Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04028


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Full Text
A

Anno de 1840. Sexta Feir
V
I .....LU
Tildo agora depende de ns rnesmos; da nossa prudencia, ir>odra-
cho, e energa : continuemos como principiamos c seremos aromados
coiu admiracao entre as rWes mas cultas.
Proclamactw da Asscmtdca Geral do Brazil.
--~c-
irisiri
guados.
Partidas closCorreios Terrestres.
Cidade da Pamliiha e Villas de sos pretencSo...................\
Dita do Rio Grande do Noi te. e'Viilas dem.".'.'.'.'.".'.".".',' .'." ." ." .' ." .' \ {Z* ,
Dila da Fortabza c'\ illas Jdein. he-'undas e Sextas I-ciras
..... ... ..........................I
\ illa ce Goiaiina..................................J
Citade de Olinda............... ..." I ,!.*!."."."*..".".'.! Todo os dias.
\ illa deS. Anii.0..................................Quintas Vira?.
Jt.ta rieOaraiihuns ePovcar^o do Bonito.....................Dag lo, e a4 Acc*<\* mez.
Unas do Cabo, Sennhaem, l.io l'ormozo, e Porto Calvo............dem i u, e ai dito dilo,
Cidape das Alasoas, e \ illa do Macci.........................dem dem
Villa de Paji de Flores.............................. dem 13, dito dito.
J'odos os Corraos partcm no mtio da.
28 de FEVKRFino. Numero 4&
enn
CAMBIOS.
FEVF.RP.mo 27.
Londres...... 35 d. por Ifoo Cad.
Lisboa....... So por 0/0 prendo, por mcuiioJerecido,
Franca.......7q> res por/raneo.
Lio de Janeiro ao par.
L'Ii'J Moedas de GJioo rs Vcllias I i 800 a t5!o'Q
> Ditas ,, 1, Novas i.''4oo a lflioo
.. Hilas <|c fjoiHt r<. ,
P'i \TA Patacea Bratil) iros------- -
,1 Petos Col umnarios-------------
Ditos Mexicanos -- -----------
M
Premios das l.eii
8 100 a
qo a
1 1 /Jdo a
Iras, por mea 1 i/B i tja por loo
Moeda de cobre 3 a por 100. de disf.
11 r 0
Dias da Semana.
>i Segaada-----Jcj S. Pretestato n. -M.-------Sesso da Tbei. e and. do J. de D. da i. v.
a.i Terca ----- lfl|c S. Mathias Ap.---------------
2' Quarta-------S. Cetario Cladno M.---------Sesso da Tbctourara,
27 Quinta-------S. Torca'o Are.-----------------Helarlo e And do I. I, D. da a. vara den?.
8 S xta.....S. Leandro Are -.....- Ses. da Tlicz. e an I. rio J. de I), da I. r.
j<) Sabbado-----.S. Rorno Ab...........R|. e aud. do J. de 1). da 5. v.
1 de Maro. Uoin. da (uiuquag. S. AdriSoitl.-----
Mure chela para a dia 18 de Fcvcrciro.
As 12 horas e 30 minutos d* tarde -- As 12 horas c 54 minutos da manh.
I
I
i
\
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 21 docorrente.
OfFieio Ao Commandanle das Armas,
signiQcando-Ihe que representando o Admi-
nistrador do Correio que no dii 1 7 do cr-
lenle pelas duas horas e meia da larde ao a
htir-se a Reparticio Ionio ochadas delareradas
quast todas as listas do seu expediente com
grave prejuiso do Servico Publico ; e de-
vendo por ordens anteriores estar a cargo da
sentinella da porta do Palacio a conserva-
cao de semelhantes listas compre que rei-
tere as suas ordens a este respeito, lasendo cas-
tigar o sentinella que por ommissao e des-
leixoden lugar a essa nialoiloria.
Dito Ao mesmo respondendo-lhe que
a Presidencia vai officiar ao Exm. Presiden-
te do Maranhao requisilando-lhe o regresso
dos segundos Tcnenle3 Ajudante Conrado
.lose Lourena de l'igueredo, e Secretario
Cundido Leal Ferreira que ltimamente fo-
1 "10 despachados pata o terteiro Balalhao d lr-
tilheria.
Dilo Ao Inspector da Thesouraria da
Fazenda, para mandar pajar ao Erigen he-d
Arislyde Frasfklin de Mornay a qnanlia de
43 carros de mo por elle comprados para as obras
Publicas da Provincia das Alagoaa
Dilo Ao mesmo para remeller a Tbe-
souraria da Provincia do Bio Grandedo Nor-
te a vincia l'orao arrecadadas pertenceules a a-
qucllu desde o 1. de ullio de o o ul-
timo de Dezerabro do anuo prximo passado
conforme requesitou o tixra Presidente res-
pectivo,
to Ao i r feilo da Cdmarca do Re-
cife, respondendo-lhe que para seren dis-
pensados do Ser vico da (iuarda Nacional os
Commissariosde Policiadesta Freguesa Jos
Gomes 1 essoa, c Bellisario Saturnino de .fcou-
to, faz-sc misier que declare quaes os indi-
viduos que exercio ditos Carlos antes das
nomeacSes destes, pois he conveniente ao Ser-
vico da mesma Guarda Nacional que parad-
le sejo chamados os Commissarios substitui-
dos por oulros.
Expediente atrasado nao publicado.
Exm. e Rm. Senhor Tendo esta Presi-
dencia cm altencSo ao estado morboso, e de
telhice aqueseacha rednr.ido o Reverendo
Conego Prebendado da S. S de Olinda,
Francisco Antonio Piulo, e a informaran que
a seu respeito deu o Delegado de V. I'.x R
sermettindo ao mencionado Conego a Pruico
de sua congrua por inltiro indi pendente da
residencia do coro a que eslava obrigado ,
visto ser este um dos Direilos dePadroeiro,
de que ora se ada investida segundo sede-
prebende da ResolUco de a8 de Novembro
lie (Si, tomada sobre Consulta da Mesada
Conciencia e ordens assim o commooico
aV. Ex. para sua intlligencia, eaim de
.que se digne de fazer as necessarias commu-
nicaedes ao Reverendo Cabido, teligenci-
Mido-o ao mesmo lempo, de <|iie nesta con-
io v se nao enlcndcm comprehendidas ;
us deslribuices quotidianas que s sao de-
. lilas ar 'nnoone residc::t:' physice, et re?.!i- (
. r em c!oro j
Deus Guarde a V. Ex. R. Palacio doGo-i
verno do rernamhuco 8 de Fcvereiro de 8 o
Francisco do Reg Harros Kvm e Rm.
Snr. D. Joao da Purificacao Marques Perdi-
gan Rispo ilesta Dioccse.
Illm Snr. Acbando-se o Reverendo
Francisco Antonio Pinto Conego Prebenda-
do da Se* de Olinda, em estado valetudinario
e de velhice como provoii por varios docu-
mentos ; e sendo esta urnas da causas res-
peiladas e attendidas cm Direito Cannico,
para o beneficiado gosar dos frulosdo seu be-
neficio ndependenlemente de residencia,
como betn o reconheceu a Resolucao de S de
Fevereirode i?. ?, lomada sobre consulta da
Meza da Consencia e Ordens ; porisso e 1
vista da informaran, qie den o Delegado de
S. Ex. Rm sobre o requertmor.lo que o
referido Conego fez subir a esta Presidencia,
pedindo que se Ibe mandasse pagar a sua
Congrua e a despensa das funees lo Ca-
nonicato, ltenlo o referido estado em q1 se a-
cba : ordeno a V. S. que llie mande salifa-er a
sua respectiva Congrua por inteiro a contar do
1. de Janeiro do crlenle anuo, ndependenle
da residencia do coro a que eslava obrigado,
c da qual o letiho despeinado fundado no
direito do Padroeiro, que exeryo nesta Pro-
vincia.
Dos Guarde a V S. Palacio do Governo
dePernambuco 8 de Fevcreiro de >8|0
Francisco do Re".o Barros Snr. Inspector
da Thesouraria das Rendas Provinciaes J0S0
Baptista Pereira Lobo Jnior.
Illm. Snr. Foi prsenle aesla Presiden-
cia a informadlo que Y. S den em >odeOii-
tubro do anno passado sobre a representacfio
qu'o Procurador Fiscal da'Thesouraria lias
Rendas Provinciaes dirigio-lhe solicitan-
do saber se os Conegos da S de Olinda
poderiao ser pagos de suas respectivas Con-
gruas, sena que opresentassem attestado de
frequencia avista do artigo roJ da I ci de
.{ de Onlubro de |83i, e do Decreto de 2 de
,i o de i831, como o ten hlo sido por des-
pacho de V. S sob o fundamento de que cra
Prelados Deoccsanos, e st? acbavSo por conse-
guinte comprebendidos na excepr.ao ?.o do
supracitado Decreto; e em resposta. e para
seu conhecimento devo significar a V. S. ,
que nenhum fundamento leve em sna deci-
sSo nao somente a vista da le isla :io supra
(ilada que nao pode ter applicarao aos Ca-
bidos segundo V. S pretende, considerando
redundantes, e occiosas as palavras Prela-
dos Diocesanos, por nao baverem actualmen-
te OU tro 1 aleindo iispos.pois ella poderia pro-
videnciar sobre as oceurrencias fucturas co-
mo igualmente porque por Prelados nunca
se entenderlo os Cabidos se nao-Sede vacante,
e antes de elegerem o Vigario ( apitular que
deve reger a I doce/e mas sim os que lem I
grao bonorifico unido a jurisdieco sobre 03
subditos como sejo OS me-nios \ garios
Capitulares, eos chamados Rispos in part
bus que no imperio lem j havido ; c con-
sei|iienlenienle ordeno a V S q' d'ora em di-
ante nao mande pagar as Congruas dos Co-
negos da Se" de Olinda sein qne a|)iesenlem
atlcs'.acao de frequencia passada pelo Reve-
redissimo Puspo como seu cliefe estra-
iia.tndo ao mesmo tempo que V. S. nem
livesse levado este negocio ao conhecimento
dcsta Presidencia, nem o apresenlasse pelo
menos em Junta para ser deferido depois de
ohtidos os precisos esclarecimentos.
Dcu3C-.:-rdc a V. S. 'alado u Governo
de Pernambuco 10 de Fcvereiro de 1840,
Francisco do llego Barros, Snr. Inspe-
ctor da Thesouraria d-s Rendas Provinciaes
Joao Baptista Pereira I.obo Jnior.
Illm. Snr. Posto que o Reverendo Ca-
bido da S de Olinda em virtude das Cartas
Regias de3 de Marco de i683 e i'\ de
; Juliio dei^'^, esteja na posse de receber
pelo seo Prioste a importancia das Congru-
as de to los os seus Capitulares para ao de-
pois faser por elles a legal destribuico, f-
Izendo reverter para os presentes osdescontos
danie Geral do Corpo de Polcia Pedro \le-
candrno de Rn ros
Illm eExm. Sur. Fin resposta ao offi-
cio q' V.Exi nesta data me acaba de enderes-
sar, lasendo sentir qu o Corp > d met ("ri-
mando anda se acli 1 por pagar do pret ven-
cido no ultimo do tnez finito", apesar de j.
ter recebido da Thesouraria Provincial se-
gundo consta do Balances que pela mesma
relativos aos que falli nem por sso se deve tem sido apresenlados,orden&ndO'-me que boje
concluir, que o altestado do Reverendsimo I mesmo a tarde taca pagar por qtiem competir
l relado da Deocese seja intil, nao somen-' o pret cima referido, e informasse quaes
le porque podedar-se ocaso postoque raro as causas-, 011 pessoas que der.io lugas a a-
defallarem todos os Conegos ao mesmo tempo qnella to sensivel omisslo; sou respeitosa-
ieentoforca lie que se deduza em suas Con- \ mente a ponderar en primeiro lugar a V.
gras, a parte correspondente. orno porque Ex o motivo pelo qual deixori o Corpo de
nao se adiando o mesmo Cabido oomprelien- ser pajjo da d ita do sold d ) ulti.n ) d 1 ni v.
i dido em algumas das evreproes do Decrelo de Lego depois do acto da mostra,que teve lupar
12 de Marco de 1839, he visto que fica sufjei- segundo as deterraintcuus de V. Ex. no da
lo a regra geral do artigo >o3 da Le de f\ do corrente pelas nove horas da manbl.o
JdeOutubro dei8ii, que boje regula as re- Quartl Mestre competentemente munido dos
I parliees Fiscaes ; e porisso respondendo ao respectivos prets apresentou-se a Thesouraria
. seu ofiicio de 1 f> do rente, me/. deve de- no forma do eos tu me para os receber; o que
clarar lhe parasen conhecimento edirec- nao tendo conseguido n'aquelle da, canti-
cio, que deve entregar ao Prioste da Sede nuou a ir r Thesouraria at o dio 7, sem ue
Olinda as Congruas por inteiro de todos os at esta data se realisasse o pagamento dos
Conegos, urna vez,que todos nao tenhao faltado mesmos prets. No dia oito tornou levando
no mesmo dia ao corone assim o atieste o Rm. mais dous prets das pravas qne se achfio des-
Prelado, ededuzir soVnente neslecaso a im- lacadas na Comari dj C-iranhuns qne na
portancia do que deviao vencer. conformi lade do oIRrio V. I'\ dcimo deste
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo mezdevero tambem erp se api
dePernambuco 17 de Fevcreiro de is,'o ao respi -livu el de
Francisco do Bego Barros Snr. Inspector Thesoni
da Thezouraria das Rendas Provinciaes J B. fres ; 1 191 reis e convencionou como
P. L. Jnior. Quar te I Mestre-pagar-com esle dinheiro a-
Illm Snr Como as Carias Regias de quelles prels cujas i,n>portortancias mais so 4
i5 de Maco de 1683 e-.,{ de "uMio de 1717 arroximassem a referida quantia e nesta
mandando pagar ao Prioste da S de Olinda circuostan ia forao pagos os prets relativos
a importancia das Congruas de lodos os Mi- aos venc\ui ilos do ultimo mm, e um ontro
nislros daquella Igreja suppoem somente o dosdadita Comarca doGaranbnns soman-
ciso de se acbarem ausentes, outerem Falle- dotodosRs 5;335Ui9 eme nsequencia do
ido alguns dos seus Capitulares porque quo passon o mesmo Fiel um bilhete com t-
entao se devino na mesma S fazer as com- lulo de Valle de 835OO 1 re o qual existe
ptenteles deduccSes para os presentes enao ainda em poder do Quarlel Mestre
o de terem sido despensados da residencia do Pagodeslt maueira parte dos prets como
coro como acontecen a respeito do Conego cima demonstro o quartc! x' s!re por um pe-
Francisca Antonio Piulo cuja Congrua deve qneno equivoco, partecipou-me por OCCH-
ser entregue por inteiro por se adiar com- siao de ter recebidoesses dinheiros haver re-
prehendido nos casos em que deva osar sem cebido tambem a importancia dos prets de
dedueao dos fcelos do sen beneficio con- Garmluins, e nesta conformidade dei ordens
forme ordenei a V S. em ollicio de 8 do a que se eutregasse as Companhias a fim de
corrente; deve cm consequencia declarar a ser logo aviado o Promotor interino d'aqnella
V. S em resposta ao sen officio de 15 que nao Comarca JosedeAraujo Cavalcanle aquem
se oppondo as mencionadas Cartas Regias a o Conmandante do Destacamento havia auc-
que a Congrua do dito Conejo seja por elle torisado para esse recebiraenlo e conduccao.
directamente recebida, devo V S mandar pi- Releva significar V. Exa que ainda mes-
gar-lh'a nos termos do dilo meu officio. mo quando nao livesse havido da parle do
Deas Guarde aV S Palacio do Governo Quartel Mestre iquivoco algum en dara
de I ernamhuco 17 de I'everdro de 1840 preferencia por um momento ao pagamento
Francisco do iego Berros. Snr. Inspector dos prels de Garanliuus, a outro qualquer,
da Thesouraria das Rendas Provinciaes J. ?. para nao despresar a oportunidade da re-
P L. Jnior. messa porpessoa idnea e competentemente
Illm. Snr. Constando a esta Presidencia auctorisada e porque eslava na espectativa
(juco Corpo doseu.Commando ainda nao fo- de que 110dia seguinte a Thesouraria revali-
ra pago do pret vencido no ultimo do mez fin- dasse o pagamento do valle em queslao edo
do, a pez ir de j. ter sido recebido da The- outro piel daquella Comarca deJijj^jUooo
souraria Provincial segundo consta dos Ba reis : porem Exm Sr. assim nao sucedeo O
hincos (ue pela mesma tem sido apresentados ; Quarlel Mestre foi a Thesouraria no dia se-
nrdeno aV S, que boje mesmo a larde fa- guintQ no (jue a este piccedeu e consecuti-
ca pa;ar por quem competir o pret a cima
referido, dendo-me paite de assim o ler cum-
prido e informando-me quaes as causas. 011
pessoas que derao lugar a aquella tosensu-
ravel omisso.
eos Guarde a \.b. Palacio do Governo
de Pernambuco ij de Fcvereiro de 18J0
Francisco do Reg Barios Snr. Comman-
vamento at bontem sem que Ibe losse potsi-
vel receber dinheiro algum emhora exista
na Thesouraria ordens poitivua de V Ex. pa-
ra si nao pagar a Reparlicao alguma sem
que prim*iramente ce pagu Cu,pw de
mcu Commando e as obras Publicas eo-
lio
Nio he certamenle esta a vez primeira que


DIARIO DE PEBNAMBCO
fftfnm
rife
Thezouraria ha demorado seos pagamentos
*o Corpo Policial Em officio de (i de De-
zeaibrode 1M7 o meu antecessor se enea-
Dia 17.
Tllm e Exm. Snr.Das parles boje rece-
bielas n esta Secretaria consta somonte <| minhou a Presidencia, representando con- ferio presos bou tem ; minha onleiu pelo
tr?. a Thezouraria a esse respeito : em 1 de 'ttn-'TefeitO de Santo Antonio o prelos Ho-
Junlio de ii>48 em rjde Julho de |83p e iberio escravo de Jacnh Mielir-r llambur-
em iG de Dezembiodo mesmo auno fi/ iguaes I (juez e Joze de Souzu 'a-* w ae perae Li-
reprcsenlaioes a V. Ex., e temendo agora[ 110, de Joe Francisco dos Sar.too ". por
cancar a paciencia de V. E*. com novas re- j furto feiloseu senbor, o a ;or ser eoni-
presentaefies a isso me Sttbtcahi por esperar ven le 00 mesmo turto eo ultimo por deso-
que a Thezouraria la prompta em apresen- bediencia seu senho'; o Manoel do Piasci-
tar os seos batneos fosse qnanto era pagar ao mentoe Silva, bronco, pelo Sub-Prefeitb d*
Corpo. Passando a segunda ultima parte do Jaboato por ser encontrado com um pelo de
citado officio de V* Ex. tenbo a honra de liar-- nomo Jo/.e que (i/, ser escravo de liernardi-
tecipar qnanto a segunde que boje mesmo no Ferreira morador n Engeulio baca e
fiz pagar as Pracas do Corpo da ultima dala do fazer- se SUSpeftO.
im ilo mez ; e quanloa ultima alribuo (|iie a
mais elle implorou tolerancia a nenhuma das
religies que acbou estabauadas sobre a Ier-
ra Insinuando-so pela graca inexcusavel
pelos mila;res, pr&topyco da verdade c da
stntidade elle nao paita prdpagar-se pela
indi fe
renca
... -~ j -j -------------------------------------------------- -|-----
causa da ommisso notada por V. Ex. prove
sempre de nao pagar a 'Thezouraria todos
DI
competente ,
Paco saber que eei observancia do Artigo
i Cap. i. dos Estatuios desta Academia Ju-
rdica, ponho a Concurso a Caaeira de Re-
, 1 lorica do Collegio das Artes v.iga pola Ju-
si os Cofres bem como suceeile com a irnpu- i bilaco do seu proprietario mareando o praso
lancia do predi to valle e de mais una 'iu- de odias, contado* da dula deste.
prels em moeda em lempo
embe-ru ella a piescntcm em dia os seos ba-
ancos como o tem fe i lo dando nclles como
despendidos dinheiros que nao tem saido de
EDITAL,
tella do valor de um cont de reis passada em
Janeiro deste anuo em virtude de rcqnesi; io
minha feita para esta quanlia ao respectivo
Inspector em officio de 29 de Novembro do
anno p. p. para suprimento das despesas do
Hospital cu jo pagamento boje depois da au-
diencia que V. Ex. se servio de dar-me foi
que se realisou. A vista pois do que com cla-
reza ven bo de expender conbecer V. ExC.,
aquem peco baja de arredar de si qualquer
idea desfavoravel que a respeto do Corpo pos-
ea fazer que a ommisso que se nota nao
oi occasionada por este Comman '.>.
Ceos <.uarde a V. Ex Quartel do Com-
mando Geral do Corpo de Polica i.i de Fove-
reirode iH ^o lllin. e Exm Snr. Francisco
ilo liego Barros, Presidente da Provincia.
Pedro Alesandiino de Barros Cava kan te ,
Connnaudanle Geral.
~ ,
E p-ra constar mandei athxar o prezenle
no lugar do costume
Secretario d Academia Juridica de Oliuda
24 de Fevertiro de .8,0
Dr. Antonio Peregrino Maciel Monteiro.
Director d'Academia.
AtSiNUJNYIO.
O Eiscal do Recife Felis Bi/.i-rra de Mello
Leilo aviza aos Snrs. donos de pipas hi-
gos barricas e oulros efejeetoa queaclual-
porq
ue era exclusivo da F
Resumid;) ins dons preeeitos do Decdago o"
vorcladciro ebmtg nao ple professar o amol-
lo pro imo abandonando seu prximo ao er-
ro perdie) eterna lie a isto porem, que
os impos os bereges cbamo intolerancia ;
mas bu a isto mesmo que huma rasSb des-
previda e nao contaminada da averso de
Satanaz ao Nome de Weos. chamar sempre
Caridade Evanglica! Oulro tanto nao con -
corre nem concorrer podiacm nenhuma das
flcalas religioes, ou seitas dissideotes : to-
das CStas( !'::clo digno de observacao ) livero
origem na intolerancia da seus beresiarc.is ,
lefias ellas eouservao aquella acnao negativa
que conforme o pens meilo de P iscal be coir-
genita ao Espirito maligno; isto be; que o
' atholccsmo sendo a verdade revelada por
Dos he intolerante por caridade s as seitas
herticas &c. &c. sendo a illuso de Sa-
tanaz. sao intolerantes por despeilo. E s5o
seus apologistas ..s que nos prego a toleran-
cia ? Citaremos entre milliaresdeexemplos aos
Calvinistas me em quanlo se coneiderarao
traeos pregarao a Tolerancia com toda a elo-
queneia ; mas sabe-se o que elles praticaro
nos pai/.es onde se ai han i mais lories.
Diz o grande Bergier tratando da desumi-
o e sanba dos bereges :A vista da con-
fuzo, que lbascan .'.va esti desunilo lo con-
traria ao Espirito Va Ewuigclho foi preciso
[tara encubrir o exadalo recorrer a mutua
mente se acbam no Caes da Alfandega al 1 Tolerancia isto be aprovar huma deso>-
altura da nova travessa Irija ds os remo- !dora que nao t'ci possivcl impedir. F. cora
ver imprclerivelmente al odia 2J do corren- ;qucdireito negaiia hum Pcoleslante soutia
Mi versos Kr{>;w' le do contrario se rao multados na eoulormi-
daele iUs Pos:uras e removido a cusa de.
queo jieileaeer.
ARTIGO COMMUiSTCADO.
ALFANDT.iA DAS FAZENDAS.
__A. Pauta be a mesma do numero 2 c
MEZA DO CONSULADO.
__& Paula be a mesma do n. 'o.
COBTEIO.
O Pataxo S. Joze recebe a mala para o Rio de
Janeiro rvmanhaa 29 as onie horas do da.
O Brigue Escuna S Jo/.e recebe a mala
para o Rio de Janeiro hoje 28 pelas /s horas
da tarde.
O Inspector das Obras Publicas precisa
Canteo.- para irabalharem as obras a seu car-
{-o ; o OBciaes deste officio que foceni li-
vres e quizerem as tnsmae obras Jrahathar
podem apresen! ir-se-ihe na casa da filSpeecao
pura seren admiltidcs.
Moraes Ancora.
A Administraco Fiscal dasObra Pul linas
compraos gneros segujntes alqueiies
deca preta e -0,000 lijlos e alve
DOGMA NOVO
Tolerancia.
I i
seJtaso previlegio deque elle se prevaleceu
contra 3 Igieja ilonuna ea liberdace que se
tinia arrogado deaereditir so o, que julgasse
a projxv.ito ? A Tolerancia que boje se quer
f i/.er passar por hum Dogma sagrado lie o
ultimo recurso de hum partido ebegado ;
termos linaes pelus seus proprios principios,
eo remedio extremo applicado a hum mal de-
sesperado e que nao serve mais que para
0 lazer incuravcl.
Agora he preciso seguir Mr Romilli. Piz
, elle-:... Os crios do espirito nos nao podem .
impos e sempre ha sido victoriosamente i ser imputados senao quando neT.es o nosso
respondida pelos catbolicos porem segundo -eoracao tem pa/te. O que faz a cousciencia
sen doloso costume a.uelle ou fingem ni o do crime be a intenco directa de obrar con-
ter ouvido as respostas ou reprodazindo os Ira suas luzes de fazer o que se conhece ser
mesmos argumentos as mesmas du-agaeoes o mal de ceder as paixoes injustas e de
Esta questao tem sido sempie abitada pelo
" Paulo.Ora huma nfinidade de milagres at-
tetlao a Revelacao. As Profecas (<), os
milagros obrados por Jesu Christo confessa-
dos por seus inigos (1) a propagacao rpida
do Evangelho operada pela deligencia de doze
Pescadores chamados Apostlos pobres sem
reprcsentaeao e desconhecidos para com to-
das as Nacoes perseguidos constantemente ,
e por fim sacrificados o sangue de milb5es de
vlartires de ambos os sexos de todas as.< con-
(lices, de todos os estados, e dades cons-
laiilemente derramado i;) seculos em mais
ou menos abundancia seguindo todos o ex-
emplo do seu Divino Mostr na eoragem sem
osleulacao na bumanidade sem tol"ianeia do
erro; nalmesnle a eonviii) da tantos huuicns
sabios esses lestemunbos de vida que ar-
rastaro t.-.ntos milbds decrenles para o seio
da Igreja Catbolica ; tantos fictos em que o
dedo do Dos se mostra visivelnienle se o
raciocionio recusar assentil-os titulo de nao
comprebender oulras couzas deixu o co-
raeaode ter parte i1 Qufi bens tem produzido
noM undo esses decantados direitos do racio-
cinio? lim nutro mil annos que precederlo a
i. < hristo os philosopbos raciocinaro e ja-
mis forao capizes de C0Bverter hum homem,
eeusiiiarao Religiss monstruosas 1 dous mil
anuos tem se,;uido a J Cbrislo e os philo-
sopbos seus iuimigos tem raciocinado e o
fiue tem concluido ;' Mas o que nao poderao
fazer os philosopbos com raciocinios, fizera
os Apostlos com milagres S. I'aulo disse :
lana a minha converso orno a minha
pregaco, nao consistem em palavras persua-
sivas de humana saLedoria mais em dcmJiis-
traco de Espirito, e verdade. (ad. Corint.
Ifl 4) ^s milagres forao a nica lingoagem
com que os Apostlos izero cssa grande re-
volttco moral ijo Orbe inleiro Para que a
V0IM T nao se funde em sabedoria dos bo-
mens mas na voulide de Dos. [ ad Co-
rint. 9. 1. J '" Avista pois de tintas e lo
estupendas provovas eda heuhuma conelusao
dos racionadores ,-se estes nao se subnielem
a I' be porque cites n,.o lem disposto o shu
coraco e por cisejuencia pela evpressa
cunlisso de Romilli a intolerancia calliolica
he muilo bem entendida.
(Continua.)
Carapuceiro
meemos paradonos, leuto teeer persoadir,
perturbar de proposito as bus da ordem as
A Preguica.
US mesmS piUUUO.NO, vcuiau iucti i'tiau.mn, |<.iiv..^. ira||iww ---- -----------
que nunca foro refutados. Appareceoa pon- que nos sao conbecidas ; em huma palavra
eo as paginas deste Diario ( n. les deste anuo) dignas sem duvida do melliore;-, concienciencia no motivo que nos faz obra
transcripeoes eupiadodu .Mr. Romilli hum lista conissao do Aulbor be huma maraviiha!
artipo bastante infeliz sobre esta materia. Deixar de ter parte o curacr.o noslerpoedo es-
Ilumdever deconsciencia nos iuduz a diser Ipbilo quaadg sebe Herege, Dcista Atlteo,
alguntas palmas sobre olio, e lomos com ou o que querque for porque nao se quer ter
rst dado a razfio e frito o prembulo dalle o trabalho de examinar onde est a verdade:'.1!'
neeso bosquejo Pode-se julgar bem iulencioiiado aquclle, que
l'rincipia Vlr. Romilli definiado a palavra sem examinar as provas da verdadoira creuca
Tolerancia:He huma virtude ( di. ello) des|ireza-as e menoscaba ? Aquella, que
e "ll,UUO lill'iua c^............^...v.....V~."" 1 1 i>
grossa i quem tiver lacs g. he. ompare a n imeira infeh- i h de do arlio de Mr. Rom..-
i Oleaill l-i .----* imuia nimw ^ 111. vuv y i uMp.^v | v, v--wh "l-------- M7-
em geral de lodo o Tute (Vaco destinado a ', prevalecendo-se de sua razo julga-a suliiei-
viver em sociedade com oulros Tules lo freces ente para ajuizar de I
romo elle Esta definico he certamente a
esta Administraco fiscal as he: as do expe-
pediente.
Aminislraco Fiscal a8 de Fevereiro de
1810.
Castro.
A. F. interino.
PRF.FE3TBA.
P riiiTE uo da '/.(i Di', i lvF.nrmo.
Illm. e Exm. Snr.Fora presos bonlem
mil.ha ordem c tivero boje destino : Joze
Gomes da Silva brar.co pela i. patralha
do districto de Tora de PorUS para o servi-
co da Marinba Januario Angico Joaquim
Marques da Penba o Paulo Vicente pe-
los pelo Sub-Prefeito da Frcgueziu de S.
Antonio, o 1. poi estar armado de urna faca
de meza coas pona e insultar a um pardo,
estando este em su i casa ; n a. por se ter op-
posto prieao d'outrem ,-elo (ommiseario de
Polica do districto das 5 Pontas o o ultimo
por ser encontrado no quintal da Liberna de
cutio Commissario de I olicia sem sua per-
nniso -, e Joze tambem prelo escravo de
.i Seria disexaeto sedissease, que Tole-
rancia he o sentiinenlo de lodos os partidos
fracos que pedem que os toleren) al que
se torncm fortes.Batamos bem cilos a ou-
vir todos os das intitular porvirtude muitas
i ioleiras c at indignidades desta vez po-
rcm nao deixeremofe passar o Mono. O sen-
imentu proveniente de traquea nao be vir-
lude, he huma necesaidade mtriaaica da mes-
ma raque/a. Virtude propriameule dita ,
bem sabemos que be recompensar o mal pelo
beneficio: por outra,Virtude be a indi-
naco que nos dirige ; reelido das (acuidades
eos, quando a respeto
de ludo o mais a reeonbece Iragil, e limita- |
da ? i\ao be perlurhar de proposito as lois da
ordem atacar publicamente a lUdigio Calno-
lica (liando, alein dos caracteres de ver-1
ib.deira- -uidado Santidade, Catholicidade,
e A jiobtolicidade. que ella s conten he a
ieligio do Tslado ;' Resta s provar que O
piopiio Autlior o seu Traductor, e lodos
o iuimigos da Igreja Cialliolica esli incur-
sos nossa excepio do artigo : e dada esta pro-
va devem ellcs conformar-se com a sua serte,
isto be que os nao devemos tolerar e que
a Aulhoridade Civil compele infligir-Iba a
pena.
Os direitos do raciocinio, que Romilli com
racionaos. Ora nao podendo nunca a fra za conduzir-uos reclido e per fe i o de julgo aggredids pela F e que tanto se
/' I .1- J.a ,,..-.. ri .--i .ill(> .'l l l > ) i tu I ("iii^-i.i h> iliilm.ili.i' ...ilnmliHiiln tliiittt i
nossas faculdadea segue-se que ella nao po-
de jamis ser origcm de virtude. Partce-
nos queja se deprebende o esti opiado da
definico de Romilli ; vejamos pela sua dia-
lctica, pela genernlidade de sua proposi.ao,
a abe excesso de humanidade indu/.iriao os
principios do seu dogma. Se a Tolerancia co-
mo elle quer be a virtude de todos os Entes
fracos Romilli Ente fraca devena ceder a
o desejo do seu cavalio Ente aluda mai>. fraco
-se montar por este al-
A. tonio dos Santos Mira por um sobado d do que elle e deixar
Polkia briga. gumas ies para esUre
O Sub-Pieleiloda Boa-vista parlecipa que edade I... Vejamos ag
parlecipa q
, ; i aUi o cadver de um pre-
to qu- havii Wtescidoaflogado no dia 74
lionleii"
gora qual seja o apoio ,
quea historia farnece aopinio do adversa-
rio dos Catbolicos n uj-r da '"i -"' ''a Magdalena, e nue I dosem ser commenlado.
se Ibe lez a competente vislori. Huma das maiores glcnas do Ci.r^i,.:,!:,
Nada mais consta das Panes hoje rerebidas mo hum dos cafeteros mtM autenl.ct
, sv.-rHaria. I omnipotencia de seu Fundador., heqt
le a-
eanso em defender pertendeudo sugeitar lu-
do at os proprios v.isleriosda Religio ao
escarpelo do raciocinio querendo que o ho-
mem s se conveusa do que pode compreben-
der a sua inlelligencia e que julgue incri-
vel tudo ipianto llie be iiicomppehensivel ,
estes direitos digo, sao mui limitados. Tor
exemplo i s nos conduzem a verificar se a
crensa que se exige de nos he revelada por
Dos ; se houvero milagres que attestem
esta revelacao: no momento porem que est
verificado este faci ou o raciocinio recusa
crer por estar escravo da concupiscencia do co-
raco, enlo o individiduo be reo pela pro-
posi(,o do Aulbor ; ou nao resta outro recur-
so ao raciocinio, do que submeler-se a pala-
vra ue uoos e crer os Vbterios os maia i-
(omprehensixeis pela uuica razo de que Dcos
odisse. Jugutn rationabile Chama-lhe 6.
A preguisa he dos sete pecados mortaes o
que parece menos mo c a quem o diabo d
a nulhor apparencia 5 porque parece que na
sua iuaeco nao b malicia alguma j; que
nao fazendo nada nao se pode prejudicar a
pessoa alguma. Com tudo na sua inaceo be ,
que consiste o crime visto que anaturesa,
teudo feito lodas as cousas para algiun lim ,
exige do bomem hum trabalb e huma 00-
cupaeo conforme ao estado de cada hum.
preguieoso torna intil na sua pessoa ,1
obrado Creador. Panee-me menos estima-
vel do (ue o porco, sou querido primo ; poi-
que este nao fazeudo mais que comer e roer ,
ao menos engorda, e vem a ser ulil para o
sustento do homem ; em vez que o preguieoso
de nada serve nem durante a sua vida nem
depois da su t niorlo.
A preguica he o ultimo dos seto pecca los
moraos. Parece, que pala sua extrema lai-
xiva o pozeraar .presamente o derradeiro des-
ta coRipanbia criminosa' he o traves-eiro do
Demonio, eollirouo do peccado d'onde d
audiencia publica a todas as qualidades de Cri-
mea, que o Diabo, como verdade ro ineslre
de ceremonias iulroduz e lhc appresenta
para que o preguieoso tenba ao menos [arase
divertir alguma cousa que posta ser de seu
goslo
^ A Dos faz-se-lhe a corte de joelhos a os
Grandes da trra em p, cao Diabo deilado e
eslendidosobr'hum canap, sem facer eousa
alguma A irm mais querida da luxuria bo
a preguica. Sem ella esta nao aebaiia lo f-
cilmente accesso pata com os Grandes, nem
seria lo bem servida pele commum. A pre-
guica be que sem a assistencia do corpo a-
chou o egredo de ol'.ender a Dos com todas
as castas de pensamenlos impos e obcenos ,
e que nos procura alem disso diversas qualida-
des de indisposicoes e doencas.
Quizara que a represcnlassem ein forma
1
c
(1) Vid l'sajm. t, 4 ti, 7 1, 109, &c. :
osep. 25, 4g, 54) 6,6i| 6a de Izaisi os
cap. 38, 1*Q de Ezeq. cap. 1 de l'an. e o de
/..al.ll. ,li.lu... vj^-i. >..jy (a) Vid. Hisl. do estafa, do Cbrist, tirad*
s dos authores Judeos e Pagis.
i


DIARIO DE PERNAMSi) C O
Hllt*----TI '-1
ata
TOe mullier que tem ar molo e~:m I a n**-
f sos contados coberta com hum vestido de teia
I aran ha cuj cauda lerasse o somno en-
[ rostinda-sa no braco da seu prmeiro cava-
{ Ihciro que lia a fome e seu sequilo cora-
U posto de m serias, pastando a primavera de
* su i id ido sobro lium leilo de repauso e seu
outoinuo no hospital ; poique rouba os das de
su i vid t sem la/.er cousa slguma em huma mo-
tea infanta faz pnssar o liomem da morie
nos trabalhos atarnos cajo director be Luci-
fer } porque Homiues -uihil agcndo inale
agor discuul alem deque
II campo dell accidia e pieao d orliche.
(Max mor. do C. d'Oxeustir)
Infeli/menle a preguiea lie o mal endmico
do iiojSO Brasil nao lauto pelo clima rpian-
to pela prodigiosa produrcio d> nosso solo, o
anda muis par causa da escravaria. Aqu para
se nutrir nao carece o homem de dar-se a fa-
llidas, e trabalhos ; parque na interior as
ni alas llie oli-recein abundante c.i a os ros
o pescado e parto di liltoral lein os mangues,
ecoroas rue lhe submnistraG oearanguejo .
o arat o marisco etc. ele. Alem dis'.o em
IlUOl paie onde lodo o trabalho todo o s >i-
vico lie leita par bracos esclavos a preguiea
toria-se bum caracterstico de disliueeao e
nobleza ; il'aijui o fatal despre/.o das Arles
maiiuacs, d'aqui buma aristocracia poras-
sim di/.er facticia d'aqui finalmente o pou-
codisvcllo, que nos merece a Ii) Ui tra.
Entre os nossos ricos Agricultores nao (al-
tan preguicosos, que eominellendo lodo o tra-
balho a seus escravos capitaneados por bum
Feilor nada mais fa/.em do que dar a Bate al-
;uinas ordens, ir de passeio buma vez por ou-
tra a o servico i; to:lo o mais lemp levao em
snelo occio, embalauciado-so ca buma rede
no montono repouso do lar nienle m tiles
chama a isto a sua bem aveuluranca .- mas eu
nao sei como pude hum eule racin d levar
dias intuiros rcsupi.io en. Iiiima rede dormiu-
do, ou scismaiuio, ou sem la/.er cousa alja-
ma, lium bouiem assii parece ter nalureza
de poreo : vegeta mas nao vive e ser usa-
ra villiu, se se nao der aos vicios mais srdi-
dos e brutees. Que vanlagena p-do contra-
rio nao lem sobr cates aulbomatos o homem a-
migodaa letras 1 Com lium livro na mao elle
nutre o seu espirito c lempo, se liie deslisa
em doces e innocentes pr.ueres. Na velluce,
qlUUldo o quadro lisongciro dos prestigios da
vida vai seiisivelmenle perdendo para elle o
colorido, e belleza, quando lodos o fogem ,
ou o olhao como bum proposlO da morte,
nos livros encoiitra consoladores, amigos, e
ineslres.
Muilas das nossas meninas pecca grande-
mente pelo lado da prguica. Avezadas desdo
berco a ser servidas por escravas ellas adqui-
om bum habito de indolencia, (jue as torna
preguteosas, e deleitadas Huma moaama
amarra o cabello a .. Cbi [iiinlia OUtra cal-
st-lhe as mcias esapalos, oulra Iraz-lhc a
quartinlia que llie uca.a tre/. palmos de dis-
tancia oulra be chamada para euchotar o b>-
licoso gatinho; porque Jfy nao teiu disposi-
co paradser sape. Nao fallao seohoritas,
que levao todo o dta em completo o,ci, ora
ueitadas ora andando pela casa sem lom, nem
soni, ora postas janclla. Nao dio bum pon-
to nao arraojaS bum vestido: obasbaquedo
pai ou mani ludo paga fra Bffl >uima
huma senbora deslas ou be bum paslel de cu-
ne iu be buma boneca que su serve para
(gurino. trabalho be a tate de toda a ri-
queza editoda a prospeildade. Comers o
leu pao com o suor de leu rosto fot preceilo
imposto por eos descendencia de Ado.
VAMEDADE.
Comprei de proposito buma bihliolheca
(trasle alias bem desuecessaro) s para buscar
as minhas armas na capa de cada volnine, e
cmpreslava por basona os livros aqualq-uer.
que m'os pedia dispensauJo-ma do os ler ,
vista a opulencia em que me achara,
.landei de mimo sinco mil cruzados a bum
bouiem muito sabio que arraiijou fcilmente
a miaba genealoga, fazendo-me descendente
dos Ueis Godos por bastarda e o quadro ge-
nealgico loi peadurado no lugar mais apa-
rente do meu salio.
Certo plebeo se lembroa d dizer bum dia i
minba meza que os bomens ruha lodos da
nesma origem', eque a Nobreea devia fan-
dar-se em virtudes pessoaes mostrei-lhe
que "ara ser alguma cousa ueste mundo era
preciso ter nasudo fidalgo ; e eem que elle se
catlasse, depois dbuma rcsposla lo enrgica,
passei ordein ao nie.ii criado para que o dtSpC-
lisse no caso de voltar ao meu palacio.
A brea de ouvtr a lodos di'.e', quceu era
pobre ebeguei a persuadir-rae disso c a
respeitar bum rapaz muito mal criado que
era nou fillio s por possuir miis bum nao
de noiiicza doqueeu.
A senl
no determinar t principo veniente a Carla .i-'
lei das guarda Nacionaes pari algura n
met em jurdieao q te Iho nao cooij
porestef) quebiaprepor Libello Cnel
. ..: > cono i -
seu i, irdino Antonio, l>om
le nobreza. doqueeu. met em juruicao que me nao compe .,.,,.,..,,................ (
A scihora Marqao/a tinba bum desm lio se tem vi.-lo iqocpod muilas rui- no qnal ti
oiro que apparecia noportaalgum mecnico. Ras, eserreo ede responder concelho e deira Oaud ana do Ltvi i i-
,-. M ,v ,'-, i!. C.:.....I___l....i:..... ..' *,,! I I,. ,.,,;< ,,:,,,... limnnlflrn JoaOUlIll IblinOS e SI V t
Fet-me comprar a ISobiliarcbia 6 a Sciaa-
cia do B-aso queeroS a sua cartilba detO-iM ib9|ivhmu.........
das as horas; e pelo que" ella me lia coabeci Uider-ir e at tambera acontece de obedecei
cUrameate, qaeanossa familia gozava foro algum Xefe inlicito porlnamonr; e ossim
1 1* I 1 I I '. .^...... ..^ ....li-iAlumA /Li \ lili I L I ,\ vi .1 I I
(le sulordiiiar aluru soldudo e uns crimen Umet>leiro Joaqu
de responsable lade o que ludo so pode con-"
de nobleza des d'anles do lempo de Ado e fc-
va.
s espero no patriotismo de Vms be que sejao
mais gele <\o que eu c bem pronto para o ser-
Eu possava os dios ou no servico do Paco vico Nacional e principalmente lod is as le-
n na caca (por me di/.erem que era huai ; /es do nosso Lmperio e as Aulboi tdade cons-
exerccio pronrio de gente nobre) echorava por l i tu ida pcis s podemos er merecimeato c m
i.qtielle feliz tempo, em que se poda mandar as boas obras o .pie coaGo nos meos Innaos
metter hum plebeo n huma masmorra ecar- \ l'rasileiro ludo li.u-cuiarem mili.or do quedi-
regallo de ferros quando este tinba o desalo- to f.ca por ser De \ ms Subdito que mu.lo
ro de matar bum veado que destrua as saos osdeseja garantiar. J. F. C. 1.
nlantacoes ,e Iba devorara o pao de sua fami-|
i- Golanteodotempode resta*
Tinba huma filba (eqae filba !): educada
rom as Ucoes da senliora Uarqucza era digna Este anuo Pclo lempo da Pesia certo basba-
de sus m aiada nao conlava seis anuos deo que eslafou dous ou trez cavallos cal ig .dos ja
buma bofetada n bum l)c/embar;;ador; por se sabej em correras por cerla estrada onde
que este leve o atrerraento d abrcala. A Iba Gcava huma menina a quera assentou de
menina nao devia casar, scio co:n lium Du- na.norar com todo o afiaco j C depotS desles
que ou om bum Principe olhada a nobre- preludios e de medir duas vezes o chao com
/.a de sua Ilustre casa raras quadados que o espinba O dirigi a sua pred.Wta o ser
',a deseavolvendo. iil'"!j >lbetinbo esdo primeiro m >m ., -
,,-., ati peo pie enle faa publico ,
que leu uaelbado con ece qu
I nao c -.tem nullidada e perisso
de semelbante Jrbello aenbum resultado fa-
voravel poda esperar por isso se conforma com
omesmo Testamento, eroga ao Testaipn-
(erodeseo fiiliecidc irnwo cumpro auaa dis-
posicoes, iios que u abaixo assigiado em
lempo aeabam far a menor oppos
Manod Antonio Domingaes.
(J-Niava recoahecido )
jy A vsv.vi, que anaunrou querer com-
prar um cuvallo de carro dirijase ;i ra d>
iiospico na quarla casa terrea q'acUar com
quem tratar.
Luiz Cardozo M intenegro retira-s*
para a pro. ocia do Cear a tratar de sua sao-
de.
*y Vcade-se urna negrinln croulade-
dade de qaairo a cinco anuos, pro|Wiu para se
maullar en inar pan mucama p u ser mui-
I i espi iia o habilidosa quem i | eilead -rdi-
rja-se a rna d'Horlas caza terrea I i o, lado
i desenvolvendo. il""iJ "" "i ^" "mi.-n-, ..:..-- -."f"*....., V
CVescia- e i poda dizer de cor a arte he- loemque os meus olbos bnlharao sobre orne- direito indo do pateo duUaraw para os ...
i- i ......................1.. %.lw iiulrc .la sua forniosur.i nili)itou-m<> nr<\. vri.)--
raidica;.. e miaba esposa qoe punlw todos liodredama lormosura pa pitou-me oco-
os penes a par das aaimaes dometlicos, nada rajaode ver hum relalo lio lermoso sem pa.
rrvnva par csse lado da illuse immitii, Os rellano primor 5 o por uso como he a pr;il,-
l pers, a os patos do seu terreiro nao Ibe erao ra occasio que leaho de ma oavires esl is
mais ndfferenies, do que essas viz ci-eaturas, brillianles patarras, por isso des de ;.. me
quereceberao danatureza bum sangue pie- snto o mais leliz enle por querer da na tu reza
cumprir odever que ue amar: Bimamar he
o prmeiro dever e a primeira garaalia, que
a natureza noi aipoz amar ao nosso senie-
l.i.ti.te e a ere tura feminina. Querers ,
ingrata, perjurar este dever lo santo? Nao,
nao 1ie preciso este perjuro principalmente
em bum coraco senstvel, como oteo. Nos
vemos, que as mesillas leras tigres, l>
ledes, e colias, moustrosestes que sede-
lieo.
Quem o advinbara ? O Ribo do padeiro vi-
sinbo oro lu/.i) huma iilumcsrencia ao vealre
da uossa Nlaiqitc'iiib i sua mai lo la em pran-
tOj econT os cabellos desgrenbados veio dar-
me esla Irsle nova ; e eu veado a minhaar-
vore Kenealogica cortada por semelhanle modo,
entreiembum espanto lo enfurecido qoe
ulguei uiorrrde ndigaaco roas o resul-
tado, uue leve a niinha dor, foi acordar-
me.
(Exlrahido do Sr. Mercier no seu Boanet de
Nuil.)
Sem duvda o Sr. Mercier ni ste seu Aplo-
go nao quiz dirigir o tiro da salyra centra a
nobrezaerageral, nem cintra aqalies que
ndo sen mrito se elevira a cargos distactos
ua saciedade. To manifesla i|uslica u >o ca-
li na intencao do escriplor judicioso que su
pode ter em vista laucar o ridiculo sbreos
individuos que sobndo por indignos raeos a
buma classe respeltavel, abusao de >eus ttu-
los e honras, passindo hum i vida mole, c
intil, e que incoados d orgulho opprimem os
sea* somelbantcs, com quem afortuna nao
loi Uo prodiga. (Kxlrabido.;
Copia fiel d'buma Proclamai a i a certa Au-
tboridade no mato : e vai opiada com a
pcopria orthogrupbia.
Amigos Sdades Conrados lirasieiros
Toados unios Por eu muito dse jar prestar
servicos a nosso Patria, ea Naso, a garan-
tiar as anomoacas de \ bm por essa be a causa
que me dspuscom a minha pouca possbilida-
e de apresentar-nca daute' de Vms /." como
manila a lii e regulamenlo i" meo pouco
conbecimento pow que su posto nao baja ou-
iro ile mais goslo do que cu para desojar toda
lelicidadeda patria e Respaitar as lezes ,
porem siai lem oulros que l.nba mais riqui-
zitossuficientes para este emprego como dig-
mosos de mais fozeada e sirlldade os que tem
mais Instruccois Militar e Juslicaes ; e Jun-
lameaia aver alguns que esteja maisa-
provado Km fidilidade as suas fuucona que
lenbao inzirsidj eiriotu, pois sou mo-
derno, e nao me chegou ocazio importuna
pora justificar o quaulo desejo defender as le-
zes do nosso Emporio e garantiar os riquizitos
delta, pois Amigos brazileiroa eonradbgSi-
dadoos Como Vms. confiaras em mira por on-
ra de \ ms. o que por minhas impocibilidades
nao poda como fica isposlo desejo que com
a teusao que Vms. me noroearao : Com mais
atencao e satisfaso devemos nos olerecer
quando liver casio at a propria vida pelas
lezes do nosso Emperio, porque he miuo.l,,
devor dos bonrrado Sidadoos sac ilicarce e
principftlmentes pela relijiam Sania Catlica e
a i oslulica rumana de N. S. Jesu ChnsU) por
que de ludo seremos por ella recompencado a
!ao iicn para pagar os nossos llirmanos O
muito que nos leu prestado que al com o ul-
timo que be a rda tem dado por BOS sem nos
ler menino em Comodu em algumas Ocasio ;
Oulra sim recomend muito opezar de nao prU
, izar que todos serao mais previnido do que
,.-,. < que lodo o Sidado dar ler seos Cdi-
go partMiao IngioorauMH o que os nosso Xi fe
lyrios.
SZT Precisa-se fallar ao l*'r inri m I ci-
nara Uurges a ne ocio t.....i in ~ '
mi da Madre de Dos prensa dlgodu i
54.
tSST Precis i- se de alagar am 1 ira para
o servico externo de urna caza do pejuena fa-
milia, dando-se o Milenio, c puando-se
trezentoSevnle reisdiarios; no Itecife de-
fronte do porto d i> cain'i is em oa subn leda
portadas ama re I as.
i.~ Quem qniser mana ir engomar r u i
cera asseio a presteza
\ lamento sobrado I)
uirija-se a ra
d 1 Li
1 i prmeiro andar.
ItfUCS t Liiu.ua uwumwwih IIUU SBUC- ------- ...
clarao huns aos oulros, mis logo que vem o Va* de pequen a lamilla n-v ra ua tl
%jy Precisa-se de urna mullier para ama d;
. 1).
....... 1 .
seo prximo raudem-se a este sacro bymi-
neo : quanto mais nos que somos crealuras
de Dos, isto be, mostrar-lbe, que Iba le-
nbo amor, e que devamo-nos amar. Ob
aa lado esquerd >
j- A quem lhe faltar buma es rava de
na :ao C abo pr ure 110 ungenh 1 Borralbo
em casa de Pinto b'eliciauno di Costa, tavra-
1 -
nlio amor, e que uevamo-nos amar. O.i ''ai .m "...............5.-
Geoss as brilbautes estrellas, que resplan- dor do-mesmo Eugenbo que dando o* i |-
detera, a luminao omundo-, ser rana, de oacortoslbeentregara ; a mesmobenhur
igualar sem parelha no primor: ase \ adrerle que nao tica 1 ral par qual es-
laadecem o mundo os seus olbos lamina travio que bouver dadila t
o meu coracao ; suos cabellos lu a lila em Roga-se a qual com-
que esl traspassado o meu coraco. sua face prasse um wolecote dol. j de
angelical, linda, e mimosa sua boquiuba | 1 Ma ate 0 presente 1......1 pernas b-
assim breve, ecrderoza, seus olbos pre-|as, na p direila duas marcas de Ierro la-
tos, liados engracados, d'alvo marfim seos zendo or ; baja de dar
bracos torneados soavozmeiga, doce, e j pha que se promette nao : proceder contra
rracosa, sua cintura gentil delgada, eairo- possudor so se deseja ibvjpquem o yeudeu,
sa, seosdeates, que s fazem parelha com o I carao tambera se gralicara a :"1 dll "
jasmim, sua lesta sem pareihn no primor cravo possuir, ou delle der noticia.
su. garganta de cristal, suas mosdalfeuim W il,lin rar* Portuguez que 1 l n pa-
ludo mais que oo piolo com pudor, mas que tica dos Kngenbos de assucar suas de
ser oh eos j termina eiuKai o ratrwto era cas e trabalhos assun como DeMiiiares1 se
fim do meu amor ; por cuja consequen ca lhe oerece para administra o de qualq rdes-
,, o cm o amar .uc Ve e me tem que faca las cu/.as ou ambas reunind i-lbe o presta
' ,s canudos como Voce fara que era huma am de todos os ai mi is, e 1 icripti ione es-
sccuabiilhantamelbor do que ussim espero sarta ; eigualmente para Caxeiro 11 esta Pra-
resposta por saa preta para cnio lhe espilicar ou da ra ou de lojas de lazendas ou fer-
o meu .nenio. Eu sou aquel le cavallinbo ragens : oSnr. Propnetario que o quizer es-
... .< ...........>.i 1.' iirni'iu'i .11 i*iia l'nriii'i/a f;.i ea/.i
russo querinxa mulo, que oulro dia hia
esquipandu a empinui na sai porta, par
igual que tinhi chapeo de paiha e o tal ca-
perimenlar procure ua ra rormoza em caza
do Ai rematante i\i llluramaco.
i_>- Prc isa-sc de /5< rs. a juros -
Sl'Jliai 1KIC lllin 1 iii.ij.v.i uc 1 ima c u ui ta- -- -
vallinho esl muito gordo, que aiuguei a .. se pijhores de 01ro: queraos quizer darn-
tudo para Iba mostrar a minha paxo, que nuncie.
be lil'.a dos lacos do consorcio e i me ic- d" Quem pre 1 1 huma mullier par-
1 .1 1 nara y
nbo explicado.
A fealdade Ancdota.
Hum sujeilo muito rico tinba huma iV.ia,
a quem amava ; mas to horrivelmenle lea ,
que era mister ser pai para a poder BUpportar.
Como pretendesse dar-lbe estado imaginen
casalia com bum ceg; oque eonseguto me-
diante hum grande date. Algum lempo de-
peis appareceo no lugar hum oculista, que
se dizia ler restituido a vista a muitoscegos ;
e logo nao faltou quem aconselhasse ao s#ogro,
que levasse o genio ao facultativo. U-'os
me livre disse aquello se o Proiesssor res-
lituissa a vista a meu geuro este de certo me
iprnaria para casa a lilba : por tanto fique
cada um de nos como eslava
Hum bouiem exquisito tendo bum cao poz-
Ihe o nome de corno ; e como fosea a SUS casa
buma seubora beata, ede muito respeito na
familia ouvindo o sujeil cliamar por tal
noaw a o animal disse-liie Ora Sr. I ,
nunca penset, que Vm. poxassa ao seu ca-
chorro lium nome de Cbrislao.
Avisos h versos.
O abaixo asrgi aonum i
da para ama de caza de homem solleiro: diti-
1,1-seao beca do Poctobo do pauella \). i.
Ouerece-se hum Parluguei de idade
de vinle anuos para Caixcirode qu ilquer cs-
belecimenlo nesta Praca ou lora delta ou
mesmo para fura da Provincia, nao sendo ven-
da : apessoaque se quizer utilizar de seu
prestimo aniiunoie ou dirija-so atena do
ourives ua ra Direita junto Igreja de > S.
do Perca ou no Atierro ,\ Boa-vista venda
que fe do (nado Carlos Joze Lopes.
\_j- Precisa-de hum hbil oficial de Pe-
drei.o : quem se queira encarregar de buin.i
pequea obr>t no Recite dirija-se a la do-
Nogueira U 19, l.ulodoSul.
i^y No porto da ra Nora seachahuma
por.,a)de l.a, i de a a '> palmos, e de
palmo em quadro e vende-se por prev'O com-
modo sen lo ido de b mi qualidade : no ar-
mazem da ra Nova 1). j/j.
_..' Precisa-se de duzenlos mil reis a pre-
mio de deis par ceulo ao mez com bypotbeca
em urna escrav ou sobre oulro negorio, que
s^ dir vista ; quem qu'iser dar annunie pa-
ra se procurar.
-----\ ende-se uma caza terrea na Cidade
1 / .i .a............. 1 v ........,1.,..%
Ue V/iinUU Ua lUit UU illlUUU lli Uliu 'i......
a per tender dirija-te* a ra da Hurlas casa!".


n
DIARIO DE
553^ / pessoa que Bnuunciou querer dar
1:000*000 a juros de doos por rento ao me?
sobrehvpolhacaera predios, quen Cruz 1). > \
PRRNAMBCCO
umiwiiiiihwrm
l
naBUBKmmamammuBBnmxBBG
Lonas da Russia de primeira sorte ; x^r raa escrava.de idade de ao, ven lo
pm casa de Hermano Mehrtens na ra da i deira de ra cozinha o diario de urna, en-
saboa roupa sofrivelmente na ra estrena do
orna grande faxenda de gado no i Urna cnrroca para um boi cora mesa Rorario no terceiro andar por etna do Escri-
iiyrus, serliodoserJ i a- ora, e as rodas em muito bor estado-, por vio Bsndera.
rahifca dirija-scao novo beco por detrados nreco commodo; na ra da Madre de Dos
Quarl isda polica V 0 rniazem n 07.
Jo 011 terceiro anda
nha COmmodos nnra nmn '.imi.i e I ue
icommodos para urna familia
era ra que passc procisso : quera tiver an-
Jiiin.'ie.
- Precisa-sc de urna ama de leite qu
nao tenlia Glho ; na ra uora D venda d.
I 'errera I.i. a ,
I I lo :s rclii
para a Provii 1 m ,-. t!a 1 -
lo i> .
SSf* Um sugeil >cl la pi
ca de
ii mp 1 que se conve in...... >. e um
\o fiel : quem qui er J ir nnu crie.
1 < \ ra fci-
tor qui 1 1
:ic t;;' una
beira a dian
I-iC : 1
K Ou ti ilguns (piar!.os por um
hara ruco pedrez, bastante
1 and 1 il meio na ra do !l is-
liciocasa un 1 aa PadreMeslre Laurentino,
lefrontedo sobrado novo.
Urna cadella a Iravessada muito nova
lil ha, e pes de a'ccrim na soleda-
...
is finas couros e Corros para
rhiipi los agora da Irn a ; na ra
nova ado iriz D.t)
Duas I 1 de casas terreas na cam-
: de 1 ia ;i ra ; 1 tratar na
popor cima da botica no prmei-
I tocreoulode idade de \ an-
tenda varias habelidad pie -
5C7" Urna mnlatn clara de idade de a5 an-
nos, pro- ra para lodo o servco de ama casa,
com um fillia de dous anuos; na ra velha
D. 35.
z.j~ Urna escrava creoula de bonita figura ,
!a\a perfeitamente de varrella cozinha odi-
arlo de urna casa cose faz renda e be
quitandeira ; em fot a de portas lado domar
n. 7-.
I en escravacreoula de idade de annos de bonita figura c ptima mucamba
por.serrecolhida ; e outra dita de naco ben-
*uela com bonita figura
i!f nma rvn e be
por sen Sr. retrar-se
na ruadireita f) ao lado do Livramento
r Cantellas de hlhetes da lotera do the-
coznha o diaria
he qul m leira vende-se
r:trn Tora da provincia :
airo devulidas na vgessima parte ; na ra
ao comprador ; era Olnda sobrado doCabug loja junto da de cera pre.70 5oo
unt > a cad ia.
o
Presunto bom a > o a
a loo a libra .
libra ,
vinlio
paios a
a 11 ao
tsar
idade e
mndezas
fcST
r<
nos.
. afle da melbor qualidade que se
tem visto nesta praea em sacas to armazem
doBraguez, junio a Conceicao da ponte, e
para que os compradores nio juif*uem que una
11 riu iez d ,: Rozario venda da quina defronte da Igreja, pago mais de que oulros se declara ser p
'""" ;,;:; "'' ';- ;:-'?- ara todos, ode5ooopagos lofo
ru ty Catiteilas de bilbetes da lotera do tbe- em sedulas.
ia-8e ir6 a premio com pinlro- nrro, a I >ntos res ; na p'ra a da Inde- :J- Measd laia'pretas parasennoraa64o
s de ouro na ra d 1 prui. ., | loia n -a .
daruinova .. rafaa ;(j0 bicliasa lio, e
no 1 ;. laudio Ti pie nio pegarera ; na ra lar
'
lo Ramo-, (.'.
I : que annuti 1 1 l
rara I lo para Garro dii
rife n.
a ra do ._ lia 1
prclo he m
proprio para socan ,;
.v -' Quem precisar de urna creoula 1
ama de urna casa que a lodo o rvico de
u a casa dirija-se a ra 1 Irincheiras ca- c
sa del'ron 1 vendada qi
Precia le urna ama de lei
ra da 1 I -Jo
ai a de naco oplima coz-
opar, ditas par-. Padre a 800 rs. de ; 1
18 na ra do Livramento loja de couros jun-
to da botica do Sr. Manoel Romao.
v t y Ricos pretos e brancos fie linRo lar-
gos e estreitos e meias para snnbora ; na
prica da Independencia n. > e i\.
r Cantellas do Bilbetea da Lotera do
ilieairo a 5oo ri -: na praca da Indepen-
dencia n. 26 loja de encadernador
"ravos Futidos
compridas a *56o e curtas 1*700, navalbas
ia lavadeira, e quitandeira finas e ordinarias para barba. lnha de carri-
1 vicio algura ; na ra das Cruzes tel de todas as cores n ffo a dua e era U-
i>. idoandar bra t'h 5o, botoens pretos -de wtroz para easaea
com sen trassado, e urna lian- a ."00 rs. carias portuguezas a i35o o masso,
",' i linha preta de linho a a^oomasso, fitas de
1 de idade de > garca a 940 a vara, e larga a 310, e de guar-
- foSo Baptista Claudio Tresse pede a o
!llm. Sr.Prefeto, emaisaathoridades poli
caes aprelienco de um sen escravo de nomo
Benedicto, que desaparecea-lhe no da 1 > ilo
c irrente., o qual fui comprado ao Sur Jlo
Pfederico \breu Reg morador na ra de
verdes D. .8 no da 17 de Selerabro
p p o dito supo lar furtado, eternos
signaes seguintea ; baixo chein do corpo.,
cor fulla cara redonda e cheia olbos quh 1 -
dos, nariz chato o andar pesado falla des-
cansada de idade de 20 anuos', de naco
mucambique ; quem o pegar leva ao ditoSr.
a cima morador na rna nova I). i) que re-
compensar.
Fugonodiaa docorrente um escra-
vo creoulo de nome IVJauoel cor retia ,
cara redonda e com alguns signaes de bechi-
gas (>'.< escravo veio da Paralaba e supe-
s ter fgido para aquel le lugar na companhia
de um cabra captivo da Sr Francisco fcJaruns
de Lemos que fugio tambem no mes/no dia ,
sera fcil descobrir o dito escravo VJanoel por
que furtou a sen Senbor algumas pecas do
roupa branca e um par de botins de dura-
que preto ; (juem o pegar leve a ra da cadeia
acasade i\lc Calmonl & Companhia, que
ser generosamente recompensado.
Esy Lesa par eceo de hordo do Rrigue Roa
ventura nodia -i de ezembro p p. ura es-
cravo de nome Francisco de naco calduda
altura regular cheodo corno, olhos meos
encarnados um talhoem ura braco por cima

PARA 1
de Morco ; r carie r ou i' de
m dirija-se a 3o da i>
-s, c ... engomma ensaboa, co- nicoa48o, ditas para-debrum de chapeo,
/mliaod nma casa, e serve para ven- a looo aficca, bicosde I nho de todas as lar-
d r na ra do que tem bastante pralica; na guras que hojeraasse procuraneotftrosmui-
ruado Ir nido da quina do tos obectos por preco commodo na ra do da munbeca urna barruga no raeio das costas
le; na beco da Carvalha c!>s ,.s g horas do dia, Cabug D, l loja de Francisco Joaquim Da- r:,h!-sudo |iestoro ; quem o pegar leve a
1 de loaquira Francisco de Vicllo arte. sen Sr JosGonsalves Ferrcira querecebs-
tsw Urna molata de Idade do i'i annos r ,0 00
-,_ t^J" uesapareceo no dia :>.f\ do correte ao
Cava I ante ia bra em diante.
; Urna casi de pedra e cal no logar do com bous principios de cozinha, engomma ,1
ereiro a diante~do poco da panella, per- e faz o mais arranjo de urna casa; ro pateo me, 8' umaPl"'elhadeescraVos, de
iodo; cora qualro. qua ros duas sal- de S. Jos D 3 naco benguel%-, sendo um de nome Manoel,
i'.
I)
rranue
ou a > nlraz do corpa lo, o esledeSSSFe < no armazem
inesmo un I icar no .'. de J ieii o, 1 so do Bn
com- le ta.boad.) d" 'ubo da Su
uha fora; na ra de Manoel coco ,- Urna preta recolbida de idade de 5 cor fulla estatura alta corpo espigado, as
ios, cozinha, engomma' muito bera e ,l'icoens parece civili-ado mas no fallar he
farinha de trigo de Tr- cose sofrivel, e faz todo o mais servco de nma um tanlo bruto olhos vivos, levou chapeo
casa ; na ruadireita D, ib' por cima da loja de palha camisa de algodozinho da lena ,
de couros. e calcas do mearoo 5 o nutro de nome Joao,
al-
sc- Urna negrinba com principios de eos- mas a't0 bruto, e preto da cor, com al
, co la-Ios exi Icn- de todas as grossuras, e laboado Americano lua; na ra da Cruz n. 6a no prmeiro an- 8U,S pflnos no rosto no braco direilo tena urna
de to comprimenl s. e larguras; no dar. siealnz ao p do hombro que parece ser do fo-
:. -' Cera em ellas do Ro de Janeiro, tan- '. P;'s. 8rpss06 levou chapeos de palba ,
nrm izem novo atraz do theatro.
guelngle/ '...'. Capitao el com mlellas de bilheles da lotera do tbe- lo por atacado como a relalho; na ra da Cu- ('am'sa ('e'Ul piscado, e caigas ele algo-
todabrevid \e\ ir ter a maior ; irle de sua Pire a juinhenlos rcis ; na ra ra larga do bug lojj do Antonio Rodrigues da Cosa. ozinho curtas sem cqz e nfiadas ; quem
; qui 11 quiser caire ir dirija- Rozario loja de miude/.as I>. 7. t r Um par de castanholas de znco : na os Peg,r lTe as 5 ponas t). ij que receber
se a os seus C latarios Me. Calm Umescravoperito olFicial de tanociro ruado Oueimadn n 1 i 5o.ooo.
ra do Queimado I). 1 1.
" I in casal de gansos ; na ra do Onei-
mado Iqjas de fazendas > 10
^- Peludos lavrdos de cores para coletes;
na ra do Queimado D. .-.?, e pracinba do
J i1 ramen!:) :). 5
Una canoa que pega em (i a caixas ,
1 os s as ;. natarios Mi ; ab ion! Umescravo perito ofiicial de lanooro ,
Companhia., najuadae e o mais que al hoje tem aparecido tanlo na
:.\i VR ICAT1 a S 1 Felici 1 trucan de obras como na sua destreza era
de m apronta-b : na ra do crespo loja ). 2 lado
carre ar, entenda e com dito Mes- do norte.
. oucom so dono ; Joaquim de z.:y Umpiannode muilo bom athor, e
i'1 a Riboiro do nlli to tanlo cm boniteza com em
1 pra a da Independencia n. 37 e b'. cora todos os seus pertences menos velas* na
rio, (un irangeii Ara-I eules de Inlaruga para roarratas de praia do collegio ral y ou vende-te be d i tone- muito boa qualidade massos de cartas por- z. .r Urna escrava do rentio de anpola de
Irata-se con Antonio Jocquira d ditas francezas massos de linhas idade de a? annos, de bonita figura muito
SouzaRibeirn. de Rretanha dita de carril:! de todos os nu-, hbil para todo o servco ; na ra da c
raer carleirasde algibera, e milherosde ojade ferragens juntoao ilfaiate In lez
rever j na praca da indepeu'- C itellas de bilheles da oteria do
:' theitro, dev< essima parle,"pre-
Un molalinbode idadede 4 auno., co de Soo ris; as 5 pona lojas dos Srs. Mi-
m,ecom principios de al-1gupl Joaquim de denezes ede Jos Marlins
j; ite ; no porto das canoas na ra do Apoio da Cruz
Urna (-ciava di
1 reir &
(Id:.. la 1
t cari
. .. ,1 .i 1 1 irieiil< ;!- dez lio
i as i." dia
1 Jo Rdwai da por
i eir, de um com- daeencavilbada de cobre; a tratar com os
pleto soriment de 1- seus consignaarios Henry Forster & Compa-
muito velleia e superior Escuna idadede i5 annos
ariondena ton ladas forra- Romma e faz todo o mais servico de urna ca-
naca ) angola de
itba ensaboa en
dez
1 iadas
ras da manh i no narra 1 1 tra-
piche novo,
(i- nina u.
S
f.- O trllalo de dreiio cvcl de Mello
j'n-iie, traduzdo ou < lo ein porlu-
uguez ; 1 te

. Caulellas a do loteria d<
t! cairo coutendo : nfalireis para
nicni coi
i i--! 1 ii!.' ilivel de 1000 ; pro
npsta
P i
i-ara j*1
cabra de bonita figura, 1 en omma-, lava.

ir na sol '
ra i.- trapiche.
Capim de planta de muito boa quali-
1 \ ibo arroba, ese mandando couduzir
p ira a 'asa do comprador a 2oo res ; na cs-
dos afilelos sitio da (amarina.
%! l'i psde vcludo e de cass.i da ultima
moda pira enfeites de chapeos, vestidos, e
armar cabecas de senboras chitas, e c
francezas de bonitos padrees c tintas finas.
rarrileis de relio/, de mnilo boa qual ida e de
1 as cores, ramas de ilgodo brancas e
loail 1 < cortinados lm estojo
I tara dentista com 1 1 trros para tirar, lirapar.
cometal para chumbar dentes, duas
do ;, c outra de 1 i cha-
ves um
11 ra loia de Frederico (


I di n lito 1 oa qualidade i
...
ga loja do Sr. Randera,
10j I:
do

a 1 ; na 1 na
m molalo de idade de -> annos de
1 I' fi ;ura i. ibil para todo oservi c na
odecarniceiro; na rea de S. Rita nova
casa D. i.
Seis bos e duas vaccas sendo os bois
novos ealgun* ja passados refeitos e em
estado de Irabalbarem ; no engenho mundo
novo a tratar com Manoel Antonio de Je-
zus
' Cera muito boa a nove ceios reis a
a ; na ra da cadei 1 loja n. (>'.
y Nove portas de louro com opte pal-
e meo de cumprimento o .i ancuas
na ra direita I). 55,
Urna negra moca de idade de ->-> an-
ri nd ida para fora d 1 provincia;
er ai 1 unce
' ma vi nda na praca da Boavisla, com
na familia D. ti, a tratar no
- 1 S Cruz D. .
etilo
SAVIOS tffftADuS NO DIA a6.
COTlKGUlBAj 1. das K.echt Hepanhol
Diemante de n5 tonel. M Paulo (mu-
ir i:q):i) il carga assucar; a Wuuo
aria de Aeisas veio reparar avarias, e
ne pera Trieste
'O ; ; dias Brgue orluguez Mara
Feliz de 120 tonel.. Si. Antonio Luiz Co-
mes equip. j carga vinbos seboias e
inail ^eneros ; a Antonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro, passageiros 3 portuguezes.
GENOVA pela liba de Gore ; oj das, edo
ultimo porto 16ditos, LugreSardo Ama-
sonasde i8j tonel M. Coraigtero Gio-
batlo equip. 1 em lastro ; a T-hraram.
SAI IDOS NOMESMO 1JIA
RI() GRA IN : 10 SL cora escala pelo Rio
de Janeiro; Brigue Pac. Albano VI.
Ribeiro dos Sanios, car;a assucar,
ero um brasileiro
ENTRADOS NU DIA ,;.
BOSTON; o das, Brigue Americano II
de a'.o tonel. M. John R equip. 11 ,
carga gelo ; a F Mansfield.
RIO E IANEIRO; i- dias. Brigue Sardo
Sultanode uto tonel M. Joao Andr ,
em lastro : a orde-m.
SAHIlO JNO MISMO I IA.
UVERPUOL;-Barca Ingleza Columblis ,
'. ) Greenb carga varios eneros, pas-
sageiros o .v r. eba&tio do Reg Barros e
um Inglez.
OIJSERVAgOEN.S
Deo fundo no lameirSo um Brigue Acmeri-
cano.
i undiou no Mosqueiro o Brigue Nac. Uno,
e no lameiro um Barca Portugueza (|ue
resfrancezesa ao,000 a dn>ia 1 nao deoaiml.' oregistov________________
letalhpa 2000a pelle 5 ama direita L>. i REClE B* A IVt*. E Ai. t. E F. itf to



TABELLA
Mfnnrn,
k F.
DESPEZA PROVINCIAL.
Classificaco da despeza feia pelo Alinoxarfe Thesoureiro
Pagador das Obras Publicas, liento Bandeira de Mello,
no 2. Trimestre do anno"financeiro de 1839 a 184o ,
que decorre do I. de Oulubro ade 31 de Dezem-
bro de 1U59.
OBJECTO DA DESPEZA.
'
ADMINISTRADO FISCAL.
Parcial. ToUl.
Ordenad*", e gvalilicacoes aos Empreados. ....... i.83g(J656
lmpusso l i.3 Timu-t-lie......i...... a>Uuio
IWI palias. ................ 8;U9*o
Despwa luuda................. gU3o H961U806
inspecca geral.
Coronel de Engenta iro Inspector Geral. .,........ >4Uooo
Capillo as Orlens. .............*. cjiSoo
Amanueiue Extraordinario. ............. i4"L'ooo
Papel, penas, Livro* etc.............. 61480 524UyR**
GABINETE THOPOGRAPHICO.
Dous Dtienbiblaa..............;. ooUo
Hnm dii Extraordinario.............. 69U000
Srvenle!,.............. 46U080
Feriapens. .,............ 36oo
tf.lele.................... 9U66o
Concerlos de Oirs de Ferrtiro........ bl'ooo v
Desptia nuda................. 6U63 43>U3i
COMPANHIA DE OPF.RARIOS.
ratifiraco ao Medico. ....... : aoooo
dem a^aPedieiios................ 106000
Fardantes 1:^f80 (( (a) .........:.. :5,3B8o
itoupa para a Inltnnaiia. ,.*... -' '.'Vi", "l **l
Sepulturas e enterrainento........... o*
o-pel penas e Litros.......*....... 'J??0
ierro de diferentes qualidaiks.............. i:17J457
<- ggS [..'.......: *
rchivo.......'........... ?Jri2*
Jlensis (a)...............* J8,,
Manlimentcs (.J l............... "SSZi
Dierentes Despeas, (a) J*
SrV-miJd.; .' .' '......... 3Ua$ .MfrP.gtf
ia:58USj


375Uoo
7:136U59o
fcj Parcial. Total.
" Tranaporte. i iptlBaS?
QUARTEL DOS ENGAJADOS.
m.*h. 56........... 3'8,'7o8
Ferragen* ...... =....... ,,
Obas de Pulieuo................. ___^_
PONTE DO REC1FE.
Material de Carpinteiroi .......
PONTE DA BOA-VISTA.
Inspector Pardal, i............... &**" '
Grade d ferro! .' .' .' .'............. 77..JJ400
Ferragena ................... aPW*
Melenal de Carpinleiro............... 1:737 J5 IJeui de Pedreiro................. giljo
Fete, d ir.adeiras () ............... 40. U 00
Atoadlo ................. 80U000
Coiicerlos de Obres de F.rreiro............ en"0
Despera miuda........<........ ____
PONTE DOS AFFOGADOS. .
Jornaea.................... 2.!5 11
Material de Carpinleiro............... bjU8oo agiUJSe
PONTE DE SANTO AMARO.
Jornaea.................... p63U3ao
Mot-u-.ldpP-a.ciro................ i:oi8D3bo
Canelo de l'edra ................ i5i7p
PONTE DE MOTOCOLOMBO'.
Material de Carpinleiro.............
PONTE DO BU JAR Y.
Inspector Parcial..............
rp.NTB DA MAGDALENA.
Jornaea ;.........*........
PONTE DE SANTO AMARO JABOATA.
Material de Pedreiro............' t )68U4o
Ksteiraa para o $1-1 ventea. ....t. ........ 0U840
Aluguel de raa, ............... 5Uiao
Fete decavallns................. 4^>D8oo
Aluguel de boia................ J 3aoUooo
ESTRADA DO MANGUN 110.
orttae*. .........*?. til 3qiUjoo
Maleiial dePudreiro, ............... i5;>U64o
a:i334?o
i5t,Ufloe
laeeoo
3C4c
5$4Uifl



O Cofre da Administragao Fiscal das Obras Publicas a cargo
lo em c com o Cofre da Thezouraria Provincial desde o 1.
do corrente armo Finan*
1859. Receita. Deve.
Oulubro i Pelo Saldo que passou do i. Trimestre para o a. i i:648U885
,, i 5 Dinheiro rtxcbi.Ii> neste da da Thezouraria......... lo.'ooollono
17 dem Idim dem........... 9o3Ua47
,, 51 dem tdei dem.......... 35ooUooo
Novembro b dem dem dem .'......... 8 gV 64
29 Mein dem dem......... l4:5g4U579
Dezeinbi-o'6 Mein I lem dem .... i .... 6:o- Ouo
,, 16 dem I em da Thezotirarin da Fazenda. ..... 3 00 U""0
,, a4 dem dem da Thtzouroria tia Provincial...... ^3"Ui(j4
1, 3.> dem ld>.m dem........... i5:o-uUoot>
-... j
56:i88L'o39
Administracao Fiscal das Obras Publica lo de Ja-
Beno Bandeira de Mello
Almoxarife Thczoureiro Pagador.
ERRATAS DA TABELLA.
Pag. Dispeza n.iudas do Gabinele Thopogn.pl.ico em lugar de iGU63o -- lea-e 15 63^
dem A.ota(a; doE.rd.men.oe lu.es perlence asegundas pecel... nlo m.,.
v\t' ? Nnl ( / malenaM Pertet.ce segunda parcela e o a mhas.
Pag. i^ ^ transpone de. para e 3. pag. laltou leva. 55 U6.,'o para a colima parcial
dem Soma das despeza8doePo9o8 ArUzan093bU8oo -. enioWuo cono ella? P


*'
\t
do Almoxarife Thezoureiro Pagador Bento Bandeira de Mel-
de Outubro t3l de Dezembro de 1839, 2. Trimestre
ceirode 1839 184o.
1859.
Dcspeza,
Ha ver.
Driemliro 3l Pelo que se despendeo com as obras Publ^as Provinciana do i. rio
Outubro at 3i de Dezembro de 189, com ic6 documentos
conforme o extracto e Tabella........i ?
,, 31 Pelo que se d< speodeo cora as Ot>i as Publicas Geraf-a e tos conforme o extracto e clasificaco da Tabella n. 2. .
Somma
IU
5i:5o7U o3
3:88U625
64;5i)5Ga8
Saldo que passa para o 3. Trimestre ,
.
i:592U411
i
56:i88Uo3r)
nero de 18io.
Antonio Francisco de Moura
1. Escripturario.
Pern. na Typ, de M. F. da Faria, i8.


Transporte.
Ferramenfa. i i'', 4 .
Ferragern. f ^W. ,.'.
ESTRADA DE PAO DO ALHO.
Timen le Encarregado.
ESTRADA DO SUL.
Alferes encarregado.
Gratifn ac5>-s. .
Ferrrameiila. ,
a. Lanco.
3. e ultimo prestado ao Arrematante......
a Tei'fo de huu> arco.....'.....

ESTRADA DE S\NTO ANTAO.
Eugenheiro Civel.............
Compra de caza, cajueiro, coqueiros, e bitianeiraa.
ESTRADA DO SOCORRO.
Encarregado da Planta .........
Jornaea...............
CADEIA DO LIMOEIRO.
Inspector Parcial.
Parcial. Total.
34>ia4U8i
iocjU3ao
GUaoo 7a3Ui6o
a3o583
184^009
5j)"-U4oo
fjauoo
600II000
1 3()Uooo
346U800
3oUoo0
^
7:84oU4i5 8:4748|5
739U000
6960001
ia*Uo*a
QARTEL DE POLICA.
Jo mies .
-i F-rr.gen. ,
Despeza muida.
COXIA DE POLICA.
Jer
Vlftei ial de Carpina
ledem de Pedreiro.
FOCOS ARTEZIANNS.
Aluguel da caca. .
Conducto dos ule
THESORARIA PROVINCIAL

*
Jornaes. .i .
Material de Ca pina.....
dem de Pedreiro. .....
Gradamenio de ferro..........
Perragena............J *
Concert de Ob 1 a, de erreiro.........
Despera miuJa. ,.,... 1 2
58HJo5o
61K080
37U10
90U880
loaUGg')
4 BU 800
l3aUioo
SaUooo
6800
83aU36o
33oUooo
1 iSUgao
S00U000
SiUgao
338oa
60U740
7a4i70
3835.90
38U6o
i:64al?74o


4
Parcial. Tolal
Tnauport*. ;....? 4r-878473
GBBAL DAS OBRAS. I
Jernae*................... SHFJ5
Fenagens.................. 5*U8-o
Cabos de linho,- crrente de ferro a lea t rio, e sebo..... 7o'57ao
Material de Cmpioteiro. ."............ 906000
dem de Carpina. .... 4........ 4aooo
dem de Ped eiro................. 33r>Uooo
Chumbo.................... 66U800
Fabrico de Canoas....... ........ i34Ut'o
Obras de Pulieiro.............. ? 64U800
Medidas de cal.................. Sifjooa
Fardameuto para os calcetas. .... 117U060
Ppele penas.........'........ 71640
Concei tos de obras de Ferreiro ....... 55Uo8o
espea raiudi, ........... 85iio 3:6af 53w
mu, .
5l:5o7Uoo3
As adige que levlo a nota (a) (orlo despesas feilaa pela Repartido do Arsenal de Marinba ,
pagas por esta Administradlo Fitcal rn reitude das oidens de Exm. Sur. Presidente da Pe-
thcb. Administradlo l'i-cal das Obras Publicas 11 de Jaoeira de i84o.
Antonio Francisco Je Moura,
! ticripturario.
4
Pern. na Tjp. dt M. F, d Feria jSjev

a


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