Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03982


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Full Text
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Annode1840. Sexta Feiba
Tudo agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, moriera-
cao, eenergia : continuemos cono principiamos e seremos auontario
coto admirarlo enire as Nacoes mas cultas.
Proclamado da Assemblta Geral do Bratit.
~V-QrM-
Suhscrevc-se para esta fclha a l^ooo por quarlel pases arlianla^*
resta 'lypografia, ru* das Crbrri D. 5, e ia traca ns. 07 e 08, onde se receliem coirespondntia* lepalUariai, eannuucioo,
inirmtio-se estes ^latis, sendo dtsproprios asignantes, e vindosassig*-
gnarios.
*
Partidas dos Correios Terrestres.
3 de Janeiro. Numero 2.
CAMBIOS.
Janeiro, a.
Londres......bt i]t i 3> por. Igaoo ced.
Listioa.......So |r o/o premio, por inciai ouerecido.
Franca.^..... agi res por li mico.
hio dAIaneiro ao par.
OUHO i Moedas de 64oo rs Velbas i^Soo a iH/fao
Novas iHioo a l(j?4oo

. Ditas
Ditas de ifooo n., \oo a
PRATA Pataces Urazileiros....... 1 JTo a
Pelos (iiiitiinnai ios -------- i#5oo a
Ditos Mexicanos --------- tjfiio t


Premios das Letras, por mez I i/H a 1 ippor loo
Moeda de cobre. 5 a 4 por 100. dedisc.
8*300
iJSfJio
ij2r,
i|.:oi
C.i.ladeda Parnbiha e Villas desua preteco. .
Dita do Rio (irande do Norte, e Villas Idm. .
Dita da Fortali ca c Villas dem.........
Villa fle Goianna.................
Cidade d Dunda .-.............
Villa de>. AntSo................,
Pila de Garanluins e Povoaro do (mito .
Di'ss do Ca'o. S*.rir>h"ei'i. Ki Formozo, e Por
Cidade das Alagoas, e Villa de Macci......
VilU de Paja de Flores................
Todos os Correios pnrtem ao mei > da.
....

to Ca
vo .
; Segundas e Sextas Feiras.
. Todos os das.
, Quintas Viras.
Das lo, e 34 dcada mez.
dem i 11, c 11 dito dito.
dem dem
dem 13, dito dito.
Das da Semana.
~o Segunda S. Sab no B. M.--------...... And. do J. de D. da j. r. de inanba.
3i Terca---------->jt S. Silvestre P.-----------
>.de J. Quart. >jc Circuinciao do Snr. --
a Quinta--------S. Izidoro B. M. ----- Itelaco e And. do I. da D. da a rara do m.
3 Sexta ----- S. Apngio B.- .------ Ses. da The, e aud. do J. deD da 1. v.
4 Sabbado S. Tilo.......-.......Bel. e aud. do J de D. da 3. v. '"'
5 Domingo S. Seme'10 Kstellila. ----------
Mare chela par* o din 3 de Janeiro.
As 3 horas e 18 minutos da tarde As 3 horas e 42.minutos da manh.
--------------------------- .. .Oj
PEHNAMBUCO.
Diversis Ke(>nriic<)e*.
.
/
ao
za
i-
V
I-
1-
H
le
5,

ALFANDKGA das fazendas.
Brigue Americano Argo viudo de Halifax'.
entrado em 3o de Uezembro p p. Capito
Edward (iould consignado a L G. Ferreira
& Vansfield.
Manifestou o segninte iq>o barricas com
Lat?aHl>o, a>*o ditas com barbalanas de dilo
A barca Ingleza Randolph viuda de Terra
IVova entrada em do correle, Capilao Le-
wis Billn consignada a Crabtree Heywortli
i\ Companhia.
Manifeslou o seguinte- a6oo barricas de
bacalho 5 00 lijlos.
O Bripue Sueco Edward viudo de New
Yorck entrado em dois do correle Capilao
F. P Zeplien consignado a N O. Bieber
V'anilesiou oseguiule- o'j barricas de fa-
rlnha ile nigo c kasnutle
A Baira Americana Jacob S Waln vinda
(U Boston Capito Weson entrada em
do correnle consignada a L G. i4 & Mans-
field
Manifestou o seguinte 10 ps de laboa-
do de pinho urna caixa com 1 bombas para
soda 1-1 raiftMS de vellas de spalmaccle
a37 pe as de cabos -i1") barricas abalidi-.s
qti enbrn los com radcias >m toneladas de
re I o 5 caixas com cbaraflos 00 laidos com
lazendas dealgodao. una caixa com dtogas
A Barca Americana Osoeolle vinda de
Pbiladelpliia coiisi;--nada a Malbeus Auslin
i; Companhia deo enliatla por ftanijuia
Iloie 3 ser defini t:\am9ulp; concluida ti ar-
rematado do lujedo queja loi aniiunciado
A Paula be a mesma do numero a6^.
MEZA 10 CONSULADO.
Paula do preco correnle do assucar, e algadao
que se despacbaro na Meza do Comsulado
de Pernambuco na semana de 3o de Le-
zembrode itoc) a 5 de Janeiro de >8o
Assucar branco novo
1 s'ooo.
Dilo masca vado novo
1000............
Dito branco velbo
PREFEITURA.
PARTE DO OA 3.
Illm. Exm. Sr. -- Forao presos bonlem
minba ordem e tiverao boje destino: George
Fleek Americano e Bemardino de Sena .
preto pelo Sub-prefeilo de S. Antonio, a
Huelle a requiri do do respectivo Cnsul, e
esle por estar em desordem ; Manoel tambem
preto, escravo de Gabriel Antonio, por um
Soldado de Polica pedido de seu,Snr., por
I be ter desobedecido Joo Francisco e
Paulo, tambem prctos o i. escravo de
Constantino Joze Lopes ; o a. de Jlo Tbo-
maz ereira e o .< de Manoel Carneiro ,
sarios detalhes os daramos abundantes. O
triumplio das ideias constitucionacs apura a
corle de Franca donde ella se imagina que a
repblica vai a encontrar um apoio; assim
promelte sua polerosa proteccSo como a um
bumilde vassallo acorte de Madrid.
O matrimonio de um filbo de Luiz Filip-
pe com Irahel, boje em dia um pensamen-
lo palaciano 5 porem este nao ter lugar seno
n preco de grandes sacrificios da indepen-
dencia bespanbola com objecto hostil da par-
te da Franca.
Os agentes fra ncezes nosso governo ve-
rao com discos e as verdades que hoje nos jul
gamos obrij>ados aannunciar face d'um pa-
vt a qnem se pretende assassinar ; porem es-
por mis Soldados de Polica ret|uezico do tamos prevenidos e denunciaremos os pla-
mesmo Constantino, por serem encontrados nos fallases. Toreno nao vai a "adrid seno
furtando taboas em seu armazem. como portador de algum macbiavelico pro- pre posto debaixo da egide dessa bospitalida-
ieclo. Toreno a tradcelo liesnanbola d'al- de que a Franca nunca recuson aos reisdes-
assassiuios e qtie to funesta para a Iles-
panln como inquietadora para a tranquilli-
dade do nosso p&iz.
Noenlanto apenas D. Carlos tinba entra-
do no nosso territori j;i o passo cuidava em
dar-lhe os seus passaportes. Dizem elles,
que se nao devem acostumar os povos a' idea
de que um principe de ra a real pode ser tido
como um simples cidado. tent mulla d(>
da sorte infeliz pretendente que o seu cap-
tiveiro deve lazer ainda mais inleressnnte ; e
que he qu.tsi um crime de leza Magestade pro-
lngalo por mais um SO dia.
Ora sobre isto n5o Taltam textos para mo-
tivar a generWidade que aconselham. I).
Carlos, dizm que nao nosso prizioneiro
em toda a acccpcao da palavra mais que
nosso bospide forrado be verdade mas sem-
No consta que occorrece mais novidade.
qiai
guma idea CiitKf'iida e.n Franca. A va geni
do famoso Conde nestas criticas circunstan-
NOTICIAS E^TRANGEIRAS.
tronados
Tudo se ptinba em accSo para nos convidar
cias tem um objecto puramente poltico ; sem magnanimidade aera precisa tima especie
missao perroanererir Toreno em Pariz po- de firmeza para resistir appollacao a lo no-
ts nao clitfgou utrmjn> pura ella de trocar uma bfes sentimentos. Mu'n Jescoiifinda con-
;oo.

i Sorle a3oo
2. a avoo
3. a 100
4. ip5a
6. . *"O0
6 , 1(S 0
1. . i 5oo
a . z 4oo
1. ;000
a. . icoo
3. 1800
4. . if-^o
5. m i5oo
'6. ^ i3^o
1. . f 00
a. H . '00
1. Sorte . iyt-oo
a. . t 0600
3. . 56oo
Debaixo da Epgrafeas Tuillerias em
Madrid publica um ario francez um ar-
tigo d>qual extractamos o seguinte
As Tuillerias se apoderaratn da influen-
cia poltica da Hesyanbi as Tuillet ias rei-
passa um Mad rilen se...
Apoltica das Tuillerias analisada relat- casa dedneuras, urna serie de sales de di- tra tudo o que vem do paco, a opinopu-
veineute Hcspanba. nbeiro, de concertos delicados pela vida que blica notirdou aconliecer que queriam ex-
plorar a sna credulidade descobi iu no fon-
do dsla inlriga o espirito, e a dea que a ha-
viao dirigido
Este espirito, esTa idea iiue se ap-
plaudiam para sa'tisfaclp do seu amor pro-
prio da solucao inesperada da qnestio bes-
panbola nao consenliam em tornar a prin-
as niesmas amarrem
Dito mascavado velbo
3oo..............
Algodo em pluma
Joze Maria Cezar do Amara!.
FVncisco Joze Marinbo.
tenores e Conterenles.
CORREO.
O Brigue Bom Tezus recebe a mala para o
lio de Janwo no dia i a do correte.
j Espartero. -- D Carlos Onacoem
Franca,
fm um jornal de Pariz se leem as seguin
nam em Madrid Rcspanha nlo obstan- tes rcflcxes sobre este nssumpto :
lee assas fo le para nao necessilar d'oulro a Os negocios pblicos se acham em Hespa- cipiar os embatacos desla quesTao poroccasi-
Franca bastante MCrv para nao dese;ar que nha na situaco a mais difficil o mniste-' o do principe prisionelro.
O mesmo sistema que por dcfTerencia pa-
ra rom as iioteticias do norte havia obsti-
nadamente reruzado inlervr na Pennsula a-
pesar do tratado da quadupla aHianca va-
se exposlo as mesmas influencias, e dsemos
mais aos memos receios constiluindo-se o
carcereiro do mesmo individuo, de quem 71S0
tinba ouzado declarar-se o inimigo Obe-
deci ;i sua nutiinva, servindo-sedesta vez da
linguagem da geierosidade que nanea enlen-
deu e forceja va por dar a berdade a D.
Carlos com medo dos eslran eiros
A nossa naci 11I0 se dcixa assim engaar
por muito sempo faoii em voz alia e clara ;
a sua voz Foi 011 vida e o prelendente nao
parti. Mas seria preciso havermos es-
quecido a estoria dos nossos ltimos annos
para nos fazermos illuso sobre a sincerida-
dade da resignaco do paco sobre o bjeclo das
suas sympathlas.
Perscveranle e temporisando sabe addiar
as qticsles mas nunca renuncia ; sua opini-
o. Vencido boje pela unanimidade do .ga-
binete nao desespera de tornar a principiar
amanh a luta oude sabe que nao hade
encontrar adversarios, dotados, como elle ,
da mais teimosa tenacidade. E dcm'ais o
ministerio fraco, e sem crdito sobre a opi-
niao ; a sua nomeacio foi mesmo urna affron-
ta a essa opiniao e com siinilhanleselemen-
tos nao ^e deve recear urna contradicSo mui-
to atorada
E finalmente, nao deve o gabinete de 13 de
Malo, j abandoando pelo poder parlamen-
tar sfirer debaixo da pena de morte, a
influencia extra-constitucional contra a qnal
forra riarn rrirhalr.? Ra
urna a outra Nos ou- rio nSo tem fotva algttma. F.m Hespanha es-
tos queremos una allian a estreita entre a l; IcmIo o poder as maos d'Fspartero ; a 11-
Frahca e a Hespanha, porem nao o dominio fluencia de que josa immensa ; e ogover-
desla nado visuiha. Nos oulros somos fran- no francez foi la Fez angmental-a impruden-
rezes esomos homens queremos a liherda- temenlc deixando quas sua decisao aso-
de para nos oulros e para lodo o mundo ; a lucio da questo concernente soltura de
independencia para a Fiama epara lodosos D Carlos,
povos Devemos com tudo declarar que at ho-
As ideas francezas podem civilisar a penin- je nao tem Espartero abusado da sua posicao
sula sem a inlervendo directa do governo tetn-se conduzido com tanta babelidade as
francez. Assim deve suceder porque influ- suas alteraces com o governo, com o seu ex-
itido nossa corte stifforaria o germen da li- ercito e com os paizes por onde este passa
berdde que se desenrola mais alem dos mon- Tem-sc portado com circunspeccao, e cou-
tes. za ainda mais singular com modestia, as
Nlo necessario que a Inglaterra domine ultimas occorrencias, e particularmente em
a Hespanha nem lo potito mais que a Saragora. l-isse ao povo, que nao era sua
Franca seja a sua dona ; deixai a Hespanha. espada nem a forca das suas armas, mas ;
ella obrara niel hor que lodos vos miseraveis Sen hora do Pilar que devia todos os seus
assassinos das li berdndes niihlieas triunfos I sta modestia e estafe na gran-
As Tuillerias sao o inimigo miis incarn- de padroeira da Hespanha^ tem producido o
ado da Hespanha, porque preveem que es- meliior effeito sobre o espirlo devoto da po-
te paiz vai a entrar em mu bom caminlio As pulacio.
Tuillerias nao qnerem a onslituico de Mas por grandes que sejam as virtudes da
j As I Hilletias tem agentes runto de Senhora do Pilar e anda que esta te nha de
Espartero que seguem a marcha deste gene- vencer a Senhora das Selle Dores (padroeira
ral. As Tuil lerias tem protegido a tisurrei- dos carlistas), ainda Gibrera nao est
cao carlista e lem quei ido agora recente dar vencido A sorto das batalbas ainda qne
passapoitesa D arlos AsTuilleiiasenv- posta debaixo da invocado da maior das
aram um embaixador a Madrid, qne atra- sanias, pode ser contraria ao [Juque da Vic-
vessandoas provincias vascongadas dizia e fazia loria Ou pelo menos pode um trinmpho
dizer aos novos ped os foros definitivo ficar muito tempo indeciso entre as
As Tuillerias sao o inimigo mais encarncado fluerrilhas carlistas, e os batalboes chris-
do Senado para que nao acceite os foros nos tinos,
termos que dispc o ongresso As Tuille-
rias tem inspirado o parecer da commissie
na cmara dos relhos. As Tuillerias tem
acalorado o pensamento dadissoiudo das cor-
les ; as Tuillerias enviam egora Toreno a
VJadrid.
As Tuillerias sao a corte de Franca ; sao
o systema que nos rege, o nosso governo
E nos j temos dito tudo 5 se fossem nece-
* T.
i'. Carlos deve conservar-se em Bourges
em qtiuiitu a Hespanha nao estiver pecificada:
necessario que os -seus partidarios estejio
iein suienU:s de pie e'e Cfet retido en
Franca preciso qe nem se auhorisem
com a sua prese^ca, nem com o seu nome,
para prolongaren urna guerra sacriiga e
a qui o calcul uo paco ,
gar que "bem feito.
Mas para azej mu falliar un tal ."alclo.
que d'ora em dianle nem tem esperancas al- moiros devemos canv'*r de o denunciarmos ao
jumas, non) finsurna -lula de saque e 4e ! *
Vi
MUTILADO
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te se nao deram passa]x>rtes a D. Carlos,
foi porque nao julgou o paco ter bastante
forca iiem achar-se em estado de vencer por
ora urna tal medida ; mas que o negocio
nao foi abandonado de lodo ; e que, bem
pelo eontvario, eslo a espera do momento,
em que se poder fazel-o reviver com proba-
Ifliuade de feliz exilo. Ora esle almenlo
que fica deixado ao tlenlo do paco, nao est
xnuilo longe de nos. E nao nos admiraremos
.deouvirmos dizer amanh que D, Carlos
cliegou a Salzburgo, fazendo-o nos anda em
Sonrges.
Opaco nao quer neste triste pretendente o
ordenador ou pelo menos o cumplir das
cruel dado que espantaran! o mundo civilisado
__quer tratal-ocomo um patente infeliz e
transformar em negocio de familia o que
da competencia do direito inlernacioaal ;
para o nosso paco mais; raca do que a naco
Elle nao se inquieta, nem seembaraca com
otraqstorno, e com o mal immenso que a
presenca de D. Carlos oecasionaria aida ii*s
nossas fronleiras j to mal tratadas, em
quanlo a guerra civil ftagerou a Hespa-
nlia. .'
E que Ibe rmptfam as nossas provincias
eseu commercio com quanto que se nao
ofrenda a ma.-jeslade do sangue real ? !
Dir-se-hia, que a folca de concesses ; lei-
timidade, qne o paco fazer esquecer a illegili-
midade da sua origem; mas que pense bem,
que esta illegitimidade que conslitue a sua
jorca e se a repudiar com quem fica-
(Nacional de Lisboa )
As cidades do norte e rfd Sttl da Ingfoterr* es attaque? triumpha fcilmente um poyo que
A INGLATERRA.
A Inglaterra acba-se prxima a urna crise
social A inlroducco das machinas de vapor
em suas fabricas creou um poder productivo .
que nio-tardou em tornar-se muito superior
extracefio das mercadorias deixando sem m-
prego centenas de mil operarios que se viram
reduzidos-A a p pe lar para o soccorro proveni-
ente do imposto paroebial para os indigentes.
Estes subsidios de maneira alloma cliegam
para matara fome dos individuos desvalidos ,
sobreludo porque o seu numero longe de di-
minuir cada vez se augmenta em cousequencia
da rivalidade das manufacturas de Franca ,
da Blgica e da Allemanha que cumecaui a
excluir dos mercados da Europa os pannos e
os algodes da Gr-Bretanha.
Em quanto a decadencia de urna industria ,
quecliej'ou a ser espantosa col loca asclasses
industriaes da Gr-Hretanha em grande apu-
ro oulras causas nao menos funestas iiifluem
entenderam-se e combinaranr-se Leeds ,
Birmingham, e Manchestrr marcharSm de
accordo com Davenport, trisfol, Bthe e
Newport. Redigiuse uro* pet'rco enorme
qne foi conduzida em um carro ;i Cmara dos
Communs coberta de um mtfnio e sewcentas
mil assignaluras a fim de alcatifar pelos- nieios
legaes as reformas proclamad;* e dVlendidas
nos ajunlamentos. Esa peliro' asesar da
enrgica defeza de alguns oradores nao foi at-
(endida pelo parlamento; e desde en to lor-
no-seevidente para os Carlistas que nada ti-
nbam a esperar nem do Governo nem da-
quelles que se intitulam representantes da na-
ci.
O' Connell ainda velo aggravar. mais as
diFicuIdadcs provenientes deste estado de rou-
sas annunciando o proeclo de separar par-
lamentarmenle a Irlanda da Inglaterra d-'in-
do em ierra com a alcunhada uio que pu-
nha em perpetua independencia do Governo
Inglez urna populacn, de seis milhes de ha-
bitantes cojos costmnes cuja religio, e cu-
jos inters*!* de modo algum lucravam em tal
slluaeio. O projecto solemnemente annunci-
ado em Dubfm fez echo no paiz e pode affir-
mar-se que esta pertenco assim como vi a
da emancipadlo das Calholicas de n.'itureza
irresistivel, e que triumphar de todos os
obstculos. Desde o momento em que a Ir-
landa liver o seu parlamento a sua depen-
dencia da Inglaterra cessar i n te ira men-
te e i muito natural que procure en-
conhece as vistas dos seus nimigos e que es-
t firme na resoliu o de repellir o seu jugo.
[dem ]
_j^----------------:----------------------------------.-----------------------.-----------------------
Correspftrideneii
Srs Redactores.
porque eu de ludo, quanto sabiamente disse
o Sr. Olindense s pude concluir (depois de
muito (rahalho) que nada vioha pello. To-
das esias colisas sao bem ditas, quando sfl
trata de obreiros, e consumidores da mesma
naco; mas nao quando os consumidores is-
!to, os que desemholca o seu dinheiro sao
i do Hra/.il e sao da Franca os obreiros isto
! os que nos leva moeda e 1103 deixad
Seo Sr OlindCnspomillis>e o pnmeiro pa- au -aae9 a essas imaguns que se appre-
ragrafo em sa Correspondencia ^ insera em senla5'nOS j:a8 ,|e procissoes sobre os andores ,
o ario de 9 do p. p de ceno nSo os incom- e ))0|. fora s.lo mu ,.cas e brfhanles mas
modaria com estas mal tratadas lindas pois jjax0 jdS ro agantes tnicas eslo todas
tornando elle a fa?er alarde deseU3 grandes cas lempos bemaventurados em que o
conhecimentos em economa poltica deixou nQSSO i)e||0 ^^ andva ajoujado com dxes
segunda vez, de erir o ponto principal de jour0i e ao como agora efeitadas de mala-
dossa questo e apenas quando de leve o ^,.1,^5,3 e jOVas falseadas ( 1 j Os obrei-
tocou foi para concordar comigo ; mas como rQS ^ j^ 0 r olindense desempregados nao
esse primeiro pargrafo involve falsidades a ac|iara5 recurs0 na economa dos consumido-
meu.respeito forra que me defenda. res Bom Mellmr ptimo! Que nos
DizoSr. Olindense: Nao muito para mp0rta a ns hrzilciros,' que os obreiros
ettranhar que as refJexes que ex|iende- Franoezes morra de fome ? I esl o Rei ci-
mos em um Communicado inserto em um (ja(|j0 para p,gar-lhes bem caro o servicos,
dos seus provimos passados Diarios fossem fet()S n0 Ovapoch e por ventura os que lioii-
mal acolhidas por aquelles qne nenhumai- Xffpm ^ fazer |wra 0 f,tiuriJ.
dea tem de scienca econmica. I^o nos t- ge 0i,.eros ftrazileiros fossem os artistas
poderosamente para determinar a maioria do
povo excesso e a desordens. N'um paiz onde
falta o aumento a urna consideravel porco dos
seus habitantes ha um clero dotado com escan-
dalosa profuso ; os Arcebispos os Rispos e
rvtras dignidades da Igreja Anglicana disfruc-
lamemsanto ocioo rendimenlode militas mil
libras esterlinas e banqueteiam-se com o
producto de pesados imposlos sobremaneira
gravosos para os contribuintes, A|iesar de
serem ordinariamente escassas as collieilas na
Inglaterra cujo terreno ingrata raras vezes
renumera o trabalho do cultivador a pro-
priedade rural se aclia accumulada em mos
de meiaduzia de aristcratas queno s re-
cusan aforar aos seus compatriotas um pedaco
de trra ; mas que se esmeram em promover o
encarecimento do rigor das leis fiscaes contra a
inlroduccoes dos cereaes cstraii;eiros afim de
\endcrem os seus trigos pelo preco que bem
lhes approuver, monopolisando a extraeco
de um genero de primeira necessidade, e obri-
gando o pobre a pagar o pao por urna somma
superior aos seus recursos.
Assim a par dos Bedford dos Northum-
berland dos Defonshire dos Rutland, liu-
chingham Norfolk Marlbouroug Hed-
ford, Stofford Buccleugli e Grosvenor
que sao senhores de trez quarlas partes do ter-
ritorio encontra-se una multido inmensa
que nao possue urna geira de ierra onde cvlti-
vealguas batatas, que nao tem Caza que
abri e dos rigores da atmosphera e que
quando amaithece ignora como poder encon-
traros meios de almocar e de janlar. Esta
disparidade singular de forluna esta concen-
traco de recursos jem poucas mos deu ori-
gem um partido distincto ainda daquelle de-
nominado radica q' foi abracado cota ividaz
por lodosos q' nada tem q' perder .q' se ang-
n^iilnii nrodigiosaniente as cidades manufar-
(ljrpr.i' alebrando reunies asquaes se pro-
poxo suffragio universal, a duraco animal
os nnrlamentos e outras disposices mais
nut jormaram o que secharoou a carta de po-
je adonde deriva o nome" de Cartistas dado
oi'qe se pronuncian) por cssas reformas
miramos
que pessoas laes taxassem nossas (}e}iSls filigranas desses enfeites de vapor ,
ideas de absurdas inapplicaveis e ainda e enl|0 preg,ria os mesmos oreceitos do Sr.
mesmo como parto d'uma penna venal; a pe- olindense se nao com lana sciencia a o
zar de termos por fim com o ue dissemos mp|1()S cnm m,0 pairiutismo
evitar o mal
rasno
ut em niinha humil
o
e 6 por eta
issima corres-
tabular com oulras naces relaces de mutua
vantagem ficando o Governo Rritannico pri-
vado de um poderoso contjgente de marinhei-
ros e de soldados sem o qual forcosamrnle ter
de abandonar parte de suas colonias.
Os esforcos des filhos de Erin estimularam a
democracia Ingle/a, '.s reunies dos Carlis-
tas menos (requeutes depois da apasiguaco
violenta dos tumultos de Rirmiiigham.. torna-
rain a eftectuar-se e especialmente no sul de
Inglaterra moslraram um carcter assustador.
conduzindo importante insurreico que lti-
mamente se manifestou no paiz de Galles
Coasa de oito mil homens entre os quaes em-
pregados as minas capitaneadas pelo dema-
gogo Frbst, ex-magistrado e tendeiro por Wa-
ter, e por outros Cartistas furiosos, todos ar-
mados com espingardas, pistolas, chucos, espa-
das^ al com duas pequ?nas pecas de artilheria
lliarcliuram pura \owporl nhos e comecaram um attaque violento so-
bre o West gate Hotel onde os nWgislrados se
achnvam reunidos. Chamou-se tropa para
auxiliir a que j;i exista ns cidade e travon-
se urna peleja de carcter feroz e sanguinario
Morreram muitos dos aggressores, e alguns
dos aggredidos Os Carlistas depois de afgu-
ma resistencia foram poslos em fua pelo bem
combinado foo da tropa dispersanuo-se em
lodas as direrces. Alguns condestaveis, e
o Major J. Philipps ficaram leridos na refre-
ga ; e Frost que pode escapar-se de A ew-port
foi pouco depois capturado bem como a mai-
or parte dos oulros cliefes e nao tardar em
ser processado como reo d'alla traico
~E' esta a situaco do paiz que um jornal
Portuguez descreve como 110 apocen de prospe-
ridade, comprazendo-se em transcrever em
suas columnas. detalhes sobre os magnficos
planos do Governo Inglez para cncher o Ucea-
no de barcos de vapor Urna popula cao fa-
minta e desesperada est prompta para tomar
as armas contra o Governo e para levar ludo
a ferro e fogo afim de ver se consegue melhorar
a sua desgracada condieco Nem Whigs nem
Toriessero capazes de evitar a crise espantosa
a queem breve ser levado esse paiz seriamen-
te afredado em seus recursos, '.emendo dbai-
xo do peso de huma divida enorme e vendo
escapar-lhe o exclusivo de fornecer os merca-
dos do mundo.
Nao admira que o Ministerio Ingb z se pre-
tenda vingar de Portugal porque concorre com
as outras na des para acabar com a supremaca
Uritannica surprehende que baja quem nos
repute absolutamente fra do caso de Indar
com um Governo oppressor e prfido, colloca-
do no meio de to grandes embalaros. J ara-
bou o lempo em que a Inglaterra fazia descer
ao continente Europeu os seus relmenlos, e
avassallava os mares com as suas formidaveis
esquadras j essa grande potencia acha-se qua-
s reduzida a um esqueleto e bastara mover-
se para revelar Europa a suafraqueza, e
impotencia.
O meio que pz em aeco os exercilos con-
'.ien'.ae dotitra *ipo\tiv exiinguu-se ; jai
nao ha dinheiro para salariar cruzadas por-
que falta para acudir aos Inglezes que se defi-
uh
, que se quer fazer a hosm cara (
Patria (i), regelando o commercio Wanctv. p0,l(jPncJa expliquei-me assim : vas con-
Nada disto,nosadmira, Srs Redadores ro- (y^mos que necessario o luxo 5 que os
mo vermes o Sr Recifense, que d a con he- R,tilz|eros no podem ser hroes sem ser
oer, qu tem eonhecitrienios c principal- h()ll0ros. vendadosFranrezes em jrosso aos
mente da materia que involve o nosso Com- |ira/|(.ros ,. estes a retalho, de modo que
municado, appellidar-nos de abstracto 't) ; Iei.a, nest(.s 0 exeessivo {janho que tem a-
negar a toda a luz a applicaco que fizamos qlie||p9 trPm os Rrazileiros prove lo dos er-
das nossas curtas ideas ao caso cm questo e ,.os jog mesm()S Braziieiros ; em fim cumpru-
mais que tudo querer comba ter os nossos ar seos (,.ala(j09j ,
gumenloscomeonsequencias forcadas, e ideis Vejamos o que aislo dlsse o Sr. Olinden-
vulgares e que sao na realidade verdadeiros Je __ Q ini0 a 0s tratados, nos tambero
preiuizos. ^ queremos, que elles secumpra ; mas que se
Quem Srs. Redactores ser lo papalvo r-mpra5 f e se ratifiquem sem prejuizo nos-
que, ao ler este pargrafo deixe de ronhe- ^ Creio, que se nao irata de ratificar
cer que o seu principio tambem me diz res- trata(jos ma5 e eumprir os j ratificado*
peito ? Queeusouoque nenhiima idea tem qs prancezes vendia a retalho em virlude
da sciencia econmica qu appellidei as deas j um tra(aj0 temporario ratificado por bo-
fo Sr. Olindense de absurda?, napplicaveis mens sabios em sciencia econmica; se elles
(isto disse, e ainda digo) e ainda mesmo du- conhecessem que da perpetuidade deste tra-
ma penna venal ? Rm suas paginas nerihuma tad() ^ QlJ desla neg0Ca^a f provinha grande
ulra correspondencia apparereo, se nao a |e|cda,fea 0 Bra/.il, elles o nao faria tem-
minha que combatesse, ou se exforcasse a p0rar0 mas como o fizera e este lempo
combalpr ns anrumenlos dn sahio Correspori c,|,iuu *.uuipiu-s u iraiudo ... Isto 6,
dente logo esta carapu a me serve e tanto K Q r;overno qU/.er ; alias mudemos de con-
mais porque o sahio Correspondente mas a- vers3cao. V
baixo diz que eu o refuto com ideas vul- gr9 Redactores, eu poderia ser mais ex-
gares. .. tenso, respondendo a alguns pontos da cor-
Se eu uso de ideas vulgares nao tenho co- responder.cia do Sr. Olindense, mas alem de
nbecimento da materia^ como por jjonia me me (ornar fastidioso o meu fim principal foi
afaga o sabio correspondente com as palavras rflJer vpr a ^^ i|ustre correspondente qq;,
e principalmente da materia Qual sera o con|)ecendo eu com quem.fallo, jmaisopj-
homem, que tendo seienr-ia de qualquer rade venal.
materia deixe tratando della de usar dos
termos technicos e das ideas que llie sao
peculiares J
Provado pois que este pargrafo me diz
respeito, pergunto : Em que linha de minha
correspondencia achou o Sr. Olindense que
eu alcunhasse de venal sua cloquete penna ?
Se momostrasse seria para mim mais sabio,
do que se me achasse a quadratura do circulo.
Nao esle o meu modo de argumentar ; fujo
Sea Venerador
O Recifeuse.
Variedades.
A LNGOAGEM DAS FLORES.
No Oriente os homens fazem poucas So-
da frase regalcira ede expresses grosseiras, reJ dp reth0rica mas em corrtpensao as
salvo quando sou a isto conslrangido. Se me sen,oras si0 mu versadas na rctliorica das flo-
appresenla urna linha de descomposturas res> ^am ramalhete he hum discurso, com
ento descrevo-lhes tambem mo grado meu, 9eu exor(|0 e peroraco ; cada flor he hum
urna parallela composta^ de iguaes pontos ; ^.[q^q ciceronico. As mais delicadas vare-
mas neste caso nao est;i o Sr. Olindense, por aes ,|0 xnl\ mtnto as ideas nias sublis da
sua educaco e conhecimentos ^ metapliysica docoraco a liuguagem das fio-
So u delle reprehendido por minhas ideas IPStfcm0 poder de as exprimir Com algu-
vulgares ; (nao sei, se amor proprio) ma9 fresCas rosas colindas a borda das fonles ,
ellas se nao fora tao sublimes, romo as do numa oc|alisoa desafiara os anligos e mo-
Sr. Olindense, ao menos fora nlelliiveisaos eTn0S Anacreoules No meio de q lalquer
q', como o Sr. ( dindense, [>rofessa o naciona- j.ir(jm % as lindas damas do Oriente tem huma
lismo. Se se.tratasse de fallar a os sabios, seria bibliotlieca completa: em btims ramalhete
elle escolhido ; mas se se trata de fallar a o [l0(jem jzer luc|0 quanto dizem os velhos ro-
vulgo porque ignora que se usem ideas mances ,|a cavall.uia e os romances intimo
vulgares ? .de nossa poca
Quaes os resultados ila Correspondencia do A r(')rma ,|i48 fiores ( 0 9P perfume e cor ,
Sr Olindense? Os Francezes, vidos lito- tal he a trindacle gramatical desta lingua ma-
res dessa Correspondencia dissera la entre vosa jos amore8 A combnacao indefinida
s-C'estla vent .'-Os sabios relerao oque jaqUel|es tres elementos constilue huma syil^
j tinhap ldo; eos ignorantes como eu em taxe que as mulhercs adivinhao antes do
_______:~. nnnr. m Ininm nnrmip ___i _._J__ rv. i____.
sciencia econmica ficara em je|um ; porque
todos estes principios por mui abstractos,
cusla a penetrar a cachla dos tolos ; raso
(1) Querer, que os meus patricios dei-
que comprel.endem. Os homens porm ,
diicilm ne penetrabas finezas dessa linjjua-
gem colorida e as figuras arrojadas dessa re-
ihorica dos perfumes
Eugenio Elisio linha do ao Egrpto com
Depois (ie
iam por
nao ac!ar empieces as fabricas
!<..<. Fr.... l- *- 1' 7--^ "i MU, .-
iiiai u.i |i.m i.i : I________________________________________-
mei ans
.1,
... ---------------
resta so a insolencia e a altivez para comas ento o meu meslre de Lgica encano
potencias fracas resta s a astucia diploma- qua
tica r c as intrigas de seus ageQu:t ftlas des- j tai.
,,) Creio, que nao erre., quando cha- ^^ ^ ^
.absi.-cio o..uuu Sr.^OknkttMi embonitos a vender, confes-
o o meu meslre de Lgica ******'^ Je ^^p,.,^ ol.jectos que
ndo me expUcou que eiao idws abstra.- ^jJ^Vnn,. se slreveria w.


fies
DIARIO 1)E PRlNAMDCO
M

nb.Visse na arle calliolica senao hum cadver
3ue em vao prcurava galvanisar e na arle
o renascimenlo senao huma paluda imitarn
do passado foi |>edr ao reo d (oriente ins-
pira 5*s novas, dizendo com-go mesmo: -' O
Oliente moral nunca foi pintado, nem esculp-
ido 5 banida na arte pelo proplieta a forma
deve ter adquirido na naturazii huma belleza
encantadora ; ha all sem duviila expres-
Ses de physionomia que o pincel nunca dehu-
xou. Irei Syria ao Yemen j estudarei *s
phvsionomias dos habitantes sohretudo as
tos rabes : e entre ellas acharei a face glo-
riosa de A cha Mara a m do Redemptor ,
que he n Europa o typoda mulher; e crearei
Fatula a fi I ha do revelador o typo da Ori-
ental
Possuido destas ideas Eugenio Elisio a-
vhava-se j no Cairo occupando-se em de-
senliar ludo o que impressonava-lhe a imagi-
uaco homens e monumentos. Nao longe
da porta de Bab-el-Nasr baria principiado
o desenlio de huma mu bella mesquita e a
.aquello lugar dirigia-se lodos os das accom-
panhado de seu sais que levava-llie a palhe-
Ui'ii ca xa das tintas. Huma tarde eslava
elle absorvido as linhas e sombras do seu de-
senlio quando, de huma casa lateral hum
menino correo a encentra lo Irazendo as
mos hum ramalbcle de flores. Eugenio le-
vantou a cabeca e achou to lormosa esta
enanca que ia por no chao a palbcta para
afaga-lo ; mas o pequeo amor deixando o
ramalhete fu;io to rapidadamente*, como
so tivera as a/as de Cupido e enlrou na casa
donde sal ira.
Eugenio conservou largo lempo os ollios fi-
xados no liminar dessa casa, e depois fez sinal
aoseu sais que se aproxmasse
O que significa dsse-lhe eslerama-
Ihete que se me acaba de Irazer ?
Parece-te hum ramalhele tornou-lbe
o sais mas be huma carta.
Eiuem podeescrever assim com flore?
He provacimente huma mulbei por-
3ue as mulheres sao mu habis ueste genero
rescriptos l.epois odiando attcnlamente
para o ramalhele o sais apinlou Sr. he
provavel que ah le sejo ditas cousas muf
agradareis.., Eugenio arda de impaciencia
>de ler o ramalhele ; amahlicoava as universi-
dades da Europa por nao terein cuidado ,
no meio da sua scolastica de estabelecer hum
curso de rethonca das llores. Ka/.em-nos
aprender linguas mort i* e moribundas e si
sdesdenha a lingoagem eterna da nalnreza
Ah! se eu podesse ao menos soletrar o alpha-
p belo mvsterioso desla lingua embalsamada Se
podesse achar hum inlerpelre que me tradu-
zisse este ramalhele '
Sua ignorancia e embarace foro compre-
henddos pelo sais que Ibe disse : Sur.,
ve o que melhor sabes lr as escrituras da
penna que as das flores. Quanto a mim nem
urna nem oulra sei. iVIas, conheco urna velha
a mais saba do Cairo n'essa arle, que te reve-
lar ludo quanto contm o ramalhele.
44 Vamos prbcura-la r^plicou com viva-
cidade Eugenio ; e inmediatamente dirig
ro-se a casa da velha, traductora oficial da
lingoa das flores. Eugenio finta escondido
o ramalhele em seu seio como hum amante
ceulta a carta da amante.
Cont com vossa dscrico disse elle ;
velha ao apresentar-lhe o ramalliete.
O que elevis temer ? respondeo esta : es-
tas carias nunca sao assigna-las ; nao ha as-
signatura na lingua das flores
Nisloisso, nao me podorieis assgnalar
o nome d'aquella que me escreveo ?
Tu o sabers, pois que te escrevero
Que importa alias hum nome ? Que irile-
l-MMJ terias em conheeel-o se nunca visles
a pessoa ?
Nao poderei pois rrsponder-lhe ?
Sim responders pelo mesmo modo por
que te foi escriplo, sem assignar o teu no-
nie. As flores sao discretas e a ninguem
disigno.
Este prembulo esplcativo nada mais fez
do que irritar a curiosid;ide e impaciencia de
Eugenio A velha o percebeo, e hincando
hum olhar rpido sobre o ramalhete : Islo
meu filho, he hum simples bilbete ; mas,
pela elegancia do esllo fcil he ver que
queni o escreveo he hum actor do primeiro
mrito."
L de Lede exclamou Eugenio fora
de si -Ento a velha pronuuciou o seguinte i
Tu vens todos os dias escrever a mesqui-
boi'dttdaa VJO1 aiffl >ra

t! C ol.S pruTs
.11, ni i
Envelo a copula e os pi
?.T Otlei.'l'i ;i oliia
lastres porque olhas iicess.ililemente pa-
ra elbs e os escreres. ,,
' Elbs fallo-tesem durida pois que te-
*'>us olhos to altenlamenle os escuto ; jns ,
' t que podem der-te he comparavel ao que
eu mesma dira ? Ao ver-te senli que eras
vida de minha vida Tua imagem est
" escripia em meu cora, ao melhor anda que
11 a mesquita sobre tua tela. Rastante foi
'k hum inslante para fixa-la pira sempre, en-
" tretanlo que desde muilos dias contemplas a
" mesquita Nao podendo fallar-le com me-
" us labios escrevo-te com flores, Envo-te
" esse ramallieite messageiro de minha al-
44 ma. Posso suas briihaules cores sua sy
' metra e perfume fazer-te pressenlir aqucl-
44 la que te urna. *'
Bravssimo, disse Eugenio; mas, que-
ro responder-Ihe
Na mesma lingua ?
Sim ; d ida re a resposta vos escreve -
la-heis. -
Espcrai pois qua mande vir papel e pen-
nas.
E disse huma palavra ao ouvido do seu ne-
gro Felima que sabio e vollou com enorme
3uantdade de flores de todas as especies que
epz sobre o divn. Ento Eugenio concen-
trou-se em si mesmo para reunir suas ideas ,
e medida que pronunciava asseguintes pa-
la? ras a velha escolhia aj un la va en tro la-
cava as flores, para formar o ramalhete res-
pasta.
" He verdade que olhoatlentamente para a
" mesquita meus olhos parecem afaga-la ,
" romo se en a tomarse pelo rctralo de li un.a
" anianlo adorada. Ecomludo, ella nuda me
' diz to lerno to eloquentc como as Cores
"que me enviasles. Ai! como vos olharia
" com amor se podesse ver-vos Com que
" delicias [linlara vossa magem Vim.aoO-
' rente para crear o roslo magestuso do pro-
' pheta e o de sua filba. Vejo muitos homens,
' e tiro inspirices de suas varonis physiono-
" mas. Alas, poucas mulheres tenho visto,,
" e nao posso deparar com o.lypb (pie procuro.
" Vos sois sem duvida a belleza que me deve
*4 inspirar o typo de Falma......" **-.
J vos disse nue nao podia escrever no-
mes proprios Ciim flores nlerrompeo a velha,
cujas mos e olhos nao linho cessado de mo-
ver-se para com por o ramalhete
- Escrevei como poderdes respondeo Eu-
genio faze huma peipbrasis. Vou terminar
44 Permlti que cu vos veja. Sou como o
ceg que procura ter dea da luz. Ab pelo
co, deixai-me conitemplar o sol de minha vi-
da -
I ugenio tomou o ramalhete das mos da ve-
lha ^ a msela das flores pareceo-Ibe graciosa
e mu variada ; oque deo-lbo alia idea de sou
eslylo, e pareceo-1 be de bom agouro Anda
que o sol bouvesse j descdo abano do huri-
'onte e que o crepsculo seja mui curto no
Egvplo, elle vollou praea da mesquita, e
alli assentou-se como de cosume com gra-
de pesar do seu sais, que j dorma em p.
A*lguns minulos depois vio chegar o pequeo
messageiro mas s<;m ramalhele Entregou-
Ihe o seu e quizahra-a-lo ; mas o menino
sollou-se de seus bracos e alravessou como
huma flecha a distancia que o soparava da casa,
em nuedesappareceo.
i\o da seguinte novo ramalhele foi Irazldo
a Eugenio que respondeo pela mesma minel-
ra. Cada dia tinha luj'.ar a mesma correspon-
dencia Estas carias de amor enlravo as
quesles as mais intimas do senlimento ; po-
der-se ia com ellas compr hum romance em
dous voluntes. Os ramalhetes tornro-se Lio
enormes, que apenas o menino podia carrega-
Ics ; e a mysteriosa correspondencia os conser-
vava preciosamente, para serera relidos, mes-
mo depois de desbolados.
Mrcedeo que hum dia Hassan-ETendi do-
no da casa donde sahia o menino tendo cu-
Irado no aposenlo de sua mulher ( o qne rara-
mente Ibe sucerdia depois que havia despo-
sado oulra mulher a quem prefera ) mui
surprebendido fcasse de achar a casa juncada
de flores e ramalhetes de huma dimenso py-
ramidal. Hara flores nos vasos nos divans,
no fundo dos armarios nos tapetes do assoa-
lbo e at as cafeleiras e jarros.
* Que significa ludo islo ? Minha casa
est convenida em jardim ? lies acaso merca-
dora de flores ? Sem duvida alguma despoja-
ra-se lodos os jardinsdo Cairo para ha ver-
se estes ramalhetes Ssinba abandona-
da procurei huma distraeco respondeo
Falma abaixando osolbos.
Hassan Effendi nao era homem qne se dei-
xasse fcilmente Iludir com patarras ; e,
. supposlo nao a amasse todava a dea de bu-
- ma infidelidade passoii-lhe pela menle Lem-
, 1 11 J-- n. A-x l>-.l.:i..l:.
- iiav-Scun llll^Ud litis IH'ica 5 ".."
J He Hf""1ulher nesC nrte. Fatm> leo *">.
Iba qu cscrevia as cartas de Eugenio. Fal-
ma leve lempa de preparar s escondidas duas
palavras do ramdhele, para adverlil-a que
atlribuisse esta correspondencia a buma de
suas amibas do harem e a lesse conse(|uentc-
menle m-sse sentido. Mas com quanto Has-
san Effendi nao livesse descoberto o ramalhe-
le avisador suspeitou todava alguma conni-
vencia e preferio antes mandar cbam ir %tta
nova esposa rival de Fatma. Enlao a infe-
liz vio que eslava perdida e fez huma hor-
rivel parngem de todos os ramalhetes Has-
san Elfendi sabio em furias gritando- Es-
ls perdida. -
Eugenio ignorava o que se tinha passado.
Desejava vivamente que o seo galanteo se ler-
minasse por huma entrevista mas qoasi que
nao ousavaesperal-o. Segundo o que ouvira
dizer havia formado hum roneetb pouco la-
voravel das mulheres do Oliente ; mas prin-
cipava a rebabilital-as em seu espirito. De
tempos em lempos crintentava-se com aagar o
menino folguzao ; filho e messageiro de sua
mysleriosaamiga. Mas, no dia immediato ao
da scena que acabamos d-. descrever veio o
menino ler com elle com o olhos entumecidos
de chorar e tra/endo-lhe hum delgado ra-
malhele de flores tristes e melanclicas des-
sas flores que crescem sobre os tmulos e
putras que. o JNilo arrastra em suas aguas. Eu-
genio todo em sustos corroo para a casa da
velha Er o ramalhete da morte. Eisoque
continha :
Adcos querido amigo! Vou morrer. A
meianoile, quando alna Iluminar a cidade
eos campos, lanear-me-ho viva no Nilo ,
na extremidade meridional da ilha de Raou-
dnh. Nao nos deviamos ver ueste mundo.
Peco perdo a todas essis flores que arran-
quei de seus ramos e (pie lana ventura me
uera. Em oulro mundo nos veremos e l
Continuaremos nossa correspondencia. ... A-
deos
Eugenio exclamou Eu ,a he de salvar e
ver )> arte como o relmpago, rene alguns
pescadores malliv.es c deila com ellos huma
immensa rede na pona da ilha de lllioudah ,
junio dos muros qne encerra esse nilomelro ,
lanihem doscripto pelos engenheiros da expe-
dido franceza. Eugenio eos pescadores con-
serva-se alerta com a corda da rede as
mos \ e espera com anxiedade.
A meia noile a queda de hum corno y>-
sido se faz ouvir as aguas profundas e rpidas
desle lugar e o silencio restabelece-se. En-
tao o ai lisia enamorado e os pescadores se po-
zera a tirar com for a a rede, em enjo fundo
havia hum saco. Servindo-sedi pona de sua
faca hum dos pescadores o abri. Fatma
eslava desvanecida. Menos crueis que o ma-
rido que a lan ara no golpl o o galo c a vi-
hora que se Ibe tinha dado por algozes e
coinpanheiros de tmulo a respeitara.
Fugenio nao se podia saciar de contmpla-
la ; tinha emlim achddo esse typo de mu-
lher que prcurava A bella senhora vollou a
s bem depressa respirnu abri os olhos e
divisando Eugenio : lies tu disse ella eis
Oqui o ramalhete !.. Estou j pois nosse o-
tro mundo em que nos devams reunir?..
Transporta Jo ce amor e de fnthusiasmo ao as-
pecto de (anta belleza o artista respondeo
Sim eis ah o ramalhete que te sal vou .
lie s flores a quem deves a vida o ha mais
engenhosu e formosa de lodas as mulheres ..
A's lloros e a ti querido amigo, con-
sagro essa existencia que le devo.. reliz se
ella poder lornar-tc diloso .
I em que muito apegada a seu paiz s suas
flores e sohretudo a seu filho que hia
deixar, Falma prometteo acompanhar o ar-
tista ao fim do mundo Mas esle conduzio-
n somenle ao centro islo he a Pari's onde
ella inicia algumas Francezas na lnguagem
das flores.
Diz-se que hum Mahomet e huma Fatma
devem apparecer na prxima exposicaode pin-
tura. Augusto Coln.
(Uo Despertador.)
suas companheiras de infortunio ; mas esta,
lendo solrido a mesma sorlc delxaram llosa,
liaaouiras, e assim Iransmillda de victima
em victima foi adoptada pea (avedora da
Codea F.sia mulher compadecida pelo des-
amparo da pobre crianca ajunlcu esle sexto
filho aos cinco de que era mai e veio u ser a
providencia da orf das prisoes.
Ainda que seachassa em una posco mui-
to iliffere^te d aquella para que tinha sido e-
ditcada Rosala ajudava com zello do seu Ira-
bal ho a sua bemfeitora ; e por este motivo a
confunda sua ir.ai adoptiva com os outros fi-
Ihos.
Mudaram as circumstancias que tinham c-
xigido to grande terror e a lista das victi-
mas publicada por toda a Europa onnuncia-
ram aos amigos da Princeza Polaca que ella tn
nhapago cara a sua imprudv.iiia Apenas
receben esta noticia o Conde de Rege^oush.y
irmao da Princeza veio logo a Pariz.' Auxi-
liado pelas alhordadcs oceupava-se sem
deseanco em deseobr os vestigios da filba de
sua desgracada rm": tinha usado de todos os
meos annuncos carlazes mas ludo tinha
sido baldado. O Carcercro da cadea o u-
nico que podia dar algumas informaces tinha
morrido Todava a providencia d'uma
que tinha destinado a cobrar a% desgra as de
Rosala, fez que a antiga lavadcira'da cadea
Ibsse ent 10 lavadeira de hospedara em que es-
lava o Conde.
Um dia que Rosala veo ccomponliar sua
m.l hospedarla o conde (pie avio passa*
pela poda do seu quarto admirado pela sua
, belleza e pensando descobrir n ella as leos
da sua irm a chamou e lbc dsse :
Como te chamas ?
Cbamo-me Rosala.
E'vossa filba ? perguntou o Conde
lavadeira j aquella Ibe respondeu que sim ,
que a tralava como lal T masque oulra pessoa
Ibe tinha dado origen] Esta menina ter-
minou ella filba do urna Senhora que esla-
va presa
Prosa di/.eis vos, replicou o Conde ;
que logo desronfiou ter adiado sua sobrinha ,
e parase convencer dsso fallou-liie a lingoa
do seu paz.
Ilosalia conbeceu logo os accentos da lia
guagem na qual sua mal a educara ; e o Con-
de interamente salisfeito exclamou:
Rosala minha Resala, '>s minha so-
brinha s filba da minha adorada irma.
Depois voltando-se jiara a lavadeira.
~ Excellenle mulher Ibe disse elle servi
sempre sua m nunca a haveis de deixar 5
j que a pobre orf abandonada foi tanto lem-
po de vossa familia; pertenecreis vos agora a
d ella
1 roferindo estas palavras deu-llie urna bol-
ea chcia de diuheirO e a obrigou a vif nesse1
. mesmo da habitar com suas filbas para a hos-
pedara.
Pouco tempo depois vollaram para a Polo-
nia ea lavadeira acompanbou sempre Rosala.
Os filbosda lavadeira foram educados vista
do Conde e com todo o dsvello. Os que e-
ram rapazes foram para a l/niversidade de
Wilne e enlrarani depois para o exeicilo,
onde vieram a ser njudantes do Prncipe Po-
matoWchl as filbas foram magnficamente
doladas e rezaram com ricos cavalheiros.
Rosala casou com um filho do Conde c
1 nunca deixou a sua querida bemfeitora e ami-*
! ga qual chamava sua m.
(Nacional de Lisboa.)
I seos olhos esla suspoita ; e leve impelos de
; desfase) os ramalheiM mas enlendeo qne se-
! y\a islo a confisso da sua falta e eonteve-se
t'uco versado na lilleratura das flores o ma-
rido mandou vir huma interprete : era a ve-
A Orf das prisoes.
No lempo do terror habitara em Pariz a
Princc/.a Fnnv l.ubomirska to Ilustre pe-
lo seo nascmenlo como pela sua belleza; en-
tregue nicamente ao cuidado de educar Ro-
solia sua filba nica ento de cinco amos de
idadeellase julgava protegida pelas lea sa-
gradas do diref das gentes ; mas denunciada
O -^...ii- raiWBKUnallU ........ ivu.jii*ia
contra a repblica II.i nnresentada peanle o
tribunal; dentro de poucos dias fui condem-
m.hI.'i morte.
Quando eslava na priso tinha comsigo sua
filha. i^o dia que esta desgranada nii f le-
vada ao cadafuUo recomendou Rosala s
COLLEGIO FERNAMBCANO.
Roa-Vista, ra Formosa,
As Ferias do Collegio Pernambucanoaca-.
bam no dia 6 do correnle e as Aulabrm-
sc de novo no dia 7.
Acba-se desde j abefta a nscripco para
os Alumnos quetverem de entrar imra o Col-
legio tanto na qualidade de pensionistas ,
como de externos.
Os Estatutos respectivos sao francos ao pu-
blico a qualquer hora.
Avisos Diversos.
C?* Quem lvef huma casa terrea par
alugar a qual lenha quintal, cacimba, O
commcdcc SmCiontCS para gruHuC .utiina i
anniinrie Dan se" uiocurado oi diriia-ss
a esla Tyiografia
() Secretario da Sciedade LuLenoa dtf
Roberibe ayisa aos Snrs. Socios quedo-,
mingo 5 do correnle bi Sesso da vo'cieilaiw
itiipreterivelmente.


4
^r*
!^B

DIARTO
fcr-i
D R
w
PERNAMBCCO

grita con tahel idade commcrcial arbitrio^
tic cambio seguros earregacocns rebates
de-Ielras letras a risco avarias com as for-
ro I darles dos assentns eni dita cscripturaeao :
os-Srs. pretendenles podem dirigir-se ao "ir
Joaquim da Silva Lopes morador na ra du
cadeia do Recife e em S. Antonio ao Sr Jo-
sl de Oliveira ao p de N. S. do Terco, qual-
quer dos dous Srs drSo com quem se deve Ira-
ion
MT Mr. Kiss: 1 rclojociro franeez no atier-
ro da Roa visla compra relogios de algibeira
em segurla mao, e tamj)em vende em ton-
ta
, e afinnca-sea os confpradorcs
S3F" Precisa-sede urna ama para tomar ton-
ta oarranjo de nina casa de hometti sollciro,
na roa do Collegia D lies.
mf micos das antes do da festa, perdeo-
se umacoberli de cama de casado, feila de
amostras de chitas de differentes qualidades
abortas com liras de madapoln por meiosd^s
quadros com azul e encarnado fingindo bar-
ra da dita eoberla tuda forrada de madapo-
lo pelo o" oulro bulo ; roga-se a quem a echn
o favor de a levar a ra nova arma/em ao p
da ponte onde se vende quarlinhas que ser
recompensado
C? O Padre Francisco Coelho de emos e
Silva, laz sciente ao respeilavel publico, e
particularmente a os seus alumnos que pre-
tende continuar com a mi a aula de primeiras
letras ensinando n'ella a 1er escrever. can-
ter arithmclica grammatira portuguez ,
doutrina Christ q&c. e que estar impre-
terivelmcnteaberla nodia 7 de Janeiro cor-
rente na ra da Florentina lado do muro ele
S.Francisco primeira casa junto a fabrica de
papelao
C^- Mara Amalia Costa e sia irma" re-
sidentes na ra da oncetes da Boa vista n
>8 prope-se a tomar meninas ensinando-as
L rn sugeito examinado e approvadbi velmerite no dia ir do torrente segundo o j s?y Quatro estravas urna mdala de 90
*areal aula do tommercioda tidade de Lisboa | aviso do Beitor do Seminario, por isso ro- annosdeidade com hom leite para criar urna
pertende dar heoens do mesmo cnsino na casa 1 ga a os apaxonados dtsie jogo qpeirS ton- cranca tose engomma e co/.inha ; urna
sua residencia nesta Cidade a alguns Srs. correr a compra das mesmas as 5 ponas^- Preta mo o de boa figura fu tolo qne fjueiro mstrui-se na escriplurato mer- da D. 9, e nos mais logares ja annunciados v00 e uma casa um mnlato hom oftirial
A\ll Por l,ar|,i,|?]diobrndas 1 e meso 8{V-j c^-Quem anniincinu no iiario de hontem ]de Silpatero e ptimo para pagem ,e um
precisar de uma^ama de portas para dentro preto moco para todo o servico ; na ra d>
dirija-se a roa do Livramento no segundo agnas verdes casa teriea I). ^7
andar do sobrado D l3 indo para a Igreja xsf Um pardo tom principio de aKaiale
lado esquerdo de idade de ->4 a >5 annos, o qual serve par
XSF' Quem.quiser adiantar os fundos ne- p'a'cm por ser milito claro ; no atierro da Bo
ressarios para asdespezas e concertos da barca vi*la sobrado O. i'4 no primeiro and^r das paj
Inglesa Lord Cockrane I kc St Smith VIes- 9 horas da manba e das 'i as 6 da tarde '
Lre arribada a este porto dirija-se ao Consu- xSf Urna preta de nacTo ang'da de ida h
lado de Sua Magestade Biilannica para tratar de '6 annos cosecha, faz renda, tesse pa-
dos particulares. no engomma liso, lava de varrelh e sabo
SST Marra Angela Custodia do-Cnrmo e cozinha n diario de uma casa; no pateo da
moradora defronte da Igrea dos MartyHos nas S. Cruz D. qconrronte a tone da I :re;a
'oas do sobrado f\ duas perlende abrir Aula -'ssr*-Urna'rs'-rava de nari de idade de
de primeiras Letras costuras xaens bordar, 98 afinos faz todo o servico de uma casa, e
lavarinlo c marcar no dia quinte dele- tem muilo bnns cnsttimes por a"o\'ooo 4
vereiro prximo futuro 1 -quem de sen pres- rnolcco|es do idade de *' annos livres
limo precisa* dirij.a-se a mesma taza a qual de herhigas e de lindasfi-uras urna mole-
quer hora dodia. > ra de nacao loanda de idade de tfi annos,
tST Precisa -se de alugar huma preta rapti- ptima pan mnbnda uma dita de. nacao
va para todo o servico de huma pequea nviambiqne. de idade de annos, uma es-
familia, que saiba cozinbar e cnsahoar rrava-le nacao. engomma. e cozinha sofrivel ,
e comprar na ra e que sejatfiel dando se indos estes escravos se do a contento e se
1 aUooo mensaes : quem a tiver dirija-se a aanca as boas vendas ; na ra de agoas ver-
ruadas Flores D. 8, ou annuncie a moradia dcs t). <.
por esta folba. '. | 55^- Quatro pipas vasias proprias para em-
Sj-A pessoaque precisa de'5o.ooo a pre- harque e uma armacao com lodosos perlen-
mio sobre bypotheca em urna rasa em S. An- CPS para venda na ra do Arago tasa De-
tim '.
XW Diversas qualidades de smenles ebe-
gadas prximamente de Lisboa ; na ra nova
I). s->.
^3 Urna por o de garrafas vasias ; na
ruada ruzarmazem n. 3.
5-3- Tres sepos bons para assougue ; na
ionio dirih-se ao largo do Terco D. um no
sqgundo andai-7
59
Avisos Maritiiins.
PARA LIVERPOOL segu viagem no dia
/i do trrenle a Barca Ingleza Lord Cocbra-
ne ; quem liver tontas tom este navio quei- 'camboa do Cario O 4.
rao asnprcsentaralomeio dia do dia 4 de] tsF- [Jm silio em Sanio Amaro, com por-
Janeiro no estriptorio dos Consignatarios |5o na PSlrada taza de pedra eeal tom qua-
Mc. almont & Companhia para serem ajus- ,ro quarlos f]as sallas e cozinha hoa a-
tadas, enaoasapresentandoatotempo men- J^ de beber muitos arvoredos de (rucio de
donado nao serio pagas todas as quajidade- ; a tractor na ra Nova
PARA O POR I O a Barra Port.ugucza ??e'- rj. desennve com Joo PaplislnClaudio Tresse
a ler escrever costura cha bordar de ma- laPernambucana pretende sabir 110 fim do I ^ Champa^nhe A y sauterne tlaiselle
tu de 011ro e todas as qualidades., hem co- correle ; quem quiser tarregar ou ir de Vaoismi tbale^'u lamtte.'thateaumargeaux,
mo marcar de todas as lormas tamban ac- passngem dirija-se ao Capilao na prata ou a St Julien medog chamberlin cognac cou-
ceitao, ea promplfo qualquer obra de rao- seu consignatario Tbomaz de Aquino Fan- servas P v\nHpre ditas de frurlas da "euro-
dnta romo toncados. vestidos chapeos e, seca. j erv||,as sardinhas musiarda fran-
&c ludo com o melhor gasto, e na ultima j PARA O PORTO o hem conliecido Pala- ^ lruffPs vinbo do Porto, de Xerres,
Wla. cho Porluguez Primavera de primeira mar-i B/ej|0 f]oce ,je sviprinr oualidade copos de
5SS- Manocl l-roncisco Oiu maraes, taz sci- cha Torrado, e eneavJUiado de cobre, co pr-jsinl apparelhos de porcelana para rh; tu-
enleaossenscredoies, que queiro ir jus- qual he Capilao Jos Carlos Ferreira "oares I 0 a preco hnrai0 na ra da cadeia velha D
tiHcar su as contas ou disidas 110^ curlorio de partir;! com a maior brevidade possivel por ter j n0 primeiro andar casa de A Hosch
Francisco Joaquim aonde se est proccrlendo a reteber tima grande parte de seu carrega-l 5?^- Uma venda no largo de N S do Ter-
a inventaro por parte da fallecida sua raullier, ment ; quem no mesmo quiser tarregar ou
D Joaquina Varia da Corceicao apresen- ir de passagem para que tem exteilentes tom-
lando os mesmos seus eredores primeramente modos, dirija-se a seus consignatario .Mcn-
suas ronlas torrentes para serem conferidas. des & Oliveira ,' na ra do Nigario I). i5 ou
XS?- Qualquer Sur. Negociante que ne- ao referido Capilao.
cessilarde um eseripturano para escrever! PARA O HAVRE o Brizne Francez Ar-
ivros suus iransacoens mercantis em morique tend ja parte de sua carga san- jsrrvicode uma casa ao comprador se dir o
co lado direilo !> 6, com fundos de um con-
t (le ris ; a tratar com o Sr Francisco Xavi-
er da Foneca Coutinho na mesma satas
tom arroz de tasca por preco eommodo.
tZF Un.a preta mo:ade bonita figura, en-
gomma tose cozinha e faz todo o mais
partidas simples 011 dobradas e mesmo al- r impreterivelmente nodia guma escripia atrasada annuncie. quem quiser tarregar, ou ir de passagem di
tSJ' O abaixo asignado faz sciente que rija-se ao seu consignatario L. A. 1 ubourcq ,
desapartou a sociedad com Vaiioel 1 omin- na ra do Vigario n. 16.
gues Pereira que tinJiao na venda sita na ra
do'Collegio I), i.j por isso roga a os Srs ere-
dores hajo de apresentar suas contas do que
se Ibes deve para serem pagos al o dia- 10 cy Um quarlo possante, c sem achaques;
de Janeiro prximo, ficanilo o abaixo assigna- qnem tiver annuncie.
C o m p r ?i s
do de?enerado das demais dividas que houver
desse dia em diantc Antonio Manoel Ramos,
X2y" Trnspassa-se o ?rrendamento de um
sitio ao entrar da estrada do Cordeiro com
famosa casa envidrassada estiibaria, todo
sercado com bons arvoredos alguma prta-
iica e flores o qual paga 160.000 annial ;
V e n el a s
__13^* Folhinhas de algibeira ton leudo
alem do K alenda rio &c a confissao fio ma-
rujo e um I alo o entre um Algaravjo c
sua Mara ; a ?4o ris cada urna ; Dilas de
se entregar as chaves logo que se fi/er o dita, dila, dita com anedoclas, historias bons
traspasso annuncie, ou dirija-se ao mes- dictos &c a 240; ditas de porta divididas em
mo sitio. semestres, asis yintens, o auno; ditas Ec-
%ST A quem faltar urna negra de nacao, clesiasticas a pataca; na praca da Indepen-
que nao sabe dizer quem he seu Snr dirija- ; dentia loja de livros n. 3" e i* na ra do
se ao Caxang em casa de Guilherme Ferreira'
de Amorim ou no armazem de madeiras de-
fronte do tanque d'agoa de I omingos Jos
Rodrigue* de Azevedo quedando os signaes
lhe ser entregue.
tS'" A jiessoa que annunciou querer dar
dois contos de ris a iuros de dois j-mr cento ao
mez sobre casas, dirija-sa praca da Indepen-
dencia n 6. -
C/- I)eseja-se fallar ao Snr Antonio Ma-
tozo d Aniliade Cmara para o que roga-se
ao mesmo Sr queira annunciara sua residen-
cia ou dirija-se a ra do Vigario n. 16.
fjp J. Irirdon faz scienleque por causa de
<4pml!i o transferjo todas as fazendas da sna
lja da ra nova I). i> na. quina do beco da
enmhoa do Caimo para a sua outra loja de-
trnnte na mesma ra l). ,j ludo da \ atril
cabug loja do Sr Bandeira no bairro do
Becife na ra da cadeia loja que foi do Snr.
Quaresma ; defronte da Igrcja da Madre de
Leos venda da quina do beco do a/.eile de
peixe ; defronte da ^ atriz da Boa vista
botica do *r. Joaquim Jos' Morcira ; e em
Olinda Botica da rilo do Amparo.
t2? Lima negra de nacao, da idade de ao
anuos ptima para todo o ser\ic-o de uma ca-
sa como de campo ; na ra das. triuclieiras
i). i5.
S2^ No Manguind passando a ponte na
terceira venda ha para vender oseguinle-
a posse de trinta palmos de frente edcenlos
!o nndo estrada dos Aflictos ne Sitio du
viuva de Leopardo Mairellino leudo a fren-
te da casa feila de pedra e cal e maieriaes
nata princinio de levantar tom madeiras
XST O accionista das caulelias corrcspon-i promplis para cubera portas e anellas
denles a todas.fls ioterias avisa ao respeilavel 1 ludo prompto ; assimeomo o casco da mesma
publito que a do Seminario cone impreleri- venda.
motivo; na ra do Queimado lo'a D 7.
525" A venda da ra do Colegio. r>. com
os fundos de 600.000 011 se vende s a arma-
cao ; a tratar na mesma
SS7" Uma escrava de narSn an?ola de boa
estatura eum cvalo com boas marrbas e
muilo manteudo ; na ra da praia serrara do
Cardial.
t~ Em casa de Jobnston Pater iV Compa-
nhia harris grandes e pequeos com potassa.
SSJ" Olbos d replb para plantar
duas patacas ao cento ; no sitio do arraial ou
na loja do l'urgos na quina da pracinha do
Livramento.
%ZT >a ra da mneda arma/em defronte da
casa da moradia do Sr Braga velbo em pi-
pas b rris e garrafoens o superior e ja
muite conhecido e approvado vinbo do san-
guinbal como o melhor que vem de Lisboa ,
por preco eommodo t se declara que os que
comprarem para (ora desta provincia lhe cusa
menos-,aoo do consumo pagos a sabida da
aUandega.
fde nome Rosa de nacao henguella cor fula,
baixa tom a perna esquerda coxa, sahio
tom tamisa de linbo marcada com esta, letra
-H- e saia de chita escura com um
avenlala?ul. e levou a seguinte rotipa sem
ser engommada ; i lencos eotil a marca H 1. ,
tmasaia com a marca H uma dila rom dita
Eft urna tollina com franja j camisas com
narca H ditas de senhora duas com a
uarc.1 LR e i com ER uma toallvis urnas
alcas, eduasjaponinhas de senhora com a
naic 1 ER ; quem a 1 egar leve a fabrica de
"chapeos na ra da cadeia \\ que ser
recompensado.
S3T No dia 4|)ara ^ ^ P1 P* dcsaPnre-
eeo da casa de nev, do beco do Thealro 11ra
ne.'ro de. nacao levando camisa de ebila ,
palcas de briol branco e uma baeta encarna-
la alto st-ciodocorpo picado de beclii-
gas com um dedo de menos no p direilo e
o dedo anular da mao direila alepido e mais
corto que do costume de nome Sepio des,-
confia-seque fosse desencaminhado e como
se anda tratando de se proceder onlra taes
desencaminhadores par isso se previne a
qualquer pessoaa tiuem se oferessa de ap-
preliender e leva-o a dila casa de nev ,
que ser recompensado
123" Roga-se a os Snrs. Suh-Prefeitos e
maisautboridades desla e mais comarcas, e
pessoas particulares que souherem ou virem
' uma negra de nome Josefa ( senao mudou de
1 nojne>)-ile idade debannos, altura regalar,
I secca do corpo cor fulla nariz chato com
{ uma marca de ferro de sua Ierra em tima ,
umdedograr.de alejado em uma das inaos. ps
pequeos, cosluma inlitular-se por forra ;
quem a pegar leve ao atierro da Boa vista n.
f S3~ Uesapareceo no dia aH do p. p uma
escrava de naife* benguella, alta, rosto es-
camado, meia fulla corpo a proportjo da
altura olhos g'andes ps e pernas com
principio de inchaio por eslar pen ha le-
vou vestido uma s,aia de chila azul sobre a
dila um vestido de uma fa/enda chamada pol-
vota e farinb-n e um panno de chilla qua-
drado grande quem a pegar leve a botica do
Sr. Cipriano LuizdaPa* na ra do Colle-
gio ou na Boa visla na botica do Sur. Victo-
rino que ser recompensado.
XW >o dio 6 de Outubro de 18 '9 fu-
gio uma estrava de nome Anua ladina de
angola de bonita figura estatura regular .
cor pela rosto puchado, ollios grandes, na-
riz fino beicos meios grossos tem uma ma-
lln mais pela do que a cor natural no rosto do*
lado esquerdo e no braco esquerdo urnas le-
tras de angola tem nas costas mudos talbU-
nb.is de navallia, mos pequeas e ps gros-
sos porcm mal feitos intitulase creoula .
levou veslidede riscado ja desbolado e panno
da costa foi comprada a Camilo de Le lis da
Fonstca piloto de urna das embarcacnens de
Jos Riheiro de I rilo quem o pegar leve e
ra da Gloria casa de um andar de grade de
ferrrode ronlc do convenio a fallar com o
Teneitle Coronel F. Ce/.ar Burlamaque qua
generosamente recompensado.
SUt\i H'lo do
Escravos Fu'ilos
5^" Nodia 15 do p. p. fugio um estra-
ve de nome Francisco de nacao angola, com
camisa e calcas de algodiiozinho em uma das
orSilias tem tima ai gola de ottro, he canoeiro,
e consta que foi para as bandas do EngenhoS.
Paulo; quem o pegar leve a praca do Commer-
cio a casa de D. Calharina da dragas Bracea
que ser hem pago.
yj' Nodia ijj do p.
-------- .1
livg I u uc
Nodia ijj do p. p. desapareceo um
e nome v- anoc! de :;:ico tJSSSng ,
ievoo vestido camisa de al^odo e seroula !;;
mesmo chapeo de palha pernas arquiadas ,
(udc ;;!!::: eiclia um o!ho; 00610 O pegar
leve a ra da Conceico da Boa vista lado da
Igrejan 4'
fW No dia a4 do p. p fugio uma negra
NAVIOS NTRALOS ISO L)IA 1.
COTINGUIBA: 5 dias, Hiate Brasileiro
Lsprculador de 3| tu tonel. iNieslre
Bernardo deSou/a, eqtlip. n carga assucar,
couros sola e guampas
ASSU' dias litigue iNuc S. Jos Nave-
gante de .*< tonel. M. Antonio Rodri-
gues Taborda equip i carga sal a
(iaudino Agoslinho de Barros ; iundiou no
lameito.
TERRA NOVA; ,{0 dias, P.rigue Inglez
Fama de -17 tonel VI. Joao Mallet, equip
14 earga bacalbo ; a Me Calinont &
Companhia ; Iundiou no lameito
ENTRADOS NO DIA %
CUTINGUIBA ; 5 dia', Sumaca Brasilei-
ra Maria M Jos Wonteiro equip 7 ,
carga assucar ; a "chrainin.
DURLEN ; 5-dias, Brigne -ueco Vigilince
Capilao Olof Janssen equip. ti, carga b-
talas ; N. O. Bieber.
OBSERVACOENS
Nodia t iundiou no lameir-o vindo da Ilha-
lo Faial o Brigue Escuna Porluguez Julia
de 11/1 tonel" M. Anio Hilou equip.
19, carga pedra; a Antonio Gomes Jnior,
passageiros 65 : e segu para o Rio de Ja--
neiro. _.-
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. \H&


Full Text
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