Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03976


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Full Text
'.I.
*
Anno d 1839. Quinta Fei.
_ Tudo por drprnile rlc nos n>eiros; da nossa prudtiei, rtiorlev.
fcMo, e energa : n>niiiiurn>o.s votfv priacipjamos e seremos a pon lado*
com admiraco entre as ISroes mascullas.
Proclamtico da Assemblea Geral do Brazit.
>?*
SPScrevt-sa para asta fulha a 5jfWo por qnarlel pasos dentarlos
nrsla '1 ypogiano, ru das.Cruzes I). 3, e na Traen da Independencia
lis. >7 e r>8, onde se recebem roirespondencias legalsada, eannnueio;
insinndo-ae estes gilis, sendo dtiprcprios assignartte, e viudos assie-
g-.iadoa.
Partidas dos Correros Terrestres.
19 de Dezemgro. Numero 27&
-....... i ii ------------------------------*
CAMBIOS.
Db/.embro. i 8.
Londres...... t 11? a* 33 por J foo* ced.
l'-ilo....... So |mw o/o premio, por incun oueracido.l
Fianga....... a,1) leis por Irauco.
hm de Janeiro ao par.
OUtO Mcelas de 64oo rs Velbas lloo a
* Duns ,, ,, Novas 14*200
, m Hilas do (ocio rs., ##>oo a
PHATA Palacoes Braiileiros-------------Ijvio a
M Pc7..u Coluninario -------- ijSlo a
., Ditos Mexicanos------------------ ifSoo a
Premios das Letras, poc mez 1 i/S a 1 ippor loo
Moeda de cobre 5 a a por too. de disc.
i# 14 #4*
8fioo
I54Q
i*54o
l/i-10
iba e Villas de sna pretendi.......;'...........\
nde rio Norte, e Villas dem...................q.u. .
e Villas dem.........................-. j Segundas e
Sextas l'ciraj.
CMarlc da Paraliiha e Villas de sna pretencio.
Jilta de Km ti rancie i*
Dila da Fortaleza
Vitta ce Goranna.
Ciriade d* linda ................................Todos o dias.
Villa deS. Anlo......_............................Quintas feras.
Dita de Garantios e Povoaco do Bonito.........,...........Dias lo, e ai de cada mez.
Ditas do Calo, Serinliaeni. Rio Formozo, e Porto Calvo............dem i ir, e ai dito dito.
Cidade da Alaeoas, e Villa de Maeeki.........................dem dem
Vida de Paja de Flores.................................dem 13, dito 4to.
Todos os Corretos partim ao meto dia.
Dias da Semana.
t6 Segunda S. Annan**. Azadas Wiel. Re. e aud. do J. da D. da 2. V. de roanliS.'
17 Terca---------S. U,rl!iolomeo de S (iermin. Itelacio e Aud. doJ.de D. da 1. vara de manbi
18 Ouarta-------Teinp jej. N.S. do 0\---------'csao da The. Audiencia do J. de D. da 1,'tdl
iq Quinta-------S. Fnusla.-------------------------Re e aud doJ. de I), da 1. v.
2o Sexta---------T. jej S. Domingos de Silo* Ab Ses. da Tlie*. aud. do J. de D. ala 1. .
ai Salibado----->J< Temp. jej. S Tboinc Ap. -
11 Domingo 4. do Advento S. Honorato Al. ---
Man cheia para o dia 19 de Dezembro.
As 3 horas c 42 minutos da manda As 4 horas e 6 minutos da tarde.
PERNAMRUCO.
GOVERNODv PROVINCIA.
Expediente do dia 16.
Oficio Ao Commandante das Armas,
significando-lite que. convindo fnzer remo-
ver o apello la liba tic Fernando confor-
me requisita o respectivo Commandante :
cumpre que convide por meto de nnnuncios
pul litados pela imprensa. M algims tos Ref-
rendos Sacerdotes desta Cidade que quise-
rem ir servir de Capello na dita film, devon-
do declararen) laes 4nhuncios os vent mcntns
que as 1 eis aotuaes mandio dar aos referidos
Capel l>s e coniinodd..dcs que ali se Ibes
proporcionan.
Dito Ao Inspector da The/ouraria ta
Fatrno, pan mandar apromplar os gneros
edrogas medicinis indicatlas as duas re-
Dita Ao Administrador Fiscal tas obra
pul l'cns, para mandar desembarcar a pedia
de que trata a precedente pottaria.
THEZOUPARIATroviNf JAL.
AN> UNCI.
A "Phezotiraria Provincial parra nos dias
q emns ordenados do me-/, de Otiluhro
aos Fmpregados que |ercel)ercm emolumen-
tos
Tliezonrara rmvincial de ''ernamhuco em
1P de Drvcmbro de q
_ Evaristo \'endos da Cdnna e A/.evedo.
Fiel do Thezour^iro.
3
tusones que se Ihe lemctlem, do Comman-
anle da liba de Fernando a fim de que se-
ja ludo para ali remetido na primeira occasio
de embarca o
Dito Ao Inspector da Tbezouraria da<
Rendas Proiinciaes sif.niflrjfido-llieem res-
posla ao seo ofticio de 4 do correte sobre a
Corma port|Uc tlevem ser pap,os os ordenados
dos Empreados ro\inciaes vencidos no mez
deOtilul.ro; que pode mandar fizer lodo em
pala naos') o pa;ainenlo dos ordenados d0
dito me/ de OMubio mas tambem o dos me-
r.es segnintett, em quanlo iiouver dinheiro suf-
Bcienle.
iJilo Ao Administrador Fiscal das Obras
Publicas, para foinecer ao Commandatltc da
Companhia de Operarios encajados o labo-
ado que se requisila para o soallio das casas do
CJuarlel da dita (Jompanbia
1 ilo Ao Commandanle da Companbia
de Operarios Engajados communicando-lbe
a exped _o ta ottlem su.ra.
ilo Ao mesmo declarnndo-lbe em
resposla ao seu olficio de 1 de JNovembro ul-
timo, em q solicita saber se se de ve abrir o as-
siiitainento aos operaraiios da Companbia do
dia doNga|amento ou da sua chegarja a esta
Cidade; t|ue tleve abrir tal asscntamenlo do
dia da dfegada
Dilo Ao Inspector Cera I das obras Pu-
blicas respondeudo-lbe na dcic mandar
restabellecer as nios de forca que stiStcntao as
pilastras das varandas da Ponte da Magdale-
na, e as demais |>ecas <|ue se achao fora de
seus lugares, citmprindo t|ue mande quanlo
ames iiucr e>te trabaii.o, afim de que a dila
Ponte se no arruine
I Jilo Ao Reverendo Vicario da Fregilo-
sia de Petlro Marlvr de linda actoi isan-
o o para lazcr clVccliva a arrecadacao (lis
lomnidS que .1 lt;uns dos Seus paiot-bjuios subs-
cicMia> paia as obras da sua J^Aia Ma-
in/., a.pilcando oseo piotlmto a^Teparo do
lelo da iiieaoolgiei, elouvando-o pelo ze-
lo que tem musitado para a reedifiacoda sua
oatril
Uilo Ao Inspector do Arsenal nlia auclorisiiiiiln-o v isla dqtie represen-
li 11 i ni seu nli.ci de 1 to concill pata pro-
citlcr matricula dos J n;a(l (,ihi(ii, s. c 11.lis peasoas empregadas as
r.n.h.i.' .;i <"is miiidsdo 1 rafioodos Partosde3-
tn l ilrrude assim como a iiiiuicratao das villas
d tva ? J.H,-.(bis.
1 (iiiiiia -- Au 11 .csir.-ti pata mandar cnlre-
ui < n:i tu do Adminjtiador listal tlaso-
las Cul.lifus, a 1 tdra de taliar \iuda da llha
la com obras de prata 1 ditas ignora-se ?>
'mbrttlbos lito > saccas rom no/es ^70 res
leas deseboflasi 19 ditas de albos a gaiolas
com pasaros.
O rigue Escuna R.rnzilciro Laura primei-
ro \ mo do Havre (Ir (iraca entrado em nbecer que tem coidiecimentos e prinoi-
6 do correle (iapitam Luis Ferreira da Sil- plmenle da materia que iuvolve o no va Sanios consignado a Firmino Jos lelis communicado appellidar-nos d'abstraclo a
da Rosi.
Manifestou o seguinte.
'00 Voltimes com diversas la ondas u5
barris com manteig.i. 1 barril com vin'ho ,
f-odiloscom vinbo 41 ca i xas com queiios ,
i cestos com azeile 1 volumes com drogas
> ditos com commestiveis 5o caixas com vel-
las de ci'bo refinado cbapeleira 1 bareli-
com msica.
A Pauta he a mesma do numero a65.
MEZA TO CONSULADO.
A Paula he a mesma ao n. 377.
EDI TAL.
Diversos fteparficoens.
^------------------------------------------------_
ALFANDEOA n\S FAZENDAS.
EDITAL
Vicente Tlioma Pires de Figueiredo Ci-
marfro Inspector d' Irandga fax saber
que no dia sexta feira 20 do correle se
hade arremataren! basta publica, e na por-
ta da mesma ao meo dia quarenta e oilo
cadeiras de iaearanda no valor de -jfos'rs
di.as cmodas de dito, no valor de insooo,
dotis camaps de dito, no valor de 4 i-000
rs impugnados pelo Amanuense Manoel da
Foneced e cilva no Despacho por r'actura de
Francisco Zacariasdo Moraes sendo o Arre-
matante sgeito ao pagamento tos "iteitos.
Alandeg 7 de Dezemhro de ,r>'()
Vicente Tliomaz Pires de Figueiredo Camargo
O Prigue Porttiffuez Flor de Rervs vn-
do do Porto ent ado em 16 do correle Ca-
pllam Antonio Goncalvcs Maia consignado a
loa(|tiim d Amorin.
Vanifeslou o seguinte.
tf> Barricas Com sevada 9 caixas com pe-
dias de a'i.ir 7 > feixes de arcos de pao ,. 14
caixas com feriajem 3 fardos com albos 3
caixas com livros mpressos 1 caixote com
urna im.igem i5 dusias de tahoas de piuho ,
00 feixes de cimbeles abatidos, 3o rodas de
arcos 75 liames de vime lii barris com
lerrajem 5 finios coni capaxos I cauote
com meias de linbo 71 barris com vin' o 1 *~
caixote com fio de vella > dilos com linba Srs Redactores.
dito com ameixas 1 dito com macas para Tendo npparreido em seu Diario de 7 do
Chapeos, 3u barris com carnes 1 caixa com correte huma carta do Sr. Coronel Rento Jo-
com (amneos, 1 dita com vio- a I .a media Lint, em a qual di/ este Sr. ,
na j caixas com hixas 1 dila com miudezas, abstractamente e que o nosso communicado
1 dila com frutas. 1 dila com < chapeos de ferio a (]uesto do commercio (Vanee/., e dest'
senhora 1 dila com livros 1 dita iguora-se arte a ponamos aos nossos patricios o erra-
a ditas
do trilbo que querein seguir na reivendica-
codoOyaooch 1 por quanlo nao basta, qu
o Snr. Recifense sem a menor pro va o con-
trario allirme ; preciso para que nos con-
vena que erramos qUe aprsenle as razoens
em que bazea sua asserco ; do contrario, era
nossa conciencia temos que o Sr. Recifense
nao nos entendeo ; talvez que por falta d
clareza da nossa parle ou mal exposico no
que dissemos : nao o duvidamos e nem te-
Camara Municipal da Cidade do Recife. ms a bazofia de saber escrever para o pj-
| blico
Faz. saber que o prazo de 60 dias marcado Posto que nada nos convenha dizer d'ahs-
no Arligo 1. das 'naturas Addicionaes da trao do nosso communicado descoberla pj-
Policia Santaria da Cidade e seus *uhur- lo Sur Recifense; todava nao deixaremos do
bios principia j decorrer desde o dia em que "OCOBUr luva que nos lanca a respeito d*
se mandn execular e publicar as mesmas
Posturas.
E para que chegue ao conhecimento de to-
dos niandou ; Cmara aier o presente Ldital
que ser publicado
Pino da Cmara Muu-ipal em ccss.o
traordinaria de () de Dezembrode 8'g.
Joze de Barros Faho de Lacerda.
Pro Presidente.
Fulgencio Infante d Albuquerque e Mello.
Secretario.
es-
Correspondenci
noses, \ ditas
las, > dlai com obras de pra'a -4 pipas que hum dos facultativos1, (pie trataran a sua
com vinbo 1 secretaria .i fardos com faseti- Senhora em sua enfermidade fui Silva ; como
das, C caixas com drogas 1 barril com azei- baja n.ais de hum desse nome epclosimp'cs
le doce .'i caixas com doce, 1 barrica com nnmede ilva nao se possa precisa mente sa-
badlas, \ caixas com ferrajenS a fardos com bec qual delles Coi ; rogo a Vms. ten bao a
peneras:, i mijheiros de sal -4 fardos com bmdatle de dar publicidad a eslas poticas li-
atebotes 4 caixas com pomada, 1 Fardo tilias para que, tirando o equivoco ; meu
COID caslanhas i saetas com fjo, 5 caixaa respeitO aqitellcs que latearla tya5 saiba,
Com miudezas, 15 ditas com Sinos, i3 ca- queeu nao ti ve a honra de ser chamado para
deiras -n mezas. 1 caixa com espelhos *eV a dila Senhora em occasio alguma no
1 1 cmodas 7 sodas, 2 escadinbas K ci- curso de sua molestia. Sou
xas com chapeos .CanWs. ca'xotes com Sen ^*en. e amigo
volantes, i dilos com vellas de sebo bar- Francisco Jos da Silva.
lis ( nm bhcoifO fardo com palboca 7 sae-
tas com si-vada 1 caixa com l'anda d algo-
da m b ditas com no/cs, 1 dita com lio de e-lr-.nHar que as retlexoens que expende-
teH 3 i canastias com frutas, i bai ricas icos em I111111 1 ommunicado inserto em hum
cora oasfanhts ditas com notes, l cai as-dos seus ptoxmos pssados Diarios, fossem
mal acpll.idas por acuelles, que nenhuma
idea tem da scienca econmica. [Sao nos ad-
iramos que [ssos laes t.ixassem nossas
Senhores Redactores N'ao muilo para
.od frita em 10 (lilas com fasendas tj buj
ricas ti ni liuba a i- dilascom aduellas (
feixes dd anos caixas com papel 4 bani-
coni carnes c.o ancoietas com a/t lonas ,
saccas com rolhas .1 caixas eom albos 1 di-
doutrioa com que nos quiz contestar vista
que sao etsas mesmas ideas que em nosso
communicado procuramos destruir e muitj
nos interessa que nao predominem.
Quando fallamos no nosso communicado d
utilidade, que presta a moeda, toi para mos-
trar o principio regulador do seu valor ; e
dabi concluir, que nao nos prejudicial o
commercio que se laz com moeda 5 mas nao
allit mamos ncm do que dissemos se do vi*
concluir, que queremos que a nossa moed
seja sempre exportada em troca- d'objectos ,
cujo consummo rpido t e nenhutu valor
tleixa depois de gozados. O que compra-
mos aos I raocezes, nao sao somente mer-
caduras desta especie, outras tambem nos
imporlo elles ; mas nem por isso a importa-
cao e consummo das primeiras nos preiu-
dica. Ellas tem o mesmo ralor que o di-
nheiro que damos em troca : a sn as maia
uleis para animar a produco e por em acli-
vidude maior quantidade de Irabalho ; fonto
da riqueza e prosperidade das naces.
Sabe o Snr Recifense que o que determi-
na o valor das mercadorias sao os gastos da
produco Sabe mais, que entre nos o com-
mercio livre e que sem empecilhos pre-
vilegios feito o commercio francez. ; logo ha-
de concordar comnosco que as mercadorias
france/as pela competencia do mercado ;e
redu/.ito ao valor determinado pelos gaslc
de sua produco ; e coiiseguintemente se con-
vencer que o aparelbo de filagrana qua
nos irouxe por ex se vender aqui justa-
mente pelo que cusiu a produzir j quo
vem a ser esses 100. ou duzentos mil Ifitpor
que o compramos. Oulro qualquer ajiareluo,
que livesse mais o uro e njijjios fe.lio pode-
rla ter o mesmo valor que e.-se de filagra-
na ; porque o valor do excesso do ouro ueste,
bem pede sur hum equivalente da mo d'obra
pezar de termos por fim com o que dissemos,
evitar o mal que se quer facer a nossa cara
Patria rejeilando o commercio francez.
Nata disto nos admira *nrs. Redactores, co-
mo vermos o ~nr. Recifense que d a co-
nchara toda luz., a applicacao que fi/.emos
das nossas curtas itleas ao caz.o em questo ;
mais que tudo querer combaler os nossos ar-
gumentos com consequencias for adas 4
ideas mui vulgares, e que sao a realidad
verdadeiros prejuizos
Nao nos. canearemos Snrs, Redactores em
mostrar ao Snr. Recifeuse que nao fallamos
ideas dalsurdas, im.pplicaveis e ainda naquelle. Assim nao ha desigualdade d*
mesmo como parto d'huma peniia venal; ajtalor, entre 0.1 aparelbo de filagrana, e o'



DIARIO
D E
IMlLlM
P B. R N A M p U C O

'dinheiro porque o compramos ; nem-tamhem
entre este apparelbo e um outro que ten-
do mais ouro, e menos feitio cuslasse o mes-
roo djnlieiro. O valor das mercadorias nao
osla na razo directa da materia nellas conti-
pela utilidade ( no que nao concordamos ) ,
que nos presta o artigo que compramos ,
entao Ihe diremos que o aparelho de fila-
f rana de que falla poda ter hum valor
, mui subido ; porque sendo a utilidade a
qualidadeque lemas coisas de sat sfaser as
nossas necessidades o valor de utilidade vem
'a ser eventual evaiavel; porque as nossus
| necessidades tambero o sao ; mormente as
- que se denominao facticias. Huma Senhori-
ta por ex. para salisfazer a neceassdade de
novidade perco tambem no valor, c sejo blica fazendo prodigios, mas nem por is
preferidos por oulros, ou vao satisfaser as aquelles quenolleterfi f e que o pralica
necessidades das classes inferiores onde taro e protesto deixaro de ser fiis ao seu cul-
isso
cao
- Onze horas ?
- Nao.
- Oito boras e meia ?
ii.iO iCfia uViCiu uc SaCi iuCai
na rompra d'huma joia o pao quotidiano e
dar por ella ludo quanto lhe pedissem ; en-
tretanto qne nos ou o Sur Recifensc nao
tendo esta necessidade avaharamos cssa
joia pelo que cuslou aproduzi-la ; e por
este mesmo valor certamente nao a comprara-
mos ; porque nao temos necessidade della
' Em todo caso porem devenios ficar ceitos ,
que o mercador de joias pouco se importa
com a necessidade de quem compra ; e nao
ser por ella que elle regular o valor de sua
mercadoria ; mas sim pelo que lhe custou a
pro Inzir.
Di o Sur. Hccifense muia importancia as
memulonas d luima longa duraco lamen-
tando o lempo das cadenas do Porto. e pare-
I re-nos que suppoem que o Hrazil va i em
(decadencia, por cousummir ohjectos que
rpidamente desapareen!. Nao somos da sua
opinio ; e provaremos, que oconsummo des-
tes arligos (' o mais util para accelerar a
I producao e empregar trabalho; e conseguin-
I temente para augmentara riqueza.
O elfeilo do consumo improductivo a des-
truido de valores ; edeste coiisummo nao se
collie mas do que o bem estar o gozo c a
satisfaco que elle procura. .Mas nem por
isso devemos concluir que elle damnoso ,
e i* .ca tanto muios prejudicial, quanto maiS
lento 'or ou quanto menos necessidade se
satisfazerem e mais duraco liveiem os oh-
jectos destinados a el!e
Quando quem quer que consomm tem ren-
dimentos para cousummir milito somonte a
satisfaco de grande numero de necessidades
ser hum estimule para por em actividade es-
srs rendimentos. Hum bomem rico criando
neci ssidades para as salisfaser elle admi-
nistrar os seus bens o melbor possivel pora
em giro o seu dinheiro 5 e especular de to-
das as manciras e enm todas as suas Ion-as
Convem pois criar o maior numero possivel de
necesidades ; anda que seja facticias; por
que posto que estas nada deixem lej ois de
salifelas deixo todavia ao paiz. cstabeleci-
rrentos de lavoura de manufacturas e coni-
mcicio a que dero creaco para as satisfa-
cer A nica mar.eirad augmentar a riqueza
diz hum F.conomista promover estas neces-
sidndes facticias ; essa procura de commodi-
dades-, esse gosto dos inleites; esses vaos
coiisummos que estimulo a actividade do
liar alio e nuilliprlco os rr.eios de o ali-
n er.lar.
Se oconsummosempre se fizosse com ob-
yectos de grande duraio ; efussem esles pre-
finidos, para se nao multiplicaren! as neces-
idades j o resultado seria a n-.ingua desdas
mesn as necesidades c com ella appareceri-
o effeilos opposlos aos que referimos. Appa-
receria a perda do estimulo para o trabalho ; o
de.dcixo na administracao dos bens ; e conse-
guinlemeiile a diminuirn nos rendimentos
A industria de sua parte nada ganharia com
essa demora na repelico dos go/os ; porque
o consummo seria menor e mais vagaroso
A lena, e o trabalho perderio as rondas,
que \iiiao d'hnma rpida producto ; e os o-
breirus desempregados nao achario recurso
*. ...lvmm .C3 C0 is i Ti inui i 5 ; perr ISS )
que os rendimentos destes diminuiran < por
lalla de estimulo para o trabalho. I rer
que huma nago nao faz negocio se nao quan-
do recebe huma mercadoria mais duravel do
que aquella que ella deo em troca per-
der totalmente de vista o nexo complicado da
iaquinasocinl, e se deixar engaar pela fal'-
a idea, que as naces se enriquessem por
priva3oens eempobressem pelos dispendios
como acontece com os individuos. E verda-
dc fnese se consummissem ohjectos d'buma
longa dura o baveria huma acumula o
progressiva d'objectos uteis commodos, e
agradaveis que virio augmentar a riqueza
do paiz ; mas para que a prodmo, a pro-
porco desta acumula o nao diminua sua
actividade e a naco nao venha a retrogra-
dar ou a ficar estacionaria preciso que
esses ohjectos apenas perxo o atrractivo tta
duelos de pouca duraco. Resta-nos aeras*
cenia r que o consummo, que satisfaz o
maior numero de necessidades o nico de-
sejavel e o que se quaduna coma na tu reza
buiT.ana e finalmente o que precnxe o fia
para que o homem foi criado por uno'i elle
nasceo par gozare ;;>z;r o m lis possivel.
4 A felicidad do homem di/, .j ary ,
est intimamente ligada com o senlimento de
sua existencia, e o desenvolvimon:o de suas
ucu (lacles ; mas a piikitUu6 u aquella, eo
sacoo no publico. M. Azais o to cotlheri
do autor dosystema dis compensaces den
tbem a luz nao ha muito lempo huma o
hra sobre o ma-nelismo e o somnambulismo
cnia subscripeo foi feita pelo ministro do in-
terior
tfnito tempo lia que achando-nos em yon
fomos convidados a ir casa de Mme d(
Saint-P..... para ensatar sobre e^sa Snra.
accommcllida de calale*ia o poder do cinto
:ua miiscH instrumental
_ii .. -i
11 ciia li"5
mclhor exericio destas est na razio directa ternativa* mais vivas passando do estado do
languidez e indisposico.ao de convulsoes. do
da produtjo econsummo do mesmo homem
quenaosa'iia se nao para cahir no estado de
.......Quandoo homem faz parte de morte apparenle
huma sociedade civilisada suas precises! Neste estado de calalepsia estava eslendi-
cresrem em numero e variedade Ero qnal da sobre hum leilo com os olhos feiehados .
pier caso c se
elle se ache ha
sem que ao mesmo
dades que ella acarrala : poisq
liplicad os fozos Amodorrido nosdesejos e sem alimento algnm durante oito, quinze di-
0 so'frimonto de privaces, virtude deca"- as. hum moz, e at mais
neiro. O homem deve se procurar legitima- Eslava na mais perfeila immobilidader o
mente aquillo de que carece ; e "bem pode rosjo. naturalmente pdido, corava algnma
alnrmar-se que as nacces falla menos indus- cousa quando ouvia muzica e por pequeos
tria, que necessidades "' esforcos sem effeito por cauza da fraqueza
Wuito receia o Sur Recifense o excesso do em que eslava tentava de senlar-se na ca-
lino ; e os seus receios o conducirn ao ponto ma quando se canlava 011 ouvia sons de irs-
ele cahir em huma contradivo palpavel por trumenlos. Mas os eleitos da meloda 011 a.-"
que tendo dito que aprovava o luxo modera- monia s tinho lugar quando os que lh'a
do, o luxo de commodidade o luxo de de- faziSo ouvir se punho em communicaco cbm
1 enca, e que tende sempre para o util re- ella por meiode huma correte de latan que
ceia ao mesmo lempo que o luxo que com do punho de cada execulante ia tocar a
o trabalho fosse sali-feilo, que o justo, eo doente no pe* ou na pona do dedo, por leve-
reeommendavel prodiua afinal as dividas mente que fosse Sem isso huma orebestra
os calotes e o furto de quinhentos instrumentos e oulros lanos
Os argumentos que agora expendemos pa- cantores, com acompanhimento de duas pe-
ra sustentar a vantagem dse consumir o ma- cas dcartilheria de 4* feria podido execu-
is possivel ; e o quedssiemos 110 nosso com- lar ao p da doente sem perturbar deforma
monicado pro o exuberantemente a vanla- alguma o seu pro'undo somno
tres quarlos ?
- Sim!
Damos aqui a maneira poique devia ser tei*-
lo o interrogatorio, afim de qne fossem as res-
loslas muilo curtas, visto que, no estado e n
liieseachava Mine de Saint-P... estendi-
ja sobre huma cama com os olhos feixados. e
nao fazendo mov i ment algum nao disseriar
longameiite sobre as perguulas que lhe fjsio
iVote-seaiiida que islas jiergunlas podio ser
feitas em voz alta ou mentalmente e foi desta
iillima maneira que lhe foro feitas as que
seacabam de ler, e algumas oulras que lhe
dirigimos do mesmo modo isto lie sem ar-
ticulado oral e s roo vendo os labios ero si-
lencio sobre a correle dd lato que nos pu-
ulia em communicaco com ella que era o
que baslava para llie fazer comprehender o
nosso |iensamento
sobre o
gracejos
a fizei o
corar eresmungar
e resto- a muzica produzia, como est di-
to sobre Mme. de Saint-P. .., o effeito mais
doce mais agradavel ao mesmo lempo mais
salulir ; mas, como se lhe nao podia lazer ou-
vir muzica continuamente so a tira vao do
seu estada de morte para tomar alimento ;de-
pos levavo-na para huma cama, cujos qua-
tro ps descancavo sobre quatropes de re-
sina ; e ali a estigmalisavo por meio da ma-
china pueumalica oque lhe arranevage-
midos e gritos, mais pelo menos lirava-a do
seu espantoso letargo
As pesssoas de espirito positivo e mathema-
lico ho de ler tudo isto por impossivel ; mas
o que s* segu Ibes parecer ainda muito mais
extraordinario
Assim como a tsica o aneurisma a lou-
cura a gotta que, segundo amrmo dei-
xo huma geraco para acommelter a seguin-
gem do uxo na produco da requeza razao "A maior parte dos mdicos da cidade tinho I e sem que lorisso deixe de s
jiorque lhe damos l.xla emportancia. Por vindo verificar os symptomas admiraveis-dor
tanto suppomos ter dito quantohasta parados- sa molestia, cujos effeilos procuravo expl
snencia se propoem a inda-.aoo
e a ex
posi-
vencer-se
idiuo ca requeza razao \ maior pane aos mdicos na cinaue iinnao ^>" l.xla emportancia. Por vindo verificar os svmptomas admiravei*des- reditaria, do mesmo modo a calalepsia se
i lo quanto hasta parados- sa molestia cu jos effeilos procuravo expl i- Hansmille tambem de pai a1 blho ou de
..amentos em contrarios car; e observa vo com curiosidade e no in- m a filha. Mme deSainl-I deu o ser a
Somonte acrcssei.l.remos agora, que nao dei- teresse da ciencia os di oront.s pbenomenos huma filha que se acl.a acommelida datoes-
xamosdeconl.eeer. que encarado o luxo re- qne a rada instante aparocio. O nomo e ex- '* mfermidade anda mais exliaordinana
lativr.me.itc aos seus effeilos momea elle ten- fposicao da doenlc na sociedade a fo. luna que 'le a da sua mai por seus resultados,
de a noli ir .10 homem a enclin*co para o ego- l'ossuia a linda casa que possuM e habitava sta moca qu# sal e perleilameule msica ,
smo, em prejuizo das alleices nohres e ao peda collina de Fou.viere excluio qual J leve alguna ataques de calalepsia. Se
generosas bom como que seu exemplo con- quer suspoila de impostura Mas ha esp.ri- nao moslra inlell.goncia tao extensa e en-
laguno que excita as paixes anima os tos lories que s admiuem couzas oxlraordina- nhecimenlos to ui.iversaes como sua inai,
vicios, e muito oulros males sociaes, que sao ras quando, como S Tliom podem tocar- em seus aeressus de calalepsia as suas lacul-
a consequoncia necessaiia da grande mull- Ibes com o dedo c estes manifestavo du- dades muzcaes, y., multo desenvolvidas tem
plicaclo da requeza, e de huma commoni- ^idas no meio da multido de renles arrasla- huma persepdo lao profunda e,Uo maravi-
cacomais frequenle entre eslas duas classes dos pelo I oulor Petit e loda a faculdade de Ihosa que. quando esta no seu accesso de
de I omens lo defiranles ; huma das quaes Lfon qne ex plica vo como podio o mysle- morle, eque commuuicao com ella pela cor-
alormentada da necessidade de gozar e a ou- rio pbysiologico e, em cerla maneira, me- rente detallo, hasta la/er-l e vibrar t eao
tra da necessidade de subsistir.. Mas siestas laphvsicamenle palliolo;;ico acaso he que se (leve este conhec.mento) Hum
concederacocs entrassem no calculo de pr-du- H vez admillido o principio a eviden- diapasao ao p do ouudo para que ,go mo-
no da raquea aqnrsto de sal.or-se qual a cia obrigava a admillir as cxliaordinarias con- dule em meia voz cantos de luetiayel doeura,
iropor. o entre a virtude ; e o vicio, em sequenc.as do slado lao anormal de regulandade perleita e de variedade in-
huma naco votada a pobreza, ou cm huma Mme.de Saint-P .. saba cousas que nun- Bulla. Depo.sdecada huma dossas melodas
naco (|iie tem chegaclo ao mais alio grao de aprender, va o que se fasia pordot.az che.nde hum vago delicioso, e frescas camo
opulencia sendo 1 esolvida em rea, o amo- (|,|la; o que continlio cartas escupas a brisa da larde pronuncia suspirando em
ral. n favor da na io pobie. dcdJiri.i que em todas a so^le de linguas moras ou vivas, q' ^oz mu beixa, e como animada por santo
se di vn ser sempre pobre; e crove-ia entao nunca soubera. cniluisiasmo os nomes de Hossini. de Mey-
proscrever o esludo da Kconomia Poltica, Os (pie houvo taes asserces abanavo a.erbetr, dAuber. ele ele.
como immoral em seu objeclo ; pois que esta cabeca como incrdulos, 011 procuravo con- Admirado de Ibe nao ouy ir algumas melo-
pila experiencia. Esta confundia dias de liaialdieu de I elini, de Schubert,
d Herold hum mu/ico Ibe pergnntou por
que nao fallava dcslcs Ilustres compositores.
- 'oitos! morios! disse
- Mas os cantos que fazeis ouvir nao sao de
Meyerbeer, nem d'iialevy, nem de Chopin.
- Sim, sim /
- Sao pois novos ?
- Sim
- Conhecidos ?
-Nao.
li querendograce'ar parodiando hum verso .
feito sobre hum poeta do secuto X\ III.
- Talvez, disse o interlocutor joven c%-
taleplica :
Rcitea-voiis les cbants qu'ils composenC
encor' ?
- Sim sim.
- E talvez mesmo os que ho de compor?
- Sim, sim, sim.
E por tanto, compositores de todas as clas-
ses, de todas as dades, de qiialquer sexo e de
qttaiquer merecimento que sejaes, ficai enlen-
dindo que gracas calelepsia enJ'crmidade
extraordinaria; prodigiosa pasmosa masfelis-
menle muito rara a da privada intima ar-
tislira e soltara j nao osla deffendida por
muros como o campo de. Marte.
Dr. Yrneh Drahcnalb.
(Gazelte > usieale).
(Do Jornal do Commercio )}
c
mais alio grao de re ,ucza a une sua posi. ao
Ibe premitle chegar E havir quem aislo
concorde ? ^o certamente.
o d.is meios que conduzcm hum poro ao a sua ra/o n.ais confirmava as declaraies
dos facultativos
O autor (leste artigo que era dos ltimos,
afuma, debaxode palavra de honra, que al-
ada acrescentaiemos alem do que disse- gumas experiencias que fez o deixaro in-
mos 1.0 nosso communicado em abono do lijamente convencido de que a predisposi-
commercio a rct..lho que entre nos farem os fio parao que se chama dom de segunda vis-
lrancez.es; porque tambero nada disse o Sur.
Pecifense, que dcstruisseo que dssemos
ta ou de adevinha o nao be huma chi-
mera, ou alguma dessas patranhas calculadas
este respeilo Quanto aos tractados neis Pi,ra azer nascer no homem a necessidade
tambem queremos que elies se cumpro ; mas (uwjnaravilhoao ^ ^
que se cumpro e se ralifiquem sem prejuizo
Pegando rom cada mo em urna fruta difi-
rante disse acataleptica :
- Ten lio as minbas mos duas frurlas de
nosso.
Temos respondido ao Snr. Recifense .
lhe declaramos, assim como a outro qualquer especie difirante huma reja e hum mo-
que queira contestar oque temos dito que rango; esl a cereja na mo direila ?
nao estamos disposlos a entrar cm polmica e
por isso nao escreveremos mais sobre esle
objeto.
Hum Olindensc.
Variedades.
ACATALEPTICA.
Prodigio Muzical.
Mullo tempo ha que o magnetismo e o som-
nambulismo nao oceupavio a curiozidade pu-
- Sim
- E por conseguinte esl o morango na
mo esquerda ?
- Sim.
Convidado enlo por hum dos mdicos a-
quelle que escreve islas lindas retirndo-
se para o vo de huma janella a fin do se-
parar-se de toda a gente e de sul trair-se aos
olhos dos curiosos alrazou os ponlciros do
seu relogio que indicavo meio da e pl-os
nS nove horas Depois leudo orelogio fe-
chado na mo, e chegando-se para a doente
perguntou-lhe se no relogjo era meia din.
- Ko
.1


lltJ..^
DIARIO DE PERNAMBUCO
r
PRESENTIMENTO.
Urna percepro, que eu tenho lido, nova-
mente se me aprsenla a o espirito ; lemhro-
me della ; reconlieco que esta percep o a
mesma que tenlio tido: eis a reminiceucia ,
e a memoria Quando esta* ideas se simplif-
cao parece, que se nao cncontra nos actos
dstas faculdades de nossa alma mais que una
sensaco continuada porem obscura durante
un maior ou menor ntirvallo Como cha-
maremos pois este acto d alma que se nos re-
presenta como urna sensa o futura ? Este
acto nao ser propiamente fallando urna
sensa .o prevenida eanlecipada que nao dif-
iere d urna sensaco real relativamente : al-
ma se nao pelo jui/o que dela se faz ?
Temos dito em outra parle que lia um
ponto onde a loucura toca o bom senso co-
mo ha outro onde o somno toca o desperta-
mento ; que o louco um homem que so-
nlia quando est acordado isto que nao
distingue entre as sensa oes e as cbimeras de
sua maginaco. Anu concideramos o homem
encarando urna representaco qualquer, como
se fosse urna sensaco futura |ue elle conhe-
ce mu bem nao ser actual, mas que elle a en-
cara como certa
Ohomemjulga de seu estado presente, e
de scu estado passado com um grao quasi i-
5ual, de claie/.a e de certeza : mas como po-
e elle jiiljjar do mesmo modo de seu estado
futuro ou d urna parle deste estado ? O ue
' futuro sem duvida urna conlitiuaco da-
quillo que existe ; do mesmo mudo que a-
3uillo que existe de\e ser urna contiuuai o
o que lem existido. Esta cadeia de causas e
de elleilos que se nao pode destruir sem sub-
stiluir-lhe um fatalismo cem vezes mais o' s-
curo por mais difficil que sea o concilial-a
com a fiberdade ; to necessaria que seria
preciso renunciar a todo o raciocinio se ella
podesse ser contestada.
E' mesmo algumas veres mu fcil o mos-
trar como o presente est ligado a o passado
Por mais forte e por mais extravagante que
seja a maginaoo d'um homem nao lhe
mu ditficil com tanto que elle applique a at-
tenco o descubrir a ligaco de suas ideas
presentes com suas ideas passadas
Se pois a mesma cadeia que liga o meu
estado actual a -todos os estados precedentes o
liga tambem a lodosos estados futuros, in-
dubilavel que se meu estado presente fosse
diH' rente do que todos os estados futuros
por o:de devo passar, seriad di eitules do
queelles sao eflecti va mente. Por taulo meu
estado actual cheio de lodos os meus estados
futuros deve conler em si as rases de tudo o
que comp izer o meu futuio. Se eu encarar o
meu estado actual lodo iuteiro e o estado ac-
tual de todos os 'entes que obra eohrar
sobre mi m verei o meu estado fuluro iutei-
ramenle determinado.
Entre as causas que concorrem a determi-
nar os dilierentes estados porque passo ha
urnas mais com postas que nutras. Um mes-
mo elleilo produ7do pelo concurso de militas
^Vausas poderia com outras circunstancias
sel-o por urna s ou por meio d um mais pe-
queo numero de causas (^uanlo mais estas
causas productoras forem compostas, menos
facilidade haver em couhecer-se o elTi'ilo ,
que dcllas resollar Eis a raso porque o
aconlecimenlo en,,ana aosbomens os mais
-prudentes; complicaco das causas mui
""grande; o estado d um ente qualquer, prin-
cipalmente d'um ente racional tur csiado .
sobre nue inlue mui grande numero de cau-
sas Um homem est ligado com ludo que
existe.
Entretanto lia causas preponderantes ; e u-
mas que obra com lana lortido que as
causas concomitantes nao podem influir muito
Se succede porem que estas causas concorra
a produzir um mesmo efiito, parece, que
nenhuma lem existido se nao a causa activa :
te, pelo contrario, ellas se encamiuba a
produzir effeilos oppostos a preponderancia
d'uma destas causas assaz grande para que a
actjv itlaile das outras se,a impt-rceplvel Has-
tara pois em igual caso conhecer esla atusa
.preponderante a fim de se poder prever o ef-
ftito. E'desle modo que vencctido o senti-
menlo o laciocinio, suh,ugaudn as paixiVs ,
01 CWtOS e as inclina i, oes iwluraes, -nos fa-
cilimo ulgnr oque l'aio em certas circuns-
-lani-ias os fioniens que embocemos bem
O (iue nos pieternos quando se nos repre-
jMtSS (latamente o efleilo e as causas um
raciocinio preuso ; o habito de con-
formar nossas aeces com este modo de prever
lo que se chama -prudencia aqu a ra-
so ajudada da experiencia quem dando
atlenco s circtinstancif s acluaes adviuha
t,u prev o acontecimenlo que ellas preparad,
ou produiein. Mas sao mui differentes aquel-'
las supposices que sao ou espera ncas ou Quantas representares obscuras e confusas elles dcseia ou temem muito, suceder d
temores ellas nao sao o efleito d um racioci- nao obra sobre nos '. mil obstculos empedem, certo ; talvez jnlgando sempre daquillo que o<
nio ; nao sao deas dislinctas quem as lem quo ellas nao venba a ser claras e deslindas ;
feito perceber sao as idea? confusas filhas sensaces mui vivas urna meditaco profun-
da imaginado quem as tem produzido Es- da, urna dea que oceupa o espirito tantas
ou'.ros homens faro por meio daquillo que
elles mesmos tiverem feito -lhes natural es-
collier entre os acontecimentos poss veis : e
ta supposico que se lem d algum acontec- outras rases fazem com que se desvaneca re- esta PSColha e! lngoacompar.hada da persuasao ,
menlo fuluio sem nue se poss determinar presentaces mui datas, obscurecendo-as
as causas, o fruc:o (Turna inrlinncin mais Hitervallos de tranquildade poder tal ve
ou menos decidid i em oceuparme-nos do futu- dar-lhes a luz iiecessara ; mas se estes n
ro% tervallos forem curtos, isto nao ser mais
Nao difficil conceller como os homens que um qu ulr> que passar rpidamente:
sempre necupados de dse os semiire goter- que sera visto e que apenas ser lemhrado
nados pelas paixes e sempre mui pregui o- e que urna noite profunda nos or cuitar de no-
sos ou mui fracos pata lerem o cuidado de vo. Entretanto, estas represen taces que
distinguir as ideas confusas que os inquie- nao tem sido claramente percehidas ou que o
ta nao difficil digoeu conceber como tem sidoem um momento obra sobre nos ,
os homens loma por- presentimento -a ap- s vezes mesmo com urna forra espantosa ; se-
ptehenso ou descio confuso d um acontec- r necessario allegarmos exemplos '. Fallai de
menlo pnssivel- Sao meninos, que se occu- es|>ecl ros s almas fracas ou a um po'tro ,
pao.I um fantasma ao qual se nao alrcvem que deve deitar-se s em um logar deserto:
anproximar-se ; elles deseja elles esiiera, de por deshonra do genero humano ouvir
elles temem sem que con he a a verdadeira alguns mos sermes e vos veris esses espi-
ca usa de tudo isto: se depois de tudo elles ex- ritos feridos, espantados amedrantados, ven-
perimenla alguma cousa de extraordinario, do o triste espectculo das fraque/as do espirito
dizem qtieadvinbara ; se elles lem tido um humano. Quando se desvanece a impresso
- presentimento-do que tem succedido eis forte, a alma fica como um homem, que
urna inopiracio ; chimera esta de que com acorda o qual se nao lemhra do sonho o que necessario saber a fundo para -contecel-as .
difficuldade se podem livrar os que se nao tem teve se nao com imperfeico renasce a tran- ma daquellas cuja rzo nos mu diHicil
familiarizado com um certo raciocinio, que quillidadc Mas, se urna igual impresso tem dar: isto o que se chama -tacto-, e este
eu chaniarei -trio, -isto de raciocinar que separa as imagens ap- futuro prximo ou apartado ento a alma suas expresses nue ar discernir inmiedia-
presentadns pela imaginario. E' bem natural, 'conserva um sentimenlo de esperan a onde lamente o grande do empolado e do baixoo
que aqtieiles que se occu pao muito do futu- temor segundo for este acontecimenlo digno que simples t naturai.
le que elles tem advinhado bem.
I cubo dito que mesmo podia-se compa-
ar o presentimento a o que se chama des-
ireza e hahilidade.
Com cfTeito um hbil obreiro obra e tra-
halbh algumas vetes sem estar em estado, era
de se explicar a si mesmo nem de explicar
a os outros o que necessario fazer para chegar
esta eerfeieio, que elle tem chegado as
obras que sahem de suas mios : sao repre-
sentaces urnas vezes confusas outras obs-
curas queoguia; a primeira vista, o
rasgo do pincel ou do buril, thesourodo
habito, que tem dado fim aessas obras pri-
mas que admiramos.
Mas nessas obras o que as admira como
vem a perceber murtas vezes as perfees
as bellezas que nellas se encontra ? Nao fal-
lo dessas bellezas que o conhecimeulo da arte
nos pe em estado de anarysar e que mesmo
se contenten! com a representado dos a- de desejo ou de temor
q
ro
contecimpntos futuros sem reparar as cau-
sas que podem produzil-os e em a natu-
re/a distas causas para julgar da probabili-
dade aqu a maginaco nao faz mais que
pintar Eu voluntariamente comparara estes
homens applicados a advnhar o futuro,
com os que. fixando os ollos sobre um reo
roberto de nu\ens crm descohrir nelle figu-
ras de todas as especies ; quando taes figuras
S(S existem na sna maginaco.
Commelteriamos lanilmm um erro mui
grosseiro se arreditassemos ler um presen -
lmenlo todas as vezes, que um aronleci-
mento que se teme, ou que se espera vem
a succeder se um homem s viva nos mo-
mentos em que espera vi ver nao se deve
Em fim (e Ulo mais urna comparaco, que^
Logo que temos a representaco d'um acn- eu pretendo indicar) o juizo que se tem so-
lecimento no qual temos maior ou menores- re os motivos de certas aeces nao muilae
peranca sem que se possa dar outras rases ve* fundado se nio sobre ideas confusas:
desta esperanca se nao a esperanca mesma jA habis homens queconhecem omun-
ou osentimentodetemoroudeesperanca. que d advinha a verdade em vez de descobn-
0 acomnanha ento temos isto que se cha- 'a : urna vista penetrante talento dos gran-
ma presentimento-. O presenlimento des polflicos que revela os misterios e esta
comeca onde a alma dexa de prever, racin- v'sla o negocio d'um momento,
cinando; onde o espirito cessa de ver com urna Penetrar o futuro com urna seria reflex
certeza moral sobre nos mesmos o que se chama presen-
O futuro nao inteiramente oceulto ao ho- l'"- Mas que diremos dessa especie de prc-
mem no temoo em que elle raciocina ; tam- sentimenlo pelo qual nao esperarmos nem
bem o nao o homem quando elle nao ra- oem nem o mal, mas que nos pe em un
ciocina ; aqnelle que raciocina v algumas estado, uo ordinario de temor ou de es-
vezes na I t-raro do passado com o presente o peranca, cuja raso nao abemos dar? Ha
. que vira anda a ser presente se elle vsse poucas pessoas que K nao enconti em em u-
crer que tem lido algum presentimento ,-! com cprte/a completa, elle o vera com um ma igual siluaco : mo ha militas vezes nada,
e entre urna mullido deconiecturas frivo-1 oro de clareza superior, elle conheceria os que devamos recear ou esperar e com tudo
las,
, elle tem adi nhado urna vez. differentes anneis d'uma parte da cadeia im- um temor secreto perturba o nosso repouso .
Os extremos seassemelba algumas vezes : mensa dos f uluros contingentes j e se eus urna alegra inesperada e eleva em nossa al-
direi daqtielles, que constantemente a parta mesmo. quem, obrando sobre sua alma, ma. Eis como eu me explico este phenomeno.
de sen espirito o futuro o mesmo, que tenbo lhe revela o futuro, anda o menos verosmil, Ha homens, qtie nuscera eom um to gran-
dito daquelles que com elle muito se occu- elle seVia um propheta inspirado pelo Espirito- de grodesensibilidade que a menor cousa
pao; se resta na sua alma urna representaco Santo. Vaso homem, intregue s suas fa- os aecta. Estes homens sao espiraos delica-
confusa d'um aconlccimenlo futuro, anexar culdades naturaes nao pode conhecer deste dos, se posso dizer assim a quem lo lia-
dos cuidados a que se entrega a fim de afas- modo o futuro Reduzdo a conjecturas por lural o serem a celado* que niesmo as re-
tal o nao devem chamar a isto presenil- falta de conhecer perleramente "o passado e o presentaces obscuras os agila : para estes
ment presente elle nao tem mais que esta previ- homens o viver e pensar uo mais que te-
Chamo -presenlimento- a representado ciencia humana to capaz de enganar-nos. mer e esperar,
d'um acontecimenlo futuro cujas causas pro- O homem que raciocina cercado de re- Urna causa mais frequenlc ,_e mais conhe-
duecntesso o u obscura ou claramente per- presentaces confusas nao ttm mais que um cida desta especie de presentimento -se en-
celadas eque um sentimenlo interior faz sentimenlo confuso d'um arontecimento possi- contra no corpo ^ Logo que temos gozado por
que nos o encaremos como prximo algu- vel ; e se e-te sentimenlo o effeito de ideas, h.islante lempo d'uma boa saude ed'nm uso
mas vezes o temor algumas venes a e; eran- que represent as verdadeiras causas deste a- livre dos orgaos algumas obstrur.ioes nos va-
ca algumas veres mesmo a ndiffcrenca ac- contecimenlo este acontecimenlo deve sueco- sos. ou urna fraquosa as molas do movsmcu-
rompanha este sentimenlo Este estado se der necessai ament. lo afroxando a ac o ou rendendo-a mais pe-
dislingue daquelle, em que se prev um a- Compararei mu voluntariamente o pre- nosa sao mu capazes de inspirar umo especie
contecimenlo, por meio de um conheri- sentimenlo coin o que se chama -sentido de temor esla indisposicoo vm aserinsup-
menlo exacto do presente, ponro mais mo-al ,- como lambem com o que chamamos portavel pela comparaco que se faz do esta-
011 menos como a esperan a frivola do o.o- -tarto nos pegnos de gosto destreza ha- do prsenle com o estado pretrito ; esla si-
dor o qual confia eesjieta um golpe feliz bldade e talento em relaco execuc*o eu ruacio nova para nos nos inquieta e nos
dos dados se distingue da esperanca bem me explico Ordinariamente julga-se da mo- j nos nao damos ao Irabalbo de procurar a razio
fundad* d um hbil jugador do xadrez que ral dade das aeces por um sentimenlo confuso, do nosso desassocego. E' assim-que estes cor-
conduz seu adversario para onde quer. No mais vivo e mais frequenleem uns que em
xadrez o hbil jogador pode dar a razo pela outros : segundo que as ideas claras sobre a
qual se persuade poder ganhar nos dados o naitireza a importancia e a necessidade de
jogador nao pode conhecer se o acaso lhe da- nossos deveres tem sido mais ou menos presen-
r o lanro que elle deseja. tes ao espirito ; e lem feito nelle maior ou me-
E' mu fcil adqu'urmos urna idea domo- or impresso. i"e estas ideas^ tiverem sido
do poique nossa alma pode presentir o futu- retrasadas em nossa alma a impresso nao
ro. A ulma urna forca representativa do u- poder apagar-se dctla ella renasce em toda
niverso com rcL o a o logar que nelle oc- a occasts urna voz baixa mas to conbe-
cupa fi;.ura-se-lhe urna mullido de aconte- cida, qu se distingue com facilidade; a
cimentas possi veis ; estes jiossivei% para serem presen a d'um amigo, que com urna vista d o-
acluaes, lem necessidade de seren determina- Ihos nos descobre o seu pensamenlo Este sen-
dos de todo o modo e as determinaces de- tido moral Iraco nos homens. qtie tem pou-
veni ler cansas, que as produza A' alma co pensado em seusdeve es ; os motivos, que
se representas verdade, militas causas devem mover-nos a observal-os tem sido raras
difercntes ; ,mas estas causas podem ser suffi- vezes percibidos ou o uo tem sido se nao
cenles. ou instiEeicntes. com correctivos que tem destruido urna parte
Para dislingul-as nao temos mais, que de sua forca; ellefraco nos homens que
um certo calculo de prolabilidade que al- tem encontrado na virlude essa belleza e essa
gumas vezes 'a;emos com muita promplido grande/a que o homem honesto encoulia
e mesmo nnpetceiduinenle. A ausas clara sempre iiea nem no vicio essa fealdade, e
00 obscuramente iiercel.idas fazem impresso essa baixeza que revolta urna alma bem for-
sof.re nos ; ellas deleimina o grao de f que mada j ou nao tem havido impresso favoravel
damos especie de predceo que ns'mts- s boas aeces ou se tem existido, ellas sao
mos formamos Esta impresso nos nao deve fracas O mesmo succede com pouca dille
renca quelles que tem presentimientos ; -
arosluffiados a oceuparem-se dos acontecimen-
tos futuros ; tendotalvez observado que cer-
tas causas teuha muitas vezas cerlos eteilos
levados talvez a crerem que aquiKo que
parecer eslranba : uo nos succede quando
dormimos sermos vivamente tocados e ,
mesmo dejios de acordados crermos que
realmente existe o que temos visto em so-
nbos?
E'
possensiveis que soflrem com a approxima-
co do invern podera tomar por presen
timento este eslado de desassocego se elles o
nao expermenlassem tanta; vezes ese a cau-
sa disto lhe nao fosse contienda. O contrario
succede a esses homen fracos e adoentados ,
ou a qnem as longas doencas lem ensinadoa
soffrer*, se elles reeobra a saude, se este
eslado de dor succede um estedo de eonvale
cenca: elles experimentad o q' tinha quasi e-
quecdo; esle sentimenlo dealegria edeconten-
tamenlo o primero passo que elles fazem
para as esperancas lisongeirai ; os aeonteei-
menlos possi veis que se a presen tv a o sen
espirito, nao podem parecer verdadeiras se
nao forem agrada veis : e a rdegria que est
-no seu cora o mui propria para fizer nascer
nellesos presentimenlos, que Ibes causa
praser. E sobre tudo na passagem rpida do
mal ao bem da enlermidade a saude quo
este eslado do homem que espera o bem ou
o niaH vm a ser mui natural sem que se
couhe.e a cMisa disto.
(Traduzido)
C0MPANH1A DO flEBIRIBE.
O ( ottsellio Deliberativo da Com-
panilla convida aas Sra. Accionis-
tas para se reunirem hoje desauove


DIARIO Oft P fe tt N A tf* 11 fc O

mmmm
io coi rente pelas o lior. do *T' oualgum aoJf nao sondo em mas
jo coi reme \> j ,. '.umitas i qttem.liver annonte.
tit C aia da Societfade Apoluvea, a ^ prec_Mde 400,000 a juros, ton 60a
fim de se proceder a eleica do no- firma; q,em quiser dar annuncie.
vo Conselho Deliberativo e de I ssr A parda forra de dude ede Loa con-
1 J 'duela cozinheira e enj'.ommadena
toes presentar relator 10 dos tra- dVauncou ^rira u
tr Urna marquen nova ele re-ndnru' por de marfim dilas de os eco commodo ; na r.u do Alecrim casa jun- caivetes finos para peonas tisoum linas pit-
ra nnhas bandejas grandes e
bom offlfial do
ballios da actual ; na forma do art.
9 e 10 8 dos estatutos.
liento Jos Iernaudes Barros ,
1. Secretario.
Avisos Diversos.
con-
im lio-
IVI IIIV UtlllUli-n/ .jw---------- ^
mera casado sen fillios dirija-se a tora do
8r Baodeira na ra do cabug, que dir com
quem deve tratar
XST Na ra do Rangel no segundo andar
do sobrado que fita delronle da casa que oi o,
diversos recebimenlos precisa-se alugar un
predi lona ou captiva.*
Avisos Martimos.
t&" Quem liver urna negra que queira alu-
jar por mez dirija-se a fora de portas ven-
^^tmla de idade que se offerece para PARAO RIO DE ^^ *J
ama de cala de m hornera sol.eiro dirija-se hrevida, e porter-ja*.* au. P
a ra da Cadeia lo,a de hienda, n. ..tve. pa o bem COnhecdo e o r,g Hom
& Na fu da allandega velha, continua- Jess do qual he Capilao Jold K0OTI a
sea concertar toda a qualidade de caisas de ( Amaro ; quem quiser carreja ; ,r^c''b"
musica realejos afina-se orgaos de Igrej. sagem para o que tem cid des ?Jos
evai-seaqualquer casa sendo preciso, e com- dirija se a Gaud.no Wnho de B.ntt ,
pra-se realejos uzauos e se faz pentes travs-, pracinha do Cor, Sanio D. 1.7, ou ao U>f\
sa de tartaruga. ,.- 1%V0T r^O V o Rri.no or.nM,oz S.
g^ Precisa-se de 3oo,ooo a premio de do.s | I AlwV UpnV* o nn0 1
porcenloaomez, dando-se boa firma; quemi Domingos sabe no d vo ao ".
iuiser dar annuncie. Cor.signa.ano roga a os-$nr< o ,, g rd
S-T Precisa-sede 4 molalinhos sendo 3 no dit rifliie lenljao a bouda de de U.va o>
de ,0annos de idade, e o oiitrode ,6 Mito; cpnjjerimentos na ra la sen/alia o '"*
na ru do Aragfoloja de sapaleiro ou an- de Juao dos Santos I orto a invdc se OoOT-
mincie.
Sur* Arrenda-se um grande sitio logo no
principio da estrada do arraial, lendo boa ca-
sa de \ i venda e JiQcrenles finetas ; os pre-
tendenlesdirijo-sea ruade S. Gonsalo D-
cima n.
GS3" Precisa-se de dous con tos de ris a ju-
prcui
to on'de morn o Sr. Rural.
sy Um oseravocreoulo ,
1 sa'ptteir de idade de->5 annos ou trocare
i poruma escrava que tenlia al((umas babe-
lidades ; na ra da Clori I) I. .
tST Uni sitio em S. Amaro com portan
na estrada casa de podra c cal, com 4 qoar-
tos duas sallas, e'cozinba, boa agoa d*
hKer muitos arvoredosde fructode todas as
lualidades : a tiatar na ra nova D, 19 oom
Joo Ragtista Claudio Tresse.
tSf Una venila as S ponas D. orne, com
bous rom modos para familia a dinheiro ou
a praso rom boas firmas ; a tratar na mesma
ssy Um opiimoboi de Carro a creoulo ,
c novo ; no principio da estrada do arraial a
fallar com Francisco Antonio Ranos.
t?- Presunto do Porto em calda no nr-
nmom do Antonio toaquim Pereira no caes
da alfandrgo a libra a 160.
437- Na ra da Madre de leos armazom do
con ros 11 o, caitas Cm (i garralas cun vi
nbo do Porto de suponer qualuL.de e por
preco ommorlo
SU" Urna negra moca rccolliida de na-
$0 e de bous cos
cer os manilcslus.
Le! a o
%& Jooo ctcwart Consignatario da Rnrca
Ingleza ary harlolte-Welu-r, arnb.di a
este porto, rndo dedispor de arle da.arga
ros de un e meio por cento ao mez l.vpotl.e- da mesma Ruca para o sou costero o cm.cer-
cando p::r seguranca redios pesia pra.a sen lo que ssariamenle_ lem .lo lazrr ueste por-_
ambara o quem quiser dar annuncic. i lo j fu/ Leil.o por inlervencS > do (.otreto,
fST No armaien de socar assucar na na Oliveira Quinta frira do/enove do crrenle :..-.
da amaata vellia delronle da padaria do Sur. de/, horas da manila em ponto no seu aruia-
Duro, existe urna por o de barricas Com zem da ra da Cruz de um grande sorlimen-
aasucar branco fino e mascavado superior, os lo de la/ondas ti anco/as a saber ho/Orro
prti ndentes dafHlQHal ao mesmo. pan, calsado cintas encarnadas chapeos de
tST .Alu'a-*eumacaSanobairrodeS An- sol de soda para senhora e para bomo.n. di-
lenio as soliles ras; borlas, agoas ver- tos de pello supe: ior jr humrm coberto-
des direita trinche! ras, e no pateo do I ar- res de algodo ci.id.e.ros de I uta o quinque-
nio com preferencia } na ma d;. Gloria De- Ihe.iasde pom-lana fina crmor de arroz 1
pequeas es-
pingardas de espoleta a 15 o e nutras mili-
tas coisas por menos preco de que era out>-a
I na I .uerparfe
isr Superiores Charutos da Cachoeira ero
.iva de o por 4000 na ra do Labug loj
do Sr. Mandeira.
Kscravos Ft
Fttgira) do F.ngenho Varhado no di
1' para 4 do enrrente dous escravo3 pai-dos.
un por nome Antonio Cor alatnada. cara
larga, cnfbcllo caxoado boa estatura Jf rliei
do corpo e urna profunda cicatriz d'um \t\
.10 braco direi'.o e outro por nome Jo ca-
ra redonda e bastante marcada de oexlgaj
Imixo, grosso e pea algmo lauro enxadusj
L-vara bastante milpa e un chapeo de pa-
Ihinha fina ; o primrrro foi escravo ile Jos
l'heodoro de eu|o fioder audou fgido nds sorvindo como forro em varios haialhei
d 1 C JNacioiiiil nn qualidade dfe curnela no
no* bo hbil ; eo segundo foi escravo de An-

Ionio li.aquim do aiaio morador no lu/a
ou.es; na ra do crespo da loll;a v.lla do Q:,.,xa,,mHd,.n roj
' todos os (..ommaii'l mies deC N.aqueoii
Crina casa terrea sita no pateo de S.'lo fscr4av0 U:,ti de 9e ir erccer ["raoexer-
pretender ^"> de corneta
loa '. se dir.
Pedio lado da vira I nuein a
Jgay a I
i'iodi- I
e i;uilinoute aSAiilhorida-
diri;a-sea loa de la/Cndas de va.ioel JlW_ ^ ^''^ ou^utra [lUa,'ttr. P^00 <]"* 11
, IVaptis.a, praadajoavisla. quese acl'aau- J I
din:a-se aloja de la/orid.is de. vanoel Joa- T" .. ,.,-.. ,..,>, MUO
quimdaSiKanos quairo ,atos da ra do encontr os sobre.l.tosescravos hapu, de os ap-(
ueimado; na mesma casa se acho a venda prel.euder e oonduz.I-os ao referido 'enge- /
ihiasrenui^imascarteirasde costuras de se- n,ho '. oa ,,e la ^. tt.M de e(,ru U*** L
niuiii lima uc .vuau c unir c mmuiu
inarehe.ado de prat c marfim ambas da '"'ns.do para sat.sfaser toda a desposa e re-
r compensar goncrosamorile.
"'^ >a ra da mooda aimazem ffefronM da f iNo ,li;i 5 ,un(-",(* fV> l,m "^ole-
casa da moradia do Sr. r..Ra ulho cm pi- q<-c do nomo An.omo ue idade de .i an,
seeei do corno, nem retii canillado

inos.
VJl
pas larris, egarraloons osnnerior a mni- ^' "" l,,,r' < 1JC1", """ can.nauo das
C-idue apilado vinho do sWgoi- "''."^1^ dentro nao mmto he bastante
'evou vestido cal* e camisa branca ,
cima 1 a.
Ey Prerisa-se de um portugne. de assento
que tenha capteidade para ser caixeiro de en-
genho ; na pracinha do Livramento loja de
lazendas L). i.
e agoa de udazema.
C o 111. p r a s
to coiiLcViiio e approvf
nhal o;.ir.oo i:< I, or que vem de tlsnoa.
por preco conunbuo e se declara que os
,'iieo Ci.mpiarem para foca desli pffOVincia
llie cusa meos selle mil e du/enlos ris do
consumo pagos a aliidu da aliandoga.
US" ( a" da p;imeira (|Ualidade muito
novo e de cor verde ; no arma/em do 15ra-
guc/. junio ao arco da Concoiiao
%f Dous negros mocos de nacaO. e
o|)liinos pr odo o Ser vico tres negras, mo-
cas sem vicio! nem achaques ; 110 atierro da
Roa vista loja de l'erragcm junio a Matriz
S5r"- Superior rap de Lisboa ltimamente I
ehegado no ISriguo Olinda
i 00 a libra
adino
e sem chairen ; quem o pegar leve a ra da
Cruz n 1 que Berta recompensado
tsr Desapareci urna negra creoula de no-
mo Ursuli de idade de 1 | anuos, pouco mais
011 monos alta do corpo as juntas dos ps
indiadas com um talho na lesia do lado cs-
queido ; quem u pegar leve a trempe na ven-
da em haixo do sobrado do S..r. Guimaraes ,
que ser recompensado.
KT Roga-sea os Snrs Sub-Prefeilos e
mnis autlioridade-desti e mais comarcas, e
)essoas pirliculares que soulercm ou virera
111a neia da costa de nomc Josefa ( se nao
CJ- Apoces da exmela Companh. kt Cegado no tingue Ul.nda a i 00 a ,,ira niU(lll'de n0ne } (le dade de ,, anuos, al-
& A pessoa que annunciou querer com- Pernambuco e Par.hiba ; na loja do I ran- ca.xoenscom bar,olmas a pastora com p. n a ^ J^ -^
prarpra.,, e ouro velho, dirija-ae ruada cisco Jos Pereira Braga. par. senhora umaporcaode harnea azias ^ "JWJ
Cruzn to no se,undo andar. propnas para assucar n,a por ao de gaira-
BP" Urna pessoa qui* escreve bem se offe-
rece aqualquer Sur. Advogado que delle se
quiser utilisar ; annuncie.
tE5" Precisa-se de urna preta fiel que en-
tenda de vender na ra ; quem a quiser al li-
gar annuncie
V e 11 (I a s
CS- Folhinhns de algiboira ; conlondo
alem do Kalendario &c, a confissao lio nw-
111,0 e um 1 ialo o entre um Algara*iq e
sua Mara i a a4o ris cada urna 5 Ditas de
BT I elalha-se um terreno por venda em dita, dita, dita com anedoclas, historias bous
S Amaro, com i-4o palmos de Tundo; os dictos &c a 4o ; ditas de porta divididas em
prelendentes diriia-se a ra do cabug loja semestres, a seis vinlcns o auno; dilaa Kc-
c Cera. clesiasticas a pataca 5 na praca da Indopen-
tST Alugio-se duas casas de taipa no lugar dencia loja de litros Du J; e 66 na ra (lo
da capunja baixa ; na pracinha do Livramen- cahug loja do Sr Randeira no bairro do
t0 rj# jt). Recife na ra da cadeia loja que foi do Snr.
S- Precisa-se de uma inulher forra que Quaresma defronle da lgrcja da Vladre de
soja fiel, esaiba cozinhar e coser ; smente. Dos venda da quina do beco do a/eite de
por dous me/es e paga-se bem : na praci- peixe ; defronte da Var da Boa vista
libado Livramento IJ. -y Precisa-se de um pequeo sitio perto Olinda. Botica da ru do Amparo.
dapraia,com c-isa para pequea familia, e XST I ous escravos mocos, ptimos para
que tenha alguns arvoredosde Iruclo quem lodo o servido urna mnla'ta (le -o anuos, com
tiver annuncie. bom leile para criar uma enanca cose, en-
KT Quem Ihe convier dar .?oo,ooo para re- gomma uma preta moca faz lodo o servico
ceber em lijlo de alvcr.ajia posto na obra at de una casa um molato bom oficial de sa-
fios de Fevereiro dirija-se a ra nova loja pateiro e ptimo para pagem ; na ra de
de Ferreira & Bra{;a ; adverlc-se que o tijo- agoas verdes casa terrea D. 37.
lo he bom e o preco mullo entonta. \ t= Uma casa terrea sita na Boa vista, na
- *BT mistando que fora preso no engenho do cotovello i), i bem construida sala lor-
Cateudc pelos moradores do lugar, uiu *- mu Chos propnos ; a tratar a rus -o--
cravo roga-sc ao Sr. do dito engeuho ou a -dereiro por detraz dos Martirios l>. o.
pessoa, queo ten recluso de ver seo dito es- ET Urna espingarda de dous canos fiu-
eravo lem os signaes seguinles-. representa ter minante, patente trancada em caixa com
90onnos, tem na testa uma carreira de ca- lodos os seos perlewces e ulencilios ; na ra
Jendiinlios conos imsmos nos peilos, um da Cruz n. ^i.
ijedacinho tirado na orc-lha esjuerda em iun VW Champigubo Ay^saulorne ciis, lie
dos pe i lo > uma mancha branca meio fullo caloison ciaieau laffitte, clialrau margeaux,
sem barba estatura regukir, e bastante bu- Si Julien medoc rh..mlcrlin cognac, con-
oal sendo poi$ pela furoaliva, pede-se o servas de vinagre dilas de nulas da juro-
b^eqaiodao remelter a esta praia a ra es- pa erviihas sardinhas nustarua., Fran-
SrciLi d'-> "'> im> Wri'P i rn a miar do sobra- ceza ti ulfes vinho do rollo, de Xern-s
D. 1* onde alem de (oda a despeza pro- azeitedocede superior qualidade (opos de
melie-sC {ratificar ao apprehendedor cristal, a pparelhosde procela na para cha tu-
S'h ra da Auroia casa D. i, faz-se do a preco barato ; na ra da achia w hu D
iantares (Kira lora, rom todo asseio e pie.,0 17 np>pfmero andar casa de A Ibs.h
rommodo, assim como toda qualidade da o?- Saldo Assn. groso a Lorno doBn-
njassas; na mes na casa se acceita .Igum ^s- gue Paquete de IVin..ml.uo luudwdo ua
rtavopare aoreudei a cozinbeitxr, e eosiaa-se lingoela por pre^o tommodo ; a bordo, ou
1' (jad^ no armazem de l-'iauciaco Jos limi;juet, du5
^ pie,ij>-fe alugar. um sobrado de um k liaras as duas da larde.
tena em cima um dedo grande alejado em
urna das mos |>s pt'(|uenos F costuma inli-
lu ai-se por lorra ; quem a pegar leve ao at-
ierro da Boa vita n 4 > que ser eeompcn-
sado.
pruprias p
fas de agoas das caldas do Gerez ; esta agoa
boje lo conb.ecida na europa pela su 1 viitude
obligou os especuladores a mandaren para
este e para oniros poiti-s dcste Iro crio, por
isso recomendarse o seu uo a aquellas pessoas
que padeterem ir.i:aol acoens de estomago ,
pois aue ella tem a particularidad* de ser um
dos melhores degest vos ; quem pretender al-
gn dcsles oh.ocios dirija-so ao esrriptuflO de
Antonio los de Magalbaos Bastos no largo do j
Collcgio casa piulada de amare lo,
i ny- I ma casa na solidade junio ao sobrado ,-.., .. ,. ,.. .
!da viuva do Marlins leudo un, grande quin- A'
tal com alguns arvoretbs de Inicio cueim-|
ba com terreno murado afenle, que se j
! pode edificar duas grandes casas; na ra de

AJovimetito NAVIOS ENTRAHOS NO I IV 17.

S Gonsalo I). 1.
~T Rap de Lisboa ltimamente ehegado,
em librase asoilavas e ditos de oulras qtia-
lidades cha perola em lata dito isson e
a retallo superior, ca tas finas Irancczas, di-
tas portuguzas caisas de tartaruga fttasde
gana a seliiiadas muito bonitas; na ra do ca-
hug loja do Sr. I andoira e Mello.
yrf- Qnalro muleques de nacau de idade
de ia a ib anuos de bonitas figuras sem
vicios nem achaques tres fsi-rvas de na, ao ,
de dade vico do una casa urna dita e. goinuiadcita ,
eco/inia mu bem um mcleque de idade de
i- annos, lodos osles osera vi s se dao a con-
tento : na ra de agoas verdes I) o"8.
i^* 1 uas esiravas, uma cila de bonita fi-
gura de idade de o anuos, cii,,oilii.a bem
liso, cu/inlia o diario de uma casa, coseih,
e lava roupa ; na ra direita D. iO ludo
do Livr.imeneo
L/ A p. ssede ?o palmos de um terreno
alagado nosguimentoxla ra da Auioia pa-
gando de bao o liso 1 alo o iCndo 000 de
nimio, t, doou em p(<|iunas poKoens aira-
lar na na le S C nsilo 1.1.
PernMi.buco da 6., tonel., M iVJanoel Jo-
s de Azevedo Santos, equip 6, earga!
sal ; a LeojiOldo Jos da Costa Araujo. 1
SABIDOS NO MESMO DA
MAMfNS ; Gatiola Holandeza Honderika,
Mostr J H Phokhir em lastro passa-
geiros os Hamburguezes Joo D Janiom ,
e Pedro Ilenrik Hollu.
.
ENTRA-'O NO DA i!\
MACEIO'-, dias Bi igue Nac. de Guorra
Nyctheroy, Connnand.inte o Cipito Te*
nenie Antonio onrado Sabir.o conduz I o
piacas (io r
Hiere 11 (tbciaes.
S ,il*:()S NO MFSMO DA.
HAI.Ib.AX Brignc Ingle/. Louise Mestro
W illimu l'nlby carga couros
MARAM4AO Brigue KsXuna >ae Chto-
lina, M l'raneisco liernardo do natos, car-
c.rga varios gneros ; passageiio o Padre
A.aiqucs Antonio G'onsalves*
- OBSF.UN ACOENS
No d>a sabio para o sid o Paqorle ln !rz
ftk b :ik pas.-a,, Lini oiiliu o esciavo cai.oeiro e oleiro xedoAoite
de Kli.a .i 'lo; um sehm i.., lo,. ... bou. OXU tN W*H0 l"'"'a I**"? *
mu. seus airtios ; na pracin. a do LiVrarheuto
lanii ir* iJaiwi ingleza l.o.d ( o hran
(lepos segu para Live.| oot.
i). S.
C^- Na pracinha do I ivi amonto ioja D.
.54, umconiplelosorlimeulode tacase garfo IlfcQtNA TYP. DE M. F. DE F. -JOj^
ILEGIVEL


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