Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03979


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Full Text
wm
l
A-NNDDE1839. Ter$a Ffifl
Tildo ngora dentndr de mis inerr os; Ha nossa prudencia, modera-
dlo, e energiti : continuemos con o principiamos e seremos apontado*
com admirarlo-entre as Ses mascullas.
froclamacd da Assembka Geral do Erazil.
----------- "i 101 ,;-----------------
Surtscreve-se para esta folha 3j?ooo por quartel pagos adiantados
nesta Tj|>ogra'fia, ra "das Cruzes D. 3, era Praca da Independencia
ns. 37 e 08, onde se receliem Correspondencias legalisadn's, eannuuno*,
imirmdo-te estes 'jiatis, Sendo desproprios assignantes, e viudos assig-
:gnados.
Partidas dos Correis Terrestres.
'Cidade daParnhl>a e Villas de siia pretendo...................\
Di;,, do !ii.. Grande do Norte, c Villas dem...................f e j .
Dita da Fortaleza e Villas dem....... _____...-...........j Segundas e Sextas F.ras.
Villa ce oiarlna................................. .)
Cidade d- Olinda.........'..................... Todos os das.
Villa deS. Anto...... ...........................Quintas fers.
Dita de Garaiiliuns e Povoco do Benito.....................Dias io, e a$ decada me*.
Unas do Cabo, Serinliaem. Rio Fnrmozo, e Porto Calvo............dem 1 11, ai dito dito.
'Cidade das Alagoas, e Villa de,Uacei........................-dem dem
VilU de Paja.de Flores .................................dem \S, dito ito.
Todos o Correis partem ao meio da.
4'dk Dezembro. Numero 58
CAMBIOS.
Dezembro. a 3.
Londres...... M i|i3^ pr Ifooo ced.
l.sho....... lo por o/o prcaio, por mi-iai (merecido.
Franca.......?()!> reis por Iranco.
In'o de Janeiro ao par. ,
OHO Uoedas de 6*oo rs Velhas liSoa a lfioo
Ditas .N. ,, Novas iid-joo a i44oo
Ditas de il/ooa rs.,
PRATA Palacoes Braiileiros
/doo a
IfSa a
Pelos Columnarios-------------- #5lo a
Ditos .Mexicanos --------- i^joo a
Premios 'das L,etras, por mex 1 1/8 iliji por loo
Moeda Jde cobre 3 a 4 por to. re dte.

8#aoo
ifiao
54*
ifia
Dias da Semana.
a3 Seun da 1. rara da scau.
3*
Terca--------Jejum S. Gregorio IM.----------- eJaco
i5 0uru-------iffiff. Ncimento de N S. J. C-
26 Quinta -.-----$f 1. Oitava S Estevo-------,'-
Sexta---------4< -. Oit.iv S. J.oo Ap Evang.
Sahbado >& 5. Oitava OsSS. Innocentes-
Aud. do J. de D.
3
?9
Domingo-----&. Thoma Are. M.
Mare -cheia para o da '24 de Dezembro.
As 7 horas e <2 minutos d S'jabC ^- ,-. f hora* O minutos da tarda.

pela Tropa do primeirn Linlia existente e pe-^
lo Corpo olicial continuando a referida
(>uarda Nacional a dar Guarnicodo dia % em
diante.
Dito, AoPrefetto da Comarca, signifi-
condo-lhe que Victorino 'Rodrigues de Sou-
za remedido para a Ilha de Fernando co-
mo inciirso na rehelio da Cidade di Baha
regressou da mesma Il'>a solt, cm conseqen-
cia das ordens doGoverno Imperial.
Goarni
corren te ot o primeiro do futuro mez, de-
veri ser dada pela trop de primeira T/uiha
;1c
existente e pelo Corpo do seu rommando.
|)taAo Comtnandante dp Brifue Pa-
para receber ft seo bordo e transpor-
tar para a Corte d Rio de Janeiro o l)es-
vuna
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 19.
Officio Ao Coirimandante das Armas,
'sfjnificand-lbe qetendosidp rcmeitido no
ri{>ue Pvtiha pelo E\m. Presidente do
IMaranbo um Soldado demente pertencente a
um dos < orpos desla Provincia exi)ediciona-
rios aquella \ cumpre que o mande receber
do Com ii) 11 id ante do referido BrigQe e llie
d o conveniente destin.
I.itoAoCommandanle do Rrijju Pavti-
na", nara entregar a drfSposicS do Cmman-
dantedis Armas o soldado de que trata o pre-
cedente oflicio
DitoAd Inspector da The/oararia da
Fazenda eiwiand i-llie a cotila de 17 Cor- penseiro do Brigne Kscnna IVicterov, e o Es-
netas encommendadas pelo Exm. ''residen- crivao Joao Uarte Ntines Jnior
te ^fasAa^oas. na importancia de 1 <8Uoo Officio AoTnsneclor o Arspnal de M-
res a fim d haver a respectiva indemnisa- rinlia, communicando-lhes a expediyo da or-
?o. dem supra. *
Hito Ao PrelVito da Comarca do Rrejo,
sijnificando-1be que tlendendo i Presiden-: llm. e Exm.Snr. Abrindo-se boje a Al-
ta, ao que llie representou o Cidadao Sal- fande^a diaro-se arrombados os Armazens
vador dos-autos Vlonteiro Sub-Prefeito da n 1 a, ', e ri da mesma ; aporta da caza
Fre;;uesia de Cimbres bouve por bem cOn- dos Cofres ; afumas gavetas e armarios, um
ceder-lhe deprisso ileste carfjo. cofre que nada conlinlia denotando ter sido
DitoAo I,rector do Curso Juridicode tambem assali.atlo o em que existiao pouco mais
Olinda, enviando-llie por copia o ecreto de de ,000 s'de reis porissoqtie* se encontrou
19 de Novenlbro ullimo pelo quarl Regent desmancho na cbave penencente ao Escrivio
em iNoiue do Imperador conceden as ro- lavinculario, ma> nao ebegaro a pcnetral-n.
fessores, e Substituios das aulas menores do ao que parece hem niesnio se reconbece n
mesmo Curso, e do de S. Paulo e aos seus veriOcacao de rotlbo de mercadorias o que
Continuos e mais Empregados. o augmento melbor reconbecer pelos inventarios a que
titulo de gratificaco, constante da tabella que ja mridei proceder, e Ap cujo resultado da-
se llie remtlt. rei n V Ex a devida conla
Dilo -- Ao Commanilantc Geral do CorpO Nao se sabe certo o lugar da nlrorluco ,
de Polica, si,;hficando-lne que tendo-se fei- presume-se porerfl ter sido pelo lado da ma di
to digno de louvores a briosa manira pori|ne Madre de Dos visto que se acbou serrada
se conduzio a Companhla do Corpd do Sep .parle da porta que d alii d entrada para o 11-
Commandp duranle aexpedicao Provin- terior da Alfandepa.
ca das AUgoas cumpre que llie faca con- O que b me antecpo a partecipar a V. Ex.
tar os bem merecidos agradecimentos da Pre- como be de mu devef
sidencia pti-to digno comportarnento. j Dos Guarde a V. Ex. muitos anuos Al-
DiloAolitfputor do Arsenal de Vtari- fandega %i de Dezembro de 18 9 Illm. e
nha, communicaudo-lbe que a Piesidenci Exm.Snr. Francisco do Reg Barros, Pre-
tem oiciadu ao E*m Preslderile das Algoas, dente da Provincia. Vicente "Tbomaz PireS.
i deveni de Fizilereaa ( amargo
versas Reparticoens.
LFANDEG/V DAS FAZENDAS.
EITAL.
Vicente Thomz Pires de Figueredo Ca-
rnario Inspeclor d'Alfandega, faz saber que
no dia 4 do corrente pelas 011 ze boras da ma-
nbaa e na porla da mesm se hade arrema-
Portaria Ao Commandanle Oeral do tar em hasta publica trinta e um chumles
Corpo de Polica scM?nlificando-o de que a impugnados |>elo (itiarda Augusto Xavier da
"cao desla Cidade desde o dia >5 do Fonceca no Despacho de Francisco Nunes
Correia no valor de 6 sooo rs., sendo a ar-
remataran sugeita a direitos.
Alfandega 3 de Dezembro de 18*9
Vicente Xliomaz Pires de Figueiredo Camargo
-- A Paula he a mesma do numero a65.
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do preco corrente do assucar, e algadao
. que se despacharlo na Meza do Cousulado
de Pernambuco na semana de 16a ai de De-
zembro de 1009.
AssUcar branco novo
1 s'000.
Dilo masca vado novo
1 Dito branco v'ellio
;oo.
acerca do embarque ilas madeiras qtic deveni de Figtiereda
ser transportadas a bordo do'Brigue S. Jofel|
THEZORARIA DA FAZEX cA.
Baplista.
' Lito A Cmara Municipal da Boa-vista,
enviando-lhe oito laminas de prif vaccinieo,
t: dcclarando-lhc .que o EuC'iirrgao da Vdc-
cina n'aquella Villa devedirigir-se directa-
Expediente do dia 17.
OTicio-A Luiz F?rancisco Barhallio
Ditomascavado velho
'00...........:..
Algodo eni pluma
1.
a.
3.
.
5.
6.
1.
a
1.
2.
3.
4-
5,
6,
1.
a.
Sorte
a
.

-:
.
1. Sorte .
a. a .
3.
Joze Maria Cezar do Amaral.
Fr.ncisco Jozc Maiinho.
Feitorcs e Cohferenles.
a3oo
aoo
atoo
19^0
lr^OO
i6o
i5do
i4o
9000
KOO
1800
i65o
j5oo
i 35o
00
700
,7500
65oo
5oo
para
mente aodesta Cidade em laes requesites fazer recolher a Tliezotiraria as snas conla'sdo
como determina a Mesolaco do exlinctoCon- tempo que servio de Tbesureiro di Disima
seibo do Gdverno de-8 de Julbode 8 t. da Chancellara a Cm de serem examanidas.
, Portaria Ao ''rector intirino do Arse-
nal de Guerra para remelter para a Provin-
cia das Alagoas no Brigue S Joo Baptisla
-s 7 Cornetas encommendadas pelo Exm.
Presidente daquella Provincia.
Dia .0.
Officio Ad Cntmandant das Armas s-
gtiificando-lbe que aGuarnico desta Ci-
dade dtsle 5 do crtente al o do' fu-
turo mez dever ser dada Xo somenie pela tro-
pa de priineira Linha existente e pelo Cor-
po de 1 olicia.
Dito Ao Commindanl Superior da
[Guarda Nacional dj Recite partecipando-
Uhe qtle a Presidencia de/e/ando dat alguin
descanso a mesma Ciuarda Nacional lem orde-
nado que d dia 11 do corrente al o 1.
do futuro mez a Guarnico da Praca seja dada
Dia 19.
Officio-Ao Commandanle das Armas com
requerimenlo de Manoel Ignacio Guarda
Nacional do Bataiho de Unna para expe-
dir as snas ordens a fim do mesmo receber pe-
la forma eslabelecida os \encimeutos que.lhe
folvm de\ dos do |em,:o que servio na gueira
de P mellas e J
CORRF.O.
O Pat^xo Bella Carlota recebe a mala para
$ Rio de Janeiro boje a., as 4 horas da tafd
CMARA MUN CIPAL DA CIDADE CO
I F.CFE
6. Sessao ordinaria de 79 de Novembr o de
k ,., ''y
Presidencia do nr. Barros.
Comparecern os feenhores Souza, Fi-
gueiredo, Bastos, e l'oulor Pereira ; fal-
tando com cau/a os mais Snrs.
Aborta a Sesso e lida Acta da antece-
dente ib i tnnrovada.
O Seiretario dando conla do expediente
mencionou os seguintes of'icios.
A Camar.a resoleo, que o Procurador fi-
'zesse iluminar cam toda pompa raza em
que se fazem as Sesses desla tmara nosdiat
1. e 1 de Dezembro prximo futuro.
A Commisso apressentou o relatorio a
orcamenlo da receta e despeza do anno fu-
turo que decorre de 1840 t 1*41 e o ba-
lanco dh receila e despeza do corrento anno
financeiro.
I esfiacharao-se algiius requerimentos. E
por ser dada ; hora levantou-se Sesso e
mandaro faser a prsenle em que assignaro.
Eu I-ulgencio Infante dAlbuqucrquee Mello,
Secretario a escrevi. Barros, Pro-Presi-
denle. Souza Figueiredo Bastos P-
roir.
PREFEITURA.
*4rte no m\ ai.
Illm. e Pxm. SnrPartecipo i V. Exc.
que das partes boie por mim recbidas. cons-
ta que foro presos lionlem minlva ordem,
os nvididuos seguintes os quaes tivero bo-
je deslino; Joo de Barros Correia, pardo,
e I rancisco Jo/.e prelo pelo Sub-Prefeito
de Santo Antonio, por estarem as circuns-
tancias de servir em Marimba.; Francisco Vi-
eira da Silva Guimaraes branco, e Manoel
(ornes 1 ardo pelo Sub-Prefeito d Olinda ,
por haverem engaado ons malulos, pas-
sando-lhes om Passaporle falso em nomo
desla Preleitura e Joo Marlins de Castro ,
branco pelo Sub-Prefeito dos Abogados, por
llie serem apprebendidos um bacamarte e
urna faca de punta com a qual ferira a Ma-
noel Tose do Nascimento depois de ter querido
aiirar-lhecom o dilo bacamarte.
Parlecipo maisV Ex quena noite do
dia ->o do corrente mez no lugar de Massass
tetras doEngenho V'ussaiba; Freguezia de>
Jaboato foi assassiaadocom uto timo pardo
Francisco Antonio da l'urificaco e se pro-
cedeo nos termos d Lei; e que nao occor'ro
mais novidade.
Di
a aa,
Illm. e Exm. Snr.Foro prezos honem
minha ordem e tivero hoje-destino : Jo-
o,, pretn escravo de Lourenco Joze das
lleves, por um Commissrio de Polica do
Recfe por estar profferinlo palavras obs-
,_ v^..------..,. ^. ^mvmi jMssava ^ e
querer dar com tima pedra no mesmo Com-
missrio ; Mximo Perfeira Baracho pardo
pelo ub-Prefeito de S. Antonio t por ter
turlado de urna loja quatorze mil e tantos rs.
de fazenda a qaj fo apprehendida em urna'
taberna eontregue ; seo dono ; Joaqun,
preto escravo de Julin Berenger por hum
soldado de Polica requsii,|o deeo senhor ;
liancsco, tambem prelo scravo de v anb-
el'JoaqiiMii pelos meos ordenancas porde-
zordem ; Thereza tambem ptela escrava
Um do Exm Presidenleda Provincia parte- ti Antonio Correia or outro soldado ew-
nanuo harer exnedidn nrd.-m an limnei-tnr I \n ...... .:___ t_._ .._.i
mellas e Jactupe
Dito-Ao Inspectord Alfandega para dar as disos o de>la Cunara ; c'iave
1 (pando harer expedido ordem ao Inspector
j inlriiiio das ObYas Publicas para entregar i
da S.lli .1,-
inteira-
s.uas ordens para que dora em dianle asceiti- suas antigs Sesses ; ; Cmara ficou
does dns rendimentos que se costumo passar di o resol y eo que o Procurador exigiste
dequiti/.e cm quin/.e dias e no un de c.da (|ii mo .mies do Inj^ect-ir ; referida chi.
mez, se hmilem nica mente a esta a finj tmiro do Fiscal, d oa-visl.i remelleudb 3
le que as tiuias das entradas p ir conla |q se
leclare a classe, e mez a que pertencem
Uem distineco do que be relativo aos primei-
ros e ao segundos quinze diai.
I
-L
itegunaos qi
MI ITII AHO
"litro do
termo de achala, que pioci-deona caza que Jo-
ze Uaplisti liibeiio de Caria est educando
na estrada da t.stancia ; que. se remellesse ao'
Procurador pdra proceder nos termos di Lei.
lo mesmo molivo; Jo escravo de Joo de l'aria Cordeiro, pelo Sub-
Piefeito da loa-vista por ebrio ; Alexandre
Jo/.e le S Alina indio, Francisco das Cha-
gts Ciiitiifa pardo Miguel Pedro Pereira,
e Manuel Antonio da Costa, pelos, pelo
'.ib i'releitode Mnrheca o i ,e 1 por
desordem eo t e ultimo por se noquere-v
rea prestar ao serv o da Polica.
E' o que consta das parles hoje pc^ mim'
recebidas.


DIARIO DE
kkxwki
PERNAMS
i' i
V
c &
Correspondencia
Srs. Redactores
Para que o publico tnsalo ajuize do modo ronel Pcssoa .
Nir.,ue na Camin dos Srs. Debutados foi' penle do Sr. Almeida Bote tiverao como
inclua a queslao das eleices de ^rgijme } M 4isse, ostentos na Cmara. Suseita-sea
\m segundo logar para que os icos Com- questo das eleices ; e tendo os diversos cau-
jrovinnanos saibao que a minha voi, anda didalos amigos na Cmara dos Srs. i epatado,
que Iraca e distante, todava nao deixou de i estes altendenfi mais ao bem d aquelles lo que
Jar a respeito dos seus interesses ; rogo-Ibes ao da Naro. Eis a razao porque ple.tearao-sc
darempublicidadeaessas linhas, que a- na Cmara os seus di Terentes interesses e
Por este ohzequio mui grato' dinduslria foi procrastinada a Jec.sao das c-
^5-votos; osegundo^r-'!'!-); as segn- negocios de Sergipe e que deyendo espera-
das porem os mais votados fora os Srs. I one- se d "elles toda a hrevidade pelo" contrario el-
po remndese Almeida Boto; em virludc do lesmesmos procraslmarao a sua dec.sao bu
que o dito Sr. Conejo Fernandose o Sr Co- tenho faltado sempre com as devidas xcep-
ox'rezidonle de Sergipe sup- ces eno me refro aos Snrs. Aoradas,
como Montezuma Marcellino de Brito Carneiro
da Cunha e oulros minios Saibores Depu-
fiaixo verao.
Flhc$ ser i
Ilum seu essignante.
As Kleues de Sergipe.
I Tencionoi aprsenla; algumns refiexes i
terca das (libos de Sergipe ; e como para
Imm tal fim ulgasse ser conveniente aguar-
dar a deciso d ess questo ; agora que ella
se acha ultimada vou por em pa tica o que
tinlia projectado.
Tollos sabem das raudos agitaces polti-
cas que em INorembro de i^i tivera lu-
lr em Sergipe por motivos do sosete!.fies ,
e tamben) queoSr FeijVS. enlo Recente,
mandara proceder a novas eleices por jul
gar as primeiras utas (Aviso de cj de Janeiro
de iH.-ij ) be igualmente sabido que estas
segundas fora de nenluini eieilo ; porque na
Cmara dos Srs Depulados conteslou-se ao
tados aquem farao justica os que liverem
lido os Jomaos do Comiiiertio.
NOTICIAS SCIEXTIFICAS.
BYGIENE PUBLICA.
Da Mortalidade e da Loucura no Reginen
Penitenciario
leires da Provincia deSergipe! Ilouve at
quem observasse q* a disrusso dos negocios de
Sergipe era reservada para a bora em que al-
gunsdosSrs. Ministros bavia de ter ingresso
na Cmara e que por esta forma seia pal-
liando a sua decisao : oque nao parece estar Publicou-se em Francai, no n. de al.de
(ora da verosmilhanca (baja vista aos Jornaes. Julbodos Annaes de hygiene e de medicina
do Cnmmercio). Tal foi a solercia com que se j legal urna memoria escripia por M Morcan
discutirn os negocios de Sergipe j tal a sol- I Cristopbe a respeito da influencio dos divor-
iiclude da parle dos Sms t'epotados no sos syslemas penitenciarios na saule dos pre-
concernente conelusao d elles ; at que por sos. Esta nterossantissima memoria foi ana-
fim l'oi approvada a emenda do Sur Carneiro 1 sida por fl .Moneret e nos nos apressamos
da Cunba ao parecer da commissao na sesso a publicar a analyse.
de^8do pretrito Agosto, para seroso millas ------------
as eleices de i i (3. r proceder-se a novas Urna das mais graves questps que os
Itevo declarar que sendo : 'epatado, adopta- menteos tea bao a rilado com os economistas, e
ria o voto em separado dojSr % arcellino de com os bomens q' se consagio a os interesses
Brito. oflerecdo pelo Sr.Rihero de Andrada da sooiedade he o melhonmenio do svstema
como emenda ao parecer da commissao-, e penitenciario, Com elTeilo be este um dos
quando nao l'os>e pelas rasfies nelle e'xarad is ob;eclos que mais merecem (ixar a altonco dos
argnr o posto.
Depois disto opinou-se si a volacao de lo-
dos os collegios eiciloraes de Sergipe duvia ser
j-ulgadu milla ; vista da enormissima irre-
gularidade da maior parle d'elles e do avul-
tadissimo numero de eleilores uue certa mente nao eslava em propor o com
a sua populaco), ou si smente devia ser
ulla a de algvins ficando a de outros valiosa
esde enlao ficoo pendente a questo das elei-
ces de Sergipe na Cmara dos Srs Depula-
dos ; do qae-eesullou nao ter sido represenla-
da ate o segundo atino da actual Legislatura,
aquella Provincia que em abono da venlade
excepcao das suas irmaas de primeira ordem ,
a nennuina oulra deve ceder a palma no lo-
cante ;is industrias agrcola e commcrcal.
Nao entrara na questao s poda ou nao
r o Sr. Fe j mandar proceder : novas elr.ii oes ,
t"ou si se devia anuullar a volacao de alguns
jcollegios ou si a de todos; porque alem de
er extempornea ede neubnma ulilidade ,
avcnilo a biima deciso a esle rcspeilo lodo
meu intuito be tnostraro pouco inleresse e o
lotal deleixoquc com as devidas excep.es ,
louvcda paite doS Sis. Deoutados neste ne-
gocio que devia ser para elles de grande
monla. I ecodescuina quando pareca o'en
ler. poii esse nio be o fim que me' propnnlio ;
mas a venlade be o meu norte iuiin tal |>ro-
cedei nao era de esperar-se dos Srs. Depula-
dos ; porquanlo lodo n cidado probo e brioso
que nutre verdadeiros scnliitientos de amor da
pairid, sempre que ser posta, deve a'tender
aos nleresses d'cila e alies pospr os parti-
" i la res.
Qoando rm i3 >(i apparecera as monlruo-
|M clciiis de Sergipe igual sorte leve a
Provincia da Parabiba relativamente s suas
eleices; e oslando eslas as mesmas ciicuns-
tancias das de Sergipe o Sr Faij mandn
taiubem proceder novas eleices (Aviso de t>
de Marco de i '.i;) : mas como nogou-se-lbe
esse direito por lim decidi a Cmara dos Se-
inbores Depulados que losse valiosa a volacao
ck-coitos collegios das primeiras eleices, e
'que se reformaste a deoulrcs ; pelo que aquel-
la Provincia mais leliz do que a de Sergipe
nao dei.vou de ser representada. Ora qual ser
o motivo porque a respeito das eleices de Ser-
gipe nao bou ve igual resol uco na Cama/a dos
Brs. Leputados ? NSeavnllou em Sergipe o
numero de voios nos coiegios do Lagartoe de
S Amaro; assim como na Parahiba nos de
piance deSousa ? Nao estavao as eleicos
de Sergipe no n-.esmo casonas da Paraiba? F. si
asini era si a seu respoilo mililava as ms-
enlas rasos porque lambem nao bou ve igual
disj osicao iVo sei como os Srs Depntadns
molivaia a demora da deciso dos negocios de
Sergipe De nenbum modo a menos que
nao seja pelo patronato que se pt esta va aos
candidatos i depulaco e por ronsequencia ,
pelo nenbum inleresse e pela incuria com pie
sao ti alados os interfsses da iNaco por essos
Sis Depulados, que ndvoga cansa* tees
Os Ms Fernandes de Barros e afouzi l'ritti,
e os -rs. Mariins Fonles e Couego-Fernandes,
ora os candidalos deputa o pof >eigipe as
primeiras ejeices (destes dous ltimos Sis ,
que era os mais votados oprimeiro oblare
loria. Uns querem a lodo o cusi adca- a sorte dos
Pra/.a a Dos que nao se reali/cm as minbas culpados que definao as prises, e nao temem
suspeilas muilo receio poren que agora os propor relormasque a serem adoptadas fa-
partidos que infelizmente ba na minha Pro- riao das prises umi morada mais feliz do que
vincia nao se agitem a ponto de appareccrem a habitada polo pobre o mesmo por muitos
eleires taes, quaes fora as passadas ; e o que officiaes de oficio. Suslenlo outros que mili-
mais vem graiuar este meo receio be o curto tos dos propostos melhoramentos so de al-
espaco de lempo me baver. entre estas eas guma forma premios dados ao crime que
prximas ele oes para a futura Legislatura : deslniem quisi inteiramenle os cuellos da le
porque os nimos dos que recenlemeilte forom earranco o culpado ajusta punicio que I lie
vencidos, estimulados com essa especie de al- ella inflige. Os bomens que abra a rao esta
Irona, querer depois rcagr dobradamenle, Opinio um pouco rigorosa em apparenea ,
quando nao maisaiud.i
citao fados (|iie nos pareccm proprios para pro-
l'or esla occisio nao posso deixar de obser- du/.ir a convicc.To. Vamos palele ir a os lei-
var que dus muitos males que sol re a minba tores os numerosos documentos que foro a
Provincia, alguns provem dos seus Adminis- respeito eolligidos por M Moreau Cris'opbe ,
tradores. i esgracadamenle cortos Presidentes na memoria iiitcressanlo que l'oi na rida n> ul-
de Srgiqe, cspiecidos do cumprimento de timo n dos Aunaos de Ingienee de medicina
seus deveres palro'-ina tintes partidos ap- legal ( do Jnllio de i H)) O author be
filicaise aos seus interesses particulares, &c ja conliccido por alguinas publraces desle
kc do que aos Provinciaes Esle apeins genero, sondo deltas nimio notavel a obra
se acha revestido da residencia, esbanja os acerca do estado actual das prises em Franca,
dinlieiros da Provincia por pessoas das quaos onde te\e oceusiao de desehvolver al;;umas das
algumas neiibuma garanta o erecia ao seu ideas reprodu/.idas em sua ultima memoria
leembolco *, do que resullou Picaren os cofres Vamos la/er urna analyse circunstanciada des-
exbauridos : aquello, si toma posse do (Jo- la memoria por conler urna dosoripcaoeom-
verno be smertle para caballar e influir na pela dos dilferenles syslemas penitenciarios do
eleco de bum seu amigo e finda a empresa, regimem adoptado as mais importantes pri-
deixa a Presidencia. O que acabo de diier a- soens da Fian a e dos paizeseslrangeiros
inila a pono pralicou o Sr Paclieco ex Pre- De M Moreau partidista dos meliioramen-
sidenle do Sergipe I ogo que o Sr Pacheco los que se fi/.erao nesle ramo d serviros publi- (
loi despachado soube-se por aqu que elle ia eos. nao quer porem que se dimua o:
cabalar na eleico do Sur. Cosa Carxalbo e rigor da pon a a ponto de torna-la Ilusoria ; j
que finda ella deixaria a Presidencia Nao pensa que a desmoralisaeo actual do rgimen
quiz dar crdito quando tal ouvi; porem o de nossas prisoens provm de se insti uirem os '
discursodo Sr. Maicollinn de Hrilo pronun- presos mutuamente no vicio esahirem air.-
ciadonodia nde ulhod'esle auno cade- da mais criminosos do que ero antes de sua
missoque logo depois podio o S:ir. Pacheco entrada He para espantar o saber-S" que j
comprova quanto por aqu se disse. Appro- b o 000 individuos pouco mais ou menos ,!
veitarei o ensejo para diser duas palav as presos jias prisdes, a I. sor vendo, em prejuiso
cerca d eleico do Sr Costa"Carvalbo : nosso io,o;o,ooo mil fr ( <,o .ooo ,j ooo rs ) .
Com quanto reconheca que o Sur. Cosa por anuo sommasa que legalnicnte fazem
Carvalbo be mui digno do lugar que boje oc- face os impostes qu e pagamos esperando ipie
cupa nao sei todava como avista dos ai ti- venlio olios proprios bjuear os impostes so-
gos r' e H da ConsliluicSo aos quaes al se bre nossis pessoas e bens Maior espante cau-
rel'ercm as Inslruc oes de 6 de Marco de sarainda, quando se souber que l dos os
1S.4 e da pralica constantemente seguida I anjios mais de .0,000 presos por toda casta de
mandou-se proceder eleico de bum Sena- \ crime sao sollos ; e disseminados pelas Cida-
dor por Sergipe com eleilores csjieoiaes! O dse campos, por onde derramo o terror e
Aviso do ideMaico de iW^ ordenando a osexemplos de pervesidadee depravaco.
eleico de dous Senadores por Minas (ieraes | Para por bum termo a esle estado de couzas
muitos syslemas foro propostos entre os
quaes dee-so principalmente citar o adoptado
em Philadelpbia : que, ao passo que satisfaz
;i vindicta publica corrige o culpado* Con-
sisto osle syslema em conservar os presos in-
teiramenle separados liiius des uniros por lo-
do o lempo de sua deteueo de da e de imite*
om celias pequeas onde poden trabalhar e
ser visitados pelas pessoas da casa ou por
aquellisqne tem licenca para visitat-os
Outro sjstema be adoptado em Auburn,
A Ib separSo-se os presos somenle ik noile :
obrijjoos a trabalhar, comer e passear em
commun de dia somonte com acondieo d
guardar absoluto silencio
Na penitenciaria de Lheriv-Hill ou de
I nflaelhia foro lomadas todas as preca-
ces na conslruciao do edificio para que rei-
I nem ubi constantemente as mais salutares in-
di/. devendo en lodos os Collegios ,
para
cumprir-se o que determina o urt 1 i da 011-
stiluio.la/.ev-se a essaeliigo com os eleilores
da Legislatura actual. Porque rasao em Ser-
gipe pralicnu-se o contrario com a eleico do
Sr Cosa Carvalbo, que foi o nomeado pelo
Governo r" -ei valida a sua elei o ? .. Ou
valida ou nao o cerlo he que o Sur 'osla
Ca*val lio est sondo e continuar a ser Sena-
dor por Sergipe, e, nao paiera in< oherencia
de minba paite antes quero o Sr. Costa Car-
ritlm por oenadbr, si nem (fue permitta-
se-me diser, nao. re, ul miente do que a
coito anda que com todas as solemnida-
des que exige a Lei
Ten lio por lano mostrado segundo o que
cima dice que nenhuin estimulo nenbum
interesse bouve da parte dos Srs Depulados ,
para que quanto antes fossem ultimados os
fluencias hygienicas. Cada preso est sepa-
rado de seu cama rada mais he visitado pe-
los empregados da casa he obrigado a traba-
Ibos que sao paradle improductivos. A co*
mida he abundante e substancial ; os presos
que babto ao tea da calcada sio os nicos q
podem passear aos oulros nao he permiltido
sabir de suas adas. S se admittem nesta
oenitencia os pre/.os de ambos os sexos que
sao condemnados a hum anuo de priso pelo
menos. O castigos que ah se usaoso areclu-
so em lugar escuro alimentar-se a p.io e a-
gua e a presso que supprime a faculdade de
mover-se..
Em Auburn todos os presos trabalho en
oBcinaseommuns e quanto ganha o^preso he
para o estabelecimento O mais absoluto silen-
cio he proscripto em todas as partes da casa ,
em todos <-s exercieios e em todas as horas
do dia e da noite. A violaco desU re,;ra d
lugar aos castigos mais frequenles : consisten
ese na separaoo absoluta com cessaco de
trabalho ou em obrigar os delinquentes a es-
tar em trovas cim re.lucco de sustento ; na
golilha prineipalinente para as mulberes ,
e em acoiles.
Nao sao permitlidas visitas /corresponden-
cias nem passeios O numerados condem-
nados deste eslaheleeiment eleva-se em Ja-
neiro de 1*37 a 654 bomens e o mulberes.
Passaromos agora descripeo de duas o-
tras penitenciarias onde um d .ssyte.nas que
acabamos de indicar he seguido com algumas
modificaces. A primeira he a de Gunebra ,
a segunda a de Lausunne A penitenciaria
de Ceuehra he construida em ponto pe|ue-
no e s tem cincuenta e seis celias ; por is-
so M Moreau d-lbe o titulo de microscopio.
Depois de 18 J, o rgimen que se assemelha-
va antes ad de Aubuin sem ter os acoute9,
tornou-se mais severo ; logo que entra o pre-
so he obligado solideo absoluta por trez
ou olo das hum mez e al trez confor-
me be condemnado em reincidencia ou pela
primeira vez. Os alimentos sao abundantes
c de boa Hiialidade as quintas feiiras e do-
mingos da se a cada presa huma mia libra de
carne. Em enebra os condemnados tem um
peculio : a metade be para o estado e a ou-
lra metido para elles. No invern tem trez
horas de repouso por dia ; no vero Ir/, e
meia divididas polas occasioens da comida,
somenle nosdias de trabalho ; os passeios tem
lugar nos pateos e os condemnados seguem-
se huns aos 1 ulros em silencio. H.i dez horas
e mea de trabalho por dia 110 invern coti-
zo horas e mea no vero A nuor populaco
da penitenciaria nunca excede de sesseula pes-
soas.
O rgimen disciplinar seguido em Lusanne
em KVi cousisieem cinco pontos principa-
es ; 1 o trabalho be obrigatorio a todos os
condemnados pela primeira senlenca con*
direito metade do producto de seu trabalho ;
recluso solitaria com trabalho aos con-
demnados em primeira reincidencia que tem
sotfrido pelo menos hum anno de deteueo,
com o mesmo peculio que os oulros e tiez ho-
ras de exercicio ao ar por semana ou meia
hora por dia ; v. recluso solitaria com,
trabalho for ado aos cendemnados em segun-
da etercera reincidencia c sem peculio 4.
recluso solitaria por trez a doze dias a lodos
os condemnados logo que entrao para a casa -T
5. silencio absoluto para todos, e em qual
quer parte lauto de dia como de noite Os
que nao esto reclusos solitariamente comem
em commiim em huma parte da otficina que
serve de reteilorio. Os castigos sao redueco
de comida priso em calabouco prolinga-
co de recluso solitaria privaco do passeio.
O que mais attenco excita ao observador
que visita estes estabelecimentes he a limpesa
extrema queahi reina e a excellenteconser-
vaco de todas as parles do scivico. Knlre-
tanlo tem-se perguntado se estas condi oes .
em apparenea lo favoraveis saude dos p e
/os no podem produ/.ir o des> nvolvimento
de algumas eutermdades. A respeito dcsla
questo como de inuilas outras relativas as
penitenciaras nao esto deaccordo os econo-
mistas su>tcnlo huns que he mui grande a
mortalidade e a loucura commum ; pento
outros que assim se reun rao todas as.necessa-
rias condicci para manler a saude Se os
presos pordem a saudee a raso diz Mo-
reau dte se admltr como coiisequencia
constante que o cxcesM de bem eslai faz enlo-
quecer ou adoecer \ e por isso recusa prestar
crdito os males que se pertendem atlnbur a
o syslema das penitenciaras dos Lslados Uni-
dos coiiiia a saude
M Csse de Genebra que ha publicado
Irahalhos uleis sobre as cusas de delenco, di*r.
ler-se admirado da grande proporco de alie-'
nacfies meotees que se desenvove em Cherrj-'
llill j e se alguns dos casos fossem provenien"
V
.*


O:
DIARIO
D E
PERNAMBUCO
*es da accao das cauzas predisponentes Ion
fcura que nao seja a recluso parece pro-
bado aeurescenla esle medico que a solido
le liuma causa bem real de loucura e quo
fila prolonga ou a;grava esta molestia. (Exa-
i medico e philosophico do systema peniten-
ciario.) A eommissao nomeada pelo senado
ara examinar o estado sanitario da peniten-
ciaria de < herry-Hill affirma pelo contrario,
que sao tu raros os casos de loucura, seno
mais na penitenciaria de Philadelphia do
que era qual<|tier oulra ros relatores consi-
deran como falsa a asserco emitlida por inui-
tos mdicos a saber f, que a solido continua
tepde necessariamenle ao desarranjo do cere-
bro dos presos M Moreau que se decla-
rou defensor do systema adoptado na prisao
de Philadelphia reuni todas as provas que
ioccoriem sua opinio e releva dizer que sao
convincentes por consistrem no testemunbo
qtiati unnime de quanlos visitaro este estabe
cimento. ,
Quanto ao estado sanitario de Auburn to-
dos os relatnos llie sao favoraveis. As mo-
lestias predominantes sao as dos pulmes
l ma ubservaca de grande importancia para a
etiologa da plilhisica pulmonar foi feita pelo
medico da prisao. KUe observou que os pre-
sos que esto doenles morrem mais de pressa
pelo laclo de estarem em prisao. A vida se-
dentaria accrescenta com rasao tendo por
efleilu enfraquecer o corpo e dispo-lo a con-
, trahir a enleimidade de ve obrar maneira
das paixes debililunles e apressar singular-
mente os prugressus da phthisica pulmonar.
M. Coiudet esforcou-s por provarque,
na penitenciaria de (Jenebra a saude ea ra-
yo dos presos se io aflerando cada vez mai $ ,
medida que se lez mais severo o rgimen
dos presos e mais completa a solido. M.
Moreau refuta a opinio de M. Coiudet com ar-
gumentos que tem grande valor mas que
seria Ion,,o referir em seus promenores. Di-
remos smente com o autor que be precisse-
parar com cuidado em semelltantes clculos,
os nmeros eJement.s que complico o proble-
ma ou antes nao altribuir causa influen-
cia se quer demonstrar todas as circunstan-
cias que obrao ao mesino lempo sobre os indi-
viduos /
Huma das causas de cuja influencia fiwiesta
nao be possivel duvidar lie a falta de exerci-
cio e as oreupacoens sedentarias Entretanto,
iVJM. Beaumont e Tocquevillesuslento que os
presos que nao tem nem campos em que pas-
seiem nem recreaces passo melbor e mor-
rem menos do que as prisoens em que Ihes
facultado o exercicio no campo. M. Moreau
adopta este modo de ver que entretanto est
em opposico flagrante com o que nos ensi-
n;o a hygene e a etiologa das diversas aflec-
ces entre uulras da enfermidade escrophu-
osa. Que se ha de responder porem di/em,
a exames fe i los em muitosestabelecimentos dos
Estados-Unidos, que provoque as prisoens
ordinarias murria um individuo por dezeseis,
entretanto que a morlalidade be infinitamen-
te menor as novas casas fundadas sobre o
principio da solido ? Pode-se di/.er que as
conditcoes bygienicas infinitamente superio
res ;s <|ue exislio anteriormente, fazem mais
do que contrabalancear os mos effeilos da fal-
ta de exercicio As razei dadas pelos autores
cima mencionados tomadas he verdade
em huma ordem deoonsideraoes muilo eleva-
das pouca impre-so faro nos espirilos que
nterpelrio rigorosamente os factos.
A ra/odestas dilferencas becomesinha
as communicaies que nascem da reunio dos
presos sao huma fonte de terrivel corrupco ;
ora nada ha to homicida como o vicio. A
celia em que o condemnado trabalha, e
descanca na solido he mais humana do que o
campo onde, sob a forma de huma recreaco
innocente s enconlra criminosos diverti-
menlus. *
M. Moreau hesita em recunhecer, com to-
dos os Mdicos que huma celia era que se
nao pode andar altera mais a saude do que a
celia donde nao se sahe. Seria com efl'eilo
boma asserco singular a que tryesse por fim
sustentar que homens cu|a maior parle tem
..assado a vida em ;trabalhos manuaes e em
exercicios activos e muilo lempo prolon-
,gdos nao soHrem de maneira alguma. re-
pouso quasi absoluto. Sao estas opinies ex-
asperadas formalmente desmentidas pela ra-
zo, e sem valor aos olbosdos homens refle-
ctados oue liio da natureza e nao da the-
uria as bsenacoos sobre que fando as
ciencas. Nao podemos porisso conceder a
M. Moreau que peniteneirias para delences
de'aluns anuos smenle que pfisfia de-
prtame utaes podem muito bem passar sem
Jasseios -eNcep o dos necessar.us ios en-
fermos i mas ento se o exercicio nao be
vril para que accrescentar que mesmo nes-
sas prises departamentaes, e as outras, se-
ria born que rada urna celia fosse provida inde-
pendenle do luar oceupado pelos ins-
trumentos de Jrabalho de cada preso, de hum
instrumento mecnico, proprio para dar exer-
cicio a seus bracos e a suas pernas ? que des-
pesa far o eslabelecimenlo com essas ma-
chinas ? Comprehendemos muito bem q'e o
autor deveria aconselhar este meio para ser
fiel a seu systema de solido completa e ab-
soluta dos presos; nao acreditamos porem,
que seu projeclo possa realisar-se com men >-
res des pesas-
Fm Inglaterra estabelecero-se as casas
de corree So machinas moinhos, rodas pa-
ra andar que sao postas em movimento pelos
presos, e Ihes proporciono hum exercicio sa-
lutar Etas machinas nao sao aplicadas a
traba I ho algum porque o interesse da clas-
se pobre e do commercio faz proscrever o
trabalho productivo das priz^es Em Fran-
ca e nos paizes em que a mo he procura-
da, e os trabalhadres anda acho oceupaco,
poder-se-bia utilisar os exercicios dos presos,
e emprega-los como motures de alguir.as ma-
chinas.
Ha anda outro ponto que merece fixar a
atte,nco dos mdicos e dos economistas. M.
Coindet que to bem estudon as influencias
bygienicas boas e ms que obro sobre os pre-
sos observou que o silencio absoluto en-
fraquece consideravelmenle os orgos da res-
piraco da voz e da digeslo Sabe-se com
efleilo que os homens que do grande exerci-
cio aos orgosda voz sentem huma influen-
cia salutar sobre todas as suas funeces e
mais especiamenle sobre a da digesto. He
esta huma consideraco mais a que se deve,
attender quando se pe*o as vantagens e os in-,
convenienles das penitenciarias onde o silencio
he rigorosamente observado.
O rgimen alimentar deque uzao os pre-
sos exerce tambem grande influencia sobre sua
saude. Os homens que se lem oceupado des-
ta que>to nao parlilhao a mesma opinio.
M Dupin medico que foi da prisao da Lau-
sanne nao hesita em declarar oue he preci-.
so augmentar a proporcio de sustento animal,.
por cauza somenle do fado da prisao, ou
emoulros termos, que quanto mais subs-
tancial abundante e animal be o sustento,
tanto melbor passio os presos, e tanto me-
nor he a morlalidade
Em Inglaterra, os exames feitos por ordem
do govemo nosdizem, cousa verdaderamen-
te absurda e subversiva de lodo osenlimenlo
de moralidade e de penalidade que 0 rgimen
alimentar de todas as prises he o duplo do
dos agricultores independentes, e as mais das
vezes melhor- do que o das casas de trabalho.
Eis-aqui hum quadro que fornece a prova e
que falla mais alto du qu todas as dissertaces
Combatendo algjimas das opintoes emittidas
a respeito das duas ultimas por MM. Goin-
det e Gosse. nao deixa de reconhecer que estes
dous mdicos firero hum servico real ins-
tituindo a hygiene das prises, que antes
delles eslava' apenas esbocada, sobre a qual
muilo ha ainda que fazer.
(Le Temps)
( Do Despertador).
lia o i ic as
I /o
i5o
l6i
217
leitas a esle respeito :
Os lavradores consomem--------
Os otflciaes de ofiicios cujo
salario be mais elevado -
Os pobres- --------
Os soldados---------------------
Os iniciados em cuslodia---------
Os condemnados as casas de
correceo ----------
Os condemnados nos pontes 1 '9
Os deportados---------------------- ^^o
Nao he immoral ver mendigos e criminosos
romerem mais que os la'vradores e os artifice*
laboriosos ? Que se diria se accrescenlassemos
com hum Inglez M 1 oode que 03 mendi-
gos e presos comem carne em seus janU-ires ,
entrelanto que um pedaco de pao branco he
obieclo de luxo para huma grande porco da
populac o j4 Gran-Brelanha
Finalmente, preciso he nao acreditar se-
gundo o aulor ingle/, que accahamos de citir,
que a saude dos presosseja melhor por isso 5
elle pretende segundo os quadros estalisti-
cos da memoria de \J. Moreau, que as pri-
ses em q' o rgimen alimentar he maior e se
tem deminuido a qtiantidade de carne para
amurillar a quaiitiiiaue de vetfeae a suin-
ma das enormidades soffreo huma reduc o
analo"a. Da mesma forma as prises em
yue o sustento intermediario foi augmentado
auj'menlou-se a somma das enlermidades na
mesma proporco. Os relatorios sobre os ef-
feilos do regaen alimentar em 4' prises
apoip estas conelm*>es. Hum medico in-
glez, M.larr, concluio tambem desnasob-
servaoes que os ataques de onfermidades sao
mais frequenles onde o sustento he mais a-
hiiiul.nle A morlalidade varia pouoo be
porem mais elevada onde o sustento he dado
em maior quaulidade.
M IMoresu Lhrislophe, em seu trabalho
conciencioso examinou sucessivaunrente de-
baixo de seus diflerentes pontos de vista os
diversos systemas adoptados as peuilenciarias
de Pbiladelpbia, de Genebra e de Lausanne.
Publicaco pedido.
Illm Sr Tenho presentes os dous ofi-
cios de V. S. com data de i*< do correte no?
quaes me partecipa a chegada da Forca Expe-
dicionaria e o restabeli-cimento da ordm n es-
sa I rovincia recommendando a boa conduc-
ta da mesma Expedioo e em particular a
de seus dignos Offioiaes
He superior toda a expresso o prazer de
que me-tenho possuido por ver restituida a
paz essa Provincia sem perda de urna so gota
de aangue nao tendo lempo a anarqua de
faier os seus estragos nem de submergir as
suas ruinas aos bons e pacficos Alagoanos ; e
con:^ratulando-me com V. S. por toplausivel
motivo eu Ihe dirijo e aos Srs. Officiaes e
mais l'racas que compe a Forca Expedic-
cionaria os maissincero| louvores e agradeci-
menlos pela dignidade ,.com que todos se tem
conduzido no desempenho dos seus deveres,
e esiero que a mesma For5a sob o mando de
V. S se far cada vez mais credora da confi-
anca e eslima publica que lem sabido gran-
gear augmeutando assim a honra e gloria do
ome Brasileiro o que V. S, Ihe-far cons-
tar pela maneira mais publica e honrosa no
entrelanto que en passo a dar de ludo conla ao
Governo de Sua MagestadeImperial.
Peos Guarde a V S. Palacio do Governo
de Pernamhuco 21 de Novembro de i83g
Francisco do Reg Barros Sr. Teen le Co-
ronel Trajano Cezar Burlamaque Comman-
danteda Forca reunida na f rovincia das Ala-
gas
Ordem do Dia 12 de Dezembro de 1889.
S, Ex. o Sr. Presidente da Provincia nao
podendo deixar de dar hum testemunbo pu-
blico aoSr. Tenente Coronel Trajano Cezar
Burlamaque pela maneira honrosa inlclli-
genle e enrgica porque elle se houve no
< ominando das Forcas estacionadas nesta Ci-
dade do dia da sua entrada at hoje em que
tem de retirar-se com as pracas de Policia ,
que a compe para a Provincia de Pernam-
huco manda agradecer ao mesmo Snr. Te-
nente Coronel os seus valiosos servicos dig-
nos dos maiores elogios pois que com huma
severa disciplina poude conseguir que nenhu-
ma queixa se levantasse contra a mencionada
Forca em hum momento mesmo em que as
paixes exaltadas tofnava bem dilBcil o des-
empenho da importante eommissao que Ihe foi
confiada ; e ordena-lhe que em seu nome faca
constar igualmente o seu agradecimento aos
frrs Officiaes 1 Commandanle e omman-
dante da primeira Companhia, Severino Hen-
riques de Ostro Pimentel Ajudante Fran-
cisco do Reg Barros Alferes Antonio de Al-
buquerque Maranho e i' ommandante
Manel Pedro de Souza pela dignidade e
brio com que se porlra nos seus Commandos
respectivos; e s piacas da Companhia de
Policia, pela severa disciplina que conserva-
rao e pela natureza do seu servi o, lodo vo-
lunlario mostrando com o exemplo quede-
ra que a causa da ordem os dever sempre
contar entre os seus mais fiis e va lentes de-
funsoies Agoslinho da Silva Neves Joz
do Reg Lima Barroso Tenente as Or-
dens do Governo da Provincia.
Quartel do Commando das Forcas da Legali-
dade em a Cidade das Alagoas Vk de Ue-
zembro de 83p.
Ordem do Dia,
r\ rr C*____-I O^ -- J .i- 'FV.r
^_J ,-tuim -"i nuil ouiiiiimiiuuiuc una J.UI
cas da Legalidade nesia Trovincia tendo de
retirar-se a I rovincia de Pernambuco em
consecuencia das Ordens de S. Ex. o Sr.
Presidente d'aquella Provincia ; faltara a seu
mais rigoroso dever se nao palenleasse as
horcas, quanto penhorado fici pela honra de
ter commandado Militares Io dislinctus. cum-
priudo muilo louvar oSr. Capil > Comman-
danle Interino do Ralalho Ex|*dicionario ,
Luiz deQueiro Coulinbo, Severino Henri-
ques de Castro Pimentel Ajudante Francisco
do Rogo Barros Falco fenenle Antonio Jo-
ze de Souza Cosseiro segundos Tenentes Aft
Ionio Jos de Mello Manoe4 Ferreira de Al-
meida Alferes lianoe.l Pedro de ^ouza, e
Antonio d'Albuquenpae Maranho pelo bem
com que se houvera no cumprimento de suas
ordeos, bem assim os Srs. Major Graduado
e Commandanle da Companhia Provisoria de
Arlilhwia desta Provincia Joaquim Jos
Xavier dos Anjos e Capito Commandanle
das Conanhias da Guarda Ncional de S. Mi-
guel Porto de Pedras e Vacei destaradas
tiesta Cidade Manoel Vicente de >ampaio ,
eos seus dignos Officiaes, e o Sor Tenente
Commandanle da Forca Policial Jos F ilip-
ie do Reg Devendo finalmente patentear
!ium tributo ao merecimento, interesa,
lecididos senlimenlos de ordem que carerte-
riza estes Grs. Officiaes ; o Tenente Coronel
Commandanle se congratula com s mesmos
Srs Officiaes a quem com manifiesta juslica
cabe grande gloria no reslabellecimento da Or-
dem Publica e seguranca da Provincia ,0
que faz tornar estes Srs. credores da Oralidao
do Governo Provincial desta Provincia ma-
nifestando os maiores sentimentos de ordem
que os anima queira pois os mesroos Srs.
Officiaes aceitar as despedidas do seu Compa-
nheiro d Armas fazendo o Sr. Capitao Qiiei-
roz publicar esta ordem aos Srs. Officiaes dos
diflerentes Corpos o quanto Ihe he digno os
relevantes servicos que tem prestado que
alem de sua importancia jamis podera es-
quecer a consideraco de hum Governo justo
como he o nosso. -Trajano Cerar Burlama-
que Tenente Coronel Commandanle da For-
ca. -----'-----iM
GABINETE I.ITTERARIO.
U nbaixo assignado cumprindo a disi osicao
do art. Si dos Estatutos do Gabinete 11.literario
de Pernambuco .faz publico que o Illm Snr,
Jos Joaquim da Foneeca Capibarilie socio
do mesmo Gabinete offereceu sa liblio-
theca as interessantes Obras constantes da re-
belo abaixo transcripta ; demonstrando assim
o aprego que faz deste estabellecimento e
quanlo conhece as vantagens que elle deve
trazer a esta Provincia.
Recife ao de Dezembro de 183p.
Luiz da Costa Portocarreiro
1. Secretario.
Relaco das Obras que oflereco para a Bi-
blioteca do Gabinete Lilterario Pornambuca-
no.
Obras. A saber i
Em Portuguez. Volumes.
Historia Universal pelo Abade Milot i
Direito Publicu por Silvestre Pinhehro i
Fm Hespanhol.
Compendiu da Histuria Rumana por
Goldsmith
dem da dita Grega pelo dito
Espirito das Leis por Monle>quiu
Em Francez. _
Memoires de Benjamn Franklin ecrits
par lui-meme
Melanges de Moral d Ecorromie et Poli*
lique pelo mesmo
1
4
i5
J. J. da Foneeca Capibaribe.
LOTERA DO SEVINAHIO.
Como tem sido grande a venda dos Bilhetes
da segunda parte da 16. Lotera cencedida
beneficio da instrueco publica em o Semina-
rio Episcopal de Olinda o Reitor do mesmo
Seminario annuncia ao respeitavel publico,
que as rodas ho de andar imprelerive'.mente
em o dia vinte e sete do prximo Janeiro.
COLLEG10-SANTA-CRUZ.
(no forte-do-suttos )
O Collegio Santa-Cruz novanienle erecto
n'esta Cidade sob os auspicios de multas pes-
sas benemritas abre-se pela primeira vet
no dia 7 de Janeiro p f. na forma do Pros-
pecto que se aeha patente no mesmo Collegio
os Sis ohefes-de-familia que all quiserem
mandar educar seus filhos.
&o admittidos n'este Colhjgo nao s Pen-
sionistas mas tambem mcio-Pensionstas e
Alumnos externos Os Pensionistas residem
efleclivamente no Collegio, e pagam por ca-
sa, mesa e ensino a quantia de -J? 000 rs.
mensaes. Os meio-Pensionistas residem no
Coegio scSrautc nos die: lectivo pagai
i/j:ooo rs. mensaes.
A idade marcada para a' adinisso de qual
quer alumno seja pensionista seje externo,
de 7 at 14 annos.
As disciplinas que sensinam no Collegio
sao as que se exigem como Preparatorio nao
s as Academias do Imperio mas ainda as
Universidades da Europa.
As proposlas para a matricula de qualquer
alumno sao dirigidas ao L'irector do Collegio
Santa-Cruz no Forte-do-Mattos defionte d'
Assembla.
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Avisos Diversos.
Precisa-se alugar urna casa terrea para
pequea familia leudo quintal e cacimba -
annuncie.
MUTILADO



*
MMft
DIARIO DE fERNAMBUC'O
Pedro Garboyia ,-cirurgio italiano, tonio ssim como dua casas terreas junta
Jvenloi fabrcame do balsamo homogneo una da ontra e que seja de m s dono *
quem tlver annuncie u dirija-se a Restila-
naplKo, bavende prev i ament jierecido
esta IIIostrissima.academia de medicina e a
-varios Srs. rprofes>ore da capital do imperio
do Brasil alguna vidrosdo dito' balsamo ,
com amo6lra para que possa ser experimen-
tado por 'babeis facultativos ; e verificar no
mesmo a energa e quasi iiistantaneamcri'te a
acgo com que produt os seas milagrosas efiei-
fessores clnicos de liorna Na polea Floren-
ca Millao &c &c. que com snascerti-
uoens o comprovfio aesolvee-sea ter sempre
tprompto. um deposito de vidros d'este balsamo
na suacasa ra da pra a da Gamboa n. 99 e [quem pertende.
"tambera no larga do Paco n. adverle-se
ao respeitavel publico que o anthor deste bal-
samo tem em lodosos vidres-a sua neoeita ira-
pressa e na mesroa receita sua firma ; e
todo e qinlcjuer vidro que appareca sem a dita
receita be falsificado peloqW o dito author
nao he lespoiisavel ; faz e^ta advertencia para
que o respeitavel publico nao fique engaada,
a seu vcroadeiro author comproinettido.
As virtudes d'este temed sao ; corar e
sarar com a maior pramplido quaesquer fe-
ridas produzidas por armas ou acaracoes ,
inda que ja estejo em estado' de hagas cr-
nicas esponjosas e ptridas, ulceras, can-
cao da ra de Man-caco., que la se dir quem
pertende.
tST Boga-sepor favor a qualor.erSr., que
sabendo onde morador o Sr. Jos Francisco
da Silva noengenho Piauhi baja de de-
clarar pelo Diario pois se lbe deseja fallar a
negocio.
tSF- Precisa-se de nm corito a am cont e
qninbentos mil reisa juros, com boas firmas ;)
quem os quizer dar annuncie 00 dfrija-se ao
segando andar da cara do Sr Maciel f >epozi-
1ario Geral na raa da Pcnha Onde se dir
uiuu mia-
crosis venreas ou escorbticas sarnas ,
erisipelas acirrbos mal de Lasaros ege-
ralmente todas as molestias cutneas, rbeu-
matismo 6hiaticas gota inebac,oens e
fraquesa das articula geeras queimaduras ,
fstulas de todas as qualidades nerdidelas at
de animaes peconhentos e tomado por dose de
.grfa internamente cara e extirpa as lom-
arlas nao exceptuando a solitaria, -nailiema
a menstrua o, e calma as dores colicas-ou sim-
ples de estomago ou venlrei tomado mdica-
mente todos os das preserva das enfermida-
des contagiosas e estimula e apetite de co-
mer, finalmente applioado em riccoens ral-
ana e sooega as mais violentas dores crnicas
tanto cauzadas pela gota como por rheumatis
mo cu inchaeoens dos osses condecidas pe-
lo nome de cyhostesis. Venderse nesla Cida-
de na ra da Cruz botica a ti.
*=> Precisa-se fallar com os Srs. Jos An-
tonio de VeHo Joaquim Aurelio de Carva-
Ibo e Marcelino da Silva Ribeiro na ra
do Collegio no segundo andar caa do Exw
Senador Manoel de < arvalho, ou aununciem.
tST Dese-ja-te fallar ao Sr. Jos de Medei-
ros sobre um seu escravo que se ada fua-
do noserto ^ na ra das 5 pontas l). 45.
tssr O Sr. que annunciou querer comprar
urna canoa em bom u/.o dirija-se a praca da
Boa vista venda D. q.
CT O Sr. que no da 19 do corrente offe-
receu na ra da Gloria as chaves de urna ca-
sa na ra de llortas dando-se-lhe 6 mezes
adiantados dirija-seaocaesdo Machado ao
entrar do beco casa D. u
tsr O abaixo assiguado faz pub'ico que o
seu caixeiro Antonio Jos Pinto Guimares ,
ueixou de o ser desde o dia ai do corrente.
Jos Fernandez Eiras.
fcy Aluga-se um realejo grande de boas
vozes somente por um mez ; e precisa-se
de urna mulher para botar sentido a um sitio
no manguind ; na ,pracinha do Livramento
D. ?6.
tsr Da-se gratis urna porcao de entulho 5
na ruadasCruaes I). 9.
tsr Precisa-se de um bom coeinheiro, pa-
ra urna casa estrangeira 5 na ra da senzalla
velha wm.
tsr Precisa-se de urna ama para fazer todo
oservico de urna casa de porta dentro ; no be-
eo do sarapatel casa terrea defronte do sobrade
novo de deis andares.
tST Apparecerio dispersas no sitio Tacaru-
St Jurien ., medoc chamhertin cognac, con-
servas de vinagre ditas de/rucias da euro-
pa ervilhas srdinhas mustarda fran-
dzeitedocede superior qualidade copos de
cristal, appfrelbosde prcelana para cha to-
do a precd'barato ; na ra da cadta velha D.
17 no priineiro andar casa de A. Hosch.
cy fjma'casa lerea sita no paleo de S
Pedro lado da vira o ; quem a pretender
dirija-se a leja de fhzndas de Manoel J*-;
quim da Silva nos qualro juntos da ra do
(^ueimudo ; na mesmn casa se acho a venda
diiastejuissimas carteirasde costuras de se-:
nbora urna de xa rao e onda de sandro
mareneado de prata e marfinh ambas da
India.
tsf Na pracinha do livramento loj D j
54 nmeompleto sortimeutode facas e fjarfos-
dmarfim ditas de os*o finase entr finas j
caivetes finos para pennas ^tisonras finas pa-
ra unhas bffndeias grandes e pequeas es-
pingardas de espoleta a 35 o e oulras mui-
das c'oisas pot menos pteco de que em outra
qual.|UT parte
*?- Superiores Gharutos da Cachoeira em
eaixade jo por 4000 ; na na do Cabug loja
do St. Bandeira
C5- Quatro molecotes de mni lindas figu-
ras entre elles Um serve para pagem d
EJ- Cbampagnbe Ay santerne laisettel CJ" Um corrame de lustro
caloison eliaieau laffitte, dialeau margeux, mente inteira para funileiro menos di. orna!
'na roa de hortas loja do sodrado do Monleiro.
$sy Jm rica espingarda nova com sua
caix e todos os mais perlences por preco
commodos; no assougue defrorite d cadeia.
tST* PiannO' forles,. e om (orle piano do
uillior autbor Injlez J. Broadivood & Filhos;
na ra da cadeia do Recie I). 6<.
tSf ^or preco com modo m ca vallo bom
carregador passeiro eSquipa ; no atierro
los atfogadas sobrado de dois andares dfronl
Jo vveiro do Muniz.
t&- 1 ravo da india caff da Bahia ; na
ra das Cruzes D 9.
ssy Urna scrava A angolla boa quitande- i
ra-, lavadeira e cosinda o diaio d'unra ca-
sa : na roa da florentina U. g.
Escravos Ftffidtw
KT Desappateced arta negra creonla de
nome .L'isnla idade vinte e qatro anuos
pouco mais ou menos alta do corp cor pre-
la as jaulas dos ps imadas com mu lalln
na testa do lado eS(|uerdo ; quem a pegar lev*
aTrempe na venda por baixo do Sobrado do
Sr. (uimars, que ser compensado.
. tsy i\o dia 19 do corrente lugio do sitio dos i\
affliotis perlencente ao abaixo assignado um '
negro da Scnbora Francisca Benedicta Torres,
vsr D-se qnatrocentos mil res a premio
de dois por cento o mez sobre (ienhores ou
boas firmas ; quem osqoizer annftncie
tsy iQuemquiserseramade huma caza le
potica familia :-diriia-se ao pateo de S. Pedro
caza I). v lado'da Vira So.
B?" Aluga-se pelo tem pode Festa oft an-
nnalmente lium sobrado de hnm andar con-
fronte a ladeira do 1 aradoirro em Olinda
bastairtes cmodos pintado de novo ffluito
fresco ptima vista eeom grande quintal :
quem o pertender dirija-se a ra do Padre
Floriano sobrado D. iodo lado do nascente
XS?~ Precisa-se alqgut urna prta para o
servico de urna casa de pequea familia que
saida cozinbar ensaboar eomp'rar na ra ,
equeseja fiel, dando-se doze mil rere men-
saes ; quem a tiver dirija-se ama das Flores
caza l).cito, M annuncie por esta folkaa
sua morada.
f^> Allugueres para osTdealros parlicn-
lares O Fmprezario aviza a todas as pessoas
que lbe pretendan alugar atenemos de Thea- *ent
1ro que elle estat promplo para esse "fhn em o
0 mesmo Theatro as quarlas quintas e sex-i XSr ,
tas de todas as semanas: tora desles dias nao 'casa da moradia do Sr Br.gn velhrt em pi- dor^ lora I*01*, o ao dito silio, quesera
est na Cidad- : os allnguerrs s5o os seg.in- I pas b tris e grraroens o superior e j E*U V* A,ll"", V,aHOel de "*** da
tes cada vista composta de dois pannose seis imiito conliecidn e approvado vinbo do san- ,l e3^U,| 'me,,ly _
bastidores dez mil reis ; cada vestuario he- inlal como o melbor que vem de Lisboa '_.-? .d0 corr.en, '"5' m escra-
roico qualro mil reis ; rada vestuario de meio Por pfeco commodo e se declara que os qu
caracler tres mil reis cada vestuario de com- compraren! para fora desla provincia Ideosla
parce dez tusles, porcada umlomingo, ou menos -,20o do consumo pagos a sabida da
1 ia Santo pagos adiantados e dando-se allandega.
pessoa condecida, que se odrigue reslituico 9Z& Urna prela ladina 'morae de gnita
dos utencilios alugados o mesmo seentende figura, cose aofrivelmenle co/.inba o diario
com as Pecas e larcas rujo valor est de- de urna Casa e be mui boa q 11 n ladeira ad
datado na tabella j impressa. [comprador se di ni o motivo ; na ra do Viga-
tST Da-se 4 080 em cobre por 4eoo em pa- 1 to tasa n. lo no primeito andar,
pe; no assougue defronle da cadeia. t^Sapatosde marroqim ftancezes para
tsr* O dono do talho defronle da cadeia faz sennora a 000 ditos de selim a 1 tyo ditos
saber aqualquer snr de sitio ou engenho i duraque a ti 00, ditos para ienins a 'i^o,
quetiver bo vitellas e carneiros gordos '< ditos para mininos ; no atterto da Boa V
para vender, podetSo dirigir-se ao mesmo D.^.
cu o tem ossignaes segu 11 tes : cor fulla, alio.
Irtfl ruin: *"*" 1 **** 1 i 1 ** 9
idade de .3 a ijtnnos. urna moler de ida- \ bempurec.do secco do corpo prnas finas,
de de .6 de naci baca outra dita ** ,,em ,ertOS de "ome oa,1' bem/vili-
na So muea-mbique todos ests escravos se *^ e parce creoulo o qiial negro foi em-
lao a crtenlo ; a ra de agoas verdes D- J!T^ pe < C C^ Se (oniP"^com a
0ma m 1 |*enlioraaBiigavelmeirie por intermedio de seu
tS" llms de repolhos nra plantar, o '8enre? Sr He,,,,lue *"* Brainer de Sou,a
lo a duas pat.1e.1s ; no silirt do artai,l de ;!'^l, o .rtregou e nessa mesma occasio
otarios Pereira ne f'urgos. d" .ne' ,ufi'." i V^o pegar leve ao Sr.
39- Na ra da moeda armnzeni defronle ,1a f.anc.sco hu/.e.no de KriaS pralico n.ora-
vodte nome Francisco de naco atilda, coni
camisa e calcas de algodOzinho em urna das
orelhas tem urna ai gola de ouro he ranoeiro
e consta que foi para as bandas :1o EnendoS.
Paulo, que o pegar leve a pralca do Commer-
cio a casa de Galharina du Uujas Branca
quesera I em pago.
ft^> No dia 4 do corrente fugirSo dous ne-
gros com os signaes seguales Joaa cabund ,
tsr O Corretor Olkctra tem para vender
um magnifico e completo apareldo para cha
dos
do feitio e
os
pata tratar ; assim como ainda recebe algn s
freguezes que sejbcapares.
19" No dia segunda feira tt do corrente,e dois taboleiros de prata
pelas 11 horas do dia fnrUrSo da loja da pra- jlavorrs mais lindos e modernos que a esta
a da independencia n. ii urna caixa de prata *em viudo da Cidade do Porto por terem si-
de tres dedose meio de comprida e dois e '
meio de largura tem na lampa um bordado
levantado etamhemem baixo na tampa tem
boa estatura grsso do corpo maos ps
grandes cara larga*, odos papudos coml
pouca barba cor i olla levou camisa e cal- '
VJa SaSk **opa ja Velba a camisa de mangas
curtas, e um bonet de marujo', e de panno
a/.ul ordinario aderto do lado cem fita preta
be ganbador de ra e consta andar gandan-
do pelos da irro da Boa vista e S Antonio o
outro de nome Pedro cabund altura
lar magro cata larga otbos
regu-
grandes; e
na na estrada de Bejlem duas vaccas ,
um dezerro; quem for seu dono dirija-se ao
dito sitio a fallar com Paulino da Silva Min-
elo, que dando os signaes lbe serao entregues,
adverle-se que nao se responsabelisa par al-
guui cau avio que possa da ver.
Ca" A pessoa que annunciou querer dar
400,000 a juros com pin horca ou firmas,
querendo dar i5o,ooo, dirija-se a esta Tyne-
gra fia que se dir
tsr Precrsa-e de umacriada que saida co-
ln bar o diario de urna casa, edeoutra para o
servico de portas fora que sejo forras 3 na
ra nova sobrado D. 11 noquarlo andar.
tsr A pesaoaquese baviapropostoa abrir
aula particular de primeiraslctras em a Villa
do pao d Albo scieatifira a os seus habitantes
que deixo de abrir por haverem outios inte-
renes e convidado a desistir dessa pertencio.
tsr Precisa -se de urna cara de sobrado de
um andar e loja nao se escolheudo pra este
fin ra por servirm qualqtter ra menos
ao atierro, ou fora ceste bairro de Sanio An-
um cavaleiro atrai de um viado e um caxorro ,
adverte-se que est douradade novoelimpa ,
tem de peso 1 a aa oitavas ; quem a fuitou
foi um matulo alio e secco do corpo o
qual diz ser de S. Anto$ a quem oroHe-
recida pode-a a tomar fe levar a dita loja que
ser recompensado.
C o ni p r a s
isy Um selim em bom tzo com arrcios
no pateo de S. Pedro D. h.
SSf Uma caixa de msica, das grandes
na pracinha do Livramento S6.
Vendas
tsr Folbinhas de algibeira ; coirtendo
adni do Kalendario &c, a confissao do ma-
rujo e um l'ialo o entre um Algaravo e
sua Maria ; a 4 r^'s rada uma ; Ditas de
d'.ts, dita, dita cOuianeuociaSi historias, bous
dictos &c a a4o ; ditas de porta divididas em
semestres a seis vintens o auno ; dilas Ec-
clesiasticas a pataca ; na praca da Indepen-
dencia loja de livros n. 37 e Jo na ra do
cadug loja do Sr Bandeira no bairro do
Recile na ra da cadeia loja que foi do Snr.
Quaresma ; defronle da Jgreja da Madre de
Dos venda da quina do beco do a/.eile de
fieixe ; defronte da Matriz da Boa vist..
tica do Sr. Joaquim Jos Moreira ; e em
Olinda Botica da ru do Amparo.
19" A atlerico e revizo dos pezos e medi-
das das freguesas de Jaboalo S Louren-
do obras encomendadas por rtuem nSo -e pou- al,il!nl,ados qtte parecem inchados de dor-
pou a despe/as, somente allendendo que ^ as_cabello* avermelhados ps grandes,
ludo viesse com a maior perfeicao. falla inuite, e responde a qalquer coisa que
tST Broseguins obra do ultimo gostfl para Se lhe di6a *evou cal^* e c-'misa de estopa ja
senhora masaos de catlas portugue/as ditas U'-Hda as calcas rtas nosjoelhos, e asmang'aS
franrezas resmas de papel de peso, rap areia da camisa curtas Chapeo de palha velho
prela, e duziasde linba de carritel ; na pra- c306'1"0 e consta andar fazendo frete para
1 a da Independencia r. J9. Olinda, e Monteiro ; quem os pegar leve a
tsr Uma negra mo todo o.serviyo 5 na ra Augusta m casa e Antonio de .worae*, que ser recompensado.
Francisco Gonsalves do < abo.
SS"Um grande sortiment de Bichas pretas
chegadas prximamente de Hambrgo sapa-
tos de duraque de todas as cores de Lisboa pa-
ra seuhora betins e tneios ditos de bezerre
para bomem e sapa los abotinados, tudo
por preco commodo na ra nova 1). i\e 14
foja de Antonio Ferreira da oSta Braga.
SW biebas pretas de su erior qualidade,
e por preco commodo ; no atierro de Boa vista
U. .9.
tsr Farellosem saccas ebegado uhim-
menle, a .rjo, e paos para mastros de ca-
noas ejangadas; no nn*r{*l A0 uST~ *_
sus.
tsr Um palanquim d bom gosto, por
preco commodo ; na ra do FagundeS I). 11.
tsr Uma venda na ra do Collegio D. 8
com os fundos de 100 000 a dinheiro ou a
praso ; a lialar na mesma.
t&- Lina casa de tai pa, no lu ;ar do bar-
baldo com sitio de plantacfiu de cana em
Ierras do engenho Monteira; a Halar no Mon-
leiro com .Manoel Joa juini do Bego Barros
tST Pe.asdegan, asamaiellas a-oo ris .
e OOtras mullas lazendas a preco daralo ; na
quina da pracinha do Livramento loja do Bur-
gos.
Duas escravas ambas com bonita figu-
10 da Malta Luz e parte da Fregueria dos
A fugados perlencente ao anuo de 8 o 5 di- Ira engomad li/.o cozem chao rorinn'cTo
rija-s a Praca da Boavista caza D tres, oa 'diario de uma caza e do-se acontento ao
as Cinco Pontas onde se acha estabellecida a | comprador j na ra Diieiu D. ao lado do Li-
raesma afTeiico, | Trmente.
lUviineilto do Porto
NAVIOS ENERADOS NO A 2*.
IO DE JANEIRO; ^ dias, Br%ue Sardd
Graciosa Fany de cji tonel., Capito Pe-
dro Lulz T e haz sua familia equip.
>.t em lastro l'undiou no lameiro
LOAN DA ; vpdias, Brigue Porluguez Con-
cei So de '00 tonel., CapitSo Jos < elipp
da Cosa equip O, 101 g 'eixesde adu-^
ellas e astro veio arribado sendo o sea
destino para Montevideo.
SABIDOS NO MESMO DIA.
CARA' Brigue Nac. Boa ventura 1 Mestr
Balla/arJo> dos Rei>, carga gneros do
paiz passageiros portuguezat Jos Gohcal-
\es \ el lar Jos Joaquim da Silva, e bra-
sileos Riimtiudo Ferreira d Arau o Li-
ma Alexanilre Xaier da Cbsla, Joaquim
JosdeCaivalliO Francisco Lougno, vta-
noel Juliano, com um escravo JoSo
Coneia Jos Correia anoel Nunes t
Francisco Antonio Veloso, Manoel Y lamia,
e Luiz Antonio da Multa.
i
fiECIFE NA TIf, DE M. F. DE Fi i83^
'ti
MELHOR EXEMPU


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