Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04003


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Full Text
Anno de 1840. Qarta Feira
^Tudo agora depende d ni mesmos; da nona prudencia, modera.
*B' *.e"er8" : continuemos como principiamos e seremos apontadoa
com admiracAo entre as Macet mas cultas.
Proclamac&o da Assemblea Geral do Braiil.
Subsereve-*e para esta folb. 3fooo por quartel pago diantado.
nesta lypografia, ra das Crus D. 5, e na Praca da Independencia
ns. 07 e 38, onde se recebem correspondencias legalisadat, ennuucios
insirittdo-sc estes gratis, aendo dosproprios Miaantes, e vindosaasia-
gnados. *
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parahiba <1 Villas de su pretencio...................]
Dita do Km Grande do Norte, a Villas Ideas.................
Dita da ForUlesa e Villa. dem......................, .
Villa eboianna................................
vi '. ""-"..................................Todo, osdias.
,, i..a -e_. ..auo ......................Quintas reirs.
Ditas do Cabo. Sennb.em, fc.o Formte, Porto Calvo............dem 1 11. 31 dito d,to.
S.ld5 dr,S A'."50aS, VlMade Mace,(.........................>* We
VUI. de Pajau de Hores .-------...... ..................Umm ^ ^ d,
I oiios os Corretos partem ao meto da.
29 de Janeiro. Numero 23.
CAMBIOS.
Janeiro. 37.
Londres...... .11 ip .vi por Jfooo ced.
Lisboa....... 80 por 0/0 premio, por inciaiouTrecido;
Juanea....... 396 res por franco.
Lio de Janeiro ao par.
OUR9 Moedas de 6^00 rs Vclhas 1W700 a
t Ditas ,, ,, Novas i4#joo a
m Uilas de 4#ooo rs., Sj/ooo a
PRATA PauMoei Wleiros.......l#54o a
,, Pezos (lolumnarios-----------' tjfSio a
DitosMlsicanos-------------------if5io a
Premios das Letras, por roez 1 1/8 a 1 1 ja por loo
Moeda de cobre 3 a 4 or 100. de disc.
i/i?q,,o
8^100
i#5*o
Das da Semana.
Segundas e Sextas Feiras.
37 Segunda
38 Terca------
>9 Qua'rta
3o Ouinta-----
3i Sexta------
1 Sabbado -
3 Domingo
S. J0S0 Chrisostomo ti. -
S. Cyrillo B...........
S. Francisco de Salles B.----
S. NatttehaV. M.-------------
S. Pedro Nolasco. ------
Jejna S. Ignacio R..------
Porilicacio de N. S.----------
Sesso da The*, e and. do i. do D. da 3. v.
KellacSo e and. do J. de L). da r. v. man.
Sesso da Tbezouiaria.
llelaco e Aud. do J. de D. da 3. vara de m.
Ses. da Tbez. e aud. do J. de U. da 1. v.
Re. 0 aud. do J. de D. da 3. v.
Afore cheia para o dia 19 de Janeiro.
As 12 horas e 80 minutos da tarde As 12 horas e M Minutos da manh,
ItJJi
PERNAMBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 31 do correrite.
Ofiicio Ao Exm. Presidente, para que
houvesse de dar suas ordena, a fim de que fos-
sc pa;;a a madeira justa pelo Tenenle Anacle-
to J.oes de Suntana para a factura do pefr-
lo e portado Cal labouco da Fortalbva de
Ilamaiar e bem aftsim as ferias dos opera-
rios empreados era smelhantes obras.
Lito Ao mesmo P,xm Sr. devolvendo-
lhe competentemente informado o requeri-
niento de Manoel Jos de ezus que pedia
sei novamenle admitlido no servico como in-
valido, a fin de esperar sua reforma.
Lito Ao Inspector da Thesouraria, pa-
ra mandar abonar ao Aleres Antonio de Al-
buquequer iVaranhao que se olereceu para
marebar ao Maranho, tre3 meses de sidos
addianlados inclusive graticaco addicci-l
onat, e vanlagera de terca parte de campanha,
assim como por un pret extraordinario sold
adianlado at o fim do mez, para Bo pracas do
Deposito queseguio para a mesma Provin-
cia.
Dito Ao Commandante do Deposito, pa-
ra tirar por um pret extraordinario sold at
o fim do mez para as 80 pracas que se desti-
navo ao Maranho.
Dito Ao mesmo para mandar apresen-
tar ao auditor de Guerra o Sargento Parti-
cular Joaquim Zacaras Pe reir Jnior pa-
ra escrever na justificaco, que tinha de pro-
duzir o Soldado Joao Carlos Cavalcanle de
Albuquerque a fim de ser reconbecido Ca-
dete.
Dito Ao Auditor de Guerra, commu-
nicando-llie o.exposto no precedente offi-'
ci.
Dito Ao Commandante intirino do For-
te do Buraco, authorisando-o para extinguir
o cupim do payol da plvora ali existente ,
pormeio de algum dos antdotos conbecidos
Portara Ao Commandante intirino do
.terceiro batalho de Arlilhera, mandando,
.pastar para o Deposito 6 soldados. hindo
elles pagos de sold e etape al ao do cor-
reute.
Lito Ao Commandante do Deposito,
autorisando-o a receber as b pracas constan-
tes do precedente ofiicio.
dem do da 33*
Ofiicio Ao Exm Presidente da Provin-
cia das Alajjoas felicitando-o e requisi-
tando-lhe a priso de alguns desertores da
Guamil o desta Provincia cu jos no mes fi-
liacdes, e signaes lhe transmita era qua-
4ro notas-
Dito Ao Exm. Presidente da Provincia
do Rio Grande do Norte remettendo-llie urna
nota dos desertores da Guarnid.o desta Pro-
vincia naturaes daqJaella, e rogando-lbea ap-
.prehenco de lies.
Dito Ao Coronel Director intirino do
Arsenal de Guerra, para mandar transferir
para as Cinco Pontas a plvora existente no
Payol do Forte do Buraco em quanto se
empregavo os meios adequados para a ex-
tineco do cupim do mesmo Payol.
Do Ao Irefeito da Comarca, requi-
itaudo-se a priso de alguns desertores, cu-
jos nomes, fihaces e iignaes encontrara em
urna nota.
Dito Ao Commandante intirino doTor-
e do Buraco communicando-lbe era respes-
>a ao sen oflicio do boje, que a plvora exts-
tpnte no payol, bia ser transferida para as
Cinco Pontas a fim de poder-se com van-
lagem empregar o andamento contra o cupim
e provi.Ienciando a respeito da pintura das
portas dosquarlos novamente concertados
Dito -- Ao mesmo, communicando-lbe em
resposta ao sen otficio de i5, que pela Ad-
ministracao Fiscal das obras Publicas, lhe se-
ria apreseniado o calceta que requisitou para
o servico interno a Hmpesa do Forte,
dem do dia 5.
OfiicioAo Exm. Presidente, remelten-
dolhe cm observancia ao seu oflicio de 1% do
correte o mappa da forca que abordo
do Bri^ue Urbana segua para a Pro-
vincia do Maranbo ; a relaco nominal das
pracas de que a mesma forca se cotnpunba ,
efinalmente a guia geral das 80 pracas que
pertencero ao Deposito. Conclua commu-
nicando-lhe, que no mesmo Brigue segu-
5o o AUeres Antonio de Albuquerque Mara-
nho e Sargento Ajudante do terceiro Ba-
talho de Artilheria Manoel da Cunba Wan-
derlei, que se offerecero para marchar na Ex-
pedieco sendo o primero empregado como
conviesse ao servico e o segundo encorpora-
do ao Destacamento do seu mesmo Batalho
nftquetla Provincia existente. Que o Aleres
deixava nesta Capital em socorro de sua fa
m I a a prestaco mensal de 15U res do pri-
mero de Maio em diante e o Sargento A-
judante a de 3 (o res diarios do primero de
Feverero, quantias que devio serdeduzidas
dos vencimentos que taes pracas vencessem
durante a Campanha.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinha, para foruecerao Capillo Tose Joaquim
Ferreira Commandante da Expedicco ao
Maranho o necessario transporte, nao so
para condutir a manh pelas quatro horas
da t: rde 80 pracas do Deposito para bordo do
Brigue Urbana como tambem para transfe-
rir na manh do dia ai as Pracas viudas da
Paraiba e os Engajados Alemes de bordo
do Constanca, e do Gararapes para o do
Urbana.
Dito Ao Inspector da Thesouraria,
disendo-lhe, que ficava sem efJeto a sua re-
quisi o a respeito do abono decomedorias
ao Alferes Maranho ; porisso que contrata-
do hava a Presidencia com o Commandante
do Brigue Urbana o fornecicento d'al-
mentos aos oficiaos durante a viagem.
! Dito Ao Vlajor Commandante do Depo-
sito ordenando-lhe que no da 4 Pe'as 4
horas da tarde tivesse ero forma. e prom-
ptos a embarcar as 80 pracas que se distina-
vlo ao Maranho, entregando-as a desposi-
cio do Capito Jos Joaquim Ferreira que
aessa hora seria presente no seo quartel,
Conclua ordenando-lhe tambem a remessa
das guias de taes pracas que devio hir so-
corridas de Etape at 24 ? e n5 a^> como
anteriormente se hatiadeterminado.
DitoAo mesmo, mandando excluir do
numero das pracas que marchavo aa Ma-
ranho os remitas Henovato Bispo de Li-
ma, e Manoel Gomes da Silva, v indos do Li-
moeiro.
D'ttn Ao Capito Jcsc Joaquim Ferreira,
ordenando-lhe que pelas 4 huras da tai -
dedo dia ij, se apresentasse com alguns of-
ficiaes ao Major Commandante do Deposito ,,
no Quartel do Hospicio e del le recebesse 80
pracas, quedevia conduzir para bordo do
Hrigue Urbana solicitando para esse'
fim ao Inspector do Arsenal de .Vlarinha o ne-
cessario transporte, eque na manh do dia
5 devira transferir de bordo da Garara-
pes as 54 Pracas de Pret vindas da Paraiba,
e do Constanca os 3o engajados Alemes .
para bordo do mesmo Brigue Urbana, remet-
teudo depois urna relaco (nominal de todas
as Pracas que a seu mando se achavo embar-
cadas, devendo cobrir a relaco com um map-
pa da Forca da Expedicco.
Dito Ao Commandante da Escuna de
Guerra Gararapes para entregar ao Ca-
pito Jos Joaquim Ferreira as 54 l'racas
de Pret vntas da Paraiba que se achavo a
seo bordo.
No mesmo sentido se officiou ao Comman-
dante 1I0 Brigue Constanca para entregar
os Engajados Allemes.
Portara Ao Major Commandante do De-
posito mandando dordem do Exm. Sur,
Presidente communicada em Portara desta
data, dar baixa ao recrula Felis de Rarros
Bego, viudo do Limoeiro por nao estar as
circunstancias de servir na primeira linha.
DitaAo Commandante interino do ter-
ceiro Batalhod'Arlilhera, mandando ex-
cluir com'passagem para o Deposito a 9 sol-
dados que devio hir soccordos de sold a-
t 20, e de etape at 2 a do corrente.
Dito Ao Major Commandante do Depo-
sito autorisando-o a receber as noves pracas
de que faz menco a precedente Cortara.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia a3 do corrente.
Ofiicio Ao Contador da mesma The-
souraria coromunicicaiido-lhe ler o Exm.
Presidente da Provincia em virtnde do Im-
perial Aviso de 11 de Desembro prximo pas-
sado expedido ordem ao Inspector do Arse-
nal de Marinha para mandar fazer os concer-
t* de que preciso as tres embarcaces do
servico d'Alfandega extremando a despeza
que com ellas se fizer para ser levada a conta
do Ministerio da Fasenda,
Dito Ao Inspector da Thesouraria Pro-
vincial das Alagoas enviando-lhe a continu-
adlo da conta corrente dos rendimentos Pro-
vinciaes arrrecadados nesla Provincia atJ 31
de, Dezembro ultimo, mostrando ter licado
existindo no mesmo da a favor do Coffre da
Rceela e Despeza Geral da mesma Provin-
cia saldo de4.-*4iUo4 res ;e ped indo-I he
em consequencia de nao haver authorisaco
para se mandar pastar do Cofre da Receita e
Despeza Geral para os de Prorinciaes somraa
algnma sem expressa ordem do Thesoawo j
para suspender os seus saques at indemnisa-
co daquelle saldo, regulando-os depois de
satiseitos de maneira que nao baja falta no
seu pagamento e ponderando-lhe jun Lamente
que bavendo presentemente maiores commu-
nicaces com a mesma Provincia parece me-
lhor que.em lugar de ser o saque feito sobre
esta petos mencionados rendimentos seis re-
metldo daqui mensalmeute pelos paquetes de
Vapor ou outra qualquerembarcaco de guer-
ra o que se lor liquit ando, porque alem de
ulo se faer despeta a guraa com esta remessa ,
aviU-B u iraiMiho dos immensos saques de
quantias pequeas e oulros inconvenientes
queoccorrem a esfe respeito.
Dito -- Ao Inspector do Arsenal da Mari-
nha participando-1 lie ter expedido as ordens
neccs9'aras cm consequencia de seu ofiicio de
2i do corrente, para qne o Constructor do
mesmo Arsenal Francisco Jos Marinho seia
todos os das das duas horas em diauleem
quanto se fizer necessario no mesmo Arsenal
para a nova Escuna que se vai construir.
Dito Ao Administrador da Meza do Con-
sulado a respeito do conteudo do precedente
ofRco.
Portaria Ao Thesoureiro da Fazenda
para passar do Cofre da Beccita e Despeza Ge.
ral para o de Rendimentos Prorinciaes da
Provincia da Parahiba a quanta de 978U044
res por saldo dos mesmos rendimentos exis-
tentes naquelle i Cofre.
Dita Mandando debitar ao dito Thesou-
reiro no Lvrode Receita e Despeza dos Ren-
dimentos Provinciaes da Provincia da Parahi-
ba a quaalia de que tracta a precedente.
Dita Ao dito para passar do Cofre da
Bereita e Despeza Geral para o dos Rendimen-
tos Provinciaes da Provincia do Cear a quan-
li de a8iUooi reis por sald.) dos mesmos ren-
dimentos existentes naquelle 1 Cofre.
Dita Mandando debitar ao dito Thesou-
reiro no Lvro de Receita e Despeza dos Ren-
dimentos Provinciaes da Provincia do Cear
a quantia deque trata a precedente.
Dita Mandando abonar ao dito no L>.
vro dos diversos valores, huma lata de fulb*
soldada viuda da l'hesouraria da > rovincia do
Rio Grande do Norte, contendo em Notas
nutilisadas a quantia de ?:38>Uooo reis por
haver a mesma sido recebida pelo 1 Tenenle
Furtunato Eugenio Tavares Commandante
do Brigue Imperial e Nacional Pavuua -
para ser entregue noRio de Janeiro ao Tri-
bunal do Thesouro Publico Nacional con-
forme a recommendaco da dita Thesoura-
ria.
EDITAD.
Tendo de remetter-se para Londres 5eo
quintaes de Pao Brasil.que existem no respec-
ctivo armazcm : o lllm. Snr. Inspector da
Thesouraria de Fazenda desta Provincia ,
manda convidar aos Mirs, Proprietarios, ou
consignatarios de Navios Nacinnacs ou cs-
trangeiros, a quem possa con vi r este carrega-
mento bajan de dirigir-so Salla das Ses-
ses da mesma Thesouraria, no dia 3o do cor-
rente mez, huma hora da tarde para se
trac tur dofrete.
Secretaria da Thesouraria de Fazenda de
Pernambtico a8 de Janeiro de 184o
Joaquim Francisco Bastos.
Ufficial Maior.
IJiversas Keparticoens.
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sesso do dia a5 de Janeiro.
Na Appellaco Civel do Juizo de Direito
daCidade oa Parahiba Appellante Antonio
Pcrera e Appellado Henrique da Silva
Ferreira como Tutor do menor Joze Pereira
Quinto Fcrivo Bandera ; foi julgada pa-
1a confirmacn da sentenc appsllada.
Na Appelladio Civel do Juiso de Direito
desta Cidade Anpellante Auna Girtrudes e
Appellado llerculano Alves da Silv, e sua
mulber Escrtvo Bandera ; se jul^ou pela
confirraaco da sen tenca appellada.
Na Appellaco Crirae do Juio dos Jura-
dos da Comarca do Pendo da Provincia das
Alap.oas, Appellante Manoel da Silva Loba-
despensado do servico da Meza do Consulado to ., reo prcio, Appellado o Juizo, Escrtvo


%
DIARIO D 12 ERNAMwCO

ferreira ; nao lomarao eonheci menso do re-
urso eo julgaro, improcedente.
Na cauza de Embargos remetidos do Juizo
de Direito do Civel deslaCidade. Embargan-
te Antonia Mara da Conceicao Embargado o
Maior Franciseo Jo/e de Mello, Escnvao
Rebello : foi iulgido nao loma r-se conlicci-
mentodelles, e mandarlo remeter os Autos
a Rella^o do Rio de Janeiro.
Dia a8. *
Os Embargos de Joo da Cruz Rodrigues
Campelloopposlcs .a Appellay-ao Uvd lo
Juizo de Direito da Cwa de Nazareth em
que be Embargado Manoel da Lxallayao ho-
dripues Campello Escnvao Rebello ; fono
despresados mandaudo-se cumplir o Accordao
eraba [gado.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Brigue Inglez Ilelem, viudo de Londres,
entrado em 37 do correntc Capito Thomaz
Taylor consignado a M. Calmor.t & Comp.
Manifeslou o seguinle.
a6i Barricas com ser veja 3o ditas com
raxa 60 caixas com queijos, 70 toneladas
de carvao de pedra *\ fardos com fasendas
de algodao 1 barrica com farinha de trigo ,
23*4 Larris com plvora 9. ditos com Ierra-
ron, 3 caixas com diapeos, 10 ditas com
faiendasde lnho., 136 barris com chumbo,
2 caixas enm obras deconro a5 barns com
oleo de linhaca .ni ditos com tintas 3
dito com conservas, 3 caixas com titas 4
ditas com tintas de escrever a ditas com
vinko 1 dita cora roupa feita 11 ditas com
diapeos de sol. .
O Brigue Ingle/ Bonansa viudo de ier-
ra Nova", entrado em *; correte, Cap.
Miles Cragg consignado a Ilariissons La-
tham & Uibbert.
Manifcstou o segumte.
io3o Barricas com Bacalhao.
Forado Manifest.
6 Barricas com Bacalhao.
A Pauta he a mesma d numero a 1
MEZA DO "CONSULADO.
__A Pauta he a mesma do n. 7.
ORREIO.
O Pataxo Nacional Bella Amizade sai para
o Rio de Janeiro no dia 3l do corrente.
A Barca Pernambucana recebe a mala para
o Porto no dia a deFevereiro as y horas do
dia.
A Beparticio dasbrtt Publicas precisa
deduas canoas meeiraa com seus competentes
ranoeiros para condusirem areiapan a obra
de Santo Amaro: quem as tiyer csequuer
disto encarregar, drija-se mesma Repr-
ricO a tratar com o Administrador *jK.
Administracao Fiscal das Obras Publicas
ab* de Janeiro de 1840.
Castro.
A. F. interino.
Vo lendo boje aparecido mais do que hu-
ma pessoa para a compra em basta publica dos
obiectos pertencentes a Barca Francesa Bou-
gainvittSnaufragada nalIU de Fernando,
constantes da relacao que ja se pubhcou ; o
lllm. Snr. Inspelor do Arsenal de Marmna
transferindo a venda dos referidos objejtos
para o dia ?o do corrente mes pelas 11 ho-
ras da manh convida novamenteaquemos
queira comprar a compaiccer no indicado da
ehora, competentemente habeliledo,
Inspecco do Arsenal de Marinba ue 1 er-
Uumbucocmi7 de Janeiro de 1840.
Alexandre Rodrigues dos Anjosj
Secret;iro.
PP.EFE1TURA.
PARTE DO IJIA 28.
Jlln>. e E-xm. gnr.Foro presos minba
ordem e tiverao destino; Adolpho Henri-
que, Alemao, e Patricio Flaney, Ameri-
cano pelo Commissario de Polica to 4
Distrito do Recife por estarcm em desOrdepi
por motivo de ajuste de conlas Antonio lo-
mingos. Hespahol e Jos d Azevedo Cam-
pos Portugus Antonio Pedro, branco,
c Mara RosadaCcnccigo preia polo Suh-
Prefeito (le Santo Antonio ,01o por ter
furtado a prola Engracia e.crava d Anna
Efitti Wunes da Silva, a (nal foi appre-
bei'dida c entregue a sua Snra. depoisde
se ter procedido ai competentes Termos : <>
a por tefocctltado a dita prctaem sua t-
penla ; o 3 o por lar el no 1
irclj ta ultima por dtuuncw*
crava de Mara das Dores e estar fgida ;
e Antonia Sandia branca pelo Sub-Pre-
feito de Mu ri beca por-ter extraviado urna pOr-
cao lo roupa.
O Snb-Prcfeito de Tpojuca partecipaque ,
no dia a4 deDezembro p. p. lora assassinado
; tiro espada e pao no lugar de-N. S. do
O' o pardo Jo/e Flix de Mello pelos criou-
los Mipuel Duarle Ribeiro e Luciano Du-
arle Ribeiro Joo Reinaldo branco, c Con-
calo Duarle c Manoel Feniatrites pardos ,
todos moradores no dito lugar dos qnies so-
mente foi capturado o ultimo poden lo osou-
iros escaparem-se ; e ludo se procedeo nos de-
vdos termos
Nada mais consta.
AN NUNCIOS.
O Proenrador Fiscal da Thezouraria das
Rendas Provnciaes avizaa qucm convier, que
no dia 3o do corrente s lia de arrematar pe-
anle o Juiz le Direito da a. Vara do Civel
os rendirrfentos do dezosses cazinbas denomi-
nadasda Riheirasitas na Cidade de Olinda
avalladas eui lo5JB^Oporaqno -, p>r execu-
co da Fa/.enda Provincial contra a Cmara
Municipal d aquella Cidade.
O Commaodanle (a Companbia 9'Opeta-
rios ; de ordem de S Exc o Snr. Presiden-
te desta '--rovincia convida aos Cidadoes que
tivercm filhos eos qutiro applicar as artes
mecarficas a corhparecerem no Vrseual de
Marinba quaitel >la ('ompanbia d Operarios .
a fim e para isso se Ibes declara que as Olciuas da
mesma, se ensina a Warcneiros Carpiu-
teiros Segeiros Tornciros Tanueiros ,
Pedre-iros Canleiros ferenos e Seirt-
lbeiros 5 Sabiudo em poucos anuos peritos of-
ficiaes aquelles menores que a so se propo/e-
rem ; lendo paVa mais a vantagem da izemp-
530 do servan militar assimeomo alimenta-
dos e vestidos a cusa do Governo durante o
lempo do eiisino.
Recife 2 5 de Janeiro de 1840.
ANEUTRALIDADE
NA QUF.STAO' AMERICANA.
( Continuado do n. antecedente ).
u Que actualmente nao oxisle causa ameri-
cana ncm poltica americana. "
Para estibelecer esta proposi ao,, he ne-
cessario nao s nao ser Americano, mas
ignorar completamente o eslado das nacoes da
America os principios porque se dirgem os
seus governos, os inleresses geraes creados pe-
la independencia de todo este continente, e
as tendencias que separao os novos estados des-
le bembpberto e seus governos do systema
porque so diii;,em os gabinetes da Europa ;
he reriso tanibem varrer da memoria toda a
recordaco dos faclos que de prximo, e an-
da no prsenle, maicao as vistas le usurpa-
cao do goxerno da Franca sobre o territorio
americano e contra a soberana dos estados
nelle constituidos ; ittoa nSo se querer allri-
buir semelbante dputrina como ha toda a
razSode o fazee inteneSo insidiosa de ador-
meceros governos afim de facilitar a inva-
sao e a violencia daquella potencia europea.
Na Europa, o principio da soberana dos
povos tendo ebegado a constituir o direito
publico de algumas nacues tem lambem
encontrado a mais lerrvel coaliso de poten-
cias poderosas e a resistencia mais obstina Ja
dos interessesfundados as reliquias dogoyer-
110 feodal na aristocracia e nos privilegios ,
mu i los estados tem visto repetidas vezes suc-
cumfcirern suas instituid"es esmagadas pelas
forcas deslas allianca-. ominosas. Todo aquel-
le conlincrlte de ConstanlinOpla a Lisboa ,
de aples a S. I etersburgo he o campo
em que se debaiem o principio da .soberana
popular e o direilo chamado divino, ou da
legilimidade. Por outra parte a desigual-
dade das forras, a tendencia das nacoes po-
derosas para eslender sua dominaco e influ-
encia sobre as nacoes menos lories tem esta-
blecido outro conflicto as reges da diplo-
mada que frique mente arrastra a neces-
sidade da oslentacao da crca e algumas ve-
zes do seu emprego.
Leslas us origens nasce lodo o systema da
poltica europea todas as coalisoes todas
as hostilidades ; mas na America esses
dni-s orincpios. das aliiancas f dos odios m-
lernacioiiaes felizmente nao existem : o prin-
cipio da soberana dos povos domina sem
contradieco em todos os estados constituidos ;
c o espirito de nTsSo e de influencia na
economa interior debumasem outraanaces
nao lem anda tido tempo de se formar, por
(mu nem 09 governos i^m a lona para apoi-
xi a 8mbi;3t, nvm os pciigosdodcsequili-
brio existem entre povos recemconstlluldc* ,
que precisao applicar lodos os seus meios pa-
ra a sua organisacao interior.
Porein nao se infira d aqu que nao existe
as nacoes americanas hum principio de pol-
tica geral que obre ao mesmo lempo em lo-
dos os estados dcsle continente este principio'
existe e he o da resistencia :s usurpacoe*
europeas, da propugnacao pela iiulcpenden-
da que as tirn do estado colonial para a con-
digno de nagr.es iudependentes o esforoo
uniforme para pie esses principios nniversa-
es americanos, da soberana e inclepeuden-
cia das na^Vv, nao sejo destruidos pela
nocnlaco das tendencias contrarias q_ue
conslituem a poltica europea ; mlim para
que cada hum dos novos estados regule como
entender a sua economia, e empvegue como
quzer os seus meios para desenvolver as suas
acuidades e para augmentar as suas riquezas :
islo he (jue conslitue a poltica americana.
Eai quanto- causa americana, existir el-
la todas as vezes pie huma ou militas poten-
cias transatlnticas 011 mesmo algum gover-
no americano procurar infringir aquelles prin-
cipios neraes ipe como j o demonstramos,
coristituem a poltica geral deste cOnlinenle ,
po'rque enlao o ataque dirigido contra bum
eslado he dirigido contra todos, porque* des-
sa sorle se ataca nao s a nacionalidade e a
independencia de bum pavo era particular,
mas tambem o principio geral, que la/, cada
hum dos estados independente e soberano no
seu proprio territorio.
Applicnndo estas coiiMilerages irrecusav is
;s violencias da Franca, e seus cileilos nos
estados aoaericanos quem dnvi.lar. de que
alacao aessencia lesses principios nniversaes
de todo osl continente? E quem duvdar
tambem de que a univcrsalidade do ataque
Iras a iie.cessidade da univ>i,salidadeda defe-
za e de que esse conflicto entre huma nacao
transatlntica c a generalidade das na.oes
americanas conslitue huma causa americana i1
Se a Franca em suas difl'erencas com o
Bra/.il e Buenos-Ayres procedesse pela
vindicta de violcoens do direilo geral ou
internacional, pralicadoscentia ella por es-
ses estados a queslao seria de nacao a nacao;
mas, desde que ella em huma parto usurpou
o territorio alheio em profunda paz, reco-
nhecendo a soberana da nacao invadida ,
pelo (acto de allegar o pe goda propagaco
da revolta nese terrilorio p'Oueltendo res-
titui-lo quando cessasse o motivo e depois q*
cessa declarando que llie perlence e que o
ha de conservar contra os tratados e os di-
reilos mais patentes ; desde que acommtlteo
outras nacoes, porque as suas leis lhe nao
convem e porque esses estados querem re-
gular a sua economia e o exercicio dos pode-
res poli ticos como bem Ibes parecer e como
os aulorisa o direito das na.oes ; (inalmeute ,
desde (pie por esses actos e por oulrjs tem
manifestado espirito de violencia e projectos
de dominaco no territorio americano o prin-
cipio gerl que liga lodos os -estallos deste
continente he por ella olendido a indepen-
dencia de cada huma das naces he ameava-
(!,i o attentado torna- se geral, e provoca a
resistencia de lodosos povos, que simultanea
ou sucesivamente podem ser victimas de sua
amhico e prepotencia.
u CJue a cauza do Brazil e a poltica exlcna
qus o impe io deve seguir nao podem ser ou-
tras sen *o as que liveroo assenso milito e\-
plicitodas duas cmaras na sessSo deste anuo,
as (jue tem constantemente seguido os ministe-
rios desde 9 de selemhro alti boje islo he ,
a mais 'perleita neutralidade.',,
A primeira parle desta proposico he huma
verdade : a poltica do Brasil na queslao
; verlenle deve ser aquella porque se tem pro-
nunciado o corpo legislativo e o governo.
I Mas qual he essa polica por que esses pode-
' res se decar.rao ? Os redactores do Jornal do
' Commercio parecen) nao ter lido os debates das
cmaras na ultima sesso e ignorar absolu-
tamente ludo (punto se tem passado na legis-
latura na administracao e na diplomacia do
paiz nos ltimos lempos ou alias pretenden
acinle oscurecer os faclos para servirem a
ambico do inimigo do Brasil e da America ,
embora dessa sorle irroguem a irnis grave in-
juria aos poderes polticos lo paiz !
Nao viro os jornalistas Irancezes a mani-
fcstaeao mais pronunciada do resenliment a-
mericano o prorompi uento mais im|>eluoso
da ndignaco lo Brasil contra os usurpadores
doyapocA', e os bloqueadorcs de Bueaos-
Ayres, nessas sessocs niemoraveis que se
seguirlo ; declaracao do representante da go-
verno francs, de que o gabinete das Tuilerias
nao dessteria do territorio usurpado ? Nao
souberao da consideracao que o governo do
Brasildep aogovernador de Buenos-Ayres,
mandaiido-lbc huuiagculc diplomtico, a-
m
travez do bloqueio e -napresen^ada&esqua""
dras francezas no "Rio do Prala i'
A neutralidade mais perfeita dizem os
jornalistas fran:e/.ees, he a poltica que deve
ler o'Brasil. /
Vio algem ja proposico mais absurda ,
ou insinuacao mais prfida '.' !
. Imlendem os ornalistas franceses o que sig-
nifica neutralidade P A neutralidade (pie
nao lie outra cousa mais do qofi a na > nter-
venefio n3 qtiesioes peculfares de povos e ]>-
tencias com as qaes se da paz e das rea Oes internacionaes pod
nunca aconselhar-se para cofn hum governo
que invade prfidamente o nosso territorio ,
reconheceiido nelle a nossa soherani.i, e de-
pois insolentemente declara que mais nao b.i
de evacuar? O eonscllio 11 neutralidade eiu
semeii.1:1 les circiinsfahcis he hum lago ar -
mado ; boa !' nacional para que se ador-
meca em quanlo a prepotencia do inimigo
commum esiaga b nlt'Rtu plfi lhe resisto ; be
o opio com que se qr entorpecers fieul-
dadeiue hun viandante para que nao a-
commelta os-illeador c.n q&aut as^assiua o
seu coinpaiil.eir.-'.
*' Q.ie a causa deftosas nao he causa ame-
ricana nem a causa brasileira. '
P.ira bem sentir a falsi bule desla asserco
dos omalistas Francezs he necessaro dis-
linguir em Rosas duas diversas entidades o
violentogovernador de Buenos-Ayres, e o
chele denodado da naeo argentina ue lem
defendido com firmeza mais que ordinaria as
inslituioes a nacionalidadee a independen-
cia dj paiz que lhe foi condado : na primeira
relacao nada tem de commum com o lirasil
e com a America e antes pelo contrario ,
merece as aiitipalhias universaes; mas, na
efunda relacao a qualidudc de defensor
das leis e da (iguidade losen pii/ contr:i .1
prepotencia eslvangeira o conslilue o re-
presentante le lodos os povos americanos, que
essa prepoleneia tem aggredido e (ue pone-
r anda aggredir ; e a coragem e firme/a i na
balaveis com que tem resistido ao poder for-
midavel da aggresso estrangeira e s teu-
lalivasde rcbeUiao 110 interior allrahem-lho
as syinpatbias nao s de toda a America in-
dependente mas de todo o mundo cullo, E
ouso os jornalistas Irancezes a despeito da
evidencia desta observando, atlribuir ;i im-
nrensa brasileira o vilipendio de defender a
Rosas pela seduce o do seu o uro i'? Na a-
cho motivo bastante na necessiuade de sus-
tentar o alliado commum das na i; oes america-
nas contra o seu commum inimigo para
desposar a sua causa ?
Talvez com maior fundamento podesse-
mos ns rctorquir redaeijao d'i Jornal do
Commercio ssa torpe iinpulaco que nos di-
rige ; mas nao iremos al; ah. Sippoaii.s
pa, achaudu sefo.adetoda a (Saliera dos
senlimentOS americanos debaixo da iullueneia
de sua propria naconalidade entregue uw
lyjiosoquo sent no o rayas. Mas se a naci-
onalidade aggressora usurpadora e violado-
ra de todo o direito pode relies produzir
essa dedica (jo sin o srdido atlractivo do ouro
nao leio direito de produ/.ir eises niesmos
e maiores elidios a nacionalidade escandalo-
samente agredida ea iiidependeueiii atroz-
mente postergada ;' Euibura la cao xotos pelos
iruuiplios de tu;;s esquadras e pilulanges u-
surpadoras ; embora acor.sellieni a neutralir
da.de ao Brasil, hostilisado e insultado pela
prepotencia lranctza ; embora inverto os fa-
cise falsifiquen) noticias para favorecer a
ambico do seu goveino; mas ao menos,
respeitem o resenlimento brasileiro inte se
ni.uifosta contra sims doutrinas insidiosas ,
ea pio dos direilos violados do paiz.
(Uu Liispertador. )
Carapuieiro.
Os correios de ms novas.
Quando observo o empenho que fazern
multas pesseas, a pressa, que se dio a ala-
cridade com epae se appreSentSo para levar
huma tf noia ao sen pr^imo, cada vez mais
me confirmo no princijiio !e qde o boun ni
em consequencia da degradacSo'Origiiiffl, mais
propende para o mal daque para o bem Sei,
que esta doutnna be inl. iiamento reprovada
por eertos pliilosobs do bom tom; mas qu
importo c. nhtlnsopboft (m hilos dos'qi as lem
sustentado os maisuettampados de propsitos)
se em meu lavor lailao a Religio e a expe-
riencia do inundo ?
Muitos lesses diseursistas ottrbuem todas
as desorden.-, c miles sociaes ;i ignoranci 1 <;
porisso nao nos prego se nao a propagan
rao 'das lu/es, aliancando que derramadas pe-
l'j poro cslt se tornar infaliulmuile mo-j




t
II

i
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IJ
v-
01 ARIO, iVE F E SI N A M E U-C-O
$
rafBUBEflKOHBHE;?:
..i.i .....|-----rirorn'iiiBiiii mwimiiiwiwii
if^KSflBBMMBBHBHftO
'vigorado c virtuosa. Eu nao desconheco ,
' aitts mullo aplaudo a propagaco dos conhe-
cimonlos ituiiiaiios ; mas erilendo que riles
nao bastao para cslabclhcr e dar medran-
' ca ; Moral; e em prava deSla minha humil-
de asserso Bastai, queeurecorra s paginas
Ja Historia do cenco liumanu, Se me vjes-
seao li>tiniio o designio de o irar desla Itirm
Cala logo dos homens mais saino-. u ao me mo
lempo de pe-sima conducta, en encheiia gros-
sos volum/s. Qiiem mais sabio que Salo-
man ? Ei i re Ionio a sua vida oi manchada das
mais torpes sensualidad! s Os mouslros que
dee:;rir;;o a rt^olmao Francesa qm i
rreUerSo inauditas atrocidades, os Robespier-
res 03 Alarais, os Dautons, etc. ele. naoc-
i;lo liomens ediotas ero pela njaiop parle
doctores, advogads, etc. Finalmente sea
nslrucao bastase para eslabclecer os bonsc -
turnes oslas domjuariao as (lories, e gran-
des ca pitaes dos Estados mas succede sem-
pre1 o contrallo : o poyo desses (tifiares lie mais
i Ilustra 3o lie mais policio, be uihs urbano.
v todava be mais corrompido que os das
Provincias.
I eixemos por?m esta qnestao inciden -
te e trac temos dos uossos corniu-.de ms
novas. I ni verdade suf,eilo bui qui pagara,
se | n i iso.fosft, para dar urna m nova, Elle
Oltvio di/.er, por es que se perder;! n'altura
de tale, navio deF.Miada mais be preciso nao
pfc mais lempo cin meip, endereila para o
hornera, e com afleclada piedade arrutna-lhe
a noticia ainda que o ache jan lando Se
voga tur. leve rumor da morte de um hotnein.
q' es1;! au/enle, corre a misera esposa e com
c.ra de tamuria como qae se apresura por
gauhar por mo a nuliem em llu; dar os
pes :i es ; c parece regesijar-se com lagrimal
dtfflicro,
Kobcito va i vi/.ilar o sen amigo que se a-
cba de cama : nssim o enfermo, como a cons-
ternada familia Ibe rclatai n molestia ; e o
na Id icio., se os liado animar e consolar diz
com -ir mavioso e bypocrilamenle triste As
sim tal c qual adoeceo F. e em poucosdias
deo alma a Dos, tpezar dos ultimes esforcos
da Medecina. Cue boa visita Fagundes
'encontra-vos passeando magreirao abatido,
c melanclico Chega-se a vos, e vos di/
sm mais prembulos Que be isto mcu a-
go ? Como o vejo desfigurado Vm. est mili-
to per igoso r be mister cuidar em si. Muito
menos doeule : cachava F., e morreo ante
hon'em
Chiem nao tera visto huma* arpias, que
por abi anda que s'inlrodu/.em as cazas ,
como piolbos por costura c que sao insignes
crrelos de mus .novas, alem d'outras habili-
dades perigosas? Ellas sabem urna ludainba
iterminavel de beberagens e outros reme-
dios caseiros paia luda casta de molestias Em
vendo doenle a quotquer pessoa da familia ,
logo ficao com bumas caras que parecer
guardas avancadas da morte FilaG dolcrosos
olhos no enfermo e exelamao Coi lado ^ Es-
t bem mal : porm nao dci.xao de rercitar-
lbc j: cristeis de cabacinlio (qp be hura drs-
tico infero d) jado jilo, a as famosas purgas
de qual ro humores remedio lo prodigioso,
efeiticeiro, que* lera a Labilidade de passir
mandado de despejo sroenle a qualro hum-
les ilo corno humano saindo todos mu prorn-
pta e humildemente ficando os mais quie-
tos e em seu lugar !
Essas mulberes, pu antes serpc'ptes sabem
lud
te
des
que |
para aquella raza, e sao as primeiras a dar
huma m.i nov.1 Far ao hua enterro come
os uossosprul usa crnica. A se appresen*-
taoci m ftzfoncmias de furias tem lagrimas
dlarraxa, quedespejaG sua vhfade : le-
vantas lumia pranlina horrivl e por tal
modo carpera aquella morte', que quera nao
osconlfcce*, ou Ibesnaosc-ubesse da manila,
id-as-baporTilhas, irms ele etc. dode-
fancto. E'conio sabe a sua affliccSo ajipro' <;-
lar es'fi s f.sefos Ai! da familia que de cons-
ternada nao cuida de por era cobro os movis
de valor; poique em resultado d berraria
carpideira cha-ssbm a salva de prat sera
o castlCal -'ni orelo'o cte ele.
Co:k luin i este Artigo "'"* huma ancdota .
iarece vira pello, Huma sen hora
de ms novas j," depois de a ter mortifi- em nojo delle : ponqu ande pelas mos de caixeiro'tt venda annunc're a saa mortdia
eado bastante disse-lho Chore a sua de;;- qnem andar, be reeollndo com apreeo o por esta foi,:,
it Nao pode havf*r partida da Sociedade
i.ubenlina no ilia So rio correo!'; tomo H)i an-
illara
de us-temosa rarU(ha de saber 1er .
VAiJIEDALE.
Stalisiica ilo:, Cazamenlo-, e do liell-j se.\ .
: tambera a minha ; porque ncnbum nuoca elicira mal ainda que calda n luima
oloiiea Ritmis, queodinheiro lemavii-
tudede z(r d'bum asno hura saldo d'bum
fciobum rapaz esbelto, cTbuma cap. vira ve-
Iba huma linda rapariga. Qcertoha, qui
he u cousa que mais amibos lera neste mun-
do ; porque todos sao amigos dedinbeiro;
llum curioso observador fez a seguinte lista que lie liuin grande remedio contra o fri :
do csiado dos caza metilos na Inglaterra, e h pois por mais geada qaeoahia, quera o Ira;
quem afirme a ua exaclldo em lodos os pai- amia queule pelo contrario qnem o nao traz.
zes. niesmono verlo parece que Ibe anda a tre-
iner o queixo.
(Aurorada Pabia )
r36i
Ainda esqueceo direr, que o dinheiro d
3U6oo mrito, virtudes; porque opasli'aoo, em
sendo riso, he iiomeni de talentos eomaior
iissassino e perverso huma vez entnlieira-
Mujheres, que fugirauascus uw-
lides- -------
Maridos que deivarao as mulhcres
por ii.'io as poder maisalurar -
(lazados que se separarao de Mni-
mum accordo -
Cazados \ i vendo em guerra conli-
nua dentro de caza- -
Cazados, que-seajborrecem mas
1 to em publico o orculta por
decencia ou por polica -
Cazados dilereiiles entre si -
Cazados que o mundo repula fe-
les ; mas que nao lie sso O que
clles seolem- -----
Cazado.; lelizes coinpaiando-os
(oin OUtros mais destacados -
Cazados verdaderamente feli/es -
Senlnas eiosas de seus maridos ,
6Ua3o
do be cidado prestante he homem de bem,
aBoUoo e apto para oceupar os mais elevados empre-
f s do Estado O pobre pelo contrario be
sempre hura ediola, e nao serve para cousa
> :(,i i'; > aUjptflia se nao para dar algama lar.ida ou
8SoU5o liu. por mandado do suieito rico, que b5opo-
da deivir de salislazer as suas paixes.
4a5
ANECOGTAfi.
ou
I{( Prendera hem hornera por baver casado
ootj si neo ve/es lendo ainda todas as mulhores
.vivas; e | i'i;;iii.tando-lbe o Juiz : porque O-
amantes ------ it67oU4oo brava daquelle modo, responden que era
Senboras vadias, e demixadas-
Senboros lagarellas, limosas e
briguenlas ------
Senboras vi ivas que com hum o-
llio chora a falla de seus de-
funcios e con: ooulio reque-
bra a varios pretendenles -
Senboras, que sequeixade gas-
ir tes, e vivera espartilhadas -
Senboras que padecen) niuilo de
hemorroidas a que ellas dao o
nuneiado, o iea iraiis'ern.'a para o da 1 de
l'evoreiro em consequencia de ter fallecido >
limi do Socio que era mcslrc de salla e o
mesmo oslar incumbido de todos os arranjos ,
'pese laziao precizos para a dita partida.
W Precisa-se de am cont de res : pre-
mio sobre hypolhcea de nina propriedade:
quera ttver annur.cie pafa Ser procurado
izf A pesioa que BO'nciou rmeret um.
COQtO lie reis a premio dando hvpcl!'! :<
orna morada de caza neata Cidade, dirija-se
ao paleo de S. Pedro ) i5,
\J"() rapa/. br;i. iei:n que no Diario le
sabbado 9.S do corren!" nnnnneiou para ser
creado, rrija-se ai idadcdeOlinda na ra
de S. Pedro M. >| m lo ded ;
grades de pao, entre a i' a e es rufatr
cantos.
tar Frawtisco Frcderico IlucchefiberA ,
subdito bamburguez. faz sciente ao Publico,
11:.' rela-se paia a villa de Macelo.
tty Precisarse arrendar un sitio que t -
nha bstanles irvoredos (! fn:eto oque
pe toda Piara c que ten ha pasto para quatt 1
voceas de ieile no \ er.e.i e lerido baix de ea-
pim mellior ser.i : quem tiver OnnunCie para
se traClar do ajuste.
KST Quem precisar de urna muIKer parda
de bous costurar- para ama de urna casa, (an-
do fiador sua conduela dirija-sc a Gamboa
do Carino I). Ireze.
L^r Arrenda-se o .itio grande do Olho uC
o
nonra dedefluxo, conStipacSo,
etc. -------- 8( 8U20 uell ,
(O Arcb Pop )
5 Utao para esperiinenlar, se entre tantas mulberes
I acbava huma s que fosse boa. u Meo ami-
[5U538 gO, replicn enlo o Juiz., vai azer essa ex- goa Wf lugar da Salina, o qual tem muito
pe icncia l,i 110 cutio inundo 5 pois nesle he arvoredo de todas as qualidades 'randas hai-
iropossivel (pie aches o que pretendes 5 e xas para capim e tem proporce3 para nutrit
ao mesmo lenqio o condemaou morie. I dez ou doze vaccas, pois o terreno pode entre-
68U3 o ler oito a dez escravos ; quem 0 perlender di-
llum demandista di/.iii que sabia melbor I rija-se a ra do Crespo D. otlze bdodosul.
^U4oo das demandas em que nao tinha justica do C7 I reeisa-se de qualrocentos mil reis ;
que d aquellas, em pie a tinha, edava a premio dedois por cento por deis miro
rasao Qur. quando nao tinha justi a a dando-se por se; urania hypotluca em uma
cora prava eque quando a tinha se fia va caza terrea de pedia eeal, nova, edesem-
(dem.) har','ida; quem este negocio quizar azer,
aii'iuncic.
e te aehava engauado.
Sendo appresenlado a hum Juiz de Paz. do BP" Quem qi.i/or comprar nina esrrava ;
A'vista desta Statistiea que nao he obra malo hum lequeriraento notou o snjeilo dirija-s" ,1 ra de S. '! hereza D, iH.
lora existe no lrasil hum hscriptor que mais deo enf.ilico o bora Jniz) sou Juiz. de Paz c 01 tfeFeverarra de l838, segumdo pontn-
lenb.i defendido o Uello Sexo i1 Tcnho sim no- posso 1er como quiser ; que ninjuem me toma alente os Regulamenlos do mencionauo Col-
, dajos luz em a mesma poca faz.
lado alguns defeilozinhos (bagalellas) com o conlas
filo em que se corrijao : mas nunca aventurei- 1
me a dizer o que muitns Philosophos tem dicto .
em desabono das mulberes iij;o. por ex. ,
quecm geral so multo flexiveis de lingoa ,
que menina lu que falla mais cm huma bo-
;a do que m ni los homens em biun mez in- os
SOCIEDADE TflEATRAL,
1 legw
1 sciente ao respeilarcl Publico, que no ultimo
dcsle correle mez termina-se as ferias, e
(pie no dia 3 de Fevereiro, comefa os #r-
balbos liltcVarios das /lulas do respedivo ("o1-
O Director do Thealro condescendendr" eom legio. t)s honrados l'aes de Familias que.
rogos de mulas pessoaa vai por em Scena quserena matricular seos caros dhos, din
leiro ; mas se ossim lalla desinterialmenle, na prxima fulura Quaresma tres Oratorias jadVsea Ira lar com oseo Director,
be por causa da viyacidade da imaginaco, e Novas, assaz. dispendiosas () NascimentOl &T I'oga-se a qua!qur peffioa a quem lo:
por que nao sao mudas. Aceaso j me a- de Jezus ou os tres Reis Magos em Jerusalem olfeiveida urna eai.xu de prala de mcio tama-
balaneei a chamallas inconstantes e voluveis, A morte de Sal ou D.nid Triunfaide eSan- nbo, sendo ac i xa lavradi, o com urna ra-
como as tem caracterizado innmeros sabios to Hermenegildo, (a nova Composicao do (badina em um dos cantos junto ao engonco ,
d'Anli-;uidadc 1 e ainda dos lempos nioder- grande aulbor Dramtico Antonio Xavier). A'c un,a pequea amaeadura que mal se en ,
nos i' Fra disto a consciencii me nao arge primeira de.-tas Oratorias excede quanto at be por ser ovada sendo esta rachadura ih
de ler chamado a nenhuma era velba uern boje se lera escrijito a respeilo : o I. rector se parte da lampa e a amassadura 0111 um uta
l'eia, dous epilhetOS os mais injuriosos que propou a apresenlal-a, segundo o Sagrado testos junto ao fundo da caixa; que atme.
se pode dar a huma lilba de Eva. Mullas 1 exto uern o Expeclador espere ver Pastoras e leve a ra das Cruzas D. i5 que ser re
vezes ouc huma senhorila queixr-se den- ilecalcinlias vestida moderna 6emhto ves- compensado com o duplo do \alor da caixa 1
feunidades e com lodos os symptomas de al- tido de Pastor nem soldados .Vouros por He- o mi sino se rogo a algum ourives e que ain-
feccao hemorroidal: mes ella diz, que o que lucos e Romanos ; mas sim segundo o Texto ,; da que Ibe ella ;ja olcrecida em moestado ,
ijTquanto's'pamTatiam^ padece be huma gaslrointerites., ouhepathi- xodo, Cap. i deixardedarbuma nova, que nao sej les. ou colites, ou <;ue esi ai.ceda da Cripe ; Sr. Andr AI vis da. Foncca he o incumbido j do valor da prato.
sbouresa fflicllva em Rilas como e en son lao dcil c lo avesadoa jul^ar sein- para as formar dos Elefantes Camellos ej CST Concertft-se caucas de tartaruga e
Ueccrmulafi osmexericos, levndoos dcsta pre bem dcllus, que a acredito sinceramente mais trem que compe o grande Estado dos sos, e fazem-se chapas para marear bolaxos j
tartaruga
por preco
apezar de ba\cr aprendido de buma ta miuba Magos-; a sua habilidade na Eseulptura, e evendem-se peales de
pue viteo cnloe lautos annos) que a liemor- Pintura, be assaz cenbecMa para senoduti- commodo ; na ra Djreita D a-*,
roida accoramelle a lodoocorpaj e cea lo Co- dar de hum bora xito. Asdemais pecas que
neg assever'ou-me, qUe a teve enepusada em defem ornar o inlerioi doTeniplo, iniitarao
liui'n ,Ic-i 1:<- por espuco de la annos. Ao mais possivel -odrsciiplo no xodo Cap. 37 e
lera por tanto is seu,oras rasao aiguina de a- 38.
poslemar-se contra Carapuceiro, que nao Todas estas despezas nao se podero rasaar-ljos
diz O dizimo do oue se faz por abi I nial- cir sera lima assi(;nalura composla de 5o >"o- j I ni alia e coneerla piannos, eaccordeoefl
rnento advhla que a Statistiea supra be de cios.a eincoenla mil reis cada hura paia o na 111:1 iNova D. Ip laao do norte.
I W Wa roa da Cruz N. i ha para vie.J.
^j- Jlo liaptista Claudio Trasse avisa ao
icspeilavel Publico; que elle conlimla exer-
ceroseu oll'n io de fabricante d'orgaos d<
greja ; assiin como eoncerl 1 e I'-./. reale-
poc pecas novas n"5 mesmos etc ; tftm
Inglaterra onde as mulberes >,io mu dilfe- Director a nreseuiar. seis Oratorias, sendo as
lentes das nossas. Abi be rara a (lie nao mor- oulias tres Sania Secilia Santa Izahol c S.
re por cazar*, entre u* nao suca-de a-sira Benedicto protector dos Negociantes quebrados,
as meninas so cazaS para ler quem lomeconta Peca em ires actos, oque na. Cidade doMa-
do que be seu. e sempre por que Sr. Cazuza, ranho tem sido muito apdlauduJa. O l-i-
Sr. Toionio Sur. Manezinbo. Sr. ihiipii- rector espera que os amantes destes dvorli-
nho, ce., entra a alormenlal-as, a inais- mentos se reuna e combineui a im de levar
lir a l.iniar e ellas sujeiUi-se a cazar S a c-lleilo al(; o dia e.o de l'evereiro a primeira
liTXTd^auzen^" Al Sotiladfl f'beatral do presente anuo. As
.1 se Lar c 'omo nao sabia ler manden nislo moslra a bondade do seu coracio pesMS que t.vere.n meninas para entrar no
' L V ...'. J........mpadre pessa muito da !>" 1 nte mil m, compact no 1 be-
in'iimiddde d casa Gm de Ibe ler aquel a \ irtudes do dinhei.o atino.
cuta Ahrio-a o hornera, e pondo-lbe a
olhos CXClamOU 'Chore, minba. Comadre .
lazer .
ra a
cbore; qmjassazde rasao tem para o lazer 1
no Gcarifl a pobre mulber? J dislalia ei
Ilumsa'iio, que nao he nenlium lollo a
caba de deseobrir algumas virtudes do diobei- ;
10. selle, que o dinheiro apezardeau-
, nun- 1
Ufrimas instou por saber -pial adeagraca,, Idar por n a-.de leposos, "P^ .
im Ibe a..mecer ot que o nuidio correo [ci pegoa uc n, a iiiopoem que ninguam
AvistiS iu:r.s,)-.
t/T Quem percisai de hum menino para
>f
.1 cascos vaz.ms no vos
%JJ~ l.b/.ea-so al i u;j'r i m.- e;. a forrea pa-
la jiequena familia, sili* vo bairro de Sanio Aulonio, prel'-iiinlo-
>e as ras por onde passtan porcioSes 1a: lo-
se de aluguer a- 1 lOooe ieis, quem a ti ver
queira anunciaia m radia pal esta folha,faz-
se tambera qualqoer negocio cora algum
bradod um andar 011 piimciro andar de outio.
li/- Huma pessoa de bous costiMSJtS e que
ein oa OOUlieeimeClCo ucee.-- ;i'o.-. ttictgdo a
brir,aula de^)i'imeiras letras 1 dia ;
correnle promettciiHt) etnprcgai .do- <* nei-
u paitt iuii.iii.iuic:iI.> de seus alunmusij to-
da pessoa, que se nuiser uliaar do sru pu
timo pode dirigir se a ruado Santa Tbers
D.i3.


DIARIO DE PERNAMBCUO

<


i
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I
l
O abaixo assignado retira-se desla pro-
vincia a tratar de sua saude qualquer pessoa
que se julgue stiu credor queira comparecer
em sua casa na ra do Collegio D. 8 no se-
gnndo andar para a justar suas contas e se-
ren inmediatamente pagos ; assim como pe-
de a os seus devedores lhe mandem pagar.
Joaquim da Silva Salles.
SS?" Precisa-se de urna ama que tenha
muito lom leite e que seja forra ; no pateo
de.S. Pedro sobrado I), 5 lado da \ i rado
tsy Precisa-sede urna ama de leite, que
nao tenha filho ; na ra do Sol casa terrea da
quina junto ao lampio.
SST A policio de um que quer ser socio
para carino da-se o seguate despacho-
Requeira em termos.
O Desabusado.
*T Toma-se 4:ooo,ooo ano e meio por
cenio per tempe de um a aous annos, dan
do-se hypotheca em casas de dobrado valor e
juntamente quem annunciou querer comprar
cincoenta oitavas de ouro em obras dirija-se a
Francisco Xavier das Chagas no atierro dos
ajTugados.
S- O Sr. Jo9 Antonio Pessoa de Mello ,
ou quetn as suas vezes 6zer haja de declatar a
sua residencia ou dirija-se a ra da Floren-
tina casa 1). i3.
SIS Aluga-seo segundo andar da quinta
casa do lado direito da ra do Apolo no porto
das canoas inulto a rejada, com suficientes
commodos para familia, cozinba lora e &c
quem pielender dirija-se ao i. ailar da
mesma.
CF Previne-se ao respcilavel publico, que
as cautellas correspondentes a Lotera do The-
atro, com a firma S. Rcis deve ser o
segundo premio tresentos mil rs. e nao de
(hizontos, cujo engao foi causado pelo pla-
no impresso a vulco que em lugar de tres
cantos de rcis, acba-se exarado ooo,ooo ,
(|uem o nao tiver veja-o na loja do Sur. lio
urgar no bairro do Recife ra da cadeia
quina do heco largo.
'J* O abaixo assignado faz seiente ao res-
peilavcl publico que tendo perdido una or-
dem ou 5 de INcvembro do p p. a pagar pelo Snr
Coronel Francisco Jacinto Cerea, como cons-
ta do annunrio inserido no Diario n. -55 de
i i do rele ido mez de Novembro, declara que
. dita ordem Bca semeffeito visto estar ja em-
bolsado de suu valor. Luiz Antonio de
Abreu.
S- Urna Senbora viuva prope-se abrir
aula do primeiro de Fevereiro em diante para
ensinar meninas a 1er escrever ^contar e
fa/er todas as qualidades de bordados e lava-
rintos, e fazer llores por preco commodo ,
os Sis. Paes de familia que se quiserem utili-
sar de seu presumo dirijao-se a ra do V gario
subrado io no primeiro andar; assim como
veste anjos para procisso e morios
12T consignatario da Barca Bella Per-
nambucana ruga a os Snrs. corregadores de
mandarem os conhecimentos para o arranjo
dos manifiestos da dita Barca visto seguir no
dia i de Fevereiro.
tsy Um rapaz brasileiro de boa conducta
com alguns principios de arilhmelica gram-
matica porlugueza e franceza se offerece
para atildante de escripturaco tanto em casa
de negocio como em algum carlorio, adver-
le-se que se faz lodo o negocio ; quem preci-
sar annunce.
1 preco ; quarta feira vinte nove do correte as
lez horas da manha em ponto no seu arma-
zem do Forte do mattos.
ssy Que fazem L. G. Ferreira & Mansfield
por intervencao do Corretor Oliveira de um
completo sorlimento de fazendas inglezas ,
americanas, e da india em perfeito estado ,
e algumas avariadas sexta feira H i do cor-
renle asdez horas da manha no seu arma-
zem da ra da Conceico.
Compras
ssy Un berco de Jacaranda em bom uzo ;
nesta Typografia se dir.
Of Um preta moca de bonita figura que
seja perita engommadeira e que saiba co-
zinbar o diario de urna casa ; quem tiver an-
nuncie.
ss^ Um niuieque adino d idade c : 8
que nao tenha vicios nem acha-
a so annos
ques ; nesta Typografia,
Vendas
Cautellas correspondentes a Lotera do
Theatro. contendo premios nfaliveis a pre-
co de quientos ris cada urna 5 nesta Typo-
grafia
tSF" No porto das canoas do Recife onde
lem bois capim de planta a aoo rs. arroba ,
e toma-se freguesia mensal, e annual.
ZZW Superiores e muitonovos charutos da
Cachoeira ltimamente chegados ditos de
Hamburgos c de Iiavana em caixas e a
rclatho ; na ra do Cabug loja do Sur. Ban-
! deira.
H^- Bilhetes da Lotera do Theatro: na
1 ra 1 ireila venda que foi de Jos da Penha 5
assim como cautelas correspondentes aos'mcs-
1 mos. .
G7" Um Lotele \ remos novo e proprio
para algum navio ; em lora de portas a tratar Zas, penles de inarfim de tirar piollio, filas
preto muito esquipador, e cem ceuros espi-
chados e 4ooo ponas de boi ; na padaria da
ra do Peixoto das 5 ponas.
tST Um quarto muito novo ; na ra do
Hospicio na casa que morou o engenheiro
Boyer.
SZT Urna porco de prata velha na ra do
Rangel D 9.
Cf Urna cabra de bonita figura de idade
de ao annos engomma cose e faz todo o
servico de urna casa ; na ra do Uangel D. q
tsg" Um realejo immitando a pianno com
cordas por preco commodo cujo toca com
martelinhos 5* na camboa do Carmo D. 10.
cr Urna canoa aberta, que carrega 700
tijolos ; atraz dos Martirios casa de 3 portas
verdes.
cy Um propriedade no lugar dos Reme-
dios defronte da Igreja com casa nova de
ctenla palmos ue funu curt cmmus .
suficientes com olaria forno e duas ca-
zinhas de taipa, terreno proprio com du-
zeutos e cincoenta palmos defrente e mais de
1000 de fundo, lugar para um grande vivei-
ro ; a tratar na ra do Collegio botica de Cy-
priano Luiz da Paz-, assim como um cavallo
alazio.
tsf Lonas da Russia e tambem outra
qualidade,, que serve para enserados e para
camas de vento em casa de Hermano Me-
hrtens na ra da Crnz D. ti.
tsr Ja palmos de trra e ii5 de fundo ,
no lugar dos Coelhos logo na frente da rin,
o lugar he o melhor possivel para se edificar
urna casa por ser ao p do desembarque ; a
fallar na trempe por cima da aula publica.
*? SZT Rap da Babia dito do Yare ao, dilo
do Lima cl issen de primeara sorte dito
Imperial em caixinhas de duas libras tinta
de escrever em potes a lo dita encarnada a
2o, pents de tartaruga de travessa ditos
de massa ricas tesourinhas de unba. ingle-
com Francisco Eusebio de Faria.
SS>~ Superiores bichas pretas chegadas l-
timamente de porlugal, cotidecas grandes e
pequeas peneirasde rame urna banda de
seda para ollicial, ulcatro da necia em bar-
riz ou a caadas ludo por preco commodo :
na ra estreila do Rozario D 7.
de garra de todas as larguras e qualida-
des bicos deludi de todas as larguras ri-
cos adere os de (ilagra pretos brincos, e ro-
zlas dita, escovasde denles finas ditas or-
dinarias burzeguins rance/es para senbora ,
e galochas ditas para homem sinteiros de
courode lustro com fivella fitas para sintei-
SSJ- Taboado de pinho da Suecia de todas 10 de meninos cautellas da Lotera do Thea-
as bitolas 5 no forte do mattos na preaca de j tro que correa 19 de Fevereiro a 5oo ris,
Pedro Francisco de Mello ou no armazem
de assucar de Jos Antonio Silva Yianna.
Avisos Martimos.
PARA IIAMBURGO a muito yeleira
barca ingleza Malhew Plummer, de primeira
classe (Al) novamente forrada de cobre, com
a maior parle da carga prompta ; trata-se com
o Consignatario Joo Slewart N. 55, ruada
Cruz.
PABA O CEARA' e Acarac a bem conhe-
cida e velleira Sumaca Feliz Americana nao
he forrada de coLre e nem de carreira ; mas
de inteiro crdito e sabe com brevdade pos-
sivel ; quem quiser carregar dirja-&e a *Ja-
ncel Joaquim Pedro da Costa, na ra da ca-
deia ni.
PARAOASSU'o Brigue Escuna Rainha
des Aujos sabe no dia dous de Fevereiro ,
recebe carga e passageiros; a tratar con o mes-
tre a bordo defronte do trapiche novo
JL e i 1 a, o
Que fazem Crabtree Hey worlh & C.
por iHtervenco do Corretor Oveira, de urna
Ljrco de chitas mcias gangas azues al-
5cH5nsnhos, lencos avanados, por contarle
ouem pertencer e de um' bom sorlimento ce
zendaslirnpas, entre ellas um ca.xote de
roupa para rreanca consist.ndo em toucas ,
wstidos e &c. qe se venden, por lodo o
S-v" Urna escrava de nacao de idade de 11
anuos engomma cozinba cose e ensa-
Loa ; defronle do portan de S. Thereza casa
D 8.
j ssy Cauellasda Lotera do Theatro a
' quientos ris ; na praca da Independencia lo-
ja de encadernador n (>.
!L-/* Bichas de muito boa qualidade e
por todo preco em condico; na ra do cabu-
! ga loja do Sr. Bandeira.
C?" Um completo sorlimento de taboado de
pinho da Soecia o mais limpo e alvo que a-
qui tem aparecido e de todas as bitolas de
meia polegada at tres de grossura e de qua-
torze ps de comprido, por precos commodos :
no armazem novo por detraz do Theatro da
parte da mar.
S3~ Um caxorro preto de Terra Nova fa-
moso para agoa ; na ra da alfandega velha
armazem n. j.
^I>> Bolaxa ordinaria para porcos por
preco commodo na ra da Guia em casa do
Henrique dos cavaHos.
tsy Sal do Ass a bordo do Brigue Per-
nainbucano fundiado defronte do trapiche
novo ; a fallar com Manoel Gonsalves Perei-
ra Lima
C7* Cinco casaes de pombos, por preco
comino ; na ra da roda ao p do sobrado De-
cima 'JO.
asr bichas a 320. e se alugaa 160 e tro-
ca-se as que nao pegarem manteiga para
bolacinba e temperos, em barjis a uo ea
15o a libia vinno bom a lo a garrafa, e
em caada 1 tao presuntos a 2 jo a libra e
todos os mais gneros por pre o commodo t na
ra larga do Rozario defronte da Igreja D. 15.
SS7* Charutos da Babia da fabiica de Groz ;
na ruada Cruz n. 5a.
52y Tres duzias de taboas de assoalho de
louro ja serrado: na ra larga do Roiaaio
D. cito.
s^y" O Hiale S. Sebastio. encahado no
forte do mattos ; a tratar eom Manoel Jos
Gonsalves Braga junto ao arco de S. Anto-
nio.
k'j~ Um escravo bastme adino bmla
figura, de idade de ih anuos, com princi-
pios de marcineiro ; na praca da Indepencia
loja 11. ao ou na ra de iiorlas cata da qni-
na do primeiro heco que vai para o Carmo.
SS3T Um negro de nacao de bonita (gura ,
habel para qualquer servico, um cavallo
e bichas pretas ; na praca da Independencia
n. ao.
.MLipf Botins de Lisboa e francezes sapa-
tos de urna c duas solas meios botins ,"ditos
borzeguins de lustro com o peito do p de brim
e de duraque preto sapatos de couro de lus-
tro para homem e senhora ditos de duraque,
setim e marroquim de todas as cores chi-
nellas para homem bolins para meninos,
sapatos para ditos, lavas de pelica para homem
e senhora chapeos de sol de seda bicos de
Iinho lencos de seda fitas de garca chapeo
do chile de copa alta e aba larga ; na praca
da Independencia loja de Jos Antonio da Sil-
va
n. 7,8 e 34.
ET Urna preta de nacao cambinda para
fora da provincia ou para algum engenho ,
cozinha o diario de urna casa lava e laz todo
o mais servico de urna casa } na ra velha ca-
sa D. 16.
Escravos Fugidos
cyFugi o dons escravos do lugar das arei-
as no dia Domingos um de idade de 18 an-
nos. sem barba alguma alto a perna di-
reita mia torta, com urnas martas de feridas,
de norae Joaquim e o outro de nome Fran-
cisco grosso e com barba ; quem os pegar
leve ao dito lugar comarca de Goiana perto do
engenho Tracunhaem.
t2^" Fugiojio dia -ij do corrente um mo-
leque de nome Andr creoulo de idade de
1 > annos gago com urna sicatriz em urna
orelha levou chapeo de.seda de massa preta,
jaquela de sarja de l azul ferrete calcas de
brim listredas colele de sarja de quadros Cor
de caf he natural que elle se encaminbaee
para o lado de Goianna ; quem o pegar sen-
do em Goianna leve ao Sr. Elias Coelho Cin-
tra no engenho pedreira e no Recife na
ra da Florentina ao Dr. Clemente Jos Fer-
reira da Costa ou a Joaquim Coelho Cintra
no atierro da Boa vista por cujas pesso&s ser
bem recompensrdo
tif Desaparecen no dia 11 do corrente urna
preta de nome Roza de nacao benguella ,
alta, bem preta, bonita figura cabecaeolhos
pequeos e um ianio verme!ios anda nao
falla Iiemespinada peitos pequeos e escor-
ridos lem um braco urna hordadura signa!
de sua trra paes iargas, lem una queima-
duraem urna perna ao p do joelho us unbas
dos ps un lano arribiladas para cima, levou
vestido blanco com flores encarnadas ja ruado,
e panno da costa novo; roga-se a os Srs. Sub-
Prefeitos desla e mais comarcas, authordades
policiaes e capules de campo, que aprendao
e levem-a a ra por detraz dos Marliros D. 19
que ser recompensado.
137- No dia 11 do corren le fug i o um negro
de nome Joaquim, d* idade da a5 annos, al-
to magro. e pouca barba levou vestido
camisa e calcas de brim ; quem o pegar leve
a soledade em casa de Joaquim Xavier da
Maa que ser recompensado.
tsy Em 9 do corrente sobre a madruga-
da fugio do sitio da Magdalena ao p do vi-
veiro que foi de Vicente Jos de Brito um
escravo pardo de nome Raimundo levando
vestido camisa e seroula de algodo e chapeo
de seda preto montado em um cavallo russo
cardoclaro, capado, bom eslradeiro, bara-
lliador cora ferro no quarto direito o es-
cravo be alio, seoco uo corpo, ivinto ,
tem bastantes prozas para passiar por forro,
pouca barba sem suissas de idade de 18 a
5o annos pouco mais ou menos, com princi-
pio de sapatero e bom vaqueiro em que foi
criado ; por delitos comedidos foi amarrado
Jom cordas ou reilhos nos bracos os quaes si-
naes ou costuras 3o viziveis ; assim como
sicatrisado por todo corpo quando foi surado ,
a perna direta be secca e grossa na proxi-
midade dos tornozelos, que nao pode pisar em
cheio do calcanhar por solfrer ltimamente
urna irizipelaou gomma da qual ficou cora
varias costuras ; roga-se as authordades po-
liciaes e seus agentes a sua captura fazendo-o
remetler a esta praca na ra da cadeia velhi
a entregar ao vnr. Jos Antonio Bastos, ou
a Joo Jos de Carvalho oracs na Parala-
ba a Jos Luiz ereira Lacena, no Rio Gran-
! de do Norte a Antonio Cerqueira Carvallio ,
' na Villa do Arcealy a seo Snr. Domingos Jos
Pereira Pacheco, de quem recebero indis as
despesas l'eilas alera de serem recompensa-
dos.
S25" o da 15 do corrente fugio um mo-
le.|uedenome Felippe de idade de ;i an-
nos olhos ecabeco grande, no lado do q'uei-
xo tem urna barroca, e um denle por cima de
outro corpo secco, canellas comprdas e fi-
nas mos delicadas e poucO entende a
falla ; quemo pegar leve a 111a da palma na
primeira casa do lado esquerdo que sera re-
compensado.
SS* Boga-se as authordades policiaes e ca
pitaes de campo apprehencao de um escravo
de nome Pedro Lauque olfcial de sapateiro ,
alto secco rosto comprido, anda por esta
Cidade e pela de Olnda inculcando-sede for-
ro ; quemo pegar leve a Manuel Jos Gon*-
salves Braga junto ao arco de S. Antonio ou
a seu Sr. Caetano Francisco de Barros Wan-
derley no engenho cachoeira de Serinhaem,
que receber fio,000 de gratifica cao.
t^" Roga-se a os Snrs. Sub-Prefeitos e"
mais authordades desla e mais comarcas,
pessoas particulares que souberem ou virem
urna negra de nome Josefa ( seno mudou do
nome ) de idade de 34 annos, altura regular,
secca do corpo cor fulla nariz chato com
urna marca de ferro de sua trra em cima ,-
um dedo grande alejado em urna das raaos, ps-
pequeos costuma intilular-se por forra.
quema pegar leve ao atierro da Boa vista n;.
4 que receber 10,000 de gratifica ao.
%ST Fugio no da 17 do corrente ao Major
Jos Mara lldeffonso Jacome da Veiga Pessoa
um seu escravo creoulo de nome Antonio, cor.
fulla de idade de jo annos muito ladino-,,
baxo, reforcado do corpo rosto compriio ,
lem falta de dentes na frente levou vestido-
camisa de estopa, calcas de algodo ja ruada;
roga-se a quera o pegar leve ao sobrado de
dous andares na ra dos \ cantos da Boa vista
que ser bem recompensado.
tri\o dia 15 do correle fugio urna escrava
de norae Patricia creoula de idade de 'ja
annos mu bem parecida estatura regular,
cheia do corpo levou vestido de chita desbo-
tada saia preta, consta andar em fora de
portas no bairro do Recife e ltimamente
ter-se embarcado para Olinda ; quem a pegar
leve a ra de Horias sobrado D. 4 5 qne ser-
recompensado
ST Desaparece nos prmeiros das do cor-
rente um preto de nome Francisco Angola, al-
to corpo regular, de idade de 4 annos, cor
preta com todos os dentes, pouca barba ,-
falla sofrivelmente, canelas secca e compr-
das ps regulares ar um tanto ombrio e
manco as suas fallas e acoens levou cami-
sa e calcas brancas colete de fusto e cha-
peo de palha 5 quem o pegar leve a casa do
depositario geral que ser recompensado.
,'il.CI F i: N \ TYP. DE M. F. DE F. tifo*


Full Text
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