao fina, que com [imita poura agua se
transforma fcilmente em papas. Na Siberia
pneonlra-se o mesoio uso ; os habitantes po-
bres comem muita manteiga de rocha que
recolhcm levemente superficie de certas ca-
rnadas salinas. Em o Kamlchalka os Tan-
guea e mesmo os Russos comem em agua ou
em leiie oulra variedade de greda
Em quasi todas as povoaces da ilh i de Java
seachoexpostoa vend huus pequeos bolos
de forma qnadrada e cor avermelhada fei-
los do eerto barro que se ci.conlra em alguna
sitios da.Iba, em carnadas delgadas: esta
Ierra amasso com bum pouco de azette de
palma seccao-a bum pouco ao fojo c della
fazem os bolos de que f.dl.inios
Os negros de Cuin facera grande consumo
de huma ierra amarellenla, a (|iie cbamo ca-
houac 5 e to acostnmados estio a ella que,
sendo transportados para a America aii so
Ibes desperta fortemente o nppetite de bum
sustento anlogo ; e anda mal para a sa s-iu-
de c existencia que facilmenls enconlro tenas
de huma cor scmelbanle mascujas proprie-
dade nao sao as mesmas ; e isto causa all a
ruoi te de muito misera veis escravos.
Mr. de Humboldlobservou ua America do
Sal alguna selvagens que ordinariamente se
sustenlaodo mariscoi c tartarugas os quacs ,
as occasioes em que o lev.inlamenlo das a-
guas torna a pesen dilicil, ou impossivel pa-
ra elles fiefio reduiidos a comerem quasi u-
ncamcnle buma especie de barro queexlra-
hem de alguna bancos ou recifes que ha as
bordas do Orenoque. Amasso este barro e
fazem delle bolas de diversos tamanbo que
met tem entre cinzasquenles aloque estojan
bem seccas ou antes meio cozidas para se
poderem conservar. Quindo se querem ser-
vir dellas humedecem-nas hum pouco em
ua e assim as comem com huma especio
Esles indios me
que podesse compensar a Franca do estabele- aes francezes tem sido os
disserao >accresta Mr. de Humhold que
lamente o meu pensamento. Huma vez des- margens do Ni lo escolas de medicina e bospi- sas e,n5 ,ie isso num ba"quete deHcadissi-
locado o imperio oitomano. as numerosas na- taes como os europeos sendo o Evdplo de- mo* Ac',5 aquella inassa argilosa tao suave
ropos, sendo o Kygipl
ciolida.les europeas e asiasticas que maniera vedor principalmente a Clotbcy cujo re-
opprimidaa sob seu inerte peso, voliario im- {rresso Franga lera annunciado os peridicos,
mediatamente a recobrar sua vida e sua aclivi- de huma escola de medicina que quasi nvalisa
Antes de vinto anuos tciies milbOes cora as francezas.
ui premio da insidiosa protec'coque Ihe bou-
vesse dado a resso de uez que lite dar
luuiia comniunicaco rpida e segura com a
India. Nao nos Iludamos : no momento em
que a authoridade do SU I too se reinstalle no
Cairo, seja por diplomacia russa seja pela
Iiollica inglesa cessa toda a influencia da
'Vanea no Egypto ; e para cbegaimos a elle ,
precisaremos da permissSa da Gram-Breta-
ii!ia.
Nao podendo os Ingleses obrar directamen-
te sobre Mehemet-Ali, i\vr se touserva em]
gu irda e descoiicerta quando pode seus pro-
jectos t drigemse ao sulto, para obeterem
de sua << era e orgulha o ue na i ar-
rancara Mebemet-Ali, IrritSo^no
ament contra bum vassallo rebelde, e pro-
inettem seu auxilio aogoverno turco, para
azeraue volteo b'gypto, ouao men saSyrio,
sob a sua doaiinayao legitima; esabido be
i. irio se I 11 ou o dominio da ';: ia
para a mauatenco meio daquella diplomacia U rtu sa que ser-
ve aseus iuteress in preiui o da Tur-
qua e da Europa inleira lord Ponsomby
obteve. nao ha muito liuin firman do
j'.ran-sciihor, que, deixando livre o commer-
eio de todo o imperio ollomano inlunava a
Mehemet-Ali que abandouasse todos os seus
monopolios commerciaes.
Ora htirf querer tirar ao EgyptO a principal
(bule de suas rendas, quando se v obligado
a manler hum exercito, e esquadras mu nu-
merosas para defender a sua independencia ,
bedesejar asuuruiua inmediata einevita-
>ei. Mas nao tendo pioduzdo esle proce-
de homeus mais as costas do Mediterrneo, q' >
consumiriao os productos dasnossas manufa-
cturas! vivificario nossa marinha e adopta-
O Mediterrneo che-
r.~.
ana a ser Jium l-go raucez e o caminbo dos!
dous mundos, Vede aqu oque a Providen-
cia pz em vossas mos se sababeis examinar
( Do Despertador. )
MISCELNEA.
Povns que commem Ierra.
O titulo deste ai ligo |>or certo que a pri-
eira vista parecer estiavagante." Na ver-
ao paladar que a comem por gosto mesmo na
estaco em que o peixe e os maricos sao mais
abundantes. Esles homeus sao mui gordos ,
e o misionario Ramn Bueno que com elles
vive lia mais de doze annos me atfirmou que
nessa poca em que se vm reduzidos a susten-
tarem-se nicamente de barro nem por isso a
sua satide padece a menor alteraco. -
Fin a Nova Caledona, a America do Nor-
te, se nos ollerece anda hum faci muito mais
singular. Nao smenle os habitantes, quan-
do se \m aperlados pela fome devoro pe-
e comprehender
He cerlamente de ploravel que semelhante 'U<1>-, parece que ai materias'^norganicas'nSo da?osde ,)Uma especie de talco mas tambera
utopia tcnl.a podido Bprescntar-se em huma podero servir de allimento ao bomm ; porem uma ,0J,st*BC* nue co.m elle se atha envolta,
tribuna em que as ideas poetice devenid,- se refleclirmos em que hacerlos moltuscos, e na, 1ua* V.,r'. VaU(lel"1 > por meio de buma
sappareccrperanleosnteressesreaes, porque certos vernes, cerlos passaros e cerlos qua- ai,'alyse diunica achou huma consideravel
Iranstorna, na questao que nos oceupa os drufiedes que se sustenido em trra, e a en- \ ?sc de come o que confirma o vellio ada-
factos mais conbecidos a as lices polticas engolem sem repugnancia como qualquer P0 :.," O estomago a ludo se acostuma ; de
mais el. mentares. Masoq,deve admirarse- outro alimento inclinar-nos-hemos ento a l08]'"!8' Mithridales bavia dado huma pro-
bretudo em hum orador como M de Lmar- pensar que o estomago do homcm nao he ab-
tine que lia pouco visitn o Oriente he ve- sbitamente incapaz de tirar da ierra algum a-
lo tratar com tanto desdem essa raca aiabe lmenlo.
urnas di: suas tribus es;ialhadas Com efe:y$*, numerosos factos obeervados
nosdispnlo a regencia de Argel com to no-I nSo smente entre os povos que se acho ex-
^o foi com um postos a sofrerem os rigorea da fome era eer-
(ivel constancia e energa.
exercito rabe que ibrabim, depois de con-1 tas estacoes do auno, mas anda entre aquelii
ar S. Joao d Acre C todo a Syria mar- \ a quera a nalureza nao trata tao cruelmente ,
chava victorioso a Constantinopla? Esqueceo-j provo cabalmente que a raca humana piule,
se M. de Lamartine que essa raca rabe eo- sendo a isso obligada encontrar hum supple-
bre quasi toda a AI rica e huma grande; ment alimentar era certas substancias terre-
paiteda Asia, e que buma mesraa rehgio, Ures.
huma misma linguagem e liuns mesmos cos-
tumes formo para essa mmensa populaco
bum forte vinculo, que nao precita mais do
que de bum iiomem do genio de Mehemet-
Ali para vollar ao Oriente o poder poltico que
exige o equilibrio europea ? Nesta questo lo
ardua, o espirito poltico de M de Lamarti-
ne ficou mu inferior sua eloquencia, pois
dcsconbeceo nossos verdeiros ulereases uni-
dos directamente com essa nacioualidade ara-
he que lala de chimenea.
Atreva-se a Franca levantando sua voz,
a proclamar, ou somente a reconhecer a inde-
diinento niacbiavelico dos lngiezes lodo o re- pendencia do Egypto tal como a tem consti-
snllado que espervavao delle nao s tem oh
tido huma permiaso do sullao para a passa
gen de suas tropas por Suez como tambera
hun.a aulorisaco para apoderarem-se de
Aden pexto consideravel da Aiabia junto
do Mar ermelho. Em vo lera querido Me-
benitt-Ab oppgr-sea esla invasao, conhe-
ceodo indbor os inleresses do islamismo ;
sua opposico s loe tem servido para excitar
de ijovo a colera do sulto. Kosseir queem
outro lempo oceupou o exercito fraucez e que
pertence ao Egypto be igualmeute objeclo
luido Mehemet-Ali ; e no mesmo instante ,
nao contando o sulto com hum soccorro elli-
caz dos governos da Europa t para combater
com fruclo cessar a guerra porquedeixa-
r de ler objeeto. S ento desarmando a
Turqua eo Egyplo huma grande parle
de suas esquadras e exercitos que esgolo
lodos os seus recursos poderd applicar-se
activamente a suas reibrmas e ssegura-las
por meio de boas insliluicocs ; s enlo poder
a I'uipuia subtrahir-se ruinosa proteceo
Na antiguidade Plinio e Apicio fazem men-
Cffo de huma especie du comida chamada alica ,
que consista em huma mistura de mais com
certa qualidade de tena que nao designio Se-
gundo Atheneo, osGregOS lomavo greda dis-
solvida era vuhodeZante. Porm nos tem-
pes modernos, os lacios conbecidos sao muito
mais numerosos e seguros. Diversos viajan-
tes e eseriptores, entre os quaes Mrs de Hura-
boldt e lJonplaiid cujo testemunho be de to-
do o peso no-Ios oerecem lo repetidos e
positivos que fazem remover toda a incredu-
lidade.
As mulheres ihdianas parlicularmente
quando eslo pejadas comem com prazer os
cacos de certo barro amarellado a que cba-
mo trra de Patua e cajos puros como os
nossos pucaros de Eslrenioz se empregao
fcilmente do licor que con lera. Tambera nao
he raro na Europa ver mulheres, durante
ceos desarraigos de saude comerem com avi-
dez carvo, barro e outras substancias pou-
co proprias nulrico.
Na.Thuringia os mineiros eslendem mu-
tas
va, habituando iusensivelmeute o seu s mais
forles dses de veneno.
(dem.)
Can
apnceiro
E-a
a i ui puia suniranii-se a ruinosa proiecao las vezes no pao, maneira de raanleiga
que lhe concede a Russia e annullar, 'huma sorte de greda a que chamao tuUuo da'
O restabelecimento dos Religiosos Capucbi-
nhos em Pernambuco.
Houve buma epocba em o nosso Brasil, du-
rantea qual lavrou entre nos a febre das des-
tn cees ; e pareca nio ler o predicamento de
eximio patiiota : eliberal de palete aquello ,
que com bum famoso demagogo da Franca
" clizia, e sustenta va, que em lempos de
revolucao ludo que he antigo he inimigo
Em consequencia desla vertigem julsaraS
nimios, que as nsttuces da lgreja Catholi-
caeraS bum sustentculo das Monarebias ab-
solutas, e conseguintemente cumpria derru-
bar esses colossos. aqu o triste e irapo-
iitico pensamento de acabar com as Ordens
Religiosas, etcete. : d'aquiainqua, edes-
assisada extineco dos nossos Congregados e
asupressode seus bens para o Fisco. Cjuo
o Eslado tenha o direito de dissolver ([ualquer
Commuuidade aioda religiosa quando as-
sim o julgar acertado e conveniente en da
certo IjTo nio disputo: masque seapoderas-
se do patrimonio los Padres Congregados do
Cidados como qual quer de ns de Clri-
gos seculares em fim gue at nem proisso
tinhao he era veidade o que me espantou ,
e anda me espanta excepto se me demons-
traren! que nesse caso se deo a hypothese do
$ aa Art. 179, Tit. 8. da uossa Const., que-
\\
l


DIARIO DE
PE UNA M nuco
>
rodizer: setal medida (b exigid* pelo bem
publico legitmente verificado e se preenchc-
n os requisitos da Le a este respclo hum
dosquaes he ser ouvido antes o propietario ,
eooulrohea previa, e equivalente indem-
liisacao a rasoavel contento do desapropriado.
Mas ad; distse fe/.. Hum Decreto que
pareca emanado.do Divn aboli a respcita-
vel <'ongregaco*do Oratorio e quasi por fa-
vor eesmola ordenou que do aonsideravel
patrimonio desses Padres se tirasse a nicsqui-
hha diaria de i volta no niarulbo destruidor l se loi lambem
a pequea associaco dos venerandos .Missio-
narios Capuchinbos. f que rasao ou pre-
texto alegara o Conceibo Ge1"0' de Pernam-
buco para propor, como propo* ;i extincco
doses bons Religiosos ? U.serem ^"angeiros!
Casta acrer, que tal se profer|SSe e anda
mais, que tal absurdo achasse accolirimento
r fosse por diante. p0g a Relgin fraternal
de J. C., a Relgao Catbolica (q ie quer di-
zer universal) adiiiille a mundana dittincco
de !kk ionaes e eslrangeiros ? Todos os Ca-
tbolicos de qualquer paiz de qualqiier esta-
do, condcao OU jerarchia sao 1 los de ,T.
C., sao igualmente irmaos, e estn ligados
entre si pelos estretos laeos da crtica dos
mesmos Dogmas e Mysterips pela partci-
pacao dos mesmos Sacramentos pela mesma
moral cmfitn. Todos constituem lium s re-
dando rujp Pastor visivel, e Cabeca de to-
dos lie o Papa legitimo Successor deS. Pe-
dro.
A este Pai universal dos Fiis cabe inques-
tionavelmente o direito divino de confirmar
na le a todos os seus filbos em J. C : e como
nao be possivel que Elle Calheqttize pre-
gue e dontrine pessoalmente em lo diver-
sos e longinquos paizes forcoso Lbe foi cs-
tabeleceru respeilavel Congregacao de Pro-
paganda Mde donde podesse enviar Mis-
sionariosa todas asparles do urbe Calbolico.
Lo;;o lodo o paiz Catholico Romano teut rigo-
rosa obrigaco de accolber a pregaco desses
IViissionarios Apostlicos, mandados pelo Pas-
tor universal Como j ois ha quem ouse preva-
lecer-se da odiosa destincco d'eslrangeitos
para rejeitaros Religiosos Capuchinbos ?
Alm disto que mal faza, que crimes co-
mettcra esscs Religiosos exemplares para que
se extinguisse a sua associaco ? Pelo contra-
rio elles sempre praticara o bem e fazia
importantes servieos Religio e conseguin-
temente ao Estado^ Esses Padres ordinaria-
mente j avancados em annos nao se forravao
a trabalhos nao se excusava a fadigas at
nao se sublrahia a perigos qttando se tra-
tavade exercer o cu sagrado Ministerio. Ex-
poslos inlemperanca das esUcoes sofrendo
innumeraveis privacoes militas vezes coma
morte bebida em medos elles se entranbava
pelos mais ermos e desabridos sertes, e l
liiao levar a palavra de pax de salvaco e
de vida a homens safaros e montezinhos a
rovos nmadas ealguns at antropfagos.
K quantas vezes nao vi rao esses bous Padres
ameacada a sua propria existencia !
Mas nada era capaz de entibiar o seu ztlo
apostlico. Sem outr? confianca mais, do
que n'Aquelle que osenviava, sem oulros
recursos mais do que os da Graea sem ou-
nbaO esses Padres Na sua pequea quinta a-
t havia militas plantas medicinaos indgenas,
e nlgumas exticas que elles dava gratis a
quem dellas careca.* lloje Hoje o Ilospicij
da Penba bebum edificio lgubre: boje a-
quella quinta est raduzida quasi a huir ma-
foraS Melchor Alves e sua mulhcr Joanna
Bizcrra cuja escriptura se acba exarada no
Liv. do Tombo dos Religiosos de S. liento da
Cidade de Olinda pag. 112 V. c foi feita no
anuo de i6> No mesmo livro a pag. 11 \ acba-sc o tres-
lagal ; e por ali nao pessa que me nao ve-lado da escriptura dedoacio (em 17'ij) en: t tul ido
ndu lagrimas a os odos de saudade desses ve- favor dos ditos Religiosos de S Benlo dudo
nerandos Padres que to boas doutrinas minio, que linda e podan ter o Capital
i|ue to bellos cxempl is me dera em meus Francisco Alves Camello e sui mulhcr D
verdes annos Assenlcmos meus Illustris Francisca Berenguer e o Capillo M 1: ir An-
e desapaixonados Lei l ires. quea extincco dos ionio Alves Bzerra como procurador de sua
Religiosos. Capucbiubos foi hum acto de vec- inulher D. Luisa Felppa de S como her-
tigcm, huma injusliea e sobre ludo huma deiros de seu pai esogro o Capitn Francs-
ingratido, cu Alves Camello e par esta causa lierde-
Algueml.a. que enfrascado na lico de ros lambem de seusav, e av o Capilo Mel,-
cerlus livrinbos da fabrica anti-Chrisl, ou chior Alvos Camello, e Joanna Bzerra do
poilCO ipteirado das circunstancias do nosso Convento da Penba e mais trras e bem -
paiz (liga que nao carecemos desses Mis- eitorias deste, no caso de sahirem os Reli-
gionarios: que p nosso Clero be suficiente- giosos Capucbinhos, que a esse lempo j era
THEATRO.
tfoie, Anatversariode S. M. Fidelissima,
a Sro. D. Alaria *" liainha dos Portugue-
ses, reprsenla-se (depois de executada a pri-
mera iinfoniaj um bellissimo Drama inii-
mente luslruido, e que aos Parocbos corre OS Italianos.
eslretta obrgaco de pregar s suas o- A' vista destes documentos inconlrastavets
velbas,
peito Reconbeco luzes e virtudes em al -
gnus dos nossos Padres quer Seculares quer
Ao que respondo com odevido res- evidentemente se demonstra que o Hospicio
de N. Senhora da Penda nobeproprio Na-
cional tem Provincial : foi sim quanlo ao
Regulares: mas Jtambem he negavel, que terreno huma doa^So particular como acabo
huma grande parle dos nossos Padres be des- 1 de provar e quanlo ;i Igreia Convento ,
tituida dos precisos conhecimentos o que lie etc. fot obra folla cusa d'esmolas dos liis ,
deudo ja 1 fulla dos bons esudoda Theologia, como consta da mesma primeira escriptura de
e mats disciplinas Ecclesiasticas, ej.ao des-doacffosupra citada, Como sadissem d'aqtti
apreco, a que bao redu/ido o estado Cleri- jos Capne'iinlios Franceses, o Sr Rei I). Joo
cal ; pelo que sendo este oulr'ora lo cobieado 5. mandou-nos os Capucbinhos Italianos en-
A CONSTANCIA DO PORTO,
>p;> 11 .'.. I > o fiel ralo do S. M. I". ecan-
Undo-sc ohvinno constitucional iquella Na-
ao.
S: lia '. n.'jirescn'ar 1 1 da mu apre-
cia ve| Peca Sact 1
SANTA IZABFX.
Raihua de Portugal.
O Director mitn"5u I.....la Curte .
leslja o 1 Theatn p iblic ". miversari > da
Augusta ... 1 sil ira nuc felizmente re-.: os
deslinos du Porlug il
e n i : : 'lina
Pe-
ca mats propn\, do que aquelli em que se
recordad as viriu les da l ii .'.11 Santa pela
qual se deveria mo telar lo bis as S iberanas,
A constancia do genio Portuguez na Cidade
do Porto ; licoutro igual exompo a todos o*
povos do mundo quu preferir devem to-
dos os incom modos privac s, e at a perda
co dos Sagrado-, direitos dos homens, l^is o
Caracterismo das duas mais unidas .Nadas,
Logo a Assemblea Provincial be milito
da gente principal, hoje commummente so tregando-lbes.aquello Hospicio segundo a Braslera e Porlugueza.
abracaa as pessoas mais gnobeis e que nen-
buma aplido tem para qualquer outro gene-
ro de vida.
Alera dislo os Parocbos anda aquellles
que tem a precisa aptido para catdequizar e
pregar nao o podem facer assim por causa da
vasta exlenso das suas Parocbias como pelo
muilo trabaldo que sobre elles peza. Sup-
ponhamos porm edemos de barato, que
vonladedos doadores exiiressa na citapa escrip-
tura.
competente para reintegrando a associaco dos
Mission^iios C ijiuebiubos mandar-Ibes en-
tregar-Ibes O Hospicio no que nao la/, mais
do que loi
doadores.
tregar-Ihes o Hospicio no que nao taz 1
do que tornar eeclivu a picuosa vonlade
los
O Director roga e espera que o lilm. Sr
Cnsul da NacSo Portuguesa se digne hon-
rar este expeclacul.) em ludo dedicado ; sua
Augusta Soberana,
COLLEGIO PERDAMBC.UO.
CuilSO DE PlULOSOl-lllX ,
D a Assemblea de Pernambuco este passo;
que ser aplaudida e bem conceiluada de
todos explicao a doulrina e prega o Frange- j toda4 as pessoas sisudas e religiosas. .\ lia-
Ibo s suas ovelbas; (|ue damno que mal bia tem-nos dado o exemplo,nos naodespe- profesado pelo Racdnrel Antonio Herculano
resultar de que tenhamos mais esses rolabo- dindo a esses Religiosos como mandando vir do Sotlza Uandeira Lente dePdiloso-
radores quero di/.er ; os Missionarios Capu- | mais eos relevantes servieos que ali vo pdia no Collegio das Arles.
cliinlios ? Queprejui'o nos vem da supera-1 elles iazeudo sao expressos em o Olico do
bundancia de Pregadores Evanglicos em hum j Exm. Sr. Arcebispo Metropolitano Prelado Terca feira j do correnle Abril, pelas 7
paiz, cuja populaco vive disseminada por j de muitas luzes e virtudes. Quem peder horas da manbi lera lugar a abertura deste
to vasto lerrilorio ? Mas quem nao sabe I pois reprovar esta medida ? Hum pugillo de ^u>"so addiado desde ode warco ultimo,
quem nao est vendo a falta consideravel, que jfrancbinoles incrdulos deorelda, eba-l Alem dos alumnos que jase aedam inscrip-
lemos de quem doutrine os fiis na palavra de cdarellos formados em Compadre MaUeus tos podem comparecer u'aquello dia e hora
Dos de quem derrame a boa sement da em Voltaire em Citador etc. etc. ? A re- aquelles quequizerem frequentara aula ; eo-
MoraldeJ C ?
Cbegou finalmente a epocha de descerrar-
mos os odos illnsao, ehegou o lempo de
aplacar-se essa ardente sede de desassisadas
innovantes, j felizmente as deius religiosas
vo-se desassombrando da porfiosa persegui-
cao que lhes fuera o sanljudo l'blosopiis-
prova^o desses Srs. a tal respeito be a raator "u externos para se inscreverem.
apologa da mesma medida.
VARIEDADE.
Charadas.
Avisos Diversos.
&sy Tinjem-se chapeos de sol de cores para
mo. O Exm. Presidente de Pernambuco a Venbo das Ierrasd'onde Phebo assoma, ) 1 S. Pret0 e lambem roupas desuda para a mesma
quem tem rhegado incessantes supplicas das Osolhosmais formosos entorpeco ) 3 S.
iictoridades do interior pedindo Missiorm- E a varios recontros de Mavorte
rio- que vo doutrinar e pacificar a milda- L'e termo dou signal ou de comeco.
res de homens indmitos e drulaes que por
ali vivem mais intensos que as proprias fe- Se chamo de lal me sirvo ( 1 syl.
ras o Exm. Sr. Reg Barros que lo justa- S deste modo sou crida ; ( l syl.
mente merece o amor e apoo dos bons Per- [] se me sabem lazer ,
nsmbucanos lomou o acertado accordo de 50U cxcellenle bebida.
dirigirse nossa Assemblea L. P. fazende-
Ihe ver a conveniencia da rein'.egraco dos Ancdota.
Missionarios Capucbinhos nesta Provincia.
er ou para outra qualquer cm toda a
iperfeico, de maneira que nao larga a cor,
I c !az-se isto por prero cmodo ; as 5 Ponas,
primeiro andar na esquina do beco do Lo-
bato por cima da foja de ferragem D. 69.
Offercce-se boas luvas a quem quizer
alugar um sobrado que tenba boas sallas ,
ecommodos para grande familia ou mesmo
as
Aiintoiio : quem o
duas casas terreas annexas, as princtpaes
ras deste Barro de S.
1 tiver annuncie.
Domingo 5 do correnle pelas (i do-
las armas, senoa palavra elles diziao com Todos lem os odos pendurados desta deciso Uiim tagarella insuportavel vendo, que| Domingo, 5 do correnle, pelas (i li-
os Apostlos Pij(licamus Chrisluin Cruci- ea gente sizuda e religiosa aguarda o bom Aristteles nada responda a seus intermina- ras da tarde ra das Cru/es casa D. 5 ha
fixum e esta VOZ miis poderosa que a do resultado de to justa preleneSo. veis discursos disse-lhe 3 sei que o es- sesso extraordinaria da SocieJade Pastoril,
Mas os indiferentistas e milito mais os iou encommodando e lal vez o desvie d'al- l'ara scl' continuada a disciissio dos novosE
iscados da lepra pliilosophante aiuda sub- guns iiensamenlos serios Nao seahor (res- tattltot, noqueosSrs. Socios devem ficarii
lilisa e recorrem ao sofisma da incompelen- ondeo o Pbilosopho) pode continuar; por- Iclligcutes a ira de se preslarem com a si
ca d'Assenibla Provincial paxa restituir que cu nooouco. assistencia.
trovo mudava a face da Ierra e de pedias
fazia filbos de Abrabao. 1 m suas snelas Mis-
sots ((uanlas couverses se nao faza Qunn-
Ouautas reslilui-oes !
tas leconciliacoes
Olanlos cazamenlos de pessoas que vivia
na mais enraizada manceba O lugarda i:ar-
xa-yerde em o nosso Serlo de Pajau lie hum
iiioniinienlp indelevel do zelo Apostlico, e
dos relevantes servieos de Fr. Angelo, Mis-
biunaii Capuc'iinbo. Elle converleo aquelU
cuno em. hum colonia cbamou aquelles sel-
vagens vida eivl, doutrinou-os, inorige-
rou-os creou hum formoso jardim de plan-
las exticas, cul'.ivou o trigo, etc etc. Mor-
reo o esliaiavel Fr. Angelo-: indo mudou de
lace, ludo nunebou ludo foi de cabida, t
lit.ie aquelles sitios s srvem de despertad
saudosaa recordaces !
Desses Pudres os poucos, que por velhoa,
c caneados permanecia no sen Hospicio de H,
Senhora da Penba, ainda assim percebiaesb
r.ovo incessantes beneficios. A toda a dora ib
uia e da noiteali se acbava o Conlessor ma-
duro e prudente para aecodir a os fiis em c
teus ltimos instantes. Ali em sua Igrejaa
Conlessionatioestavs sempre oceupado i si
bumBebgioSO era cucancgado de explican
lJouliina CbrBl aos meninos em todos os Do-
mingos do auno. Lom que decencia e edi-
iicante simplicidade se celebrava ali os Otb-
cios Divinos Que boa sombra que urbana)
piaaeiius, que religiosa allabilidade que ti- j
esscs Religiosos o Hospicio de N. Senhora da
Penba que por-hunw Lei geral lora destina-
do para cutio mister. O Arlo Addiccional
(di.'.em elies) esial:elecoo a disliucgo de pro-
prios nacionaes e provinciaes acciescentan-
do que huma lei marcara a linda divisoria
entreestes,e aquelles, Ora o Hospicio da P. foi
lirado associaco dos Capuchinbos e appli-
cado a oulro destino pela Assemblea Coral ;
logo nao pede a Assemblea Provincial despor
desse edificio, em quanlo nao for designado
como dum dos prqprios da l'rovincia.
LOTERA DO THEATRO.
Offerecc-se um rapaz brazileiro para
' caxeiro de ra ou para oulru qualquer oceu-
pago por estar livre da G. .N. ijuem o
pertender annuncie.
tif O abaixo assignado tendo deretirar-se
as lujas dos Srs. Manoel Goncalves da Sil-
va Cardo/o Ayres e limaos e Vieir 1 Cam- Pra ">ra do Imperio c posto que esteja corto
bsta em a ra da Cadea do Bairro do Recife, i fi que nada deve nesta praca declara pelo
nio achaS-se venda os lilietesda primei-
ra parte da segunda Loleria do Theatro cu-
Este argumento que primeira vista pa- jas rodas andad iinpreterivelmente no dia 27
rece de grande or^a cabe por trra logo Jo -trrenle mea.
que se demonstrar que o Hospicio em ques-
(oncni be proprio Nacional, nem Provincial*
Em verdad* o Hospicio de N. Senhora da i e-
nha nao foi feilo a cusa do Estado: foisini
erigido cusa dos liis em Ierras dadas por um
boraem piedoso que as destinou para babi-
laco dos Missionarios Capucbiubos que n a-
quellea lempos era Francezes ; econi a con
e qas dos Srs. Antonio Alves Teixeira Bastos, I presente annuncto que bavendo quem se
ra do l respo e Joaquim Claudio Monteiro, julgue seu credor p r qualquer titulo se lbe
ra do Ouejmado no Bairro de Sanio Ante- aprsente no prazo de i5 das depois da pu-
biicaco deste certo de que nao > fazendo o
abaixo assignado se nao responsabilisa nem
dei.va procurador que suas vezes luaem (juan-
diijo e.\pressa na Eci iplura de doa^o de que
loda vez que os ditos Religiosos ou seus iuc-
cessores da mesma Ordem de S. Francisco tai
gassem essas Ierras ou nao as quizessem ha-
bitar reverteran ellas para os Doadores ou
para seus Lerdea os, Os primitivos Doadores
LOTERA DA BOA-VISTA.
O Tbezoureiro da Lotera a beneficio das
obras da. Matriz da Boa-vista faz sejente aos
amantes deste jogo que as rodas andao im-
preterivelmenle nodia6 do prximo mez de
Alud, e que os restantes dos bilbetes acbo-
se venda nos lugares annunciados, onde se
tne.io bilbetes premiados da Lotera ilo The-
alro, por oulro da presente.
to a este fin ; e pura que nao allegelo ign >-
rancia para o futuro l\i o presente anouocio
Manoel Moreira de S>uza.
O abaixo assignado retirase desta Pro*
vincii, e deixa por seus bastantes procurado-
res aos Srs Elias Baptiste da Silva e Manoel
da Silva Salles.
Joaquini da Silva Salles.
George Kenworthy (com caza de nejo-
co de baixo da firma de leorge Kenworlby i:
(^.) o Henry Gibson avisan ao respeilavel pu-
blico que elles tem feilo urna sociedade de-
baixo da sobre i:ia liema de George Kemvor-
thy&C., ajo esUtbeteciatento te ve priuci-
iio no primeiro do correte mes.


DIARIO DE PERNAMBCCO
rv
tu* A pessoa jures, com pinhores, dirija-se a esto Ty-
pografia queso dir.
tW Offerece-se um rapaz portuguez para
raixeiro i: > para forada provin<
quem precisar annuncie
tr A'pessoa que pretende a casa da raa
do lamhi dirjanse a iua da Gloria U .i >.
stj~ Tirou-se por engao do Correio u
caria viuda pelo Brigue i para
francisco Ferreira ; quemfor seu dono di-
rija-se atraz dos \h rliri ; viuda do Amorim.
.1. Mara Jorge i i anoel Joi
<>n a quem suas v< zes fizei
| tela na ven 11 do Joaqun) Jo-
s Rabel lo.
SSjF Arrenda-se ariuualmcnlc una < s'i
terrea a bai ra la, sita na fu i auc va i
C7* Precisa-se )dc um felor que entonda
do pomar, para um sitio perlo da praca ; nes-
ta, Tj pogrnfia.
A vi sos Ma r it i mos.
n escravo moeo de bonita figura oilavas de prata cm obras sem fe i lio, urna cs-J
' Ipingardadecaca, um relog.o com caixa dej
prata, colocado em urna oaixinha para tima
PABAO RIO DE JANEIRO com toda a
brevidade <> bem conhecido Brigue Bom Je-
sus ; quem quiiCr car regar, ou ir de passa-
, dirija-se a G. A. de Barros delrazdo
i Sanio D- 67.
PARA LISBOA segu viaguem com
toda brevidade possivel |>or ler a maioria de
spuchiti'i imcnto proraplo o Brigue Trium-
olio Americano CapitSo Alexandre Jos Al-
quem qu ser car regar ou ir de passagem
1 qup tem cxcellenles commodos, diri-
a Antonio Gomes Jnior, ou ao
Irada da solidado, para o 1 atiguinho re] 1110 Rcoifc na ruada Cruz i). 12.
tida segundo o gosto mi 1, tem corr PARA O PORRO nO da 10 do corrente,
do, sTS de vesta, Torrada confii pii '' ^':,"<> Portuguez Maria Feliz, de
mos em quadro tres ancllas de peitoi il en
vidrassadas 8 qliartos sala boa (Ip jantar ,
ingle*
cozinba fora cora assento de fu >
ojanlendo seis fornalbas, ( seu 1 ivo for-
mo quintal murado, com ca mba de agoa de
beber, senzalla para seis rscravos estril
para a caval los com portio para a frente da
ra, independente da |H>rta principal, e
tudo moto bem piulado, e suficientemente
asseado ; os prelendenles enlcndo-se com
o Escrivao Almeida que tem poderes para o
dito arrendamrnio ou com Francisco Das
Ferreira, no sen armezem defroote O.o caes
da Alfandego.
tss A abaixo assignada em res posta ao an-
nunco do Snr. Jo.io Tbomaz Pe reir inserido
jio Diario de 3 do coi rente dccl'ira ao mes-
mo Sr. que sncegue mu bem o sen espirito ,
qu a annuneiantc nao quer, nem pretende ne-
gociar as casas de que faz menean o seu an-
uo be Capito Antonio Luiz Gomes poden-
doaiiida receber alguma carga miada ou
passageiros [>!r.-i o que lem excedentes com-
los : os prelendenles entendi se com o
ctoCapilo, ou com o consignatario Anto-
nio Jo&quim
dcia,
de ir'oQza Ribeiro ra da ca-
l 3 i* I a o
tf Que faz J. O. Elster por interven-
cao to Corretor Oliveira terca feira 7 do
corrente as 10 horrada manli no seu ar-
mazem na ruada cadeia dtfronle do beco lar-
go dos seguidles arlgos ; caxas para rap ,
cli p 'os ile palba para senbora filas mo-
dernas para cinto, cruzes e brincos dourados,
litas pretas para cbapeos c jaquetas ditas pa-
ra rslogos ditas de gana caivetes ti-
souras finas filas brancas inlrancadas pa-
nancio, rerto deque se ella quizesse negociar Hiinh* para cbapeos de senbora, cmodas,
nb embarazara semelhante annuncio, urna 'secretarias cadenas de bracos, e espaldar,
vezqueestivessem os predios de que se lala '. ditas para pianno ; pedras para afiar fosorus
livres de pinbora ou bvpolbeca e muiloI Para tirir fofi<> facas de sapaleiro pentes
principalmente nao havendo contra ella anda l,e martim livros em branco grvalas, cor-
aeco intentada em Juizo mas tambem des- "dinas, radassode algodao espelbosde di-
engane-seque nao encontrar urna vi uva des- Arenles tamanbos e outros objectos de bom
valida e que quando quizer ( quanto antes 60StQ-________________________________^_
melbor ) pode aparecer com as suas cosluma-. V P II l *l <
das trapassas que Ibe saber;! por por Ierra._______________'_______________________
(ietrudes Maria do Sacramento. s5gj Meios bilhetcs da Lotera Ja
p. p. fu
X3" Um escravo moco ue uuimu im-j i _
com exercicio de canoeiro urna negrinha de pingarda dejaca%Jl
idade de a anuos cose cha e urna mjala
com um filbo de 8 mezes e com algumas ha-
belidades., a vista se dir o motivo ; na ra
das trinclieiras sobrado novo de dou andares,
t" Urna negra cose engomma liso, co-
zinba e diario de urna casi", e lava roupa e
urna porco de lages de pedia para calcada ;
na rua das Cruzes D. 9.
Cp- Rap rolo llamburguez em garrafas
de libras emeias ditas diloareia prela di-
to do Lima, e Varejo, cha isson de pr-
mera sorle dito perola em libras, c em
caixinbasdc duas libras e meia por 4''po, lin-
de mesa urna batanea com pesos de oito li-
bras pira baixo i temos de medidas de fb-
Iba urna meia sella com todos os seus per-
Unces; no atierro da boa vista venda de Mano-
el Francisco Lagoa.
Erraros Fgidos
amar da madrugada do da .U o Ma,r7 da Boa-Vista que corre
.,. ... .aitorao alraz do Lanno vellio n pran- ..
cbesdelouro ; roga-se a pessoa a quem for unpretenvelmeiite no da O de Abril,
oflerecidos ditos prancbSesdeos aprebender a tres mil C seis cenlo-; e Cautellas
eparlecipar a Antonio Domingos Piolo na rua (|e ditos a 400 icis nesta Typojjra
nova D /o, quegralificara,
sr^" Precisa-se alugar urna casa terrea em
qualquer rua do Baino de S. Antonio e que
sen aluguel nao exceda de 1.00000, da-se
fiadora contento; quem liver annuncie.
C^* rija-se a rua da Flore tina sobrados no vos
junto a man'-.
fc^ Precisa-se de urna ama seca para criar
um menino e lazer os mais arraujos de urna
casa de pouca familia; na rua do Arago D-
cima 2<).
Cj- ,\ pessoa que lirn do correio urna car-
vinda do Porto pelo navio \ entura Feliz, com
pliia.
5^" Na rua do Eivramento armazem de
duas portasn.4 1 de Luiz Antonio Gonsal-
ves por preco mu com modo um comple-
to sorlmento de louca e vid ros oontendo apa-
rclhos para cb de porcelana dourados e
pintados, ditos de louca azul dlos cor de
roza ditos cor de lirio ditos verdes ditos
escuros ditos de ramagem lustrados, dilos
ordinarios esmaltados bules, cr.eteras, as-
ucareiros, manteigeiras, achicaras de di-
versas qualidades e lmannos, aparclbos para
anlar de louco azul dilos cor de roza, di-
ouomede Manoel Josde-Souia liraga, quei- '(lS l!(! ,,^'ira aul terrinas, de diferentes
ra fazer o favor de entregar mv rua da eadeia 'i
do Recite I). ., ou annuncie.
c? (^uem precisar de urna pessoa capa/.
para ensinar primeirasletras lora du praca,
annuncie.
iy- Agostinhoda Silva Neves, nao sepon-
dendodes|)edf los feas amigos, e essoas que
qualidades e lamanho prulos para mesa e
sobremesa, ditos ouvados com lampa, dlos
I ravessas de diversas qualidades e tamanbos,
bacas e ditas com jarro garrafas finas, cam-
poleiras ; calis para obampagnbe dilos para
vinho ditos para serveja dilos para licor ,
c agoa o fiara sorvetc tudo de bom c ben
fiero o favor de visila-Io, por ter rslado lo- lamdado vidro inglez e crjstai francs gar-
enietodo o lempo que esleve n esta Cidade ,
e por se adiar aina muilo debelitado o faz
por meio do presente annuncio, rogando-1 bes
disculpa por .una falta loda involuntaria e
lufas lisas e moldadas, calis para /inbo, co-
pos para agoa, lanternas com casticaes de cas-
quinha globos, mangas; redomas para ima-
gen galheleiros, e oulras muitos coizas
ta~ Seis escravos de nacSo de idade de 18
jonitus figuras ,
ofierecend us ser vicos para a Pro-
vincia da { rahiba para orle a-ora se di- ; a aoannoa., de
rige. ; de idade de ia
tar Kesla Typograia se ncnlca um, rapaz linda, ptimo para pagem e 3 escravas com
portuguez bem criado o bem abonado, que j babilidadei ; na rua de agoas verdes D. ib.
um moleque
s um cabrinba muilo
sabe engommar e que se otferece a sei \ r era
casa grave, ou acorapanbar alguem pura lo-
tSf Um terreno de propriedade silo no at-
lerro dos atrojados do lado do nascente com
ra da'-Tovineia como algum"Sr. Ceputado | o palmos de frente e mais de 3ooode fun-
;j- A pessoa que quer trocar urna piola I po ; a tratar na rua direita sobrado de dous
por um negro dinj-,e a rua de i>. Rita i) auddre_do lado do poente D ao
ta de escrever prela ? encarnada a cio o jiote
dita a/ul a alo, pentes de tartaruga para mar-
rafas dilos de massa para coco* ricas lisou-
rinbas Boas e inglesas para unba, pentes de
marfimde tirar piolbos ditos de tartaruga
[tara alisar escovinhas para (lentes e para
escovar iiedras um rico sorlimenlo de bicos
largos e eslreilos brancos e pelos superiores
manas de bico de blom para senboras e me-
ninas, a 3200 e 48o lencos de ditos pretos
e brancos a la^o um rico sorlimenlo de fi-
tas degarca largase eslreilas ricos aderecos
de filagr pretos dilos de contas lapidadas s
borzeguins para senbora a 2600 galocba,
para bomem a 1600, luvas de camurca a ma-
reta botoes dourados para guardas da alfan-
dega ditos para mariuba bialias ultima-
mente ebegadas, e mitras militas miudezas
por preco commodo ; na praca da Indejien-
dencia n 20 na rua dos Quarleis D. i.
tSF" Urna venda com poucos fundos com
tommodos para pequea famila sita na rua
do Arago D. 4 > a tratar na raesma.
SSF- Um jogo de breviarios em bom uzo ;
na praca da Independencia loja de encader-
nardor n. 26
ts&~ Urna rede vinda do Para obra muilo
bem feita e toda guarnecida de lindas pen-
nas das mais lindas cores, propria para tipoia,
e urna guarnico para rodap de cama ou
cortinados ; mu bem bordado; no atierro da
Boa vista loja de alfaiale na quina do beco
tST Presuntos queijos londrinos bata-
tas inglczas, conservas salmo em lalas de
urna a 5 libras sopas preparadas toucinbo
inglez vinho de lodas as qualidades e en-
garrafado frasqueiras com genebra oculos
de ver o longc cb da todas as qualidades,
em porco e a retalho carne de porco e vac
oa salgada ludo ebegado ltimamente ; na
rua da alfandega vclha D. 3.
SS?" Um inoleque de idade de 18 annos ,
ptimo para todo o lervico ; na praca da Boa
vista I), .
tSF" Cautellas de bilbetes da Lotera da
boa vista a 400 is ; na rua larga do Roza-
rio loja de miudezas 1) 7.
S_^- Muilo boas lolbas alcuxuados para
mesa e mos;- na 111a do colegio venda D. 3.
l^" Urna pretade naco de idade de n5
annos ; na rua de Sgoas verdes D. 19.
^ Can le las de bi I beles da lotera da Boa
vista a 4o res ; na praca da Independen-
cia n. ao.
a .1100 e cautellas de dilos a 400 ''* > na
rua direia venda que lu de Jos di Penba.
J" Urna caza terrea nos A Bogados, de-
frontc de S. Miguel, e oulra no Paleo de S.
Pedro do buL> da viraco ; nesla 1 'yji. curtas de algodozinbo calcas de estopa, e
ajf" Duas pelas, urna engomma, coz- grilho no p esquerdo com ferro cora prido;
nba, e a oulra lie boa lavadeira dous pro- quera o pegar leve a rua direita pddariu D.
losoplimos para todo o servco uma negri- quesera recompensado.
nba de idade de 1a annos, um moleque de
idade de 10 annos, ptimo pura servico de -------:--------------------------------;_______
urna casa, e um mulato ptimo of&cial de IVloVlIltiHtO (lo *OrO
sapaleiro; na rua de agoas verdes casa D. J.______________"'______________.______
tST Laulcllus de billeles de lotera da Boa
C7" O .baixo assignado roga as aulbori-
lades policiaes tanto desti praca como de fora
ejuntamenteos-capiles de campo, que en-
contraren) o prelo Matbeus do abaixo assigna-
do que o prendi, e leve a ruada Cruz 11.
1 que recompensar a quem o pegar o
qual tem estes signaos 5 idade de vo annos,
cor fulla com manchas no rosto e algumas
espinb..s, baixo. ebeio do corpo e lein na
mi direita calos de sanguede bolos que levou
na preliliiru. Francisco l'elppe de Barros.
il^-O abaixo assignado pagar bem a quem
pegar um negro que anda fgido desde 4
do |) p1J_de nome Luiz creoulo de d~"i auTret.^estatura ordinaria meio
grosso do corpo mhilo pelo e registra, olbos
pequeos vermelbos e vacilantes ps pou-
cos apalbelados foi captivo do Engenbo ma-
cageira, e do Sr. de Engenbo \raripe. Can-
dido Liberato de Oliveira tMaciel.
CSF-^odia 1 a de Eevereiro desaparecen
um moleque creoulo de nome Benedito de
idade de 5 annos sem chapeo levou ca-
misa e calcas de algodao com uma perna
meia torta e um sgnal de logo perlo do olho
esquerdo e tem a lingoa meia [ierra quem o
j>egar leve a Oiinda no varudouro sobrado n.
14 que ser grarificado.
^ Desapareceo noda primeiro do cor-
rente um cabrinlia de idade de 1 a annos se-
co do corpo dentes grandes bem fallante ,
vestido com calcas e camisa branca um tanto
suja quem o pegar leve a prenca de Carnei-
ro .Moniciro que recompensar.
JET No da 20 do p p. I ugiro dous es-
cravos ladinos um de nacao Rebolo de
idade de a5 annos, sem barba estatura me-
diana grosso do corpo levou camisa de
algodeozinbo trancado, calcas o seroulas de
estopa ; oulro de nome Francisco de naco
cacange da mesma idade e do mesmo cor-
po ; quem os pegar leve ao engenbo S Paulo
freguezia da Varzea ou na rua do t'agundes
D. ti que ser recomjiensHdo.
tST' No da 2 i de Dezembro de i838 des
appareceo um negro de dade de Jo a 4o ar*""
nos com os signaes seguinles ; estatura re-
gular nariz dalo com algumas rn^.eas de
beehigas 110 roslo, uma peipiena nevoa em um
olho tem urnas pequeas glndulas no pet-
coco jui.1 su se eonheeem apalpando com a
mo, de nome Antonio e |ior alcunbo he co
ubecido jior Major ; quem o pegar leve a seu
Sr. Francisco Rodrigues da Cruz morador na
rua dos Quarleis, que gratificar com cera
mil res,
S2J" iNo dia dous do corrente desapareceo 1
molecote de idade de aoantios, de nome Jo-
odeS. Tbom sem barba altura regularj
boa figura os dedos dos jis com signaes .de
bichos ao lado do dedo minino do ji direi-
to lem uma sicatriz anda mal curada
, pro-
cedida de bichos levou camisa de mangas
curias de algodozinbo calcas de
grilho no |> esquerdo
18.
C5" IN'os 4 cantes casa pegada ao sobrado
110 principio da rua do rotovello engomma-
se com perfeicao e jior preco commodo
ir Precisa-so alusar uma prela (iue seia
quitaudeira; quem lier annuncie.
C^ Auga-se o armazem que nca confron-
te o pequeo pateo do arco de S Antonio.
Jo sobrado da ruada cadeia que tem loja de
chapeleiro quem o pretender dirija-se ao
sobrado novo que faz lenle liara o paleo do
Paraiso e rua da Roda, das O horas da 111a-
nh as 9 e das 2 as 4 da tai de.
Facas de cabos de marim para mesa ,
e sobre mesa de superior qualidade ditas
de cabo de osso branco e prelo travessas de
tartaruga para marrafa pentes de alisar de
marim, ditos de tirar piolbos massos de
carias portuguesas e francesas, pennas dees-
crever polea de tinta dito e massos* de li-
nda de miada; na praca da Independencia n.
r Meio* bilbetes de loteria da Boa vista ,
a a.ooo, e Cautellas de dilus u. 400 ris ; na
praca da Independencia loja de encadeinador
n, ati.
vista a 4oo ris ; na rua de agoas verdes so-
brado por cima do assougue
tST Sa rua doQueimado loja de ferragens
I) i.i, ferramentade muito boa qualdade
para OliriveS, a saber tornos de mo e d bsi-
ca tisouras alicates surtidos limas de to-
das as qualidades ieiras da masquiihos ,
buris alicate decollar, serias conidio..* ,
lixas, palmaloriasdo turraxa lolbus de seria,
tornos de cauda alicates de mola para corlar
unbas eslojos para desenlio ditos comple-
tos [tara matliemaliea e dilos para cirurgia.
iv?" Des cabras biebas muilo boas leitei-
ras enlre ellas uma d mais de garrafa de
leite uma ovelba que cria dous flbas e
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 2.
JA PESCA ; 8 mezes Barca Americana
Merqus de >S tonel. Meslre D. GlovfT,
equip. aa carga azeile ; aodilo Mesirc.
I ERIFE ; 34 dias Sumaca Hesponhola
Malvinas de 37 tonel. x. Tbomaz Fabu-
gas equip. 10, carga vinbos, e espe-
ciaras ; a Joo Piulo de Lemo..
SAIIIDOS NO MESMO DIA.
MUCAMBIQUE com escala porLoanda, Bri-
gue Nac. Unio M. Manoel Peieira de S,
carga agoardontc passageiro um.

d contra melude de leite, todas juntas ou 1'AR.AHIijA ; Brigue Escuna Nac. Niclbe-
cada uma de per si ; na rua da Eloientina ve- roy Commaudantc o Capito Tenente A.
Iba lado do muro de S. Francisco casa junto C.Sabino; conduz o Presidente para esta
a fabrica de papelo. Provincia.
C^" Superiores biebas pretas ebegadas ul- OBSERVACOENS.
timamentedo pcfrto ; ua rua do Rangel De- Sabio para acabar de carregar no lameiro a'
cima I). 4'- Barca i'orlugueza Espirito Santo.
Urna porco de taboadode louro e a-
marelo, seis paos que serve para vergas de RECIFEtfA TYP. DE M. F. DEF.-. i&^er
I


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