Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04043


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Full Text
Anno de 1840, Truca Fkira
^Tudo agora depende de ns mesmos; da nssa prudencia, modcra-
o, e energa : continuemos como principiamos e seremos apontados
coro admiraco entre as Kares mascullas.
Proclamaco da Assemblea Geral do fratri.
---#-
i 3^ooo por quartel pagos adiantados
es U. 5, ena Traca da Independencia
Subscreve-se para esta follia a
tieSla 'J'ypocraia^ ra das Crines u. o, enarraca ca mciepi
ns. 37 e 8, onde se recebem correspondenciaslegalisadns, ennnuncios,
insirindo-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e viudos assrg-
gnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
17 de Marco.
NuMEttfli 63.
j-__________.
CAMBIOS.
Mauco ifi.
Lnmlrcs...... 55 d. por fgona ced.
I.istioa....... S0 por 0/0 prenio, por mciaio.TerecidoJ
J' '"ca.......7tji reil por franco.
fijf too rs ,
hfo de lanciro no par.
Ol.'J >'oe.las ,le
Dilaa
" "i'as He 4?oon rs.,
Plt ATA Pstaedes raveiros -
, Peto Columnarioi------------- i#>So a
Ditos Mexicanos-------------------'#5(ir a
Premios das l.clrns, por u,ez i;S a 1 l|l poi o*.
Moeda de coin 3 a por 100.de clise.
Velhas i<"no a
Novas i4">.>o a
8/jf ioij a
..... I^58> a
tig-na
IjVoVhp
1/6S0
Dias da Semana.
' Segundas e Sextas Fciras.
Hade d a Parahiba e Villas de sita prctenco.................
Dita 1I0 Rio (irande do Norte, e Villas dem.................
f)ta da Fortaleza e Villas dem........................
Villa de Goianna................................
idade> 'I- Olinda................. -..............Tnrln. n das.
Villa deS. Anto..................................Quintas f'eir.is.
Dita deGaranliuns e Povoaro do Bonito.....................|)as lo, c a4 de cada mez.
Ditas do Cabo, Serinbaern, Rio Formozo, e Porto Calvo............Idftn 1 n, e ai dito dito.
Cidade das A launas, e Villa de Murrio.........................Iilem
Villa de I'a a 'i de Flores.................................dem
Todos os Correios partem ao meio dia.
dem
13, dito dito.
(
1C Segunda-----S. Cyriaeo M.'--------. Sessao dr. Thet. e m.H. do J. de D. da 2. v.
17 Terca---------S. Patricio Ap.------------------l'.el., e aud, do J. da 1. v do C. de m.
is Qnarta-------S. Gabriel Arcanjo. --------Sesso da 'I hezourari 1.
19 Quinta------->i< S. Jos Espoio de N. S.-----
!() Sexta---------S. Martinho Damiensc Are. Sos. da The*, e aud. do !. de D. da 1. v.
'.'( Sabbado-----S. Rento Al.-----------.....Piel. aud. doJ.deD rfa i v,
2! Dom. 3. da Qtiar. S. Hemygdlo -
Alare chela para a din 17 de Marro.
As 5 hora? e 4a minutos da tarde As 3 horas e 6 minutos da manli.'
PERNAMBUCO.
ASSEMBEA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL DE PERNAMBUCO.
Arla dan. Sessao ordinaria da Assemblea
Legislativa Provincial de Pernambuco aos
14 de Marco de 18/fo.
Presidencia do Snr. Dezemhargador Maciel
Monleiro.
Feita a chamada acbarao-sc presentes 9.2
Senhores Dcpulados, fallando com parlecipa- maodou a meza a seguinle sob-emenda Para
cio os Snr. Donlor Alvaro, e sem ella os os contraventorescolloque-se a molla de 10U
Snrs. Meira Manoel Cosa, Manoel Ca- <> dous dias de prizo, sendo duplicada, e trt-
valcanti ,' Lopes Gama, Leonardo, e Dou-
lor Pedro.
palavra compraren, e depois da palarra ven-
derem accreseenle-se- gneros ao Publico em
Ioja ou taberna o arligo i3. com a segunda
parle da emenda da Commisso depois la
palavra entregues seja assim o fim do rti-
co- ao Fiscal paraos faser inutilisar -, fican-
le da mesma emenda substituo-se as penas
pelas de aU a 10U, e de a a 6'dias de pri-
so
Posto em disetissao o artigo 14 com a emen-
da da Commisso, o Sur. Doutor Peixoto
plirada a multa as reincidencias e ohriga-
do o contraventor a remover os careos sita
Aberta a sesso ieo-se a acia da anlece-; cttsta e passando-se a votar, fot approvada
dente, que foi approvada. a desposico do artigo sem a snelo, regeita-
Passando-se ao expediente o Snr. 1. Se- |tta a pena de priso de ambas as emendas ,
crelario fez menco de um officio do Secretario addiada por empate de votos a pena pecuni-
da Provincia, em que d os motivo* porque a aria da sob-emenda Dr do Sr. Pei xoto, e p-
Camara Municipal desta Cidade nao ineluio provada a remoco doscarocos comminada. na
na Acia da apuracao geral os votos do Colle- mesma sob-emenda.
giodeCabrob j fot remullido a Commisso Foi approvado o artigo 15 com a emenda
de Poderes. i do Snr. Paula Cavalcatile- depois das pala-
Oulro da Cmara Municipal do Pao do A- vras pocos e assttdes aceresrente-se pttbli-
Iho remcltendocopia da A'ta da Eleico dos eos, sol pena de 3oU de mulla, eo duplo na
Depntados I roviociaes, que tambero foi re- reincidencia, salva a redacao.
mrll ido Commisso de Poderes. Foi rc;',eilado o artigo i(3, approvado o ar-
Uma Petico de Manoel Antonio d Assum-'tigo I7.c0m a emenda da Commisso -su-
nco Cardin, Prolessor de primeiras Letras primao-se as palavras-por meio do Fiscal;
do Curato da S de Olinda, offerecendo um regetlado o artigo 18., e approvado o artigo
Compendio de Grammalica Latina para nn ip rom as emendas da Commisso subsli-
caso de ser approvado, mandar-se adoptar tna-se ;i um mez tres meses, e do Snr. Dr.
as aulas Publicas, e conct-der-se-lhe urna pt.\olo-siiprinio-se as palavras-e nao len-
grnttficaco coriespondcnle ao merecimenlo da J0 at o fm.
obra; e foi mandado Commisso de Foro regeilados os arligos ao ; ai Picando
inslruco Publica. prehldcadaa emenda do Snr Mello sttpri-
Leo ,t I rojeejos do Snr. Anlrade Lima ; roa-se desde as trras porem ate o fim; *,
um providenciando sobre o numero de Jui- 73 j e ai-sendo approvado o arligo a5 com
es de Direito das Comarcas; ottlro provi- as emendas do Snr. Urbano lirem-se as pa-
denciadoa respeito do proviroento dos em- Javras -ser preso em flagrante e em lugar
pregos provinciaes, e marcando os casos je ,5 Jas de priso -diga-se b ; o artigo 16.
em que o Presidente da Provincia pode re- com a primeira parle da saneco apresenlada
mover suspender, edemilir os Em pregados pela Commisso em sna emenda-mude 10U
Provinciaes ; e o terceiro authorisando o mes- .)ara 4U, e o artigo i- com a pena pecuniaria
mo Presidente para classiicar as Comarcas, SOmente.
em primeira, segunda, e terceira ordem, e ler o Snr. Presidente, deo para ordem do dia
cm consideraco cssa deviso quando hou- Leiltira de Projeclos Indtcaces e parece-
ver de nomear os Juises de Direilo c Promo- es de Cornmissoes conlinuaco das poslu-
tores a fim deque eucelem as sitas carreiras ras da ordem do dia de boje, incluindo as
pelas Comarcas de inferior ordem ; e forao partes dos artigos addiados por impale na vo-
apoiados, cjulgados objeclo de deliberaco. taco Posturas da Comarca de Sanio Anto ,
Passando-se ao expediente, dis, a ordem e primeira disetissao dos Projeclos nmeros
do dia enlrou em discusso o artigo l. dai 35,44, 5o e^.do anuoprximo passado,
Posturas da Cmara Municipal da Villa do levan tai
Decreto de 1 de Peiembrpdo anno p, conceden
a graduaco de Tenenle coronel ao Major de
primeira l.inba desta provincia Jos da Cos-
ta Rabello Reg Vfonteiro.
Dito Ao mesmo enviando-IIie a copia
da Relaco dos olHciaes promovidos para o
sexto lalallio de Cassadores do primeira li-
nlia por Decreto de >. de Dezembro do anuo
prximo passado a fim de que a faca publi-
car em ordem do Dia, e por as competentes
verbas nos assentos daquelles que perlenco a
esta Provincia.
Dito Ao Inspector da Tbezonraria da
Fazenda, communicando-lhe o conteudo no
precedente oltcio.
Dito Ao Commandante das Armas sig-
nicando-lbe que o Governo Imperialetn
Aviso de S dcFeverciro ultimo, expedido pe-
la Secretaria de Estado dos Negocios di Guer-
ra, recommendot mui positivamente a pon-
tual observancia da Le salutar que manila
passar moslra pelos Com missarios pagadores
as Tropas pela conveniencia do servico do
Exercilo e rcgularidade de suas despesas.
Dito Ao Inspector da Thesonraria
da Fazenda, communicando-lbc o conleudo
no oIBcio supr.i.
--^^Diio Ao Inspector da Tbezonraria das
Rendas Provinciaes enviando liie as no-
tasdos assentamenlos de praca ilo Corneta Jo-
s Zacaras de Sania Anna da quarla (lom-
panbia do segundo lataltio da Guarda Na-
cional do Municipio de Nazarelb edoCla-
rim Joauitn Jose*da Silva da primeira Com-
panha doEsquadro deCavallaria do mes-
mo Municipio, a fim de que ibes laca abrir
os neeessarios assenlos nos Livros respecti-
vos.
Portara Ao Inspector do Arsenal de
Marinba ordenando-Inc que nnmeic um
Pralico hbil, para conducir a' Provincia do
Maranbo o lrigue Nacional Pavuna.
LimoeiiOj com o artigo substitutivo do Sr. [art]e
liego Monleiro e emenda supressiva do Sr.
Agotar, e foi a final approvado o artigo subs-
titutivo ficando prejudica a emenda.
Foro approvados o arligo i. ; o artigo 5.
com a emenda do Sr, Paula Cavalcante su-
prima se as palavras de lijlo desman-
chando as de (ledras no caso de as ter ; o
arligo 4. com a emenda da commisso ac-
crescente-se palavra coiibcciment- e o per-
mi la ; o artigo 5. regeitada a emenda do Sr.
Aguiar-suprimo-se as palanas nesta villa
- o arligo 6. ; o artigo 7. o arligo 8. com a
emenda da Commisso stibstilua-se a pa-
lavra matar -aprehender -, eno fim accres-
cente-se para sustento dos presos da Cadeia
* o arligo 9. : o arligo 10. com a emenda da
Commisso diga-se em lugar de dez dias de
priso-seis dias -e regeitado o artigo II.
Foro, outrosim, aprovados o arligo a.
rom a emenda da Commisso suprima-se a
liando a sessao depois das duas horas da
rhomaz Antonio Maciel Monleiro.
Presidente.
Alvaro Barbalho Uchoa Cavalcanli.
t. Secretario.
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
Secretario Suplente
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 14 do corren'e,
OITitio Ao Commandante das Armas,
enviando-lhe copia da Portaria do Conseibo
Supremo Milita* de 14 de l'evereiro prxi-
mo passado, com mu n cando a defeniliva Re-
soluto do Governo Imperial acerca do paga-
mento do meio sold as v uvas e filhos dos of-
ficiaes Militares Contribuintes do Monte Pi
do Eaejrcilo.
Dilo Ao mesmo communicando-lhe ,
qu e o Regente era Nome do Imperador por'
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 5 do correle.
Offieio Ao fi.xm. Presidente da Provincia
do Maranbo communicando-lhe, que o
Alteres Antonio Bernardino dos Res, havia
deixado do primeiro de Dezembro do anno f>
p. em dianle. a prestaco mensal de '10UJ
reis em soccorro de sua familia cuja pres-
taco devia ser dcduzida dos vencimentos do
dito Alferes pela forma pratieada com oulros,
em igitaes circunstancias.
Dito Ao Inspector da Tbesouraria, com-
niiinicando-lbe, que nesta dala se havia pas-
sado ordem ao Commandante interino do
terceiro Batalhaode Artilberia, para incluir
na folba das nrestaces o Alferes Antonio Ber-
nardioo dos Reis, expedicionario ao Maranbo,
lirando-se-Ihes do primeiro de Dezembro do
anno prximo passado em dianle a quantia
de 40U >'ii reis que deixou em socorro d.
sua familia nesta Capital.
Dilo Ao Major Commandante do ter-
ceiro Batalhao de Artilhcria ordenan-
do-lhco exposlo no oflicio antecedente.
Dilo Ao Inspector daThezouraria, com-
municando-lhe que o Major Antonio Ml'on-
soVianna, tomou o Commando da Fortaleza-
de Tmandar no dia 17 do mez prximo lin-
do.
Dto Ao Commandante da Fortaleza de
Itamarac, avcuMtndo ruueuiuo o sen omcio
de 4 do correte ; remetlendo-lhe a Caulel-
la dos vencimenlos do destacamento perten-
centc ao mez anterior por ficarem saldadas as
suas tontas com a Thi/ouraiia al o fim do
referido mez danilo-lhc varias disposc sobre o modo porque devrio ser cobrados oh
sidos do mesmo destacamento.
dem do dia <>
O'ficio-Ao Exm. Presidente, dando-lhe em
resposla ao sen officio de 5 do 'Mrenlo, as in-
formaeocs que exigi a respeito do recrnia Jo-
s Antonio da Silva cuja deinico ora recla-
mada pelo Cnsul Portuguez, por ser dito re-
crata estrangero.
Dilo Ao mesmo Evm. Sr. remellcn-
do-lhe competentemente informado o reqtie-
rmento do primeiro Cadete do terceiro Bala-
Ibo de Artilberia Minoel t avalcanle de
Albtiquerque Lins Valeasser, que pedia do-
us meses de licenca para tratar de seus par-
ticulares iutetesses.
Dito Ao Major Commandante da Forta-
leza do Briim aommunicando-tbe ca res-
posta ao seo olli::io de ay do mez passado que
pela Repartilo Fiscal das Obras publicas he
serio apresentados os dous Calcetar, que ro-
quesitara, para a limpeza di Fortaleza.
Dilo Ao Capilo Commandante do For-
te do Buraco dizendo-llie, que pela Repar-
tidlo Fiscal das olitas Publicas Ibe serie aore-
sentado um Calceta para a limpeza iulfrna
do Forte.
Dilo--Ao Donlor Presidente da Junta de
Saude prevenindo-o de que a Junta se deve-
ria reunir extraordinariamente na Secretaria
Militar, as 10 horas da raanha do dia o do
correte a fim d! inspjccionar o Tenente
Reformado redro Alexandriuo de lanos, e
outros, o que por so deixaria de haver a
sesso ordinalia do dia |5 deveodo ser a de 3o
no quartel do Hospicio, e nao na Serrana Mi-
litar, como eslava determinado.
Dito.-- Ao Commandante interiooda For-
taleza de Itamarac procurando saber t se
ali haviriocarpinas habis que podessem co-
ocar bos seus respectivos lugares o porto e
porta do Callubouco da Fortalesa objecios
que j< seachavo prontos.
Portara Ao Major Commandante do De-
posito, mandando em coniprimenlo a Le, dar
demico aos soldados Valenta Ferrcira da
.Silva e Mariano de liveira Bello por te-
rcm fnalisado sem nota os seus engajanten-
los e nao quererum continuar no servico.
Diversas Lletmrrcoeiis
ALFANDP.GA DAS FAZENDAS.
O Briguc Brazileiro Triunfo Ameiicmo ,
viudo de Lisboa entrado em i.j do correlo
Capilo Alexandre Jos Alves consignado a
Jos Antonio Gomes Jnior.
Manifestou o Seguinle.
38 Pipas com viobo ao dillas cooi vioa-
(io lia iris
ao dillas
azeitonas ,
gre 14 Meias ditlas com dillo ,
com viobo o dillas com azeite ,
com chouricos < aocoretas com
anilinas com vinho ij barricas com dro-
gas 5o ditlas com sardinhas 40 dittas com
sevada, 20dittas com amendoas, ai dittas
com bolaxa a dillas con pao torrado ; 3.
barriquinbas com holaxinha, 3 caixas com
drogas 4 dittas com calcado i- dittas^om
toucinho t ditla com vinlio ti dittas cora
2 i t nim
vidros
"vros
i AUln
Q *r\ry\
1 ^ ** f\ o
. 1 cai vote com miudezas, Jdiltos com
obras de lati', 1 dillo com drogas a 'di-


DIARIO DE
PRRNAMBCO
les com doce, i dittosementes Jditlocom
raliado, j5 eaxes com chapeos, a eaixi-
nhas com mercurio doce i dila com louca ,
e vid i os i bal)us com calcado a fardos com
fasendas de liuho 2o sacras com scvada t
diU com a I Caserna 711 pedras de cantara,
i campa para Sepultura, H volunics com
irnos abatidos^ a ditos com peneiras d ra-
me 35o molhosde sebollas.
Foro do .Manifest,
3 Barris com peixe salgado 1 amarrado
com caixasde passas, a jarras 1 canaslra com
louca, 1 cuixacom senientes 1 gaiola com
4 pombos 180 mollios dn sebollas, loan-
curetascom azeilonas 1 lata com lentillias,
1 embrulho (ignora-se) 1 caixote com um
cesto 1 dito com urna Imagen) 1 embrn-
1 no com impressos 1 caixnha (ignora-se) ,
1 rollo com pappl 1 embrulho com meas,
i
j burras 1 cabra com cria
vidro com peixcs.
lassaros
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco corren te do assucar nlgodo ,
mais gneros do Paiz que se despachan
na Mcz do Consulado de Pernambuco na
semana de aa do mez de Marco de
1840.
Assucar branco novo t.
a.
.
4.
5.
6.
Dito mascavado novo 1.
a.
1.
a.
i.
;oo
700
Algodo em pluma
Sorte



u
Soria

Sorte
aj

Antonio Denlo Froes,
Francisco Joze Marinho.
I'eitoies e Cordlenles,
CORREO.
ar.
K
te
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tt
i
O Brigue de Guerra N. Imperial Pedro re-
eebe a mala para o Maranbo anauha 8 as
> lioias da laide.
A Administraco Fiscal das Obras Publi-
cas compra viute intUieiroa de lijlos de al-
veharia groase : as pessoas quetiverem para
venderetse material queiro comparecer es-
ta Repartirn) as horas do expediente para o
inste:
Administraco Fiscal ij de Marco de
18. jo. Castro.
A. I interino.
PBEFE1TUBA.
ARTB UO DA 15 DE MARCO.
Jllm. e Exm. Sr.-Consla somentedas partes
boje recibidas n'esta Secretaria q4 onlem o
ropre/os a minha oidcm Joaquim Mena
> ieira Felicia Mara da Conceico, pelos,
esta pelo Sub-Prefeito da Boa-vista por ter
de cnslume accoitar em sua caza pessoas de
m conducta eescravos lucidos; e aquello
por Domingos Joze Pereira 1 acheco, por lel-o
encontrado as on/c horas da noite no interior
de sua casa, sem seo coiici;ntimento.
Dia iG.
IUin. e Exm. Snr.Foro prezos bontem
miuba erdem e tiveio boje destino ; Ma-
noel lia Ccceicao e Claudino de Souza barros,
Cassiano Gomes, indio Luiz, pelo escravo de
Joaquim Antonio e Antonio Joaquim tam
bem preto e escravo de .luaquim de Dos
Gomes de Siqueira pelo Sub-Prcfeto de
S. Antonio, o i. e 2. c por estar em
desocU'in o 3. por be nao querer prestar ao
seivic,o das rondas o 4 por Mippoi-o fgido,
r o uliinio pedido de seu Senhor por dezo-
bediencia ; Antonio da Cruz tamhem pelo,
pelo Cmissario de Polica do destiictoa ra
dal'iaia, por estar donnindo atr do ar-
mazem do Sal e fazer-se Buspeito 5 Fran-
oisco Joze INobre e Antonio Joz Concalves,
blancos, e Joo Cypnano Gomes, pardo,
toldado do i. C. de Allhilheria pelo Urlicial
(\ Esludo do Coi po Policial por estar em de-
zordem dcTionte do respetivo (uarici; Manuel
preto, escravo de Herculao Jos Marroquim,
pelo SuL-1 icleilo dos Allegados por estar
fbiio e llerculano Jo? de S. Auna pardo
pelo Sub-Prefeitode lguarass por estar em<
circunstancia de servir na 1." Ludia.
E'o que coi,su das Partes lqe recebidas
n'esta Secretaria.
Chaves*, Oliveira e Fifjuered ; faltando
com cauza os miis Snr.
Aberla Sessao e lida Acta da antece-
den le Coi approvada.
O Secretario dando conla do expediente
mencionou os segu rites ollicios.
Um do Exm. Presidente da Provincia exi-
gindo com possivel brevidade as rosluras
addieionaes ulliinamenle approvad's por
Presidencia ; a fim de serem presentes As-
semblea Legislativa Provincial conforme foi
requizitado por um de secs Membros : deli-
Lerou Cmara que quanto antes se remet-
tessem as referidas Posturas.
Oulrodo mesmo Exm. Presidente ordenan-
do que se remelesss-, quanto antes, e dire-
ctamente Assemblea Legislativa {Provincial
Acta da ultima Eleico de seos Membros per-
tencente ao Col'egio Eleitoral desle Dislriclo ,
como requisitar mcsm& Assemblea Legis-
lativa Provincial ; resolved ; Cmara que no
\menle se reineltcssu ;'t copia d Acta e que
se detlarasse respectiva Assemblea que
Cmara havia dado cumpriinenlo ao Artigo
tS da Lei Provincial n. 79 de 14 de Maio do
anuo p p. remetiendo referida copia ao Exm.
Presidente da Provincia pa>a por seo interme-
dio ser prsenle raesnia Assemblea no divi-
do lempo.
Oulro do Snr. Vereador Joze d Barros
Falco de Lacerda parlecipando nao poder
comparecer por motivos de molestia Ses-
sao de boje e tal vez a algumas mais; iu-
te.rada.
Outro do Procurador exigindo que se man-
dasse passar mandados para serem pagos I\ii-
1000 guel Esleves A Ivs da quanlia de 0,S400 reis
l roo' iU armacoque le na lgrea de S. Fre Pe-
dro Concalves para Missa do Espirito Santo
no da 1. do cnente Manuel Joze Soares
de Avilar tsiJo rs. de cera que alugou e
Patricio Joze de oUa qoooo rs. da .Vluzica:
i\m- se pacasse mandados.
Despacharo-se alguns requerimentos. F.
por ser dada hora levaniou-se a Sessao e
mandaro iazer a presente em que assignar.
Eu Fulgencio Infaute de Albuquerque e Mel-
"0, Secretario a escrew.
aooo
yoo
r 00
itijo
i5oo
liJoo
6200
5 > 00
4auo
provena a desorgnnizacao tanto naquell ,
como na minha -aula ; e consultando ao R.
Joaquim Balad da Silva em quem sobrao co-
nheeirnentos e uso na educaco da mocidade ,
achei-o desla miidi opinio.
Avista do que levo dito estou prompto a
lecionar no Lyceo ( sendo necessario ) onde o
mu pequeo numero de alumnos da occasi-
oajunco de ambas as aulas sem perigo
de perder-sea ordem to necessaria para o
bom aproveilamento dos discpulos.
Ds guarde U V. S. por mullos anuos.
Illm. e Rvm. Sur. Laurentino Antonio Mo-
reira de Carvalho Director do Liceo. Jos
Bernardinode Sena.
MISCELNEA.
Guarda do Paco das Tuilerias.
Em urri peridico do Pars ricoritramoi os
siguiles curiosos promenores relativos s
medidas de pprqvacao lomadas para defesa
e guarda actual do pnco das Tuilerias.
Contao-se as Tuilerias tres liabas prine-
paes de del'esa comprenhendidas entre o Se-
na* a praca de Luiz XV a ruado Ilivoli e
o Carroussel. O rio fecha por hum lado
este vasto polygono ; as pon les que do no
Louvrel e as Tuilerias 'ormo desfiladeiros
de deficil aecesso.
A linha parallela comprebende as varias sa-
bidas das ruasde lEchelle, Saint-Boeh e Ri-
voli ; e be mais segura que o Corrossel.
Dous gobernadores militares nu.rjo no
Louvre e as Tuilerias ; ajudo-se dao
ordens aos soldados que eslao de Guarda e as
vezar logo os meninos a r'elleclr sobre os de-
veres da sua eondicao e sobre a obrigaco ,
que tem de conformar-se com as leis do Crea-
dor, ecom as da Soeiedade da qual devero
ser hum dia membros uteis, e caros. A edu-
caco nao tem outro objeclo se nao fazer co-
nhecer a os homens o modo porque devem
obrar em todos os estados da vida como Res,
corno Wobres como Ministros como Magis-
trados como pas, como parentes, como a
migos e como associados ; por isso a educa-
cao nao he outra cousa mais do que a Moral
appresentada a os homens des d'a sua infancia,
para Ihes fazer conhecer os seus deveres em
as diversas relaces, que tem e podero ter
hum lia com o Supremo Autor da sua exis-
tencia eomsigo mesmo, e com os seus seme-
Ihanles ; e por mais varias que poSsfaS pare-
cer estas relaces, huma reta e sabia educa-
cao ensinar a mesma Moral a lodos os ho-
mens em lodos os estados da vida : far-lhes-
sentir a necessidade que tem de ser fiis as
suas Johrigaces de ser justas, e benficos
para com todos ; por isso que os de veres do
liomem reduzem-se juslica considerada em
todos os aspectos.
A educaco deve pro, or-fe o habituaros
homens a reprimir des d a infancia as pai\oes,
que sao contrarias seus develes, sua feli-
cidade 011 dos outros e a fazer-lhes co-
nhecer os motivos que os devem determinar.
Os Sparanos niostrava a seus lilhos os escra-
vos (nand estes se achavau no delirio ua
embriaguez a fim de Ibes inspirar borrar a
hum vicio que degrada o hoinem e o poe a
baixo dos brutos. Semelhanleuienle com pu-
nir o menino d'hum erro 011 d'huma insolen-
cia que baja commeltido moslra-se-lhe ,
Secretario a escrvi. Rios, Pro-Pre-
sidente. V'amede, Souza, Chaves Olivei-
ra Figueiredo. Est conforme.
O Secretario.
Fulgencio Infante d'Albuquerque e Mello.
Correspondencia,
Snr. Editor.Como a Correspondencia do
Snr. 'Ilum dos prejudicados" d algum mo-
do me diga resprllo rogo, que para intel-
igencia do Publico d publicidade a estes
dous documentos que llie remeti.
Jos Bernardino de Sena.
Tendo de tomar asscnlo na Assemblea Pro-
vincial o Reverendo Joaquim Rafael de Silva
Professor de La'tim da l'rcguezia do Recife e
nao convindo a inlerrupcaodas Lices em a-
quella Aula o que nao pode ser suplido pe-
lo Substituto que de presente esl Leco-
nando a Cadena desle Liceo propuz ao
Exm. Snr. Presidente e foi aprovada a
nomeaco de V. S. para interinamente su-
prir as vezes daquellu Professor ; e por con-
lar com o nteresse que V. S. toma no a-
proveilamento da nossa mocidade, ouso con-
vidar a V. 5. para des do dia j. fera ij
docorrenle bir tomar cunta daquella Escola,
e dirigil-a no impedimento do f roprietario,
segundo as regras da sua reconbecida pruden-
cia, Rogo-lhe queira aquiescer esta mi-
nha nomeaco.
Dos Guarde a V. S. Liceo a5 de Feve-
rerodei84o, lllm. Snr. Jos Bernardino
de Senna. Laurentino Antonio Moreira de
Carvalho Director do Liceo,
Por obedecer ao ofiicio que V. S. me en-
derecou em dala de a (i docorrenle dirig-
me a aula do Recife e ah eumpri quanto
minbas debis forcas permiitira os deveres
de ir.estie
modificao como bem Ibes parece ; finalmente que pralicando certas acedes desagrada a os
eslo, por seus onhrcimentos estratgicos em ,' outros, e por esle modo pode tornar-se infeliz:
circunstancias de organisar inmediatamente desl'arle oppoe-se o temor a seus desejos n-
hum svstema de defensa. | considerados e este temor passando pojicoe
Em lodos os pontos as armas eslo carrega- pouco a habito torni-se lao lorie que basla
(]as# para refrear a sua lemerdade.
A Guarda se compoerri de companhias es-; Mas para tornar mais ellicaz a educaco,
colindas, que cada dia desfilo precedidas devra esla comprehender huma serie conli-
de gualdas nacionaes e seguidas de alguns pe- "ada d'experiencia por va das quaes conhe-
loties de cavalaria. cessem os meninos que lazo.ido mal a oulrem,
44 No decurso do dia varias policas se- este mal recahe sohr'elles mesmos : per ex. :
creas se vigilo mutuamente, e circulo a se elles se mostrassem injustos para cornos
atravez das lindas. Eslescrvigo se faz at no seus com pan heiros seria niisler fazellos ex-
meio da multido segu as suas ondulagoes, perimentar logo igual injuslica ; se peccassem
marcha e para com ella. Cada espia tem de- por altivez cuidar de os humilhar e fazer-
baixodos vestidos hum cinto armado de pis- Ibes sentir que hum servo em qualidade de
luase de hum punhal. ReVeza-se no lugar homem merece res pe i los d'aqulles mesmos,
mesmo onde est, por hum simples sinal. que lem direilo d'exigir os seus serv, os e
Espias passeio tamhem de sege pelas visinhan- que por ser elle pobre ou infeliz nem poi-
cas do paco em cima do qual huma vigia isso esto auclonsados para o despiezar. Esta
est de observaco ; telegrapho vivo, que educaco experimental seria nimio mais profi-
assignala ludo quanto, de longe como de cua dorpie os preccitos esteris, qued'ordi-
perlo he susceplivel de portubar a ordein nario se laneao vagamente no educar os filhos
dynastica. dos grandes ou dos mimosos da fortuna. Por
'* Ao anoitecer as medidas de precauso se nao observaren! estas regras to naluraes
se duplicao. Trezenlos e cincoenta homens fie que a soeiedade acha-se cheia dhomem'
cscolhidos, e destacados de varios re i montos, injustos, vaos, pertinaces, e impetuosos,
vem formar, no pavilbo do Relogio, hum que se tornao incommodos e pesados a todos,
piquete que esteja prompto a todo o acaso. que da sua parte prova mil amarguras, que
44 As rondas e patrulhas de todas asar- leriao evitado, se a sua educaco losse mais al-
mas se succedem sem inlerrupgo ; cruzo- tenia e rasoavel.
se toda a noite no caes, na praca de Luiz XV, j Para inspirar porem desde logo infancia ,
as calcadas do Carrousel e de Ri'voli e as e Mocidade ideias de juslica, he de summa
visinhancasda ra Saint-Ilonor. importancia, que os pas, e preceptores se
44 \c-se por isso que as medidas sao bem mostrem da sua parle justos para com os seus
acertadas. Us parapeilos, as portas, as gra- | discpulos. Huma educaco desptica ere-
des, os passadicos, tudo esl bem guarda- guiada pelo capricho indisporia os discpulos ,
do. Os preparativos de defensa interior sao desfloslalos-hia de suas lices e nao servira ,
ainda mais temiveis. Hum l'osso serve de seuo para contundir em seu espirito as noees
limite ao jardim huma escada quasi que deequidade. As pessoas d hum caratler vio-
111 vadio a porta do pavilbo do Relngio para lento insoiiido e inconstante de cerlo nao
difbcullar-lhe o accesso. As chainuis foro : sao proprios para formar o espiito e coraeo
guarnecidas de barras de ferrro ; portas de da iVIoeidade ; poique a educaco pededocu-
, mas apetar de me agradarem a boa
oidim em que ichciaaula, eo grande a-
diantamento dos alumnos com ludo hem
a V. S. que nao
a meu pe/ar partecipo a V. d. que
iosso continuar ueste honroso exercicio pe-
ia rasfio que vou e.vpu!,
Tenbo igual eslahelecimenlo como V. S.
la in u sabe donde tiro a minha subsistenla;
c qnande acceitei a nomeaco com que V.
CANTABA MUNICIPAL DACIDADE DO S.roehonrou foi com o intento de uniros
RECIrE, 1 n-.eus discpulos aquella aula ; mas o grande
1. Sessao ordinaria de i3 de Marco de iCio numero de alumnos que tem a aula do Re-
Piesidenca do Snr. Ros. t. privou-me de poder uir-ibe os meas,
IfperoerSo es Surs. Maxucde Souia que tamhem nao sao peucos ; pois dcsta uniao
ra sangue trio e mais que ludo huma con-
ducta lirnie einalteravel. Releva, que o
menino conlleva per si mesmo a juslica dos
castigos, que Ihe sao impostos assim como
das recompensas que se Ihe oulorga : rele-
va que si 11 la a equidade e ulilidade dos
motivos que determinad o seu preceptor
severidade ou ternura para com elle, lluui
rigor injusto falo-hia ter na conla d hum ty-
ranno odioso, e as caricias lora de proposito
seria tomadas por sigual de fraiueza. Alui
dillicil he educar bem a meninos que se cou-
cidera allernadamenle alvo do niao liumor de
oulrem sem o baver merecido ou das cegas
ternuras de seus pas ou preceptores : em taes
myw o seu espirito nunca toma eslabilidade
al juma, Esta a raso porque as mnlheres sao
d ordinario pouco capazes tie educar os lilhos,
isto he ) porque sendo ellas em grande parte
dominadas d'hum humor inconstante e ligei-
ro nao sao aptas para inspirar a meninos
principios constantes proprios para regular
uniformemente o syslema da vida.
A EDUCACO. Huma educaco deleixada deixa nos bo-
(Conlinuado 1I0 N. antecedente.) mens impresses ndeleveis. Des d'os mais
Nao Ju cousa mais importante do que a- I verdes anuos be nsler lular contra as paxoes,
carvalho espessas e duplas girando sobre
enormes gonzos de cobre resislem ao petar-
do ; as adegas e sitios subterrneos lamb 111
esio guardados ; nelles vo dar sabidas se-
crelas; alli se eot ao abrigo de qualquer sor-
presa por va da sapa e serlos gabinetes ,
que lem a forca de huma casamata, se a-
cbo atravessados por huma pequea escada
de caracol que vai das adegas aos quarlos su-
periores : 160 criados de toda a sorte orH-
ciaes sargentos do pago de provado valor e
lealdade ornados no dia de hum uniforme
ligeiro tiro de noile a farda cingem a
ca tucheira e disfarcados armados de pon-
to em lnai.co ando vigiando pelos longos
corredores desses sombros edificios. "
(O Despertador.)
Carapuceiro




DIARIO DE
PBRNAMBUCO
3
contra os vicios. e defitos ou para im^cdi-
los que nscau u para rfrellos. Espe-
cialmente nos fiIhos dos Principes e dos
Grandes rumpre declarar guerra a o Orgnlho ;
impedindo que entre em seu coraco aquelle
dcsprezo insultador da miseria, e indigencia ,
e aquella vaidade que ordinariamente costu-
ma inspirar-Ibes des d'a infancia : lie misler
pelo contrario fazr-lhes conhecer a precisao ,
que lem ilesss homens que a opulencia e
grandeza sm desprezar, eavezallos a tratar
com bondadc a todo aquello que traba I ha, quer
para satsfazer as precisps dos grandes quer
para lhes subministrar oscommodos, e prize-
res da vida. Assim formados os discpulos tor-
nar-se-Iia justos, resjieilariao al pessoas
uleis, seria reconhecidos para como seu traba
lho e conheceria,que o cultivador da trra, e
o artista sao homens mais intcressantes e ne-
cessarios a seus concidadaos e por consequen -
cia mais eslimaveis d que ceitos nobres or-
gulhosos inuteis e malfuzejOs.
Desl arle reprimindo o educador o cr;;ulhu
em o seu discipulo e fazendo-llni conhecer a
precisao continua que lem desses homens ,
que Ihe pareceffl mais abjcclos fura nascer lid-
ies a sensibilidade lo conforme a o espirito da
Religiao e da Moral c que he huma dis-
posicao preciosa na vida social e avezal-o-ha
a inleiessar-se pela sorlo do infeliz, cojos
trabalhos to necessarios sao sua ocidude :
cultivar nelles aquella benevolencia lerna, e
humana (pie da movimeulo hura cor.tcao
bert lo i niado appresenlando ascos ulhoso
qutjv das miserias de oulrem ; couduzilo-h
ao menos com o pensamenlo choca do po-
bre, oil 'visinho ao leilodos enfermos e ie
mostrar momiamente a mise a du tantos h-
meos uleis (pie torneados de suas consterna-
das familias sofrein privacao de ludo para fa-
zer que {ozem os ricos das comm'odidades da
a ida : lalo-ha reflertir sobre as desgracias iu-
numeraveis sob que gemem tantos morUes
seus semclhantes moBtrando-lhu especiil-
me ti te aquel les que buquerao na miseria aos
golpes d'huma fortuna adversa, e reflexio-
nando que a es;cs j;olpes lodos estamos sujei-
tos e que nao lu estado que nao jfassa ser
sua viclinla innocente.
Desle modo o discpulo nao ser tentado a
ensoberbecer-se da sua sorle vatajosa pro-
var osenlimento da eompaix'iio, sentir em
seu coracaoas ma(',oas dos miel zes ter in-
tranhavel satisfaca de se ver em estado de os
poder soccorrer, gozar do doce jn'azer da be-
neficencia ver correr lagrimas de gralido,
e consolar-se- de as haver merecido ; conhe-
cer finalmente, que a verdadeira vuntagem ,
que pode ter hum homem a respeilo de autro
consiste nicamente em podcllo ia/.er feliz ou
a o menos aliviar-lite o seus males.
Poneos sao os pais e poucos os mestres
que sejf prvidos das qualidades necessarias
para bem educar a mocidade. Os que se en-
carreM desla trela importante alem da
sciencia, e talentos necessarios deverao co-
nhecer o homem esludar o carcter, as lu-
culdades e inclinaces dos discpulos que
pretenden! formar. A experiencia" moslra ,
que nem.todos os meninos lem as mesmas dis-
posices naluraes nao sendo sempre azados
" para aquillo que os querem fazer. Para que
pois atormentar e punir hum menino, a
quera a na tu reza h negado a actividad a
penetraclo a memoria e quasi a possibili-
dade de dur a devidl atlcneao a os objeclos ,
que se Ihe appreseuta ? A violencia o ri-
gor e os castigos repetidos sero por ventura
lieios proprios para excitar o amor do esludo
n aquelles (|ue na tu raimen le nao lem dispo-
sicu papa isso ? A docura a paciencia, a
|jersuusao a indulgencia, as boas manchas
sao para angariar a mocidade meios mais se-
guros j do que a colera, e dureza, de. (pie s se
de ve laucar mo para aquelles mancebos (pie
jior preguica e deleixo na querem ia/er uso
das dispusices e (acuidades do seu espirito
lluin dos niaiores deleito* da educaeao ordi-
naria he ser desptica humilladora e capa/.
deopprimr os mais poderosos recursos d'alma.
Wuitos pais e mestres nao fallan a os meni-
nos se nao cmo a escravos e lem por cousa
indecente sua dignidade o raciocinar co.n el-
les o exi.i-lhesos motivos de seus jireceilos,
o fazer-llies conhecer a equidade e o inleics-
se, que os mesmos meninos lem em se Ins
cruzar. Esta educaeao servil nao pode fazer ,
se nao aulomalos privados de rasao igno-
rantes de lodosos principios sempre incertcs,
e llucluanles incapazes dejulgar por si mes-
mos de cousa alguma eguiados toda a sua
vida por habito e auctoridade.
A grande arle de educar a mocidade consis-
te em saber conapadecer-se da fraqueza da ten-
ra idade em saber empe|uiuilar-se por as-
sim dizer em seu favor em saber tirar a os
ureceitos ludo (piedles lem de fastidioso, e
austero, concillando dest'arte a amisade dos
discpulos. Releva que raciocine com elles
qiiem osquiser tornar entes rasoaveis que
nunca os engae a fim de merecer a sua con-
fanca p respeilo na certeza de que launa e-
ducaco desptica nao pode formar se nao
tolos, ou malvados
Para tomar virtuosa huma Vacao hemister,
que a Moral se ja o fim principal delodasas
scicncias queseensina mocidade, por is-
so que lodas a seu modo devem contribuir pa-
ra fazer os homens justos humanos, socia-l
veis benficos a seus semclhantes. A Re- I
ligio he o mais solido fundamento da Moral :
li o primeiro ensao que releva dar aos me-
ninos a qual Ibes inculca essas mesmas virtu-
des ordenadas pelo Auclor da nalureza tao bom
e benfico para conmosco. A Historia deve
c nsinar-lhes os terriveis elidios, que bao pro-
duziclo sobre a Ierra as p lixoes desregradas B
os desejos dos homens iminoraes. A Juris-'
prudencia as regras eslabelecidas para a admi-
nislraeao da Juslico e conservacao da paz na !
sociedade. O Direilo da Nalureza, e das
(ienles deve regular a conducta reciproca das
JNacoes. A Publica branle o uouheeimenloi
dos deveres mutuos, (|ue ligao os soberanos
entre si. A Phisiea a Medicina aChimica^
a Meceanica a Astronoma a Puilosopbia ,
a Bloquencia ele. etc., iodos osconhecimen-
los humanos em suniiua nao podem ser funda-
dos senao no bem que produzein a os ho-
mens As Artes, as manufacturas a^l;ii-
cnllura, o Coinmeicio, outras profissoes
subministrad a o povo mil meios de subsisten-
cia e o habilitan < granjear fortuna honesta,
conlribuiudo coin islo inesmo para o bem da
Sociedade A Moral por tanto evidentemente
o Un de todas as ScieilCiaa ; ella he o vinculo,
(jU**. une a Sociedade j ella obliga a suis leis
a lodos os homens que querem ser felizes
Cuida em ser til a leus semelhaiites se
queres ser sempre feliz eis a grande mxi-
ma que a educaeao de accordo com a Moral
deve insinuara lodos os homens.
(Traduzido livremenlvdo Italiano.)
A' visla de principio! to luminosos de
verdades tao paipaveis |)ergunlaroia Ser as-
sim modellada a nossa educaeao :' lieui lon-
go disto boa educaeao he a cousa de que mais
lalla h no nosso Brasil, he oobjeclo a que
menos se allende lie l&ateria de que apenas
se liada oes livios, follias publicas. A mor
parte da liosa mocidade he creada ; redea sol-
t e recebe huma educaeao loda sensual.
fo h nenhum disveilo ein formar o coraco
do menino nao se Ihe infuiidein os verdadei-
ros seailiuienlos religiosos ; e d'aqui a ineu ver
a causa da nossa lao geial immoralidade. JNa
Inglaterra ()or ex e nos Estados Unidos o
mais miseravelcamponez, o manijo mais gros-
seiro ie a liiblia e sabe os fundamentos da
sua Ueligiao : entro nos muila gente rica e
do grande lom ignora os principios maiscome-
zinliosda IWigijo Calholica Sao iniumera-
veisos jovens suissudos bigodeiros e gade-
lhudos (|ue descouhecem absolutamente lu-
do que diz respeilo Uevelaco ; mas cada
hum he hum Plnlosopboconsumado he hum
klbeo lie hum fatalista, e materialista u
por muilo favor alguns anda eslo pelo Des-
mo Finalmente em quanto nao lor outra a
nossa educaeao nao esperemos melhoramento
as cousas do nosso brasil.
VAMEDADE.
As extravagancia* das Modas.
Sempre houve, e ho de haver modas no
mundo ; e seria loucura o querellas pioscrever. I
.Mas (piando a moda he extravagante nao po-
de ser approvada pelo Uqm seitsu 5 porque a-
inda as colisas de mero arbitrio e couvencao
be misler nao ir d' encontr nalureza sob
nena da ruso clamar co:n O judicioso Hora-
cio luciedulus odi Se boje por ex. ap-
parecesse hum homem com huma dessas so-:
brecazaquinhas da moda islo be; pelas ve-
nillas calsas lezas e repuxadas coletiubo
de palmo e meio e de cabelleira d rabixo .
quera poderla conler o riso vista dssa espe-
cie de anacbronismo i' Assim tambem nao po-
dem dcixar de ser burlescos os cabellos que
agora 8pparecem taes e quaes os dos Sigauos
Ulha-se para hum joven do bom toni e nao
se ve seuo bigodes, mosca, e barbas al
aos peilos : qualquer os lera por Bfouro mas |
olliai-lhes para as OabecaS ; (ue conlrasle !
Us cabellos repartidos ao meio deseem-lhes
sollos quasi al aos hombros e abi acabao a-
nelados maneia de criancinbas ou anji-
nhos de Piocissao : mas quem Ibes olha para
us cacas cobra medo ; porque tanta barba lio
Mandes bigodes inculca pelo menos o CenlU-
rilo emsumma soRarteSj Plules Sa-
iimbi liiMiMiniMiiiiiii 1ipiii 11 > ri iwnrT-MMirinMT
turnos, e Nept unos com cabecinbas de Cupi- I VJ~ O Director do Tbeatro leni mu res-
peilosamente a perguntar aos Snrs. que pe-
dem ,1 icp'ticio .la l'ee.i pie loi no dia on/e
se lazem certa a mu f.ranae dispeza t paiu o
dos ; assim se fa/.em as caricaturas.
Mo successo 11'hum baile.
Depois de certo baile l pela noile vellia re-
P
dia o j visto que o poco ou nenhum
go*to qocexiste, Ihe nod. esta |;arantia.
" um sobrado de um andar.
colhia-se hum dos devotos eem huma ra J hj- Vende-se he
encontrou huma pela que prvida d hum emchoes proprios na ra dos qua(ro cantos na
lampiao andava aqui, e
ali como quem
busca alguma cousa, O sujeilo conheceo a pre-
ta ; c como souhesse a que familia perlencia ,
e que esta tambem estivera no baile perguu-
tou-lhco que fazia Me deixe mcu Senhor
moco : (respondeu a escrava) j estou caneada
de procurara hunda de Sinhzinha que ella
perdeo. E digan agora., que o Ca:apueci-
10 hv m lingo Nao he possivel que lau-
tas ancas estufadas une por ah audaO sejao
todas naluraes (pie huma menina por ex. ,
nagrinha como hum espelo tenha ancas lao
valumosas, como huma dessas senhorus ex-
traordinariamente gordas.
Mas essa menina que perdeo as auquiih.is,
anda deseonliece o uso dos milagrosos saiole ,
que medidos nu goma sao hum meio seguro de
dar us ancas o voluine que se quer : h po-
lni ueste 11 o hum grave inconveniente e
vera as^r a facilidad de amarrotar-se a ar-
macao por qualquer enconlrac e lirar o dona
Cidade deOlinda ptimo, lugar para venda
ou loja : os perlendentes diripio- se ao Atierro
(ta Boa vista, 1. andar da casa aniarelli de-
fronte da Matriz.
Sebastio X. Kern lem a honra de ?n-
nuncar aos sen-, amigos < conhecidos que lera
estabelecido urna casa de Pasto n lloh ijuim na
ra do Colle'gio n. o e offcece almocos,
i anta res e cetas, com lambei slvet^s a
qualquer bora do dia, ludo por preco com-
modo paia'satisla/ir aosseus freguezes.
i_jr P recua-se de alugar huma caza 110
bairro JeS, Antonio ou rtoa \istt queseu
aluguel nao excedo do 8j'ooo quem a liver
anuncie.
Precisa-sede urna ama deleite para
crear um meuiuo; quem esiiver ne-te cazo
dirijase a casi de lom Antonio de alagalhaes
Bastos na ra do Queimado li. 1 \.
Precisase de Hoos rs, a juros assgu-
iindo-se pinborcs de oiro que culna a 'iti
das anipiinhas de vapor ufega d huma banda, quautia ; a pessoa que OS iiuizerdar, dirija-
o (pie na verdade he pouro li>o igeiro. Como
sabe de tanta cousa este Carapuceiroi' (dizem
se a ra de Moras lado do poeule Ij. $i.
tST" Vende-se urna escrava moca do
as a iamas) Como i1 Pois elle nao vive no ; gento de Angola, coziuba engoma, boa
mundo ? E as lavadeiras nj andad por abi cosHrra, sm vicio algum ebu para mu-
mostrando os taes saiotes a quera os queira cimba ; pois recolhida 111 Patio de S. l'e-
ver? Aconselho pois a todas as que aug.i dro, I), dez indo uara o beco da viraeo.
oucomprao ancas prcira os saiotes s taes Oieni precisar de um 1 parda, para,
armacoes de pano pido perigo de lhes eaii-'o servido interno de uraa e.i-a de llo-
rera e andar a mucama a procralas : mas meo solt-110 ou d \> nica I imilia : diriji-se
nao obstante estes meus reparos (bagalellas) ao heco d >. Martirios casa l) um.
nao me lomera zanga as Seuhuras dasanqui- -- Aluga-se UIU sobrado com SOlo es-
lillas, esaioles. S he illicilo aquillo que a tribaiia e eoxirira no lugar da Capuuga a-
Lei prohibe ; atqui nao ha Le que prohiba marg^in do Capibaribecom hum grande sitio
aoscidados, e mais scidadas o engrossa- [com multas arvoredos de fruclos de diferentes
rem.i co.uo quizerem as proprias aucas 51 qualidades huma grande bai xa para- capim
ergo viv.10 os saiotes etc. ele. e de mais a cacimba com boa agoa de beber : quem o pre-
le as fallas da
tender dirijase a ra da Couceoo da Boa-
vista casa \) 11111.
Precisa-se de um homem Porluguez, 011
Hcspanhol q* enleuda d'estilaco para ir para
o Engcnho Bu,rarema freguezia deSeriiibieat
quem perundur dirijasu a fular cora Manuel
O Thezoureiro da Lotaria a beneficio das | Goncalves da Silva ua ra da Cadeia do Ruci-
obrasda Matriz d'a Boa-visU la/ scieute aos fe.
amunteS desle jogo uue as rodas audo im-
arte sempre sujirib como pode ,
nalure/a.
l.OrilltlA UA BOA-VISTA
preleiivelinente no dia seis do prximo niez
de Abril e os I.libeles aeho-se a venda nos
lugares do costume.
COMPANHIA DO BEBIR1BE.
Iloje 17 de Mar.o, jielas onze horas da
maiihaa ha reuil doCouselno Deliberativo
da Comoiniia do encanameulo no l.scup- iiulhondades lobclie? pie batodj o prendar
I. ... -1.....1 .... A.. ____ 4 11" U__ ._!
lorio do Sur. Mauoel Goncalves da silva.
Beulo Joze l'eruandos Barros
l. Secretario,
C3^" O abaxo assgnado faz scieute que
hootem 16 do correute desaparecen do seu |>o-
der o Africano de nome .1 oaquim scduzido
por pessoas que disom ser el Id lorio, (o
que oaiinunciaute 11S0 contraria), porera
como o engajasse cora co.tsulimentu do (o-
verno Provincial 5 pois no i o annuncante
como tambem oulras muitus pe^oasba 'juo
jiossiieni semithaulcf engajado i cu i por es-
tes eslo respousaveij : o a.iuuiici 1 1 -j peleas
THEATRO.
Quinta fira Dia Santo de Guarda se re-
presenta a grande l'ca Sacra S. Elias arre-
batado ao Ceo ou a Gloria do Monto Cur-
radlo
Avisos
versos.
*"$zr A 1 5 do. correte sabio de casa a pre-
texto de ir buscar o jornal du semina um pre -
lo de nome Mauoel ; levou camisa de algodaj-
zinbo nova com colluiinho, e punbosde 1111-
dupolo ; catsa de algodao grosso de alea pao
largo: he alto bastante prelo, pouca barba,
cara redonda olhos grandes denles claros \
quem o pegar pode levul-o casu de U. Luu-
liana no atierro du Boavisla ou ao Capito
Maximiano em casa do falecido Gervasio na
1 liados Pires, que ser gneros imeie re-
comjiensado
l_j- OCajiiao de Mallos Fidelles da Ro.va
Carino taz scienle que exisle em sua casa um
prelo escravo bstanle bucal quem lor seu
senhor dirija-se a casa do niesmo ra do bogo
D. 17, quedando os siguucs cellos llie scii
entregue.
Precisa-s de urna ama de leile que seia
desun ha tacada l se 111 filbo )iorra, OU cap-
tiva; quem estiver nesta circunstancias dir
I i-se mi Rci/e no Porto das Canoas na ra
do Apollo L>. segundo andar.
' Coiii|ra-si; di is aiulilhas : q lie 01 as
qui/.er vendi 3iiija-s ao Pateo do Hnspital
do Paraizo casa U, 3 ).
e luval-o ao Allorro o; Abogados dofronie
do viveir casa com te. la du 'ianociro ; de-
claru-se que omesmo AtlVicano lera os signa-
os segundes, 15 para 1) anuos de idade ,
cura redonda, bfivOa groSSoS ventas anega-
cadas jis canillados ; e levou vest -
do calca e carniza d'.ilgodaoziubo e cbapeo
de jialha li bem cotilleado por andar ven-
deudo uzeite de cal rpalo e bao lia .Mauoel
Francisco Aleixo,
s_j' Na*ua do Bozarioestrella D. 16 d
fronte da Ig'epi, canarios do impe.'io
bous cantadorescltegados jiroximamentc, hu-
ma cama de aniarello uo\a c 1 1 cavilos cota
vidros proprios para loja do raiudezas na
mesma se dir quem lem estojo* com na-
val lias boas afiancaudo-se a qualidade.
tsy Precisa-se de um fetor que entend
de plantacesde ortalice para um si lio junto
da Taca ; quem esiiu-r nesias circunstancias
jiode dirigir-se ao sitio antes de ebegar a pan -
le do maiiguinbo aonde mora o uiinnncianlp
o ingle/. Ctiristofe*r a fallar com uanoel j'ei-
reiro com o qual nodera tratar.
Urna parda viuvade idade desgan-
aos de bous costumes com 1 p > le provar com
altestados se necessario for se ulicrece ap
sel v ico interno de alguma casa de homem sol-
teil'o ou cazado com pouca familia ; (jueui a
periender dirija .se a ra do Jardi;u asa
uncu junio ao sobrado do lira. Sr. f r. Cac-
hano.
Precisa-se de um cont equiuhenlos
mil reis daudo-se Jior segnruuc.i da mesma
quautiu por hyjiolhcca urna uroprtedado do
sobrado nu bairro do llece e jielos juros os
reudiuientos do inesmo quem quiser iazer
dito nejoci 1 1 1 i-se a ra de Murtas sobrado
1). 7 defronte do Lee de .^ Pedro queso
diiaqui mu iuci ou aiinmuie par sw ,-.->-
I! ,


4
DIARIO DE PERIAMBCO
Claudio Jos de Souza Vasconsellos ,
pede ao Snr. Salustiano chegado da Baha no
Vapor Paranhense que annuncie a sua mo-
rada ou procure o nnuunciante em S. Fran-
cisco em Olinda.
gas caivetes tispuras, c facas de xarque-
ar&C. quarta feira 18 do correte as 10 da
manbS no seu armazemda ra da Cruz.
W Que faz Adolfo Schramm por inter-
vencfo do Corretor liveira de urna porco
CT A pessoa qite quer dar a quantia de de trastes novos prximamente chegados,
*S5"
34o,ooo rom hypotheca em dims moradas d
casas nos affogados dirija-se a ra do Li-
vramento D. 4t
C7" A quem llie faltar um molequ* de no-
me Caelano de naco baca que diz ser es-
travo de um Sr. Casusa, casado com urna
senhora Francisca a que elle chama sinha
Chquinha, equeoSenlior cmbarcou c se
acba fora piocure na roa Augusta a casa do
Tencntc Almeida que dando os signaes se
dir aonde existe.
ts$~ O abaixo assignado faz publico que a
casa .terrea 6ta no largo da ribeira ) 5 pcr-
lenccnlc duas partes ao Sr. Manoel Podro da
Fonseca, euma parte a senhora Getrudes
Mara da Ora e as duas primeras se arho
hypothccadas ao abaixo assignado e como se
acba feilo por consenco o negocio de venda da
dita casa por isso que se alguma pessoa mais
se adiar com dircito, <|iie duvida ponha a
venda, queira declarar 110 praso de oilodias,
do contrario Arar o comprador desoucrado de
duvida que o depos possa aparecer. Jos
Gomes do Sobral \aseimenlo.
tsr Troca-sc uma negra de naco mora,
cozinbeira cose cha engomma liso por
um negro que sirva para
na ra de Ilortas D. 53.
K3~ Preciso-s de una mulher de meia
idade para ir para um sitio porto da praca ,
que entenda de lavar roupa e inda mesmo
tendo marido e um fitho ; na ra larga do
Rozario casa de Francisco Antonio de Carva-
UioSiqueira.
tsr Deseja-se saber onde de presente as-
siste oSr. Joo Jos Gomes do Valle que es-
J
carregar cadena ;
consistindo em commodas mesas, e tremes,
secretarias relogios armarios c de multas
miudezisde prompta extracto, sexta feira
o do corrente as 10 horas da manh no seu
armasem da ra da Cruz.
V e 11 (I a s
C^T BiHielos, e meios bilhetes
da 2. parte da 1. x Lotera a fa-
vor d tellas dos ditos com premios infalli-
veis : n'esta Typograia.
i^- Urna farda fina de bom panno urna
espada cora talim tudo proprio para G. po-
licial e por preco commodo ; na ra do li-
vramento I), aa no segundo andar.
r_j- MEIOS Bilhetes da lotera do Tbea-
tro e Caulellas de ditos a quiuhcntos ris ;
a rna larga do Rozario loja de miudezas De-
cima selle.
tsr Urna cscrava do gento de angola de
idade de ao anuos, rose cha, lava bem de
sabffo e cozinha o diario de urna casa; na ra
do Crespo loja f). 7 ladodosul.
tsr Candieiros de lato de bomba com
dous bicos a moderna ditos de hicos es-
(livaninbas de latao propras para escriptoro,
seringas de estanho almofarizes de bronze ,
tinta de escrever em garrafas e meias ditas ,
ludo ebegado ltimamente de Lisboa, emi-
tios muitos ebjectos por preco commodo ; no
atierro da Roa vista loja nova de ferragens
n. 4><
tsr Uns oculos de r.rmaco com aros de
teve em urna venda em fora de portas da prata e de vid ros verde* 110 arco da Con^
paite do mar; para negocio que Ihe diz res- cecao loja de roupa feita.
peito. I xsr Orna escrava de naco benguella ; na
tsr O accionista das caulellas desmancha- ra dreta D 11 defronte aa botica do Snr.
da de bilhetes das Loteras em decima parte Ignacio Neri.
faz sciente a os apaixonadoa deste jogo, que! tsr Umapreta creoula lavadeira eco-
tambem tem caulellas perlencentes a quarta zinha O diario de urna casa 5 na rua das Cru-
j re dos bilhetes da lotera do tbeatro em zes n 25 no primeiro andar,
cujas cautellas o maior premio beda um cont tsr Um cscravo crcoulo de idade de 17 an-
v quiuhcntos aqnalcorre imprclcrivelmen- nos com algumas hnbelidades que seria
le no dia a3 de Marco conforme o annuncio do patentes ao compradores no sobrado da qui-
Sr. Thesoureiro ; vende-sa no aliono da Roa na do be< 1 do scrigado.
vista na loja do Sr. Rapozo cautellas de quai- W MEIOS Bilhetes da lotera do tbeatro,
to e na praca dita na venda do S'. Sara iva e cautellas de ditos a quinbentos ris; na pro-
na ruado crespo loja de miudezas D. 5, e na :%a da Independencia loja n. ao.
5 pontas venda D. 9 do .. uunci nte ; e nos cscravo de .0 a ai a unos ; na ra
nmsmos lugares se acba B venda as da loter 0 7 no primeiro andar,
da Roa vista, que con tbrlcon- n farda ment completo para o es-
forme annunciou o Sr. 1 i N. esclmeomos seus per-
8^ Manoel Jos Cor subdito ud em muilo batn uzo ; na na do
Portugus retira-se pai peo a Quemado loja de Antonio Jos Vieira de A-
tratar de seus negocios.
tsr ua-se 4"o a 5oo.ooo a ) 10 sobre VST Lamparines para t mezes a fiadores
jnnhores de ouro cu prata; quem precisar para na vaina a 3ao agoa de colonia 120 o
annuncie. irasco, caixas com obreias 100 rs., ditas gran-
IST A abaixo assignada faz sciente ao des laors., eslojos para preparo de barba,
respeitavel publico que pessoa alguma con- ; ditos para costura, graixa em lata 100 cor-
Irate negocio com Caelana Mara sobre urna des para vestidos linhas de todas as cores a
morada de casa tonca sita na ra do col -#t i -o a libra lapes pintadas 100 rs a dura ,
velo 0. 2 poisella nao tem dircito em dita penles de maiGm paia piolbo peonas de es-
por isso laz o prsenle annuncio para crever fsforos hrmqucdos pora meninos ,
: inorancia. Catharna caixas pura guardar cha lisourinhas finas ,
quim todos de bonitas figuras, nao sao vi-
ciosos nem achacados ; um lindo creoulo de
idade de 18 annos ptimo pagem e bom sa-
paleiro um bonito moleque com *ia annos ,
urna moleca recolhidacom 15 annos de be
%ura e com babelidades urna dila de na-
1 1
sarjas esedas pelas para vestidos e chapeos .cao mucambique, engomma mu nem emais
fitas e flores linas cassas brancas e de cores tresescravas todos se dao a contento e se
afianca as boas vendas ; e a parte de um so-
brado na ra de Ilortas que rende 22,00
mensaes e urna completa mubilia por preco
Meios bilhetes da lotera do tbeatro a
46oo ; na quina do beco da Congregaco D.
ai loja de Jos lsleves Vianna.
CF- Grande sortimento de clcalo meias,
e luvas de todas as qualidades diales de me-
rino superiores mantas e lemos de seda ,
veos e vestidos de fil de linho bordados, pon-
tes de pentar e de desembaracar, leques e
indispensaveis chapeos de sol de seda para
homem e senhora bicos e rendas chapeos
de seda palha e garca para senhora vin-
dos de franca aparelbados e sem aparelhos ,
para senhora, bijuleria e quinquelhenas fi-
nas estojos de costura para senhora c ditos
para barba ttuarda charutos bons para
>s, suspensorios e ligas elsticas
loes c
VIO-
e rebeca ,
. flautas cordas para violao
perfumarla fina espelhos de parede [list-
las e espingardas marroquins chicles e
bengalas lencos grvalas, escov?s para fa-
do ecabello, cordoes finos para vestido,
luvas sem dedos ; e tambem se faz vestidos,
chapeos, locados e vestuarios para meni-
nos ; na ra nova D. 5 lado do norte loja de
HypolitoS. Martin Gadault ScCompanhia.
"$3 Muilo superior oliado de. pinturas de
diversas cores para capas de mezas grandes
e pequeas ou bancas desala, estampado em
baeta dealgodo com largura de 4 e meio e
7 e meos palmos e bolins de bezerro para
homem cliegados ltimamente de Lisboa; na
ra nova loja de Lerreira& Braga, U. aa
tsr
commodo ; na ra de agoa verdes L). 38.
CT Vara e meia de cordo de ouro sem fei-
tio ; quem quiser annuncie.
IV Ou arrenda-se um grande sitio na es-
trada da ponte de Ucboa com casa de viven-
cia muilo grande com 3 sallas onze auar-
tos cozinha lora, grande copiar, coxeira pa-
ra .'1 cvalos commodo para feitor duas ca-
cimbas de exfolenle agoa tem muilo boas
arvores de fruclo de todas as qualidades, duas
baixas para capim trra para planlades,
a casa he de pedra e cal toda envidrassada ,
e sercado de limo ; na ra direita D. a.
Escravos Fgidos
nr No dia a i de Dezembro de i838 des-
apparecco um negro de idade de o a 40 an-
uos com os sgnaes segninles ; estatura re-
gular nariz chalo, com algumas marcas do
Lechigas no rosto, urna pequea nevoa em um
olho tem urnas pequeas glndulas no pes-
coco.qunsse conherem apalpando con a
Umamolatade idade de a5 annos, mo, de nome Antonio e por alcunho be co~
bonita figura engomma liso cose e cozi- uhecido por Major ; quem o pegar leve a seu
nha ; nesta Typogralia se dir. br' \ rancisco Rodrigues da Cruz morador na
^tsr Umrelogiodeouiocom 4 diamantes ,, r"; dos (uarleis que gratificara com cem
um globo terreste, do fabricante Delamarche xni1 rls* .
novo e bem figurado melhodo de rebeca de *ST 1" ugirao tresescravos do engenho Po o
Martim, e bm encadernado um dito de da Comarca do Penedo Provincia das Ala-
trombeta um dito de hasson, um dilo de gas de ^ proprielario Jos Uigino de
flama, urna flauta guarnecida de prata, um Caryalho Coulo a saber Francisco mstico,
grande sorlimento de estampas ede quadros a cabucolado estura ordinaria, grossura pro-
dourados, moldouras douradas para ditos, e- p-^cionada othcial de carpina e carreuo .
para cornijas, emais ornamentos de sala, lera catrizes de dous tiros que sofreo sendo
um candieiro com globo formado de vidros de "m as costas, e oulro no pescoco que Ihe
cores e gravados, diflerentes jogos de socie- S'ihio no queixo ; o segundo de nome Luiz ,
dade, e para meninos, voltaiie, obras com- de bo*. >ltara grossura proporcionada.
casa
se nao cliamarem a i:
Soares de Jess.
Avisos Martimos.
ilas ordinarias, e outras muilas miudezas
por preco commodo no atierro da Uoa vista
U 16
tST MIJOS Bilhetes da lotera do tbeatro ,
PAH/Y IUIESTF. o superior l'rigue Ioglez e Cautellas de ditos a quinbentos ris ; na ra
Agnez Capitfio Charles Cobbe anda tem direita vend
lugar para 100 caixas de assuca.,
Me. Calmont & Companhia.
Irala-secom nha.
la que loi do fallecido Jos da Pe-
resumo da historiado Brasil lices de hislo co,l)> rosto comando denle grandes e
ra, Paulo e Verginia fbulas de Flonan al)a,lados um dos ps grande e os dedos a-
vida privada dos I raneczes gabinete do na- I|erlos suP"c-se que Ingiro para esta Cida-
turahsla Carlos e Ailbrur, enciclopedia das de do llcciic d 0,,dc U1U deea chegando iu-
donzellas Clnie ornamento da memoria ?>10 he provavelque se duzisse a os dous ;
ascadeiasda escravidao lahulasdcLafonla- *uem os W" ievc a ,ua ^"la O. 6 lado-
ne com estamjias linas, diccionario univer- do na8ce,,to ao Ajudante Antonio Luiz de
sal por Boisle, e urna grande quantidade de ^0llza.', *lU esta authoiuado pira os receber
outras obras tudo em idioma francas objc- e Srahllcar'
ctosde fantezia, caixas de costura para senio- ________ '
ra um alfinele de diamantes, umfbilliar com I
urna coberta envernisada que forma dello
urna linda mesa de meio desala ; na ra no-
va i), at, rasa de Dutocq.
S3r Bilhetes e meios ditos da lotera do
tbeatro ; na ra do Cabug loja de relojoeiro
junio do Sr. Bandeira.
SS?" Meios bilhetes da lotera do tbeatro ;
na ra do Queimado loja de fazendas de Ma-
noel Joaquim Silveira.
*s?- Meios bilhetes da lotera do Thealro ;
no paleo do Terco venda D. 9.
Mr* Bilhetes e meios dilos da lotera do
uviuieiito do i>urtu
L e i 1 a o
tT Pannos pretos ede coras a 4oo co_
vado ; na loja de (azendas na ra do Livra-
inenlo junto ao beco da padre D. 1.
C3" Rap chegado ltimamente de Lisboa
tST Que faz Joao Stewart wr interven- em libras e meias ditas c as oilavas ; na lo-
cno do Corretor Oliveira de pannos, rase- ja de Antonio da Silva.G
sedas, hollandas brns entranca-
cn
miras ,
-los escaros latas com espirito de trebentina,
ampios de louca dourada para gas machi-
nas para filtrar agoa papel do poso, halaios,
relogios de sala com manga, estampas pil-
n-sea-, da Sicilia, casticaes gnalas de vi-
dros ropos para vinho e cbampanhe li-
vros em branco, perfumaras, marmotas,
Inadies livros impressus e outros muitos
objeetos de diflerentes qualidades desembar-
cados da Barca Ingieza Mary- Uliarlotte-We-
ber arribada a este porto ," terca frita ); do
rorrente aa >o horas da maob no se;i nrma-
zem da rua da ra da Cruz.
CS- Quefazem N O. Bieber & Compa-
nhia por intervencfo do Corretor Oliveira,
de um bom sorlimento de espingardas lasar-
as* ditas de caca, sovellas brochas co-
Bieres de estanho, bezerro, pedras para afiar .
Gusmo na quina do
hoco da Congregaco.
tS3" iJuas parles de duas casas terreas jun-
tas urna a oulra no atierro da Boa vista, com
um grande quintal com sabida para a rua for-
mosa aonde se pode levantar urna grande
morada de casa ; na rua do collegio loja de
livros.
117* Um palanqnim em bom
quiser annuncie,
tas- MEIOS Bilhetes da lotera do ihea-
thealro ; na rua da Madre de de Dos.
CS^ Meios bilhetes da lotera do theatro a
4680; na oa de Manoel Gomes de Carva-
Iho ao p do arco de S. Antonio.
l^T uas escravas de naco com bonitas
figuras, urna de idade de ao annos, engom-
ma, e he cozinbeira a*0Utra de 4 anuos
de dade meia ladina eambasda-se acn-
tenlo na rua direita L). .20 lado do Lura-
melo.
Bilhetes e meios ditos da lotera do
na rua do Cabug loja de miudezas
NAVIOS ENTRADOS NO DIA .5.
, Brigue Portuguez Iza-
. Capio Felinnc Jos
uzo ; quem
tro e Caulellas de dilos a quindenios ris;
na praca da Independencia ioa de eucader-
nador 11. -b.
lima
i-y*
negra
cese
engomma
liso ,
cozinha o diario de urna casa e lava roupa ;
na rua das Cruzc D. 9..
tlf Urna escrava de naco angola, de ida-
de de -i annos boa lavadeira, cozinha o di-
aiiode urna casa e he quitandeira ; na rui
dwlnes, trinebetes, estribos, bridas, mistan- ida Conceieoda boa vista l). 8.
thealro
junto a botica.
^ Meios bilhetes da lotera do tbeatro
no alieno da Boa vista loja de fazendas D. 15!
tsr Bilhetes e meios dilos da lotera do
thealro a 45oo e os inleros a nove mil r.;
na rua da cadeia n 48 loja de cambio.
tsr Lima escrava moca comas babelida-
des necessarias para o servico de urna casa
as 5 ponas D. 20 onde lem lampio.
tsr A posse e as hemfeilorias de um sitio
em Olinda que rendo 3oo,ooo annual; a lia-
na rua das'larangeiras D. ja.,
BS Excellcntiilarinha de trigo America-
na ede Trieste de marca SSS h, eSSF} no
arma/em do Sr. Joao Malbeos atraz do the-
alro
i~r Feis osera vos de nacao L.
IW el les ha uiua linda paielha par;
LISBOA ; ti dias
bel de .o| tonel. ,
1 reir de A velar equip. tt, carga vi-
nho, pedia e mais gneros ; a Antonio
relis dos Santos.
RIO DE JANEIRO; indias. Brigue Nac.
Bom Jess de 218 tonel., Capilo Joo Bo-
drigues Aflaro equip. 16, carga carne,
e mais gneros ; a Gaudino Agostinbo de
Barros ; passageiros brasileiros i, e o De-
sembargador Joaquim Jos do Amaral com
sua familia.
BAHA; 12 dias, Brigue Nac. Americana
Feliz de 1 jo tonel Cap Jos Ferreira dos
Sanios equip. 1; carga varios gneros ;
a Manoel Joaquim Pedro da Cosa pas-
sageiros brasileiros 4.
"SAHIDONO MISMO LIA.
LISBOA ; Brigue Portuguez S. Joo Baptis-
ta Cqp. Manoel Jos de Souza, carga as-
sucar espiis gneros
ILIIA DE S. MIGUEL; Brigue Escuna Nac.
Emilia Cap. Joo Ignacio da Menezes ,
carga assucar e mais gneros ; passagei-
ros 1 brasileiro e 5 portuguezes.
SAUIDOS NO DA 16
TRIESTE ; Brigue llauburguez Carlos, Ca-
pilo J.-J. Visser carga assucar*
OBSEBVACOEJNS.
Enlrou para o mosqueiru o Brigue America-"
nc Mannea.
Sahirio para acabar de carregar no lameiro a-'
Barca Ingle/a Superh ; e o Brigue Nct^egal /
.oanda en- Calumhus._________________________^ ]
pan palan- KEC E i\ A TYP, LE Ai. F. D F. 1841 f
J


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