Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04022


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Full Text
Anno de 1840. Quinta Fkira
Tudo ogora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera-
ro, e energa : continenlos como principiamos e seremos apontados
com adroiraCo entre as Maces mas cultas.
Proclamaco da Assemblta Geral do BratU.
ii | 9-4~ i -----------------------
Subscreve- para esta folha a 3ooo por quartel pagos adiantadhs
nesla Typografia, ra das Crines D. 3, enaPracada Independencia
ns. 37 e 38, onde se recebem correspondencias legalisadus, eannuucio*,
insirinde-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e vindosassig-
gnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parahiba e Villas desua pretenco...................
Dita do Kio Grande do Norte, e Villas dem...................1.
Dita da Fortaleza e Villas Jdem..........................Segundas e Sextas Fe.ras.
Villa de Goianna.................................
Cidadc de OInH..................................Todos os dias.
Villa deS. Anto......_............................Quintas feiras.
Dita de Garanhuns e Povoaco do Bonito.....................Dias lo, e ? de cada mex.
Ditas do Cabo, Serinbaem, Kio Formozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, e Villa de Mace .........................dem dem
Villa de Paja de Flores.................................dem 13, dito dito.
Todos os Correios partem ao meio da.
20 de Fevereiro. Numero 42.
CAMBIOS.
Ff.vfreiro 19.
Londres...... bi i|i 35 por fooa ced.
Lisboa.......So por o/o premio, por mciaioiierecido
Franca.......abris por franco.
hio de Janeiro ao par.
ODRO Moedas de 6f4oo rs Velhas tifSoo a lulo*
, Ditas ,, ,, IVovas i4#ooo a lljfooo
Ditas de 4?ooo rs., fftno a 8#ioo
PKATA PaUces Bratileiros -.....l#56o a >!r>K>
,, Petos Columnarios--------------- iffibo a i Hit no
Ditos Mexicanos ---------- ijfSio a t$: o
Premio das Letras, por mez t 1/8 a 1 l|J por loo
Moeda de cobre 3 a 4 por 100. de disc. '
Dias da Semana.
17 Segunda S. Silvino B. -------- SessSo da The, e and. do J. de D. a a: r.
18 Terca ----- S. Tbeotonio Prior ------- Rellaco e aud. do J. de D. da t. v. man.
19 Qua'rta S. Conrado F. ---------- SessSo Ja Therouraria.
ao Quinta-------S. Eleutherio B. M. ------ Relaco e Aud. do J. de D. d* a. vara de m.
al Sexta---------S. Maximiano B----------------Ses. da Ther. e aud. rio J. de I), da 1. v.
aa Sabbado------S. Margarida de Cortea F. Bel. e aud. do J. de 1). da 3. v.
a4 Domingo da Septuag. S. Lzaro Monge. -
Mare chela para 9 da 20 de Fevereiro.
As 6 horas e 6 minutos da tarde As horas 6 e 30 minutos da manh."
PEBNAMBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 17 do comente.
Ofticio Ao Exm. Presidente communi-
cando-lhe que mandando embarcar na Es-
cuna de ( tierra Nictherov as seis pracas da
Companhia Provisoria da Provincia das A-
lagoas quando taes pracas chegaro no dia
' i5 ao Arsenal de Marn ha j a Escunase
liavia feito de vella, pelo que voltaro a ser-
vir nos Corpos onde se achavo anterior-
J mente.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. commu-
nicando-llie a priso do soldado voluntario do
Deposito Eslevo Jos do Espirito Santo, pe-
la culpa de se haver alistado no Exercito,
sem previa (cenca do Commandantc da Com-
panhia de Guardas Nacioanaes a que perten-
cia, erogando-lde douvesse de dar suas or-
dens para a sua soltura.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. signifi-
candolhe que nesta data liavia communica-
do ao Exm. Presidente e Commandante das
Armas da Provincia do Maranbao. os des-
pachos de varios officiaes desta ali em servico,
publicados em Ordem do Dia do 1. do cor-
rente ; reclamando o rogresso dos segundos
'Pnenles Ajudante e Secretario do tereci-
ro Balalho de Arlilheria e ponderando-lhe
que deixava de solicitar to bem a viuda do
Maior A- ti. L. CommanJante da Porta-
lesa do Brum, e dos segundos Tetientes Del-
gado, e Marinho Cavalcante por en-
tender que seus servicos naquella Pro-
vincia sao de maior valia para a Cau-
za Publica pois a nao estar disto con-
vencido o aria, tanto mais porque tendo si-
do no dia de Desembro prehenchidas as
vagas do dito Balalho a maior parte de
seus officiaes se acho na Corte, nc Rio Gran-
Je do Sul, as Alagoas, e em differenles
outras partes de mane-ira que nao tem offi -
ciaes que Commundem as Companhias. e
que forme oConselho administrativo na for-
ma da Lei.
Dito Ao Exm. Presidente e Comman-
dante das Armas da Provincia do Maranbao,
communicando-lhe. que por Lccrcto de a de
Dezembro do annofindo, publicado em or-
dem do dia i.do corrente, foro promovidos
a Major Commandantc da Fortalesa do Rrum,
o Major de Commissao Antonio Gomes Leal,
a segundo Tenente Ajudante o segundo Te-
nente de Commissao Conrado Jos de Lou-
rena Figueredo, a secundo Tenente Secreta-
rio o Alferes de Commissao Candido Leal
Ferrcira, a segundos Tenentes os Alferes de
Commissao Joo Marinho Cavalcante de Al-
bnquerque e Antonio Mara de Castro Del-
gado, este para a sexta e aquelle para a quin-
ta Companhia lodos do terceiro Ualalhode
Artilheria ; bem como a Tenente Coronel
Commandante do stimo Balalho de Cacado-
res de primeira linda o Major Jos Tho-
maz Henrique a Capitn da quinta Com-
panhia o Tenente Francisco Affonso Xavi-
er Bastos, a Tenente da stima o Alferes des-
ta guarnico Joaquim Guedes de Quinhones,
e a Alferes da sexta Companhia o primeiro
Cadete Jos Thomaz Henrique Jnior.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., com-
jnunicando-lhe que tendo o Alferes Jos
Grigorio de Jezus" deixado nesta Capital
scm socorro de sua familia a presta-
*rlo meosal de 4oL,ooo res, do primeiro
de Dezembro do anno findo em diante, hotives-
se de ordenar o disconto respectivo, nosven-
cimentos que este ofnrial ali percebesse.
Dito Ao Major Commandante do Depo-
sito, para que considerasse sem effeito apor-
tara de 1 5 do corrente, que mandava ex-
cluir e embarcar a um segundo Sargento ,
um Cabo, e dous Soldados na Escuna de
Guerra Nictheroy, visto se nao ter effectuado
dito embarque.
Dita Ao Major Commandante intirino
do terceiro Bataldo de Arlilheria, para que
na mesma conformidade considerasse de ne-
nhum effeito a portara que a i5 se lhe diri-
gi para excluir e embarcar na escuna de
Guerra Nictheroy a um Cabo, e um solda-
do.
Portara Ao Major Commandante to De-
posito mandando d'ordem do Exm. Senhor
Presidente, commtinicada em despardo de
t do corrente dar demico ao recruta Lu-
iz Gon/.aga urna vez que elle so recehesse em
matrimonio com Maria da Paixo com quem
anteriormente davia contraclado casar-se.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia 10 do corrente.
Officio Ao Tdesotireiro da Fazenda
para ga^ar ao Collector de Diversas Rendas
doVunicipio da Villa de Goianna. Cosme
Damio da Silva a quanlia de 8\ LBoo, que
por officio do Exm. Presidente da Provincia
de 11 de fNovemdro prximo p. e ordem
daTbesouraria de 15 do mesmo mez entreguo
ao l'refeilo da dita Villa para pagamento do
Destacamento das Guardas Nacionaes ali es-
tacionado.
dem do dia 11.
Officio Ao Exm Encarregado dos Nego-
cios do Brasil em Londres parlecipando-lhe
a remessa pelo Brigue Inglez Fanny, Capi-
to Joo Hallett de 56o quintaes de Pao
Brasil, a fin de Ibes dar o destino conveni-
ente em conformidade das ordena do Tribu-
nal do Tdesouro
dem do dia 19.
Officio AoExm. Presidente da Provin-
cia, enviando-lhe, para se dignar dar o des-
tino conveninle as contas da Despeza dos
Ministerios da Juslica da Marinda eda
Guerra de cada um dos meses de Jaldo a De-
sembro do corrente anno financeiro com o
total do semestre e bem assim as do mez de
Janeiro findo.
dem do dia t3.
Dito Ao Commaudante das Armas com
o requerimenlo do Alferes Ajudante de pri-
meira Linda Antonio Faustino de Miranda ,
para dar o seu parecer a respeito da prestaco
do mesmo.
dem do dia 17.
Portaria Ao Tdesoureiro da Fasenda
para entregar ao Tdesoureiro das Rendas
Provinciaes por conta da despeza feila com
o Caes do Collegio no corrente anno financei-
ro c em conformidade do Officio do Exm.
Presidente da Provincia de 15 do corrente a
quanti de vinle contos dereis.
Dita r- Ao mesmo p3ra passar do Cofre da
Receita Geral para o dos Rendimentos Pro-
vinciaes da Provincia da Paraiba, a quan-
lia de um cont de rcis para, lhe ser levada na
conta da despesas do destacamento Proviso-
rio aii destacado que deve s*r paso por esta
Provincia, na conformidade das ordens exis-
tentes.
Inspccco do Arsenal de M irinha de Per
nambuco i8de Fevereiro de 1840.
Joo Manoel Miguis.
Secretario i oler i no.
O adaixo assignado preci/a de taboat
de costado de Navio velho : quem as tiver e
quizer vender pode procural-o na caza da Ins-
Eecco das Obras Publicas, das 10 al as a
oras de todos os dias uleis a fim di' tratar
do ajuste. Inspccco das Obras Publicas 1 t
de Fevereiro de bjo.
Moraes Ancora.
PREFEITRA.
PAUTE DO D\ ig DE KEVERGIKO.
Illm. e Exm. Snr.Da parles boje recto
hidas consta somente que foro presos lion em
minda ordem, pelo Suh-Prefeito de .*-anto
Antonio o prelo Antonio escravo de Hen-
rique Marques Wanderley, por estar fgido,
^h!m\ odhaVoooi massas, l ditaconi e acoitado em casa de Felis Gomes d'Oveira,
salcdica e queijo fiamengo 1 dita com livros por alcunda-Barbas d otro-; e por um solda-
c Tollias de faca, 2 ditas com lampos, crave- do do Corpo Policial o pardo escuro Ismael,
Idas, dordes para instrumentos, e papel escravo de Joaquim Gmdido Gomes por es-
pintado, 5 ditas com rape?, 1 badu* com li- tar ebrio, os quaes presos tiverao o competen-
vros a frasqueiras com doce, 3o barricas com le destino
DitaMandando dedilar ao mesmo Tde-
soureiro no Livro da Receita e Despesas dos
Bedimentos Provinciaes da Proviucia, a quan-
lia de que trata a precedente portara.
Diversas Reparti^oetis
ALFANDEGA DAS FAZENDA S
A Barca Portugueza Sendora do Bosario ,
vinda de Lisboa entrada em 7 do corrente
Cap i to. Manoel Francisco de Souza Consi-
gnada a Manoel Bibeiro da Silva
Manifestou o seguinte.
1 5 { pipas de vindo, 8 meias ditas com di-
to, 4? darris com dito 16 pipas com vina-
gre 10 meias ditas com dito 6 caixotes com
edapeos a ditos com com vidros, 5i caixascom
toucinho, 2 ditas com marmellada. 1 dita
com calcado, 1 dadu' com dito q caixas com
Publicaco Pedido.
rasq
sevada, 3 barricas com drogas 8 barril com
ditas, 20 barricas com holaxa, ao ditas com
rao, 1 dito com Iremocos 13 barris com car- ....
res, 4 ditos com peixe ,' 3 grepes com vasos, Hlm. Snr.-Com urprez.a I, no Diario de
8 volumescom colxes c enxergoes 5o ditos hontem huma repicsenlacao d Associaifo
com trastes, caixole com ferragem 1 dito Commercial desta I rovincia da qual V. S.
com sementes, canudo com retrato, 1 lata de Presidente, enderezada ao Exm. Sr Pre-
com resisto 1 encapado com esleirs e es- sidenle pedindo providencias sobre a mar-
teios, ancoreta com azeitonas, 1 barrica cha das Inspeces do ass.iear e a godo
com castanha, 1 cesta com frutas, 46 pe- afirmando que o Administrador da Wtva do
drasdecanlaria, 8tio varas de lagedo 900 Consulado nonhumas providencias da va e
moldos de sedollas. que "-lando nos inleresses da -azenda Nac,-
Fora do manifest. onal so encontraba d.iv.das e abrolhos ,
icsixote com obras de prala 1 embrulho para empecer o Com memo falc.dade esta
com fasendas 1 viveiro com canarios, 4 que por certo dcvia faser aparecer o rubor a
molhos de sebollas, 10 sacos com dez mil pa- face de quem a dito.. por IMO que mui-
laces, it cartuxos com 8*o pessas 1 tas tem sido as providencias dadas pelo Admt-
embrulho com peneiras, 9 Barris com peixe, nislrador sobre as Jnspeccoes ass.m como
, caixascom bixas a gaiolas com coxixos, multas representaSoes tem elle d.ngido ao
, embrulhos ignora-se canudo, duas cai- Governo a semdhante respeto acrescendo
xinhas ignora-se, i embrulho com faAs q a mor parte dos Socios da Assoc.acao Com-
mercial milhares de favores tem recebido do
O Brirue Brasileiro Constante vindo de mesmo Administrador sacrificando para isso
Lisboa entrado em 7 do corrente, Capitn sua saude e repouzo em qualquer d.a e bo-
Manoel Marcianno, consignado a Machado ra que o procurao ecomo elle seja Socio
L* ca l03 j Honorario d essa Associacao e fosse por ella
' 'Manifestou o seguinte. atrozmente calumniado desde j se conside-
i3 Pipas comvinho, 38 meias ditas com ra d ella desligado por isso que, podendo
ito Uo darris com dito, 1 ancoreta com ella o mesmo pracar com outra pessoa el-
Uo ni pedras de cantarla a caixas com le como Socio nao quer part.ldar da acre
q ditas com drogas, a ditas em cer a, 1 censura de que se faz credora 5 que.ra por
1 bahu' com differentes fa- tanto V. S. apresentar a mejma AssociaSao
esta sua resolutjo.
Dos Guarde a V. S.
d
dito
rap 9
dita com livros
sendas ,81 q5 Moios de Sal.
Fora do manifest.
20 barris com azeite doce 1200 molhos de
sebollas, 1 painel, 1 pacote com bizerros, 5
caxas com chapeos 1 dita com marmellada,
1 dita com imagem a dita i com castanbas 1
dita ignora-se, 1 dilas com Sabonetes.
__A Pauta he a mesma do numero a t
MEZA DO CONSULADO.
__A Pauta de a mesma do n. to.
Havendo preeisa de mais serventes para os
trabadlos do Arsenal de Marinda o Illm.
Snr. Inspector manda fazer publico que as
pessoas livres que nesse servico se q'j::.erc^:
empregar compareco uo-meamo Arsenal.
Meza do Consulado
19 de Fevereiro de i84o. Miguel Arcanjo
Monteiro de Andrade.
mos de Oliveira.
Illm. Snr. Joze Ra-
OS LUSOS E OS BRETES.
na India e na Europa.
Snr. Redactor Vendo quanto V. se des-
vela em defender os direitos nacionaes ataca-
dos pelo governo inglez e como rebate os an-
glo-maniacosdesconheceloresda gloria e brioa
Lusitanos leinhrei-mc do que fizeram 03
nossos no tempo da sua grandeza e do que
faz hoje 'vuvt>rn.o brilanoico tlebocaclo so -
bro injusto,
"


2
DIARIO
D i
PERNAMB11CO
1 Traa os portugueses d supersticiosos fra-1 cen. Seqa embaixadorjpa para tercm ngresso'mancebo que a idolatrava: assim que este
ns, mesqutuhos, e at de barbaros! Duina deircia (le Aurenaaeu foram ataviados soubedoinsfaastoaeontecimcnlocorreuacasa
que anossa bandeira se prostituir no rrn-
Bilo de cafres para o brasil. leudo esse mesara
querido compra-la para cobrir Iraficancias
peiores ( ) <
O abbade Raynal e o bom Lsmenarde .
descreveram bem os luzs e os hritannicos ();
alii Ihe remello ara esqutco copiado lo retra-
to qu* fizetamde ua e outros aqultes famo-
sos escaiptures. Cs contornos sao de Bng,
Barre e outros leva to bem alguna tra-
eos oripinaes do que leiitio visto praticar a
essa gente na India na China e ha Eu-
ropa.
hslimairi que V. qjulgu" digno as ser lan-
rodo nasaoluinnaj do seu nunca ass-s louva
lo peridico Nacional no liulo ; Nacional
nocorpo, Nacional >> espirito. Duaesia-
11 !< t '
Os luzos e osbretesna ludia e na Europa.
O governo. injjle/.dese instruir-ae
na historia do liona, do deslin i
inevilavel dos onpressores da Ierra :
K na de Carina ;a, ver o justo castigo
dos tvranuos do mar
Hatero.
IQnapdr a Europa comecava a sacudir o
jugO da esvravid.io lmalo pelos Romanos.
diz o abbade Raynal (i;, o fu-or dascrusadas
reuni os lyran'nos para susteulentrem espe-
dientes extravagantes, por cujoempenbo ven-
dern a seus vassalos loros que os aprov-
inaram condico de homens Assim pelas
cruzadas scintilou na Europa a pnmeira fa-
lsea da liberdade e fui la'vez a primeira
(|ue a mania das conquistas contribuio
paia a lelicidide dos lioinens.
Todava seni a descoberta de Vasco na o lacho da liberdade apagarse-bia para
seuipre Os turcos seguim o caminho das
uaedes ferozes (pie vieramdo rtico subju-
j',ar os romanos para asen lempo llagellarcm
o peero humano. 's nslituicoes barbaras
que soliviamos sucedera jugo mais pesado se
aos vencedores do Egypi nao se oppozesse a
gente portugueza.,..
__Inglaterra despedacava-se pela liberdade;
a Fraca pelo inleressc dos res : a Allemanha
pelo da religiao ; a Italia pelas reciprocas pre-
lencoens da tyrannia e da impostura A Eu-
ropa aebava-se coberta de fanticos ein con-
flicto ; assimilhava-se a um delirante que a-
brindo as teias perde em seu furor osangue
e as torcas. Assim exbaurida qne resistencia
opporia aos turcos :' .
Que seria feitoda Liberdade ? Ter-se-hja
perdido se o povo da chratandade laUez o
mais supersticioso ',>.) nao embaraca-so o pro-
gressodo fanatismo dos mussulmanos, fa-
zeudo-os parar na impetuosa carreira das su-
aa conquistas....
__Albuqueiqueiiao si) debelou os rabes
no Malal:u mas tambera fo ao mar .roxo
destruir os porto onde os turcos arma va m
escuadras pura disputar aos luios o imperio
do Oriente-
iieito nao lem n issa admraco
tJS Beus u nhein s v le i o lem brtt ido
que fizesse tanto com to pou< sucios! Con-
,tia a sua forca em quarenta mil poilugue-
Ei .limados, e com ludo fa/ia tremer o im-
perio de Marrocos todos os barbaros da A-
iva, os mamelucos, es ai bes e todo o O-
iicnte de Oiinu/ al China 1 Nao tocara
um ,cada cem nu ataque das tropas inimi-
aas qneenigeral usaram armas iguaes na
..'. s. <.i- da vida da fortuna. Que ii n
^ue principios formaram um povo de h-
roes [i) '
Us hoUandezes diz Esmenard (4) > ie_
varara i India avarc/a i Ilustrada, paciencia
valuipsa e o espirito de oidcui que os liaba
engrandecido na Europa e le/ tnumfar rom
o lempo, da tuncriuade bullante de seus ri-
vaes ....
Os i[i;l(v.c-em suas primeiras emprezas na
India eslavam beoilouge deallectara piee-
minenca desptica e insolente que boje exer-
(e corda ao pescoro e inos atadas mas de-
pois roubaram o tbrono aos netos daquelle
imperador. Os portu^eaes pelo contrario
estabelaceram-se por todo o oie com elegan-
cia e denodo.
aOs estragos que produz a naturez di/
Barre (5) so momentneos os que faz o
goveroo ing4ez perduraveis. Gomoso de-
sarreigar a venalidade air.iie.io-, c calum-
nia que elle introduz nos coslumes ha po-
liiica e mesmo as leis ? O governo iglez
robre o ocano de esquidras e de crimes
Aiem desses monumentos de tvraimia s dei-
\.i ver poros BObmergidos na miseria nucoes
oppihnidas on escravi$;u!as, C o commercio
du mundo transportado em seos navio-; para '
>\ -?r Unba,
Os lu/.itanos dernn pop motivo, das suas
conquistas na frica c na Asia o empcnbo de
comnater os ini'.ngos que [be tinham deso-
lado a patria. Quundo vasco da Gama a-
poriou em Cilicute i.i os ismaelitas ilomi-
ua>am era l,;!o o Malabir. No satisfetoj
de lerem conquistado a neapanfia niravef-
sando os I iri-ieos os Alpes, e cfffgado s
portas de Koma no lempo de f'abioe vawolo,
du i;',iram-se para a ludia e avassalaram a
maior paite! A qnalqoer lo;ar onde os luzos
anortaron) tinham de se ver ;s mios com os
discpulos de Uatbina. Contramos \~ an-
uos de victorias alcanzadas rontra os sarra-
cenos (piando a afearlo de um re joven c te-
merario lancou na patria dominio estranho-
Assim ficamos nao SO inhibidos de irno al-
cance dos rabes mas Cambera soccorrer os
brameues todava deixamos quebrantadas as
forcas manrilanas.
j.-Perguntese aenosaos detractores que
motivo os levou a encadear cem milhOcs de
indios e mogores por ruaos sarrracenas :' Que
ra/ao leu ,iara embaraijarem o transito dos
cafres para o Brasil r1 Oelestamos o trafico de
carne humana com ludo aborrece-nos u bv-
pocrisia do /;overno ingtez.
Uem sahe elle quanto a escravidao bo me-
nos penosa aos bonicos rucies do que a po-
vcsleeostnmes amenos. Os pretos nascidos
do M'iieral a fim do participar dos ferros lau-
cados ; sua amada. Souza tcslemiinliainlo a
eommocao dosdois amanl>s ao avistarem-M
dtsse-lhes ; Sois livres de viver feliv.es a-
ondi: qutzerdes (S)
ola i agora aatglos maniacos o que diz
anda o abbade Raynal. Desembarcando os
inglezes na cosa di Mina para a es::ravisar,
forom acommeltidos pelos indigenas fu-
giram para o navio deixando em trra bum
ooaipanbeiro por nao se achar no ponto da
retirada. Um pretO leudo a sin cano i no
logar da praia onde se esconder o branco .
vendo o e izo em aue elle se acbava, lom u -
o riel la a iim de o levar ao navio. Assim-que
a voz dobreto podo chegar arfs seus griioo
".^(is mis fracos eu nao s resisli aos pe-
los mas trago um capvp.'* Qnandaapor-
loii na AniRrica venilen por metal t 'fomento
da mesquinba ambicSo, o generoso e-rte que
Ihe d>'ia a vida !
i actos particulares di rao
n n provam a
quesLio pi ndeii'e : concedemos : porem veja-
se o que observan o jodicioso Wcis ni Cfila-
ra din comimiiis. As hites dos Ingleses ,
como se baria elle de apoderar (leste reduelo '
Efa huma.montanlia quasi perpendicular de-
fendida por viole oulens de estacadas rodea
das de fossos profundos e defendida por mil e
quinbentos soldados e Irinla c seis boceas de
logo.
Dugpmmer encarregu a Mouret a lomad a
do rdatelo de Malbousqucl; mandn qU(.
Garinar ataeasse o forte de Santo Antonio j:l
l'ovne reei-beo ordem de lomar o monte Pha-
raon : c Laharpe devia apodefar-se das baie-
rias de cali nrnii. Apenas eslava concebido
este plano o general OHara vio certo mov-
n ento extraordinario nos S ta Ules ( reuni ;i
p*essi o seu coiiselbo, Oeppis de buma loriga
discussao sem resultado, levanlou-se bum e-
migrado e olfereceo-se para examinao-as for-
casdomimigo, e indagar* qual era o ponto
que tinlia tenco de atacar; e saino nessa
nicsina noile da eidade.
O cob eslava arrogado, chovia om grande
abundancia o silencio d,i hoite s-i era inter-
rompido pelas vozes d s senlinellas ; foi an-
dando o espio conde de .Meulau quasi de ras-
Iros v>r culi e as esl icadas e depois; de mili-
tas Uof.is de luima inareia di.'ticil ciie/ou at,s
Le
pruieiros pos'os \aneados, bevava os ps
diz elle [ \\ de\ iam faz.-r da( 'amara dos com- desc.dsos e.por isso erao lof.shuma chaga ;
inuiuo tribunal maii conspicuo de lodo j apenas c'iegou a este sitio, deilou-se e foi de
qnautas lia sobre a Ierra ; porem vc-se o rastOS pelos fossos
contrario (esordem ignorancia, de- e repenle ouvio bum grito de que n vein
concia-, mesqninharia odios, torpes in la alraz delle veio logo hura tiro, efbi se-
vcslivas, fiivoli.lade rfos motivos, recolu- guindo intrpidamente o seu caa.in/io; mas,
iciens opposlas aos mellnrei projectodo par- j liiijta-se dado rebate geral, Depois de rauitos
tido contrario tenacidade em sustentar os do ex lo reos para penetrar no campo depois do
seu nailido eis o que all se pralica Ha- UT tido o vestido turado porduas bailas foi
ver nacao tjue baja representantes peiores? obrigado a di Herir para o dia segualo a ele-
Duvidamos. Huberto Walpals ,h -gou a cu.o do seu projcclo.
dizer no seio da referida cmara. A tarifa O general liara nao o vendo ebegar no
das conscieucias .parlamentares teubo eu no outro dia., resolveoenviar novo espio, por-
bole(i) Assim ve-se que ministros e re- que ludo annunciava bum at ipu para a noile
piesenlantes ludo era igual. O dolo dos seguinle ; mas nao bavia iiinguein no exercito
iuglezes diz llolbacb (a) be a riqueza ; essa (|ue se (uizesse encarregar desta perigosa mis-
paixunao excepta os seus representantes, s^0- Wandouenlo que Ihe trouxessem bum
negoceam at com a liberdade UOS povo* operario do arsenal mas pie Cscolbessein nl-
Bayer em outro qualquer paiz avaresa seme- gum que estivesse a ponto de ser redolido
litante ? uvidamos. desespecaca pela miseria.
4. Onanlo fiaqueza podem lembrar-se Foi obedecido o general : veio hum bomein
doiiOSSo triumlo no l'asso cabelo em i)Oi; mal vestido magro, e que nos olbos bem
em trra agreste sao ferozes e dados ; esera- e da sua derrota as margena dorio fooglj', deixava ver qual era a desgraca em cpie viva.
vidao ; seja pela nalureza do clima seja pelo' ein 17 All diz. Jernimo Osorio (.>_), | Como te chamas diz o general.
regime laibaroem cpie vivem 00 pela des- loram os porluguezes accommitlidos por tres Jacques Pitois.
iiu'manidadc dos pas que os aliinentan para esercilos eouipos de ipiarenta e dais mil bo- Quanto ganlias por dia ?
vendel-os Os indios pelo eonlrario vivendo meus commai.dados por insignes capiles inte e quatro sjldos e lenho Ires fi-
em Ierra amena e frtil regidos pelas sabias I sarracenos ; a nossa forca consista em qua- Ibos. .
leis de Menon sao pacficos, humanos, e' renta homens eindois navios; porem com Qucres ser rico :' lbe disse O'Hara sem
livres 31 suas cosas. SolVrem mais com o mandados por Duarte Pacheco. Este uosso tirar oj olbos delle
higo ingle/, do que os pelos escavando as hroe concluid a guerra em cinco mezes co- Jacipics comprebendeo logo o que estas pa-
lrldas dos Andes, berlo de insigne renome. Verificou-se de- lavrase estear inquisitorial ipieria dizer ,ge
Os cafres nos serlbes d'Afrie vivem como fe- pois que neiia perder o inimigo desanove. mil respondeo framente ao general ;
ras
exigs de mim i'
no Brasil aproximam-se condiea das boiueiS. be a n.. ao ipie In lacs hroes mere- Ojie
mul'icres britnicas! Os inglezes embaracam o ce. o nome de fiaca (raqoissimos seiiain 10- t^ue vas ao campo rancez que ve-
Irau/it'dos a'i ans para o Urasil afun de na 1 manos e gregos Lenidas eoiubateu e mor- linas esta noile dizer oque por l v ses u ou-
'u"inei t re o ali acuilma dos ;1nerjs |,io,lu-- reu no Passo das Thermopilas coni os seus vistes.
/idos nas-n is colonias ja bem potoadas, A Esparlanps, Pacheco triumfou no Passo Ca- Est bem, respondeo Jacques.
sin conducta assfira o demons ra ; qoem ven-: bato com os seus quarenta Portugueses i -~ Quando yoltares te daiei mil luixes.
d e compra mtilheres brancas nao puderra Em calcutla. oito ccotos iugl^zes-, em for- Jacques Pitois foi preso lego nessa noite,
embai .11' a venda de prelaS sea.isso>oos '' (juarnecida tendo alguus navios em quanto andava para se iniroduzir no cara-
e a sua jiaixao dominante1, o inte- armados, a pouca distancia ; tudo foi den-j- po. Levado a preseuca des commissarios da
PPSse poi 1 mil indios, 1 mmandados pe- convenco, foi leconhecido por espio econ-
A hiuocrisia dos ingleses ueste caso e in- lo Jovea Nababo Lbiragi-El Loulat. ,,< demnado a ser fusilado* Levara-no ossol<
toleravel. Os pretos tclgam etaver as mos
. sangue ; o indios
logein

al-o; com ludo mis e oulros sao metTa-
IhadoS |K>r mos bfitannicua se tentara de I
pender feas lares e penales. Ser haanida- j-----
de a.'.nll.i.ar e calar indios em quantoeui- '
demnadoa ser lusilado.
Continua, dados; mas, no caminho, uiatou bum del-
------les efugio aos outros
conde de tVieulaa depois de ter passado
todo odia escondido n'h-ura fossu pode intro-
----------------------------------------d'.izu ,.e ossilaulos,
,:, ariedade
po.
loi apanliavi
bar'aeam que se alimenten netos? Ser hu-
man uTadc embaracaT que estes passerm ao Bra-
/.:
asendo-lbe crua guerra no sen proprio
paiz ? A ebrouia doCabodeBoa Esperarica
vai-se dilatando a feno t (b| O.
I lu/os aidicara,.! aos inusulmanos a
quando ; voltavapara Toulon. Levado ;' prc-
BONAPARTE EM FRENTE DE TOOLON. ron e de Robespierre JLnwtor, de-
ju que era o conde de iVIeubiot, condem-
Toi Ion esta va em poder dos Inglezes o al- nado a roorle por contumaz e emigrado, que
mirante Eidod nao linba despresadi nada para sa tinha introducido no campo republicano pa
a por eos estado tbrmidavd ili A cou-l *^a observar os seus movimenlos < ij igoraque
venco ordenou a Uugommiur que Ihe (1
penuado Talio em seculo tenebroso, os sitio^ e logo nos primeiros das de semino
inglezes noprezente, chamado las lutes
jomaram porofficio dcgolar os sectarios de
Brama prohibidos em virtude di sua reli-
gio, de matar animal algum-Venasa he-
ptica arislrocratra e feroz, contentou-se
em pertubar a Italia-, Inglaterra, monur-
chia devorante e perlurbadora qu^r destruir
psdireilos e a liberdade do genero huma-
no, (i)
de inqi oceupou o eserolo francez b
do Cabo Brun e de Malbosquet onde se en-
trinebeirou.
ludo aqu estou ; niiiudem-nic lu-
zilar di pressa.
. reina olhow para Robespierre c responde)
ao conde de Ale.ulan que seos espides era
fusilados, os emigrados' era guilhotnados;
Depois de mottM escaramucas resol veo e com hum aceito que fez foi levado para
Dugommior apoderar-as do peiueno Giliral-
tar. 1 Ornado esta reducto, do alio do pro-
montorio avislava-se ornar e as duas escua-
dras ingle/a e bespanboia remudas, as quaes
fcilmente se podiao expulsar do porto. Mas ,
(1) Memoria dos Icilos roacaenses contra ser um deleito mais geni nos biiiannicos
ospiatasda Clona, e da entrada violenta do que em porluguezes .-Thoman de bouza ,
dosingreas na cidade de Maca, peg, n6. jdi/ o abbade Raynal [a] fea escra*a urna bella
(a) Quando nao refirojuiso alheioe digo, rapariga, prooiettida em cazamento a bum
01 inglezes Gseram oudeixaram de lser. de-
\i: enltuder-si: que iailo do Coveiuo; amis.-----------------------------------------
da na,.maquem iepeilo. I (a) A liberdade dos mares ou o governo
(i). Iiist. il.e poli. T. 1 pag. 10: a 101 inglezdccoberto.
i vi El-ni I). iM-nccl na evpulsio dosj,u-j
d. us c I). Jc.io i iiimiliiiido a iuqusiio,! 1 A liberdade dos mares, ou o governo in-
rnereceram aquele epilbeto. glez descjberto.
. Quanto d meaqainheria, provaremos-----------------------------------------------------------
llist. ;l. epoli. P. i-
A navegado T. 9. pa
I'.'.O.
-
3. HtSt Gl| C poli. Ti 1.
. Le gncreux Souza, qui sut domler i
amour.
Dans ees cmals ardeos o son feo nous d.-
vore,
Etquaprs Scipion la verlu nomme cncor.
Ivincnarde.
A navegeao T. a. pag. 27.
4. Princpipios polticos filosficos e mo-
raes.
1. Moral annlicada nolitcs.
2. Syslema social.
. Vida de 1.1-rci U. Manuel.
4- Ouadro do indoslao.
iiiima barraca e guardado rkta por dous
soldados,
Todavia, Dugommier, dividindo o seu
exercito em t. umnas. : (spunba a bum
' 1" eral. Depois de huma longa e peno-
sa marcha por baixo deeliuva inuilo grossa e
por buma medonha escuridao e caminios es-
carpados, depois de Se ter perdido viole ve/.es
e adiado o caminho outra tantas, chegavao
exercito francez ao Pequeo Gibrallar.
Ali bavia buma trinclieia de dezoito ps
de altura, defendida petos Ibgos encrasados
dos sitiados ; liaba muilas canboneiras e Hel-
ias artilberia de pequeo calibre que fulmi-
nava as primeiras tilcuas do exercilo francez ,
i-i>> mu mili as npeas de mior c.:!:!;:e cclisca
das por cimadestas melralbava desapied
daruente a retaguarda.
A pesar da pouca vantagom offerecia o



DIARIO DE PERNA M B V CO
Bllf 't I" l",",'"*'''^^'''^rmtmmmtki
terreno o nao torido r[iie oppr a mitralha
doi Ingleses maisdo que espingardas a maor
parle deltas inulilisadas pela chuva que con-
linuava i cahr nos soldados da repblica fir-
mes na sen posto como pecas de arlilheria nos
seus reparos augmentava de esforcos. e
comecaia a pratkar ess&s aranaes acedes que
para e futuro viriag a ser ignoradas. Os com-
musarlos daooroveuco, cora a foxa tricolor
, cinta e a espada na mo corran de fileira
en ileira e ia animando as tropas ao combale.
Tanto soldados como officiaes rivalsavao cm
energa ali ; nao bavia dsl necia de pos-
tos havia so coragem.
Foi enlu que no ataque do Pliaraon ,
hum oflicial de artilheria de z3 anuos, mor-
rendo-llie lodos os soldados da sna balera ,
fez, sera o auxilio de niugunm o ser vico de
huma peca carrejando, e apontando elle s,
muilas vezes Foi esse mesmo mancebo que ,
no principio do ataque disse corajosamente a
iium represenlanlc que crlicava aposicaodc
huma balera Tratai do vosso o ficio de
representaule c deixai-me com omcu dear-
tillieiro : esta batera liado (car aqu, fico
responsavel pelo resultado.
I rao pilmas atrevidas,podia.") f.i/er decepar
a cabera d aquelle que as profei a : elle hera o
sabia; mas a nes,te omcial entao desconbe
1
ciuo se uesenvoiviau mima energa pouco
vulgares |>i no mancebo obscuro so deacobria
o capitn une al;uns anuos depois, devia en-
eber o mundo fom o seu nome Palalo c im
grandes cabellos reos, de estatura ordinaria,
as laces encovadas o gesto imperioso, a vo
jaoiili, os ol.os penetrantes domo os da a-
guia, o rosto vasa do na mascara de Cesar,
taes era.") os Stgnaas d > grande I; Mil'":i que !;-
dos conheceis. Era aquelle que devia |> meo
depois, correr a Italia como vencedor; era
aquelle que devia eserever o seu nome com a
pona da espida ao p das Py rain id es era a-
quellc que devia levantaren! Fran,a o Ib roo
du Carlos Magno casseutar-se nelle, (no de-
via vencer Allenianlia subnietler a Italia ,
disputar nos Inglezes o imperiodos mares, la-
zer tremer os reis e nao saliendo como re-
compensar os seus geueraes, dar-Ibes comas
cm vez de postos aquelle que depois de se
ter abalan ado a ludo de ter vencido ludo ,
foi morrer em cima de bum rochedo agreste,
fechado na sua guila de Santa-Helena- maor
na adversidade do que no auge de sua fortu-
na -, c temido anda daqelles que o linhao
eucadeado.
Milralhado? mas nao desanimados lenl-
ra os sitiantes bum ultimo esforeo para entrar
no impenelravel reducto : nao linha escadas,
ma. subao buns por cima dos oulros al a al-
tura das caifhoneiras e depois espera va para
entrar o momento cm que a peca recuava, e
eoin a espingarda na bandoleira e a espada nos
denles, preciptavao-se sobre os artilbeiros
inglezes. Tres veres fora icncllidos eco-
lados nos parapetos u laucados driles abai-
xo e tres vezes suhra. Lula rao braco a
braco a malauca ca horrvel a cnnfuso
muito grande c a china que eahia a cantaros
augmenlava a desordera. Os Inglezes batiao-
se como bomens certos de vencer os Frane-
les como bomens decididos a morrer.
Enfraquecidos por bum cmbale porfiado ,
perdidas as espera ncas de lular contra tanta
gente as tropas republicanas estavao para
relirar-se (piando se ouvem muitos gritos de
alegra ; he huta reforco que ebega e u estes
gri osrespondem gritos de victoria.
Donde vem este reforco r lie mandado pelo
general onaparle : quem o comuianda sao
dous bomens que iiotrazem uniforme e a-
vanca com acabeca descoberta o cbeoa de
barro.
iqni O que acnritrreo.
O., s ild idos encarregados de vigiar o con I
culati era dous mancebos co rajosos e ar-
d en tes que nao pensava se nao em balalbas
e victorias j por iss apenas ouvirao os pri-
men'" :os cnlhusasmaraO-sc logo e in-
di pido em quanto oa-seus camaradas se cobria
lotia Consullafa entre si e decid ra
malar o conde e voltar para o exercto. 110
por em execucb o seu projecto qnando de
repente fora agarrados pordelraz (aneados
ao chao e atados. Tudo isto foi feto com a
rapidez do relmpago; e aquellos que osti-
nhuC desarmado e derribado desapparecera
n bum momento. Ia andando e a fucilaria
au -menta va ; quando chegrau ao p da raon-
tanha parraO. e humdelles fallo dcslc mu-
do:,
Quem sois quero saber ao menos o uo-
me do roen libertador. .
Jacques Pitois, trabalhador ; e vos.'
O conde da iVleuiaa, e cuiiao.
de res-
nunejar mais huma palavra,
Como he que vos acbaes aqu ? diz re-
pentinamente o liomem do povo examinando
o conde.
\\m observar o inmigo.
Ah he isso responden o trabalhador,
pondo o chapeo na caneca. Bu tambera sou
bum espio dos Inglezes.
O conde de Weulan nao responden ; f'o-
raosubndo cquandn rliegaraQ ao sitio da
montanha onde ella se divide em muKoscami
nhos, o emigrado e <> trabalhador fizera alto,
e ollirao bum pira oulro.
Quecammho tomis, disse finalmente
o eondede Meula.
-- Ivle vai dar ; pa a, disse Jacques .
acontando para hum atalho escarpado e tara- I mu superior a de todas as creaturas mor-
bem vai dar s Irincbeiras. taes ,, Julgopor ist, diz Salustio, que de-
SubiraO muilo lempo anda e avstara K-vemos procurar (loria mais com as raeul-
nalmente i pouea distancia o Pequeo (j- dades d alma que do corpo; e pois a vida,
braitar: e, por bum movimento simultaneo, que disfructamps, breve faser por deixar
pararaS de novo. V rao os soldados republi- de nos a nr.tis lo.iga memoria,
canos chegarem todos ensanguen lados a Id a
do fatal reducto e lazerjdoscorpos vivos
huma escada de vtile nos para aleancaretn o
mente na memoria da posterdade urna cou-j madcii as cm sua propredade Varoim -O
sa muilisongera no lempo mesmo, em que) que se pela segunda vez usou to somente de
realmente se vive. E' urna especie de con-1 prudencia de tomar da ro&O dos cortadores os
machados e foiees ; pela lerceira pnhlicar >
seus nomes pelo Diario, e usara dos meios ,
".ei Uie faculta, fieando-lbeosenetmen-
solacao o deTeparaco da roorle natural, u
(pie lodos mis SOAIOS con leados, l-.st.- mi-
nistro d estado, este rico financeiro, esto u-
lico morrerao de lo lo \of,o <|ue a morte os le
var. A penas sua memoria durara alguns
mcr.es ; a penas seu nome sera pronunciado
Mas um homem celebre ou na guerra, ou
na magistratura ou nassciencias e bellas ar-
les nunca ser esquecido. (> paes de
mundo cu jo dote consiste s na sua grande-
za vivem paucos'annos. Os grandes escri-
ptores do mundo 4 pelo contrario sao im-
roortaes; sua substancia por consequenea
que
Vida, moralmeulente fallando, se loma
hi vida uivil, e pelos d veres da s >ci< 1 id .
o de ter de pronuncaivse contra pessoas, com
piem desejaria smpre viver em harmona :
miro mu pede ao Illm. Sr Sub Prefeto do
lito logar, queira laucar Mas vistas sobre
ceitos sugeitos, que perlondem viver de furtar
liuis. c\s allbs el nao s do abaixo assignado .
como d'aquellc* |ui possue ditos animaes solios
por esses logares.
Eranciso Carneiro Machado ios.
iT- Precisa-se de um liomem que queii i
estar em um sitio pira vender le te ; no pateo
da tlibeira I). b se tratar
i ..- Quem annuiiciou querer urna lo ja com
eommodos para familia eeom poueo fundo ,
oueira annuneiai n sua morada.
t f Precisa-e le um negro ou negra para
servir uma casa de homem solleiro, liando o
sustento, (sendo o serv o mu diminuto);
quein quizer. alugar aiiuunce oudirija-se .i
para pe lo ; vira-os entrar pelas canhonciras hielos cosluroes pela duiacao de nossa ex- ribeira da Boavisla caz i que Ibu fica defaonle
i). Jo, queabi se dir quem precisa,
I Quem quiser mandar fizer costuras
mi
em cima uai pecas
une
c precipitar-sa sbreos Inglezes esucuumbir islencia etc.
i final depois de huma heroica i sistencia s- \ A vkla civ um comraercio de olficios mn-
prelemlia tuus onde o mais honesto gauha mais ; pro- tanto de homem como de Senhora assim ce
curando .i felicidade dos oulros, assegura a mo engomados com perfeico, dirija alo-
sna. .; I). 4 defronltdo oito da matriz de S An-
,\ ordeni dos devens di Soriedadc consiste tonio liar com quem tratar,
em saber um liomem condu/ire com seus %sf Existe na ra .Nova i', i uma una
superiores, seus guaes seus inferiores; carta para entregar ao'Sr, Victorino da Roe i
filiado
lomar Este especiarulo fez bater a ;m.<-
roracn"o com forra abrirau ambos a boca ae
mo lempo, c.*queccndo-se d'-ipu- a vid i e
as recompensas os esperava no interior da
naca exclamaran a pon lando para o sitio
ndecahia os.sohlados republicanosPara ,-. necessario agradar a seus
o
a! I i [tara aili !
|."r,io '-raedes esles bomens nrsle momento
solemne. Q espio fidabjo e o espao plebe
inliao desanp*recidc: estes dous rostos T5
expriman o terror do criminoso que se occul-
la mas o er.tiiusi.ismo do soldado (pie nada he
capa/, de assustar ....
Corrern comieda a rapidez ganhrao o
iotervallo que os separava das tropas Irance-
supenores
s ';u Pinto v oda do Poi tO.
i.. ,ir uma
baixesa ; mostrar estima, e amisade aseusi-j Precisa alugar uma 'asa terrea no
guaes ; e de modo algum faser sentir 4 seus Bairro da non-vista que tenha bons comino-
inferiores o peso de sua diguidade, e de sua dos para familia : quem Liverdiriju-se a ra
foriuria. d" Hospicio na labftej dfi cbapeoi.
Os costumes doceis puros honestos con- %sr Hoje.oo do crrente n porta do Sr.
servio a .saude do noites descaucaas v. Ur. Juisdo Civeida % Vira na na Nova, se
condutem o bomens aofim de sua carrera bao de arrematar por ser a ullnnPrace ,
por um aialho semeadode flores.
A duraeaode nossa existencia curta
dousescravoS, osquaes exslem no Deposito
nao a Oeral perlencenlcs nos bcideiros de N cente
/.as, e chcgaraQ ao monte Pharaon (piando facamos por tanto anda mais curia iielo nosso Pereira Gurjo por execii9o de Jop Caval-
rlonparle carre^java eapontava huma peca : desregramento,nem a invenenemos pelos pavo- cante d.'Alhuquerque,
Qneres que te ajudemos ? dissera elles. res da snperslico. Condozidas pea razu. e C3' Preciza-se alugar um se
O joven commandante olbou para ells ; o trauauilisada por nossas virtudes. umandarquelenbasumcienteso
Esperemos, que a Piuca,
I) um golpe de lisoura,
Corte o (io delgado
T)o luso, em que do povo c do monarca
Os dias se nnovelo ;
E conten tes do lempo pie vivemos ,
(iracas natnresa
Demos, e o que della
Ha vemos recebido.
(Traduzdo )
lepois, apontundo para huma peca que esla-
va rodeada do artilbeiros morios trabalba
lhe di>se com voz rpida e imperiosa.
Pelo espaeo de huma hora fora carrejando
e apontnndo a peca. Robespierre passou por
elles, parou como quera osconhecia, e reli-
rou-se Pouco lempo depois Booaparte Ibes
disse designando o Pequeo Gbral Para
all he que he necessario agora ir.
E Jacques Pitois eo conde, seguidos por
hum cenlo de soldados chegaraG logo ao p
lo reducto. Este soecorro inesperado mudou
toilo o combate. Os i'ranee/es precipilara-sc
com todo o impelo sobre os artilbeiros Ingle- CHARADA.
zcs: ueste conflicto se vk5 Jacques c o cunde
luctuando hum ai
lees iguaes em furia
Os sitiados recuara, e nao tardOU que 86 j Dtt segunda es- pe atraz ) g
intrpduzisse a desordem as sitas fileiras : os Mulher cazada leras. ) "
Porque coulendcs com !ssi>.
Pequeo simples v ivenle ?
Procuras luz eachas lome
Morreras por imprtideule.
o lado do oulro como dous v prmeira ajunta do,) .
ria guaea era forca. ; l ters espos s. ) 2 5.vllal,as'
a
que escapara morte fugirao para a chladc. i
Ouando se acabou tudo Ricard e Frerou se
LOTERA DA M. DA BOAVISTA.
appresentara a Bonaparle, ereclaraara os
dous espies'. Bonaparte levou-os ao p do
reducto e moslrando-ll es aous corpos dieios
ridas Elles aqu eslo, cidados com-
i) disse elle.
__' ,... caso, rnania.-nos dar i
corpos, porque be necessario que a juslca si-l Tendn se vendido uma grande parle
a o seu processo. dos btlhcte: da Lotera da Matriz da Hoa-vs-
'__Estes bomens ': I vides com. a ta, b TtiezbTcio da mesma ibzejando mar-
ua morte., nao Ibes loquera replicou Boua- : car o da, em que de ve andar as rodas, o nao
r.. | :. and rntre os convencionaese pode fazer sem que os amantes deslejogo se
ladaveres de Jacques Pitois e do conde de cheguem a dar fimao restante do bilnetes ,
Vleulan. o que assim succedeftdq, brevemente se mar-
A' noite manilou-os enterrar pm si-redo caiodia,
pelos soldados. --------------
Oexercito frahcez entrn a i8 di Di rcm-
sobradinlio de
eommodos pa-
ra urna pequea familia com quintal, e ca-
cimba em qualquer das nas dosbairrosde
Sanio Antonio e l)Oa-visla nao sendo com
ludo as ritas mais esquezitaa ; ou um andar
com guaes eommodos : quem o liver dirija-se
a ra Nova ti. ao'3.
xcj~ Constantino lose Raposo faz sciente
ao respeital .publico que Francisco Antonio
da Silva, deixou de ser seu caixeiro desde o
dia io de Fevereiro.
A pessoa que por engao tirn urna
carta do correio como o nomo de '.andido
Tlteodoro Rodrigues nto', queira annun-
ciar por esta folha a ana moradia para se pro-
curar.
5_j" Compra-se a obra de Geometra por
Lacrois: quem a liver annnuce ou dirija-
se ao primeiro andar do Sobrado por cima
;da venda da garapa no becoda l'enha.
tjyOSnr. Antonio Clemente Esleves das
[aras, (pteira dirigirse a rua da San/ala
nova \) i onde se lhe dezeja folar a nego-
ciodcseu inleressa, ou annuncie sua mora-
dia.
L..-" Convda-se a qualquer official de bar
beiro que queira ir trabalba em lora do
porta.-, onde se faz bom partido : os perten
denles dinjaose a mesma, a procurar a loja
de bar beiro.
:. A luga-se um ptimo sobrado em O-
[nda na rua de S. liento, ornis prximo qn all existo da Academia di> Curso Jurdico ,
com muitos eommodos : a pessoa que o pre-
r dirija-se as 5 Ponas no ultimo sobra-
do da viuva do Peixoto; ou em 01 inda nos \
canl is em casa do Escrivao das Decimas Jlo
lalvcs Rodrigues Eran a a tractir do a-
uste.
brom Toulon qu foi b imbardeado duran- I THE Vl'PO.
te dous dias e mulos hubilaules Jbraexe-i O Director para a presentar em Scena os; &---- J' Ferreira Dias subdito Portu-
( mados por ordem da convenci. rramas de grande ex| eetaculo j aunuueados guez retira-se d es! iCidade para a da Baha.
onaparle perdoou a dous condemnadns ; Decsa para manter as despezas ndispenaves, ^--' Roga-se a pessoa que vio um bahu q*
a repblica victoriosa nao perdoou a Toulon I de essenta Socios (pois lautos sao es Cmaro- Jficoq raen-ano no Varadouro no dia i8do
v'cnxda. les) a quarenta mil reis cada um pata a for- corrente com roupa de Senbora dentro ; en-
Uonapartt em consecuencia da sua intre-j niacao de iima Sociedade Theatral. Os Se- do me queira enlrgal-o s dirija-se a rua
nhores que pretenderem ser socios, podemdi-|do Aljubelado direilo lujado .Raate do Sr.
gjr-StJ ao Sis. Luiz Moreira de Aiendciica ,
Jos Peres da Cruz, loja na rua do Cabig ,
e Herculano Jos de l'reitas isto at o
vinle e dois do corrate, a fim de se dar prin-
cipio os Irabalbos 1 liealraes.
pida conducta durante o cerco foi maneado
r enera I de brigada no campo d.i bala I ha.
(IJo Despertador.)
MISCELNEA.
Vida Moral.
Vida Moral aquella que. passa coa: glo-
ria alem do tmulo.
A comparaeo da brevidadedesla vida mor-
tal com aeleniidade de uma \ida moral na
leml>rn.ados bomens era lamiliar os Ro-
manos etem sido cutre eiles. a .....
Avm.n llivcrios.
..' O abaixo assignado roga a cortos Srs
que esao de lorn-js de e..l cm .si.nia Fuidla .
euljjuus ....;;;:;]..re.-; ds Praia de P?" amarillo
peilo
Jacuues Pitoi lirou o chapeo emarderes- manos cteiu smo cu c n-.? ---. ;**.......-........- ..................."
ilo^c'iinbossuhiraoumH.uuil.: n pro I maiores A idcia devi^r gloriosa-| que se abslenbao de mandar coi tai Icnhas aioito, ai,,
Ignacio Rabianno ou no Recife per detraz
do Parai/.o caza da quina que v.lta para a
i o i do S. Bom Jezus a^ crioubis.
y Vende-se uma negrinba creoula com
idade de Irene anuos, muito boa rendeira co-
zinba, lem principios de costura e muito
diligente para qualquer servico ; ou trocarte
j.or uma negra que saiba cozitiliar engomar,
e cozer bem : na rua de Ilm las caca terrea de-
fronte do beco largo de S. Pedio U io.
f prerisn- se de UDI creado d(di,;ente, o
fiel ; e de um rapa livredaG. N. : no bote-
nm c cata de aslo da rua dos Quarteii D.
^


f-
4
*& O abaixo ssgnado faz saber no Snr.
doengenhoGinipapo que o oscravo Bene-
dicto sendo que tenha os seguinles signaos ;
altura de 58 a 6o palmos ^rosso do corpo ,
proporcionado na altura cabeca redonda e
nao pequea ollios afumacados e nu-ioes,
rosto redondo nariz olalo boca larga Lar-
bu cnvolta dos queixos, sobre o bombro es-
querdo lem uns Hgnaes de ventosas e bas-
tante cabeludo nos peilos bar gas e as pei-
nas falla muito desembarassado que parece
creoulo denacocacante loi comprado ao
Snr" HerculaQO Josde Freilas em o mei de
Maio de itii c fugio ao abaixo assignado
em 5 de Agosto do mesmo auno da ra da s< a-
zala velha estando trabalbando era una pada-
i a e levou um Ierro no pescoco ; mande-o
levar ;|n atierro da hds vista 1) 34 que *
pagar toda a despeza generosamente.
Manoel Joaqun) Lunas.
so* O abaixo assignado ro*a ao Sur. do
engenho Ginipapo, si oes ravode nome Be-
nedicto que se aelia em sen engenho c diz
atar fgido a dous para tres anuos, feudo
|up ten na os signaes seguinles cara talhada.
de boa estatura mais ftrossa do nuc seceo do
corpo representa ter o anuos ele nome
Francisco sendo seja o mencionado innnn-
cie. Jos de Mello Cesar de And rada Car-
valbo,
to* Arrenda-se annualmcnte urna cas;,
terrea a barracada, sita na ra aue vai da es-
trada da solidade para o manguind repar-
tida segundo o gotlo moderna lem coi n dor
lavada sala de vesila. forrada com i pal-
mos era quadro tres an< lias de pciloril en-
vidraesadas Hquait>s, sala boa ib* imitar,
cozinha fora, com assento de ugo inglez ,
conlendo seis fornalbas, eseu respectivo Tor-
no quintal murado, rom cacimba de agoa de
beber, sentalta para seis osera vos estribara
para j eavallos com porto para a lente da
ra, independente da porta principal, e
ludo muito boro pintado e suficientemente
asseado os pretendenles entendo-se com
o Escrivo Almeida, que ti.m poderes para o
dito nriendameiito.
C?" Precisa-sede urna ama que lenba bom
Jeito para acabar de criar urna menina de 7
nu/es ; no nrimeiro andar do sobrado unto
ao tbealro que tem lauque d'a/,oa por baixo.
SO* Troca-se um negro ladino, moco, c
sem achaques por um molequede 2 a 1 j
annns de idade ; na ra direita sobiaJo do
lado do poenle D. o,
so* Precisa-sede um caixeiro que saiba
ler, e escrever entend de negocio; na ra
nova D. i.
'j" A pessoa que quer mandar fazer 4 ves-
tidos de seda e desmanchar 10 libra* de ce-
ra, diria-se a ra da Florentina primeira ca-
sa de Joo Zurriik
DIARIO DE PERNAMBCCO
Magdalena pode levar a loja de chapeos do
largo do collegio, que reseber o valor do
mesmo brinco.
SO* Quem livor perdido urna cadeia com
chave de ouro para relogio dirija-se a loja
de chapeos do largo do colegio que dando os
signaos I be ser entregue.
r Precisa-sede um caixeiro portuguez
de idade de 1a a 14 anuos, para nma venda 5
na ra d i praid defrontedo tinque d agoa.
tar Manof.l Alves Guerra responJendo ao
annuncio inserido no Diario n. 3o, declara, que
quandooseu devedor Jos Vax de Oliveira
contrahioseu debito, nao bavia orfos por
SSO se agora lia algum polo declarar se
&o~ Hofeaodo correnle, na ra nova a
porta do Sur. I'r. Juiz de Dircito da segundo
vara do Cive as 4 horas da tarde, por con-
la do seguro se ha de arrematar o Patacho
Brasileiro UuiSo -, quem quiser examinar dito
Patacho se acha defronle to trem
tsw Ummolcquede idade de l4 annos,
hbil para todo o servico ; na ra do collegio,
ojadechapeos.
SO" Um bote novo com muito pouco uzo,
com 4 remos e vella proprio para embarca-
tao ; em fora de portas a tratar com Fran-
cisco Euzebio de Paria.
to* moooilavas de prata velha; no ar-
mazem de madeiras de Domingos Jos Rodri-
gues de Azevedo na ra nova defronte do
tanque d'agoa e um terreno alterrado com
67 palmos de frente e ibo de fundo.
SO* Urna canoa nova aberta e de carga
de mil lijlos ; noestileiro de Thomaz Jos
Noves em fora de portas, por detraz do pilar
.^SO* Chapeos pretos francezes de superior
qualidade ; na na do Queimado loja U. 13.
SSf Sementes de ortalices muito Irescas e
cbagadas a pouco de porlugal ; na ra do Li-
vramento n. 3.
SO" Urna escrava cieoula de idade de i3
annos; no atierro da Boa vista loia de ouri-
ou para
al-
visos Martimos.
SO* Har lora
FRETA-SEpara Hamburgo, 0U para o um engenho urna prela de nacao calduda
norte da Europa o muito superior c veleiroi cozinha o diario de urna casa, e entende de
ves junto a loja de ferragens.
SO* Para fora da provincia
Brjgue Inglez Ann Jobnsion CapitSS Cor-
ben de primeira classe AI de if)3 tonela-
das uu Zoo caixas'' trala-se com os consi-
gnatarios Crislophers & Roope.
PARA LISBOA com toda hrevdadeo Bri-
gue Portuguez S Joao Baplista, do que be
CapilSo Manoel Jos de Souza por ter urna
na ra de S. Jos do lado
libra- i
no
servico de campo ;
do nascente I), 12.
SO" Assucar refinado a 80 rs. a
deposito da ra do Vgario onde lem a tabo-
lela.
Q^. Na loja de louca alraz do Corpo San-
to n to' gigoscom aparelbo para meza e
rande parte de sen carregamenlo prompto ; para cha de louca Bna de cor de lino pardo,
quera quiser carregar ou ir de passagem pa- | e cor de rosa contendocada gigo o seguinte j
ra o aue lem excellente- com modos dirija-se duas terrinas para soupacom pialo e colhcr ,
aesaeus eonsignataeies Mendos & Oliveira | duas ditas para molho 4 pralos com lampa
na ra do vTgafio D i5 ou com o Capito. para quisado 4 ditos para podim, it pratos
PARA II UIHURGO a Barca Inglesa Ma- travessos, duas seladeiras 7 dunas de pratos
tliew Plummer, precisa ainda de algumas | rasos i e meiaa ditas de fundos para soupa,
barris de assucar para completar a sua carga ;; 4 ditas para frutas um aparelbo para cba
trata-ge com Joo Slewart ,
11 55,
i I
5>
a ra da Cruz com duas duzias de chicaras e pires, j uu/i-
as de tigelas para caldo dous orinos com
lampa duas bacas e dous jarros, ludo por
proco de 70.000
CT Um quarto russo, duas cotias e va-
C o 111 {) r ii s
V e 11 i a s
cyAluga-se a propriedade de casas sila no
beco do Abroo no bu i rro do Recife perln- e oulros muilosobjectos de bom goslo.
centeaJos terreira Duarle & L'ilhos( de
Lisboa ) ; trata-so com o sou procurador os
Gonsalves Ferreira Rozas, na na da Cruz
nru8.
il^" A pessoa qno annunciou ter ladrilho o
telba (uerendo a (6,000 tanto urna conza
como nutra; pode mandar botar no esta le 10
de Jofio Thomaz, 4000 ladrilhos o mil le-
Jbas.
SO* Miguel Gonsalves Rodrigues Franca ,
faz BCiente ao rcspeitavel publico que vendeo
uielade de urna casa terrea sita na 1 na do Ran-
gel D. 2 1 a Joaquim do Res (jomes com
iicondico na escriptura de morar gratuita-
mente no interior da dita casa durante a vi-
dado dito comprador, a mencionada escriptu-
ra se acha no cartorio lo Tabeliao Be/.erra ,
para que seno cbamcm u ignorancia e por
1SS0 possa comprar ou la/er outra quaL|uer
transacao de negocio o aiinuncianle faz este
annuncio.
CT lrecisa-se a lugar urna casa terrea na
ra direita e outra na ra do Rangel que
tenbo quintal e cacimba que he para se por
um botica ; quem tiver dirija-se a botica que
fiea a porta travessa de N. S. do Terco
SO" Seo moloqne que existe no engenho
Cimpapo br de made pouro mais ou menos
de ;o annos, e se chamar Joo de naco ga-
SS?- Joao Stewarl consignatario da Barca rios passaros eanlandorcs ; na primeira casa
Ingleza Mary-Charlollc-Weber arribada a terrea na estrada do Hospicio para o pombal,
eite porto continua a fazer Lcilo por in- GT Ou arrenda-sc urna casa no lugar do
tervoncao do Corrctor Oliveira sexta feira Remedio com um bom sercado para vacas ,
vi do correnle as dez horas da manba no a casa lem commodos para urna grande fami-
&eu armazem da ra da Cruz dos seguinles lia ; a tratar na mesraa.
artigos, que se venderlo para suprir as des- SST Urna escrava de naco, de muito bo-
pesas do costeio da mesma Barca 5 a sabor nita figura com algumas habelidades ven-
mulduras para quadros sapatos e meios bo- de-se por seu Snr. se retirar para fora da pro-
tins para bomem ditos de sclim couro de vincia ; na ra Direita D. uo lado do Livra-
lustro e marroquim para senbora ditos ment.
para meninos brincos ulinctcs e colares Superiores rharututos da Cachoeira
pretos, caixas para cha cadasso lencos de chegados ltimamente no Patacho Dois Ami-
gar- a boleas para senbora, de seda, aneis gos ditos pequeos chamados de senhora, ditos
de metal, chapeos para senbora retroz, cai- de Hamburgo o ditos de Havana ora cai-
xinbas, cmoda, Irascos de excencia de sal- xas de oo, por 18 e i5,ooo e caixas peque-
ca diflerentes pecas de vidro, biscmito doce, as de a5o a nove mil rs. ca realho a 40
e to rs. e os mais como ja be sabido ; na ra
____ do Cabug loja do Sr. Bandeira.
casas, no lugar'da capunga e arrenda-se
um sitio na estrada de Joao de Barros com
muitas arvores de fructo e boa casa de vi-
venda e tem ptima baixa para capim ; na
ra nova loja de chapeos n. ai defronte da
Conceicao.
SO* Urna escrava de naco mucambique ,
de idade de 14 annos; na ra de S. Gonsalo
D. 14 a fallar com Manoel Antonio Tei-
xeira.
SO" Na ra da Moeda armazem defronte da
casa damoradiado Sr Braga velho em pi-
pas barra c garrafoes o superior e a
muito condecido e aprovado vinho do sangui-
nhal, como o melbor- que vem de Lisboa ,
por preco CDmmodo e se declara que os nue
comprarem para fora desta provincia Ibe cus-
a menos 7,100 do consumo pagos a sabida da
alfandega.
SO* calle da melbor qualidade, que se
tem visto nesta praca ein sacas ; no armazem
do Braguez junto a Conceicao da ponte, e
para que os compradores nao julguem que uns
pago mais de que oulros se declara ser o
preco geral para todos o de 5ooo pajos logo
em sedulas.
^SO" Collecoens de traslados para se apren-
der escrever com perfeico os caracteres ingles,
romano itlico, e golhico, offerecido a
mocidade brasileira ; na ra do Livramenlo
D. 2.
SO* Urna venda na ra Direita D. j, com
desobriga a os credores ou boas firmas ; a
tratar na Aisma.
^ SO* Urna prenca hydraulica para impren-
sar algodo ou em barricar assucar ; na ra
da senzalla nova n, 1.
SS-T Sarjas de seda preta largas e estrei-
tas da mais superior qualidade Hespanho-
la Genoveza. e Franceza; na ra do Crespo
loja D. 4 do lado do sul.
SO* Urna canoa com 3i palmos de comnri-
do ehe dcamarelo echegada prximamen-
te do sul, ptima para abrir ; naserraria por
detraz da ra do Fagundes.
SO" Urna venda sila em bom lugar com
commodos para familia com lundos a von-
tadi? do comprador c metade a dinbeiro e
melado a praso ; a tratar defronte da ribeira
da lioa vista D. 28, ou na praca da Boa vista
D. j.
SO* No lugar dos Remedios defronte da
Jgreja nma propriedade com casa nova ,
1 bem construida terreno proprio com gran-
de exlenco olaiia Corno, e duas caziuhas
Idetaipa, tambem pode admetir um grande
! viveiro ; trala-se na ra do Colegio botica O..
! 3 de Cypriano Luiz da Paz.
SO" Be/.erros franceses a 20,000 a duzia ,
earetalboa 2000 a pclle ; na ra direita D.
i3 na ra do Livramenlo loja de couros jun-
io da botica do Sr. Manoel Romo.
SO* L'm lindo m deque de idade de i3 an-
nos de naco por 3-jo,ooo da-sea mien-
to* Um raoleque de idade de 16 a 18 an- lo um pelo de nacao de idade de i5 annos
nos ; na quinado beco da congregacSo I), ai. muito robusto por 38o,ooo um dito de i5
SO- Lina lipoia sendo nova 011 com pou- anuos por -iyo.ooo una linda moleca de na-
co uzo c Ceita a moderna ; no atierro dos ?o de idade de 16 annos. propria para
Mingados passando os ltimos sobrados do 1 mubanda 5 na ra de agoas verdes D. 38.
andares na primeira casa .terrea onde teve fa- so- Urna escrava de bonita figura, de ida-
bi iea de tabaco. ('e ('e '^ annos cozinha engomma c lava
roupa ; na ra velha n. i3.
SO" Oilo escravos urna nreta de nacao ,
mota engomma cose cozinha urna mo-
latinba de idade de 16 anuos,"com boas ba-
Escravos Fgidos
r^ Urna escrava do gentio de angola
ptima cozinbeira doceira lavadeira e.
belidades e ptima para mubanda por ser de
quitandejra muito sacha, e sem vicio al- bonscoslun.es, tres moloques de idade de 10
;um, na ra das Cruzes D, 7 no segundo an- a i5 annos ptimos para qualquerofficio 1
dar. pretos ptimos para todo o servico tanto da
ty Urna muala de idade de o annos ,' praca como de campo um molalo ptimo of-
cozinha e faz lodo o mais arranjo de urna neial de sapateiro e bonito pagem ; na ra
'casa ; na ruada Alegra na casa da quina a do agoas verdes casa terrea I), j.
esquerda hindo da ra velha SO" Urna morada de casa terrea sila na ra
SST Fazendas para hbitos de Irmos da de agoas e um par de oculos de armaco de
ordem lerceira ; na pracinba do Livramenlo tartaruga; na camboa do (armo D. 8.
oia D. vo. O" Urna venda com muito poucos fundos ,
bao, cor fulla rosto descarnado macas al-
ias, seceo do corpo estatura regular, olbos
grandes e vermelhos um talbo na maca" do
rosto, signa 1 da nacao um peilo mais cle-
vadoque o cutio pernas finas, dedos cur-
tos e abortos o qual est fgido a seis annos
sendo soja quoira mnunciar.
SO" Quem annunciou querer ser ama de
homein so!feira diria-sca roa da Flore;;!:
na, indo para a mar a direita na penltima
....
so* Quem tiver acbado, ou lie Cor olc-
o um brinco pequeo de filagr que se
ptideodesdea ra nova ate a passagem da
tS5~ Uin cavallo ru com pintas de pedrez
novo carregador baixo e sem achaques e
ties laboasdecuslado de amarello escolhidas ,
com trinla palmos de compridas ; no atierro
dos allogados passando os ltimos sobrados de
dous andares na primeira casa terrea onde es-
leve a fabrica do tabaco.
SO" L'm o* vallo grande puto, gordo, e
ptimo para carro ; na ra do Queimado loja
de ferragens I). 18.
SO* Dous escravos um crooulo de idade de
1 aunos nutro bastante ladino de i4 au-
nes ptimos para lodo o servico; na rnn lar-
ga do Ro/ario segundo andar do sobrado por
cima dri Harlhnlnmpn.
Hf m balcao e urna mesa grande, com
pouco uzo proprios para loja do fazendas ;
11a ra do collegio D 4 h'ja de chapeos.
e de aluguel muito commodo, em muito bom
lugar para fazer negocio ; na Magdalena an-
tes de ebegar o sobrado que servio de cadeia
venda de duas portas com fingidos de amarelo
e barra prela.
SO" Um molato mu lo hbil para todo o
servico de idade de 11 annos com officio de
carniceiro e entende de pescara 5 na ra de
S. Rita nova casa terrea 11. 1.
SO" Urna cabra de idade de 20 annos de
bonita figura cose eugomma cozinha e
lava ; na ra do Rangel D. 9.
SO* Rap hamburguez chamado rolan
< hegado ltimamente; 1^1 ra Nova D. 2 lado
da Matriz e D. ti lado da Conceicao.
SO* -;o palmos de Ierra de frente c 3oo
defundo com bastantes arvores de fructo ,
sercado de madeira proprio para se edificar
SO" Da-se o premio de 40.000a quem ap-
prehender um escravo preto de nome Antonio
bem conbecido por fortuna bem parecido ,
estura regular e bem fallante fugio da
Magdalena e consta andar neste mesmo lu-
gar e seus suburbios conduzao a ra do
Yigario D. 11 ou mesmo na Magdalena sitio
de Miguel Correia de Miranda.
SO* No dia 9 do correnle fugio um escravo
cabra de nome Antonio com principios de
carpina natural do serlao do Aracaty, gros-
so, altura commum, e levou nos peilos um
emplastro confortativo ; quem o pegar leve a
ra do sol casa de seu Sr. Joao Francisco da
Costa mestre carpina que ser gratificado
SO* lloga-se a os Snrs. Sub-Prefeitos e
mais aulboridades desta e mais comarcas e
pessoas particulares que souberem ou virem
urna negra de nome Josefa ( seno mudou de
nome ) de idade de 34 annos, altura regular,
secca do corpo cor fulla nariz chato com
urna marca de ferro de sua trra em cima ,
um dedo grande alejado em urna das mos, ps
pequeos cosluma intitular-so por forra ;
quem a pegar leve ao atierro da Boa vista n.
-i que receber 20,000 de gratifica.o.
Movimento do Porto
NAVIOS ENTRADUS NO DIA 19.
ASSLT ; i4 das, Patacho Nac. Laurentina
de na tonel. M. Antonio Germano das
Neves equip. 11 carga algodo, e sal j
a Lourenco Jos das Neves ; passageiros t.
COTINGLTBA ; 7 das Brigue Dinamar-
quez Acin de a85 lonel Capito "YVeil-
bye equip. oito, carga assucar; a tehrammw
passageiros 2 llamburguezes.
RKCIl E A TYP. DE M. V. DE F^84o*
I


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