Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04023


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Full Text
J
Anno de 1840. Sexta Feira

Tudo ngora depende de nos iwesmos; da nossa prudencia, moder.
cio, e energa : continuemos como principiamos e seremos aponladds
con) admiraciio entre as IVacoes mas cultas.
Proslamaco da Assemblea Geral do Brazil.
*2ESf jPjFi
-----.------------ i o Subscreve-s* para esta folha a 3#ooo por quartel papos adiantados
nesta Typografia, ra das Cruzes D. 5, enaPracada Independencia
ns. 37 e 8, onde se rccebem correspondenciaslegalisadas, eannuucips,
insirindo-se estes gratis, sendo desproprios assi^nantes, e vindos assig-
gnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parahiha e Villas dess prctencSo...................\
J)i!a do Hio Grande do Norte, c Villas dem...................( a ..
Dita da Fortaleza c\illas dem..........................jSegundas e Sextas Fciras
"Villa oe Goianna................................../
Cidade dj- 01 inda..................................Todos os dias.
Villa cleS. Anto..................................Quintal fe iras.
Dita deGaranhuns e Povoarf.o do Bonito......... .-...... Dias lo, e a4 decada mez.
Ditas do Cabo, Serinliacm, Itio Formozo, e Porto Calv. Ck^ .. .dem 1 11, e 21 dito dito,
Cidade das AiagoAS, e Villa de Al acet............*& J........dem dem
Villa de Paja lie Flores.................................dem 13, dito dito.
Todos os Correios parlcmaomeio da.
21 de Fkvkbkiho.. Numeho 43
CAMBIOS.
Ff.VERF.IRO 20.
Londres...... rn Ti 4 35 por Ifpoo cad.
Lisboa.......So por 0/0 pfrcraiOj j>or meiaiouererdo.
H tanca.......labris por franco. u
Lio de Janeiro a pur.
OUR'J Moedas de rtfioo rs Velbas
t. Ditas %t %( Novas
Ditas de 4<'ooo rs.,
PKATA Palacoes Brasileros.......I60 a i|58o
,, Petos Columnarios---------------- i5ta invino
Ditos Mexicanas--------------------- i^J. a >( ,0-
MJi.o a l47oi
*0" a llov
H/j IOO H Sff'X'O
17 Segunda -
18 Terca------
19 Quaita -
20 tjuinta -
21 Sexta------
22 Sabbado -
24 Domingo -
Premios das Letu s, poi rae 1 i;S a 1 ip por loo
Moeda de cobre 3 a 4 i)-" 100- de dije.
Dias da Semana. ]
- S. Silvino B. ------------------ Sesso da Thes. e and. do J. de I). da 1. v.
- S. Tlieolonio Prior------------ llellico e and. do .1. da U. da 1. man.
- S Conrado F.---------------------- Sesso da Tliczomaria.
- S. Eleutberio B. M.---------------RclaeSo e Aud. do J. de D. da 2. vara de m.
--S. IMnximiano B------------------Scs. da Tliez. e an-1. do J. de l>. da 1. v.
- S. Margarida de Cortoua F. Re. c aud. do .1. da D. o a 3. v.
- da Scptuag. S. Lzaro Monge. -

Mure cheia para o dia Ji de Fevereiro.
As 6 dorase 54 minutos da tarde As 7 horas e 18 minutos da manli.
j----------pj*
Sf^SWSVitf*
PERNAMB.CO.
GOVEP.NO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 17 do corrente.
Offieio Ao Inspector da Thesouraria da
Fazenda, enviando-lhe a conta de urna ror-
rente de medir mandada faser no Arsenal de
Guerra para a Provincia das Ala<;oas a fim
de que faca pagar a sua importancia pelos
rendimentos d'aquella Provincia a qui arre-
cadados.
Dito Ao Director interino do Arsenal de
Guerra communicando-lhe o conteudo no
precdanle offieio, eoidcnando-llic que faca
entregar a corrente de que so trata ao Eo-
genheiro Cevil Aristides Franklin de Mor-
nay.
Dilo Ao Engenheiro Cevil A. F. de
IVIornay rommunicando-llie o conteudo no
anterior offieio.
Dito Ao Prefeito da Comarca signifi-
cando-Ule, que tendo o Regente em Nome
do Imperador communicado a Presidencia ,
pelo Imperial Avizo de 18 de Janeiro ultimo
que Fr. Julio Bovo. e Fr. Barlholomeu
Marques religiosos da Ordem dos Meno-
nores da Regular observancia de S. Francis-
co se acho competentemente aulhorisados a
pedir esmolas na America Meridional para
conservacao do Santo Sepulchro do Salvador,
e suslenlacao dos Religiosos existentes nos lu-
gares Santos, e ordenando que nesta Provin-
cia podessem livremente desempenhar a Mis-
sao deque se acho incumbidos sem que se
Ibes oponba o mnimo obstculo da parle das
Auctoridades da mesma ; cumpre que expeca
as precisas ordens a este respeilo, a fim de
que os mesmos Religiosos gosem de toda a
proteco de que sao credores como .Sacerdo-
tes da Religio de Je/us Ch listo e Missio-
narios Apposlolicos incumbidos de to edifi-
cante Ministerio.
Dito Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas respondcndo-lbe, que receba com a
legalidade precisa o segundo tanca da estra-
da do Pao do Albo do seu respectivo ar-
rematante Sebaslio Antonio de Mello Reg,
visto acbar-se concluido de conformidade com
o contracto como participou cm seu offieio
de 14 do corrente mez.
Dito Ao mesmo ordenando -lhe que
mande despedir o Inspector Parcial da obra
da ponte da Boavisla visto acbar-se o mes-
mo Inspector Geral encarregado da dita 0-
bra, informando quaes as obras administradas
dequeseaclia incumbido
Dito Ao Administrador Fiscal das obras
publicas communicando-lhe o conteudo no
precedente offieio.
Dito Ao Commandanle Superior da
Guarda Nacional do Recife significando-
lbe que tenlo constado a 1 residencia que
fora recolhido ao Quartel do Corpo de Poli-
cia o Soldado de primeira Linba Estevc Jos
do Espirito Santo cm consequencia de nao ler
partecipado ao Capitao da CotupanhU de
Guarda Nacional a que pertencia, que tinba
assentado prac no Exercilo, ordenou ao
Commandanle Geral do dito Corpo que o
remetesse para o Deposito dos reclutas visto
, que tienbiiKia pena deve soffrer o mencio-
nado soldado por lala de fortuulidade q'->e
deu lugar a sua priso, tendo alias procura-
,o prestar osservicos no mesmo Exercilo.
Dito Ao Commandanle Geral do Cor-
de'PoHcia, parafaier sohar, e remetter
para o Deposito o soldado de que trata o pre-
cedente offieio.
Dito Ao Commandanle das Armas, com-
municando-lhe a expedicao da ordem su-
pra.
Dilo-A Cmara Municipal de Goianna ,
approvando a arremataco trienal dos Disi-
mos de Mitineas e laxa dedois mil reis so-
bre as bocetei ras, emascates de seu Munici-
pio pela quanlia deWaUooo reis, conforme
partecipmi em seu offieio de 10 do correnle.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 18 do corrente.
Offieio AoExm. Presidente communi-
cando-lhe em resposta ao seu offieio de 14 do
corrente, que leve baixa no dia seguinte o
remita Renovato Rispo de Lima, nao se
podendo reaiisar a demissSo do oulro reeru-
la Joao Gomes da Silva por no existir se-
melhante individuo nos Corpos da Guarni-
cao a menos que mudado ten ha o nome co-
mo mnitasveses sucede.
Dilo Ao mesmo Exm. Snr. commu-
nicando-lhe, que no dia i.f do corrente a lar-
de, desertarao em caminho cinco Guardas do
terceiro Balalh.io de Olinda, que vinbao ren-
der oulras tantas pracas do destacamento do
Buraco vindo desta sorte a apresentar-se a-
li somenle o Furriel que os condusia e a
continuar o anligo destacamento composlo
presentemente de um Furriel, e oilo Guar-
das forca insufficienle para o servico e
guarnicao do mencionado Fftrte. Concluit
ponderando de novo a necessidade de ser o
destacamento rendido, a fnn de evictar di-
serces.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remel-
tendo-lhe competentemente informado o re-
querimento do primeiro Cadete do terceiro
Halalliao de Artilheria Joo Carlos Cavalcan-
lede Albuquerque, que pedia permico para
continuar os Esludos de sua arma no Liceo
desta Cidade, sugeito ao servico nos lempos
feriados, e ao comparecimento das revistas ge-
raes e extraordinarias do Hatalho.
DitoAo mesmo Exm. Sur., trans-
mittindo-lbe o requerimento de Jo o da Cruz
da Fonceca que pedia demicao para seu fi-
Iho Joao Basto da Cruz em servico no ex-
ercilo do Sul, allegando que estando elleem
idade avancada, e achacado, a companbia da-
quelle seu filbo Ihe era presentemente conve-
niente para cuidar de sua subsistencia, tanto
mais porque ja tivera oulro filbo soldado o
qual falescera na campanba da Bahia em i8a2
e informando, que a pretencaodosupplicante
devia ser tomada pelo Governo em considera-
co solicitando-se do Exm. Presidente do
Rio Grande a vinda do dito Soldado para aqui
ser demittido posto que dos assenlos existe-
ntes na Guarnicao, naoconstava a remess
de tal praca para o Sul
Dito Ao mesmo Exm Snr. remelten-
do-lhe competentemente informado o reque-
rimento do segundo 'Pnenle da Companliia
de Artifices Joao Marinlio Paes Barretlo que
supnlicava a continuaco da licenca que go-
sava quando terceiro Commandanle do Corpo
Policial at o fim de Vaio de correnle an-
uo, -.i
Cito__Ao Brigadciro Graduado e
Director interino do Arsenal de Guerra, para,
que houvesse de remeller-llie nma nota do
valor das pecas de fardamenlo que pelo
dito Arsenal seabonou a nove pracas viudas
do Rio Grande do Sul, e que embarcarlo pa-
ra a Ilha de Fernando em Outubro do anno
lindo .
Dito Ao MajorCommandanle do Depo-
sito, commuuicando-lhe em resposla ao seu
offieio de 10 do corrente que a Presiden-
cia havia passado ordem ao Arsenal de Guer-
ra a fina de recebere estanhar o segundo cal-
deirodo Rancho conforme requisttarn;
Dito Ao Commandanle da Fortalesa do
Brum, communcando-lhe em resposta ao sen
offieio de 1 i do corrente, que o preso \Iano-
el Hoaventura Ferras. devia segundo asorden*
da Presidencia ser tratado na prisao onde se
aeha visitado, e receilado pelo Facultati-
vo encarregado do curativo dos presos
pobres, pagos os medicamentos pela Thesou-
raria geral devendo para esse fim elleCom-
mandante entender-se com o referido Facul-
tativo, e scientificar ao preso destas disposi- j
coes.
Dito Ao Inspector da Thesouraria ,
disendo-lhe em resposta ao seu offieio, que o,
Alferes A. F. de Miranda tinha em seu ajus- j
te de contas, direitoao sold addicional, at
i o dia em que nesta Provincia fez a sua apre-
senlaco de volta do Rio Grande do Sul, vis-
to que obleve do Ministerio da Guerra per-
mico de retirar-se para a qui a fion de ser em-
pregado comocinvie3se,ecompativel fosse com
o seu estado de saude, e nao licenciado co-
mo por eng:>no ou m intelligencia mencio-
na a guia que o acompanhou.
Dito Ao mesmo,communicando-lhe, que
a prestadlo mensal de iSooo reis, que nesta
Capital deixou o Major Joao Francisco de
Mello Expedicionario ao Sul hia ser do
1. desle mez em diante reduzida a 35U por|
assim o baver elle ordenado ao seu procura- '
dor.
Dito Ao Exm. Presidente e Comman-
danle das Forcas de Santa Catharina com-
municando-Ihc o exposto no antecedente of-
fieio, e que os vencimentos que o Major Joo
Francisco de Mello por ali percebia, devia
ser do desle mez em diante augmentados de
i5U reis. ...
Dito Ao Major Commandante inttrino
do terceiro ISatalho de Arlilheria, exigindo
certos cxclarecimenlos a respeito do AHeres
A. F. de Miranda addido ao seu Corpo.
|)lo Ao mesmo procurando saber, que
prestato deixou nesta Provincia o Alfares
lose Mtinis 'lavares e a quem era tal pres- |
lucio loinecida, |
S)versas Reparticoens
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sesso do dia ao de Fevereiro.
Na Appellaco Chel do Juizo de Direiloda
a. Vara desta Cidade Appellanles Joze Tho-
mazdeAguiar esua mulher, e Appetla-
dos Joaqiiim Aurelio Pereira de Carvalho e
sua mulher, Escrivo Bandeira; se julgou
pela reforne.Ja senta.
TM Appellaco Civel do Juito de Dtreito
desta Cidade Appcllanto .Mara da Asmmp-
cao ierreira da Grata Appellado Luiz (ion-
zaga del'reitis, Escrivo Kerreira ; 'oicon-i
firmada a sentenca com a de< laraco de se I1-1
uuidar o pedido pelo Autor Appellado.
Na AupvlbrSo Crime do Juizo de Dir*ito
j da Villa do Porto de Pedias Appellante.
3io Francisco de Alme'tda Appellado o Iui
70, Escrivpo l'oslliumo 5 nao se toniouco-
ahecimento della.
O Embargos de Joaqun Euzabio de Bar-
ros contra Junuaria Mara de Sania na Cali-
za de Appellaco Civel desta Cidade, Escrivo
Chaves torio recebidos e reformado o Accor-
do embargado.
ALFANDEGA das FAZF.NDAS
A Galiota Hollandeza Ilendrick vinda do
Ainsterdatn entrada em 19 do corrente Cap.
H. K. Sielzena, consignada a N. O. Bieberi
Comp.
Manifestou o segujnto.
2oo Caixas com queijos llamengos ii4
harris cotn ginebra oo botijas cora oleo de
linhaea 4 barricas com alvaiade 5o harris
com pregos, 1 caixa com espingardas t dita
com sapalos e carnizas 1 dila com una cha-
peo.
Fora do Manifest.
7 Gigos com ginebra. So harrilhiuho
com manteiga 1 dito com lingoa*.
A Pauta he a mesma do numero a 1
MEZA DO CONSULADO.
A Paula be a mesma do u. -so.
Havendo precisa de mais serventes para os
trabadlos do Arsenal de Marinha o lllm.
Snr. Inspector manda fazer publico que as
pessoas livres que nesse servico se quizerem
empregar compareco no mesmo Arsenal.
Inspecco do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco 18 de Fevereiro de 1840.
Joo Matioel Miguis.
Secretario interino.
O lllm Snr. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha manda fazer publico que tendo appare-
cido quem lanca-se em urna amarra de fer-
ro petiencentea Barca Naufragada na Ilha da
Fernando a (juantia de 4-^.? r i lil em
consequencia de annuin.-ios ja publicados; no-
vamente convida a quem na mesma amarra
quwer lancar sobre esta qnantia que com-
pareco ateo dia do correnle em que fi-
car ultimada em arremataco.
Ir sm-eco do Arsenal de .Vlarinha ao de F-
retro de. i 840.
Joo Manoel Miguis
Bm virtudedoart 46 da Le Provincial n
olde'ode Abril p p. pela Administraca
fiscal das Ohns Publicas se hade comprar a
quem por menos vender os gneros seguintes :
Jo tabeas de assualho de amarcllode jH a .'o
palmos de corapi ido e a de largo ; as pes-
soatque tal genero liverem compareco a
esta Repartico para se tratar do ajuste em o
dia aa do correnle as horas do expediente.
Adininislraeo Fiscal das Obras Publicas de Fevereiro de 1840.
Castro.
A. F. interino.
PREEEIIURA
paiiti'. no da *o dk KB-vEar.no.
Ultn.e Exm. Snr.Parlecipo V. Exc,
que das parles hoe recehidas cousta somenle
que bontem pela noite fora iuforcado em um
quarlo dt casa de seu senhor onde se acha-
va em u/o de remedios por estar d>enle ,
o preloj Gaspar, escravo do Francez Debour-
que morador no lugar da Capun$& sem
que Baca sao fie violentado, segaudo as
itiforniace. e vistoria que se procedi .
respeito.







=L
DIARIO
D E
P E R N A M B ii C O
MCE LOiNSCLaDO DE PORTUGAL.
Francisco Jo/e Bodrignes Saca ven Yire-
Consul de Portugal na Prorincia das Ala-
goas &'-'.
Faz. publico que nos das l1 i3 e Iq
ti) me/, de Marro prximo vindouro se bao de
praca dasdc as y horas da manha, al as 2
da tarde no lugar de Jaragu delimite d Al-
fandega, lodosos genero e mais liens movis
e de ra/, que tiraran por faldamento do suh-
dilo Portuiue/. So/a- Antonio Percha ; e no
acto da misma arrematarn se franqbeian o
xame dos referidos ettaUos
ViccConsulado de Portugal'em Macelo aos
3 din do mes de Fevenien de iKfo
Francisco Jote Rodrigues Sacaren.
N ii f Cnsul.
Cohtinuaco do \. antecedente.
tiwmmmmwnmamrmm
i modo que sollou hrrido
affluiram alli vomitando
A forca ata.cnnie fez alto,
dos Portugueses vendo une assim nao se
eumpriam as inslruc oes receidas, mandou
vanear as suas duas CompanUias ale perto
ros bssos Os Kscocezos de envergonhados .
Ibrain depois de algum lempo ocupar o lo-
gar que Hie perlencia (5). O Commandanle
dos Portugueses leon {gravemente ferido ^ o
segundo Qiorto e as Cnmpanhae sollreram
grande peda ; mas lb maior a gloria e a
repu tacad das armas Lusitanas. Pcstas gen-
tilezas vi.mi os l3rilannico8 pralicar aos Luzos
riiissi lodts as vezes que chegavam s mos
dom os iuimigos. I'ara relata-las, seiia pre-
ciso curher v.rande livro Vamos traelar de
vsrm
haslnram par i
indios c si nacer
grito. Os inimigosl Assim o provou elle mandando rapinhar timo
chuveiros de hallas pirata assassino os ihesouros viudos do Mexi-
O Coftimandante co ; incendiar Copenhague onde pergaram
viole qualro mil pessoas ; roubar a esqu-idra
dinamarqueza ; matar, em menos de seis an-
uos cinco milhes de indios nos contornos de
Pengah ; deixai impune o eapito, que sa-
bendo haver un franeez enlre os inglezes Jo
seu commando nao s o lancou ao mar mas
tambera levou a buharidade a pililo de corlar
com a propia espada o hcaco com que o desv i -
lido pe tenda salvar se lancando-o ;i em-
bareaco. (i)
Continua.
oulro objic;o de sobejo nos occupamasdesle
. Cala mu renle na BIM religio cha-
ma -iijHisli'iio as '.miras religoes. Ve-se pe-
los lacios sCgttintes que os Inglezes excedem
nesse \iiiu a';;ii! |uer oulro povo da Eu-
ropa.
No Peinado de Mara (6) sendo eon-
uem-.i d'is pela IriUIU CC ifiioso urna mi e
.,,,..,. i, ...........A,^ lornm U>-
i- mi-jU uiorrerem nueimada*
fogueira. listando
grvida urna (hslilias. ec'iegada
Sequarentvi portugueses
de; o! qua renta ed/is mi
nos, nao aria admiran ?roilealaiu
derrotar setetcnt* nv'. indiose mogores. lo
contrario dos oit centos que estavam na for-
taleza, edos m ;is (pie se aciavam as embar-
ca: oes, apenas eseapuam a < para traxerem a
Europa a noticiado seuinfortuoi >. Que mais
preciso dizer acerca deste ohjeclo ? O di
ina da Livitaunia sempre o mesmo. Os
poftuguezea sustentaran) 3 nonos de guerra
continua contra a Hespanha al obrigab-a
a reconhecer asua independencia. Assim mos-
trara m nao degenerar nos sessenla aunos em
que sofreram o jugo dos Filippcs. Anda no
principio (tote seclo fizeram ver que descen-
diam do famoso Duarle Pacheco
Quando o \ atediar houll entrou em
Portugal, com o segundo corpo do exercilo
Franeez longe de ser bem acomido, foi ata-
cado por urna nacao desesperada [] A iS
de Marco de de Braga mais de 70,000 ortugueios (*)
dispOStOS a cmbale-lo Soult usou da estra-
tegia propria a condu/.ir o seu exercilo sem
euso de sangue porem tiles nao alleoile-
ram svozes do seu adversario. EigOtadosos
meios de paz o Marechal mandou alacir:
no fim de tres horas d" peleja rrliram-se
os Porluguezes sobre 0P01I0 com mulla per-
tla. Lord Chalham levou a immoralidade a
No dia 29 chegou o exercito Franeez uo alto grao quedisseem |leno Pai lamen-
to ,O dia em que a Inglaterra lomar a jns-
las l.ri :... is .. mesma
ao termo ,
(\pclin acii ina rom a violencia das cham-
mis. Um dos lgozes lirou o nHoeeirte do
fogo ; norem nova deher.aao do tribunal ,
mais feroz do i'i'." o a!g z, mandou fm^a-li
011 ira vez as chmalas cous unidoras da mai,
au> etia !
Cassamaoni, escrevendodosass:issinato; da
(rlanda 17), pede a seus eompattioths que
malera no s os herticos, mais tam'jem
OS que perlendam dvliide-los 5 e lelici-
ta-os por tereco assassinado em qualro anuos,
de 1611 a l^fl, mais decenio e quareul.i
mil viclimas. Oulras lanas nao morreram
em Portqgal da peste, inquisitoria em dous se-
c u I os.
Bing Pillet, Byron e Iter re respon-
Ultimos momentos do Imperado Tlieoloro
Lascara.
ranrafiar em huma torre as hordas do mar.
Acabo de hum anno mandar-lhe-bci arran-
car os olhos com vn ferro em brasa.
O imperador reunindo as poUcas forca s que
lite restivo arroujou-se foia do cito, ear-
raslando-se prostou-se aos ps uc Pale-
logo.
- Perdoa bradnuelle, perdoa esta in-
nocente crianca. Vinfja-le ;m mlm, fere-me
com a la espada mas lem compaixa dell.i !
- Ferir-tecom a minba espada Para quei1
D'aqui a liuma hora estars morto.
Ah Com padece-le uguel, compade-
ce-te de hum velbo agonisante e de hum
innocente menino !
- Theodoro Lacaris Dos he justo A
prisao em que leu flho h.'de jaser e:i a
mesnia em que me lizesle a/er lie/, anuos ; o
ferro mi brasa que Me far sallar os olbos
ser o de <,* le Fettisle | ara exnrcel ar os gatos
bravos. que devorarao niinia irmau encir-
rada por la ordem em hum B3CC0 clicio
d'aijuelles animaos. Theodoni hum rei cruel
llo escapa nein a vnfanra do eco, e nein a
dem por nos : comtudu o amor da l'atria e ler esquecidode huma noute funesta .. taive/.
da Jnslica nao pode guardar silencio nesla si'esquera, ponpie oi a nica ve/ em que o
occasiao vendo como procede o governo Bri-! imperador se moslrou cruel para com elle.
tanuicoa nosso espeilo. Arguices injustas j Mi;uel ser;i jeneioso.... desgra ado impera-
Jievestido dehumhahilo religioso*, deita
do sobre a Ierra dura ,coin as mas cruzadas
sobre o pello senta o Imperador Theodoro.
Lasearrs apni'oximarcm-se es ltimos mo-
mentos da sua vida.
Preparado para este horrivel transe, recon- I dos hernu ns
rili-iiiocom Dos e ioteu'psr.cnlc desprwnjli-1 ^a nnu filim ie innorcute
do das gianiiesa ni a-a ler-se-hla de !:o.n ; qual era o crime de niinha irmanPO
j'iado lane.ulo as ni ios di UMiie, si alias o naixpieK'r dar su t illia em ca/amenlo ao leu
nao alotmenla^so a lembraiica de seu fiiho Valido Mus don
loo, pobre menino na idade de nove anuos j Tu rasgaste OCracJode
cina lema calina lajivea ficasse esmugada 1 coracao de pe sera la ni bem u
com o pesado de diadem 1 de N rcea. i taste huma mulher innocente
O Imperador rompen era lagrimas d dor. innocente ser 11101.U. Isio
Precisava de hum braco fiel e robusto q ue lio ^ he justic.
susleulasse o diadem 1 em cima da cabeca de Pois bem exclama Lasearis
Joao sema opprimtr com osen peso, eo imperador. Sob lados ac di ..
deigracado pe s va em torno do seu hila i\!i,;uel poz-lhe op noiestusso, e sudo-
limigos e amheciosos. cou-lln: os ritos. Cala-te, cadver, nao
Jorge zleropolilo nao se poda ter esquec- sabes, que hum imperador moribundo ja nao
do queporordem do impeador, havia sido reina.... Mais para que he impedil-o de gri-
assoilado, com varas como hum escravo lar acrescentou elle tirando op. ninguem
M'usalon tinha sido laucado do conselho U> acudir ninguem vira em leu socejrro ,
ponlaps. e si al;uem appareceese bastara hum ace-
Miguel Palelogo... Oh si este si podesse no meu para te cuspirem ncara.
I epois Miguel ajudou a deilar o impera-
dor e assentou-se ao pe do seu leilo
mna me o leu
as,.ado. Tu ma-
unta crianca
pena de lu-
eu anda sou
111
motivam recriminacoes tuituad&s.
em frpnte da "Cidado~ do Porto. Acbava- se
defendida por seus habitantes capitaneados
pelo Rispo daquella Liocese e mais 1 adres
O Marechal usou de lemos pacficos nao
foi alteodido. Maudott atacar : a (.lado Ka
tomada morrendo no conflicto '->,oc;o Por-
tugue/es (s Francezes nessas reliegas penle-
ram 5,4oo bumeiis(J). All emftecou'o.Ma-
rechal oull a conhecer por experiencia o va-
ler da gente Lusitana. Havia ordem para
marchar a Lisboa nas parou no Pollo, don-
de se relirou para sempre.
JNo fimdoverode 181-i chegou o exer-
cito anglo-Lu60 s mmediacea ue Bayona
Marechal Soult reuni alli 5o,000 h^mens
rom os quaes manobrou quatrodias suecessiuis
nas margeos do Adour. Pin um delies saiu o
Marechal lesta de i5,ooo homens; porem
achoil a I11.hu da sua direceo corlada pela
brigada Poilugueza composta dos Regi-
nitnlus 6, e i.S(.,ooo honiens> Fsscs nelOS
de Viriato e de iJuarte Pacheco resisUrum
a pericia do iNjaiechal ea bravura das suas
tropas eom tanta'atena edenodo que. per-
leram e ganhar.im lies \ez.es o terreno oceu-
pado ora por uos ora por outros (1) at
que chegou o exercito anglo-Luso e leve lu-
gar a hatalba de Nive decidida por um ata-
que de bavonela do Regiment 14 (de la-
10. )
Ue oulro caso me lembro eu mais proprio
(jueslo JNo alaqiu de Burgos em y de
^elembro de ift a, duns Companhias to lie-
gimentO leudo nos flancos urna loica de
ptima Infantera Kscoceza da Brigada do
teneral Pak inaicbarain em silencio stiri-
pe
Huma hora passou sem se ouvir oulro al-
guin som sinao a rooqeiru do moribuudo.
1 dor e o liste (11 algum dia :'.. e hum mo- De repente ces>cu a ronqueira, e urna con-
O Almirante Bing, confessa que os Ingle-| narclia cruel pode contar coir. o amor dos seus vulsao agitou o habito de Irada que cubra
zes pensam ho;e como os seus anlepassados subditos I'heodoio.
O Commercio, diz elle, amenisouos coslunies, O moribundo monart-ha acea a hum dos Miguel incliuoii-se sobre o cadver e li-
mas o clima sempre o mesmo ; produz. espi- seus guardas ; Disei a Miguel Palelogo, rou-lhe do peilo o decrelo que noineava lu-
idlos melanclicos e turbulentos, (pie compareca ante mira j ej. Apnressai- lores de seu fillho a Miguel Palelogo, e
vos. ,, e a Muialou
O guarda corre, e volta pouco depois. Mi- Soldados, exclamou elle o imperador a
guel Palelogo o preceda. ato existe, a mim que ora .levis obedecer,
Ja era noute ; huma nica lampada al- pois eu sou o regente do imperio de Nica;
tica por base das suas delerminacoes sera a J
vspera di sua ruina !Pili, seguiu a don-' lumiava a leuda do imperador, a qual inces- Kis-aqui as ultimas vontades do Imperador
trina de seu | ai ancigou no gabinete de sanlemenle agitada pelo vento a penas lan- Viva Miguel Poleolo^o K\iImario milha-
S. James o caiacler buoaro que seus dis- cava inquietosclaroes res de pessoas. INo dia seguinte 10 do fune-
] ios lera desenvolvido em nossosdias (A)
K.xunsinai os a.maes do crime e da cama-
Uuas malheres e hum sacerdote, ajoelha- ral do Imperador appareceu MnsaIon assas-
das ao pi-do leilo. iIgiavo o inirrwo. (^uan- sitiado em sua casa. /.um anno depois em
upni desde que Ka Re sobre aterra il.z. do Theodoro Viu entrar o agigantado, e seve- huma fortaleza borda do mar, homens de
vrou veris que o reinado de Geor;e i. ro Palelogo fez-Ibes signal para que se re- Sangue arrancavo OS olllOS a hum desditoso
se contra os seus verdugos !
( Traduz.ido do Franeez. )
Canil) ti ce ir o
pioo'u/iu os p. lores disapulos da escolia de' lirassem, e estes dous Iioinens fi carao sos e menino, quu nem si quer sabia dehaler-
Cezar: nao acharis oulro mais inuundado silenciosos em face um do oulro
de sangue, nem mais cieio de cadveres.(yj Foi o imperador quem primeiro rompeu o
Na (Ira-iavlanha coinmelte-se mais en-i silencio, pergunlou-ltie, Miguel tu' me o-
nies em 6 111ez.es do que em toda a iiuropa em \ teias i
G anuos diz. Piltel ; as Gazetas moslram ao Sim res)ondeu-lhe Palelogo com cri-
mundo as acece? de cada dia, Hoje assussina ; meza.
0 marido a n.ulbcr no instanta de Ihe dar no- Sem embargo mandeite cliamar ao meu
vopinliorde .sua uuiao ; amanha degola o leilo de morte para pedir-te hum grande fa-
pae loda a lamilia; ai|ui ve-se otilho matando I vor.
os aulliores de seu*di.is j alli o amante a pu- He porque d nenhiyn outro o esperavas ob-
nhalando asua amada para esconder na morte; ler
della o crime peipelrudo por elle i Le\ain al Miguel, eu sempre leamei, tu bem o sa-
Iciocidade ao extremo de deixarem os cadave-
1 es miz pelas estradas a fim de nao lhe escapar
a roupadas victimas [
mu creacao.
gindo-s-ao liornaveque: amas das bailas ati-1 tros.
radas delle leiiu um soldado Lscoeez de Podero representantes venaes e ministros
ambiciosos sodier insliluicoes liberaos ? hs-
povo ingles uiz. Holbaeh he dado
licenca; o governo nao pode firmar segura tica demasiada severa para contigo.. Si algui
nas estradas ; nasce esse llagellodo modo que
tem da polica a parte sensata da nacao ella
sabe que esse instrumento nas niaos do gover-
no estabelece o despoiimno ; assim antes quer
ser roubada do que fin do monarca ij cuidado
de guardal-a ; e o rei prefere antes ver assas-
Bnar os subditos do (pie permttir-lhes que se
guarden independenics delle [ajAssim ve-
rifica Halbach o qua dis Pllete, Byron e ou-
(tj Armados de paos pedras aalgumas
eapiuguardas na ausencia do sen exercito ,
que eul.io combada pelos i-t.i 11cez.es us
fronleirasda Huta.
[) Uiccioiiano dos ciuileiiiporaneos vida
do V ai echa I Soult.
(.ij t enniliu o a(asopi" Soult e.pcrimen-
lasse aiudd o valor dos Poi;oenses porem
disfi| linados*
1 11 i'odc a<..-i.i aM'i acuialu Uf'. laclo o
General Zigallo; |iois era O Commandaule
dm J'oilUjjiic/as na'juella ao.ao.
virluoz.as e desinteressadas
quuhdadcs que 11 gurern inglez nao possue
las exigem almas
(0) Apologa da reformacao Oip. I. pag.
38i.
(6) Bylda Inglesa liv. a. pag. ao8.
(7) Testamento polilcode Bing. ,
(H) Biografa de PtU.
i| \ iaao do jlii^A 011 inli'ai^To (Ip O, <
(1) \j Angkterre vue a Londres et dans ses
provinces.
'; Systema social.
Des,
Hum sorriso de amargura e de irona con-
trado os labios de Palelogo.
Oh Miguel JNo julgo a minba conduela
ni
da vieres a reinar ( i.eos e os .-autos le li-
\rcin de seatoHiante desgreca)conhecers en-
lao quam desculpavel siu em le mandar pren-
der. Ku ouvia diser em loda a parte 8e-
nhor. elle ambeciona .1 la coroa, e conspi-
ra contra l elle he moco, eioquenle, ou-
sado, amado da tropa.... ,, mas convem a-
cabar os momentos sao preciosos ,
porque a sao mu poucos. Miguel
escuta, ou morro edei^o hum flho, hum
infeliz menino desamparado eu te nomeio
para tutor delle juulameute con Musalon. A-
ceilas este encargo .'
- Aceito.
- E juras sobre o meu leilo de dor e ante
Deas que nos ouve, que sers pe lomo e di-
ligente paracom meu filho '.'
- Theodoro escuta. A nianha depois do
lea funeral, mandoassassinar Musalon esua
familia para ficar sendo o nico tutor de leu
- u tjuui u un a uo uias maudare
filho
(i) A liberdade dos mares ou o governo
descuberlo.
F. este um dos princpaes maleado nosso Bra-
zl. Nos ihfelizmente nas i los no meo d es
cr.v >s A frcanos, somos pela mor parte e qi:a;i
nevilavclmenle mal criados As nrutaes ma-
neiras as grosserias os vicios dessa raca in-
feliz insensivelmeiite se lem iunoculado emu
nosso povo e eis o germen da nossa to geral
immoralidade. Km oufros lempos havia en-
tre nos hum elemento que corrigia o mal al
certo ponto c esle elemento era o temor de
Dos era a Religio em umma logo uortn,
que as doulrinas dos Pblosophanles, trans-
poudo o Atlliaulico se dilfuiidirao por lodas
as classes da SOCedade logo que essa filha do
Ceo tornou-se objcclo de despiezo e foi arre-
mecada inim.i plebe, como simples imbuste.
para Iludir aos diolas, os nossos defelos e
\ icios nao ti verad mais bar reiras 5 o egosmo
as~enhoreou-se do> coraces ea immoralida-
de appateceo em loda a sua nueza ; porque nao
h quem queiraser povo; e assim que os gran-
des bautizad em desprezivel esta ou aquella
doutrina esta ou aquella urlica, os pe-
nenos pelo natural sentimeiilo de imitaco
lam em &S vao despiezando at que desuppare
cem de todo das ideias de una iNaiao.
He vasta e lamentavil sem duvida a nossa
ma creacao. Aondeexisle mais aquello res-
pailo summo, que os lilhos ti ihutavu a seus
pas? Na presenca desle aquelles, muitas
i cacados 1 e lora da jurisdiceo paier-


'1
)IARIO tt fe
PER N A M 8 U fc O
6

Todos
e con
na, eonservavao-se silenciosos, e escrpulo-
smenle comedidos i boje! Que edelho lia hi
de dezeonze anuos que nao diga chalagas'
pie nao zombelec as barbas de seu pai?
(Jn.il lie o menino que desta deirar-se, de
iescompor de descomedir-se peanle seus
lios seus pas ele j Se esles eslao conver-
sando se conlao qualquer caso o rapazinho
toma Ibes a mo, conlradi-los desmenle-os,
narvocpi a sen gosto c nao h que se llie di-
m ; p >rque o joven he espertinho e de gran-
des esperancas.
I l;i poneos anuos presencie huma solemne
m crear.o hum desatoro que bastante me
encolei isou. Huma senhora viuvacom muild
inoderato ecom brandas vo/.es extrauhava
no tlbo ove de quin/ea dezeseis anuos o re-
colhcr-se Cora de horas o sabir de caza sem
||,c (I ir paite etc.: o que pensad furia O tal
brejeirinho? Reeebeo ludo com hum riso sar-
dnica e por ultimo descailou-se dizendu
Deixai-me Lol nao posso com vosco
nao. Nao est bun menino alante .' Nao lie
, sle hum joven de grandes esperancas i i\ao
l.c de presumir, que. de bous burro ao dizi-
nu:' As meninas di sua parle laubein vo-se
udvslrauda no espirito de iiisubordiuaco D.
Adelina araebila o n u iziubo j trombeja ,
quando a reprehenden!, e na presen. de seus
jirojjenlores canta com todo o desembaiacu
llum pai nao pode privar
A lillia de querer bem :
bu as leis dos pais sao sagrada ,
As de Amor mais loica lem
Que bello Que menina espirituosa !
a dcuominao huma joven sentimental
grande aplidao pata t-hilosopba mas eu Jiu-
"., ptndo para v'ellio e couseguinlemeiile im-
Jiu.ento dijo pie a Sra, 1) Adelina he bu-
ana completa malcriadinha e com uplido pa-
la oairas prendes que nao conveiu declarar.
Yyi Uoindom he assomada caprichosa, res-
pondona para seus pais.; se llie embargan qual
quer vonlade quer deilar as casas a bdxo
com gritos ou am i-se a hum cuito dar-
delaudo de redor olbauras que bem patcn-
teoraucor, que Ibe rala o coraca izinho
a pascasa da mai apenas diz esla menina
tem loica de geuio he de muilos sculimeu-
109 i eu porem dir-lhe-hia com odevidu
respeito AsuaYy Domdom, riuha se-
nbom o que lem de muilo he na crcacao. ..
J em verdade a mor parle da gente a quena
se pretende desculpar com a torca do genio ,
nao be, seno gente malcreada ; porque hu-
ma educaco vigilante c bem entendida be
temperar', adobar, e at mudar o tempera-
mento.
Cresce esta menina e com ella crescem em
pmporco geomtrica os desejos de casar : casa
(iualme'ule torna-s mi de lamilla Que e-
iucacao ha de dar a seus (Hhos : A cama vai
pea via por onde vai a mi val a hlli i,
O marido por outra parte sabio da classe dos
iove.is malcriadetes : Coi sempre maohlho;
como ser bom pai :' Os nossos maiores respei-
tavao as cans : lum ancio era bem acollado ,
e Hadado com certa conculeraeo onde quer
se achava : em sua presenca os mocos eslavao
ltenlos e calados boje vogao oulros prin-
cipios boje seguem-se outras mximas bum
velbo he objcclode escarneo ou pelo cenos
le despiezo osjovens .arcad com elle pa-
cuno dar-lhe quinaos e levallo de v encida :
ho e ao menos no nosso Brasil, quem decide
deludo sao osjovens: Legisladores jovens.,
Magistrados joven, exeeuUtre* oven*, mes-
tresi lovens : vai ludo huma maravilba.
Oual he boje o menino de 9 loannos,
que u 11 "jo loma seu charulo na presenca do
proprio l'i ? Aos do/.e anuos tras o boiiezmho
a bolina, ej naroora com todo o garbo e
desempeo ; perlence a innmeras suciedades
lodas aeahadas em a ina > a os 4 esla casa-
do a os tu lem humas suissas que lazem
medo fenle: .menos s senborttasj aos 90
anuoC|veja ou comeca a encanecer aos
a, lem gasiriles inleriles bronchites he-
putes, colite, encephaliles e mol re bem
velho na idade de 3o anuos !
A' proporcio que iorao cahindo em des-
prwo os preceitos e conselhos dos Evangli-
cos o amor proprio e todas as paixoes h-
h.assuas, ganbara ala e vao decidl.ido de,
ludo : em consequeuca o peidao das injurias
repula-se nao mais virtude se nao desvergjr
ba, eluqueza. Os paisjicoai ai palavMa,
ia por ..hras ensinaaos blhos que a vni-
ca le hum scnlimenlo cavalneiru e noi-.e e
mie nao he homem de honra o que releva.
lidias do seu prximo, e menos o que perdoa
asobensas recabidas do seu inimigo se nao
aquella que Ib consagra odio "lAaav*;
nue o pe segu por toda pane -; ncgocea
lulo o genero de males e a propria mu le se
precbo for. Daqui a to vasta e bono-osa
jmihipli' idade de assassinios: d aqu o nesfi -
do numero de poderosos malvados que nao
conhecem outra lei, seno a sua desregrada
vonlade, oulro Cdigo, seno odas suas
pai\Ges e cercados de sicarios as vo espancando l'erindo, e tirando a existen-
cia a quem Ibes parece; porque em laes almas
de tigre a vingauca he hum prazer inelavel.
rj il onde provera ludo isto ? Da m creaco.
Sou brazileiro nato e ninguem me lera por
suspeilo, quaudo assim deserevo os males da
minia Patria males que Ifio entranhavel-
menle Jesejo ver corrigidos e emendados ;
mas quando observo a preponderancia que
entre nos lem adquirido os vicios quando ve-
jo encumeados oceupando cargos emmincn-
tes t ebeios de honras e prestigios a ladroes
solera o asimos, aa>sassQQs, alo oens satu-
rados de crimes horrorosos ao mesmo uasso
(|iic vivem i>0 escuro e deslenibiados cidatlaos
honestos e virtuosos : porque desconhecein a
tctica da adulai/ao, da impostura e d.i 11-
trig 5 quasi que desespero do melhoranienlo
mural do Brasil. L)o cartas entre nos sao
lemidoi e considerados bomens pie em ou-
lros lempos e en oulros pai/es ja/.ei iac"i um
iiiasmoi 1 as audacia o desle rados ou teriao
acabada em uiu nalibulo pul' causa de seus 0-
11 irines ieilos .
Em ouCras Nacues onde h Religio onde
h verdadeir.i eivilisa.io, or.de a iloral u.io
existe s nos livros e as Gazeta >, o homici-
da proAssjoual o mali'cilor u FaccjiOroso
s.io lidos em conla de inimigos pblicos e co -
mu laes perseguidos por lodos os cidadaos ho-
nestos por luda a jente que lem que perder.
I'ai're mis pelo contrario o desordeno o la-
quista ele. encontrad padriiihos a cada cunto,
co mes rao he cobrar l.i'u.i de vateftfSd, e assi-
siii i 1 pie sei resjieilad 1 e servido ca quanlo
perleude Se succede ser preso hum desies l'a-
ciuorosos, nao taita quera trabalhe pelo linar
para o chaiiiar u si, e ler esse guarda-cosas
e ministro de suas vingaucas. y\s leiscriint-
naes so tem ttCco sool'e o escravo ou sobre o
pobre inieirainenle disvalido que nao leudo
a mo assenl'ida em' eummeller assassinios ,
u.io eiiconlra quem o aceollia e prolea : li-
ualiueMle a grande lctica do IIOSSJ li;a..il esl
em OSUgeilo lazer-se temido por assassino :
cobrada esta lama ludas as cousas Ibecorrem
medida de seus deseos e lorua-se huma
das iioUliilidailes do p..i..
Para se facer huma ideiu bem clara da nossa
mcriacao basta entrar em qualquer greja
em occasiao de concursa. Que sussurro l Que
assOHgnrktt Que completo despiezo a os 00-
jeclos sagradus da Keligiao Osjovens voltao
de lodo seoslas para o Aliar e S se enlre-
lin com o vladamismo ; porque j se v que
os Templos nao I ora 6 instituidos, se nao para
namorar, e bum moco do bom lom deve re-
queslar u bello sexo onde quer O'ie se elle a-
cbe. Aquelle que iudoit lgreja, oraaoSe-
nhor, e couserva-se sizudu grave, e res-
neiloso lie apodado de carolla d impostor,
e hvpociila ; pois o iiomem desabusado, o
bem pliiiusopbo caso entre per accidens ues-
ses lugares deve appreseour-ue com ar de
tscarneo logando com os bracos com seu
charuto a o canto da bocea e loda a sua atlen-
codeve vollar-s- para u grupo do sexo ama-
vel filoSSOS maiores erao hu.is gol!ncos ,
buns carrancas (piando respeilavao u Casa do
Seuhor 5 e -s Ingle/es OS l'ranee/es osA-
ir.ericanos do forte devendo ser par nos maca-
queados em luJo e por ludo s o nao me-
recen! quinto ao respeiio e siun.isa venera-
cao que consagra a os seus Templos.
Finalmenle se a boa educacao da inoculada
consiste em esla trazer huma enorme gadellia
a huma banda barbas e bigodes de .iouro ,
cazaquinbas em miniatura metas alcaiiu las
charuto inextuiguivel na bocea em saber ue
cor e salteadas ledas as quadriihas, em dan-
sar O Galope, o ebolo, o trote, a Walsa
Francesa ele. em passear comer beber ,
namora bravatear etc etc. os nossos jo-
vens vao maravilhusauenloa respeito de edu-
cacao : mas se esu consiste principalmente nos
bous principios e pralica da Keligiao e da
Moral no temor e amor de Ueos em sum-
ma muilo mal creados vao com poucas c
honrosas excepces, os jovens do nosso lempo.
VAlUEUALE.
O Sanio Presepio do Menino Dos.
Esla parece ser huma Iblgaiica endmica do
nosso Pernambuco. Em se aproximando o P*a-
lal surgen de todas as parles os Presepios ,
sendo a Cidade de Ulmda o rugar mais abun-
dante desle genero. Ali ha Presepios de Pas-
toril* has de Pasloronas eat de macbaca-
ee conhecidos por pastorees." Comecao eu. a
Noile .e.Natal, e re, clem-se todas as nodes
afeo da de Res, *pois doqnal entra por,
Assim muda sem pie diz ,
Como llaves proseguir.
Toma bem o seos couseP.ioj ,
Irs onde queres ir.
r'
Avsis ^versos.
seu turn O acto de queimar as pilbinhas del
cada Presepio o que constlne nova tblganua
As Pasorinhas, Pasloronas e Pastoriles c .111-
lao diversas endexas dansao em cadencia e
repelem suas loas em honra e louvor de Je-
zus Christo recemnascido. Muitis ve/.rs no
Presepiode meninas de i 1 :'> anuos appne-
ce huma pistorona j de idade cannica que
dirige o baile e be bunn especie de aliellia
mestrado cortico. : .. Preeisa-se dedaziifos a duzmitos e
Para laes Presepios alllucm os magano, rincoenta mil reis a premio dodos por canto
como moscas para lui'n pralo de me): e ali ao meepelo lempo de seis mezes com hv,io-
(errao-se perlinazes namoros ali appaivcem tbeca em lima estera va OU spbre oulro negocio ,
os requebros de partea parle ali se domesli-1 que se dir avista da pessoa ; quem quizer
cao, eamanead algumas ovelhinhas para o
sacrificio etc. etc. ludo em honra applauso,
e devoco do Ueos Menino. Ali OS fervorosos
devotos eslao como eoibevecidos na conteuipla-
cao da piedade e s.nielo fervor com que as l.dlao no que uo sa em
loucas pasorinhas uracoleao a< ancas, e su
reholea eoai tunta devoco, que parec m es-
piritadas Mesles Presepios ha sempre no ca-
bo da (estanca arrein.ilaco de I'ruclas e li-
les que o ornavao. Enlao picase os lan-
annuncio.
s_/- Adverte-seao Si. Mandinga que po-
nha cobro na sin Cerina Imgua do contrario
soliera a pena d aquel les que audazmente
Callao no que uo -1 em pois se assim Iba a-
conlecer nao se queixe se 11 i > le si.
i llum iuimigo dos M iut"'
". y \ ende- c um 1 xa va 1111-.- eo>n
eos u neai he maravilia ver hum dos devotos idade de 6 ano i< cocinha o di.ni i de lima
espectadores dar por hura cravo v g. 10, casa, he boa quila ndeira e ptima luvadei-
ii, itj mil rea para cora ejla brindar a Pas-.de varrella sem vicio e era molestia, uois
ioriiilia que Iraz de ollio, e llie roub-i as al- afanca-sc a conducta \ quem quber dirija-se
uuces etc. E como h de a pastoriiiha C.hi- a ra do Eagiitides I). 18
qiiiulia resistir ao Sr. .Njanezinlio se ellese. _j- V'ende-se um esravode dada dedeze-
eslrua para cim ella com lauta geuerosidade .' < seis anuos de I> >a figura irabalha mui bem
aquiiacil he concluir que ella vira lam-J de podre i ro p >is deu seis anuos do oHeio ,
bem a eslrear-se com elle em seus obsequios e ao comprador se dir o 10,>;i ("porque se ven-
pelo anligo adagio que d huma mo lava de : na ra d'Agoas verdes !). s.
a ouira. *- OQerece-se un moco ttihodo p.iiz 01ra
JN os Presepios apparecem versos de lodo r. qualquer arruma So; qiidin pi.-i/u- de seu
leilio de todo o lamanho de loda a quali- presluno aunuiicie ou dirija-se .to Kocile ra
dade e as Pastoriubas du igem a o Dos Ale- la Gadeia I). .
nio line/as e donaires lao profanos, que > \\ precisar de um rapaz norticue^
s a grande innocencia de lodas ellas os para creado de alguma caza particular, anun-
podecohonestar edesculpar. A f, dizem ci para ser procuiado ou driia-seao atierro
ellas he que salva a gente 'Nao lia muitos da lin.i. i-la l). 'io,
das, que em certu Presepio bu.na das Haslo-j Quem precisar de um rapaz porta nidias repeli ao Menino Ueos a seguinle lc> pira caclieil'9 de alguma arruinara 1 aununcio
ou causa queovulhu: e vai Belmente eupi- ou dirija-se ao alieno da Uuavisla pderia L>.
ada do proprio original para que vejad oV 3o junto a leuda d allaiule.
meas Illuslres Leitores, e me dgao a que ge- A pessoa que anuunciou ler para mau-
nero 011 especie de Poesia perlence esla ga- dar lser Ires vestidos de seda, dina-se ao
1' lii.ni d I ..h .i.. .1 ... I 1 .4
lanlaria. L vai.
Estou mora estou assustada
Grande gloria se produz ,
\ ejo na lapa tanta luz ,
EstOU baslanle alvoroeada. (apoiado)
Vejo mulbeies asseutada ,
Iloinens por alli assim ,
llum boi comeadocapira ,
Huma ovelha a herrar ,
Huma hu rinbu a pastar ,
II um gallo posto a cantar ,
llama galliuba a pinico.
Quem est no meio P Hum Benjamn.
Quem me dera lao ho.11 lim
beco do Lobato casi i) nj
tsr 1
recisa-se de um negro ou negra pira
servir urna casa de homem solleiro dando o
sustento, (sendo o servio mui diminuto)*
quem quizer alugar annuneie ,oudirija-se a
ribeira .t Uoavisla caza que llie fica dbanle
U. io que ahi se dir quem precisa.
tST Quem quiser mandar (\/.er costuiaj
tanto de homem como de Senhora assim co-
mo engomados com perfeic.o dirija-se a lo-
pi 1 defrontedo uilu da matriz de S An-
tonio que achara com quera tratar.
i_^" rloga-se a pea i que vio um babu q'
licou por engmo no Varadouro no da is ,1
i correte com roupa de Senhora dentro 1 sen-
Quizerao nosso Seuhor que vos lusseis do que qiieira entregai-o: dirija-se a ra
bum Seratim do Aljulie lado direilo lojade dlaiale do Sr.
Lomo o mesmo resplandou Ignacio ahianno ou no Red fe por deiraz
do Panizo caza daquin que v.dla para a
1 ra do S. lom Jezus das crioulas.
Q^> No porto da ra Nova se aclia huma
Por i:so o gallo diz c r CO.
Olbe como ne boniliuho I
ftjeu eus, que preleilu olhinhos.
A bocea pareee-huu cravo ,
Resplandou do candura.
porsode travs de Jt a Hi palmos, e dd
palniu em quadro e vende-se por pie o com-
'll
o nosso graxo.
L0TE1UA DO SEMINARIO.
Parece hum doce Cavo: lodo o mundo diga modo ; sendo lodo de boa quaiidadt* : no ar-
bravo N iva ; viva o tal prtenlo. Quem di- mazem da ra Nova D. .,j.
remos que viva .' O Divino ffascimeutO} que %ST Aluga-se um oplimo sobrad 1 em O-
he chelo de gentileza no seu oobre coraco. linda na ra de S. Beato, o mais prximo quo
Pastoras elle be aquella certeza elle be. alli existe da Academia d 1 Curso Jurdico ,
com muilos commodos : a pessoa que o pre-
tender dirija-se as Ponas 110 ultimo sobra-
do da viuva do Peixoto* ou em Olinda nos 4
cantes em casa do Escrivo das Decimas Jod
Goncalves Rodrigues Franca a tractar do a-
uste.
SST Prccisa-se de hum 1 ama para casa de
penca familia sendo saibi engomar e co>-
sinbar. notendo iliios quem se achar es-
tas circunstancias annnncie sua moradia por
esta Colba.
SST O Bacharr-l I'ormado Francisco I!er-
niirdo de Garvalbo, passou seu escritorio para,
o primeiro andar da casa da la do Vgario j
por cima do armasem d > Sor. Joio ( arle,
junto a pa a do COinmercio, as u issoas que
de seu presumo uecessitaFem ,. ahi o padem
procurar para a Advogacia das nove horas ale
meio da e para oensiuoda Fatiin e tnuicet
d is ,i(i> as lies da larde.
papo da
Seriiibaem faz scienle ao res-
peilavel publico, que o escravo que anuun-
ciou per este iuio, ja appareceo seu Senbor
o qual bcra o Sur 3oo Carlos Biserra Ca-
valcanle, proprietario do Engeubo Tapera
.a Fregucsia de [pojuca.
V-'" Compra-se a obra de Geometra por
!.;::: j:x : quera, a. ilvcraaasue 4irij-.
se uo primeiio andar do Sobrado por cima
da venda dagarapa no beco da Peuha,
Havendo bem pouca concorrencia para o re-
cebimeuto dos pi-eotios da segunda parle da
ili Lotera do Seminario o l'hesoureiroavi-
za ao Publico que pagar nos dias quarlas e
sabbados das dez horas do da as duas da lar- '
de.
lotera da m. da boavista.
Tendo-se vendido umi grande parte
,>~ nibeles da Lotera da .Matriz da Boa-VS-
ta o Thezuureiro da mesma dezejando mar-
cai o da, elh que deve andar as rodas O 111 I
pode l'azer sem que os amantes desiejogo se
,,,, >uem a dar fim ao 1 estante dos deles ,
o que assim succedendo brevemente se mar-
ear o da.
CHARADA.
Julga-se homem o rapaz ) a Syllil.i
Lo ;o cpie o senie crtaun. }
'i uios o p6e sobre o sol, )
Sem planeta on astro sel )
a.^r O Seuhor o Engenbo Geni
l'ieguesia de
as
. t


H
I
DIARIO D R
PER N AMBCCO



.ItijiOSBEraHWEESrt
isaaca

K^* Quem ;i mi uncin querer urna loja rom
commodos pata familia eeom pono I mido,
queira annunciara sua morada.
ssr Miguel Gonsalves Rodrigoea fiVanca .
faz sciente a.i respeilavel publico <|"(' vendeo
melade de urna casa terrea sita na rua do Han
gel l).2i a Joaquim do Reis Gomes, core
acondico na escriplura de morar gratuita-
mcnte no interior da dita rasa (luanle a vi-
da do dito comprador, a mencionada escriptu-
ra se acia no rartorio do Tabelio Bezcrra ,
para que seno chamem a ignorancia, e poi
isso possa comprar ou liizer outra qualquer
frhnsaco de negocio o annuncante la/, este
annuncio.
srj" Da-se dinheiro a premio sobre pinho-
res de ouro, ou pratu; ua rua do ftan el I). '8
tsy Quem precisar de um rapaz biasileiro
de omito boa conducta que por circunstan-
cias sngeita-se a qualquer occupacao, tanto
di utro (Iesta praca como roa dctla, para o
que'tera bastante babelidade, snbendo pei-
fettamente 1er. e escrever com ortografa ; an-
nuncie.
ssy O' aire JoSo Rodrigues de Araujo ,
Juiz.da Irmandadedo Ssntissimo Saeramen-
to da Freguezia de S ledro Martyr de Olinda
tendentes dtiijao-se a Manoel Joaquim Pedro | SET Urna venda nss 5 ponas na quina que
da Costa. ; volla para os Martirios Dcima i 5 a tratar na
---------- : mcsma.
%j J I fl O
convida a lodo- os Irmlos da mesma par.', urna
mesa geral 110 dia 5 docorretite pelas i) horas
"da manli ;> fim de se eleger procurador ge-
ral de assignur a copia do comprimisso que
tcmde r para Assembh'a Provincial, e de se
tratar de mais outros negocios.
i..j" Precisa-sede 000000a premio di.-
por rento ao mez por teropo dando-se em garanli hypotheca sobre escra-
...s ou fii-in.:> de todo crcdrlo -. ejrrem quise
dar annuncie.
los or 1
t&f Da-se d;/ mili
/. 1111 iliOll0" >
lijo
quartuos capados,
e ci.'i boas ca nes e tro-
a-se p< I" mesuio genero um cavalto que le-
nlia bons andares, quem quiser aununcie.
tasr* t) 8r iie no Diario n. *>$ oFerece
527" Joao Stewart consignatario da Barca
higleza War y-Charlotte-Weber arribada a
eie fiorto continua a fazer I.eilo por in-
tervencao do Corretor Oliveira sexta fe ira
ido correnle as dez horas da manli. no
leu armazem da rua da Cruz dos seguintes
artigos, que se vendero para suprir as des-
pesas do cosleio da mesma Barca ; a saber
mulduras para quadros, sapatosc meios bo-
lins para homem ditos de setini couro de
lustro e marroquim para sen hora ditos
para meninos brincos nllinetes e colares
pretos catxas para cha cadasso lencos de
gar.a boleas para senhora de seda ancis
de metal chapeos para senhora retroz, cai-
xinhas cmoda, frascos de excencia de sal-
ea dilferentes pecas de vidro, biscouto doce,
e outros inultos objectos de bom gosto.
*SS7" Que fazem Me. Calioouti Companbia
por intervencao do Corretor Oliveira de um
completo sorlimento de fa/.endas limpas e ava
liadas quarta feira >6 do correnle as io ho-
ras da manha no seu armazem da rua da
eadeia.
xT Que faz Luis Alfonso Baudoux por
intenencao do Corretor Oliveira-, de .Gp, bar-
ricas de farinha de trigo americana a aria-
das de agoa salgada por ocessio do fracasso
acontecido a alvarenga que as conduza para
bordo do Brigue Brasileiro Olinda com des-
uno para a Babia sexta feira 21 do correnle ,
as o horas da manha em ponto, no armazem
ile Joaquina de Souza Pinto rua da senzalla ,
onde se acho depositadas ditas barricas para
melbor exame dos compradores.
crespo parece ter pouco mais ou menos 2-
anr.os tem todos os deutes da Irenle e nao
temdeffeito algum no corpo levou vestido
camisa de chilla azul e calcas de estopa nova
com boloens pretos chapeo de palba e de
C O l p i" l S
urna tazenu de criar gado 00 lugar da aven-] t*y Cenoiras 5 na rua de fiarlas P. i4,
va comarca de S AutSo, com oo cabecas de on annuncie pois que s5b precisas para re-
gado, falle a ^ anoelCavalcantede Albuquer- medio de urna grande eofermidade
que ''ello no Giquia, ou a Jos Candido de fit^y Urna requinta nova ou uzada ; quem
Barros na rua nova. tiver annuncie.
i^r t^/uem precisar de entulho de cauce, $3j" Urna secretaria sendo de Jacaranda e
pode mandar buscar gratis na rua nova qui- em bom estado ; na rua do Rangel I). 18.
na da c.nnboa do Cnruio. SST Ouro em obras sem eitio sendo cor-
ti.f* Precisa-se alugar urna rasa terrea no doens trancelins brincos, eancloes; na rua
faino da Boa vista que tenha bons commo- doCabug loja I). .-.
dol para um pequena familia, dando-se bom t Um escravo que seta bom forneiro e
alugtiel ; na 111a do hospicio D. vt) casa terrea d-se por elle 700,000 ; na padaria do Ma-
que tem fabrica de nbapi os
ST5" l)a-sc a premio -"o 000 sobre pi-
nlloresde ouro ; n rua da p.raia senaria de
Joao intonio liaptista Muniz.
Ugr- n'i i-a--e de -0,000 a juros sobre pi~
nhoresdeoti.ro; quem quiser dar annuncie.
%zr Quem precisar de urna anta para cjsa
de homem solicito dirija-se a 111a da ribei-
ia D. 11.
S2" Quem precisar de um rapaz brasileiro
lo ua rua direita.
iZT Urna batanea com o seu competente
marco, que sirva para pesar rap ; as 5
ponas venda D. ti.
Vendas
sar Urna nera deidadede a5 anuos; na
ruadas : rnzes t). q.
O" Um cavallo bastante novo com al-
para caixeiro preferindo-se loja de la/euda guns andares ; na campia de S. Anua cle-
r da (ador a sua conducta annuncie. fronte da vend do Sr. Micolo a tratar com
SSf' A pessoa que annunciou querer ser Joo Venancio Machado da Paz.
ama, e da fiador ; sua conduela dirija-se a (ST Urna escrava creoula de idade de a4
ruadoRangel casa de Francisco Gonsalves a unos cosecha cozinha o diario de umi
irvina. casa, eensaboa; na rua do Padre Floriano
------------------------. ___ sotirado de um andar na quina do beco da
AVAOS rf iintlIIOS. CaraHwdas6aaqhoraa da manha e dessa
__;__________ hora por diante na prenca de Joaquim Fran-
cisco de Mello Cavalcante.
PARA ASSU o Brigue Brasileiro Peruana-' b~J~ Dos moleques um crcoulo de idade
bu car. o ; quem quiser carregar ou hir de de 1 annos e outro de naci, bastante |a-
passagem dirija-se a Manoel Gonsalves Pe- dio, de 14 annos. sadios e muito bons
reir Lima, ou o Capillo do mesmo para qualquer servico: na rua larsa do ]{o-
PAR.A BAHA segu viagem o Brigue O- zario no segundo andar d sobrado que fica
linda com l.revidade por ter toda carga por cima da botica do l'ai liiolomeo.
prompta ; quem quiser carregar ou hir de SS?" Urna casa de pedia e cal, com 4 quar-
passagem falle rom Joaquim Gonsalves Fcr- tos, duas salas, cozinha fora no lugar do
reir na rua da eadeia, ou ao Capillo a caldereiro ; na rua de Manoel coco I) 4
ssj~ Doce de pitanga ; caj', sidrao, ana-
neis, ede onlras nmitas qualidades assim
S2T" Urna venda com commodos suficientes
para familia, quintal grande par 1 rancho de
cavallos e armazem para recolhimentos ; a ; sobrecelente calcas de brim de lislras de cor ja
tratar na rua do Aragao venda D. 5 com Joae desbotada jaqueta escura e chapeo de seda
preta, falla baixo de nome Guilherme, e
ja Ib i escravo de Francisco Jos da Costa Gai-
maraes Jnior, que'em outro tempo morn
no engenho Curato."- Jos dos tantos Ne-
jes.
SSF" Fugio do engenho comarca de Ipojuca
doabaixoassignado um escravo creoulo de no-
me Joao em dias do p. p. Outubro com
ossignaesseguintes ; cor a vermelhada es-
lalura mediana, fala-ie aguns deutes, fal-
la baixa mansa, e um tanto fanhosa chelo
do corpo os dedos dos pes com vestigios de
cambado muito ladino foi escravo do en-
genho Monjope e comprado pelo abaixo as-
signado ao Sr. Francisco Antonio de Oliveira
o escravo lem algumassicatriz.es de chicote pe-
las costas e um pequeo talho em urna das
bucheixas de idade de (O annos de prxi-
mo o dito conduzio unta escrava do mesmo
abaixo assignado isto no dia i.i do correnle,
de nome Victoria creoula, bem moca alta,
seca do corpo rosto comprido e escamado .
queixo fino ; quem os pegar leve ao dito en-
genho que receben! 5o,000 ou nesta praca na
ruada moi'dacasado Sur Antonio Francisco
dos Sanios Braga. Jos Francisco Pereira da
Silva.
C^" Km 14 de Junbo p p. desapareceouma
preta de nome Graca, foi escrava do engenho
curado, de pequea estatura blhos apitom-
bados os peitos quebrado e deitados para a
frente de idade de 4o annos ; quem a pe."ar
leve a rua do Queimado I). 10
5-7" Fugio no dia do correnle um escra-
vo creoulo de nome Manoel cor retinta .
cara redonda e com alguns signaes de bcebi-
gas este escravo veio da Paralaba e supe-
se ter fgido para aquelle lugar na companbia
Jos de Mello.
C^" Urna porcao de ouro em obras que
sao brincos de diamantes, anelcs com
ditos, corazes, crucifxos etc., um prezepio
do Nascirr.ento de Christo com suas imagens
e seos aparelhosde prala e ouro ; dous pares
de mangas de vidroslavradas ; seis quadros de
D. Ignez de Castro ; quatro colxas de setin,
urna meza de ama relio e outros objectos, que
serao apresentados ; na ruadas Flores casa l>.
i 6, que acharS com quem tratar.
^ct" Botina de Lisboa c francezes sna-
los de urna e duas solas meios bolins ditos
borzepuins de lustro com o peito do p de brim
e de duraque preto sapatos de couro de lus-
tro para homem e senhora ditos de duraque,
selim e marroquim de todas as cores chi-
nellas para homem, bolins para meninos,
sapatos para ditos, I uvas de pelica para homem
e senhora chapeos de sol de seda bicos de
linho lencos de seda fitas degarca chapeo
do chile de copa alta
e ana larga na praca
da Independencia loja de Jos Antonio da Sil-
va n. 1, 8 e 3 i
tST Urna escrava creoula de idade de ?4
annos, de bonita figura e ptima mubanda
por ser recolbida ; na rua direita D. jo lado
do Livramento
iiT* Urna bem construida inorada de casa
terrea no principio do atierro dos affogados ;
em lora de pollas l) 1)7.
\^j- Una preta de idade de a") annos; fa-
teiru e mariscadeira ; na ruado Ro/.arioca-
sa de Francisco Antonio de Carvalho Siqueira
I f Rap da Babia dito do Varejfio, dito
do Lima cb isson de primeira sorte dito
Imperial em caixinhas de duas libras, tinta
de escrevcr em potes a (o, dita encarnada a
bordo.
FRETA-SE para Ilamburgo ou para o
norte da Europa o muito superior e rcleiro
Brigue Ingle Ann Jobnslon Capitn Cor-
ben de primeira classe AI de 198 tonela-
das ou /oo cabas ; trala-se rom os consi-
gnatarios Cristopbers & Kcope.
PARA LISBOA com toda brevidadeo Bri-
gue Portuguez S Joao Baptisla, de que be
Capitao Manoel 'Jos de ouza [ior 1er urna
grande parte de seu carregament prompto ;
quem quiser carregar 00 irdopassagem pa-
ra i) fine lem cxielb ule commodos dirija-se
aos seus consignatarios Mendos 6c Oliveira ,
na rua do Vigario I) if> un com o Capitao.
PARA HAMBURGOatarca Ingleza Ma-
tbew Pluii.ii precisa anda de algumas
Jiarris de assucar para completar a sua carga :
ra ase com Joao Mi ai i na rua da Cruz
n 55
PARA CFARA'e Araracii a Sumaca Vv-
h'z Americana, wbe impreterivelmente no
fim do correte recebe anda carga os pre
como bolinbos na rua Diieita sobrado de
um andar n. 15 ao p do de varandas doura-
das.
Xf Dous sel i ns um novo e outro usa-
do com seus peit'nces, cangalbas, una
lanterna mgica una cai.xa de msica um
alfinete de diamantes um rico par de esporas
de prata e urna picadeira de dita ; as 5
pontas I) -' onde tem lampio.
ss" Urna casa terrea no patee da ribeira de
S. Antenio I). 5 he de dousdonos, oque
tem menos partes so permuta por oulra mais
I pequea ; a tratar deronte de palacio com o
Sr Sobral.
i_j" Safu de primeira sorte sevadinba .
caixinhas com marmel.ida ebegadas de prxi-
mo superior vinlio do Pcrto ede Lisboa ,
ludo por preco commodo na praca da boa
vista venda I). 9.
I _' Bichas prolas ; na praca da Boa vis-
ta D if.
Ho, pentes de tartaruga de travessa ditos de massa ricas tesourinbas de unha ingle- de Lemos que fugio lambem no mesmo dia ,
zas pentesde marfin de tirar piolho fitas ser fa=il descobrir o dito escravo Manoel por
quefurtoua seu Senbor algumas pecas de
roupa branca e um par de bolins de dura-
que preto ; quem o pegar leve a rua da eadeia
a casa de Me. Calmont & Companbia que
ser generosamente recompensado.
19" Fin Abril do anuo passado fugio um
escravo de nome Paulo estatura ordinaria ,
i cor fulla bem fallante consta andar traba-
Ihando em Iguarass a titulo de forro e no
dia 12 de Dczembro fugio outro ercravo de
nome Francisco baixo cgm urna argolinha na
orelba esquerda consta que foi para as Ala-
goas e becanoeiro ; quem os pegar leve de-
5^ muiii V..UI pcruia honte do trapiche novo casa de Francisco Au-
Porlo e de Lisboa muito superior e outras R,,sl ^a ^osla Guimaracs, quesera grati-
mulos co'uas a retalbo por preco commodo ; &c*d-
bichas do Porto e essencia deaniz em on- tr Noclia 16 de Outubro de 1839 fugio
urna escrava de nome Anna ladina, de na-
ci angola de bonita figura estatura re-
gular, cor preta, rosto puchado, ollios gran-
pes nariz fino, beicos meios grossos lem
de garca de todas as larguras e qualida-
des bicos de linho de todas as larguras ri-
cos adere os de filagra pretos brincos e 10-
zetasdita cscovas de denles finas ditas or-
dinarias burzeguins francezes para senhora ,
e galochas ditas para homem sinteiros de
couro de lustro com fivella filas para sintei-
ro de meninos ; na praca da Independencia
numero 20.
CF" Urna escrava de naci mucambique ,
deidadede 14 annos; na rua de S. Gonsalo
I). 14 a fallar com Manoel Antonio Tei-
xeira.
S^* Bom Cli perola e hisson vinbo d
cas ; no largo de N. do Terco venda D 4.
tST No lugar dos Remedios defronte da
Jgreja urna propriedade com casa nova ,
bem construida terreno proprio, com gran-
de extenco olaria forno e duas caziiibas
de taina, lambem pode admetir um grande
yiveiro ; trata-sena rua do Colegio botica D.
3 de Cypriano Luiz da Paz.
C3" Bezerros francezes a 20,000 a duzia ,
ea retalbo a 2000 a pelle ; na rua direita .
iS na rua do Livramento loja de couros jun-
to da botica do Sr. Manoel Romo.
^?- Bichas de muito boa qualidade e
por lodo preco em condicao; na rua do cabu-
ga loja do Sr. Bandeira.
Escruvos F Huidos
IC7" No dia 17 fugio um pardo de nome
Luiz Tbenorio de idade de 4o anuo* alto
grosso do corpo, rosto largo nariz grosso ,
(lentes limados c fallo de um em cima tem
um signal de talho em cima da mao direita ,
no .hombro esquerdo outro signal de talho ,
e no peito direito urna marca abotuada para
lora levou com sigo um cavallo russo pombo
e 96,000 em sedulas de assucar que vendeo;
quem o pegar leve ao engenho ratiii, fre-
guezia de Iguarass, ao Sur do dito engenho
'os Pedro Carneiro da Ccnba que recebe-
, de gratifieacio 100,000
BT" Previne-se a qualquer Sur. dono de
embarcarlo capilla ou mestre das que na-
veglo para os portos desle Imperio e eslran-
geiros que se llie aparecer a o'erecer-se pa-
ra passageiros moco ou marujo a titulo de
loiro, um mola lo pseraro com os signaos abo i
\o declarados lenbao a l.ondade de o man-
dar segurar, e avisar ao abaixo assignado na
rua do crespo D. 9, que gratificar o Iraba-
'bo no caso de se exigir estatura baixa chtio
do 1
"'l'" rara redonda cal elo
urna malba mais preta do que a cor natural
no rosto do lado esquerdo, e no braco esquer-
do urnas letras de angola tem as costas mul-
los lalbinhos de navalha mos pequeas e
ps grossos porem mal feitos intitula-se
creoula levou vestido de riscado ja desbota-
do e panno da costa foi comprada a Ca-
milio de Lellisd Fonseca pillo de urna das
embarcacoes de Joaquim Ribeiro de Brito ;
(juem a pegar leve a rua da Gloria caza de um
andar de grade de ferro defronte do convento
a fallar com o Tenente Coronel T. Cezar Bur-
lamaqiie que gratificar com 5--,00o,
CF" Kodia 18 docorreute desapareceo um
prelo de nome Matheus de naco baca de
idade de j/ annos, baixo, cheio do corpo,
olhos vermelhos pernas arquiadas ; quem o
pegar Ice a fabrica do fundi na rua da Glo-
ria a fallar com Jos Felis da Silva Frago-
zo ou a l'cleciano Augusto de Vasconsellos ,
que recompensar;! adverte-se que ja tendo
sido lurlado um vez nao se sabe agora se fu-
gio ou furlarao.
C7" Roga-se as auihoridades policiaes e ca-
pites de campo apprebenco de um escravo
de nome Pedro Lauque offielal de sapaleiro-,
alio secco rosto comprido anda por esta
Cidad.: e pela de Olinda inculcando-sede for-
ro ; quemo pegar leve a Manoel Jos Gon-
salves Braga junto ao arco de S. Antonio ou
a seu Sr. Caetano Francisco de Barros Wan-
derley no engenho cacboeira de Scrinhaem ,
que receher o.non de gratifieacio,

RfCIFENATYP. DEM, DEF, ,8


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