Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:04000


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Full Text
7

i, "
ANNO DE 1840. S4BRADO
Tudo agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera-
eo, e energa : continuemos como principiamos e seremos aponladoc
cora admirarlo entre as Mares mas cultas.
Proclamaco da Asstmblta Geral do liratil.
n i | 6 Q
Suhscreve-se para esta follia a 3j?ooo por quartel papos ndiantados
nesia Typografia, ra das Cruzes 1). 5, enaPraca da Independencia
ns. $7 e 38, onde se iccebem correspondencias Icpalisadns, eannuucios,
insiriiuto-se estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e viudos assig-
qnados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parahiha e Villas desua pretendi...................\
Dita do Ro tirando do Rorle, e Villas dem...............: g Sex|a, p .
Dita da Fortaleza e \ illas dem..........................I
Villa Ce Goianna................................../
Cidade de Olinda..................................Todos os dias.
Villa HoS. Auto..................................Quintas leiras.
Dita deGaranlnins e 'ovoaco do bonito.....................Das lo, e 94 dcada mcr.
Ditas do Cabo, Serinhaeni, llio Formozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e 11 dito dito
Cidade das Alacoas, e Villa de Macei.........................dem Jdem
Villa de Paja de Flores.................................dem i\ dito dito.
Todos os Correios parlem uo rucio dia.

)
'<
ni: Janeiro, Numero 20.
CAMBIOS.
Janfiro. ?3.
Londres...... '">> i|ia 3> por Ifooa corl.
I.ilboo....... *u (>or o/O premio, por inciaioflertcidOj
Fianc.a.......Kp rei per franco.
ho de Janeiro ao por.
(JURO Rfoedas do BJtoo rs Vellias iJ*oo '..-.. i
, Dias ,, ,, Mova i4#rioo .. <
Ditas de ^ftio-i ra., aj/ooo a
Plt'TA
-- Patac >e< Brstloiroi -----------
iPesos Columnaroi-------
Ditos Mexicanos-------------------
1
i li'i a
l 5 10 1
Pre.nios das l.rlras, por mez I i/ri a 1 ip poi 100
ijjjho
1
X
oloeila de cobre 'i a i.or 100.de disc.
Dias da Semana.
10 Secunda 5. Sclnstio M.- --------- Sess'o da Thei r and, do J, de D. da i \
11 Terra ----- S. Iguei V. M.-------------- Rellaco e and. rio I. de I) da r. v. mar.
ti Quarta S. Vicente M.---------...__ Sesso ila Thezoui ari 1
i'j -J nta-------Os Desposorios de N. S. RelacSo e Aud. do i, de D. da 1, nn de ni
?4 Sexta ----- N. S. da Paz.--------------------Sea. .n Tlicz. e aud. do .1. de D. da t. >,
95 Sabbado ConvcrsSo de S. Paulo. ----- Hel. e aud. do J. de D da 3. v.
j i'oitiingo o. Poiica no M. -------
Mire cheia para a da 25 de Janeiro.
A horas e 18 minutos da tarde As 9 horas e Vi minutos da manh.
t- -T- -..'. o
'

PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 20 do correnle.
Officio Ao Inspector da Thesouraria
da Fazenda, para informar quanlo se tem des-
pendido no correrste anno financeiro,da quan-
tia consignada pelo Governo Imperial para
concert de Fortalezas.
Dito Ao Inspector da Thezouraria das
Rendas Provinciaes para adiantar ao Com-
mandanle Geral do Corpo de Polica quatro
mezes de sold para o Destacamento Policial da
Comarca da Boa-vista, vista adeficuldade que
liaem ser abonado mensalmente pela gran-
de distancia que separa aquella Comarca desla
Capital.
Dito ~ AoCommandante Geral do Corpo
de Polica, communicando-lhc o conteudo no
precedente officio.
Dito Ao Inspector Geral das obras Pu-
blicas, communicando-lhe, que a Presidencia
por despacho de 14 do correnle roncedeo
Joao de Carvalho I aes de Andrade arrema-
tante do primeiro lanqo da estrada de Santo
Antao a prorogacao de seis mezes para acabar
a sita empreza fcando porem obrigado ao
pagamento da multa a que se sugeitou pe-
lo contracto no caso de nao concluir a obra
dendro deste novo prazo.
Dito Ao Administrador Fiscal das O-
bras Publicas, para fazer por adisposicao do
Commandante da Fortaleza do Buraco um
calceta afim de ser em pregado no ser vico in-
terno da dita fortaleza,
I ito Ao Commandante das Armas, com-
municando-lhe aexpedico da ordem supra.
Dito Ao Commandante do Brigue de
Guerra Constanca ordenando-lhe que faca
desembarcar o Subdito Porluguez Antonio
Ferreira Goncalves que lora recrutado para
a marinba c se acba abordo do Brigue do seo
Commando.
dem do dia ai.
Officio Ao Inspector da Tbesourararia
das lleudas l'rovinciaos enviando-lhe urna
copia da aviliarao das elapes, forragens para
a tropa de prinuira linba desta Provincia no
semestre de Janeiro a Jnnbo do correnle an-
uo.
Dito Ao mesmo significando-lbe que
tendo o Reverendo Vigario da Freguesa do
Altinbo partecipado que anda ll.e nao fora
entregue a quantia de um cont de res con-
signada para os concertos da Capel la de sua
Igreja Matriz, c que dessa falla de pagamento
resulta grande damno as obras que na mesma
forao j principiadas ; lbe ordena que mande
entregar a referida importancia a pessoa que
se mostrar legalmentfe auctorisada para rece-
bel-a.
Dito Ao Reverendo Vigario da Fregue-
zia do Altinbo, communicando-lheo conteudo
' W precedente officio.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recifc signfieando-
Ibe, que tendo-se admittdo nesta Provincia
a pralica de alistarem e qualicarem em qual
quer poca dn anno os Commandandaules dos
Cor|)os da Guarda Nacional aos Ctdadaos, que
esto tas circunstancias de sorvir na mesma
Guarda Nacional, contra o dsposto no arli-
f,o 16 da Eei de 18 de Agosto de i83i, que
tto foi revogada por outra desposic.o poste-
rior e tendo prvido deste abuzo inconveni-
entes ao servico publico, os qttaes cumpre
evitar antes que se tornera maiores e mais
damnosos ; Ihe ordena que expeca asnecessa-
rias communicaces aos Coronis Cbefes das
Legiocs, para que os Commandantes dos Cor-
pos noalistem ou qualifiquem para estes,
Cidadaos alguns se n:To no mez de Janeiro de
cada anno salvo se por ventura algum Cor-
po for creado porque em tal caso o alistamento
equalificacao dever ter lugar immediamen-
te.
Iguaes officios lorao expedidos aos demais
Commandantes Superiores Cbefes de Legi-
5es e Commandantes das Guardas Nacionaes
da Provincia.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica, para mandar despedir do desta-
camento emque ora se acba o G'iarda Nacio-
nal do liatalbao de Mttribeca Joaquim Pedro
Baptista.
Dito Ao Coronel Cbefe da Legio da
Guarda Nacional do Cabo Communicando-
a expedicro da ordem supra
Dito Ao Aminstrador Fiscal das obras
Publicas para reraetter com a possivel bre-
vdade um mappa demonstrativo do rendt-
mento das Barreirns das Pontes dos Carva-
Ihos e Magdalena em cada um dos meses do
anno prximo findo declarando ao mes-
mo tempo as especies de animaes c carros
que transitarao pelas mesmas pontes, e pa-
garo o imposto das mesmas Barren as
Dito A (amara Municipal dt* Serin ba-
cn significando-lbe que nao tendo a mes-
ma Cmara remetido Presidencia ate o pre-
sente as contas documentadas de sua Recei-
ta, edespeza durante o anno findo e o or-
camento de huma e outra para o correte,
conforme determina o artigo io da Lei Pro-
vincial numero 79, e havendo ncorrido por
esta ommisso taodamnosa ao servico Publi-
co na multa de cincoenta a cento c aumen-
ta mil reis regulada segundo o valor das
rasoes que allegar em sua defeca; lbe orde-
na, que declare com a maor brevidade pos-
sivel os motivos que teve para assim obrar o
remella na mesma occasiSo os balamos e or-
cimentos cima mencionados, afim de que so-
po presentados ; Assemblea Legislativa ,
na sua primeira reunio
Iguaes offic os forao dirigidos s Cmaras
Municipaes do Rio Formozo Cabo, lo:ti.
e Nazaretl
Di versas Reparticoens.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
A Pauta be a mesma do numero a6.1
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma don. 7.
PREFEITUUA.
PARTE DO DIA 1$.
lllio.e Exm. Snr. Consta somer.te das
parles boje icueuidas que iui.iu pr6Z03 iOiierr
minba ordem os individuos seguintes :
Antonia Mara da Conceico parda pela
Palmilla do distrito do Corpo Santo por bri-
ga, Joaquim tambem pardo escravo de
Jos Raimundo da Silva pelo Sub-Prefelo da
I 'regueia do Rccife por embriaguez e de-
sordem ; e Manoel Antonio de Lima, tam-
bem pardo pelo Sb-Pre/eito do Poco por
ter espancado asna mulber e querer ofln-
der com urna espingarda a um moco que o
peiiendeo acommodar fujos presos liverao
o competente destino.
NOTICIAS SCIENTIFICAS.
Descoberla de bum bosque subterrneo.
la pouco tempo que ao fazer huma ex-
cavaco [>ara bum grande tanque no dislr-
cto de South Stokton ( Inglaterra ) se des-
cubri bum grande bosque subterrneo. Qua-
si todas as arvores que o compocm sao carva-
Ihos a maior parte mu corpulentos e cu-
ja madeira se vende mui bem para constru-
ceo. Examinado aquello bosque pelo Dr.
Young e varios amigos seus cnconlraro
bum carvalbo partido pelo meio o que ne-
eessariamenle se deveria verificar antes que o
bosque iouvesse ficado coherto pela trra. O
citado Dr sttppe que este bosque devia se-
conbecido dos soldados romanos que prova-
velmcnte tiravo del le os troncos das arvores
que empregavo na construccao dos caminhos.
O certo be que a mao do bomem tocou ac|itel-
las arvores o que pode subministrar mate-
ria para as investigaces dos historiadores e
geolgicos.
As Poesias do Re do Baviera.
O ro do Baviera acaba de publicar o tomo
3 de suas poesas o qual se acba j; ; ven-
da em Munich junto com os dous anteriores ,
que conten ncrlo de 3,000 paginas : o pro-
ducto da venda est destinado para o instituto
dos cegos de Munich. Ignora-se o mrito
Iliterario que podem ter e o genero a que per-
tencem as poesas de S. M. o re de Baviera ,
aimla que he regular sejao do genero mystico ,
so bouvernios de julgar pela exaltacfo religio-
sa da quellemonarcua que parce ser pre-
sentemente o filho querido da corle de Roma.
Mctallurgia.No anno de i8i.{ acbou-
se as miiias de Kongsberg ( em Noruega )
bum pedaco de prata que be lalve/. o maior
queeni nossos lempos se tem valo, nao s
naquelle paix mas em todo o mundo. Pe-
ava 1,\'\$ marcos de prata pura. As minas
de Kongsberg derao nos pi imeiros seis me-
zes desse anno, 3,&i5 ntarcosde prata pura
na fundcao. O producto dos 5 me/cs antece-
dentes montava a 8,6i6 marcos, la/.endo as-
sim n bum anno a espantosa porco de i,i5i
manos de prata arrancada das cntranhas da
tena tiestas minas.
NOTICIAS INDSTRIAES.
Receita para impar prefeitamente os mar-
mores e porcelanas.Preparar-sc-ha bum
banho com posto de huma parte de acido n-
trico (agua lorte je de cincoenta partes de
agua. $p o objecto fr pouco volumoso bas-
Ur iiielie-10 no banio e quasi no mesmo
instante sabir. prefeitamente limpo sem que
sej necessario senao horril'a-lo com agua pu-
ra c Ira e po-io onde nao esteja exposto .
pocira. Com esta receita se tem dado o sen
mitigo valora obras de grandissimo cusi.
Modos de restabeleeor o brilbo dos vidros
embaciadoi pelo lempo ou por outra causa.
Limpose perfeitaqaente as vidracas copos a
crystaes quer com binn pouco de er desfeito
em vinagra diluido em agua e esfregando
depotscom bum ou mutos pannos quereom
biins pedacinho de maca raneta pe lados
etodelgados que a frcelo os possa fcilmen-
te redu/.ir a polpa.
Remedio para tirar nodoas da seda II1
bum meio lao simples como elHcaz para tirar
as nodoas de gordura de qualquer fa;cirla de
seda. Pulverisa-se a mancha com magnesia
em p apenas ella se descobro : o ell'eito he
to instantneo como satisfactorio.
Bolas impermeaves Os pescadores da
Nova-Inf.laterra gabem tornar impermeavel
o calcado pelo seguinle melbodo, que clles
conhecem segundo se diz ha mais de cem
anuos. Poem a ferver mcia caada de oleo
de liuhaca obra de meia libra de sebo do
carneiro seis oneas de cera branca e quatro
oncas de resina. Esto mixto da-se as bolas c
sapatos novos anda quente mas nao tanto
que queime o cottro. Estendese bem com
huma escora ; c tem esta graxa a virtude de
deixar o couro tao masio como dantcs. Os
pescadore" podem estar lloras e horas medidos
na agua sem que Ibes ehegue aos |m;s a me-
nor htimidade em tendo calcadas bolas as-
sim preparadas.
Nova machina para fiar.
Os peridicos franceses annunciao que Juina
Anglo-Americano M. F. Dowling ir.ven-
tou huma machina para fabricar pao sem ser
preciso fiar nem tecer a la BCfCSCentondo
que na Blgica se lbe conceden bum privile-
gio para a importacao da dita machina a
qual est calculada que dar em doze horas
00 varas de panno de J(> polegadas de largo.
( Do Jornal do Commercio.)
TURQUA.
Ceremonia da entrada do lo?en Sultlo na
Paro imperial
A sultana Valid qoerendo dar a familia
dos Snrs. Du (Franeeses), administradores
da Casa da moeda, bum brilh inte testemunho
de estima fez a honra ssenlioras desta fa-
milia de asconvidar ao paco imperial, para
assistirem entrada deseu filho como sul-
tn, na habitaco dos scu9 antepassados.
Estas senhoras transportaro-se ali noses-
calleres particulares da sultana e foro re-
cebidas com huma benevolencia rara entre
os Turcos para com os Cbrstaos quando se-
us subditos
Desdeolimiar do Gyneco at a sala prin-
cipal eslava o sobrado coherto de ricos esto-
fosde brocado e de magnficos diales de ca-
chemira que pisou o joven padich dos Ot-
lomanos para ir assenlar-se em huma ca-
deira recamada do perolas de ruhis, de esme-
ralda e de diamantes.
Entrou depois Valid que invocands a
Dos den a bencao materna ao seu augusto
e* 1 %
nio.
Seguio-se a sultana Isma lia do Sullao,
que llic olfereceu huma linda escrava.
() snltu luualfOUifl inuilo satiseitr do
domdesualia, efe sentar aquella menina
junto a si, n'huma cadeira to rica como ^
sua uas ecerataa se prostarao huma de--*.^


V
2
DIARIO
Y) F,
PERNAMRUCO
*m
f
V
t.
pois de oulra, e beijaro o pedo sullao. Du-; todo ocnte.fraeo destinado a viver em socie-
' dade cot oulros entes lofraco9 como elle
O homem tao grande pela sua inleUi ,enria,
la ule esta ceremenia mocas ctrcassianas es-
paiavr.o manchetas de pecas de ouro com tul
irofuso que j nao se poilin andar na sa-
a, equeojps psrorregando eslavo cober-
tos de pecas at o lornozeloj
Qnando todas as'Xellas rerlozas do harem
imperial acebal o de rende o seu tributo de
honagem aosulfJo, s senhoras Dui iberio
como ellas 5 e por civilidade, quracro tam-
bera heijar os ps da minina destinada eom-
panbeira o Sullao a qnal levanton-se, t
qiiiz oppor-se a este.acto de respeito 5 mas-
como a sultana Valid lbe delerminou que
vecebesse as liomena;ens das sen horas Duz,
ejue II.e cro devidas na qnalidade desnl-
taoa ella eedeu com huma teniidez e aca-
nhameno que fizeio que se sorrisse o grao-
sen hor.
Antes dse despedirem da sultana Valid,
recebero as senhoras Duz huma salva de pra-
ta dourada sobre a qual eslavo seis (or-
mosas tacas de ouro lavrado era vejadas de
brilbantes e huma rica hcela de perfumas,
igualmente de piala dourada Valid deu
fia', eesteapoio, deque elle lauto necessite mos os aecusadores e jui/.es de nossossemilhan-
para si mrsino, e sem o qne s aparererio tes; nos os citamos com arrogancia a compa-
pa
sobre a Ierra perlubacoes e dissensoes. E
rom efferlo pela proscripeo destas doce e
conciliadoras virtudes que por espaco de
tantos secutas se lem mais 011 menos,
cairadoo opprobrio e a desgraca da hunia-
nidade ; e nao esperemos que sem ellas
se posso rcslabelecer entre nos o repouso e
a prosperidade.
Sao militas certamen!* as fon les donde
emanan as nossas discordias: nos somos mui
fecundos nenie venero: mas, como princi-
palmente era materia de senlimento e de
rcligio que triitmplio com maior impe-
rio, c dos direilos os mais especiosos os pre-
|tiizos destruidores tambera para comha-
lel-os que se destina este artigo. Estabele-
ceremos primeiro, sobre principios os mais
tambem de presente acoda huma das mes- evidentes, a juslica e a necessidade da to-
mas seuheras muis deoitenta con los en pe- lerancia' ; c traca remos sobre estes princi-
cas de ouro, recomniendando-lhes que as pos os deveres dos principes e dos solicra-
guardassem cora cuidado por tereut hum
grande valor histrico, visto que forao cu
nhadas em memoria da subida de seu filho
ao trono.
Imagine-se o etTeito mgico dessa reoniao
de luxo e de beleza. e a -iliucinaco que pode
produzir esta pompa oriental dentro do harem
imperial, en I Fe o ouro e os brilbantes e no
meio dos mais preciosos thesouros da circassia
O autor de Mi] e lumia noiles vio sem duvida
sienas destas, e Coi provavelmenle o interpre-
te das phantasticas realidades que preseueiou
(Nacional)
Discussoes entre o Harn e o Divau,
A folba ingleza Courer publica a seguinte
''arta de Conslanlinopki com data de uS de
Setembiot
' O liaren e o divn esto em guerra aber-
ta. A sultana Valid c o islamismo com
todas as suas paixes e preconceilos esio
revoltados contra Kosrew-Pach e as poten-
cias christs. I'e ambos os lados procura-se
dominar ao sullao e he assas provavel que
as mulheres e os ulemas vencero o grao-vi-
sir. O Sheik-el-Islam .sustenta a sultana
Valid. As reformas co sullao Mahmoud
nunca penetrarlo no harem ; e bem que a
influencia das mulheres nao se faca ainda
sentir as relaces exteriores ella vai cres-
cendo todos os dias. J, no que diz respeito
ao interior obliverao a revogaco de mui-
tos regulamenlos feilos por Mahmoud, As
sen horas turcas nao potlem comprehender a
conveniencia de confiar as ponencias euro-
i)eas a direciao dos negocios do islamismo ;
elamo altamente contra semclhante poltica,
e grande parte dos Turcos partilho es9a opi-
nto. Portanlo, acreila-se geralmente que
Koskw nao tardar a deixar huma posico
que lbe atrae a animadverso dos musulma-
nos
" A sultana Valid continua activamente na
sua correspondencia confidencial com Mehe-
met-Aly, a quem protesta que os Musulma-
nes o eonsidero como o salvador do Islamis-
mo. Kcom elleilo, o pacha do '-gyplo tcm
aqni hum partido consideravel; e se os Tur-
cos podessem faser sua vonlade, em breve con-
cluiran com elle hum arranjo amigavel. Em
Constanlinopla nao ha se nao dous partidos
verdadeiramente fortes e permanentes. O
partido turco dse ja a allianeadeMehemet-Aly
porque este he musulmano conquistador ,
senhor dascidades santas em huma pa-
lavra porque a estrella do pacha he bri-
lhante- O partido rnsso, cujo che-
le lie Kosrew, considera o Czar como poden-
do e querendo nico proteger o imperio no
momento do perigo. O partido inglez, ou an-
tes o partido francez, nao he mais que huma
fraccao que de vez em quanlo se rel'orca com
os desertores dos outros partidos. A mi do
sullao tem mais influencia do que se pensa ,
e ella tcm declarado varias vezes que temo
viee-ei do Egypto por amigode seu lilbo. O
sullao nao tem vonlade propria, Kusrew-
Pach e Ueza-Pacli forcejo por comba-
ter a influencia que Valid exerce sobre el-
le Lllimamente, Kosrer esleve para ser
ssas*tiad mas como tem boa polio*
baldou fcilmente as tentativas dos conspira-
dores. ( Despertador.)
nos. Que triste nao a obrigacw daquelle,
que tem a obrigaco de provar aos homens
verdades tao claras e tao interessantes Mas
se ha bomens que cerro os o!los eviden-
cia eocoraco a bumauidade poderemos
nos guardar um laxo e criminoso silencio ?
Nao ; qualquer que se ja o sucesso desta ubra,
ousamos no menos reclamar osdireilos da jus-
tica e da humanidade e tenamos ainda
arrancar ao fantico seu ptinbal e ao supers-
ticioso sua venda.
recer em nosso proprio tribunal e exercemos
solire elles sentimentos da mais odiosa nuuiai-
cao e como se nos fossemos inlalliveis
n erro nao podo encontrar graca a nossos o-
Ihos. Entrp tanto que con a mais pcrdoavel ;
logo que este erro involuntario e (|iw S'
nos olferere deiiai de ? As homenagens q,ue Ihe rendemos
nao : propria verdado <|ue nos queremos
dirigil-as? Se nos dirigimos a qualquer
homem os nossos respeito, e geftuflex8e9 ,
pensando, que o ar.inmos a nm principe por
ventura este engao deviria enflraguecer o
nosso mrito para com esse principe. qB
perrarramos honrar pois que elle v em nos
o mesmo designio a mesma rectidao, que
na.pielles que melhor instruidos se drigis-
sem sua propria pessoa ? No^ conl.eeo ra-
ciocinio mais vigoroso contra a 'intolerancia
nao se adopla o erro como erro 5 podemos as
vezes iferseverar no erro de proposito por mo-
tivos de inferes*! e en'ao que somos cul-
pados. Mas nao concebo, porque rasao se
pode exprobar quelleque se en .ana de boa
f ; que toma*o falso pelo verdadeiro sem
que possa ser acensado de malicia 011 negli-
gencia ; que se deixa deslumhrar por um so-
phisma e nao sent a torca do raeiocionio ,
que o combate Se ha falla de raciocinio e
de penctracao nao o" islo de que se trata ;
Quem pode pos sem dor e indignaea>, | ruple me apresentasse pedindo a S. Ene Rm.,
ver, que a rasao mesmo que dever-nos-ia que fizesse possiveis c impossiveis para evitar
mover indulgencia e humanidade a mai huma prolauaiao publica dos mysleno*
ao mesmo lempo tao limitado por seuserros, insumeiencia de nossas Inze e a diversidade de nossa Religiao dire o que me occorre so-
e por suaspai\5es, que se lbe nao pode ins- de opinies sei.ao precisamente o que nos breo caso.
pirar a favor dos oulros homens esta "toleran- divide com maior furor! Nos nos constitu j Pela historia dos Thentros na Europa sbe-
se que a ir;e dramtica lez o seo tirocinio pela)
lepiesentacao dos mystrrios da Rfligio es-
pecialmente da parle dquelle da I'cdempcao,
i|ue mais se presta va ao goslo liagifo do tem-
iio : essas pecas que se ebamavao autos -
erao ebeias de irreverencias obscenas pro-
la na cues revolt; nirs que a gnoranchi dos es-
pcciadoicscactores porfe escwr silemijae"
riido quanto bavia de mais d'slinelo aueloi isa-
xa pela sin p'reswi a o insulto leilo Heligio,
que naque)(es tempos ainila euthusiasmava os-
Crentes. Mas j loporcao /pie a civilisaco
loi ganbando terreno contra a'ignorap.cia si
a Re i 'ro nao f mais enthusiastas tambem
i/;i;, sen io de objeclo aos entreine/es e os po-
etas cuhecera que os viiios dos homens
preslavao-se melhor em lodos os sentidos ao
ridiculo e ha esqueridos anuos qwv a lepre-
sentaeo dos aulos desapareeeo da arena e
somenlo en algum par/, menos civil sado se
viu ainda ha pimco lempo e^ses aulus impres-
sos ; mas nao representados
Eunaosou Sis Jledarlores, daquelles que
entendem que dorante a qBaresmo t-e nao de -
ve abrir o llieatro nem se i como o homem de
bom senso e boa f religioso o mais (pie be
possivel possa adiar implicancia entre o cum
primenlo 'o prectilo quaiesmal e as represen-
taiOes ibealraes por mais rigorista que eu
forceje por serentendo, que o Chiisl.10 ou
nunca de e ir aoThealro ou jmileirem to-
do o lempo huma vez que elie nao estjueea
os seos deeres pelos pra/.eies ; porque quaes-
quer que estes sejao a accn be igualmente m.
.les, e com ludo mui lavoravel toleran- dem ser imputado, se nao qnando n el les o Mutto menos m dos que pensa quepobm
a' que, nao leudo a rasao humana a I10sso coraco tem parle. O que Paz a es-i tomar u 11 ao llieatro no lempo da qua-
aedida precisa c determinada aquillo que senca do crime, a ntencSo directa de oorar rea 1 so porque hum desave.-ouhado que
o homem nao criminoso por ser de pouca
Entro na materia com a reflexao mui sin>- capacidade eos erros do espirito nos nao po-
ples ,
cia
medula preci__
evidente para nm niuilas vezes obscu- contra suas luzes de fazer o que se conhece me deve divertir, se hade chamar S gene-
ro paraoutro; a evidencia nao como se serum mal. de ceder s paives injustas, e (,lcl S Hermenegildo-, porque huma
sabe, mais, que a qualidade relativa, que de perlubar de proposito as bis da ordem descarada ve.n namorai a siena sob o nonie de
pdenrovir onda luz, com que vemos os asqueos sao conhecidas ; rm a palavra s Cecilia ou> halrel. O que eu enlendo (e
objectos ou da relacao que ha enlre elles t0(]a a moralidade de nossas accoes est na niuilodesejo que me convencuo de ei 10 nesie
e nossosorgos: ou de oulra qualquer causa; consciencia no motivo, que nos lar. obrar ponto) he .,uesi ba peceado em fiequeirlar o
d
donde se segu q'ninguem tem direilo dedar Quem sois vos para dar o vosso parecer a '"'ej'.es, posepie esses sem duvida o nao eos-
asna razo como regra nem de pretender este respeto, e para enndemnar vossos ir- ltu'"a tolle ai) nao pode ser edificado por hum
sugeilar-se pessea alj-a a suas opini".es. m0g ? Penelraes vos no fundo de sua alma ?, S Anlonio lurandoo pai da loica no llieatro ,
Tanto vale exigir, que cu olhe com os vossos Suas dohras estao ellas patentes a vossos 0-*'oulri,s i'idiculaiias simhantOB que pelo
ora d
prejuisos, os objectos, que nos cerco e precipilaco c aflbule/a ? Por ventura to tlu prolanaco de objectos, que nos merecen
mioutras couzas secretas influem sobre nos- facil marcar com precisan os limites da rerd- W*rto resptlto.
sos juizos eos modifieuo d um modo iniui- do ; deslinguir precisamente o ponto militas Ora aica(ui s os Santos Anjos e oulros
to. O mundo moral ainda mais variado, vezes invisivel, em que illa finaliza e onde pb,ectos de4egunda ordem na gerarebia rtli-
que ophisico-, e os espirito se assimelhao e-erre principia ; determinar o que todo Q giosa tinha sen ido de materia aos nossos tbe-
. K'bem verdade que homem deveadmitlir econceher o que elle! alros 5..u Hnictor do de Pernambuco porm ,
nao pode rejeitar sem i-rim* ? Quem pode coiihecer ainda a s ve/. a natnie/a fnli* \ liante piomelle-nos para a prxima quares-
ma dos espiritas e todas as modifica.oes ,
de que s|o elles susceptiveis? Todos os dias
vem s que nao l. verdade tao clara, que
menos que oscorpos
temos principios communs SoUre os quues
lodos os homens esto de accordo ; mas estes
primeiros principios sao em nuii [leqneuo nu-
mero ; asconsequencias que dellcs se liio ,
vem a ser sempre mais obscuras ; propon o
que ellas dclles se allas'.o como essas a-uas, nao experimente contiadicgotns ; nao ha ss-
que quanto mais se aparlao.de sua nasceti- lema, a que se nao possa oppor obje oes ,
le, mais se turvo. Desde enlo os senli- e as vezes lo fortes como as rases que as
mentos se dividem ft sao tar.lo mais arbi- defendem. U que simples e evidente pa-
trarios quanto cada um ahi poe do seu ra um parece falso e incomprebeiisivel a
e encontra resultados mais particulares A oulro : o 110.1 c nao provem s<> de seos diversos
derrota ao principio nao to senslvel; mas graos de luzes, mas tambem da differen'ca
logo quanto mais marchamos mais nos de- mesmo dos espiritos pois observa-s.e nos ge-
seneaminbamos c mais nos dividimos; mil nios mais sublimes a mesma variedade de o-
caminhos sao os que nos conduzem ao erro ; pinies e eerlamenle maior enlre elles, que
mas o que nos conduz verdade um so : no vulgo.
feliz do que acerta com este eaminho Cada .Mas, sem nos demorarmos com eslas gene-
qualse lisonjea de seu partido sem que pos- ralidades entremos em Iguns delalhes ; e
sa persuadil-o aos ouiros ; porem se ueste como a verdade algas vezes se eslabelere me-
conflilo de opinies impossivel erminar Ibor por meio de seu contrario v do que ar-
MOR AL.
Tolerancia.
jl 'tolerancia* em geral, a virlude de i s
nossas dilTerencas e ficarmos de accordo so-
bre lantos pontos delicados saibamos ao me-
nos reconciliar-nos e unir-nos por principi-
os universaes de "tolerancia', e de humani-
dade, pois que nossos sentimeuios nos divi-
den e o podemos ser unnimes. Que
eousa mais natural que suppurtarmo-nos mu-
tuamente e dizermos a nos mesmos com lau-
ta verdade como justica : lorque aquelie,
que se engaria dei'xar de me ser caro r" Nao
loi sempre o erro a triste parlilha da huma-
nidade i'' Quantas ve/es tenho eu pensado ver
a verdade -, onde ao denois tenho encontra-
do a falsidade f Quants ezes tenho eu con-
demnado ideias que lem sido ao depois adop-
tadas por mim mesmo ? Ah Nao se pode du-
vidar, que eu tenbo adquerido o direito de
desionfiar de mim mesmo e por isto ja mais
aborrecerei a met irmo; porque elle nao pen-
gumenljidodireelamente se moslrarmos em
poucas palavras a inuliiiilade a injusli a e
funestas consecuencias da intolerancia te-
lemos certametilv provado a jusiiija e a ne-
cessidade da virtude que lbe opposla.
^Conlinuar-se-.)
Cor responde n eias
Srs. Redactores
Acabo de ler o artigo publicado no seo Ida-
no de boje sob o titulo Soeiedade Thea-
iral e por mais que o meo acaniamenlo e
inopia me aeonselhem a sofrer em silencio .
nao pude por esta vez resistir tcilaco ou
antes minba justa indignaco. E para
que se me nao taxe de leviano si eu ex ab- represenlacoe* das ixiesiaslica,
ma invadir territorio ba mue respeitadu : as'
prolanaoes di-sta vez devem atacar o msci-
niento de Je/us i hristq, e a adorayo dos
v:agos; eisledevfl ser leito impunemente.
Ku si i i|ue o Ijieclor doThealio se hade des-
culpar cum os presepios argumentando que
huma vez que as rastoras vestidas de caLi-
li das a moderna Sinn-o vellido de pastor
e soldadus \louios por Hebreos e liorna nos po-
den impunemente insultar os mysterios da
Heligio, e blasfemar a bel prazer ; tambem
a sua cmpanhta o pode visto que huns e ou-
tros lem iguaes direitos. A.as nao be com u
I.'iredor do Thealro que m'eu quero entender.
Temj o e mais que tempe era de acabar com os
piesepios, lolganca popular s em Pernam-
buco existente entre as Cidadea de primeira
oideiiido lirazil qoando tanto se nos melle'
caa o iniremenlo de civilisaco da nossa Ci
dadee Piovincia ; mas ninguein ignora quan-
lo he ddhiil acaban cum estes brincos, por
mais que ninguem ignora quamo ches lem de
111 mi 1 dos, e escandalosos. Alas o llieatro nao
est no mismo caso ; o diverlimenlo all loma
cerla calhegoiii pela prisenca das primeiras
autboriduiles do lugar: a Polica tem n'elie
huma influencia duecla eeffioaa e hum des-
acato conifiiellido no thealro he revestido de
ludas as ciicunslancias aggravant**s Por eslas
niesmasrasi;i:s a juiisdiccao espiritual do Or-
dinario que no primeiro caso n.io pode ohra'r
tinao admueslando (he verdade que ie nao d
a este tiabaliio mas nao importa) no sc/miu-
do [jode influir weiamando ; e nao estamos n*
ho|e lo longe de ac la 1 a nossa U*liio cine
leiiliinus lasode temer (|ue ae .iuinorida
des civ ie nao es.uleni com alienado as luslu*
U'iir<'*-iil,iriV'S d;i< { <-i'l<.eiiiciif-j.


DIARIO DE PKRNAMP,l'C
Agora a vista do expendido terminado a
qui por evitar prolixidade, creio, Sis. Re-
dactores que poderci invocar a alten' o de
$ Ex. Rm. sol re o r.nnuncio do Director do
Tl.calro e at a de S. E. o Sr Presidente .
esperando que nao ser; o meo clamor espalha-
tlo no deserte ; para que ao menos seja 'esa
Chrislo resucitado j que seconsenle que se
insulte aos seos Santos; para que os herejes
!llo tenhao mns este ponto fraco por onde nta-
quem a Santiilade de nossa Retalo para que
civilisaco entre nos ande apar do ac la-
mento cousas sagradas : para que em fin
nao tenhamos mais huma vergonha que nos
abata em pre-sen ra dos estr.ingeiros,
Com a publicat-So destas toscas linhas mu i lo
obrigaro Vms. ao
Seu venerador
O L'esabusado
Sis Re iclores
Lendo o n i5 do seu bem coneeiluado Da
TIO nao pude caber cm inirn de indi ;n.i< <>
com a noticie d'existir na Capital do naso Im-
perio cerio francez, cognomnado Sunt-A-
m.mi, que se diz (ora expulso de Franca o
qual comaniiin alia insolencia rediga alio
peridico Corsario E' realmente cousa
pasmosa Srs Redactores qm: na propria
Capital do Imperio de Sania Cruz lolere-se
tanta oosadia de um estrangeiro expatriad,
que em recompensa do bom agatamo e-da pro-
teceo que em nossa Patria llie prestamos .
nos derige insultos oh tmpora ol '
nions i oresla e oulras musas nao deixe
de adiar fundamento no patritico aulhor de
una carta inserte em um dos numero* do t Li-
ga Americana >, quando oiga haver na jera-
cao prsenle falta il espirito publico Se esse
vil francez existase emoutra (''poca, e enlato
se arrojasse a i-screver como boje es. rev
o que seria d'clle? que paga leria u seu erro
s-eca
je cello lu nao Inri.,
nois
JO :' JVo elle <
prcveiido o mais lunsio naufragio naufragio
quesera ineitavet, fugiria da p*rigo$a em-
presa de trazar ao nosso pollo o seu Ir < r-
gano que impunemente zomba agora de nos
Mas com quanio S*. Redactores, omeu
coracio e o de lodos os t'atriotas Brasileos se
enlute por este acontecimenlo todava bdm
, que elle apparica para l'a/.er brotar o pa-
triotismo nos mais coracoes que olas; ados
pela srdida ambicu e pelas negras intrigas
dos partidos nao palpiteo quando lrala-.se
da atria sini boni que appareca este
acontecimenlo j que pela triste condicao hu-
mana compre mullas vezes, que preceda o
nial para succeder obem. Pe iiambucanos ,
mena caros Compatriotas olbai com seria at-
lencfie para o que passa-se na nossa Corte e
acaulellai-vos.
Por obsequio Srs; ledaelores publiquem
estes toscas linhas para desai alo do ooracao de
Um l'airiola Pernambucano. {*)
Varietlade
A ('na da sen hora Albertazzi.Nfio sale-
mos se os leilores lem alguma noticia da so-
Cedade que em |i5, sea memoria nos nio
cufana se e'laholeceu em Londres para de-
fender OSgatOS das crueldades que contra ri-
les por esse lempo se pralieavo Pelo sim ,
pelo nao sempre diremos que nos das a
que nos referimos, havia em Londres huma
sociedade de especuladores que linhodeela-
rado guerra aos patos para Ibes tiraren) as
pe es Quando lopavo algum bichano de
geito cravavao-lbe com pregos os quatro
iis no (bao e Injjo com umita destreza ,
lhe de.-pi'u) a pelle que sabino tirar inleia ,
c sollavao enlao o animal que ia miando
pelas ras fuia escorrendo sangue, eoUia
muilo piedosa de ver. Enterneeero-se os
Inglezes d lauta ctueldade, e desde logte
'f.tabileceu a sociedade de que vamos fallan-
do. At toi o caso oh celo de huma indica-
cao no parlamento.' O laclo que se segu,
e que leve lugar em selenibro passado, mos-
tea que a sociedade desempenba pe Ce i la mente
a sua mjsflo. A senbora Albertazzi, fa-
mosa actrt cantora italiana morara ulti-
mamemte no primeiro andar de huma casa
em (iolden-Squaie em Londres. JNo ter-
ceiio andar n.orr.va hum chimicodi^tincto-Mr.
Heine A gata da seniora Albertazzi COO-
timurva a inlroduzir-sc em casa de Mr Heine,
r*) E'd esperar que o Governo penha
cbiceaesle, e a lodos os altentados, que
contra a honra do Brasil se perpelrereov. E
medio a lanos males ;, e ludo quanlo nao lor
or elle kilo acarrctar-nos-lia melotes uw-
I e talvez incuravei. C"s "
mmmmmmmmmmmammmm
o qual a primeira vez fcilmente a enxolou ;
na Segunda j encontrn alguma resistencia;
e a terceira cuslou-llie a apanbal-a : porem
trndo-o conseguido pesiando a ianelln nviis
prxima que a porta deilou-a dali abaixo.
Lis que. quando menos o esperara be
Mr. Ilcinc citado pprant o magistrado de Is-
le-Slreel a instancias do procurador da soci-
C("
II III I lili' lll'Wllitl i II___|
boi acompanbou o mesmo dono o Sr. Antonio
dade estabelertd* para evitar ipie se commet- Joo de Mello,, que ficou no armazem do Sr
la erneldade alguma para com os animaes, o (Joaquim 'osede Vlesquiia 'forres, no pateo
qual pedia a imposicao ao delinquenle de doCoHegio, indo o annunciante vender o as
huma multa e penas cor poraes. sucar,.emcuja occupacSo estando no bairro
Mr. Heine depoisque ocaso so ia tor- ] nando serio, npresentnu-so no tribunal com dlcjuem deo o enconlroo s porque tinlia
hum adrogado; Era grande o auditorio. O calcas azues ; no mesmo comboi do assucar vi-
pr curador da sociedade philogatuna tomou nhau Manuel Paulo e Malinas de tal alem
a patarra e requereo o mximo da pena em dos escravos c todos observaraS que o annun-
cazSo das circunstancias que aggravavo o ciante nio montara a cava lio enemdera en-
deudo. Dlsse qu era notoria a mansido do rontruo em pcelo algum; e por isso be evi-
animal que a iodos afagara eslrenhos ou nao, dente haver en ano na pessoa que dera o ey-
mIIios ou moios nohresou ricos, lords
em que vinha montado no logar dos qu.itro para feitor .fe itm siii-> perto da prac ; o que
cantos da ra do Collegio no preio Miguel nesla circuostancris esliver dirija-se a roa da
escravo que a carrejando urna Ira ve a qual Cwle:a veili a loja Je li/indas l). S > que Se
cahindo sobrehile a matera, declara que a I dir qnem precisa.
imputacao leila a elle francisco Antonio bel KST Alo;; i-sc o nrmazem da CM da ro lo
falsa; porque elle entrou nesla Cidade com Encantamento confronte o beO qttn va paij
ium OOmboi de assucar viudo a p ao com- ra do Vigaro proprio jwra se | Sr urna ven-
pohres ou
contruo. A' ro|o de Pranciscu Anlonio-
operarios ; e que se nolasse a circunstancias de Antonio Joo de Mello. (Eslava icconhecida )
que a "gata estara eriando depois de seu pri- ^^ Precisa-se de quairrcentos mil reisa
meiro pulo Terminou direndo que tam P'cmjo de um e mcio porcenlo, para se ir a-
em se tratara de huma queslo internacional morlisando com pagamentos mensaes detrinta Jos Joaquim de
mis (pie os estrangeiros deixario de vir a ml re's' p*f garanta se offerece urna es- Cidade de Olinda ;
nglaterra se fosse licito deitar huma gala crava cotinheira comcondico de nao sabir N. S da Gloria,
pela jnnella fora Mr. Haiker, advogadn do rua e o ahiguer da mesma ,
reo. depois de mostrar que nao havia Cacto para a emorlisaco da divida;
>em
te mi
(Micm llie con-
la por ser em boa rua ; quem peftenderdi-
rija-S a rua da Cadeu velia loja O, Irinla.
cr A Senhora que se propoem a lomar I-
gumas crian as desmamadas para as acabar
de crear com todo o mimo e amor e que tito-
hem recebe algnmas que tenha ama pora se
criar com leile mora ua rua de Horias defron-
te do heco largo de S. Pedro caza 1). dcz.
tTJ* O abaixo avsignado faz saber ao respri-
Invel Publico, que perlende ausentar-se desia
cidade para a villa do Aracaty. Antonio Jo-
s da Silva Figueiredo.
&r A pessoa a quem tiver fgido um es-
cravo crioulo com dada de qnatorze a de-
zescis anuos o qual diz estar fgido ha mais
de um anuo c que o seu senhor chama-se
Jos Joaquim de Figueiredo, morador na
dirija-se a Povoagao de
onde lhe ser ensinada a
ficar casi do annunciante Manocl Thomaz Pereira.
C3" Aluga-se o tereciro andar da casa da
algum qii" provass a mansido da gataque vicr este negocio annuncie sua morada para rua da Mo-da com mu bous- commodos e
nada linba com o caso a ei iacao da gata a um Sl'r pronirada. pintada : os perlendcules dirijao-se a rua do
niho ja lo :raide como ella, lis>e <('' presein- Pncisa-se d'uma mulber, que sailia j Vicario D. dozc.
diodo de tudfl isto, o galo anda que seja de *1'''ibar o um preto ou preta para o servi- G^3 Deseja-se fallar a negocio de summo
alguma til dade por aparibar os ratos, nao po esterna d'uma caza: insta Typ. se dir, ioleresse com oSr. Jos Antonio Pessoa de
lem com na r.-icao com a utilidade do cavallo. do f|ll,'in 'l"01"
do
uro nudo cao. "do cao. S'.'nlio-
, (|iie nunca ueste recinto
1 Mello senhor do engenho Aragnaba, na vi-
tar Advogado Manoel da Molla Siireira, beiradeUna; o mesmo Sr. ou pessoa quo
faz seiente que mudou o sen escritorio para a M suas rezes fi/.cr (jneia annunciar asna
iraca do Commercio no largo do Corpo San- residencia para ser procurado em lempo.
lo primeiro andar da quina por cima do .ir- I roca-se (ou vende-se) um moleque de
mazeo grande do Sr JooCarroll, I naco de idade de ao annos proprio paracam-
S^r L'm meco Irazileirode dade de quinte po por urna nejra que cntenda decosinha :
anuos, seollerece para praticar em urna loja na rua do Fagundea D dezoilo.
submeltendo-sea trahalhar de graca, alead- t^j" Omrapazbrazileiro de dado de dezc-
quirir a precisa babililaca para esla indus- sele annos se olerece para caixeiro de loja ou
tria; quem O pretender annuncie, ou pro- deoutraqualqurr arrumacao o qual sabe
janella porque" lem a pmpricilade decabir (uie-o na casa de sua Mac a viuva do Almei- ler cscrever e contar sol'rivelmente e d fia-
1)01
res disse elle
elevou sua voz. para fazer huma reclama, o '
Mostrou depois que o gato he o ultimo rio da
cidria ntreos lees e os tigres o que hem se
pro va va do Iclreiro que no jardim zoolgico se
via sobre a gaiola do gato Celia Ico 5 que fi-
nalmente o galo he animal feroz; (pie este
havia mostrado -lo e ucnhum mal aconte-
cera nunca aosgatos por cahirem de huma
sempre de p cesta s iiuha lido huma leve
beliscedura no Ibcinho ; que |'or lodos estes
motivos pedia a alsoUicio losen cliente
Assim acontecen sahiiulu ambos por entre
felicitaijes geraes.
(Jornal do Commercio )
LOTERA DO TIIFATRO.
A pri ir eir Parle da primeira Lotera a fa-
uno ; achando-se venda os bilhetes da mes-
ma -
No hairrrodo Recile, na rua da Cidria,
as lojas dos Srs. Manocl Goncalvea da Silva ,
da, no largo do Amparo em Olinda. dor 6 sua conducta ; a tratar na rua larca do
L3" As Cau le las da Rubrica SReis-tem Rozarlo, botica de Ranholomeo & llamos,
lido nesk-s dias alguma extraccao o restante 5-3^* Maria Amalia Costa, e sua Irmaa ,
deve cowcluir-se al Domingo -iH do correnle ; residentes na rua da Conceicao da Boa-Viste
os premios scrao pagos no llecife., heco dos N. 28 propc-sc a tomar meninas cnsinan-
Poitos das Canoas N segundo andar dos do-as a ler cscrever, costura cha, bordar
qu'.lro as seis horas da tarde log que sa- de matiz d'ouro e de todas as quadades;
bir a Lista {-.eral do Seminario. Na mesma, hem como marcar do todas as formas; tem-
c'nos lugares ja annunciados no Diario N. y, bem acceilao e aprompla qualquer obra de
vendem-se as ( aulellas correspondentes a Lo- modista como toncados, vestidos, chancos
teria do Theatro, preco oitocentos rea-o e etc.: ludo com o mclhor gosio, enalli-
vords o! ras do Tl.calro publico dcsta cidade I primeiro premip 600000 rs. eos mais con- ma moda.
cu:o plano ja oi publicado corre mpretari-1 orme o plano exarado no verso daaraesmas. | c^'Huma pessoa de bons costumes, e que
velnienle no dia ir de l'evereiro prximo fu -----Aluga-so um escravo fiel sem vicios, lem os conhecimenlos necessarios pertci.de a-
habil, forcso, e completo serrador, de da- brir aula de primeiras letras no da 97 ('o
vico hem como socar assucar do que ten os para o adianlamenlo d seus alumnos : to-
praiioa ; tambem he eosnheiro, ecanoaro: da pessoa, que se quiscr atiliaar do seupres-
Anlonio Gomes Pcisoa Lardoso A y res e Ir. .quem o pretender alugar annuncie para ser limo pode dingir-se a rua de Santa Therezi
eJVieira, cambista. procurado | **'}_ ..
ISo bairro de S Antonio, rua do Crespo,' ST Arrrnda-se o sitio do Francisco Ribei- STT Dezeja-se allugar urna casa terrea pa-
na loja do Sr Amonio ANcsTcixeira Basloe rn de 15. lo na estrada que vai para o Mangui- ra pequea familia, que ten ha dous quartos,
na do Queimsdo, na loja do Sr. Joaquim nho com bom sobrado com muilos comino- sil e bairro de Santo Antonio, preerindo-
:iaudiu VJonleiro. dos, para grande familia, boa cocheira para se as mas por onde passem porcicocs dando-
I esiHdssario cuidar na breve extraccao mais de um carro e cavalharire para seis ou se de aluguer ale i/Uooo res quem a tiver
dos bilhetes deata Lotera, pois o creacido va- oo ra valles, na loja do mesmo sobrado tem queira aonunoiar a ntofaia por esta folba^fiu-
lor dos premios, a boa organisacno do Plano rommodo para mais de cincoenta escravos. O se tambem qualquer negocio com algum so-
co i.n ulilissimo paia que oi ella concedida sitio tem diversas quadades de fruclaa 8 brado de hum andar ou pnmeiro andar de ou-
Indo um forte estimulo aos amantes desle com muila abundancia ; tres cacimbas rom tro. .
0o. tanques para lavar roupa e enlre ellas urna UT JNo becode hao francisco D. 2 vende-
1 _____________ com superior agoa de beber : quemopreten- sp hum poucodcgalaomo proprio para olfi-
der dirija-se ao Forte do Mallos ou ao sitio do cialde mirinha humlimaode Sarja, hum
(.OLLEGIO PERNAMBUCANO. Caiueiro. O mesmo tem duas eacravas para par de brincos defilagran. dous anelo, huma
vender, ambas boas lavadeiras quem as per- loneta emaisouro, assim como tambem hu-
foa-Vista, rua Formse. tender dirija-se aomesme logar. gwterra de boas yoses, ludo por preco
tar OsBacbareia Miguel Joaquim Avres cemodo por a dona ler de se retirar para
O Collegio Pernarobucano encera cm seu do NasdmentoeSilva e Joo Joaquim Ay- fora da Provincia. Va mesma casa dezeja-
seo lodos os preparatorios que a lei exige para res do Naseimenlo tenciona ir a Provincia se allugar urna casa terrea no bairro de San-
as Academias de Di.eiloe de Medecina do lm- do (Vara levando em suas companhias um en-{lo Antonio, nao se escull e rua sendo
peno, assim como para os alumnos que se adu de nome Saiusliano Francisco de Almeida. j tenha cmodo para familia dando-se de alu-
destinau ao Commercio, a principiar desde tsr Quem precisar de um rapaz brasileiro giier 01I0 mil ieis.
primeiras lelras para creado annuncie a sua morada para se t7 Ha-se qnalro sentos mil res a premio
Os : ,-oessores das diversas aulas sao de um lhe fallar. O qual lara ver porque sesujeila dando-se penhores 00 finias a. contento } i
mrito reronheiido. a este servico.
Os Estatutos do Collegio sao francos ao pn- i=T Vende-se um mulato de idade de 17
ozinha solnvel,
(.1
blico a qualquer hora. "nuos ptimo para pagem o
e lem bom principio de alfaiale : na rua das
----------------------------------------------------- Cruzes loja da caza do Thezoureiro da Lotera
AVISOS IHverSO-.. Or O Illm Sr. Dr. Manoel Joaquim de
_____________.___________. MendoncaCa.-lcIhr.inco ou a illm. ora I).
Auna Barbosa de Mallos Castelbranco que-
125- Para Vncei sair com toda a hrevida- ra lera bondadede annunciar sua morada na-
de o patacho Uomfim Flor de Amisade com ra se lhe entregar duas carias viudas da Babia,
parle da caiga proinjita ; quem uclle quiscr ou queraG mandar a rua da Cadete ti.tt
caircgar ou ir de passagem dirija se aoCa- i.v- I elira-se dcsta Provincia Mana n-
pitno bordo, ou a Joaqun Pinheiro Jacorn, gelica da Purificuao
na la do Aziile de Peue N. quio \zr Jos odiigues Fcrreira, faz publico,
Uf- 1 lamisco Auionio nielo crilo iber- que comprou porcouta de seu Mano Francisco
lo, e preso por orden da Pnlcitura no da Rodrigues dos dantos meio bilbete da iii. re
> ule e lies doconvulc Janeiro por a impute- Loleiia do Seminario n. 3c) 11.
cao de ler dado um encoulroo com o cavallo I szy Precisa-se de um homemque saiba ler
pessoa que os pcrlender dirija-se a rua do
Colegio a. ultimo andar.
CJ" Quem annunciou no Diarodcado
corrente precisar de hum alambique de cobre,
queira dirgir-se ao numero i5 da rua do
Trapixe Novo.
W Aluga-se hum negro ou moleque que
saiba hum punco cosinhar : quem oliver pa-
ra dilo fim dirija-se a rua da Cadeia D. igt
no segundo andar.
cr Quem precisar de hum rapaz Brasilei-
ro para caixeiro de rua, ou outra quaiquer o-
cupayfO) guenos venda) j annuncie a nor-
dia.
Compra-se cincoenta oitavas deouro"-
sendo cm obras t bom aunuucia para *
procurar.


DIARIO DE
PERNAMBUCO
ssy Achou-se no dia 21 do correnle um
lenco ; quem for seu dono dirija-so a ra di-
reila padaria D. 4 qae dando os signaes lite
ser entregue*
ts?* O proprieta rio de urna casa era Olinda
na ladeira da Misericordia aonde morn o lia
charel Luiz Fraccisco baja de ann.UD.ciai n
sua morada pura se lite fallar.
Avisos Martimos.
PARA O ASS saldr mprelervelmente o
firigue Matilde Capitn Antonio Jos dos
Reis recebe carga a frele ; trata-se com o
xnesmo Capitn a bordo tundeado defronte do
trapiche novo.
FRLTA-SE para qualquer porlo a nova e
mullo velleira l'arca Americana J. S. Waln ,
de primeira classe forrada e encavilhada de
robre; lraia-sc com os consignatario L. G
F. & Mansfield.
ib e i I i o
tT Qe fazem Crablree He) worlh & C.
porinlervencao do I orretor Oliveira, de una
poreo de chitas mcias gangas azu godosinhos lencos avariados por contade
?iuem pe lencer e de um bom sorlinienlo de
azendas limpas entre ellas um caixote de
roupa para creanca, consistindo em toucassr
vestidos, e &c. que se vender por lodo o
proco ; quarla fcira viute nove da torrente as;
dez horas da manh em ponto no seu arma-
zeui do Forte do mattos.
isy Joo Stewart, consignatario da Barca
Iagleza Mary-Cbarlotte-YVeber arribado a
este pono, tendo de continuar a dispor de
parte da carga da mesma Barca para o seu
cosleio econcerlos ; la* leilo por interven-
cao do Corrclor Oliveira terca feira >8 do
torrente dos difierentes objeclos annunciados
quinta feira passada ede muitos outros no-
vamente despachados no seu arma/em da ra
da cruz.
C o m |> r a s
t^r Garrafas pretas, ebrancasdasque vem
vinho musca te 1 ; as 5 ponas D. 3 i ouan-
inincic.
V e snr Folhinhas de algibeira ronlendo
alem do Kalendario &c a confisso do ma-
rujo e um Dialogo entre um Algaravio c
sua Mara ; a a4o t\s cada urna ; Ditas de
dita, dita, dita com anedfielas, historias bons
dctos &c a a.jo ; ditas de porta divididas em
semestres, a seis vintens o auno; dilas Ec-
clesiasticas a pataca ; na praca da Indepen-
dencia loja de livros n. 3" e i na ra do
cabug loja do Sr. Bandeira no bairr do
Recil'e na ra da cadeia loja que foi do Snr.
Qaaresma ; defronle da Igreia da Madre do
Jicos venda da quina do heco do a/eile de
fioixe ; defronle da N alriz da Boa vista
ctica do Sr. Joaquim Jos Moreira ; e em
Olinda Botica da ro do Amparo.
3T Meiotf Bilheles da 3 w parle
da 16. Lotera do Siminario
de Olinda : nesta Typografia.
tS" Superiores e muilo novos charutos da
Cachoeira ltimamente chegados ditos de
Ilamhurgos e de Havana em eaixas e a
retalho ; na ra do Cabug lofa do Sur. Ban-
deira.
SZ3' Oualnga se um sitio no atierro dos
a (logados com casa de taipa eozinha e
estribara para dous cavailos, com alguns ps
de a veres c vi\ciro ; na ra do erespo Le-
cifloa nove.
tSF JJois quartos novos, por preocom-
modo 5 na ra do Hospicio onde morou Mr.
Boyer.
ssy Urna casa de rancho com P^ palmos de
frente, e ao de fundo ; em Olinda na ra
debaixo deronte da casa de rancho do r. Jo-
aquim Jo^ Habello.
S_^- Bichas de milito boa qualidade e
por todo preco em rondico; na ra do cabu-
g loja do Sr. Bandeira.
(ST Sement de combro por muilo comn.o-
do preco lano em porcoens como engarra-
fas ; em Olinda Lotica da viuta de Jos dos
Santos Piubeir.
C7- JJois tscravos ladinos para fora da pro-
vincia de milito bonitas figuras, sem acha-
nnps e com officio ; na ra do Livramenlo
em casa da viuva de Joo Baptista Corroa Nu-
nes
%ry Farellos em sacas grandes ; no arma-
zem de Antonio Joaquim Pereira dtronle da
escadinha da al/andega.
cr Urna esclava de naco com boa f gura,
de idade de u j annos engomma cese bem ,
e lavadeira ; ua ra direila lado do Livra-
menlo I -.o.
t^f Sardinha demuito boa qualidade; na
ra da cadeia velba I) 17.
iiy Um flauta com oilo chaves : na ra do '
cabug loja de miudezas junio do Snr. Bau-
deira.
10" Queijos londrinos e batatas chega-
das ltimamente na ra da alfandega vellia
arma/em n s
Sy Um casal de cachorros de ngoa legti-
mos ; no atierro da. Boa vista D j 1 assim
cerno um relogio de sahonete ingle/ com cai-
xa de prata lavrada fabrica coberta e mo-
la de parar.
S_" Vinho verdadeiro da marca P R R de
superior qualidade em barris de cinco em
pipa, ao preco de 5o,000 o bail ; no forte
do mattos prenca do Snr. Ferreira a fallar
com Antonio Francisco de Miranda.
iiv" Vaecas boas de leile, e filhas do pasto,
e bois mancos de carro da mesma maneira
na ra larga do Rozario sobrado de i andares
a fallar com Joo francisco de Albuqucrque
Mello nos l'omingos.
ISf Meios bilhetes da Lotera do Semina-
rio ; na praca da Independencia loja de en-
cadernadorn /6.
S^" Um negro ptimo capateiro de ho-
nila figura e una negra com algumas habe-
lidades de bonita figura e propria para lo-
do o ser vico; na ra do Vigario D do/e.
Sflp- Sementes frescas viudas de Porlugal ,
em vidros lacrados das seguintes qualidades;
nabo galego couve itabica brocu raba-
no rabaneles rosa sinouras celgas, repo-
Iho a I face almeiro coentro de toccira ,
saleada colonia, balarrasa, pepinella c ai-
po ; na ruado Livramento loja de louca 1 e-
cima A.
SI7" Una casa terrea no lugar da soledade,
juntoa viuva do Martina, tendo um grande
quintal 1 com arvoredos terreno para se edi-
ficar duas casas ; assim como um terreno ala-
gado no seguimento da ra da aurora, com
15o palmos, e i5oo de fundo, pagando de
foro io riso palmo todo 011 em pequeas
porcoens: a ti atar na ra de S. Gonsalo I) 1 >
SS5" liiscoutodo l'orto chegado ulli-namcn-
te sevada mui nova presuntos de Lisboa
a alo a libra sag superior a 100 rs. dita e
vinhos de diversas qualidades, ludo por pro-
co comn do ; na ruadas Cruzes U. 9.
llr' Dous quartos sem aehaquei, c fortes:
no primeiro sitio ao entrar para a estrada do
Cordeiro.
KSf '-.Icios bilhetes da Loteria do Semina-
rio ; na ra larga do Rozarlo loja de miude-
zas 7.
tW Urna esrrava creoula de idade de i
anuos com principio de eozinha engomma-
do e cose cha na ra do Livramento sobra-
do I) / no primeiro andar.
^ Por preco commodo um escravo crc-
oulo de idade de 5 aunos serrador, carni-
ceiro e eozinha o diario de urna casa; na
ra dos Qarteis I. 1 1 no primeiro andar.
Sy Lina rica secretaria de gosto o mais
moderno possivel viuda de franca ha ver
i5 dias ; na ra do Crespo IJ 1 1 do lado do
sul ; assim como um lelogiode prata de re-
petico
tST O Brigue Escuna Americano Clio ,
fuudeado ao pe da ponte do Bece de muilo
hoa marcha de lole de K7 toneladas lem
bons commodos para passpgeiros, torrado e
encavilhado de colire ; a Jal lar com o seu con-
signatario Joseph Ray.
C^- iMeios bilhetesda loteria do Seminario
a onze patacas ; na praca da Independencia
n jo.
iST* A posse de \'i palmos e meio de terre-
no com :0o de fundo a maior parte do qual
ja alienado e com algum alicerce na ra
de lora de portas ; a tratar na ra dos lanuei-
ros na nica Jenda desle oflicio.
3L_j" A possede 15 a palmos de frente de ali-
gado na ra da Aurora, contendo i5oo pal-
mos de fenle por junio ou a retalho ; na
ra do Queimado loa do ferragens I). 1
8^i Cen milheiros de lijlos de alvena-
ria indo se buscar naolaria, a quem der um
conloe seleceios mil rs a vala dando-se
por seguanla ocontosdeis. ; quem quiserannuncie.
XZT Os Diarios de 18 < ao ultimo de i9.lg;
em Olinda ra do liom fim n a.
S_r m Cornelio urna lahula de Phedro
e um Saluslio ludo em muilo bom estado :
no Seminario de Olinda cubculo n. la das
obras novas.
tSr' Uin cavaiio bom car regador baixo, por
pnco commodo sacas com arroz da labia ,
e harneas de graixa n. 3o ; na ra das Cru-
zes O. p
tr* Arroz pilado de S. Caiharina muilo
superior a 10,0000 alqueire da medida velba i
tal eqnal se ende as canois e arroba a 1P00)
e por saco de dois alquei res do sul a 7 00, ludo
a vontada do comprador nos armazens de
!'ern:ndo Jos Braguez, Antonio Joaquim
Perera e Francisco Dias Ferreira coat- ;
guo a alfandega.
C7" Umi negra creoula ja de maor idade
boa cozinheira e lavadeira de sabo refina
assucar e faz diversas qualhlad s de doces, e
os arranjos de urna eas| na ra da cadeia ve-
lba n- 54 no primeiro andar
E5* Piannos de muilo boas vozes e cliega-
dos nUimamenle ; na ra da Cruz n. 60
S?y Sacas de farelo de superior qualidade .
a a/ioo; na ra da Cruz n 00.
CJ" Ou troc.i-se por negra, ou negro um
molequede idadede 11 annos proprio para
qual(|iicr ser vico ; na ra do Queimado loja
O.7.
S27- Um casal de escravos de vo annos ,
de bonitas figuras o preto he bom cozinheiro
e canoeiro e a prela cose, engomma e eo-
zinha duas prelas que fazem todo o servico
de urna casa urna destas com um filho de a
mezes de idade he boa lavadeira, dous mo-
leques de 10 a n annos ptimos pira apre-
denrem oHi'-io duas negrinhas de o a 1
annos ja enzinho bem e fazem todo o mais
servicodeuma casa e um mol.ito bom offl-
cial de capateiro e oplimo para pagem ; na
ra de agoas verdes casa terrea i) 3?.
snT" Um si I o de Ierras proprias na estrada
da Piranga plantados de COqueiros novos a
botar nesles dous annos bom terreno para
plantar cap ni com um poco oplimo para v-
ueiro casa nova de taipa ; as 5 poutas loja
!). 4o.
E3" Urna armaco de urna venda na ra de
Manoel coco, na Iravessa que vai para S 'os;
a tratar na ra da larangeiras casa junto ao
sobrado do f'eixolo.
C7" 1 macarraca, um hoi, e um cvalo
para a mesma com os seus perlencos ; na
ra do sebo lado esqnerdo primeira casa nova,
ou no atierro da Boa vista ao sabir da ponte
primeira vonda.
tjf" Una canoa aberla de 'no lijlos ; a
fallar com Josa Higino de .Miranda.
t?- Uma escrava moca de boa presenea,
perleila engommadeira cozinheira de um lu-
do eda-se a contento, dois molequesde ida-
dede i annos um serve para pagem urna
escrava de naco engomma e eozinha, uma
dita de 5 annos de muilo ba conducta, sa-
be de todo o arranjo de um casa; na ra de
aSoas verdes D. 'ti.
jSP Meios Bilhetes da Loteria do Semina-
rio ; na ra Direila venda que foi de Jos da
Penba
S3" Bilheles da loteria do Seminario a oilo
mil ris e nmios di ios a .000 ; na ra do
cabug loja de miudc/as juntodoSr Bandeira
t3' Meios bilheles da Lotera do Semina-
rio a r'8s,o ; as 5 ponas venda D 9
&ST v eios Bilhetes da Loteria do Semina-
rio a <5oo ; na rui do Crespo loja D 8 do la-
do do sul
S3J' 'cios bilheles da Loteria do Semina-
rio a jGoo ; na ra do Cabug loja de miude-
zas i). 4
127* Vleios bilheles da Loteria do .Semina-
rio a 35oo ; ao p do arco de S. Antonio na
loja de Manoel Gomes de Carvalho
(8^> Meios Bilheles da lotera do Semina-
rio ; na ra do Cabug loja de miudezas De-
cima J.
E3" Bilhetes e meios ditos da loleria do Se-
minario ; na ra da cadeia do liedle casa de
cambio 11 /tt.
SZf- Urna escrava de naco angola de ida-
de de *"> anuos eozinha o diario de uma casa
ensaboa e he quilandeira.
lesera vos I< unidos
7* Desapireceo no dia a 1 do correnle das
i para .4 horas da tarde um molalinho claro
donme Felipe cbelo castanlio e corrido
ps grandes levou vestido camisa de mada-
dolao grosso calcas de algodozinho transa-
do azul com suspensorios de burracha encar
nada e honel de la ludo ainda novo he
natural do tvlaranhlo, e veio doCear no Va-
por chegado em 4 dcOuluhoo p p ; roga-
se a os Srs. Sub-Preleilos desta e mais comar-
cas autlioriilades policiaes e carites d-
campo, ou qualquer oulta pessoa de o ap
prehender e.levi-lu a roa do Cabug .
defronte do<*vriero, que ser recompensado
tSf INodia^ado correte fugio 1110 prel
de naco congo, denome Joaquim, de esia
tura baixa grosso do corpo alguma cou
ullo peinas linas com os denles da IVenli
aparados com urna marea de sin ierra 11
biaco, levou vestido camisu de chila e cal
cas de briai ; |ue>n u pegar leve a ra da ca-
deia vcli'a u 10, que sei recompensado.
C3- No dia 59 do mez de Junbo de 18J9 ,
auzenlou^se de Francisco Mamede de A Impi-
da um escravo de nome Joo intitulado
creoulo mas veio menor d'Angola falla
afinada altura regular refor ado do corpo,
bem parecido de cara com poucas marcas de
bexigas e suissas que Ihe yem por baixo do
queixo inda que pouco feichadas por ler
mlitas de cabello destacadas tem a orellit
direila furada com urna argola ; representa
ler 35 anuos de idjile levou camisa de l>ae-
ta encarnada ja u'.ada e por cima oulra de
chila azul, cal.as de brim braneo ; mas a
roupa nao regulas pois levou mais comsigo
camisas de algodo e mais calcas, este es-
cravo he marinheiro e muito sagaz, e pode ler
rapado as suissas, e o cbelo que tem por bai-
xo do queixo, foi em Maceii) escravo do Snr.
Manoel Dias Soulo e sendo mandado para
esla foi vendido ao Snr. 'oaquim Gonsalves
Ferreira, e este -r. o vendeo ao annunciante;
os aprehendedores o levaro a ra do igario
U. > que sarao recompensados com 100,000
3T 1 esapareceo nos primeiros das do cor-
rente um pre'.o de nome Francisco Ajigota, al-
to corpo regular de idade de i4 annos. cor
preta com lodos os denles pouca barba ,
falla so'rvelmenle canelas secca e compr-
das ps regulares ar um tanto sombro e
mancj as suas fallase acoeus levou cami-
sa e caigas brancas colete de fusto e cha-
peo de palha ; quem o pegar leve a casa do
depositario (jcral que ser recompensado
527" No dia vinte de Dezembro p p fugio
de fora de portas um moleque de idade de I
anuos de nome Joo de naci angola, ros-
to comprido olhos em papucidos pernas
fin is levou vestido camisa de algodo e cal-
cas de brim brauco tem sido visto em Bebi-
ribe quem o pegar leve a ra do I.mmen-
lo D por cima da loa de ferrageui no
primeiro andar quesera generosamente re-
compensado
\:-.,f l-'ugiro do engenho Gongacari da
Freguezia delguaraci no dia rj de Novem-
bro do p p Irez escravos com os nomes se-
guinles ; Jos angola, estatura i\r marca,
secto, de idade de -5 anuos cabello bem
chegado aj casco cara comprida, pouca b*r-
ba um tanto descarnado macas altas, olhos
milito pequenos todos os denles da lente ,
ps e unos ordinarias cor nao muilo pela;
Paulo cambiuda de idade de o anuos ,
alto cheio do corpo cabello bem carpinha-
do cor fulla cara redonda sem barba ,
todos os denles da frente ps c mos gran-
des pernas grossas e principalmente um
tornozelo ; Antonio angola de idade de
5o annos, cara comprida, e descarnada pou-
ca barba meio corcunda cabello bem che-
gado cor preta mos grandes p gros-
sos e pernas ; quem os pegar leve ao dito
engenho ou nesta praca ao Snr Francisco
Cbavier Martina Bastos com armazem na ra
da cacimba que ser recompensado
tSF" No dia cinco do p. p. fugio do engenho
tabocas freguesia de N. S. da Luz termo da
\illa, eComarc creoulo de nome lionilaeio de idade Je $
anuos alio, secco do corpo pernas linas ,
em uma dellas uma marca Ibveira por ter lijo
urna ferida cabeca chala por detras, foi mon-
tado em um cavallo caslauho pequeo com
um signil brauco m testa ; quem o pegar leve
ao dito engenho a Jos Gonsalves da Silva ou
no llecile no foi le do mallos a Francisco Se
veriano Rabello ,' que ser gratificado.
SS^" Fugio em do correnle as \ horas
da tarde a Francisco Antonio llaliello de Car-
valho um seu escravo de naco congo do
nome Benedicto cor preta de idade de 10 a
1 1 annos meio ladino secco do corpo, roslo
comprido queixadas grandes lem na testa
umsignalde queimadura ainda com a pelle
branca, e duas na mo direila. a primeira
s mas com a pelle branca ea segunda fal-
la pouco ppra sarar levou camisa de mada
polo e calcas de riscado ja rola; quem o
pegar leve a ra de agoas verdes sobrado de
um andar 1) aa defronle da porta da sacris-
cia de S. Pedro.
3Ioviniento "NAVIOS ENTRA POS NO DIAT4T"
PENLDO ; ti dias, Hiale Mac. V Sebastio
de '4 -i11 tonel .VI. Antonio Feruandes ,
equip. 4 carga podras de amolar j a Ma-
noel Jos Bastos passageiros i.
riRRA NOVA; 3i dias, Brigue Ingle*-
Ar! loliuMon de 90 tonel., M Corbn,.
eiiuip t carga bacalhao a Ordem.
SAHIDOS NO MESMO DIA
1ENGUKLA ; Briguf Portuguei Esperanea,
\l Lu/. Antonio de Abreu, carga varios*,
eneros passageiros b porlu^ue/es.
aLC. E NA i'l>. D M. F. DE F. t3 jai


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