Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03962


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Full Text
NNO DE 18UB. TlRCA Pli V

i;
i.


Tdo ,


'agora deptmle de nos rncsnicsj'(ta nossa prudencia, modera.
co, e ericrgiii : coniinnp'mos c6n o principiumos e scitmos auciitadpt
coai admiraco enfre as Nares mas-'cdlias.
froclamaco da Auemblea (eral do Bratit.
-?--
Siihrr*ve-!e par "'" f,',ha Vopo r"" quartdl 7naV,s adiantadot
(tosa 1 vpograria, na das Cnues D. 5, era l-'rara I), o; e'jK, vn i iisirnido-c tiles ''alis, sendo disproprio* asignantes, e viudosaafcig
nados.
Partidas dosCorreios Terrestres.
Cidade fla Parnfiha e Villas de na pretenco.......
L,i,a do Kio Cy.nde doNorU,. Villa, dem...................U
Diia o crtale e V illas dem........................* V
"Villa i e Gojanna................................../
Ci'lade d Olinda..................................Todo os das.
Villa e-. Anlao..................................Q.iinlas r*iras.
l>ila de Garantiiins e l'ovoac5o do Bmiio ........*............Das lo, e i't decapa mez.
Onasdo Cali. Nrialmem. Rio rormozo, e Porto Caivo............Mnn i n, e ai dito dito.
G
V
pnrlrm

3 dk Dibujara. Ni/ai ero
CAMMOS.
DezEMBRO,! ">..
Londres......3^ por ffooa ced.
Lisboa....... *,,-, po 0/o premio, por meiai ooerecidu
F'aiK.......7.)bris por franco.
nio Ol'KO Moedas de 6|4oo rs Vlh.
w?>
Nova

Hilas
Hilas de 4Jooo rs.,
RATA Pataces Rmtileiros--------------
Teros olmnnarios --------
Dilos Mexicanos ----.-'.-----
Premios das Letras, por mezI i/8 a 1 i|i porle*
Moeda de cobre 3 a 4 por-ioo.de dis.

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Uhoo a
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I#3to a
i#5io
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Dias da Semana.
'.id*e das Aladras, e Villadc Alacci.....,...................Mein Mnn
,'ilU de Pain ce r* or*s.................................dem 13, dito dito.
*'Jorlos os Crrelos pnrlrm ao meto da.
;i "J

Segunda -
Terca------- S.
S. Bibiana V. U.-----------------
Francisco Xavier Ap. -
rt S. Bsrboi., V. M........
Quinta-------- S. (>eral Are. -
Sexta ----- S. Nicjlu B. ---------
7 Sn libado S. A nlu-osi^ B.------------------
8 Domingo a. do Advento Cnceiclo de N. 5.
- No lia despacho.
- Kelaeio e Aud. do J. de D. da i. vara de manti."
- :-e4*o - Re. e and doJ. de t. da r.
- Ses. daTliez. e eud. do J. de I), da I. .
- I\el. c aud. do J. de O. c!a i. v. da n.
A/are chela para o da 3 de Deiembro.
As 2 horas e 64 minutos da manb As 3 horas e 19 minutos da larde.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
XrEDIIWTE DO DA %b ll p p.
OfBcio-Ao Comandante das Armas co-
municando-Ihc que o Recente em ^oine do
Imperador por Decreto de > de Oiiluhro precedente Portara,
dete-anno refoi inon na conformidotled.i I,ei
n. ijide o de Sclemhro de -8^h os A Reres
de Linlia desta Provincia Fels eixolo de
Rrito e v felo e Iynaciodos Reis Campello ,
f0 ,o Tencnle de ArliRiaria Jos l'edro da
Silva.
Dito-Ao Inspector da riiezouraria da Fa-
zenda commnnicando-Rie o contenido no pre-
cedente offieto..
ito-A t'.amara Municipal do Recife, com-
ninnicando-lhes qne tendo representado o Ins-
pector Cern das Obras ublicas, que o so!>ra-
do em que ora existe a Reparlicnm das mes-
mas oliras est como desannnno de i pal-
mos e que porisso oflerece eminente ruina e
jicri;;o tai.I -:i aos Km prados da Repn:tiMi"
como o Publico ; cumpre que mande coro
iii-jcncia proceder a necestaria vestoria dando
as providencias quelite compelte ; e que man-
de retirar todos os motis e mais pertences
existentes na ea/a dos Jurados afim de que
dar andamento a obra que se ali est
contetido no precedente officio.
Porturia-Ao Commandante do Brifjue Es-
runa Niclhroy, para entregara ordem do
Commandanle das Armas os recrutasque trou-
xe a sen bord da Provincia das Ala,",oas.
OIFtcio-Ao Commandante das Armas para
mandar receher os reclutas de que trata a

Diversas Repnrtigoens.
2 i cabos, i ditocom 6 par. i espingarda,
i caixa com moinhos para caire i dita com
i2 ftalheleiros, 3 caixas cim tinta d'cscrever
dila com ara preta 9 embrulbos com lial -
des t caixas com calcado 4 barris com fu-
mo t caigas com dito i barrica com pi-
menla ta india a caixas com mostarda t
barril com gingbne ( 5 caixas eom cliapeos tle
pallia, i du/.ias de feixos de barricas abatidas ,
4 barricas com lampos i caixas com caixas
para cb a caixas com clin t latas de (ol as
para azeile tocabas, JS carnizas 4' cc_
roulas 3t cami/as de la / fjigos com lou-
ca iq pessas de fio i caixa com pnles lo
-ditas com cadeiras duzias de cadeiras 4
ALFANni'G/v HAS FAZENDVS
O Brifpie Sardo Eridano viudo de Geno-
va eMareelba entrado em VS de ^ovembro cadeiras'solus'.""i' bar"ri'caco'm potac".
Capttam Simio Solano consignado a M. Cal-
A Pauta lie a mesnia do n. s7.
pos*a
fzertdo conforme requesita o dito Inspetor
Cern.
I'i'o-Ao Inspector Oeral liitirino das obras
PuWicas-, communicando-llie o conteudo no
precetl"nte o'Hcio.
l)ito-\n Cnmmandante da Compnnhia de
Operarios Fngajados paitecipand i-lbe que
foi remet ida ao Administrador iscal das O-
bras Publicas pira srr satisfeita a Corita
queacompanhou o seo officio de ai do corren-
. te, rel.iLtv.i no fornecirrrento de medicamentos
mesma Compnnliia
Portara-Ao lns|ieclor Geral Interino das
( liras Publicas, para mandar dar urna mo
de tinta na Salla do Doce! do Palacio.
di\ at.
Officio-Ao Commar.dante Superior da G
N. d ) Recife tk'leniMiiando-lhe que expeca
as convenientes ordehs pela parte que Ibe to-
ca para a raiule I'.irada doilia de De-
zembro Anrrtve>-sario do tVafatfcirj de S. M.
O Imperador O S.-nbor ". Pedro a qual
devar ser comporta dos Cor pos da 1. e .
Lefiocs deste Municipio dos da I egio d<-
OHtidU 4 tU> orpo de Po*icia e d.i Compa-
nliiad Aitfieescom 1 bocas de fgo
I > lo-Ao.Commandanle das Aunas, com-
muni'andtv-llie o mnteudo m> officio supr ,
e determinando-Ibe efio do Ck>mniundanle Superior da G N no
Da 1 de ezembro Lompanba d'Artifitvs
com 4 pet as.
Dito-Ao Corowel Cbefe da Legiao de O-
linda oara fazer marchar os Corpos da mes-
ma no da a de e/.enibro e pol-os a tfis-
posico do CdmrtiandMiite Superior deste \!u-
nicipii
-Ipual ordem fui expedida ao Ommandon-
te (.eral do Corprt de Polica a ftm de mar-
cbar com o Gorpo de >>eo (^immantlo
Diio-Ao ireelor interino do -Arsenal de
Guerra enviando-lbe a conla docniK^ilo de
Hntrmas. qne M leito pelos Atliruvs da
Companbia de Engajados, importando na
quanltade ,|^oo rs a fin de que os man-
de alisiizets ,.
Dilo.-Ao < ommapdanle da Companhta de
mont t Cotnp
Alan festn o siguinte.
De 'Mareelba.'
139 Pipas com vinbo 11 meias ditas com
dilo <, '/tbarns com dito 4 Ctixascom amei-
xas S fardos #com ditas t dilos om peras
""'" ; d'1" co nmendons. 1 .dilo com CAMAMA UUKICIPAL BA CIO A DE DO
floi de violas ditos com folhas de louro RECII'E.
dilo com alfasema a bahus com calcado,
caixas com bVenda de suda e chapeos de sol ,
dlt conf macassar, coditas com velas 5o
eaimra com conservas. dila com mercurio ,
3 volumescom chumbo d6 municao i fardo
MEZA DO CONSULADO.
A Paula be a mesma do n. i5g.
Sessao de 9.{ de Outubro de >r>3g.
Presidencia do Sur. Silva.
sebollas
Comparccerao os Snrs. Barros Pessoa ;
com lasenda de linho e ciminzas de flanella Chaves, e Oliveira fallando com cauza os
1 caixa com linas de pelica 3 ditas com bixas, mais Snrs.
De Genova. A borla a Sessao e lida a Acta da antece-
Poooo Caberas de alhos 88000 ditas de dente foi approvada.
5o caixas com mttssas >o fardos O Secretario dando conta do expediente
com papel, o pi|ias coin vinho de bordeaux menconou os seguintes ofBcios.
o meins dilas com dilo ,11; caixas com azei- (Jm do Exm. Presidente da Provincia orde-
te a dilas com vellidos. nando que esla Cmara mandasse pfbeeder
A Polac Hcspanhola Lince vinda de os necessarios exames e dar as convenientes
Barcelona ,' e Malaga entrada em -.7 de No- providencias respeitu di casi I), t sita so
vemhro Capitare Francisco Maristan consi- l'ateo da Igreja de \ S. do Terco que ame-
guada a VIannel Jpaquim Ramos Silva assa ruina deliberou Cmara que se
Mnlesloa o siguinte. remellesse o respeclivo exame.
De 1 arcelona. Uutro do mesmo Exm Presidente remetten-
S Pipas cottl vinbo 5 meias pipas com do Irez exempiares vinbo t hans com dilo, -5 bailas fpm hlicado na Corle d* Rio de Janeiro pe 1 S>-
inpel pardo, 000 resleas de alhos, Gooo ciedade Auxiliadora da Industria (Nacional ,
adiilios ordinarios, 1 ca xas com bixas. n(H me/.es de Abril, Maio e Junbo : in-
De Walag^a tarada.
Po Barns com azeile doce, ooceiras com Otilio do mesmo Exm. Presidente remet-
Ogos o lamboieles com dilos, 5oo caixas tendo os exemplares do Peridico mensal pu-
com passas 00 dit ts com ameixas 5o potes blicado na Coit do Rio de Janeiro pela So-
comuvas, 5a-- barricas de chumbo, 83 saceos ciodade Auxiliadora da Industria Nacional,
com dHo de mu un ao perlencenle aos me/es de Fevereiro e Alar o do
O Pi'laxo Americano Susan vindo de corrente auno; inteirada.
Roston enlrado em it de Novembro Capi- Oulro do mesmo Exm. Presidente parteci-
lam Wm A. DaVis consignado a Heutj paludo, que se e>ia Cmara ja lem despendi-
Forsler &Comp u l^umas quanlias como trahalho do ni-
iMaiiifestouoscguinte vidlamcnto das ras desta Cidade nao he
vinho preci/o aulborisacao, que pedem vista
da tei'Kiinante deiposicio do ant. ai da Le
ranea, 5 caixas com charutos ij barricas Provincial 11. 51 ; mas se assim nao tem suc-
com ditos, 1; barris Cofa vernis *i dilos ce/ido, que ficaria aulhoiisada para era-
com a lea trio S dilo com oleo de linhaca,, prehender o mencionado nivellamenlo de-
10 caixas com vinho de cidra, 7 dilos com ;endo anles organisar-se o respectivo or a-
ngoa-rs m barris com pos pretos 3 ditos mnlo, para depois de approvado pela Pre-
eom oca, 1 caixa com v;rdele arlficial r sijencia dar-se principio wferida obra :
dila com tinta verde 1 dita com foseada de addiado
eslpa o barris com abaiade. vopeda^osi Qulrodo mesmo Exm Presidente, parteci-
de couro para bombas O dusas de espeques, I pando ter expedido ordem ao Commandante
1.1 fardos de hrim <>*> barricas com carne .(eral do Corpo de Policia pura prestar ao
salgada, aH barris tpm |.fe, -o barricas! Fs-.al Rodolfo Joao Rarala de Almeida na
t)o Tessas de cabos ?i.-cestos com
champagne, > qui tolas ronrXgoai den le de da terminante de cada architectura regularidade eaformo-
siamento da Cidade e que nesla intelligen-
cia as devia fazer exectular fielmente at qua
oulra cotiza fosse deliberada pela A eral I egislativa Provincial : deliberou
Cmara que se fizesse publico por Editaes ,
e que as referidas Posturas fossem empres-
sas e deslribuida pelos Fiscaes.
Oulro do Prefeito dcsta Comarca levando
a consideraco desta Cmara necessidade qua
ha de urna Postura que ohrigue aos propi-
etarios fazer e consertar os passeios late-
raesdas ras desla Cidade, tendo bem fun-
dada esperanca de quesera acolhida e sanc-
cionada pelo Fxm. Presidiente da Provincia,
logo que fosse appresentada : deliberou a C-
mara que o Sur. Vereador Barros fosse en-
carregado de escolher dentre as Posturas, qua
estn alTectas Assemblea Provincial algumas
de mais argente necessidade para se pedir ao
Exm. Prezidente interinamente sua appro-
vacao.
Oulro da Cmara d'Olinda parieripando
ter remetlido ao Fiscal das Salinas divisas
dos Termos fasendo-lhe ver *|ual os seoa
deveres } e que nao queria excesso dejuridi-
So e s sim execuco das Leis e ordena
legaes : inteirada.
Outro do Juiz de Direito Joao Joze Ferrei-
ra d'Aguiar marcando o dia 8 do me/ de vo-
veml ro prximo futuro para ter principio 6.
Sessao dos Jurados; deliberou a Cmara que
se officiasse no Doutor Promotor para vir boje
mesmo faser o respectivo sorteameuto.
Oulro do Fiscal deste Rairro partecipando
ler procedido aprebencao dos porcos no dia
1 i do corrente e que depois de arremata-
dos em basta publica e dedu/idos as des-
pezas ficou liquido a quantia tle i{^;'oo res
que esla Cmara dar o destino competentes
que fosse entregue referida quanlia ao Pro-
curador para que a levasse ao Thezoureiro
do Hospital de Caridade.
Oulro do mesmo Fiscal exigindo quantia
de 000 rs que despendeo com o entterramea-
to de um corpo ; cerno provava com os do-
cumentos que junlou : que se* pacasse man-
dudo.
Oulro do mesmo Fiscal reme!tendo conta
da despesa que fez com o calsamento da ra
de Sanio Amaro que imporrou na quantia
de 8 "Mo reis e exigindo que se Ibe man-
dasse passar mandado da de t'Mo, visto ja
ter recebido importancia de fo000 rs. : que
se pacasse mandado da quantia de t,?.140 rs.
Oulro do mesmo J iscal parlecipando t*r
gasto quanlia deiQsonors como ez ver
do documento que juritou com o milhora-
mento^o cano-, que recebe as agoas das r-
as Nova anto Amaro ? outrs ; que ha-
via parado eom .referida obra em vi ilude
das ordensdestn Cmara : que se pacasse man-
dado da referida quantia.
Oulro do Procurador partecipando ter en-
tregue ao Thezoureiro da Adminisifftfao do
Hospital de Caridade ;i quantia tle iSfio rs.
procedida de urna corrida de porcos que Iho
entregnu o Fiscal deste. Rairro ; como fez ver
do recibo do mesmo Thezoureiro inteirada.
Outro do I iscal do Redil-r ,(;indo que se
mandissc s ali.-fazer ao Cirurgio Joo omn-
gues da Silva a quantia de 6 00 reis de du-
corn bolita 00 c;iixs rom sahao i bar- occasiao que se fiser mister os doze Guar-ia's corridas de Sande que com o mesmo fez
ricas com farinha de milho 5ooo pez ie tn-
.boatlode pinho 4 voltimes com um carnudo
e perlences 4 rodls eixos e varas a caixas
cm li\ros e papel a dilas com miudezas e
Has requisilados a fin de se providenciar
bguns estragos que no arrecife fusem os
Cabotiueiros ; inteirada
(miro do mesmo Presidente parlecipando
I Operario-Jirgajatlos, cooununicando-Ue o papel, i volme com t varas de medicao e ler approvado interinamente a Posturas cer-
no di c) e '' do correrile : que se mandarse
pasaar mandatlo. mSn
Oulro do Fiscal Ja Roa-vista exigindo, qug
se mandasse alisfaser ao Cirurgiao )t>u> d^
Silva Costa a quantia de ijoo rt. de urna

I
?
4
i


D I t*rt>^aS P f ft N A M fi U C Q

-con ida de sonde,-que com o mesmo fez no
assougue VUnicipa daquelle Bairro no da
* do frrenle : quee paeasse mandado,
.Outro da mesmo Fiscal remetiendo a rel-
laco das pessoas multadas naquelle l'airro
nos me/es deJulho Agostle Setemhro do
correiile uno -e exigindo "que se mandasse
satisfacer ao Doutor Felippe Neri a quantia
de b4oo re* de duas corridas de saude que
com o mesmo fez nos dias z8 Je Setemhro pp
e 9 do corren te em quant a 1. parte n-
teirada em quanto a a. que se pa asse man-
dado. .
Outro da mesmo Fiscal parlecipando ter
rendido corrida de porcos 9 "o rs e 'a de ca -
. bras tiaoors livre de todas as despegas cu-
jas quantias liavia eutregue ao Procurador ; e
exilia a quantia de -9 o rs que despender
com corre eso tia de 10/ o o Procurador fa a entregar Ad-
ministiaio do Hospital de Caridade o produ-
cto das corrida de porcos.
L'ompareceo o l)r Promotor e fez es-
traco das sedulas do. Jurados, q' devem com-
por sexta 5 sso ; e deliherou Ornara que
se fuesse publico por Editaes os nomes dos
mesmos
O Procuiador appresenlou as contas da Re-
ceita c l 'espezas pertencente ao i. quarlel do
corrente anno financeiro e fui Commisso
dosSnrs Souza e Pessoa para as examinar.
0 Escrivo Pedro Ignacio da Omita remel-
to ("amara urna petico de Placido do Ro-
sario e Azevedo citando-a para fallar aos
termos de um Libello Civel deliberou C-
mara que se partecipasse que ella se dava
por citada
1 espaeharo-se alguna rejqueriraentos. E
por ser dada hora Jevanlou-se Sesso ; e
mandaro f'Zer a preente em que assignaro.
E eu Fulgencio Infante d'Albuquerque e
Mello Secretario a esc re vi. Silva Pro-
Presidente. Barros, Pessoa, Chaves, Qli-
reira.
DISCURSO
Pronunciado na Cmara do? Sra. reputados,
na sesso de a de Outubro pelo Sr. Maciel
nionteiro.
Continuado do N 61.
Eu me explxo mellior : se o le;islador bra-
zilnro ijiiuai ciii raa.to ncubuina IuiiiIhI en-
tendeu que devia elevar o padro monetario a
i\ i pences e assim mesmo se poz muilo a
qiiein da base geralmente seguida pergunla-
r>-, hoje que o cambio se acha a i 1 isto he,
muilo abaixo de i pode-se dizerque ha fal-
ta de moeda? Mas, dizem alguna Senhores .
se ha ti I ti de moeda he preciso abastecer o
mercado.
Srs quando mesmo se admittisse a possi-
bilidade de hum tal phenomeno ; quando se
jeconhecesse falta de moeda a minha opinio
seria outra seria que se deixassem as cousas
como existem ; adiantar a amortisaco do pa-
pel nao I* traba 1 har para diminuir a sua mas-
sa Se eaisle falla de numerario, o resultado
nao lie o apreciamenlo do papel ? Se este he o
meio que o legislador leve em vista quando de
crelou a amortisaco qual o motivo porque
se julgaquea falta da moeda he hum mal
Eu pelo contrario creioque hehum bem
creio que o corpo legislativo deve deixar
as cousas como esto, porque o resultado seria
o encarec menta do valor progressvo do papel
moeda ; por consequencia nao ha falta de nu-
merario na circulaco e quando houvesse a
conclusoa tirar seria outra ; seria que nao se
tocasse em semelhante materia Lon-
ge por tanto, de admillir aforra deste ar-
gumento eu entendo |ielo contrario que
elle he contra producenlem.
Senhores eu tenho muilo brevemente lo-
cado nos inconvenientes de huma nova emis-
so presumo porem ter dito bastante para
convencer a cmara de que tal espediente nao
pode ser adoptado por aer anti economa e ru-
inosa j e que trajluzdo em termos claros e
financiaes quer dizer banca iota- ; e per-
guntarei a cmara ; EsU ella dispoata rom
ffeito a declarar a bancarota ? Por bancaro-
ta enlendo pagar menos do que aquillo que se
deve ; eje o thesouro tiver de pagar aos seus
em presos e aos seus credores menos do que
deye, nao he isto huma verdadeira bancaro-
ta ? Tendo o cprpo legislativo outro* meos de
que pode lancarmo, deve alfosiar de si o
meio extremo ignominioso e prejudicial da
baacarola. ela minha parte, tendo. como
tenho hum invencivel horror a I o desastroso
expediente nunca poderia approva-lo seno
em circunstancias por extremo criticas edeses-
peadas, e nunca qudo se me oerecem inda
outro rtmtnot.
Sr. presidente, huma oulra, idea fo aqa
suggerida e ventilada para prenchimento do
dnit de que se trata ; esta idea he a dos hi-
lheles de curso forcado. Senhores, hum tal
aystcma nunca Coi admiltido entre nos e mes-
mo nao lem sido admiltido seno em algiins
paizes ; enlendo por tanto que em quanto ou
tros recursos., oulrns arbitros reslarem ao go-
verno para fazer face s despezas publicas a
adopeo de tal medida leria r cundo da impru-
dencia alm de que a sua novidade asss de-
ve por em caulella os espirtos babituados
aenda di ohservaco. Eu enlendo senhores,
que em materia de Ruancas as novidades po-
dem ser funeslissimas : he preciso que a expe-
riencia e a ohservaco esclareca aos legislado-
res ; seguramente nem a experiencia nem a
a ohservaco non i-.odem esclarecer so-'
bre este expediente; e entretanto nao se
quer pioceder s apalpadellas, por ex-
perimentos .- qiier-sequp o governo seia aillo
risailo a emillir cinco seis eoilo mil conlos
em hlheles do thesouro : de mais quando se
podesse adoptar semelhante recurso, nunca ae-
ria nesta exlenso ; em tal caso conviria que o
corpo legislativo pmcedesse com lento com
circunspe! o que Ibsse fazendo pequeos en-
aaios que se emitlissem hi I heles na raso ,
porexemplo, de 1,000 conlos de ',5oo,
,00o, .'oo, &e ; porque ento a experi-
encia posterior nos TtfS esclarecer. Mas lan-
ar de xofre na massa da circulaco tal quanli-
dade de papel, he cousa em que nao posso
con v ir.
N inguem pode calcular os effeito' de tal me-
dida 1: eu ousaria mesmo pedir no nohe ele
potado que a propoz eu ousaria mesmo inti-
marllie perdoe-se-me a expresso que me
desneva o resultado de seu syslema : por mi-
nha parte declaro que nao vejo dados para cal-
cular seus effeitos elles podem ser de mag-
nilude extrrordinaria podem ser de grundes
consequencias : a opinio do paiz o estado da
circulaco as modificacoes infinitas dos es-
eaimhos. e das transaccoes ludo isto he que
ha de imprimir neste novo recu'-so a cor a
forma que elle ha de ter: por ora ninguem
pode responder por seus resultados. Ora ,
senhores, en pergunto ; ramara se na duvida,
na conlin^encia de ser este meio funeslissmo ,
convem adopla-lo; se nao seria melhor espe-
rar pela experiencia e guiar-se pelo farol del-
ta eu enlendo que esta raso he muito forte
para re citar semelhante meio. I emais se-
nhorrs*: nntetH-m a cmara que os males aqu
apuntados de huma nova emisso sao inicua-
mente npplicaveis ao svslcma de hilheles re-
flcta a cmara que todas as vees que t ver de
augmentar a massa do numerario em circula-
co e numerario ficticio ou seja em hilhe-
les ou seja em notas, os mesmos effeilos bao
de resultar. Aindamis, he preciso ponde-
rar que sendo os bltieles segundo querem
alguns de huma circulaco mais limitada ,
isto he nao representando inteiramente o nu-
merario nao tendo o emeio, as funeces com-
lelas do numerario oque se segu beque
ia de ser mais des va na oso que o papel moe-
da e neste caso soHrer hum rebate.
Depois senhores confesso que me acho
muilo embaracado todas as vezes que quero
calcular os effeitos de duas circulaces co-exis-
tenles todas as ve/es que quero comparar
qual be o effeito da circulaco des hilheles ,
concorrendo com o das olas e se me exfor o
por avalar a influencia mutua de huma sobre
outra a figurar-se-me ver a projecjo de .
cor pos gravea na superficie de hum lquido
descrevendo cada hum huma serie de circulo?
que se enconlra se nter clioca se per-
tiul.ao, eacaba emfim por destruir-se reci-
procamente.
Alguns Srs depulados lem querido apadri-
nhar a sua opinio da emisso dos hilheles com
o exemplo da Gr-Brelanha : nlfjuns lem
dito que esta idea he emprestada da (ir-Bre-
tanha, que neste paiz os e.xchequer bilis lem
grande vanlagrm. Senhores be preciso pii-
nu-ii menle conhecer que os exchequer bilis da
Iuglalena sao filhosde huma neressirlade mili-
to apurada : os exchequer bilis nao apparece-
rao em pocasfloiescentes mas em pocas de
grandes apertos sallemos que esles exche uer
bilis concn em com oulra especie de moeda ,
como, porexemplo os hilheles da marnha ,
os hilheles da a rl i I ha ria ; estas tres especieade
papel lem curso loteado sao recebidas as
estacos publicas; mas huma necessidade ur-
gente obrignu a islo ; nao sei se na poca em
que os exchequer bilis fora reetbidos na In-
glaterra o crdito publico eslava consolidado;
nao sei mesmo se a Inglaterra podia contrahir
emprrslmos xanlaiosos mas oque sei foque
depois de reguhirisado o syslema de em presti-
mos depois de regularizada a amortisaco ,
he que na Inglaterra o crdito se expandi se
alargou -, al eolio os empreslimos cra6 con-
traliidos com mnila difficuldade era muito
onerosos e por isso lancou-se mo dos exche-
quer bilis; mas as nossas circunstancias ,
posto q'ue ni conbe a que nao sao felizes jh-
dremos dar .-preferencia a este meio sobre os
emprelimos ? Enlendo que nao. Mas dizem.
os noli res depulados As rendas destinada* t
para amortisaco do papel saolamhem desliv,
nadas para a amortisaco dos bhelea. Mas
nao se v em ludo huma verdadeira ch mera
illa realidade em lal expediente ? Nao he hu-
ma verdadeira illuso ? Nao he o mesmo a-
mortsar exchequer bilis que amonisar papel
moeda ? Enlendo pois Sr. presidente que
a emisso de hilheles do thesouro pinle ser fu-
nestissima que he hum meio novo nao segui-
|do entre nos e s em huma ou outra-na o ;
entendo que elle aprsenla os mesmos incon-
xenienles que o papel moeda e iue por ou-
tro lado, teniendo a cslabelecer huma nova
circulaco, lera de complicar a grande circu-
la o mondara, e por consequencia nao o
posso admiltir
Sr presidente, muitos outrns expedientes
fora lemhrailos para apagar o dficit do anno
financeiro findo edoannocorrenle roas es-
forcanilo-me eu por refutar as vautagens de
qualquer dos meios considerados precipua-
mente me parece eslar di pensado de os re-
fina r promiscua mente
Agora permitta-me V Ex. que enlre na a-
nalvse do nieu pro celo eque moslre qued
todos a presentados he o que offerece menos
incoiixenienles Srs fallando da soguwda
especie do dficit, eu disse que era de nalure-
za especial e que especial devia ser o ir.eiode
preeuche-lo ; verei se posso dar a demonstra-
co desla prnposi o des mivolvendo a doiilriua
do meu projecto. Eu enlendo Sr presiden-
te que o corpo legislativo deve ser muilo cir-
cunspecto quando decielar as despezas publi-
cas que elle deve examinar nao s a necessi-
dade desla despeza, como as faculdades do
thesouro para fazer face ellas ; entendo que
a cmara nao deve perder de vista o principio
deque as despezas do estado devem estarna
raso das suas necessidades combinadas com
as suas faculdades He verdade que aegun-
do o syslema que seguimos na discusso da lei
do on amento, nao he possivel nunca obser-
var restricta e religiosamente esle principio ;
sendo o corpo legislativo o que deve advertir o |
governo solire excesso de despeza acontece
quequasi todas as propostas de dfs|iar. ub-
mellidas considerarn da cmara nunca s
conservad nos algarismos apresentadoa ; o cor-
po legislativo quasi sempre as Augmenta e a
causa disto nao se pode remover At>s couhe-
cemos as necessidades locaes de nossas provin-
cias procuramos satisfazel-as e ordinaria-
mente nao entramos na analyse no exame da
importancia dessas necessidades ; multas vezes
nao procuramos saber se as necessidades que
temos em yinU remediar podem preterir oulras
mais urgentes e que dependem de prompto
remedio.
(Contina.)
Correspondencia
Snrs RedactoresTendo o Exm. Snr.
rresidente rom aquella circunspecco que
deslingue lodos os seus actos suspendido,
segundo o artigo 4 do Decreto de o de > ar-
co e 1 'ij a execu Soda Senlenca de morte
proferida contra o pardo escuro Antonio 1 io-
go cuja cauza por caridade advoguei peraule
o Jury ; rogo-Ibes queiro inserir no seu
cstimavel Diario a inclusa nula do reque-
rimento. queredig em nome do mesmo par-
do, implorando a sus; cucan ohtida ; pois que
me persuado que a publicidade d'esse reque-
rimento convidar os entendidos na materia
pora a discusso das quesles que elle en-
cerra oque muito convem ; lusti.a publica
que se illucidem.
Muilo obrigado Ihes fcar porque si por
ventura bouvrr quem discuta a materia, ad-
querir a iuslrurio que carece
O seu constante leilor e venerador
Jos I ei nardo Fernandes ama.
Illm. eExm. cnr. O dWgracado Anto-
nio 1 iogo, rondemnado i llega mente a morte
pelo Juht de Direlo da segunda vara do crime
o Doutor Antonio Joaquira de Moraese Silva,
que presidio a passada sesso do Jury con-
fiado nos filantrpicos sentimenlos que do-
minam o enraco de V. Ex edequeV. Ex.
lanas e to repelidas rovas lem dado, sub
mis>o vem |>eranle V. Ex. onde a voz da bu-
llan idade oprimida jamis se oinio em vo ,
expor queuoprocesao 1 m que foi coadem-
nado por se Ihe atribuir aaaorie do infeliz Jo-
s Beserra Cavalcante Monte-Negro, iota
atropelladas as leis, e os i mm uta veis priucL .
piosde Direilo criminal.
fuas leis Exm Sur., deametralmenteop-
postas regulam o julgamento final dos proces-
aos de cr i mes ca pitaes que se julgara no
urv : o Cdigo do Processo, e a Le de o
de Junhode i^35 A primeira garante com
amplitude os meios de defeza : a Segunda rea-
linge-os tanto que-quaze que lira al OS que
sao de Diceito Natural Mas esta ultima Lei.
leudo aomehlelugar areapeito dosescravoa,
eslahelece necessariamente urna queslo prece-
dente a lodos os jiilgamehlos em que ella lem
lugar : He ou nao eserava a pessoa que vae
ser julgada ? Eis a grande queslo vital ,eia*
a primaria ecssencial. sem cuja trrevogavel
decisao nao pede progredir o I rocesso. flfah
o Juiz de Direiio eriiendeu que, com um ras-
go de penna podia :51em de terminal-a, tor-
nar tambem a sua decisao irrevogavel em-
bora expressamenle o contrario desposesse o
artigo 181 do citado Cdigo ; (regra geral da
qual nao he dado ao Jifu apartar-se seno
nos casos expressos na Lei e nunca por in-
dueioes) e assim privn o Suplicante =do mai-
or dos seus meios d defesa.
O advog-ado. tjue por caridade defendeo
Suplicante, antes de coroecar a defesa expo*
an J11iz.de ireito a seguinte Excepco preju-
dicial. Que o Suplicante era Cidado li-
berto ; porqpe, tendo sido escravo de iogo
'ose de Canalbo se libertara dando-lhe pela
sua liberdade a qnanlia de ^ollooo reis que
pedir prestada a Antonio Espindola (mora-
dor assim como o dilo Diogo em a Provin-
cia de S l aulo) passando a pagar ao mesmo .
Espindola essa quantia amorlisando-a com o
producto de oilo anuos deserv os mais que
passados quase dous anuos viudo para Per-
namhuco V Maa Barbora de Carvalho An-
drade irman de seu ex-senhor equeiendo
o Suplicante acompanhal-a pcdu-lhe S^ol
reis prestados para salisfazer a Espindola o
que anda Ihe restara e a referida D. Marta,
a fim de servir o mesmo Suplicante, pediu
a seu marido ( o falescido Monte-Negro) que
prest asse esta quantia o que com eleito Fez,
rrcebendo de Espindola a Carta de Liberdade
(passada por Diogo Jos) que Ihe servia de ti-
tulo de divida ; e que eslava* em aeu poder
desde que prestara os a5oUooo res
Este laclo,, que ainda sonnnte alegado,
convidara mais escrupulosa averiguaco,
foi na porte especial latamente provndu ; par
quanto a mesma D. \ aria I arhora que ae
achava prsenle aecusando o Suplicante af-
fn 111011 que era verdadeiro o negoxio de Es-
pindola com seu irmo assim como era ver-
dade que o uplicante Ihe pedir os ^oVooo
reis prestados, para pagara Espindola, e que
ella pedir a seu finado marido para fazer este
negocio ; mas que nao sabia e nem Ihe cons-
tava que seu irmo passasse carta de Liber-
dade quando o Suplicante passou do poder
delle para o de Espindola
t oncluida esta conhsso de D. Mara ou
prava plena oficrecida pela mesma aecuzadora,
continuou o Advogado do Su licaule nos se
guintes termos pouco mais, ou menos -^ as em
vez da carta de Liberdade que esta 1 a em po-
der de l-.spindola aparece agora um papel
(no qual nem ao menos o nome de Espindola
ae repele) em Diogo Jos que a pito de
a annos ja nao linha Dominio no reo, tranle-
re a Beserra os ser vicos do mesmo reo por 5
annos Este papel de Iranslerencla de servi-
ros be falco ealalia de reconhecimentoAis
firmas o faz carecer de toda f jurdica. Co-
mo podia Diogo Jos em iS i8 transferir para
Beserra os ser vicos do reo, si desde 1 h nao ja
tiulia dominio sobr'ellesP Meu conslituinledes-
de 10 6 esta' liberto ha va sim he verdade,
hypothecado os seus servicos a Espindola por
oilo annos, e p^la quantia de i5oUooo reis,
porem como contiesse na transferencia d'easa
liypolheca ou engajamento para Beserca ,
dehiiou-se pera com este pela quantia do
i cL'ooo reisa fim de i'a pagar com os ser-
vicos de cinco annos. Mais lornar-se-hia por
esle engatllenlo escravo de eserra ? I>'ao
cei lamente, t'or este mesmo papel, cuja fil-
sidade meu constituidle sustenta, como po-
de ser considerado escravo si elle nao he s-
menlo ohjerto do con!relo ; mas tambem par-
le contraanle ? A lem de ludo isto dado e
nao concedido que t-Me pajel fosse bstanle
para reduzir meu cliente a escravido nao
pode ser considerado se nao como um papel-
de venda mas a si/a nao foi paga esta fal-
la annulla o contracto, logo o reo o pode
ser considerado escravo de i'eterra logo nem
(odas as dispoai cucada le de 18 *S Ibe sao ap-
plic;\eis tanto mais evidenciando-ae pelo
que se acaba de e i por e provar com u deca-
raco expontanea da vi uva aecusadora, que
o reo nunca repulou o finado l'ezerra como
a#u Knhor t Ulo o *> poda* repaUr que

ILEGIVEL


DIARIO
b B
I
essecavallo queandava procurando-e de que
nos auto* se tracta Ihe lintva sido vendido pe -
lo mesmo Be/erra, como acabam ago-
Tt mesmo de -on ti i mar a viuva e seu fillio
que esto presentes Se lezerra considerras-
se o reo coma seu escravo contra lar i a com
elle vender-lhe-hia hum cavado, como at-
iesta m sua mulher e seu Knleado ?
Depois desle arrasoado no qual inais algn
argumeulo de niomentoex|eiideu, concluu o
Advogado sustentando que o suplicante era
liberto e que por maneira alguma poda
ser reputado e: craso do finado l'ezerra e,
suhnielteudo Excep o a deciso do Juiz de
Direilo requeren que previamente elle de-
cidisse: se a queslo proposta era de Tacto,
vu tie Direilo.
Pediram a palavra o promotor PubPco e
o Advogado da viuva aecusadora e susten-
ta ram cada um por sua vez que a questo era
de direilo somente suscitou-se entoum de-
bate entre os aecusadores e o Advogado do
Supplicante. Aquellessustenlarain q' a ques-
eo era de t ireito e o Suplicante escravo de
Jos Be/erra ; e este que a queslo era de Tac-
to e que o mesmo Suplicante ca libprto
Concluida este dbale ; no qual nem urna
das parles se deu por vencida, continuando
por lauto a subsistir a duvida, si a queslo era
de Fado ou de Direilo ; decediu o Juiz Que
a qui slo era de ireilo, que o Suplicante era
escravo e escravo de Jos lezerra.
lie ler o Juiz de i ireilo decidido que a
questo era de ireito e nao de Tacto, ap-
pcllou o Advogado do Suplicante para a Re-
Jaco do deslriclo, secundo adesposicS do
artigo iHi do* odigodo Processo, e porque
tendo esta inlerlocutoria Torca definitiva ou-
trorecurso nocabia. Mas o mesmo Juiz,
dando mais amplitude do que tem o penl-
timo Artigo da citada lei de lode Junho de
ioJ5, nao admiiiu o recurso permiltindo
apenas que se fi/.esse por termo urna declara-
co d este incidente para subir a presenca
deV. Ex.
Ora o penltimo artigo da Lei s prohibe
o recurso depois de sentenca condemnaloria ;
como applicar esta desposico n um caso ante-
rior a sentenca e n'uma questo de que de-
penda asa mesma sentenca ?
Fui nesta deciso precepilada em que o Ju-
iz de '.ireilo enteudendo a Leii de urna ma-
neira singular, ferio de roorte o* infeliz Su-
plicante e he sobre ella e anda mais sobre
iransgresso da ultima parte do arli;o (f \
do Cdigo do Processo que o Suplicante era-
Elora a allenco de V. Ex Exm. Sur o a-
uzo na applcacao das Leiscriminaes he to
preudicial ao Estado commellido contra um
desgracado como o Suplicante ; como contra
uro cidado dos mais grados : o mal n'esle
caso nao reside tanto no infeliz que o sufre,
-como no precedente que se sanciona. Mas tor-
nemos a queslo.
O Artigo a8 do Cdigo citado detpoem
que todas as quesloes incidentes de que de-
penderem as deliberaces finaes sejo deci-
didas pelos Juu.es de laclo ou pelos de Di-
reilo, segundo a materia perlencer, e que ha-
vendo duvida si a questo be de Faci, ou
de Direilo o Juiz de Direilo a decida com
recurso para a elaco
Desta duposico claramente s v que o
Legislador nao quiz que a deciso do Juiz de
Direilo fosse irrevogavel : logo se Ihe nao
incumbi urna deciso deste nalureza porque
em d'ueito s se diz sentenca irrevogavel a-
quella de que nao he permklido recorrer,
couclui-se evidentemente que todas as veses
que nos incidenies de que dependerem as de-
' cisnes finaes e que como no caso prsenle as-
sni lurem decididos pelo-Juiz de i ireilo in-
terpondo-se appellaco. deve suspender-se o
RRNAMBDG
o
-
e pela sepunda s selle voltos bauo para pena WV.do ; na senlenca de morle proferida unl-
canilal u.ra menor nao he am.licavel (sal- jmenle em conseq.ienc.a da conhssao ,gual
va a excep o do Ar.igo q, do Cdigo) e ero se nio maror frula Ihe ebrio. Implora p .r
umrecuro resta Alero d isto anda mais orttra tanto o Sup a V Kx que atlendendo aoalro-
duvida abrangia a queslo : si no caso dse pello com que se proceden n este-preces
considera___"___~ ^JS~-- p *" nir asmas elermuiaroes do t.overno c
Beserra
tea est
porque considralo escravo ucun.. ...- -,-.^j-......
rerra linha a seguir na senlenca, segundo o derador este negocio .moranle nao pe
mfmero de vlados e consilerado dos ou.roB pessoa do infeliz. Sup. mas pelo precedente
mui diflerenle norma o deveria guiar em que esta belece eque lantoleve em vevi-
m ir.lava-se de saber; si o Suplicante era uro humansimo citado Dec.
cid ido liberto ou era escravo e como sem
estar irrevogavelmente decidida esla impor-
tante questo da qual pssencialmente depen-
da o julgamento final, podia este profenr-se
Como sem atrepellar a juslica podia o supli-
can le sentenciado como escravo sem estar mj-
Ycvogavelmente decidido si elle era ou nao
desta condico e no caso de affirmaitva si
era escravo do assassinado causa da aecu-
zaco
' Esl pois evidentemente demonstrado que o
Juiz nao por maldadc de coraco (compre jior
Juslica confcssa-ln) mas por entender a lei de
urna maneira singular transgredios-a da ma-
neira a mus palele mas, Exm Sr nao
foi s eos esta inlelligencia que elle^ a fertu 5
na Senlenca de morle que exarnu ainda m-
ior, e miis penelranle ferida Ihe fez.
Nem urna prova dos a netos consla contra o
Sup se nao a que resullou d urna confissao ex-
tra udirial que fuera possuido de terror e em
tal estado de alienaco mental, que si o Sup
nao fora lio desgracado nem urna importancia
se dara a tal confissao. Mas deixando de
parle as causas que a ella deram lugar dei-
xando lam em de parle o nao ler sido feila em
Juizo desprezando igualmente o nao se Ihe
ter nomeado Curador quando il legal menle o
interrogaram como escravo na Sub-Prefeitura
d Olinda, conceda-se por um momento que a
confissao foi a mais expontanea possivel que
foi feita em Juizo competente que ao Sup se
nomeou Curador que se segu de ludo isto
si alen d'ell nao ha ou'ra prova- ? Somente o
qup despoem o Cdigo citado no Art. p. E
oquedespoem? Permita V. Ex que o Sup
repita as palavra dsse Art. A confissao
do reo em Juizo competente, sendo livre.
coincidindo com as circunstancias"do faci pro-
va o delicio; mas no caso de morle s p sugt iu-lo a pena immt'diata, quando nfio ba-
ja oulra prova.
Ora dos auctos, tirada a confissao sohredila,
nada ahsolutamenle mais consta alem das
circunstancias do faelo (referidas por algninas
testerounhas) que coincidtram com a confissSo;
como poU pedia o Juiz impor a pena de morle
Como procurador- Jos Bernardo Fernan-
des Gama.
Avisos I >i verso*.
tsr Precsa-5e de urna ama para tratar da
caza de hum tomem solteiro : na ra da Ca-
deiado Recife loja defazendas n. > .
. \ST Aluga-se huma caza de pedra e cal ,
no lugal Ha caza forte por tempode fesla com
___ J ._____ _^_l r.._:ila nonvlii t> mom
11 qurui na 1.11.
%ar Presiza-se de huma parelha de cerra-
dores pagando- se 4 ** Pr c'^* a'* :
na racinha do Livramento 11. /$.
tsr Vende-se urna negra de nado de id*
de s5 annos coziuha o diario de urna casa .
lava de saba6, e ptima quintandeira sem
vicios e nem ac! aques : na ruad Agoas ver-
des suuid unto a greja de IS. S. do Ter o.
tsr Precza-se de um cont de reis a jtt-
ros de por cenlo ao mez dando-se para sega
ranea um bom sitio perto desta Iraca: quem
qui/er dar annuncie.
- Precisa-sede aoo'rs a juros por tem-
pe de^b mezes, dando-se firmas seguras an-
nuncie.
XST Ape/.ar de terem ficado scienles os6<
Irmus Tera'iros da Ordem do S. H. S.
ranc'sco desta Cidade do Hecife que se reu-
nir.iono dia So do nrez p. p de quenodia,
esla feira do corrente Dezembro as tres hora
da tarde teria lugar a tercena reuniao no
i onsistorio da mesma ordem para continuar
a discuco dos seus Estatutos ; loda*-ia se fas
Uma Associaco de Advogado* presidi-
da por i'ernardo Pereira de Vasconcellos ofle-
rece o en prestimo na Corte aos habitan-
tes das Provincias do Imperio para as seguin-
tes incum!>encias :
, o Tratar de Apnellacw e quaesquer
outros Pecursosqueforem interposts das Au-
toridades estahelecidas nns Provincias para a
RelacSo, Tribuna Supremo de Juslica e
outros
% Requerimentos Re resenta 5*s e Re-
rlamaces ao Governo Imperial, Assembla
1, fr o prezenle annuncio, tanto |>ara conheci
'Ohrira-se a mencionada Asocia o a pro- dos Irmaos Tercei.os que nao comf
mover s referidas incumbencias, tanto na como para dar cumpnmenlo ao lermo que
narie da Advocada, como na de Procurado- se fez na pnmeira reun.ao em qu compa-
rias Afencia, &c. quando os consti.uintes recero os tnnta e tres IrmSoProfesos Ad-
o nreTiremculros; aos Procuradores e A- verte-se aos mesmos Irmaos Terceiros que
entes da Associaco a qual s tem em vista tenhio a bondade de comparecer a hora mar-
ES.M andamento da dependencias do cada por que dada ella romero osVrabalho.
moradores lora da Corte O mais inviol.vel em comform.dade do relie, ido I ertno
seredo ser guardado quando os conslituintes tsr Nesle Engenho S Joze de Ipojuca a-
^ecommendem. ou o* exija o bom xito da pereceo uma prela nrocurando-me para
prelo quando porem por algum mol -, compra e mdsgando della d onde era e orno
o ponderoso nao possa a Associaco encar- te chamava seo senhor d.ce que era da C.da-
3^dealfimainc,1mbenca. nodeixa- de mas nao sabed.zer qual a Cidade e qu.
rf^oTi-o de assegurar o direito do constitu- seo senhor cl.amava-se oaquim de Ol.ve.ra.
ule, Procurando%. Advogado do melhor por tanto se he ou nao ass.m nao me^ sendo
mrito, que tome a seu caigo o cuidado do potmel a cer ar com o dono da dita faco sa-
,., Dnin ber por este Diario para que quem fur seo se-
P' Tm crTasS era o eons.i.uinte: nhJl procu. qnanto antes por isso que nao
.censando o recebimenlo dos Autos, Dora- quero comprar e mena, ter escravos alhe.o.
ST, Procura lo ou cartas que Associa- emminhacasa devendo porem *******
Uo forcm d;ri,5id; communicando o mues da sobredOa -crava e v*** della
1
cin iorcm din. ~,----------------,i 1
despacho outral'alho definitivo, que ti ver M- desconheada para que Ha nao sisme e por .
fo aPhem da preten-o ; J avisando o defe- .sso se auzente e fique cu sugeito a note que ^
rmenlo ousenten a final. Alem destesa vi- tanto abom.no.~Joaqu.rn ledro Urreto do
Sp^rSr^^ttVr.t ^Traspassa-se o arrend.mento da loja
comopoUHiaoJnizimporapenademone ^^^^^5^^ STlXA X'ad^ 'que^ l
SKSets^^ rnder dirija-sea rua do Queimad0 loja
dosauccos. Sino est. par. quem executar, pelo, cons.i.uintes ; equandoinao Hawre.os U 9- Porluguez de
serameos ?^ e Liar
minal, e ua do Cod-go do Processo ? Para os so em falla (I estes de.xarao ue ser .e os ^ .^ Je Kavo ^ ^n faier
Jurados ? Nao, por que a sua r-gra como bredilos avisos. ^.nndpnra as vezes de uralicante ; pois, elle annuncian-
diz um Criminalista notavel e se lem pro- E' responsavel por loda "^^^nc^ ^^j^rte viaVens redondt, (isto na
clamado he nao jer regea. (a; Logo para bem f^J*jgf >YZZZ\\Z alidade de passageiro), ecomose lenh. da-
quemforam? Tocouporvent.ua ale. de .0 ejuenmentos&c odiloB. l Je Va^oncenos a I do mar deseja-se applicar
Je Junho nem de lele as regras estabele- Presidente da Aj*r..ceo tode JJJJ- ^uL T-orisso roga a qualqucr S. Ca-
cidas nos Cdigos sobre o valor das diversas denc.a en^1 .izW. ao Mmjgmg**. SiCS pecbe'u. ennttncmr sui J
provas? Noertamenlet esla Le. apenas a- .ero fe.ta pelo .denle na morad?a poresle iaro.
Creviou o processo eaggravou a, penas ,m- O *fl+ TTrTer de rS Foi-, MT Quem precisar de um capelo (que por
poslaa aos escravos hom.cdas : mas a desposi- rua do Areal N. a7 Iravessa da rua ror | |a^|w0Cl do } a as Viissas do Na-
Sur^r^he": KmS qTe'^oo Toda correspondencia.ser franca de por- tal al o mez de Fevereiro prximo vindouro.
escravo convencido segundo a Legislado em le ; ficando na .ntell.genca; os que qu.zerem annunce.
..:.. .1.. i^n m,w.r, n <,. escravo convenciuo segunuu o i,cgisi.iiau rm ic ..*.... -......"__ *
vigor v de ler morlo a seu Senhor Senhora | incumbir qualquer negocio 1 Associacio que
&c &c sofresse pena de morle sem recurso as cartas que assim Ihe nao forem dirigidas .
bastando ueste crime -te votos, e em outro se nao tiraro do crrelo Acompanharoo *"*"<** .-"j;-^" "d~e" anoer Bua
qualquer de pena capilal nove, mas com re- cartas que fizerem qealquer .ncumbenc.a os se a ruajireU em casa ^de noe q
Z___V. ^InC,. nSn ^.nr^Ho sp_ mpios necessar.os, ao menos paro o seu de M acedo para se Halara respe.io.
%c> Toda e qualquer pessoa que tiver di-
vidas na t.ovinca das Alagoas eaa quiser
entregar a oulra capaz deas cobrar, dirija-^
curso do processo ; por quanlo a nao se pro- si:. CLttfisso e n'eale caso a Lei nan quer que
ceder assim caLe-se no absurdo de proferir u- morra ,
1_______. '._J-____TI______
ma senlenca, que deve ser certa tendo por
base um principio inserto. Si a deciso do
incidente he incei la em quanlo a relaco
nao a confirma, ou revaga : si da certeza d es-
ta deciso depende o julgamento final como
pode este prolerir-se antes de tomar-se in-
variavel aquelle principio em que deve fir-
mar-se ? Resta pois somente observar, si a
questo proposla dependa a deciso final, e
quem a poder negar ?
I raiava-se de um incidente sim mas nao
d'aquelles apenas relativos a ordem do pro-
cesso ', porem de um incidente quedevia ser-
vir de bazeao ulgamenlo. e sem cuja deciso
irrevogavel nao podia esle ter lagar ; inciden-
te no qual devia ventilar-se e decidir-se
si o Suplicante bar de ser julgado pela, des- n
posicon do Cdigo, ou da Lei de rod Ju- o
nhode.oJ5. Pela prior-ira
curso; porem o Sup. nao pundo quer a Legislaco elle Heve contra principio, on ordem a prssoa aqu abonada,
si u cunfisso e nesle caso a Lei nao quer que Rio de aneiro 1 de Oulubro de 1 9
morra romo impor-se-lhea pena de morle T Prerise-te dnzenlose c.ncoenta mil rs
Um caso idntico a Ires ou qualro mezes leve a juros dando-se para hypolhrca urna escia-
iugar na Corle como refere o Jornal do Com- va messa propria para iodo o serv.co.
me'rcio. Um escravo cpztnheiro foi aecuzado turnada a
por ter envenenado asen Senhor em o janlar ; tandeira
mas como contra evle vsrravu somente havia a mesma escrava pelos juros : quem qu.zer an-
sua mesma confissao eos depoimentos das nuncio x"t\-
ttslcmunhas a|M>naa referiram as circunstancias CT Quem annuncioe pelo Diario querer
do facto que coincidirn) coro ella, o Juiz de uma Senhora para reger uma casa uta no
Direilo condemnou o escravo a gales perneluas. Monteiro dirija-se a rua da Roda sobrado
por falta de outra prova tendo os Jurados ultimo pintado de encarnado D. 27 que a-
declawdo-o incurso na pena de roorte 1 ajiar com quem tratar.
BnoiVriu pois somente o i r. uiz de Di-1 tsr Aluga-se hum caza de pedra e cal
reitoa Lei quando nao suspendeu o Curso do com haslanlevomodos ; e muito fresca da par-
Processo al a deciso da Helhuo sobre a es- ledo hanbo com sstio no povoaro do Mon-
_________,,__JL________-_______-*----- leiro a fallar na rua do rahug D
(a) Nao sigo este principio da Omnipoten- tsr >o dia de lezembro furt
ue
de Macedo, para se Halar a respeito.
tsr No cilio de Joo Evangelista da Coste
e Silva, (na Capunga) npareceo um preto que,"*
nao sale diser quem lie seo Senhor qeem
ao mesmo tiver direilo dirija-se ao dito sitio
-. que dando os rgnsw rerlos w: ra entre-j
tratar de criancas muito boa qui-; gue, nao se responsabel.sando por dilo prete o *5
e tripeira ; ficando o serv o da anunciante, por se achar o dito pieto em plena
liberdade
fjs. O Secretario da Irmandade de N Se-
nhora da Cuneen, o dos > ililares roga geral-
menlea todos os limaos tanto Militares como 1
Pai/anos que se dignem concorrer no dia 1
do prximo mez de I ezembro pelas tres ho-
sao precisos para pena capital, alem d esla
soapplicaeis outras menores, ha recurso pa-
ra aovo julgameelo, appaUaeio ele. **.,
(a) xvao sigo este principio im uiiiuir.ni- ^ ,-,",,,----- .
ria doi Jurados ; pirece-me p. lo contrario que fabrica de chapeos de J. O I lester na rua di
,,- o seu juramento os obriga a execular as Leis Cadeia do Recife Irezedoz.as de masis para
doze volca nlal.v.soexercicio desuas funces; mas o chapeos x roga-w por tanto a pessoa a quem
. 1 -:..:*__;._.. .I! ,ur ....Ma adornado, for oflere< ido eslas massas ennirrr restituir de-
irincipio pode-se di/.er que esla adoptado >
,c misler por Unto argumenlar com elle.
G.
for oflerecido eslas massas e qmwrresliluir de-
rja-se 1 mesma fabrica que ser recompen-
sado.
ras da tarde no Consistorio da mesma Igrea ,
para por-se em execuco o Art dos Es-^
latulos, e tamhem Irailar-se de outros nego-7
cios de utidade a mesma Irmandade.
r Na rua da Cruz venda do Snr. Do- <
mingos defrcnle da Typografia de Santos &
Compendia, vemle-se por preco commodo
um pa.a.nl>o iiua de Anguila rouiteJ
cernidor, na mesma acJiareo a tratar, no
pa quajidadese nao poem duvida der-te a
contente.


I


I
iSJT A pessoa que liruu docorreo por en-
gao urna caria d* JoaquJOl Jos de Carvalho
por obsequio queira entregar ua ra Direita
U.lSt.
CT Est na Villa de S Antoum negro
de nomo Antonio que diz ser escravo de um
ereoulo velho morador na Boa ista que foi
feriado ja a lempos ; o seu dono dirija-se a>
5 pontas l. 4>.
E^ Manoel Antonio da Silva Tai sciente ac
respeitavsl publico, que por liaver outras pes-
aoas de igiial nome para evitar qualquer en-
gao que possa liaver de boje em diante se
assignar pelo seu verdadeiro uome Manoel
Antonio Pjilto da Silva.
tSF" iNodia o de Novembro p p. furlaro
da casa do abaixo assignado. as nove horas d
i.i aa pessas de ouro scguntes vara e meia
de colar urna cruz lisa urna vara decordo
cora duas Gguinhas de prala encastoadas em
oiro duascruzes de pedra una cruz de co-
jal em tastoada em oiro tres anelocns um
par de cornelinas encarnadas, urnas argnlw
i de pedras una dita de oiro lisas um alfi-
netcdc pello pe(|iieno ; quem desle roubo
souher n for ol'erecido podcr tomar e
levar i casa do abaixo assignado em fora de
portas n. a que ser recoinjiensado. An-
tonio da Rocha c ompa o.
jy Precisa-se de dois conlos de reisa ju-
ros de um e meio por cenlo hypothecando-se
para seguanla predio nesla prac-a $ quem
quiscr dar. aiinoncie.
$sy Precisa-se de um cont de ris a pre-
mio de dois por cen < ao me/. dando-se para
segu anca um sitio per lo da praca.; quem
quiscr dar annuncie.
01 O silio que foi do fallecido Jlo Dulra
Garca na estrada do arraial com muito
boa casa de vi venda estribara, rasa de fazer
farinha, e'muilosarvoredos de diversas quali-
dados boas baxas para rapim e lem por-
por oens para ler vaccas de leite se ha de
arrematar por renda animal na prara do Sur.
Ur. Juif do Civel da segunda vara na ra
nova no dia 5 do crrente as 4 boras da
tarde.
ssy Precisa-se de urna ama de muitos bons
costumes que saiba perfeilamente cozinhar ;
na ra Direila D, 15 no segundo andar de-
i ron le da botica de Ignacio eri.
tSF O Sr. Ilcnrique Proliro de Azevedo
Mello fillio de Jos Antonio de Azevedo
Mello queira procurar na ra da Conceico
da Boa visla D i para receber urna caria
viada do Rio de Janeiro, e urna encomenda.
ty Aluga-se o sobrado da ra do JNognei-
ra D. 15 ; a tratar na ruada Cruz n. a no
jirimeiro andar.
Cf O abaixo assignado, por si e por
pai le de Antonio Alves Eerreira ambos con-
eenhores no engenho Curado e na proprie-
dade Cumbo silas na exmela freguezia da
Var/ea declara ao respeilavel publico que
pretende vender a paite que lem as dita*
prop iedades as quaes eslao requeridas a
pra_a publica para serem arrendadas. I ocia-
ra o ahait assignado que a sua residencia
be na passagem da Magdalena onde deve ser
procurado nos'das uleis al as nove hoias da
manila c das t da t.u de em diante e nos
iJomingos e Sanios a toda hora, que vende
permuta ,*por dinheiro prcslacoens pro-
priedades e esclavos. Jos Joaquim Be-
ierra Lavalcanli.
morique
- -_______________------------ -^MHMW----'---------....- ......-----
fapito Rcnouf, recebe carga I de. ?9ia i, com o indix geral,-;o.li. o Terreira ; a tratar
,iassageiros e pretende sabir a 20 do corren- j dos Juizcs de Paz dito, dos jurados manila
le prximo 5 tratase com o, consignatario ios Juzes de Par-guias |s eulelores e do
L A. Dubourcq ra do Vigario n. O.
C o 1 [) r a s
.t
100 tclhdS|
j al.iiu'ires de cal.
txr .Para a obra que se tcm de fazer no
forte do' buraco os materiales seguinles ; 3
travs de 1 palmos de comprmenlo e de gm
em quadro umadude 4ditos, e de uro
em quadro. ) ditas de >> ditos, e palmo *
coito 2 1 caibro de o palmos e i(>" ditos da.
o ditos ** du/.ias de ripas 5 taboas rit
costadinhode amarello ti pares de dobrtulU-
as de tarugo para chumbar tendo de aslU
.palmos. 1 (enduras de brocas .00 pr*
gos cahraes foo dilo ripaes ,
i-ootiolosdeladrilbo, :o alqi
9 soleirasde pedra de 5 palmus de compri-
do e 1 em quadro e Hez. arrobas de chum-
bo ; trata-se na fortaleza do Bi um no da Hez
i do crrenle prximo com o Teueale Ana-
cielo Lopes de S A una.
ty No Recife na ra da 'ruz D cscrij
ploriode J>s Antonio Gomes Jnior, seis
paos para an;;ada de a 'o palmos de com-
primenlo e que BOJO grossos.
Sy Um carrinhodeduas rodas que es-
tela em bom u/o ; no assongue das S puntas
tjy Um prelo robusto sem vicio, e pro-
1 prio para o servjco de casa; na ra ireila
|D i 5 no segundo andar dcirunle da botica de
IgnocieNcr
tsr Tres libras de tartaruga ; quem tiver
annuncie.
Vendas
com
coJpladoS- historia da levOlurao liancez.a -
nemorias de I). Pedro- vo/ do |)rolela re-
sumo da bi>toria natural biatnra do l rasil ,
ruinas de Volnev Simoes de Nanlua r- J
vaes de si mesm Paulina Espa engei
lada Joosemmedo- Olbon sarebeiro-
Poiilifice Auna de Arcona oulros muito
liaros e n.mllas ; na ra do Vigario n >4.
,*r Um tqnenooim 6" palmos de frente .
com mais de o palmos de fundo ja altern
e promi lo para se edificar, nos lundosdo con-
vento do Carino; no arma/en de madeirasde
franle do tanque d agoa.
Cy Jogns da bagalella ja com algum tizo:
na c asa de nev do bevo o Tliealro
y Carne secca de boaqualidade chifles
he hois bechigas om graixa e lingoa
bordo do migue Escuna Americano < lio de-
fronle da escadiul-a da alfand ,;a cbeg.ulo
em >(.) do prximo passado de s'onlesideo ; a
'aliar a seu consigualario dernte do trapi-
che novo n 3.
vy [ m moleqiip creoulo de idade de Ii3
anuos ; na 111a do Bangel D S
Antonio Francia*.-0
os Santos Braga .ra da mdeda n. 14a.
"bravos JmiH1()W
---.
iiiin

KS".No dia <>8 do p p. fugio da casa ele
Jos Alexandre Ferreira >m pelo creoulo,
le nome .Vartinho alio, relorcidodo ccirptr,1
liem preto jioui-a I a rba e quando nnda tem
;im g<'ilo em um p p>r causa de una tri-
ihadura ; quem o pegar lee a ra do Fa-
jneles I>. 7 que ser recompensado.
,tF Ka vespera de les!a do auno de I55 ,
u;io urna esrrava de nomo Iza bel de nacSo
loanda muito ladina liem lallnt,e cor
liaslante prela eslalura regula denles aber-
lose limados olhos prelos e muilo vivos os
|>s sevos, c compridos, com os dedos mi-
nmos virados para dentro que parecem corta-
a dos, seoslas com urnas poucas d marcas
mtiilonlevinladas este be o melhor signal
para conhecela que parecem ler sido sicalri-
zes de chicote, ebeiado conpw, cade i rae a le-
vantadas quando anda rebol a-se loda 'e!fa
*n inlitula forra e pode ser que lenha muda-
do de nome, lem de idade 30 anuos pouco
mais ou menos roga-se eiicarecidamento a
tgr Umaescravadenarao, de idade de 4 tod^s as aullm, l .des poeiaM .rimo cvis, e
militari'S assim como cap lacs de campo, e
mais pessoas parlicularcs que a pegar leve a
na ireita I) 5 '> no segundo andar que recc-
ber 100 000 de gralicacao.
l'ugio um prelo de nome Luiz, de na-
^jr-
finios co/inlia bem n diario de tima casa .
lavTdesabao. o ptima qulandeira e se a
parir nao ler virios ; na ra Direila .0 la-
do do Livramenlo.
VT Feiiao de superior, qniilidade ebegado
proximnmenle do Rio de Janeiro em sacas ca~o grandes e penuenus por preco commodo no regular as entradas da leslagrandes o quc.-
rmizem de Antonio Joaquim Pereiradefron- xo po.iludo pouca barba os dedos dos ps
dacsc-adinbadaalfande.a. immedialo ao mnimo mais pequeo, lvo.i
^ Cm completo sortimento de taboado um Ierro fino no pescoco, camisa de hacia en-
de pudro da Suecia o melhor que aqui tem carnada ja uzada com mangas curtas e seren-
M- Folhnhas de alfibeira ; conlendo ebegado tanto em alynra como em quai- la de algodao; quem o pegar leve na ra daca-
alem do Kalendario &c,'a confio do ma-! Hade, tem 4 Ps de comprimenlo e^um de dea ora H 4 que sera recompensado.
ruto eum I ialo o entre um Algaravio o, largura c de meia ale 1 poleadas de gros- f Ummoleq.ie-de nome ledro, dogen-
sua Maria;aao rs cada urna; Ditas de sura : no armazem atraz do thealro da parte to de angola de 8annosrieidi.de. nao he
dita, dita, dita com anedoctas. I.sKh.is bous do mar : assim -orno larinba de I. -o. m P^8" 'lo corl' Paa"* 'Ctmlo da cor,
dfetos &c a 1 o ; ditas de porta divididas era tST Urna preta creoula de idade de >> nn- ,,lhos "enmarados, cara redonda ,_ tem no pei-
semestres, a seis vinlens o auno; dias f.c- nos. muilo robusta rom principios de eos- to esquerdo esta marca-L ru-10110 cha -i3
clesiaslicas a palaca ; na praca da Indepen- tura, engnmma snfrivel ; na nn Direita fh do passado levou vestido camisa de ciscado
dencia loja de livros n. i- e ** na ra do 1 no segundo andar por cima da botica de ertarnaHo calsa hranca esquela de panno
a-.ul ; quem o pegar leve a fna Ja cadera loja
n. o que ser recompensado.
de idade de 1" art-
dencia loja-de livros n-3* e "3l na ra do 1 no segundo andar por
cahug loja do Sr Bandeira no bairro do Ignacio Nflfi
Recife defronte da Igreja da Madre de Dos, 1 12?" Um carro inglez de dnas rodas muilo
vnda-da quina do hoco do azeile do peixe ; lia forte eslando ijiteiramento perfeilo e rom ^* Gregorio creoulo de idade de v an-
rua da cudeia loja que foi do Sr. Quaresma ; dois nrreiossendo um novo que anda nao foi n08 o*1*0 *i*i> Chetoitocnrpb corfu-
defronle da Malriz da Boa vista botica do 'r. servido com doiscavnllos ; nn ra da Auro- la rostocompnclo e picado das hechitf&s ,
Joaquim Jos Moreira : e em Olmda Botica rao casa de Joao Fw.nci.co Sanios de 5- trnas costas baataiitcs sic.ilii/.rs ,le ductite ,
da ra do Amparo. .1 queira. levon vestida camisa de brii ecatsa de dito,
tsy l'osemeioschnpresde amarelo por VW Um e -travo moco de bonita figura, aqueiede nscado ; rdve. te-sr que turna e
cmodo pre o, os quaes ex islem na serrana do sadio e sem virio; na ra do Cahug 1) 6. gsluilo de msica e soldados; quemo
Sr Francisco \ cenle Valm } a tralar na Boa 1 CP oas feixadas estando encaverna- P,,!nr levt'a r,,a d!,st IU/es ''' 'b quesera re-
vista nos A canlos tmM* das, proprias para trafico de olaria ; na ra impensado lugioem o primeiro do correntc.
CT Urna arma ao de loja de fazendas ou da Aurora junto ao Sr Antonio 'os Gomes t" No da o do passado desapareceo um
miudezas pof preco commodo, cujo alu- do Coneiu casa de Joao Francisco Santos de nero de nome :Migucl, de nacao ic-holo m-
guel he de 5ooo e em lugar de muilo com- I .i(|ueira. '" n"'" .'' dc dde de ,0 annos cor
mercocomosserlanejos; na Boa vista bolita j tsr Duas prelcs mocas, tima deltas en- l'"slanle lulla levou vestido camisa de algo-
doziiiho nova cu Isa de cazimira cor de ra-
do Sr. oaquim voreirase aira. gomma cose, e cozmiia um moluto de v5 "'"" v-------,"'"......" ^y
tZT Carlas desilal as cpalavras pira me- anuos de idade, bom official de sapaleiro e I) colele preto com signaes multo leseos
nios a 100 rs. taboadas com algumas di- ptimo .para pagem um mole pie de i *tt- de sangras s.r|adas as lolas e as cosas;
flnicoens de l'ezoul e oulros a 00 rs ambos nos muilo bonito urna negrinl.a de o an- l\wm ? I,e'"-ar leve a "" d" t,en,,a s'),)ra(l" -
Avisos Mari irnos.
PACA A ILHA DE S. MIGUEL o Brigue
Portuguez Valeroso sabe com milita hrevi-
I dade ,' acha-se com melade de seu carrega-
l-menlo a borda, e anda pode receber alguma
T carga a lete e passageiros para o que tcm
L excellentes ccimmoios ; Irala-se eom os An-
tonio Gomes Jnior fu da Cruz D ia ou
ao Capitao do mesmo Joaquim Jos de Ol
veira.
F PARA ILHA DE S. MIGUE!, segu* |ta
preleiivelmciile alodia vo do correnleo o
liem conhecido Patacho Paquete da Teiceira
,, de |rimeira marcha, forrado e pregado ch
\ cobre encarreirado para este porto e doan-
jiunciado com excellentes commodos |uir.
} passageiios e anda pule receber o cmplelo
de seu caneganicnto ; trata-se com A. 1'. Ao>
' Sanios Braga.. 1 ua da u-.oeda n. 1 -a.
PARA O RIO DE J AxN URO segu viagan
al -o do ?nenleo Patacho Urasilc-iio Espa-
darle para carga ou pasaageiros trala-sc
oracoens selectas de Cicero Curso de direito soalhada v com solao ev aramia de ferro, e
per Fritot, Mili economa poltica illas com com cano para desaguar as agoas do quintal
.'omappas. classes dos crimes por Perera e para a ra 00Ira no coi turne dos Coelhos ,
Sou/a, Slorch economa poltica, BrMOl theo-1 junio a ulariadoSur. (iarneiro feila a mo-
ra das leis ; em Oliuda no alelo casa de
grades de Ierro
u Con-ignataiio Al a noel
Ignacio (!
liveira na praca do Cominereio ou com 1
tOptao JO> dos Sa-iiloa Braga a bordo.
PAKA EJSBc'rV o Hrigue Purlugue/. Afri
mo no dia i.1 do crrenla quem uninri
rrej.ar ou ir de passagem diri,a-se ao Cu
ao sert Consigiialuiio.
-iie Franco* Ar-
f'rnt-c na prala 0.1 ao .sed C<
[< i'AIMOJAVREo Brg
SSt" L'm'a rscrava com todas ni hahelidades,
um escravo de meia idade ganhador de rita
e liabalhudor de sitio, e barricas, e pipas
vaz.ias ; as 5 pontas LK -i onde tcm lam-
pio.
tSf' Um passarinho de angola chamado
viuva muito cantador, da- se a conteni riei-
xando o valor ; na rus, das Cruzes venda do
Sr. 1 omingos defionle da J'vpografia.
tSr- Um escravo ptimo olilcial de sapaleiro,
setn vicios tea acfcaqaes ao c-umpiador se
dir o nin ivo ; na ra doQueimado D. 11.
ty Umaescrava de r.aco de idade de
1 b annos bonita f guia ptima para lodo
0 ser vico ; na ra da tsancei^o da 1 oa vis la
D. .14.
137* Urna negrinlia com principios de cos-
tura ; na ra da Cruz 11. 6 110 priineiro au-
llar
SSW A dinheiro ou a prasos urna pxrrl-
leale propiiedade de casas nos suburbios drsla
idade, <| tic a com moda duas grandes I.iim-
1 as no sobrado lem alem dislo > grande^ lo-
as e as entradas para opiimeiro andar sao
ndependeiiles com grai.de quintal, e co-
.acira para t canos os pretend ules diijo-
a ra da praia casa de Joao Xravie Cainci-
o da Lunha (jue est aulhoi i=ado pura d*i
s esclare initntos neceseariaa
tsy Os .seguinles livros volumes de leis
cierna com solo oiloens dobrados com
glande quintal que tai ter a candna e coni
Ic-i reno ao lado part se edificiir nutra gran c
casa, por ja ter aliceires eamHra na sol-
dade junto ao sobrado da viuva do V artins ,
leudo um grande quulal com algumas ar-
vores de.lructo cacimba com lerreno a mu-
rado na lenle que se pode edi'Var grandes
casas; alralarna 1 ua de S Gonsalo D. 11.
BXT Una mol.ilia completa cttmposla d
duas du/iasdecadeiras sola dois cimaps ,
s le bancas mangas de vidro i cspelnT ,
hahus de i'biia de iiandes para diversos U/os ,
una louceira env idrassada com loura fina pa-
ra mesa e dourada para cha nina secrelaria
rom segr do, um banhiiro de folha e di-
versos oulros movis em hmrto bom eslado e
una ponan de vinho leiloria engarrafado a a
tempes urna cabra I i< ho I oa leileira; na ca-
sa D. s.-l lionieim a iil>eii 1 da l'oa vista.
\Sj~ Duas muleras de idade^rie 1 1 ^nos ,
ii(jji ladinas dois moleqes de nacao de ida-
dede 1 anuos tres esclavas mocas de I od-
las guras, proprias para todo o ser vico de
iiiu.i casa dois c si 1 a vos mocos proprios pa-
1a pa|.:im|iiini todos de naco ; na ra de
agoa-. verdes D .
tv Una casa terrea sita na Roa'vala roa
do cotost-loD bem construida salla lor-
iada e chaos proprios.; a Halar na ra" do
..ddciciro por detraz dos Martirios \). Jo.
3F* Sal de Lisboa a bordo do Paquete da
sapaleiro, alio, secco rosto comprido, anda
por esla Gidade e pela de Olnda incultu-
so por lorio quem o pegar le e a casa de a-
noel Jos GonsaUcs I raga junto10 arco de S
Antonio ou a seu Sr. Laelanu Francisco de
Barros \\ anderley no engenho (axoeira de Se-
rinhaem de quem rccelicr :o,ooo de gra-
li.ua ao.
ltviin i
* NAVION'CRADO NO DIA 1.
GOTEMBURGO; f.5 dios, 'alacho Sueco
Aierta ce i'o lonei. Cap Anstfft equip.
8 caiiga diversos gneros ; a Me. Culniout
i Companbia
DIA a.
ISBOA ; S < das Brigue Porlugucr. Oli-
veirade -i3 tonel. Cap. I'aulo Anlonio
da Rocha e |itip */0 carga diversos g-
neros ; a V endes & t liveira | assgeros
dois inglczes.
SAHIDO NO MFSMOMA
f.
ARACAT1 ; Patacho Mac. Kainha dos An-
jos M. I uiz Custodio Peiera carga va-
res gneros passageiros 6 brusileiros.
*
OBSEBVACOENS |
Enirou para o mosqueiro o firigue tinamar-
quet. __________
----------1----------;----------------". p !
REGffE NA TYP.OE*. F DE F. i83o,


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