Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04039


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Full Text

Anno de 1840. Quinta Feira
*
'. .Tirdo ngra depende de ns roesmns; Ha nossa prudencia, mndrr^
,'cho, e energa : continuemos como principiamos e seremos aponladc*
com admiraco entre as Gares mascullas.
Proclamacao da A semblen Gral do Bratil,
( Sulwrevc-se para esta tulla a 3/fooo por quarlel pacos diantffdOI
*ttesta Typografia, rUa das Cruzes D. 3, e nal-rara da Independencia
07 e 38, onde fe recehrin correspondencias legalisadas, eannuucios, "^3^""
[hsirindo-M esles gratis, sendo dts proprios Migrantes, e virtdos assie-
* garios.
Partidas dos Correios Terrestres*
/Jidade.la Paralaba e Tillas de sua pretendi...................\
Bita do \\'w Grande do Norte, e Villas dem...................f ,
"Dita da Fortaleza e Villas dem..........................pegundas e Sextas Fciraa.
Villa '.ie Goianna.......,....................,...../
X.idade d- linda..................................fodoi os dias.
Villa deS. AntS*.....................;............Quintas feras.
I),ta deGaranhuns ePovoac.'o doRonito.....................[)as j,,, e -j de cada mex.
Diasdo Cal>o, Seriahaem, Hio Formozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e ai dito dito.
Gidade das Alagoas, e Villa de Macei............'. %.........dem dem
Villa de fejati de Flores.................................dem 15, dito dito.
Todos os Correios partem no meio din.
CJ 1 -J-' (.1 \ (0T-"y' ) i:! \'\> fe*
12 de Marco. Numero 59.
CAMBIOS.
Marco 10
Londres...... 3 d. par i lona ced.
jJ*"0....... So por o/o pre.nw, por metaloiTerecidoj
rjan?.......agiris >or franco.
nio de Janeiro ao par.
ODIO Moed,,' de 6f loo rs
. g." ; ... ..
l>";>* de ignoo rs.,
PR ATA PataeSea Brtileii "s.....- -
Pezos Columnariof -- --------
Ditos Mexicanos------------------------
Vellias 14*600 a i4.?8c!
Noval i4j4oo a gtioo
Hgioo-a Sfo.K)
IjT58o a
i#i8o a
056o a
Premios das I.c.hs, por mea ; i/fl a 1 112 por loo
Mocla de cobre 3 a ;,,.- 100.de disc.
l Mi
Dias da Semana.
9 Segunda-----S. Francisca Romana Vi-;.- Sess3o da Thet. e and. do J. de D. da 1. r.
1 i om. a. da Quar. S. HcUrque Re F.
Alare chela para 3 da 1 a de Marco.
As 11 horas e J? minutos da Urde As la horas c G minutos da MantiS.'
PERNAMBUCO.
ASSEMRIEA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL DE PEKNAM13UCO. ^
Acia da 3. Sessao ordinaria da Assemblea
J egislativa Provincial de Pcrnambuco de
5 do Marco de 84o.
Presidencia d Snr. Dczcmbargador Maciel
Monteiro.
8 ^Tello Cavalcanti com 3 votos cada bum,
e Cavalcanti deLacerda com 11,
Para a 11. Commissao de Rendas Muni-
cipaes, Orcamento, e exames deContas fo-
ro eleitos os Snrs Tfburtinocom irt votos,
Machado Ros com 11, e Paula Cavalcanti
coni io
Para a la Comisso de Saude Publica fo-
ro eleitos os Snrs Peregrino Maciel. Ma-
vignier, e Brilo com 18 votos cada lium.
Recnnhecida a impossilielidade, que havia
em poderem os Snrs Brilo e Mavignier mem-
Feita a chamada, acharo-s presentes 30 bros ja nomeados para duas Commissoes ner-
Snrs. Deputados. faltando sem participacao nutrientes, serem eleitos para huma terceira,
os Snrs. Paula Cavalcante. I'essoa de Mello. veioem duvida se se podia dar a apelo, o
e com ella os Snrs. Manoel Costa e Manoel-que sendo discutido foi vencido que sim.
Cavalcante. | Pediu o Snr. Mavignier dispensa da ter-
Foilido e mandado archivar buril officio ceira Commissao de Contase Despesas Provin-
doSnr. Deputado Vieira de Mello, parteci- i ciaes optando a Commissao para que fora
pando achar-sedoenle | ltimamente chamado, e o Snr. Brito de-
Tiverao igual destino varios ofiicios do Exm.! ciaron reservar para oulra occasiao a sua
Presidente da Provincia, acciisando a remessa decisio.
de huma certidao de bavro Vigariointerino' Para a i3. Commissao foro eleitos os
(TTregdesia da tascada prestado juramento Snrs Mesquita com 16 votos, Leonardo com
a Constituicfio do Imperio, os Estatudos actu- 4, Cavalwnti de Lacerd com 9
aes da O dem Tetceira de S. Francisco, e. Para a 14 Commisso de f.egislaco foro
huma informaco prestada pelo Inspector Ue- eleitos os Snrs Pessoa de Mello com 18 votos,
ral das Obras Publicas sobre o requerimento Pedro Cavalcanti com i7,eCarneiro da Cu-
do Reverendo Cuardio do Convento de St. j nha com 14.
Antonio do Becife. | Para a 15. Commissao de Ordenados fo-
Foro recehidas, eimeltidas a Commissao rao eleitos os Snrs, Mesquila com 13 votos,
de Constituirn, c Poderes as actas parciaes Manoel Cavalcanti com 11, e Mel Cavalcanti
das eleices dos Colegios de Flores, Gara- com 9.
Thuns, Olinda Urejo, Bonito, Serinham, Reqereu o Snr Reg Monteiro a nome-
Nasarelh, T/imoeiro, c Iguarassu'. adi de duas Cmmisses especiaes sendo a
A Commissao de Orcamento foi remettido pi imeira de Fixacao de Forca Policial, e a
hum officio do E.\m. Presidente da Provincia, segunda de Evame, e Fistfalisaco da The-
enviando 60 exempiares do bataneo da Re- souraria Provincial.
ceita c Despesa da Thesouraria Provincial Propoto Snr. Brio o ddiamento da no-
e outms tantos do orcamento respectivo para meaciio das Commissoes indicadas, o qual de-
oanno fmanreiro de 18 oa t^.ii pois de discutido foi regeitado.
A Commissao de Posturas das Cmaras Mu-^ Posto a vola;So porpaMea o. requerimento
nicipaes foro remettidos a officios do mesmo, mencionado, foi approvado.
acompanhando as Posturas das Cmaras Mu- Segui-sea nomeacodas duas Commissjcs
nicipaes das Villas de Goianna, Garanbuns, requeridas, e foro eleitos para a primeira
Liiroeiro, Brejo, e Boa vista. os Snrs. Paula Cavalcanti com ia votos,
Lida a Acia do dia antecedente, posta em Tihurtino eom lf, e Manoel Costa com 'O. e
discusso, sotfreu hum pequeo addilamento, para a segunda os Snrs Peregrino Maciel
"e foi depois approvada. com o votos, Carneiro da Cunha com 8,
Declaron o Sm. 1 residente, que Sobra a Pedro Cavalcanti, e Paula Cavalcanti com
Meza se achava o Diploma do Snr. Peputado volos cada lium, o que formando empale,
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti, demo- a sorte decidi pelo primeiro.
rado na Salla inmediata, econvidou aC-1 Dada a hora o Snr. Presidente levantou a
missao de Constituico, e odores para exa- Sessao, dando para ordem do dia seguinte a
minar a legalidade do mesmo. continuac) da segunda tiscussao das Postu-
letirando-se a Commissao indicada pa- ras Addiccionaes da Cmara da Cidadedo Re-
ra os seos trahalhos vollod com oseo pare- cife sobre a arquitectura, rogularidade e
cer por escripto em que disia enteder te- afbrmozeamenlo da mesma, lerceia discus-
fal o Diploma do Snr. Deputado j( nomeado, sao das Posturas da Cmara de Olinda. e
e o mesmo com direito a tomar assento o que segunda das Costuras das Cmaras de Goian-
i
sendo sugeito a discusso foi approvado
Forfio nlroduzidos os Snrs. Deputados Pe-
dro Cavalcanti e Machado Ros, os quaes
prestaro o juramento do estillo, e tomaro
assento.
Entrando-se na ordem do dia, passou-se
a nomeaco das Commissoes, principindo-
se pela oitava Commissao de Jtistica Civil e
Criminal, e foro para esta eleitos os Snrs.
Pessoa de Mello, e Aguiar Com iG volos cada
lium e Mendes com |9
1 ara a nona l oinmissao de Negocios Er-
Mesiaslicos foro eleitos os Snrs lal'aelcom
79 Hollandu Cavalcanti, e Meira com 17 ca-
da hom.
Pura a 10. Commissao de exame de. Postu-
ras RepresentaeSes, e Negocios das Cama-
fas Mutiiripaes foro eleitos os Srs. Oltveira,
na 1 lores, e Limoeiro.
Thomaz Antonio Maciel Monteiro.
I'residen te.
AltaroRaibalho Uclioa Cavalcante.
1. Secretario.
O Padre Joaquim Rafael da Silva.
a. Secrelario.
Acta da /. Sessao ordinaria d'Assemblea Le-
gislativa Provincial de Pcrnambuco aos t
de \arco de tS^, y
Presidencia do Snr. Dzembargador Maciel
Monteiro.
I sta a chamada acharo-SC presentes 7> Se-
nhores Deputados fallando com partecipa-
co os Snrs. Manoel Costa, c Carneiro da Cu-
nha e sem ella o Snrs Francisco de Paula,
Doutor Brilo Pedro Francisco, Manoel Ca-
valcanti e Urbano.
Lida a acta da Sessao antecedente foi es-
ta approvada.
Passaudo-se ao expediente leo o Snr. pri-
meiro Secretario huma representaco do Km.
Cabido de Olinda ao Exm. Presidente da
Provincia e por esse Snr remetlda a es-
la Assemblea, na qual se pedia o provnnnto
das Cadeiras vagas do mesmo Cabido : foi en-
encaminhadaa Commissao de Negocios Eccle-
siasticos.
Hum requerimento do Sr. Deputado Mel-
lo concebido nestes termos Requeiro que
se peca a ^residencia que baja de informar
a esta Assemblea que dferimento teve a
representaco de al, eiro em que pedirn a remoco do Prefeito
da mesma e hem assim, que providencias se
dero a vista das inslruccfies dadas pela
mesma Prefeilura, inclusas a dita represen
taco ; e outro sim que ha ja de informar a
esta Assemblea que providencias se der.o ;
vista do officio do Presidente da Provincia da
Paraiba, em que partecipou que huma
palmilla da prefeilura doLimoeiro cometie-
ra ali tres assassinios ; visto diser-se que o
chefe da mesma patrulba ainda continna a
ser commissario de Polica e depois daquel-
les tem cortimettido outros assassinios e crines
o qual posto discusso depois de algum
debate foi approvado.
Ordem do dia.
Enlrou em discussso o artigo 5. das pos-
turas Addirionaes da Cmara desla Cidade,
sobre ArquicIHura" e aformoseament da mes-
mesma : o, Snr. Doutor Mavignier mandou
a mesa a seguinte emenda ao artigo Em
v07.de amesma multa sofrero os mestres-
diga-se-os mesLes soffrero a pena de 10
dias di prisao.
O Snr Reg Monteiro-depois de Sobra-
dos, acrcscenle-se excepto as casas terreas,
que nao podero ser elevadas a sobrados sem
ascondiccoes cima ; o mais como na artigo,
soliendo o meslre a prisao de quatro dias
O Sr. Mendes converla-se a multa do mes-
lre da obra em 5,$' rs. O Snr. Peregrino
Maciel : substilua-se a palavra capacida-
de-por forca : terminada discusso foi apro-
vado o artigo com as emendas do Snr. Men-
des e Peregrino ; e rejeitadas as mais. O
art. 6. foi approvado com a seguinte emenda
do Sr. Dr. Mendes-reduza-se pri/.o cominada
aos mesfresem multa de i5s' rs.; eeliminem-
sc as palavras cadveres al infraco O
art 7. foi substituido pela seguinte emenda
do Sr. Dr Mavignier que foi approva : os
predios novos ou os que se reedificarem tero
de van a a palmos no andar terreo e no 1. an-
dar : ai no a. 2o no 3. Os contravento-
res soffrero a pena de jo', e demoligo a
sua cusa : os mestres a multa de i5,s reis ,
salva a redacSo. Aoart. 8. oflFereceo o Snr.
Dr. Mavignier a seguinte emenda de substi-
tuirlo.
1, Os predios que se houverem de edificar
ou reedificar gaurdarS em suas portas externas
as seguintes dimences que sero vivos ; no
andar terreo doze palmos e meio de altura,
e 6 de largura ; rio 1. e a. andar doze palmos
de altura e t de largura.
1. Os edificios que forem do sobrado tero
no primeiro andar varantfas corridas o:: saca-
das : no segundo andar ( leudo o predio de
a a i andares ) terao varaudas sacadas no
3. andar lefaojanellas peitoru ; estas janellas
estaro \ palmos e meio cima do assoalho o
guardarn-assegnintes dimences que serio
vivas ; 8 palmos e meio de altura e t de lar-
gura.
.4. O andar terreo poder ter portas e ja-
nellas guardndose as dimengoens e mais
COndiCjOes \\ marcadas : as portas roxeiras
porem tero doze palmos e meio de altura ,
e dez 4. Todos os andares tero o mesmo nume-
ro de pdrtas.
Os Cont*Qtentares de qualquer das dtpo-*
sicoens desle art. sofrer5 a pena de 20$' reis
de multa e demolicao di obra a sua rusta ;
os nv'slrcs pigirao a mulla de i5.$' is.
O Snr. fLopes Gama o leguinte requeri-
mentoRequeiro que as Posturas Addicio-
naes volte a Illustre Commissao de Posturas
para as redigir de maneira que se entendi;
o Snr. Mendes requereo que as posturas em
discusso reverlessem a Cmara para decla-
rar o sentido das su as palavras \ mas ao depois
pedio retirar o seo requerir uto o que Lhe
i'oi concedido ; o Snr. Mavignier pedio o ad-
atueu o da discusso por dous dias : e antes
deser.este apoiado noto-i o Sur. Presidente
que nao havia casa em consequencia do que
levantou a Ses-a > urna hora e meia da tar -
de, dando para ordem do dia da Sessao se-
guinte a continuaco da Wma di', hojt; ac-
erescntando as Postaras de S* Aotioemi,
liiscu-i-i) a
Thomaz Antonio Vlaciel Monteiro.
Presidente.
Alvaro Barbalho Ucboa Cavalcanti.
I. Secretario.
Padre Joaqim Rafael da Silva.
Secretario Suplente.
THEZOt\ARIA DV FAZENDA.
Expediente do dia 4 de Marco.
Officio Ao Exm. Paesidente da Provincia
informando o requerimento de Jofio Coelhq
de Carvallio 1. Escriplurario da Conlabili-
dude da mesma Thezouraria.
DitoAo mesmo pedindo para nomear pes-
soa (11c sobslitua o Procurador Fiscal por
haver o mesmo tomado .issento na Assemblea
Legislativa Provincial.
Dia 5.
DitoAo inspector do Arsenal da jMarinba
para mandar pagar pelo mesmo Arsenal eiu
cumplimento ao officio do Exm. Presidente da
Provincia que junto acompanhou aos Ne-
gociantes M. Calmout 01 Coinp. a quanlia de
75$'rs. da passagem do 1. lenle da Ar-
mada Nacion.tl Manoel Luis Pe eir da Cu-
nha para o tYJaranho na Barca de Vapor Ma-
mllense.
DitoAos Administradores do.Grande Hos-
pital pedindo-lhes para enviarem a couta da
quantia de t ts'oa^ rs. que ficoii em seu
poder no ultimo de Novembro p. p. para des-
pezas da Enfermara da Marinha mandando
logo entrar para o Cofre com o saldo noj caso
de o haver.
Dito\ Joaquim Joze de Souza para en-
trar dentro do prasO de oilo dias para o Cofre
coin a quantia det()f'35i rs. de saldo de con-
tascomo Almoxarifeda liba de Fernando.
DitoA Lno da Penhu de Franca para en-
trar dentro do mesmo praso com a quantia do,
ios'797 rs. tambem de saldo de contas como
Almoxarifeda mesma liba.
DoA Manoel : Roza d'Avit para
dentro do mesmo praso recolher a qu intia de,
667il io3 rs. tambem de saldo de canta, cuno
Almojarife da referida liba.



i.
DIARIO. n PHNAHB. CO
Dverrag Rpartic/ens
mfza DO CNSUL xdo.
A Paula he a mesma do N. 5o.
cok rejo.
A Barca Portugue/a Sen luna do Rosario Je
qne he Meslre \lauoel Francisco ile Soiua ,
sai pata Lisboa 110da itf do correte mes.
O Hgue Amparo sai paia o Rio ile Janei-
ro no dia 15 do torrente.
A Admriitracao Fiscal das Obra* Publi-
cas compra i4 vargas decantara lavradas de
9 palmos de comprido e i palmo de testa c m
oseo competente cramo jo no feixe -, q ditas,
singtllas com o mesmo coraprment e testa
sem caramujo omento rom feicho nomcio ;
sa de ditas coni 7 palmos e meio de enmarido,
e 1 palmo de testa com Viche no meio \ 1 >
sacadas com curnija de 8p palmos decompri-
do e i| palmo le grosso e S\> palmos de hr-
go ; o ditas singlas com 8 palmos de compii-
do c r dito de grosso e p dito* de largo ;
46 hombreias .com J palmos de compctdo .
e 1 dito de teslj com o seo competente canhulo:
as pessoas que laes gneros tiverent rom pare-
ido as botas do expediente Ufla Administra -
cao
Administra^ ao Fiscal das Obras Publicas
11 de Al arco de ifc^0* Castro.
A. I', interino.
a
CMARA MUMCIPAE DA CIDADF. CO
11 ECHE.
Sesio de 90 de Fevereto do i6.o
Presidencia do Sor. Barros.
Com parcenlo os Snrs. Fouza Chaves .
Oliveira e Bastos ; faltandu coa cau/.u os
mais Snr9.
A berta i Sess.io e lida ;i Ac'a da antece-
dente Coi approvada.
t) Sccrctaiio dando conta do expediente
nencionou os seguinte* oracios.
Um do Fscrivo Lu/. Francisco de Vello
( avaleaiitc exigindo tiesta Cmara a quanlia
de a63s-i2o do primeiro simcs'ie do corrente
auno finanrviro da l'ecima dos predios do
seo Patrimonio que se pacr.sse mandado
Outro do Fiscal deste Bairro exigindo a
quaniia de afo rs. que dispendetf com o en-
terre ment de dois coi pos e bein assim com ;i
compra de una palmatoria : que se pacasse
mandado.
Oniro do Fiscal da Roa-vista partecipando
acbar-se prompto e exercer.do as fuicoes de-
seo Emprcgo : ioleirada.
A Cmara resol veo que se remcte-.se Di-
ploma a dous Reputados Suplentes etn lugar
do Em. Francisco do llego Barros e Majo.
Antonio GomesLifll, e que se officiasse
S Ex. participando que Cmara nSo fl 11
vidou lemellcr o Diploma ao Splente por
sr'acbar impedido -orno Presidente da Pro-
vincia a tomar asscnlo na Assemblea Pro-
vincial.
Delberou mais i (.'.amara que se remelles -
se orequerimcnlo do Cidado Fran< i>co da
Paz \ az Leile ao Sub-J'releilo da Freguezia
de Sanio Amaro I a boa to para que hooves-
se de informar respeilo do sen cooteudo.
n Sur, Bastos requeren i metes de licenca
e Caivara Ib os roneedeO
O Sur. Vereadoi Souza fer.o osegunte rer
quer i meto que foi approva*do :Tendoesta
Cmara determinado, ipie os t iscaes das re-
guesiaa da Cidade e mesmo o dos A (Togados
cempareco un suas Sesses para esclarece-
rem sobra occorrencia*, que pos lo appare
cer observo, que esta delerminaco nao tem
execucae e que al;um appareee quai do
quer Raqueiro pois que se active execu-
cto desta determinarlo para que no caso de
continuar 1 talla esta ( amara providenciar
do 1 < medio.
Despacbaro-se alguns requerimentos. F.
por ser dada hora levanKMi-se a Sesao. e
mandarao Mzer a presente emi que asfignarfo.
En Fulgencio infante de Albaqnerqoe > Mel-
lo S(cretarii) a eacitvi lanos, Pro-l'i>-
zidente. Chaves, Souza, Oiiveira, Basto-.
Est conforme.
O Secn tarro.
Fulgencio luante d'All.uqiierquec Mello.
tar ao Commndante da mesma patgulha ; e
aquello pelo Sub-Prcfeitn de Sanio Antonio ,
por ser de pessima conducta.
-----------------\
ALMA.
Transportemos hoje nosso pensamento a es-
ses tempes magnificos etn que a palavra de
fehovah povoava o espaco de mandos radiantes
em que a Ierra se cobria de flores e de fructos;
pin que o Sol cobria com bum manto daurado
tantos vales chelos de vigo ; em que mil ani-
maes tirados do nada calcavafi a verdura das
pruneiras florestas brincava as ondas do
Ocano e experimentavad as azas as plani-
ces do ar. Foi ento que Dos do seio da sua
Omnipotencia auimou aquelle puraquem tan-
t.i> consas eram fcitas. O liso e o elefante
reconbeceram o bomem como si-usenhor, ea
trra receben o nreceilo le |>rover s suas pre-
eisSs, Animal era elle o mais bello dos ani-
mis ; inlelligencia foi como a imagen de
Dos. -
QuanlO mais se estudam os segredos daalr-
ma tanto m^is nos confundimos cora esse
Sello de graadflga que Ibe imprimiu o I'.terno
Encerrada em bum corpo de lodo sujeila des-
de a queda do liomem as anoganUa uecessi-
dades de tal escravo esta alma tem calculado
as distancias dos Astros descoberlo as leis que
regem o Universo o como obri;ado o proprio
Dos a mostrar-se nos entrincheiramentos de
sua immensidade. 'lseos | taibados em columnas transormados em gra-
ciosos eapitt-is elevaram at o Ceo o pensa-
mento de Miguel Angelo. Huma tela e atgn-
mus tintas sobos dedos de l-apbael torna-
todo o ente que pensa anda que seja bum
insecto, nao pode pensar pelo corpo : assim
os brutos tem inima alma. Mas posta de par-
te a sua mmatetialidade, ser essa alma si-
ni i I han te nossa ? Se huma tal perguqla
suas crealuras promettetido-Ihes o que nao
querdr-lbes ? Todas estas questes e mi-
tras muitas scrSo rsolvdas allirmalivamenle
se queris negar que a alma seja immortal.
Que interesse tem pois cerlOS homens em des-
merecejise resposta vinha aqu a de Cicero a Iruira base de toda a verdade de toda a v
geito: Pilo ha opinio por mais absurda, lude, de toda a felicidade ? Par-
que nao seja sustentada por alguns Pbiloso-
phos. *
D'aqui passamos nos a bum myslerio cujo
segredoteserv-ou o Eterno para Si. O bomem
pode comp'ebender que o scu corpo est su-
bordinado a huma substancia mais perfeita ,
que obra sobre esla materia bruta como Dees
sobre o Universo. Mas quaes sao os laeos
que uera lao intimamente duas substancias
lo dessimilbantes? o bomem .... nunca
o saber. A sua alma existe, a sua alma sim-
ples e da mesma natureza que Deo*. Porm o
Eterno depoisde Ibe ler permeltido alcanear
estas verdades gravou com sen dedo no polla
do myslerio : Nao passar;U avante,
O or;tilho que pretender dar mais bum pas-
so sollrcr o mesmo deslumhra meato que o te-
msrario viajante que se inclinar borda d um
abismo.
Todos os aelos de vontade de inlelligencia
proccilcui daalma. t'orque pois bum menino
que sae do seio materno be incapaz de loinia-
ra que I i 111
Dos que creon a alma ; sua iniagem (nem
sao necessarias as lu/.es da Escri|itura para o
eonbecer^ a anniquillaria depois da separa.o
do corpo ? Para satisfazer aos Pidlosoplios ?
Ilum Ente inmenso dizem elles o Creador
de tantos milhocs de Mundos nao pode aba-
ter-sc at huma ereatura tao despresvel tomo
o bomem. E que Ibe importa a pequenez de
nos'os corpos ? Equando el les livesscm a gran-
de/a do Sol ser pelo lamanbo que Dos nos
julgar Huma soahna Ibe he sem duvida
mais preciosa do que lodos esses Mundos que
Lile semeou no espado porque esta alma
po;le comprebendel-o eamal-o; eaquelleso
(pie fazem be s narrar sua gloria mas nao a
sontem.
Homem se Dos te criou se Elle gravou
em (ua lace o cunho da. ma gesta de e do poder;
se, entre tantos animaes liuns slo leus ami-
gos utios serven ao tui nutrimento qua-
si lodos leus escravos ; sea primavera vem lo-
dos os anuos eneber de flores os leus jardins ; o
esli amadurecer os leus fructos ; o oillono en -
cher os celleiros nao iillrn.ies o Aulhurde
los ? ser porque o seu corpo he fraco ? po-
rem que importa o corpo se nao be elle quem
quer, nem quem comprehende ? KSo 5 mas lanos beneficios Foi Elle cpiem den lana
serve de instrumento a alma que rompre!ien-| graea'ao sorri/.oda la conipinlieira ; li Ello
de, e quer. Para que a alma julgue dotaI quem po/. ntreos leus ol.os o n verdura dos
manho de boma casa he preciso que os olbos; campos a mais suave harmona ; c tu queras
a vpjam ; para que ella (omprehtnda a liar- .que depois de ler derramado sobre a loa cabe
monia de bum comerlo he preciso que os 011-! ca os thesouros da sua bondade e do seu poder,
vidos o oueam. He mister pois que os ncnus Elle te ooncidere como esses vi/, animaes que
lam -se em figuras areas que diriei* bosqueja- que com mu nica m dos olhos e dos ouvdc ao F.lleciiaraa milbaies para leu servico ? Alij!
dos pelos Alijos ; alguns sgnaes gravados no cerebro ten bao adquirido a conveniente for a 5 Porn' wi/.ao aniquiilaria Dos a minha alma se
lenbo 011 no papel v e*eilaram de idade em be mister que o proprio cerebro-, tio necessa- sun imiuorlalidade importa ; sua gloria ? iNo
dade mil sensacoes deliciosas. Al o pensa- rio s operaces daalma, allinja perfeiio: Ibe deu Elle a ideia de huma tVlicdadc que
ment tiu bomem chegou a conquistar o segre- que Ibe propria, A alma nao SOffre altera- ella nao alcancar sobre a tena ? INao Ibe laz
do de sobrevive!' a si uiesm
seu destino, que o arras ra
qui na Ierra.
A excepeo de alguns insensatos orgulhosos Assim a nvoa que occulla o Sol nIo4he rou- para oulros prazeres ? iNo ligou Lile bum
que, para obterem huin nome arriscaram a ha na rea I idade o foco de luz, nem o calor encinto indisivel a.o pensamento d essa eterni-
11 conquistar o segre- que lliee propria. A alma nao son re altera- ella nao atrancara sobre a ierra r i>ao ine laz
10 ; e elle obedece ao <;5o pelo mao estado do orga material ; espe elle experimentar aps a satislaio de cada de-
1 immorlalidade a- ra que elle possa servir; e fica condemnada seio bum enojo, huma lassido que parerem
'al essa epocha ahuma verdadeira inercia.' di/c T lies cita pora oulros deslinos,
felicidade do genero humano-, e a Cxcepco que sentimos : medida que ella se dissipa, I dade a pos a qual eu suspiro ? E ter-me-h
la I ve* de duas ou.tres tribus selvagens cujo este Astro se mostea a nossa vista e nos deslun- Elle engaado! Ter-me-b sedusido com
atrazamenlo as nivel la com o inslincto dos bra os olhos com o fulgor que ostenta. hum vo fantasma '. Ter eseripto no meu ce-
brutos, lodns asPiacoeS liao reconheeido no Seguindo-se u mesmo raciocinio, compre- racoo preceito de ser virtuoso, quaudo essa
bomem huma substancia independente do cor- hender-se-ha bm porque huma queda na' virlude ditli il pruticada com mil sacrificios ,
po efonlc da vontade e da inlelligencia Foi caneca, ou huma febre cerebral podem des- deye ficar sein recompensa ^o nao: ou a
necessa rio de mullos se ra fbzer monia entre a alma e o corpo deve de sei per- tes eu quero refugironle no pego horrivel do
rios da f'eila. Se a roda de bum relogio se quebra o alheismo do que crcr em hum Dos inconse-
na Religio livre de sensualidade ,
penetrar o hornero em todos osmysterios
sua alma. A antiguidade esbocou-os apenas ponleiro nao podet mais indicaras horas Lo- quente prfido e mentiroso
Lila conceba a existencia da alma ; mas que go se tal parle do cerebro que servia a al-1 Como os homens sao.extravagantes a respei-
alma era essa? eia huma materia mais sub- ma para exercitar a memoria, se dcsarrunja, lo de inconsequencias Esses lamosos racioci-
ijlque ocorpo, hum logo invisivel e impal- em quanto a ordem se nao restabelecer a al- nadores que decidem em sua alta sabedoria
que a alma mor re com o corpo,
nao
pavel. A defincao devera ser dada por esses ma ficar inerte 110 que respeilar a memoria.
PhlosopIlOS do Evangelho que mais subli-j A nomenclatura que os Philosophos bao or- querera todava renunciar ao pensamento de
us, aindague iums simples do que os do Por- ganisado das (acuidades e operaces do espirito honra e de virtude, Nao vem que ser virtu-
tico mostravam como fiadores de suas pala- faz cahir multas vetas em ideias falsas. En- oso sem crer na mmortadade daalma li o
vas.com huma muoCeo e com a outra caremos a alma como hum ente simples une,! cumulo do absurdo e ila loucura. Eir qne
os aliares do Erro que o Crus do Mestre ha- toma o nome de inlelligencia quando combina consiste a virtude ? Em prehenchermos os
. relaces de juizo quando tira conclu/es ; de nossos de\res E quaes sao esses devores?
via derrocado.
Infante sabido d.lS faixas do polytheismo o vontade quando se determina A memoria he Fazer bem aos homens. E para que fe-
espirito humano comprebendeu-se a si mes- como um vasto reservalorio onde se amontoam rei eu bem aos homens ? Para que elles ni o
nio: \ iu com clareza que a materia por mais as ideias. A ella principalmente he devida faeam. E se mo nao fi/eiemr Gosarei
sublil que:
le
e (ue
seja.be huma escrava bruta e in;r- essa perfeicofle espiri o que vem obr os an- d huma boa cousciencia Mas o que li cons-
nao existe analoga alguma possivel nos. A alma n-o cresce no sen! do dos cor- ciencia ? Responde! d'ou lores ; se a alma
entre os pbenomenos daalma e os do corpo. pos ; mas como ella nunca tsl em repuuso nao b immorial o (ue li cousciencia ? que
Como poder iam alguns almos representar a i- sem se sentir devorada por huma imperiosa cousa b o justo eo injusto? Pidavras son
di 1 do usloe do injusto? formar em minha necessidade de trabalbo cada aurora (iue as-'. ras casde sentido ? Para o materialistan
PREFEITURA-
rAKT Vi) DI\ 11 o; MARCO.
Illm. e Exm. Snr. Fas parles que acabo
deietefer coiista sonrente que foi ao pre-
yjA I ocUii; a niiiiba ordem: FiancUro Bor-
pVrdoS C*1< pffa l.palrlba n dltririn ibis
. P nUs por rtei bastante tino e insul-
pedra e huma alma material nao luveria outra cuja mnior ou menor inlendidade prejudi
diffeienca senao a (ue existe entre o ferro e o as suas opcraies ella se foi tfica per Si mes-
Seriara dous corpos varios na especie ma. Se houvesse hum menino q' nascesse j
com os orgos aperfeicondos aindu assim eslava
o menino por extremo longe de hum bomem
de trinta a unos perqu nao uvera ideia al-
guma adquirida.
Seria tal vez aqu a aecusacao propria de en-
trar na grande dispula das sensacoes e das i-
deias mas smilbaules quesloes bao de ser
por nos tracladas em arligo separado. Oulra
b nao menos importante, deliendida corajo-
samente per huns, atiacada violentamente por
ar.
mas semelhants cm todas as prop edades ,
que sao aessencia da materia, Assim a alma
seria com posta de molcolas e de tomos que
todos t.riam exlenso e hura lado direito e
hum esquerdo As suas operaces seriam da
mesma nalureza por exemplo que as de
huma f. i.a ou hum fruclo que huma arvore
brota ; hum jui/o qualquer, teria certa for-
ma c parles ; hum acto da vontade teria
exter.so c grossura. Intolleravel supposico
ue boje oceupa grandes Philosophos e que
taz 1 ir us pessoas simples. Concluu-se por
lano que, a alma he huma substancia abso-
lutamente imnuUerial visto que nao pode ler
era huma das prop edades que se nulam em
lodos os corpos.
Mas, os brutos pensao? Bem o sei ; e
nem ignoro (jue simlhanle (ue.--l.io tem leito
muita bulla as escolas. Todaviu larece-me
ic sel vida com bumas palavra. Assim ro-
mo Feos nao | (ule ordenar que dous e dous
faeam cinco, lao pouco pode consentir que a
materia lense ppis que o iieiisiimeiilo he ul-
sua natureza, simples e iromatcrial. I-ogo,'
ellas goreruam
oulros ; questo sublime, honorfica para seus
i.as nao h ao seu coracao que
-- li a sua cobarda
A mmoil.ililade da alma, nica saneco
possivel de loda a ideia religiosa appareee vi-
sivel no coracao da historia em tod.is as suas
grandes epochas. Pelo contraiio desde que
esta crensa enfraqu cvr o Estado cahir em
decadencia Nao hirei muito longe buscar as
provas do que digo. Considerae o estado da
Franca desde o reinado de Lu/. XV : he ama
vasta geena que vos oflcrece : aqu um Sar-
danaplo adormecido uocllo d huma proftli-
lula, all mulhens sabidas dos coviz infectos
da devassido publica, ostentando Bobre o thro-
defensores, vergonliosa para seus adversarios;! 110 a insolencia do vicio ; edepois hum ran-
fonte de toda a ordem e de toda a juslicaa. Cr desenlreado contra a virtude, contra a
mmortadade da alma j razo, contra ludo o que ha de grande no lio-
Te r sido o bomem laucado ueste Mundo meni ; hum Kei julgado comonufll malfeilor
jara pnencher os destinos d hum bruto cq-J por hum punhado de alheus (ue Irinta mi-
mer e morrer ? De ver elle ser o ludibrio da aoesde homens deixavam obiar a vontade ;
lorca manter-se de la-rmas sem esperanca ca/aeucinas peraetraidas em tod*is as Cidades
alguma de consolacao ? Sel o as iris inven, jes com tal audacia e sangue fri que espantaran!
da astucia para assegurar o repouso dos ri-
cos e condemuar a inmensa maioria do ge-
neio humano miseria e ; escravido, \,iu
sera Dos hum Ente ao
canamente justo ,
a \cro ; o pudor das uiuilieres poslo em lei-
lao as pracas publicas ; a ign .rancia e oem-
bruleciuiento decretados como lundauenlos de
iium.i educo i" uaeional eroniq b- tal
IV
mas hum lyrariuo cajiriclioso que oala das dtaordeui na sociedade civil que a par desasa
Al^


DIARIO DE PERNAMnUCO
t
n
;':
{


tempos ele horror os de Domiciano e de com-
modo pareGem a idade d'ouro. Nunca o
"Dos" e ia immorlalidade da "alma" pa-
receram mais enfraquecidas t minea a espe-
cie humana se v'ui mais degradada do que
ne-isa cpocba. Porem logo depois de lao hor-
rorosas tempestades toruaram a apparecer
desses homens que o Ceo inspira quando
elle quer salvar os homens. A muza divina
de "Chateaubriand" ex.ilou rcenlos, que
restituirn! "alma" a conscienria de scus
destinos. Hum novo Padre da Igreja lao
simples em sua modestia quo sublime em
seu tlenlo, "La Vfcnnaes" vcio assentar-
se em cima das ruinas do secu'o c entinar a
seus Concidados envilecidos, o verdadeiro sc-
gredo de siiis miserias. Inspirado por ,. D-
os1' e pelo seu concao I.amartine Ira ouvir
deliciosas melodas c pi recen rouba aos
Aojos a poesia celeste Guiada por esles gran-
des homens lorma-se boje lumia gerarao que
sent a necessidade de en<-.cr os vacuos do -
pililo, e que lao grande e lao bella como suas
duuliinas restituir l.ilvc/. sua Patria o
esplendor da anliga gloria.
Materialistas Huma patarra mais, c
basta,
Que prazer encontraes ros em nos tirar 0
encanto da *ida ? (|ne vos liseram os milbes
de desgranados que chorara sobra a Una .
para Ibes roubardos a peronea nica que
llies iraca ns lagrima ? Vos meamos que
<-iidcph.ro como insensatos, que pra/er a-
chaea coi renunciar volunl.ii 'ament lumia
felicidade mais real que vosses vaos prazeres?
Fiihos de Adao como mis, abandonaos muitas
ve/es os 100605 suores i triste heranca que mis
deixou o piiineiro pae. Peregrinos sobra a
trra, he dcbalde que proal raes ugir-lbe a
o>cspinhos. Mas aquelle qwe descobie hum
Jim, depois desla estrada toi tuosa que re-
pouso nao enconlra ni "alma!" quecui-
solaco celeste! Auianha acabar elle sua \-
agera.... aroonhd desembaracada a sua
"alma" da materia que a cncadt-ia hir re -
unir-se ao "Aulhor" de sua iinniurlaiidadc !
O incrdulo lamhem camiuba ; mas ........
depois de liavcr colliido abrumas llores adia-
se por loica a borda de dous abismos bnm
he o donada, o oulio o deuma rin
ganga lao leriiwd quanlo lie potente a Mo
l'onde ella parle. Lu qual dos dous querc-
r elle cahir ? !
Lyan d'AmLoise.
i"-.^*9ss!r^",.nv'*fJi:c>Bi.ta
l galiva se deve o Reo requerer ao Jim della
para que este depreque as de c o depoimento
daque'las testemuuhas que nao poderem bir
ao Recife visto ser por fados por onde nao
pdeme* obter a pronuncia para nossa de-
jza.
Se a Juslica publica pode denunciar do
Lira pelo sao concubinato publico e porou-
tros flelos hein como administrar S.icramcn-]
tos por dinheiro faltar rom este e coro a!
Sepultura ;:os p ibrofi Le. i\c e se a ni es ma '
deve aecu/ar a del'c.a do Lira pelo Art. ujq
do Cdigo Penal por *r elle oflendido amo-
ral publica naquella parte da defezaem que
slenla o seo concubinato quando diz nesse
sentido Se en linba urna concubina para que
0 Sur 1. M. leva va a sua para a miitlia casa ,
e parlecip.iva dos meos escndalos ?
Se tendn Lucena comparecido com de/.eeeis
cabras armados na averiguaco de buns ru-
mos se pide classilicar este crime como eXCesBo
do poder aprsenlando-se com G. N. armados
ara extorquir o direlo d'aquellcs bereos,
Ksle laclo be bastantemente odio/o.
Se o crime perpetrado em urna Provincia
se pode processar em oulra onde se acba re-
zidllido o leo.
urna porcao de taboas de louro e pinho tu- IpOj), jJ'H.pti, f>ii, $}3t 9'< )'^' ^"
do muito em conta : os pertendentes podem ^>->.. <'. 163'.
dirgir-se ao sitio que faz. esquina lo bero da J I: S ruada Madre de Leos numero > \
Capunga logar do Manguinlio. continua-s- a ensinflr meninas a fcr, escrever,
__i. Para Trieste a barca porttigueza Es- contar toser, e Dtonliin ("lirist ; os paes
pililo Santo e precisa de Irv/eulis barricas! de familias .;i:e ueseio a edueacaoe angmen -
de assucar para completar o seo carregamento i lo de suas I Ibas podem dingir-se a mencio-
quem as mesmas quiser carrejar dirija-se a nada asalteando ceTlisairoos que a S.nilim.i
LOTARIA DA HOA-VISTa
) TbewHirciro da Lolaria a beneficio das
obras da Matriz da Roa-vista Ci scienle aos
amantes deste ogo que as rodas andao im-
prelerivetmente no da seis do prximo ntez
de Ai'.ril e os bi I heles aeliao-se a venda nos
lugares do coslume.
larrisons.Lalbam & Ilibbert ra d Allau-
dega velba n. 9.
-----Vende-seuma escrava denaco Mos-
sarobique boa vendedeira demudezas, c do
qupselbe ponha na cabeca ; lavadeira ci-
zinba o ordinario de urna casa e lefiaoutras la-
bilidades ; na roa do Arago l>. 37
;-----\ciidem-se batatas a roo res a arroba:
noarmazem de Antonio Joaquim Pereira con
fronte a escadinbada Alfandega
-----Preeisa-se de alllgar urna pela pira
servir a urna ca rios : annuncie
tW SabbadQ 1 lo correnlc fia a pi imuira
partido da Suciedads Terpsichorc.
-----Perdco-se um annel d'oiro coirt nia
ppdra verde gravada, c un a cabeca de um
eb ; nuoni oacl.ar. qoereiido restiluil-o,
dirija-se rua da Cadeia do Recrfe !> -h),
qupreceber.'i de/mil reis altn doagradecir
cenlo em que ll>e ficar 1 dono
e a isi i se propoz be ciuaiit;avcl nodesem-
penhodos >c--.is deveres.
tsr Oflereee-se bnm moro para eoaiiihei-
m copeiro. dealguma EmbarcacSo, prfeTe-
rindo En errante ; qtiem precisa;'
do sen presiim 1 annuncie oii procure na ra
nova a;> peda junte lojadequarliulias,ea-
' -' '}' n aununcou qiierror dar B$doo9
rcn a pi 1 viii 10I ca, querend i a es
col ha em tbjas moradas de casas cal nos Afogidos, litre e dcscmbaracad.i,
annnncie.
C7" A S ibor i ] olinbo Gni ib
queira annnni! n 11 sua morada par ser pro-
curada a ti.;1 seo inle ali i> man-
de a casa junti \;.itii/: i! 1 loa-vista que a-
cbarii ipiem Ibe d izej 1 fal ir
:/ Rasi> du/entos mil reis a premio de >
por rento aome, s p ihores deouro ou
rala ; quen os perten ler dirija -sea ra do
visas
Diversos.
Correspondencia,
Srs. Redactores. -\o amanhecer de um dos
das desla s> mana aparecen na aseada do so-
brado de minba ie?idei,ci 1 esie papel anni-
mo, que abaixo Irauscrevo e como em par-
le me diga respailo ; por isso pesso a sua pu-
blicaco para que cada vez o Publico mais
conbeca dos viz tramas de que uzan os meos
ininiigos a fin de oluscar a minha onra e
obrigado Ibes ficar o seo assignanle.
Henrique Tcreirade Lucena.
CONSULTA.
Se deve denunciarse do Lucena pelo as-
saBsiuato dos Bar bozas a vinte anuos pira b
termos a pronuncia cam quanto elle allegoe
oadefeza a priscrisso.
^e o .iui/. pode dispensar a citacSo deile jiara
forniacao da culpa e a pronuncia ns.tfiai co-
mo elle fe* comnosco. Se cu na qual idade de
Hrefeito devo e posso oficiar ao Promotor
sobre cada bum dos crm.rs pira esle denun-
ciar, servindo o meo oicio de corpo de deli-
cio, e islo mesmo a respailo de todos os lacios
Clmesque lenho occorrido, e sena" obs-
tante sciem as dciuinci.H pelo Pronu/tor po-
llera qualquer advo:;ar a aecuzaco H assis-
tir na iaquerico das lestemunlias no Pro-
cesso.
Seo f rcjcito pode a pedido de qualquer das
paries 'Tendidas cfticiar so Promotor para tal
denuncia. Se sao bastantes duas lestemonbas
de isla aum deouvjrdizer ese a eon-
fissiode perpetrante terdtclaiado do que fora
mandado [ co Lucena he siiii ente fiara a
ronuncia.
Se as sorras nosG. N. e se o ron!,o das
prcas dtis soldados em Panellassio deuunci-
aveis pela Juslica r'ublica sciicet Promotor,
ou al Miin do o\o e bem assm a venda dos
(Jbanos beoscrinus particulares classi.i-
dos como iniuria na sua publicacao porque o
L. perseaue os meos Empiegados com chaces
para Iges obter a senlciKa pelo seo Amigo Jniz
Machado provuudo-se ofacloter esta lugar
de injusta. Sea jusl6caco destes faltos no
(ero competente nao imp irla a preva para
sa dele/a cm qualquer Tribunal c pela nc-
IT Achou-sc um [irelo bucal que di/.
chamar-se Jos e que sen senhof chama-se
riiOHiaz. A ipiem perleincr njast* a praii
do' < I- ", > cm unta 1.m.11.1 fallar rom Vir-
ginio Plele* de :; ios boje por todo odia,
c d.mianb i cm em ca/.a do ii.csmo que dando os signaes Ihe
ser entregue sendo gralihcado o liabalbo,
- Paderia (Van.e/a -atierro da Boavisla
D. aa. Apstela a que par algum lempo
> 1 .. siir o i pad '.i franceza atierro
.' oavisla D ttlpor motivo da molestia que
solrco o pasielleiro) contina de novo no mes-
mo logar, a aproinplar doces bolos, pu-
diiis lorias parlis ele. ludo du diversas
qualidadese proprio parS chas losles sobre-
mezas e merendas ele. Tgualmenle acceita
encommendas de ludo o queflertencer ao seo
oliicio de paslelleiro obrigando-se a confec-
ciona! as ; vonlade da pessoa que fi/.er a en-
commenda.
jy l);-se duzentos mil reis a premio de
dois por ceno lio niez sobre penhores de ouro
ou prata ; na ra do Livramento I), i se dir.i
quem os d.
ILT^" O Sr. que requer a parlilba da Fre-
guc/ia do F.xii sendo morador na nova Fre-
guesa do Salgueiro annuncie a sua assisten-
cia nesta Cidade q se Ihe quer fallar a nego-
cio lie importancia.
I ,- Quem perdeo urnas sedlas queira di-
rigir-sea ruada Cadeia do Recile n. 1 que
dundo os signaes cellos das dilas sedlas Ibe
serSo entregues.
Hj- Preeisa-se alugar orna casa para pe-
quen familia sendo terrea com quintal o
cacimba ou um sobradinbo de um andar ,
anda que nao seja em ru 1 muito boa na
cmvdendo o alnguel a olio mil reis mensaes ;
d-se (ador ou paga-se adianladj quem li-
ver para alugar annuncie.
-----Dft-se 5< mil reis a qualquer pessoa,
que appreheoder um pardo de nome francis-
co desapparecido no primeiro de Janeiro do
crrenle anno com os S'gnaasseguinles-al-
tura regular, secco do corjio cabello cixea-
do buco de barba, com falta de um denle na
fenle com urna sicatriz na boca do estomago
procedida de ama facada 1 cujo escravo Ib i
comprado a Antonio Francisco Carneiro Vlon-
teiro morador na \ illa do leu e por i.-.> 1 sup-
se ler ido para as parles da dila villa ou
para as do Ciato pois be casado, e morava
no Cralo antes de pertenece no mencionado
'dnteiro: por lano quem o pegar opider
entregar nesta Cidade do Recile na ra lara
do Rosario no botequm do Albuquerque e
no Aracaly a i raiictsco Uodrigues da Silva
Kaclaunros e no Leara a Laelano Jod l)u-
r.i, que na occasio da entrega ser pago da
dita quanlia
Vende-se um terreno no lugar da Ca-
punga com 160 palmus de frente e a?q^le
lUndvt tuill 'li'n lClii:s ps (ir aimiedos, e
cma l'aixa muito boa pai j capim bem come
____Jo-io Gonealves Evangelista avisa ao Livramento armazam 1) 3q'sadiiquetn far
respeitavel Publico que lem-se estabelecido esle im.;. no.
com lojade alfuiate na ra do Collegio D. a I rOSnr. lose Joiquim da Costa, que
lado de Ierra aonde se acha promnto para morou a mora na ra Cadea no llairro de St.
executar com toda a xactidSo, e perfeico de, Antonio; queira dirigir-se a l'racinbi do
que for capaz todas as.obras que llie forem Livramento, luja de Jos loaqttim daCojta,
encominendadas. 1 fin de 1 -ri- huma carta que por engao
i t3y Piecisa-sc de urna preta fateira para re lirn d iC N eio qual Se nao abri por
alujar-se", oque lenlia bons coslimes n declarar a morad ia na dita ru.i da Cadeia.
lam'iiem se compra ; a tratar na ra de i i orlas ^ CT Compra-se lim ou dous casaes decOe-
jobrado de um andar l). 7, defrou'e do lsco;lbo< do Reino, quem oslive lirija-se a ra
que vai para S. Pedro : 110 n.isir.o vende-se do llosa rio Larga n. <. segundo andar,
um fardamenlo novo e completo pora infe- I .r \ ndem-se ebrarulos da Havan de
rior daG N. para qualquer balalbao, por muila superior qualidade \ na ra da Cadeia
nao estar numerado o qnalainda nao servio ; velha l1-';
r um corrame de couro de lustro com lena- ssr Precisa-se de lumia ama aecea para
g.-ns dourndas, e mais um refe envernisado de traciar de bnm menino ; quem se achar as
verde tor de uarrafa ludo moderna de circunstancias v a ra un.i 1). ti segund
bou goslo. e por pceo cmodo. auda-.
__". Precisa-se de um cont equinhenhis C/" Quem quiser comprar huma casa ter-
milreis, dando-se porseguranca da niearaa' re" cora grandes commodas sotao, equin-
q'uanlia por bvpolbeca un.a propriedade dejlalderuaa roa, cita em fora de portas'; di-
sobrado no bairro doRectfe, e pelos juros oa rij-so a ra do Rangel do lado direito, indo
raudimenlos do mesmo \ quem quiser fazer | para a Ribeira ultimo sobrado de hum andar
dito negocio dirija-se a ra de lionas sobrado com va randa de ferr dassete boras da ma-
1).-- defronte ido bec de S Pedro, que se nlra al as io, u tarde do me i o da ale* as
dir quem u quer 011 annuncie para ser pro- ,\ horas
ctir.1(|# tSJ* Vendem-se Bilbeies e mcios bilbeles
tf A i'Pssoa que precisar de um bomemVda lotera do Tbealro, a nove mil reis o
eslranceiro para* pogem ou mesmo para oulro jquntro mil eqninbcntos os meios ; na ruada,
nnalquer servico queira annunciara sua mo- Cadeia do Recife casa de Cambio.
rada para ser procurado. S Quem quiser rom orar lumia escrav.i de
1 tz?~ (Jro rapan Brazileiro de liona eos!umes cacao, com idade de 90 anuos engor"1 .poso
se offererr para Caixeiro de qualquer oceupa- rh co loba I m o diario <\o huma casa e
cao cd fiador a sua conduela : quem del- da-sea contento ao comp ador, d.rija-sc a
e precisar dirija-se,a ra do Nogueira casa ra direita so lado do Livranjeirlo.
j)# $ L.i"7 midei imeiasdcLaia curtas, prc-
(,'"l2y Arrenda-sc urna Olaria completa si-'lase brancas e oulras luso .das preco coni-
tuada era terreno de multo bom barro com modo; na loja ta praca da Indepcndsnoia
bastante extenclo de ierra para ler vacas de I). 1.
, leile sita na passagem da .Magdalena a bei-1 ^Jmaciiada para o servido le um c.ia
ra do Rio Capibaribe ; quem n pe tender di-' de pon. a familia e para i-.omem sollciro se
lriia-se a casada Nev no Beco do Tbealro. jollcrcce: quem quizer servir-W .> seu pres-
*^^jy Onem liver a obra da llecreaco Phi- limo annuncie,
losolica e hum-Diccionario Portuguez por | Do Gurvio particular da Parah.b d ^
Constancio, anda em bom uzo, e quiser ven- do frrenle se lirn uma caria-para Francisro
der annuncie. ''-^ Silva I isboa corno se supiera que argida
tzr Dcseja-se saber nolicias do Sur. .Tose pessoa a lirasse com intencoens de a entregar
Francisco Gonealves natural daFrcguesia de [a seo dono roga-sc-Uic de O la/cr s<- por es-
Sania Marinlia de Retorta comarca da Mua quecimenl a lm conservado comsigo pois
que tra/. dentro 11ra bilbele da 1. paite da
J.olc i 1 do Tbealro n. qo o um meto dilo n.
3: \n para aqu se receber o premio qne fior
serle lenlia sabido cuje les SO ;! casa do
Sur. Joze Joaquim da Silva Braga daquetia
Cidade
Cjuem nnnunciou ler um sobrado di
um andar para vender no Bairro de S. Anto-
nio que diz nao duvida deixar parto do im-
porte na mo do comprador annuncie para
ser proenrado ; pois se o dil 1 sobiado agradar
nao se pora duvida cm dar lodo o importe.
ea loja da praca da Independencia n,
de Jos'Tavarcs da Gama por preco com-
modo o seguinte sortimento>de calcado e ou-
tros objeclo 1 lade, c gosto a
; calcado de bezerro francez bptins e
cpalos de Lisboa para lioraem bottns de
duraqnee de panno para olio, calcado de
marroquim, riuraqne, setim, corda^ao, cauro
i!c lustro c botinas de dura ue para s.niora .
lo das mesmas qualjdades para meninas,
chapeos pelos e (trancos para homens e rae-
nios chapeos de sol d seda para honwm o
sen hora cpalos do couro de liislro, 6 cbi-
1 1 1 1 11
oc marroquim .i oOu-era "> ....-.
o diversas quatidadeiie ulira.imcnte clisa-
das.
Rispado do Porto (Portugal) ; Roga-se a
quem quer que do mesmo souber faca o
favor deannunciar por esta folha ou diri-
gir-s .10 Recife na Pad aria do Sen'lior LHi-
ro.
s.T' Precisa-se alugar bum sobrado de bu ra
andar que ten ha laja, na Cidade de 01 oda
nasruas seguines ; Quatro Ginlosou Wathi-
as Ferroira quem o liver annuncie para ter
piocurado.
Sjy-ASra. qne se o (Te rece no Diario de
bonlcm para ser ama de Rile dirija-se a
roa da Cruz do Recile sobrado de tres .-in-
dares defronte do peco da Lingueta de J0S0
Manoel de Barros Wanderlej para selraclar
do ajuste.
i..'- O Secretario da Sociedade Apolnea ,
convida aos Socios de inesma Sociedade a
I comparecerem no da Segunda Feira 16 do
corrente pelas (i botas da larde para a n<>-
Imeco da mesa de DireetSo em confonni-
dade dos novos Estatutos coja dministra-
co devora priacipiar"do pTimeirode Abril
em diante
i> Par conhecimento dos Socios da So-
ciedade Fsperaniase la/ publico qnPronr-
prou-se dosc Ifilhelcs da Lotera do 'Fheatro
desla Cidade il's nmeros frguints j 886


DIARIO DE
PKHNAMBCl'O
i
inwnmaiuir. "iimii;inwiH'iWtii'iiii mi "f*>

C o ni p r a s
\sr Arrenda-se annualmenle ama ras I vrndaves, quinta fe-ira ta do correle, as
terrea a barracada, sila ita ra que vai da es-, o horas da nianlia no scu armazcm da ra
trarla da solidade pa o manguind repar- da Cruz.
tida segundo o gosto moderno tem corredor
di vado >uda de vesita, forrada com >> pal-
mos ern quadro tres janellas de peiloril en-
vidrassadas 8 quartos sala I cw de ja.
cozinhafoia, coui assento de lago raglez
contend seis fornalhas, ese respectivo tor-
no, quintal murado, coto cacimba de agoa de
beber, centalla para seis escravo*, estribara
para i cavallos com porlao para a lenle da
ra, independeute da .pona principal, e
tudo muito hera piulado e suficientemente
aseado.; os prelcndenles entcndo-sc com
o Escrivo Almeida que tem poderes para c>1
dito arrendamento.
tST Quem quiser encarrega-se de roser
una Doreo de camisas de bomem obrfjan-
Djttav uo vauuaa ua uuuicni uijiiji
do-se a fac-las com muito boa*coslura e
brev idade dirija-se a ra das Cruzes, no
segundo andar do sobrado D. 7.
isr Mr Kissel relojoeiro no atierro da boa
vista CQmpra reloglos de algibeira em segun-
da mo e tambem truca vende encuata ,
e afianca-se a os compradores
tay Da-se dinheiro sobre pinhorcs de re-
ogos de algibeira ; no atierro da Boa vista
lo,a de relojoeiro
%gr CHicm anuunciou querer comprar pia-
la velha dirija-se a ra uo Cabug loja da
quina dei'route da Matriz,
tOf Quem quiser encarregar-se de mandar
dar una mesada mensal a um militar 110 Ro
Grande do Sul dirija-se ao Lommandante
Geral do Corpo de Polica ou anuuncie.
lar. O Dr, Henrique K.rause, retira-se
para a Europa no meio deste mez,
fSir A mulher loria que quiser comprar e
eozinhar para um bomem sem familia ; diri-
ja-se a ra da onceco Cid Boa vista casa de-
fronte dn Sr. Riitiun.
ISf \o ciia Vo de Agosto do auno p. p. fur-
faroaum portador do abaixo assgnado urna
letra de oitenta mil rs., passada ao annun-
cianie pelo Capito Manoel Francisco Ramos ,
morador na Villa do Pao d Albo e como ja
est indemnisado pelo dito devedor daquela
quanlia como cousta do recibo que he pas-
iei e para constar laco u prsenle a un unci
para niugui m tratar negoi io com u mi nciona-
da letra visto nao ter vigor Antonio Eze-
quiel des Prazeree.
Bf" Precisa-se alugar um moleque para
servir eni urna casa eslrangcira de punca la-
iiiilia dirija-se a ra do trapiche n. n
sr^- Precisa-se de urna ama secca para lodo
servico de portas dentro de urna casa de pon-
a familia; na ruaoazeilcde peixeno pri-
meiro sobrado de um andar do lado dtreiio
nido da ra da Madre de Dos.
S^ Antonio Mara arques Ferreira ,
pretende pul cales r5diassai>ii pal Lh oa .
*% T Um Magnum Lexicn a obradeVir-
.': 1 umSaiustio, um Phedro duas cs-
lolas bor Indas de cor branca e oulra rouxr,
um quarto novo um i-avallo de estribara .
carregadoTi na ra da ribeira do peixe sobra-
do novo ao lado da man'1.
iU* Um prelo moco sem vicios e pro-
pr 10 para o ser vico de urna casa; na ra da
cadeia velha D 18 no primeiro andar.
.v.r Urna obra de Breviarios em bom uzo ;
no Seminario de iinda cobitulo n. G das
o!ra; novas.
MElOS Bilhetes da lotera do tbea- gomma alguma couza e he de muito bons
V e 11 d ii s
C^T Militles e meios bilhetes
da 1. parte la i. a Lotera a fa-
vor das obras do Theatro, c cau-
lellas dos ditos cora premios infalli-
veis : n'esta Tvpograia.
' Ou troca-se por um moleque de la a
anuos um negro ; na praca da Boa vista
D. i5.
3?> Urna casa terrea nos affogados defron-
te da Igreia de S. Miguel ; trata-se com
tro eCautellas de ditos a quinbentos ris ;
na praca da Independencia loja de eucader-
nador n. a 6.
UT 4 loros de angico e boa palha para
fabrico de embarcaces ; naiuada praia em
casa do Vianna.
j-cy Duas cmodas, um tocador, ludo de
Jacaranda, e ja tizado, urna cama de ama-
relio i bahus grandes e um pe |iieno; duas
mesas ordinarias 'A travs velbas e urna por-
iadila, um lencol de hrelanba de franca de
dotis pannos bordado de susto, e todo guar-
necido de renda da trra de palmo e meio de
largura, enovoem folba; na ra da Ale-
gria casa que tem sotSoe varanda ST3" Urna casa de pedra e cal com quatro
quartos, duas sallas coznba lora quintal
sufrvel muito perto do banho no lugar
do caldereiroa diantc do poco da panella ; fl
tratar na ra de Manoel Coco-D. tsy Uuasescravas urna creoula de da-
de de i\ a unos coziuha o diario de urna ca-
sa cose engofflma e he quitindeira e
a oulra de nacao com as mesmas hahelidades ;
na ra do Padre Florano sobrado da quina do
beco das Carvalhas.
C7" Meios bilhetes da lotera do Theatro ;
no pateo do Tero venda I). 9.
t^" Um moleque de idade de 18 anuos .
com olHciode alfaiale a visla dos comprado-
res se dir o motivo na ra Direila D. 5b.
5" Piannos lories e um forte pianno, pe-
costumes dous pretos mocos muito robus-
Ios e ptimos para todo o servico, e um mo-
lato ptimo otHcial de sapalciro ; na ra .de
agoas verdes casa terrea U. 7.
S2F* U.na caixa com mil bichas de muito"
' boa qualidade ; na ra direila venda D. o.
Ksentvos Fild(MJ
tW Desapareceo no da 6 do corrente nma
escrava de nome Maria de nacao de idade
de 24 anuos baixa bastante preta secca
do corpo olbos grandes com sarnas nos"
lornozellos, ma de riada preta lanada j ve-
lha e panno da costa ; quem a pegar leve a
ra eslreila do llozaiio D. Ji que ser re-
compensado.
CT Fugo no da 9 do corrente urna preta!
de nsco relilo de nome Alaria o/.a alu
e reforcada de corpo ; cabello aparado, roslo
comprido nariz chato dentes podres pi
compridos e dalos com as costas com mar-
cas de sarjas, levou vestido de chita escura
desbotada e panno da costa com rela bran-
ca ; quema pegar leve a lora de portas nu-
mero 15 1.
ssy Fugio no dia 9 de Janeiro do corrente
anno um molalo de idade de 5o annos boa '
estatura bom corpo um tanto barrigudo
cara e nariz redondo pouco barbado" leni
faltas de denles era ambas as parles do quiio
e tem nos da fenle de cima um quebrado, te
Sons recebidus ltimamente de Londres ; e
parles do quixo,
um quebrado, lt:
Antonio da Costa Lobato, visinho a mesma ; lo bem conbecido antbor John Broadwood & ; uma marca de teridajade vellio de urna ban-
j da da canella he olticial de carpina e car-
reiro ; fu;;io mais um ereoulo alio', bonito
corpo de idade de ai anuos, de nome Ana-
cielo lullo, bem barbado, bastantes espi-
nbas ptla cara ps compridos e seceos- nuu"-
lo bom carreiro e melhor serrador, e en-
trega-sea todo o servico, fugio no'da 10
casa ou nesla Tipografa.
1^7- (Jm jogo de mallas em bom uzo; na
ra do Ivin;;el I) af),
SSF" Uma pela creoula de idade de 3
annos parida prximamente, cozinha, lava,
eucomma cese cia e be quilandeira f
urna porco de polassa Americana e llnssia-
na em barris pequeno^de lao al 100 libras
cada lim por preco commodo ; na ra da
adeia D. 65.
K?" tima venda no beco da Pol'D. 5 com
con cria: na ra da cadeia do Recfe n iq os fundos a vonlade do comprador; a halar
do primeiro ai,dar ;"alsim como se deseia fal- na mesma. do I': P- 5 tlucm os PeI;'r 'eve-os ao engenbo
lar ao Sr. Manoel Joaquim Pereira Lobo, tsr Um pelo bom caooeiro e duas M-!?"0,' sitio onde mora Ignacio J0i Wan-
tsf MElOS^Bilbeles da lotera do theatro, Indas abenas em bom uzo } no beco da Pol derley de Velb, que receber oem mil je
e camellas de ditos a quindenios ris; na pra- D.6. graliocacao.
cada independencia loja n. 20. 5^7- Na ra da Madre de Heos venda da ^^ JNodia ai de Dezembro de i838w|es.
SS- Um lacho do cobre novo: atril dos nnina bilbeles e meios dilbs da lotera do ihe- "PP"** "" oegro de idade de do a ,, ai1<
Martirios l). 10.
tnr A loja de couros da ra do Livramento
D. 6 ptima para miudezas; a tratar na
mesma
Ef ;o palmos de terrado frente e "00 de
fundo, com mu tos arvoredos de fructo, ja
seren'
) de maderas c ptimo para se edii- junto do Sr. Bandcira.
carcasas, na estrada novada Capanga ; a t^r Assacar retinado a 80 rs a libra; na
tratar na ra nova D. a-1 confronte a Concei- ra do Vgario no deposito onde tem- a labo-
c.lo. leit 1
ma negra de naci, de idade de 10 \ t^" Meios bilhetejs da loteria do theatro a
airo. 'Il?> comossignae segnintes, estatura re-
t^~ Ou troea-se um moleque de idade de 8u,ar narizeato, comalgumas marcas de
11 annos por um negro vollan lo-se o qy Decb"8a8 ,i0 rosl pequea nevoa em una
se justar ; na ra do Quemado loja l>. 7. ol,, > tellimaa pequeas glndulas no pes-
IZT Bilhetes e meios ditos da lotera do Cv)co quo sose conliecem apalpando co! tt
theatro ; na ra do Cabug loja de relojoeiro 1"la..d^- nome Antonio c por alcunho he co-
ubecido por Aiajor ; quem o pegar leve a sed
&r. Francisco lodrigue, da Cruz morador na
ruados(uarlew, que graficar cora
mil ris.
ceiu
tiir
ne-
Fugono dia 10 do corrente urna
anuos, bem robusta, e com uma cria de 6 4bm> ; na quina do beco da Congregaco t). i {>ra alla ,,jlia wrafajta de dentes na fre
me/cj ; a ra da Conceicao cima6i ss5~ Caulellas correspondentes aos mfne-
L WEIOS Bilhetes de lotera do Tbea- ros dos bilhetes da segunda parte da prinrei-
lio, e Caulellas de ditos a quinbentos ris; ra loteria do theatro amado Cabug loja
tratar de seus negocios, por -sso u o pie >a ra largt do Rozario loja de miudez?s De- de fazendas junto a de cera, e na roa do Quei-
senle annuncio. ciinasell nado loja de ferragens D. 18.
costas uns calranos, tem 1
marcas, he de nacao calahar denomelgna-
cia levou ou a 4 vollaede cordode ouro-
Ligio mms uma uiolala alta cbelo ao
muiio pegado, e sollo, macas lia, mas uma
panemaisallaquea oulro sobranccll;
Avisos Mal ti 111
PABA LISBOA o Patacho Portuguez Pa-
quete da Terceira com toda bievidade, poi
ter parle de sua carga prompla ; qUem no
mc:mo quiser carregar ou ir de passagem ,
falle ccmio Capito na praca ou com f'lio-
nia/. de Aquino f'onseca.
PARA O PORTO o Brgui Porluguez Ma-
ria Feliz Cajtio Antonio Luw Comes sa-
bir breve por ler maior de sua cargaprompta;
quem quiser carp*gar OU r de passagem pa-
r o que icio muitos bons rommodos enten-
il.io-to com o dito Capito na praca; ou com
o consignatario Antonio Joaquirn de onza
Ribeiro na ra da cadeia.
PARA LOANDA o Brigue Brasileiio Uni-
o sabir; nesles 10 das ; liala-se na 111a da
...uho douscoqueiros ja dando fruclo silo bom estado ealguna com avarqs c barris
a (Togados no principio da estrada da Vur- Ci Vnhodo Porlo e de Lisboa, tinto e bran-
1 a poi preco commodo em razao de seu dono *CP i "u |ur- da cadeia velha n. |H.
se retirar para fofa da Provincia ; assiin como *" Bcos pretos de lioho ditos estreitos
um rdogio de ouro c de repilco. e um dito brancos carobraias lisas muito finas (ies-
de prata 00 e lautas o la i as de preta em co- cochillos de linho fil de linho liso e borda-
IbereSe resplandores; no beco de Joaquim ,io > dito pelo de seda : na praca da Iude-
hibC de \ eras venda da quina. pendencia n a3 e a.
tur (HEIOS Bilhetes da lotera do tbeatro, I '*' Ricas caixnbas douradas com espelbo
v Caulellas de ditos a quinbentos ris ; na ra : para guardar jos de sen horas, veios bran-
direila venda que foi do fallecido Jos da Pe- ;l0S bordados de seda de muito bom gosto che-
gados a pouco de franca ; na loja de cabos de-
tSt l m cavallo mellado com todos os an--
dares e em muito boas carnes; na canil,oa
do Carmo sobrado de um andar IJ. 1 >.
\rr Rap de Lisboa ebegado ltimamente
eiu libras e nuias ditas, a .-iCoo a libra, e as
oitavas a ^o ris ; na ra da cadeia do Recife
I rentado Corpo Santo n 5, e na ra da Cruz
n. 58.
(P35 Muito superior oliado de pinturas de
diversas cores
;;ado que a oulra com pouca differenca n
braco uma marca de ferida do cotovello para
cima no queixo urna marca de vislula no
-meiodas eostas nana de ferida levou traa-
eelimdeourfraneez, ,. par de argola,
deourocortadae, de nomo Anacleta, e lu-
gllo ambas ; quem as pegar leve ao engeho
taraiso, que recebera -oo,ooo.
!'
tara
s de 1 s gra
Cruz n. 57) ou cora o Capitn do mesmo ftla-1 loja de Francisco Antonio Ponlual, n. 4.
noel Pereira de S;>.
PAR A O CEARA' a Sumaca Delmira JVL
Jc Joaquim Avi.-s, sabit rev por ler par-
le de seu carregamento a bordo quem quiser
carregar, ou ir de possagem. eulendo-se
rom o dito Mestre ou com scu dono Antonio
Jodonim de Souza Ribeiro.
PARA.OABACAlYa Sumaca Felickla-
de Mcslre Jos Rodrigues Pinheiro quem
quiser carregar ou ir de passagem enlen-
do-se com o dito Mestre, ou com seu dono
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro*
L* e i i i o
sjssr tjue a/ern K. O. Bieber Ok' Coqipa-
nl.ia ,^jior inlirvenijo do Cndor Oliveira .
eu um compirio sortJmento de fazrndi muito
tSf Um cscravo de idude de de 9 5 annos ;
na ra do Queimado L) 7 no terceiro andar ,
das 7 as 9 horas da manb e de meio dia as
J da tarde.
Sur Urna cabra bicho mullo boa leileira ,
queda' ::.:is de urna garrafa de leile1 e semci-
biilo : na solidado D. 7.
9^^ Um pelo de nacao calduda de ida-
de de 38 annos he peritocanoiiio ; na ra
da cadeia do Recife D. /j.
By (Jrralas de pimenla em conserva de
vinagra, proprias para embarque; na ma
do e eile de pexe venda da quina do sobrado
D. 1.
m tsr Pannos finos pretos c de cores ca-
zemirat, echapeos de palhnha os mais mo-
derno* para sen hora por preco commodo na
na do crespo loja do 1 un ha,

e jiefjucnas ou bancas desala, eslampado em
hacia de algodo com Urgura de 1 e meio e |
; e meios palmos e bolins de be/erro para
liomem chegados ltimamente de Lisboa; na
la nova loja de Ferreira & Braga, 1). 2a.
aW Um linda escrava de idade de 2o aq-
nos de naio mucambique ptima para
mubanda urna molatinha de bonita figura ,
de idade de 7 anuos uma escrava de nacao
Luanda de dade de ao annos, 'az lodo o
servico de urna casa urna bonita parelha de
tscravos proprios para qualquef servico, e
um dos mel liores sitios na casa lorie; na ra
de hgoaa verdes 1). 38,
i-*- Tres molers de idade de i a i5 an-
nos, boas para seren educadas;, 4 moloques
de o a 15 annos, ptimos para lodo o ser-
viro duas prelas mocas de bonitas figuras.
engommu, cozinho, e fazem todo o mais
crvi o de urna rasa tima laolatmba de ida-
de de ib anuos de bonita (gura cose en*
uoviiieiito do fono
NAVIOS SAIUOS NO DIA 10.
ASSU'; Brigue Nac. Pemaincucano, M.
Jos Ignacio Piuienta carga agoa ardenle,
e fazendas, passagetros d, e uma familia.
PORTO, Bri:;ue.\ac.S. Joo Bapliala. .U.
onimo Jos dos Sanios carga assucar.
-\ DAS LAR ABOLIRS j Escuna Nac.
arangeiras, M. Bernardo de
ASSU'; odias
Je
VILL
P lor das
Souza em lastro, passageiro 1,
ENTRADO NO DiA 10.
, Patacho Nac. Rainba dos
Anjos de 111 tonel., VI. Luiz Custodio
Pereira, equip 11, carga v gneros; a V.
J. P. da Costa, passageiros 2, e um eicravc;
DiA 11
CEARA' pelo o Assu' ; 19 das, BrigueNac.
I'oaienlura de 19a ij/j tonel. M. Baltazar
Jos dos Rer, equip. i3, carga sal a Viu-
vade Consalves 'erreira e Filbos passa-
geiros um hrasileiro com sua familia.
SAUlOSNO MhSMO I JA.
LISBOA com escala pela liba da Madeira
l'atacho Poriu;;uez Restaura 0, M. Josr
Rodriguts Tarujo dos Sanios, carga assu-
car, cocos, e sola.
Kl.Cll L A Pi P. ft. nJ. F. DE F. itof'


Full Text
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