Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03985


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Full Text
-
Anno de 1840. Quart\Feir\
Tudo Agora depende de nos mesmos; d nossa prudencia, modera,
co, e energa : continuemos con o principiamos e seremos apontados
coro admiacAo entre as ^ares mas cultas.
' Provlamaco da Assemblta Geral do Brasil.
Snbsrreve-e para esta folh t 3io por qnnrtel pa-os adiantadcs
oesia lypogiafia, rUa das Cruz.si). 3, en Primada Independencia
ns. by e o, onde se recebem correspondenciaslegalhadat, eannuucios
nMiiudo-se estes "lats, sendo dts proprios assignantes, e vindosassii;-
g nados.
Parlidas dos Correios Terrestres.
'ii'ade da Paraliilia e \ ilUs de sua pietenco...................
Dita do lii" (iraude doiSoite. e Villas llin..................
U.ia da Korlaliw e Villas dem......................... .f Segundas e Sextas I-ciras
Villa e Guianna. ..........................."....',
Cirlade d Ulmda .'................. ..............Todos os das.
Villa d.- -. AnlSo..................................Quintas fers.
t>Ua de Garaiiliuns e Povoaco do h\ nito..................... Dias lo, e a4 de cada mez.
Unas do Cali, Serinliaem, ltio Formozo, e Porto Calvo............dem i i, e ai dito dito,
Cidade das Magnas, e Villa de Maccid ._........................dem dem
Villa de Paja de Fiores.................................dem 13, dito dito.
Todos os Correios partem ao meia dia.
,______________________________________i_______________________________________
8 de Janeiro. Numero 5.
CAMBIOS.
Jaheiro.
Jaheiho. 7.
Londres...... bt i| a 55 por Ifooo ced.
Lisbo........ So por o/o premio, por mcuuou
Franca.......sobris por franco.
oerecido.
.-....... igb reis por
Lio de Janeiro ao par.
i ii i' i >
OUHO
PIUTA


Moedas de 64oo rs Velhai i4f{oo a i<|6V>o
Ditas Novas i4#ioo a i<|4o
Ditas de 4#ooo rs., 8*100 a 8|aoo
Pataces Hraiileires-------------g5oo a
Petos Columnarios .------- i^joo a
Ditos Mexicanos ---------- igi^o a
Premios das Letras, por mez I i/8 a 1 l|1 por loo
Moecla de cobi-e 3 a 4 por 100.de disc.
i#52i
Das da Semana.
6 Secunda
n Terca --------
8 Qurta
9 Quinta-------
10 Sexta
11 Sahhado -
la Domingo -
% Dia dos Reis Magos
S Theodn M o 11 ge -
S. Lourenco Justiniano
S Ji.liAo M.---.....
S. Paulo 1. Eremita--------
S. Hygino P. Al........
S. Satyro Al.--------.---.
- Rellaco e aud. do J. de D. da t. v. asaa.
- ScssAo da Thezouraria.
-----Kelaco e Aud. do J. de D. da 1. vara de m.
- Ses. da Thez. e aud. do .1. de D. da v.
-- Re. e aud. do J. de D. da 5. ?.
Mare ckeia para o dia 8 de Janeiro. *
As 10 horas e 54 minutos da tardeAs 11 horas lS e minutos da manh.
PERNAMBUCO.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
ANNUNCIO.
Tendo a Thezouraria do Fazendadesta Pro-
vincia de remelter alfjnm dinlieiro para Lon-
dres manda convidar aos Snrs. Negociantes
Na ionaes e Eslrangeiros, que a isso se pro-
pon I io, hajffo le comparecer na Salla das
>esae? da mesma Thezouraria as 11 horas
do dia nove do crtenle.
Secretaria da Thezouraria de Fazcnda de
Pernamlmco de Janeiro de 1 'o
No iropedimenlo do Official Maior.
Ignacio dos Sanios da Fonceca.
ra stias despezase e motilando os mesmos sal-
dos em reljuo esla Provincia conforme as
conlas a presentadas por V. S. a Assemldea
Provincial na quantia de 36o: n^s^ rs .
que a Lei Paovincial n 7< de 3o Abril de
i-< part. LS '3 consiguo para receita do
rorrele anno e como seja passado quazi o .
semestre sem qne ao menos a menor quanlia
lenha sido, recolhdn ao' ofre Provincial por
conta daquella consgnacao hedomoungo-
20 de ver exigir de V S o cumprimrnlo da
predita Lei para que d as convenientes or-
dena, afimdeqne a sohredita quantia em
lodo ou narlo soja ratisfeita e nao se hurle a
queli disposi.o legislativa Lio clara e ter-
minante
THEZOURARIA PROVINCIAL..
Expediente do dia 5 de Dezembro do anno p
passado
Officio-Ao Contador da Thezouraria trans-
mitlindo-lhe por copia para sita inteligencia e
execuoo como cumplir o officio do Exm.
Presidente de 9 do p p me. pelo qttal par-
te, :ipa q- auloiisira ao Prefeiloda Comarca do
Rio Formoso para vender em hasta publica as
madeirus que re Ha rao da ohra do Quartel da
I olicia que al i existe venda que se effeclUOU
pelo pieeode '9; es como consta de a do-
cumentos que rt-mctieo equetambem inclu-
zos enviou.
Dito-A Pedro Velho Harrcto ex Prefeiloda
Comarca do Rio Formoeo para que se digne
de mandar recolher ao Cofre desla Thezoura-
ria a quantia mencionada nepr*dito ollicio.
Dia 1 do dito
Officio-AoExm Presidente da Provincia ,
informando com o Parecer Fiscal sobre o re-
qiu'rimenlo quedevolveo de 'oaquim Ig-
nacio de Barros Lima,) Tnente reformado-, j
Encarregado da direcib da estrada do Pao
do Aiho.
I ilu-Ao Contador da Thezouraria remet-
terido-lhe por copia para sua ii.telligencia e
execuclo o officio do Exm. residente lesia
Irovintii de liz do crtente pelo qual par-
lecipei, que conceder a Antonio Jos d Uli-
veira orticial da S.cifclatia da I residencia
a grada cao de Oficial Maior. |
Dilo-Ao mesmo 'Contador rerr.eltendo-lhe
a conla que envin o lllm. Inspector da The-
zouraria da Piovincia soh seo officio de i do
crtenle em o qual parlecipa (pie mandara le-1
var ao Crdito desl'oulia Thezouiaria a quan-
tia de 9:01 i t reis despendida com o Ca-
es do ollegioemo anno nnanceirop p., a
im de mandar azer os assenla necessarios.
Dia -.
Porlaria-Ao The/.oureiro das Tiendas "ro-
vinciaes determinando-Ibe em ronlormidade
djsordensdo Exm Presidente que pague ao
Director do i iceoLaurenno Antonio tVoreita
deCarvalho1 a quantia de .t|5oo. mportin-
cia das filas que mandou faser por autorisaco
da Presidencia para a destribuitodas meda-
l!ias dos alumnos de DesMih; e l'rimeiras
r .1.... .1 11.,..;.,, ;.. ... ffrraa da Loi
.-VI....... '""I.............
( )li,L.-\o HreolordoJ respondendo ao seo ofteio de do torrente com
n Portnria i'oi'.a qn** Ue remetteo ioelu/a
I ito-Ao lllm Inspector da Uie*ourarja da
Provincia Tendo o art. 9 da Lei Geral n
Go de 90 de Outuhro de fiSS determinado que
^ se satisfisessem as Provincias os saldos qut
tleixaro de receber por somas con>aadas pa-
Diversos Reparfi^oeiis.
alfandega das fazendas
1 nlTAL.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Ca-
rnario Inspector d\vlfandega faz saher ,
que no dia sexta leira de/, do crtente se ha-
de arrematar em hasta puhlicu e na porta da
mesma at> roci dit clenla e nitocadeiras de
pao preto ; no valor de 4"5s 00 rs e trila
e seis ditas de oleo no valor de cont trinla e
seis mil eoito ceios rs. e ds camaps de
pao pelo no valor de quarenta mil rs e um
dito de-oleo no valor de quinze mil rs. im-
pugnados pelo Guarda Augusto Xavier de
Son/a Fonceca, n.. I espacho de Antonio'en-
calves Maia sendo o Arrematante sugeito ao
pagamento dos Direilos
Alfandega 7 de aneirode y/\o.
Vicente Thomz Pires de Figueiredo Camargo
A Pauta he a mesma do numero i5.
MEZA LO CONSULADO.
A Paula he a mesma do n. 2.
Bdlanceteda Receita, e espeza
este Arsenal de arinba de 1
em o mde Dezenvbro de 18,^9
Receita
A importancia do saldo que
passou do mez antecedente
I hezouraria da Provincia.
dem recehedoria pelo Al-
moxarifudo em difieren-
tes ditas porconti do con-
signado pela I eide o de
Ooluhrode 8 H, e man-
dado alonar por Aviso de
H de .-\ civil o de 9
para applicacu das despe-
as a faierem-se com as
Embarca oensda Aunada
ePaqueles por conla da
Intendencia da < 01 le
.(|,)1U dem pata asdopezas
de cenlo por cento
1 espeza.
Pela importancia do que foi
pago pelo Ahiioxari e aos
diHereniMHigos na for-
:na sei'.uinle ;
Em o presente anno fiuaneeiro.
orpo de Armada
Vrtiliieria de > arinha
orea Naval
Reformados e Avulsns
Arrecadaco contabelidade
inclusive a'9,tto rs, des-
feita por
emambu'.o
i:ga5jf'go5
fiendidos com os Emprega-
dos um dos quaes criado
por Aviso de 7 de Dezem-
brode 18 G eoutro por
ordem. da Presidencia
d esta Provincia de 1 ^ de
Vaio de 1 Mg e os mais da
extincla Intendencia em
servico n esta Reparticao
por diflerentes ordens da
Presidencia
Arsenal e compras de ma-
terias primas
farol e Larcas de soccor-
ros
5i6s'3Ja
3 8995163
a64^98
n gps' Si
Saldo >8of-R
Recife 3 de Janeiro de '8 jo.
Luiz de Franca e Mello.
Escrivao
A\ NUNCIO.
Pela Reparticao do Arsenal de Marinha se
pon em arrematacao no dia 1 i do corente
mez pelas 1 1 horas da manha urna poreo
de cabo velho de linlio. O respectivo Inspe-
ctor convida porlanto a aquellas pessis a quem
pos"o conv ir a compra de tal ohjeclo a com-
parecerem no indicado dia e hora municia-
dos dos seos com plenles fiadores
Inspecio do Arsenal de Marinha de Per-
nanihuto 7 de Janeiro de i84o
Manoel de Siqueira Campello.
Inspector.
PREEEHURA.
PARTE OO DI,\ 6.
1.I0OS0CO
S; 00.4000
t4 8 s'000
3 o'-8,i7
osooo
Iilm cExm Snr Parlccipo a V. Exc
que foro presos hontem ; minba ordem
e tivero boje deslino ; Fedelix pardo
escravo de ^ cente Marinho de Vasconcellos ,
morador no Part e remeltido do Maranh.o
a casa de Antonio Joze d'Amorim por hum
soldado de olicia requisico de Manoel do
JNasciniento Pereira por desobediencia : Ma-
noel Geraldo das Merees crioulo pelo Suh-
refeitode^Olinda por queixa de sua mai ,
e'de sua mulber de que elle as maltracta 5 e
Vicente Dantas do Espirito Santo, tsmbem
crioulo pelo Suh-Prefeito dos A"of,ados por
lhe ser apprehendido um cavallo furtado.
E' o que consta das partes hoje reeebidas i
n esta Secretaria.
Parte do dia 7.
lllm e Fxm ^nr. Foro preso* hontem
a niiiiha ordrn e-tiverlo boje destino Jo-
s Maiia e Antonio rancisco brancos, Jo-
so Moreira, pardo, e Jos Varia Bernarda;
hrmeo, pelo Mib I refeilo de Santo Antonio
para averigua o de um roulio feito a bor-
do da Sumaca Brasileira Sania Mara aco-
pa tripula, o pertencem ; Samuel, pelo, es-
cravo de Calharitia de tal, viuva de Fran-
cisep Branco. por um Soldado de Polica ,
poi ler dado unas juncadas em um menor-,
Rafael Rojo, hespiuih 1, e francisco preto,
escravo de Gustavo Jos do Re(;o pelo Sub-
PWeitO da Roa-vista, ^ste por dosordetn e
aqnelie por terespancado a hum raoleque ;
Eduardo pardo claro, escravo de M da Cu-
nha de Miranda, pea primeira patrullia do
destrieto da -aula ni/., pordesordem e Ja-
mes Thomaz, Ingles, por um Commis-
sario de Policia do mesmo Liainj da Boa-vista
e jielo mesmo motivo.
Nada mais consta das partes boje reccli
nesla Secretaria.
Dos Guarde etc.
Noticias Diversas,
BLGICA.
Gante 8 de Outuhro. Esta cidade tornou
a entrar ja no seu pacifico estado habitual
de ordem e de trahulbo Quasi loda as fa-
bricas eslo em aclivid.ide e ja desapareceu to-
do o temor de novos alborotos. Sem cnibar-
*o disso a autoridade militar continua a vigi-
ar e al .timas tropas oceupam cinda a praca
de armas, eo mercado Vendredi.
Rruxelas 10 de Outuhro.
O numero dos feridos as ultimas occor-
rencias foi de 19, dos quaes foram amputa-
dos 5, e morreu um. O couraceiro cuja raor-
te annunciamos continua a eHar melhor, e
espera-se salval-o.
A dizer a verdade o motim foi provocado
pela deminuicao do jornal dos operarios, pe-
la falla de Irahalho e pela miseria. O povo
tein permanecido suido ;s instigaces anti-
revolucionarias e at essas tem assegurado
q'uro grande numero de operarios se retiraram
lo o que conheceram o partido que de sua
posico queriam tirar os mal intenciona-
dos
Parece que a auctoridade teme que reben-
lem algumas desordens em Rruxellas ao
menos assim o fazen presumir algumas medi-
das extraordinarias que se -tem tomado de do-
us dias a esla parte. Sem embarco disso ne-
nhum symptoma de alboroto se tem apresen-
lado e a capital nao leria sessado um s mo-
mento de gozar da mais completa tranquili-
dade.
No Domingo passado algumas sociedades de
afeicoados de Kermesse que repressavam de
noite da fesla do povo deZellidk deviam en-
trar na cidade como nos anuos enteriores ,
com urna bandeira despregada earehotes ; pc-
rm prohibu-se istocom o objecto de evitar
todo o pretexto da reunio.
Na secunda feira as tropas da guamico
cstiveram nos quartes durante urna parle do
dia e distribuiram-se cartuxos aos pique-
tes e guardas da praca.
Do Nacional de Lisboa ]
FRANC,\.
Pariz. O conselho directorial de Zurich
convidou o governo d'Argovia a reconhecer
o actual governo como vorort, conforme as de-
cise da maioria da dieta e segundo os
principios do pacto. O governo de Zurich j
havia annunciado ao de Argovia que sessaria
todas as rellaces "com elle em quanlo nao
reconhecesse a nova ordem de cou*as : Ar-
govia mandou depois urna caria ao conselho
executtivo e outra ao vofort,' Annuncia por
esta as cartas, que nao pode reconhecer por
Sl o canto de Zurich que o grl-conselho
o juiz compelenle nesle negocio e que
esta authoridade se pronunciar incessanle
menle. Diz com tudo que espera a pesar
d isso que a relaces entre os dois estados nao
scro interrompidas.
Partiro de Brtst provaTelmante U8i*S?3


DIARIO
S
D E
Si

PERNAMBUCO
iSKS
S
Rpcnw^T

gata e urna corveta para Montevideo, A-
Suella commandada pelo contra almirante
luporlet. Nao se sabe se estes sao todos os
' refoivos que se querem mandar esquadra do
bloqueio de Buenos-Aires, e se estes dous na-
vios bastaron par, por termo a guerra. De-
vemos esperar que o governo lera coioprchen-
dido que importa honra e ao interese na-
cional nao lemportsar mais tempo neste triste
negocio.
A Bonita que acaba de chegar a Prest,
traz noticias de Buenos-Aires. Os nossos ma-
rtimos tem tido algumas escaramuces com os
inituigos c comodc coslume, leem-se com-
portado bem, e valeulemente. Sentimos a
peda d^ um officiffl^, e de alj-uns bomens.
Levalle coptinuavaa Mtfr em Martin Gar-
da esperando a ocasio de atacar o dictador
Rosas. A bonila trazalguns bomeusapanha-
dos n'um corsario argentino.
IIOLLANDA.
Haya. A a? de Outubro principiou a 2.
Cmara os seus trabalbos debaixo da presi-
dencia provisoria.
A segunda cmara dos Estados geraes
renovam-se todos os anuos urna terca par-
te. A oposi:o ha va contado com
esta circunstancia esperando que os mem-
bros novamente eleitos recusario prestar ju-
ramento fundando-se sobre o argumento que
a separacode Blgica bavendo fe i lo perder
toda a (orea obrigaloria a lei fundamental, a
actual cmara j; nao tem poder legal. Esta
heresia poltica cujo absurdo foi muito bem
demonstrado pelo Handelsblad nao fez for-
tuna. Todos osdeputados novos; semexce-
ico, prestaram juramento as mos do rei
entretanto a cmara acba-se dispesta a acei-
tar fcilmente a opinio do governo relaliva-
ner.te reviso da lei fundamental. Esta
reviso deve limilar-se aos nicos pontos da!
ConstituicHO que a separaco das -a grandes
divisoes do reino dos Paizes baixos tem tur-
nado mpraticaveis. Grande numero de de-
putados representando a opinio da maior
parle dos bomens entendidos e instruidos do
paiz dezejam que se nao perca esta occasio
de fazer s instituices polticas da Hollanda os
melhoramentos e* concessoes, cuja necessididc
tem sido demonstrada pela experiencia dos l-
timos vinte e cinco annos.
,, Seria o governo bem prudente e atibado,
se escutasse os dezejos dos bomens mais escla-
recidos e mais sinceramente alleicoados
dynastia dos Nassau. No caso contiario
ver-se-ha a segunda cmara fazer uso do di-
reto de iniciativa que lhe concede a carta,
e resultara d'ahi ou que o poder ser obri-
gado a ceder muito mais do que se elle tomas-
se a iniciativa ou ento ter de fazer regeilar
o projeeto de consltuieo revisto pela pri-
meira cmara ento elle popularisar esta
cmara sem ganhar na opinio publica. De-
Te recear-se que para motivar o seu voto ,
es membros da segunda cmara que se re-
unirem ao autior da publieaco nao des-
cubram (actos, sobre que al agora leem guar-
dado o silencio mas de que se faro urna
arma quando se tractar de provar q as nossis
instituices actuaes nao otferecem garantias
suflicientes contra os abusos do poder.
(dem.)
As relaces polticas entre a Blgica e a
Hollanda.
pois da exp
cesquesetem feilo s euas intiluLes
Ando fundado sobre documentos >#e urna rio
rosa autbenlicidade suplicum os signatarios
ao governo de S IM. Britnica
i. Que intervenba a fim de se noroear urna
commissodos plenipotenciarios da Inglaterra,
da Franca da Austria da Prssia e da
Russia, para se fazer a reviso da legislaco
que rege o paiz mas sobre ludo, para deci-
dir em ultimo logar sobre os seus principios
e sua correlaco com o tractado de Vicua
gurar asna independencia das outras gran-1 R Nao senlmr a genteque IBeseguoa
des potencias suas visinhas rau/a do que tenho feito sao os conradoiro-
Os autboresda pelico reVctiram naquillo que esto em Venidlas e que esperam alcancar Parece-nos. que nes- nome. Eu os vejo de marihaa algumas ve-
te caso, como em mullos outros*, nada que zes de larde ; elles mudam de traje par nao
es
rommercio. O supemitendenle ingle/, cnlioil
,.V-> > cuixas d opio, das quaes duas mil per-
lenciam a negociantes americanos. O valor
desle genero, segundo os clculos dos ameri-
canos era de i milhes de dollares [ 2; mi-
peiar da diplomacia V-^eslfl petico de- serem conhecidos : elles me tem "seguido por Ihoens de cruzados]
.s da exposico histrica de todas as viola- loda a parle a Versailles Nemours a i As dispusieres daquelle edicto s
e consolidar, q' para sernpre l!"'"1 *** r!>
:ula-
melos orgnicos aue nao o desenvolvimento
necessarioda lei fundamental do paiz.
i. Que intervenba para que os delegados
da cidade livre de Carcovia nomeados [tela
dieta ordinaria sejo admitidos a esta com-
misso com voto deliberativo.
3. Que intervenba para alcancar que as
cslipulaecs conrernentes s reloces comrner-
caes e de correspondencia da repblica com
os estados vi-inbos recebam a sua applica-
co, e garanta certa de aulboridade, e de
duraco.
[\. Para que as nstiluices renovada? des-
te modo, depois de un profundo exame do
seu valor, nao pessam ser modificadas para
o futuro, se nao as condiees previstas ;!o
Iractado que deve garanlil-as e nunca sem
ssenlimento e acooperaco das autboridades
contilucionaesdo paiz.
Para que as auctoridades constituidas em
consequencia desta convenco sejo livre de
legoas.
' Eis-aqui no entretanto a declaraco dos
mdicos que atlestaram o estado mental desta
mulher.
" NOS abaixo assignados douclores em Me-
Jicina da Fnculdade dePaiiz fomos chamo-
dos pelo Sor. o pre'eito da Polica hoe A
Outubro s 10 lioils menos um quarlo da nni-
l para visitar urna mulher que senos dice
ser Stephania Girondelle pre/a depois do meio
dia como culpada de ter arremecado urna pe-
dra
carroagein Chegadps a ella nos a examinamos e
interrogamos. E para nos evidente pelo ex-
;i
iles.
O superintendente Elliols poder ir li-
vremenle a Maeau a fim d'accelar o mais pos-
sivel a descarga dos Navios.
" Poder fazer os arranjos quejulgar mais
convenientes.
Os it> estrangeiros que tomaro parte
no commercio do opio sero provisoriamente
retidos as feilorias estranciras ale se concluir
este negocio ; e s ento pxlcro sabir.
41 Os navios .matriculados confrmeos re-
gulamcnts poderao circular livieiiieule sen-
do examinados na alfandega
O navio Esperanca em Whnnspos que
B sua (ieteiuiiuacao o meio momo u caciiao Linsieo que v.un.u.c. ^ ..
z enturo, .xpressao de *na.phi- clia nasfeilorias estranf.eirasde Cantao pc-
a rejTulari.l.Hle.le sxa ri,culac:,o 8era pedir aof|ipo a aulborisacuo ue deixur
ame a que procedemos que cll < el; aifeda- a pediu aullmrisaco para hcar no porlo, po-
da de urna aliena-o mental ; ascau/asa que dera partir
ella alnbue sua deleimii.aco o meio momo O capitn Linsted que aetunhicn'e se a-
que ella poz
sionomia
nao nos dcixam duvida alguma do seu estado Cantao puapiftir
merfUfl. I k' Todosos navios de What-spoa poderao
" Em fe' do que asignarnos a presente de- continuar o commercio os q livcicm ja a sua
claraco. Assignados Cbomel ct Vignar carga poderalcm'ar" raquerendo o Hoppo
donne. auloni para sollnem -Em qOdi to aos navios
___;__________ estrangeiros mercantes.chegados de ultramar,
esperaro b solueo do negocio e depois de
O Jornal do Commercio de Pariz e a Im- examinados poderao ficar em Whanspo.i,
prensa ministerial Ingle/a. <^s barcos mahiculados que forem de
Whanspoa para Cantao aero sueitos ao r-
Naqnelle jornal d'-()iramos com o cgirnte : Roralo exame das authoi idades militares nos
J\ imprensa ministerial ingeza esla-nos dos portos de l.sscance e de Tawugliann
fa?endo actualmente urna guerra bem viva Sv tiverei.i abordo lazendas de
giurra
O que sobre ludo parece excitar altamente a
toda a influencia exterior e nao ohrem debaixo da responsabelidade a que bao de (i luco ton.ada pelo Governo francez de nao
car siijeilas pelas mesmas leisdopaiz. ceder aquellos que lhe pedem que hloqu.'e \-
Pira que a lim de evitar para o futuro lowmdria que attuquc "Vebemcl-Mi e ijue
similhanles reclamaics sejo acreditadas na! repula Ihrahim da estiada de Constanlin la. a Filio! para que nao ignorarem oque el-
cidade livre de Carcovia um residente inglez, | oppondo-lhe como barreira um exercito rus- les requerem '
e hum residente francez, que psalo por si-i so. Aprcsiml011-se aos ne,;ociat-)tes americanos
coutr., batido
armas ou plvora sero reenviados para
d onde viero ; urna minuciosa busca se Ibes
dar e adoptar-se-ho as con ementes me-
didas
" O theor des'as ordens ser communioado
mesmo juljar da silnaco da repblica, e
della dar conta s suas respectivas corles
(dem).
A pedrada sobre a Carruagm de'LnizFe-
lippe.
No Moniteur Pariesen se l o seguinte
A mulher que airemecou una pe ra
Fis o bello pl.ino que o governo francez faz um doCraenlo para assigna'-ei o que elles
mal em regentar e queo Morning-Chronicle recusarfio lser. Sebe se diz, que seus ne-
aconselha Inglaterra que e.xecule por si s, gociantes coiilinii.irem a fitter sjomaiercio do
se Cor preciso azendo sobre este nico poni opio sero condemnados morte
allianca intima com a Russia Mean lo toda-
va ininii;';as i-iiv ludo o nini.-.. I 111 lado mudan as polticas nada deve admiiar.. O
x orning- Chron'n le quera ha Irez mezes ,
(brear da passagemdos anlauellos centrar
110 mar de armara, para preveniros russos
( Do Nacional de Lisboa. )
amci.camio 05
I!
me uer-se alliarcom elles
I.
carrogem do rei se chama Girondelle e nao e pedir-ll ' nascida em la/er resveilar o impe i) turco' !
Pari/, ra Com etfeko! mas uande se fae urna to
prodigiosa eveluelo emauobra de svstemas,
nao se deveriam necusar os outros d ineonsis-
teniia e versalibilidaile
Gilrodet. J'em 3 anuos d idace
Brononvilliers (>tarue) vivei.do em Pars, ra
de dille i/ desde o niez de .lunho ultimo -
poca em que ella deixou a ultima- casa onde
servia na qualidadc de eousinheira.
Eis-aqui alguns extractos do interrogatorio
LITTERATIU
Ll'TIIERO. ( I )
Martim ulhero creador de huma reli-
giode principes e aristcratas era filbo de
I111111 campone/. Elle Cunta em puncas pila-
vras sua historia com ess humildafle impu-
dente, que provin dos liiumphos de toda a
sua vida.
Eu son filho de hum camponez : meu a-
v, meu hisavo erao verdadeiros ramponezes.
Por mais que o Morning-Chronicle se quei- Que eu viria a ser hachar.-l doulor, nao es-
que se 1 lie fez em casa do magistrado corres- xp que o governo fitfncez a lopl.i urna nova l- lava por certo as estrellas Nao assombrci
pondente. tia poHtica que esta liiiba pofilica consiste tanta gente, fazendo-me frade? Allligio se
meu pai com isso ; e depois lulei hra o a braco
com o papa ; despo/ei huma freir tive fi-
Ihos della. Quem vio laes cousas as estrel-
las ?
iNast Jo em Eiskhen aos lodenovemhro
i
O Jornal de Pariz o Temps traz o se-
guinte artigo a este respeto.
A ebegada a Bruxellas do ministro bollan-
dez regularo as relaces politcas entre a
Blgica e a Hollanda. He bem sabido que se
esperava este pa3so decisivo para renovar as
egociaces relativas s difficuIdades financei-
ras que nao poderao ser resol vidas pelos c-
missarios reunidos em Ultrecht em nome dos
dois paizes.
Um decreto do rei Luiz convoca para 90
deste mez os col lefios elleitoraes de Baviera.
E' um aconlecimenlo pones importante, con-
cderando-sc a que se tem reduzido naquelle
paiz o governo representativo.
O numero de familias neste reino eleva-se
qvti;5ili ; por consequencia contsndo um
dej'ulado por cada 7 mil familias devem ser
1^5 deputados.coulando osdepuladosdas J u-
niversidades.
" PEm que tendes empregado boje o em (avorecer (bsmed damente >ebem(-t-\li
vosso temj'O ? que o governo abandona assim a sua primei-
R.Eu tenbo felo meia ; fui de manbs ra posco totalmente, e que entra 11 um
a Montrouge ver urna mulher Su/.ana Le- caminho absolutamente contrario aos prflici-
roux que me rouhou 00 fr. Ella nao me nios que se Jiaviam assentade pelas outras po-
quiz restituir o meu dinheiro pois que ja o lencias da Eurooa mani'eslo que desde O de>4 ^ enviado lo",o na idade de seis aune.
nao linha. I'epois de termos altercado, vim principio, o es Ib reo demasiado limido mas a escola em Eiscnach can la va deporta em
a Pariz e fui procurar minha irma Agla, con Ira rio do governo franrez leve por obje- porta para ganhar o pao : > e eu lanibem diz
criada desacom modada eque mora na ra du cto t cauzasdefender o imperio turco, de
C'aur-Volant. Eu a deixei ha perto de irez Mebemel-Ali desoir ludo do imperio rus-
so dar urna parle, suficiente ambicio da
quelle,e prevenir em nome da Europa o
protectora to deste.O plano assim concebido
era lo simples que nem deile attribuimos
grande honra ao nosso gabinete
quatorse mezes eu era perseguida por cou-, O bom sent vulgar que lhe dictou este
horas
" P.Que fizesles depois ?
R.Torne para casa e acabei as meias
Falou-se do rei e eu sahi para o ver. Eu
dice que lhe tirara a sua vida porque desde
raceiros seus subditos, que me nao deixam
tranquilla nem dia nem noite e que me
tem feito loda a sorte de injurias. Quando eu
encr-ntrava o rei eu o ameacava eu o in-
juriava. Eu escrevi ao rei a queixar-me e
lancei mo de todos os meios eu o quiz ma-
tar dizendo comigo mesma : Malar-mc-ho
e serei tranquilla.
" Eu me colloquei no caes em frente das
Tullerias, Uuvi o rei dizer : Porque a
segui-vos?" Elle diriga estas palavras ao
pai de um mancebo, que se occullava no cas-
tello do rei Esle mancebo seu pai e sua ma-
drasta seu irnioe outros andam sernpre a-
traz de mim. Ainal eu arreniecei carrua-
A" i al uns annos que a repblica de Cra-. geni, do rei urna pedra que tinha no bolso.
tmfl__sinfulsr creavfo do congresso de! "a .Ouue sCu.sU-s c-sla fuiu :;
Vienna__piolessa tan alto; e tantas veses RNo fim da ua Jacuu junto de im..i
como pode contra a influencia russa que i casa onde se trabalhava. Eu ludia esta pedra
i;erse"'je ?! npsli* ultimo refugio o nome c o ha pe: todo sos e 3 6 a conserva va para a
t-spirito polaco. Ella nada tem que esperar do arremecar ao re.
governo francez; e por isso a Inglaterra que P Acconcclhou-te alguem a arrome a-
boie se dirige a sua supplica. O que pede, res pedras carruagem do rei, ou atenlar de
urna intervencSoda diplomacia para asse- j alguraa oulra m^neira contra a sua vida ?
procedimenlo ha de prevalecer nao duvida
mos disso solire as impetuosas leinhraneas d
Lord Palmerston e elle m sir.o por mai
que faca nao ha de poder s por estar ar-
rulado com a Franca lazpr-se ru-so I es-
contente por nao -er approvado em todas as
suas ideas pela Eranea ha de sruihar a alli-
anca intima da Bussia com a Inglaterra- paia
o negocio do Oriente nicamentecomo diz o
Vorning-Chronile ; ha de tallar nella ;ha
de ameaear mas nao ha de conclul-a ....
e ateo l.aro lirunow (agente rus o que liaba
v indo a Londres ja recel eu os -e'is passapor-
tes e parta boje mesmo 1^ de Outubro pa-
aa I oterdam.
O Commercio de Inglaterra com a China
O Commercio de Inglaterra com a (bina
continua. Esta noticia ebegou a Londres pe-
la viadas Estados l nidosi LJm edicto particu-
lar que adianle Iranscrevemos foi publi-
cado em Cantao para lomar a abrir-sc e
elle mesmo lui pobre mendigo recehi o pao
porta das cazas Huma senhora caridosa %
rsula Scbweiikard apiedou-se delle e
mandn -o educar Entrn em .'o na Uni-
versidade de Erfurth ; e aiii o pobre e obscuro
menino abri essa nova era para o genero hu-
mano era que com elle comeca e que tan-
tas revolu Oes e calamidades (b'viao tornar in-
delevel na memoria dos bomens
De principio deo-se uthero ao esludo do
direito ; aborreceo-se delle ; oceupon-se de
thcologia de msica, de liltcralura; vio
hum dos seus companlu-iios mor'.o de raio;
promelteo a Sania Auna fi/er se Irade, e,
aos de julbo de i5o5 enlrou de noite no
convenio dos Aiiguslinhos em Erfurth ; eu
re rou-se no claustro com hum Pinito e hum
\ rgllio, para mudar o inundo cliristo. Dous
annos de OS ordenou-se Quando disse a "
I rimeira missa eslava quasi morlo porque
nao linha le alguma ; vieran depois osdesgos-
los, as duvidas as tenlacoes A i 111 de fir-
mar suas crencas I.nlheio paitio pua Boma.
AEacbou a incifdulidade asentada soliie o
IronodeS Pedro, e o paganismo ressusrilado
110 Vaticano. Julio II de capacete na cabe a ,
nao sonbava seno combates; e OS fid*****.
Ciceros de lingoagem cstavam lianlbi/na-
( 1 ) Exlrahido das memorias de Lulhero,
rccenlemente publicadas pelo Sr Michelet, C
do eusaio sobre a litteratura jngleza.
r


DIARIO DE PERNAMBCO
r

i.
m em |ioi'tiis dijiloMi ilas e gueneiros 0
papismo lin 1a eno saber abdicado tiq
toridade temporal ; o pupa fmulo-se prin-
cipe moda dos oatros principes, rosa va
de ser o represen la ule da repblica christa.
renunciaba 8sse i rrivel trhunatodoa >ovos.
de (|ue lora ames investido pela elei,o popu
lar.
A-'uO II sucredeo Leao X rival de Lu-
thero; o seculo aebou-se bem depressa divi-
dido entre o papa e o frade : Lefio impoz-lhe
o sen nome e Luthero a sua potencia ra-
tava-se d fiwlisar a l'ormosa greta de S Pe-
dio e un liavia dinheiio Sem ler essa f
que produ/ia llicsouros amis id.idc, al
gueffl l que a cifristandade contribua con-, molas pa-
ra a ennstracefio das calhedraes e das almadias
Leao X mandn veiuier na Al lemn ha pelos
I 'ominh'anos as indnl;>neias (lie vendia os
Au;usliniios Luthero que era entao vigario
provincial destes ullimos orguco-se con! I'or -
ca contra o abuso de lemelantes ndirlgenci is
Dirigio-se imniedialameiite ao Hispo de iSran-
debouig ao aivcbispode 'arenca do pri-
niei-.o S obleve hmtna respOSta evasiva ; o se-
sea
BPBB1BBH
mmm
pind nao Uve responded. Ento pro, os pu-
biieamente tbesea que ia sustentar contra as
indulgencias A Vtreraanha lid abalada ; Fet-
z(l(|ueimnii Bstheses de Luthero; os estu-
dairtes de Wittemberg queimurad as prop -
edes de l'tl/el Leo X mi vio ao tange luim
estrondo, que se levantado doouire lado dos
Al, es. i ivalidade de frailes, dizia elle *
Os Alheniensis niofavao dos barbaros da
M .icedonia
O (;oslo do principe da igreja para as letras
dominav.i qualquer nutra considera ao. i He
tiidia para si que hci Luhero era hum insif-
ne talento. -< l-'ra Merlino aveva un I ellissi-
mo iiig('(;no I odavia para eondeseenifer
cun cus theologos, mandn intimar ao hel-
lissimo rige ;no que cnmparrccssc cm Roma
Luluero fiado no apoio do cleiior duaxo-
nia liiudio a ordem L-.-au X exigi dcsle
que lite entrega se Lulhero ; Frederico resis-
ti, Luthero, tranquillisado, escreveo ao
papa : Tomo por.lcsicmunha !)e se os bo-
nicos de que nunca qlliz nem quero boje
air.ipellar a igreja romana nem vossa sania
aulorjdfide : iceonhe o plenamente que esta i-
' gruja esta cima de ludo ; e que de ludo qu.in-
to ha ii cu c na tena nada se libe p ale pre-
ferir a nao ser Je/us Christo i utilero era
sincero poslo que as apparencias fossem con-
tra ele porque, ao mesmo lempo-que assim
se explica\a cun o papa di/.ia a bum pala-
tim : iNao sei a inda se este papa nao be o
Aale-Chrislo ou o apostlo do Ante-Chris-
lo
Bem depressa publicou osen HvrodoCati-
veirodu liabvtania. Lile ah declara a igreja
cativa, oehristo profanado na idolatra ra
inissa deseonbecido no dogma da tnmsubs-
tanciaco e ris.oneiro do papa.
Tomando a peilo n.oslrar q' al-cava antes o
papismo to que onapa escreveo launa carta
a Leao X lodo o copado com Micbel -Ange-
lo a levantar u templo de S Pedro e a escre-
T.'r a i apliael \cs lareis aboma do meu
nonlilieao Os.graso.is germnicos e barba-
ros de utilero iuipui lunava5 os Mediis no
meto do luso das ai les c .oh o bello reo da
1 alia iSao pudendo -persuadir-.se que se tra-
tara de bum scisnia mas para su ocar rumo-
res obscuros Leao X lauca a bulla da eon-
demnaco AhuHachegou AItcmanha; o
povuSuldevoK-se tai laucada ; agua qnri-
niada em Walemberg ; primeira lahareda de
. bum incendio queda Europa devia esplibar-
se a todas as parles do globo
\ ,'Ulemanha be o pai/ da boneslidade So
genio'e dos sonhos: quanto mais as ahstrac-
coes dos espiritos nebulosos sao inintelgiveis,
lauto maiur eutbusiasmo excJl 18 entre os so-
nhadores quo cuidad enlend bis.
A dieta de Worins foi otriumpbo de Lu- salario
____... /....!.. v ,.:o () 'c
no scio mesmo da dieta : nobres e condes o
vinba visitar. Q lando Je/.us (ibrislo nppa-
rereo diante de Piidtos estiva s abando-
nado al mesmo dos seus dnt* discpulos 5 to-
das as potencias da trra ''onspiravao contra<
elle. A dieta publicou o decreto imperial con-
tra o reformador eseus adberentes. Luthero
relirou-se ; c oeleiior da Sa\onia parasub-
trabi-bia qoalquer iferigo mandou-o segu-
rar loica, e cncvi 1011-0 DOcastello de Wart-
boni'g.
Do alto da sua cidade'Mi lan 011 elle huma
mulliil.io de esc ripios ardenles imitando A-
ihanasio. que combata pida Fe do fundo das
gruas do bgypto. Tornando-se impetuoso
pedo sen benevolente caliveiro que l!ie d va
ares de bum. ni nlyr s fallava de quebrar
cedros de supplaular Pharas soberhose en-
dn ciados. l.spero que elles me ho de-ma-
lar mas minba hora anda nao volveo be
preciso que antes disso eu lome anda mais
furiosa esta lacade vboras "
Tin ha cameeadoa publicar sua tradnecoda
IViblia principes e bispos a prohiliirao Co-
mochelede eilaecmo autor, Luthero r-
rtou-se ; a colera deo-ll e ii'prevslb do por-
\ir. O povo escie.ii elle, ag la-se de to-
dos os lados, tem os albos abertos ; nao
quer ser opprmdo ; os principes bcliao os 0-
liios a estes symplom^s amnacadores. ois
bem ; oSenhor consumir^ todo parece-me
ver a Allemanba nadar em Sangue
Entretanto, aiuprens pareca ler sido
descoberta a lempo para a propagaco das no-
vasduutrinas: a greja lutberiana estabele-
ceo-se. Sbe-se o que elle regeiou eoque
conservo u da igreja romana, mas o scisnia
entrava por iodos os lados nesla nova commu-
nhao; Cal-vino apparecia em ( thero baiiia-c rom Cnrlsladt, e escrevia con-
tra elle lu: los amargos
Os-camponezes revoltra-se contra seus
senhores 5 e arroarao-se contra OS hens OOS
princip's erclesaslros: dah os disturbios
que ensanguenlnrao a uropa Em balde o
ndo-mador lez o que pode para desarmar as
m.isas; o alfange eslava lirado da hainha c
i; nao podia (ailiar nella sean depois djedons
secujos de rmmolacoe de carnagem.
Luthero abri a porta dos claustros c dah
sabio huma mullidao de bomens o do mulbe-
ics que nao sabiao o quo fa/er Elle ci/011-
se puis, tanto para da:-\iies bum bom ex-
empo como para livrar-se das su s pro-
pcias tentaees. lodo aquello que infringe
as regras procura arraslrar corosigo os (Vacos.
e com o iwomplo do grande nu uero dar
feiees de ustiea ede direiloa buini acelo que
foi iini^jmenle o resultado de bum accidente
011 de lumia paixao lelleclida. Os VO*OSsantos
lora (lobradau.eiite violados : Luthero rasou-
se com huma religiosa Tildo StO pode ser
mu i bom mui philosophica segundo a nalu-
re/. 1 ; mas, liaoutra naturexa mais elevada
11 que cumpre atlender. Orfficil be, quaes-
qiur (ue scao as virtudes de dous esposos ,
que inspiren) confian-a e respeito fa/endo O
juramento de unifio conjugal nos rqesmos al-
iares em de solidan. Nunca ocbristo di pora noco-
racode hwm padre o peso oceulto de sua vi-
da e ellettiver OUtra espesa que nao I'or essa
igreja niv-li liosa (ue guara o se;;redo das
fallas, e cons da as dores da existencia Jess
Chrislo ponii'icc c victima viveo no celi-
bato, o deixou a Ierra na aurora da vida
A freir esposa lie f 1 ti Mralinbo cbama-
va-se Calharina de Bora ; ello aamod; tra-
balhava com suas proprias mfios para alimen-
la-la A(|Uelle que fez principes e desnojou o
clero de suas riquezas morreo pobre e bonrou-
se com a sua indigencia. I m-se estas pala-
vras locintes no (ue nao lenbo dnheiro-nm li esourode espe-
eie alguma oque nao deve cansar admira-
cao, (jorque meu unicorjddito tem sido meu
"Variedadc.
Ibero : ah compare' eo perante Carlos V seis
eleit ucs hum archiduque dous laudgraves,
fiuie espe duques bum grande numerode
condes, de arcebispos ede bispos. Entrou na
ciJadeein hum magnifico c. rro escollado de
cem {'.cutis bon.eus armados de ionio em
blanco Canlava-se e-te bvmno dianle delle :
_ iWso 1 eos be huma loria le/a huma -
INlOaAL.
Moradadc.
Cbama-se Moralidadea relacao que ha en-
tre as ai: Bes humanas e a lei que asui
n irnii Comeffeto, sendo a lei a norma das
acedes humanas se comparartnos estas ac o s
com a lei neltas se nota ou conformidade ,
011 opposicao; eesla sorle de quali'iea So de
nossas amVs em relacao ; lei <' o n.1 se cha-
ma moralidade Eslc termo tira a sua ety-
mologa da palavra eostuines ', que sao ac-
edes livres dos bomens as quaes sao suscpti-
veis de regias
Pode ronsiderar-se a moralidade das acedos
deliaivode dous tontos de vista : i" em relaco
ao modo com que a lei dispoem asacc3e3;
em relacao conformidade ou opposi-
caodcstas mesmas acedes rom a lei.
i\o primeirn caso as acedes humanas sao,
ou determinadas ou prohibidas OU permil-
tidas As aec'es determinadas ou prohibidas
sao aquellas que a lei prohibe ou ordena
as permitiidas sao as que a lei nos deixa a li-
berdade de (azer.
O segundo modo porque pode ser consi-
derada a moralidade das acedes bunu.nas ,
em rea ao asna conformidade, ou ; sua
opposi o com a lei ueste caso dislinguem-
se as acedes em boas ou justas ms 011 injus-
tas e era acedes indifferentes.
Urna a cea o moralmente b).a ou justa a (ue
em si mesma conforme disposi So de (11 il -
quer le obligatoria eqtie de mi is leila ior
desposici'ies, e accompanhada de circunstan-
cias conforme^ ilion, fio dd legislador As
acedes ms ou injustas sao as que, ou por si
mesmas ou-por circunstancias que as oc-
enmpanhad, sao contrarias a urna disposico
obrigaloria ou inlenco do legislador. As
acedes indifferenles e-lao para dizermos as-
sim eollocadas entre is acedes justas e in-
justas : sao as que nem sao ordenadas nem
pro'bidas mas que a lei nos dei\a em liber-
dade de Obrar, ou nao; segundo aebarmos
conveniente ; isto que eslas acees se re-
te rcm a una lei de simples permissio e nao
a urna lei obrigaloria
Alera daquillo que chamar-se pode a
' qualidaile das ;>c oes ni ora es la m bem se
considera una sorle de quantidade que faz
Min que com para ndo-se as boas acedes entre
si, assim como tambera as ms entre si delta
se estreme urna avaliaco relativa para
marcar o maior bem ou o maior mal, que
s encentra em cada rima deltas icedas; pois
urna boa accao pode ser mais, ou menos ex-
Cel lente, e una m aceo mais, ou menos
condemnavel segando sen objecto a qual-
dade, e o estado do agente a naluroza mes-
ir.o da ac So i sen e cito e suas COSqtien-
(ias, as circunstancias do tem po do logar,
&c. que podem la ni bem lomar boas 011 ms as
ac< des mais-lou va veis ou mais reprehensi
veis unas, que as oulras.
iNolte-se einfim que se allhue a mora-
lidade : tanto s pessoas como m acedes ; e
como as ac.oes sao boas 011 ms justas ou
injustas, lambemos bomens que sao virtu-
osos ou viciosos sao bons, 011 mos Un
homem virtuoso aquelle que lem o habito de
obrar, eonirme seusdivi 1 es. Um homem
vicioso aquelle que tem o habito opposlo.
(Tradu/.ido.)
Cisa de familia ou de homem sotierro ; queni
precisar de sen prestimo aiuuincie ou dirja-
se a ra do Liv ramento no segundo andar do
sobrado. I), li/.e., indo para a Igreja do lado
esquerdo. ^.
i .J Huma Riulher parda e de meia darle se
0 f fe re e para aaia de casa de homem solteiro ;
(nem de sen prestmo se qui/er utilizar di
ri;a-se a ra de Orlas indo do Carmo lado
direito D. CU" Preeisa-se de um trabalbador de Ma-
ceira e que seja entendido no mesmo servico,
fono, 011 captivo : qneni estiver nestas cir-
1 instancias dirija-se a padaria da ra dircita,
D. 1 5,
Cgr Quena quiseralugnr hum sitio perio
desla praca, que nio exceda, de meia legoa.
com honsarvoredos de fructos e com ca)im,
annunciea morudia por este Diario para ser
procurado.
i-j- Alugao-se 4 escravoo que satbTo traba-
Ihar em Otaria, pagando-se annual ouse-
nrmaliiienle O que sea justar, o bom trata-
ment; quem os liver annuncic ; adverte-
se (ue se admitte tambem duas pessoas for-
ras que queiro trabaUnr no fabrico do lijojto
pagando-se-lhes o que se convencional-
Aodiavinle e cinco do me/, prximo
passado seentregou a dous prclos, duas liar
i ricas cora bacalbao, para: serem levadas a ven-
da de Wanoel Jos da llosa, na loa-vis-
la as (uaes nao lorau entregues lllga-SQ
(ue nao acertaran eom a dita casa, p risa se
roga a pessoa que as ditas barricas guar-
dou as queir entregar na (nina da ra
do \ gario 1) 2 >, que nao s ser indensado
d.i (espesa como tambera se recompensa ge-
nerosamente
i W Quem tiver para alagar urna casa ter-
rea ou sobrado de um andar no Lauro da
Boavista, annuncie.
. O abaixo assignado em rcsposia ao ul-
timo periodo da palinodia do I.liante lie
leito da Comarca do Limoeiro Joo Mauri-
cio Cavalcante da Roxa Wanderley, publi-
cada em o Diario de houtem em que diz
que para gloria sua. e confundir aos seas
inimigos bastava as duas repr<-enlacues que.
subirn a iresenca doExm. Sur. Presiden-
ta da Provincia assignadas por mil c du-
zenlos e tantos Limoeirenses ; lem a declarar
ao mesmo l'refeilo cao sen Mentor.
que em scu poder existe um grande
numero de carias de pessoas d aqu la Comarca,
em (ue manifeslo que ateriorisadas com as
ameacas dealguns Agentes de olicia, assig-
uarSo as decantadas representaedes, as (uaes
no Triliunal compelenle serao appreseotadas ,
assim como muitos outros documentos, que
romprovo ludo (uanto tem dito o abaixo as-
signado a respeito do mesmo Piefeito e seus
satellites.
Ilenrique Pereira de Lacena.
ST7* Perdeo se desde o Mondego at a ponte
do Ucboa na larde do dia vinle c seis dop.-
p, urna carteira verde co:n cincuenta o
tres mil reiscm sedulas ealguns papis de
importancia roga-se a quem u liver adiado
0 obsequio de annuueiar a sua morada pro-
metlendo-se trinta mil res de graliflcacao pelo
1 adiado.
1 j' Olfcrecc-se para ama de casa de he-
mem solteiro una creoula moca, com todas
as habilidades precisas : annuncie para ser
procurado.
i_j" Urna Senhora curiosa se propocm a
curar pelos, (un tem esta molestia chamada
quigilla 011 morfea pois que tem curado a
mu tos nesta Praca e do malo como pode
.
i
lotera r>o seminario.
Como lem sido grande a venda dos" fSilhetcs
da segunda parte da it.a Lotera concedida a
beneficio *i^ insIruccSo publica em o Semina-
provar com os Srs. dos pretos 5 e assim quem
do seu prestimo qui/er utilzar-se dirija-se a
ra Dircita sobrado D. l/\ que adiar com
quem Ifalar ou annuncie.
t y Is'o dia primeiro docorrente pelas seis
i horas c meia do dia desaparecen um menino
rioEpiseo a linda', o Reilor do mesmo forro de nome Josc hindo da Ribeira para a
() fogoso e ardente reformador era dicio de
lernura nos senliiuciilos de sua vida domesti-
ca ; e suas opin-oes olercci 111 exci lenles pen-
sa mentes sobre a alureza a biblia a fea
lei. Mu curioso be o que elle diz da impren-
sa i bu 1 a idea individual oconduz a huma
verdade geral e a huma rala de porvir A
impiensa be o ultimo e O supremo dom pelo
Seminario annunca ao rcspeitavel publico,
que as rodas bao de andar impreterive
sem o dia vinle e sete du corren le Janeiro.
Avisos Diverso*
,, j>osso 1 eosne nuina iuii.i-'.'i, """- '.,:-----. ------ .. i '
nada chuma boa armadura O povo eslava qual Dos l,v progred.r as vusas do evange-
Scado al sobre ostelhados, para ve, Ib ; a uh.nia nimnia que rel. anles da ex-
...... 1 r>:......._____1......I r. Iiuccao do uiuiwlo n
, fre Mariii.ho Firme emodelado o
doulor nada quli n Hartar do que tvamon re-
b.livainenle s doiilrin.is mas Mmenle dissera a res|)cilo das pessoas Luem, diz
oSr \iicb.-iii disse nSo ao papa ,*nao ao
Imperador Isln prova conviccao e coragem ,
mas una des-..scoragens que nao sao milito
dificew.quandoseestbemdeendido ci.eio
derenome e excitado pela mnbr% de Ma
ser um chele de seila. Lutcjo era ajioiado
tinecao do mundo
I uthero (lenle c triste di/a O im-
.... 1. ^
1......
r* t\ n'Mn/l
;i_
.1
[a ,'como ba grande edificio preaiw ades-r
moronar-se A sua morte foi tranquilla ,
elle desejava morrer.
(Do Despertador.)
Z~J- Convidao-sc os assignantes da Com-
panhia de alvare-igas a reunrcni-se na Sa-
la d'Associaco Conimercial na sexta feira
10 do enrenle ss on/.c horas, "ara traclar a-
ceiea diste objecto.
\l...,.^. nma casa terrea no bairro de
.....;' ... ..
C I \ I 1. .< IUI !> II"'* "MllA fllOttnllll I l_
Danto Antonio para....... .-.....................
milia nao seescollie 111a pagando-se mc/.es
adianii"> OES ST5C5,*0 a .i.c.u.tC uo uuia i.i/..i,
sendo de boa familia que nella more ; qn..ni
a liver annuniie
S_y- lana parda de boa conduela militon-
gil, se oerecc para arua de portas dentro de
ruada Praia com 08SlgnaesSeguiutes : iilade
de 1 i para 1 \ anuos, cor parda, mu lano es-
cura, boca grande, becos grossos, naris chato,
mos com piadas ps largos c anda um
lano com a eabeca para a banda, como pes-
soa o lenba criado, ois nao tem pai nem
mi e he hum lano innocente se desconfa ser
alguma pessoa que o seduzisse porisso faz-se
esle para (nem o virconi algum destino o pe-
gar e levailo a venda da esquiua da ruado I-'a-
gundes I). 13.
tr l'recisa-se de urna preta ou mulber
livrequequcira comprar e fa/er o servico de
urna rasa de homem sem familia : na ra da
* nnceicao da !*oa 1 tsta casa derople do ?*r
Hufuio.
x------ I"
" ""-"c:r,ar de nm muiiii de :ds-
de 2 anuos para Caxero deloja de lasen-
das ; aununcie.
I recsa-sc alugar urna casa terrea para
pequea familia : annunciv.
I


DIARIO DE PERNAMBCCO
cy Offerecp-se iim estrangeiro para cria-
do de qualquer casa |.'articular ou outra
qualquer occupacao ; na ra da Cruz I). p.
tW" Precisa-se alugaf uma^e^ra para o
servico de uma casa de pouca familia 5 na na
da cadeia velha n 14.
, *^* (^ucm precisar de um menino parde
com idade de : i anuos para estar com OUtrc
aixeiro cm qualquer casa de negocio pois o
dito tem. muito entelligencia esabeier, ps-
erever p conlar sen nai se responsaheltsn
pela conducta do dito ; advcrio-se que por ora
nao se quer ordenado; quem quiser dirija-te
a ra do agundi s I). 3 ou annuncie
S^f" Precisa-se alocar ama casa terrea no
I rro da Boa vista cm qualquer na e que
lenha pelo menos ."> qnarlos-, no atierro da
I < a vista venda i). 3.
fiy Offerece-sc um rapaz pnrlr.onp? de
dadede annos, que tanueiro para tra-
balhar em algum aimazcra de Bssucir. ou ten-
da de taeiro conforme se ajustar quem
precisar dirijase ao atierro da Boa vista ven-
da I) 4.
Precisa-se de uma canoa com esnoeiro,
m
fn
fls
de
Rota internamente cura e extirpa
hrigas nffo exceptuando a solitaria naihema
a menslru ao, e calma as dores clicas 011 sim-
ples ue estomago ou v^ntrc tomado mdica-
mente todos os dias preserva das eufermda-
!es contagiosas c estimula o apetite di? co-
mer lina I mente applicado m friccoens ral-
ma e Sucega asmis violentas di res rronicas
lano causadas pela gota como por rhennvitis-
mo, cu inchacons dos ossos con lie
lo nome de cyhostesis. \ ende-se nesta C 1
de ni roa da Cruz botica n i
tvj-IVodia do p. p da loja da praca da
Independencia n. .i i urna raxa de prat.i,
m 1 dedos o nipin iIp mmprida n !.>i-. v
meio de largura, tanto na lampa como em
baixo lejn um hordadp levan' id. cuDO t ealan-
pa de um cavalleiro atril de um viado e um
cadello. e est dourada e limna de novo; quem
a furtou foi um malutoque dezia ser de S A li-
lao he alto, secco do corpo cara compiid.i,
conduelo por cada milbeiio /]no ibr transpor-
tado 5 quem quiser fazer este negocio annun-
cie.
que ca regu looo lijlos de alvenaria o me- vestido de camisa e scroula ele algodo; a quem
nos para trabalhar em urna olaria em condu-lfor oBerecida dita caixa poder tomar e levar
cao de lijlos para esta praca ajustando-se a a dita lo|aqiie ser recompensado.
SST Um portuguez Ribo da liba de S Mi-
guel seolerece para armazn venda, p ida-
ra ou outra qualquer ojccupacc 5 quempre-
cj" Os pas de familia^ que quiseremver cisar annuncie.
oaseus filhos bem adiantados cm ler, escre- S3F Precisa-se alugar um andar de sobra-
ver, contar, coser, fazer lavarinto, e mar- do, que tenha commodos para familia, e
car de toda a qualidade, e tambem s- recebe que nao seja em ras exquisitas 5 quem ti ver
crias de ambos ossexos, e ensina-se con toda a annuncie.
perfeico e aplido possivel, a doutrina VO" Quem achou duas chaves de ptanos
Chrislaa
W Folhinhas de algibeifa poniendo l^*'''-'
1) do Kalendario &c a confi-sao do ma- f,|e'
W
alem
ru o p um ialo o entre um \lgaravie p
ma %'aria a > o res ra la urna -. Ditas de
dita, dita, ilita com nnedorlas, historias bous
(fictos &c a 1 o ; ditas de porta divididas em
semestres a seis vintn* o auno ; di :s Ec-
'bsi'Slicas a pataca : na praca da 111 Ipp '0-
dencia loja de litros n i" e -* na ra do
ca' u .1 loia do Sr Bandeira no ha i rro 00
Rppife na rn 1 da ca !.'; 1 [na -u
Ouaresma ; delronle da iTreia dn Madre d
lesapateiro e o|itimo para pagem e um
moco para lodo o semeo j e ptimo
noleque de ni ao de .idade de H annos co-
zinha o diario de uma casa ; na rua de
verdes casa linea L. Sj.
agoas
Ssrravos l^utriiio-
- Roga-seaos Snrs. Sub-Prefeitos, e
1 lesdesla e mais enmaris, e
n" .""'n' : ires qu 8 ou drena
"','" uma negra le n seufo mudou de
>TJ>sma re ; da Igreja dn de ,,,,, ,l0M i0 ...tur,
'vendida rpuna do !...... do^.pite d ^ ^ ^ -, t.(ntl, ^ C;)m
[ ''':' '' ;; ""'. "'"; ; ,M vrsld uma marca de ferro de sua lena em cima ,
honra do r. Joaqu.m-.T. Vloreira ; e em ,,,,,,,,, at do en, uma (jaa mQ3, .^3
pes
forra ;
liolica da nin do Amparo.
C

da 16. M Loleria do Siminario
de Olinda : uetti Tvoografii.
te desaparecen da Boa \ ia;;em huma prela de
penenos cosluma inlilul:u-se por
quem a pegar leve ao atierro da Boa vista n.
-t que receber 0,000 de gratifica ao.
S2j- Ao da 1 do frrenle as 7 horas da uoi-
__^ n t 1 1 'te desaparecen (ta loa \ ia'em huma preiaue
_E?" Bonssapatos Inglezes : na rua da ca- .' r ',' u. .. ___1 .,
deia velha loia n o nome Joanna, Nacao Benguella a qual pouco
falla Portuguez com os sigoaes seguintes ; al-
ta eseca nariz afiliado ps e mos secas,
tu* Na olaria da rua da Florentina boa
lenha s para olaria como para padaria,
a 1 jFo ao carro a relalbo e em grandes por-
eoes tamhm se manda poraonde coviefao
comprador aiuslando a frelc da condueo,
".c?" m sillio, p um uniforme para mon-
tara de srnliora por preco commodj ; na
rua de or!:s L) 1 1
tSST Bilhetes e ineios ditos da I.oteria do
eminirio, quecoire no da 7 d i correnle :
3a e ajudar missa e lambem se rece- hamos no principelo da pona da loa vista i na rua d 1 Cabug loja c[o reloioero junto do
be meninas pensionistas de anillos os sexos, e querendo*restUui-las a ruada cadeia vellia r Bandeira.
da-se o maior Iralo possivel, se os pas se con- n. 5 quiua do beco largse Iheagradecer jy OCorretor Olivera vende por prppo
cenciooarem no ajuste e condioens, tmioda c?" Arrenda-seo lfceiro andar da casa commodoa casa terren nova edificada a mo-
praca como de fora aliaz para assistirem lo- da rua de S Francisco D. 5; a aliar no su- derua em chaos proprios na rua que vai da
da a semana o jrem no sabhado ou ves- gundo andar d> nissino. Trempe para a do Vlondego l). e irrrme-
peras de ias Sanios, indo isto s.\ ajustar ^Q^' Prcisa-se de officiaes de chapeleiro, j dala a do sobrado que actualmente eslffo edi-
muitocommodo : outro sim faz sciente a os que sejo habis 110offlco ; na rua da cadeia ficando os pretendentes dirijo-se ao mesmo
seus alumnos e alumnas, (picas ferias, fin- velha na fabrica de chapeos de J. EUler Corretor
do-sea u do correnle c a 16se abre a au- i). 14.
leudo algumas sarnas, e tem hum pequeo
signal de carne no queixo, tem dons deiites
de cima edebaixo aberlos pela parle de'den-
tro levou vestido de chita com assento cor
de cafe* e humas palmas encarnadas, e rou-
xas e panno da costa ; quem a pegar leve-a
arnadireta venda I). c> ou na Boa-Va-
gem a entre ara .los l'ern.ndesda Cruz que
receber *o,ooo de Rratificaco
$zr Fugo no da primeiro do corrente ,
Manoel, pardo, de idade de i5 anuos, sec-
co do corpo beieos grandes levou vestido
camisa branca e cal as lamliem brancas ;
quem o pegar leve a Ol'nda rua de at lias
Ferreira casa 5 ou no Ret fe In-io da lin-
goeta venda do Sr Joaquim -os Kahello ,
que sar; recompensado
S5" Noilia o do p p mez d-sapareceo no
atierro da Boa vista aoanoilecer, e da cora-
do sul I). j
Ot Um cava I lo russo carregador baixo e
dirijo-se por delraz de S Jo- da iiaite IW Pedro x'anoel Duarte Gondim Tahe- esquipador ; no atierro dos alfo-ados so't.kIo
liao de protestos, avisa ao respeitavel publi- do Lima, assimcomoiti barricas de quarlo P" "a de oulros negro* perlcncenles ao en-
o, coque tem mudado o seucartorio para a casa com mel. t.enboCrusal,u um moleque de nome Joao
CJT Uma casa terrea sita na oa vista, rua RVUo "" r ^"'l;l ; ar
docotovcllol). 3. bem construida sala for- a Hre. ,alIa apress.du com militas sICi-
lrir.es as costas de chicote supue-se que
^5^7" Fazem-Se casacas de panno fino prelo co qi
e de varias cores incido Loas 6 promptas de de Slia residencia na rua Uireila sobrado D.
ludo por 20,000 falsas de dito a 10,000, ji- 4^ no primeiro andar,
(uetas de culos a 10.000, coleles de sarjas a
.jooo; no teco do CampcUo no Reeil loa
de alfaiate que Gca defronte da loja de cera
s^r O Secretario da Sociedad Lubentina
de Bebiribe avisa a os Sis. Socios da mesma,
que ha partida sabbado cuze do conecte.
rada e chs proprios ; a tratar na rua do ,
ci.ie.ciro por cktia,das;Martirios casa l.cci- lossP l,,,,1u,,do (\.^,c es,Pla aU,:,do '' (l,,ein
ma |0 o pega| leve ao d:lo engenho a que perteuce ,
Pianos mu ricosede-superioresvozes "" 'a r,,od vi8a,ioem casu i\io> loaquim
dos neis que sera recompensado
W esapareceo no di 1 <> do correnle um
t^'
Avisos Martimos.
PARA O ASSU" al odia l5de correnle o
Patacho Laureplina Brasileira ; (|uem quiser e de diversos precos ; e um moleqne creoulo
carregar 011 ir de passagem dirija-se a rua de dado de 1 annos: na rua do Collegio Ue-
Ua-se dinheiro a premio sobre pinho- da Cruz n 'a, ou ao apitfiodo mesmo A n- cima 1.
res de bur, eprata; na rua do Rangel l). Ionio Germano das Ne ves. I t^ Um selim iodo aparelhado em bom
.11 no primeiro andar. HARAO'HAVRE o Brigue Francez Ar- uzo ; igualmente as tahoas de lo, g^ Mr. Kis&el relojoeiro francs noalter- morique tendo ja parle de sua carga salii- Callet e o tratado de artilheria por Muller;
' ro da Boa vista compra relogios de algibeira r impretervelmente no da em segunda mo e tambem vende em conta, quem quiser carregar, ou ir de passagem di-j 12S" eios biIhetes d Lotera do Semina- ,i,SCi,1<;us envolla em roda da cinU debaixo
esclavo que representa ler '.o anuos de idade ,
de naca'o de nome Joo eslava traba I bando
na p daria do Sr Jos Teixeia (jii i maraes ,
no largo da S. Cruz andava com un.a cor-
rente.no p esquerdo c trazia por dehaixo
rija-se ae seu consignatario L. A. 1 ubourcq, rio; na praca da Independencia loja de en-
e aGanca-se a os compradores.
S~J- O Sr. Jos Custodio \ieira. queira na rua do \ gario n. i&.
annnciar a sua morada para ser procurado P \R.VO POBTO o bem conhecido Pata-
por um seu amigo da \ illa do l'enedo. cho Portuguez Primavera de primeira mar-
Sjy Bernardo Soares Pereira laz publico cha forrado, o enea vi I hado de coin, do
que no da .0 para -i,- do passudo, se lile des- qual heCapite Jos Callos Ferreira oares ,
encaminhou una porcuracao bastante, pas- partir com a maior brev idade possivel por terj
sida pelo Sr Jeaquim Francisco de Alem, a receher uma grande paite de seu carrega- casa de vvenda de pedia e cal, com soto ,
roga-se a pessoaquea liver de entregar ao ment; quem no mesmo quiser carregar ou icom commodos para grande familia rom ea-
annuncianle quencara obrigado. ir de passagem para que tem excellentes com- jeimba tanque com lelheiro, viveiro; baixa-
\.j- Pedro Garboyza cirurgio italiano, modos, dirja-se a seus consignalario Men-|para capim, duzentose tantos ps de laran-
inventor fabricaute do balsamo homogneo des & Olivera na rua do V gario I). i5, ou T<''i'as da china, secta, eembigo,doze ns
simptico, havendo previamente, oilerecdo ao referido Capito. ; de coqueiros cajueir&s mangoeiras cafe-
cadernador n (i.
^zr Uma esesava de bonita figura, de na-
ta i engoroma liso cose cha cozinba <> di-
ario le uma casa ; na rua Uireila t. vo, lado
do Livrameulo
Um sitio no lunar da Magdalen'a com
o esta Illustl issima academia de medicina e a PAlA BAR E ONA com escala por Porto
varios S | es ores da capital do imperio Rico a Polaca Hespanhola jL'nio, tem bons
do Brasil alguns vidros do dito balsamo j commodos para passigeiros quem quiser car-
com amostra para que possa^ ser expermen- regar ou ir de passagem, dlri a-se a o ser,
lado por habis facultativos; e verificar no Capilao 011 ao seu consignatario Jo Pinto
mesmo a eneigia, e-quasi instaotaneameuteade 1 emos na praca do Caramercio
ac So i'i ni (ue nroduz os seus milagrosos elei-
tos, como ja o decluro muitosilluslrados pro-
P.ARAA B.AillAa Stunica feliz Ameri-
cana sa' e com a maior brevidade possivel
fessores clnicos de Roma, aples, Floren- qdem quiser carregar, ou ir de passagem
ca ViUao &t &c. ipie com suas certi-1 dirija-se n rua da Cadeia n. 1 casa de Manoe
da camisa levou vestido camisa de nlgod o-
ziulio pi usada e galeas pe estopa ; quem o
pegar leve a mesma padaria, ou na rua do
Rozarlo da Boa vista casa de dois sobrados
con ron te a S Cruz no segundo andar que
ser recom pensado.
l?* No da 1. do correte fugio um escra-
vbmolatode nome francisco, baixo, seceo
do corpo cabellos caixiados com taita de um
dente na frente ps pequeos buco de bar-
ba, com uma sicati iz na boca do estomago pro-
venientede uma facada levou vestido calcas
de casemira branca bstanle velha e camisa
de u.adapolo chapeo re pello hranco e ve-
Ib > o qual talvez ten ta lomado a estrada do
Ir visto ler ali jido con nado ; ipiem o pe-
doens o comprovo resolveo-sea ter sempre
prompto um deposito de vidros d'cste balsamo
na sua casa rua d. praia da Gamboa n. .9 e
tambem no largo do Paco n. 10. adverte-se
ao respeitavel publico que osuibordeste bal-
ramo tem em tdo%a vidros a sua receila ini-
pressa e na mesma receita a sua firma e
lodo e qu il idro que appareca sem a djita
receita he 1 d pelo qual o dito aulhor
mo be 11-;; i savel ; Liz esta advertencia para
que o ti publico nao fique engaado,
e seu verd ideiro aulhor comproinettido.
As vil ludes d'esle remedio sao curar t
sarar com a maior promplidio quaesquer fe-
1 das produzldas poi armas ou ai iraedes
inda que ja e 1 em estado de chagas cr-
nicas, espon'osas e ptridas, u Leras can-
crosas venreas ou escorhulic'.is sarnas .
erisipelas scirrhos mal de Lasaros e gc-
ralinentc todas as molestias cutneas, rheu-
Joaquim Pedro da Costa.
IC I l O
SSP Quefarem Alexandre Mackay c\ Com-
panhia por ntervencao do Corretor Olive-
ra, de una pona.) de bae'a3 pannos, e
niadapolijesava iados, porconla de quem pro-
lencer, e de um completo sorimentqde fazen-
das lini; as, quinta lera i( do correnle asdz
limas da maulla cm ponto-no seu arenaiem da
rua da Cruz
C o ni p v a s
tsy Quatroaseis queraos para vi
na rua das Crnzes l). 7 no lerceiro andar.
de senzalla
'I i!. M'l
.1
tetros, e um grande mangue para lenha e
apto para ter um bom porto que a toda ho-
ra lera embarque e desembarque : a tratar na
rua do He/ario da Boa vista casa de dous an- *''"' leve" rua ,arSa du l!l,';'ri" "O botequim
dares confronte a S Cruz no segundo andar. d r. Ahu |Upnjue quesera recompeiiMido;
tW O Correlor Olivera ende um ma- e 00 caso de ser pegado perto di Villa o Ara-
gni coaparelboparac e dous taholeiros '"'' enlreg na ao Sr vianoel Francisco Ra-
ludo de prata muto fina edos eitios, e la- mos e D0 la> '"', *"r; Antonio Pereira da
voures 111 ais p.-iiciios que nesta se lem mpor- (,n,.a > e no Ceara ao ir. Caetano Jo5. Du-
tado da Cidade do 1 ortn ; os preteudenles lra
podee.i examinar as mencionadas obras em ca-
sa do mesmo Correlor.
tsy Um escravo moco bom ofHcial de
sapalero ; na ruada Gloria I) 1 1.
HV Aa rua das laran;ciras I). i3 urna
cmoda duascamas i bancas re meia de
sala, duasdilas de ioiro duas ditas de ps.
Al
fioviitielito lo Puim >
NAVIOS ENTRADOS NO MA 7.
duas mezas de putar ,5 locadores, um'so- PHILAHELPHIA; 36 das, Brigue, men-
la e 11 caixlbos com vidros proprios para cano Theodorode icjq tonel ,-Vl. A Theod
loja de nunde/a
' Ouaiii! moleques de idade
unos de naco e amitos lu
cr&va de naco. de d.ile de aiino^ por
hO.000 he (jiiij.nilcir;i mutO fie! '.
lodo o mais ser ode uma casa, lodos estes
-r: 1 vos [

proprios t
equip cj carga firinha e outrus gene-
d,. 1 a 15 roS '"''" al-h'eus
s, urna es- RIO GRANJJK UO SUL ; Americana Spear de i^x iohI \l .1i
C>. Lennon eoun. o cu >;i mniw o Ias
a ordem, veio a este porto refrescar e se
C 111 nara U:

  • ><. e

    \t-
    l ni oilaote ; na rua
    Iba 1) 5.L
    BT" Um sobradinlio de um andar ou d-i-
    iiuas vendas; na rua deagoas verdes D '8
    pos bilhetes da Lotera do Semina- Aocia seis nao entraro nem sabiro embur-
    rio ; na rua larga do Rozarlo loja de miude- *
    zas U.
    liLCll E A TYP. UE M. F. DE F. i j*


  • Full Text
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