Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04034


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Full Text
Anno de 1840. Sexta Feia
Tudo apora depende de nos mesraos; da nossa prudencia, modera-
do, e energa continuemos como principiamos eseremos aponladns
com admiracao entre as IWes mas cuitas. v
Proclamaco da Assetnbka Geral do Brazil.
Suhscreve-se para eata foll.a a 3ooo por quartcl pagos adiantados
Vnes.a lypcgraha, rUa das Cruzes D. 5, e na taca dVlnd,552
,.37 e 08, onde se recel.em correspondencias plisadas, e.KuciS!
I tomado* estes gratis, sendo dtSproPrios Minie,, \ *dosaS
^.'lanos o
Partidas ctosCorreios Terrestres.
Cidade da Parabiha e Villas de sn pretencSo..... \
Dita do Rio (anide do Norte, e \ .,.' ,".*,*.*............' fjjS
Dita da Fortaleza e*\'illas Jdcm..... ........f Segundas c Sextas Fciras.
V illa (1>|| /vi-I ../
.ddc de (J un i.......... -p ,.
. -.,, c ,. ................................lodos os das.
Villa de*. A ulao......... ,, ,-
.... ,. r, ,.........................Viiiiu..s lenas.
Dita deGaraiibun. Povoacfio do Bonito.....................,>ias lo> e ,4 deca J Jilas do Cabo, bennl.acm H,o l-ormozo, e Porto Calvo............dem ,,, e ai dito dito.
i.idade das A lascas, e Villa de Maceo.........................Mem i,|,m
Vllk de Paja de r lores ........... ...................lllein ^ d(0 d|0#
1 oilos os Crraos nrtem ao meto dia.
6 DE 3AKCO. NMEftO 5
CAMBIOS.
Marco S.
Londres...... 35 d. por ifooo ced.
Lisboa....... So por o/o premio, por mciaioiicrecidoj
Y ranea....... i0 reis por franco.
hio de Janeiro ao par.
OUKO Mocdas de b'^too rs Vtbas 1K.10 a iSJco
Ditas .,, ,, Novas i#5ou a tiftjoo
Uilas de {ffooo rs., t^oo a
PIIATA Patacai Bracileiroi------------ l|6oo a
,, PozosColumnariej------------- i^o.k
Diios Mexicanos------t--------ijSgo a
Premio* das l.clrns, por IMS 1 i/S a 1 ip por loo
Moeda de cobre a por ioo. de dito.
i^ao
1**0
tl'fioo
Dias da Semana.
i Segunda S. Simplicio P. ----------------- SessSo da Tbes. e and. i.> i. da D. da i. v.
;-, ;.....-, .------s. Uemeterio M- --------------Re.. o aud do J.ii 4 Quarta-------Cinta S. Casimiro li<.'. ----- SetsSo da irla,
5 Quinta-------8. Tbeofilo t.------------------RelacSo e Aud. do l de I), da i. vara de n,
t .Sexio--------S. Ollegarlo l. --------------Ses. da Tbes. < aud.-di I. .:< D. ,u i. v.
->:; Miado S. Tbomas de Aquioo I!.....Ilcl. e aud. do J. de 1. aa j. v.
8 oin. i. da Quar. S. Joio de Dos F.
Man cheia para a As t horas eG minutos da tarde As t horas e 5o minutos da nanl.
I
PERNAMBUCO.
.RELATORIO,
Ouo Assembea Legislativa Provincial de
Pernambuco, apresentou na Sesso Ordina-
ria do dial. de Marco tic iS.Jn, o E\-
cellentissimo Presidente da mesma Provin-
cia, Francisco do Rege Barros.
Continuado do N. antecedente.
Miiilos dos principaes Negociantes dcsta
Praca represenlaro-me sobre os inconveni-
entes que solfria o Commercio si por ven-
tura a arrecadaco inmediata do imposto so-
bre as sacas de algodSo e as caixas, feixos,
e barricas d'assucar fosse feita na Recebedora,
como se deprehendia do artigo 39 da Le do
Orcarncnlo, ecomo estes inconvenientes "e-
rao reaes e podio ser destruidos, sem trans-
torno do expediente da Meza do Consulado,
sem prejuizo da l'azenda Provincial, e sem
violacSo da Lei, urna vez que o imposto con-
tinuasse a ser recebido, como d'antes por
aquella Rcpartico e fosse recolhido depois
Kecebedoiia, determinei, que assim se fisesse
esta arrecadagaa em quanto o contraria nao
fosse determinado pelo poder Legislativo Pro-
vincial. A'vscumpre, Snrs., resolver so-
bre este objeclo o que julgardes mais confor-
me aos interesses do Commercio e da Fa-
zenda, que tanto merecem ser promovido em
nossas actuaes circunstancias.
Em consequencia do disposto as Leis do
orcamento desle, e do passado anno financeiro,
tem augmentado o rendimento da Decima
sobre os Predios Urbanos, e da meia siza so-
bre os cscravos por isso que a primeira das
leis citadas fez com que muilos devedores da
siza viessem paga-la, tcmendo a nulidade das
vendas dos cscravos que ella irroga aos que
o nao tizerem dentro de 3o dias e a segunda
dando a Presidencia auctorisicao para desig-
nar os lugares notaveif, emque deve cobrar-
se a Dcima implcitamente revogou o ar-
tigo 5i 4- da Lei de i5 de Novembro de
ic3i que somenle a mandava impor nos
lugares com mais de cem casas dentro do ar-
ma ment fasendo assim restabclccer as
disposcSes da Lei de 27 de Agosto de 83o
Posto que porem esta legislaco me parees
boa, cnlendo todava que a meia siza dos
e craves mais se augmentara, si fosse adop-
tada a idea de que nao se poder vender es-
oravo algam se nao por cscriptura publica,
, lavrada somcr.te depois de elfeituado o paga-
mento do imposto, sob pena de nullidadcda
venda, e sem derrogaeo de todas as mais, que
a( legislaco actual impocm aos respectivos de-
x odores.
A' cerca do imposto ds Dcima acrescen-
tarci que oseti augmento nao corresponde
ao grande e rpido crescimento da Capital da
Provincia, e ao subido valor dos Predios ; por
que determinando o Alv. de 7 de Juubo de
irJott. e a Lei de 27 de Agosto dci83o,quc
os lancamentos para a dedtuao da Decima se
faci a vista dos cscriptos de arrendamen-
lo, c dos recibos dos allugueis. e na falta des-
tes pelo juramento dos inquilinos, apresento
muilas vetes ospropiietaiicsdosmesmos pre-
dios cscriptos, e recibos simulados, em
que se declara menor aullguel, do que ocfl'ee-
tivamente pago, principalmente se nesses pre-
dios e.vistem lojas tabernas ou fabricas su-
geilas ao imposto geral de 10 por cenlo do al-
lu;uel do predio, por serem em tal caso in-
teressados na fraude, tanto o proprielario co-
rri o Aquilino. Para evitar o pr.juiso da
Fasenda Provincial, parecanme conveni-
ente que o langamento da, Decima fosse Un-
to por arbitramento nos predios allu-
gados seguindb-se assim o mesmo sysle-
ma para os habitados pelos respectivos "pro-
. prietarios dando-se entretanto algumas
bases a fim de que elle nao podesse tornar-
se nunca injusto, esobre maneira pesado
A Lei Provincial N. 18 de 10 de Maio
(10 1836. determinando, que nenhum bcr-
deiro legitimo, ou lestamenleiro seja obrga-
do recother a Thesoraria a laxa do Sello
das herancas, e legados (pie se verificaren]
em dividas activas, antes de as receber dos se-
os devedores, c somenle na rasao do que for
recebendo, tem feito desaparecer este imposto
ascireuntancias indicadas ; porque nenhum
doscontribuintes tem vindo faser asdeclara-
epes exigidas e be muito fcil ao credor con-
ciliar-se com o devedor para oceultar o paga-
mento e defraudarem assim a Fasenda Pro-
vincial. Entendendo que o motivo, ou ra-
sao da Lei be de toda a equidade ou de opi-
niao ,quo, o conlribuinto doveria f>reMr fl-
anea, a totalidade do Sello, quando este se
verificasse cm dividas activas, e que esse lbe
fosse cobrado integralmente lindo certo lempo;
ou enlaoqueseeslabellceesse um premio em
favor de quem o denunciasse c urna pena
contra o quedefraudassea Fasenda Publica,
O imposto dos novos e velhos dreitos he
quasi nullo como veris do orcamento, porque
a maior parte dos empregados Provinciaes fo-
rao isentos de o pagarem por diferentes Leis,
e Ordens Imperiacs ; e por isso quando por
ventura nao queiraes destruir a dcsigualdadc
que existe entre os Empregados da Provin-
cia, estendendo o imposto :i todos, seria tai-
ve/ acertado exigir dos individous novamen-
le prvidos em empregos isentos dos novos
e velhos direitos, tantos por cenlo do ordena-
do dos ditos empregos, a fim de que assim se
augmenten as rendas Provinciaes, deslruia-
do-se o inconveniente e desigualdade in-
dicada.
A Divida activa Provincial tem sido co-
brada com maior promptido, depois, que
foi creada a nova Procaradoria Fiscal da
Provincia; mais alguns obstculos tem em-
barazado : consecuco de mclliores resultados,
e.rauito cumprc removel-os quanto antes.
I'aes sao t. afilia de officiaes de Justica,
que bem ctimprao as suas obrigaces van
lagem, queseobteria tul vez dando-se-lbes
um inleresse proporcionado as cxccucGes, que
nzercm, e um certo ordinado, cu jo recebi men-
t somenle poderia ter lugar sob altestado de
cUinprimento de seos deveres passado pelo Pro-
curador Fiscal ; c 1. a falta de urna dcs-
posicao legislativa que impon!:a a pena de
nullidad a todos os inventarios em que ha-
venflo Sello de bcranca, ou legado nao for
ouvido o procurador Fiscal ; por quanto a-
pezardescr expresso em muilas Leis, que
este Funccionaiij deve ser ouvido cm todas
as materias que respeitao a Fazenda, deci-
zao Judiciaria bouve que declarou infunda-
do o dircilo do Procurador Fiscal, tendo-se
consequentcmente fcilo em muitos Inventa-
rios as avaliacoes do bens a bel-piazcr da par-
te deixado de avahar o uzo fructo legado
para se faser a deducao do Sello, e praticado
analmente outras muilas fraudes, sem que a
Fasenda Provincial tenha quem por su 1 parte
requeira.e promova o que lizer a bem dos seus
interesses.
Deixo de fazer-vos outras observaces,
porque ellas se achao indicadas no olcio do
Inspector da Thesoraria Provincial, que
undo vpreis.
Teiido-vos exposto Senhores o estado
de nossa Provincia, declarado as suas neces-
idades, mostrado os meiosdeossaptifazer pa-
ra que ella continu na rarreira de paz e de
prosperidade que incetou felismente rsta-
me linda significar-vos, que de miaba parte
encontrareis toda a coadjuvacao aos vossos im-
porlpnlissimos trahalhos ea consecuco do
grande fim, que elles tem em vista.
Est aborta a SessSo.
Cidade do Recie r. de ATarco de 18.0.
Francisco do Pego Barros.
ASSlEMBiA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL DE PERNAMBUCO.
Acta da Abertura da Assemblea Legislativa
Provincial de Pernambuco no 1. de Mar-
co de 184o.
Presidencia do Snr. Dezcmbargador Maciel
Monten o.
Feita a chamada, acharao-Se presentes 19
,Snrs. Deputados. Foro reconhecidos elo-
msfSo assento os Snrs. Deputados Coronel
Francisco de Paula Cavalcante de Albuquer-
que, e Tenente Coronel Manoel Jos da
Costa.
Lida e approvada a Acta da sessao antece-
dente o Sur. Presidente nomeou em Commis-
sao aosSrs. Doutor Aguiar Doutor Alvaro,
c Doutor Mavignier para receberem oExm.
Presidente da Provincia.
Peh urna hora foi annunciada a chegada
deste o (pial sendo introdiizido com as for-
malidades do estilo, tomou o asseuto que
lbe compele leo o seu rclatorio acerca do
estado da Provincia rindo o qual rclirou-se
com as mesmas formalidades.
Lassando-se depois a proceder a elcicao da
Meza na forma dodisposlo no Regiment da
Casa, sairao eleiro para Presidente o Sur.
Desembargadr MacielMonteiro com lav-
los, para Vice-Presidente o Sr. Coronel Pau-
la Cavalcante com i5 votos t. Secretario o
Snr*Oliveiracom 7 votos, 2. Secretario oSr.
Doutor Peixoto de Rrito com 6, e tendo ob-
tido para So polen les os Snrs. Douior Alvaro,
e Padre Rafael 5 votos cada um, a surte de-
cidi, que o Snr. Douior Alvaro icasse em
primero lugar.
Depois disto o Sr. Presidente deo para or-
dem do dia a nomeagao das dillefentes l'om-
missoes, e levanlou a Sessao antes das duas
horas,
Thomaz Antonio Maciel Montciro.
Presidente.
Antonio Jos de Olivcira.j
1. Secretario.
Fclis Peixoto de r.rito e Mello.
1. Secretario.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia aS d.) p p
O.)fbio Ao Coronel Chefe da Lego di
Guarda Nacional de Santo Antonio res-
pondendo-Ibe quedeve passar o Gommau-
lo da mesma Legio ao Tenente Coronel
Commandanlede um dos Batalhes inaisan-
ligos visto achar-se impedido em couse-
quennia de ter de tomar assento na A&acmblca
Provincial.
DitoAo Director uterino .!> Arsenal da
Guerra para entregar a orden do Com-
mandante das Anus a quanta de iSjUj >>
reis, importancia duque despenden o Ca-
pUo Adelo Lopes de Santa Atina, com a
obra do Pi'to e Callaboucoda Fortalesa de
I la marac.
Dito Ao Commandantedas \rmas, com-
municando-lhe a exped cao da ordem su-
pra.
Dito Ao Director interino do Arsenal d(
Guerra, para mandar entregar ao Inspector
Geral das Obras Publicas os dous Estrados
que se fi/ei.io para o Quartel dos Apipucos,
a fim de seren applicadosao seivico da Guar-
da que se aclia estacionada no atierro dos
Arrumbados
Dito Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas communicando-lhe a expedieco da
ordem antecedente.
Portara Nomcando o Exm. Rispo Resi-
gnatario dcsta Dtoceze D. Thomaz. de No
rnnha para exercer o lugar de Director in-
terino do Curso ui'id'uo de Olinda durante
o impedimento do respectivo Director.
DitoAo Director doCurso Jurdico de
Oliuda, communicarido-lhe a nomeaco su-
pra.
Igual comuiunicacjo foi dirigida ao Doutor
Antonio Jos Coelho. que se achava encarre-
gado da mesma Directora.
Illm. Snr. Tcnho prsenle a informal
cao, que V. S. deu a esta Presidencia un
i\ de Ouluhro do anuo prximo lindo sobre
a represenlacao da Associacao Commercial
dcsta Cidade, relativamente aos abttzos (ue
tem apparecido na inspeceo e taras das Cti
xas desnucar, e sacas de Algodo da Provir.-
cia declarando que os abusos de que ella se
queixa provudiao de impor o artigo 9. da lei
Provincial de ir de Junho de i8,i(j urna di-
minua pena aos falsificadores dos mencio-
nados gneros, e de nSo se cumplir em conse-
quencia de taes dispOSCes os artigOS /So o
200 doRegulamento das Mezas do Consula-
do na parle c:n que mando aprehender os
gneros falsificad s; eera resposta devo sig-
! a V. S que sendo conveniente empre-
ar OS meios jiossiveis ;>. fin de evitar toda e
qualqucr fraude que se nossa entontar com
prejuiso das rendas Publicas, e descrdito,
c nao se dando antinomia alguma entra os
Regulamentos geraes, e as leis e lcgulanieii-
los Provinciaes 110 cas > em questao porque
as penas por el tes impostas servem derefor-
car mutuamente as suas dsposieSes deve
por isso V. S impor sioielhantemeute a pena
da multa, c de aprehencao dos gneros aos in-
dividuos que falsificaren: os mesinos gneros,
cumprndo assim as desposicocs icj.ies exis-
tentes.
Dees Guarde a V. S. Palacio do Governo
de Pernambuco 8 de Fe ve re i ro de irt.^o__
Francisco do Reg Barros. Sur. Adminis-
trador da Meza do Consulado,
dem do dia aq.
OflicioAo Exm.cRvm. Rispo Deoceza-
no signirtcando-llve pie dtrando abrir-se
no dia 1. de Marco prximo futura a Sessao
ordinaria da Assemblea Legislativa Provincial
baja de ircellebrar a Vlssa octva do Espiri-
na Igreja Matis de S. Fr. Pedro
..Ivs e preencheraa mais formalidades,
(pie a Lei lbe incumbe.
]|lm. Snr.Constando a esla Presidencia ,
que o Corj.o de Policio at o dia ti do corren-
to mez se nao achava pago dos prets vencidos.
al o ultimo do antecedente apesur deja ter


9
PtAR I O DE f E R N A M B C O
lulo recelado da Thezouraria Provincial, e
lia vendo pedido sobre este ohjecto as uiforma-
ccs precisas ao Commandaiide Geral rio mes-
nio Corpo a im de dar as providencias ,
que ruis convenientes julgasse receben em
resposta o incluso oficio, pelo qual se v
que oyuarlel Mcslre soinento no dia B re-
cebera o pagamento de parte dos piets e um
Val de r*. 836S'ooo, e que a Thezouraria
ten demorado o dito pagamento apesar das
ordens desla Presidencia que o raandao pre-
ferir a todos os outros. E porque mnito con-
vem que sejo executas fielmente as ordens
desta Presidencia e que igualmente se evi-
tem os inconvenientes que resulta da pralica
dos vales dando-se nos batneos como des-
pendidos dinheiros que nao sohirao dos cofres
orno acontece com o predito vale rom a can-
filado valor de irooo.s' de rs q' fi i pastado ao
Procurador da Cmara de Goianna confor-
me Ha iuformou a c.-ta Presidencia ein 4 do
correle \ ordeno a V. S i. que expeca as
mais terminantes ordens a ir.i de que o Cor
poda Polica saja preferido nos pagamentos ,
reprehendendo aomesmo lempo ao Thcoureiro
pela falta de curttprirnQnt as q- se llie tem
dirigido sobre este objeclo; >. q lira erssarde
um modo termnale a pratica dos vlese pagar
o todos os no tem de recetor dinhetros com
asquantas que estiyerem nos Cofres; 5. que
informe ouvind o Procurador Fiscal sobre a
legaldade dos valles e caulellas de que tenbo
tratado a fim de que soja chamado a respo'n-
sabeldade quera culpado for ; e /j. que faca
dar por si e seos propottos um minucioso Ba-
lahco na Thezouraria a im de ver se estao nos
Cofres as quantias que para ellcs elfeclivamen-
te entra rao depois de dediuidas as que legal
mente tem sabido.
Deus Guarde a V. S. Palacio do Governo
de Pernambuco 29 de Fevereiro de t84
Francisco do Reg Barros.Sur. Inspe-
ctor da Tbesouraria di!S Rendas Provinciaes
Joo Baplista Pereira Lobo Jnior.
DitoAo Commandante Superior da G.
Nacional do liecife para ordenar que urna
Guarda de boma do a. Batalho da mesma
Guarda Nacional acompanbe aiProeissao de
Cinza que fazem na tardedo dia 4 do prxi-
mo futuro inez es Irmo Terceiros da Ordem
Franciscana.
DitoAo mesmo para mandar dispensar do
servico da Guarda Nacional aos Guardas Jo?p
Gomes Pessoa, e Belizaro Saturnino de Sou-
/a tte da t. Companhia c a(|ucllc da 4-
do 2. 15. os quaes foro nonieados pelo Pre-
feilo da Comarca Comraissarios de Polieia
em lugar de Antonio Luii de Predas e 11er-
culano Antonio Joze Marro(|uim a quem far
chamar para o servico da G. N.
DitoAo Coronel Chile da Legio da G-
Nacional de linda para fazer despensar do
servico da mesma Guarda Nacional ao Sar-
gento da 5. Companhia do i. Batalho Igna-
cio lVrcira da Cunha que se acba nomeado
Commissario de Polica de diflerentos bis
ti idos da PovoacSo de Beberibe.
DitoAo PrefeitO da Comarca rommuni-
< indo-liie o conteudo nos dous precedes oficios
DitoAo Inspector do Arsenal de Marinlia
para continuar a pagar abs omciaes do Bri-
gue< onslanca os vencimentos que lhe compe-
tirem como embarcados em N&vio armado ,
visto ter de seguir brevemente para a Corte .
edcver-seaii ajuslar a coula do que legal-
mente ve hade pagar aos msenos omciaes.
DitoAo Commaiidautc do Brgue Cons-
tanca, communicando-lhe o conteudo no ore
rdente olficio.
loriaraNomeando o Bacbarel Formado
Cassemiro Jozc de Moraes Sarment para 'ser-
vir interinamente o lugar de Juiz de Dreito
da i. Vara do Cfarel desla Comarca em quan-
lo durar o impedimento do Juiz proprietario.
CilicioAo Juiz de Direilo da .1. Vara do
Cirel communicando-lhe a Nomeaco supra
PortaraNomeando o Bacbarel Formado
Manocl Jo/e da Silva Neiva para Juiz Suhs
lituto dos do Crimc e Civel desta Comarca
durante o impedimento do Bacbarel Francis-
co Joo Carntiro da Cunba.
OficioA Cmara Municipal do Rccife ,
para mandar preparar a Igrcja Matriz de Sao
IV Pedro Goncalves para a ccellebraco da
Missa votiva do Espirito Santo no dia i. do
prximo futuro me/, em que tem de ser aborta a
Sesso ordiuaria da Asitmblta Legislativa
ProvuciaL
DitoDo Secretario da Provincia ao da
Assemblea Tegislativa Provincial commuui-
rando-lbe dente da Provincia em ic posta ao seu desta
d.ita que a abertura da Seso ordinaria da
mes.na Assemblea titr tugara huma horada
ta i de do dib primeiro do prximo futuro mez.
Thezouraria Provincial e outros tantos Jo
orcamento respectivo para o anno financeiro
de 184o a i*4' a fi"1 de serem aprecentadas
a Assemblea.
DitoAo mesmo enviando-lhe a Acta do
Collej'.io Eletoral do Bonito que acaba de ser
enviada pela respectiva Cmara a Gm de ser
prsenle a Assemblea Legislativa Provin-
cial.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia a6 do p. p.
OlficioAo Contador da mesma Thezoura-
ria remeliendo-lhe por copia as ordens do
Tribunal do Thezouro Publico Nacional sob
'i i5 16 17 i8 e ip do
correnle anno ; a primeira ordenando',que,
no Balaneete do mez de Junho lamben) se laca
expressa mencao das Letras sacadas por
qalquer oulra Thezouraria acceitas d.-n-
Pernambuco 29 de Janeiro de 1840.
Joo Baplista Pereira Lobo Jnior.
I>i versas Repart^oena
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
A Paula be a mesma do numero ai
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta iie a mesma do N. 53.
CORROO.
O Briguc Braz.ileiro Lial recebe a mala pa-
ra o Rio de Janeiro amanhaa 7 as onze horas
do dia.
A Administradlo Fiscal das Obras Publi-
cas compra o genero spguinte : 80 ensarnis
de 36 palmos de comprido sendo deslas qua-
lidades camacari ou scopira sapocaia, pe-
nueas 5 cujas grossitras que sejao docom-
imim : as pessoas que tiverem para vender
dita madeiiM comparecaoa esta Administracao
at o dia 1) do crlente as horas do expeneute
para o ajuste.
Administracao Fiscal das Obras Pulicas G
de Manode it.\o.
Castro.
A. F. interino.
PREFEtTRA,
PAUTE DO Dl\ 5 Di: MARCO.
Illm. e Exm. Snr.Partecipo V. E\c. ,
que bontem nao occorreo novidade alguma.
ARTIGO C0MMUN1CA0.
DOGMA NOVO!!
Tolerancia.
Continuado do N. 51
tro do anno financeiro, masque tcnbo de
ser pagas no seguiule eque as disposices
conleudas na 1. parle da ordem de ->8 de
Novemhro sejao lamhem extensivas a todos os
mais me/es do correnle e futuros minos ,
mandauno-se assim organrsar o Balaneete do
mez de l.'ezembro e seguintes se ao fece-
bimento desta ordem ja liverem sido remet-
lidos organisados.de oulra forma : a 2. or-
denando t que a arrecadacao da laxa do sello
que deverao pagaros ttulos dos O lucia es da
Guarda Nacional seja regulada pelo ait. 12.
do Regulamento de i'\ de Novemhro de
i83., com altencao ao disposto no art. 9. .
. da Leide 3i de Outubro de iK35, que
mandn arrecadar a laxa do sello na rasad du-
pla : a 3. partecipando que por Decreto de '
1'i de Janeiro ultimo loi nomeado Jo/e An-
tonio Femandes Porteo do Curso Jurijco
de 01 inda com o ordenado de 4,?' i,, e
agralifieaco de tiors. j a 4 respondendo
ficar seente do ha ver o Dr. Antonio Peri-
grino Maeiel Monteiro recebido na Thezou-
raria desta Provincia a Ajuda de custo de
volla da 3. Legislatura como Deputado As I
scroblea Geral Legislativa: a /, prevenndo :
que nao tendo o t orpo Legislativo decretado As conlradicoes e paradoxos do art. de
fundos para o pagamento dos saldos de que Mr. Romilli serao mais salientes, e mais
tralao os arts 28, e Vo, da Le de jo de Ou- reeordaveis ao Leilor fazendo-os confrontar,
tubrodei8i8, nao pode ter lugar por ora o segundo-os d huma legeira observaco ana-
f pagamento e subsiste em seu inteiro vi- lytica. Comecemos a disseceo.
gor o disposto na circular de 10 de Novem- .... O homem lao grande pela sua
bro daqnellc anno : a t. ordenando, que se intelligencia he ao masmo lempo muito li-
applique as despetas geraes as qantas per- milado por seus erros. Poderiamos procc-
(encentes aos emolumentos dos.Qfficiaes da guir refutado o A ulhor por este dilema' Os
Secretaria de Estado dos Negocios da Guerra, erros ou sao de vonlade ou de ignorancia:
e saque pela sua importancia sobre o Thezou- se de vontade e a intelligencia os nao attenua ,
roa favor do Ollicial Maior da mesma Secre- be frgil \ se de ignorancia a intelligencia
laria escnUirando-.se como supprmento le- he Ilimitada : logo o homem hesempre hum
to ao mesma Thzoureiro, emandando-se a le- Ente frgil por sua condico. Mas nao pers-
tra aeompauhada com a rea ao nominal dos crutaremos as accepcoes de Mr. Romilli bas-
olciaes militares quem se lisero os des- la que da sua mesma projiosico nes prevale-
cor, los 5 isto nao s pelo que pertencer as amos para estabelecer a netessidadeda Reve-
qnanlias actualmente em deposito, como as lacio, sm a qual seria mpossivel ao frgil
que forera entrando at o fin de cada semes- ente, to limitado por seus erros, alcancar
lre;ea^. finalmente ordenando, que se essa noco ra/.oaveldos Allributos doSerSup-
appiique tambem .is despesas geraes as (iian- pi'emo de suas compatibilidades &o., e mar-
lias provenientes de emolumentos de i-aten- caiyi limillc entre a vii lude e o vicio
les militares perlenrentes aos Omciaes da Se- .... Nao tendo a razao huma medida
cretaria do Conselho Supremo Militar e sa- precisa e determinada : aquillo que he evi-
que igualmente pela sua importancia sobre dei.le para hum he muitasvezts obscuro pa-
o Thezoureiro favor do Oiiicial Alaior da ia outros Isto para o nosso caso lie huma
mesma Secretaria. dessas ociosidades de que abunda a dialctica
cias quedclles se tirao vem a ser sempre mais
obscuras a proporcao que ellas delles se
afastao... Seja qual for o numero desses
principios em que lodos os bomens estao de
accordo hecerto quenclles seconlem as e-
videncias ; mas nefando Romilli que estas
sejao sempre suceptiveis aos bomens vem
a contradizer-se. Miseravel .... Ora sup-
ponha-se que hum homem encontrava em
opposicao ( e nao die raro ) huma evidencia j
moral, ahuma videncia phisica contidas
nesse pequeo numero de principios em que
todos estamos de accordo : como resolveria
elle a duvida Tolerando-se a si mesmonel-
la ? Nao : perqu seria criminoso desleixo ,
como diz Romilli Consultarla aos sabios
elle ? Nao : porque para muilos seria obs-
cura a sua decisao ; para outros elle nao te-
riadireitode dar a sua rasao como regra, ncm
pretender sugeitar pessoa alguma a sua opini-
ao. Logo a quem recorrera
tipio com mu tu.
Devenios sugeitar
A este prin-
a nossa
rasao limitada ; rasao infinita. Logo depois
que a Razao Eterna me declara qalquer coli-
za que lhe apraz recusar crer pelo pretex-
to de nao eomprehende nao he isto marrar
contra os principios comniuns ? Em conse-
quenca nSo he absurdo querer por forca ,

(|ue. se tolere a Tolerancia i' ... Logo presiste
anda a mesma conscqucucia ; isto be. que
Romilli prodtizio urna deelamacao com o u-
nico fim de invectivar os caliiolicos. Mas
"....o caminho q' nos conduza verdade lio
hum s...."
E qual ser elle ? A Tolerancia? lie pi-
radoxo. E tal caminho he negativo : por
quanto a palavra Toleranciahe synoni-
mo de conformidade com todas as opinioes, he
conormidade com todos os erros ; finalmente
lie desesperacaodo caminho da verda !o. S r.
pois........ O esludo ? He claro ( diz Romilli)
ilue nos todos temos o nosso modo de ver e
dem do dia 2;
OfficioAo Exm. Encarregado dos Nego-
doAulhor: que em porta que a resoluiao
d'bum problema geomtrico que huma ex-
ciosdoBrazil em Londres enviando-lbc por periencia chmca sejao muito obscuras para
contado rendimento de 1 porcentodc Arma-jnum, se eu nao posso recusar meu enlen-
zenagem addicional applicado expecialmeute dimento a sua evidencia ? Mas se o Autbor
ao pagamento da Lvida externa huma Letra '
de i5oo Libras sterlinas to dias vista do
saque de Adolfo Schramm abonado por Ma-
noel Goncalves da Sirva sobre Delisle Javrin
& Delisl**, a fim de se dignar dar-lbe o com-
petente desliro.
THEZOTRARIA PROVINCIAL.
EDITAL.
O Inspector da Thezouraria das Rendas
Prounciaes, faz publico, que perantc a mes-
ma Thezouraria em os dias 2,4 c t de
Marco prximo futuro. s onze horas da nia-
nbaa se ha de proceder a arrematacao em
basta publica a quem por menos fizer do
Contracto da Illumincao da Cidade do Recfe
por lempo de anno e meio e da Cidade d'O-
liiida por lempo de trez annos contados do
primeiro de Julbo do presente auno.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matacao compareco nos dias cima indicados
munidos de fiadores dneos. E para constar
se mandou afbxaro presente e publical-o pelo
DitoAo uic-aiiio ctiviaudo-llie (jo exem-jPrelo.
; lares do Baianco da Receita e Dcspeza da' Thezouraria dasj Rendas Proyiucaes de
pretende que as evidencias moraes eslejao
sempre sugeitas a suficiencia dos espirito^ d a-
hi o qu": se segu? Que devemos estabelecer a
Tolerancia ? iNo, a tonsequencia deve ser
outra : por sso mesmo que a raso nao tem
medida precisa de ve sugelar-se a huma
aut'iioridadc corta nfalivel. E qual he
esta authordade ? Dos preven i u : he a Igrc-
ja Calholica cuja doutrna por isso mesmo
que infalvel, he intolerante; logo a cense-
quencia deve ser inversa.
E se nao he possivel fazer concordar a
intelligencia humana as razoes de evidencia
moral, como ser possivel que se submeta ,
que concorde nos principios do dogma novo
esumido na palavraTolerancia--que em
tranquillos
iedade ; N
os bomens tio iudoceis | m.i o que julgo er-
ro como prevenidos a favor da evidencia?
Logo esse reposo de consciencias que se
propoz o pobre Romillo em sua deelamacao
huma quimera.
" .... He bem verdade (diz) que temos
principios communs sobre que todos os bo-
mens estao de accordo ; mas esses principios
sao cm mui pequeo numero; as consequen-
subslancia se reduz a dcixar tranquillos o de-
smo a superstico a impiedade ? Nao sao
de sentir que s depende de nos. '* Pela
authoridade humana ?..." Tanto vale exigir,
(jue eu olhe com olhos alheios como querrer,
que eu crea segundo alheio juizo.1' Pela lar.
natural ?.,, Quantas vezes tenbo eu pen-
sado ver a verdade aonde depois, tenbo en-
concontrado a falsdade .)...." Ser emfim pe-
la Revelacao ? Mas esla nos aprsenla Mis-
terios incomprehensiveis e para os crer ,
seria preciso mudar refundir o entendimien-
to, que Dos me deu "... Entao ?.... Pica-
remos em loterarestes disparales, e os se-
guintes.
Proposces de Mr. Romilli
suas naturacs consequencias
Todos os bomens deverao desconfiar do
suas mais bem fundadas conviccoes :
Nesle estado de sceplicismo universal ,
consullar-se-ao buns aos outros ndistincla-
mente dos mais distantes pontos do Globo in-
dagando da verdade :
Est>nao deve jamis presumir-se na 0-
pniode nenhum por sso que todos abso-
lutamente devem conciderar-so em estado de
erro:
O Catholico consultar ao Mahometano ;
o Judeo ao Deista 5 o Atbeo, ao Idolatra ;
os Philosophos aos Possessos.
RemetleraS mutuamente todas as suas opi-
nioes para entraren no repeso da grande ba-
lanca da Scnbora Razio Imparcial.
Mas nao residindo mais no Mundo esta Do-
na porque havia sido despejada de todos os
entendimentos humanos, para nelles ser a-
bulelada a lllm. Duvida, enviada todo o
ente racional por Mr. Romilli ;
Achou-sc a Balanca sem Juiz balanceiro ,
que observarse o fiel e lavrasse o auto do re-
peso e adiada da verdade.
Tcando a decisao em lemos de revelia ,
como porque o caso involvesse bem cora mu 111
(como todos os idnticos) antes que appare-
cessealgum perseguidor, edicesse: Esla be
a verdade hum bordo. -
Nesla evc/itualidade concorde!r-se-ha em
por a votos da maioria oconheciineuto in-
du bita vel da verdade :
Esta ser por fatal guiza huma especie de
ecnvenco mora! civil, e cientfica !
Ficaria ampliado dest arle o Contracto So-
cial e a soberania do povo.
Mas com quanto a maioria compacta dos
Ilustre* preopinantes foue de eximios charla-
laes havia de ser vencido como no caso vi-
gente (ue semellnnte syslema era transi-
,r perpetuamente com o erro ; era acuitar os
perversos; e proscrever a evelaco, E is-
10 he Verdade !
Mandar-se-ia lavrar acta apensa ao Con-
tracto Social em que assignaria Mr. Romilli.
O eslreito limite d hum artigo par* a ga/.e-
ta certamenle nao pode aliranger huma ana-
lyse minuciosa de proposicoes repugnantes ,
ociosas, e temerarias, laucadas a jorra em
hum luiigo artigo que para ser fastidioso ,


DIARIO DE PEANAMCUCO
,
.
bastara recordar que elle nao lie mais que o
extracto dos bolorcntos paradoxos deRosseau
no seu tractado de educa cao victoriosamente
refutados, destruidos at a medidla, pelo e-
gregio Vfr. Rergier t e he por isso que ueste
ai ligo nos temos referido nicamente ; elle ,
porque o artigo d UomiHi que infelizmente
lisnou as paginas do Diario j; exista refuta-
do e cabalmente refutado pela carta 5. da
famosa obra desle sabio O Deismo refutado
por si mesmo era resposta a esse dogma do
precitado ,Mr. Rousseau que Mr. Romilli s
mali/.ou e que seu traductor quz impingir-
nos como peca sem avaria. Dejaremos pois
Mr Romilli estabelece a differenca infinita dos
espirito* confessando absolutamente que se
nao pode ter a mnima nco de sua natureza.
Nio o seguiremos por este rumo, vamos en
eonlral-o cheiode jubilo dando a sua appro-
vacao eos barbaros, que tem assassnado os
Missionarios Chistaos, e especialmente os
Carblicos ; porque o Mr. be explcito como
j distemos. Tal be a recompensa que o
Mr julgadigna, e merecida quelree, que
ssmw?
tvrr-Mm(Pama
vicio dd clima, a Rcligio Chrisl beque
tem impedido que u despotismo se estabeleca
na Etbiopia e levou ao centro da frica os
costumes da Europa e suas leis
tura entre nos a Re. elevada aquello grao de.' sa d'omem solleiro, ou pouca familia; quem de
res|K>ito c generalidade que san para deso-
jar ? Que Ibe responda o Carapnceiro. Mais
outra : como entender o Sr. T. 15. a nota dos
Queponha cada lium de mis dir.nte dos Sis. HR. no DiarioN. 21 sobre tolerancia po-
olbos por huma parte as morles crueis e j litica ? 'Nao a temos nos cstabtdecida de Dire-
violentas dos Reis e dos Cheles Gregos e Ro- ; to e de pedra e cal ? ? ? Que mais ?
e pela outra adeslruieo dos Povos, i Srs. Redactores prevenido de sua inteira
111a 1 id*
expono-se aos t rabal nos,
e a morte,
1
todo
arrostaraO para Iluminar os bonicos! Tal Re
a Tolerancia di Mr !'! Elle nao quer con vi r
na propagaco do Evangelbo, que he hora
preceilo do mismo Evangelho sena.) pela va
le tolerancia ; e qiiand be que a Igrcja ()i-
thodoxa empregou a intolerancia para propa-
gar a f* ncni quando a autborisou ? Ah vem
as fogueiras e as torturas da Inquisico : nao
sedtivda que cs-e Tribunal alguma ve/. x-
cedesse os limites do justo ; mas fui a Inqui-
sico erapregada para propagara f, ou para
a sustentar i1 Acoinpanhara alguma ve/, aos
Missionarios Catbolicos que hiao communi-
car o testemunho da terdadeaos inflis j Alca-
das do Santo Officio ? Os Missionarios, que
n i ministerio evanglico se dedicava ao mar-
lyro podera elles perseguir, e exterminar ?
. Heassim (('desfigurando a natureza dos ac'.os
o inin i(;os dalj re a de J. C. cumo Romill', e
oulros inventan msera veis suplusmas para
detrahir a gloriosa e sobre humana propaga-
cao do Evangelbo -- Aqu aponUo elles os
horrores, que acora panharaS OS Europeos naa
exploraces d frica A/.ia c America.
Porem o espirito de conquistas a stle de ou-
10, e dominios que genricamente caracie-
risara casas exploraces, verdadeiras inva-
soes nao podem ser consideradas jamis Mis-
ses Apostlicas ; e se alguma cousa poden
provar prova o sobre natural e exponla-
neo triunfo do Evaugelho que apezar dos
horrores, da crueldade edespeto da guer-
ra de conquista a Relgiao annimciada por
esses bomens odiosos, oi acceita vigorou,
e destr-uio o preconeeilo de povos ebeos de in-
dignadlo, e de ultrajes! Mas para que nos
cansamos ? Romilli consagra todas as persc-
guiees contra o Christianismo porque s
este deve ser o tolerante s estes (os Catbo-
licos precisamente) dcvaS recua r,e solrer por
que nao be desle mundo osen Reino. Este
era o pretexto com que Juliano nao os dei-
xava nem tomar a*joa as fonles. Em siun-
111a Romilli nao quer reconbecer a necessi-
dade de extender o Imperio da Igreja porque,
se esta envia iMissionaiios devem ser posleja-
dos; se a Igreja pune os escndalos da impc-
dade be bum monstro abominavcl Romilli
pretende com Rosseau eslabelecer como nica
Rcligio verdadeira e precisa a Rcligio na-
tural ; be este o grande cavado de balalba de
todos os impos ; nas ((liando elles ou quan-
do Romilli ou alguem por Romilli ,
responder satisfaloramenle a este raciocinio do
grande Rergier serlo admissiveis seus argu-
mentos : a Quando se trata de saber o que
o horneo) pode la/er a regia mais segura he
CONSIDERAR Oque elle tem feito. Ora
em qne linha parado1 a Rcligio Natural cm
todas as Vaces quando Dos Ibes envin
bum Mestre para as instruir?...-- A
proposkio be Irisante c sua dedueco se es-
triba cm fados. Esperemos a soluco poral-
Finalmente cumpre (indar para nao ser mo-
lesto : como o autbor l/.ondo semblante de nao
ter visto as respostes, que victoriosamente se
tem dado contra a tolerancia leixa seu discur-
so com as ideas que resumi do Contracto
Social, nos leixaremos o nosso pelis de bum
pbilosopbo lamben) nao SUS pe lo aos tolerantes:
Ao mesmo lempo que os Principes Mahome-
tanos manda assassnar, eso assassinados
continuamente a Relgiao entre os Cbristlus
fas os Principes menos tmidos, e por conse-
quencia menos crueis. O Principe confia nos
vassallos eosvassallos no Principe. Cousa
admiravei A Rcligio Cbrisla, que partee
nao ter oulro objeclo que a felicidade da outra
vida fas luuibem 1esla a nossa bcnuvenlu-
lanca
e das Cidades pop estes mesmos Cbefes Tb- imparculdade Ibes roga a publicaco desta
mur, e Gengiskan que tem devastado a a- O Catechumeno.
Publicaco ; pedido.
zia e nos veremos que se deve ao Chrslia-
nismo assim no governo bum certo dircito il is
gentes, que a bumandade nunca peder as-
ss reconbecer.
Esta be a opinio de Montesquicu a favor do
Christanismo ; no entente; Mr. Romilli in-
culcando anullidade de todas as Religicfcg .
lllms Srs. A Cmara Municipal desta
Cidade, manda agradecer t Vms. a ollera ,
(pie Ihe fi/eraO do Busto de Sua Mageetade O
Imperador, cuja ollera fui receida com mu
tvanca que pela intolerancia cada povo segu- especial agrado. leos guarde .i Vms. Re-
r; a Rcligio do seu Prncipe ; e por isso buus tile eni Sesso extraordinaria de 8 de Peve-
saoCalholicos era Roma oulros Vahme!;,- retro de 1 '4 lllms. Sis. Jniz e mais Me-
nos em Constanlinopla Lutheranos na Prus- zarios de N. Sen hora da Assumpcao das Fron-
dia ele. etc.^ Miseravel sopbisma Sendo a teiras da Estancia. Jos.' de Barros Falcao de
intolerancia Catbolioa consequencia 1U infa- Lcenla. Fulgencio Infante d'Albuquerque
Mello, Secretario*
CHARADA.
libilidade da Igreja assistida em todos os
lempos pelo Divino Esporo 5 El Portal infer
or prosvalebunt adversos eam. Que influ-
encia pode ter o poder temporal dos Prncipes
contra sua diirac.io, e iiifalibilidade ;' -Ape-i
as se poder concluir que quando o Princi- Com asss custo furtado )
pe mudando de Religiio, quiser que opovo A ma-me todo o vvente :)
tambera mude baverSo Mariiies, sobre-sa- Porem em paga este estado )
i.;.,t. ... .,11.....1... :_.i!i_ .__ _. ..... i- .....' /
birlo aos olivos dos indiferentes os prodigios
da F enesla Iota no vos ttulos alcancur a
Igreja para o respeito de todos os bomens ;
novo analbenia contra a tolerancia universal ;
porque com ella be que se pode ser sem con-
sequencia para a salvaco Mahometano na
Turqua, Calvinista n? Be llanda Catholico
na llespanlia idolatra na Oceania e Macaco
em Pernanibuco.
O Catholico.
CorrcspoiuIenci;i,
Alegra nao consente. 1
Como a 1 rimeia gostoso
Saudavcl li 111 lo da Ierra .
Aos nossoa paites quentes
Calor e sede desleir.
TIIEATRO.
Quartafeira, n do corrento, Anniversa-
1 <> de S. A. I. a Seobora D. Januaria be a
piimeira Recita da Empieza do presente aun-
os Srs que era Assignanles e os que o pre-
tenderen] ser podero mandar buscar as cha-
ves com pelen les com antecedencia. O Di-
rector aprcsenlar nesta primeira Recita Ire
vistas novas de muita elegancia, e bom
gosio. O Espectculo se acha annunciado as
Noticiase Carla/.cs.
LOTERA DO LIVUAMENTO.
Aeba-se a venda os bilbclcs da segunda
parte da qnarla Lotera a favor das obras da
Igreja de Nossa Senhori do Livramenlo desta
Ibes Cidade nos 1
ligares seguintes Recife
loja
Srsr Redoctores
Se; alguem pode qundrar a cara poca que
o seu correspondente- T. B. talhou no Dia-
rio d'ante bontem.ll, 5i sobre o artigo de To-
lerancia be certamente ( permilta a franque-
za; : Vms pois que sua fui a traduccao do
artigo de Romilli se por ventura nao houvc
engao no titulo desse artigo ; c por tanto en-
carregado Ibes fuou o maravilhoso da seleccao,
a honra de tolerar lautos absurdos c final-
mente a Misso do Dogma novo ; mas se Ibes
nao pcrlence a iradueco o silencio de Vms. dos Sis. Francisco Antonio Vieira da Silva ra
tem dado todo o lugar a suppor-se bum ep da Cadeia Joao Jos de Carvalho Moraes .
sodio da redaccao, e he por isso que o artigo ruadila, Cirdo/o Aires clrmorua dita-
mereceo a pena de ser refutado e nao se los- Sanio Antonio- Loja dos Srs Jos Antonio do
se por alguem mandado publicar ;- porque de- l armo na do Livramenlo i Jos de Mene/es
tem Vms. estar certos(e isto he assas flspngei- Jnior, quinada ra do Cabug Antonio
ro) que nao abalan lauto a seusaco dos Le- Jos liandeira de Mello dila ra Manoel
lores os artgos commumeados como os que se de Je/us Paraila ra de N. Senhora do Ter-
presumem da proprta redaccao a quem so co J0S0 Moreira Marques botica da ra do
acha incumbido o cuidado de pulverisar as Cabug Roavista Loja do Sr. Jos Ignacio
doutrinas queaffeclar possaS a moral publica, do Monte ruado Arago. Roga-se por tan-
Isto he quanto Ibes julgo perlencer da polemi- to aos amadores ileste jogo e limito prin.i-
ca : agora permitan que eu negu o Et plmente aos que por verdadeiro zelo anbcla
cum Spritu loo ao Pax vobis do seu no- ver concluida a obra da Igreja da Senhora do
vo correspondente* Lfvramento se apressem na compra dos bilhe-
Admira que lendo-sc feito a publicaco do tes a fim de que com a inaier brevidade pos-
artigo de Romilli tres mezes muto a salvo sao andar as rodas da Lotera,
de qualquer censura o Sr. T. R. nao se a-
pressurasse nem se propozesse a interromper
o fio da publicaco desengaando o Publico ,
de que era bum compendio de absurdos eo
complexo de suas proposicoea ncompalivel
com o espirito da ortodoxia ebrista. Agora be
que sabe do canto hincando loas, talvez mais
com o filo dedislrair a altencao dos Reitere
sobre a respos'a 011 de corlar a sua inserso ,
LOTERA DO THEATRO.
As rodas da 1. Parle da 1. Lotera do The-
alro anda impivterivelmcnle no dicido
corrate mes de Marco no Consistorio da
Igreja de N. S. da Conceicao dos .Militares ; e
os respectivos Ifilhetes acba-se a venda no
do que de demonstrar a insociabiiidade do er- bano do Recife em as lejas dos Srs (ioncal-
ro com a verdadu. Seja como for; seiba o ves da Silva, Can loso A y res e Vieira Cam-
Sr. T. 15. que suas observacoes nao agradara' bisla na ra dlCada e no Rairro de Santo
aos Tolerantes, s porque elle quahhcou a Antonio, as dos Srs. Claudio Mouteiro na
Re. Cuth. de Verdade! S/>iba mais que ra doQueimado e Texeira Bastos na ra
elle coixcou quando explicou a natureza da in do Crespo.
tolerancia catholiea', di/endo que esta Reli---------------
gionaotolera nem pode-tolerar todas asopi-
niGes Religiosas : era misler ser mais dogma- LOTARIA DA ROA-VISTA
tico e di/er ; nenliumas -. E se em ver- i
dado a Re Cath. faz huma parte ta Cousli- () Tic/onreiro da Lotaria a beneficio das
tuicao do Imperio porque raslo seria absur- obras da Matriz da Boa-vista fai sciente aos
do ser garantida do Imperio pela punicao dos amantes deste jogo qiye as rodas ando im-
seusinfractores5 OraoSr. T. 15., queasse- preierivelraentenodia seis do prximo raes
verau existir no Brasil quem deseje alterar de Abril, i; osbilhetes avhfb-se a venda nos
para maij ou para menos aRoligio, teca o lugarts do eostnme.
favor de dizer-nos cm que sentido est a tal
espeilo a publicaco do Artigo de Romilli p...
Alterar para mais Para que he abusar dos
termos!? Seria bom que nos^desse explica
cues da naturtza desse mais. Ou ser que se
iulgue perigoso a conceniracao das idea rcli-
A visos O versos.
k,
Huma iii'dhei-, que di fia;: .r

Apezar du grandeza do Imperio c do giosas ser uto bum nal ? Est por ttn-i conducta oflerece-se para ama de qualquer c-
sea presumo precizar: derija-se ao sobrado
jnnto do Sr. Joao Pinto de Lemos no pri-
mero andar.
!Cj" Quem precisar de urna ama para casa
de lioineiii solleiro ou cazado com pouca fa-
milia : dirija-se a ra d'OrteS casa I). 17 ,
que se dir quem pretende.
tsf Oabaixo assignado herdeiro colateral
de Anna Mara da uonceicao, previne aores-
;>eitavel publico que ninguom poder;i halar
negocio de qualquer natureza que seja com o,
bens [lertenccntes a dita Anua .Mura dit Coa-
("\ 10 viuva do fallecido Lucio Lopes, ora
morador 1 n 15oavisla ra di (loria visto
que a raesm 1 a oito das acha-se sem sentidos,
e at da falla privada, proveniente il'um ata-
que de apoplcxta consta se tem chamado
aiguns \dvo< idos para arranjarem ntn Testa-
mente e todos a isso se tem recusado ; outro
sim previnese que a dita \ uva nao tem her-
deiivs ascendentes, nem descendentes, s
sim cololaraes que sao: Manoel da Paixq
Pues de Carvalho Escolstica das Virgeus .
Miguel Arcanjo e loaquim Galdino da
paz.
tsar O Procurador dos foros da Irmandade
de S. Pedro desta Cid. pede aos (breiros desta
Irmandade que hajo salisfaxer os loro-, ,
que eslo a dvcr na raza de sua residencia:
na ra do Padre Floriauno sobrado D. das
a horas as (i da tarde.
rreoisa-se de urna ama para casa de
pequea familia ; na ra Gloria D. 'M lado
esquerdo.
SST Prccisa-se de loos'rs. a premio dea
por cenlo ao me/, dundo muito boi firma por
lempo de (i mezes : dirija80 a esta Typc-
grana que se dir quitm pretende.
aSJ" Precisa-se de huma ama que tenba
bstanle leile e que seja desembaracada 5
no A trro da Boa-vista casa defronle do heco
do l'erreiro primeiro andar.
ILJ" Perdeo-se na noile de 4 Para do cor-
rente un estribo de lato, na ra do Palacete;
a pessoa que o achou e (piizer restituil-o di-
rija-se a casa do i Commandante de Pvlicia
Manoel Pedro de Souza na uusma ra, que
recompensar.
OQerece-se para ser ama de casa de ho-
rnera solleiro ou casado sendo (pie tenba
pouca familia ( principalmente mancas ),
na mulher parda de bous costumes para o
que do seu mrito dar conln cimento ; quem
do seu prestimo sequizer utilizar annuncie pa-
ra se procurar
S_y Em L'ora de Portas venda D. 16 pre-
c'sa-se de um caixeiro que teuha pratica de
molhados.
1C?" Hoje Sexta feira, ter lugar a ultm-
praca da mulata perlenCente aos bens do la-
lescido Arouca, na porta do Snr. JuizdeDi-
reito da primeira vara 0 Civel, aonde po-
den comparecer os pertendentes.
UP" Ailuga-seosegniidoandar do sobrado
da ra Nova D. it) com grande solo e bas-
tantes rommodos quem o pretender dirja-
se ao mesmo a Iractar com Jeau Raptisla Clau-
dio Tresse.
S^" O abaixo asssignado faz sciente ao res-
ieilavel piblico q* o seu mnibus capaz do
evardez pessoas. que quizerem viajar, estan-
do estes no largo da Matriz de S. Antonio pe-
las quatro horas e meta da larde indo o rnes-
mo mnibus em direitura ao Mondejo Mau-
guinho l'onte do Uchoa campo de Santa
Anna, Caza forte, cMonleiro, d'onde vol-
lar da mesma maneira em torna viagem na
manh do dia segu 11 te peks sele horas? O a-
baixo assignado tem feito este novo estabeleci-
mento para todo o anuo sendo o preco de ca-
da pessoa lira mil reis em toda a distancia
em nieia dita G.{). e em urna terca parte 20,
ao qua.deo principio 110 dia a- do crrente.
Tbomaz Saylc.
l_5- P
recisa-se atugar urna caza terrea pa-
ra pequea familia tendo quintal e cacimba,
ou menino um sobradinho que nao exceda o
seu aluguer a oito mil reis mensaes embora
seja em ra menos publica ; sendo porem no
barro de Santo Antonio; ed-se a seguranea
do estilo: quem liver para alujar annuncie
para se procurar.
C5~ Alluga-se hura prclo moco bstanlo
robusto e forte, proprio para socar assucar ou
para qualquer outro servico : quem o perten-
der dinja-se a ra do Queimado Loja Dci-
ma "j.
tST Antonio Francisco do Reg Rarros Se-
nhor do Lngenho Gen i papo de Berinhaem ,
tez sciente ao respeitavel publico, que oes-
cravo quetiuha aparecido em seu engenho
era pertencente aoSov, Joao Carlos Beaerra
Cavalcunte Senhoe uo Engenho Tapera, a
quera foi entregue.
^ Quera pieciaar de urna amagara cas de
liomem solteiro) annuncie.


4
DIARIO DE PERNAHBC'

I s~7" A pessoa que annunciou queicr dar.
dotrs conlo3 de res a premio de dois por rcnlo
ao mez com hypotbeca u firmas a conlen-
lo annuncie sua morada.
*| Jos Antonio remandes mora em
Olindarua de S. Henlon. i\
cy As pesscas que precisaren de dinhelro
a premio com pinhores dir
diriio-se a casa de
Joao Paulo Hamos Chaves na rua da praia
passando a ribeira defronte do tanque do Sur.
Vianna.
52f Precisa-sc de um ciixeiro para tomar
rnnta de una venda por b;,lanco; no Bllerru
da boa vista lo ja do Sr. Abreu.
sry O Sr. joaquim Pedro Brrelo do Re-
g senhor do engenho Crouassu', qoeira un-
ncnciar a'sua moradia paraselhc Callar (a
negocio de sea inleresse.
C7- Precisa-ss de urna ama paran ser vico
interno, e externo deuma casa de familia;
no beco da viraco sobrado defronte das cala-
cumbasde S. Pedro.
stj" Offerece-se um inoro portugus de
idade de -** anuos para caixeiro de algum en-
podendo tambem dar lices de
genno
letras contato lii

i iraduzr c
metras
francez ; quem precisar annuncie
i r O Bacbarel i ormad i ..... i
Moraes Sarment J-;>- >^ : i a q nvier.
que lendo sido nomeado p< 11 I um. Sr. Presi-
dente da Provincia Juir.de Dircito inierino
d i -<, rara do I ivel di si i < idade da audien-
cia as tercas e sextas eii is as ; bofa do
dia no lugar do rostumu < despacha lodi s os
dias das 9 horas da man ha ale as da tarde .
na casa de sua residencia rua do [lozano cs-
-treila D rAj.
L"-f" Dase 200,000 a juros sobre hypotbeca
de urna escrava que sirva pira o ser vico de
na casa ; na rua de S. Rita nova l). i3 lado
no nascente.
cj" O Lente de mathematica do Coilegio
Pernambucano, e do Coilegio da S. Cruz
pretende abrir seu curso particular da mesma
ciencia em o lia 9 doorrente os Snrs. que
o quizrem irequentar podera procura-lo no
principio da ruudeHorlas IJ. 12 primeiro an-
dar (cando cerlos que s scro admetlidos
contendo mais de i.'j anuos de ida de.
ty Precsa-se de um feilor portuguez ,
que seja solteiro para um sitio ; na rua das
Cruzes D. 9.
sz^" Joao Antonio da Triudade lemhra ao
respeilavel publico que os seos beiis pr-
nhorados por seus credores hao de Seren
arrematados no dia 7 do corrale na porta do
Dr. Juiz'de Direito da 3. vara no atierro da
Boa vista.
V-f Joaquim Duarte Souza Rodrij'ues, faz
sciente ao respeilavel publico quedeixou de
?er caixeiro do Sr. Manoel da Cunha Guima-
res Ferieira desde o dia 5 do corrente.
12^* Precisa-se de urna ama com leitc, for-
ra ou captiva, e que nao tenha filho: no
porto das canoas rua do Apolo D, rj no segun-
da andar.
C5" Urna muilier portugueza de idade,
que sabe coser engommar Cotinhar ; e la-
var se oterece para criada de urna casa de
familia j quem precisa* dirija-so ao porto das
cinoas ruado Apolo D. t no segundo ondar,
das 7 as 8 horas da manh.
t7- Segunda vez se roga a os Snis Emele-
tio Cardozo, Manoel Ribeiro Guimares,
Francisco Jos Augusto da Costa Guimares .
e Jacinlho Antonio Jos de A breo Guimares,
o obsequio de irem a rua do Crespo D 5 no
primeiro andar para reccberem urnas cartas
chcgadas recen temen te de portugal.
3* Precisa-sede um leilor que entend
de plantacoes de um sitio 5 ua pracinha do
Livramento L). 1.
Z~r Precisa-sede urna ama para comprar
ecozinbar o diario de urna casa; no beco da
viraco 1). 11.
xir Joao Narciso da Fonseca previne ao
respeilavel publico queninguem a fore ou
pague foros, trate, ou taca transacffo alguma
com Manoel Luizda Veiga relativo ao sitio
do Arac, as Ierras que lbc sao annexas &c.
pOis pela parle que perlencc ao annuciante .
Ib; lem cassado todos os poderes e se repu-
tar nullo qnalquer irato que aparecer sem
a sua assignatura em quanto acno saldaren
mas cnlas,
S^~ Da-se loocooa juros, sobre pin! o-
deouro; na rua Direita toja de canos De-
cima 18.
izr Qualquer menino Ibrn Vde 10
a 16 annos, que ueira morar (ni companhia
de um sacerdote, dando-lhe este iodo o ne-
ressario s para o servir de couzas maos .
dando fiador a sua conduca annuncie.
_r* AluRa~se un prcto para padaria ; na
rua do Queimido D. 7.
3 officiaes de sapaleiro que sejao peritos e
de urna ama paia o servico de urna casa de um
homeni solteiro,
tu- Aluga-se o 3. andar do sobrado da rua
do Queimad por cima da botica D. 8 ; a Ira-
lar na mesma.
acgi O Sr. Joaquim Cavalcante de Albu-
querque Mello morador no engenho Araguaj
na freguesia de Urma, qoeira por obsequio
mandar ou ir as 5 ponas I). 2. onde temo
lampiao para se tratar negocio de seu mic-
resse.
r Arrendante annualmente urna casi
terrea a barracada, sita na rua que vai da es-
trada da soiidade para o manguinho repar-
tida segundo o gosto moderno lem corredor
lavado sala de vesita, forrada com Si pal-
mos em quadro, tres janellas de peilorilen
vidrassadas 8 quartos sala boa de jantar ,
cozinha fora com assento de fugio ingles ,
contendo seis fornalhas, eseu respectivo for-
no quintal murado, com cacimba de agoade
beber, paraseis escravos, estribria
para cavallos com portao para a fenle da
rua independente da porta principal e
1 muilo Lem pintado e suficientemente
ido \ 1 s prelendentes entendao-se com
x'w ao Almci !a que lem poderes para o
dito arrendamenlo.
o 1 tfaritiiiK
tSF" Urna boa casa de vivenda [em um dos: chapeos pretos ebrancos para homens e me-
ninos chapeos de sol de seda para homem e
senhora capatosde couro de lustro, e chi-
nelas de marroquim para horr.em bengallas
de diversas qualidades e ltimamente chega-
das.
isy Cautellas de bilbetes da Ioteria do the-
atro devididas na vigessima parte ; na rua
arrebaldes desla Cidade em urna excellente
situacao ; trala-se na rua do Crespo D. 8 la-
do do sul ou troca-se por outra nesta praca.
S33" A posse de 100 e tantos palmos de ter-
ral com duas peipienas casinhas de pedra c ca
e alicerces feitos para mais trez cu jo a fora-
mento he perpetuo, pagando 4o ris cada pal-
mo tem dnas cacimbas um lauque de lo-
mar banho, douscoqueiro sito nos afloga-
dos no principio da estrada que vai para a
\aizea, por preco muilo commodo em razao
de seu dono re retirar para fora da provincia .
no atierro da Boavista venda de xManoel
Francisco Lagoa.
6^* Urna escrava creoula de idade de o
na rua das Cruzes
annos cose
D.9.
CJ" Umescravo o pliinoofficial de tanociro
e bastante morigerado adverle-se que se
vende por precisao e nao por outro qualquer
molivo ; na rua de S. Francisco ao p da c-
llela casa de i andares que tem por baixo fa-
brica de chapeo.
S^f Camellas de bilhetes da lotera do tbe-
tre a quinhentOS ris ; na rua rua largado
Rosario loja de miudezas D. 7.
zzs" Um re fe com seu trassado j nesta Ty-
pograpbia
SF"Cautellas de bilhetes da Ioteria do ihea-
Iro divididas em vigeaima parte a on rs
na rua ireita venda que foi de Jos da Pc-
nba.
S^T Ou arrenda-se um grande sitio na es-
trada da ponte de Uchoa com casa de viven-
da muilo grande com 3 sallas onze anal-
tos cozinha fora, grande copiar, coxeira pa-
ra 4 cvalos commodo para feitor duas ca-
cimbas de excellente agoa tem muilo boas
arvores de fructo de todas as qualidades. duas C7* No dia l. do concille fttgio urna es-
baixas para capim trra para plantactea, craya crila, denome Luiza de idade de 14
os siguaes
do Cabug loja junto.da de cera preco 5oc
ris.
" Um escravo bom trabalhador de en-
diada, e de todo mais serviro de campo; na
rua da cadeia casa de RJanoel Cardozo da"
Fonseca.
SS7" Cazemirase pannos de todas as cores,
e qualidades por piteo commodo ; na rua
do Crespo loja de Antonio da Cunha Soares
Guimares.
S_7" Um escravo de idade de 17 annos, ro-
busto c de bonita figura opliuio para todo
o servico; no paleo da S. Cruza fallar com
Joao Sebastiao Perelti.
S^f J2 palmos de Ierra e ia5dc fundo ,
no lugar dos Coelhos com todas as propor-
coens para se lbc vantar urna propriedade ;
a tratar na trompe com o Padre Manoel TI10-
maz da Silva.
C5" l.ous escravos mocos ptimos para
Iodo o servico; em Olinda rua do lom fr.11 nu-
merb i.
l.ma armacao de urna venda com al-
guns efeitos na rua direita D. 7 ; a tratar na
rua do ],ivrament D. a.'.
tS8" luchas de muilo boa qualidade e
por todo preco, em condicao; na rua do cabu-
g.i loja do Sr. Bandeira.
PARA O RIO DE JANEIRO o Brigue
Constante Capito Manoel Marciano Fer-
rcira a sal ir at I a do corrente, por ter a
maior parle de seu carregamcnlo prompto ,
podendoai-ula rcvbcr alguma rarga miuda,
ou passageiros para o que tem excellentcs c-
modos os prelendentes dirijo-se a Macha-
do & Santos ou ao Capito do mesmo.
PARA O ACARAC' segu viagem im-
prelerive'mente no dia %S do corrente o Pata- a casa Iir de pedia e cal toda emidrassada annos pouco mais ou menos com
cho Bra3leiro D.Francisca; quem no mes- c senado de limao ; na rua direita D a. segumles magra e te mO qu sercarregJr, ou ir de passagem para
Kscravos Fgidos
Cautellas de Bilhetesda Ioteria do daspernas. e levou vestido de ganga azul, e
o que tem excedientes commodos dirija-se theatro a 5oo ris ; na praca da Indepen- um pao da costa j; velho quem a pegar le-
a Aanoel Gonsalves da Silva na rna do culeia encia n 91. ^e na segunda caza junto do muro do falcado
ou com o Capito a bordo do mesmo que se I *-~" Urna escrava de naco angola de ida- P Manoel.
acha fundiado defronte do trapiche novo. | de de a^ annos, boa lavadeira, cozinha o di- t"Joft Baptista Claudio Tresse pede ao
ario deuma casa e he boa quitandeira 3 na Illm Sr. Prefeito e mais aulhoridades polt-
l^e i la o
ruada Conceicaoda boa vista I). 8 ciaes aprehenco de um seu escravo de nome
C3" Urna venda no beco da Pol D. 5 com Benedicto, que desaparcceo-lbe no dia a< do
cr JoSoSlwart, Consignatario-da Barca fundos a vontade do comprador 5 a tratar Pasado, o qual foi comprado ao Sur Joao
Inglesa Mary-CharloHe-Welwr, arribada a a mesma. Frederico Abreu Reg morador na rua de
este porto, tendo de continuar a dispor de S^" Superior gomma de raatarana na aGM verdes IJ. 38 no dia 17 de ^etembro
parle da carga da mesma Barca para seu eos- Pra?a aa hoa vista venda D. 9. P- P- dito sup5e-se estar furtado, e tem os
leio faz leilo or inlenenco do Correlor E2^~ Uma venda ou a armacao -da mesma signaes seguintes ; baixo, cheio do corpo ,
Oliera sexla'feira 6 do corrente as dez ho- sila cm hom lugar, e tem commodos para fa- cor ful,a cura redonda e clieia olhos oupa-
ras, da manb no seu armazem da rua da mina '> delronle da ribeira da boa vista eci- do3 > narz c,ial i andar pesado, falla des-
Cruz, dos seguintes arligos ; cadeiras me- ma 28. cansada de idade de 20 annos, de naco
zas pequeas dita de janlar quadros ba- i3" Urna molata de idade de a5 annos, mucambique ; quem o pegar leva ao dito Sr.
laios livrosem brancos, papel de peso, cba- uem Parecida cozinha cose, e engomma ; a cinia mor;'dor na rna nova D. 19 que rc-
peos de palba para senhoras esparlilbos, lu- nesla Fypograia se dir.
vas, veos pescocinhos e mantas de seda,! &2^* Cm escravo pardo anda rapaz para
collarinhosdemadapolo grvalas de seda fra ^a provincia; no atierro da boa vista De-
agoa de colonia agoi raz differentes obras cima 8.^
em3ivolumes, e urna harpa magnifica do S-^* Cautellas de bilbeles da lotera do llie-
muilo arredilado ehem conhecido autbor Bar- a'ro na Pra?a da Independencia loja de en-
cadernador 11. at.
Bf" Bezerrcs francezes a 20,000 a duzia ,
earetalhoa 2000 a pello ; na rua direita O.
18 na rua do Livramento loja de couros jun-
to da botica do Sr. Manoel Romao.
t^r Urna morada de casa terrea sita na boa
vista rua doTambi 011 troca-se por outra
C O 111 p 1* l S ; mais pequea ; quem quiserannuncie
Urna casa terrea nova e moderna, com
ry, de Londres, de vozesas mais perfeitas e
suaves que se pode imaginar, e junlamente
o competente mclhodo um violoncello ou
rebecao pequeo de muito boas vozes, lam-
bem de autbor inglez uin melbodo e una
estante pcrlenrente ao mesmo.
t^r
tiy- Ou aluga-se para se copiar a moda- 13 quartos, cozinha fora junio a mesma b<$
Consumido das Saudades adverle-se que Palmos de terreno que d duas moradas de ca-
be para ir para lora da provincia : quem ti- sas tcm ('e Ruido 5oo a 4oo palmos at aba-
ver annuncie. ; xa mar a casa tem 90 palmos de fundos e
L3f Urna meza de qualquer madeira que s'la no atierro dos Aflojados, trata-se na
sirva para engommar, e que tenha t palmos n,a dos Quarleis D. 9.
decomprida c largura regular ; quem tiver
annuncie.
V e 11 ti a s
&:;/" Urna vacca parida com um bezerro;
as 5 ponas D. 17.
i_j^ Sacas com Carelios ebegadas ltima-
mente e um ca vallo bom cirrcgador ; no
(uarlel do iom Jezus a fallar com G. A.
Bloem.
t^/J Urna canoa nova de carreira aberta
JC^ Cautellas de bilhetes da lotera do
theatro, contendo premios infaveU oaral
quem comprar a 5 cautellas receber urna com Vm quatro palmos c meio de boca, e trinta
premio infalivel de 1000; preco das ditas I c quatro ditos de comprimento a est cala-
a uinhentos res ; nesta Typografia. fetac'
o annos, 'S
W Una escrava de nacao Benguella de
idade de a5 anims com al-urnas
UIIIIIVUIU.- l\ l .1 .
S2^ L'm molalo de idade de
ptimoofflcialdealfaialede toda obra, e de
- \icliente conduca; nesta Typografia se dir'.
cyUma negra de naco benguella de ida- des
stada ; na rua da praia no eslaleiro ao p do
r, Joo Thomaz.
de de a> annos
1 ngomma
cose Lo da
X\a lUdda Guien. 1* preca-se dejdaCruz,
fas renda ; na rua das larangeiras IJ.
I Na rua do \ gario n. 7 dous Raides
de 20 anuos de idade e de bonitas figuras,
sendo um cipina e aponlador de engenho e
cutro sapateiroi
I 7" Cautellas de bilbeles da lotera do
theatro, divididas na vigessima parle, a pre-
co de 5oo ris; as 5 pontas lojas dos Sis. Mi-
guel Joaquim de Menezes, e de Jos Marlins
annas com aigumas babelida-
na rua direita D. 2o lado do Livra-
mento.
i_j" Na loja da praca da Independencia n
"7 de Jos Tavares da Gama por preco com-
modo o seguinle sorlimcnl de calcado e ou-
tros objectos de melhor qualidade, e gosto i
saber ; calcado de bezerro francez botina, e
cpalos de Lisboa para homem, botins de
duiafjiiec de panno para dito, calcado de
marroquim, duraque, selim, cordavo, couro
de lustro e botinas de duraque para senhora .
calcado das mesmas qualidades para meninas,
compensara.
tST" No da 2 5 do p. p. fugio um preto cre-
oulode nome Manoel de idade de o annos.
altura regular, corpolentoe bem feitode cor-
po cor bem preta bem fallante tem urna
irm no Curado ou Uchoa ; quem o pegar
leve ao engenho Po o a entregar a Manoel
Carlos da Silva Fragozo ou no alieno da
boa vista no armazem de Manoel Jos d* Sou-
za Carnciro quesen recompensado.
g|S23" Um negro de nome Pedro 1 onla fi-
gura representa ter ?5 anuos de idade, alio,
e bem feito cor bem prela anda bucal,
tem andado sempre embarcado e tem una
lerida feila a poneos dias por cima de um tor-
nozelo fugio no dia 2 para 3 do corrente de
bordo do Brigue Constante em um bolo e
se supoe levar vestido camisa e calcas de al-
godo ; quem o pegar leve a casa de Macha-
do & Sanios na rua do Amorini que ser re-
compensado.
Movimento do Porto
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 4.
BAHA 5 Brigue Nae. Olinda Capito Do-
mingos, Francisco da Silva caiga varios
gneros passageiros 2 e um escravo.
TRIESTE ; Brigue Inglez Helen Capito
Tiiomaz Taylor carga assucar.
MARANHAO 5 Brigue Escuna Nac. Caro-
lina M. Francisco Bernardo de Mattos ,
carga varios 5 passageiros um escravo e J
a entregar
OBSERVACOENS
Sahiro para o lameiio para acabar de
carregar os Brigues barcas Vuthcus I liuner
c Auna Jobnslon ; e fundiou 110 dito un
Brigue Brasileircr j e anda sobre a vella
outio dito.

REC1FE NA TYP, DE M. F. DE F. 18^0


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