Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04020


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Full Text
Annodr 1840. Ter$a Feira
Tudo agora depende de nsmesmos; ra nossa prudencia, modera-
cSo, e energa : continuemos como principiamos e seremos apontadoi
com admiraco entre as Nncoes mascullas.
Proclamacao da Assembha.Geral do Bra-.il.
----;
Suliscreve-98 para esta follia a 3#ooo por qnartcl pasos adiantdos
nrsia Typogtafia, ra das Cni/cs U. 3, ena I rara da Independencia
ns. 37 e 38, onde se rrccbcm correspopdcncias leglsada
insirindo-se estes qratis, sendo drsproprios ssigantes,
ns, e;.nnuu uados.
c vm.los
assig-
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Parabiha e YilUs de so preteneSo...................
Dita do Bip Grande do Norte, e YUas Idean............'.......
Dita da Fortaleza eVillas dem..........................
Villa de Goianna.......................... .".....
Cidade ds linda..................................
Villa (JeS. AntSo.......'.........................
1 );t;i de OaiMiilams e Povoaco Ditas do Cabo, Serlnhaem, Rio rormozo, e Poeto Calvo...........
Cidade das Alagoas, e Villa de Maceid.........................dem dem
Vdla de Pajn d Mores................................ i,je:ri j^ ,]to il0t
Todos os Correios partcm no meto din.
18 DK FVKB.BlHO NMKttO_j
cambios.
Feverbiko 17.
Londres...... ;, i|->3i por fooo ced. -
Lisboa....... So por 0/0 premio, por mcinioiTerecido,
* ranea.......29b rei por ira neo. .
hio de Janeiro ao par.
OUHO Woedas de fifioo rs Velhas- i<*8oo a tSfa'O
> Ditas ,, ,, Acias tiflO a i4|t>--o
Ditas de {#000 n., 8| >oo a
PKATA PaUCes Itrazile.ros....... 1JM0 a
P''7.ns Coliininarios--------------- taitn h
Pilos Mexicano*----------------------- 1^5.1
1/600
tfct
Segundas e Sextas Fciras.
Todos 01 rlias.
Qaintas'ioiras.
Das lo, e -i dcada mez.
dem I l|, e 21 dito dito.
17 Segunda -
18 Terca
19 Omita -
20 Oiiinta
it Sexla -
ai Sabfmdo -
24 Domingo -
----------------- ig5f,o a
Premios das Letras, poruiex 1 w8 :. I i|i por loo
oeda de cobre 3 a 4 por 100. ileiii.se.
Das da Semana.
- S. Silvino B...........Sesso da Thet. e aud. do J. de D. da 4. v.
- S. Tbeotonio Prior------------- Reifocao <* Va, do J. de O. da t. nmn.
- S Conrado K.------------------------Sesso da becouraria.
- S. Eleutberio B. M.----------------Bob)fo e Aud, do 1. ,;. 1. da 1. vara de m.
- S. Maximiano B.-------------------Scs da Ti - S. Margarida de Cortos l1'.-- Bet.eaud. doJ.de I). :i i. v.
- da Septuag. S. Lasara Monga. -
Mure chcia para 3 lia is dr b'evtrtirn.
As dorase 3o minutos da tarde -- As 1 hora> e O minutos da manliS.

s*&&
PEBNAMBU09.
GOVBNO da provincia.
Expediente do dia i/j do frrenle.
Officio Ao Commandanle das Armas,
ordenando-lhe que Cara demillir do servieo
aos recru las-Joo Gomes da Silva, eRenq-
vato Hispo de Lima, visto terero provado nao
eslarem as circunstancias de servir na Tropa
de prioieira linha.
Ditd Ao mesmo, para fazer embarcar no
Pvigue Escuna Niclerov as quinze pracas
que orSo mandadas addir aos Corpas destaca
, as quaes perlencendo a Companhial
Provisoria de Caladores de piimeira linlia da
Provincia das Alagoas., sao reqmsitdas pelo
Exm. Presidente respectivo.
Dilo Ao hacltarel Jofio Quirino Ro-
drigues da Silva ordenando-lhe em cum-
primenlo da Lei, e a bem do publico serH-
co que parla para a Comarca de Garanliuns
a fim deexercer nella us funres do seu. lugar
de Juiz de Lircilo do Crtme, logo que na
Comarca em que actualmente se acba lenlia
chegadoo Doulor Bento.Joaquira de\Iirun-
da ilenriques, que para .ella fora remo-
v ido
Portara Ao Commandanle do Hrigue
no
3.
(.
(i.




i lo masca vado novo t. Sorle
800 2.
Dito Iiranco vellio 1. So'tc
2.
3.
700 4.
5.
G.
u
a


Dito maseavado vellio 1.
3oo 3*
Algodio em ptima 1.
Sorte
.
Sorle


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1(1.10
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135o
foo
700
6 ; 00
5700
4^00
Joze Maria Cezar do Amaral.
Francisco J07.P Marinho.
Feitorcs e Conferentes.
A Paula lie a mesma do n. 34.
PREFEITURA.
' PARTE DO DIA 16 DR KEVEIlKlRO.
lllm. c Exm. Sur.Foro presos lio nlem
Escuna tleduerra Nicteroy para faser- minlia ordem e tivero hoje destino )el-
se de ve lia para a Provincia das Algoas a fim fino preto escravo de Joo Tarares Cordei-
de conduzir para esta Cidade as Pracas de ro por um dos Commissatios de Polica da
primeira Linlia desta Provincia ali existentes. | Freguezia do Recil'e : pedido de seo sei.bor ;
dem do dia !<{ Julio Ribeiro da Silva pardo pelo Snb-
Officio Ao Director do Arsenal de Guer- Prefeilo de S. Antonio por ebrio ; Joie llo-
ra para mandar por em liberdade, oex-jdrigues Lucio, semi-bra neo pelo Sub-P.
Educando do mesmo Arsenal Francisco Pe- j dos AH'ogados por desallender ao respectivo
reir Machado que se acha detido a re- ; Fiscal no exercicio de suas luneces, c Joao
quisicao do respectivo Ajudante, visto ser Evangelista Barroso e Antonio Vidal Ne-
elle fillio nico de Viuva bem conduzido greiros pardos, pelo Sub-Preleito de Ma-
e ha ver prestado bons Servicos na G. N.onde' ranguape por haverem ferido ;ravemente
serv(! I na noite do da 14 do correte no bigardo
Dito--Ao Commandanle das Armas, res- Jang o preto Andr escravo do Reveren-
pondendo ao seu officio de i4 do Crtenle, que do Chantre Joao da Silva da Fonceca de
tanto o Capilao Candido Eufemio Lins de que se procedeo nos competentes Termos.
Mello, como O Alteres Antonio Faustino de E' o que consla das partes boje recebidas
Mi randa ^ devem ser considerados deseinpre-:n'esta Secretaria,
gados, e como lies semdireitoalgum aoven- )ia 17.
cimento da gralilicacao addicional.
Uivers^* liep*rirrj<;oe4ls
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.'
O Brigue InglezFIita. vyjdp de.Halifaxj
entrado em i4 do correte Capillo James
Flokaot consignado a M. Calmont& Comp.
Manifestou o seguinte,
jacalho >i meias
bar-
io5o Barricas com bacalh;
ditas tom dito, i=- barricas
de dito v5o pe/, de taboado de pinho ,
lis com carne de poico.
__A Paula be a mesma do numero a i
MEZA DO CONSOLADO.
Pauta do preeo corrente do assucar, d
c mais gneros do Pair, qne se d"
na Metido Cnsul do de Pen i n
semauu r.r ,3 Jdo mczdc I de
Jb.,o.
ucarbranco novo i. Sorle
a. <
lllm. e f'xm Snr.Foro presos hontem ;
minha ordem e liverao boje deslino : Fe-
lippe de Santiago, e Antonio, prelos ste
I escravo de Matroel Ignacio Monteiro pela
patrulha de Folicia do districto do Carmo,
por eslarem brigando 5 c Antonio Pereira da
Silva lranco e Jo-e preto escravo de
Joie TcixL'ira Pen ira, pelo Sub-l'rel'eilo da
Boa-vista pelo mesmo motivo.
Partecipo mais V. Ex. q ue boje pelas 9
horas do dia no lugar da estrada dos Afflk'tOfi
ka disparado um tiro por um pardo em Fran-
cisco Manoel da Sila Tavarcs viudo este de:
com Larbatanas seo sitio para esta Ppaca de (ue leli/niente
escapou por ler sido emuregrdo o dito tiro
o seo escravo, qe.viob boleando o carro,
em que elle tern de coslitme andar.
!.' o que consja das parles boje recebidas
n'estl Secretaria.
CONSULADO E POB VVQikU
o ab;iivo assighado Cnsul de ortugal
a esta rroviticid avisa ai reoebedores 1!..
.1 da liacca PortURUW"Seaimrado '.o-
! e aquem mais possa interessar,
que se acha depositado na Chancellara do
alado um Instrumento de Protesto e
Vistoria feito po Tribunal de Comraercio de
ar.
14
1100
1. Insigela dc^ftaro, pr-lo qual consta,
que leudo a dita la rea sabido d'aqtiello Por -
lo, com destino a este de Pernambuco no
dia (i de Dexembro do anno p. p arribos b
aquello mesmo porto de Lisbsa no dia ;
do mesmoj moz por l!ie terem gobrevindo
grandes lemporaes que a is-o aforcrSo para
salvaco commum como iu doditb Instrumento de Protest E como
1! esta arribada ibreada st-i'1 procedente a
avai 1 grossa a fim decoutrinuirem asear-
les intere-f.idas com oque for de direito na
parte atie'lha for relativa se faz o prsenle
an&uncic ; nao sc para que nao possa alle-
gar ignorancia mas para que deduso o sen
direito no praso da I.ei dejiois do qual seuao
admittir mais reelamaedo alguma, Oulro
sim se aviza aos Carregadores e a quem
mais possa interessar, que o Capilao da re-
Irrida Ha rea tem protestado nao paga a-
varia alguma qne appareca na Carga como
expresso no artigo i6t3do Cdigo Cotnmer-
cial Porluguez.
Consulado de Portugal em Pernambco aos
17 de Fevereiro de t84- '
O Cnsul.
Joaquim Baptista Moreira.
ASSOCIACA C0V1MERCIAL.
irlm. e Exm. Sr.r.Bem quisera a Associ-
aco Commercial desta Cidade poupar-se a
vir roubar o precioso lempo de V, Ex com
a*e.\nosicao pouco lisongeira atis indspen-
savel que vem submelter a consderaco de
V. Ex.
Pela I.ei Provincial n. -17 den de Junbo
i83t fot instaurada nesta Cidade a Ins'peeco
para examinar c clasificar as finalidades do
Assucar e do Algodo ,. que viessem ao mer-
cado e determinaros pe/os dos voluntes an-
tes de seren despachados : aos Inspectores do
Algodo incumbi a citade Lei no arligo 4
faserom abrir lodos os fardos que vieran
ao Mercado, evaminarem a sua qualidade ,
limpesa c puridade fasehdo igualmente
marcar com titila em cada fardo a qualidade
&c. : aos Inspectores do Assucar incumbi o
art. 5. deexaminarem todas as Caixase fechos
que vieram ao mercado procedendo-se a
este tame por um OU mais furos por onde
extrahindo-se somonte a quantidade do Assu-
car que for necessaria se possa justamente
verificar a sua qualidade e estado de pu-
resa
Ao arl. y. impos a mesma Lei aos pro-
propriclarios dos gneros qne fbrem adia-
dos falsificados a muUa no ttplo do daino
(ue perlendio causar ; e no ait. 10 atilo-
isa o Presidente da Provincia a dar inslruc-
cese regulamuto, c lomar as medidas ne-
oettartaa para a prompta etecueo da Le
De conformidade com sala art. da Lni, o l'.xni.
Covet no Provincial fez as Instrucebes de J-o
Cteinbro i836 quono Capitulo 1. arl
y. diz. Todos os embregados serao suge-
los ao ponto da Meza de Diversas Rendas .
e quaudo nao cumpiircut eom casetisdeve-
r s poder ser suspensos pelo Administra-!
dor e d< aullidos pelo overno No artigo
i. Cao. t. diz : aos r. ied res perl
j examinar aqualificaro g'n.'romi orma
dos artigo* ( p > da Lei, como inspeccio-
nar o peto as respectivas balsneas....,, No
art. 21 estabeleceo o mesmo Regulamento
o modo pralii effecliva a arreca-
daco da multa ] e ah incumbe aoslnspe-
clpres de man I ir^m lavrar os lerm is de. a
cbadab comas circunstancias indicadas;
e Analmente no artigo 1 q te oc-
I correndo un pralica do dito Regnbmento al-
im ini onvenieritc q'ne emb dificul-
te a ucJo .u }: res b reprwenl fo
ao Administrador da Meta da Diversas Ren-
da*, 1 te immediatamente oexpor aoGo-
verno da Provincia para diliberar como in-
lender idendo todava o mesmo Admtnis-
Irador providenciar interinamente arespeito
dos casos urgentes.
Mas em (o de Maio do mesmo anno de i^3(
eslava formatisado e sanecionado o Rag-
lamento das me/as de Consolado que se
mandaran criar na Cidade do Rio de Janeiro,
na Provincia da Babia nestaSProvincia no
Maranho e por este Regulamento t*o bem
se tmpoe ao Administrador e Empreados da
Meza a obi iguc 10 de liscalisarem as lalsiliea-
COes e no art. aoo a peda do gnero no ca-
zo de falsiicaco deste do peso e taras e
mais a pnica"? do falsificador com as penas
da Lei.
Ora combinando-se as disposices deste
Regulamento com a citada J.et Provincial, e
Hegulamcnto do Exm. Governo da Provincia,
conclui-se com toda evidencia que tendem
todas estas disposices com identidade para o
mesmo fim da fiscalisaco a respeito dos trez
objectos gene ios, pezos e taras, embota
apresentem akeraedes quanio ao pessoal so-
mente na criaeo dos Inspectores qne em
verdade s.To entidades, que em nada altera-
rao a essencia da cousa at porque sao su-
geitos a lisialtsacSo e imtpeecffo do Admi-
nistrador da Metado Consulado: conseqUeri-
tetnenle o Administrador da Meza nao est
isento de 'examinar e vigiar seu procedi-
inanlo no exercicio de stas funcedes bem
como examina, e eomcscrupulosummamen-
te cousriencioso quanlo dizeni respeito aos in-
teresses da l'azcnda Publica o que cerlo be
mui louvavel ovala esse dever desempe
nhasse o mesmo Administrador nao s por
esse lado das Publicas Rendas mas to bem
pelo lado do iiiteresse publico eda justici
uestributiva,
Mas- Exm Snr, bum mo fado huma
estrella m" faz que por este lado lo publica
interesse eda juslica a Administrador s
encontr dtividn e abrolhos c taes e lanos
que nein anda com loda sua peuelraco ,
elle pode fem vconhccel-os ; e estrealos,
como compridamente provo os seus despa-
chos de [), o 1 i de jNovembro do anuo itjj)
doenmentos i.aa., e todava o que he ver
dad que se nao pade escurecer bei|ue ten-
, iuspectado no dia 11 de Setentbro deste
mesmo auno dez saccas de Algodo da marca
con tan te nenio je 4 ,e sendo dtyla-
radas petos respectivos Inspectores de 1. qua-
lidade se veriticoudepois que ellas conti-
nhSo Algodo niqjto inferior; que eslava
apenas cercado de Ruma porclo de miltior
qualidade, (ue gtiarneaia, a superficie das
mesmas saccas. oque comprovo os-citados
docunii nlos i c i\.
He se'iii Ibanlemetilc verdade que rec-
benlo o Negociante Adolfo chiaivnu nodift
grdeOutubro (nato caixas de'Assucar,
comosNs. constantes do documento 5 forao
las pelos Inspectores por >, sorte e
mesmo negociante a esses Ins-
q;. x ino-tl
pectores estra ctassincarao a d.5 tiua 4
caixas por .i. sorle, e as S ultimas por 1.
sot le ? e alem d isio com o mesmo negocian-
le lem occoirido a falsiicaco Ue lataij coa-


DIARIO
PERNAMBUCO
Hinte. dos documentos G ->.*>. e ). tcf a Argel depende talvez a sorte di colonia,
verdade o onlro ficto acontecido j isem que esta noile embarcarn tropas nos
vasos disponiveis. O tercena lgeiro que
He aiuda .
tomo Negociante N. O Biebera respcilo das
xmx;is d Assucar das marcas e niimeros que
mencioiao a Carta e documentos 10 e n. E
iinelmenle be anda humatrisle, e marga
verdade o Tocto ealnt*ei mesmo cou as oilenM caitas que sendo a-
qui iispe t.tlis e fiscal.sadas rinanto as qua-
lidades posos e taras na Provincia da 15a-
bia se encontrara') fasific i'hts, e per isso tordo
epreeudidas (orno com toda a luz raosira o
documento
Ora 1 estes lacios de mtMns oulros que
aos Peticionar ios faserem sna cn unslanciada
exposiean (urinaria hum mili lon;;o catlialo-
o-o salta aos albos : :, que os Inspectores nao
preenebem seus deveres nao cutnprem a Lei
deseu Regiment, e deixa. que solro as
partes como a n*Speito (I essi aprettficau na
Babia-, O prejuiso de hirem agota ter CUS-
iotas e prolongadas demandas para harerem
o sen prejuiso consideravel encontrando a
resistencia que be natural aco es demanda-
dor acoberlados como eslo com cssa inspec-
<,o lesiva, eillusoria queso pode prestara
os falsificadores. Mis at agota inda huma
so a oreen ci nao sabio a lu* e o Administra-
dor da Meza a qnem as paites qUeixosas lem
recorrido nenhuma providencia tem dado;
nao inspecciona os Inspectores Dio viciaos
tralmihos e si. n em esludar duvidas,
e' recouhecet abrolhos.
Os Peticionarios vem respeitosamente pe-
dir aS. Ex remedie que deslrua esse mal
pela raz: a e.xecurnu das Les a comput-
eo ao* Em pregados para fiel execuyo dese-
as deveres a remoja i das duidas com que
o Administrador du consulado parase querer
siu omiaso em uo dar iuteird
50 de
formn bontem os seus dois batalhoes de
guerra, e o 51 de infantera, que chegou
lio e de Maicelha a marchas forradas bao de
embarcar boje mesmo oae eanhtteswdea Nep-
tune, e Argel, lia ordens iirgmlissimas pira
apicssar quanlo for possivel sabida des-
tas tropas, eludo deixa crer que airas deslas
iro outras.
do Elegulamoutu de
justilicar a
vigor ao arl. 200
MaiodeiHj6, eU o que os Peticionarios vem
implorar a V. Ex. ecoafiode sua rectido
e UStica. E U. M.
Salla da Associacao Commercial de Per-
nambnco 7 de Fevereirode itiio, Jos Ba-
NOTICAS DO PAQUETE.
O nosso correspondente particular de Londres
em data de. a de Desembro nos communica
oseguinlc.
Londres *"? No obstante a carta que es-
se Sr. Ministro di Faaenda acaba de escrever
ao Sr R. Tbronlon prometiendo fazer jusli,a
e melhorar a sorte dos possuidores dos ends ,
apesar da publicidude que se Ibe tem dado os
fundos Portugueses nao melboram e qua.-i que
-:To tem venda: seu preco nominal esta tarde
a de i.i i/j. < 's btvstardioes ipt> ruelhoradoe
lecha rain de 24 '"'s Huertos a r\ sete oitavos.
O direito de introtlue a"o do-trigo est* a iS. s
4 d por Guariera. < is algodes e o cali- ron-
servavan o preco com boa e grande saida po- I ocenrrencias naa Maurilias. Aehando-.se mui
reui o lahac( s Iroxos. enfermo o 13;.rao ile Pasquier Cbauceller
Mui numerosa ser! a prim-ra reunan do de Franca acaba de sollicitar aquel le logar
para quindoeslivesse vago pelo Conde \!o-
Oecupava quasi que exclusivamente a alien-
cao de Pariz a fuga do Conde Corni Cbanel .
que no seo transito pelo pateo do Palacio da
nica para a Coueerferic (prso) se encon-
trn com urna Senbora que pertendeu ser
sua niulber e encaando o Gendarme que o
aeompanhava logo desapparecoo : a Senbora
Coi presa loga depois.
As iKiiicias d'Alrica nao sao lsorifteras i
Abdel-Rider por toda a parte fazii proclamar-
a Guerra como Guerra Snela chamando ;s
armas todos os liis e esle convite era umver-
salmente seguido. Os-Arabes haviam simul-
tneamente atacado toda a linda francesa", e
osles so e com qraude difiSculdade pela mui-
la gente que por causa de molestias tem per-
dido, podiam guardar ad*lensive. O mare-
cbal Valle estata furioso e jurava vlngar-se
logo que Ihe cjiegue o reforjo de a5 mil bo-
inens que espera. Boa ebimera esta O ma-
reohal devia conbecer que anda que mandem
al milbes de Irancezes nunca podero
para
ter pacifica a posse daquelle territorio, oque
ho de ser dal repellidos. A linba de terri-
torio que oceupam os franceses era desde o co-
meco, demasiado extensa, enSo podemj ser
ag^reaorea n( mit
A abertura das Cmaras devia ter lo?ar bo-
je mesmo em Paria 8 seremos como explica o
re dos franceses os negocios de frica, e as
cazado com tima irma da Condeca de Torerio
ambos netas da definida Uuqueza de Osuna.
Acaba de soflrer urna terrivel derrota parla-
mentar o ministerio do rei de Hollanda p0r
causa de urna proposta deemprestimo que foi
regeitada rom numerosa maiona. O Hospo-
dar de Wallacbia apoiado pelo autcrata de
todas as Russias est tyrannisttndo aquelle
paiz e acaba de promulgar uin decreto de
desterro perpetuo contra o coronel Caunseauo
ebefe da opposieo.
A questio Turco-Egypca esl no mesmo
estado se bem confiamos na sua amij'avel e
breve lerminacao. s esquadras haviam do
aos portos de inveino porem tal era o silen-
cio estudioso observado em Constantinopla pe-
Jo embaixador Mr. de Pon toes que se Ifnora-
vam quaes eram as verdadeiras vistas da Fran-
ca.
O embaixador Grego Zographes chegou
emumvopor, quedisparou 21 tiros, e lo-
ra m correspondidos pelas bateras Tarcas po-
rem havendo o bom Sr. seonlado n, nao
quiz desembarcar por a4 horaa, &t que Ibe
expliearam o engao.
Sanccionou a final o rei da Grecia o proecto
upreseniado pelo Iianqueiro Wiight de Lon-
dres para o reslabelecimenlo de um banco.
NECROLOGA.
Frederico VI Rei de Oinamarca.
Frederico Vf, que naceu a '*8 de Janeiro
inos de (fiiveira Presidente,
ru Monteiro, Secretario.
Jeze Jeroni-
N0T1CIAS ESTRANGEIRAS.
franca!
Toe.Ion 14 de Dezembro.
As noticias que recebemos d'Argel pelo va-
por Vautour que de la sabio a ,3o do pas-
sado e chegou aqui bontem no ule sao
milito desagradaseis.
Ajo de Novembro, ouvia-se de Argel
troar aartilberia ao longe. I a rece que todas
as nossas tropas se estulo balendo com os
soldados de Abder-Kader que sustentavo
na planicie. Todas as pessoas que ebegavo
cidade vindas do sitio do combate, eram
detidas pelas autboridades a fim de que na-
da transpirasse do que se passava tora. Es-
ta medida tinba por objeclo evitar que la-
rasse mus o desalent, que era j mu
grande entre o europeos IN'a Cidade de Ar-
"el no tinba ficado uem um soldado es-
tando confiada a sua guarda e a conser-
vaco da urdem aos colonos Irancezes, en-
tre os quaes reinava a maior inquietacao
Apopulacao mourisca. que sobe ao me-
nos a 10 mil almas estava pelo contrario mili-
to alegre entregando se. com a exaltaco
que o fanatismo religioso e poltico inspira
aos mouros a toda as orgia* do ramazan ,
quena de acabar a 7 de Deawabro. fqgun-
(lo os boatos que (iirnain tiitre os- mouros ,
boatos que estao corroborados jielos escriptos
que se lem espulhado em nome de Abder-rVa-
der representante do profeta j este chele
rabe devia entrar no da 7 em Argel, e
dar de beber ; sua nula na fon le de bub-A-
zum deveudo este animul espirar apenas ti-
ver bebido. J se v que Abder-Kader se
lisogaia de entrar triunfante no da seto
em Argel donde ha de expulsar os inflis.
ludo LsJ.0 inspirava grandes le.eios. aos
euroneus vendo a atilude hostil dos mou-
ros inai? roano aquelles sao sentiores dos lor-
ies que dominan a cidade, eslo seguros CO0-
tru .1111 golpe de mao. ,
Todas a# tiipulacoes dasesabarcacoes fon-
deadas na enseada d Argel ha"vatu desem-
baracado para auxibarei.. es europeos em ca-
Parlnmenlj en msae da volacio do subsidie
aniiua que se hade xar para o futuro esposo le* porem rcSpondeu .') M. <|ue eslava ja
da nossa joven Rainha porem circulain certas | promeltidouo duque de Rrogli cuja niisso de i^(i8 estava para fazer J% anuos. Cha
vozes sinistias relativas a ceflas disposires que i aples nao lem outru o!'.ee!o (jue o de in- j mado desde 14 de Abril de j 7 :S a lomar par-
ta le Cjier lser a Cmara dos Bares para-a du/ii a.pu lie soberano pira que-nao reCebaorte, como corregente na direccSo dos nego-
iruuii no caso que ni rra S. M. antes que seu j duque de Brdeos em sua projectada visitad- cios pelo motivo de no poder seu pai bris-
njardo deixando (il lio de. menor idade. Em (uella capital. Causa mui grande inquieta- tierno \JI, j; mui dbil de espirito e de cor-
fim logo shiemos desta duvida. cao a Luis ti.ip|ie a prolongada estada da- P 1 suppoitar s o pezo da adminislraco ,
Parece, segundo nossos Peridicos, c bem quelle oven Principe em Roma mormenlesa- oeeupwi realmente O ihroao 5> anuos, abe-
no contrario segundo os france/es que a fian- bendo-se que sua visita e as que propoe fazer a sar de nao haver subido ao ihrooo seno a l
deira Inglesa foi insultada as libas maurili- Torn e Capoles sao de combiuaco com cerlos de Marco de 180S ; islo foi o seu reinado
cas por dous navios de guerra Irancezes. as- I planos que projecla para fazer valer seus di- um dos mas longos, e ao mesmo tempo o
sim o annunciam as cartas de Port-Louis po- rei lo-, Coi a de branca 5 assim que se nota mais completo de que pode fazer menco u
rm o nosso governo se, acaso assim foi ha com bastante senttmentn, quao numerosa vae historia do seu paiz.
de ter cuidado de exigir urna plena satsfaco.
Queixam-se aqui de que o Governo llespa-
nbol nao bavia querido tolerar o culto Protes-
tante ua Ilavaua aos Commerciantes Iu,;le/.es 1
al eslabelecidos pernllindo-lbes urna igre- ca luxos e q
ja cora seu correspondente clrigo: esla queixa
s 1 de ter apoio na imaginaco dos visiona-
rios : o Governo hespanhol observa que aquel-
sendo a emigracao para a liaba dos poderosos Educado por sua mi Carolina Matbilde de
legiimstas Franceses. Inglaterra, e pelo celebre infeliz Straeusel
Foram adiados nos das 16 em urna busca seu priineiro mestro recebeu Frederico V.
' dada em caza do marquez de vinle mil uma nstrucco propria da sua alta jerarqua,
; qualro maquinas iul'ernaes 1 Todava no se nolou nelle dualidade ab-uma
A exnorlaco de productos Irancezes para a bnlhanle mas era dolado de relido lion-
Hespanhaem 1 bSdexcedeusetenta milhoesde radas, e bas inienuoes, e era amado dos
francos, ao passo que a inlroducco em Fran- seus subditos, e respeilado pelos seus visi-
ta colonia cada da prospera mais, cada vez ca de producios bespjnboes em igual poca nhos ; mas as cousas memoraseis verificadas
mais productivo o Erario ; logo ; a que tole- j nao excedeu a 6 milhoes de francos : eis aqui durante o seu reinado, de vera {attribuir-secni
rar a mais lexe innovaco desla especie depjis', uma das causas naluraes porque o governo grande parte aos seus ministros, eem parti-
dos rcenles exemplos que nos oUerecem a de- francs lucia com a Inglaterra a fim de obter Cttlar aos dois condes de Rerstorff, e fillio.
cadencia da Jamaica e demais Colonias Ingle- a preponderancia na Pennsula: nao se in- Frederico encontrou a inamarca n'uma
zas, divididas na maior parte as perniciosas j cluem nesta somma os elleitos, islo un- SlaucJ administrativa e financeira de/iloravel
Ilusorias douctrinas que tem feilo couceber formes armas pecas vveres etc. para uso C01" papel moeda sem crdito e com encargos
aos habitantes e aos negros, os missionarios dos carlistas avaluados em Jo milboc3 de frau- |ue pareciam impossiveis de cumprir. E pos-
Protestantes, melbodistas ou Ana liaplislas aos, que clandestinamente entraram em Hes- to que a divida publica nao foi, nem pode ser
ele ? Dizem aqui (fueosinglezes eslabelecidos ; panba em 1 srt ese Luis Filippe fez vista anda amorlisada de todo e a industria e o
na Habana essencialmenle conlribue a sua grossa a issq foi como fm de ver se prolongan- commercio nacionaes apenas tem podido res-
pros|>eridade -Aquelles Sis foram al con- do-se a conloada, al morria a liberdade Uhelecer-se dos funestos golpes que haviam
SU liando seus proprioa interesses, e como a persuadido de que quanlo menos liberdade te- ; slrido deixa o fallecido mouarcha ao seu
Ilha de Cuba tem a sorte de nao produ/.ir o nham as naees visinbas menos inquietos e ex- berdeiro um paiz comparativamente feliz e fio
sulliciente para supprir as exigencias, quer
dizer q*e iuelles ."enhores al noeslivesse
.so ae
alguma
ro
q*3e aquelles entiores ail naoesiivessein
ha vena oulros em seu logar !
liouve onlra nova victoria na India cujo
resultado foi iicarem pertode 1,000 prisionei-
ros em nosso poder e um tbesouro de dinheiro
e alfaias que vale perto de 45o conlos de
res : em recompensa das repelidas vaotagens
recentemenle obtdas em lodo aquelle conli--
iienle foi elevado dignidade do Conde Lord
Ancklaud Governaor Geral daijuellas posses-
soes ; ; de Lord. Keau o General Sir John
Kean sendo t tos iiaronetes, Kirghis, e
cavalleirosda ordem do autio oulros nuilos
Cheles e obeiaes; como ueste paiz se mu i tu
esc iii)ulo>o em dar ordens dando-se mi por J
gum feilo ou quando algum scm i OQ exi .e sao
altamente apreciados em Inglaterra tnil
tea lesltuei oes.
Cosou o ministra Lord Panoersloii ci
Condessa viuva deCowsse irra Lord
elbourne, e de Ffedevic Ltmb : cal
ra lem '*y anuos e o nobre Lord
porem mais vale laade que nunc
Acaban Conde de Ludi.,\v :i <. 1 1
carta ao actual iJuque de iiedlord iuclutnii \-
Ibe um presente de cem mil libras esle. 1-
as dizendo-lhe que tinba lenco de l:es dei-
xai em seu testamento, porem que julgou
gentes ha de estar o poso francos !
rescenle. O meiilo tanto maior quanlo que
Acaba de comparecer ante o tribunal de a fortuna se mostrou adversa durante muito
Uoni a Senbora A por baver querido o- tempo para com o principe e para com os seus
hrigar W -- a que com ella se batesse em du- j estados.
ello, por causa de falla de cumprimento de iNo cortamente aqui o logar de referir a
palavra e insultal -o por cobardee infame
E' grande a miseria que se senle as classes
jornaleiras da Franca.
jNostns peridicos publicam- uma carta es-
cripia pelo brigaileiro Linage, aulhorisada
pelo Duque de la \ ictoria, cujo conllie.udo
nos taz pronosticar a queda do ministerio Pe-
bistona circumsianciada do ultimo raeo se-
culo ; todava urna breve resenha chronologi-
ca dos aconlecimentos que o fizeram notavel'na
Dinamarca bastar para fazer o devido apre-
co do seu ultimo soberano e da importancia
do seu reinado.
Desde os
1 primeiros annos da 4Ua re:", acia
res de Castre atientas declaracoes que con- leve de luctar com as intrigas de Juliana" viu-
tenv Em verdade que esse plano de dissolver1 va de Frederico \ pre lecessor deseu pai"
as cortes a cada momento, dmaneira alguma on ^uiu i ilro t. 'j-*
"; lada
las ai
mito com da
miubru., era qu
isiirreLo. Alguu sai. ores .mais acertado dai ibes durante sua vida : gos-
linho ido a Oran e trazido de la todas as
trop.is que aquella gnarnieo pode dis-
pensar. Os acampamentos que bavia em O-
ran exlramuros ioram abandonados.
O Vaiitour trcu.xe oilitius doUiaichalpa-
ra todos os com mandantes de divisoes e de
sul.-divi^w;' militares y&kadQ sem duviua
poisque da prom^tt '..-.na dea-
ios ha que merecam cbicole 5 pois o duque
que lem uma renda animal igual aquella sotu-
rna para nuda precisa dcsle donativo que
Caberla melhor fazer feli/.es as familias dos p-
renles e amigos do tal Conde.
Sao .00 mil pezos duros os que acabara de
ebegar aFahnoulb em um navio de guerra
desle Tampico de Allaroira
1
. ui satistatoi a | a ca la Rainha e
lunbe.n d Arago unaunciou um augmente na
deserca do campo Carlista.
i.randes demunstraccs de jubilo lem havi-
do em LohourgO por motivo do casamento
,.- imo do Principe Alberto, com u Rainha
de Inglaterra.
Morreu em aples de 69 anuos de dude o
marques Ruffo, prtmeiro Ministro Uuueiie
joverno. Uiaasabir de Pisa para Inste a
Duque* de Berrj e linham morrido recente-
mente em \ ienna a uqueza de Sajan irma
da Duquesa de Dio, e o Conde de Bruueti .
eontard
espa id
ramente pre isas., ...,, ... |U
tro sendo de notar |U Fredei VI le
lodos os principaes da Europa o menos h .-,i
ou para melhor dizer o que mais s, mpathias
mostrou para com a Franca revolucionaria,
Emdespeib) dos estoico; de seus irmos co-
reados nao lomou partido em nenliuma das co-
alisacoes que desde 171^ al.800 se forma-
ram coma as novas ideias que successivamen
te proclamaram a assemblea constituiote e a
'"oavecaoi Ulo serta liberalismo ou prndea-
.

> J I I lilMI'.H.
1
lilil,
a V a Em 1H08, urn:; ,
enhoual iar-
I..... ju_
ver;.


/
DIARIO DE PERNAM3CO
s
m
X
I
ta ? O que certo que desta prudente
neutralidade tirou grande pirtido a Dinamar-
ca que dehaixo de tal protecoao diego* ian
alto gran de prosperiilade. A sua marinha era
en to bislantemente forte para medir as suris
fui-cas com a Inglaterra obleve no Mediterr-
neo em i7q), quaudo se Iractava de lazer res-
pectar a sua qualidade de neutra basl.im para
explicar a indigna e infame vinganca que sir
Home Popliam tomou mais tarde em nome da
sua patria.
Antes destapoc*, que um fado capital
no reinado de Fredefico V,tevc a sua esqua-
dra oulro serio encontr com a ma'inha hiila
unir: Coi em i8oc> Obligarla pelaspretences
dk Inglaterra a renunciar sua n'eulralrdade
davia-se alliado a Dinamarca com"o Imperador
Paulo I e com o Cnsul Bonaparle para
combaterent. t' exercito dinamarqus tomou
Jlamburgo e Lubeck. Nelsou fui mesmo a
Copenhigue ollererer batalba mas, to h-
bil diplomtico como intrpido nauta, nao
espern para negociar a pac o xito de urna
luta valerosamente sustentada de ambas as
partes e que seria talvez em desvntagem su i
Encaando acerca do est4dn definitivo d.ts
suas forcas, um ninrigo a quem por oatra
paitse oH'oreeiam comlicSes ra-.oaveis rel-
rou-secom urna esquadra nial parada depois
de haver conseguido de Frederico VI, que
rompesse com a t''ranea e com a lnssia. l'ou-
co depois z trgica morte de Paulo I dissolve.)
esta efmera amanea.
I fina nova era de paz se seguioa osles a-
contecimentos; mas fui desgraeadamentfl per-
turbada por um segundo ataque da Ingla-
terra j ataque imprevisto, para o qual nao
havia motivo alguna, e que lia de sor para
aquetle paz urna no loa eterna um ferrete
d'inlama ao mesmo lempo que um mativo
de grande lucto para a Dinamarca. Fala-
nios di> celebre hombeamc-hln de Setembro de
i -08. Sem previa declaradlo de guerra, sem
pretexto plausivel para um rorapimento, Sir
HomePopham e lord Calheart apresentaram
sbitamente vista de Copenhague com urna
numerosa esquadra, ecom um exercito de
desembarque eexigiram que se lhes entre-
gasse a esquadra runa marquesa, Depois da
negativa que era de esperar da pule d urna
naco apoiada no seu bom direito prin-
cipiaran ashostilidades. Nao tardou a
capital de Frederico VI, que de maneira al-
guma esta va preparada para a defensa a ver-
se forjadamente a abrir as suas por-t
as ao seu vencedor, depois de terem
morrido i5oo dos seus habitantes e de ha-
\erem silo incendiados pelas bombas inglezas
os seus mais bellos edificios. Quinzc naus
de liaba 1 fragatas 5 bergantina e
niuitas emharcaces mercantes forana trans-
portadas para a Inglaterra.
A Dinamarca a contar daquclle dia fui
aliada da Franca, e a mais fiel porque at
14 de Janeiro de 1 Si4 nao se reuriiu com 11 m
corpo de 10 mil hmeos aos exercilos ligidos
contra Napoleo. Esta fidelidade que l'oi
por fim desmentida pelos reveses de 1814
ficou bem cara. O traetado de Pariz Ihe
tirou a Noruega nao Ihe dando en* troca
seno o pequeo ducado de Laweuburgo e
urna iraca iudenmisacSo em dinheiro,
Eis-aqui em poocas palavraa a hitoria ex-
terior de Dinamarca dehaixo do reinado de
Frederico VI Os seus resultados foram a
perda de urna provincia proporcionalmente
minio importante ea d'uma esquadra que
ligurava entre u Europa, e que al ajora
anda nao fui substituida.
No interior, esta historia carece da neci-
deutes, masappreseuta resultados mais fel-
20S u'uni.i palavra poda reunir-se en. al-
guna mi a pi : ipa s .
j. 'A emanipui
llura d
; ,. m' Mo-
io 1
...
I
ulo 1! 1
di ama p
O esta '

ruis.
6. A activa propagaeo do ensino milu ,
c da grammatica as escboUs do remo
6 Por ultimo, a creaQoem i83i eiu
l8i4 dos Estados proviuciaes dmados
em 4 asscmbleas consultivas para as 11 as ,
para a Jutlandia para o ducado de Sole-
-xvig e paia o ducado de Holsteio.
Devemos dizer que este eshoco de gover-
no representativo ainda mui imperfeito ,
que conserva na sua integridado os direitosdo
soberano, c que ainda exerce as suas fu tc-
enos com dilKculdades ; mas apezar disto be
preciso coufessar que esta he urna .hornee. 1-
gem e tributada s luzes e s ideas do secu-
lo. j Como fundador destas asambleas e so-
bre tudo como filntropo e como protector
das letras e das ar^es que constantemente ani-
mou Frederica VI merece oci-upar hum
dislincto logar nos annaes da sua patria. A
bum Rei de Portugal depois do fatal e ina-
tencioso alboroto do dia de Corpus Cbrist.
sabio de tarde a passeo com sua Augusta
Espora porque (dissero os Nacionaes e
Atbletas ) lo inslito icontecimento como
esse ataque a Retigifio as leis, e a tranqui-
lidade publica nada tinba com suas Au-
gustas pessoas!!! lia nislo sua di'derenca ou
uo ? Vo notando.
No lempo de Albuquerque e de Castro
exista a Naco Portuguesa, boje existem
partidos : naquelle tempo havia verdadeiro
Franca nao deve esquecer-se apesar da sua carcter nacional exata obediencia s leis.
defcelo queioi por muio lempo seu ami- intima convineefio de deveres concienciosos .
go leal e sincero. boje he becn sabido: as Leis sffo discusses
O rei definido nao deixa senfiaduas Gibas o bro nacional1 he i mpoi.gar os bens monacaes.
do seu matrimonio eom Maria Sopbia Ere- le ter coffaicencia he ler liberdade de coosci-
deriea doliese Cassel Ambas estatn casa-ineia., Toma aqui aparecer sua du-
das com principes da familia : Carolina, que ferenea OU ASo ? Tornera ene oulro acenla-
a mais vlba est unida a um duque da I menta.,
raga de Glurksburgo, depois de se haver di- ] No lempo de Atbuquerque disse osle mesmo
verciadodo actual princepe heceditario e grande Abuquerque quando se vio malquisto
muilo lenizo que vive retirada da Corle -, e a jcom o Rei pela causa do povo e malquisto com
1Wilbelmina .Maria estri casada com o p povo pela causa do Rei; Velho,! acolbe-
prinepe. Frederico Fernn ie irmo seguodo te a Igreja Boje se diz em Portugal1
do novo re, Demulo-se as Igrejas 1 Comfio-se os di-
Este primo de Frederico VI. Nascido em I mos, equem venerar o culio Divino, que
18 de Solembrode .78(1, tem agora >.J anuos.
O episodio mais notavel da sua vida a de-
0 sustente.-Ora digao-me faz islo ou nao uina
grande Mfferenca na moral dos povos i* En io
^esperada tentativa que le/, em 1714 para re- he d ah em grande parle que provean a di-
conquistar a Norwegaem seu provecto, Por versidadedos porlu^uezes de Nuno Alvares
mui pouco tempo desde >y, de IVJaio at il
le ATOSlo le'e o titulo de re ; mas vendo
Perera de D Joao de Castro, de Alouso
de Albuquerque, aos prtuguezes Manoel
pie os seus esforros para semanter emtaoe- Pasaos, edoBrujaea? Ouzaria no lempo de
lmero reinado eram supeilhios vis!a da; '' thiarle Paeiu-eo hum cerveija inglez meter
a pijue a bandetrade Orique ? ? Animar-se-
bia bum Rossin (ou Rocinante) a entrara foz
do Tejo, apresionar a esquadra Portuguesa,
< n O SO nao ser metido a pique como nem reee-
ber fogo de tod is as fortieaedes ? I'ois so us-
sim to differentes correm as cousas boje do
que for.o na epocba em que se divida o Or-
be entre as coroas de Portugal, e Caslella, co-
loreas superiores na Suecia Bbdicou promp-
tanienle e contetou-se com os direitos e-
vciIu es que tinba coroa de Dinamarca.
Concluir agora a obra comecada pelo sen
predecessur ? Tres reuies dos Estados proviu-
ciaes, postoque ainda informes, fetas em
1 i iS;i, eiSJo, tem feito fermentar
no reino bastantes ideas de progresso e de li-
berdade, E' verdade que ata agora tifio se lem ino he que a marte do illustre veterano Sa-
manifestado com bstanle energa e por con-
sequencia muilo tempo para se dirigirem a
seremdesenvolvidos pacificamente, e pouco
a pouc Bste o papel que -i rasao parece
que reserva para o novo principe, se elle qui -
bugosa", eaapoplexia doBarfio de Sabrosa
nos pode faser parecer renovados os- lempos he-
roicos do patriotismo Luzitano '.' Outros ero
os principios e as convicies desses lempos
de herosmo; seus ltimos pbospboros apa-
Corresponiieiicia,
zer escutar os *ens cons.iios. (O. Nacional.) I garfio-s na guerra da Pennsula. Iloje sao
(Do Nacional de Lisboa) outros os resultados das ideas por tanto he
impossivel renascerem os mesmos senlimentos,
os mesmos sucessoa. E como ser possivel ,
se a respailo do proprio objecto que nos oc-
cupa isto lie, sobre o commercio de escra-
vatura est a naco Portugueza em to perene
Iduvida como o est ainda sobre a estabelidade
Senborcs Redactores Sem ter nascido de suas navas institaicSes ? O Nacional faz
cm Portugal, eu nao pude ler no seu Diario Idas questoes diplomticas a respeito desse
de Sexta feira sem p'jssuir-mu de indignacao, i commercio, verdadeiras questoes de estado ;
o insulto inaudito contra a independencia outros com os peridicos dos Pobres lambem
e direito mercantil do Pavilbo Portugus, com fortes argumentos assevero que taes
arrancado dp porto de urna possesso sua e le- duvidas sao de puro inleresse particular em
vado ao alto mar pan ser ussassinado pela que i.piro gentes do Rio Tinto, e altas per-
prepoleocia Britnica resumida na evoeca souageus do Ministerio Ora sede l'ortuguez,
de serveja de bum tal Eliot com mandante de sede i.i Egas vfuniz no meio tiestas recremina-
hum brigue !. E ainda existe a Naco cues, destas vel becadas! Talvez, quem sabe,J
Portugueza? Ainda rosto descendentes dos Talvez o Mrquez de Sabujosa (alecesse de
Albuquesques, eCastros i*. Vnis dizcm 110 senlimenle pela ulrage' do Pavilhfio l'ortu-
seu artigo, queelles renascem Ah* Po- guez, nao desconhecendo as tramas, eosin-
rem como .J Huns morios outros morreo- teiesses privado da sucia Talvez o liaro
do ,*, Sim, exisiem alguna poremuoim- nao pensando que a sua bondade o viesse a
pnnhandoa espada pa fulminar o insulto, comprometer n'um caso to critico com a digni |
vingara honra e independencia do seu puiz 5 dade nacin.,e o podero Britnico, cahi-sede
mas sim infermos deapoplexia onmortosde cama. Porera nem n'hnm, nem n oatro ca-
fankiuitos i be rom isto, que Vms. secun- so, cu vejo bum novo Egas Munis bum
dando a phraseologia doanacebico Nacional novo Affousod'Alburquerque; poro/ qualquer
verdadeiro .Midas de tolas as lujUStii as. eab- que lowe lio honrado como o primeiro ira
jecees do partido exaltado de Portugal; jul- etle mesmo para a Inglaterra olTerecer-se em
:o renovado o lempo jdoi oso dos briosos Lu- desempenlio dos tratados; hum to virtuoso
zitanos ? He candara de mai! Dixem,cfei- como o segundo, nao espirara ra voso a-
.em que o .Midas, e a sua sequela se incura- colner-ae- uta a Igreja para nao ser expecta-
. ,uar esse e oulro* calis d targu- dor detantas indignidades, lortanto Sois.
ra .un: a ixinanida Nacao Portogaeza liba no Redactores os brilhaotes lempos da gloria, e
do poder dos Portuguezes nao renasee, nem
la lores, que eu poderenascer no meio dos seus oprobios de
menoscaba] ador, os sentimentos sua uudade poiitica. Assim o pense.
lo honrado I Hum assiguante do Ecbo.
uco- o ----------------
de THEATRO.
O Director para apresentar em Scena os
alo |.i aunun :iados ,
1 as d sjiezas indispensaveis,
|,i|irtad So is(pois tantos sao osCamafo-
Sin m a uarenla mil reis cada om, para a'fbr-
.- roa o de urna Sociedade l'heatrai. Os Sa-
.....es que pi'etcuderem ser socios, podem di-
gir-se .. i Srs Luis Vforeira de Mendonca ,
huma v,. p : Jos Peres da Cruz, loja na ra do Cabu ;,i ,
<< Rtieruuiano Jo'. de Iicilas isto at odia
... l-"' pPo-
eedimento,forte salembrass de faser clen-
los eeommeniosde economa poltica: o;Um
que nao obstante lodos os emoaraeos todas
asprcdieC.es f......tas seu respeito, oo du
vidou hir sepultar-se em Aberquebir para
estender o imperio Lusitano. Boje cm da
viiite e dots d ) correte, a lim da se dar prin-
cipio aos Irabalbus 1 heatraes.
Avi
o\..s
Di versos.
labaixo ote an-
nunci declara ao respeitavel publico que seo
cuchado o Sr. Custodio Jos da Silva Ihe ven
deo duas esclavas cm data de nove de Janeiro
deste presente auno sendo urna negra de no-
me Mara do gento de Angolla de idade du
vinte e cinco anuos pelo prco dt (juatrocentos
mil res, e nutra naulalinhade nomeFrance-
lina de idade de seis anuos pelo pre.o 0 quan-
lide cento ecincoenta mil reis y por is>o (ue
sao de sua propriedade.
Francisca Alejandrina Jacome Pessoa.
Cf* Urna .Seniora que eslver as circuns-
tancias de ensinar parleularmente a bordar
d'ouro e fazer II >reS tudo com perieico ,
annuncie a sua m nada nu dirija-se a ra
Direita no i9 andar do sobrado por cima da
botica D. 11.
sr.7* Quem Itver i>c:-o de ferro usados para
vender al oilo ou dez arrobas annUQCe 011
dirija-se a ra d 1 Amorira do armazemjun-
to aos Srs. Machado & Santos,
S17* II.i quem tenba duas canoas cam os
seus competentes canoeiros para betarem arca
em qualquer parte ; quem precisar dirija-se a
ra da praia do mgel i). H.
SS5" Aluga-se um-prelo, ou preta para
servir urna ei/a pagando-se mensa I mente :
quem a tivcr annuncie.
si/" Vende-se urna cania aberta por preco
muilo commo lo propria para litar entulho :
quem pRrtender'anuuncic,
i-T Precisa-se alugar urna casa para pe-
quena familia', tifio excedendo aoilu mil reis
mensaes o seu aluguel anda -un- seja em al-
guma ra menos publica com lano que le-
nha quintalecacimba ; d-seliidoi oupa-
ga-seadiautado 3 quem iiverp.ua alugar au-
nuicic.
li- 0 Bachare formado Francisco Ber-
nsrdode Garvalho passou seu escritorio para
o primeiro andar da casa da ra do Vigario ,
por cima do armasem do Sur. Joo (arde,
junio a pra a do Commercio, as pessoas que
de seu prestmo necessitarcm ah o podem
procurar para a Advogaca, das nove horas al
meio dia e para oensinode Lalim e b'rancez
das seis as lees da larde.
V3" Aluga-se um ptimo sobrado em O-
linda na ra de S. Rento, o mais prximo que
all existe da Academia do Curso Jurdico,
com muitos comtnodos -. a pessoa que o pre-
tender dirija-se as 5 Pon 13 no ultimo sobra-
do da viuva do Peixoto; ou em Olio la nos \
cantas em casa do Escrivfio das Dcimas Joo
Goncdlves llodrijjucs Irania a tractar do a-
juste.
C^" Precisa-se de huma ama que tenba
bom leite ; quem eslver as circunstancias
qneira dirigir-se a ra do Padie Floriano
. i.
iCT Precisa-se de um cont de reis a juros,
pelo lempo de seis roezes, dando-se de premio
dousspor rento ao'me/. eom boa firma qaeei
os quiserdar annuncie por este Diario a mo-
rad ia.
i_j* Quem precizar de um rapaz Brazileiro
para ensinar 1, letras fora da [iraca, para
0 que se acha suficientemente habelitadi nao
s por icr os conhecimentos necessavios como
pelo exercicio em que se acba nejtt pro&ss&o ;
annuncie para ser procurado, ou dirija-se
ueste Recite ao andardo sobrada da ra da
Senzalli velha junto ao de Joo das Sanios
Porto e na Cidadede Olinda ladeira da Mi-
sericordia caza I). 12.
tSP" Quem precisar de urna ama para caza
de pouea familia : dirija-se a ma da Roda
caza porbaivo do sobrada que fui Hoda D. 10.
S-y*OStnlior Antonio Marlins Sardinlia,
dirija-se a Laja de Antonio da Guaba Salles
Guiroarfies, a negocio de seu inleresse.
tw Quem annunciou querer comprar hu-
ma venda sendo anda queira, diripi-su de-
fronte da Riiuira da Roa-vista D. 8.
tgr AUuga-se o primeiro an lar d.\ Sobra-
do da casa da ra Nova D. ii. quemoper-
tander, dirija-se amesraa talar com Joo
1 aptist 1 Claudio Tresse.
^j" Allugfio-se ou engajfio-se por lempo
dir um anuo mais ou menas esclavos mo-
cos e robustos para servido de dentro da
praca dando-se boa paga a tratar na
casa da Nev do liceo do Theatr de manh
al as de horas, e de larde das quatro em
diinle,
DF* Precisa-sc de um forneir na nada-
ra da ra Direita !). dose.
w f Quem quiser comprar salsa parrilha
nova chegada d Para diVija-se a ra JNova
botica D 2).
tar Um moco 1 Ir. ado de Lisboa, com pra-
tca de loja de ferragem ofl'erece-se para
caixeiro as pessoas que <> 'ii<-.derem di
rjad-se a r.u Nova I), vinte e nove, que ah
.,:.irao .. ',..-.i* luiiai.
isy Pteci -se alugar urna casa terrea para
pequea familia annun


.'
D 1 A R I
O DE PERNAMBCUO
WBMJJIlHMMMIlMm .un i .."n* jw.i>.,n."iy.MflUMMI
immiiWHWjuaafmjm
tSjr Os Sis Jernimo Jos Barboza Cae-
tano Patricio Barboza Innocem :o v.'' Je
Antlrada M a noel Gregorio de S, Anl
Germnno ila Costa Justino boa ,
drjo-se a na doCotovello D. al ou an-
nunciem suas moradas,
12?- O Snr. do lEagenbo Ginipapo tenhaj
a bondade de examinar oprctodeque fazmen-
cSo no seu annuncio sendo que ten o a nma
velida em um olho, de mais de 3o anuos de
idade careca bastante branca cara peque-
a eredonda, corpo secco, pernasarquladas,
pea grandes fugio em Julbo para Agosto de
rS.lj rom urna frula bstanle grande na
junta de lira pe! de non.o oaquim foi es-
cravo do fallecido Jos lenlo Moreira da Pas-
cagem da Magdalena mas quando foge cos-
nima mudar de noone e andar por este lugar
aonde a loi negado urna vez ; sendo ;nc seje
o mencionado roga-sedao mandar condu-
cir ra do \ igario no deposito deassucar re-
finado nero-idade.
~7" Ira rapaz porlnjjuez ou brasileiro de
idade de m queqeira arranjar-so emuma
loja de mi dirija se a ra da c.
n. 55 rgo.
CS* i-se mil res a ui i pi-
nbor i; ni ra din ila l< i
de ci
SS?* ] urna casa tei re i ,
e tr'mcheira e
'i
i
osmezes; i .. .
c Pr< <-..-' de i
de de i i .so:;
ura engenbo rlM : i >4 leg
na ra da i arl : I i n, o ; sim i uno s-
vende r| I m libra, e mi ia ti-
tos rbi ic o ','. Igu'e 5..
lista,
S o Antonio da Trind id faz. si ente
ao respeitavcl publico que o*eii .- pi-
nhorados ain La nao forao ai i
onde i- no dia lyMi
Juiz do Cvel da ten
Boa pista.
I r \ inuncin querer comprar urna
venda sil ero hom ... mmoilos pa-
ra l'aji!:.i. diria-sc as 5 puntas i). 23
tem lampiao.
Carlos n ultimamen-
na certeza de rjue nao se (ira respensavel pela
I "{ja dodjto. \
'. f-ssora do bairro de S. Antonio ,
avisa as suas aiumnas, qu tera sua aula aber-
ta desude, i<> do rncenle,
tSh Arrcnda-se animalmente urna casa
terrea a barracada, sita na ra que vai da es-
trada da solidade pira o manguinho rapar-
tida segundo o gosto moderno tem corredor
lavado sala de vesita, forrada com i pal-
mas em quadro tres janellas de peitoril en-
vidrassadas 8 quartos sala boa de jautar ,
cozinha fura com assento de fugo inglcz ,
contendo seis fornalbas. e seu respectivo for-
tn quintal murado, com cacinfba de agoade
beber senzalla para seis escravos, estribara
para a cavaWns eoni porlao para a freule da
ra independente da porta principal e
Indo muito bem pintado e suficientemente
asseado 5 os pretendeutes eatendao-se com
o Escrivo A linala que tem poderes para.o
dito arrendamiento.
Avisos Maritirnos.
Rogron manual dos tabelies Pereira e
ouza primeiras linbas, e iamom Sallas; na
ra nova loja de caldereiro D. n\.
^- Azeite de carrapato a i4*o a caada ,
e para baixo de caada a 1600 ; na ra do
azul e preta a 80 estojos de navnlhag mili-
ta finas dilos em caixinlias cora escova e o
mais necessario para barba afiadores para as
ditas meias para meninas facas c garfos
de cabos de marfim, ligas de feda a lio, meias
colovello na casa do Celestino e o mesmo pretas para" Padre a 40 e outras muitas
S. 'i ;i( :v. : .
Ua-ST
fl
: cl todos
. na pi
vara no al
da
r lauto para ensinur dito instrumen- e muitas oulras fa/.endas de prompta extrae- i CJSa de Me CalmontoC Coi
para cnsiuar e consertar os mes- co, ede nina porc.o do pentes de-differenlcs *S" Urna venda Ma eir
em diriganse ;i casa (i(. |)a.|0 Ju \[- iamanhos e qualidades -quarla feir.i 19 do cor-, commodos para familia n
techegadoa esta provincia prolessor de pi-
mo, oferece o seu preslimo a quem se ser 11 ti Usar lauto
1.), como
ios, pode
tembrg ruada alfandega ielha'.
t&f o da nido correte as nove bcras
da manila ter logar a iiItima,rennio cinaic-
za gcral de todos os Irmos da Veneravel *r-
uem Tercera de S Francisco no onsiso-
jioda mesma ordem para se approvar os
?OVOS estatutos que se acha discutidos, e
redigidos rogd-se a todos os Irmos lerceiros
residentes cresta pra^a, que tenbao a bonda-
de dp comparecer no referido iiRar a bola
PARA KAHIAsegu vagera o Brigue O-
linda com brevidade por ter toda en 1
prompta ; quem qinser carregar 0:1 bir de
;em falle con, Joaquim Goosalves Per-
. na ra da cadeia 011 com o Capitio u
bordo.
\nAORIO DE JANEIRO segu via-
m em poucos dias o veleiro Brigue Albano ,
por ter a carga prompa recebe passagiros
para o que tem excellentes commodos ; quem
er dirijase ao Capitao a bordo ou ao
ignaiajio Lauuico irmao, na ra da ca-
deia,
RAO RIO DE JANEIRO seeue via-
:,):) loda Lirevidade > Palacbo Brasileiro
Espadarte, lapilaoJos dos Sanies Braga,
tein muito bous commodos para passageiros j
[iiem quiser carrejar, ou ir de passngera ,
,- 10 me irt: 1 pit > ou ao u con-
iguatario Manoel Ignacio de Oliveira.
precUi alugar pretos ou pretas para vendtf-
rem azeite pagando-e 4o rs. por caada.
XS" Oito escravos urna preta de nacSo,
moca engomma cose cozinba urna mo-
latinbadeidadede ib annos com boas ba-
belidades e ptima para mubanda por ser de
bous costun.es tres moleques de idade ele 10
a 15 anuos, ptimos para.'qualquerofficid ,,
pretOSptimos para todo o servica. tanto da
pracacomode campo, um molato ptimo of-
ficial d sapateiro e bonito pagem ; na ruu
de Bgoas verdes casa terrea I>. S7.
tsr Beierros franceieaa ao,ooo a dusia ,
en retallio a 2000 a pello ; na ra direila U.
18 na ra do [ivramento loja de couros jun-
io da botica do Sr. Manoel Romo.
"7* urnapretu moca de naci, com urna
criado 5 mezes, faz todo o eervico do urna
caW, he boa <'-:' h : ';| a ra do Ca-
bug loja B 2 o p da deeera.
- 1:1:1 escrava c; nac com idade de
vinte e seis annos, ptima lavadeira de var-
reila ede sabo muito boa quilandeira,
sem vicio nl^um ois afianga-se a conducta 5
na ra do Fagundes D. 1 S.
i_y Una porco de ouro em obras que
sao brincos de diamantes, anelSes com
ditos, corazes, crucifixos etc., um prezeiiio
do Nasciment de Christocora suas imagns
a seos aparclliosde piala e ouro ; dotis pares
de mangas de vidroslavradas ; seis qoadros de
D. Ignez (ie Castro ; qualro eolxas de setro ,
una 1x1. M de amarelio e oulros objectos, que
serao apresentados ; na ra das i' lores casa 1).
(i, que acbar com quem tratar.
Farinha de trijo nova de Trieste da
verdadeira marca SSSF e
SSF
ni arma-
miudezas por preco commdo ; na ruado ca-
bug O. \.
8^ Urna venda a ra Direila D %>j
dinheiro ou com desobligas aos credores 5 u
tratar na mesma venda.
sera vos
Ffl-ffltl'OH
\BBT Dcsapareceo de bordo do Brigue Boa
ventura no dia vi de Dezembro p. p um es -
cravo de nome Francisco de naci calduda ,
altura regular ebeio do corno, ollios meios
encarnados um talboem um braco por cima
da munbeca urna barruga no meio das costas
logo a baixo do- pestoco ; quem.o pegar leve a
se.u Sr. Jos Goiuaive, 'erreira que receba-
r 100 000.
Fugio rio dia 2 do crranle umescra-
vo creouio de nome Manoel cor retinta ,
cara >n La e com alguns signae&de beohi-
gas este escravo veio da Paralaba e 9up5e-
r fgido paraaquelle lugar na companhia
de um cabra ciplivo doSr Francisco iWartins
de Lemog que fugio lambtm no mesmo dia ,
ser faail descobrir o dito escravo vianoel por
quefurtoua sen Senhor nlgnmas pecas de
roupa branca e um par de botina de dura -
que pelo ; jiiem o pegar leve a ra da cadeia
a casa de 'c Calmont Se Companhia ,' que
ser generosamente recompensa.!o.
:. uio cabra alo, grosso, largo dos
hombros com um emplasto nos peitos de
ungento preto icio de carphia ves-
tido de calcas c camisa dealgodo futtio com
entro mol ito de neme Jos ,
cilicio, de.'idade de 7 annos,
corrido
>
com (
claro
mesmo
cilicio
fi
das
marcada na certeza de
que
ella
se
liara principio a os trabalbosc m os que esl-
verem presentes, eneonformidade do termo
exarado no respectivo livro d'clles a os *4 do
me/ de Wovembro de i8oq.
i) .S'. (ue ao da sabbado

do
cr-
lente as 7 liorasda noite acompanbou o SS.
,racVmnlo at a ra das larangeiras e ao Miliar a Matriz a diantou-seem bir" a sa-
< risita faer a graca de trocar o sen chapeo ja
bastante vel bo por um novo, laca o obse-
quile mandar levar na ra estieila do Ro-
zarlo 1) :'.( 110 primeirq andar do contrario
ser publicado o seu nome.
-SS* CJualquer senliora capaz que queipa
tomar corita de 4 vestido de seda para fazer
com toda delicadeza e da ultima roda pa-
gando-seo preco de io,\)o por cada um sen-
00 bem eilos e desmanchar de/, libras de
cera em lunas de cliero pagando o feilio de
tima lima de vimein .0 is. dando-se tinla <:
espirito anniiiicic.
f^s O afoaixb assignado rogo ao Sur. do
engnho Ginipapo se o escravo de nome Be-
nedicto que se acba em sen engenbo e diz
fugirao com a feriameuta ; quem os
im de Souza Pinto na ru 1 daj >: -r leve a na do Cabug h. ci ou no raon-
senxala velha 011 noescripuorio de.de Cal teiro nosttio daSeribora Francisca Ange-
mout & Companhia ra da cadeia. !:. i ,!a Triudade defronte do silio do Snr.
O bem construido e velleiro Patacho
Len de lote de 190 tonel 1 adas forrado e
*zr Que fazim L. G. Ferretea & Man- encavilhado de cobe, e prompta fazer q.uat-
ield por intervencSo doCorrelor Olive!ra ,. querviagera ; na ra do trapiche n. 17 casa
faandaa seguinles cintas, cassar de', de Henry t'orsler & Companhia.
lima A lsi;ls, hiiiis (cliiiiio escuros, 1 SS'" Potassa Russiaua de boa qualidade e
bons
d algodo inlrancado clgodesinbbs america- j piannos do melli
nos i,trancados e li/.os platudas gangas, & Sons, e ca vao de pedra em porcoens gran- \ seus ser vicos e o -omprava ; quem o pegar
lencos de seda da India de diversas qualidades, i '^ e pequeas por preco commodo ; em ca- j |evfl ao dilo Dr. que gratificar.
'moni & Companhia. x3" No dia ib do corrente as j horas da
em bom lugar com tarde aii/.entou-se da casa do abiixo assigna-
quanciaes -quarta leira 19 do cor- lomiBouos para amuia rom lundos a von- 0 um escravo creouio de nome Severino ,
rente as dez lioias da manha precisamente uo lado do comprador e metade a dinheiro e! tioha tbegado de Maranbao remettido pelas
atmazem da ra da Conceicao.
j O 1 i ii <> O beiii conslruidb e velleiro Patacho Florencio.
> Da casado Dr. Peixoto de Brito no
atierro da Boa vista desapareceo um moler] ue
creouio de nome Jos com calcas e camisa
de brira trigueiro disbotado-, temos fies 1-
quadiose ue listas, bnns aeiinlio escuro?,! ^^ roiaosa i\uih uouw i|utttiuauc, bichados, osolbos opados, nariz afilado, be
e b ranees d algodo de goslo moderno, dilos por preco commodo 5 bons pianitos e Ibi les escravo do Sr. Francisco Riheiro Pires, que
llioraulhor inglez Broadwood Q coniou do dito Dr. para ver se agradava de
ia da Conceicao. | metade a praso ; a tratar defronte da ribeira j Senhoras Meirelles para ser aq ni vendido*,
ias barricas com sevada de Lis-" da Boa vista D. 28. sem os signaes seguintes ; boa estatura secco
lo em que se adiar quarta fei- ** Olio de cupabiba cera amarella ,10 Corpo rosto mais comprido que redondo ,
ra 19 do corrente na porta do arinazem de man macella 5 e le da lena-, na ruada
Antonio Joaquim Pereira defronte da escadi senzala velba a fallar com Manoel Francisco
De. meias
no eslade
tencer.
nha da Alfandega. por conla de quem per- DPontes,
immt. S^f~ Barrris'com muito bom vinbo do Porto
de todos os tamanhos no armazcm de Fer-
nande Jos Braguez.
lF m bom preto por preco aommodo 5
na ra de senzala velba a fallar com Manoel
C o in p r ii s .
-C7* Telha velba ou de refugo portas
velbas madeiras e taboas; na ra nova ar-1 ranciscol'onies.
ma;em de (iiiarlinhas e lazendas.
S^* Tinla encamada em garrafas grandes,
peanas de ac facas de marfim para 'eixar
carias foilbros tic velinhas e outros de di-
ferentes qualidades bicos de linbo de varias
527- Uma armacao propria para loja no larguras, suepensoriosde burracba barretes
Vendas
atierro da boa vista D. 38 ; a tratar na mes-
ma casa.
de padres de seda preta rolo de llambur-
go em garrafas e meias ditas e olalo para
Fm negro creouio de idade de uo an-iS0'?*8? "a ra da cadeia quina do beco lar-
n .. l.:i n 1
le bonita figura ptimo pagem, esa-! (j IqjD, 53.
estar
lugido a
dous
>ara Ircs anuos, sendo
talluda.
que lenba os signaes seguintes ; cara
de boa estatura ma que secco di
oorpo representa u de 5o annos, de
nome i>cndo sea o mencionado
Qununcie. Jos Xavier Gunsalves,
Bf* Wo sitio da 1 lalena faz lodo o mais semeo de um
t'olionle do vieire hi a-sc !ro dn Boa vista loja L). ii.
nos c
be nmngir leite ; na ra de S Rita nova D.
18 lado do nasceule
sis/-" Um escravo bom serrador e enlende
de todo o n.'cess 11 o de uma serrara na ser-
rara d Joan Antonio baplisla Mooiz junto 3
ribeira.
iij* oma morada de casa de sobrado em
Olinda na ra de S. Bentp D. .'., com bons
commodos quintal murado, e plantados com
aiyores de luido ; a tratar na na ra da i on-
ceicd da boa vista I), a 1 casa de Joo Manu-
el FreireS Maris, das 7 as oda manila, e
de urna as i da tarde e o mais tcuijio na ra
do Crespo loja do Sr. Sanios Neves
C3T Uma casa tenca em Olinda com
grande quintal ; a tratar na ra k) Cabug
loja de'miudezas junto do .*r Bandeira,
L-r Urna negra de bonita! figura do da-
lle o annos, cozihha lava, engomma, 1
1 na casa no at-
qusesupe scr-fugido ladino Ge id..
> em
uma La. lo engenbo tara-
11 i.a ; quem for rija-sea* dilo si- dro com relogio e mi
fjo U e sera < ni regir fastiS '
Dm palanquirii cm meio uzo: defron
1 aibul no 1. tem o porlao na (jui-
na do leen do (.dundo assim (uni" um qua-
mmercio francez por
; -- Uma nova ccllecao de leis extravagan-
tes contendo os annos de i-5o al i8ao; quem
quiser annuncie.
" Lin preto de idade de -i\ annos opli-
iiin canc.ciro; no beco da lingoeta venda 11 .
'.j- Uma casa de campo de pedra e cal na
de de Olinda, sita na na do (armo, com
-,i palmos de fundo, e 44 t'c 'ente, cun
solo e quintal tuno murado xos proorios
e com alguns arvoredos de fructo a Datar na
ra direila botica D, 11.
^/* Lina casa na soledade junto ao sobra-
do da viuva do Martins leudo um grande
quintal com alguns arvoredos de fructo ca-
a com terreno a murado na frente que
se pode edificar 1 grandes casas 5 a posse de
um terreno alagado nos< loda ra da
Aurora com 1 bo palmos de nenie, e i5oode
lo, pagando de foro 3o rs o palmo; todo
ou rita I hado ; na ra de S Gons 1.
tw Fitas s.ufadas e kssetinadas muito su-
res blas e .gil1. : .-..;: c -u - larguras pentes de marraas de lar-
taruga, ditos de alisar muitos bons abolua-
drasde relroz para casaca ditas amerelasa
}8oabotuadura0 tinta encarnada a iC>o, e
tem fallas de denles de cima na fenle e uma
sicatriz que mal se percebe no lado direilo do
rosto, falla muito mansa, e parece ser mo-
leiro levou vestido camisa de chilla cal-
cas de brim branco ja uzado ealgnma couza
suja quem o pegar leve ao] abaixo assignado
que gratificar Jos dos Sanlqs Neves.
VLr No dia ibdcOutubro de 18J9 fugio
uma eserara de nome Anua ladina de na-
cSo angola de bonita figura estatura re-
gular, cor preta, rosto puchado, olhos gran-
]>es nariz (ino, betCOS meios grossos tem
umamtlba mais prelado que a cor natural
no rosto do lado esquerdo, e no braco esquer-
do unas letras de angola tem as cosMs mili-
tes talliinlios de naval ha mos pequeas, <
ps rossos porcm mal feitos intitula-se
creotlla levou vestido de 1 iseado ja desbola-
do e panno da costa ibi comprada a Ca-
miliode Lellis da I'on.-eca pillo de uma das
embarcaces de Joaquim Ribeiro de Bro ;
quera a pegar leve a ra da Gloria caza de um
andaide grade de ferro defronte do convento
a fallir com o Teen le Coronel T. Cezar Bur-
lamajue (ue gratificar com 5 ',00o.
Fugio no dia 31 do p. p um mola-
linhcdenome Felippo, bem claro, cabello
castaibo, e corrido, ps grandes, com 14
annoj de idade levou vestido camisa de ma-
dapopo grosso calcas de algodaozjnho tran-
cadopzul com nspnsoros de burracba en-
camjdas, ebonetde la, linio anda novo
mas e lativel, que.mudass de trage ape-'
zar a n;.o levar nutra roiip.ii He ns til ral do
phao veio para aqu doCear no pa-
queljde vapor eliegado em > '; de Dezcm
do anio findo ; roga-se a todas ns authorida-
rpiICiacS capi canino, ou cual -
; ssoa lie lvrr notii ia 1
ron leva-lona ra do Cabug loja do
lazedlas D defrontedo Cerieiro, (ue' ser
recompensado generosamente.

*'l
UcX F. DE


Full Text
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