Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04014


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Full Text
.'-

Anno de 1840. Terca Feira
Ttulo agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera.
cSo, e energa : continuemos como principiamos e seremos apontados
rom admiraciio entre as Naces mascullas.
Proclamaco da Asstmblea Geral do Brazil.
*
---------------- i'IM n ----------------------
Subscreve-se para esta folha a 3#ooo por fitiartel paos adiantados
ncsia 'J'ypografia, ra das Cruces J). 5, ena l'raca da Independencia
ns. 57 e38, onde se recclicm correspondencias legalisadas, ennnuucios,
insiriiido-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, c vindosassig-
q nados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Parahiba e Villas de sua prctenco..................
Dita do Hio Grande do Norte, e Villas dem...................1
Dita da Fortaleza e Villas dem..........................{Segundas e Sextas Fe.ras
Villa de Goianna.................................
Cidade de linda..................................Todos os dias.
Villa deS. Anto..................................Quintas reirs.
Dita de Garanhuns e PovoacSo do Bonito.....................Dias lo, e 24 de cada mez.
Ditas do Cabo, Serinbaem, Hio Formozo, e Porto Calvo........... dem 1 11, e ai dito dito
Cidade das Alagoas, e Villa de Macei.......................'. dem Idom
Villa de Paja de Flores.................................dem 13, dito dito.
Todos os Correios partem ao meio dia.
11 DE FEVEREIftOa Nlf.MEftO 34.
CAMBIOS.
FavaaEao io.
Londres...... irj i|i 33 por Ifooo ced.
Lisboa....... So por o/o premio, por mciai oiierecido,
Franca....... jgi reis por franco.
bio de Janeiro ao par.
(JURO Moedas de 6#too rs Velhas i<8oo a iStfo.-o
, Ditas ,, ,, Novas l4#4oo a i4f>6i/o
m Ditas de 4fooo rs., 8*000 a Xfaoo
MUTA PatacSes Brasileiros.......i58.i ifluoo
Pesos Columnarios------------- itfoo a 11' 00
Ditos Mexicanos-----------------if)io n lf56o
Premios das Letras, por mez 1 1/8 a 1 i\i |wr loo
Mocda de coin lo j por 10. dvc disc.
?
Dias da Semana.
10 Segunda -
11 Terca------
12 Quarta
13 Quinta-----
11 Se>:!9------
4 Sabbado -
l'J Domingo -
- S. Ecolaatica V.-----------------Sent da Thes. c and. do J. de D. da a. v.
- S. Lzaro B.-------------------Mellarn e ud. do J. de D, da r. v. man.
- S. Fulalia V. M--------------esso da Tliezouiana.
- S. Gregorio 2. P. -----------Relaco c And. do J. de D. da 2. rara de m.
- S Valentn M.---------------- Ses. l Thes. and. do '. de 1>. .i* ..
- S. Faustino e Jovita Mm.------Mil. e aud. do J. de D. - da Septuagcssiraa S. Porfirio M.
Mnre cheia para a dia 11 de Fes'creiro.
As 10 horas e 54 minutos da tarde --As II horas c 1 minutos da in.-nil.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 7 do corren te.
Officio Ao Inspector da Thesouraria da
Fazenda para mandar pagar ao Prefeilo da
Comarca de Goianna a quantia de H6U70
reis, importancia por elle despendida com
a sustentadlo de quinze recrutas que re-
me! leu.
Diio Ao Prefeito da Comarca de Goian-
na, communicando-lhe a expediegao da or-
dem supra.
Dito A Cmara Municipal do Recife, en-
viando-lhe um officio do Preferto da Comar-
ca c mais papis acerca do fornecimenlo de
alguns objeclos precisos para a Cadeia dcsta
Cidade a fim de que informe a respeito.
Dito-A Cmara Municipal do Brejo ,
respondendo-llie que devendo ser anu< a arrematacao do contracto de aferices dos
pezos e medidas que faz parte do seu pa-
trimonio nao pode porisso ser approvada pe-
la Presidencia a arrematacao trienal a que
proceden*
Dito A mesma, significando-lhe que
nao julgando a Presidencia de urgente neces-
sidade o approvar interinamente as Postu-
ras addicionaes, que acompanharao o seu of-
ficio de 20 de Janeiro ultimo, vao ser as mes-
mas Posturas submettidas a approvacao da
Assemblea Legislativa Provincial na prxima
sessao.
dem do dia 8.
Officio Ao Commandante Geral do Cor-
pode Polica, ordenando-lhe, que mande a-
presentar diariarramenle ao Inspector Geral
das obras publicas tres soldados e um Cabo
para serem empreados em urna deligencia.
Dilo Ao mesmo para augmentar com
mais tres soldados a Guarda que exisle vi-
giando a obra nova da Alfandega confor-
me requesita o respectivo Inspector man-
dando apresenlar os ditos soldados ao Direc-
tor da referida obra0 segundo 'Pnenle da Ar-
mada Manoel Coelbo Cintra.
Dilo Ao Inspector da Alfandega, com-
municando-lbe a expednjao da ordem su-
pra.
Dito Ao Administrador Fiscal interino
das obras publicas ordcnando-lbe a vista do
que representou o Inspector Geral, que man-
de pagar semanariamente as ferias do todos
oslrabalhadores que se empregao em ditas 0-
bras.
Dito Ao Inspector Geral das Obras pu-
blicas communicando-lbe o conteudo no
precedente officio.
Dito Ao Commandante do Briguc Cons-
ta nca, significando-Ule. que achando-se quazi
accabado o conserlo de q' necessitava o Palacbo
Providencia para seguir a Corte do Rio de
Janeiro e convindo nomear Commandan-
te rillo e Mestre para o dito Patacho a
fim de que se trate com tempo dos pedidos dos
ob|eclos precisos sua viagem ; Ibe ordena
que d'entre os individuos da guarnico do
Urigue de seu Commando nomeie e man-
de apresentar ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinha as referidas Pracas, visto ter o mes-
mo lirigue de seguir desarmado para aquella
Corte.
:iiio Ao Inspector do Arsenal de SJa-
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 3 do corrente
Officio Ao Director interino do Arse-
nal de Guerra remettendo-lbe o Processo
fcito ao soldado da Companbia de Artfices
Antonio Lasaro do Sacramento pelo crime
de primeira descremo simples a fim de ser
competentemenle arquivado.
Dito Ao Major Commandante do Depo-
sito remeltendo-lbe para ser arquivado,
o processo feito ao soldado Manoel Andr Ti-
burcio pelo crime de segunda deserco ag-
gravada.
Dito Ao mesmo, reme'tendo-lhe a guia
do Sargento Quartel Mestre Pedro Nolasco
da Silva, que liavia sido requisitada ao Exm.
Commandante das Armas da Corte, e orde-
quebra dos seus deveres no Batalhao.
Dito Ao mesmo aulhorisando-o em fa-
ce das rases a presentadas em seu officio des-
ta data a passar a aggregado o sargento
Ajudante Manoel da Cunba Wanderley, que
marebou para o Maranbao e a substituil-o
por outro Inferior que existisse no Corpo
com as precisas qualidades para oceupar o re-
ferido posto como cfTeclivo,
Dito Ao mesmo, disendo-llie em res-
posta ao seu officio desta data, que quanto
antes nomeasse o Conselbo de Guerra ; que
dev i a responder o 1. Cadete Joo
Policarpo do Reg Barros pelo excesso de li-
cenca que cometteu.
Portaria Ao Major Commandante do De-
posito mandando d'ordem do Exm. Sur
Presidente, communicada em despacho desla
data, dardemisso ao recruta Joo Fernan-
nando-lhe que por ella passasse ; que tinha des por nao estar as circunstancias de servir
de acoinpanbar o mesmo Sargento para Pro- i a primeira linha.
vinel a das Alagoas.
Dito Ao Director interino do Arsenal de
Guerra, respondendo ao seu officio que tra-
tavado Faculativo encarregado de vizitar os
doentes da Companbia de Artfices e signi-
ficando-lhe que ao mesmo Facultativo se
linho passado as convenientes ordens para
que a dila Companbia fizesse duas visitas as
segundas e quintas feiras de cada semana,
pelas nove horas da manha devendo essa
hora existir na Companbia quem pelos do-
entes respondesse
Portaria Ao Commandante intirino do
lerceiro Batalhao de Arlilheria, mandando
d'ordom do Exm. Snr. Presidente, darbai-'
xa ao soldado Fortunato Rodrigues das Do- i
res por nao estar as circunstancias de ser- I
vir na primeira linha.
dem do dia 4.
Officio Ao Exm. Presidente, pedindo-
lbe esclarecimentos a cerca da prestacao que
nesta Provincia deixou o segundo Tenenle
Jos Antonio Barbosa, Expedicionario ao
Maranbao, vislo nao ser este official da Guar-
Di versas Repjirticoeiis
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
A Pauta he a mesma do numero a 1
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco corrente do assucar algodo ,
e mais gneros do Paiz que se despachao
na Meza do Consulado de Pernambuco na
semana de 10 16 do mez de Fevereiro de
i8.o.
A Francisco Mamede de Almeida 06 ar-
cos grandes de ptoa 1 $' rs. 8 ditos de dito
menores a (iio reis, 35 garrunxos de p;oa'
1 s' rs. a duzia 4 libras de secante a 3ao rs.
a libra 8 ditas de agua raz a -to res a libra
10 broxas surtidas por 88P0 rs 1 corrente
de 3/8 com 79^ libras a 'OO a libra 20 pe-
cas de lona a 19s rs. (ingle/a).
A Dias & Cunda i arrobas de ferro In-
gle/ a a56o rs. arroba.
A Domingos Io26 Marlins Vieira 4' |,i,os
de construccSo por 3.1o,s' rs.
A Manoel Joaquini Ji ditos de dito por
a3o' rs.
A Jo7c Bernardo Michiles, 84 duziasdfl
laboas de pinho a 8'oo rs. a duzia.
A Joze Tavares da Gama 8 arrobas e 17
libras de arrs a a| rs arroba.
A Joze Nobcrto dos Santos 278 lanter-
netas de calibre 6, a a60 rs. com deducao de
a4s'75o reis do material que receben para
dita obra 1 lata grande de folha para mapas
por 'i000 rs.
Arsenal de Marinha 8 de Fevereiro de
l84o.
Assucar branco novo
800
1.
a.
3.
4.
5.
t.
Dito masca vado novo
yoo
nicao.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remelten-
do-lhe competentemente informado o reque- ..
rmenlo do particular Ignacio Jos d'Assum- Drt branco vell.o
peo, do terreiro BalalhTo de Arlilheria, que
pedia licenca para continuar os seus estudos
no Liceo desta Cidade Picando despenso do "00
servico do Batalhao, menos no tempo das fe-
ras e do comparecimento das revistas ge- |
raes, e extraordinarias. _. 1 11 _
Dito- Ao mesmo Exm. Sur. commu- Dito masca vado, vell.o
nicando-lhe que faltara a parada de bon- 3o
tem o official Superior do Dia que segundo .
as informaces dadas pelo Ajudante da mesma Algodaoem pluma
Parada, er<\ oCapilao do secundo Batalhao,
da Guarda Nacinal Justino Pereira de Fa-
1.
1.
2.
3.
4-
5.
t.
1.
3.
1.
3.
3.
Sorle



Sorte

Surte



Sorto

Sorte


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i5o
800
^00
(1700
5700
4700
na.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., signiican-
do-lbe em resppsla ao seo officio de i do cor-
rente, que so exist-io avulsos no caso de
ter destino os Alferes Francisco do Reg
Barros Falcao e Joao Rodrigues da Silva.
Dilo Ao Capitao Anacido Lopes de
Santa Anua disendo-lhe que devia con-
tinuar na administracao das obras perlencen-
tes a Fortaleza de Itamarac, nao obstante
ter sido recolhido ao Corpo.
DitoAo Commandante interinodo ter-
cciro Batalhao d'Arlilheria, counnunican-
do-lhe que o Capitao Anacido Lopes de San-
tu iVIllia i_umilHI.ua 11a
admiQiiktracso auj
rinba communicando-lhe o conteudo no pre-| obras da Fortaleza deltamarac ; por isso que
cedenle officio. i esta commissao podia ser prebenchida, sem
Antonio Bento Froe.
Francisco Joze .viarinbo.
Feitores e Conferenles,
l.uizde Franca e Mello,
Escrivo.
F.m virlude da ordem doF^xm. Snr. Pre-
zidente da Provincia vai de novo ; praca pa-
ra ser arrematada ;'i obra da ponte do Alijo
sobre o rio Serinbacm oreada em 6:5i8,o rs. Os licitantes poder. comparecer muni-
dos de fiadores habilitados nos dias l5, ij,
e '8 de Fevereiro ao meio dia na Repartico
das Obras Publicas, aonde est o respectivo
orcamento e condicoens todos os dias uteis
s horas do expediente.
Inspecco das Obras Publicas 6 de Feve-
reiro de it^0,
Moraes Ancora.
O abaixo asi jnatjo precisa de trra para o
atterro dos Arrrombados. e convida os pro-
prietariosde candas que a quizerem forne-
cer, a procural-o na caza da InspeccSo das O-
bras Publicas dasioats horas le todos
os dias uteis afini de tratar do ajuste.
Inapeccio das Obras Publicas 7 de Feverei
rod 1810.
Moraes Ancora.
U Inspector das Obras Publicas convida as
pessota Iivres que quizerem trabalhar de ser-
ventes a apresenl uem-se-lhe para seren
admillidos.
Inspecao das Obras Publicas 7 de Fevereiro
de 1*4"
Moraes Ancora.
CMARA MUNICIPAL.
Publicaco pedido.
Relacao dos gneros comprados as peasoas a-
bixo declaradas para o Ahnoxarilado do
Arsenal de Mar.lia na semana decorrida
dea a 8 do crrenle.
Illm. e Exro. Snr.Tendoen recebido cr~
dem do Prefeito ria'Comarca por officio de 5
do corrente mez, para mandar aprompUr o
que se fizesse necessario para a oxecucao de
pena ultima no Reo o Cabra Antonio Dico ,
que deveria 1er lugar no dia 7 do referido
mez ; determinei logo ao Procurador Prxe-
des da l'onceca Coutinho que passasse a das
A Francisco Xavier da lonceca Coutinho as providencias necessarias, afim de nao haver
o arrobas e i libras de carne verde *\%wmiK falta CGSleaodepon parte cipou-
a ". ir m e s qe i pode obter a compra das cordas :
A Manlpl AlltOlllO (l> IP7ll IJO nirnlms *>nnp ------*- -
qu*
nnantr nn
I
ama libra e t oncas de pi e bolaxa a ja^o j ees sari na forca ne
rs, a arroba. | v\% dvlle cncarrrgar,
f- .
lu/.ia
llt
m
GUC
hum carpina se que-
air.da cem avuliuda


2
DIARIO
I> F.
PPJNAMBCO
MBBJLMHI
*
t
naga ; foi quando me derigi pftssoalmonte a
E\ padec pando-lhe isso mesmo e foi
V. Ex servido dirigir dua* Porteras, huma
ao Inspector do Arsenal re Marjnba para
que nprestesse todas as requ i fes, |- eu
como Presidente ta ("amara mi pal Ihe fi-
.psse. concernentes qnelle fin e eotSo Ihe
incumb o torcimento das cordas que se li-
nho comprado o que elle prnmptemonte 6X-
ccuiou; e nutra no mesmo sentido so Inspe-
ctor do Arsenal de Guerra ; e dirigindo-me
loo com ella ao referido arsenal nao encon-
trei ali o respectivo Inspector e seo \u-
dante e sim o Almoxaiile f r meisco di i Sal -
les da Costa Monleiro quedeila tontn cou-
ta rerli(icando-me huma, e Militas veces,
que tudo sem a menor falta seria salisfeito:
ievo o expendido a presenca de v Ex atim
de conherer que a falta que aparecen do
concert da forca foi tao soroente da parte do
Arsenal dcGuerra, e nao da Cmara Muni-
cipal
Dos Guarde a V. Ex. Reciffl cideEcvc-
reiro de iH-io. Illm. e Exm Sur. Francis-
co do Reg Hartos Presidente fiesta Provin-
cia. Joze de lanos Faleaode Lacerda, Pro-
Prezideate da*Camarar Municipal,
Illm. e Exm. Snr.Esta Cmara recbeoo
ollicio de V. Ex. com dita de cinco de De-
yembro do auno prximo fir.do em que Ihe
ordena, informe circunstanciadamente que
numero de habitantes tem oseu Municipio.
qual a extenco do seu territorio e cm fim ,
que vantagens presume resultar de sua des-
membrado da Provincia de Pernamhuco pa-
ra faser parte de huma nova que se deno-
minarCariri Novoem virludedo Pro ecto
de Lei que appie/enlou na Cmara Vitalicia.
o Senador Alencar. Kad *" ^,"' > 1)0"
dia revoltar mais os nimos dos habitantes do
Municipio de Flores do que huta tal Pro-
ferto ; porquanto hern convencidos esto de
que uenhuma vantageni Ibes resulte, oque
esta Cmara pasta mostrar com evidencia.
Este Municipio ,e Comarca cunta vinte oilo
mil qmobenlos e viole seis habitantes de am-
bos os sexos, ede toda a idade conlendo
hucti grande numeode pessoas cuja lurlu-
M he extraordinaria comparativamente com
os Povos do Ciato onde existe muita pobre-
za e at miseria pois alem de algunja plan -
lacio de canna, da qual se fabrica a rapadu-
ra nenhum outro ramo de comercio ollerece,
e
s
qua~.
soconta quase igual numero de plantadores
de cana como encerra em si ininUos crea-
dores bem arranjados e alguns bstenles ri-
cos. Quanto ao segundo ponto do cilicio de
V. Ex. esta Cmara tem de informar, que a
extenco do territorio do Municipio, que Ibc
di; respeilo de setenta legoas todas habita-
das entie tanto que o do Ciato apenas ser
de cuarenta ; e apezar de que tao bem habi-
tadas com tudo sua populacao em regra he
pauprrima em comparaco coma de i*toras ,
tomo ja dito fica. \Juito liaba di/.er a C-
mara desta Villa sobre o teiceiro e ultimo
ponto do oficio de V. Exc. mas para nao
infadar a Cmara dos Sura. Senadores onde
se hade appresentar esta informarlo e me-
nos para nS roubar-lhe o tempo lo precizo
aos objectos de publica til idade limitar-se-
ha em mostrar succinlamenle que o Muni-
npio Je Florea lon;;e de ganhar ao contrario
nimio perde com a dspOSco da projecto que
o pretende desmembrar de huma l lovinau
rica ,. populo/a e sobre tudo patritica, e on-
de encentra todos os rersos qoando d cl-
les lem necessidade para faser parle com-
ponente de outra que mal, e para diiec-se
a verdade se nao peder sustentar. lie sa-
bido que a Provincia do* Cear como se a-
cha actualmente anda mesmo nos casos or-
dinarios ntcessita dos soccorros de Pernam-
buco e se ella composta de alguns Munici-
pios ricos, como es do Ico Araeaty e So-
bral ainda assim para poder sustentar a sua
Cathegoria carece dos auxilios das que Ihe
sao limitrofes 5 como pois sustentar-se-ha
esta celebre nova Provincia sem populacao ,
sem riqueza sem industria sem comercio .
e finalmente, sem o absolutamente precizo
para isso ?, Dcmais a Villa do Crato bas-
tante, epidmica, c muitos de seus morado-
res sao atacados de molestia d'olhos, a mais
azual ali do que resulta cegaren) alguns, o
BHHiHHaBHBsnaHBsaaBavaaaaHa^ ;
Nem so argumente com a distancia de hum.Ueiar nicamente par.esocegO, puz termo a reir, Marcelino ( orrea d Amorm Pedro
_ y ii-i __ /-_..._. __?_ ..i i ._!._ _____w,.l onto a outro ; porque sede Flores ao Grato[esta contend por vender a minlia proprieda-
cOntao sessenta legoas, pouco mais ou me-1 de, por pouco mais ou nada, ao Cpilao An-
tonio Mafheos i'.angel Irmo do meu perse-
guidor, e que conhecia tanihem a legitimi-
aile da minha posse e que aquelle mesmo
marco lora plantado pelo falescid > seu pal
muitos anuos n;ites do seu falescimenlo como
po
se
nos, e Cidatle do Refeifc com os Povos do
lu 'I) de Tacarati| leste Municipio ficao
mullo mais vi/.inhos do Recite do que de
Crato eos dis Cducciraade Pajaii conto a
mesm i destancia para !iu: e oulro ponto
eo.ii pima ditferenca. j^ingueni ignora ,
Exm. Sur ludo (nanto esta Cmara tem
exposto assim como que o rojecto nao foi
e;;veil por utilidade publica, e sim por
molivi p rliciiltrissimos ; poreni os hahitan-
9 o Municipio de I lores do qual esta C-
mara be orgao esperao que o Projecto em
discus?O respeito caducara mesmo na C-
mara dos ^enbores Senadores e quando as-
sim infelizmente nao acconteca muilo con-
fiao elles na dos l'epresentanles do Povo que
os nao separar da Provincia de Pernambuco ,
da qual esta Comarca he huma fraceo desde
as antigs Capitanas gerats boje extinctas ,
a e principalmente porque nenhuma van-
tagem Ibes provem como se ha demonstrado
exuberantemente eja porque elles muilo se
ufanaran de S4T Pernambucanos. Tem pois
esta t amara Municipal salisfeito desta pa-
nel ra oque por V. Ex. Ihe foi ordenado.
Dos Guarde a V. Ex. Cmara Municipal da
Villa de Flores cm Sessao ordinaria de io de
Janeiro dei8jo. Illm. e Exm Sr Francis-
co do Reg Barros, Presidente desta Provin-
cia de Pernambuco. Manoel Ferreira Rabcl-
lo Presidente. Manoel Ferreira Rabel lo
termo de sua posse e principio da minha nao
he/.ilou por lano o dilo Coptlffo em compra-
la. Er em verdade quanto foi passadocom-
migo e que nao ignora nenhum dos meos
visiuhos por ser huin laclo constante e noto-
rio. Queimada deBom Jardim i7dee-
zembrode itic) Feliciano Joaquim de A-
guiar. Eslava rcconliecido pelo Tabeliao
Notario do mesmo lugar, Jos Francisco de
Souza llereraninensc.
N. 4-
Atiesto aos Santos Evangelhos, juroees-
tou prompto a provar em qualquer Tiibu-
nal que lor preciso em como o senhor Coro-
nel Henrique l'creira de Lucena me ollc-
receu o anuo pas?ado dar-me demarcada as
trras da minha propriedade denominada
Ortigas obrigando-se a me as dar promplas
e desembaracadas por quinhenlos mil reis,
e feixemos o ajuste por qualro rentos mil reis,
cujo dinheiro elle recebeo sendo em mao do
Capilo Aleixo luzenlose vinte sele mil e
quinhenlos reis e 0 restante em meu poder ,
tratando o dilo Sur. Coronel de demarcaras
Aranha. Manoel Vicente da Cimba Ribeiro ditas Ierras no commeco do auno presente
Marcos Ferreira Cmara. Feliciano Joze
Rodrigues de Santa Anna. Scrafim" Pereira
de jezus. Joze de Souza Ma-alhaes.
F,it conforme;
Joaquim Goncalves Aires.
Secretario.
PLFEITRA.
AIITE DO DIA Q DE FEVEREIRO,
pascado tres dias depois de commecada a de-
mar cacao, vendo ou que ella me era preju-
dicial porisso que tratando de tirar a linha
pela testada pelo Puente de sele cenias bra-
de Alcntara Pedroza. Eslava rcconliecido.
Carapttceiro.
A estultie do humba meu boi.
De quanlos recrcios folgancas e desen-
fados populares h em nosso Pernambuco T'u
naoconheco hum tao tollo tao estupido, e
destituido de gra, como o alias bem conbe-
cido humba meu boi Em tal brinco, nao
se cucontra nem enredo nem verotimHhanca,
nem ligacao : he hum aggrcgado de dispara-
les. Hum negro metalo dehaixo d huma bai-
eta be o boi : hum capadocio, enfiado pelo
fundo d'hum panacii velho chama-se oca-
vallo marinho outro alapardado sob lencoes,
denomina-se burrinha : hum menino com duna
saiaa huma da cintura para bajo oulra da
cintura para cima terminando para a cabeca
com urna orupema, he o q'sc chama a caipora :
h.i alm ilisto outro capadocio que se chama
o pai Malheus. O sujeito do cavallo marinho
he senhor do boi da burrinha, da caipora f
e de Malheus. Todo o divertimento ri|Va-se
emodomno de toda este sucia fazer dancar ao
som de viollas pandeiros e d'huma infer-
nal herrara o tal bebado Vlalheus. a burri-
nha a caipora o boi (que com cfeito he ani-
mal muilo ligeiro trefego e halharino). A-
lm disto o boi morro Bempre sem que nem
para que e resuscita por vlrtde d'hum cly-
ster que pespega o Malheus cousa mui a-
radavel divertida para os judiciosos
:as meten a agulha para completar a testada de espectadores.
oilo cenias bracas cujas testadas sendo as que j i\l aqui nao passa o lal diverlimenlo d'hum
fascm os fundos da minha propriedade, e hr.inco popular, e grandemente desengracado:
sendo estes de huma legoa como consta dos mas de certos annos para c nao h a humba
nleos ttulos de compra, conheci o prejuiso meu boi que preste se nelle nao apparece
de mil e seiscentas bracas reclamci para se hum sujeito vestido de Clrigo, e alpumas
suspender ;. demarcaco visto que ella me vezes de roquete e estola para servir de'bobo
Illm e Exm. Snr.Forao presos honlem bia sendo prejudicial e o dito Piloto hia gri- da funecao. Quem faz ordinariamente oa-
minha ordem, e tivero boje destino ; Joze lando a esquerda por onde disconfiando de al- pe de Sacerdote bufo he hum hrejeirote des-
Martins 'ordeiroaa Cunha pardo trigue- guma m f do mesmo Piloto largueiade- pajado, escolhido para desempenhar a tarefa
ro pelo Sub-Hrefeito de Santo Antonio por mareacao disislindo della e retirando-me pa- al o mais porco, e nojenlo ridiculo. Em hum
queita de furto de urna porgo de Madeira ; ra minha casa Parando com isso a dita de- paiz Catholico Romano consente-se e aplau-
Vlanoel da Rocha lambem dardo por un mareacao seguio o mesmo Senhor Coronel de-se que na maior puhlicidade sirva de bo-
soldado ue Polica por estar ebrio e nao que- Henrique, e o balisa para minha casa e a- 1 o hum handalho disfarcado em Sa-
rcr pagar uma melancia que ha va compra- bi dormindo mandou no dia seguintc chamar cerdote e com as vestimentas do culto
i ainda assim, sopoucos os que alienta a do umapreta; e Antonio, preto esclavo os demais reos, que comigo contestao eos para complemento d'cscarneo esse padre bufo
ma populacao se oceupao em planta-la, de Francisca Xavier pelo Sub-Piefeilo de fez assjgnar a mesma de mareacao sem que ou ve de Confissao ao .Malheus o qual negro
mando. a Villa e Comarca de Flores nao Olnda por briga ; Domingos Joze do Espiri- eu c minha mulher o quisessemos fazer captivo faz cahir de pernasao ar oseu Contes-
to Santo, e Antonia Francisca Xavier, tam concentissemas e concorressemos de qual- sor, e acaba como he natural, dando mui-
bem pretos por um soldado de Polica ea- quer forma para se assignar da nossa parle, la chicotada no Sacerdote !
quelle pelo Sub-Prefeilo da Boa-vista, por huma vez queconhecemos nossos prejuisos. Quem acreditar que tal se oonsinla e
desordein. Pedio-me o Senhor Coronel nesta occasiao approveem huma Provincia das mais polidas
E' o que consta das partes hoje recehidas aEscriilura e o papel do nosso tracto men- do Imperio do Brasil :' Como he possivel ludi-
n'esla Secretaria. cionadn de elle dar asierras demarcadas, brar e escarnecer mais o estado Sacerdotal ?
reslituio-me a (sciiplura ficando-se como pa- Como se ve de sangue fri e com satisfacao
Dia
cujo acontecimento be proceder nos compe- depois pel'o Coronel Henrique pagando eu teno sagrado, e conseguinlemente a Religio ?
lentes termos em cima de ludo cinco mil e seis centos rs.de Alguns inconsiderados e iscados da lepra ir-
Nada mais occorreo. cusas achando-se assignado meo nomo no ter- religiosa riem desles meus reparos e procu-
--------.--------- nio de aemarcaco que l'oi sentenciado por letra rao cohonestar esse desaforo e inunoralidade
>do mesma 9r. Coronel Henrique sem que eu summadi/endo, que muitos Padres sao rela-
- f ocunienlos a quese refere oofiicio pu- pedisse que por mim assignasse e nem mi- xa dos e por isso lazem-se credores destes e
blicado no Diario numerosa, sob o titulo de nba mulher; por onde se conhece a i.ullidadc d outros motejos: infelizmente varios Padres
da dita sen lenca acho-me tratando de a- cutre nos sao l.o peraltas tao frascarios e
nullal-a do Juizo competente, para a o depois desreglados, que s serviao para padies de
reivendicar os meos qualro centos mil reis eas humba meu boi e de fandangos : mas
miuhas Ierras, que se achao uzurpados em- qual be a condico, classe, ou jerarebia no
consequencia da demarcacao referida pelo Sr. | Brasil, em que se nao eucontreui individuos
Coronel Henrique o qual se ficou com o meo iudiguissmos por sua relaxaco, e immorali-
dinheiro e mais as mil e seis centos bracas das dade '.' Mas ponpie se nao procura para faser a
mesmas trras dizendo que s me dava cein figura de bobo hum Magistrado venal por
bracas porque quera. Eis.a pura verdade da ex. hum Militar covarde huma Auclorida-
maneira porque lezado pelo Senhor Coronel de desptica, hum commercianle velliaquete
Henrique o queestou disposto aprovar como '
- Publieaco pedido. -
N. 3.
que nao acconlecej este e antes v, mu sa-
lubre Tao lem "se n.io v n'aquclla Mlla
hum s edificio publico, excepoaodc urna
ordinaria e imniiMla Cadca e mesmo as
nas h.ilin oes parlicul.iKS bem inertccm o
nomede cl.nupaiia.i c avista do expendido
bave- flifi.i m que
e
D
Atteslo ; que possuindo eu sem bracas de
Ierra no lugar de S. Domingos, devidindo a
testada cm Ierras dos herdeiros do falescido
\riaclcto Pereira de Lucena aconleceu que
llenii(ue Pereira de Lucena hum delles ar-
rancou arbitrariamente hum dos marcos da
referida testada da minha propriedade eeste
atlenlado foi rcincedido por vezes porq' euti-
n'.ia o inidado de enfir.car dito marco, logo q' o
va arrancado, de cujos enfincamentos desgos-
tado o agressor deixou na quinta vez da re-
pelicao do seu despotismo, no lugar do mar-
co hum emblema sinistro a saber : hum
pequeo monte de pedias, em cujo cimo se
elevara huma tosca Cruz de pao sendo Barca-
da a sua baze de dequenos ramos de arbustos :
foi este ensulto perpetrado no dia oilo
de Junhode ib^7. Eu pois vendo este ex-
re.'soe prevendo as consecuencias e desejando
revendicar o meo direito de propriedade cna-
mei o meo antagonista a huma consiliacao po-
rem o resultado foi de nenhum xito > pois
que elle com respostas ambiguas nao deu lu-
"ar n eoneiliarmo-nos : oeu nao
jara
tar a reprodueco das scenas retro expostas
e mesmo por me furter a termos Judiciaes a
uis^ituir-se Capitel de huma P n-ia ? j que tenho neg.-ifao. e mais que tudo por dc-
ulguc sumefeote para,
ja disse pois que he negocio he conhecido
pelos meos vizinhos publico e notorio.
Por assim ser verdade o atteslo pedindo a A-
driano Joze Ferreira que esta por mim fizesse
e como teslemunha assignasse perante asmis
tcstemunhas ahaixo assignadas os Sniores
Commandanle Manoel Bizerra do Valle de
Araujo Pereira Marcelino Correia de Amo-
rim e Pedro d'Alcantara Pedroza e por cu
nao saber escrever pedi ao Sr. Commandanle
Joze do Canto Vasconcellos Jnior que cm
meo lugar assignasse Ortigas 19 de Uczcm-
bro de lig. Como testemunha que este li/.
a ogo do Sr. Antonio Luizde Lima Adria-
no Jo/e Ferreira. Assiguo a rogo de Luz
Antonio de Lima Joze do Canto de Vascon-
rellos Fnnior, Como testeuiunba que pre-
zenciemos, o Sr. Antonio Lu/.de Lima man- eserevo poica, e mseravelmente que nunca
dar escrever o (pie se acba declarado neste pa- I estudou cousa alguma e todava he hum im-
pel. Sttancel bizerra do V^al'e Araujo ^Pc-1 piu consummado rindo da existencia d hum:'.
hum Empregado concussionario etc. etc. ?
S a classe dos Ministros da Religlo he ob-
jecto de farcas burlescas e vive e.xposta aos
mais srdidos motejos do vulgo. E qual ser a
ras&o dislo ? Eu nao conheco oulra, se nao o
menospreco, em que tem cahido entre nos a
snete Religio de nossos Pais A increduli-
dade tem-se derramado largamente pelo nosso
povo, e d aqui a inr parle dos nossos males
moraes. C^ual he o joven d'alguma limpeza ,
que nao lenha lido e abracado com summo
gosto as bellas mximas da Pavorosa illuso
da Eteradade as Lyras de Jos Anaslacio ,
a Carta apocripba de Talleyrand ao Pa|ia e o
Cilador de Pgault Le-Brun ? Taes sao os S6US
calliecismos taes sao os seus !i\ios mimosos.
Uuitas vezes encontramos hum paslrano que
falla tao mal, como hum preto bocal, que



DIARIO DE PERNAMBCO
Vida futura, da immortalidade dalma, dog-
mas essenciaes a toda, equalquer Religio,
mofando da Rcvelaca dos Sacramentos,
preceilos e ceremonias da Igreja etc. ele.
Em consequencia de taes doutrnas, que
triste que lastimosa que liorrivel n;o he
entre nos a cducaciio domestica I Os meninos
ro-se creando como selvagens. Alguna pas
apenas fa/.em baptizar seus fimos, j (aludos ,
e s por mera ceremonia : fura (leste acto Re-
ligioso o menino nao ve na casa paterna
colisa alguma, que Hiede a menor deia de
'dependencia c de deveres para com o Ente
dos entes e Supremo Senlior do mundo, A-
penas ouvir a algum dos mallos pliilosophos
de curiosidade que 'pululad por ahi como
mata-pasto que lia ium Creador de ludo ;
mas qu esie lie hum lieos d'Epicuro iiuin
Dos, que tanto se importa com as nossas ac-
edes como nos nos importamos com o que se
passa na Trebisonda. Conseguintemente a lei
suprema lie gozar : o prazer he o nico movel
das suas acedes ; e quando muilo apenas lhe
ensina que seja cauteloso para lorrar-se
pers guico das eis criminaos
Se tal he pela mor parle o ensino da gente
media e superior porque nos admiramos de
tanta immoralidade i1 O que foi de liorna ,
logo que lidiase generalisou a doulrina de E-
iicuro ou antes de seus exagerados discipu-
os ? Em os thealros pblicos cantava-se post
morleni nihil, ipsaque mors nibil esl Ho-
racio eudcosava a crpula Ovidio os amores ,
tudo foi corrupeo venalidude biixcza,
servilismo, e a senhora das Naces veio ti sur
pieza e ludibrio d'aquelles niesmos a quem
chamava poyos barbaros.
As doutrnas dominad o mundo e passa
insensivelmenle das cbisses superiores as n^c-
diaa deslas ao uacucalho e at nfima ca-
naula maneira da pedra que laucada no
niei d'lium lago faz com (pie as agoas vao
descreyendo circuios concntricos que se vo
dilatando mais, e mais proporcao que se
aparla do loco do movimeulo. K nem me
salle alguem pela proa dizendo que o nos-
so povo be religioso. JNo : o nosso povo ,
l'allaudo em toda a gencralidade nao tem ver-
dadeira llelio: tem pela mor paite supersti-
clo. Essas novenas essas Feslas que por
ahi se fazem raramente procedein de legtima
e solida piedade. Muitos as proraovem, e vo
a ellas sem Ibes dar valor algum religioso lo-
ma-as por meros divcrlimenlos populares,
como qualquer bumba meu boi ou fan-
dango outros, que anda tem crenca, mas
relaxados em sua conduela enlendem (pie
por esse meio saldar as suas contas com
o Juiz'Supremo e podetd continuar impu-
nemente na carreira de seus vicios.
Os deleslaveis dogmas daincredulidade que
denegrira a llevoluco Franceza nos fins do
seculo passado o Aliieismo e materialismo
brutal de La Grange do Uaro d'Holbac de
Diderot, e Helvecio o eismo zoinbeleiro de
^ oliaiie, e (te Parny ou declamador pau-
doxo e misntropo de J. J. Rousseau uinda
sao os mimosos do nosso Brasil: infelizmente
ainda estamos a esle respeilo no seculo ib. 11o-
je na polica Europa qualquer moco bem edu-
cado correr-se-ia de citar Dupuy Vollaiie ,
etc. etc ; ntrenos qnal he o joven desenvol-
vido e de bom lom que os nao ten ha por
seus mcslrcs e guias :' As nossas meninas .
geralmente fallando, recehem bumr. educaco
meramente sensual, 'lodo o disvello dos Pais
limila-se a fazellas aprender a msica o pian-
ito dansas de lodas us castas a cozer e bor-
dar 1er, escrever, e a infundir-Hits nos
tenros loracesiiilios lodo o genero de vaida-
dcs. A espeilo de Reltgio apenas quatrocou-
sas aj rendidas mate) taimente as escolas ; e da
veidadcira e solida piedade nada veem as me-
ninas e nada aprendem. Todas os seus pen-
saiCentOS girao no circulo das sedas das ga-
las das toucainbus das modas das convi-
vencias das partidas e bailes: o sen nico
recreio espiritual be a li^o do inmenso ai ma-
zein das novcllas. Peivunlai-lhe pela histo-
ria da crcacao do .Mundo da queda de nossos
prinieiros pais, do Diluvio, davocaiao de
Abrabo da Lei escripia da viuda do Re-
demptor da sua vida da sua Paixao nior-
tc e RessarreicSo, da viuda do I spirilo Jau-
to da mlssfio dos Apolllos, da miraculosa
prpagai ao do Chi istianisino dos santos pre-
ceilos los sublimes coiicclhos do Evangetbo ,
ele. etc. 5 ellas ludo ignoran : mas iaUai-lhes
na .oaninba na A.idaide no .Menino da
Selva, em Mil e huma noilcs, em Mil e
humquario d'horas, ele etc., c pasmareis
da sua ei udieo no genero u nnportanle das
JNovellas. .
Com taes elementos nada deve admirar do
quevai pelo nosso brasil. Huma philosophia
toda sensual teiu-se embebido nos coracues de
Luna grande parte denos; > aspiramos a
mr
tala e pelo lado oposto em sima do prto
esnuerd na quaria costella das verdadelras
tinha hum ferimento o qnal nem penetran a
regido do mediastino e pela parle anteposta
no escroto com outro ferimento o qual menos
tirou cartilaginosa que nao foi preciso ten-
lea r-so.
CHARADA.
Exprimo estado abatido ) ~
l)e moi le doenca ou fome; )
!'. nuejem muitos Grammaticos,)
Qu'eu seja hum mero prouomc. ) '
Mas mclhor que tudo islo
As Damas goslao de mini ,
Sou regocijo dos oliios,
Sou produccao de jardim.
aba
gozos maleriaes e d'aqui a raso suficiente'
da nossa to geral immoralidade. Os peque-
os que em toda-a parle macaqueiao os gran-
des abraca os seus exemplos e (lestes apren-
dem a despreiar a Religio ,' e muitas vetes a
molar delta. Mullas vives o homem simples ,
e rustico ouve da bocea do proprio Sacerdote
motejes contra os Dogmas mais respeitaveis da
Revelaco: quando a impiedade cnega a in-
vadir o Sanctuario quando se corrompe O
proprio sal que coslumes se deve esperar de
tal povo ?
Parece-mc que com raso atriboessa cor-
rupeo ;s classes mais elevadas ; porque quem
he, por ex., que paga generosamente, que
convida e aplaude o bumba meu boi > e
os fandangos onde se escarnece vergonhosa-
meult o estado Sacerdotal onde appacecem
nao poucas immoralida les ? N5o he de certo
a gente haixa e pobre. Se esta nao visse bem
acceita a tal folganca se soubesse, que os
Srs. agentes da Polica nao consentiao es-es
desaforos, esse escarneo publico a os Ministros
da Religio abrira mao de bumba meu
boi e fandangos ou caso conlinuasse nessa
estpida folganca, absler-sc-ia da uojenta
fa rea do Padre e mais da Conlissao ele etc.
Ma como se ha de prohibir o bumba meu
boi i) se l). Marquinhas l). Tet I). Ca-"
necba D. Chiqunha D. liellinha, I)
Faustolna, Fandangolina, D. Galopo-
linda, I). Caxuxolina etc. ele. gosta tanto
deslc precioso divertimento ? Alardeamos os
nossos progressos de civliaacSo. e ainda aplau-
dimos o bumba meu boi *l'oIguedo que
sobre o que tem de immoral, pode-se chamar
o non plus ultra da estupidez eda loti-
ce Nao sci quando tomaremos uizo.
VAR1EDADE.
Carapucas Legislativas.
A msica dos animaes.
Fez anuos o fici Lcao e Raposa seu
primeiro Ministro encarregoii de apreseniar-
Ihe huma magnifica e sumptuosa orchesla ,
promeltendo grandes premios a seus ejecuto-
res. Fervcra por toda a parle os cmpenbos ,
as intrigas, etc. para a nomeacao dos msicos ,
eos partidos fizeao-se a mais crua guerra : a res achao-sca venda as lojas dos Srs. Ma
final compoz-se o grande crelo da maneira noel kiOQCalvea da Silva, Antonio (lomes
seguinteDous sapos cururiis eran os bai- Pessoa CarJozo Aires, Vieira Cambista,
xos, os tiples era grilos as cigarras cantava na ra da Cada do hairro do Recife c as
tenor os contraltos erao bacorinhos, e execu- dos Srs. Antonio, AI ves Teixeira Bastos na ra
tavao osuprano a cabritos: por evitar maior^ do Crespo eJoaquim Claudio Mouleiro na
munntiraco tambem fora convidados alguns do Queimado no bairro de Santo Antonio.
COLLEGIO PERNA MRUCANO.
CDKSO I1F. LlNcoA DtOLEZi ,
professado por Vicente Perera do Re;o.
A cha-se aberlo o Curso dcsla Ltllgoa e
tem lugar as licSes desde as 8 horas da nianha
al as 10 lodos os dias uleis.
,\> pesso.is ipie desejarem inscrever-se no
referido Curso-, podem uirigir-se ao Collegio
l'eiiiainbucano a qualquer hora.
LOTERA DA M. DA BOAVISTA.
O Thesoureiro da Loleria a beneficio das
obras da Matriz da Boavsta faz scienle aos a-
mantes deste ogo que os bi lhe tes se aehao a
venda nos 1 ligares do coslume e ; vista da ex-
Iracao que tem havido breve SO marcar odia
cm que impielerivelmente deveiu correr as
rodas.
CJ" Precisa-se de um padeiro que seja bom
fornere: as 5 Pontax D. 19.
Hf" Na ruadaCadeian rf. o 1.. andar
loja dsalfaite se vende um alfiui'le .le peito
com um bom bullanlo feilo a m i'brna.
t^r Na ruad) Queimado toja I) 7 ha po-
ra vendor-se hum cavallode bom lamanbg a
com todo; os audrrosi
D-se 5oo*'rs. a juros de dous por
cento ao mez com piuhores de ouro ^ oit prata:
no armasem demadeiras de Domingos Joze.
Rodrigues de Azevedc na ra Novadefronto
do tanqued'Agoa quedir. (juem os d.i.-
sry Perdeo-se desde a ra Dircila at a Se-
cretariado Governo, um trancelim de relogio
tendo na pona urna chave de euro moderna e
em Kixo uma coralina encastnaaa na mesma
"liave : quem a achou diriia-se a ra do Ale-
ciim D. 4quesera gratificado*
sy A pessoa que annunciou trocar hum
sobrado na ra do Range) por outro no mes-
mu Bairro de S. Antonio : dirija-se a ra do
Bozario estrella 1). i-i no segundo andar.
x.j' Troca-se por dinheiro huma imageui
da Conceicao obra muilo bem feita de pe-
dra construida em uulro pait cora as pessas se-
guimos dous aojos dos lados hum oJere-
cendo huma rialma
LOTERA DO TIIEATRO.

Os Bilhetes da primeira parle da primnira
Lotera do Pheatro cujas rodas anda im-
preteriveimente no dia dezesete no Consistorio
'da Igreja de N. S. da Concicao dos Milita
o outro huma coi01 ,
a Snra. est em cima de huma piramida por
baixo tem S, Miguel esmagando o diabo, da
roda temo parai/.o com Ado e Eva, lem
junto odesengado do mundo. contendo n'u-
ma metade oexcalele da inorlc, e a oulra me-
lada figurando urna mulher cora o faco na
mao do outro lado a arvose da macara com
a serpente enroscada tirando ofruclo, e do
oulro lado tem Sao Miguel Arcanjo com uma
espada na mao corlando o diabo a Snra. lem
umacoroa de ouio fino na cabeca ludo den-
tro de uma redoma devidro em rica pinha :
a tratar na ra do Manocl Cuco D. todas
seis da manlia as oilOj e das qualro as cinco
da larde.
tST A pessoa que annunciou no Diario du
sabbado 8 do corrente precisar de huma ama
para tomar couta de' huma casa, dirija-se a
ra du Ribeira sobrado D. 11.
B^T Quem precisar de hum mosso Eslran-
geiro para servente de huma casi particular
tanto na Praea como lora, diriji-sc a ra das
Cruces 1). i>.
t~ Quem qui/.cr alujar huma carioca
para conauzir maleriaes dirija-se a ma no-
va loja D. ai ou no Cilio da Canelinha
do Mondego.
XZF Precisa-se de huma ama para casa de
pouca familia sendo saiha engomar c co-
sinhar, nao tendo filhos. quem se adiar fies-
tas circunstancias dirija-se a ra da Praia
por cima do tanque d'a;oa segundo andar.
S-r" Troca-se por ven-la um sobradadlo
de dous andares 110 Bairro de Santo Antonio
ruadollangel por outro que seja de um an-
dar no niesiuo bairro ; e que sirva para grai.de
familia ; quem pretender esle negocio (ueira
annunciar ou dirija-se a ra da Cacimba
armasem de assucar numero 5, que se dir
quem pretende fazer este negocio voltando-
je aquillo que Cor justo.
,/- Os proprietarios do deposito de gelo of-
ferecema supnr qnalquer pessoa ou familia
com oito libras de gelo diariamente, ao privo
de doze mil reis por mez.
W Manoel Xoaquim Venancio de Souza ,
com loja de alfaiale no alieno a Bou vista ni
Cv'Quem precizar de um rapas brazileiro esquinado beco faz casacas de bom panno
para prelo pelo preco de viole e seis mil reis o
'ozc mil reis bem como lodas
..na a os nacorinnos : o mesire ui nru bm poi m w uiausnnmiHn inwgMHwi unuu ---- om a nieviade que seos do
sica suslentava que nunca pede fazer ebegarI pelo exercicio em que se ada nesta profisso ; nos j.edirem cellos de quescrao servido com
as
sem..rV.i:ir.-iri ..l..;iln:.ile.s. A desliui moiiia. ueste Recife ao i, andar do sobrado da
Avisos
versos.
canarios melros coxixos e rouxines para
cantarem solos. Quatro burros tocavao (rom-
pas os rabeces era tangidos por novilhos ,
locava flautas c clarinetas varias guardias ,
fagotes qualro haceros mesties, tromlies dous
novilhos, c 16 ra becas era peregrinamente! CT No silio da Piranga doSr. Guilherme
executadas por outros lanos monos. llum Patricio oferecc-se lcite puro a quem oqui-
destes era o mvslre da msica c fazia o com- zer vir vender praea ; a qualquer hora a tra-
passo* lar no mesmo sitio.
Todo o vasto Reino dos animaes eslava em I SSj" Troca-se um al cinco milheirs deti-
especlacao. IS o dia marcado rompe a grande jollos por tabos de louro a ir. a re lo mesmo
orchesla, e tal foi a berreira que nao houve servidas estando em bom estado como tam-
bidio, que nao fojdsseespavorido, cdesmn- bem troca-se o mesmo genero por paos de
chou-se a festa. Os msicos tiabad promet- mangue de o a 3a palmos de comprimento,
tido exeeutar as melbores arias as mais pie- t um palmo para mais degrossura na tes!a ;
eiosas sinfonias de Russini, de Belini, de quem quizer annuncie. Adver-se que bota6-
Mercadiijii, etc. etc. s mascomo sTRssolves- se os tijollos no porto que se determinar,
sem com eral reprovacao, e escndalo cada
hum queixava-se do outro : o sapo dizia que para ensillar 1. letras lora da praea, para prelo pelo preco
cigai ras sahia lora da solfa 5 os gros lauca- O que se acha sullicientemenle habelilad) 11:10 calcas de dito a di
viio a culpa a os bacorinhos : o mesire da mu- s por ler os conhecimenlos necessarios como ;'s mais obras ct
sica suslentava, que nunca pede fazer ebegar pelo exercicio em que se acha nesta profisso ; nos pedirm cei ,,,
18 trompas ao A-la-mi-rj equeos trombocs! annuncie para ser procurado, ou dirija-se omelhorgosto eperfeicSo possivel 5 tambem
sempreestava-desafioados. A desbarmonia, oeste Recite ao 3. andar do sobrado da ra da u-m boinios^corb,s de coletes de seda proprios
ealgararra infernal provinba da escollia defSensalla velhajunto ao de Joo dos Santos
lies msicos 5 pormeada hum (|uera salvar Porto, e na Cidade de Olnda ladeira da Mi-
a sua pelle tornando a culpa ao seu conipa-
nbero. Quis polest capera capiat. -
fParali uzeado dos Aplogos de Y liarle )
Copia fiel d'huin corpo de delirio.
.....Observando as lenlacis parle hile-
ral da cabeca cutre a sutura sagital e a Iron-
tal pai lindo todos os tegumentos at offender
aOeapla e pela paite colateral desta ; leu
ihndo o frontal, e todos os tegumentos, o
VOSOS sanguinarios ; e huma coiitusio 110 ;;lo-
bodo olhocoin seis polcgudas de dimetro 9
sobre a falange inferior da mao bumacontuzao
comduaspolegadas deotevaco, qualro de
diimetio.
Na parle do imisenterjo prosteriouraraen-
le-achou ter hum l'eriininlo com do/e pole-
f;ailai de profundidad*), c meia de proximida-
di, sem que bouvesse niato raso ou risco de
va ndoh.|iai a culi.....til di i!3 SO
..iemlia a culis anude nem s o-Cndilo-
ofendidos deixando livie a grandula pros-
zericordia caza D. 12.
%W 1 roca-se uma casa terrea por com-
modo preco por um sobradinho na Bairro de
S Antoiiin (pie sirva para homem solteiro :
quem pretender annuncie.
\ J' l>. Mara l/.abel de Albuqucrquc que
viuvou de Antonio Pinto du Aihuquerquu ,
residente na Freguesia da Escada constou-llir
que os herdeiros do Calecido Dr. Joaquim A-
polinario Mayer passao a fazer parlilhas nos
bens que foro do dilo Calecido e para esse fin
lodos vendao o Engenho de Bamlioral silo na
dita Fregoezia a referida cima faz publico
que O dito Engenho lhe esl.i hypotheeado pela
uuantia de duzentos milis resto da pen, da
venda feita aodefunloDr. Joaquim Apolina-
rio a ditaquantia protesta baverdos berdei-
ros delle ou de quabpier comprador e para
que em lempo algum sendo alegue iguorau-
cia fas esle iriso.
tsr Quem tiver htimsegundo ou 'freciro
andar para alugar ; diiiji-se a ra da Cadcia
velha n.17.
nara partidas de Sociedades.
ttr As ultimas Caulcllas correspondentes
a Lotera do Thealro a oitocentos reis o 1.
premio liooU rs. o i. dooLI o i. i5o e
os mais veja-se o plano exarado no verso das
mesmas. Bairro do Recife beco do porlo
das canoas, cazan, -rua daCadeia lojas .
de louca dos Srs. Sonto e de trastes ao pd
do Corpo Santo Vendas dos Srs. Fortunato ,.
e \ allozo. Bairro de Sanio Antonio loias
de niiodeaas ao 1 do arco na do Cabug dos
Sis. Claudio reiojoeiro e Bandeira Jnior,
ra Nova do Sr. Fredcrico Xa ves, do Quei-
mado do Sr. Bastos.
cy O ^sionista das Camellos desman-
chadas de bilhetes das Loteras em dcima par-
le faz scienle aos apaixonados deste jogoque
lambem tem caulelias |ir(eiicentcs a quarta
parte dos bilhetes da Loleria do Thealro, em
cujas eauteltas omaior premio hei:5vot?rs.
.; ;::a! corre iipielerivilmente adeieseie i'to
corrente: vendem-se na boavsta na cazado
Sr. Saraiva e na do annuucidiito as Cinco
pima nove e iw> nuis lugaresj aunun^
ciadoSi


Mpa
n i A
lU"liiji,LL"
RIO DE
PERNAMBCCO
CF" L'm rapaz brnsiloiro de 17 annos de
idade com boa conducta se oFerecc para
caixeiro de escripluracao de algum engenho ,
e d fiador a sua conduela; quem precisar an-
nuncie.
XS3~ Airenda-se um primeiro andar, gran-
de e pintado de novo na rua da Guia ti. 10
quem o pretender dirija-se a mesma rua nu-
mero 1 a.
tzy Joao Antonio da Trindade fazscien-
teao publico, que no dia 1? do correntc se
lia de arrematar cm asta pid)lica na porta do
Juizo do Civel da terceira vara os bens de
seu casal pjnhorados pelos scus credores por
dividas que sua casa devia a iraca.
37* Precisa-se de dois pretos para sotar
assncar quem os quiser alugar dirija-se a
ruado Amorim armazem de Joao Ignacio de
Medeiros Reg,
KSF Dse ja-se saber se existe nesta praca o
Sr. Manoel Pereifa de Moraes senhor do en-
genho Inhaman 011 pessoa que faca as suas
vezrs para negocio que Ihe diz respeito.
ss?" AUiga-se ama armado de loja pro-
pria para quatquer eslabdccimenlo na rua
direita quem pretender dirija-se a oilao do
Livramento 1). ;. {.
tv O ni-. Lu a '.i ;i Pessoa queira
procurar na pracinba do Livramento D. arj .
urna carta viuda de Nuzaretli, loja do Capitao
Moraes.
tT Quem quiser una mulher parda" de
meia idade para ama de urna casa, dirja-
se ao estaleiro de Joao Thomaz Pe eir.
S2j~ Aluga-sc duas negras 011 molcqucs ,
que taibo Vender a/eile de carrapato, das 3
horas da tarde al seis 5 na rua de. S. Therc-
za venda I). 1 t,
tsr* Hypotlieca-sc una boa mora la de casa
terrea no bairro de S. Antonio por 750,000 ,
por tem pode 11111 anuo, pagando-se o uro
de de dous por rento ao me/. ; na rua de Mor-
as casa D. i.j se dir.
ll~ Olferece-se um rapaz brasileirode ida-
de de 2I anuos, para qualquer arrumaeao
n'esta praca 011 foia della dando fiador a
sua conducta ; quem precisar annuncie.
O" Roga-se encarecidamente a os Illms.
Snrs Membros da Cmara Municipal que
queirao fazer recabir as penas fulminadas con-
tra os tranagresoresdas posturas da i. amara ,
no proprietario de urna casa na rua nova, que
se est desmanchando, que tem depositado e
continua a depositar na rua tas Flores toda
trra e material vclhoda dita casa, isto com
tanto despreso as posturas quando todos os
habitantes desta Cidade enconsequencia deltas,
eslo linipaiulo as ras.
^> Quem quiser ser ama 011 criada de
urna casa de boniem solteiro sendo de idade
e bons costumes dirijaso a rua do aztitede
peixe padariade Manod Ignacio daS. Teixeira
E3" Quem precisar de enlullio de clice ,
gratuitamente pode mandar buscar na rua
nova defronte da casa D. 12, quina do beco
da cambea do Carmo.
t~F Aluga-se urna escrava que saiba fa-
zer todo o servico de urna casa ; na rua da S.
Cruz D. ai.
S~7* Pede-se por muilo favor a quem oc-
uillou o creoulo Benedicto escravo que be
do casal do finado Elias Jos Martins Pereira ,
o mande entregar a viuva do mesmo finado
assislente em casa de. seu pae Jos Antonio dos
Santos e Silva defronte da guarda da ribeira
da Roa vista ou partecipar para se mandar
buscar do contrario se proceder na confor-
midade da Le.
3- Precis.f-se de um caixeiro portuguez
para lomar ennta de urna venda por bataneo ,
e que d fiador a sua conduela; na praa da
Independencia loja de encade Dador n. 26.
I j- A pessoa que deseja saber a moradia
de Francisco Maullido Freir diria-se a rua
direita botica 11 5o.
S23~ Offcrere-sc para ama de casa de um
bomem solteiro ; urna ereoula forra e de
bons costumes nue faz todo o servico neces-
sario de cozinlia e compra o necessario ;
quem precisar dirija-se a rua Augusta casa ao
p do lampiao ou annuncie.
l~T Quem annunciou querer comprar >o
oitavas de ouro em obras dirija-;:' ao aterro
dos a {Togados casa de Francisco Xavier das
Chagas,
tar O Sr Joao de Queiroz procure urna
carta vinda do Porto j na rua larga do Roza-*
rio na venda da quina defronte da Igreja 1)
i5, na mesma precisa-se de um caixeiro.
tsr Quem quiser dar 600,000 a juros de
um e meio por cento com segu-anca an-
nuncie.
tST Arremato-se em basta publica no da
orn uo correle < porta do Juiz de Direilo da
primeira vara na rua da Aurora, pelas /,
horas da tarde as propriedades seguintes ,
perlencentes ao casal do finado Antonio Mar-
ques da Costa "ares ; urna casa de 3 andares
na rua da Alfandega velha n. 7 urna dita
terrea na rua da senzala velha n. 6 urna
dita, dita nos arrombados um armazem na
rua da senzala nova da parle da mar com ao
palmos de quintal.
Avisos Maritmos!___
PARV HAMBURGO a Barca Ingleza Ma-
tbeus Plummer, novamente forrada de co-
bre, com a maior parte de sua carga prompta:
quem quiser carrejar diri|a-se a rua da Cruz
n. 55 a tratar com Joao ctwart
PARA QU ALQUER. porto da Europa a
superior Barca Ingleza Superbe de primeira
classe (AI) forrada e encavjlbada de cobre ;
quem quiser carrejar ou fretar dirija-se a
os Consignatarios Jones cV F.lwards na rua do
trapiche novo n. ifi.
PARA MONTEVIDEO segu cm poucos
dias o Brigue Oriental Indio de primeira mar-
cha ; forrado e eneavilhado de c cebe passageiros por ter superiores commodos ;
Ira la-se com Santos Braga na rua da moeda
n. 1 i-*.
PARA O PORTO o Rrigue Brasileiro Sao
J0T0 Raptista Capitao Jesuino Jos Simes ,
saldr com brevidade por ter parte da sua car-
ga prompta ; quem quiser carregar ou ir de
jiassa*em dirija-se ao dito Capitao, ou com
Jos Gonsalvcs Cascao na rua da cadeia do
Recife 11. 4^>.
PARA INGLATERRA a linda, nova ve-
leira e Lem construida Barca Ingleza Colum-
bus que acaba de fazer a sua primeira via-
gem de Londres a este porto no curto espasso
de 3/f dias acha-se com o seu carregartiento
1 quasi completo e dever sabir at >o do cor-
rente; os excedentes commodos que offerece
.esta Barca para passageiros tem sido justamen-
te elogiados por qnautas pessoastem bido a seu
bordo para recreio admirando todas o seu
I completo asseio commodidades e os predi-
cados que be possivel encontrarem-se parti-
cularmente em um navio mercante que em tu-
[do be igual, seno muilo superior a os me-
Ihofes Paquetes da carreira do Brasil, e por
*so que sufficientemente pode assegurar os
nielbores con Cortos a os seus passageiros ae-
creseendo a estas vantagens a muilo attendi-
vel circunstancia de s=r seu capitao pessoa de
alta responsabelidade e grande estima pela
insinuante docilidade e llianeza de suas ma-
neiras ; quem quiser hir de passagem, uti
lisando-se de urna occasio to favoravol co-
mo raras vezes aparece dirija-se a seus con-
signatarios M.c Calmont & Companbia.
L e i 10, o
|^sr^" Que faz o Corrector Oliveira, de por-
cao d algodosinbos enlrancados e brins d'al-
godao brancos americanos cassas de quadros ,
Irlandas finas riseados para calcas vestidos,
e barretinas para Senhora alcoxoados, e mui-
tas outras fazendas limpas assim como algu-
mas a variadas que se venderao por todo o pre-
;co; quarta-feira 1a docorrenle as dez horas
da manb no seu armazem da rua da Con-
ccicao N. 3 1. andar.
L_r Que faz John Stewart, por interven-
cao do Corretor Oliveira do cobre de forro
da Barca Ingleza Mary-Charlolte-Wcucr,
daqual be consignatario quinta feira i3 do
correnle as 11 horas da manba ,no seu ar-
mazem da rua da Cruz adverle-se que o co-
! bre be quasi novo por ter seivido sotnenleuma
; viagem.
C o 111 p r a s
5^7" Um escravo forneiro que nao tenha
vicios paga-se bem ; na rua Direita padaria
do Machado.
SU- Um preto que seja perfeito cozinbeiro ;
na rua de Horlas sobrado de um andar do Sr.
Jos Felis de Souza.
ViC7* Um diccionario Exigilico : quem liver
annuncie.
Vendas
C^~ 3Ieios Bilhetes da Lotera
do Theatro, e cautellas correspon-
dentes mesma Lotera contendo
premios infalliveis : n'esta Typo-
grala.
Z?- Bilhetes e meios ditos da loteria do
theatro i na rua do Cabu loja de relojoeiro
junto do Sr. Bandeira.
tB" Urna venda em muilo bom lugar, com
commedes .ara familia, com os' fundos a ven-
lade do comprador ; a tratar defronte da ri-
beira da Boa vista I). :8.
Oito escravos, urna nreta de naci,
moca, engomma cose cozinha uma mo-
latinha de idade de 16 annos, com boas ba-
belidades e ptima para mubanda por ser de
bons costumes tres moleques de idade de 10
a 15 annos ptimos para qualqueroflicio a
pretos ptimos para todo o servico tanto da
praca como de campo um molato ptimo of-
ficial de sapateiro e bonito pagem ; na rua
de agoas verdes casa terrea n. 37.
XST Ou hypotheca-se uma morada de casa
nos affogados por denlos mil rs pagan-
do-se os juros todos os mezes ; quem quiser
annuncie.
S2S"- Um eavallo russo em boas carnes ,
e muilo arifigo na rua da alfandega velha
n' 9-
GS'" Bilhetes e meios ditos da loteria do
Theatro ; na rua do Crespo D. 6 lado do sul.
BT Bichas de mnito boa qnalidade e
por todo preco. em condieao; na rua do cabu-
ga loja do Sr. Bandeira.
SC7* Azeite doce de Lisboa do muito boa
qualidade cm latas de um almutlc proprio
para casas particulares; no armazem de Fran-
cisco Dias Fereir defronle da escadinba da
alfandega.
C^ Canarios de imperio nascidos no paiz ,
dous curios dous patativos da Parabiba ,
cada um em sua gaiola ou sem ella ; na rua
Direita sobrada I). 53 primeiro andar das
6 horas as 8 e meias da manba e das duas as
5 e meias da tarde
SCJ" Meios bilhetes da loteria do theatro ,
e cautellas dos mesmos; na praca da Indepen-
da n. vinte.
s:7* Meios*hilheles da Lotera do Theatro ,
e cautellas correspendentes a os ditos na rua
Direita venda que Coi de Jos da l'enha.
tar Um aparelho para cha de louea dmi-
rada obn a mai's rica possivel tendo a'4
chicaras para cha 24 ditas para caff la
pratos para bolos bule cafeteira assuca-
reiro, mantei^ueira leteira, e tigela de
lavar ; na rua da cadeia do Recife loja do Sr.
Cardozo Ayres, ou defronte do muro do
pombal na quina do beco do cafund.
tJ* Bilhetes da loteria do theatro ; no at-
ierro da Boa vista lojas D. 9, i5 e 55.
C^" Meios bilhetes da loteria do theatro a
46oo ; na pracinha do Livramento D. a6 lo-
ja de fazendas.
S2P" Meios Bilhetes da Loteria do Theatro,
e uma carteira de escriptrio propria para lo-
ja ; na rua do Cabuga n. \.
\T Meios Bilhetes da Loteria do Theatro ,
a 4 S^" Linhassa muito nova e louea da Ba-
bia de todas as qualidades ; na rua da senza-
la I). I.
SS^" Cera branca a retalho a 900 ris a li-
bra ; na rua da cadeia do Recife n. 16 defron-
te da botica.
52J" Cautellas da loteria do theatro a 5oo
ris ; na rua estreita do Rozario loja de miu-
dezas D. 7.
\ZF" Tres vaccas de leile ; no sitio deno-
minado olho de vidro na estrada de ponte
de Ucboa para S. Anna.
SS7" Vinho de caj engarrafado ; no beco
do peixe frito venda D !\.
XZJ- Uma porcao de cebo proprio para vel-
las ; no corlumedas 5 pontas D. 17.
B* Urna escrava de bonita figura cozi-
nha o diario de uma casa engomma liso e
ensaboa na rua de Horlas D 19.
SO" Dois escravos de nacao de idade de
10 annos ptimas figuras para palanquim,
nao sao viciosos e da-se a contento ; tres
molcqucs de nacao do idade de i3a i5 an-
uos e duas escravas mocas engommao, co-
zinhao e cosem ; na rua de agoas verdes
D. 38.
^.(5* Uma caldeira de cobre de seis caadas,
em muilo bom estado ; no beco do encanta-
mento armazem de Jos Jacome Tasso.
ST Uma negra de angola de idade de 18
anuos de bonita figura com uma cria de 5
a 4 anuos e com ptimo leite para criar ; na
rua nova lado da Matriz 9.
tT Dez vaccas costumadas ao pasto e
entre ellas cinco paridas e as outras a parir ;
em lora de portas venda do Antonio Joao ao
p do beco da molefa que dir onde se de-
vem ver.
t^ Uma ereoula de idade de a3 anns ,
cose perfeitamente engomma e um negro
de idade de a/} annos de linda figura ; na
ruado muro da Penhacasa de Jos Bernardo
D. 17.
C7* Urna casa terrea na Cidade de Olinda ,
com chaos proprios e com solo ; a tratar na
rua da Guia n. 5.
K7" Meias pelas ; curtas e compridas de
muilo boa qualidade i; dilas de iinbo parlo;
na 111a do Livramento D. 7.
ss~ Assucar refinado a 80 rs. a libra ; no
depozito da rua do Vigario no primeiro andir. j
S27" Cautellas de bilhetes da loteria do the-
atro a 5oo rs. ; na praca da Independencia
loja de encadernador n. 26.
tSF" Urna casa na soledade junto ao so-
brado da viuva do Martins tendo um grande
quintal comalgunsarvoredosde fructo ca-
cimba, e terreno a murado na fren le, que
se pode edificar duas grandes casas ; assim co-
mo um terreno alabado no seguimento da rua
da Aurora, com 15o palmos de frente, e i5ou
de fundo], pagando 3o ris de foro, ludo, 011
retalhado ; a tratar na rua de S. Gonsalo casa
D. 11.
SZT Um escravo do gento de angola, pti-
mo para o servico de campo ; na rua da praia
serrara do Cardial
SST Meios bilhetes da loteria do theatro a
458o, einteirosa 9080; na rua do Queima-
do loia de Manoel Jaqaim Sveira
C7* Champes de grozeras, de vinagre e
outros ; na rua nova 1). 7 e ai.
S^- Leite sem agoa ; na rua de Horlas
sobrado D. 7 das 6 horas da manba em di-
ante.
Escravos Fgidos
Cj- Manoel congo, represente a8 a 3o
annos de idade estatura regular secco do
corpo tem dons denles de menos na frente ,
tem na mao direita um dedo cortado pelo meio,
levou" vestido jaqueta cor de rap calcas de
brim, e chapeo de'palha, desapareceo no
dia 28 do p. p. desconfia-se ter sido seduzi-
do e andar coloiado com um preto forro de
norae Vicente defeituosodo braco esquerdo,
e morava na rua da Gloria e para maior si-
gnal venda pao em um panic ; promele-se
recompensar com generosidade a quem o levar
no beco que faz quina com a casa do Sr. Luiz
Gomes no Bairro do Recife e entregar ao Sr.
Manoel Ferreira Silva Lemos.
CJ" F'ugio uma negra trcoula no dia q do
correnle de nome V icencia de idade de a5
annos ebeia do corpo pernas tortas o an-
dar muito ronceiro e com um signal de fisto-
la no queixo ; quem a pegar leve a pracinha
do Livramento D. ai quesera recompensado.
3C3" Ao amanhecer do dia terca feira 4 do
correnle fugio um moleque de nome Anas-
tacio de idade de it annos secco do cor no,
tem o dedo polegar da mo direita alejado e
com isto desfeia toda a mao e uma reladura
em cima da sombranceilha esquerda de uma
pedrada duas feridasnas candas, he mui-
to esperto e quando se falla com elle respon-
de muito espantado levou seroula de estopa.
e camisa de algodozinho muito suja ; quem o
pegar leve a Francisco de Araujo Cezar na
passagem da Magdalena sobrade to Snr. Oli-
veira no primeiro andar que ser gratificado.
S2?" Jos Trasso, de idade de 20 annos, tem
um olho quasi zarolfio, as candas tem mar-
cas de feridas, estatura regular ps feios ,
fugio no dia 3 do correnle he carpira e tra-
balhava de tanueiro levou machado e inch;
quem o pegar le\e a rua da cadeia do Recife a
Joaquim Jos de Mello ou no engenho Von-
jope ao Capitao Joao Cavalcanti de Albu-
querque que gratificar.
t?" Fugio no dia 9 do corrente um escra-
vo creoulo de nome Antonio } cor retinta ,
cara redonda e com alguns signaes de bechi-
gas este escravo veio da Paralaba e supe-
se ter fgido para aquelle lugar na companhia
de um cabra captivo do Sr Francisco Martins
de Lcms que fugio taro bem no mesmo dia ,
ser fcil descobrir o dito escravo Antonio por
que furtou a seu Senhor algumas pecas de
roupa branca e um par de botins de dura-
que preto ; quem o pegar leve a rua da cadeia
a casa de Me. Calmont & Companhia, que
ser generosamente recompensado.
C? Roga-se as aulhoridades policiaes e ca-
pites de campo apprchenco de um escravo
de nome Pedro Lauque orficial de sapaleiro ,
alto secco rosto comprido anda por esta
Cidade e pelado Olinda inculcando-sede for-
ro ; quemo pegar leve a Manoel Jos Gon-
salves Braga junio ao arco de S. Antonio ou
a seu Sr. Caclano Francisco de Barros Wan-
derley no engenho cachoeira de Serinhaem ,
que receber 5o,ooo de gratificacao.
Moviiuento do Porto
No dia nove entrou para o mosqueiroo Brigue
Portuguez S. Joao Baptisla.
Dcu fundo no lameir uma Barca Americana.
Sabio para acabar de carregar no lameirao o
Brigue Inglez Fanny M. Hallet.
No dia dez entrou para o mosqueiro a Barca
Americana Mara vinda de Buliimor em
5 a dias, Cap Charck carga varios g-
neros ; a Forster & Companhia,
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. 1840


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