Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04050


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Full Text
Anno de 1840. Sexta Feira
Tudo agora depende de nos masmos; da nossa prudencia, modetc
c Ci.ni aorairaoo entre as Naccs mascullas.
Proclamadlo da Assemblea Geral do Brasil,
-099-
insiriudo-se estes gratis, sendo dcs'proprios assiunautes-'e viiidos ass^'- ""'
fjnados. 6
Partidas dos Correios Terrestres.
Cirlarleda Parahiba e Villas desna prctenro...................
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem. ...."."." .*." .* .* .*.".*.*"!!<
Dita da Fortaleza e Villas Jdem............... '. t^eSum'as e Sextas Feiras.
Villa de Goianna......................'.' .*.".".*.' .' .' .' ." '.)
J;',.. j z -..................................To Villa deb. Antao........ ........................Quintas lenas.
Jbta de Garanbuns e Povoar.o do Bonito.....................]),as 10, e .4 ,|ecada mcz.
Ditas do Laho, Sennhacm, 1I10 tormozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e -u dito d.to.
Cidade das Alagoas, e Villa de Macei.........................|,tem dem
Vdla de Paja de Flores............................'.'.... dem 13, dito dito.
/ odos os Correios partem ao meto dia.
27 de Mar* o'. Numero 10.
- 1~ j
CAMBIOS.
Marco u6.
Londres......33 a 34 d. por Ifooo ced. ,
Lisboa....... 70 a 7 j por 0/0 pieruio, por metal oiTncidoi
Franca.......a,;o res por franco.
Lio de Janeiro ao par.
OUR'J Moe.las de 6,foo rs Velhas i , Ditas ,, ,, Novas lij/ino a lon
u Hilas de 4#oo rs., 8f->oo a 8#-oo
PHATA I'ataces Itrazileiros--------------Ij&'Sio a infijo
Pesos Columnarios----------------- ifio 1 i44o
Ditos Mexicanos ------------------- if5 Premios das Letras, por mes I IJ8 a 1 i|apoi too
fi&acda de cobre 5a i por too.de disc.
Das da Semana.
23 Segunda S. Felisa seusComp. iWm. -- SessKo da Thes. c aud. do 1. de dki 3, c;
24 Terca---------S. Aapjtoti.---------------------- Re., e aud. do J. da 1. y. do L. de ni.
i Quarta-------ift Anunciarlo de N. S. -
2(J Quinta-------S. I.udgcro' i.------------------Relaco, c aud. do i. de D. 11 ? v.
27 Sexta---------S. Roberto If.-------------------Ses. da 'i'bez. < aud. doJ. do d E /.
28 Sabhado------S. Alexiodrc 31 --.....-.. Re. c aui!. do J. de D. da 5. v.
29 Dom. a- da t^iiar. S. Berlholdo C. -,.
Alare chela para o dia id de Marco.
As 11 boras e 4a minutos da tarde As 12 hora3 e fi minutos da Manila,
\
*

PERNAMBUCO,
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 20 do crtente.
Officio Ao Inspector ta Thezourara das
Sendas Proviueiaes enviando-I he para ser
rccolh da aos cofres da mesma a quantia de
IJ ;oo reis,que remeleo o Prefeilo da Comar-
ca da 1 oa-vista rom o officio de 17 de Desetn-
I ro do anno prximo panado, declarando ser
importancia dedo/. Passaportes que sepas-
sarao por aquella Prefeilura desde o'anno de
iH38 ate a dala do citado officio.
Dito Ao ( onvmandantc Superior da G.
Na< ionaldo Recite, para mandar dispensar de
todo o servico ao Guarda Nacional da su;mi-
da Companbia do secundo Batalho Bartbo-
lomeuGuedea de Mello que se ada nomeado
Comniissario de Polica do teiceiro Deslric-
to da Ereguesia da Boa-vista, em lugar de
Francisco de Paula Maranho Guarda Nacio-
nal do terceiro batalho a quem chamar pa-
ra o servico.
Lito Ao Prefeilo da Comarca do Recife,
communicando-lhe o conteudo no preceden-
te ofhcio.
Dito Do Secretario da Provincia ao da
Assemblea Legislativa Provincial enviando-
lite a infoimaco do Exm e Km. Rispo Deoce-
sno sobre o requerimenlo de Jos Mara do
Espirito Sanio, e oulros mor'dores da Povoa-
co do Pilar pedindo a trasladacab da Igre-
ja Matriz da Villa de llamarac para a dita
Povoacao.
dem do dia ai.
Officio Ao Inspector da Thesouraria das
Rendas Provinciaes significandoUle que
leudo a Assemblea Legislativa Provincial no-
naeado ao Lepuiado Antonio Carnetro Ma-
chado BOS para lecebcr os H00U reis destina-
dos para as despesas da Casa o Expediente da
Secretaria respectiva perlencenle ao anno i-
i.anceiro crtenle; tiimpic que expeca as
convenintes ordens para ser paga a referida
quantia,
iJilo Do Secretario da Provincia no da
Assemblea Legislativa Provincial commu-
nicando-lhe a expedicao da ordbm supra.
Dito Ao mesmo, enviando-lhe pata ser
presente a Assemblea Legislativa Provincial
urna representacSo dos (idados moradores na
i'ovoatao de Pedrasde Fogo pediudo aerea-
cao de um Sub-Prefeilo para aquella Povoacao
nos limites desta Provincia*
Lulo Ao mesmo enviando-lhe para ser
presente a Assemblea Legislativa Provincial
v requerimenlo da \cneravel ordem telena
do Serfico I adre Sao Francisco acompanlrado
dos seus novos Estatuios pedindo a confirma-
cao destes.
O Presidente da Provincia uutorisudo pelo
Artigo -<7 da Le Provincial Numero 70 de
.-o de Abril de Iby, a dar una novaorga-
nisacao ao Liceo desta Cidade Ordena que
o mesmo Liceo seja or<>8nisado na forma
seguintee
PLANO:
Art. r. O actual Liceo da Cidade do I!1
he convertido em Liceo de Relias Lenas, e de
bciencias Iiidustriaes j e nelle se nsinaru
ciuuli'o Guisos, a saber ; Curso Geral de l'ic-
|)aralorioa Curso Especial de Ennenbeiros
Arcbilectos, Curso Especial de Agricultura ,
c^Curso Especial de Commeicio.
Artigo 1. Ensinar-se-hSo no primeiro
Curso as Lingoas Portuguesa, Latina, Fran-
ceia o Ingle/a Rhetorica e Potica ; De-
senlio c os principios elementares da Geo-
;rnphia, Historia, Philosopna Racional (?
Moral, Arithmelica, Geometra, Algebra,
Trigonometra Astronoma, Botnica, Zoo-
logia Phisca, Chmica e Mnerale-
;;a.
Artigo 3. Os Alumnos do Curso Geral de
Preparatorios serao divididos quanto ao eslu-
do, em oito classes principiando pelos menos
adiantados, a saber ; oitva, stima, sexta ,
quinta, quarta terecira segunda, c pri-
meira.
Artigo 4. F.nsinar-se-hao no Curso Espe-
cial de Engenheiros Archilectos os principios
elementares da Botnica, Zoologa Phisca,
Chimica e Mineraloga ; Geometra des-
criptiva, acompanhada dos trabalhos graphi-
oosde mais ulil applicaeo nos usos ordina-
rios 5 Analse f5nila quanto seja necessaria
para fundamentara thooria das seres, e re-
solver os problemas mais inletessantes da
Geometra analtica Analse infiniussimal ,
quanto iudispensavel seja pnra a exposico dos
principios geraes da Mecnica Racional e
da Mecnica Phisica comprehendendo-se
nesla tudo que he relativo a theoria, e cons-
Iruceao das machinas; Astronoma Phisca
somente na paite necessaria para a exposiro
da Geodesia; Archileclura, Cevil e Hi-
drulica ; Desenlio topographico de Ar-
chitelura e de Machinas ; e principios gerae*
de Ecconomia Administrativa.
Artigo 5. Ensinar-se-hao no Curso de A-
gncullura os principios elementares da bot-
nica Zoologa Phisica Chimica e Mine-
raloga ; os principios geraes de Agronoma 5
Archilcelura rural, eomprehendendo a des-
cripeo construccao c uzo das machina; ru
raes, alcm do objeclo que Ihe be proprio ; E-
conomia rural c veterinaria ; Pralica dos di-
versos gneros de cultura do Brasil, e dos di-
ferentes gneros de fabricaco ; Desenlio des-
criptivo ; B principios geraes de Economa Ad-
minislraliv.i.
Ahigo (i. Ensinar-se-hao no Curso Espe-
cial de Commerco Analse finita, e iui
titiissimal quanto seja necessrio paia a expo
S19S0 da thooria geral das operacoes mercan-
lis e nanceiras, c dos principios dn Calnu-
lo das probabilidades applicados as queslues
mais inleressaules das Gnancas, e do Commer-
co, o servindo de base aos principios de E-
tonomia Social Theoria c platica da Esc.r-
plurac&O mercantil 5 operacoes mercanlis as
difierentes especies acompanhadas da Ils-
loria do Commerco ; Desenlio descreplivo
Artigo 7. Os Esludos do Curso Geral de
Propretai ios scro dados em seis anuos ; os
do Curso de Engenheiros 5 em tres; e os de
Agricultura e do Commerco em dous anuos
cada un, A destribuigoporem das materias
etD cada aiinu e a ilesi. nacao dos das e ho-
ras, em que se devemd ir.na das resinas materias sera' feila pela
Directora dos Estudos ; mas s lera' excu-
co depois 3e approva'dos pelo Governo Pro-
vincial com ou sem alteracaoa
Artigo. 8. Nuguem peder' matricular-
uo Curso geral de Preparatorio! sem que
i .1!' 1 l.r, eserever, e contar eonenleinenle ;
e nos Cursos EspeciaeSj sem que mostr saber
Grammalica Nacional, ea Latina applicada
((. (Idus Clas&icqs da Lingoa pelo menos ; A
rthmctica Algebra, e Geometra elimeu-
lurcs j oselcineiilus de Lcsenjio us Lingoas
F
'
de I > r irO
prximo passado qualro Letras natotali lad<
de librasslerlinas (y. ./),.;., 11 ~ ; sendo u-
ma de libras sibilinas -.'i' > ,- .-., ar/od'v
do Saque de L Gomes Ferrera & \lansfield
endossado por Luiz Gomi Ferrera sobre
Baring Broters c Companhiii ; outra de L. st.
i;5t moni S '. : .: lo or Ji o Mara Seveso-
bre Me C I 1 mi I rox & Compauhia 5 outra
de L, st. 1 bao,,-,,, a Q,ud|v do saque de
Adolfo S< endossado por lo."* G. Na-
gel, e abonado por Manoel Gonsulves da
. Publico Nacional
Geographia, Cbronologia Historia, e I-
deolugia.
Artigo r,. Para o nsino das materia-- de-
signadas |iara os Cursos supra mencionad is ha-
ver os Professores que forcm ulgados neces-
sarios, Os Professores substituios, ou ad-
juntos coadjuvaro noensinoaos Proprieta-
rios, debaixo dadireeco destes, eos subs-
tiluiro nos seu impedimentos.
Artigo 10. A direcelo e adminslrcao e-
conomiea do Liceo estara*o i cargo de um Di-
rector e de um administrador o qual dc-
baxosdas ordens daquelle se encarregar im-1 Silva sobre Tried Huth & Como e outra de.
mediatamente de ledo o que for relativo ao I St. i:6ji,5,,l' ; 90 das vista do Saque
material do eslalielecimenlo. de N. O. Biebftr 6c Companha abonado por
.litigo ii. Todos os Regulamentoq relati-! J"o Mara Seve sobre Cox Heiscb &Com-
vos acrensno sero organisados pelo Conselh < panhia.
Geral dos Professores do Liceo, sem distinceo I DiloAo F,\m. Presidente da Provincia
de Curso, noconiprehendidos os de Liii"o?.s informando o requerimenlo do Dr. Elias Coe-
vivas i mas s<5 lerao exeeucao depois de ap- I Ibo Cintra.
provados pelo Governo Provincial com ou sem Dilo Ao Inspector da Thesouraria da
alteraces. Provincia do Cear partecipando lhe Bear re-
Arligo ia Em quanto tolas as Aulas do colhida aos Cofres a quantia de yoaGrs.em
Liceo nao estiverem em exercicio sero os (Notas, c c)55 reis em moeda de cobre, queen-
Professores nomeados livremeule pelo Gover- i v'ou pele Commandanie da Barca de Vapor
Pernambucana declarando em seu difiri de
no Provincial, precedendo engajamenio tem-
porario (pelo que respeita aos Professores
proprielarios) sobre condiceCes que serao
ajustadas directamente com o pretndeme.
11 do correle ser proveniente da armasena-
gem addeional de um por cento arrecadado por
a mesiiia Thesouraria ae.de o 1. de fVovem-
epois dessa poca sera' a noniea^ao feila: brode iBJ^at o ultimo de Fevereiro desle
sob proposta do Conselho Geral do Liceo, pre- ann.
cedendo o mesmo engajamento, e ouvido o
Disector.
Dito Ao Inspector da Thesouraria da
Provincia da Paraiha partecipando-Ihe le si-
Artigo 13. Os vencmentos dos Professores do na niesma data satisl'eitb ludo quanto exigi
Proprietarios sero indislinctainente de um pelos officis de ij, 10 de Janeiro prximo
eonlo e duzenlos mil reis cada anuo lectivo, penado enviando ao Tribunal do Thesouro
excepto os de nglez, e Frauce/., que vence- pelj Barca de Vapor Peruambocana, Com-
ro cada um una diaria que ajustada or mandante Francisco Cooi os d."is Caixotes,
em razo de cada alumno. Os Adjuntos ven-' que envin pela Esciiu 1 de Guerra Guararapes
cero oito ceios mil reis.
Artigo i4 O Director do Liceo ter; os ven-
cmentos dos professores proprielarios e o
Administrador os dos professores adjuntos.
Artigo 1 '>. Alcm destes Fuucctonarios lia-
vera' um Secretario da Directora ; os Ecri-1entregue na mesma dala 1 Francisco Coba
pturarios Guardas, e preparadores, que Commandaute da I ir 1 de Vapor Peni ra
forem proposlos pelo Director, com venetmen- bucaua ira ser entregue no I'esourc Pu-
tos anlogos aos daquollcs que lem o mismo blicoNdConai.
exercicio em qualquer bulro Eslahelcrimcn'lo
com a eorrespuncMcia que le era relativa.
Portara Mand indo ibenar ao Thesou-
reiro da Fas inda ne Livro de Recerta e Oes-
pesa dos Bendimentosapplicados ; amortisi-
codo papel 1 q intia de cen centos de reis,
Frao ;isi 1
do Imperio.
A
que
veruo P
Dila mandando abonar ao niesmoTfae
souroiro no Livro do entrada, e sabida de
ligo 16* Os.professores do actual Liceo, diversos valores os dous Caixoles vindos da
nao forcm approvciados pelo Go-! 'I'besouraria da Paraiba no Brigue Escuna
para o ensino vencerlo'Guararapes, porterem sido recebidos por o
mbu-
pu-
incial
veruo l'rovincial para o ensino, vencerao' uuararapes, por lerem biuo receiuuus |
os seos ordenados pela forma determinada no i Commandante da Barca de Vapor Pernao
artigo 1. Capitulo 2. da Lei Provincial Nu- cana paraserem entregues no Thesouro
mero l^'i. salvo se pelo lempo de servico deve-
rcm receber maiores vanlagens
blico Nacional.
DilaMandando carregar em Receitaao
Anio 17 OsEstudanles do Liceo pagarlo mesmo Thesouriro na conta dosRendimen-
o honorario que a t litio de ensino for fixa-
do pelo Governo Provincial ; o qual !ca a a-
plicaco que o mesmo Governo determinara
Artigo 18. (transitorio) Os Cursos desig-
nados no presente Plano serao abortos, logo
r
recisa 1-
cuie aparecerem proiessores 5 com a pi
doneidade, e sufficiela numero de discpulos
para es fieqiienlar.
Palacio Fevereiro de 18 o.
Francisco do Reg Barros,
THEZOUBABIA DA FAZI.NDA.
Expediente do dia ao do crtenle,
Ofiuio -- Ao Exm. Encarregado dos Nego-
cios do Brasil em Londres enviando-llie em
los applicados a amortisacodu Divid extern 1
a quantia ^ 701U905 res entregue por Fran-
cisco Cobb Commandante ti.t Barca le Vapor
Pcrnambncana e provenieule do dito Hcn
dmenlo arrecadado neja Provincia do Ce
ara.'
versas Reparti^oens
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta ic a mesma do N. (ji.
t
cumpriincn'.om a ordedo Tribunal do Tliesou-1 horas do exfcdveute
A Administraeao Fiscal, comjira urna ca-
noa de conducao d'agoa : as pessoas que '"-
vcieai para vender este obierto c.nnparej|a
a esta Bepartiyao para se tratar doajusie as
J


2
DIARIO D K
PRRNAMRCO
Administracao Fiscal dus Obras Publicas ir os (rucios de seo trabalho olles nSo so-'so a Provincia teria de fazer (oda a despena
a 3 de Marco de 1840.
Caslro.
A. F. inteiino.
CORREIO.
A Sumaca'S. Domingos, recele a mala
para o Rio de Janeiro a manhfa 28 as trez
horas da tirde.
O l>ii.;;uPo.tugue/Mana Felisq/ Mes-
tre Antonio Lu* Gomes sai para o Porto no
dia 5 de Abril prximo vintfo'uro.
O Bri^ue Uniao sai para Loanda no dia
3o doi'orrcnlc.
U Arsenal de Guerra compra pon-.o de
vell.is de sebo : quem pertender fornecer |esic
ecucro compareca nesta llcparticao.
Jo/e Jcaquim Coelbo.
Director interino.
PREFECTURA,
PARTE DO DA 25 VK MAHCO.
Illm.'e Fxm. Snr.Pirtecipo : V. Er que
das parles boje rebid&s cOusfi somente que
forio presos iioutcm a tninha ordem : .1 /e
Francisco Correia pardo peto Como
dante de Polica do Dstrictod Rihera t r
estar i desorden) com ua prt ; Luiz
7.e de Franca branro pelo Couyftandtuile
da Guardi da Cadeia por querer utroduzir
na mesma bebidas espirituosas; Manuel da
Ptrcincula preto, pelo 3. Coramandante
Joe Cunegundes da Silva por e-tur bastante
ebrio c incommodando os visinhos com gri-
tos ; e Victorino Ribeiro pardo ; pelo Sub-
PrefeitO dos A (Togados por andar all vagan-
do e estar apto para se vir no Exercito.
Nada mais octorreo.
ia a6.
H!m. e Exm. Sor Forao presos bonlem
tninha ordem e liverao boje deslino : Roza
Tbereza de Jezus prela e Isabel Caelana
de Lira, branca, pelo Sub-Preleito de Santo
Anlonio esta por desobediencia, e aquella
por ter acoutado era sua casa o preto Bernar-
do escravo de Manoel Ignacio lYJonteiro o
qnal foi apprehendido ; Antonio linio Soa-
res, e Clemente Rodrigues de Mello bron-
cos pelo Sub-preleilo da Boa-vista este
por Iba ter fallado ao respeito e aquelle por
se ter opposlo urna diligencia da Polica e
lbeser apprehendido um barril de plvora
dentro de sua taberna do que se procedeo
nos devidos termos.
E' o que consta das partes boje reetbidas.
COMPANHIA DO BEBIRIBE.
Illms. Snrs. Membros da Assemblea Le-
gislativa PiovincialOs abuixo assignados ,
Directores da Companhia emprehendedora do
encanamcnlo das agoas para esla Cidade > <>-
litigados pela sua misso aprocurax pelos mei-
os ao -.cu ul.an'eos inleressesda mesoia Com-
panbia julgodoseu dever reclamar peran-
te v< contra a disiosico doart. 1, ^H
i!a l.ci Provincial n. c ;.- que manda en-
tregar Provincia as obras, depsitos, Ierre-
nos &e. que se liverem ediutruido 01
prado, alm de levar efieilo esta iiliiissima
empreza; e i.a esper anca de que sero atti
elido*- por vossa sabedoria e patriotismo, t-
nio a liberdade deoxpor-vos lesna.idamente
algumas conciderac6es de utilidade publica ,
eulgunsprincipios de direito por toreados
quaes pensio que ser revogada huma to
perniciosa, nanlo injusta deteiminac >,
VOS nao ignoris Illms. Snrs., que to-
das as obras que a Companbia se compro-
metieo construir devem ser feitas pelos ca-
piacsdos seus Accionistas e que esles Capi-
mente deixariio de trabalhar mas nao pro- cornos concertse reparos das obras, com
curando ..-servar as propriodads existentes : Empreados (tara vigiar o encanamento e
quesem essa seguranca se destruiran meio administraros concerlos c rom muitas cutras
infallivel, a condieo prmein e indispon- cousas, que quasi sempre lem lugar em tu- panhias e nunca duyidou hvorece-las com
vel para as rqnesas se l'ormarem ; e que do quanlo be feito por Admislraco mas os mais extensos privilegios e garantas e
bem queseja deminnlo o lucro; e para ocom-
provar os Representantes citaran a Inglaterra,
que mais que nenbum ootra Na gao lem co-
nbecido as incalculaveis vantagens das Com-
s-ave p
por conseguinte nao poderia haver prosneri-
dade grandeza e felicidade para a NacSo
que adoptasse principios contrarios os legis-
ladores de todos os I-ovos dotormiharao, que
o individuo, quando adquire a propriedade
de qulquer cousa por meio do seo trabalho,
ou peta transmissfio livre dos que a produsi-
rrio nao pode penier o direilo de gozar e
dispor deMa sonao por sua livre vontade ou
precedendo buma justa e legar iudemnisaso
Entretanto, Illms. Snrs sendo tal o di-
reito civil patrio a respeito dos bens particula-
res ; no sendo menos preciosos nem menos
dignos de ser respeitadoa os perlencentes s
O.ompanhias ou agrogaces de parlieulares ;
e achando-sc huns e outros igual e genrica-
mente garantidos pelo art. j-j ** da Cons-
piem desionhecor que inda subsistindo essa
conveniencia nem por isso se pode concluir
que a Companbia de ve ser desapropiada das
suas obras sem compensacio e que eslas pas-
sem a ser propriedade Provincial ; porque
a Provincia nao concorreo para ella com o
seos capitaes, nenbuns sacrificios fez coma
empresa que nao disemos justifiquen! mas
pelo menos desculpem a >erdadeira e^eniqmi
espoliadlo da le i.
Nem se diga que os su pos tos lucros da
Companbia pago juros rasoaveis ao capital
;io mesmo lempo que o amorlizo e que por
isso nao deve (onceder-se-Ihe a propriedade
das obras ; por quanto ainda quando assim
acontecesse nenbuma rasSo se pode apresen-
lar para qu os Accionistas fiquem de peioi-
(iluicao Polilica do Imperio quando declara, condico que os outros Cidadaos (pie dedi-
que-seo bem publico, lcg.dmenle virificado, J ando-se a empresas particulares tambem re-
exigir o tizo e empreo da prcjjiViedade do eeiem d ellas lucros iguies e nem por is>o
Cwladfio ser este previamente indejnnisid'n sao foseados a bir os seos bens Provincia, 00
do vallor della os sbaixos assignados nao po-
.-n deixar do representar contra a cara e
manifesta viotucSo de princfpfos expostos das
garantas permillidas ; qoe commetteo a lei
reollie boje o premio da sua generosidade e
de sua sabedoria. No Imperio mesmo nao be
novo o que os Representantes lequeiem pois
pelo art. 9. di Lei de 17 de Setembro de 85
relativa a Companbia do RO Doce se deter-
minou que a Nt^aft se reservava o direito dtt
remir as obras pelo vallor e modo que for
estabellecido a juiso d arbitros OU de pro-
rogar o previltgio por igual espaco de lempo
(io anni) e|iie lindos estes reverleriao a
acao as mencionadas obras sem endesinisa-
caoalgnma, e obligada a Companbia en-
trega-las em bom estado, concedendo-se-lbo
mais as extraordinarias vantagens de i,\ sis-
niarias de egoa quadradfl ; a l'iculdidedc fi-
xar o frele e pWagtO conforme julgasse con-
veniente 5 e a isenc.o do dizimo dos direito
de importacao para lodos os artefactos de fer-
ro ou de qulquer metal que mandasso vir
para os seos trabalbos e do reCrutamento por
espaco de 5 anuos parajtodo os Cid .id Jo* Bra-
zileiros enipngail.is no servico da mesma
Companhia. E Unta be a raso que assislo
aos Representantes (juc os Negociantes In-
gleses quem o Governo se derigio pira so-
licitar se queriaoemarregar-seda empresa,
exigirSo positivamente como veris do do-
cumento junto que Ibes fosse concedida a
perpetuidades declraando Ministro Brasilei-
ro residente ero Londres queeSsa exigencia
ao Estado-.
tij\e mais s por um principio raesquinbo
se poden! coarelar os bonestos e licito rendi-
menlosdoi Accionistas de urna Comp. t:To til,
citada, obligando a Companhia a entregar Que mal em verdade pode resillar dos grandes
sem endemnisac.u) ai ;ii"i.i is obns que <:ver lucro da empresa, snponilo-se que elles exis-
feilo para o encanamenta das agoas, logo tfU'.tio? pot vn lir mro be to'daeR feila por
se lenha (indo o tempode seo previlegio; sert- Billsil'iros ? Sabem da Provincia os capita-
do milito para notir-^e que a mesmo tei, es? empobrece-se esla acaso ? Nao decerto;.
que assim anniquila o sagrado diTeito de pro-j e por iSO em vez d obstar-Sd Csscs lucros era tanto mais justa, quanto a Assemblea
priedade o garanta aos donos dos terrenas d- deve-se antes animar a empresa com as vistas Provincial nSo podia dispor da propriedade
volutos que I'; r necessario oceupar man- mais gnerosis e faser que os Cidadaos se dos Accionistas sem marcar-Ibes buma en
daodoq*ue ells sejlo indemnisados pela Com- abalanrem ; outras tanto mais necessarias demnisacao rasoavel.
panbia quando segundo todos OS principios em nosso Paii quanto be corto que nelle tu- Demonstrando que a disposieo da le be
de eduidade ella somonte deveria pagar as do esl por faser, e pede os bracos os cap' contraria aos principios de direito natural, e
benfeitorias por serem lumidis para sen uzo taes a industria, ea inlelli^encia Nacional da legislacao patria civel e poltica perneci-
deixdiulo-se porem a Provincia a compra dos e eslrangeira a fim de cbe'.ir a bum alto osa a prosperidade di Nacao e Provincia 0
mesmo terrenos por tetera de fazer final- grao d prosperidade. roprovada pela praica dos paites mais civili-
menle parle do seo patrimonio. Mas quem pode duvidar que "os lucros da
Ora Illms. Snrs. se be injuslica revol- Companbia soji incertos e tavez' nao co m-
tante despojar a alguem de sua propriedade pensem os juros do capital empreados na em-
>em que se Ibe de cusa algua em troca se a juesa ? Autborisando a lei ao Governo para
espoliadlo commellida em favor de muitos contractar o encanamento das aguas antes
milbares de individuos nao be mais legitima de escolhcr bum plano (cito a sua custa ou
do que a execulada em proveilo de bum s aposentado pelos conforrenles para servir de
eal seria mais odiosa tanto porque be mais base ao contracto e concedendo-lbe mais o
deficel evita-la como porque a indemnis- Ilimitado arbitrio para approvar ou regeitar
sados e merecedora conseguinle.nente de
ser revogada quanto antes ; os Representan-
tes abaxo assignados nao requerem o pre\ i-
legio perpetuo para fornecerem agua a Cida-
de pois se conteuto com o de trinta e cinco
annos que j obliverao ; mas pedein que se
deixe a Companbia a propriedade do encana-
mento e das obras que fiser como ludo leuda
a assogurar-lli'a e seja despensa da obriga-
dos os caracteres exposlos o de buma preg- al e obrigou-o a notfef em mullas ou
ianle ingialido pois se desconbece Os gran- fazer tal vez huma dhVrt colossal em iiue se
des beneficios que ella Esa ao publico pon- alisorvessem os calculados lucros* E tal be o
do em circu lacio huma grande massa de ea- roeeio de preju i ros da Companbia, queosRe-
pitats, que jasi.ioeut libios ras caitas dos presentantes paraos evitar pedem igualmen-
Cidadios ou rhrbo nVeonsumir-se impro- te, que ella seja isenta da obrigacao de for-
ductivamente; empregando glande numer de necer gratuitamente agua as Estacos, Quar-
bracos dentro do par.; augmentado o massa leise Navios do Estado pois em quanlo ella
u'.i liquesa ProvincNl, e fo'.necendofinalmeh- subsistesse nao smente a Companbia (icaria
U-, ao publico agua saudavel pura eabitn- privada dos rendimentos que deve produsir
dante por menos de metade do proco porque esse fornccimeno como que nao teria for .as
ra be comprad. te pessima e nocivade que para evitar os inconvenientes e abusos, que
Uli>' j necessariamentedevem apparecer e que nao
A estas rages releva acrescenlar que con- podem escapar a prespicacia dosSurs. Repre-
cedendo-se garantas propridade nao somen- zcnlanles da Provincia,
te para inlreressai >s Cidaddos na sua conser- Se pois nao ba fundamento para diser-se q'
vacio mas tambero para animar o sao de o previlegio da Companbia compensa o valor
senvolvimenlo e assegurar M familias recur- das obras que ella tem de faser com utili-
sosque eslejao em harmona com o seo roo- dado publica e entregar com preju so dos
do de existencia ; a disposico da le Provin- seos Accionistas ; se o previlegio acba-se re-
cial nao somonte expolie das futuras empre- tribuido pelos grandes beneficios que a mesma
zas de manifest utilidade publica os Gida- Companhia faz ao publico quando rea I se as
daos que poderio concorrer para ellas com os; suas inlentjoes; segue-se ainda que bem exa-
piacdos seus Accionistas, e que estes Cap- seos capitaes, como que deslio- es rendunen- minado o previlegio elle nao concede aos
tais, sendo o multado do trabulbo, c con- |0S queos Accionistas julgaiu ter feito pa- Empreliendedores direito que elles nao lives-
seguilcmcide a propriedade dos Cidadaos me- ra si seos desrendentes, visto deverem ser sem antes da mesma lei, mas somenle Ibes
impoem pesados encargos que em vez de a-
nima-los os desacorocu inteiramente da em-
recem c devem ser respeilados e garantidos,
julos mesmos pin.ripios que fisoro garantir
uaes^uer cutres bens movis, semoventes e
de raiz que existir possao em huma Socie-
.iadccivilisada. E com effeio neubum 1 i-
l.ubio se abalancara a empregaras suas rique-
sas om tbras de manilesta utilidade publica ,
setsli\e-.-e |iersq.".di Jo que os valores por
ellas produsidos Ibes seiia' tirado no momen-
to, em que os ti vesse creado, ousenii ti ves-
te bofetean, deque poda pesar e dispor
de lies i sua vontade j
gene que elles podem dar .
mlregues as olas, que os produsio. Se
bum Cidado empresa os teos bens em buma
resa particular, ou tm fundos pblicos,
elle tem os seos rendimentos perpeluamenle,
se assim sepodediser, em quanto a divida
publica rao be usgatada ou nao apparecer
aeonlocimenlcs extraordinarios que destruo
a mesma empresa ; os Accionistas porem da
Compenbil tem desofrer impossiveis, por um
contoaate extraordinario que ao mesmo lem-
po que ledas as propriedadeS tendera a aug-
s vanta- mentar de valor cu dar maiores lucros os
-os ser- 1 slos co pilaos vo-se desapreciando com os res-
de que nao perder na empresa a que se
comprometlero. Se porem outra for a de-
terminaijao desla Respeilavel Asamblea os
Accionistas preferem perder o previlegio o
pagar as multas, em que possao ter encorri-
do do que empenbsr os seos capilacs em
buma empresa lo penco favorecida Os Re-
presentantes porem esperao que esse indeferi-
menlo nao apparecer e que a Provincia,
que saudou o patriotismo que fez a le a-
beucoar igualmente a sabedoria que a re-
fojinou que fixou os verdadeiros principios,
e que assegurou a empresa concedendo-lbe
vantagens reaes com utilidade dos seos Acci-
onistas, e mais ainda da Provincia.
1 ernambuco co do Marco de iM/o.
Joze Ramos d'Oliveira.
Joo Pinto de Lemos.
Benlo Joze Alvos.
Manoel Gongalves da Silva*
AnlonioJoze rires.
Francisco Manoel da Silva 'Lavares.
lenlo Juzcd:* Costa.
Manoel Coelbo Cintra.
Lento Joz Fernandas Barros.
Documento : que se refere a represenlaco do
Conseibo Deliberativo da Companbia
Assemblea Legislativa Provincial.
vir as suas necessidudes ou praseres; e ja pectivos lucros nos ltimos lempos dopre-
lasendo-lbes solieras modifica, os, que ju-j rilego .. e di apareci completamente da cir-
;a conteniente, ou Iransmittinde-osa OutremJ cu lacio (piando se fiser a entrega da bra
j..ia ijii 6 e. nserve gese e desjionba por
si a \t /. *.m lano que Ou exeitiiio do sen
direilo respeile limites poslos pelas lois ge-
raos, ou pela naluresa da cou-as ao go.^o e
Or-seha por ventura que 1 < panbia
deve peider *o direilo as obras dentro de cerlo
lempo a f:m de que o publico lenha agua de
graca ? Os Representantes nao querem por
como
disposico das propritdade. Conbccendo que j em questo simelliante vanlagem como po-
:C os homon." nao estiveseoi seguros do possu- S dc.io lu*>l-o demoiisliand que era tal ca-
jresa. Em verdade Senbores sendo lici-
to a qulquer Cidada uzar de buma indus-
tria em quanto nao for prohibida por lei ,
nao ba duvid que sem contra otar o previle-
gio e obrigac,oes huma Companbia de Cida-
daos poda rrzer as aguas encanadas para a
Cidade e qile podridu-as por esse meio a-
presentar no mercado de melhor qualidade ,
em grande abundancia c mais barata do que a
condsida em canoas : nao adiara competi-
dores e gosiria do exclusivo sera estar obr-
gado a huma laxa a desapropriacaf gratui-
ta a dar agua gratis e a ludo o mais que
exige a le Provincial.
Illms. Snrs.Nao he com taes embaracos
que se tem feito as obras admiraveis de que
se ufanau Paizes mais adiantados do que o
Imperio na carreira da eivilisaca onde os
capitaes por sua superabundancia engorgtaoi
os mercados, e rechmo incessantc emprego, jcoiihexidos nao vicra', e essus vao exarado*
Em vrtude da Despacho supra certifico
ect. IIIm, e Kxm. Sr. llecebi o Olricio de
V. Exc, de Gde Maio do presente leudo por
objecto a proposta que V. 1 x. faz em vrtude
da lei da Assemblea Provincial dei4deJu-
Iho de procurar aqui a formaco de huma
Companhia de capitalistas com o (im de erica-
narem alguns rios na visinhanca da Cidade do
Recife, e conslrurem Chafarzes que or-
necao a mesma Cidade de agoa potavel.
Com quanlo V. Ex. me mandasse alguns
dados que linba para basear a formaco dest.i
Companbia nao fora esses dados sufficientes.
A direceo por exemplo da mesma Companhia
nao foi prevista nem se diz se ella deve ser
aqui em Londres, om se em Pernambuco ?
Outros muitos dados que lora mister seren
;


..-
_
DIARIO fl fe C II N A M C O
MiSDBMDHBiSIflfiQBIttBMfiHfliCIfiHHQfl
nr"A
2JEKS6
*
;
no numero de quizitos, que junio a esle re-
mello a-V. Ex. Conscb de que nenhum Ca-
pitalista aqu se quereria embarcar n'hurtia
especulaco dessa natureza sen que eu podesse
apresenlar hum pro;;rnmma mui claro, esta-
vel e vantajoso pois que a idea de prezumi-
vel dssolui,ao politica no Brasil os toma so-
bremaneira libios (urmdo se trata de cspecu-
1 acore pata as quaes lie preciso arriscar seus
CBpitaes no Pas fui ter com o nosso Agente
finauceiio aqui cujo conliecimenlo das Pro-
vincias do Brasil o torna mais animoso que os
oulroscm empresas desla natureza. Mostrei-
llic a lei eo Ulici de V. Ex. concebeo ern
sua venlsdeira luz a empre/.a enaoduvidou
nssegnrar-me que poria peito ella com im-
menso capital ; e que se os seos quesitos lossem
6&lisfaloiiamcnL: respondidos que em dous
anuos fieariao as obras promptns porque se -
ria emprchendidas e conducidas com cner-
A lista de quisilos que va i junta a este be
titile c V. Ex, notar que elle considera co-
mo condicts muilo onerosas c sem exein-
ploaqni nos contrae tos de igual natureza ,
as que sao contidas notjS do art. i da referida
lei de /) deJulbo a qual cstabehvo que Pin-
d o lempo do Contracto a Companbi.i entre-
gar Adininislr.icao da Provincia a possu o
dominio de todas as obras edibeios depsi-
tos o o mais peitencente ao eslabelceimenlo --
no inelbor estado de perfeicao e reparo co-
mo novo e a< aliado de prximo e o art. 'i. ,
quo eslabelece que a Companbia ser obligada
a indemnisr.r os proprietrios das casas ter-
renos ou oulros quaesquer predios que for
necess-irio demolir.
Nao ha duvida que estas condices sao du-
ras 'ra de rasao e'spmprias do Brazil.
Se a Companbia eleve comprar ella mesma os
seos terrenos parece que a posse de todas as
suas propriodades sobre esse terreno de va ser
perpetu e nao reversiva ao Governo. Dado
inesmo o caso de seren os terrenos comprados
e concedidos pelo Governo ; Companbia anda
ussim a condico de entregar tonas as obras,
edificios etc. no melbor estado de perlei-.-ao
como novo be muilo dura geralmenlc fallan -
do e injusta quando nao ha a perspectiva de
bunia compensaco pela entrega dessas pro-
priedades em completo estado de reparo
Creio que a vista disto tuclo quanto for in-
sistir uestes dous pontos lie |4r em perigo a
execuco desta empresa.
V. Ex a valia ra tudp e mandar-me-ba as
uas instrueces espeito com a brevidade
que puder.
Dos Guarde a V. Ex. Londres 8 de Agos-
to de 18.^8 Illm. e Exm. Sr. Presidente da
Provincia de Pernambuco Manoel Antonio
Galvo.
Precisa-se saber
\' A deferalo das localidades dos Rios. A
altura em que esli as aguas desles rios em
relaco Cidade, onde ellas lem de ser des-
jH'jadas.
Sr* Que fundo lem o Rio ou Rios se be
de barro ou areias.
y Hum mappa do terreno desde os Rios
at o lu',ar onde deve ser colocado o i Chaa-
liz na Cidade.
4o A Planta da Cidade com os lugares
marcados para os diversos Chafar izes.
5o Si em todas as esluces do auno existe
aguaem qualquer dos rios apuntados para o
supi enlo exagido.
jsii. UsnappM devem vir eom escallas y
co calculo deve ter por base O pingle!, de
n polegadas.
Km (|uanto se nao solrcrcm esles unidlos lie
impossivl formar juizo alguui crrlo sobre o
plano, e se o rend me uto permute manda-
iein-se Engcnheiros para melbor entrar na a-
veriguaco do cusi da empresa. Entretanto
podemos di/.or que alguns dos arts. da lei nao
podem ser admiltidos como por cxemplo o
da compra de predios e chaos ser por cenia da
Companbia e findo o praso sereno tanto estes,
como todas as obras entregues ao Governo de
quem (carao propriedade. Tanto ussim que
sunpre em semelbanles empiezas saolodasas
obras fcitas propriedade perpetua dos q' a fi-
zeradicando a cargo dellespara sempre o con-
cert d ellas, e a percepcio do q'a empresa ren-
i]tVVm__Efl conforme Alvaro l'eixeira de
JUaccdo. E para que o referido conste ele.
Secretaria da P. de P. 3 de Marco de i 840. -
Manoel I aulo Quintclla Oicial Alaior.
Correspondencia.
Snrs. Redactores.
Queirao dar publicidade a estes versos, com
o que limito obi igado Ibes ser
I Jm Pernambucano.
Saudaca aPeuwambgco.
Salve, suberbos, orgulbosos mon'es,
lo Batavd euvasor leites de morle !
Salve, constantes, firmes prcg >eiros
Do sublime valor Pernambucano !
A vos oh Guar rapes,
O Vale Brasleiro o canto envi.
Ob quantas ve/es suspirei |ior ver-VOS
Patriticos fastos ravolveiido
Na mente de prodigios cubic >s;i ?
Quantas ve/es sonbei, no arrobo do estro,
Co'os Camaiiies, co'os Dias,
Negreiros, e Vieiras denodados ?
Quantas vezes Patria cu prometlia
rivmno credor de emparelliar co'os eos,
Onde til nuoie, no porvir. brilliant<',
Enlre as glorias do Mundo resoasse ?
Eis-me em fim ; eu vos vejo,
E de grave procer se aecurva o genio !
Nao frieza ah nao ; que no me* pello,
Vtrican de Patrio amor, palpitar sinlo
Opprcsso o coradlo co'o nome vosso
Gil ara rapes, (cima em cada libra ;
Tal nomo vale un bynuio,
llymno do coracao, sublime e grande !
Mais orgulbosos, do que sao, presntalo
De nossos coraces fiel retrato.
A nossa gralido
Tambem alt 'eleva, alto s'assoma.
Ab perdoa, senhor, se dVntr'os labios
Louvors proprios, sem i|uerer, meicipia
N;o louca soberba, que m iuflue
Aprol da gralldSo, virlud nossa ;
Quiz a deitt dar-te-
De quanto aos teus iouvores sanios gratos.
Sedebuxar quizesse o mesmi Apelles
Esss nabres combates, que livemos ;
Milbes de crueis Bathvos morreudo ;
Milboes a o poder nosso ajoelhandu ;
Como lu leus piulado
T.inlo a o vivo, de certo usa pintar.!.
CS" TrespaSSt-se a cliavc, o vend?-p 11 r-
maco .-a loju da Praca
da indepen leera N.
oa de lv 1.>->, N.

Se qutesse dos Lusos o cantor,
Empeliiiido o sen estro, estro divino,
Cantar de Pernainliuco broicos fcitos,
Como ilc Lisia otilr lirf j Cdut.l'ra,
Como lu leus cantado,
De cerlo lo sublime ilu cantara.
A muito a Fama, qu'cm sonora lub.i
j Os grandes Icilos dos beies publica,
Nos bavia contado de que modo
Es das lilbas de Jpiter amado :
Equein la! nome ignora ?- Iv',;a-si' a llnllanda, Todo o oro das Musas,
Quando o Parnaso sobes, se levanta. --
Descei te os labios de terror convulsos,
conteos eilos de* possanles bracos,
irdetaram morles
n
Que.'.; -' n
a, iue os I fUftrar .oes
De Pcinambui o ao.....;;:o; ia s >bem.
... masbastante. ob Pernambuco,
i rasilia imagein d 1 Princeza de Adria,
Podes sobre o ocano alear a ironle ;
isi.u se cqvergonha o mar em que te espalbas,
Nem orre o Beber i be
Tur vado, por te baver beijado as llantas.
Quiz Dos que fosses grande ; e a I'eslra sua
LOlttra as iras do mar oppoz barreiras,
Onde seus escarceos em llr se espalbam !
Aosortas do prodigio as naos eslranbas
Apavonailas eiitram
Pelo aberlo Recife, e le saiidam !
Mas nao le ve sem lagrimas nos olbos
O Sudcso Hollandez, que le contempla,
E do passado opprobrio se recorda ;
Como si em cada vaga muidora
Um grito ouvisse borrendo
Da victoria, que outr'ora os expelira.
Ob que crimes eu vejo Negra nuveni
Salpicada de sangue se meantolba ;
Passa e repassa sobre o leu fastigio,
E de morle por vezes te ameaea !
i espolismo, Anarcbia,
Teu vigor juvenil muilo exgotaram !
Mas lone, imagens tristes do passado.
Paz e Ra/ao laquamete as cisuras,
A bertas pelas mos de impos algores.
So grato an.plexo das Ii maes lirasilias,
Com luz erescente e pura.
Bella Estrella, lulguras, ol Pernambuco !
Do (jenio creador, que nao descanea.
Querido I ibo teu, que asss le evalla,
Ja vejo as novas galas que teadornan !
l'tliz Provincia do lrasilio Imperio !
O canto ineu completa,
Applaude a quera te serve ; o ovante niaicba.
Por Domingos Joz Gnsalves de Magalbaes,
ao avistaros monas Guararajies.
AcaADBCIMEKTO A' SaCIICA.
Nao deve o valor s Pernambucano
Em teus versos divinos ser cantado.
Dou-le, Vate sublime, assumplo grande
De leu canlo credor, de teus encomios:
O ser grato virtude,
Qu'apar das mais virtudes nos distingue.
S'expellimos do seio, lacerado
Os. liatavos crueis (aeco famosa ) ;
Custou-nos a victoria, que nos cantas,
Do vidas pela patria o sacialicio.
Cerneo u buoianidade;
D borior a natureza empalli'cco.
Mas, quando alegres sobras sacras aras,
Da Gralido celeste o templo entrando,
Vamos depositar victimas puras,
Em paga u. '. .ores receidos,
Aleare a natureza
Com posbuir, laes filbosse deleita.
. levados montes,
pcl re mtolliSo
Agora vimos a verdade pura
De qnanlo a Dcota aliada nos lia dito
t^uein l teus versos, sent uin nao sei que,
Quemnve, encanta, qu'arrebata menle!
Teu estro qual o estro
Do cantor grego, e do cantor latino !
/vli s a gola do Permesso ao menos
Purificar podesse os Libios ineus,
Qual tu s Cantara o quanto somos
A leu estro sublime agradecidos.
f'oiin 'estro me falla,
Sobrem dejjratido votos ardenles.
A patria, a patria minlia, que s'ulana
De ter por fiUto o Geaio cheauor,
A quem no canto leu sublime exaltas,
Depois de reverente agradecer-to,
O canto mea completa ,
17 r 111 musma Hraca,
I ,* 11 Sur. Franeisro Carneira rpseitevd-
1 rigir-se > Camb a do (iirmo. I). 11,
- <) ,i!;,ii. > as-ugnado la/ vi-i a> rc^peita-
.el publico que o annuueio publicado no
Diario \ (i-J 1 lia terca leira j do Correntfl
mczdebaixu de seo nome, 1! falso, por laso qu
tal anniincio ni) iv ncm o mandn la-ei ,
tanto que O Sr. Amaro G011-alves dot Santos
iienliuma procurando bastantetem em seo po-
der, pais a que tinba j; ; mni'o lempo m a
enlrcgMi e nem ella foi preciso ser aprcsni-
lada era Juizo ou lora del le pira coizastgU-
ma e nell 1 si'i institu meo procurador bs-
tanlo ndito Sr. Amaro, e nio n Sr, proeura-
dor Viignel Jos de loteida Pernambuco .
que nem nesla n'^n em oulra proeuraco
'bastante o linha constituj! > me > procurador ,
o sii sim em unta procuracio apu lacla 'que
se aeba nosan'os, e nunca os ditos Srs. rae
(i/nao nial cun dita procura Jo pois Unto
estou salisleilo com odito procurados pernam
buco que boje mesase Ihe passa urna procu
raeao bastante para figurar nos meas negocios
de justica cono se fosse ou proprio at pira
receber novas citaces ; pais ludo iss) nio as
sa de alguns m> ninugon bera cdltte be
um delles o procurador Jora Antonio Concia
Jnior pois be procurador meo contrario.
Recife 2de Marco de 1S40. -- Joio TertU-
liauo Moroira do Ca valo.
&.V* No ra Nova I), n, na loja del.
Mcndibauro lia para vender as fazeudas se-
gtiintcs: Mantas de seda sorltdas, deco-
res multo rica:! .i moderna; setinsbrancas i-
vrados para vestidas, e sarjas brancas larra-*
das da ultima moda ; scii.ii preto lizo eluma-
dd maco, para cleles; dito lito em orp.nl j
para vestidos*; ditos sor ti Jos d i'i, as ai-
ldades decores; sarja liza g mnea ;
dita corda 5 cortes de cdel '. ou de
gurgucio ; chapeos tic palbinia beta' apare-1
lindos, para lenboras; cpalos demarro^
quim de selim e de :oHro de lustro para di-
tas j ditos de rolletes para menifioj, e ditos
de lustro para bomeiis j ditos d bezerror
I metas pretas e brancas para Senboras; ditas
I prelas e branca* para homens 5 lavas curtas
compridas para Ssnhora* luda de seda ; di-
/pplaiule a (uetri a iouva, e ovante marcha, tas de pellica curtas e compridas ; ditas cur-
ias brancas e pretas para liomem 5 liapeo^ de
sol com barra e sam ella dito ; ditos pequeo
para senboras ; llores muilo finas para arma-
Por um Pernambucano.
PUBLlCAgAO' LITTEBARIA.
codecabeca, e caixas para chapeos de se-
nbora muilo finos; bicos prelos e brancos ;
bandeijas finas filas de guarnicJoe de oulras
Est no pelo e se nade publicar com toda qualidades ; tudo por preeo muito commodo ;
a brevidade a obra do Medico Allemo Zim- caslicaes da vidro de varios tamanlios; botins
merman, sobre a solido vertida em Eran- para senboras ; ls de linbo grandes e peque-
cez por Jourdan e traduzida em romance pe- nos ; lensos pelos de cordao ede tolete dedi-
lo Bacbarel Formado Casimiro Jos de Mo- versos tamanbos ; ditos de algibeira de seda,
raes Sarniento. Esta obraescripta com a ma- e meias de seda compridas fiara padres ; dito
ior elegancia e clareza, sustentada cornos de laia compridas e muitas outras fazendas.
mais va leu tes raciocinios e recbeada da mais SS?" O Sr. Alcxandre Ferreira dos Marty-
frttl e variada lilteralura be credora da res baja de annunciar a sua moiadia, ou
in.iior estimaco necessaria c ulilissima a dirija-se a ra do Livramento ao sobrado de
lodos os paiz.es quanto mais ao Brasil onde um andar lado do nascente junto aocbape-
desgracadamente lem lavrado com assombroso leiro a fallar com o caxeiro da viuva do (ina-
1 progresso o espirito df- dislraco e de im- do Haptista negocio de seo interesse.
moralidade A obra conipe-se de quinben- S-" Vende-se urna barretina do pello em
tas e cinco paginas em 4.0 francs grande e bom uzo propria para eslas marchas ; na ra
0 traductor lem tido o mais insano Irabalbo do Livramento loja de cbapelleiro.
eosmaiores disvellos a fim deque a versio Avisa-se ao Sr. .loao Antonio, cu a
; saia fiel limpa deerros eem liuguagem cas- quem snas vezes fizer baja de declarar sua
tica 5 por lauto convida-se a todas as pessoas residencia para se Ibe commuuicar negocio de
'd bom gostoe amantada liiieratura subscrc- seu interesse ou que I he diz respeito ; ou
vao para sua impresso com a mdica quantia quena dirigir-se a esquina da ra das Crines ,
de quaiio mil res, preyo de cada exemplar junio a Praca da Independencia, pripaeiro
broxado |iara os subscriptores ; os que o nao : andar ondeexistemdocumentos precizosele.
Reccbem-se asassigna- (fue sejbe moslrar.
forera pagaras cinco
turas na loja de livros iraca da Independen-
cia ns. ij e 38.
S0C1EDADE HARMONICO-TIEAIT.AL.
A Cominisso Administrativa da Sociedade
larnionico-Tlicalral, convida os Sri, Socios
reunio Domingo 29 do correle pelas 10
horas do dia na caza n. defronle da Igreja
do Corpo Santo a fim de se proceder eiei-
co de nova Administraco na forma dos ar-
ligos 4 c J<) dos Estatuios.
Avisos )i versos.
tZF Joz BrandSo da Rocha, pede ao Snr.
que a pouco veio da Provincia do Rio Grande
do Norte, e troucc-lhe urna casta de Joaquim
Martina Ferreira llozcs, queira annunciar sua
morada, ou dirigir-se lin cfoCabug, hja
de Jozc dos Santos NevcSi
Preciza-se arrendar um sitio no man-
guinbe estrada dos aflitos cruz de alma ar-
raial ou rozarinbo quem ti ver dirija-se a
ra dimita paderia D. i na mesma preci-
za-se allugar uro preto qUe cnlcnda de pa-
deria.
Vende-se uns brilbantcs sollos, e urna
porco de piala de lei e ordinaria na ra
du Dorias D. i.\.
\~r Quem annunciou querer comprar dos
clarintas ; dirija-se a ra do cahuga, loja do
p'errao.
t^r Na ra da Senzalla nova, D. 1, preci-
za-se d um hornera forro, ou cativo, que eu
leuda dereinar assUCBTa
i^T Quem livor para allugar um aida u...
sobrado, no Barfo do Recife, com bastantes
cmodos-, dirija-sj ruada Mocda', N. i5/,
OU annuncic.
x_r Da-seccm mil res a premia e mesma
im pequeos porcotrns, sobre pinhoresdeoo-
ro: na ra Direita, loja de couros, D/16.
sjst* Quem livet pi ios para atugar diaria-
annuncie.



I
, I
4
*** S3^ Fona-s' a pessoa que liver en sen
poder o 5. torno do calftecismo di r
sendo queira iode I
verendo Padre Prior do Carmo
de S. Mari: lesus Mai
stti' muio a radecido.
sF" Desa receo no do pateo do Ca rmn un cavall
ps braneds, un
de boa altura, scccc > n< fe ;'
C nonicio do 3 ; ; nd He soubei ou ti-
ver noticia dirija -seailharga du mem,o pa-
lco 7 (|ue sera recompensado.
ssr Enconseqnenaia do infamante annun-
tiainceilo no Diario n. o em que Joo
Tertuliano Roreira de Car*alko so queixa de
Ibeteroabaixoasignado, por engao, apa-
ndado urna procuracao bastante coin a qual
Ibe i cansado grande mal lem esto de decla-
rar n respeitavel publico que propondo a
jnudher do annuneiantedito Jo5o Tertuliano
arcad de prodigalidade contra seu marido o
alconcando primeira sentenca a sen favor, leve
o mrsmo Tertuliano de opor embargos, e dei-
sou Hraro feilo parado por maiede sois me/es
En tai foi o abaixo assgnado procurado me*-
mo pelo dito Joao Tertuliano para continuar
no proceguimento dos embargos; e para issa
ezapntada, unir procuracao em que o abai-
xo assignado se acba constituido procurador
do aimuncianie Tertuliano e com a qual
nada mais tena feilo nem podia fazer que
ilai andamento a os embargos sendo portan -
to mui .-'ratuila aleivozia o diser O annnnci-
unte que o abaixo assignado lite lem causado
grandes males com urna procuracao bastante i
que Ibe apanbara ; aleivozia que o ab*a*o as-
signado protesta provar ao respeitavel publii o,
chamando como vai chamar o aleivozo ao
Tribunal competente -Miguel Jos a Umei-
da Pern imbueo.
9> A ncxsoa que quer alugar negros. di-
ariamente a (>4o querendo umou dous di-
riia-se a ra do Queimado U :>.
t de ris apremio de dous por cenlo com segu
ranea dirija-seairas da Main/, da Boa vista
J). imj no segundo andar se dir.
jar Antonio Joaquim Sulvdito portugus
Milira-se para o Kio de Janeiro.
Zf O Professor de primeiras letras do Col-
legio dos Orlaos da aula particular na tasa
de sua residencia na ladcira.do vai admiro ,
junto ao Sr. Escrtvao Coelho ; osSrSv Paii de
familia quequiscrem matricular seos filhos,
tanto de um como de oulro. sexo ; dirijo so
a relerida casa.
jr Domingos Moreita Dias, romprou por
conta dos Snrs Antonio Francisco dos Sanios
Lisboa e Jacinto Jos Rom&O do Maranlio.
dous matos bilbelesden )i47 e i-oda pri-
meara parle da quarla Lotera da Matriz da
Boavisla.
tsr O Snr. Francisco Xavier Vieira Ligo,
queira declarar a sua moradia para se llie en-
tregar una carta de importancia viuda do Rio
de Janeiro.
S^- Precisa-se fallar ao Sr. Alexarulrc Pa-
chego, oficial de nedreifo, sobre negocio de
tnuiloseu nteresse ; na ruadocabug D. 4
defronte docerieiro.
UT- Precisa-se de um prelo que se]a sa-
frivel coatnbeiro e para comprai na i ;
quem liver annuncie*
siy- Ouem precisar de u < iro|
pagt-m eacompanhar t toj
para qualqiicr parte du i trro i'-X
Boa vista D. 4,a
cr O Sr Demarne, erin
respeitavel publico <
casa do Sr. J Ployon oui ies fi ees l
Herr da Boa vista *, conde el] ua.a re-
. citar e curar cavallos bqs vaccas ca-
. xorrose outres animaos que Ibe forcm cu.
dos,
S37" O accionista do cautcllas desmancha-
das debilhelesda loteiia em derima paste,
i'az scienle a os apaixonados deste jogo que
lem caulellas da lotera da Matriz da Uoa vista
cm decima parle c vende- su no atierro da
ioa vista loja do Sr. Rapozo na prac-a dita
venda do Sr. Saraiva na ra do crespo leja
de minde/as D. 5, e as 5 ponas venda I), y.
\sr O Tcnente Coronel Bernardo Antonio
IMendonaa tendo vindo a esta praca tratar de
seos negocios e estando para ietiiar-se pe-
de a todas as pessoas com quem livor cuntas,
que no da o do corrente lomparefio ua i isa
de sua residencia om Olinda ra do balde D.
US" Nodia primeiro de Abril cndiaule ,
muilo boin capim de placa no pono (!
iioas lo Recito armazem do Sr. Mesquila.
xery Antonio Gareia i iulho subdito poitu-
Tiiez relira-se para fora do Imperio
" |y,jm la .j t. odo corredor da
cicada da casa D. 6 na pra< 1 da Boa m,;u urna
DIARIO
DE PERNAMBCUO
s
Ai
hacia grande de rame e de hanho, que se
esume-ser furlada por algum prelo para a
ider roga-se a pessoa a (|uem for offere-
..!- a aprehenda annuncie.
- Precisa-se de um cslrnngeiro que pos-
, albaren urna refinaco de assucar i na
ido Amorim D. 56.
Liv- Preeisa-sn de um rapaz prelo ou par-
. ; que na qualidade de criado queira ac.om-
panhar urna pessoa que se transporta a Corle
do Rio do Janeiro onde lem de se demorar
por pouco lempo ; a quem lheconvicr dirija-
so alrazdo Carmo ra do Fernandos casa ter-
rea ao pe" do sobrado.
I Quem annuneiou aucrcr alugar pre-
los diariamente a 64 1 Jirija-se ao trapiche
dacompannia.
C7- Wo dia 17 do correr.te dcsip,areceo do
engenboCordeiro nmacmma ; quema li-
ver adiado ou comprado queira ir entrga-
la no mesmo engenbo ou na ra do Quei-
mado !) a no primeiro andar, quesera re-
compensado ';
Cy Offerece-se para ama de casa de por-
tas dentro de bomem solleiro ou casado
quetenha poma familia, urna pardioha bem
c l:n.:d.\ e de inuito bouscostumes, sabe fa-
zer iodo o i. ran jo de urna casa ; quem pre-
cisa! (iija-se ao mundo novo l). 3
na ra nova D. a ou annuncie sua m
para ser procurada.________
orada
Pl
vendas
C^" Meios blitcs'da Lotera da
Matriz da Boa-vista que corre
mprelerivelmetite no da 6 de Abril,
a tres mil e seis centoa e Cautellas
de ditos a 400 ria testa Typogra
lia.
9^ Cautcllas de bilheles da lotera da Boa
vista a 4oo ris ; na praca da Independen-
cia n. ao.
S27" Um cavallo ruco hom carregador ; no
heco do Veras sobrado de dous andares.
tsr Urna casa terrea na boa vista ra do
Tambi ; quem quiser annuncie.
Uj Dous escravos cabras ', sendo urna fe-
mea de idade de 12 a u\ annos e o oulro de
10 a ix annos; na praca da Independencia
n. i4
Avisos Martimos.
I \::\0 :i() DE JANElll > segu at o
ultimo do corrente o Patacho Laurenlina, for-
rada e pregado de cobre podeaiuda receber
alguraa carga miuda ; assimeorau passageiros
por ler um excedente lombadilho e boas r.a-
marins ta!a-m-1 m Antonio Francisco dos
Sanios ra da moeda 11 i4
!; \u M ARANHAO'segueviagemden-
tro em |wmcoa lias o Brigue Hoza, oflerece
excedientes comvaodos para passageiros assim
n 1 recebe escravos a fele, e alguma carga ,
. 9 pretendenies dirij5o-se a ra da moeda D.
1 j 1 011 a irmino JesFelis da Roza.
PARA MACCK)1 < Patacho Rainha dos
Alijos com ;. maior brevidade possivtl, re-
cebe carga e passageiros os pretendenies
dirijo-se a M a noel Joaquim Pedro da Cosa
PARA O RIO DE JANEIRO tocando em
Macei, e Balda o Paquete de Vapor S. Se-
basiio Commandante o Capilo de I-Vra-
la S. C. Cleioley que deyc ebegar a este
norloqualquer dia e sahir depois da de-
mora de 48 horas, os passageiros dirijo-se
a Me. Calmonl & Companhia, ra da cadeia.
PARA O RIO DE JANEIRO, tocando em
Macei, e Rabia o Paquete de Vapor Ma-
anlience Coinmandanle o Capilo de Fra-
gata Aaydcm que deve chegar a este porto
qualquer dia# e sahir depois de 48 ,,uras ^'e-
11101a os passageiros dirijao-se a Me. Cal-
moni o Companhia ruada cadeia.
JL e i 1 a o
ssr Que fa/. Joao Stewari, por interven-
cao do Corretor Oliveira de grande porcao
deohieelos desembarcados da liarca Ingleza
Mary-iarlolle Weber consislindo em ma-
guificos espolbos, quadros, papel pintado
para salas, copos de diflerentes qualidades,
' 6 &C, sexta feira vj do corrente as 10
horas da manha no seu armazem da ra da
t: 1
iZ Que faz J. C Elster por inlcrvcneao
Correior Oliveira terca feira 3.docor-
" !t as' o horas da manh no seu armazem na
:,, Cadeia quasi defronie do heco Lar(;o ,
dos eguintes objeclos: sedas modernas de
muil; bom gosto, trastes, anes de chumbo, e
, :,iiicos, cruzes domadas fivellas
, lilas para relogio para cinto e
,, dilas degarca, e muilas oulras
ise estreitas tranca estovas para latto,
caivetes fe/Oras finas c ordinarias peunas
de lapis pedras para afiar chajis de 1a-
llia para senhora l.olcs de pao caixas para
rap herimbaos palhinba para fazer cha-
|>bS, sovcllas, facas depona flamcngas ,
para sapaleiro, etrinxetes, peora marmore
para eonimoda's, dous magnifceos piannos no-
vds, c muitos oulros ai ligos
S3T Que l'azem Alexandie Mackay& &*+-
panbia por inlcrvcneao do Corretor Olivei-
ra de urna porcao de ferrgens nimio Boas ,
sendo principalmente caivetes, avaWias
para barba lisouras marleftos ,' lacas e
garlos, trinchantes, afiadores, lancetas,"ser-
rotes de nmeros altos, cauiuhas do mdgno
coiilendocada una 5o garlos e lacas de cabo
de prataj quarli feira 1. de Abril s 1o ho-
ras da ntaha 110 seu armazem na ra da Cruz.
C o ni p r 11 s
C7- Urna canoa qs.ie caneguc G a b* pesspaSj
j-T Cautcllas de bilheles da Loteria da
boa vista a -ioo is ; na ra larga do Roza-
rio loja de miudezas D J.
s*^- Na pracinha do Livramento loja D.
34 um completo sorlimento de facas e gar-
los le cabo de marfim ditas de osso Sanas c
entrefinas bandejas finas e entre finas, ca-
ivetes finos para peonas, tisouras para un has
e costura folhas para facas espingardas de
cacaaJ5ao, compaBsos com Uralianas, ca-
nelas para desenlio eslOJOS de navalhas II11 t ,
e casli aes de cas(|uinba, ludo por preCO coni-
modot
IZf Meios bilheles da lotera da Roa visla
a boo e cautcllas de ditos a 400 rs. na
ra drei a venda que foi de Jos da cuba. .
9^2?. Um molalo ile idade de a- aunos,
ptimo olhcial de sapaleiro 5 no heco do pei-j
se frito '.'. 4-
tSf \ inagre em han is no armazem de
Fernande Josa Rraguez, junto ao arco da
Conceicao
6^ Um cavallo alazao novo, e grande,
muito bom carregador de meio at equipado,
e ptimo para ca riubo por ser grande ; em
S Auna da casa forte a fallar coin Manocl
Gomes de Mello.
ssy Neios bilheles de loteria da Boa vista ,'
a 5,000 e Caulellas de ditos a 400 ris ; na
piada da Independencia loja de encadei nador
n 26.
tST Um prelo de Naco anda moro oti-
mo utlicial de pedreiro na ra de S. Theresa
. aa.
tsr Urna negrinba de naco de idade de
i5 anuos muito linda e he recolbida eu-
gomma faz lava inlo cose cli eozinba o
diario de urna casa e faz ludo com perfeieo,
na ra direita D. ao lado do Livramento.
Bf Un: bervo de Jacaranda' em muito
bom uro e una boa rebeca por preco com-
inodo 5 no atierro da boa vista sobrado de do-
us andares 10 dolado direito ao sabir da
ponte.
ly Bracos de balancas com conchas pe-
i sos de ferro al onze arrobas, barricas vazias,
e um balco ; na ra do Amorim armazem de
rssucar D. .
tu- Urna porcao de sacos vasios uovos ; na
ra da Druz 5.
tSf Urna canoa de amarello muito gros-
sa e sem racbaduia alguma com /\o palmos
de eomprido ; no estaleiro de Joao de Rrito ,
ou na pracinba do Livramento -i.
l^j- Urna casa de sobrado de dous andares,
na ra do Rangel que lica na quina do heco
do armazem do s*l D. 1 5 a fallar com An-
tonio da Silva Gusmo, na ra do Quei-
inado.
SZF Madeira de louro; as 5 ponas D-
cima 33.
l^y Urna (liara nos Coelhos com 200
'palmos de fenle e 1000 de fundo; no al-
ieno da Roa visla loja de miudezas 11. a4
1 &_j~ Um carro Ingles de duas rodas ja em
meio uzo por preco commodo ; no alieno
da Roa vista loja do segeiro,
t^f Meies bilheles da loleria da Matriz da
Boa vista a ooo ; as 5 polistas venda D. 9.
l^f Una venda na placada Roa vista D.
coin cominodos para familia ; a tratar no
pateo da S. Cruz U. 4.
l^f Um molequedc naiao com princi-
pios de sapaleiro j na ra direita padaria Le-
ciniati
tOT Cinco vaccas de leite com hezerros no
vos ; no paleo de S. Pedio IJ. R.
IST Urna casa terrea sita ua ra dos pec-
cudos morlaca por joo,ooo ; na ra deagous
veriles D. 1.
KB/" Urna negra moca boa boeeleira c
muio fiel; nos coelhos a fallar com Gadaull
r^j- iNove inoradas lie casas lencas sendo
duas no beco da bomba o na 1 ua de S, ']' c-
reza, urna na ra do Padre Honano urna
nopaleodaribeira, urna no beco tapado da
Matriz de S. Antonio e urna no beco de Jo-
ao Francisco na Roa vista -, a Iratar com ode-
pozitario geral na ra do Livramento.
issj- Sarja de seda preta lavrada de hstras ,
a preco de 60 rs. cada um covado tenuo um
pequeodeffeito de um bocado de mofo; na
ra do Crespo D. 12. .
s^- Urna canoa que carrega mil lijlos de
alveoaria grossa ; atraz da ribeira estaleiro de
Joo deBrito Correio. .
S2T Um bom prelo oficial de barbeiro ; na
ra da senzala velha ; a fallar com Manuel
Francisco Pontes.
tsr Urna casa na Cidade de Olinda cotri
bastantes commodos c bom quintal ; na ra
do cabug loja de Francisco Garca Chaves.
H7" u troca-se por um espingarda nova ,
um bacamarte muito bom de logo ; na ra
do palacate casa de urna porta e tres janellas
pintadas de novo.
sry Urna canoa de amarello de earreira ,
muilo leve de vara, com chapa de ferro na
proa, com corrente e chave, e proporedes pa-
ra carregar 4 pessoas ; na ra da cadeia loja
de lazendas n. 45
v^f TaBoado de urna i palmos de largura
e de todas as grossuras e comprimentos ; no
porto das canoas armasen! do fallecido Domin -
gos dos Passos a fallar com o caixeiro ilo
Sr. Joo Malbeus, Joaquim Lopes da Almei-
du ; assim como urna porcao de rclugo.
tST Eautcllas de bilheles de loteiia da Roa
vista a 400 ris ; na raa de agoas verdes so-
brado por cima do ussougue
Ur bichas de muilo boa qualidade e
por ledo preco em condicoj na ra do cabu-
g loja ;!o Sr. andeira.
tilscravcis Fugidos
tST Marh Roza, preta boa estatura, com
urna chaga no cangole levou vestido de li-
11 lio azul sem camisa com as costas marca-
das de marcas de angola pernas grossas, ps
largos cara comprida olhos pequeos e
verinelhos nariz regular ; quem a pegar le-
ve em lora de portas a Constancio da Silva
Neves, que gratificar.
iST Roga-se a os Snrs. Sub-Prefeitos, e
pessoas particulares que hajo de prender
urna eserava que fugiono dia 17 do corrente ,
de nome Raimunda creoula de idade de
aa anuos eslitura regular cor fulla socca
do corpo os dedos mnimos dos ps mais pe-
queos que parecern ser corlados, nos peilos
lem urnas barrugas e em um delles lem a
carne meia levantada levou vestido de chi-
ta azul rom palmasamarcas camisa de ma-
dapolo e panno lino ,)ardo ; e conduzi-la a
ra eslreila do Rozario D. 3i no segundo
andar ou na ra do crespo loja de Joaquim
Jos Franco ; que recompensar com 20,000.
ii/" Fugio no dia ai do corrente, um mo-
leque de naco climan ; de idade de iban-
nos, estatura regular ebeio do corio, ca-
ra redonda bem parecido falla fina e pou-
ca inteligivel de nome Antonio ps gros-
sos levou vestido camisa de baelalt azul, o
calcas de estopa ; quem o pegar leve a lora de
portas venda de Diogo Rodrigues que ser
gratificado,
~?~ iugirao dous pretos um de nome
Francisco de naco rebollo cor pela al-
tura cara grossa e sem barba o oulro de
nome Antonio baixo cor fulla olhos pa-
pudos idade de a5 anuos; quem os pegar
ie\u a ra do Fagundcs sobrado D. 8 segundo
and?r que sera leconipensudo.
Movitiicnto do Porto
NAVIO NTRAD0 NO DIA a5.
DA PESCA ; 5 mezes ; Galera Americana
Taurusde 3s8 tonel., M. Azo, equip. l,
carga azeile ; aodilo Mestre.
SAHIUOS NJJ MI.SMO DIA.
LISBOA ; Brigue Portuguee Feliz Destino ,
M. Jos Francisco Lessa carga assucar.
OBSERVACOENS.
Enlrou dentro do mosqueiro o Brigue Sardo
Merina.
POST-SCRIPTUM .
A pessoa, que, pelo correio nos dirigi urna
correspondencia em que denuncia das casas
dejogos, queira vir a esla Tipografa para*
nsabilisar-se com a sua assignalnra, visto
conler responsabilidad* a dita corresponden-
cia. OsR. R.
REQFE NA TTP. DE M. F. DE F. i4o<


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