Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04033


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno de 1810, Quinta Fkira
udo agora depende de tos mesrtins; da nossa prudencia, modera,
o, eenerg: coriniiemos como principiamos eseremos apoiilado
em admiracao entra as Mares mas cultas.
Proclamaco da Asserhblca Geral do Brazil.
---O-
\
, Su!, creve^e para eMa fo ha a 3#ooo por ouartel paCos adian.ado,
ncsla lwograia, n das Cruzes D. 3, enaPrara & Indeperidenci.
.?.j ej8, onde se recebem correspondencias le,alisadaS, eanncio,
Sf0* 6 'endodMProPrios asaig.....tes, e viudos assigi
Partidas dos Correios Terrestres.
jRidadeda Parahiba e Villas destn pretendi......
Dila do itio (i rande do rWte, c Villas dem' ...........
pila .la Fortaleza c Villas dem..... ................
\ illa de uoianna..........
Cidade de Olinda......... .
illa des. Antao................
Dita de.Garanbuna e PovocSo do Bonito ."." .*." .*.' .' .* .*." [" "
Ditas do Cali, Serinhaem, llio Formozo, e Porto Calvo.* .
Cidade das Alagoas, e Villa de illacei..............".".
Vi'la de Paja de Flores.................."
Todos os Correios partan ao meio da.
J
m: JHauco,
i^ -i...-..;.....
.>

CAMHIOS.
Marco 4*
Londres...... 35 d. por tfooo ce '
Lisboa....... So por o/o premio, por Oicuioureci
l'.anc1'.....ao ret por franco.
, Velhaa i*J8oo a
Hilas ,, ,, rSov.'S i ',,",rc. a
ti Ditaa de 4ooo rs., oo a
PiiATA Patac&aa Brai leiros---------------- i-> w i
IVzos Columna i ios------------------ iKoe *
Hilos Mexicanos--------------------- i^;j m ,-,
bio de Janeiro o par.
OURO Moctias de
Premios dasl.eiins, pormez i ifX 3 1 rji poi o
l>or ioo, ce 'i-c.
do;
I'lo: O
! ^2 '
8 ,
i Jl to
i
.............i
Moedi de eohre i ii
Das da Semana
'Segundas e Sextas Fciras.
. Todos os dias.
. Quintas fciras.
Dias lo, e re cada mcz.
dem i u, e ai dito dito.
dem dem
dem 3, dito dito.
'.> I. ,<.. '
a Segunda S. Simpudo P. -------------- ScsOo da Thet. < and
3 Trc.....S. IlcineU.no !W..........|{cl.. e aud do J. d. i v i
4 Quarta-------Cinta S. Casimiro Re.---------Scsso da i u......ria.
5 Quinta-------8. Tlieolilo ti.------------------Kelaco e Aud. do J. da n. I, i '
G.Scxta.....S. OllegarioR..........Sea. da Tlicz. eaud.doJ del) da i i
7->a hbado S. Thomaz de Aquino H.....llel. e aud. do J. do D da 3 i .
8 Dot. 1. da Quar. S. Joo de Dos F.
Man cheia para 9 da 5 de Marco.
As 5 horas e 18 minutos da tarde -- As 5 hora* e 4a minutos da mai !i".
i
'I
\
PERNAMBUCO.
RELATORIO,
Que :'t As Pernambuco, apresentou na Sessao Ordina-
ria do dia 1. de Marco de i4o, o 1.x-
rllentissimo Presidente da mesma Provin-
cia, Francisco do Reg Barros.
Continuado do N. "''antecedente.
Autcrisado pelas Lcis Provinriaes nlimero
74, c 73 artigo 33 releva aqui dcelarar-vos,
qne conlractei rom diversas Companbias a
edificaco do Tlieairu Publico desta Cidade,
o a illuminacao da mesma porGaz no espaco
de 35 anuos contados do primeiro de J11II10
de 184a, como veris dos Contractos juntos
por copia.
A Cotnpanhia de operarios que mande
engajar pelo oulor de Lua de Carvalho
A'acsdcAndradc, ehegou a este Porto no dia
ai de Juliiodo auno prximopassado, com-
pondo-se noseu total de u,fi encalados alem
.i ,<-, ,mn.. ....._.... r -.-
de dia a dia. Talvez que fosse conveniente
crear urna Commissao de Statistica cujos
membros tivcssem alguma gratificacao pelo
seu traballio, on cssa fosse mcnsal, ou so-
mente depois de concluido este, marcndo-
se Presidencia o mximo, e minimo da que
l!:e podefia ser concedida em tal caso.
Pelo Balando expressA do anuo financeiro
findo, veris que a respectiva Receita,
compreliendend a dos anuos anteriores o sal-
do do antecedente e os depsitos montn a
6oi;7i5Uia8, e que a Despesa total impor-
touem segu n te bm dficit de >Q;c)ioU()tJ3 reis ,
que foi pago rdnt as rendas existentes cm
letras nos Cofres e pertcnccntcs ao an-
uo cot rente. Como porcm resta ainda pa-
gar-se a quantia de \ob;og\U6:)\ reis se-
gue-se quededtizindo-sc a importancia de
55; 1 i5Ua()3 reis que. ficot por cobrar, das
quantias reunidas do dficit, c do resto
pagar a cima referido, temos bum dficit de
83)igoU4i4 cm v'- do saldo mencionado
no Bala qCO ; porque todo elle per ten ce ; ren-
de u pessoas pertencentes a's sas familias, da dosanno financeiros seguirtte. Pelo Ba-
>
|t
ff
A fim deque ella titease a organsarao, c
disciplina necessaria, publicoa a Presiden-
cia osRegulamentos de G de Agosto, edc2,
e a4 de Seleiuhro seguintes, e ordenou que
>e llic izesse bum Quartfel, c Enformaria,
ondefossem tratados os doentes. Pelosdous
oficios juntos que me dirigi o Encarrrgado
desteengajmenlo, conhecereis, que elle se
houvecom lodo o zello actividade, e intel-
ligencia na sua Commissao, ao mesmo lem-
po que vos serfio patentes as particularida-
des, que sobre ella occorrerao.
A' cerca do encanamento das agoas para
esta Cidade foro-me presentes os planos,
plantas perfil etc. a fim de merecer a
minha approvaylo m forma da Le, e
cssa at agora nao foi concedida, em conse-
quencia de me seren necessarios alguns es-
cJarecimentos queexigi das pessoas' d'aite.
A Cotnpanhia desla patritica empieza recla-
'maalgumas concesjocs para poder proseguir
nos seus trabalhos, e como ellas exceden] a
minha aleada, posto que justas e rasoaveis
me parecao vos deverao ser apresentadas pe-
la Secretaria da Presidencia.
As Cmaras Municipacs apezarda direccao,
que tenlto procurado dar-Ibes, continufo' no
mesmo estado referido no antecedente Relato-
rio ; eporisso para o iim demelliorar o se
rgimen, insisto em pedir a organisacao por
mim leuibrada em outra occasiao quando
por ventura dependa de vos, e nao dos pode-
es geraes, em cujo caso seria conveniente fa-
zeralgnma Representocfio. Vo ser muleta-
das por mim as Cmaras que nJoappresen-
taro assuas Contas duutio do termo legal;
c pelos Balances c orcamentos que aqui
vos dtixo conhecereis que a Receila de to-
das as que cuinprirao a Le est oreada em
Rs. GoiyojU^lJ paraoanno fucluro oque
a despesa paga, ou por pagar 110 passado ehe-
gou a Rs. t>4;7l:7U7oo.
Insistiido Senliores as ponderaces ,
que vos fiz nos meos antecedentes Helatorios,
peco-vos igualmente medidas legislativas ,
jifias quaes possoser aposentados os Enipre-
gados Pblicos que se impossihelitarcm de
continuar no servico da Provincia, depois
de lerem exercido os seus cargos com hon-
ra, e por certo espaco de lempo e bem as-
sim puraque se facililem os nicios deorgani-
sui u Statistica civil, e Geogrfica da Provu-
lanco do primeiro semestre do correnteanno
financeiro veris igualmente que para os
Cofres Pro vi nciaes entrn incluzive o saldo
sttpra mencionado a quantia de 64a6o8U(i85
reis, e que dellcs sahio a de 401 ;4^?CJ524
existindo por tanto a 31 de Dezembro de 183o,
o saldode a4i;i4'Ui6i rci dos quaes so-
menle se pode dispor de GojBR^U.jq por ser
toda a quantia restante pertencente aos annos
inanceiros fucturos. Supponde-se porem ,
que a despesa total do excrcicio corrente nao
exceder da quantia marcada na Le do or-
gamenlo vigente ; c que por cooseguinte ainda
reste pagar a de a6o;355Uo96, parece-me ,
que as rendas a receber nao eobfirao a des-
peza bem que os rendimenlos do assuear,
algodo e Decimas dos predios urbanos sejilo
mais avultados ueste segundo semestre, pois
|ue nao podem compensar o que ja se receben
por tonta do supprimcnto do Cofre Provinci-
al e de alguns impostes arrecadados.
FaHarei agora do oreamehlo. Com quan-
lo o rendiinenlo do assuear algodo, herari-
cas, e legados, e i dedu^iio dos ordenados dos
Em pregados lenbao sido oreados cm menos
00 con las do que 110 auno antecedente to-
mando-se por termo de comnaraco o medio
do que produriro nos tres ltimos annos fi-
nanei'iros folgo todava em declarar-vos
qucamelbor cobranca da Dcima e meia
Siza dos cscravos, os novos impostes das Dar
reir, e de 4o res por caada de bebidas
espirituosas consumidas na Provincia, c fi-
nalmente o maor retidimcnto dos 30 por cen-
to sobre a agurdenle de consumo, nao so-
menle cempensaro tao sensvel desfalque ,
como igualmente derao bum iiccrescimo de
v inte sele Con los de reis pouco mais ou menos
nossa Receila desle anno que monlou cm
5q6;6"j7ooo rs ao mesmo passo que a do
antecedente somente ehegou a 56f);o576oo
reis '-orno veris; combinando os respectivos
orcamentos.
CJuanlo Despcza, he esta oreada em
6i>7;5ai Ugio reis segundo os encargos ac-
tualmente marcados naS leis; a vista do q' re-
conbecereis, qile ainda resta bum dficit de
(jo;H() |L9ao reis o qual ainda mais teni de
avullar 11 uto com as novas futuras despesas ,
q' neccssarimcr.lesedeveirtfaser coma reforma
do Liceo, como com o dficit, que indubi-
tavcimenle deve ficar do anno anterior. INes-
prover, a Administragao Provincial com os
meios adquados, para satisfazer os encargos
pblicos.
Si preferirdes a quaes quer outros meios ,
os de economa as despezas publicas, como
me parece mais acertado, propouho-vos ain-
da por esta vez as economas de que tracta o
meo antecedente Relatorio relativas ao Cor-
no de Polica Juues de Direilo e Guarda
Nacional.
A Thesouraria Provincial, e Becebedoria
das Rendas Internas forao organisadas se-
matado pela quantia de fcoiaUooo reis no
espaco, que detone do 1. de Janeiro ao ul-
timo de Uesembro deste anuo 5 oumpre po-
rem dizer, que o modo porque foi regulado
o mencionado imposto nao me parece consen-
lanco nem coma ulildade publica, nem
com a rasao ; tanto ponpie se entendeu ,
avista das expressoes da Le citada quena-
da deveri.lo pagar as cabras, ovellias, e por- '
eos, que passassem as pontes como por-
que equiparando aos que del las retiro oat-
ores vaulagens aos que as parcebem em
gu ndo o disposto as Les nmeros Gy 078 menor grao, exige do huns, e de outros
eeomecarao as suas ftincccs no principio ,do' mesma coutribuicio, Parece-me por tanto
corrente anno financeiro. Releva porem di- conveniente que revoguais es**a leeislaco
zer quanto ; primeira qne em consequeii- e faca es subsistir o disposto no Regii'lamenl ,'
ca dos novos encargos que sobre ella reca- 'deminuindo talvez as militas, poslo que US
hirflo foz-se indispensavei, que por ora cri- tas, qualificaces por ello feilas, a fim di
de
cismis dous Em pregados, dos qnes bum que se facilite a cobranca.
sirva de Secretario com as htribuc5es marca-I Foi igualmente arrrematatfe por espaco do
das nos arligos a3 e 75 da Le de i83ij
de emm:i
1, e o o;ilro de Cartorario encarregdo rente auno financeiro o novo imposto de o
assar, c numerar todos osdocumen- reis por caada de bebidas espirituosas, es-
tos de Receila c Depeza dos anuos pretritos labelecido -lo artigo 35 ai da Le Provin-
eom as declaracoes exigidas na predita Le. le a I numero ji 'fazendo esta cobranca na
Oulro fim he-me forcozo deca raf -vos, qiie portada Aiandcga, immediatamente que se-
a orgauisarao actual desta Repartilo me pa-' Ibesdcsse despaixo ; mais leudo bavido recla-
rece viciosa; cm quanto nao restabelecerdes macoes da parte do Comercio sobre esta for-
lium Tribunal, que Rielme tontas, c ma de arrecadaco, deterroinei precedeiido
nao decrelrardes de um modo claro a depon- ajustes com os arrematantes, que o imposto
dencia cm que deve estar da Presidencia; fosse exigido, nao dos priineiros despachantes
pois que do contrario nao ter nella outri da Alfandega mas tas primeiras pesse
Ingerencia, que de appivar os contractos de as, quem elles vendessem as mencionadas
arrematadlo ou revogar alguns pagamentos bebidas, visto que s ueste, e nao naqielic
illegacs quando por ventura cheguem ao |caso se dava mais prop amento o consumo,
seu conbecimcnlo. Anligamcnic fasao parte que a Lei requer, pata a leealidade da co-
essen-.-ial das xlnctas Juntas de Fasenda o branca do Imposto. Desle diflerente ajusto
Goternador da Provincia, e o Procurador resultou que o rendimenlo baixasse de no
da Coroa ; e sem defender o jusliicr es- a 80 conlos de reis dentro do trie .e 1.
ta medida julgo entretanto acertado, que, (Continuar-se-bo).
se deelarassem os casos, cm que o parecer Fis- j --------------
cal seria aislcr, os em que devera haver,!
Junta, e os que filialmente seriao levados ao Dom Joao da Purificaco Marques Pcrdi-'o
conbecimcnlo do Coverno Presidencial etc. | Conego Regrante de Santo Agostinho lela
etc. Quanto i Becebedoria entendo igual-
mente conveniente, tpie nao se deduza por-
centagem tos impostes, cuja cobranca nao re-
sida do tiabalbo da Recebedoria como se-
jo passaportes d Polica, o de navios; o im- A todos os tfossos Filjios em I 1 <
CJra a de eos e da Sania S Apost
Bispo de Pernambuco do - ',-
S. IYI. J. t C. &
posto v sello das patentes dos o fuciles da
Guarda Nacional etc. ainda que pela mesma
l-eccbcdoria se continu a azer essa arreca-
saude ,
paz c bi m '.
Se os
misteriosos has que no circu 1 do
daco para nao multiplicar as LleparticSes des- anuo santificamos 1 >mo d -1 >nad s c .
la naturesa. Quanto aos Col lectores, tletli- cao de lao sublimes misterios, merceme
rei no primeiro Relatorio, quennbumau- tributo d* nossa particular veneraco: par i-
gnienlo ou melboramento tcm litio as rendas eiilaiissiina deve ser a nossa piedade :
a seu cargo, os inconvenientes, que ap'pre-1 Sincera a nossa t1 1 nos das quaresmaes
sentao por falla de coubecimentos da conla-1 quando instituidos para purificaremos as nos-
belidade c legislado da Fascudu adilicul- s:is almas pelos frucios dignos de penitencia
dade em' encontrar-sc pessoas, qne se cncuin- qual Jesus Christo trez \ezes Santo por na-
ca, cuja necessidade se torna mais palpaveljlas circunstancias, cumprc-vos, Senh'ores.
bao de cobrar as mesmas rendas etc. etc. ,
e como estes inconvenientes cnntinuo, su-
geitos vossa delberacSo algumas provi-
dencias lembradas pelo Inspector da Thesou-
raria Provincial, a Gm de mclborar a arreca-
daco no interior da Provincia onde por
bum calculo que elle suppoem favoravef,
de rcm individuos, um apenas contribtie para
as despesas publicas.
Quanto as rendas da Provincia farel al-
gumas breves' consitleraces. O imposto das
Barreiras as pontes dos Carvalbos e Mag-
dalena cuja arrecadacao se fez por adminis-
tracao nos \ ltimos mezes do auno finaueei-
ro findo, em mi lude do Regulatenlo to 1.
de Setembro oe i838. e nos6 rimeiros do
corrente cm virtudc do dispoto no artigo 35
%>.* da Le Provincial numero 73, foi arre-
tureza e mais excelso que os Cees consa-
gren para nossa nstrueco excitando os a-
nimos (Taquclles que, pelas pas exerciUi-
ccs, devem dispor-se a celebrar maor das
solemnidades Chrisls e PasCoa da Bessui-
reicao.
He verdade dilectissimos Filbos que na
presente poca a todas as lu*es a mais in-
lausla para a Santa Igreja e paraos Estados
nao pedemos assegurarnos litun prosper
resultado Nossa pastoral soliriludc! aera
porem desculpavel qualquer negligencia .
quando he mais urgente no Pastor a vigilah-
cia ? O pavorosa lesjionsabiiidadecomos ti-
mi\el !
Omnipotente Dos exercei o atiributo que
vos he propria loando os coracdes d aquel-
los que nao iguoro o que est escripto pa'-


V
2

)
DIARIO
D E
PERNAMBUCO
ta sua dciitrina a fim de que segundo a
exprcsso lo vosso Apostlo pela paciencia ,
cousolaco que gozamos na Icitura das Sa-
gradas l'srripluras deleitando-nos na ob-
servancia de vossos mandamemos existamos
firmes na f confortados na esperaca, e
justificados pela Caridade sem a qual virtu-
de alguraa nos podeaproveflar
Em attencao pois ao exercicio de Nossos de-
beres nutridos anda pela expectac&o de oc-
casionarmos al;um frueto espiritual de
que sao susceplivis asovelhas da Grei que
apascentamos na persuaco da propria insu-
ficiencia (me Nos constitue no ultimo lu-
gar dos designados aos Piincipe Eccle/as-
ticos, proa-demos a exhortares Filhos, que
a Providencia confiou ao Nosso paternal des-
velo para que nao posterguen! a (iraca, que
lhes Coi communicada pelo Sacramento reg
nerativo e nao inuliliscm os dona do Espirita
Santo, de que podem ser participantes pela
digna recepcao dos Sacramentos instituidos
para juslificaco das nossas almas, inlerce-
dendo a paixo e morte do Unignito fillio
de Dos, Redemptor do genero humano.
Que he pois predilectos fillios o (ue de
vos exige caritativamente o vosso Prolado i
Quaes sao os nossos deveres nodcmiuulo es-
paco de quarenta dias cuja observancia nos
foi transmiida por insliUiicao Apostlica ?
A reconciliacao da Creatina eom o Creador ,
lie o nosso priraeiro dever. Exclusa esta,
intilmente nos lisongeamos de apfoveitar na
vida espiritual, constituindo-nos inimigos de
Dcos e como laes dignos de reprovacio pelo
demerito inseparavel das chas mortas excr-
cidas no estado peccaminoso, sem queja mais
possao ser gratas a hum Dos vivo
Com tod'a brea do Nosso espirito supplica-
mos a leilurt de Nossa Pasloial sobre o Sa-
cramento da Penitencia, ja destribuida por
muitos de Nossos Diocesanos a qiiem ro-
gamos a queirao iusculpir em seos coracoes ,
iio como por Ufa escrita porem como en-
viada por aquello que No-la inspiren, di-
rigindo a penna que exarou to pura doutri-
na testemuiiliadd pelo Evangelho.
Nenhum Catlico deve ignorar o Divino
preceito da Reconciliaco todas as veres que
afragilidade humana nos occasionar ruina es-
piritual. 1 ara la sal mar designio foi por
Jess Christo instituido o Sacramento da Pe-
nitencia. Infelizmente porem existem mui-
tos que roanifcstr.o inveterado abandono na
executo d este preceito 2 Mas nao presen-
ciamos nos mu i diversos sen timen tos nabo
ra do transito para a futura Elernidad ? Po-
deremus nesles confiar na occasio da maior
afilicao c tributario do espirito ? tifio he
ueste transe perigosissimo que a niesma im-
piedade tem sido desmentida pelos que a tem
praticado inficionados e corrompidos por
novas doutrinas cuja propagacio deligenci-
aro para nutricio das paxoes que nelles
dominio sem ja mus Be recordaren! da fatal
resjonsabilidade que os espera pelos gra-
vissimos escndalos com que tem amistado
tantas almas ao eterno supplicio ?
JNs deploramos a insensibilidade d'aqucl-
lcs, a quein as verdades por Nos proposlas
nio fort'm Eumcientes para dulcificar os cora-
coes em tal caso, mais insensiveis (pie o du-
ro metal. Porem nem por esta cauza desisti-
mos da confianca que Nos anima de que pelo
menos cumprio o preceito quaresmal, ao
qual estaS Bugeilos como filhos da Santa I-
greja umversalmente congregada no quarto
Concilio Lateranense presidido pelo San-
tissimo Padre Jnnocencio Terceiro com infali-
vcl assistencia do Espirito Santo.
E pederemos escapar comminacoda pe-
na de Excommuuuo maior imposta por esto
mesmo Concilio contra os refractarios ? Nao.
Se os cmplices em tal delicio apenas podem
dizer que nao esli publicamente denuncia-
dos Nos Ibes respondemos assim acontecer
pela duresa deseos coracoes ^ bemcomo pas-
camos a certica-los orno esli comprehendi-
dos nesta gravissima pena em presenca d'um
Dos que no Ceo confirma as decUes de sua
Esposa*
Filhos da Santa greja nao queiraes provo-
car para o futuro a indignacio do justo Juiz ,
superabundantemente irritado por nossas ini-
quidades. \ loveitemo-nos da magnnima
indulgei.....jue elle nos olcrecc para con-
seguir-mo! sua beneficencia aitrabindo so-
bre nos sua mais assignalada propiciacio,
Aggregueraos execucao d este preceito, a
digo* reoepeo du SacratUsima Eucbarisla.
Soocerranioa os indigentes ; nao opprim
os nossos lin.au.->, a quena he mister proteger
pelos ineioi ao nosso, alcance considerndo-
nos conapreheudidus nos males em pie es-
lejo constituidos Esta a icrdadeia nor-
ma a uidiiei inri regrada perfeila calida
"
offensa se queremos ser perdoados. So-
mente os faltos desenso eommum podem es-J
perar perde, quando o nooulorgao. Sup-
portemos ludo a loihs f quanto'nos seja pos-
sivel em memoria do quanto nos supporta
aquMle que com inGnita paciencia espera
nossa resipiscencia. Amemos os nossos ini-
migos patenteando solida nobresa d alma
para com elles na intima conviccaoque estes
sao os deveres que o Evangelho nos impoe
Concorramos aos Templos para escutarmos
as pralicas que nos sao dirigidas para nossa
erudieio platicando o que ellas nos ensinio.
A Matriz de Santo Antonio, onde anhela-
mos comparecer todos os Domingos quares-
maes pelas dez horas para assislirmos Missa
Conventual solemuisada com a expozico do
Evangelho do da seja a primimeira onde
vos conduzao vossos passos, Permita a Pro-
videncia que tao importantes mximas, pene-
tren nossos coracoes para na obediencia aos
precitos Divinos c humanos oblemos na
presente vida a eslabelidade da paz e tran-
quilidade publica precursora da prosperlade
dos Imperios c na intua a posse da perdn-
rav. beatifica ci, preparada pelo Rci de-
terna Gloria desde a onrem do Mundo para
os que filialmente o temem. Residencia E-
piscopal no Palacio da Solidadeaos ,\ de Mar-
co de 18o.
Joo Pispo Diocesano.
THEZOTRARIA PROVINCIAL.
EDITAD.
Rendimento da Meza dt Rendas Provinciaes
do mez de Fevereiro de 1840.
Decima Urbana de i833 ai8i4 l4.s'655
ift3ai8<5 79H86
iR35a i83t ()(is'75a
i836 a 18I7 1 iGs'710
j837ai8i8 34fo5.6
i83rtai83p 1:71 / s.| 4*
1839a 1840 7;4{5s'a95
imposto sobre olaria ias'8oo
Dito de Serrarias a5 s'000
Dito de Fabrica de Tabaco 25 i'too
Dito de caza de Cambio 12 s'8oo
Meia sica dos escravos 58j '8oo
Passaportes dos Navios a4-<.f4^i
Novos e velbos direilos 90^280
Sello de herancas e legados 214^910
Emolumentos pelos ttulos dos
Ofliciaes de Guarda Nacional 2595660
Matricula dos Alumnos das Au-
las de Gramtica 5375600
Taxa do Assucar i:o85,'68o
Dita do Algodao ygs'io
Passaporles de Polica. g'too
5^' j. por esclavos exportados 855000
1 :oSos258
1. de Marco
Meza de Rendas Provinciaes
de 181o
Luiz Francisco de Mello CavalcanJe.
Escrivao e Administrador
CORREIO.
O Pataxo RestauracSo de Lisboa recebe
a nula para a liba da Mudeia com escala
O Inspector da Tbezouraria das Rendas 'por Lisboa, amanhau G as i horas da tarde.
Provinciaes faz publico, que peanle a mes-
ma Tbezouraria em os das 2,4. c 6 de
Marco prosimo futuro s onze horas da ma-
nhaa se ha de proceder a arrematacio
em
PRF.FEITURA.
PAUTE 00 UIA 4 OH MAACOt
Illm. e Exm SurFoi-me partecpado
hasta publica a quein por menos fizer do terem sido piesos hontem minba ordem pe-
Contracto da Illuminco da Cidade do Recl'e 'a '. putrullia do districlo do Carino o preto
por lempo de anuo e meio e da Cidade id O- Francisco Antonio ( ordeiro por estar em
linda por lempo de Irez anuos, contados do desordem e ter dado urna bofetada em
piimeiro de Julbo do presente auno. um dos Soldados da mesma palrullia ; pelo
As pessoas que se propo/.erem a esta aire- Sub-Prefeilo da Freguezia da Hoa-vsta o
malacao compareci nos das cima indicados Africano Jo/e Tiiomaz ; re/|uermenlo de
iiumdos de fiadores idneos. E pura constar Thomaz d'Aipiino Mendonca por ser arra-
se maudou allixar o presente e publical-o pelo niatado e estar ausente de cisa ; e pelo Sub-
Prelo | Krefeilo d'linda o pardo Fiancisco Jo/c
da estaco recompensbu os honrosos e infatga-
ves esforcos dos lavradores. Nem a fortuna
individual tem fundamento mais certo nem
o bem publico pode assentar em mais segura
base. Nada pode ndemnisar hum povo da
desgraca de depender dos outros para ter pao
que comer ; e esta feliz abundancia de que
depende a felecidade de cada hum em cousa
nenhuma se deve procurar seno na industria
do agricultor e na bondade do terreno.
As nossas relaces com as potencias cslran-
geiras sao tao salisfatorias como o erao na oc-
casio da minha mensagem passada ; e no he
precisa outra prova da sabedoria da poltica
pacifica e circumspecta. adoptada pela admi-
nistracao antecedente, e continuada por aquel-
la que Ihesuccedeu. Os poderes extraordi-
narios de que o congresso me inveslio para de-
fensa do paiic em hum caso que por parecer
provavel, exigi que se dessem ao poder exe-
cutivoos meios de remedial-o ou preveni-lo ,
nao chegrao a ser empregados : e portanlo
nao tiverao onlro resultado seno o de dar mais
(orea por esta confianca com que me honras-
tes ; minba obrigacao de sustentar cem re-
ligioso escrpulo os principios rardeaes que
governao as nossas relaces eom asoutraspo-
teiirias. Felizmente na nossa queslio pen-
dente com a Gram-lrelanha que' foi o mo-
tivo dcsta extraordinaria concesso de autori-
dade nada occorreu que exigiste que d'e'.la c
fi/esse uzo ; c cstou certo (ue tambera para o
futuro nao haveni necessidude de usar dalla.
CJtiaulo ; ([uestao da demarcae.o da nossa
fronteira pela parle de nordeste recebemos v
proposico, que a Inglaterra nos promettem,
de huma pommissio de exploraeo ; e actual-
mente tem o governo britannco debaixo dos
olbos hum contra-projecto ; que esta unto
hum alvitrc para o definitivo cstahclecimcnlo
dos limites em quest.lo. Dcpois de ter reflec-
tido na delicadeza desle negocio sem perder
de vista ao mesmo lempo a impaciencia natu-
ral do estado de Maiue estando por outra
parle convencido que esla negociacao j tem
sollido maior demora do (pie aquella (pie ca-
be na prudencia de quulqucr dos dous gover-
nos julgo que se nao deve dexar passar a
prsenle occasio (pie me. parece favoravel ,
sem acabar por huma vez com a questfo ; es-
tou ctrto que o governo de S tVl. li. ha de
Tbezouraria das Pendas Provinciaes de lelix, por alcunba brecha jior ter dado urna considerar a cousa do mesmo modo porque o
Pernambuco 2() de Janeiro de 18/(o. bofetada em urna mulher cuja filba per- supponho animado ds desejo eUicaz de lenni-
Joo Baptista Pereira Lobo Jnior.
Di versas Rep;i rlicoeiis
ALFANDEGA das fazendas.
A Pauta he a mesma do numero ai
MEZA DO CONSULADO.
Paula do proco trrenle do assucar algodao ,
Foo
per-;
tendeo forcur entrando por violencia em sua
cesa: todos estes presos liveroo competente
destino.
O Sub-Prefeilo de S. Antonio partecipa
que bontem pelas 11 horas do dia foi grave-
mente ferido pelo pardo Manoel Martins, o
Ppitugucz Manoel Jozc da Siha morador no
lugar de Fora Portas na occasio em que
entrara em sua casa e encontrara iquelle em
adulterio eom sua mulher oque obrigou ;
armur-se lambem de urna baioncla que en-
lio enconirou, e com ella deneuder-se fe-
rindo da mesma sorle o seo a;gressor. A'
e mais gneros do Paiz, (pie se dcspachfo vista do ex posto mandei recolher preso ao Hos-
tia Meza do Consulado de Pemamhuco na pital de .Caridade o sobredito pardo, para uel-
semana de .> ; 8 do mez de Marco de 1840., le ser tratado e permitli que se ficusse cu
I ramio em sua casa o relierido Portuguez por
2100 estar bastante moribundo
5coo Quanto ; mulher que deo occasio ; lodos
l ij5oque' saldo d. estado d'alienanJo ; que
1600 ficou redusida no acto da desordem, por ter
1 .'i 5o sido surprehendida em flagrante.
t' o que consta das parles boje recebidas
Assucar branco novo 1. Soile

r 2
3.
4.
ar.
.<
ti.
1
n
Hito masca vado
800
Dito branco velbo
novo
"00
Dio mascavado velbo
.'3oo
Algodao em pluma


<(

Sorte
2.
1. Scte
2.
3.
(u
. ((
ti.
1. Sorte
2.
1. Sorte
2.
3
Antonio Dent Froes.
Francisco Joze Marinho.
Feilores e Conferenles.
t 1 Joo
( 1200
li 9 000
li IJJOO
<<. 1 ftCW
Cl i65o
( i5oo
<( i35o
(( 800
i i <( 700 (i5oo
l 55oo
< 45oo
n esta Secretaria.
r,'e, IVidocmos sem tuepcaude pessoa, ou
O Illm. Snr. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha manda fazer publico que se tem de por
em arrematacaS o lornecimenlo de feijo para
as embarcacSehs da Armada e Arsenal pelo
lempo que decorre at o fim de Junho do cr-
lenle anuo. U mesmo Illm. Sur convida as
pessoas a quena tul fornsciment posta coovir
a coraparecercm com suas proposias em carta
feiada no da 5 do pfoximo vindouro mez de
Marco pelas de/, horas da nianhaa.
[uspeccau do Arsenal de Marinlu de Pe
nantbucu 28 de Fetereiro de 1840.
Ab.i inuit Hodrigues dos Aojos,
kSecretaro.
NOTI IAS EXTRANGEIRAS.
ESTADOS-UNIDOS.
Extracto du Mensagem do Presidente ao Con-
gresso em y de Dezcmbro de 182o,<
Concdados do senado e da cmara de re-
presentantes Sinlo muito nao poder congra-
lular-me comvosco nesta occasio de lemos
lido no annoque acabou somrnlc fortunas do
(pie possamos felicitar-nos. As molestias e os
incendios devastura florescenlcs porces do
nosso territorio e o commercio de multas das
nossas cidades ainda solre embaracos de mili-
ta consideracao. INo obstaule porem, todas
estas adversidades a prosperipade geral que
a Providencia Divina nos liberalisou exige da
nossa parte fervorosas aeces de gracas. As a-
buudanles colheitas que reeompensra ate*
com profuzo, a industria bem dirigida e
que dera a muitos dos nossos concdados re-
tribuices mais seguras quo outros procur-
ra debalde em cspeeulaces visionarias, me-
recein sobreludo o nosso mais vivo agradec-
inen o. r>o posso considerar sem muito par-
ticular satisfacao os beneficios com que a p
nar .'imigavelmento a controversia.
Nenhuma oceurrencia veio perturbara bar
monii que existe entre nos e a Austria a
Pelgica a Dinamarca a Franca aples,
Borlugal, Prussia Russia ou a Suecia. Te-
nbo o prazer de annunciar-vos que o governo
de Portugal pagou a undcima c ultima pres-
taco devida a nossos ccidados pelas reciama-
ces envolvidas no arranjo leilo em 3 de mar-
co de 1JJ7.
Aprcenlo-vos aqui os tratados decommep-
co enlabolados com os reis de Sardenba c Hol-
landa cujas raliicaces foraS trocadas dc-
pois do ericen-amento do congresso Os prin-
cipios liheraes (lestes tratados os recommend.i-
ra vossa approvaco. O da Sardenba he o
primeiro tratado fie commercio feito com a-
quelle reino e o da Hollauda acaba felizmen-
te com hum assunipto de contendu de ha limi-
to existente.
Conlinua inalloravcis as nossas relaces
eom o grande imperio do Brazil assim como
com os outros governos da America Meridio-
nal.
As operaces -financeras do governo fora
minio eli/es. As dilliculdades que experi-
mentou o thesouro por causa dos deieilos co-
nhecidos as leis existentes aggravados pela
susp.enso de pagamentos mctallieos bra
vencidas de huma maneira muilo satisfitoria.
As despezas correles fora ponlualmeulc pa-
gas, e o crdito do governo em todos os oh-
jeclos pecuniarios tem sido escrupulosumeule
sustentado. Os 10, milbes de notas do the-
souro autorisados pela lei do congresso de
ttiSn fora tao puntualmente rescatados ,
que nao icara em circulaco seno os de/, mi
llies originarios, e que o total da quantia u-
inda nao rcsgalada nao chega a i millies.
Deslcs a maior porco nao deve ser paga seno
para o auno que ve.n e o total j tea sido
resgaladp se o thesouro tivesse podido realisar
as sommas que llie devem os bancos. Se as
quantias que elles devem forein ponlualmento
pagas ha toda a raso para crer que as notas
ainda em circulaco scro rescatadas sem que
opovocarregue com novos imposto.
A diminuieo' (pie ltimamente livera os
arligos de imporlaeo que pagad direilos os
embarazos das operaces do commercio inter-
no e especialmente a reduceo gradual da
nossa paula de direilos ludo tende a dimi-
nuir a nossa receita ; be muilo d presumir
que a diminu. da ullini
1


*
so nao sera menor de 5 milhSes de dolan no
annodeifi^a; p0s qUe eio ter. tugara
reduccao final de todos os direitos de -jo por
cento. Toda a renda das alfandegas e as ven-
das das tereas nao cnegaraS talvez para satisfa-
zar as despezas neressarias do governo a inda
com a mais prudente administradlo Estas
circumstancias impoem a necessidade da mais
rgida economa e requerem o seu pronipioc
constable exercicio.
Quando tomei a direccao dos negocios as
nossas despezas ordinarias liaviao sido conside-
ravelmentc augmentadas por causa das bosli-
DIARIO DE P R S A M U C O
metaos preciosos dos seus cofres exgriaS ,
para fazer Mies Poce huma maor dminuicSo
dos seiis empreslimos a luim numero de pes-
em Nov-York qu Ibi eguida pelos bancos
de toda a Uni.o foi producida poraquefle
poder ; e ngrfl se allega para attenuar u es-
-----(... --------- j.^.n. Kijuioagiiijj( |mi .1 li.ll'UUiir ( C
soas comparativamente pequeo do que essas jtado actual de huma to grande porcfo d
possoas pderiaq supportar ou o banco com se-
guranca exigir. Esse pretexto deixou de ser
lumia necessidade A conveniencia poltica
tossos bancos que os seus embarace* sao de -
vidos ; mesma causa.
Hoj nao podem evitar inteirameute esta in- 1
o M, llciiciri .le l l,mv calcula que k
durante o invern o producto Ja venda de
florea varia desde l mil al 20 mil I,
norcao rio 1 os.
( Do Pcspe lad .r. )
julgou-se boje causa suficiente para justificar fluencia, pois que lera a sua orgem edi-
cstas instiluieoes a fallar is suas solemnes 0- fe> monetario dos douspiizes. Acha-se ella
brigacSes. Conducta tal nao he smcilte pre-
judicial aoscrederes, senfio tambem ao publi-
reiorcatta peto commercio e cambios, cujo
cen'ro esta em Londres, c que se torna qua-
1 .. .. r i iiuh- memores prvaoslos cu ios arenos vioiau ,
I.dades com os Indios. Independento do res- CUJ0 commen io transtornao cujas propri -
. ^ uau wm muios. Jnuopemlenlo dores-
1 {jale da divida publica, as despezas de 17 e 18
I milhesem 1834 e 1835 linhaS por esta causa
m ?\ montado a 2Q milboes em iSi e as consig-
naeSes de 1837 fcitas antes de /j de marco ,
elevaras as despezas enorme quantia de 33
milboes. Apezar da eontinuacao da guerra
enmosIndios, conseguimos noanr.ode t3
diminuir esta quantia e a despeza do presen-
te anno nao exceder provavelmenle 26 mi-
llioes, islo be, 6 milhes menos do que no
anuo paspado. Determinado a continuar, quan-
to cm mim couber, esta redcelo, reeom-
mendei para i8{o amis escrupulosa econo-
ma : as despezas para esse anno sern para
mais de 5 milbes de dolais menos do que as
do anno de i83o
As medidas de precauco que serao apresen-
tadas pelo secretario do ihesouro para proteger
acredito publico as oseillapes a que eslao
empostas as nossas receitas e despezas, a espe-
cialmente em huma erise commereial como a
presente sao re.onimeudadas ;i vossa particu-
lar a Henean.
Ja dei ao congresso as rasSes porque sup-
punhaqueoestabelecimenlo de huin tbesouro
co em geral, a cuja liberalidade devem seus s irresistivel pelas grandes dividas contratadas
melhores privilegios cujos direitos violaS, | ali por nossos negociantes, nossos bancose
i.ll.
da les lornau inslaveis e pouco seguras, lie
evidente que este novo pretexto para suspen-
sfies bancaes llies d hum carcter mais assas-
lador do que tmhao todas as outras suspeuse* ra do poder monetario da Inglaterra.
i nossos estados.
Assim he qne a introdurcao de hum novo
banco na mais al'aslada das nos;.., aldeas col-
loca o negocio desta aldea debaixo da inlluen-
que ate agoraapparecerao
Huma grande c mi importante parte dos
Vssltll
he que cada nova divida que contrahimos na-
quele paia affecla seriamente nosso meio or-
nos -
nossos bancos e eu o digo rom prazer, estn culanfet, eeslendc sobre as emprezas dos
nteiramenlc isentos de toda a culpa desta se- sos concidados sua poderosa influencia. ". n
gunda suspenso. Com grande crdito para si, p idemos evitar este mal creando novos banc >s
nacional independen le, como contemplara a
ConsliluicSo era necessario ; ace.io do gover-
noledcral. A suspenso dos pagamentos mc-
tabeos cm 1837 pelos bancos onde eslava de-
posilados os dinheiros pblicos, mostrou cm
;rao tao assuslador a independencia em que
1 estavamos dessas instituicoes para o desempe-
nho dos livores que a le exige que entJo rc-
(oniinendei a inlera dissoluco uessa eonne-
xao. lista recommendacao tem sillo sujeita ,
comoeudesejava quefosse, a severo escruti-
nio animada dSCUS3o; e quero crer que .
nao obstante a natural divergencia deopiniao
que deve esperar-se em todos osobjectos que
envolvem tao importantes oonsideracoes-,
quero crer, digo que tem em seu favor huma
opiniao tao geral cuino se podia esperar em ob-
jeclode tanta magnilude.
Os successos recentes tem continuado a mos-
trar novas objeccOesa huma tal c'onnoxao0 lia-
ras vezes seacha hum batoco, debaixo dosys-
tem.i e pratica que seguimos em circunstan-
cias de pagar vista todas as suas obrigacoes
por depsitos c notas cm circulacao. l*'',a em
metale faz hum commerrio lucrativoso porque
0 publico lein nclle COUfiftnca : logo que ota SI
dcstroe, as exigencias daquclles que tem as
suas notas ou que ali tem depsitos, o^ri-
ga-o a suspender os pagamentos.
Esta ialla deconanca com todas as suas
consequeneias, oecorreu cm \$',j e deu aos
bancos hum pretexto para a sua suspensito: O
publico acquiesccu enio na validado da des-
culpa; eaopassoque as legislaturas dos es-
lados OS nao (izera perder as suas carias pa-
tentes o congresso de accordo com a re-
commendacao du poder executivo-, conceden-
Mos hum prazo para pagamento dos dinheiros
pblicos que tiulia em seu poder posto qee
por isso fosse obligado a emittir netas do the-
souro para supprir o dficit que assim se crea-
ra.
Parece agora que ha outros motivos alem
da falla de con flanea publica, com osquacs
os bancos procurad justificar a recusa que fa-
zem de pagar as suas obrigacoes. Apenas es-
lava o uait e ogoverno livres, al cerlo pinto ,
das dimeuldades occasionadas pela sus|>eiisao
geral de 1137 quando huma suspenso par-
cial occorrida dous anuos e meio depois pro-
duzio novos e serios embaracos. JNada iiavia
no estado do aiz que ti/esse perigar humj ins-
lituico bancal bem dirigida : o comnierrid nao
S'jfnia por linina guerra estranlia 5 luds 09
ramos de industria erno coroadus 10:11 ricas
nao so continuaras a pagar todas as suas divi-
das senao que repudiaras tambem 05 pretex-
tos de suspenso a que os outros recorreraw.
Todos os dias apparecem novos perigos para
os bancos nesse syslema de crdito extravagan-
te de que sao ellos o sustentculo. Amiga-
mente o nosso commercio estrangeiro era fun-
dado principalmente a permulaco de gene-
ros incluindo es nielaos preciosos e dei.xan-
do em suas transacSes huma divida exterior
muilo pequea. Agora nao acontece o mesmo.
Auxiliado pela facilidade que encontra nos
bancos, o crdito e S s crdito tornou-so
quasi geralmente a base do commercio. Mul-
los dos bancos nffo contentes de estimular os-
le syslema usurparas o commercio ao passo
que lazem perigar a cstabilidade do COrpO
mercantil; lomaraS dinbeiro emprestado em
lugar de o emprestar a outros estabelecera 1
agencias em paizes estrangeros, l'nzcm gran-
des transaccSes em fundos v mercadoras a-
nimaS a emissao de litlos de valor do oslado ,
a ponto de se lornarem exhuberanles nos mer-
cados estrangeros ; e nao contentes com o em-
prego legitimo lo s< 11 proprio capital, e com o
exercicio dos seus privilegios legaes adqui-
rem por meio de grandes empreslimos iiovos
mcios para toda a casia deespeculaccs.
Os desastres resultantes desie desviado anli-
go syslema do commercio ncsie paiz sao agora
parlilliados lano polos bancos como pelo pu-
blico, a hum ponto tal, quetalvez nao baja
igual exemplo nos .unaos da nossa patria. Era
quanlo a boa vonlade dos oslrangeiios que
cmprealaS chuma sufficienle exportacaodos
nossos producios para fazer lace a quaesquer
pagamentos parciaes (kixaS o crdito em p,
graudesou pequeos As mesmas cadas que
ligio osque agora existen no centro deste
syslema de crdito de papel, pearS qualqnor
outra nsltuicSo i\c semelhante naturo/i ana
crearmos. A exteeo que se den aquel le syj-
lema devemos nos o connecimento da tenden-
cia irresistivel que tem para subjugar os nossos
bancos e meio circulante hum vasto poder em
Ierra estranha. fondo-re em risco cm pri-
meiro lugar pela sua m: drccco estaoag 1-
ra tambem sujeilos ao cleilo de quaesquer me-
didas que a poltica a necessidade ou o capri-
cho daquelles que dirigcm a Inglaterra quei-
raS adoptar.
Pio he a mnlia intcnco cOmmentar estas
medidas, e menos desanimar as IraasaccScs
commercacs entro os dous paizes que forcm
bascadas em lucros reciproco.! ; mas londo-sc
agora manifestado que o polerdc causar estes
on outros miles bo capaz de slcndcr as suas
consequeneiasa todas as ramticacScs do nos-.)
systema bancal eobler assim indireclamcnle
huma influencia poltica perigosa nosEstados-
I nid js julguei do meu dever ubmeller esle
negocio ; vossa considerando.
...... .. .
Sei que o perigo de ciusar inconveniencia
oo publico e pressao aos bancos solidos, tem
silo a pros en lado como objeccijps-para a exi-
gencia do pagamento dos direitos em ouroe
prata. Estas ohjeccSea tem sido muito exage-
radas Pelos melhores clculos pode avahar-
se a somma de metaes no paiz em 8:1 milhSes
de dollars e a parte que se empregaria na re-
coila e despeza do governo, mesmo se a ni 11-
danca fosse sbita nao exceda d
Hies.
qui a
CHARADA.
1 iom 1 (emo bruto 1
l'em o i.;, ;. .,; udvez.
An la prmui nas mo
1' 1 >n lar d lias 1 dos pus
Os meninos quando o reeai ,
RodeaG u eoziiiheira .
!. cora fesia ou rom lamn iu
Pedom i..;' de o trazuro.
I U !.,..(.. .
As rodas
airo an
. 11 rente 11 de o, nu
ja de .N S. da C mceb o dilil ,-.
os respectivos liiibetes acba-se a senda no
b :ino do lleefe v-.n as lo Lio
ves di Silva Car loso Ayres o
bisla 11-. ru 1 da I lad ii, e no I de Santo
Antonio as dos Sre, o i
ra do Queimado e
d 1 Crespo^
LOTARIA DA 30A '. IST.J
o Thezourero da '.. : tria 1 benel
obras da Vlalriz da ia vista la.
amante deste jo ......1 is and i
prctervclineu.' iu' di 1
de U I, c os bil
lugares do costurae.

pn mu un
i-sc a \ en da
>s diversos.
ae
4a 5
mi-
Se a mudanca fosse gradual s da-
"leque se exigira esas
ludo parece prospero ; mas logo que Soifreo
menor eslorvo por qualquer heslaco forado somma, e haveria occasiao de alterar alcisc
paiz lornao-se evidentes os niales de hum tal a experiencia provasse que era oppressva .
syslema, U meio circuanlo de jiapel que po-j...............
d a servir para fins domsticos de nada serve / O supprimcnto dos nielaos preciosos be sem-
para pagar a divida europea. Sabe por is.o pie igual aooinprego para que sao necessario.,
dos bancos ouuro e piala em troco das suas eabundao nos paizes finque nao se admille
olas. I oulromco circulante No nossos estados em
.......... que nao se admitiera notas pequeas < o ouro
Estas consequeneias sao inherentes aosysle- o a prata supprem o sou lugar. .
ma actual sao o resultado das luis rresisti-
ves do commercio o do crdito, e fazem-se
sentir tanto nos [ancos grandes como nos pe-
que:;, is, Nos rcenles successos vimos o banco
do maior capital da Un fio eslabelccido por
huma carta patente nacional ereforcado lti-
mamente pela troca que fez dessacarla patente
por huma do Estado com grandes e novos
(.1.
ilo
Com )
MISCELLNEA.
O ANUO DE 184o.
A Cazclle de l'rance" diz que o anuo de
privilegios, nao s incapaz de resistir a estes iS{olem sido pronosticado como hum pero-
efleitOS senao tambem o primeiro a ceder a do critico na historia moderna. Inlbi mao-nos
clles. que o conde Capo d Istrias governador da
JNo se deve perder de vista que existe ne- Grecia lera huma inseripcao de huma mes-
cessariamentc buina dependencia entre eslas quila de Sopbia em i8i), em que se dizia
insliluiofS que os obriza u seguir OS passos de jque 08 Turcos sero Cxpuisos de Constanli-
outras. Esta dependencia de hum banco nao nopla em 1 18lo. Huma pessoa eminente
inllue somenlc nosdasua immediata visinban- escrevej ltimamente de America, affir-
ca mas sim em todo a(|uelles que o ligao ao mando que a importancia do anno de i8<|o
centro do commercio. Bancos era grande dis- oceupavaos espritus, nao s na America ,
tancia podem fallir sem ter grande iaduencia eomo na Asia, (Globo)
nos bancos das nossas principaes cidades mas
a suspenso destes sente-se ara todas as extre-
midades da Uuio. A suspenso em Nova-
York, em 1837 Ibi com pequeas axcepoStt ,
seguida era toda a parle mal d'ella se leve
recompensas ; e a abundancia mais que di-
ara das nossas eolheilas nossas necesaidades domesticas tinha dotado | bancos do sul e do occidente,
nossos celeirose armazens cbeioscom huniex-
cedente para a exporlarfio, lie no meio listo
que hum meio circulante de papel, rresAta-
xcl e depreciavel be laucado sobre o povlpor
huma grande porco dos bancos.
;\ao sao clles levados isto pela perdida
oonfianca publica e pela rpida pressfioldos
possuidores das suas notas; poicui dcsak iS-
sc allegando que o commercio eos can
p izes eslrajigeiros, que
CONSUMO DE FLORES EMPAllIZ.
i\I. llericart, de Tbury acaba de pulli-
uos
os
conhecimento; a de Phladel pbia occorrida car hum documento estaUslico, doqual,en-
recentemente produzo os mesraos efleilos nos tre outras cousas, resalla que o terreno em-
bancos do sul e do occidente, pregado nos arredores de Pana na cultura das
INao p ira aqai esta cadeta de dependencia. : llores para vender produ/. 3o mili.ues de
Nao termina em Philadelpha e em ^ova<-j francos por anno (13 milhes de cruzados) c
\oik; atravessa oocreano e acaba em Loh- d que tazera.o mil peasoas, Alem uiso ,
dres centro do syslema de crdito. As mes- as Inicias que alli se colliem tambera do al-
mas leis do commercio que do aos hamos das guns milbes de francos. iNo mercado de Pa-
nossas cidades principaes hum grande poder riz ha-aoo vendedoras de lloros, as
Bobre todo o syslema bancal dos Estados Uni- nasvesiieras das grandes festividades, tem
ilos, sujeitaS t'quellts, por seu turno, ao hum (.insumo inrrivel no da i,rb
poder monetario da Cram-Brotanha. Nao se I ultima vespera da Asaumpco vendero ,
.1 < [ : 1. ,!'. bancos cm 1^.7 flores em l' 1 I 11 k

K j" 'o-'' isa-se d una 1 1 n ira 1 : a du
pequea familia ua ra Gloria U a lado
esquerdo.
'-" Roga-s a qualqu 1 Sur, que com-
pias-o un inolecole do de De/ imbfo
183g al o. presen te meio fulla nemas li-
nas, na p direita duas marcas le ferro' ;.
zendo flor ; baja de dar parto nesta Fyix 1
pbia que so promi tic nao so pro:vdoi contra
o possuidor s se deseja saber quem o vendeu,
como tambera e gralicar a quera tliij es-
Cl vii possuir ou deiio der noticia.
s^r A quera lhe faltar hum escravo
diz chamar-se Christovao Canocro ilt .
bem proio carniza de chila o calsa branc
representa ser idozo por Uer ai abe. a
barba, com muilos cabellos rneos: dirija
se ao Campanha Manoid da Or de Sa
Auna no Ulen idos Ali
ra depoia do viveiroilo Muuiz.
t j Kstraviou -se da poi '.- 1
uraa pessa de pelucia para cbapeo c supSe-
se i r sido na condug o roga-sc a pe
que for baja de tomai e leva(-a 1
fabrica de chapeos de 3, O. Elstei ua ra da
Cadcia velha que sei re >mp ma ido.
;. Quem pri l hum hornero pira
qualqner negocio ou para trabaIhar em na-
dara visto ter pratica ; procure na ra da
(loria em huma paderia junio ao Convenio
das 1'reiias.
Quera precisar de urna ama para cas do
hornero solleiro; annuneie.
Offerece-se para sor ama dr casa de !i 1
moni solfeara ou casado sondo que tenba
pouca familia f principalmente en incas ),
u/na mulher parda de bons costumes, para o
ijue. do seu merilodar conhecimentos, quem
iloscu prestimo se quzer utilizar annuneie pa-
ca se procurar
Quem prce/ar de tira rapaz Brazilciro
de idade vicie anuos para Cnixeiro de escrip-
turac.o ou ra: annuneie sua morid.; para
procurado.
tSF* Quera precisar de 1r.11 boaieui bra.i-
leiro para caixeiro, qu ler, para feitor
de-siti o>que be pentimo cm sen Irabalho a-
- Precsa-scallugar urna casa terrea pa-
ra pequea familia, q liba dous quarlos,
w:> barro le Sanio Tin-
as ras por onde pas* es da
Quaresma, dando 1 ooo
neis, i|uo.o a livor queiraanuunciartttn
:-! tal quat-
quer neg 1 : 1 com alguro ata s
ir.
ia-se de car uer
...... .. ^ v
...
ivo pi|
11.


PERNAMBCCO

s-r Mr. Kis vista, compra relogios de algibeira em segun-
da mi e lam1> n iroca e vende em tonta c
aianca-sc a os comprad< res.
S V Da-sedinbeii i | inliores d i
logios de algibeira; no atierro da I
loja de relojoeiro.
fip> Precisa-sede um '
Ibe de cachada na r udoi tew casa di
aslo.
tST Sor. Jos Pinto da Fonseca tenha
a bondade de annunciar asna morada, para
se [he entregar urna caria,
r O abaixo assrgna lo lendo por diver-
sas vezes procurado o Sr. Jos Fachinelli nn
casa de sua residencia e n&"o o tes d > encon-
trado sem duvida pe = ''
res como professor n mei fe de mu >i >.
por favor que se dii ija a ru i u > <
po D. 9 a fim de lite ama ca ta de im-
l ortancia* Jos eve .
tST Achando-seem praciiositio-doscaxor-
ros perteneento i Antonio Cietano Vieira,
e constando oodire i senhorio do terreno,
que hem o exequeute ncm o execntado lein
proposto ao arrematante os ncargos, e onus
a que esl su jeito o mesmo terreno, declara-
se que deve anuos de lo os, que esta su-
jeito as custas de urna execu l>re a co-
branza dos mesmos foros ; custas da execuco
deunacanzn, em grao do revista, em qu<
por aeordo de i< oveml deiti be
sujeitoo masi a d ir idgem franca ,
tant!; as a ublicas, < "'{ja-
das ; or m o de uma i i palmos Hi-
la!,';,) que m i!.' r. lodo a*
ilio de ni re a sdl: n ci echa
hvpolhecado, feita ao exequenle, e para (
o prese nteannuncio
Precsa-se alujar urna canoa deagoa,,
que esteja bem extanque ; quenTliver anuun-
. i',
Precsa-se do um porlugnez, que le-
jiliadc' inn s paia cima para vender
cm urnas canoas ; na na aova arma/ca De-
ras da manbfi no sen armazem da ra da
Cruz, dos seguintes artigos; cadeiras me-
zas pequeas dita de antar, quadros, pa-
laios, livros em broncos, papel de peso, cha-
peos de palba para senhoras esparlilhos, lu-
ig pescocinhos o inanias de seda,
j uiaduplo grayatas de seda ,
lonia, agoi raz, difirante* obras
es. e urna harpa magnifica do
analto n litado e bem conliecido author Bar-
ry, de Londres, de vozes as mais perfeitas e
mavesque se pode imaginar, e juntamente
icompetente metbodo um violoneello ,ou
pequeo, demuitoboas vozes, lan-
bem de-aulhor inglez, um methodu e urna
estante ni rtencente ao mesmo.

o m p V ;i s
..." Cm capole de'-barragana ou mesmo
a o no fino ; anda tundo poueo uzo ; nesla
rapia.
de p
i r
V e n ?i i s
- de bilbetes da lotera do
llicatro contendo premios infaliveis para
quem comprar a5 cautellas receber una rom
premio infalivel de iooo ; uceo das ditas
fjuinhentos reis ; nesla Typografia.
- L'ma-cscrava de nacao moca cosi-
.i.i on.nia liso COSC cha: amado
i D, i(j.
Urna casa terrea de pedra e cal, nes
adobados defronte (U Igreja de: 8. RJiguelj
lar com Antonio da Costa Lobato junto a
dita, ca,sa ou annuncie.
a,i A historia Ecclesiaslica de Berlij em
Oli ;'nias 1 erreira sobrado ama-
relio
O Compendio de Theologia Moral pa-
ra uzc do Seminario de Olinda en Pernam-
buco, pelo Padre Manoel do Monte Rodri-
gues d'Araujo, lento desla faculdade em o
sobredi lo Seminario. Esta obra acha-ae ado-
ptada para o ensino da materia, de que ela se
oceupa no Seminario desla Diocese, noAr-
chiepiscOf.alda Babia, e no do Maranho ;
be muito bcra impressa, e encadernada. Re-
fe loja de livrcs do aira da Conceicao pra-

(
ca da independencia n. (70 8, e deronle
do Collegio loja doSr. Pinlo Em Olinda ra
de Malinas Perreir sobrado amarello 5 e
acha-se tambera emmodoSnr. Padre Joa-
quim d'Assumpco escrivo da Cunara L'.-
piscopal. Preto H.ooo.
:, Urna negrinha de naci rehollo, de
de -5 anuos, cozinba hem o diario dejdes", bicosde linho de lo
una 1 a >a I iva de sabo n lera principios de eos aderemos de lilagr pi
nmado; na ra Uireita sobrado 49* zetasdila, escovasde denles finas, dil
, 5 auiellas de
ii I leles da lotera do tlie-
, ...i.rua ra lar0
Btre a quinhenlos ris ; na*ua ra larga do
Rozario loja de miude/.as O. 7.
5..' Urna cama de angico de muito bom
gosto nova e moderna na ruado Livra-
mculo loja de fazendas D. .r>.
V-^' A bordo da Barca Portuguesa Espirito
cima \). 34-
. Precisa-sede un rapa/ preferindo-
seeetrangeiro para tomar conta oc um car-
rinho, eIratar de cavallos, que lenba algu-
na inteligencia dsle particular, e que seja
de boa conducta-, noprimeiro sebeado a mao
din ita passendo a ponte i.i Magdalena.
_. Quen annunciou querer comprar -:>
oitasde prata fna dirija-seas |iontas l).
j onde tein lampio.
Quem anuunciou dar dous contos de
a juros com hypotheca drrija-se a ra
dd abobada da Penba casa 1 16.
I ..- Pedro B< erro de S< u o, Pro-
or substituto de i latina no co-
is artes do curso juridi >, em falla do
Professor proprielario avisa osSnrs. que
se.quiserem matricular nesla aula, diri
sea casa de roa residencia na ra nova de
Oiimla,
.: Deseja-se saber se nesla Cidadc de
'Pernambuco ou em Mas immediaces existir
n Sr. Antonio Maria Barata, natural de Co- 1 Sanio um porefio de pedra de a venara a
imbra, que para aqu veiu pelos auno* de Iratar na ra eslreila do Roiano .7.
*u ... a iMa s '" uperiores bichas nielas ebegadas po-
jo/.'! il IOJ). I I "
I > uUimq navio do Porto litas Hamburgue-
sas, lernos de muito ljoas condecjJS, e tam-
il retalho penetras de rame amarello ,
burris com alcalrSo, e em caadas mu salva
(!; ral;. :5 bandas de seda para oificiaes ,
ludo por preco comnodo 5 na ra estrella do
Hoz irio podara t). v).
XSf Un rel com seu trassado 5 nesla Ty-
pograpliia.
cy Urna cavado novo muito nano, de
bonita Ggura senaebaques earrega baixo,
e esqupa ; na ra da Cruz n. M.
1. 'Cautllusd hilhetesda lotera d) ihea-
!ro, divididas em vigsima paite a 00 rs ;
na na Uiieila vendajrjue foi de Jos da Pe*.
nha,
ty lina casa cm Olinda de pedra ocal
rom bastantes conmpJoS ; na ra do Cabug
demiude/asd s o Garca Chaves
I m'a preta ladina, denago cambiu-
cravos um cabra de mediana estatura cor-
po delgado eicens bonitas e miudas tcm
as nemas finas e mu'ito tortas que quando
anda mete os joelbos c os dedos grandes dos
[es torios para dentro em forma de ganxo e
de nome Jos ; o oulro de nacao angola de
lime Damio, baixo, muito grosso por igual,
ten no eorpo bastantes sicalrizesde feridas de
unhas de onca lodos de idade de. ii annos ,'
sao carreiros, serradores, e resladores; querrf'
os pegar leve ao dilo engenbo ou no Recfo
a a noel Gonsalves da Silva, que lera 100,000
de gratifica' ao.
S y JManoel de nacao angola fgido a 7
de Outbrode i^i8 de estatua alta cor-
pulento pouca barba pernas finas repre-
senta \o o tantos anuos conprado no anuo
de 1 iab 110 lugar dos MoctSs a Agoslinbo do
Preitas Nunes com urna preta de nome Ma-
ria sua mulher a qual he mora c entre a
roupa levou um cobertor de algodo en-
trancado e numerado com letra de conta cu-
jo numero se ignora. Paulo de nacao congo,
de estatura baixa, cor preta, pouca barba,
com ferida em una das cancllas representa
ter 3o anuos de idade fiigio no da 7 de Ou-
tbrode i838 emeompanbia daquelle. i\i-
colp de nacao angola fugioemdas de Se-
lembrode 187 altura ordinaria cara re-
donda bstanle barbado pernas linas com
algunas rutiladas na cabfeca, em urna das ore-
Ihas 5 quen os pegar leve ,1 Antonio Germa-
no Regueira Pinlo de Souza proprielario do
> palmos de tena de frente coHoo i.ngeiiho Rozario freguetia deSerinhaem ou
de fundo ja sercado de madeira proprio no atierro da lioa vista y, que ser re-
para se edificar casas na estrada nova da ci- compensado.
punga, urna marqueza de angico, nova I jr i\o da ap de Rovcmbrodo p. p. fu-
'"genho (jongacan do lermo e Fre-
r Dous moloques de nacao benguclla ,
de idade de 14 anuos, muitos lindos e se
afianc.a nao terem vicios, e ptimos para pa-
gera \ a ditos de i3 a 14 annos. de bonitas
figuras, um escravo de a -anuos bom car-
reiro duas escravas mocas de nacao benguela,
de idade de 18 a 20 annos ptimas para lodo
o servico de uma casa v, na ra de agoas ver-
des 38. ,
i r Cautellas de bilbetes da lotera do
theatro divididas na rigessima parte, a pre-
o de 5oo ris; as 5 ponas lajas dos 5rs. Mi-
guel Joaquim de Menezes, e de Jos Marlins
da Cruz.
S^T Tres molers de idade le ia a 10 an-
uos boas pan aeren educadas noleques
le 10 a 1 anuos, ptimos para todo o ser-
vico duas prelas mocas de bonitas figuras.
engommffo, co*inhao, e fa/.em todo o maw
servio de nina casa urna mola ti nha de ida-
de de 16 anuos de,bonita figura cose en-
omina alguma couza e he de muito bous
eostumes dous pelos mocos muito robus-
tos e ptimos para todo o servico, c um nio-
bio ptimo ollicial de sapalero ; na ra de
agoas verdes casa terrea I). 37.
' ssy Cautellas de bilbetes da lotera do tbc-
atro na pracada Independencia loja de en-
cadernador n. 26
tST" Urna porclo de sebolas o rento a 5a0 ,
agoa ardenle de flanea a 400 rs a garrafa e a
caada a a560 doce de caj' em Irascos a
lai'o : na ra nova venda 1). 55.
I
uma cama com enxergfio, um cano de mao
muito forte, proprio para nadarla, earre,;a
duas b lricas ; na ra nova D. "ii confronte
a Jarcia da Conceicao.
giodoengenl
guesia da villa de lguarass os esclavos do
nomes e signaos seguales ; Jos de nacao
angola alio secco cor nao muito preta ,
indesorlinenlodesapatosfran- rosto lirado, e descarnado, maca es altas,
ce/es de duranue para senbora ditos de olhos avernielhados pouca barlia com to-
Lisboa sonidos en cores e botins de duraque dos os denles da frente naos, pernas e ps
1 a
duraqu
surtidos en cor en tamaito c botins cabinda, bastante alto, chcio do corpo,-, rosto
Lisboa sorlidos em cores e noiins ae auinquw -...., .uU3, i^.,,.., c ,.s
.ara enbora ditos para homeni de seda c proporcionados talla um tanto atrapalhada,
luraque com erara de lustro sapatos de me- e estando vecbado gagueja ; # Paulo de nacao
i
nios kuu w.u ww. -.............
de bezerro pora homem: na ra nova loja de redondo, e carnudo, sem barba, com lodos
Antonio erreira da Costa Braga 1). Iei< os denles da lenle, cor fulla, ps e niaos
IZf Rap da Babia dilodo VarejSo, dito grandes peinas grossas, e uma mais que a
o Lima, cha issen de primeira sortc dito oulra e ,,odera ler de idade Imperialemcaixinhasde duas libras, tinta tomo de nacao Angola de idade de 5o an-
de escrever em pote a .60, dita encarnada a nos, ja pinta de manco eslora ordinaria ,
Mo, pentes de tartaruga de travessa, ditos cor preta .rosto descamado, buxeixas chu-
demassa, ricas tesourinhas de unha ingle- padas, meio carcunda pouca barba, ps grs-
zas4 pentes de mai fim de tirar piolho lilas s^ emaos ordinanas, falta-'he alguns den-
de arca de todas as larguras, e quaiida- tes na frente j roga-se a todas as pessoas que
,das as larguras, ri- 8 quiseren encarregardeosapprehender |e-
elos, brincos, ero- ven-os ao dilo engeu lio do abaixo assignado ,
,_ que recompensara generosamente, ou no U-
Avisos irnos.
PARA O RO DE JANEIRO o Brignc
Constante Capi mocl Rlarci
, a sabir at 1 a do crrenle por I 1 a
maior parte de seu carregamenlo prmpio ,
podendoamda receber alguma rarga ninda ,
'u passageros para o que tein excellentes cG-
moaos, os prelendenlei dirijo-se a facha-
do & Santos ouaoCapilSodo mi mo.
P AR A O RIO GRAN DE DO SU L o Pa-
tacho Nacional Francelina sabe at o ja 8
do correnlej quem quiser carnegar ou ir de
passagem
diri ilva jNeves,
ou i 1 curo Marciano atraz do corjxi Sanio o
mesmo Patacho tocar no Rio de Janeiro, caso
haia pas'ageros, pois lera excellenles com-
modos, eo deslrc pi miele rala-l ellen-
temente. .
PARA O ACARAC1 em im- ta de idade de ab anuos la* todo o servi-
BterTe!mentenodiaa5do Pata- co de uma casa, para fora da provincia ; no
preti
cho Brasileiro D. Francisca : no mes-
mo qniser carregar ou ir de passa para
11 que lem excel ntcs diri
a Manocl Gonsalv
uu com o v apilo a bordo do mes que se
acba fundiado defronte do trapiche novo.
JL c i i i o
xzr Joo Siev.-ari, Consignatario da Barea
In/de/a !\.'a:-y-Charl(;lle-\S cl.er, arribada u
este porto lendo U 10
or |d/ :, lao or intenenca do G 1
parte da 1 ; :
" da 1
u i\tira gexta tira 0d< torrate as d 60- ciencia n ai
do -iias ni tirecira casa defronte de
una. venda.
- Uma negra de ida.de de 18 annos, pa-
ra lora da provincia ;; vista diii o motivo; no iiecife ra do Amorim De-
cima I9.
trj*U-ma barrica com tremocos ebegados
!ro\:n!ar::"!e '-'- i.iboa ; :o attewo da Uoa
-
Lu molecote cozinbeiro d
uma casa, e oulro, cora principio 1 marojo,
ira ; na ra da moeda l>. 1.
, Cautellas de Bllhetesda lotera do
iheatro a oo ris; na praca da ludepen-
dinarias burzeftuihs francezes para senbora e Wja Cimba em casa do Sr. Francisco
e galochas, ditas para homem, sinteiros de Xavwr Marlins Bastos.
couro de lustro com fuella lilas .ara siptei- rancisco Honorio Bezerra de Menezes.
rod meninos: na praca da Independencia : &" ><> n> de Oulubro de i83p fugio
numero ao. nnaescrava de nomeAnna ladina ,.de na-
5^^- Dousneios cbaprca de amarello por ?fO angola de bonita figura, estatura re-
preco connodo os quaes exislem na serrana 8ular cor preta, rosto puchado, cilios gran-
JoSr. Francisco Vicente Valim, aira/, da ri- l,cs' "a,'.'z ""?' L(''VS meios grossos tcm
beira de 8. Antonio 3 a tratar nos 4 cantos da ui:ia nalba nais preta do que a cor natural
boa vista 1). 4a. i'"' ro8to l' Udo ^erdo, e no braco esquer-
C3- Urna armario de venda propria para do uma? letras de angola, ten as cosas nui-
se sonir com pesos e medidas 4 bariz va- '""nlios de navalba maos pequeas e
zios, duas garapeiras, e un braco de balan-
ce propria para armazn*) de assucar, no bair-
10 de S. Antonio ; a tratar na ra do Ar
D. 12.
.\~j~ Cautellas de bilbetes da lotera do tbe-
alro devididas na rigessina parte ; na rna
do Cabug loja.junto da de cera preco 5oo
rei?.
Ci" iNa loja de louca largo do Corpo San-
to 11. 60 ggos'com aparcHiOS para me/a e
para cha de louca lina de cor de lirio, pardo,
e cor de rosa contendo cada gigo 0 seguinte j
duas terrinas para soupacora pialo e corlier -
duas ditas para roolho 4 piales com lampa
paraqusado, 4ditos para podim, iti palos
travessos, a.is seladeiras 7 duzias de palos
rasos e iuias ditas de fundos para soupa ,
4 ditas para frutas um apanlho para cha
con duas duzias de chicaras e pires, ?. duzi-
as de tigetas para caldo dous orinues com
lampa, du is. liacias edusjarros, ludo por
preco de 70,000.
iscra\ .
Futidos
ps grossos, poren mal fetos, inlitula-se
ereoula levou vesdo de riscado ja desbola-
do e panno da costa, foi comprada a Ca-
milio de Le I 3 da Fonseca piloto de uma djs
embarcaces de Joaquim Ribeiro de Brilo ;
quera a pegar leve a ra da Gloria caza de um
andar de grade de ferro defronte do convenio
a aliar com o Tenente Coronel T. Cc/.ar Bur-
lamaque que gratificar com 5 ',00o.
Aaoviinento do Porto
SAVIO/ENTADO NO DA &
LISBOA ; --odias, Patacho Portugus Pa-
qUiteda Tercerade 1 au tonel. Al, Joa-
qun Mara da bilveira equip. 14 carg-a
Mino
.. Manoer, molato, baixo, cheio do cor-
po cbelo pelo, levou vestido camisa e si -
rmttfl (! nlgodo echa eode couro ja 1
piem o pegar pod ..-!. a seu Senhoi
azio Manuel de ueirs morador na
liba di Itaraarac 1 111 [iraca a Joaquim
ilva Castro na ra do Crespo loja b. :.
oue ser gralficadoa
i.j- No dia m) do p. p fugiro do engenhu
s claras Preguesia da escuda, dou es- J-.CUL NA TYP. DK AL F. Dt F. t9S.
MUTILADO
. sal e sal; a Antonio Francisco
dos Santos Braga.
DITO, a-3 dias, Bfigue Portuguez Feliz
Destino de :i'u\ tonel., M. Jos Francisco
Lissu i cfiuip. i- carga varios gneros; a
francisco Scuprano Hibeiro.
RIDK JANEIRO ; 75 dias, Brigue Fran-
ce Beranger de ivo tonel Cap. 1 emoly ,
eniip. 7 carga municocs de guerra, pas-
eiros 8 officaes e il soldados, ludo
pira p,.-Varanho
SAHipOS NO MESMO C^A.
HArRE ; Brigues Francez Armorique Cap.
Ienouf car,,a algodo e cobre velho -'
I' sageirosdoiis'francezes.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJEKLFYVW_O421HV INGEST_TIME 2013-03-29T18:21:42Z PACKAGE AA00011611_04033
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES