Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04054


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Full Text
f
Annodr 1840. Quaata Feiiu
^ 1 lirio Agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera.
c io, a energa : continuemos como principiamos e seremos ahornados
cem admirarlo entre as INacoes mascullas.
Proclamaco da Assemblea Geral do frazil.
-o-d-o-
Subsc
Tirsia
sereve-separa esta folln a ^ooo por flnartel pacos adiantados
ly|K>Srana, fu das (.ru?es D. 3, e na Praca da "independencia
os. 07 eo8, onde se recehem correspondencias legalisadas, eannqucKM
insirindo-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e viudosassiei
gnados. 6
Partidas dos Correios Terrestres.
CManeria Paraliiha e Villas desua prctenco................,
Dita do Kio Grande do Norte, e Villas dem...........
Dita d Frtal2a c Villas dem...........
Villa de Ooianna...................
Cidade de (Jlinda...............
Villa deb. Anlao..............................
Dita detiaranliiins ePovoaco do Bonito..................
Diasdo Cali, Scrinhacm, Rio Formozo, e Porto Calvo ....."""
Cid.de das Alagoas e Villa de Maceid......................... Yden dem
Villa de Pajau de Flores............ ...................ldem j3 dit .
1 ocios os Correios partem ao meto da.
t os Abril* Numero 74.
C'A'MRIOS.
Marco 31.
landres......3^ d. por Ifooo ced.
jj'*"0*....... ;! 7) per o/o premio, por metal oTerecido,
r?*0?....... agoris por franco.
Iwo ile Janeiro ao par.
OJJ/l'J Moedasde 6*1oo rs Velbas tifSoo itfjtn
Novas l<|3oc a i4joq
PI1"T. !.'''5. rfe 4'coo rs., 8--oo a
FllA 1A Patacos* Qratileiros.......i$6io a
?> I" e/')s Columnarios----------------- i^ri-io a
Ditos Menanos-------------------V^ou .
Premios das Letras, pormei J 1/8 a 1 112 pot loo
Moeda de cobre 3 u-'-r loo.dedise.
8'aoo
s (ha
Das da Semana.
Segundas e Seitas Feiras.
. Todos os dias.
. Quintas lenas.
. Dias loK e 24 de cada mez.
dem 1 11, e ai dito dito.
30 Segunde-----S. Joo Climaco.......- SessSp da The, e and
i\T ,\ ":SJ &rbD? V-...........Kcl- e au I d 4brriQuart. S. Macano......------------Sesso da Ibe.
Quinta--------S. Francisco de Paula Fund. Helarn, e aud. do I. de
3 s.ex[.....Comemoraco da l>aix. de J. C. Ses. da The*, e au,l do
4 babbado S. Iiidoro Are.........- Hcl. e aud. do J. de I)
> Don. Vicente Ferrer. -......._
Ufare chela para s dia 1 ds Abril.
As 4 horas e 6 minutos da tarde As 4 horas e di minutos da maph,
loJ. del), dkfefe
do C 'h rn.
I), da a. v. ,
'.de I). d.i.r.
da 3. v.
PEBNAMBUCO.
elevado a villa, dcfferindo-lhes com um pro-
ecto pelo qual eleva ; Villa o dilo julgado ,
e lhe marca o territorio do novo Municipio;
foi jugarlo ohjeclo dedeliberaeo Outro da
Commisso de Instrucco Publica sobre a pe-
ticao de varios habitantes da Povoaco de S
Rento, que requerem a criaco de uma cadei-
ra de primeiras letras n'aquelle lugar man-
dando inclinar a pertenco para o Exm
Presidente da Provincia que est authori-
sado pela Lei numero 45 de 10 de Jim lio de
1837 para tal dellermento ; este parecer fi-
cou addiado por pedir a palavra o Sur Lou-
renco Beserra. Outro da Commisso de esta-
ASSEMBIEA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL DEPEBNAMBUCO.
Acta da 90. Sesso ordinaria da Assemblea
Legislativa Provincial de Pernambuco aos
a8 de Marco de 1840.
Presidencia do Snr. Dezetnbargador Maciel
Monteiro.
Feita a chamada acharo-se presentes 2 5
Scnhores Deputados, faltando rom partecipa-
co os Snrs. Manoel Cavalcanti, Doutor j tstica sobre a representacq da Cmara do
JJrito, Antonio Cavalcanti. Dantas. Aguiar, | Pao d'Alho : que pede a esta Assemblea re-
esem ella o Srs. ACTonso Ferrera, Francisco medio a seos males, quanlo a Administracio
de Paula, e Joo Mauricio. | da luslica no qual a Commisso entende que
Leo-se, e foi approvada a acta da Sesso a Villa tem proporces para ser elevada a Co-
passada. marca porcm que nao tem por ora lugar ;
Expediente. em quanto se nao removerem os obstculos ,
O Snr. primeiro Secretario leo um officio aqui apresentados principalmente por falta
do Secretario do Governo, remetendo d' ordem de Mappa3 Topo;;raficos este parecer ficou
da Presidemia o Compromisso doSantissimo adiado por divergir o Snr Tiburlino, bum
Sacramento da Freguesia da Mu ribera com o dos Mombros da Commisso dando o sen vo-
parecer do Exm. Ordinario a qtiem se man-' toem separado favoravel aos prelendentes ,
dar ou_vir ; foi a Commisso dos Negocios e oferecendo Imm projeclo que eleva a Co-
Ecclesiastieos. Outro do mesmo remetiendo a marca aquelle Municipio, e lhe marca os
autbetica do contracto celebrado entre o limites.
Presidente da Provincia e 8 DifeccSodaCoai-j Entrn em discusso o parecer adiado da
panhia emprcl-endcdora do encanamento das Comiso dos Negocios EcclesidSliros relati-
agoas para esta C'd.ule ; a Commisso que a vo aos Compromissos, com as emendas offo-
requesitou. Outro do mesmo enviando a pe- recidas na sesso enlecedenle ; l regeitado
tico orcanienlo da obra da Cadeia do Li- o parecer, e a resoluco do Sur. Doutor L)r-
nteciro e outros papis, com que lhe re- bao, offerorida como emenda ficou prejudi-
quereo a arrematante da dita obra, D Luisa cada a doSnr. f.opcs Cama, eso approvada
Mara de Jeras, a indemnisaio da quantia, asegunda emenda a concluso do Parecer,
em que ficou prejudicada, puraque a Assem- oflerecida pelo mesmo Sur Doutor Urbano,
blea baja de marcar qtianlitativo para satis- Entrn em discusso a emenda do Snr. Reg
faser a predi la indemnisaco ; Commisso Monteiro. snpressiva di artigo 1. do titulo
de orcami'iito. Appresenlou-se na me/a o pa- 2. das Posturas da Cmara desla Capital, com
110 d.i Reforma do Liceo enviado pelo prez da as emendas substitutivas do Snr. Mavignier ,
Provincia; foi inclinado a Comissao de Insfru- Lopes Gama, e Doutor Pedro. O Snr. L-
celo Publica. Leo 11 ni parecer da Commis- pesGama mandou nova emenda substitutiva,
sao de Posturas e Nogocios de Cmaras so- 'ora em diante as casas ou rmaseos de car-
breo reqiicrimento de Joaquini Jos Mel- ne seca vulgo do Cear e de Peixes slga-
lo .'Fiscal da Eieguesia de AUogados confir- dos, e bem assim de couros, e de bauleiros
rrando a gratiicaco de 200U reis que lhe s sero netmitlidos em as mas que nao fo-
oi concedida pela Cmara desta Capital; foi rem principaes. A Cmara Municipal desi-
approvado. Outro da Commisso das Rendas guaro previamente por Editacs approvados
iMunicipaeseorcamcnlo das l amaras sobre o pela Presidencia quaes sejo as ras princi-
requerin.ento de Jos Luiz Barbosa, procu- paes Os contraventores sollrero a pena de
rador da Cmara de Goiana pelo qual en- despejo dentro de 48 horas, e ioU reis de
teude a Commisso que o dilo procurador mulla. Depois da publicaco dos referidos
deve perceber alem da poiccntagein, que Editaos concedem-e doys meses im-
lhe compele a gratificacao de joo e que prorogaveis para a mudanca daquelles
nssim se lenha em consideraco quando se armasens, que octnamente existirem em
tratar dos orcamenlos das Cmaras ; appro- as ras que forem designadas, como prin-
vado Outro da Commisso de ordenados obre cipaes. Os contraventores desta ultima dis-
o requeriroento de licrnaidino Perreira de posico ficaro sugeitos as penas supra-O
Hrito que a esta Assemblea pede a gralifi- Snr. Peixoto de lirilo fez o seguinte requeri-
caco de /jooU rtis, defet indo ao requerenle menlo ; requeiro que enlrem to hem em dis-
com o seguinte art. adil. para ser colocado na cusso os Arligos das Posturas addicionaes,
Lei do onamenlo em lugar conveniente- que esto approvadas pelo Exm. Presidente
com oThesoureiro da mesa das diversas rend.is d Provincia, e que tem relaco com os que se
Provinf iaes a gratificacao annual de aooU reis acbo em dicusso. Passando-se votaco,
para quebras -; approvado. Outro da inesma foi regeitado o requefimento do Snr. Peixoto,
Commisso sobre o requerimento de Simpli- .e a emenda supressjva do Sur. Reg Montei-
ro, approvada a segunda enifcnda substituti-
va do Snr. Lopes (lama cima transcripta, e
julgadas prejudteadas as oais, e finalmente
loto approvadas as posturas da Cmara do
Rerife em teiceira discusso Entrarlo em
primeira discusso os projectos nmeros 14,
12, l3, 11, e 5 deste anno, e numero 3o do
annopassado, e foro todos approvados. En-
trn em primeira discusso o projeclo nume-
de Cbrobque pediao que o seu julgado fossej ro 44 d ann0 Passa|i- O Snr. Lopes Ga-
mandou o seguinte requerimento ; requeiro
oaddiamento deste projeclo at que compa-
c o seo Ilustre autor que nos oriente sobre
a materia ; foi regeitado o requerimenlo. e
approvado o projeclo numero \\ em primeira
rscusso Por dar a hora o Snr. Presi-
dente dando para ordem do dia da Sesso se-
guinte Leitura de projeclo, IndicacSes, e pa-
receres do Commisso posturas da Cmara
de Kazareth eGaranhnns primeira discus-
so do Projeclo numero 5o, 46" e 4 do anno
passado, e 3 deste anno, levantou a sesso as
2 duasda tarde.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
Alvaro Barbalho Uchoa Cavalcanti.
. Secretario.
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
Secretario Suplente.
co Jos de Mello subs.litu.to das Cade-iras de
primeiras letras desta Cidade. deliiindo o re-
^ querimenlo com a seguinte resoluco que
loi julgado objeclo de deliberacu A As-
sem l lea Legisluttva Pro incid Resolve. O
ordenado do Substituto das Cadeiras depri-
meira letras desta Cidade hca elevado a quan-
tia de 400U reis. Oulio da Commisso de
Estatistica sobre a represenlaco dos habitantes
COMMANOO DAS ARMAS.
F,vpe IEcio Ao Exm. Presidente enviando-
Ihe^ para que fosse despachada, uma reque- Quaitel Mestre
sico da plvora necessaria as salvas daFor-
talesa do RrniD.
Dilo Ao Exm Presidenle d.i Provincia
do Mararibo comrnunicando-lhc a remessa
do soldado Francisco de Paula que pelo
Exm. Commandante das Armas da Corte lhe
fora enviado acompanhado do officio que
lhe transmillia com destino a aquella Provin-
pa, a cuja guarni?o ficava perteucendo di-
to soldado.
Dito Ao Exm. Commandante das Ar-
mas do Para, fasendo-lbe igual communi-
caco, a respeilo dos soldados Manoel Cela-
no, e Marlinbo Jos Lagoa que seguio a
ser-llie apresentados no Brigue Imperial Pe-
dro. ,
Dito AoExm. Commandante das Ar-
mas da Corte significando-lhe cm resposta
ao seo officio de i < de Janeiro ultimo, que no
Brigue Imperial Pedro havio seguido pa-
ra o Maranho, e Para, os soldados Francis-
co de Paula, Manoel Caetano e Martinbo
Jos Lagoa acompanhados dos officios; quo
enviara aos respectivos, Presidente, e Com-
mandante das Armas.
Dito--Ao Exm. Presidente de Santa Ca-
tharina, communicando-lhe que nesta da-
ta havia mandado demittir o soldado do pri-
meiro Balalho Expedicionario ao Sul, An-
dr Francisco porbaver finalisado o tempo
por que era obrigado a servir como recrutado
e pedindo-lhe, que tivesse a bondade de
trausmittir esla mesma communicaco ao res-
pectivo i orpo.
Dilo Ao Inspector daThezouraria, com-
municando-lhe, que nesta data tinba man-
dado incluir na folha das prestac5es o Tenenle
do saxlo Batalho de Cacadores Joaquim I-
zidro de Oliveira expediceioaario ao Mara-
ranho, tirando-se-llie do primeiro deste mez
em diante a preslaco mensal de 2 iU reis ,
quedeixa em socorro de sua familia.
Portaria Ao Major Commandante do
terceiro Batalho d' Arlilheria, mandando
dar demico ao soldado do primeiro Bata-
lho r.Xjii'diccionano ao Sul, addido ao do seo
Commando, Andr Francisco p'r ter finfdi-
sado o lempo por que era compellido a servir
como recrutado, e nao querer continuar no
servico.
Dita Ao Director interino do Arsenal de
Guerra mandando dar demissao ao soldado
da Companhia de Artfices, Francisco Jos
Das 1 por ter finalisado o seo engajamento
e nao querer continnar no servico,
Quartel do Commando das Armas de Per-
nambuco 2i de Marco de 1840.
Ordem addicional.
Devendo organisar-se nesta Provincia o 4.
Esquadro de CavaHarja Ligeira de primeira
liiiha deconlormidade com o Plano, que
baixou com o Decreto numero 3o do 22 de
Fevereiro do anno prximo pastado e or-
dens da Secretaria de Estado dos Negocios
da Guerra, e da Presidencia aquellas com-
municadas em Aviso de 3o de Outnhro de
irt.18, emesias em officio de 18 do correte
mez ; o Commando das Armas em execusso
a estas ordens, faz constar a Guarnico, que
na data de boje s deve considerar criado o
referido Esquadro que constar da segnin t
forca :
Estado maior, e menor.
Major Commandante
Ajudante
Cirurgjio Ajudante
Sargento Ajudante que servir
de Secretario
Correeiro -Selleiro
Espingardeiro Serralheird
Coronheiro
Somma
Pracas de huma Companhia
Capito
Tenejite
Alteres
Primeiro Sargento
Segundos Sargentos
Furriel
Cabos de Esquadra
Soldados
Tronbalas, ou ClarinS
Fcrrajor
4
8
1
1
1
3
1
2
1
6
a
1
Somm
Recapitulaco,
Estado maior, e menor
Prai; as de 2 Ci m, anbias
Total
8
48
7'
74
156
O Estandarte do Esquadro ser cndnzido
pelo respectivo Alteres mus moderno, ou por
Cadete.
Em tempo de Guerra cada Companhia te-
ta um Alteres aggregado.
O Exm. snr. Presidente por portara de t8
deste mez tem nomeado pr Commandante
interino do Esquadro ao Snr. Florencio Jos
Carneiro Monteiro Major do Equadro de
Cavalana da Guarda Kcional do Municipio
do Recife, e approvado, para Quartel Mes-
tre o Sur. segUfldo Tenente Felis Miguis,
e para Commaydantes intirnos ; da primei-
ra Companhia o Sur. Tenente Joo de S-
queua Campello, e da segunda o Alferes An-
tonio Clemente Esteves de Larraes, todos re-
formados.
O Esquadro ser organisado com as pra-
cas do deposito que mais apropnados forem
para o exercicio d'arma que se vo dedicar.
Para se proceder a esta escolha o Snr. Major *
Comnnndanle interino do Esquadro dever


E R N A M B U
pieiern untos parece
Deposito em forma todas as piaras de niesmo. I tas cloque verdadeiroa cretes} esses nao de-
O Esqoadrao por agora se aq na rielara' no vem levar a mil que p ira persuadir o res-
Hospicio, em tugar que se Ibe designar
Antonio Pedro de Ni Barretlo.
Diversas HeparityomiH
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco correte do assucar algodo ,
e mais gneros do Paiz que se despacho
na Meza do Consulado de Pernambuco na
semana de 3o de Marco 5 do mez d'Abril
de 18. jo.
Assucar bronco ovo i. Sorte ar. too
a. )
3. < it-oo
700 4. ti 1660
5. u *< i5co
6. tt 1030
Dito masca vado novo 1. Sorte ti 1200
700 a. < 1100
Algodo em pluma 1. Sorte tf 6iOO
a. II 5.'00
3. < 4*00
Joze AfTon<;o Ferreir
Antonio liento Froes
Feitores e Couferenles.
oulra
V
EDITAL.
O Dr. Cacemiro Joze de Moraes Sarment .
Juit de Direito interino na 3 Vara do Ci-
\el, e Orlaos desla Comarca de S. Antonio
da Cidaie do Recife e seo termo da Pro-
vincia de Pernaratuco po* > AJ. I. e C
que Dos Guarde &c.
Faco saber que por este Juizo d'Orfos se
bade dar a juros a quem maior premio oflere-
cer a quantia de dous coritos de rs. pertencen-
tes aos Orlaos fillios do falecido Joze Antonio
da Silva e Mello, dos quaes be Tutor Anto-
nio Joaquim de Mello i acheco: quem os
pertender se apresenlar no prazo da Lei ,
cora os titulos dos pinhores suncientes de
ouro prala ou bens de raiz dezembaraia-
dos para seguranza da referida quantia e o
respectivo premio : e para constar mandei
passar o presente que ser ixado no lugar pu-
blico desta Cidade e publicado pelo Diario.
Recife 3o de Marc,o de lrf/jo. Francisco
Joaijuin Pereira de Carvalho o escrevi
Cacemiro Joze de Moraes Sarment.
LISBOA.
,ieito que se deve ler Religiro e aos cea
turnes des mai res citamos elegantes versos
de um dos mais biilhantes genio* da WWW
de \ agosto,
Aqtifr niesmo Q, Horacio Flacco quo
to cordial mente abracara a dou trina de-E-
pieiirolheoriea e pr ticamente \ que tanto 9e
entregara ; gula e voluptunsidade OU se
acliasse no seu Tivoli ou ;i lauta me/.a do
seu Mecenas ; aquella mesino que tantos
vestigios deixou as suas poesas do desre-
gulamento dos seus sensuaes appeliles que
se reconbece a si mesmo como um porco da
vara de Epicuro e at no rosto trazia es-
tampados oseU'eitos de vinum et venas como
por ahi se observa em mu i tos desses cadve-
res ambulantes t aquelle mesmo tinha bastan-
la juizo para annunriar aos Romanos os cas-
tifos que os esperavam pelo desprezo da
Keligio dos seus roaiores ; qual ainda que eo aos d reitos de cada um nao alleguis
falsa u insumeiente para a (elicid&de- di vi- | testo da l'.scriptura nem decises dos eluci-
da eterna comprehendia com ludo algumas 1 lios nem sciitencas dos Padres nem dou-
verdades preceitos e mximas da razo trinas da Igreja porque ludo isso desprezam
natural, necessarias para a felicidade da pre-j elles ; nao citis Phlo nem Cicero, nem
zenle vida e para a boa ordem da sociedade; ainda Montesquieu nem alpum oulro Phi-
como a e rio se. orTende impunimente que ten con be-1 nao os lem nem os entendis : nao vos can-
cimento das mais oceultas aceites dos boinens, seis a formar raciocinios fundados em princi-
equeou mais cedo i ou mais tarde retribuea cipios da razo natural porque os nao com-
eada um conlorme es seus merecimentos.: prebendem nem percebem o nexo {das suas
Sena sua mocidade seguir a pbilosopbia de proposices.: mas citai-lheso seu Rousseau,
Epicuro, veio depois a conbecer e emendar que diz-Da ns un sage gouvemement on ne
o seu erro como confessa na Ode 34 do L 1.
Parcus deorum cultor et inf requers ,
lnsanientis d'um sapientiae
Consultus erro : nunc retrorsum
Vela dar, a tque iterare cursos
Uii.oit. Aimla que nio livesse
di immort.lidttrle d alma senario que nv
queutes ve^es se observa nesta vida, triutn
faro mo e ser oppri'iiido o justo; basta-
ra isto s para eu nao duvidar delta, Ob
si"v:ii,do pbenomenos lo repugnante a or-
den* ;;c: a! do universo dira contigo asdn ;
imposaivel que para u? ( crea tu ras racio*
uaes se acabe ludo com aprsenle vida ;
uecessarto que depois da marte baja nutra vi-
da em_q.ua ie d a cada um o lugar que Ibe
compete segundo os seos mere > nenlos.
Se quizerdes provar quell < emperrados i-
nimigosda Igreja da Revela,o e da Re-
ligio que a crenija de um Dos justo om -
nisiiente, e omnipotente da inimortalidade
da alma e existencia de oulra vida ; que es-
tes e oulros mais principios religiosos sam
necessarios mesmo para a conservayo da so-
ciedade civil para conciliar observancia s
Leis obediencia As Autboridades ; e alten-
mi os de assaz profunda ,* e enrgica, e qu
nao leve nutro objecto mais do qu*1 destruir
a superstico e o despotismo religioso e
polilico ; e de a inculcar por e^tes lilulos co-
mo conveniente e necessaria prineipabnen-
ai te em Portugal ? Vinguem mais iuimgo
despot
ismo ou sea
Cogor relictos ...
dotj maissouffrirdo dispule conlre Dieu ,
et sa providence. C'esl lui qui donne un bul
iajuslice, un base la verlu un prix
cetle courle vie employe lui plaire. C'est
lui qui necesse decrier aux coupables que
de superstijes, e do
iiofitico, ou seja religioso* ou dubaixo de
luaLquer forma e denominacao que se appre-
tente, do que o PORTUGAL VEi.HO:
mas lambem ningueui i mais opposlo do rue
elle publicas So de escupios impio3 e re-
voluciniiarios que nao p dem se nao des-
moralisar os povos inlroduzir a desordem ,
e anarciiia ni sociedade e por o* homens to-
los em guerra mis contra os oulros e tal
.ez assim oqueram de proposito para justifi-
car o imetiMvelismo nu hobhesiftntsflio ,
ou esse despotismo Ilustrado, com que se
diz que por abi and un a mea. and o-nos esses
mesmos liomeus que sob pretexto de restau-
rar as liberdades patrias roubaram destrui-
r m e teduziram este reino miseria em
que o vemos Que quereram ainda esses ho-
mens ? Querer 111 ainda, pranos fazer li-
Vres ao seu modo mais dictaduras mais
eiatorios, e decretos monstruosos mais des -
truices acabamentos, e exlinceoes mais
suppresses, e profanaces ? Itecorda^es
horrorosas da epocba em que Dos nos cas-
tigou deisando-noscabir as maos desses lio -
mens daados da ra va da rapia da v in-
ga nea eda perseguicio armados de todo o
poder para fazer mal sem nenhum talento,
ou capacidade para farer bem !
( Do Portugal Velbo. )
Correspondencia,
Srs. Redactores.
O desejo de instruir-me na Histor a de nos-
sa Patria e ao mesmo lempo de habilitar
leurs crimes serreta ont l vus ele qui falt i me para as horas vaas em vez de entre-
dir ou juste oublr : Tes vert ont un te- ler roinhas fiil.iubas com esses .conlos apocri-
i moin. N urna sociedade bem governada nao fos com qUe sem entreler-se as criancas ,
Mas para que e (dir alguem) allegar sen- se devern consentir dispulas contra Dos,
icas de I Autores gentios e Epicureislas contra a sua providencia. Dos o que d w
a. a idea de recopilar os lacios aqui e alli es-
at a mesma Razo natural ensina
Os crimes de teus pas, Portuguez ,
Pagars t que os templos proianados
Restaures e dos Santos as imageus
D escuro p cuberas.
Imperio Dos tedeu reconbecido ;
J)aqui todo o principio, aqui refere
O im : muito mal o seu 'squecimento
A' tiiste liespanha trousse.
Os sculos fecundos de maldade
Nupcias primeiio cazas e (amibas
Mancbram : desta lente o mal conendo ,
Inundou patria e povo.
A filha j crescida aprender flga
Lascivos bailes e saber airosa
Mover os membros ; e de tenia idade
Impuro amor medita,
Kopermitlea decencia que ponbamos em
Portuguez esla nem a seguinie eitropbe
e ir de palavra pouco a poueo inslrumdo-as na
que ra um Historia verdadeira de seu Paiz ;sus::it >u- me
como Horacio para provar aqutllo que nao tnn a jusilla, um fundimenlo virlude, urna 4 idt
s a infalllivel Autoridade Divina mas recompensa a esla curta vida sendo empre-, panados as obras dos diversos autliores 1
a a todos os gada em lije lazer a vontade : Dos o que Lataram das consas do Brasil e desta sorte
iHimens que a qne.ram consultar i.ao cewa de brudur os dclmiuente que os .compr urnas Vlemorias que, porassrmdi-
bvres de paixoes ? Basta que o homem me seus dbelos omitios nao sam.a todos encu- zer J me servissem de Compendio. Este tra-
comodeve, da sua razo, para reconbecer ; herios, e laz dizer ao juslo deixado no es- "
que existe um Dos, creador, e senr.or u- quecimenlo pelos homens que as suas virtu-
niversa! de trido o mais : que existe urna Re- des de alguem sam conbecidas.
ligio ou modo de dar culto a Dos conforme
a sua natureza e relaces que tem c.n as os gravou na intima consciencia aos homens 11 mi lodas as descrip-
suas creaturas : que existe urna l.evelacao arranca taes confisses da bocea m smo dos coes tupegrafica me vi toreado lambem pa-
ouman.festacao dos dogmas, e prcceitos da impos que mais empenhados se mostraram ] ra poder enlre;aI-oao Prelo ou a rede-il-o
leig.ao: que existe urna Igreja ou socre- era obscurecel-a e e,n negar Jou por em da novo, ou a dar em separado essas descrip-
dade visivel Onde se conserva o deposito da duvida as religiosas sem as p.aes nem justica c\s que bavia saltado. Prefer n esta colliso
Revelacao q'existe uaia Autoridade inlai- nem le ,,em svciedade pode existir ntrela JHtima medida
ou Tribunal instituido or Dos, ara m- os homens : t na venfadA hm M.l.n.:<>l It......___i.__ n:.._
bal lio porem que para mim smente havia
redigido eu fui (bem o posso dizer; obriga-
do a dal-o ao Prelo por motivos que nao po-
Quando pois a Ibrga da verdade que De- |dia prever quauJo o comeeei ; mas como nel-
Pb leve pais assim a mocidade
Que o mar em sangue Torco j tingio ,
Que venoeo a Ismar e o Gia'm-Sulta -
E o Despanliol sobeibo.
Que nao transforma o ruinoso lempo!
Peiorquea dosavs, dos pais a idade
Mas nuos nos deu e nos logo daremos
Ma viciosa prole.
JN'ao con as senleucas de um poeta pago
quese(deve argir impiedade e immorali-
deoterkilo, e ha ver ouuiudo algumas es-
tropbts da Ode original e Uocado .algumas
palavras da tradueco |>orlugueza Jparaac-
commodar melbor ao nosso intento os pensa-
"rns uo Linco i_.aiju. Porem ab>uns des-
ses que por abi se djzem liberaes prelen-
hm e males sem cura : e militas oulras pro-
posii,oes impias escandalosas, e perniciosas ,
que se fossemos a referil-as a qui todas seria
raque bavemos de provar como os Ceos ma- necessario fazer oulro livro quasi tamaito
les sem
presente
...lula Ma- blea L. Provincial, sabina luz o Tome em
e as oulras lodas sam legitimas e necessarras ge.tade P.del.ss.ma ; e na cidade de Lisboa, que ven. en.xeridoVse Ensaio e que lalvez
consequer.-iasuela mas veera se alguns o cajos habitantes geralmen.e fallando, dam algumas ideas exoend.das em as Notas men-
preven.dos, e obstinados contra a Aulor.da- provas ed.hcamentes da sua religio : se im- nonadas i.^in por vemura acolludas e des-
de Ia I_e1|U.'^'tra a ,eVt;ua0 D,v,da e ':nma.' e.Crra Pubjicamente um livro ou- se.n por isso lugir na presente Sesso a algn,
dos nielhaineiiUs que ndir-o mas como
nao be possivel sabir luz o Tomo relendo ,
faiitesdella se lixar, rogo-I lies Srs. Re-
dactores o obzequio de puoiiearem as seguin-
tes iNoldS que posto que destacadas tanto pro-
euchem (com punca dilleiencaj o meu tim ,
sendo lidas na O.ira que se esla impriiuindo ,
como as paginas do seu interessaule iJiario.
Oiniliam potem a INota sobre a remoco da
earne secca da ra do Collegio vislo que este
negocio (que por urna d essus contradiccoens a
que est sueiia a misrrima bumanidade ,
solreu terrivel, e desinteiessa.la oppofti-
c ) a linal fui decidido segundo o desejo o
espec.asiva publica e j be por lamo wfruc-
tilero fallar sobr elle.
Gracas a Cmara Municipal Gracas ao
Exm. Sr Presidente Gracas e muitas gra-
cas a Assunblea Provincial, que removciam
da principal ra da nossa Cidude e da sua
entrada o indceme, e mu ncoinutodo depo-
zilo da carne seica.
Aiais lea a ilever-lbes o
Seu Assiguanle muito Ven*
Jos bei nardo P eruandes Gama.
Dunciadas evidente luz di Hazo natural, de um goveino, cuio Chele se intitula
contra lodas as doutrinas ieli,;iosas que se de sediz logo no principio ou introdueco ,
Ibes inculcis as verdades mais evidentes da que a Keligio era como a caixa de Pandora,
Razo natural, como confirmadas pela Au- da qual tinharu sabido todos os males, que
toridade Divina e conformes doutrina da afHigem a raea huma : que longe de servir
Igreja ; isso basta para as rejeitatem. Es- para conter o povo nao boa seno para o
ses vota* ao despiezo perseguico e o- allucinar ; que causa da ignorancia da es-
diotodosostJengoseFrades, nao por serem cravido, das extravagancias, e c.rrupco
maos, roa por serem Miniaros da Religa- dos homens: nueproduz calamidad
O. jf
A estes po que assim eslara preocupa-
dos nao com textos da Sagrada lEscriptu-
nifestam a gloria de Dos e o Firmamento
annuncia as obras das suas maos Ps. 18 ; mas
antes com a senlenca de Cicero L. a Nat. De-
or. que nenbuma t'ousa to manitsta e
evidente quando oliamos para o Ceo e ob-
servamos os cor pos celestes, como a existen-
cia de um Espirito de infinito poder e in-
teligencia uue rege este universo. Masque
como o mesmo donde as extraamos. Por
estas poucas referidas bem se deixa ver que
o autor do livreco nao scismatico nem ju-
do mahometano, ou gento ; neme deisla,
politichisla ou indiflienlisla ; mas um
iuimgo declarado de toda a religio de to-
da a moral ; e por conseguinte de todas as le-
's Vc <'e t0l^a8 as SC'cdades um inimigo
digo eu ? Cicero nem elles o lem nem o de Dos, e do genero humano.
enlendem. Digamos-Ibes antes com o seu
ltousseau=Tenez voltame en tat de desi-
rer toujours qu 1 y ait un Dieu et vous n'
en douleiez jamis'Pende vos a vossa cons-
ciencia em estado de dezejar sempre que ba-
ja um 1 eos eeu vos fleo porque nao duvi-
deis nunca da sua existencia.
Aos taes irabalbo perdido para provar
a inimcrlalidadeda alma allegar textos das
I sciiptuias nem senlencas dos Pbilosopbos,
nem doulrinas da Igreja nem argumento da
razo i mas tal vez con veuba citar as- palavras
doteu PiousseauQua-ud je n'auxoia dau-
E do traductor que diremos ? E que dire-
mos do editor, que no im se assiguou com
as letras J. A. .? Temos a fortuna de os
nao cnhecer ou se os tullecemos ,
nao Ihes subemos os nomes nem quem
sam, nem se sam dois ou se lium
soeo mesmo juntamente ediclor e traduc-
tor. Tiremos e consolaco de se nos dizer .
que a tal ohreca j lora denunciada e aecusada
por parle do Ministerio publico, e que lora
condemnada ; mas que pana, seiia sulciente
piya punir a audacia e impudencia de quem
A* wr ~inuifuu.uu.wijui:ui soturnas., loi omh ntat aquinlioado i
da,ao publico similhanle obra coa os enco- [ J udiciarta, E quanto outros lug
Municipio do Cabo.
Este importanlissimo Municipio, um dos
mais ricos da Provincia cuja pvpuiaco mon-
ta a bo.ooo bubitantes livres e que con tri-
hue para os Col res Pblicos com avulu-daj
somma, fei omm nial aquinlioado na divisan
ares weno


i
^m^^ mmii tima iibm^miuTT^
consideraveis tem recursos em si mesmos 5 os l que por tanto devem contribuir para ella. Se-
inoradores do Cano sao (oreados a demandarem guir-se-hia d'este argumento que quandoeu,
Justica 1:0 Recile, raminhando para este fim por eslar vexado do calor abroa minha por-
H b
oito de/., e mais legoas e alem de ludo ,
o pesor he seren obrigados tambem a grande
despeza que infalivelinente se laz em urna Ci-
dade como esta onde s nao custa dinbeiro
o ar que respira ; (por este gratas a Ueus ,
ainda nao se paga tributo '.) de maneira qvie
para or< Cahistas bem pouco 011 quasi nada
proficua (01 Lei que autborisa os Julzes de
Paz a julgareii al Sors, porque havendo
da deciso d'estes Juizes reenrso para os de Di-
reiio temos 'mesmo n estas pequeas de-
mandas obligados os habitan tea do Cabo a vi-
rem ao Recile gastar laivel, 4*', e o? rs,
para roi^.guirem a ultima deciso de una
queslc de ios ou 1 >'.
He pois de notoria justica, e neressidade
que se crie urna (/>roniaica no Cabo; por
quarilo assim como 03 Callistas tanto contrihu-
eui ptfru as desJMPaa Publicas, justo beque
d Vasa conlribtiicn o|guma cousa cm ,||es se
gaste. Antes da presente ordem de cousas o
Cabo, assim como a* demais Villas, tinham
um uiz Ordinalio, e oulro d'Orlaos que .
se nao em ludo ao menos em parle salisfa.:i 10
as necesidades Publicas ; e alem d'elles o
Corregidor ia lodosos anuos ouvir as partes ,
e dar providencias, hoje porem o Cabala be
obrigado a virao Reeife para que Ihc facam
justica em urna queslo de dois lustes se
ella houver quem appelle.
Recouheco quanto hedespendiosa e quan-
tos inconvenientes involve a mulliplicidade de
Jnizes permanentes ; piefiro o vantajoso Sis-
tema de Correlces no qual o Juiz ,' fora do
lugar de seu domicilio nao leudo que vencer
consideradles locara e al;umaa vezes de fa-
milia fieu mui mais apto para fazer justica
fin parda t ; mas em quanto isio nao temos ,
em quanto se nao melhora a nosSa mui delei-
tuosa e cara orgauisaio Judiciaria gosem
os Cabalas das poucas vanlagens que ella of-
ferece visto que igualmente partedpam de
todos os seus inconvenientes.
Bonito.
O Bonito pelo desciment que valiendo
illustraco que se lem dessemiuado e rique-
za que ja possue nao lardan muilo que oulra
vez seja elevado Calhegoria de Cam marca ,
de que sao dignos seus Patriotas e honrados
habitantes que em verdade soffrendo os.in-
convenientes da prsenle organisaco Judicia-
ria esto todava privados d'eaas mesquiubas
vaiitagena que ella oflcreceo.
Pau d'AHio.
Este tambem imporlantissimo Municipio ,
que encerra mais de /o engenhos que abun-
da como o Cabo em 1 iqueza e cuja popula-
cao se ver que be igual a do Cabo si o Re-
verendo Sr V gario se der ao Irabalho de la-
zerum recenceamenro exacto, est justamen-
te as mesiiiaa circunstancias ; e si o Cabo me-
rece ser elevado a Commarca nao ha duvida
que Paud Alho devegosar dasniesnias vanla-
gens iior:|ue as rases sao idenlicas ; lano
mais crescendo a ditl'erenca deque o Cabo
nao Coi molestado em sua calhcguria porque
ficou subordinado a Metropole a (|iiem semprc
foisujeitOJ mas Psu d'Aiho pelo contiario
icou subordinado a iNazareth, q', bem se pode
dher sua filia de maneira, perni*a-e-mc
a eomparucao, passou de cieador a crealura.
Crear a Comarca de au d'Atbo nao lie sjus-
tlca he igualmente resliluio.
Goiana.
Esla Villa foi rica e populosa ; mas hoe
tem alguma cu usa dccahiode BOU opulencia
com i. do ella tem em si mesmo elementos de
grandeza eme persuado que paia tleval-a
aoseu brillianlismo antigo nuda he lao preci-
so cumoabiir o rio, Uesembaiacaiido-o da
grandes fcniacjMde mangues que tem tor-
nado o seu opiimo canal 11 lima estrella cam-
ba to clieia de slitas e incomnioda que
alugenla os Coniraeicianlea O iieciie laz li-
ma desreza enorme coin obras Publicas jusio
lie que cfim as \ illas'do Interior COJOS Ira-
bilanlrs ccnlribuein coi to giossos cabedaea ,
se despenda tambem alguma cousa. Por tal-
lar as despejas que a Capital laz quase eiu
exclusivo proxeilo de seus habitantes \em a
pelo lendiiar que assim como u Uecile e Ulin-
da soailuniuuot. por lampeCes a cusa de.
Colris Pblicos, devem lambeta sel-o ao
menos as grandes \ illas de lora como Goia-
iia, S. Anto, Limoeiio, biejo Uiobor-
nioso Gaianhuus e b lotes ; ou no caso cen-
tral 10 eleve a hluiiiinaio das Lidadea ser leila
sineiite a cuata des seus habitantes ; quem
quer os con.niodos deve conlubuir pan ei-
Its ou por Mitra as despezaa para ulilidade
pul menle local devem Mtf salisleilaa for
2uem as goza : e nem se diga que os homens
o Mallo quaudo accidentalmente vem a Ci-
po r
la e em consequencia a luz de minha caa
a lumia a ra ;. eu devo por este laclo ser con-
siderado um Cidad&O piestante e o Publico
me deve agradecer o beneficio que recebe da
luz de minha caza. Mas ninguem dir que
eu mereco tal agradecimenlo porque si eu
abro a minha porta be tara meo exclusivo be-
neficio sem me passar pela ideia a ulilidade
accidental que o Publico recebe d'esse meu
acto. Applicandoo argumento u diiei aue a
ulilidade q' os habitantes do N.'atto recebem da
illuminacaodaa Cidades est na razo da
que recebem os que passam pela ra quando
por meu commodo eslou com a minha porta a-
berla ; eque por consequencia a<|uelles de-
vem tanto contribuir para a des e/a d'essa il-
luminaco quanto estes me devem agrade-
cer porque a luz de minha caza casualmente
os livrou de darem alguma topada.
Srs# Redactores.
Louvores aoa hons, e maldico aos mos
Funccionarios Tal a mxima que deve
religiosamente eguir-se em umgoverno livre.
Como pois estou convencido de que sao estes os
sentmentos que os anima rogo-Ibes qm i-
raodar uilbiicidadf copia, que Ibes envi de
urna carta particular do Para e da I iscripeo
do I eslejo feito na misma cidade por occasiao
da retirada dos Cxms Srs Franco e Freilas.
Com estas publicaces mais obrigar
A um asaiguante.
Copia de urna carta do Para,
Meu Amigo e Sr.
Partem ueste Vapor para a Corte do Impe-
rio e tocarS nease porto o Dr Heanlo de
Souza Franco e o Coronel Antonio Joaquim
de Freilaa ex Presidente e CommandanU;
das Armas desla Provincia que leva com
sigo o coracao dos Paraensea que em urna
voz ae conlessa agradecidos e saudosos do
bom governo que fizera. Presidente sa-
tisez a expi-ctaco das pessoas que o eonheciaij
de perlo e desmentio o receio daquellea que
por o verem moco sem experiencia e sem
prestigio o julgava incapaz de succeder ao
General Andrea*. Dez mezes e meio nos go-
veinou e ganliou para os entendedores o li-
me de liomein de genio de aclividade e de e-
nergia e ao mesiro lempo de justo, e de
humano Sem fazer violencias desnecessnrias ,
e sem deixar de tratar bem a todos foi to
forle to enrgico quanto se poda desejar,
e leve a lelicidade de serem to bem escolbidas
surs medidas que ainda os oendidos e
ueixosos nao ousava alacal-as. Em resumo
nao se p(!e em to pouco tempo fazer mais do
que ellelez. e eu seria longo se o qui/esae
descrever. Soccoi reo Varanho com perlo de
(ioo homens, sullocou a desordem de Macap ,
reslabeleceo a oideni no Destacamento da liba
da Bailique que achou indisciplinado, trou-
xea completo SOCego a Provincia na qual ha-
via ainda a sua chegada os pontea rebeldes do
Rio Porto, vislnhanca do Lusea e as parti-
das queassoJaVa o (estricto dt; AJonle Ale-
gre e borona; sustentoa osoego na linha
divisoria do iVlaranbo e obsto.1 assim tal vez
a (ue o Desdido se rebellasse, poz em ordem
asuoancas, lea facaliasr asrandas da Alian-*
dega que su augn-.eiitara a>sim como ani-
duiu a produeco da Provincia que loi supe-
rior dos eus ue/ mezes so anuo anterior fan-
ceiro rcduzioo Hospital Gcialde trezentos a
4oo doeules 00 a 100, e sua murta iddde
e jo ;o 100 ti 10 ia mensa men-
te e finalmente cooiecou obras publicas do
inleresse olbou para a educaeaoda mocidade
CUjas Aulas e Estolas \isilava e nada bouve
de inleresse publico para que nao aledense.
Consta-mo ue at t^iuduu tanto a (uesio dos
presos, que pode saber (juanlos eslava pro-
nunciados nos IJesl ciclos, quacs seus crimes ,
e pravas 1 c se pi esos, lalescidos, ou reniel-
iidos para lora ou aluda por prender e
leudo encontrado tal ver joo presos e iccebi-
do mullos em seu lenij o su ileixou presos
perlo de duzenlos e soltOU ou deu Ueslino
aos ou tros.
E com ludo isto nada d. lie se diz por lora ,
nada se alla e iit-ut o Brasil tem nolicia dos
mmeiisoa ser vicos que preslou a esta i>iovui-
ca A e o Brasil cedo llie far, Tenho desaba- [ oa arranjos para os jogos e a refico.
fado o meu coracao chelo degralido, e de
saudade por to boas pessoas porque se deve
dwer que em todo o bem que se (ei ao Para
loi ajudado pelo excellenle Commandante dis
Foi la brilbante e numerosa a leunlo ,
que em todos esses lugares de recrearao no
haviaalgum que nao eslivesse decentemente
oceupado, e lo patente eslava o pra/er era
Armas e pago assim o tributo que todas | acorde harmona com a suadade que ao sem-
ille (levemos. O meu Amigo ir saliendo me- oante de todoi suba do coraijo isso que ao
llior todos os das, e ver que nio exagere
quando digo que o !)r. Franco foi um ('re-
sidente como para seu socego e prosperidade
precisa lera Provincia do Para oulro por mu i-
los e longos anuos.....
Discriprao do festejo feilo na Cidade do Para
em testemunho de respeto e gratldo aos
Rxms. Srs Dr Bernardo de Souza Franco,
e Coronel Antonio Joaquina da Silva Frei-
las a *c de Fevereiro de 1840.
Quando dos empregos de alia eathegoria os
homens tornan aos Ingires que tinho enlre
os seus Concidados. ellea deveraS achar tanto
mais valiosas as provas (pie tiverem deeslima-
co quanto mais livres de suspeitas sao as
que se apresento a prol do quem nao exerce o
mando. Os arcos Iriunfaea e os festejos de-
cretados em honra de Octaviano quando este
exercia o poder nao livero mais deslindo
1 lugar na historia do que o renome e a lem-
bran.a em que ainda boje est o arado de Cin-
cinnato
emillldos da Presidencia e do Commando
das Armas do Para os Excellentlssimos Senho-
res Doutor Bernardo de Souza Franco, e Co-
senlia.
Uepoisda primeira dan^a servio-se ao cha ,
e em seguida de nutras, huuvero concertos
de msica e refelces. O festin conlinuou
al s qualro horas da madrugada.
Suas Excs. a quem foro dedicadas to
unnimes provas de gralido, se diguaia'u
dirigir Commisso dos convites oseguinle.
lllustrissinios Snrs. Sendo dever nosso
aggradecer aos Snis. Hatfiantes desla Cidade,
que nos fizero a honra dar com 0 Baile de ?0;
do mez prximo passado, um leslemiinho pu-
blico de sua approvaco aos nossos actos admi-
nistrativos nesta Provincia, e nao o podendo
fazer peasoalmente a todos, convidamos a.Vv.
Ss. para que no dia 4 do correnta pelas 11 ho-
ras da manb se queirao achar na caza do Bai-
le, ou em quatquef outra, que se ssrvirem es-
collier, e avisar-nos, a fim de ah receherem
nossos mui sinceros e cordeaes ag -.radecimen-
Ids, e protestos de eterna gralido. Deas
Guarde a Vv Ss. Para 5 de \arco de i8$o.
UlusirissimosSrs. das CommissSesdos Fes-
tejos do dia 2qdo me/, prximo passado.
Bernardo de Souza Franco. Antonio Jo-
aquim da Silva Freltas,
Reunidos os membros da direc o declaro
ronel Antonio toaquim da Silva Freilas de- Suas Excellenclas (pie mui grala seria a lodos
vem Miar bem convencidos de suas boas qua- a visita que esperavao na mes'ma cata em que
lidades pelos tributos de veneracao que tem j leve lug ir o Baile ; e ahi hora dada Suas Ex-
udo dos habitan les desla Provincia. caReocias apresentaro os seus agr adecinieiitoa
Mullos dos mais abalisados desla Capital as- por um discurso breve e expressivo proprio
sentaro que lhes deviao dedicar alem de dequem nocstnda quando exprime o qua na-
seus pessoaes, ou pblicos testemunhosde re- turalraenle sen le.
conhecuiento pela prosperidade em que esteve Vimos pessoalmente, Srs., aggradecer a Vv.-
esta Pro lucia sob as suas direccOes. O Pro- Ss. a honra que se digna rao l'a/er-nos, tom 111-
grama de 11 m Festejo em honra dos Cida- do parle e direco do Baile, com que os pan-
daos ex-governanies, foi to geralmcnie a- cfpaes habitantes desla Cidade nosobxequiaraa
ceito que pessoas mui gradas foro espanta- no dia 19 do mez p. p em testemunho pu-
ncamente inscrever-se na lista dos concurren- biico de approvaco aos no.sos actos orno Pre-
les Escolbidos foro os Senhorcs Commen- sMenle e commandante das Amias de>la Pro-
dador Fernando los da Silva Jaime David viuda 5 e somos lano mais reronhecidos a
Brido Rento Jos da Silva Antonio Ma- esses obz?quios quinto sendo ellea posterio-
noel Sepeda.e llenilque Antonio Straus para res a nossa administra- o e vo'untarlos e u-
a direc ao de ludo quanto em cinco dias devia nanimes, escapad ainda menor suspeila de
ser e foi levado a elleito. ^ ma eputaco se lisonja e nos deixao a eonvcefo de que fora
dirigi respeilosamente convidar os Excel- apreciados nosos es (orcos e retribuidos de
lenlissimos Senhores Presidente e Comman- modo a nos deixar saliseilos, a agradecidos,
dante das Armas, e foi manifestar aos seus Vs. Sa se dlgnaro acechar por si e por todos
antecessores quanto em honra delles se per- os Srs. que assim nos honrara, os nossos
tenda. Quasi mil cartas foro enderezadas mais puros votos degralido, e a asegurar-
s pessoas e familias mais conhecidas pelo Ibes, que nosss debis forcas estarfio sempra
theor scguinle. promptas a empregar-se em pro! do Bra/.il c
Os habitantes desla Cidade querendo particularmente desta Provincia em que um
dar um publico testemunho da consideraban denos leve a dita de nascer, e cujos habitan-
'eapreco, que Ibes merecem osllluslrissimos tes nos pen hora rao durante nossa curia admi-
je Excellenlissimos enhores Doutor Bernardo nistraeo. Possa ella continuar sempre trau-
de Souza Franco e LCoronel Antonio J.ia- quilla,e em progressivo incremento como mar-
qum da Silva Freitas, teem a satisfaco brin- cha actualmente e fruirem uto nlerrompido
dar s Suas Excelencias com um Baile na socego, e prosperidade de seus dignos babi-
noute de uo do crrenle em a casa n. a8 da ra tan tes : eis nossos puros cordeaes" e ferven-
dos Mercadores e para mais abrilhantar este tes votos.
acto de gralido esperamos que V. S. se digne E finalmente os membros da direceo ; em
comparecer. nome dos habitantes desta Provincia ,' que to
Faro as honras da Caza s Senhoras dos a- scnsivels provas tem dado de sua gralido
')aixo assignados Dos Guarde a V. S. Pa- Suas Excelencias a presen lara os ltimos pro-
' testos de seu respailo.
" Senboies A Direijo dos Festejos pe-
los habitantes desta Cidade, e em seu nome "
agradeceabenevolenciacom que Vossas Excs.
nos honro e o Jaremos constar pelo modo
mais autentico.- noasos voto&serao sempre pe-
la prosperidade de VV. Excs. e coin sauda-
de nos recordaremos sempre da tranquilidad^
que gozamos durante o lempo que V V. Excs.
Administrarlo os distinos deta Provincia.
Tees foro etaas sao os lestemunhos que o
deve, a amizade e gralido poude inspirar a-
quein os dedicou de mui livre acord aos dois
Cidados honrados que nos primeisos ca-
gos desta Provincia lhes dero paz e prospe-
ridade.
ca na qual tica com um nome que nunca
esquecerj. {Viasein parte assim elle o quu ;
porque loi seu sistema lazer ludo muilo as ca-
ladas e so se tatuad suas medidas pelos bous
lesuliaos que dava ; sistema que produ
zia o elieilo.de la/.er callar oa paitidoa dedea-
liuhir a populaeo da iulerleieucia que por
luda a pui le (paeiem ter 110 Governo ; mas que
llie lez al agora nao gosar por iera o crdito
dade, tambem-se ulilisaui da illuminaco, e que merece. O Para porem j lbe fez j usu-
ra 5 de Fevereiro de 1840. lllm Sor. &c.
Os en< arregados do conviteJaime David
Brido.--Beuto Jozeda Silva Antonio Ma-
nuel Sepeda."
A's j horas da noute comecaro a reunlr-se
os concurrentes ; e urna Ueputaco esleve
espera de receber e iulroduzir oj convidados.
A chffgada das Primeiras Authoridades e
daquellea queero objeclos do Festejo, foi
anuunciad;! coin girndolas de logo e sua
recepeo rom peo a orquesta com urna excel-
lenle peca de abertura.
Duas grandes salas, no pavimento mais al-
io se achavo decoradas com toda a decencia
e galla e ainda mais bem guarnecidas foro
coin ns bellezas do sexo das gracas : ahi nos
ngulos dessas salas eslavo urnas columnas
em cujo fuste vio-ae em transparente as se-
guiuUs legendas
1. Bei nardo de Souza Franco*
a. [Saacco de Junho de i8o5.
. Foimado a fj de ulubro de i83>.
4. Jui/ de Direilo em Dezembro ai de
1836.
5. i -eputado em De/embro a8 de 18 J7.
b. Presidente em Mar.,0 1. de 18J9.
j. Qualro versos descriptivos das qualida-
des do Dr Franco.
8. dem do Coronel Freltas.
No mesmo pavimento perlo das salas ,
eslava a Bancada para a msica ; e no pri-
meiro andar se achavo ura gabinete prepara-
do cora magnificencia para toucador (loilet)
das Senhoras e outras salas e varan-lis cora
Avisos Hiversos.
Cy Precisa-se de urna ama de leile forra
>u captiva na ra da Gloria D. ia lado es-
querdo.
tsy Quem annuuclou querer ser adminis-
trador de eugenho por ser pessoa que enten-
de pode dirigir-se a ra da Aurora ca do
Sr. Eniz Jos da Silva Guimares que elle
Ihe dir quem pertende.
SS?- r\o se havendo reunido a Seciedade
Terpsichore no dia 3o do passado convida-
se aos Socios da mesma para que se reiuia
boje pelas 6 e raeia horas da tarde a fim de
de |deliberar-se se deve ha ver partida no
correle mez e aprovar-se o Kegimento In-
terno para a Soriedade.


4
DIARIO DE
PERNAMBCCO
tsr Dseja-so saber se existe nesta praca | Corpo Santo sobrado junto ao do Snr. Joo
os Srs. Joaquim de Azevedo Passos natnral de Pinto de Lemos.
Portugal da Provincia do Miao e.comarca da
Mata, que morou ou nimia mora em i ajaiii;
de Flores e Jaciuto Ferreira de Souza na-
tural de Portugal que morou ou anda mo-
ra om Pcassahussu ou a pessoaa que suas
fuer; no atierro da Boa vista venda l), 19,
passando o bero do lerreirb
8^ OSr. ,T S. meslre alfaiate, cuide em
dar conta das aquetas de brnu e pauuo par-
do, que a mais de t meces tomn para lazer.
13" Vicente Ferreira de Siqueira pro-
fessor do eiisino mutuo vendo do diario de
Ho de Mano do corren le que existe nesta
Cidade pe soa de igual nome faz sciente uo
respeitavel ; ublico que de boje em diante
seassignar Vicente Ferreira de Siqueira Va-
rejo.
s^r Precisa-se de urna ama que lenba bom
leile, c novo ; na ra do Qucimado casa de
Antonio da Silva GusmSo na quina do beco
da Congregacao.
Vp" Precisa-se de um menino forro que
queira se entregar ao oHcio de < haruleiro ; na
fabrica de charutos no atierro da Boa vista ao
p da ponte.
V^P Procura-se urna carta viuda do Porto
pelo lirigue Ventura Feliz com o nome de Au-
tonio Ferreira Braga a pessoa que por en-
gao a tirou do correio a pode restituir na
ra nova D. j.}.
l5" Precisa-se de urna ama parda ou prc-
ta fine saiba cozinbar Lem para urna casa de
um homem solteiro; na ra nova D. 11 no
primeiro ai. i r
SST b'escja-se fallar ao Sr. Manoel de tal
Ferreira primeiro mprensario de algodo
em S. Miguel dos Campos ou a seus paren-
es a fim de se tratar negocio de grande inte-
resse ; na ra das Cruzes sobrado junto a Ty-
pogralia.
V2T O Sr. Jos Ferreira Domingues Fra-
dellos baja de bir no praso de 5 das, em casa
de Manoel de Souza Guimaraes receber a
quantiade 74,167 importe de uraquartel do
armazem vencido em 3o de Marco do cor-
rente do contrario se botar no deposito ge-
ral.
SSJ" Arrendarse o engenlio Ubaquinha do
Serinhaem ; quera o pretender dirija-se a ra
dos CJuartcis D 2
VEf Precisa-sede um feitor para um sitio
nos atogailos que saiba trabalhar de cucha-
da cenlcnda de planlaces, na ra da praia
errara do Constantino.
Cf A pessoa que anniinciou querer com-
prar a historia Universal por QHIlot, dirija-
Be a 1 ua da Florentina lado do muro do S.
Francisco casa unto a fabrica lo papelo.
'. j- Arreuda-se annualmente urna cas-,
terrea a barracada, sita ua 1:1.1 que vai da es-
trada da solidade para o manguinho repar-
tida^ segundo o gosto moderno, tem corredor
lavado sala de vesita, tortada cera .>> pal-
mos em quadro tres janellas de peiloril en
vidrassadas Squartos, sala boa de jantar ,
cozinhafora, com assento de fug5o inglez ,
contendo seis fornalhas, eseu respectivo for-
mo quintal murado, com carimba de agoa de
beber, senzajla para seis escravo?, estribara
para 3 cavallos com portao para a frente da
ra, independente da pona principal, e
tudo muilo bem pintado < suficientemente
aastado ; os prelendentes eutendo-se com
o Escrivo AI incida que lena poderes para o
diloarrendamenlo.
VI?* Cjuem annunciou querer 5oo a Coo.ooo
a juros om hypotheeaem urna casa, dirja-
se a ra nova armazem ao p da pcnte onde se
vende quarlinbas.
VST Alugo-seos 3 arma-ens da rasa do
Senador Manoel de Carvalho do lado da
~ Joaquim Jos Pereira retra-sc para
Lisboa.
Avisos Martimos.
PARA O MARANHAO' segu viagem em
poucos das o lirigue Brasileiro Rosa ; quem
quiser carga ou r de passagem para o que tem
excedentes commodos dirija-se a ra da mo-
i'da O. 14 z ou a Firmno Jos Felis da
Rosa*
PARA O CEARA'saldr no dia dous do
corrente a Sumaca Delmira Meslre Jos
Joaquim Alves s pode receber alguma car-
ga niuda ou passageiros ; a tratar com An-
tonio Joaquim de Souza Ribeiro.
PARA O ARACATY saldr com toda
brevidade a Sumaca Felicidade M. Jos Bo-
drgues Pinbeiro; quem quiser carregar en-
lenda-se com o dito mestre ou com seu dono
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro
PARA O CLARA' a Sumaca Emilia, Mes-
tre Jernimo Antonio de Souza; quem qui-
ser carregar enlenda-se com o dito Mestre ou
com seu dono Antonio Joaquim de Souza Ri-
beiro.
C7- Cautellas de bilbetes de loteria da Boa em Olinda nos J cantos" loja de Domingo
vista a 4oo ris 5 na ra de agoas verdes so-
brado por cima do assougue.
V2T Ou troca-se por um preto de todo o
Jo Alvos da S:l tsr Um moleque creoulo, de idade de i4
: na ra da roda sobrado de 2 anda-
JL e J a. o
ir," Que fazem Alexandre Mackav& Com-
panbia por intervenco do Corretor Olivei-
ra de una porco de lerragens muito finas ,
sendo principalmente caivetes navalbas
para barba tisouras marlellos facas e
garlos trinchantes, afiadores, lancetas, ser-
rotes de nmeros altos caixinhas de mogno
contendo cada urna 5o (jarlos e lacas de cabo
de prata; quart le ira 1. de Abril as lo ho-
ras da manh no seu armazem na ra da Cruz.
Vi/* CJue pertende fazer Joo Tavares Lor-
deiro quarfa feira i"de Abril porta do
armazem de Francisco Lias Ferreira no caes
da Allandega, de Irinta biriz com carne sal-
gada.
V2/" De manteiga ingleza quarta feira 1.
do corrente, na porta do armazem do Sr. Di-
as Ferreira defroute do caes da allandega.
servico urna escra^a creoulade idade de 5,
annos cozinha o diario de urna casa, lava
de varrella e ensahoa cosecha faz renda
e engomm.'i alguma cousa ; em lora de por-
tas n. 1^5 lado do mar.
BBJ*" Um sitio com casa de vivenda na es-
trada da soledade Ierras proprias com es-
tribara baixa para capim, bastante arvo-
res defructo; na ra de S. Gonsalo na casa
em que moru o fallecido Joo Bautista Branco
tar- Na ra nova D. 16 ricos estojos pa-
ra barba com todos os seus pertences lencos
prelos para grvala, challes de toquim e de
seda, meiasdeseda prcta de todas as qunli-
dados sorlmento ele luvas para homem e se-
nbora tanto de peica como de seda sarjas
para vestidus marroquim em duzia e a
retalho e outras inuitas fazendas de bom
goslo por preco commodo.
CT Camellas de bilbetes da Loteria da
boa vista a 4uo rs, ; na ra larga do Roza-
rio loja de miudezas D y.
ros.
1:7- Bilbetes da lotera da Boa vista a
7080 e meios ditos a CJoo ; no atierro da
Boa vista D. 16.
Escravos Fgidos
tSW Vicente creoulo de idade de 18 a 20 an-
nos fugids a dous anuos baixo beicos
grandes olhos um tanto em branco coixo
do p esquerda o qual nao assenta no chao ,
com duas grandes (cridas as pernas das quaes
leudo sarado, hadeter as sicatrizes; roga-
se a os Srs. Sub-Prefeitos ou qualquer ou-
tra pessoa de aprehender o dito escravo e man-
da-lo conduzir 3 ra da scnzalla velha n. o ,
ou na 11 ara do Commercio a Joo da Costa
Lima Jnior, que recompensar.
V3*" No primeiro de Junbo do anno p. p.
fugio do engenho covas da extinta Ireguezia
da Luz um escravo de nome Manoel Comes ,
de naco massangana alto, secco do corpo,
S^ Saria preta muilo larga, chegada pro- f* lulla ; uf^U(Jo nSo lem, barba pe^uas
ximamente de portugal pronria para ves- fi*-M Be e dedus ti1"008 > e loveirus de' bj-
tido de senbora e coletea para homem; nochos.(lue leve. e 1,e n,ull proloslico lia
atierro da boa vista D. 15. lloUc,a 1ue a,,da nesla PraVa CrregaoUo pipas
^.cySapatosfrancezesde marroquim preto c mais gneros cora outros pretos 5 roga-se as
a iooo, ditos de duraque a uso, ditos de authondides polic.aes capitaes de campo,
setim a uto, d los de duraque para meni- e pessoas particulares que virem ou me-
nas a c,bo e de outras cualidades; no atler- rem noticias do referido escravo quewa por
10 da Boa vista D. 9. obsequio deligenciar a sua captura e eulre-
$sy Bezerro francas a duzia a 20,000, o gar a seu Snr. no dito engenho quesepaga-
pellea
3,000
C o 111 p r a s
IKP Um molecole para lora da Ierra sen-
do bom ruzinheiro.
na ra direita lojas de cou- ra loda a/lespeza e se gratificar com Jo.ooo.
VSF* Fugio no dia 23 do passado um mo-
leque de angola, bastante ladino, de nome
Domingos de idade de 17 a 18 anuos le-
vou vestido camisa de chila azul e calcas de
brim liso branco ipm dous siguaes bem vi-
ros I). 4 e 18
V^* Meios bilbetes de loteria da Boa vista ,
a 5,6oo e Cautellas de ditosa 400 ris; na
praca da Independencia loja de encadernador
n a6.
tsr Ps de alecrim ditos de rosa de ale- veis, que he lera munbeca ua mi direita
xandria ; na* soledade defronte da casa que j0,a de seu lugar proveniente de um lalho que
foidoSr Bandeira n -7. levou em pequeo o segundo he um taino
S2S- Na ra nova D. 3 fabrica de chapeos Sue levou d^ v'd, debauo do p esquerdo ,
defrontedobeco da camboa do Carmo be- que com quanlo esteja ja s anula se \ bas-
zerro francs da melhor qualidade e tama- lanteamassa, elle passou todo o da ab no
nbo que al agora tem viudo. sobrado que se est ratificando na Magdalena,
nr Cabos de linho da Russia primeira e as seis horas encaminliou-sp para o eugenho
sorte em pecas de urna al 3 112 polegadas; da lIre 1uu nao foi mais vislo desde eniao;
em casa de Hermano Mebrtens ra da Cruz nuem pegar parleeipe a .Uanoel Ferreira
D. 3. Comes na ruado crespo loja de Jaqui.u Vlt_
Ssy Um moleque com principios do capa- 6as que ser recomjiensado.
praia ; a tratar no mesmo sobrado
aja- Jlo EuVards socio da casa de Jones
& Edwards, eslabelecido nesta Cidade, ro-
tira-se desla provincia deixando por pro-
curador da dita casa a Jorge Paln.
c^* Os Srs. Jos Pereira de Souza Fran-
cisco Beca ambos marcineiros e Antonio
Moreira Esteres queirao declarar suas mo-
radas a fin de se Ibes entregar urnas cartas
viudas de Portugal ou dirijo-se a na da
senzaila velha a fallar com IVJanoel Francis-
co Pontcs.
CT O actual Sindico da Veneravel Ordem
Terceirade Fiancisco desta Cidade, rega
ao Reverendo Sr. Padre Salvador da Rocha
Oliveira Iba aprsente a Sertidode una len-
cSne missas para lhe sereui pagas, que
mebeu em 19 de Outubro de i85(j', e
nao o fazendo no praso de 4 mezes contados da
data desleserocncommeiidadas a outro Snr
Sacerdote, 6cando sem elleilo o pagamento da
tenc a cima.
C^ C^ueru precisar de urna ama para o
L^f" Um escravo de naco, de idade deteiro, e muilo hbil para qualquer servico ; ^^ A oilo dias lugio o escravo de nome
na ra direita padaria t. Jernimo creoulo hem lal|aUe lom um
V^". 4 travs de palmo e coilo com 3a dedo da mo direita corlado; quem o pegar
palmos de comprido, lodas de muilo boa qua- 'UVI-' a v-idade no\a_em casa de i euro L/ias uu3
litlu'le ebotabousde louro de assoalho de Sdnlus ou na ra da Aurora un tasa de An-
co palmos de comprido e de boa largura; Ionio Jos Gomes do l^orieio
no lorie do mallos prensa de Carneiro Aln- *-r x'u ^lu < uo p p. iugio um nepro do
leirp. "u",c Juau flisbao, ueouio un Lounda,
W JMeios biliietes da loteria da Boa visla official de pedieiro idade de ao annos alto'
a ooo e cautellas de ditos a 4U0 rs > na iJUCd buina tara cumplida denles Juna-
rua rrena venda que tbi de Jos da t enba. aus dedos dos ps e niaos comurdos u p
t*r- Urna barrica de tremocosde minio boa uireilo maisgrosso por ter una leridana iju-
quaiidade, e ebegados proxiinaniente de por- 1IU > mullo rneloricu por ser laudaupuista
lugal ; no atierro da boa visla venda D. 19. j Wvou vestido calcas jia:uj jaquela i'erde es*
_^- Lina clarinete nova de -C-, por tu, i roga-se a luuas as auiiiOiitlades (oir-
preco commodo ; na ra de Hurtas 1;. ; Cl,1,-'s, de ( or suas vistas soLie elle e es taci-r
v^- Des milheiras de tioios ile alveuaria l*^ de campo de o pegur e levar au 'leiieule
de inuitoqualidade e tamanbo, e mil ti- Cufouel Vaieao,
16 anuos, que seja fiel e sem vicios, para o
servicp de homem solteiro; quem tiver an-
nuncie.
13" Um caixilho uzado para urna porta de
aleo va com vid ros ou sem siles ; na ra do
Qucimado I), ri.
1__r Urna morada de casa ou mesmo um
obrado pequeo sendo no pateo do Carmo ,
dilo de S Pedro principio da ra de bor-
las fcmzes, Ro/ario Aurora, trinche!
camboa do Carmo ; a fallar na ra de
Hurlas sobrado n. l>4-
servico de urna casa
dii
ja-se a praca do
Vendas
C3n 3Icios biliietes da Loteria da
Matriz da Boa-vista que cune
iinprelerivelmente 110dia 6 de btil,
a lrea mil e seis centn ; e Caiitclla-
le ditos a 400 icis nesta Typogra
pliia.
-S^" O Excellenle resumo de Grammatica
Portugueza extrabido de J. S. Barbosa, por
um Pernambucano o mais proprio |>ara as
Aulas de primeiras letras pelo preco de du-
as patacas; na praca da Independencia loja de
livros n. y e S.
\~j" Na pracinha do Liiramenlo loja D.
3/|, um completo sortimento de facas e gar-
los de cabo de marfim ditas de osso fiaras e
entrefinas bandeijas finas e entre finas ca-
ivetes finos para pennas, lisouras para unbas
e costura folhas para facas espingardas de
cacaaJ50, compassos com tiralinhas ca-
udas para desenlio estojos de navalbas finas,
eca.'li aes de casqun ha, ludo por preco cum-
modo.
I Charutos da Havana e dos Estados
Unidos, cadeira6de balancar e outros tras-
es, sapalos cbinellas, e botins como va-
ras oulras fazendas ; no escriptorio de L.
(i Ferreira & VJansfieid.
^5> Cautellas de bilbetes da loteria da Boa
7sta a 4oo ris ; na praca da Independen-
cia n. ao.
HT Taboado de un a 3 palmos de largura
ede lodas as grossuras e comprimentos ; no
porto das canoas armazem do fallecido Domin-
gos dos Passos ou a (aliar com u caixeiro do
Sr. Joao Malheus, Joaquim Lopes de Almei-
da ; asniu como urna porco de refugo. |
jlos de cacimba de marca grande posto
no porlo da obra por 61,000 alveiiaiia a
24.000 ; na ra do Oueimado D. 1 1.
W Meios bil beles da lOterra da Matriz da
Boa visla a Jeoo ; naso ponas venda U. <).
VST" Bilbetes e meios dilos da loteria d
Boa vista ; no alieno da Boa vista D. rt.
VlT* Urna negra de benita figura, boa ven-
dedeira de ra cozinha csigomma liso ou
troca-se por outra ; na ra do Collcgio D. j,
no segundo andar,
VT* Canarios de imperio bous cantadores ;
na ra estrella do fiozario loja de barbeiro
. 10.
-J~ Um cavallo russo grande novo, gor-
do com todos os andares e ptimo para
carro e um dilo castanho bom esquila-
dor ; na ra direita padaria do machado.
%-j~ Potassa Americana em barril peque-
os, de melhor qualidade, e por preco com-
modo ; em casa de Me. Calmont Ou Compa-
nlua no armazem de Augusto & Compa-
nlna na ra do Vigario e no de Antonio
Annes caes da allandega.
V-T" Cinco vareas de leile ; na soledade no
primeiro sitio a esquerda logo no entrar para
a estrada do manguind, de manh at as q
lioras e das 4 as t da tarde.
W Dous cscravos um preto canoeiro de
ulade de o annos um cabra de idade de ri
anuos hbil para todo o servico e ptimo
pagem por saber tratar de cavallos na praea
da Boa mSu junto uo Snr. Dezeir.bar{adur
liamos.
1U,- l\o
que recompnsala
uia .. ue Agosto ue 10.K1, fugio
Oina escita de nome .iiarta ladina de na-
coAngoIla de Lomta bguia, esulura regu-
la* sem um dedo no pe uireiio quem a en-
contrar a poder pegar e leva-a a ,ua do Vi-
gario O. j que sei bem gratificado do seo
irabaljjo, e loda a despesa que com a mesma
lizer.
JiOVliliClltO o fono
SSir- AJeios bilbetes da Loleria da Boa vi|ta,
NAVIOS EiMRADOS NO DIA d*.
LOJNDRLS ; 33 dias, Galeralogleza EmezT
de aog tonel,, Cap. Jos U. Wa.dle, equip.
l ,' arga lu/enuas e plvora a Me.
Calmont c Couipanliia passapeiro j in-
glez.
LISBOA ; 32 di.s Brigue Porluguez Ari-
cano de nao tonel Capuao Snverio Ca-
ncel dos liis equ.p 19 carga vanos
gneros, passugenos .
PClliU ; 24 das Barca Porluguez Tenta-
dora de z,ou tonel. Capito E J. de Oli-
ven a equip.99 Cu,Ju va,,s gemios; a
AJanoel Joaquim Ramos e Silva passagei-
ios5.j portugueses.
>Atil.,ui> AU MESMO LIA.
CANAL, Brigue Sueco Slbeles, Capito C.
saudin carga ussucar.
CLARA'; Sumaca iNac. Feliz Americana.
M. Joae Aiilumo domes carga varios
eros.
ge-
KfcUf k. JSATXP. DE M. F. DF, -. 184


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