Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04040


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Full Text
Anno de 1840. Sexta Peira
Tudo agora depende, de hs rnesmos; da nota prudencia, modera?
co, e energa : continuemos como principiamos e seremos apontadot
com admiraco entre as Haces mas cultas.
Proclanuic&o da Assemblea Geral do ISrazil.
T
--------' ooo ni -^5L W
Subscreve-ae para esta folln a 3j?ooo por quartel pagos adiantados
Sesta Typografia, ra das Cruzes D. 3, enaPracada Independencia
13. 37 e38, onde se receben) correspondencias legalisatlas, eannuucios, jS^"f'
"isirindo-se estes gratis, sendo des proprios asiignantcs, e vindos assig-
K'jados.
Partidas dos Corros Terrestres
' 'i:?adedr. Parahiba e Villas de sua prefenco...................
,lii do Rio Grande do Norte, e Villas dem...................> c
Dita da Fortaleza c ^ illas dem......................... Fcir-
Vill de Goianna.................................
Cidade de linda..................................Todos os dias.
Villa deS. Atito..................................Quintas feiras.
Dita deGaranliuns e Povoaci'io do Bonito.....................Dias lo, e a4 dcada mez.
j as do Cabo, Serinbaem, Rio Formozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e ai dito dito.
CiadJe das Alagoas, e Villa de Macci.........................dem dem
Tilla .* Pajai ^e Flores.................................dem 13, dito dito.
iodos os Cor retos partem ao meio din.
13 de Marco. Numero GO.
Marco 10.
Londres......
Lis!,
CAMBIOS.
33 d. por Ifooo ced.
Lisboa.......80 por 0/0 premio, por mciai olerecidoj
*?"<*.......agiris por franco.
10 Je Janeiro ao par.
OUHO Moedas de 6\oo rs Velbas l Ditas JVovas i4#4oo a
r,n".m. E"as de Wooon., 8K>o a
PKA IA Patacoes Brazileiros--------------1^58 1 a
Pezos Columnarios---------------i#J8o a
Ditos Mexicanos------------------- i#56'o a
Premios das Letras, por mez 3 i;8 a 1 111 por loo
Moeda de cftbre 3 a i, por loo.dadisc.
r4#6oo
8^aoo
i#6oo
l'^oo
Dias da Semana.
9 Segunda -'- S. Francisca Romana Viu.- Sesso da Thez. e and. do J. de D. da a M
10 Terca---------S. Mesitfiu e 3gComp. Mm. Re., e aud do J. da i. v. do C. de m
11 Qurta--------Tem. S. Canudo M-------------Sesso da Thetouraria.
la Quinta-------S. Gregorio P.---------.....RelacSo e Aud. do J. de D. da a vara de m
3 Sexta.....S. Eufrasia M..........Sea! da Tbez. c aud. ,1o J ,1o I) 1 v
U Sabbado------S. Mathildes R.........Re. e aud. do J. de D. da 3. .'
15 Don. >- 3. da Quar. S. Heurique Rei F.

Man cheia para 9 da i5 de Marco;
As la horas e 3o minutos da Urde As la horas e <5 minutos da manhV
PEBNAMBUCO.
ASSEMBIEA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL DE PERNAMBUCO.
Acta da 5. Sessao 'ordinaria da Assemblea
Legislativa Provincial de Pernambuco de
7 de Marco de i84o.
Presidencia do Snr. JDezembargador Maciel
Monteiro.
Feila a chamada, acharo-se prsenles 19
Snrs. Depulados, fallando com participaco
os Snrs. Padre Meira Manoel Cavalrante,
Carneiro daCunba, Manoel Costa e Leo-
nardo-, esemella os Snrs Urbano, Mello,
Peregrino Maciel, e Doulor Pedro.
Lida a acta da Sessao antecedente, foiap-
provada.
Passando-se ao expediente, fez o Snr pri-
meiro Secretario menco de bum requeri-
xnentodo Juiz e Mesarlos da Irmandade do
Santissimo Sacramento da agreja de Sao Pedro
Mrtir de Olinda pedindo a approvaco do
seo compromisso ; foi remeltido aCommisso
de Negocios Eclesisticos : de huma represen-
taco dos proprietarios e -moradores dos lu-
gares denominados, Terra Nova e Uri na
Freguesia do Snr. Bom Jezus do Enchu' co-
marca da Boa vista, pedindo atienta a dis-
tancia em q' Ibes fica a Igreja Matriz, a crea-
cao de huma nova paroquia na Capella de
Sanio Antonio que acaba de ser erecla no
Jugar denominado Salgueiro ; foi enviada
Commisso de Eslatislica.
Terminado o expediente pedio o Snr. Dr.
Brito a palavra para declarar que sendo-lhfe
permetlido optar entro as tres Commissoes pa-
ra que linha sidocleito desonerava-se da de
Eslatislica, em consequencia do que nomeou
o Snr, Presidente ao Snr. Tiburlino para o
substituir na referida Commisso.
O mesmo Snr. Dotitor Brilo apresentou o
seguinte requerimenlo Requeiro se ofBcie
ao Governo para que a Cmara Municipal ex-
peca diplomas aoilo Deputados Suplentes,
visto que os oito effectivos nao tem compare-
cido, e menos offaiado o qual entrando em
discusso, marrdou o Snr. Doulor Mendes a
mesa o seguinte Requeiro que o presente
requerimetito v a huma Commisso-e depois
declarou Commisso de poderes 5 no fim
dealgum debate, foro ambos regeitados.
O Snr. Lourenco Bezerra a presenlou o se-
guinte Requeiro com urgencia que entre
na ordem dos trabalhos o Projecto numero
5o de 1839, que marca as divisoes da Fre-
guesia do Allinho e Garanbuns.
O Snr. Presidente declarou-lbe que o seu
requerimenlo ia ser tomado em concideraco.
OSr. Reg Monteiro fez o seguinle reque-
rimenlo Requeiro que a (.ommisso de
Constituico e Poderes, procedendo a exame
da Acta geral com as parciaes d em resul-
tado o seo parecer sobre a legalidade das elei-
ces o qual nao ebegou a ser discutido, por
notar o Snr. Presidente que nao havia casa ;
e por essa razo, dando para ordem do dia se-
guinte a mesma de beje, c levantou a Sessao
ao meio dia.
Tliomaz Antonio Maciel Monteiro.
Presidente.
Alvaro Barhalho l'clros Cavalranli.
1. Secretario.
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
Secretario Suplente,
Acia da 6. Sessao ordinaria d'Assemblea Le-
gislativa Provincial de Pernambuco aos 9
de Marco de 18^0.
Presidencia do Snr. Dezembargador Maciel
Monteiro.
Feita a chamada acharo-se presentes a5
Senhores Deputados, faltando eompartecipa-
co os Snrs. Manoel Cavalcanti e Manoel
Costa, e sem ella o Snr. Doutor Urbano.
Lida a Acta da sesso antecedente foi esta
approvada.
O Snr. segundo Secretario declarou adiar-
se encommodado do3 olhos e pedio despeniia
do exercicio por algum tempo o que lhe foi
concedido, e chamado em seo lugar o 1. Se-
cretario Suplente.
Expediente O Snr. primeiro Secretario
leo hum officio do Secretario do Governo en- emenda do Snr. Reg Monteiro-, os mestres
viando de ordem da Presidencia 17 officios I pagaro i5U reis de multa
das Cmaras Municipaes acompanhados das I O artigo t/\ foi regeitado e a emenda
contaseorcamentos respectivos; foiremetti- substuiliva do Snr. Reg Monteiro, assim
tecedente ; foi approvado o ortigo com as e-
mendas dos Snrs. Doutor Pedro e Lopes
Gama e regeitada a do Snr. Mavignier.
Ao artigo 10 o Snr. Mavignier otlereceo a
seguinte emenda Suprima-se as palavras
desde e tanto estas at de pedra de cantara -
o Snr. Reg Monteiro os mestres que con-
tra vierem pagaro a multa de 1 SU-o Snr
Doutor Pedro pedio que o artipo fosse votado
por partes ; o que saptisfeito foi regeitado a
primeira parte, ficando prejudicada a emen-
da do Snr. Mavignier, e approvada a segun-
da com a emenda do Snr, Reg Monteiro.
O artigo 11 foi approvado.
O artigo 12. foi rejeitado, prejudicada a
emenda do Snr. Lopes Gama que mandava
suprimir desde as palavras por tal at o
fim.
O artigo i3. foi approvado com a seguinte
537.1489
do a Commisso de Contas e ornamento das
Cmaras outro de Domingos Neri Ferreira,
encarregado por esta Assemblea de.receber
a quota destinada para as despezas da mesma,
enviando as suas contas*; Commisso de
Polica ; hum requerimento de Silvano Tho-
maz de Soma Magalhes, offerecendo hum
Compendio de Geometra para o uzo da es-
collas Primarias na conformidade da Le nu-
enncebida ; todos os muros que se houverem
de edificar na frente das ras, serocordiados,
ecomasmesmas regularidades dos andares
terreos ; os contraventores soffrero a pena do
artigo antecedente.
Ao artigo i5 foi approvada a seguinte- e-
menda de substituidlo do Snr. Doutor Mavi-
gnier as ras ja edificadas a Cmara mar-
cara os predios que devem regular o ali-
mero 43 desta Assemblea; aCommisso de nhamenlo dos novos ficando este alinhamen-
Instrucao Publica.: outro de Felis Manoel to mais conforme com o determinado para as
Nogueira, Porteiro da escolla do ensino mu- i novas ras. Os contraventores soffrero a
tuo desta cidade pedindo augmento de or-'pena de JoUooo reis, e demolico da obra ;
denado ; foi a Commisso de ordenados. | e os mestres pagaro a multa de i5U res.
O mesmo Snr. primeiro Secretario declarou Salva a redaeco.
achar-se sobre a meza o diploma do Sr. De^ O artigo 10., posto a votaco por parles ,
putado Suplente, Antonio Affonso Ferreira, i foi regeitado ; assim como o art. 17.
o qual sendo enviado a Commisso respectiva, Ao artigo 18. o Snr. Mavignier o ffereceo a
esta interpoz de pronto o seo parecer reco- seguinte emenda- snprimo-se as palavras ,
nbecendo legal o titulo daqnelle Snr. : ap-'todas de Lagcs o Snr. Reg Monteiro-a
provado o parecer da Commisso, o Snr. De- pena dos Contraventores soja de 16U000 reis ,
pulado Suplente foi introduzido com as for- e dos mestres 8Uooo reis; ficando addiado pe-
malidadcs do estilo t* prestado ojuramen- labora, ten do pedido a palavra o Snr. Dr.
O Pataxoda Tcrceira sai para Lisboa no
dia 23 do correte.
Balancele da lieccita e Despeza feita por esle
Arsenal de Vlarinba de Pernambuco em O
mez de Fevereiro de 1840.
Rcceita.
A importancia do s;ildo que
passou do mez antecedente
Tbezonraria da Provincia,
dem recebida pelo Almoja-
rife em differentcs datas por
conta doconsignado pela Le
de ao de Otitubro de i838 ,
e mandado tbonar por Avi-
zo de 8 de Feveriro de i85g
para applicaco das despezas
a fazerem-se com as Embar-
caces da Armada e Paque-
tes por conta da Intendencia
da Corte
dem idum para as despezas de
CIP .
dem idem para as despezas
do Farol e Lanxa do soc-
corro
i93'8.9
7:5oofooo
3 00 f000
i3:5ao'ao8
to tomou assento
Entrou em discussan o requerimenlo do Sr.
Brito para mandar um requerimento.
O Snr. Presidente deo para ordem do dia,
Reg Monteiro offerecido na Sesso antece-; Leitura de Projectos, indicacQes pareceres
dente e nao disentido
, v na uim-miuv por nao naver casa ;
o Snr. Peixoto de Brito mandou a meza o se-
guinte Requeiro que se pecao ao Exm. Pre-
sidente as actas parciaes dos Collegios Ele-
toraes e que no caso de nao as ter na Secre-
taria as exija da Cmara Municipal desta
Cidade foi este approvado, e regeitado o do
Snr. Reg Monteiro.
Ordem do dia.
Entrou era discusso o artigo 8. das Pos-
turas addicionaes da Cmara da Capital 60-
bre a arquitectura regularidade e afor-
mozeamento desta Cidade com a emenda e
requerimentos constantes d'acta de (5 do cor-
rente cuja deciso tinba ficado suspensa por
nao ter havido casa ; o Snr. Mavignier pedio
retirar o seo requerimento de adiamento por a
dias por nao ter roais lugar o que lhe
foi concedido ; e passando-se a votaco foi
regeit-ido o do Snr. Lopes Gama que pe-
dia que as ditas Posturas fosaem a Commisso
compettente e approvada a emenda do Sr.
Mavignier, que suhsliluia o art. 8.
Ao artigo 9. n Sr Mavignier mandou a
seguinte emenda suprima-se desde as pa-
lavras qual ser ato pira cima. 0"Snr,
Lopes Gama a seguinte --Substitua-se a mul-
ta dos mestres por i5U reis. O Snr. Doutor
Pedro a multa seja a ruesma do artigo aa-
de Commissoes ; a conlinuaco da ordem de
boje, a primeira discusso dos Projectos nu-
mero 35 e 44 d anno passado; e levan-
tou a sesso depois de duas horas da tarde.
Francisco de Paula Cavalcanle de Albu-
querque.
Vice-Presidente.
Alvaro Barbalbo Uchoa Cavalcante.
i. Secretario.
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
Secretario Suplente.
Diversas Repartcoens
MEZA DO CONSULADO.
--A Pauta be a mesma do N. 58.
CORREIO.
O Brigue Escuna Portuguez Amelia rece-
be a malla para Lisboa com esclla pela liba
deS. Migad.
O Brigue Porlnguez S. Joao recebe mala
para !-.:.! atuaubaa 14 as 4 uura ua tarde.
O Brigue Constante recebe a mala para o
Rio de Janeiro amauba 14 rs 4 hora da
tarde.
Despeza.
Pela importancia do que foi
pago pelo Almoxarife aos
differentes rligos na forma
seguinte:
Em o presente anno fitianceiro,
Corpo da Armada
Artilheria de Marinha
Forca Naval
Reformados e Avulsos
Arrecadaco e conlabilidade
inclusive 25i(s'4()b' despen-
didos com os Empregados
um dos quaes criado por a-
vizo de 17 de Dezembro de
1836, e outro por ordem da
Presidencia desta Provin-
cia de a5 de Maio de 1839
e os mais da extinta Inten-
dencia em servico nesla Re-
particopor differentes or-
tlens da Presidencia
Arsenal, e. compras de materi-
aes primas
Farol e Barcas de socorros
Transpotestes
Anno financeiio rindo*
torca Naval
i46foor
6|8ao
3:90aa4o
I osooo
5 a8jfi3 2
5:781ao6
27. > > 11
53i.f'7*
11 :i79?5 76
39fo7i
1 1: a 18 '649
Saldo 1:3o f55p
Arsenal de Marinha de Pernambuco 4 de
Marco de 1840.
Luiz de Franca e Mello.
Escrivo
PREFEITURA;
pate do da i a dk marco.
Illm. e Exm. Snr.Forao presos bontem
a minha ordem e Jvero boje destino: Ma-
noel Albino ^Bizerra Manoel Joaquim da
Conceico, e Joze Francisco Creto pardos
Martin Camille Francez e Joze prelo ,
escravo de Thumaz de tal pelo Sub-Pn-
Teilo de Santo Antonio o 1. e a. por esta-
rem brigando o 3. por ser de pessiina condu-
ela e querer ftrir a Joo Ncpumuccno ,04.


DIARIO
5S5
t reqoM< So do respectivo Cnsul e o ullimo
j nr estar fgido ; Felippa Manada (
(,'io puna, e ftoza pretil, esclava.de
a-
in-
paraa., e Hoza preta esciava
Ran.'-I Gqstavo pelo Sub ,la l
gueziada Ufe-vista poi estol I : "' >
quella poi sor de pessJmos eostumea e
Sultar visinhauca.
L" oque consta das parles luye rece-bulas
n'esta Secretoria.
NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
Hombaim a3 de Novembre.
Brechemos cartas dcC-a em i5 do corren-
lc junto con o Suplemento ;io N. 4'" do
Boletn) que abaixo copiamos. JNi He vero os
leiiore a manara poro/ oi dli recbidoo Sr.
liaro do Caudal que chegou aquella LiJa
de em q e tomou posse do governo m i a
da em que publicou a Proclamacao q' adianto
presentamostila a expressao dos sent-
meiitos que anitnam a S. Ex. pela fulecida-
de da India equeS Fx nao cessav'ade re-
petir aqu todas as vezes que tivesse occasi-
o de o fa/.r. O seu contesto deve excitar
a mais Gime confianca nos nimos dos povos,
porque um programma [So solemne a mais
supura garanta da conduela lulura de S Ex
no seu governo.
Ga 14 de Novembro da 189.
Na lardf de 9 pelas 5 horas deu fundo na
Barra da Angola a Corvetainfanta Regen-
tacommandada pelo Sr. Capilo Teen le
Toralo Joze Marques viuda de Bombaim,
conduzindo a seu bordo o Illm. eExm. rhr.
Marechal de Campo Baro do Cand.il Gover-
nador Geral destes Estados 5 oSnr. Lascan-
ge seu Secretario', o Sur. Correa Majordo
xercito de Pcilugal ; eos Srs. MajorSNo-
gueira e Caplo CoUaco Ajudantes d'Or-
dens de S. Ex. Eogo qtle a Corveta fundeou,
disparou urna salva de vinto um tiros, e logo
emsegumenlO (i/erain o inesmo as Fortalezas
da Agoada t Rcis Magos Telas 7 horas
poucomais ou menos atracn Corveta o Ber-
gantn) do Governo que conduzia os Snrs
Francisco do Canto e Castro Secretario des-
te Governo, e Antonio Cordeiro de Mallos
Aldante d'Ordcns ehearregados peloExm.
Sur. Governadur \ ieirade cumplimentar o
Kxm. os |quaes lora reeebidos por S. Ex.
com toda aclividade Na Boguinte
innnha petas 9 horas e mea sabio da Casada
sua residencia o Em. Sur. Gobernador Vi-
eira com o seu Secretario o Ajudantes de
rdens na Galeota e sedirigiram a bordo da
Crvela salvando as Fortalezas da Agoada e
Reis Magos na sua passagem. (negado que
foi abordo oi rerebido pelo E\m. Bario :
seu Secretario : Ajudanles d'ordens e mais
Oficialidadese cnibarrou na nlesma Galeota
rom S. Ex. oSr. Baro salvando nesta oes
a Corveta e d* <;> as l ortolexas de Agoada
Reis Magnos e as mais Embarcaces de Guerra
surtas no rio daPangMUB quando por ellas
pastaran Em seguimento da Goleot vinba
o Bergantina com os Snrs, Officiaes que ha-
viam bido em Deputaco a Bombaim enropri-
jo t en iiionial daremos conta no Numero se-
uinte. \estas ultimas tres nontes houve il-
innea nas Casas particulares e nos
Dua'rleis dos (lorpos.
.ROCLAfoACAO.
!' bita tes da India 1' rlugii'va.Honra -
... iJe 1 'idilissima a nossi
ufana com a mmcaco de Go-
desle Estada ive no
10'do coi '.ente a salisfaco de pisar o
1S0I0 natal ennobrecido por urna bri-
Ihanle serie de gr-nti lesas d'armas e de ras-
gos heroicos do mais iuvejado patriotismo. E
boje tomei conta da di recri dos Negocios
Pblicos,
Se umalonga carreira militar sem mincha;
se o;'.<'m trtjrnho de varias, e por ventura im-
portantes commissoes com zelo e lealdade ;
se piin':|iios inalleraveis de urna vez com-
provados;ie finalmente, mais un desojo ar-
tierile de continuar a merecer a eslima de me-
us concdadaSa, e a confianca. do Tbrono ,
sao garantas suflicientes de um governo fun-
dado a execueao da Le escripta e no cum-
primenlo das mximas da jusliea universal,
eu vo-las otlercco em penbor da reelido das
mitihas inlei.coes e da sinceridade das ini-
nhas promessas !
Albeio s fajaos ilissences que desgraca-
danienle vos tem agitado nesles ltimos an-
uos eu me darei por feliz., se filudo de
mrito para associar dignamente o meu nomc
ao de tantos vardes inimitaves que llustra-
ram na Asia o valor portoguez e cuja me-
moria anda veneris tiver ao menos a con-
solarlo deque a poca do meu governo
seia marcada nas paginas da vossa historia pe-
la 'duracao da paz publica e perfeilo esque-
cimento do pass&dpL.
A simplicidadeda iinguagem d'um Solda-
do nao cnsente fraz.es pomposa nem orna-
das de eloquencia. De todas as Autoridades
Civis, Militares e Ecclesiasticas espero o
mais decidido apoio ecoadjuvacao em pro-
retto do bem geral.5 dos povos deste Estado
submisso Li respito aos seos exe-
cutores c uniam fraternal.
Habitantes da India l;orlugueza.Ajudan-
dai-me a plantar a vossa propria felidade vol-
lai Koda a
DE PF. RNAMfiUCO
TVlhiii 1 '' i! ) 11 ii. iif
..5T_
rpjrzsaHBHH
fj: LfllTJ
caracteres como pela encadernacao enreque-
cida de ouro prata e pedras preciosas. Du-
iHi.le as eabrens que assignalarao bnni 1
plwt do reinada fi BaR'a ser ern
, fii esta l.il-liolheca rubada pL-!,is inili-
pulverisado de onro, e ornado com retractos
e vinhelas, foi comprado por ifi.100 fran-
cos ( ;')() >Uooo) quando em i85 vendeo-se
a bihjioteca de Lengls. y
Os Tukus otlomanos, ouosmanlis, de or-
cas tarea, quedeUa tiravo livros em paga- gem trtara menoj-amanle do esludo das
ment de sidos ti rasados. Hum da o pro-
prio \ i>ir fez traursaortar ; sua casa a carga de
o camellos por huma aulorisacao que Ihe
dava por 5,000 dinheiros quese lhe devio .
o vallor de 100,000 dinheiros ch livros. A
casa deste ministro foi saqueada e os escravos,
tirando as capas dos livros izerao del las c-
palos e quoimro as folhas. Osoulrosfo-
|rao despedazados e perecrao 11".s chamuias ,
ou nas agitas do Ailo ou (01 fio levados, a pai-
zes estrangeiros. O resto emfim Gcou cm
inontoes t sobre eUe lancou o vento tanta
arca e trra qneformou pequeos onteH-es .
que subsistirao muito lempo has visinbancas
do Cairo ese cliamaviio asCollinas de livros.
Nesta occasifio foi rwpeitada a bibliolheca
particular dos califas de EgyptO a qual con-
lirdia para cima de iao,ooo volmaes encarde-
nado* sem contar os brochados. Depois da
desli uicao do ca'lifndo do Exypto forao lodos
e&tes livros vendidos por ordem do snlliio Sa-
ladillo cujas virtudes privadas qualidad.s
guerreira e zlo religioso nao crao lavorave-
is s letras.
Senhores da Hespanba os rabes fizero
nella florecer a lilteratura e as artes. Os re-
is desde o califado de Cordova fundrao
na capital academias e collegios. Hum delles,
Al-Haken II COgnominaoo Al-Moskanser ,
nao se mitou a chamar a sua corte os homens
m?.is celebres do Oriente. 1 lie mantipha na
frica no Egypto e na Persia agentes encar-
regados de comprar ou de fazer copiar por
todo o preco ,
sciencas e das letras, que os. rabes c persas,
MimcPlormaro to vastos deposito de livros.
A hihliotheca do serralho em Conslantinopla,
fondada pelosullio Ahuied em 17 h), e conti-
nuada por seus suceessores, pode couter
ao menos quinze mil volumes, e augmenta-
se eontinuaniente, porcui/a das eoiiscaces.
Aleni disso, ha em Constautinopia do?e aca-
demias e ao menos, outras tantas bblietbe-
cas publicas com os nomes de Santa Sophia,
dos sullaos Mahomel I!, Solmaol, Bajazet
II, smanUl, eAbdulfiamid; da Sulta-
na Valid, dosgran-visirs Mehemet, lbra-
h ira Pacli Regi>ih Pacho, etc. Estos bi-
bliotecas colocadas em elegantes edificios,
conten apenas cada huma dous mil ma-
nu ser i pos.
Iloje, algnem accredittr que Fez eMar-
rocos forao na idade media cidades celebres
por suaa academia* e bibliothecas i1 Hoje olle-
recem os mesmos sinaes de barbar sino que
as tribus mauriscos que vagao pela cosa e jielo
interior da AI rica.
(Despertador.)
Carapuceiro
JAEDCAC-VO*.
Eu definira a educacao Arte de mdul-
os mais precios manuscriptos. car cultivar, e instruir os meninos para lor-
Seu palacio eslava aberto consta lilemente para na los capu/.es de vir a ser homens uteis e ca-
os sabios e homens letrados. Alli tiiilia huma ros ; sua familia sua patria ecapazes do
bibliolheca de 600,000 volumes arranjados promover a sua propria felicidade He muito
por ordem de materias cm diversas salas; mais fcil, di/.ia o grande Cicero dar a vida
mu i los estavo enriquecidos com olas cscrip- a hum m;nino do que dar-lhe hum'alma
las iielo principe; e s o cathalogo compu- boa; e isto ne justamente o desidertum da
nha-se de (\4 volumes infolio. educacao A rasao e experiencia nos de-
Em quanto a Europa ja/ia sepultada nas monstrao queohomem, quando nasce, nao
trvas da ignorancia as cortes de Bagdad tras comsigo nem bondade nem maldade ,
vossa attencao .ra os vos- Cairo Fez e Cordova erao os focos conser- senao mera disposicao para ser bom ou mao.
os inleresses e de vossos filhos : e sede solli-1 vadores das iuzes. Foi com os Mouros de EUe tem a laculdade de sentir as suas preci-
ntos no cumplimento dos vossosdeveres. S'Hespanba que Gerherl arceb^no de lleims soes as quaes he incapaz de satisfa/er por si
assim pederis gosar da plenitude dosdireitos I (que foi depois hum dos mais illustres ponti- mesmo e paixoes mais, ou menos vivas se-
me a Constiluicao da Monarcba assegura a; fices com o nome de Silvestre II) vio-se o- gundo a organisaca-0 5 e temperamento de
todos os PortUgeies e que Sua Magstade brigado a apprender geometra, correndo o que o dotara a natureza. Crear pois, eedu-
Pidelissima, aRainha.Qner, que seiam te-1 risco de ser acensado de leiliceiro quando vol- car hum menino quer dizer ; servir-se das
huh, por aquelles, quo leem a onra de Prcsi- tasse por trabar ongulos e circuios suas disposices naturaes do seu tempera-
Guando sobre as ruinas do caulado de Cor- ment da sua sensibihdade das suas preci-
dova se estahelecro diversas dynaslias em ses, e paixoes para modifcalo e lmalo tal;
Hespanba. algnns principes menos poderoso qual se deseja : quer dizer ; moslrar-lhe o que
creio bihliolhecas em Valenca Sevila, (leve amar ou temer fazendo-lhe conhecer
Granada, &c. bizcm que havia setenta l'e- os meios de o obler ou evitar, e excitar-lhe
ninsula as quaes forao successivamente rou- os desejos para certos ohjectos, reprimindo-os
badas 1 e destruidas pelos'christios hespah- paraoulros. As paixoes bem dirigidas con-
es. e seus restos passai para adoEscurial. duzem o menino ; vil lude e as mesmas pai-
A biblioteca a mais cuiisideravel de todas xes abandonadas ao seu impelo e mal diri-
no asnue meneiono os autores orientaes era a gidas o lorna vicioso e malvado.
os nue os principes A marides formarfio em Tri- Helvecio com a sua costumada auda
lados por aquelles, q
djr em Seu Regio Nome aos Negocios das
Provincias Ultramarinas
('alacioomPangim", zade Novembro de
I8J9.
Baro do Candal.
( Do Nacional de Lisboa.
MISCELLANEA.
Bibli 13 'ios povos mahometanos
Nem sempie estivero os ftlusulmanos
estado de ignorancia'era que ora os vemos, q
lacia afir-
Verdade heuueOmarordenoaseu lugar-te- poli de.Syria. Compunha-sede tres milboes ma que a educacao pode fazer tudo no ho-
que Cacadores n. i., ro 1 Begiraentos tempo de Julio Cezar) porm nem todos os
de Infantaria se achatam ..1 linha 1 califas ferio .como Ornar Os nomes de y\l-
na ra d'Alfandega, dando a ;.
do Palacio, debaixo docoimuai Siur.
Con i Joaqun Jo/e Xa vi r Hemiqu >,
quando aGoh uto ehegou'a> su l'i ti 1 Par-
que rompen a salva que (oi intei
, liaron, Al-lleschyd e Almon re-
0 pocas em que as sciencas e as letras ,
das ou desconhecidas na Europa re-
i-se em Bagdad ; pocas em que bo-
: 1 forao mandados a Cojislanti-
cademia mais tiorecenles de quanlas haria no nos, em cujas al nas n$J he possivel aecender-
tres desca isde usuaria, S.x. < pa ti uzr cm Uiiguagem rabe a melbo-
ocas,, emfim em que,
oes impostas pelo califa
vencedor, figurava a cesso de certa quanti-
dade de livros gregos.
barcou no caes do Palacio 1 eesl
r o reretoiem dieientes Autoridades, q
muilos dos iiiciaes lora do ser vico eectivo :
a Compahhia de Monros da Guarda lori
alias destie O L;cs at a porta da p'imei; a Sa-
la e porta do Palacio eslava poslava huma
Guardado Capitoe liandeira. S. Ex. dese-
jando ver de mais perlo a Tropa sabio do
Palacio pela Porta principal com tjdooacom-
pashamenlo que o baria seguido desde o
seu desembarque e ^assando pela lente e
rectaguarda dos Corpus se lornou a dirigir
a Palacio e de una das janellas deste os vio
marchar em continencia. Depois das 5 oras se
servio o jantar a que assistirain diversos con-
-vidados e se fuera ni alguns brindes sendo
o primeiro a Sua Magstade a KAIM1A o
segundo a Sua "Magstade LE-PiEI e o ter-
reno ao Exm..Sr. baro Governador tieral,
.i iada um dos quaes salvuu coui vinte e un
tiios o Parpe d Arli:heriaque seachava pos-
tado prximo ao palacio. Acabado o jantar
foram diversas pessoas ctwiprimentor S. Ea
que atodos reuhrj vuu especial agraao.
Hoje lelas 1 boras da lardi I na posse do (io-
verno na Casa Prulessa do uoa J,us de cu-
Universo. Cem copistas tinlio hum orde-
nado animal ; e tri,ula delles nosahiao do e-
dificio nem de dia nem de noile. Outros
homens tinao a seu cargo comprar em diver-
sos pai/.cs as obras mclliores e mais raras.
\o lempo do governo dos A marides Tr-
poli lornou-se o lugar de reuniao de todos os
subios do paiz. ; e quanto esta cidde {em
1100 cabio em poder do conde de S. Uil 1.
dos cruzados os vencedores fie nao slu pe-
lados vista dos liv As que continha a bibli
Poucas notKas'umos acercada bibliothecaIotheca. Huma pessoa que se acl ava na
particular dos califas ,e das que perlencioao I era que estavo os exempl loalcoro,
grande numeio de collegios por ellcs fundados leudo pegado cm varios volumes, e venda
em Bagdad. S hum acto peder dar idalsempre a mesma obra declarou que o edifi-
da immensidade destas colleccoes, Quando! cis6 continhaalcoroes* Esta declaraco foi
Bafdad foi tomado pelos Tartaros-em iv5d, a entonga da bibliotheca ; os christos a re-
an' io estes no rio i igie lodos os livros que duzirao a ciuzas ) e os poucos livros que es-
alichro; atolera seu numero, que for- caparo forao dispersos elevados a diteren-
mou huma ponte por onde passou toda a
infantera e cavallaria.
No Egypto, Mauilania, Hespanba, Sy-
tes paizes
Ispahan e SchirazJ devem ter ticio
tambem bibliothecas reaes mu numerosas ,
a Hokhara e Samarkand em todos aquel- se julgarmos pela do sabio Abl-Cacem Ismael
les paizes emira que estavo submettidos
ao alcorao lodosos priupipes rivaes ou vas-
salios dus calilas se distinguirao pelo seu amor
s letras c fundrao bibliothecas e acade-
mias. A dos calilas do Exypto oceupava 40
talas do palacio do Cairo c continha hum
iilho e seiscenlos mil volumes entre os
qaaea iiui.. grande numero de WMiUAQip^
los auliiographns. iodo* estes livros iazio-
sc dignos de allenco nao s pela belleza dos
Saeb bu-Abad que era a mais consideravel
ex-
das que tinha possuido hum particular
ceptuando a de Mr. Boulard.
Fode-se julgar da riquesada biblioteca im-
perial de Uehli pela belleza de urna obra que
della fasia parle quando leve lugar a revo-
lucao que consumou a ruina do imperio de
uogui. He u aulhorapho exeni|>iai deAyj
Akbery, composto e copiado pelo imperador
Akbar. Esto excmplar, cscriplo em papel
se ncnbum interesse poderoso ; outros h ,
que se nao inflamad por cousa algunia : huns
sap tmidos outros audazes : estes carcccm
s 1 i sporeadoa aquelles apenas podem ser re-
os: h mullos estpidos mal organisa-
dos, e de lo rebelde temperamento que bem
pouco susceptiveis s:io de ser modificados: ou-
Irosvemos da espirito loleviano, e verstil,
que nao lu ixalos em eousa algama em fin
meninos h to preguieosos, e indolentes,
(pie nenhum meio pode levar a elleito o an-
malos, lie pois hum erro crer que a edu-
1 possa fazer ludo no hornera : pelo con-
irai 10 ella nao pode ernpregar se nao aquel-
les materiaes, que lhe subministra a nature-
za e cao sentis proveilosameate se nao em
hum terreno de tal soi le preparada pela mes-
ma natureza que seta capaz de corresponder
cultura, a qual deve comecar dcsd'ospri-
meiros assomos da rasao.
A primeara educacao qne comeca des dos
prhneiros das da vida, oceupa-se principal-
mente em fortificar o corpo do menino, ensi-
nando-lhe a fazer uso dos seus membros ; d;i-
Ibeem seguida o habito de regular as suas
precisoes, e reprimir as proprias paixoes, qu-
do contrarias aoseu bem. Esta primeira edu-
aco j d alguma sorle modifica as fatuidades
intellecluaes do menino, e taes impresses in-
lluemdemodo sobro elle que de ordinario
,,erduiu5 por lud a vida. Os pats nSs alten-
tao bastantemente para estes pnmeiros perio-
dos da infancia abandonando-a a ama mal
I



DIARIO DE PERNAMBOCO
i.
*
i
f
%
educadas ignorantes c viciosas as quaos
Ihe enehem o espirito de ideias luisas, de er-
ras e miseraneis prejuizos. Aa.s paos de toes
mestras contrahein os meninos o habito da
mentira, da falsidade da piisilanimidade ,
da moieza e la gula. Mal avezados j; das
caricias, e udulaics, ja fias correces e
castigos lora de proposito < nehem-se le capri-
chos, e paixes o!)slmadas e conirahem o
habito de mil del'i ilos, que ao depojs rara-
mente poderd concertar huma segunda educa-
cao mais rasoavel e acertada.
Sendo os homens sujeitosa todas as vieissi-
tudesla surte nao llies conveiu le cello hu-
ma educa; o mole, afeminada. Os revezes ,
a que est exposla a vida humana impde aos
pas por mus i heos, que seja o dever de
[vezar seus fzhos ; preguica indolen-
cia, ao lu.xo e.i moieza. Corrc-ihes ohri-
gac&o de fortificar uanto antes i corno do me-
nino por mcio do exercicio, do trabajho I hu-
ma vida sobria e dura adargan I" d esl arte
osen espirito contra os golpes da fortuna Nao
lia hornees mais infelizes, do que aquellesque
des d'a infancia se fi/ei ao moles ensuaes ,
vaos f e delicados ; pqrque tal edijcaijjio nao
so prepara uelles individuos viciosos, e .
inuiacs se nao que Lamben) llies lollie aquel-
laaclividade e euerg, aquella fojea mus-
cular, queconvem uo seu se\o eos torna
dohradamenle infclizes en todas as penas da
vida. A moieza, ooccio, a voluptuosidade
fazem os homens inuteis e petados a si mea-
mos, e sociedade: e hum menino avezado
a ser seinprc servido e a gozar de lodos os
fomodosda vida acha-se tintas ve/e infeliz,
quautas sao as em que Ihe falta quulqucr des-
tas comodidades As mesmas meninas dev-
la receber huma educacao mais macha pois
esta as tornara mais robustas menos su-
jeitas a innmeras enfermidades de que or-
dinariamente sao atormentadas e seriaij mais
aptas para gerar filhos sadios, e bem consti-
tuidos.
Todava o que mais contrihue para lomar
os filbos virtuosos, lie o exemplo de Eeus
progenitores. Este exemplo be para cues
lumia jnslruccao indirecta e continua, mai*
efficaz, do que os preceitos sempre reiterados.
Hum pai he a os olbos de seu flho o ente
maior o mais poderoso e aquello a quem
mais deseja assemelbar-se. O que vira pois a
ser bum menino, cujos pais sao lesregrados ,
eimmoraesPa Os domsticos exemplos (diz
Juvcual na Salyra i/|) quando viciosos tanto
mais de pressa corrompem inania he maior
a auctorid&de dos que o d:o. Hum ou dois
iilhos cujos cora.es PrameUieo formn com
melbor tempera tal vez saibao resistir ; po-
rem os mais obedecem a o impulso fatal, que
bao receido des d'os teios anuos Seja fiois
irrcprejicnsiveis todas asnossas acedes, a fim
de que os nossos iihos nao se auclon/em com
os nossos exemplos visto que todos somos do-
ceis imitadores la perversidade
O menino promplamenle concebe o desojo
de imiti-r o pie \ f'azer s pessoas que ogo-
verna ; porque as suppoe mais instruidas nos
meios de procurar vantagens, e pmteres. Era
vao dir a seu (ill.o bum paidissoiulo la/e
o que leu digo e nao o que ni'; vez la/er .
o menino no fundo de su'aljns sempre Ihe
respondern Vos sois* livre emvossas aceces,
eobjates o contrario do |uc ensinaes,se
d'abi vos nao proviessem vantagens que pe-
lis oceultar-me ; eu vos imilarei pois a dis-
peito das vqssas ligues.
Licurgo consideiava a educacao dos me-
nos como o negocio n:ais importante do loi li-
no: mas releva confessar pie tal o
essencial publica (elicidade, 'ordinario ic
inleiramenle desprezado \ i rd de he ,
em todas as Naces os Ministros da Religfn
sao encarregados de ensinar a mesmo Religia>,
a piedade e a moral i mocidade e le lie
inculcaros seos preceitos; mas a exp ri
no- faz ver que se as suas lices nao sao sus-
tentadas pelo overno lorna-se inleiramei--
te iracas para por dique corrupcao gera;
que de continua arrastra os homens a o ma.
s motivos que appresanta u Religiao $.)
mui sublimes, sao espiriluaes e em grantl
pane supcrioics inteiligcncia da mullid:'
grosseira, pelo pie, se nao sao sustentado
pela forca doGoverno pouca etcacia tem ra determinar a o bem bum povo material, i
ignorante*
Os mesmos Ministros da Religiao lamenta
se da inulilidade e iiie"flicatia le seus precei-
tos, comquar.to por elles continuamente re-
pelidos; porque se estes aproveitao algu-
ni alma tranquilla e capaz de os meditar,
lien hum eileito pruduzem sobre o grande nu-
mero o qual deixa-se Helar do vicio por sua
natural iiidinaco, e pelo publico exemplo.
Indepeiulenlemente da depra\acao,q a Religiao
revelada nos diz ser inhcienle nalure/a h
a ignorancia profunda em que vive o poto ,
lia os exemplos dos ricos c grandes imitados
pela pela plebe ; lia militas vezes negligencia
da parte dos Legisladores os quaes em por
i por obra todas os meios fiara fazer observar as
leis do Estado nfio nv-jda3 bastante deligen-
:cia para fazer.observar as leis do Creador a
fim de dar bons costumes ao povo e lazeloco-
er os feus verdndeiros nteresses, eos
seus maisessenciaes deveres para com a So-
ciedade taes sao as causas, que mais dis-
pertad o funesto pendof para a coi ru>p ao eu-
mente o homem traz em seu corceo des
d'o ventre materno.
Em balde os Ministros da Religiao inculca-
r "<.oridade os preceitos de huma Moral
Divina firmada era as recompensas e castigos
da oulra vida : on balde a Philosophia appre-
sentar a os homens huma Moral humana ,
uiidada as vantagens sensiveis que a.vir-
tude trazcomsgo inda na vida presente: as
promessas, as ameacas-, eos motivos sobre
naturaesda Religiao serao sempre mui fracoa
para lornar melbor a maioria dos homens : qs
motivos bum anos la Philosophia e os heos ,
que ella promelle neste mundo parecerdchi-
meras se os preceitos da Moral nao forem
sustentados c protegidos pelos Govemos os
quaes tem em suas maos os meios mais pode-
rosos para fazer obrar os mortaes sobre a trra,
e estes meios sao os castigos c recompensas.
A (educacao, propriamente fallando*, nao
he se nao a Moral incubada Mocidade e
que se Ihe fax familiar des d'os tenros'annos.
Educar a hum mancebo quer dizer ensioar-
Ihe os seus deveres para com o Ente Supremo,
para comsigo e para coin todos aquclles,
com que tem relacoes : ensinar-lhe a conduc-
ta que leve ter para com seus pais fazendo-
lbe pereeber o interesse que lean em merecer
a sua bondade : mostrar-lbc o modo poique
deve porlar-se para com os grandes, e peque-
os, para com os ricos, e pobres para com
os amigos e iiiimigos. Os de/eres los diver-
sos estados dos homens nao sao oulra colisa
mais do que as regras indicadas pela \foral
em as diversas posices da vida. A edueafio
d'bum Principe, por ex. leve ensiuar-lhe
os seus dereres naos*') para com reos, senSo
para com o seu povo e para com as naces
eircumvizinh is ; deve explicar-lhe a juslica ,
a humanidade alemperanca, a moderaeo,
.'zendo-llic conbecer os inleresscs que ocs-
timulaO a praticar essas virtudes A educa-
ran dos ricos <; glandes deve Icr por ohjcclo
polos no caso de fazer hora uzo das suas rique-
zas e dos cargos que algum lia tem de oc-
cupar: deve mostrar-1 bes os deveres, que
Ibes prescrevea Moral para cpm 08 seus conci-
lladnos como os nicos meios de merecer a
estima, o respeito e amor que sempre se
tribuido beiu'ticeneia cuuidade ala-
bihdade, e nobreza de sentmenlos.
Mas infelizmente os meninos destinados a
fazer na sociedade a mais dslhn:la figura siio
d'ordinarioaqruelles, cuja educacao he mais
despiezada pior ; porque nao se cuida coin-
muramenteem llies temperar o mao humor ,
em Ibes dar carcter, em combater os sen- *-
irii Los,-, iinim reprimir em suas paindes. Pelo
contrario desd a infamia se Ibes faz coanpre-
hender, que nasccrao para commandur, que
ficao cima das leis rommuns que ludo se
nem de virtudes nem de sciencias era le
talentos para obter as distinecoes a que os
cbama.o.seu Ilustre nascimento, A mesma
:"iu muilas vezes os iihos
vos, a quem se insinuad des d'os pri-
me! ros al vores. da rasoas vantagens que Ibes
daoas riquezas eadietancia, que estas pe
entre os ;> imi ns. Assim corrompidos des d'a
infancia tornao-scaltivos, e insolentes, ea
flaqueza dos paisdeix.iIbes contrahir incli-
na es lunestas, que nunca mais sepodeni
desarreigar do coraco*
cagar jgrw
nm andar para vender no Bairro de S. Anto-
nio que di/ na i duvida deixar pule do im-
porte nu ra i> de comprador : auniincie par*
ser uroenrod i ; ; lis o ditii n id i agradar
rao se pora luvij cuidar lodo o >
Quem i!/.i- c :: rar u n negro cri-
oulo mui; > do o con bonita (i-;ura pre
! .-se p.iv. tora da ; rbvuiciu ou pai
'. imeng ni > : dirijase a ra de S. Rita
lado da : f) de/i
-- Dm
ICI

pai
o serv co i
u'ii a
faco de suas paixdes desregradas : finalmente
lodo o bomem deve acatar hum sentimeutn ,
de cpie est pendente afelicidade anda tem-
poral de mullos milhesde seus semeliaiilts
Se a todos corre esta obrigacSo ; o que ser
a respeito dos Ministros da Religiao ? Estes
assim em suas palavras como muilo princi-
palmente em suas aeces devora respeitar,
honrar, insinuar, e deltilder a Religiao
Mas infelizmente he tal a corrupcao dos lem-
pos que ate lu eutrenns Padrecas o Prades
da mao Curada que de publico nSo ponpaS
ensejodeassacarapodos, edeclamar contra a
Religiao H nada mais nauseoso nada
mais torpe, e horrendo ? Pensa taes bugini-
| eos que com este proceder serao aplaudidos ,
j e victoreados dos seculares ? Ouanto se illu-
[dem Semelhanta desaforo s pode ser acco-
| lhido por bandalhos, pjr gente immoral, e
[infame. Anda nao|passei pelo desgoslo de
jpresenciarSemelhante insolencia: mas setal
i me acontecesse (quod Deus averiat) eu liria a l,: 'cs
lesseSalabardole, ou Bonifrate VIeu Reve-
j rendo para que be lao brejeiro, e despeja-
do ? Ouem oiolenlou a abracar o estado c-
iclesiasljco? Se est convencido da falsidade
da Relig naogeja impostor, nao se]a hi-
[locrila apostata ; que ninguem Ibo tolbe,
declare-se male alista : c Atbeo dispa esse
habito Clerical ou Regular, que V. Revc-
rwncia tanto deshonra com osen lesregrado e
escandaloso procedimento : crie hans bigodes,
e barbas de Mouro e va ganhar a vida em
oulro offido va ser Rei de comedias, por ex.
e nao se inculque por Ministro d'hum l>eo- ,
de cujos augustos Vysterios zomba escr-
nele Mas V. Reverencia, meu badameco
tonsurado nao he nem pode ser incrdulo .
6 impo por COnviceSo ; porque nunca esludoii
a fundo a Religiao ; que se a esUidasse e t-
vesse os precisos talentos, e devidas dispoii-
ci'S seria bum Sacerdote consciencioso, hum
Ministro digno do Altar : V. Reverencia nao
passa d'hum libertino, d'hum Padreca de I""'''''
bumba meu boi ou d'hum Fradinho del ^r" !Iv (!'^'1,,r,: d Deas numero i\
sabugo que como quer que deseje passar hu-j cul"'1' ensmar meninas a.ler, escrevor,
ma vida loda sensual e torpe imagina a- cov**" coser, e Doutiina Cbrist 5 os paes
mordacar os latidos daconsciencia'; j des-Me t dlias quedesejaoa edueacSoeaugmen-
crendo, j achincalhando verdades, que o|tP Je suas filhas i poden dirigir-e mencio-
colaphisad, e incomodas :,V. Reverencia qui- w casa (icando certsimos que a Scnhora
, e para nomeih se
offere uizer servir-se do seu pres-
limo annuncie*
S f Aluga- h una can ia pequea que
pega 00 a tlop lijlos lifriia-se a ra ii j-
va D. 2.
el I 18 primeare an-
dar da : is a iui penjiores le
ouroe piala, e lambem se da era pequeas
paradlas e na musiua casa vende-se ricas
l'rop.je-vi a ensinar Litim e Rlietor-
ca humapessoa habilitada, nestas facilidades,
nem do sen preslimo sequiser utilisar dirr-
ja-se a casa denominada Jrdim, na ra do
mesmo nome.
C y Precisa -se dealugar huma casa, ou
loge na ma do Rangel quem ativerquei-
ra nnuuciar sua moradia por esta follu para
se procurar,
til' Aluga-se una casi tarrea no largo
do Paraso I), i pinturas a qual serve para qualqucr estahe-
[ecirenta ; a Iraclar na ra dos Martirios I).
18 defi onle do beca do M isco
:w" \ <- iquetiou PortoCartas c
cncomce; las pan .' de Sotiza,
r-se as '>
-e alur
iiueira
que
1:


1
b de
liuru
an ir
n : l'll
I.
b
!S ; ,'.i.
,,t;eai o tiv
/ de Olin 11
1 Math-
par ser
(Con lin uar-se -a)
VAJHEDADE.
Os papagueadores irreligiosos.
Nenhiun homem sensato declama contra a
Religiao; porque a Religiao lie huma necea
sidade dos povos que nao podeui existir em
commum sem hum culto, eeasse positivo.
Toda a Moral publica assenta neta base, don-
de se segu, que invectivar contra a Religiao
d'hum Estado he ser imprudente, louco c
emmiuenlemcnte maleteado. Mas nele-se
bem pie lal procedimento nunca se ver.i
n bum cidado honesto n hum homem vir-
tuoso, e honrado porem sim em bilboslres
carregados de vicios, e de criuies ; porque taes
individuos uizerao que nao houvesse huma
vida futura 'nizeraj iue nao se. dessem
penas e recompensas na elernidade para se
tuticgaicui tem ub&laculo algum a plena sals-
'I'
cera entregar-se desenrreadamente crpula ,
fraseara etc. etc. : a Religiao, que bobeo
com o le le brada-lhe no fundo da conseten-
Icia : seu grito o aterra : V. Reverencia anhe-
| la descarlar-se dessa vdela sempre desvella-
I da : eisa rasSo suficiente da sua incredulida-
Ide : em surama, V. Reverencia he hum gran-
I de tollo be bum bomem incapaz he hum
Sacerdote indigno e muilo m laia de cida-
do: lea, estude faca actos de con Ir cao ,
emende a vida seja hum Padre exemplar ;
c fieo que em vez de papaguear contra a Re-
ligiao, ser seu respeitador e pauegyristu.
Ancdotas.

Hum Pregador fazendo o panegyrico de
S. I 'rancsco Xavier entre oulras m'ar.uillias,
que referiu, disse, que esse Apostlo das
Indias, achando-se era huma ilna deserta ,
'conveliera cm hura s sermao aaomrt pes-
soas.
---Huma menina dessas de olhinhos beli-
cosos : e insigne gamenha extrauhava a seu
i.imio o vicio do jogo ao qual sacrificava quan-
lodinheiro adquira, Hum dia, em pico
joven r< colbeo-he mui anliclo pela grande per-
da quRSoireo, disse-lhe a boa irnia muilo
penalsada Or diga-me, m-ino qu
ueixar le jogar ? Ouando ? (respondeo-lhe o
rmao) Quando voee deixar de ser namorada -
Ab meu caro (toi'iiou-lhe a sincera menina)
grande infecidade fsei, que tem de jo-
gar por todos os ias de sua villa.
ROTARA DA BOA-VxSTa
O Tbe/.oureiio la Rolara a beneficio das
obras da Matriz da Roa-vista fa> scienle aos
amantes destejogoque as rodas ando iai-
pretei i\ lo.ente no dia seis do prximo uiez
de Abril e os bilbetes acliao-se a venda nos
lugares do coalume.
T1IFATR0.
Domingo se reprsenla a grande Peca Sa-
cra SANTO ELIAS ARREBATADO A
O CEO com toda a pompa e brilhaotis-
mo que le na Sociedade Tbeatral para o
que o Director mandou pintar huma nova vis-
ta de Lampo.
Avisos Diversos.
-^ Quera anuunciou ter ura sobrado de*
que 1 islo se propoz be eiuancavel no desem.-
pcnliodos seus deveres.
SjF" Precisa-se alugar ura prmeiro ou se-
gundo andar no bairro de Santo Antonio,
pie sirva para pequea familia ; quem o li-
vor dirija-se a ra e&lreila do Rosario ,- d-
reita antes de vollar para a ra das'IVncbei-
ras ultimo sobrado segundo andar.
CJ*Troca-se um bacamarle muilo boni
por um jogo de pistolas, quem a este nego-
cio se proposer annuncie, ou dirija-se a O-
linila ra de Malinas Ferreira n 11
XSrO Estrangeiro que aiinunciou uo Di-
ario de ante-ontem 11 do correte, quererse
empsegai emqualquer'servido querendo ir
para o malo, aparega na ruado Palacete
falar com Antonio Brusilno Je Hollanda
Cavalcanlc para tractar do ajuste, isto com
brevidade.
Z3" Paderia franoeza atierro da Boavista
D. 11. Apastelaria que por algum lempo
deixou !' existir na paderia frauceza atierro
la Boavista D. as (por motivo da molestia que
sofreo o paslelleiro) couiina de novo no mes-
mo logar, a apromplar doces bolos, pu-
dins. tortas, paseis etc. ludo de diversas
qualidadese propro para chas lostes sobrv*-
mezas c merendas ele. Igualmente acceita
encommendas de ludo o pie pertencer ai seo
1 [ficio de paslelleiro obrigando-se a confec-
cional as vontade da pessoa que fizer a en
commenda.
Pcrdeo-se un annel d'oiro com urna
pedia verde gravada, com a cabecil de um
cao \ quem oachar, querendo resliluil-o.
dirija-se ra da Cadeia do Recife 1). J'.>,
quereceber dezmuris alem doagradeci-
mento e: que Ihe lie ira o dono,
ty Da-se duzentos mil reis a premio da
dois por ccnlo ao niez sobre peubores de ouro
ou puta ; na ra do Livramento D. d se dir
quem os d.
i^F* Precisa-se alugar urna casa para pe-
quena familia', sendo lenca com quintal o
cacimba ou um sobradiuho de un andar ,
anda que nao seja em ra muilo boa, nao
excedendo o aluguel a oito mil reis mensaes ;
d-se fiador ou paga-so adianlado ; quem ti-
ver para alugar annuncie.
-- Urna pessoa que he oRcial de encader-
nador e lambem sabe Irabalhar de impres-
sorporja ter trabalbado en dito officio so
oOerece paratrabalhar por qualquer um dos
dons, anda mesmo em nutra Provrnrin : a
pessoa pie deila precisar dirija-se a ra do
Nogueira D. 8 uannuncie.


DIARIO DE PERNAMftCt'O
GP" Os Srs. Manoel Antonio Pereira, na-
tural de Braga JoSo Jos' da Silva natural de
Lisboa, BeruArdo Jos Pedro natural de dito,
Jos Luiz Gonsalves natural de Porto, que
vm albura lempo morou no lugai d i Ac cu,
eJoaquimINui.es Evaristo, ou seus corres-
pondentes, queirao annu moradas
para Be tratar, n -> tsr FurtarSo na noite d da m do cor-
rale nove pranxoes de louro sette de b5 e ?
do jo palmos de comprido a qnem for offe-
recidos pdeos a aprehender, e partecipar
no estaleiro de Jo;To Thomaz Pe eir, ao pe
do arma;cm do sal.
&S5 Precisa-sede un cozinhoiro forro, ou
captivo ; na ra da Cruz n. 7.
S3f- Domingos Antonio Gomes Guimares
comprou por conta de Ignacio Riheiro Bessa ,
um Bilhele inteiro da segunda 1 arle di pri-
meira Loteria do Thcatro Publico, de nume-
ro 2179.
S?" O Sr Pedro Domingucs Carneiro di-
lijh-se a ra do Crespo loja D. 5 lado do nor-
te ou annuncie sua inorada.
C7* Carlos Van Nes professorda lingoa In-
glesa tem a honra de oQerecer ao respeitavel
publicos seus serviecs para quem quise
se utilisar de sen presumo para adquerr
rom brevidade o conherimento das lingoas
PARA TRIESTE o superior Brigue Inglez
Agnez Capitao Charles Cobbe anda tem
lugar para 100 caixas de assucar; trata-se com
Me. Calmonl & Companhia.
C o m p r ii s
As
li iras
franceza ingleza e hespanhola.
que elle tem destinado para ditoestudo he dar.
3 horas da tarde em diante ; assim como os
Snrs. Estrangeiros que desejao aprender a
lingoa do pai/. podem dirigirse a casa de
sua moradia na ra de S Francisco casa de
am andar junto a moradia do Snr. Dr. Tei-
xeira; o mencionado a cima se dedica a acostu-
mar seus descipulos ao uzo de escrever e Tal-
lar.
j* O Sr. que no Diario n. 55 ele 7 do cr-
lente annunciou ler emeu poder um escra-
vo bucal que rio sabe dizer que he seu Sr.
^iS" O Catliecismode Joo Baptista Say; na
ra nova loja de caldcreiro d). 1.4.
tZ?" Ouro e prala velha 5 quem tiver an-
nuncie
ijf Telha velha de 10 at mil em Olinda,
eseus suburbios; quem tiver dirija-so ao ,
mesmo lugar ra da bica de S. Pedro casa de zem 0 fiad0 Bento Jos da Costa ou a tai-
Vicente terreira Marinho.
i~W Um Muslo do Sr. I). Pedro Segundo,
com tintas de (ores em panno ou em papel,
e em quadro ou sem elle e que tenha 3
palmos ; quem tiver annuncie.
tJ" Seis cadeiras que eslejo em bom uzo;
qlfem tiver annuncie.
Vendas
C^T Bilhetes, e meios bilhetes
da 2. parte'da i. a Lotera a fa-
borzeguins de lustro com o peito do p de bnm
e de duraque preto sapalos de couro de lus-
tro para homem esenhora ditos de duraque,
setim e marroquim de todas as cores, chi-
nellas para homem botins para meninos ,
sapalos para ditos, luvas de pelica para homem S^~
e senhora chapeos deso de seda ,. bicos de"os de
linho lencos de seda fitas de garca chapeo '
do chile de copa alta e aba larga ; na praca
da Independencia loja de Jos Antonio da >il-
va n. 7, 8 e 3$.
er Umapcrco de barricas vazias para
assucar ; na ra da Sen/ala velha no arma-
superior tahoado de pinho de todas as largu-
ras coniprimentos, e grossuras a fallar
com o caixeiro do Sr. Joo Mattieus.
C5* Urna cama de angico nova e mo-
derna ; na ra do Livramento loja D. 5.
.ar com Joarjuim de Souza Pinto
tsy Urna escrava creoula de idade de ao
annos cozinha o diario de urna casa, cose
cha fas rende, e todo o mais ser vico de urna
casa ; na ra de flortas na primeira casa do
lado esquerdo indo para os Martirios
C9- Bilhetes e meios ditos da lotera do
theatro ; na ra do Cabug loja de relojoeiro
junto do Sr. Bandcira.
SS^- Assucar refinado a 80 rs. a libra na
ra do Vigario no deposito onde tem a tabo-
leita.
ES" Meios bilhetes da loteria do theatro a
46oo ; na quina do beco da Congregacao D.
ai loja de Jos Esteves Vianna
ssr
ros dos
ra loteria
de fazondas unto a de cera, e na ra doQuei-
vor das obras to Theatro, e cau-
to! las dos ditos com premios inlalli-
veis : 'Testa T.ypografia.
ST7* Quatro frascos com jaleia. de arac de
superior qualidade e por preco commodo ;
na ra do cabug loja de fazendas ao p da de maf]0 |0a de ferragen
cera.
C3" Urna molata de idade de 9.0 annos ,
boa costuren a engommadeira e faz todo o
mais servico de urna casa prefere-se para fo-
ra da provincia a vista do comprador se dir j fJjrUrns ( uma e \(]ai\e de ao annos engom-
o motivo; na ra de S. Rita nova casa de- i ma ( e lie cozinbeira a outra de a4 anuos
fronte da poi ta principal da mesma Igreja j je dade meia ladina e ambas da-se a con-
MEIOS Bilhetes da loteria do theatro, I lenlo ? na ra direita D. 20 lado do Livra-
C7* Um linda escrava de idade de 2o an-
nacao njuca mbique op tima para1
muhanda uma^molatinha de bonita figura ,
de dade de 7 annos uma escrava de nacao
Loanda de idade de ao annos, faz todo o
servico de uma casa uma bonita parelha de
escravos proprios para qualquer servico, o"
um dos melhores sitios na casa folie; na rtP
de agoas verdes D. 38,
Escravos Fgidos
CS Joo Baptista Claudio Tresse pede ao
Illm. Sr. Prefeito e mais authoridades poli
ciaes e igualmente Srs, donos e capites do
embarcacacs a aprehencao de um escravo que
se supe estar furtado ninguem poder fa-
zer compra com o dito sob pena de se proceder
contra o comprador; este escravo foi compra-
do ao Sr. Joao Frederico Abreu Reg mora-
dor na ra de agoas verdes I). 38, no dia
17 de Selembrodo p. p. o dito dcsapareceo
no dia -3 do passido com os signaes seguin-
tes ; de nome Benedicto baixo. cheio do
de nacao mucambiriue, cor fulla
Camellas correspondentes aos mfcie- >orpo e nacao mucam tuque, cor tulla,
s bilhetes da segunda parte da primei- cara redondae che.a olhos oupados nariz
ra do theatro: amado Cabug loja fhato o andar pesado falla descansada, de
tS5" Meios bilhetes da loteria do theatro a
458o ; na loja de Manoel Gomes de Carva-
lho ao p do arco de S.Antonio.
tas Duasescravns de nacao com bonitas
sendo tenhaos signaos seguintes queira por fa-1 e camellas de ditos a quinhentos ris; na pra- men,o;
vor annunciar ; de idade de i3 a '4 anuos, cada Independencia loja n. 20. tgr- Bilhetes e meios ditos da loteria do
cabecae olhos grandes com uma barroca no I &^" Ou troca-se por um molequede ia a'theatro; na ra do Cabug loja de miudezas
queixo em um lado rosto seceo mos deli-1 M anuos um negro ; na praca da Boa vista jnto a |)0lca#
cadas, candas compridas e finas, p? seceos.
D. 1!>.
SSf Meios bilhetes da lotera do theatro
camisa e seroula compridas de algodSo sus- ^* Urna casa terrea nos afogados defron- na ra do Queimado loja de fazendas de Ma-
pensorios do mesmo, e de nomo "lelippe. c da Igreja de S. Miguel ; trata-se com Il0el Joaquim Silveira.'
^ Precisa-sc arrendar um sitio, que Antonio da Costa Lobato, visinho a mesma j s^F* Meios bilhetes da loteria do Theatro ;
diste al legoa e meia que tenha casa para casa ou nesta Tygrafia. no paleo do Terco venda D. 9.
familia e suficiencia para 8 vaccas ; quem *^ Um sino com casa de vivenda dous ^y Dous arados duas rodas para carro,
tiver annuncie. armazens e um deposito de mel constru- urna porcao de barris de pregos ca xa res em
CS- A possoa que annunciou dar por hypo- dode amarello no lugardeGoubu'; a tratar bom estado ealguns com avarias e barris
theca up-.a de duas morades de casas de pedra no mesmo lugar com Jos Barbosa de Souza com vinho do Porto e de Lisboa, tinto e bran-
e cal nos .-drogados, pela quanlia de J4o,ooo ou em casa de Herculano Jos de Freitas na Co ; na run da eadeia velha n. 18.
a jures sendo queira annuncie pracinha do Livramento D. ai. j t^> Muito superior oliado de pinturas de
t2^- O Sr. Jos Francisco da Silva Guedes C5" Uma armacao de venda com alguna diversas cores parar capas de mezas grandes
dirija-se a pracinbado Livramento D ai pa- effeitos na ra direita D. 3c> ; a Iratar na e pequeas ou bancas desala, estampado em
ra receber uma carta vinda do Porto. roa do Livramento D; baeta de algodo com largura de 4 e meio e
t25- O accionista das camellas desmancha- 3" MEIOS Bilhetes da lotera do Thea- 7 e meios palmos e botins de hezerro para
da de bilhetes das Lotcrfcs em dcima parte tro. e Caulellas de ditos a quinhentos ris ; homem, ebegados ltimamente de Lisboa; na
fazscienlea os apaivonados deste jogo que na ra larg* do Rozario loja de miudezas De-. ra nova loja de Ferreira & Braga, D. aa.
tambem tem caulellas perlencenles a quarta cima sette. !-*C5" As primeira linhas de Pereira e Sou-
parte dos bilhetes da loteria do theatro, em i&~ Urna canoa que carrega oilo patacas de za cdigo do Commercio Francs por Ro-
cuias caulellas o maior premio he de um cont a;oa a vintem o balde ; no varadouro em O- gron um manual dos TabeliSes e Ramon-
e quinhentos aqualcorre imprelerivi-lmen- linda casa de dous andares defronte do porte saias. quem quiser annuncie.
te no dia ai de Marco conforme o annumio do das canoas Jsrr Rap rolo Hamburguez em garrafas
Sr. Thesoureifo ; vende-se no atterro da Boa MT Arroz de casca oalqueirea 3oao; no'delibras emeias ditas ditoareia prela di-
vista na loia do S:. Uapo/o cauleilas de quar- paleo do Terco sobrado D. |. to doLima e Varejao, cha SSOn de pri-
lo, e na praca dita na venda do Sr Saniva *^ Urna venda sortidae bem afregueza- meira sorte dito perola em libras, e em
na ra do crespo loja de miudezas D. 5, e as da, sita em urna das principaes ras, e em caixinhas de duas libras e meia por 4*po, tin-
5 ponas venda 9 do annunciante; e nos bom local, adinheiro a vista e tambem se ta de escrever prela e encamada a 60.0 pole
mesmos lu ai es se a bao a venda as da loteria fas negocio com as chaves para oulro qualquer j dua azul a a^o, pemes de tartaruga para mar-
da Boa vista, que corre no dia 6 de ;; >n- estaheecimento; a tratar no atterro da Boa rafaS| ditos de masaa para coco ricas tisou-
formeannun. Thesourei vista lojadoSr. Abreu. ....
^^ n o cano 'o i^" MEIOS Bilhetes da lotera do theatro ,
emumterri p a ei :" e Caulellas de ditos a fiuinhentos ris ; na ra
o D. Pereira no Paleo d( lospi araiso, direita venda que loi do tallecido Jos da le- escovar pedras um rico sorlimenlo de bicos
Ounosen mesmo lugar. : "ha. largos e estreilos brancos e pelos superiores
%Sf: Joio d ita zerra i 1 aita ao ssr Uma molata de idade de a5 annos,
respeilavel publico que de boje era diaute bonita figura. engomma liso, cose, e coz-
naraJoaoda Costa Bezena o Capiba. nha ; nesta Typo|rafia se dir.
_____. I CK> Duasjnetas de
rinhas finas e inglezas para unha peo tes de
marfim de tirar piolhos dilos de tartaruga
para alisar escovinbas para denles e para
*e assig
meio de sala uma
ovada contra redonda e duas hanqninbas
tudo de moi'.no em casa de Hermano Mehr-
PARA LOANDA o Brigue Hiasilciro CJni- teos ra da Cruz D a..
\'f Uma escrava denaco angola, de ida-
Avisos Mai'itimos.
o sahir uestes 10 dias ; lala se na ra da
< ruz n. 5y ou com o Capitao do mesuro Ma-
noel Pereira de S.
PARA O CEARA1 a Sumaca Delmira M.
Jos Joaquim A Ivs, sahir I rev por ler par-
te de seu carregamenlo a bordo ; quem quise
carregar, ou ir de pussagem. enlendo-se
com o dito Meslre 011 com seu dono Antonio
Joaquim de Souza Riheiro.
PARAOARACATYa Sumaca Fclicida-
de Mestre Jos Rodrigues Pinheiro ruem
Snisercarregar, onir.de passagem, enlen-
ao-se rom o dito Mestre ou com seu dono
Antonio Joaquim dr Souza Ribeiro.
RIO DE JAiNEIRO seg.ue imprelerivel-
mente '. r.odia 20 do concille o Brigue Ron
w iu,de romar afrete cerca de ioo barricas e al-
mi
pode reinar afrete cerca de oo barricas e al-
iun.vas ; quem quiser carregar, dirija-si
de de-18 annos boa lavadeira, cozinha o di-
ario de uma casa e he quilandeira ; na rui
da Concelcao da Boa vista L). 8.
Sar" MKIOS Bilhetes da loteria do thea-
tro e Caulellas de dilos a quinhentos ris ;
na praca da Independencia loja de encader-
nador n. a 6.
Um cavallo bastante grande e gordo .
carrega al meio e serve para carro; no 1
andar da casa junto ao Sur. Jhnston Paler &
Companhia,
tST ^ove portas de louro com onze palmos
e meio de comprimcnlo, e 5 c meio de largu-
ra 5 jaisellasconi 7 palmos de comprimcn-
lo e de largura dous caixilhos para vidras-
sas e um para alcova ; na ra direila loja
deouvires O 54.
idade de ao annos, tem uma orclha furada
de prximo ; quem o pegar leva ao dito Sur.
a cima morador na rna nova 19 que re-
compensar com '5,ooo.
*Z3~ No dia 19 do p. p. desapareceo um
moleque creoulo, de nome Benedicto de
idade de i4 annos, sem chapeo; levou ca-
misa e seroula de algodo tem um perna
meiatorta um signal de queimadura perto
do olho esquerdo e a lingoa meia perra ;
quem o pegar leve a Olinda no varadouro so-
brado D 14, quesera gratificado.
-. D-se5omil reis a qualquer pessoa ,
que apprebender um pardo de nome Francis-
co desapparecido no primeiro de Janeiro do
correnle auno com os signaes seguintes al-
tura regular, secco do corpo cabello caxea-
do buco de barba, com falta de um denle na
frente com uma sicatriz na boca do estomago
procedida de uma lacada cujo escravo foi
compiado a Antonio Francisco Carneiro Mon-
teiro morador na Villa do Ic e por isso sup-
poe-se ler ido para as partes da dita villa ou
paraas doCralo pois he casado, e morava
no Cralo antes de perlencer ao mencionado
Monteiro: por tanto quem o pegar op-ider
entrejjar nesta Cidade do Reeife na ra larra
do Rosario no botcquim do Albiumerque e'
110 Ara cal y a Francisco Rodrigues da Silva
FacUuncos e no Cear a laetano Jos Du-
Ira que na occasiao da entrega ser pago da
dita rjuanlia.
O No dia i6deOutubro de 1839 fugio
umaescrava de nome Anna ladina, de na-
cao tugla de bonita figura estatura re-
guhr, eorpreta, rosto puchado, olhos gran-
pes, nariz fino, beicos meios grossos tem
umi malha mais prelado que a cor natural
no 'osto do lado esquerdo, e no braco esquer-
do urnas letras de angola., tem as costas mui-
toslalhinhosde navalha mos pequeas, e
p) grossos porem mal feitos intilula-se
crtoula levou vestido de nscado ja desbota-
do, e panno da costa, foi comprada a Ca-
ndi de Lellis da Fonseca piloto de uma das
enbarcacoes de Joaquim Riheiro de Brito ;
qsem a pegar leve a ra da Ciloria caza de un
a(dar de grade de ferro defronte do convento
a Tallar com o Tenenle Coronel T. Cezar Bur-
1 naque que gratificar com 5.),00o.
CJ" Fugio no dia 9 do correnle uma prela
(\ nico relilo de nome Mara Roza alta
ereforcada de corpo ; cabello aparado, rosto
Omprido nariz chalo dentes podres ps
ompridos e chatos com as costas com mar-
as de sarjas, levou vestido de chita escura
pbotada e panno da costa com rela bran-
; quema pegar leve a lora de portas ati-
ero ii.
mantas de bico de blom para senhoras e me-
ninas, a 3200 e 4800 lencos de ditos prelos
e brancos a tafo um rico sorlimenlo de fi-
tas degarca largase estreitas ricos adereces
de filagr prelos ditos de coritas lapidadas ,
borzeguins para senhora a a5oo galochas
para homem a 1G00 luvas decamurca ama-
rek botoes dourados para guardas da alfan-
dega ditos para marinba bichas ltima-
mente chegadas, e oulras muitas miudezas
por preco commodu ; na praca da Indepen-
dencia nr 9.0 e na ra dos Quarteis D. i.
C7" Bilhetes e meios ditos da loteria do I ERRATAS
Ihealro ; na raa da Madre de de Dos. Po Diario n. 56- Segunda pag. 2. colum.
t? Ou arrenda-se um grande silio na es-^.3 mandos, leia-se mundos-pag. e colum.
trada da ponte de Uchoa com casa de viven-!1"'3 '. 48 necessarios de mullos leia-se ne-
da muilo grande com 3 sallas onze ouar- cessa'io o trabalho de muflos- pag. dita co-
tos cozinha lora, grande copiar, coxeira pa |'um* 3- 23 Orgulho leia-se Orgulhoso -
ra .1 cvalos commodo para llor, duas ca- ?"{',' e colum. dita 1. b'o intendidade leia-se
ntencidade pag. e colum. dita 1. 8fi aecu-
zaco, leia-se occazio pag. dita colum. 4.
I. 3i encheros celeiros leia-se encher os le-
us celei ros Terreira pag. 1. colum. 1. 1 com-'
modo. leia-se Commodo. pag. e colum,.-
dita I. 1 Nunca f> "eos. leia-sffuncaa creostf
i em Jcos.
cimbas de excellenle agoa tem muilo lioa
arvores de fructo de todas as Dualidades, dua
baixas pata capim Ierra .ara plantacDes
a casa lie de pedra c cal toda em idrassada
e sercado de limo ; na ra direila D. a.
tT" Ko porto da; canoas no armazem a
a ra da moeda D. i: ou a FirmtOO JoseT^tSr Botins de Lisboa e francezes sa|>a- I finado Domingos des Passos, c no armazei|j"
eF ii da Ruta. Jtcs de uma e duas solas meios botins sdito |.atraz do theatro junto das casas do Sr, Cunhlj KLCliL JNA TYP, DE M. F. DL F, tiy
I


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