Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04045


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Full Text
Anno de 1840. Sexta Fkir
.. .'!J^_____L-.
- /
I
^Tudo ngora depende de nos misinos; da nossa prudencia, modera^
c6, e energN : continuemos como principiamos e seremos apontados
eom admira-."i o entre as Kaces mascullas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brazil.
"--H^-ssa
ins
fgnados
Partidas dos Correios Terrestres.
CHadeda Paraliiba e Villas de sua pretencSSo...................
Pila do Rio lirande doftortc, e Villas dem.........v ....* i
Dita da Fortaleza e Villas dem............ ?segundas 6 Sextas Fcirna
Villa de (Joianna....................
Cidade d Olinda..................................To{|o| n%ly,.,^
Villa dcb. Anteo..................................Quintas fecas.
Dita de.aranhuns efovoncMO do liomlo.....................Dias lo, c -x\ de cada mn.
lo abo, bennaaem, llio tornaos, c Porto Chito.............,, ..... ,, ,jlo ,jllo,
ag as, e Villa de Maceid....................... Uem dem
' ;i:';1 :' F'ores:.......... ;...................dem 13, dito dito.
/ oaos os ton c/ns parten no mem da.
20 he Marco. Numero 65.
CAMBIOS.
Mabco 17,
Londres...... V> d. por l^ooo ced.
Lisboa....... So por o/o premio, por meiaioiTerecidoJ
Franca.......tgb res por ira neo.
hio de Janeiro ao par.
UK'J Moedas de |4oo rs Vellias
> Hitas ,, Novas
Hilas de 4^000 rs,,
Pataedat Rrazileiros -------
l'ezos Columnarios-----------.
Ditos Mexicanos --.-------.---
Premios das Letras, portnet 1 1/8 a 1 i|l ;x> loo
Monda de cobre 3 a f sor ioo.de disc.
praTa
M
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Ujtfion a
80 oo a
i #58.) a
l#58e a
*f56o a
l'OO
i^ioo
8T10O
I W'rto
Dias da Semana.
I 1C Segunda S. Cyiiaco M. ----------------- Setto !i Thes* < and. do I. ifo D. d
\1 Terca---------S. Patricio Ap.-------.....- Re!.. c bu I. do .'. da i. v. do ('.. de ni.
ih Quarta-------S. Gabriel Arcan jo. ------- Sessio da 1 lietouraiia.
tu Quinta-------^ S. los Espoio de N. 3.-- -
20 Sexta---------S. Martioho Dantiense \iv.. Scs. da Thes. e and. do J. de D. da i. w.
21 Sabbudo------8. Rento \\\, ----------.....Re, e aud-, do, J. de D a \ v.
23 Dom.--------- 3. dj Quar. : II myg la ''. -
alare elida para b lia -j *, c Marro.
As 6 horas e t minutos da tarde As d horas t >i ovinuos da manila.'
ww
<& y^-:Z..^.> &. 4 >U.
l'F > AM1UCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente fio da 16 do corren'e.
Officio Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinha respondondo-lhe, que pode embarcar
para o Arsenal da Corle do Rio de. Janeiro
ocabovelho que existe nos respectivos arma-
sens setn applicacao dando parle da quan-
tidadeque remetler edeixando ficar alguma
porcao para oque se possa faser necessario.
Dito Ao mesmo, para engatar um Pra-
tico hbil que-condu/a ; Provincia do Ma-
ranhao o Rrgue Nacional Imperial Pe-
dro.
Dito Ao Juiz de Paz da Freguesia do
Rom Jardim respondendo aos tres qttisilos
que fnsem o objeeto do seu officio do primei-
ro de Fevereiro ultimo solicitando saber t
se o 'arrematante dos Disimos das Mitineas,
pode vender arrecada~:o dos diferentes Dis-
I fictos ; segundo seos agricultores sao obli-
gados a pagar o diurno no lugar do mercado,
ou fazer avancos em suas lavouras ; e 3. fi-
nalmente seadecisode taes quesles cabem
n'alcada do seu Juizo ; quantoao t,e3 pela
afirmativa, n vista da genrica disposico do
artigo 43 da Le Provincial numero 6idea
de i\!aio de ib>.i8 e huma vez que nao exce-
da a SuUooo reis a qnantia exigida doscolle-
clados na eonformidade do disposto no artigo
II da I.ei Provincial numero i3 de i4 de A-
bril de 18i6 ; e qnanto ao i. que a cobranca
dos Disimos se deve faz^r pormeo de lanca-
mentos cuja forma e recursos prescreveo
o Regiment de i de Marco de i83a man-
dado execntar nesla Provincia pela Resoluco
do Conselbo do Governo de a5 de Janeiro
de 1833 tomada em virtude do artigo i. do
mesmo legulamento.
I'ortaria Ao Ccmmandale do Brge Im-
perial Pedro para entregar a desposicao to
Commandante das Armas as sete pracas do
Exercilo que a seo bordo conduo da Corle
pira esta Provincia. /
Officio Ao Commandante das Armas
para mandar receber do Commaudmle do
BrgueImperial Pedro as sete pracas deque
(rala a precedente orlara,
lllm Sur Ko cabendo as altribuic'Vjs
da Presidencia o modificar algttnias das ron-
di oes a que se submeteo alompanhia eni-
pieliendedora do encanamento das Agoas para
esta Cidade conforme requeren] os seos res-
pectivos Lircctores na represehtaco inclusa,
transmito a V. S. porordem do Eam. Sur.
Presidente, a dita repneaentaco, a fim de
que. sendo presente a Assemblea legislativa
Provincial possa ella resolver o que mais
conveniente julgar para promover aquella til
empresa ; cumprindoobservar a V. S. que o,
mesmo Exm Snr. entende que sao rasoaveis
as modiicaces pedidas, segundo o declarou
em seo relatoriodeste auno.
Deus (> uarde a V. S Secretaria da Prov in-
cia de Pernamboco t6deMaio de 18 jo Jl-
lustrissiiuo Snr. primeiro Secretario da As-
semblea Legislativa Provincial Jernimo
Marliniano iigueira de Mello, Secretario da
Provincia.
Illm Snr. Rcronhccendo por um lado
que em todos os lempos e entre todos os Povos
as missOes e pregaroes Evanglicas tem propar
gadooespirito do Cbristianismo, e porissome-
t!diado os i-oslumes e hbitos dos Cidadaos
?elreando suas naturaes paixees e des-
pertando seus bous sentimentos e de-
senvolvido solid.imente a cevilisacao : que mal
pide mediar quando nao tem por base a
moral religiosa ; e por ontro bulo, que as so-'
ciedades e govrrnos nunca deixo de prospe-
rar possuindo Cidadaos religiosos, industriosos,
e conlidosnoi limites dos seus deveres nao so-
monte pelo fieio das le suma as, mas tambem
pelo jugo mais suave e muilo mais poderoso
da Pcligiao ordena-meo Kxm Sur Presi-
dente da Provincia que eu leve estas con-
siderarles por intermedio de V. S presenca
da Assemblea Legislativa Provincial, a fim
le que ella passando-as em sua sahedoria ,
baja de restabeleccr a ordem dos Religiosos
j Capuxinbos. que nesta Provincia fora extin-
i ta em virtude da I.ei de i5 de Agosto de
1831, por quanto depois que esta foi executa-
da inteiramente findarao eom grandissimos
premisos da moral e ordem publica as prega-
ces constantes, e assiduas que fario os
mesmns religiosos e para as ques a popula-
cao aflua eom gosto ; embora esse ministerio
pertenca especialmente aos l'arocbos pois le
sabido que estes occtipados no cuidado diario
do posto espiritual, e da celebraco das festas
religiosas, estao impossibilitados de tratarem
assiduamenle de bum to importante objecio ;
aecrescendo ainda as vantagens supra mencio-
nadas que os ditos Religiosos vem de ccrlo
suprir a penuria de sacerdotes que sent a
Provincia, conformeja foi declarado pelo lxm.
Snr. Presidente em seos Relatorios e submi-
nistrar um poderoso e eficaz mei de excitar nos
Povos o senlimento e fervor religioso, se nao
o.xtincto ;to menos muito enfraquecido de certo
lempo para c, pela relaxacao da moral,e pelas
doutrinas do egosmo de que abunda o pre-
sente seculo
Dos Guarde a V. S, Secretaria da Pro-
vincia de Pemambucj t6 de Marco de i8'o
Illm. Sur. primeiro Secretario da As-
semblea Legislativa Provincial Jernimo
Marlinianno Figneira de Mello, Secretario da
Provincia.
S)i verwas Rt- partigoeiia
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a nesma do N. i.
CORREIO.
A Sumaca Ddmira de que heMestre Joze
Joiquim Alves, sai para o Cer nodia 28 do
crrenle
A liana de Vapor Pernambucana recebe as
mallas pira Maci-io Bahia e Rio de Janei-
ro boje as 4 horas da larde.
AN NUNCIO.
O Administrador das Rendas geraes inter-
nas tem marcado o przo de i5 dias conta-
dos de boje pai-u saptisfaerem na mesma
Repartic.o a importancia dos Imposto de lo-
jas abertas no Bairro da Boa-vista, do cor-
rente anuo finnancelro, ; lodos aquclles, que
oroeolleclados pelo dito Imposto, e findo
esse prazo ser esecutados, conforme a
Le i.
Recebedoria 18 de Marco de 1840.
O Administrador.
Antonio Ferreira arte Velloso.
PRBFEITRA.
PARTE UO UIA 18 HE MARCO,
bidas consta somonte qpo pelo Sub-Prefeto
da Fregueza de Sanio Antonio forao presos
bontem minba ordem o pudo Pedro Go-
mes manijo do Rrigue de Guerra Imperial
Pedro e Francisco neto escravo de Joze
Ramos de Oliveira osle ; pedido de seu Sr.
por estar fgido e aquello por sttppol-o de-
sertor cojos prc.'.os tiverao o competente des-
lino.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO
RECIFE.
Scssao ordinaria de 14 de Marco de 18 Jo.
Presidencia do Snr. Ros
Comparccerao os Snrs. Souza Chaves ,
Oliveira e Figueredo ; faltando eom caUza
os mais Snrs
minaedes c ordens dado novo impulso ;
iparcha da administradlo. Em sqas ordens
aparecom ; economa, um 1 severa fiscalisaclo,
edesposicoes verdadeiramente militares dei-
xando-se ver em ludo urna grande impirci-
alidade a partidos, sendo 0 seu norte o beni
geral, e a Iranquilidade da Provincia que
ainda est; fon ge degorar-se por que conlinu-
avo os rebeldes em sua pertinacia.
No dia >. de Janeiro urna forra legal, coai
postado 5o pracas, haviaentrado as ruina
de Caxias.
O nmero dos rebeldes, edos pretos as-
saz consideravel em Mfrttiba, mas eom u vic-
toria do Pre. esses bandos se biSo desorgani-
Sando.
Na comarca do Brejo auidifom os rebeldes
inmensa lotea : ocapito Pedro Paulo eom a
sua expedico tinb sido perseguido a o
Aborta Sessao ; e lida Acta da antece- atravesar para ^ a Parnahiba por um grupo
dente foi approvada. de l5oo j naCb4padinha Stippunha-se ;-.!o
O Secretario delarou nao Uaver expediente, menos, que a loica inimiga era de 000 .-s-
O Snr. Vcreador Souza fez o seguinte re- cepluando nutrns grupas que infeslo deffe-
querimento que fcou addiado em qmnto rentes lugares : eom tuda essas grandes mas-
esta Cmara solicita va os titulo? dos terrenos ,
que havia pedido para lougradouros pbli-
cos :Tenoo esta Cmara de edificar casa
para as suas Sess5es requeiro que se pessa a
o Exm. Presidente da Provincia o terreno,
que fica do lado da casa que servio de La-
boratorio em Palacio Velo para esse fim
A Cmara apresentou o narecer ; respeilo
do requerimento de Joze Joaquim Pereira ,
e do Major lata da Costa Rebello Reg Mon-
tiro sendo de opiniao que esla Cmara
mandasse tapar o Rcco que existe entre os
sitios dos mesmos na Passagem da Magdale-
na por ser bastante estreto e pouco Iran-
ztado nio s pola pottea largura como por
crttiza das cercas de espinhos de um e outro
lado, que o tornao ainda mais aperlado de-
liherou Cmara que se remettesse o re-
querimento ao 'Pnente Coronel de Engenhei-
ros Moraes Ancora consultando sua opiniao
; respeilo.
A requerimento do Snr. Vrreador Olivei-
ra deliberan a Cmara que so enerregasse
ao Fiscal desle Bairro para mandar proce b
urna vis'oria na Salla da Cadeia desta Cida-
de onde antigameute se celebravao suas Ses-
soes fim de se con beber o estado em que
existe
A rcqucriiento do mcsnTo Snr. deliberou
; Cmara que o Procurador examinasse o nu-
mefodas pedias e os seos respectivos pal-
mos lano das que existem no Bairro do Re-
cife como das que estao no lugar do pina
im de sercm arrematadas.
Despacbarao-sealguns rquentw ntos. F.
pnr ser dada ; hora levantoa^se a Sesso c
mandarao fazer a prsenle em que ascisnarSo.
Mel-
lllm. e Exm. Sur.--Das partes bn<> ro J
Eu Fulgencio Infante de Alboquerque e Mel-
lo Secretario a escrevi. Ros Pro-Pre-
zidele. Souza, Chaves, Oliveira. Figuei-
n,t|.). Est conforme.
. O Secretario.
Fulgencio Infante d'Albuquerque o Mello.
NOTICIAS PROVL\CI\FS.
? MARANHAOV
Desta Provincia rocebero-so folbas ale 6
do correte mez. O Exm. Sur Presidente .
o Commandante das armas Luiz Aives de
Lima linha ebegado no dia ,4 do prximo pas-
sado e tinba j, coto as suas acertadas deter-
sas, pela toa indisciplina militar, ioseodo
batidas senlpre^ pelas armas da legalid ule.
Tudo 0 que havemos dito e outros en-
contros mais de nossas tropas eom as inimi
gas e as victorias contra estas alcancadas po<
aquellas, mclhor se verfl das cotnmu..icacoes,
que hilemos ce piando. j
PARA'
Do officio que abaixo copiamos do Ex-
Prcsidente do Para ver-se a queja havia
tomoado conta da Presidencia o Exm. Sr.
Dr Joo Antonio de Miranda e c estado da-
qnella Provincia.
Jim e Exm Snr Doutdr Jnfo Antonia di
Miranda ''residente normado pata a Provin-
cia do H41V -- Dando ;i V. Ex. posse da Pre-
sidencia desta Provincia eu (cubo o prazfr
deassegnrar a V Ex. que ella gusa perfei-
la iranquilidade. Os rebeldes que por muito
lempo 1 assollaro desaparecerlo das Co-
marcas da Cidade, c do Baixo Amazona on-
de apenas algons existem fugitivos, e era-
breiibados as matas ; e na do Alio Amazoii sj
ou em magotes ellos procuran ir^-so escondet-
nos Destruios lgaos ; porem oceultos ;s vistas
doshabitanles ; ou pedem como os que es-
taonas immediaces de Lu/.ea pazes, e que
Ibes seja pcrmeltido voltarem s suas Casas,
Porlod a parle tem cessado desde alguus mo-
zos as correras os ataques e os crimes
que'soio commetter. Faco votos para que
V. Ex. possa conseguir faser sessarlotalmen-
os treceios de que de novo elles voltem s ar-
mas, o que he de esperar da rceonherida pe-
ricia c energa deque V. Ex. h dotado.
Para jo de Fevereiro de 1840. Bernardo
de Souza Franco.
CEARA'
< hego at do crvente as folbas recebi-
das desta Provincia onde reina a iranquilli-
dade. No dia .i do p. p. havia tomado posse
do Governo da Provincia o Exm. Sr. Francisco
de Souza Marlins e no dia 11 embarcado pa-
ia o Para o Exm Sr Dr. Jo, o Antonio da Mi-
randa sendo aceompauliado de dtuentaa pes-
soas, pouco mais ou menos, das mais distio-
ctasda Provincia. No dia ^S, anniversafio
de sua posse erao os.Cearenses em me-
moria de. seu boan a^verrro un grande baile,
para o qual havia concorrido un copioso nu-
mero de liomens esenbora. nao nltanda \
elle o actual Presidente.


:

l
3
RIO GRANDE DO NORTE.
O Grito la Verdade de 7 do corrento ios
d aquella Provincia gozando de tranqullida-
de.
DIARIO
K PE RNAMRCO
ImH
NOTICIAS ESTRANGF.IRAS.
FRICA FRANC:/A.
Cortas de Abd-el-K-adcr upanhadas a ?cj
de outulmt de ib5o. a hiun" indgena qhe
ta para Djigelly.
Louvor a Dos
Sello de Abd-el-Kader ,
Ao honrado vahmud-hen Ziiuli.
A sakaco a misericordia e a becaS de
Dos sejo sobre ti !
Tu ra niusulmano de pai para ilho ; 6
comete afiatasdo islamismo ern sentires re-
moraos ? Alas tu sabes que te amo e que te
honro e que nunca fiz cousa alguma para le
offeeder. &epara-te do impo e a p'rotec-
caudeDeosedo scu proplieta se estender.i
sobre li. Ceilo irei lef com ligo se Dos
quizer. O seid Amed R.isuck, portador ties-
ta nos servir de intermediario e elle le
podei asseguiar que has de ohlcr de mim
ludo que tu qui/cres. Suudjf,
( Por traducs conforme o .intrprete
principal )AssignudoZacear. '
Abd-el-Kader aos seids Abderrhakman-el-
I oikami anligo chele de Djigelly, e el
Weeud Cusmaa btiu como u toda
do paii delles,
tinas ? Porque queimiis ah.i incens e levan-
tais cruzes ?
" Os governadores das cidade os gene-
raes e os magistrados tero cuidado de nao
perturbar os catholicos no exercicio da sua
religiao; nao devero procurar pretexto al-
gum para pratior contra elles alguma ve-*
gaceta ou para os inc.immodar, e nao lhes de-
ver ser posto cstorvo al;;un excepto no ca-
so de violacao de alguma das nobles disposi-
coes da Ici musulmana.. Portanto nao he
permiltido aos catholicos excrcerem o sen cul-
to eni lugar publico ou ex por s vista a sua
aananst'
vfia ex posta a filia vollar atroz resolueo.j cao deste grande problema
4 Pois bem lile disse em (im o sabio
anciao e nao me opporei mais ao vosso
intento; porn*, com a coudicao que antes
de o e.veculardes vos repetiris seis vezes es-
tas palavras : Innocente crealura ser pos-
falsa religiao.
" n ii.lium magistrado OU empregado do
governo dever incommodar os catholicos na
livre adminislrac.10 desuas igrejas e deseos
Convento! nem exigir delles que lhes apr-
sentela uus ttulos de propriedadfi destes e-
d i (icios ou algum outro documento deste
genero; mas, pelo coulrario permittir-lhcs
a posse eadministracin de suas igrejas H de
seus conventos como elles julgarem onveni-
enle.
, ** Visto que oscathoKeos, em qnanto huma
mulher vive olbo como insulto probida-
de o separrem-se delh e ia?(arem com Oti-
lia nenhtuna ?nloridade ter direiio de ra-
a gente
Sabei que j nao Pitamos em paz com o
impo, t que o havemoa de expulsar d entre
vos se 1 eos quizer Cedo iremos ter coro-
vo:co ; eslfi j
nena
ados
para a guerra santa.
Dens nao us elevou senao para fazermos tri-
unfar asua religiao e combaler os seos ininu-
ges que adoro mutos dioses. ( s niusul-
manos devem ser como espinhos nos ulhos dos
christaos. Saude.
Abd-el-Kader a Hussein Den Abdcrrhakman
Recebemos a vossa carta e soubemos |iie
deixasteso vosso paz porcauza do impo ;
que Dos o extermine Estis em desordem e
manifestis Odfaejo de nos ver. Sabei que
devais ter paciencia ; cedo Dos vos atlrvar,
porque j nao ha paz entre nos e os christaos ,
x) temosa fazer guerra, e os apellaremos
por todos05lados 1 com o auxilia de lieos. .
Estai piomptoa e reun os Musulmanos ,
porque cedo iremos le com vosco : expalsa-
1 emos oschristaos do vosso .ai/. e ento po-
dereis para la tornar porque Dees sempre
nos piomeltto a victoria 1^ de oulubro de
itvi;,.
( Por traducan conforme, o interprete
principal. ) .'VbSguado--Zaccar. I imes
me veja obrigada a arrancar-te a-
hi mesmo a vida para ocultar a minlia des-
honra aos olhos do mundo sem comludo ,
a poder coeultar aos olhos de Dos! "
A infeliz Ciaudina fez ponliialiiieute o qne
Ihfi fora determinado : preparou a mortfera
bebida e com ella na m.io eos olhos sobre
o seio principiou a izer aquellas palavras
mas, anda bem ella as nao linha repetido
tres ve/es, quandoas lagrimase os solucos a
impedem de continuar. Nao! ;' exclamo
ella em lium transporte que nao pode repri-
mir e arrojando de si a bebida ftil eu
nao sciei to barbara ; nao oirenle-
i'ei lao gravemente o Co Ol,ei'(> g^ar a
ventura de ser mi Criarei o meu filho, ein-
pregarei nelle todos os meus desvelos, lie
este o nico meio de reparar o meu erro: o
Co sem duvida me perdoar ; e o mundo
me fflsfiluir tabrel a sua estima vendo-mc
desempenhar '_todos os deveres de huma boa
mi "
Claudina nao tarda a ir p.irtecpar ao
'* Ouando os catholicos forem chumados' prudente director feliz, mudanca dos scus
para prestrcm bum juramento, elles o pres- ; senlmenlos. Km o sabia; lite respon-
laio em suas igrejas conforme a sua den elle" a religiao c a naliiie/.a haviio
crenca. fazeroseu ofnci. llle procurou fazer-lhe
Quando hum catholico morrer fora do todo o bem. e leve a satisl'aeo de a accommo-
seo ir-i sua greja e que os sacerdotes lhc dar CJft seu lillio em huma casa honesta e
em segundo as leis da sua religiao, abundante.
lilura uemocadi, nem o governador, | Assim a religiao este laco lao sania, e
nem o* commandante nem qualquer outra ti O neressario ao homem suspeiuleo uejue 1
autoridade poder lazer erguer o corpo do la desgracada na barda do precipicio. Clau-
defunfo nem conccder-lbe as honras fue- dina deveo ao seu retorno virlude hunn s-
Ines. Ninguem peder impedirlos de segu- luacao mais feliz, quaudo alias o crme a
Bujgrav conta que hum velho msico em
Nuremherg, leve o talento, nos ltimos an-
uos do XV seclo de voar com o auxilio de
las azas grsndeS, que sabia manejar com
muita habiidade: que o Italiano Buratin le-
sivel qne depois de le haver gerado em meu vou a sua deseoberta Franca mas que neu-
lium physicp daquelle lempo quiz fazer a ex-
pereiicia.
No XVI seclo Holori relojociro italiano
zer o contrario
scalgiittm violar a Ici
a este
respeito ser punido como o merecer.
TURQUA.
,, Eecreto do Sulto a iavoi dos christaos
Pars / 1 (ie/.enil.ro.. ,,
f) Un i ver publica esta mahhaa hum do-
cumeirto curioso : he o texto de huui drnelo
oad'.pelu sulto JMalunuu.l a favor ti.s chiis-
los ; tkeursio cujo Km he garantir a esto o
livre culto da sua r*lgi;Vo. No moiuenlo em
. que huma revoluco social acaba de ter lugar
i u tonslmtii.opla quandoiertas / illias nao
vn na publieaeo do liatlisclieri da Gui-
re 111 os usos prescriplos em igual caso.
" Os catholicos serfio aulhorisados a ro-
roiiklrurem aa igrejascftja ex'seneia he legal,
ou a fazerem nellus os melhotamenlos que
julgarem necesarps. Ninguem lera direilo
de lhes fazer nisto opposi ao alguma "
( Courrier 1 raneis )
(Do Despertador. )
_c____________________
M1SCELLANEA.
O PODEli DA NATURZA.
r
loria leili presa dos remorsos raladores ,, e
coiiduzido lalvez a huma morle affronlosa.
EXP-niF.NClAS FEITAS POR ALGfJNS
HOMENS PAA VOAREM".
Os homens tem arroslado o furor dos ventos,
e lem pissado os mares para tfhirem hnns aos
oulros oa contiii' ntese as ilbas que a nalureza
I separara; forcrao o logo a lornar-se tium
motor til e poderoso ; e so abe rao obrigar o
mesmo vapjr a prestar-Ibes inmensos servi-
estahelecido em Troyes dcpis de muirs ten-
tativas ebegou a fabricar as de molas comb-.
nadas com muita acte, e vista de hum eslu-
do mui atiento do vo das aves. Largou-se de
cima da huma das torres dagolhica cathedral
daquella cidade ; balanceou-se multo temuo
no ar Btravessou lre> vezes os varios bracos
do Sena; mas de repente hum vento leste
bastantemente forte principiou a contrariar o
seu vo > obrigou-o a esforCOS inauditos e
determinou huma queda precipituda (lite
custou a vida, ao intrpido homem-passaro ,
como lhc chama va o povo.
Este deploravel acnlecimonto nao desani-
mcuogenio aventurero dos novos Ddalos.
Diversas experiencias forao feitas suceessiva-
irenle ; mas, por huma especie de fitalidade,
lodosos qiu as lenlarao morrerao desgracada,-
mente.
J se perda a esperanza de se verem anda
realisar novas viagens arias ; qiMudo no
meio do XVII sculo, Binier, serralhero
em Sable hoje departamento deS.irllie por
venda machinas para voar com azas seme- .
Ibantes a huma que Ihe servio para elle se ele-
var a mais de ii metros e meio ( 1 o bracas) e
a tornar a descer sem novidade.
Em 1 tifio, dous Ingle/es-, Cook cOiiver,
de Malmeshury suliira alio bastante e sus
livera-se algum lempo no ar com o auxilio
das azas que levavao nos bracos e nas peruas.
Hum fraile hespanhol Elmero de Malameri ,
qUM iinila-los, mas pa ma empresa cujos perigos pareca comludo ,'
ter calce?!ado lodos.
U. Francisco de Gusmao de Lisboi, cle-
vou-se 110 anuo de i?45 sobre huma espe-
cie de aguii, cujas aras fa/.ia mover. Allir-
ma-se que atravessou o Tejo, e que talvez le-
vasse mais adianle as suas experiencias seno
fossem os ameacos da inquisicio que o desig-
nava pulilieamente como leudo relacoes com os
esjiirilos inlemaes. O irmo delle nj obr
stante ser secretario de eslado e valido de D.
Joo V receoso que Ihe aeonlecesse alguma
Niio se lembra a deshonra quandos Ira- eos. Depois de haverem esgotado o possivel cousa ,acouselhou-llie que fu;isse depressa ;
la de lazr o mal ; lembra s quando appa- teulara o impossivel, e bastantes vezes forao e foi o ffroprio soberano que leve a fraijuesa de
Ihe fornecer os meios de sabir do reino.
Em 1779 o padre Desforges d Eslampes,
j as aves lhes tem inspirado a dea deimitarem alcanccu t pouees resultados de huma gon-
iccein os seus vergoubosos ell'eilos : e muilas OS resultado*, 1 or elles alcancados muito a-
ve/es enlo por meio de novos e mais fe- lem das uas es!eran::as. Por evemplo at
oscrimes se procura reparar 11 primeiro! as aves lhes tem inspirado a id
*e o sexo frgil, sobreludo tivesse sempre o eu rpido v*. Numerosas e extravagantes
era v isla as terrives cohsequencias que pode tentativas teltt sido feitas, empastamos a faee-
ler huma so flaqueza em maJeria de podor lascoliliecer.
'quamas desgranadas vctimas se lerio pou- Nao fattafido dafahuia de Dddaloe d'lcaro,
padoao crmee ao opprobio que todava revela bum Pacto da mais remota
Claudina siaajoven orf. que notinlia anlguidade e que parece indicar huma das
outro meio de subsistencia seno as bondades primeiras evperie ,cias do vo do homem com
de huma honesta senbora doquem era eos- azas, r.em do Scytha Aharis, que, secundo
.. ... -i 1 .,1.:,
dola que fez que linha por cima bum grande
chapeo de sol, para servir depara-quedas ,
como das azas que Ijez construir, parecidas
mais com as dos insectos do que eom a das aves.
Paasado hum anuo de Bacquevillc rdou do
telhude de sua casa situada em Paris, no
caes Yfalaquias a esquina da ra dos S.inlos
Padre?. Andou alguns'instantes por cima uo
lurtira. Hum vil seductora persegua, pro- o histJriador Diodoro de Sicilia, subi ao ar i e <9n consequeeciade huma iinprudeu-
m( tk ..10-lhe com a sua mo huma 'surte van- ^;ne Iiuma flecha de ouro e SUSldo por azns c'a rlue ll,e t,l[uu cu,'a > cul''o em cima do
por
.. a mprodeolenao fugo logo, como deconticyo mui particular; nao tallando
devraj deixou-se engodar com aquella bri- das aerias spnobalos (de quem falla Sirabo),
llianie promessa e so reflectio no mu que que enclriaS aS suas azaS'de fumo; nem das rio
linha ieiio quando as suas consequencias nao 1 fiebre gemetra grego Archytas de Trenlo,
?c podio mais encobrir : ella eslava perdida qUt orreo victima d^ sua lemeridade ; final-
iiiemediavelmenle seo inljame seductor nao' mente nao nos lembrando desse frade nglez
comprisse asua palavra. f |do XIII seculo Rogelio Bacon que eoncebeo
Claudina pondera-lhe a vetgonha e a des-!a dea de huma machina em que l:um ndi-
honrd <|uea esperao se elle a nao condiur j viduo sentado como n huma cadeira, pode-
han mais que huma medida sem importan- logo ao altar. J* Sim, he preciso tratar dis- i "a > Por n,(5' ^t azih'as atadas aos seus bra-
ma e cuja execuco be impossivel ein ra-
zo dos costumea e das ideas dos Mahometa-
nos nao be lora de proposito mostrar as mo-
difiraces que se tem ja introduzido nestas
ideas e uestes costumes que se teima em
cilhar como obstculos invenciveis a toda a cas-
la de piogrcssos na Turqua.
\er-se-ha, pelo seguinle cxlraclodo do-
riipienlo nienie asdisposices principaes que s re-
formas do sulto A.abnioiid nao se linho li-
mitado Mmienie mudanca em sei.s exerctlose
no tiajo na beudia a liberdadade des cultos de huida ma-
iiciia mais ampia do que se com prebende em
ellas puitesda Euiopa. tis-aqui o reterido
docunieulo :
* b'aqui em diante sei permiltido ao
arcebisfo le es Evangelhos e preencher as
:\as luuetce (eclesisticas sejaem sua j.ro-
pna ceas ou na e,o,i (.(i> outros.
3 <.iii.hi3 \\.>.:. :.) do lvie exerci-
ioda:uu religiao. Oiiugum te: i o direito
o*-11 a ti/er. j oi(,ie tiiiiiuis \s ttscere-
linji.ii.t- ca wssa lellglo 'iii votsascas ? Por
Me hus ai.i as vussas ssulaa esciipiuias*^
li.r.'es alampadas pulpitos, inamena .
so rcspoiidco o vil amanba fallaremos1 Vo* e s suas peinas dar ao seu proprio corpo
mais devagar. E desde aquelle momento 'uial movimento progreasivo, esubic, como
ella nao o tornou mais a ver as#ves, s reyiesethcieas humas ve/es vo-
Hc fcil comprehender o eslado em que fi- ando, oulras parando passaremos immedia-
caria a infezil Claudina! JNo auge da sua dr, lamente ao XV seculo porque, a contar da- espectadores o dinlieiro delles recibido ; e logo
encarndoos damnose desdouro que ihe cau- fuella poca memoravel os trabalhos dos queseacabou de curar separou-se de todos
bum barro e le 10-se gravemente Hum e-
ruila de Hadua e bum Uiealino de Pars ioiaj
lao (lites cuino elle.
Passa'rao *\ anuos entre estas ultimas ten-
tativas e a que o joveu Calais lez em Parisem
i-.)y. Com os hombros guarnecidos com uuas
azas que lazia mover pela acefio dos bracos e
dos ps e com huma cauda aberta em forma
de leque subi tcina de huma alia columna
levantada no meio do jardiin Marbceuf. A su-
bida levou puueo lempo mas a queda que?e
he seguio laiubeiu loi rpida e cruel. Atiesar
desle terrivel desgoslo Calais leve anda a
preseuca de espirito de mandar dar a todos os
saiia o nastimento do seu filho ella formou
o terrivcl projecto de o matar antes que el-
le viesse ao mundo. Se Claudina fora huma
dessas pessoas para quem a religiao he hum
mero habito ou huma conveuco humana,
o ci,me atroz seria logo commetlido ; porm
por felieiiiade Claudina recebara huma boa
educaccao ; e se eoncebeo aquelle projecto,'
loi na presuacao de que pelo menos era
dcsculpavel.
Paiase vigorar no seu intento ella con*
sultou hum ecclesiastiio respeilavel, allegan-
do-1 be a (esboiiia ;le que (icaria cubera a
sua expulsaoda rasajque at all abeneieira,
a inq.ossiliiliidade em c|ue ento ficava de se
sustentar a si e a seu filho o opprobio que a
seguira por toda a parle. O prudente eecle-
sia.-tieo'combateo intilmente por algn* di-
as sucetssivos este criminoso projecto : Clau-
dina sabia d all commovida porm d ah a
pbyscos ueste genero nos tem sido conservados
com lodos os pormenores nos livros impressos
naquelle lempo.
No anuo de 1460 depois de multas experi-
encias todas muito felizes J. 13. Dante na-
tural de Perurga na Toscana appellidado o
ISovo Ddalo e.evou-se da mais alta Tone
daquella cidade a 97 metros e meio (45 bracas)
andou'alguus instantes por cima das habita- tura.
- 1* '.*._ lili 1 i
os seus amigos e parti para a America onde
a Ibrluna o recompensou logo assegurando-
llie huma posico social muito mullante.
Ein Soo hum hbil relojociro de Vienn.i
d'Austria Ya.o Degen eUectu-.u dizem ,
piibricamenle multas subidas em l.idas as di-
recooes, ao principio a 17 metros Ufmi>(d
bravas^ ; depois aodobro eao triplo desla al-
eo, s, e dirigio-se voando para o bello lago de
Trasimene a tres milh&s de distancia lago
que atravessou varias vezes com grande ad-
miracaodo povo, teslemunba de bum espec-
tculo to novo ; mas ao virar para Perur-
gia quebrou^-se o Ierro de que elle se servia
para dirigir a aza esquerda o que o lez cahr
sobre o tecto de huma igreja onde quehrou
huma peina. A elle he que todava se dever
os esludos que sobre este objeclo bzera os Ita-
lianos e os Allemes bem como o ardor que
j : uco a IcniLiauca da Tergonha a que scje|'o is delle moslrataO, para acharera a solu-
Collocado no centro das suas azas que ti-
nhaS 7 metros e hum terco (Si palmos) de
comprimenlo da exlremidade de huma di
outra sobre uti decimetros (i|uasi i i pal rao i)
na sua maior largura, o intrpido e hbil me-
cnico suba edesca vontade ; e dizem que
podia nao sendo contrariado pelos venios ,
lazer i'\ leguas por hora. Cada movimento que
his nunlava de logar mais de 4a metros ( palmos) quadrados de ar atmospbcrico ea
loica de cada um igualava a deuiu pezo do -]i
kilograiumas ou nairatcis.


asflBi
DIARIO DE KRNAM5CO
9
bwcm
Degen subi, a 10 de julbo lo i8i dos
jardins de Tivoli, em Paris at a aliara de
6H metros e meio (17 bragas) cima dos mais
altos edificios ; aiulou voando solire toda a ca-
pital, c tai dcsccr sem novidade a Chale-
iiay ao p de Seeaux ; a tres Icgoas e meia
do lugar donde pailio; mas devenios aceres-
ceular quelium ballaozinho aerosttico enlra-
vano niechanismo de I egeii e he provavol
que, sem o scu auxilio nao leria este aeio-
naula podido suster-se no ar.
vo coin as azas suppe no hornera buma
forca muito superior que Ihe he necessaria
para usier o peso do seu corpi. E o homem
ser capaz de tal esforco aturado por muito
tempo r
apologa dos peixes.
Fallando dos peixes Aristteles diz que-
so elles entre lodos os animaes se nao domad
nem domesticad. Dos animaos terrestres o
cao he to domestico., ocavallo tao sujeilo o
boi tao servical, o bogio to amigo ou tao li-
songeiro e al os lees c os tigres com arte e
beneficios se amansad. Dos animues do ar ,
afora aquellas aves que se crian e vivem com-
noscu o papagaio nos Talla o rouxiuol nos
canta o acor nos ajuda e nos recreia ; e al
as grandes aves de rapia encolhendo as u-
nlias, reconhecem a mo de quem receben"o
sustento. Os peixes, pelo contrario, lase
vivem nos sens mares e ros la se mergulhao
nosseus pe?os la se escondem as saai gru-
tas e nao ha nenhum tao grande que se lie du
homem nem lo pequeo que nao luja delle.
Os autores cmumnienle conderana esla 0011-
dicao dos peixes e a deita a pouca docilidade
ou demasiada bruteza ; mas eu sou de uiui
difidente opiniao. JNo condemno, anles lou-
vo muito aos peixes este seu reino, e me pa-
rece que se nao lora nalure/.a era grande
prudencia* Peixes, quanlo mais tange dos
liomens tanto niellior ; tralo e familiai idule
com elles. Dos vos livre. Se os animaes da
Ierra e do ar querem ser seus Familiares l'a-
ca-no muitoembora que com suas penses
o l'a/em. Canle-lhe aos homens o rouxinol ,
mas na sua gaiola ; diga-lhe ditos o paoagata,
mas na sua cadea ; va com elle ; caca o acor ,
mas as suas prises ; faca-Ihe bufoneras o
bugio mas no seu cepo ; conlenle-se o cao de
Ihe roer hum sso mas levado onde nao quer
pela ti ella ; preze-se o boi de Ihe chamaren)
lormosoou tidalgo mas com o jugo sobre a
cerviz puxando pelo arado e pelo carro ; glo-
rie-se o cavullo Je masligar I icios dourados ,
mas debaixo da vara c da espora ; e se os tigres
e os lees ihe cometa a racSb da carne (]ue nao
cacaran no bosque aeja presos o encerrados
com grades de Ierro b entretanto vos pei-
xes tange dos homens clora chusas cortesa-
nas viviris so comvosco sim mas como
peine na age 1 jas, anda que o eco e
o interno se nao fez para vos dou um a V088 is
louvores com vos dar as gTACas do muito que
aiudaes a ir ao ceo e
so sustentan lie vo
nao ao interno os que
\ s sois 03 que susien-
os Bussacos e todas as
laea as Ca ludias e
santas familias que protessa mais rigorosa
ausleridude ; vos os que a lodos os veruadei-
ros etuislos ajuiiues a levar penitencia das
quaresmas ; vos aqoelles com que o incsmo
chrislo iesiejou a sua paseboa as duas ve/.es
que comeo coin stus discpulos depois de; re-
suscitado. Prczem-se as aves e os animaos
terrestres de fazer esplendidos e custosos os
banquetes dos reos j evos gloriai-vos de ser
compaubeiros do jejum e da abstinencia dos
justos, 'leudes, lodos quantos sois, tanto
parentesco c sympalhia con a verdaile que,
prubibiudo l.eos no jejum a peior e mais gros-
scira carne, concede o melhor e mais delicado
peixe. E posto que na semana s dous sfc cha-
man vossoo neniiuiu da vos he vedado. 11 um
s tugar vos dera os astrlogos entre os signos
celestes ; mas os que s de vos se manleni na
tena sao os que lem nao seguros os lugaresj
do eco.
ANCDOTA.
Hum Ingle as ruinas de Pompeia.
No jornal do instituto Histrico de Pars,
do mes de setembio deste anuo, Yema segua-
te ancdota, que nos pareceo singular e di-
rnadeserconbecida.
Humlnglezlez huma viagem a Italia ex-
pressamente para examinar o estado dasex-
cavaces das duas dades de llerculano ede
Pompeia; e a< bou em Pompeia 10 operarios
e i5 Leslas muars traballiaudo. O uiglez
pedio autorisacao para habitar por l 5 das a-
quella eidade o que sendo-lbe concedido
passou a reparar huma casa que reccnlcmente
[inha sido desenluibada arranjou-a com-
j)lclanicntc segundo o estilo fllrtigP IWDWHO I
ciilrou depois para ella com toda a sua fami-
lia creados, etc. Veslio-see fez vestir todos
< mancara dos Romanos, e durante o> |5 dias
comeo e vi veo como hum verddeiro cidado
dcKoma. Para tudo ser coniorme, as suas
leturas ero s de livros classicoa latinos.
Este laclo passou-se no mez de agosto de
1BJ9.
Napoleao eos Porloguezes.
Achava-se Napoleao em Fonlainebleau, a
sua volta de Vienua, e ali, em prosenca do
corpo diplomtico e de toda a corte, virndo-
se para o conde de Ega, lite disse : Seohor
conde eslou summamente satisfeilo com os
Porluguezes, pelo grande valor que desen-
volvcrao nesta campanlia ; melhores tol-
dados de certo nao os lia na Europa,;'
Na marcha de Smnlensk para Boro-
dino passaodo Napoleao acavallo junio ;s
tropas de JNey, acerlou de ver que os" Por-
luguezes io ni testa da columm, e fassndo
a este respeilo algumas observacoes ao mare-
chai esle llie respondeo Sim senhor, os
Porluguezes sao os nossos guias e aquel les
que osseguirem nao sedesviaro,por cerlo, do
camiuho da honra.
Curada Hydrophobia.
Hum medico anda moco de Vene/a foi
mordido por hum galo d un nado no mez de,
agosto de 1810 ; as feridas causidas pelos
denles do gato ero em tres differentcs parles
do corno ; o gato morreo pouco dejiois ; coin
todos os symptomas de raiva ; o medico fez
todos os remedios seguintes ; espremeo o san-
gue das feridas lavou-as muito bem, e /|S
horas depois as cauterisou levemente ; ape-
sardisto, as feridas apresen'.arao logo todos
os symptomas do veneno hydrophobico ; o
medico bebeo eulao todas as iiia'uias vinagre
puro, e no decurso do dia toma-va dous copos
de hura cosimeiilo de grao de gicsta ; mas, 110
decurso de cinco semanas perdeo toda a su 1
alegria ; taciturno procurava a solidao, e cho-
rava noile e dia ; o seusomno era curto, in-
lerrompido militas veses ; linlia a cara palu-
da c os olhos aloguedos ; o facultativo que o
tralava observou que as gandidas por baixo
da lingua estavo enfartadas ; ento Ibas
mandoii caulerisar piofund imenle com hum
ferro em braza : esta oueracao oi seguida de
huma grande lebre que durou tres dias ; no
flm desles diminuta e cessou e o doentc res-
labeleceo-se coinpielamentc
Rlelbodo para carear as ras.
Mr. Chiimbers, engenheiro Ingle/, muito
conbecido inventou para calcar as ras
hum methodo, para o quai obteve um 1 |>a-
tente de inventor ; este methodo re-
ne as du s (.iilidades essenciaes ueste ca-
so o aceta ea 1gu.1bl.1de da superficie da
rua, .i- Chamber manda assentar sobre
o terreno que serve de base ; ra huma lorie
(amada de barro sobre esla meada lmar
nutra de area, e lie sobra esta que sao as-
geniadas qs pudras da 111a, e aos lados deila
ha canos para o escoanicnto das agua*. A
calcada be leita de e.lras de gravito, de igual
altura e postas de modo que a niaior largura
ica para baixo ; os inlervallos cnlie as po-
dras sao clieios ile materias duros, e ludo isto
he coberiocoui huma carnada vilrilicada que
be propria para resistir humidadee a hic-
cu. Este mclliodo decalcar as ras parece ler
duas utilidades ; a de fasecsupportir por lo-
do o pesso dos carros base das ras, elaiu-
betn a de impedir que a tena suba super-
ficie c se misture coin a agoa.
cu-)
Jornal do Commercio, e des*>jarem ter a col-1 Perreira primeirO mprensario de AlgodriPHi
ecco desta folba desde o idia da soss.10 das
cmaras devoran mandar fazer a asigualura
antes do da 1" de abril, para nao conerem
risco de fiear sem alguns nmeros cdmoqoa-
si senipre acontece quando chega asaasigna-
liirs depois de comecados os trabalbos legisla-
tivos
E pois que nos dirigimos ao public apro-
vcilamos a orcasiao para declarar que o Jor-
nal do Commercio continala a apresen lar na
sua redaecao os mesmos niel lio rameo tos pro-
gressivos que lem apresentad dfesdfc propriedade dos actuaes editores aim de tor-
nar-scainda mais digno da prolecco que ao
publico lem merecido.
Como nunca fzemos buma s proiOessa que
nao fosse religiosamente cumprida ficainos
pieos nos^os aslgnonles e o publico nos dwaS
inleiro crdito quando Ibes asseguramos pie
os melhoramenlos do Jornal do Commercio nao
sollrero interrupeo.
AO PUBLICO.
Eil sobre o Prelo e brevemente ser dada
a luz a segrate obra dividida emires To-
mos. O primeiro comprebende os secutas it>,
017; o segundo o secuta i8# ; e o Terceiro
o secuta presente.
MEVJORIAS HISTRICAS
Di
PROVINCIA DE PEHNAMIr.O ,
precedidas de um Ensata Topographico-His-
lorico dd mesma Provincia,
por
/(>; Bernarda Fernandot Gama*
A impressao do primeiro l'omo ;i est a:li-
antada, e por lodo o mez de Abril estar el I
a venda. Os Sis que quiscrem assignarao-
bra e que pur isso a obler pelo custo da
Typographa, queiram iraPraca da Inde-
pendencia taja de Livros n .iy, JS assignal -a,
e declarar si a querem emlboxura, ou em
Livro ; cerlos de que esta ultima encaderua-
co lem sobre o proco da primeira mais lioo rs.
em cada Tomo.
O Tomo 1., que se hade vender em Abril
contera os seguintes livros, alera do Eusaio
Topojraphicu -Histrico.
Livro 1.
Da origcm da Naco Portuguesa ; dos des-
cubrimento da America e du Brasil ; dos In-
Om S. Miguel do^ Campos provincia das Ala-
goas ou em sua falla s<-us prenles a negocio de
scu inlerer-se na ra das nuzes em Periiambu-
co D. 4 a falar00111 J'ize (loncahe/ da Cruz.
Para o Rio de Janeiro o hrigue Ameri-
cano Feliscortioseu carregamonlo qaoe com-
pleto sai no dia 3o do correnle queiri quizer car
regar volumes nlitiflns nbaix de Barricas oit
ir de passogem dinja-se a Vlanoel Joa-
quina Pedro da Cofltft.
Quem precisar de urna pa rda para,
o sorvico interno de urna casa d Ho-
rnera solleiro ou de pouca familia: dilija-so
ao beci dos .Martirios casa U um.
PrecUa-se de um hornera Portdgucz, ou
Hespanbol q' c-nlenclu d estilarn jlara ir para
o Engenta) BurareoM fregueeta da Serinliaem
quem pcrteud r dirija-sea filar com Manoe!
Oomalvcs da Silva na ra da CaJeia do Ileci
le.
SHT Na ra do Rozario estreita D. lude
fronte da tgreja, vende-se canarios do imperio
bons cantadoreschegados prximamente, hu-
ma cama de amarello nova c 11 caxilhos com
vid ros proprios para taja de miudezas na
mosraa^ dir quera lem, estojos com na-
valhas boas afian-jaudo-sea rjualidade.
tST" A Coramissao Admistractiva di Socio-
dade Harmnica Tbealfal convida os Srs. So-
cios reunio no Domingo i do correnle
pelas 1 o horas do dia na caza n. 4- defronte
da Igreja do Corpo Santo a fim de se pro-
ceder elleico de nova Commissao Adminis-
tractiva na forma dos Arls. 1 c 3o. das
Estatutos.
Quem precisar de nra menino Urazilei-
ro de idade, i para 1 i anuos o quat
di fiadora su;< conducta, para Caixcirode
quiquer nao : annurtcie.
1 ;. r de hura Caixairo para
lomar c. casa ou meante por
balance tar asna conducta; an-
nuneie
I2T A it!i i or n raifl Getrudee mora-
dora na ra da Ftareulina e a Senbora por
nomo Auna moradora na rui das Trinxeiru
e oUlra Snra. moradora alraz do Rozario as
quacs dero rouia cuja a urna negra criou.'a
por nome Mara para lavar queiro hir ou
mandar buscar dita roupa no lugar d'Agua-
fria pacando o rio primeiro sitio a es pierda.
i^T Aluga-se duas canoas novas abcila
huma carreg 1 ioo lijlos c outra 600: a-
digenas Pernambucanos 5 edo Govcrno dos: traz dos Vjalirios ra do Cildeiro casi de tro/.
Da guerra
Donatarios era Pernambuco.
Livro a.
lollandeza durante o Govcrno de
Malinas de Aluqiierque.
Livro 3
Da guerra llollandc/.a durante o Governo
de U. Lui*das iiocbas e Morja ede seuSUC-
cessor o Cundo de Bagmiolo at se completar o
' dominio Hollando/. 110 territorio de Pernambu-
co com afligida do mesmo baguuolo para
Sergipe.
Livro j.
Do Governo do Principe Hullandez, c Mau-
ricio de Nassau*
Livro 5.
Do heroico grito de i.ibcrdide soltado pelo,
Periiaiubucanoi*; oda 2 guerra rldlaudeta,
at a total expu'so dos Hollaudezcs.
Livro (i.
Do Governo dos Capies Generaos Portu-
gue/es desde a expulsan dos Hollaudezcs al o
lira do secuta ij ; e da creaco do Uispado.
lgrej Pe iiarabucana.
LOTERA DA BOA-VISTA
O Thezoureiro da Lotaria a beneficio das
ubras da Alatriz da Boa-vista la/ BCteute aos
amantes deste jogo i|ue as rodas undao im-
picleiivelnienle 110 dia seis do prximo mez
de Abril e os bilheies acno-se a venda nos
tugares do costme.
O Jornal do Commercio ao Publico,
Approximamta-se a poca da abertura das
cmaras legislativas convocadas para o dia
,u de alnil p. f. julgaraos dever prevenir o
publico de que o Jornal do Commercio apre-
sentar por extenso do mesmo modo |>orque
o lez o auno passado os debales da cmara dos
Srs Uepulados } e que igualmente publicar
os trabalhos do Senado, por extenso ou em
resumo, como meibor convier e lr possivel.
As uessoM que osuda uo lorcn oteigooutaa do
Avisos Di versos.
tST Antonio Leiudro da Silva vendo o
iiinuiicta ieilo peloSul-Prefeilo de Flor* ,
sobre a appreliensu do seo escravo .vJanoel ,
! que ce a ha ausente de seo poder desde Janei-
ro de 107 ; declara que o bouve por compra
ao'Sr. trancwco Jos de Magallies Basles,
: do que lem o competente lilulo legalisado e
que passu a procurar os meios d'o liaver a seo
i poder.
-----Aluga5-se tres armazens bstanles
grandes e proprios para carne mi oulro qual-
quer negOOo na ra da Praia ; a tratar na
mesma ra com Constantino J5<- fiapousO
Joze darlos Texeira roga aos 3rs. Major
Joze Gabriel de Moraes iMayer, e Ten. Manoel
Suaves de Eigueredo queirao botar no Correio
us Callas que para o mesmo Uouceio laes
Snrs. do Kio Grande do Sul edasquaes lo
geiierozamenle se enca regaro ; rogando ma-
is ao br. Tente 1 igweredo a entrega lambem
das enconiendinlias que troce as quaes pode
deixar na loge do Sur. Antonio Joze Piulo 110
Paleo lio Colegio.
I'iecua-sy Cala ao Si. iManoel de tal
portas veriles.
ijf Precisa-se alugar hum, escravo cos-
nheiro : ipiem o liver dirija-se a rila dd Ca-
deia nova 4-
izr Precisa-se dehum feilor pira hum
sitio, eque clenla de planlcoes : quera
estiver neslas circunstancias dirijase a
Trempe na venda do Sur. Muniz.
%r" Antonio Luiz de Sorata mudou a sin-
residencia pira a ra Direila casi [) j 3 la-
do do nascente.
i.^r Percisa-sedo urna mulher preta ;i >
bous coslumes para ama de casa de Ouca
familia, e de portas para taraj e me d co-
iiheciineulo de sua conducta : dirija-sa no
atierro da Boa-vista 11 .
nf Desappareceu no dia i5 do corrate 1
tira escravo prelo por nome Roberto de uoeri
licuguella com os seguidlessiguaq* estatu-
ra regular bem encorpado com multas mar-
cas de bcxigai roslo largo, nariz chato c.-
fula ; lera um grande lalho na cabera procu-
rando a lesta da parle esquerda ; he ainda
meio bucal e fo vestido decalca, e camisa
de algodo trancad': os aprehendedores con-
duzu-o ra do Vigario ,, arnn'zfra I) ouze.
tZT H; quem lenba duas canon* coiri o
seos competentes conoeiros para botarcm an-a
ou tijollo em qualquer obra e nesrao far-
se-ha ajuste deempreilada para altercar al-
gura terreno : quem pretender aiiuiiucie ou
dirija-se a ra da Praia defronte dos armazens
novo, D. t.
557- Urna parda solteira solTerece para a
rna de caza prefei indo a de alguui liomem sol-
teiro sabe cozer lavar e engomar com per-
leicao fazer lodos os airan,os Je caza ;
quem a pretender dirija-se a ra do iVIundo
iSovo caza U. 3 lado esqerdo.
Precisa-se de urna uui 1 de 'eiie que. se;-t
dcse,iubjracada ( sem lillio ) forra, ou cap
liva {' quem estiver nesta circunstancias diri-
ji-se ao Recile no Porlo das Canoas iu ra
do Apollo (i, segundo anidar.
tsy I reciza-se de alugar huma caza no
bairro deS. Antonio ou uo visti que seu
aluguel nao exceda do rfS'ooo ; quem a liver
anuncie
J- Quem anuunciou querer una peisoa
para cobrar urna divid lora di piara pod
ilirigir-sca ra do Negueii 1 D. que Ha-
char com quero tratar.


DIARIO DE PERNAMBCCO
S'-.'Tta'n':
2T Fugio do sitio agoa fria de Pebiribe ,
um cavallo de estribara muito passeiro, car-
reja bem ; e esquipa de cor castanha, pus-
9o to corrrnte as ?o horas da manli" no sed
armasem da ra da Cruz.
BT Sexla fe ira Jo do corrente e a ultima
, ...._,,----- ( ----...,. .V.... -V. U WI.V..V- -
co o comprido cabrea grande, calcado das praca da Escuna Porluguez Formiga com
mos e de um p tem seinpre o pesquer- todos os seus pertences na praca do Com- [ rua do cotovello com o Celestino ,
i'l\ 1 IIP l\ -I ( 1(1 n -------------- I ^_ .'A^~n!Jn I,. I l.w.i MlUU^*
00 Urna venda nos quatro cantos da boa-
vista com os fundos de dous con tos de ris ,
a dinheiro ou para se desonerar dos credores ,
ed-seopor eento de abate-, a tratar na
fdoincbado; a (|uem for olferecido pode tomar uiereio
___ .' nni'tOftilvtli *!.. .IA f 'II___>m .. v tw, lAIWlAI /
e em sua
canalla ; e
e partecipar a rua do Collegio n 9 no tercei-
ro andar que ser reconi|)ensadi).
&3^* Arrenda-se um sobrado de dous anda-
res emOlinda, roa docoxo. com bom quin-
tal murado, e com algumas arvores de ructa ;
a tratar na rua da lamngeira i), ti.
X3f Quem annunciou querer vender vara
e meia de cordao de ouro dirja-se ao pile-
do Carino I). <) r.o segundo and..r.
s^- AInga-seum grande sitio no lugar da
Passagem da Magdalena com bnisa paru c*-
pim pasto suficiente para 'vareas de leile ;
nova ; no beco i
C^iie fazem lexandre !Ylackay& Com-
panhia por intervenco do Correlor Olivei-
i sendo principalmente caivetes navallias
para barba tisouras martellos lacas e
garlos- trinchantes, fiadores, lancetas, ser-
rotes de mi meros altos, caixinbas de mogo
conlendo cada urna so garlos e lacas de cubo
de prata 5 lerca fera >4 do crrante as lo bo-
tas da nanh no seu armuzem nu rua da Cruz
r, o
A -
p 1* l s
$s
i-
/
sr?* Uro-pesode*duas arrobas-al meia li-
bra, ja servido ; na rua do. cadeia velba D.
en annunce.
1 7" Um negro que entenda do servico de
campo-, quem livor annnncie.
&?* Um casal de coelhos- na ruadas trin-
cheras sobrado D. 18.
C5" V'aecns. que ten lio crias e sejo novas,
quem tiver annnncie, _
- Um cKorrinho de raca de filia ; quem
ti ver nnnuncie
*a urna estola da mem cor bordada de ouro; delibrase) et as ditas ditoarea prcia di-
na rua d-i unia sobrado novo de dous andarej todo Lima, e VareiSo. ch.'i isson de pr-
-SS7" Urna obra de breviario em bom uzo e caixinbas de duas libras e meia por ,poo, tin-
oma Metbapbisica de Genuense, traducida ta de esrrever preta a encarnada a 6o o poto
e notada por Coelbo 5 quem tiver anniui' ie dita azul a I m caxorrinho pellado, para remedio; i rafas ditos do massa paracV
no che da companiia,
L no pian no perpendicular que seja
! casa azeite de carrapato a 'o a
precisa de negras para venderem azeile pa-
gando-se 00 rs. por caada.
SSS" Urna osera va de naci angola, de ida-
de de j8 aunos boa lavadeira. cozinha o di-
ario de urna casa e be quitandeira ; na ral
da Concecffo da Boa vista D. 8.
CT MEIOS Bilhetes da lotcria do thea-
tro eCautellas de ditos a quinbentos ris ;
na praca da Independencia loja de eneader-
nador n. 56.
(3* "Urna casa terrea nos affogados defron-
te da Igreja de S. Mi"U"el i trata-se com
Antonio da Costa Lobato', visinbo a nv
casa ou nesta ypografia.
sey Dous pseratos de dado de inli a5 an.
DOS um moloquo de fi anuos de bonita G-
gura ymcreonlode iSannoSi de ellegan-
ura o ptimo p igem 4 escravas mocas,
de bonitas figuras, lodps com habelidades .
urna linda molatinha de 16 anuos oo*c en-
gomma e he recofhida a par'.0 do um so-
brado na rua de borlas, que rende > 000
mensaes, euma completa sguoilia j na rua
de ftffoas verdes n 3R.
^?" Rap rolao [fnmburguoz em garrafas
desembarassadas de qualquer onus, sendo
urna na rua do Fagundcs outra na rua Au-
gusta e duas na rua do Peixoto; a fallar
com Manoel Ferrcira Ramos na loja da quina
da rua do Crespo
S2T" Duas rodas para carroc, em bou?
uzo ; na rua da Cruz n 52.
5-5* Duas partes de duas casas terreas jun-
tas urna da outra no all rro da boa vista com
granpe quintal rom sabida para a rua formo-
za aonde se pode levantar urna grande mo -
rada de casa ; na rua do collegio loja de li-
vros.
13F" Urna cama de angico nova e mo-
derna ; na rua do Livramento D, 5.
SJT" rVieios bijbetes da loteria do lhcai.ro B
46oo ; na quinado beco da Gongregaco D,
ti loja de Jos Estoves Vianna,
iiiscrnvds
^ unidos
tOT Pelas seis horas da mflnh do da i(j
do corrente ftjgio um raoleque de idade de. i
de
nomo Gregorio, creoulo, ai
ingler., e de Itoas vozes ; na piaca da Inde-
pendenoia n, .5- c <8 se dir.
e 11 d a s
com fente para a estrada
|i\L'!rito em casa do JoSo I u io da Silva
Ramos'
' A Snhora D. A nna Joaquina de Ol
eir l'.araia dirijase a rua nova n. 10 "
raaelheentregar urna carta viuda do Riode
Janeiro.
S5r Quem antitinciou querer vender *ara
c meia de cordao de ouro dirija-st; a rua do
Livramento i) 7.
W ( erdeo-se ama canoa no da bS do cor-
rente rom Hi> palmos pono mnil ou monos .
pintada por dentro de encarnado, e por lora
de verde, e com fundo novo; quem dola (i-
vernoticia dirija sen ruada cadeia U
que ser gratificado,
r. y O accionista i< desmancha-
da debilbetea das Loterii s em irte
tazscieutea os apai\ona oso riue
tambenrtem cautellas pcrieti.. a nv rta
parle dos bijhetesda lol?ria em
cujas camelias o mai ir pn
t- quinbentos b qual <. .-, > ,. .___ ,.,,_
te nodil I de Via annuncio do
Sr. Thesoureiro ti no atterro da R ia
vista na Iota do Sr. Ra n eaul -lias de qn ir-
te ena pi ,:.,\(,. gr>
na ruado cresp adezas D. 5, e as
ponas venda 1 apnoncianle 5 e nos
mesmos lugares se acbo a venda as da lotcria |
da Rea vista, que corre no da de Abril con-
forme annunciou o Sr. Thesoureiro'.
NT Antonio Camello de Vendones subdi-
to porluguez relir-se para oortuca'
m> n.,m ,.i a Dnil!l "gura meia ladina por preCo cora-
oi^^^^-S^r^^^H-odas naruaDireita D ,0 lado doLivra- ,
oiia^as, 011 (Je .meo e moia annuiicn>. 1 ,,,t Por
BT'Uuemquiseralugar urna casa no Von- -^. rrm^ ,.-,___ 1 11. ^"^
i,__v i 1 C7 Urna canoa de amarelo de carreira ___
Hogo, que tciiha bom quintal, ou um sitio nMii'o Ipvp na Magdalena, at o principio da estrada no-1 Zoad^ sera fei.io 5 palmos de cordao de prata, e de 1 Gratificar,
va, annuncio. i '^ V'1 |. ,rta com orrentc ecbave, urna carleira decampanba em bom estado por ^ No da ,5 do corrente fu.io ma ne
tsr O abalso asignado deelara-ao res,*!-1! \'X\!- 7 K C"rre6ar4 DeSS0!'s ; nl rua 8000; na ruado Rangel D. 18 no primoiro 6 de nome Roza, do gento depur per"
tavelpuMico, qtie parte descusbens pinho- n' 'fmarSn At. ,., 'anlI;ir- nas^cangalhadas, urna mo bveira de id-
-los por Joio Pinto de te,., e ou,oS -ei^wDrJ221i \ fr ** ma ue de meia i(lade' Para deioann.08' '^uvesido saia de fa ,a r
seuscredo.es, continua i, en, ,,.,,,.., :,;- \. Cto 7)' IT 'lo L" mat.o por saberSrabalbar de encbada por camiM do madapol* com babad e ,v~
-o do corrente na poca d i,,. ,. : p tori defoda od. e di- ^^5^ ^ ^^ ^ ^tK^ffi ^^^
lo mai raa ludo ieito na Ierra ; assim co- ___tt m. ,lr. x............ inda na rua
anuos
grossuraregular, ps finos, mos compril
'*;is nem 1 1 sonbo levo vestido
casdemetn ,,co camisa de hapapolo,
e bonet a manijo com lilas dos lados ; qum o
pegar leve aplaca da Independencia n u
quesera recompensado '
tsr Desapareced ,h casa do abaixo assigna-
do urna escrava de nome Mara', creoula, f-
!"1S *V"a C0Stura ''al'0^
didadel.ecb.gas, levo vestid 1 le cbi"
la, e ,ano da cosa rog., a t.Uas amho-
ridades policwes tonto da pr*ca com do inte-
riora laco prender e mandar a praca da
boa vista venda D. .j que 6raif1Cara Jos
Al ves Lima.
cr No dio .7 va creoula de nome Raimunda de idade de
a5 anuos, de estatura regular, m(.a fulla
pos seceos levou vestido saia de lila
------, ....., ..,. ,.,;, |,u,t,^,, ricas tisou-
rinbas finas e inglesas para unlia pentes de
mprfimde tirar ;uolbos, ditos de tartaruga
para alisar, escovinbns para denles e para
oscovar podras um rico sortimento de bicos
largos e estrelles brancos e pretos superiores P^ seccos ie. valido sai,
mantas de bico de blom para senboras c me- ba,x0 vesl,d? de^,utu a'-l m ores amarlas
ninas, a 3aoo e 48oo lencos de ditos pretos e l,;,!in0 Pardo s,ob;P os hombros ; quem a pe-
defi- er (ve a rua do Crespo loja que ^
gratiheado '
ir No dia 8 de Marco p p. fufio Bene-
dicto de idade de ........
ior
TT Bilhetes, e meios bil heles f,J,a,unsa ,,-?0 "m rico sortimento
tas degarca largase estrellas ricos nderecos
ga unos pata marmita, menas .mima- 1----*" --"v" "asante pequea
snte chegadas. e outras muitas miudezas >m alguna cbelos brancos, nunca larga
rpreco com modo ; na praca da Indepen- cac'nliem que fuma o qual t,az sempro
ncia nr 0.0 e na rua dos Quarteis I). i. no ^oz da seroua quem Q peg;jr ^ ^ F
tZT Urna Imagem da conceicao de ouro de ^"reth ao Cajiilao Jos de Siabra Andra
TI f.uli. C r.lmo A ^~At*. .1 nrnlr. a ^ OUe TU ti fi/l I .
I re -
como se concerla toda obra de tartaruga ;
pateo do Currao loja de tartarugueiro
Urna canoa de boas madeiras e bem
reilo da lerccira vari
nio da (rndade
SS7- Um rapuz porto; que
lar agoarden le dedn ualidau
rece para caixeiro ner
excepto venda c raesn a
vincia ; quem preci ir ai
S^P" Precisa-se de um lixeirt
im7,l0inm,n, > raa serrana do Cardia
.apaz de tomar conta de urna vend I
lauco, quem se acar nestas dtcuii -ncias
annnncie.
CT O Sr. Vicente Ferrcira Marinio pode
u a rua do Livramento I), receber o cva-
lo que por di derenca de 5 000 deixoude com-
pra no dia 16 do corrente.
iiimi-uudiuiar. <~r-~-~wmnnmmt ou em Olmdd na rua
SS- Um sitio na estrada dos afflictos com & Amparo casa que tem padaaia oueserl
rande caja de vi venda leudo J salas 6 rt'(,oro pensado. H era
quarios um soto com dous quartos grandes, *3" ^o dia a'j de Dezembro de i838 dp
- casa para negros e dita separada para ne- appareceo um negro de idade de ir. n . ... eto h,xadura de Ierro, de io^ estribarla para cavallos tem bas- os com os signaos soguin'es es.atn^
, oh 'l 'V,a|VCnrm' CUm nC" antes arvores de l'ucto de diversa qualida- pl, nariz chalo CoSumaf Si. ^
- MI.Intii-ii 1 .1 rasapromptadeallaias outrora-sepor ou- 0,ho ln uniaspe(iiienasrlandiil-w rt
ecV" I el. di C 11 ei'a-^ l,,Mlro''tpropridade.^tapioca } a tratar no mes- ebeo.quo sdse L Len a j ^
-.- nu. I1 erreira ao pe da a fandeja nhecido per Maior : auem n n,. 1
i_c/ Uito esclavos una nrcta mora pn- ^ ti 1 7 r, i,. i? ,;' '. ,lut,H o .pegar leve a seu
.rnmnv. rn .. ,n i i 9 ', i C3" Urna molala de idade de a5 annos &1- 1 'rancisco RodnVues da (Voy m^ 1
gomma cose, c cozinha moleuues de 10 !.: r. .' ...... ,! / 'u<-3 ua uu/ morador na
.unos.!,. ifl.1L "-qut!. "t 10, bonita iigura engomma liso tose e coz.- dos CJua.rleis, que eralificar: ., m
o 1 I ..; tmw fj'uuiiLditi com cen
I __
Jjc ln o
C3- Que fazem N O. Bieber & Compa-
nbia por intervenco do Corretor Uliveira
f transferido no dia 1H do corrente por cauza
da chuvajd'um, bom Sbrtimeilo de espinfardas
lasarinas ditas de. 19a.anvetlas, brochas- co-
II eres de oiai.hu, bezerro, podras paTa ..
dedaes, triuebetes, cs.iLus, bridas, miwao-
gas caniveles, ibouras, e facas dexarque-
ur&c. quinta feiaa do corren le os 10 d
nianba no seu armazemda rua da Cruz,
tSf- Que faz Adolfo Schramm por ini
duna, e com ni 11 ilo uouco uzo ; 110 carmo
vellio ruado Fernandos casa junto ao sobra-
do ou uieiade dos ditos.
SST Urna vacca parida ; as 5 pcuitas De-
cima 17.
^* Duas claj netas e urna casa na boa
isla quem quiser annunce.
t-v- .enienlesdeorlalice, e bichas pretas
chegadas do prximo; na praca da boavista
i 16.
mr MEIOS Bilhetes da loteria do Thea-
rSM3lorrelo,oii,,ra. ,,,;,,; :;,:t;^\^i; tSSLZ
de rosles novos, prximamente ebegados I cima 7. jwmw
consisiiiido em commodas mc.ia, oirempcsj i.,- Bichas do
deXr UOTVOil IU"! 1- 1 dito, da loteria do! ^ Livramento D.\T ueT "
-... lo a d ... ate na quina do beco. lh?airo l; ; J, v,,(llv (j(1 (|e D 8arfo< ^ seu. recompenr
duafban s'd Im !"'" I,al,""1'a'j W" Mwo^bbetes da loteria do tbeatro a
.... bancas de Platudo de Jacaranda, amo- 458o; na loia de Manoel Gomes de Ca.va-
duna ecom muito nonin uto- n *.,..., I i,_ u.iei ut/ ^,,,W1-
llio ao p do arco de S. Antonio.
BJ" Bilhetes e meios ditos da
lotera do
secrefari armarios, 1
tbeatro 5 na rua do Cabug loja de mindezas
junto a botica.
8^ Meios bilhetes da lotcria do tbeatro :
no alieno da Boa vista loja de fazendas i). i5.
lar* llheies e mios ditos da loteria do
tbeatro a 4>oo e os inteires a uove mil r.
iiI rua da cadeia n 48 loja de cambio/
tST" Rape de Lisboa chegi do pioximamenle
e eauas com vallas de cora lab. icadas em Lis-
boa de diversos tomanlos ; na rua do Vi-
cario n. i:> oasa de Mendos e Oliveira
t-J- Um moJeque do gento de anela mui-
11.. .......... .1
itloviineito do i*ortu
11" orneo...
]:;' 1' dor handeii 1.
:, 1 i-, ... ~"tiiuc uu genuo ueansoiamu- >. 11. L.i
x-ndreo, na rua do cal [ odor na rua ata.u dos Martirio. D. a9. : D fodo no l.meiro raffiara j
KA VIO NTRADONODIA,9.
PKLr :s l'ORTOS DO NORTE, .8 dias,
Barca de \'a]Sr Kac. Pernambncana Jo
2^0 tonel. t..riiao Francisco Rdobh
passageuoso Fxm. Presiden le do Mara-
nbao onoel Felisardo de Souza e \dio
com sua Senbora, 9 Gibas, e t escrotos
niais 49 passageiros. '
SAtlO i\o MESMO IIA,
'< "ESTE 5 Galiota Holorideza H., MesliV
-. n, Lielqueira carga asscur.
'........'-'""i -<-'.u nos ma.tir.us I, ao. ''o tundo no lamciro una Pan*. ,
4 casa, iWa6 novas, bous, Uvres e^lCdT'E^A nV.UE mTKlK
tb#


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