Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03953


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Full Text

r
"Anno de 1841. Segunda Feira
Tudo depende de mis meamos; da nossa prudencia, raodara-
r\0 e energa s continuemos como principiamos, e sereaoe aponlados
e-nm admiracfio entre as Naces mais cultas.
Proclamarlo da Assemblea Geral do Brasil;
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES*
'Cidade da Parahiba c Villas de ana pretaneo .
Oila do Rio Grande do Norte, c Villas dem .
Dita da Fortaleza e Villas dem .......
'Cidade de Goianna ....
SJift Villa deS. Antao .....
Dita de Garanhuns e Povoaco do Bonito .
Ditas do Cabo, Serinbaem, Rio Formozo, c Porto
Cidade das Alagoas, de Macei.......
Villa de Paia de Flores.................
Todoi o Correiot partem ao meio dia.
Calvo.


Se*. Sertas fanal.
. Todos os das i
> Quintas feiras.
lo, e >4 de cada mes
1, 11, e 21 dito dito
dem klem
dem 13, dito dito
PHASBS DA LA NO MEZ DE MAK.
La Cbeia a 7 -as 1 b. e i\ u. daman.
Quart. ming. ni-iul b. e 55 ra. da tard.
La Nova a 11- asi i b. e 5g m. da man.
Quart. cresc. a jo as 0 b# e .jo m. da man.
filare theia para o dia V de Mareo
As 3 horas e 21 minutas da ioanh
As 4 horas e 6 minutos da urde.
22 db Mahj*. INm. 4.
-
- J "S 1 J "! a-----U-------_-!.-?*
CAMRIOS. Milico jo.
Londres...... 3c d. por I*ooo ced.
Lisboa ......o por o|0 premio por tn-i-.l scTaraajfdara
Franca......M re par franco. C.urvp. Vcodat
ODRO -- Moeda de (ijfoo "is vainas 1, 5oo i .-'700
"'tas ,, ,, n-es : J. ; ',..,
' Dilas de a^oo;'.->*, W*QQ o
PRATA Patacos* Brasi 03 :p ,, Pezos('oluntnL--us --- -- 11 -
Ditos Metinos -----.. 5. > .
Miu'ia. ......----- .',(, .
D.*c. de bh. du *ifan mes. 1 o 1
dem da letras d boas fumas 1 i|i a 1 i|.
Monda <*.k cobre 1 por -oode disc. ao par
Jedolasde pequeo valor lfj ojo a I op
DAS da semana.
a* Segnnda S. Emig.lii B. M. -- Audiencia de Juiz de Oireito da \i
vara.
i3 Tarca S. Victoriano M. -- ReUco e a ad sucia do Juz da Direito da
1. vara.
l4 Quarta S. Aj**pito B Audiencia do Juizd D. da 3. vara.
a5 Quinta S. -jf- AnnuuciaaSo de N. S.
16 Serla S. Ludgero B. Au liencia da Juiz de Dircito da 1. v.
27 Sabuado S. Roberto R. (lellaco e audiencia d Juiz de D. da
3 vara.
28 Domingo da Paizo S. Alaxandrc .11.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
S. Kx. o Sr. Presidente da Provincia man-
da fazer publico que no dia n do corrente
roez pelas onie horas da man ha hade ter lu-
gar a abertura do novo Lyoeo desia Cidade ,
e nao como se annunciou.
Secretaria da Provincia de Pernambuco em
ao de Marco de 1841.
No impedimento do Official Maior
Francisco Xavier e Silva
Official da Secretaria.
RISPADO DE PERNAMBUCO.
Dom Joo da Purificacao Marques Perdigan,
Conego Regranlede Santo Agostinho, pela
Graca de Dos eds Santa Se Agostolica ,
Rispo de Pernambuco do Con ceibo de S.
IU. 1. e C. ele.
Dilectos Filbos em Jess C.; a paz, e ben-
co celestial seja com todos vos.
O vehemente interesse que Nos domina ,
pela prosperidade do Imperio que pertenec-
ios, prestaudo submisso s suas Leis, como
seo fiel subdito Nos induz a crer, que o
Augusto Acto da Sagracao e Coroaco de
S. M. I. e C. deve occasionar os maiores ,
e mais felices resultados para a Naco lira-
sileira 5 a Ierra da Sania Cruz.
Animados com esta persuaso eroprehende-
mus a digresso Capital do Imperio, na ex-
pectaco de assislir quelle sublime, e Va-
destoso Acto cuja maior magnificencia a-
nhelamos mui principalmente quando ,
segundo a voz geral, existem nosempre Au-
gusto Principe os milhores sentimentos darle-
ceito de sua naturesa indispensavel, como em
outra occasiao declaramos postoque intil-
mente .
Dilectsimos filbos a quotidiana expe-
riencia nos faz acreditar, que o dia d'hoje
pode sr o ultimo de nossa existencia. Quau-
to mais nos aproximamos ao teroio fi-
nal mais exactos devemos ser no cumpri-
mentode nossos deveres religiosos eciviz
Acreditando que a voz da eterna verdi-
de mormente se dirige quelles que esto
contituidos em raar responsabeltddi e
nao sendo de nossa mente preferir a contera-
placo humaua pratica dj dever quere-
mos d ser nao nos sendo licita aolvidaco
de Dos para attender s humanas conside-
races passamos a exortar todos quelles
orculo, atienta a irregularid'de das eos tu-
rnes f que estio entregues os cativos, (juo
somenle onhecem o Do-ningo e o Di Santo
porque trabilliio pira si ? "f
Si nao temessemos abusar da paciencia .
com que os nossos Deocesanos tura escutadr.
nublica e particularmente o de!>il sonde
Nossa vo neis lite finarais ver cj no tal
procedimenlo be coutrari) atndi mesau aos
interesse* temporaes. Sraenta porem coji-
vem ao intento lembrar-liies, que tantos
sao os graves deliclos alectos ; propr res-
ponsabelidade, quintas as orais^oes nos dou<
distinetos preceiioi concerneutes sanlifi-
cacodecada bum do3 dias assigrulados na
lei que prescreve a cessaco do tr.il> 11 1 ,
e audiencia da Missa. O 1., qumda Divino
as.iuj
Nossos Diocesanos, que esto comprebeiidt- de niator impoilaucta, e o a. quanda E:ciest-
dos na violaco do preceiio ja mencionado ,
para que reformen) a conducta atgora em
pratica, sem duvida contraria a Lei que a
condemaa, certos de que o supremo, e Eterno
Legislador tem sempre presentes nossag fal-
tas para temporal ou eternamente as cor-
rigir.
Praza a Dos que esta correccao nao passe
a ser eterna.
J mais se pode hesitar, que as faltas pu-
blicas, sao mais agravantes por cauta do es-
cndalo, que occasionao, e como taes, manos
dignas de remisso, se as nao medicinamos
pea verdadeira penitencia 12 sincera con-
Iriccao
Tendo presente aleieternt, que nos o-
briga a tributar perfeita obediencia vonta-
de ilo Divino Legislador em cuja presensa o
Ceo exulta de praser, a Ierra obedece ao mais
leve aceno de sua voz imperiosa e o infer-
O Creador destinando seis dis pira o ho-
rnero se alimentar do suor de seo rosto, san-
tifico J odia stimo, consagrand t-o sua
honra, e gloria para pela cessaco deto- taanuociada coma mais briin: p:-> jrili-
con leamos eterna tienta, s* nao i-ar .. >-
aitenci 1,
Poie asur-us presente a organd deste
orcieiti, sen que considereraos formtJolos
sua inobiervanjia ? Se nos dispensai mi di
penitencia, pin lisungeir a p?tulau:ia di
carne, jraaisieremisdireite -jaellafelici-
dade. que somenle ?jdera m oaief pela co.i-
iligna satisfauio dos excesaas commettidoj
Me necessarii que re tute nos di ico >-
raento a salvacio d nossa .:a pira hjs
eximirrajs di ca t'gu tara Ijs;; mU fero-
ces i;iimios. M-! forcoso disea o. soaa tol
a forca du N^ss? jspiii i qu nao a-redie-
qos a vid futura, huma vei que no m-
trahirmos aos raeios da a c^isuguti Ni;
estamos cert;s de que hura e iv/,i
^elito <| e Jess C. nus kquuo ju de u .. -
trJid'j-'U* Cjm sui palivra e .e >i jlj< a
mminbt, qie devemoi triluar. las le ca-
da hura para se inbuir itO' miit^r. >.< ini-
quidade .io esc.itar o ci:r i ut ^rd Je,
da a obra servil, nos dedicarmos to saraen-
te ao exercicio dos deveres proprios de taes
dias.
Se quelles que pretextan necessi lade de
mandar trabtlhar nos dias da Suatiieacj ,
reflecionassem comovo de encontr ordem
estabelecida coaheceriSo a preocupado de cnio de Hitos a cercad eren?* 1*1 eta
de em toda o mnnio C'irisio, > Pagio^ asm
pirisso conrem oju-j reg>sijDd>-noj,
compenjando-n-is no'que elle 11I.J cr ou
afecta nj crer. O contrario p.rera pare i
acontecer, se altendermot geral cjrrucLu
las cos'uraes si^nifioativa da pri : 1 > rae .
que esto possuidos, por efeito daqueii par-
ticular sag->cidade com que o commum. e
virulento inimigo astuciosamente pertende I-
laquear os iucaulos a titulo de esperan-josas
antagens.
A Santa Igreja determiuiudo assistencia
da Missano tem outro designio que aper-
feicoar a saotifieaco dos dias em qnestio, e
j mais entende que seos iihos fapo c$T-
sistir esti saulificaco soraente naquellaas-
BSlencia apesar da sinistra intelli;;encia de
muitos, se altendermos Js distraces e o-
ciosid:ide era que se consoraem osdiis em 1
que a vji commum dos (ieis prope ; nossa de sejs leitorc >, confian J.i o exercicio d u a
veneracao tio inefaveis misterios, e as virtu- I dos mais preciosas attributos di Divindide,
des il aquelies, cuja memoriacelbramos a- .quando | e!o Nosso Ministerio Be digne es
helando t>ua imitayo pira me recermos sua culpir nos corac&ei sui djutrina ij N>
pioleco.
Me pois mister, filbos sempre dilectsimos,
feliciddda, ou daiilusio daquellef, ou
propde cooseguit-ia, negligen^unij 03 ineioj
de sua obtnfi->.
A cerca da d-jsob"ifjid9 pro-vit) qu resaiil,
sujiplicamaj a leilurd de \>--i Pas'iral da
ij de D-^senoro (i- 18JJ (destribuid 1 nes
ta Capital, e pirul a Djese autos l<
lempo quaresm! b*n ebro o i em J^-
diversaa oceasioe*) para se re... <{,
doutrina ali tx;ress>, mui nieress
objeeto. Segosarmos a v^t n.t de s 1
das com aquella atieocao, de que h .i 1
a Divina Paavra, ellas penetra rao ocon.-jj
j)ir nos coracdei sui djutrina
proposta, nao para contristar os q te
to, mas si m par> cumprimonio di
paca-
A 'ver
1
ligia qae di'.osameote professamos opli- no treme na sensaco do infinito poder, ig-
rna educaco e a maior inteligencia; cu- j noramos qual seja a escusa, que possio apre-
jas preclaras prerogativas o tero Constituido sentar quelles a quem Nos dirigimos ,
Credor das sympalbias geraes de seos fiis quando nao obedeci ao impulso natural (que
subditos. nos impe submisso aos Decreos impreteri-
Convencidos de que o Rrasil em sua gene veis) para procederem arbitraria, e despo-
ralidade nao quer outro Governo, que nao se- ticamente \ abandonando o estimulo da recta
ja o de S. M. L, Rfgendo Constitucional- i raso para seguirem os dictames das pro-
mente o Imperio pelas Leis, que elle jura ob- prias paixes
servar, e faser enmprir supplicamos ao Que importa a existencia das capel las (com
Dador de todo o Dom perfeito a veriicaco seos respectivos Capelles ) por Nos approva-
de nossos votos. das, para que os povos visinhos e as Fa-
Como pois seja mister effectuar huma va- blricas dos Engentaos nao o uitto o dever
gem, pela qual be forcoso q* por algum tem- d'assistir ao incruento Sacrificio,, se ufelia-
po Nos ausentemos desta Capital, he tam- mente he frustado este Nosso designio pela
bem do Nosso dever manifestar este designio falta d'actividade com que os Ilustres l'io-
aos nossos Deocesanos, para que benigna- piietarios permitiera ouconseute.n que seos
mente recebo Nossa despedida persuad- escravos nao compareco no Acto o mais Au-
dos de que jamis os pe deremos de vista, gusto de nossa Reigio !
posto que corporalmenle afaatados de sua pie- i Que diremo* de todos os que dissimulo, ou
senca. maudo trabtlhar nos dias de preceiio, os que
Em toda occasiao a nenhum Pai he licitlo- lhe esto subordinados para se alimentaren,
miiliro dever da exortaco a seos filbos, par- e vesrem do jorual adquerido pela perpe- os que nemainda tnbuto obediencia ao pre- jtootendas, adtosj vin(..ija], e ou;r..s proco-
ticularmente na da despedida, quando ser- trajao de culpas gravissimas concorreudo j ilo da Missa. loimentos repugoante ao preceito da arj-
corda que pode esta ser a ultima vez que directamente para o despreso tcito da Lei do que respeita a observancia do jejum dade, l mais .\o poderm< I11 io ;e*r, dd
gosea' ventura de Ibes fallar. Nao conhecemos maior desdita, e infarlu- be certamenle lamenlavel a falta de exaeco que o Lucio eorreiponda a NoaMcspacttfia
A Nossa breve e sucinta exortacio limi- nio inherente 3o homem que o de espoii- neste preceiio contra o qual declamamos Embota praliqaeiuos iSfOes gloiiasis b.t-
s^aiuoj ii inU' da bellas
que prebencbames completamente os deveres, pastoral pela quil ie-- n >s o:correr a
que, nesles dias, nos impe a Religio ado-1 negligencias ua Qpsarrincu des'alei, e a ou-
ravel de Jess C prestando o exercicio de ,' tras urgencias espritu es, quu nao sj des-
outras accoes igualmente ioseparaveisd'a- iconhecida,
quelles das e sa ojejura as vigilias das Quanto a Caridad-; do prjsiru, be mister,
maiores solemnidades, e nos proprios das e que os roguemos a re.:jrdjoo da doutriaa
suas o navas a oraco os Actos de F ,' reapeciiva, frequenlemene por Nos propj<-
Esperanca, e Caridade, o re.-olbimento in- la vosaa cren?a. Acredita.uo* qu^'ain.ia vos
tenor, a leitura dos livros Santos, a esmoh e est presente j posto que tambero acreiitomji
outras obras que a Caridade. e piedade Cnris- quaopouu-o Inicio incolult i -it pastora
t inspira,, sendo dignos de maior censura I Vigilancia, Euqumio pre enoiarmos i.xs,
/
por JNs aos Nossos Diocesanos teuho cau- qualldadea, Se a eale> exceilentes o edicaias
sucinta
tar-se -hn tmente a alguns ohjectos mais es- der por delictos albetos que
senciaea ; qu-esso, a Sautihcaco dos Do- coopera9o designa proprios.
ineos e Das Santos o ieium, a desobliga O Apostlo daa Gentes escrevendo aos E- sadoemseos nimos tao diminuta unpre.sao neo presidir KainUa daa vu ludes seremo, e-
0 preceiio quaresa,al, a caridade fraterna, fesios (Cap. 6. vv. 1 al y) insina qual de- Haver quem se persoada estar dispensado quiparados ao utetai, luea&i, a u
/e acerca da I ve ser a conducta dos lilaos para cora os Paes, de penitencur-se ? ainjqueliue t ras vJor L. tic 1.
Quanto Santificacao dos Domingas e e destes para com quelles e a dos eacravus fara se verica esia persuaso, seria mis- Se coupaieterci nt p e -..
Dia Santos nao poucas veses
portado o dissabor, e magoa, pe
e e destes para com quelles, e a dos escravos
temo" sup- para com seos aeuhores carnaes, e a deste pi- ler que lambona houvesse quem se julgasse distituidaa do menlj, qu-t pja.ijus a na i*
ela violaco ra com quelles. isenlo ue laltas. Esta persuaso porem ja pela Caridade, para receber a re o aut lo
ando une sendo im- E quem pode duvidar que os Superiores ma.s unxar de ser ftlsa, quando m^moa- i Ifiterno Ke.n.iaeraioi qhia.a nos pjJ .
EiObtouorum Dos Creador existem creatu- devem lucrar para Dos quelles por quem Urel COM a verdade. En. 1. Jota. C. 1. grauioar o uera, q jo pratidMOi s u re f
ra* que o nusterpuem eabaudonem, como esto responsaveis ? Veriticar-se-ha porem v.o. Ella esta em contradico com a doutn- inlen-;a de ajradai-a .luelia,^a caja g.o.u U;-
e enes podessem deliberar conira hum pie- na espantosa poca em que vivemos, esta na de Jess C, quuido asseve.a que nos vemos relenr nossas acones
MUTILADO
' H


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r
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& 1 A fe O DE PEUNMBUCO
S3OT
yariana
4' cerra deste objeclo qv.e, por sua im-
rcilarcio, irDrcvpsdo a maior parte das
pagiri's de Nisns Ptcraes, nao prolonga-
re nos este discurso, que Nossa insufficiencia
fleita vcssa piedade. Sendo perec de
JYossa intenco imitar aquelles cuja Suc-
eeiso |Vcs fce jropria, pesto que indigna-
mente ejercida p< lo demerito queem Nos
existe Derg sabe ; e propondo-No9 imitar
y articule menle aquelle, que no temr.o da
Cea reclinen no Sacratsimo peito de Je-
tos C* espeeielusima prero;a:iva concedida
em favor da Virgindede, perseverante nodis-
cipulo altado de Jess C., van os rerordar-
ves u doutrina que este glot icsissimo Caro-
peo da Caridad* repela todos os dias na I-
reja d^-Un.
Que dice elle ? Fill-os nmai-vo huns
ees outres. Se ;>:im pratitardes preencheis
lod a Le Prts'a Deoa que a prolaco des-
tas paldvras, provocativas do (tedio naCa-
thedral Efrsr porque frecuentemente rei-
teradas pelo C! efe d'ati>ella la-reja consti-
tuido na idade rie cec; annos nao mo'.reto
aos filbos de Jco o nimio desar que oc-
cesienarac ao filhos de S. Joo.
t Referiremos igualmente a doutrina d-: Nos-
so Supremo Consthuinte, o Instituidor do
Episcpauo, que pelo Evangelio nos inslrue
como devenios ccnsiderai-nos irmos huns
dosculros, ssim coico Elle lie nosso Pai.
Esta lei nos impe o dever de querer para
nosso prximo, oque queremos para nos o
de amar os proprios inimigos o de pralicar o
tema favor d'aquelles roesmos, que noso-
deao e cesturoa retribuir mal por bem o
de erarmos pelos que nos perseguem tf ca-
lumniad, tath. C. 5. V. 44. Ae de lo
gienoe transcendencia esta lei que segun-
do ella nao i os be licita a consommaco do
Sacrificio stm que noa reconciliemos con
nteos irmsos ce neceasario for. dem vv.
Que di ramos eerva da V cnlcs que 6-
aJifcrcos lYossa hcifaeie ? Cartujo* croe
tilo ae ruliciesi* gH renca m a nao de-
H-ci,!tremoa pela publi'* eeufissto quaii'o
gente. O procedimento a alia con tense ,
La d absoluta neressidade Gocamos a ven-
tura da pn!. m r e Cathclieisreo que tem
ragiff-ado : Ni< Sea Cuitss da Barbarescas ;
be Pister pore. i;ue nao desmintamos ero
particular a nossa ci erica pelos /actos a ella
cppcatcs. Nao nes illudemos. Nos devenios
considerar peores cue os infieis aquelles or-
tbodoxt't 5 que proceden) acreditando em si-
lencio a que pelos 8Ctos ou necees a
ella repugnantes contradicen)* Se be ne-
cessan.- a crenca sincera para praticarmos to-
da a rustica nao be menos necessaria para a
aalviico a rublicidade do Christianismo, coro
o cual ocidem as nossas obras* Cs eos-
times sao os que czprimem qual a nossa t ,
> e doisnaS a que teiigio pe lineemos, A
cemente especulativa be a aesmaque existe
nos 1 i s onios. Os que seguem outra doutri-
na infais podem ser denominados verda-
deros Crinases. Se o peje ero seguir a Re-
ligio de Jess Cbiisto para conltroponsar
cem es que abraca s manteas mundanas ,
nos dominar,jduhi nos lisonjeemos de per-
tercer i eteino aprisco. Se bem c-Xuminaruos
os ceslunrts d'Bqcelles que vivem na disso-
lueio no poderentos formar bom conceito
acerca de sua i no qual se mamicsta sus-
eiios. Segundo a doutrina do Apostlo S.
iagtt 1 |. Cath. Cap. a. v. id j tium tem a
cutro as obras, Este Apostlo poieai
rotes4a maniestarsua l reas obras aquel-
e, que per tenue i.ossui-la um obras e ter-
mina uanio que assim cerno o ccr.o sem
cima esta morto do mtsmo tetio a sttmi
cIras be meta. Se esta cocui iua bu invati- |
avel, e nao sotlie conlraoic<.o ( devenios!
ccncluii que im-.u iliucida a mator paite ucs
habitantes do G ato : e | ur huma cciikequeu-
cia mlalhvel, dangeltio ex-
posta a ser sulmtrgida as ctauas eteina-
nente abrasadora, i stea sao os que a Escri-
tura Senti drromina insensatos quanconos
declara ser infinito o seo numero.
Eisaeaut, bibos e t-macs eenpie di-I
laclisiimos i erque lid o (Jibe existe na bar* I
torosa coi.lurao ibi que o ttni ptecipitado I
aquelles a quem nao be f osMvel evii-ia ,
t son tute leimu.aia quaudo acalm>:uas as
paneta o telo j to bem commum caracieri-
nti a u ,cr paite uos Nacioiiaes.
LtosLtniguo, aniu ai meo tspirito cous-
titurco no mais pioiuno bLaiuj.ei.lo, .ta
ittoioata<- cit tana impitdaue, que grasaa
tur lou'o Lnivriso piovttmeuU) da ia.la ue !
i itiltiiau-ciite rxUncta iogo t,ue o to se
.locu'u uos , e i iiicDo que es cursa infiauar eui vusso a-
reli{io.
Parece Dos Criador do Universo que
a maior parte das creaturas que forroastes
vossa imagem desconbacendo esta nobilissi-
ma qualidade tero perdido todos os sent
mentos de Religio, e temor quando me-
noscabando buns o carcter espiritual, infu-
so pelas agoassalutares da Regenerago, e
pcstergmdo outros os preceitos da Lei Natu-
ral mpressos na mente humana zomba ,
e mofad dos Dogmas mais sagrados, s;m
que possH dar a raso de seo procedroento.
Se haveis decretado a diutunnidade na geral
corrupeo doscosturnes decretai tambem que
a Igreja Pernambucana seja isenta de to pes-
contra os Bachareis Francisco Joao Carneiroc antes dabres t e repiques de sinos [que por
daCunha, Antonio Joaquina de Vloraes Sil-e I spaco de huma e duas horas nos quebrados
va e Manoel Jos da Silva Neiva Esrtrivo ouvidos s para satisfacj de meia duzia da
Posihumo ; nao tomara conhecimento del-1 molequesque para martyrio do Publico so-
la. I bem a torrpj das Igrejas finalmente a irre-
CORREIO. Jgularconstrucgo dos edificios com falta d
O brigue portuuec Flor de Beiris recebe necessaria seguranca ; por isso que por hunu
1 mal entendida economa fazem-se cacas cod
paredes de hua s tjollo pondo dest'arte em
a malta para o Port no da i3 y horas da
manoa.
REFEITRA.
Parte do da 19 do corrente.
Illm. Exm. Snr. ForSo hontem pre-
sos pelo Sub-Prefeito desta Fregaezia o pardo
Joao Antonio de Barros por ter furtado uro
escravo a Jos Voreira da Silva ; toi remet-
t.fero contagio. Esta a supphca quea_ raesna | ^ a ^^ lo Co^osario de Po-
Jgreja. unida ao seo Pastor ( vos enva. F" ,icia50 diatrclada raada Praia o pard.i Lu-
B iz Ignacio Gomes de S por ter dado coro
um junco em urot preta foi solt : pelo 1.
Comalandante do Corpo Policial Severino
que quiserem abjurar o erro, e as espessas I He Bernardiuo francisco Soares ,
tievasda ignorancia, em quejasem aquelles, 1
resplandeca de da em da aquella Religio
da qual sois o Autor para sanctiScardes os
que ama a tenebrosa escuridao da increduli-
dade.
Nao vos be oeculta a existencia d'aquelles ,
que blasfemad vosso Santo Nome pela irre-
gularidade de sua conducta quando coro o
maior escndalo omitlem a conformidade de
seo procedimento com a de sua crenca.
Impnmi na mente humana huma justa i- ^ slul
dea do peccado para ser detestado pela 1 u;-
das occasies que convem evitar, e temer
mais que o mesmo peccado nico mal do
qual os outros dimanad. Converlei em iran-
io a complacencia momentnea da Culpa pa-
ra que esta nao seja buro dia objecto d'eterno
branco por ter dado urna bofetada ero urna
preta a quem qui forc-ar i foi detento no
Callabouco ; e pelo CommissHrio da Polica
dodstricto da Soledade Antonio Francisca da
Cunta branco por estar pronunciado no
Juzo da segunda Vara do Grima j foi remet-
lido para a Cadeia,
E' o que consta das partes hoje recebida
Parle do dia ao.
IlliB. e Exm. Sr. -- Forad hontero prezos
pelo Sub-Prefeiio da Freguezia do Recite o
portuguez Joo Partir Nunss, pjr estar e-
brio e dar uroa bofetada em urna mulher ,
arrepeudimento. A fragilidad i humana e t co.al (luetD mora o sjlto : pelo Sub-Pre-
feito desta Freguezia o pardo Salvador es-
cravo da viuva de Joio Rodrigues de Miran-
da por estar bastante ebrio ; fot reroett lo.
Senhora ; por um soldado de Polica o preto
Felippe escraro de Francisco Xivier Viei-
ra de Miranda por estar fgido ; leve igual
destino ; e pelo Sub-Prefeito da Freguezia di
Boa-Vista o Hespanbol Jos Mana Martin*,
por insultar a sentinella da Ribeira ; foi re-
metlido para aCadeic j o pardo Manoel fu-
nes da Rocha e Francisco Correia de S ,
branco por briga ; lorad solios ; a preta
Joaquina Maria do Rozario por furto de urna
carniza 5 loi detenta no Callabuuco ; e os
pardos Manoel Francisco Jos? da Cista J-
nior e Pedro Jos este por ser vadio j fji
remettido para a Escola de Marinlia ; e a-
quelle por ser turbulento e inquietador di
visinlian;a ; oi mandado para Cadtfia.
Das Partes hoje ricebidcs consta que hon -
tero nao occorreo novidade.
fju a perversidad* seja o motivo de nossas
faltas. Felicitae vosso servo ainda que ne-
gligente pelo praser de ser acolhida a vossa
palavre quan Jo aniiuuciada coro F Es-
peranza e Caridade para que segun-
do vessas promessas, benignamente fru-
ctifique na opportunidade do lempo ,
designado por vossa iucriada Sabedoria. Se
as Ovefhas houverem de sentir o* etfeitos da
iruuwiencia do Pastor Vos, em.virtude
d'acruella F que tanto resplandeceo na va-
letudinaria Ca nanea por Vos elogiada ,
qUajido esta tocou a Bmbria de Vosso vestido ,
podis determinar* que das pedras nascad fi-
lbos a Abrabio e que produzad (ruco as
errores mais esteris. Nao derreieis o intem-
pestivo corte d"aquellas a cuja raiz est ap-
licado o machado evanglico para serem
lancadas no fgo eterno. Reilerai, Ueos
Clemente, aquella vossa Gloria e Poder,
que de vosso mais eminente Throno graciosa ,
eamabilissimamente tnanifesiastes sobre Pa-
nelas de Miranda para que o Mundo mais
se i'onveiica quo suaves sao os preceitos de
Voisa Religio, tanto mais triunfante, quau-
to mais perseguida por aquelles mesmo*, a
quem ella tem felicitado. Uesga sobre n
Vossa propiciaco. Conheca tod'o Orbe que I
a proiectjo as adversidades, a consolaco
as tlicces, eo progiesso na prospendade ,
tmenle podem collocar sua on^eui na uuica
verdadeira Religio por cuja eibxacia es-
peramos ser salvos. decundae os votos do
1 asior Pernambucano, inleiessudo na isen-
co dos males que podem uccasionar huma
lormidavel espantosa, e horrorosa eterni-
dade. Residencia Episcopal no Palacio da
Soledade aos 4 de Marco de iti 1.
Joo Bispo Diocesano.
COMMANDO DAS ARMAS.
O Commandanle das Armas, aulliorisado
palo Exm. Presidente da Provincia convi-
da para exercer o lugar de Lirur-.o da Una lanl 'commodau os moradores das visinhau .
de temando de Auronha aquaiquer Snr. *w oscourefc salgados estendidoi pela, ras
Facultativo para isso babelilado abadooau. I -"lai,do emanacoes prejudiciae* a sauJe a-
do-lhe por esse servico a quanlia mensal de ffs Putndas estagnadas nos quintaes da roa-
GiUooo teis, que actualmeute peicebem os ,or Pane das C,M> 9 despejos de excretos
Correspondencia.
' Srs. Redactores.
Nao posso ser indifferente ao qu se passa
ero o nosso paiz, e ha cousas, que fazem
despertar o mais apathico indifferentista. Per-
miltad-me por tanto, que por esta vez occuoe
lambero as columnas de seu estimcvel peiij-
dico dando por este meio hum desabafo as
minlias aaicedes causadas pelo lameuUvel as-
pecto qua aprsenla esta nossa malfadada
Cidude do Recife 5 fallo are. Redactare., di
Polica Municipal, as mas da Cidade obs-
truidas com montes de iixo e iromundice
(acccumuladosa doise tres annos) infeccionad
o ar que respiramos, alagados e pantanos
causados pelas agoas da cuuva no centro de
suas ras o fumo dos fornos das padmias ,
e fabricas de fundiudes e ferraras que
Lirurgioes Aiudantes da Tropa ue Liutia.
Uiversas epaitices
nu. Juiisiui ce- sao ts voos juizos mas '
u>u neis 1 (atees o picgresaoue lana 11- '
A abertura e installaco do Lyceo annun-
ciada para hoje s 4 horas da larde hca por
nova deliberaco de S. Ex. o dr. Presidente
da Provincia, transferida para hoje mesmo as
11 horas do dia. Le oidem de o. Ex, o Sr.
hispo Director*
O Secretario
Joo Facuneo da Silva G.
TRIBUNAL DARELLACAO.
Sassxd em 2o nocoaaEHTK.
Na appeila^ocivel do Juizo de Direiio
desta Cidade appellanleo mesmo Juizo, e
appellados Narciza Pereira da Silva e ou-
tros EsciivoChaves foi julgada incom-
petente a Justificacfo por nao ser este o meio
ce pedir.
Na Lenuncia da I guacia Ma ra de Jeius be
conduzidas em vasos descampado e Jeitos
em pfeno dia que tanto incouiinodo causad ,
como prejudicada sauJe os passeios das ras
desalinhados com innuroeraveis lesalto* qttB-
bradee e chelos de burajos e assim mesmo
oceupados com caixes, gios de louca bar-
ricas, que ahideixad jazer das e dus os
Logisias e Veudelbdes assim tambem as
preas quitaudetras que deixaudo os mercados
pblicos estabeiecem-se pelo meio das ras ,
e passeios resultando d isso toinarem-se m-
transilaveis oleite, mel, e azeile venden-
do-se com misturas que alterad a boa quali-
dade d esses gneros e augmentad a qu*nti-
dade ero proveilo dos especuladores os as-
sougues sao as cazas mais inmundas cujas
pai tdes ennegrecidas de sujo parecem clia-
mines de coznba ahi nao se v hu.u panno,
aero toalha a indelidade dos pezos n'essas
casas be a mais escandalosa pelas mas con-
tiguas as praias divagad individuos ns e mal
vestidos com nolavei escndalo da moral, e
ons costumes, os enUdonooi, e inorti,
1
perigo as vidas dos infelizes habitantes os
tortuosos alinhatnentos das ruis que tornad
a Cidade haro labvrinto^esta Cidade q'offere-
ce as proporedes para ser urna das oais bellas
do mundo aprezenta o testemunho da nossa
inaeco e imbeciliJade ; sao estes, Srs. Re-
dactores os motivos de minhas mortificantes
apprehenses, que me obrigad a clamar sha-
mando a attenco da nova Cmara Municipd
encarregada pela Lei de prover em tantos ob-
jectosdo publico interesse a fim de que nao
deixe em abandono os negocios Munieipaes
como fizerad seus antecessores (com honrosa'
exeepedes) que apenas se reun ao quindo sa
tratava de alguroas noroeaoes ou de Elei-
edes o que mu bem prova o estado era qu9
nos vemos. Nao lie tanto por falla de Lsis
e Posturas Munieipaes que soffre o Publi-
co ; mas sim por falla da fiel execuso d
que temos alguroas das quaes sao mui bois
oiroprindo-se somente aquellas em quy sa
quer cambiar e que redundad em proveito
pec mentarios que se fazem a respeitodis piderias
e fundicoeus estabelecidas dentro da Cidade
cuja remoco tendo sido deterrouiida por J! u _
roa Postura ero virtude de clamorosas repre-
sentacoens po pavo, neuiun toi iu'iU
pelos executores comprehendida n'essa disjj-
sico e continuando tudo como d'antes. Al-
guem me perguntar nao tem a Cmara hu-
ma apparatosa phalange de empregados pira
o servido das funcoens Munieipaes taes co-
mo Fiscaes, Procuradores Cordeadoroi
Secretarios Vedores Porleiros, Aiuiantes
do Porteiro Advogado* Cirurgioens etc.
etc. ? He verdade que os tem e oom os quaes
se gasta aunualmeuie perto di seis a sale cou-
tos de reis e o que d ahi sa conclue ? Ha
que os empregados em geral uo cumprem
coro as suas oorigac;oens e que a Cmara
deve incorrer na roesma esusura 58 nao fizer
etfectiva a responsabilidide de seus a-'dntes
e demitlir acuelles que julgr iucocretureia ,
ou inhabeis,
Srs. Membros da MunicipaliJade desen-
ganai-vos uenhuroa Le postura, ou pro-
videncia por mono boa uu por mais bem
calculada que seja aproveaar ao Publico
se a Cmara uo tiver agentes de sua conan-
ga equecuuiprad suas obrigages. l'e-
nhad paciencia Srs. Redactores al nutra
vez que anda ltie hatera a porta
O Maneta.
LOTERA DA B'JA-VISTA.
Querendo a meza regedora da Irmandade
dar hum iudelivel teste nuulto di baa le ,
que a dirije e satisfazer a os desejos do res-
peitavel Publico tem determinado que o an-
damento das rodas lentia lugar no dia 3 do
corrente qualquer que seja o numero da
biltieles que eutao exista em ser. O resto dos
mesroos acu*-se venda nos lugares j an-
uunciados.
COLLEGIO DA BOA-VISD.l.
PIRA JlEMJAi,
Confronte a Matriz.
Continua-se a receber Pensionistas meia
Pensionistas, e discipulas externas para se.
rera intruidas as lingas Iasleea Franceza,
e Porlug^ueza ler escrever Aritlimetiea ,
Geografa, Historia costurir bordar tic
Tendo cressido o numero das alurauas a
Directora tem contratado dois Professores
de a bal irados con heci me m. tos excellente con-
ducta e ptima raorei pra ensinarem
Grammalica Portugueza Arilhineliua Ge-
ografa Historia, os quaes dirad comeco a
seos trabalhos no primeiro do prximo me
de Abril,
O Collegio tem Professores de Dezeuho\,
Muzica e Daaca para aquellas alumualj
que se quizerea dedicar a estas artes d(*
recreio.
SOCIEDADE EPHROSINA.
A Commisso Adroimstraura da Sot iedal
de convida os Srs. Socios di mesma a reuui-\
rem-se em sesso hoja aso 111 horas da lar
de na caza de suas Sdssdes para sa delibej
rar sobre objectos imporiautas.
Aviaos Di versos,
U9" Precisa-se de um forneiro : aniAucL


ftl AR 10
DE PBRNAMBC
3
na
HBHRSftttra
ha en qualquer das rujs lo burro d? Sin'o t
O Lente de Malheraaticas do Collegio
Pernambucano e do Collegio Sancta-Cruz ,
ettendendo a difficuldade inherente as mate-
rias que compoem o i. e 3. ano do curso das
Desasas sciencias se propoetn explical-as cavallo marinho; annuncie por este Diario
gratuitamente aos Snrs. que os frequentarem tsr Quem annunciou no Diario de i7 do
matriculados em o Liceo desta Cidade; e ad-1 corrente, querer comprar un lalim dourado ;
Antonio nao se oibando a preco ; an-
nuncie.
sar Quem tiver pira vender urna unha de
riada a borda da Rscuna Am erirana OkeHybonitas figuras e omito expert w; eimjs-
na sua recente viagem de altiroore a este por- j sim urna pc:ra marroore d?g palmod> e wn-
prila e. quatro de larga ; na roa fvova n. lo.
verte mais que em o dia i4 de Abril p futu-
ro pretende abrir seu curso particular de
Aritbmetica Albebra Geometiia, e Trig-
nometria ; o annunciante morador na ra
de Dorias, D. i a.
xsr O dono da rifa do forte pian no, de-
secando que ella corra infallivelmente cono a
a. parte da 6. Lotera do Tbeatro, para ma-
ior extracco dos bilhetes que aho vender ;
fai publico que qualquer pessoa, que com-
prar dea bilhetes por junto receber um bi-
Ihete gratis ; cuja rifa tem a vantagem de ter
ciuco nmeros em cada bilhete pelo mdico
preco de aooo r. e se vendem no Recife ,
loja do Sr. Joze Antonio Vieira de Souza e
do Sr. Vieira Cambista ra da Cadeia ; em
Santo Antonio na loja do Sr. Bandeira, ra
do Cabug na do Sr. Victorino, na dos
Cjuaitris, na botica do Sur. Barlholomeo ,
na do Horario larga e as cinco ponas na
venda D. 33 ; na Boavista botica do Sur.
Joaquim Joze Moreira, e na loja do Sr. Mon-
tes no Atierro 5 e em Otinda casa do Snr.
Joze Policarpo de Freilas, ladeira do Vara -
douro.
tsr O Snr. Joze Ferro Castelbranro ,
queira fazer o favor dirigir-se a pracinba do
Livramento loja i); ai a negocio de seu
interesse ou annuncie sua morada por este
Diario para ser procurado.
SST* Faz sciente ao respeitavel publico o
abaixo aisignado, que Manoel Joaquim de
Carvalho deixou de ser seu caixeiro no
dia de hoje ao de Viai yo de 1811.
Caetano Pereira Go'ncalves da Cunha.
fpjr Aluga-se uta grande armasem para
recoiher gneros no bairro do Recite jun-
to ao embarque com urna excellente salla e
dou3 quartos por cima do mesmo nrmaiem
para escriptorio : quem o pretender dirja-
se a ra da Moeda n. 141 que sei ador-
nado a respeito.
\sr Joze 1 homaz de Campos Quaresma ,
faz publico que Manoel Luia Vieira nao
mais seo caixeiro e que taobem despedio de
seo caixeiro Manoel Rodrigues da Silva : as
pessoas a quem o dito lanoel Luiz Vieira iou
sem ter ordem para sso ten bao a bondade
de tu pagar na loja n. al e aa na praca da
Independencia.
tsr Preciza-se de dinheiro a premio por
lempo de 3 mezes daudo-se por hypotheea
um escravo crioulo moco e bastante deii-
geuie, quem quizerdar, dirija-se a ra do
Atierro da Boavista defronle da Matriz so-
brado por cima da botica primeiro andar ,
que achara com quem tractar.
tsr Preciza-se de um forneiro forro, ou
captivo : na ra Direita D. 33.
tssr Preciza-se d'um trabalhador, que
saiba plantar capim e Iractar do mesmo para
tomar conta d'um pequeo cilio perlo da Mag-
dalena : a pessoa que se achar as circunstan-
cias, gozando de bom crdito pode dirigir-
se a ra dos Quarleis D. 5 que achara
com quem tiaelar.
tar O Snr. que annunciou precizar de um
caixeiro brazileiro 3 dirija-se a ra do Mun-
do JNovo, O. 37.
tsr A peesoa que annunciou no Diario de
quinta (eir dezoilo do corrente precizar de
um rapaz brasileiro para caixeiro de qualquer
occupaco meos venda ; quertmdo um de
boa couducla e da pessoa s capaze para in-
formaren dirija-se ao patio da Penha ca-
za de 3 portas verdes junto a um ferrviro.
%3T Preciza-se d'um omcial de Pharmacia,
ou de atgum menino que ja tenha alguma
praca uo Atierro da Boavjsta botica de
Joaquim Joze Moreira.
Sur ferdo-ae urna cadeia d ouro, de re-
lojo com quatorze pessas e urna pena no re-
mate da ra por detrax de S. Joze at o mu-
ro da Peuba uo lado da catacumbas no
dia ai do crlenle : a pessoa que tiver a-
cbado e quiser restituir dirija-se ao mes-
mo lugar cima declarado, caza D. 9 que
ser generosamente gratificado.
tar fcerahro Goncalves de Miranda faz
sciente ao respeitavel publico, que abri Au-
la de primeiras Letras Grammatica Nacio-
nal Geomeiria pratica e muzca : na ra
por delrazdos Viarlyios casa D. 3a ; e bem
asaim cupia-se muzca com mulla peileiio.
tur Aluga-ae uiua negra possaute para o
setviuo de iralar e vender laclo de boi pois
tiso ja tcui alguma praca ; a quem convier
amnuucie.
tar Preciza-se alugar urna caza terrea, ou
obrado de um audar com quintal cacito -
to terca feira 3 do corrente as 10 horas da
manha no seu annazem da rui da seuzala no-
va por detraz da casa dos mesaos.
dirija-se a ra do Crespo loja de fasendas
D. 8, lado do sul.
tssr Precisa-se de um bom cosinheiro, for-
ro ou cativo : na ra do Trapixe novo D. i3 ,
primeiro andar.
pa suja em urna trouxa que se supoem ir
para o rio por urna preta a mais de um mez,
e a deo para guardar, dizeudo que vinna por
ella athe hoje nao be aparecida ; quem for
seo dono, dirija-se a ra das Cruzes bairro
de S. Antonio venda da esquina do beco da
Puller que dando os signaes sertos lbe ser
entregup.
\sr Quem tiver e quiser alugar um pe-
queo sobrado no bairro de SjiiIo Antonio ,
entenda-se coro os Srs. Gamillo Pires & Com-
panhia na ra do Crespo.
iaT A visa-se aos Srs que tcem penhores
em casa do relojueiro, no Alterro da Boavis-
ta queiro os ir tirar, do contrario oito dias
da publicaco deste nao lero mus que exi;;ir,
tsr Precisa-se de um menino portuguez
de il a 1 i anuos de idade para caixeiro de u-
ma venda uo lugar do Arrumbado di Cidade
de Olinda : a fallar no mesmo lugar com Joa
Sabino de Lima ou dirija-se boje a ra No-
va venda ao p d ponte D. 6 das 9
horas at as duas da larde.
tar Um rapaz portuguez de 18 a ao anuos
de idade olferece-se para caixeiro d'agura
en*enho ou mesmo para venda tora desta pra-
ca o qual tem bastante pratica deste negocio,
e sabe bem ler, escrever e contar ; quem do
mesmo precisar annuncie para ser procurado
tsy Aluga-;e o segundo andar com mi-
rante do sobrado, silo no pateo do Hospital
do Paraizo : quem o perleuder dirija-se ao
segundo andar do sobrado L). 7 na ra das
Cruzes que achara com quem tratar.
S3T Precisa-se de um teitor para engenho,
que seja solleiro robusto e deligeote s quem
esliver neslas circunstancias diriia-ae ao en-
genho S. Paul treguezia da Varzea, que
achara com quem Iralar.
-- De-seja-se saber se existe nesta praca
Julio Sacher dono de um sitio no Jang ,
para se lhe fallar sobre uegosio de seo inle-
resse e caso nao exista deseji-se fallar a seu
mano ou procurador, anuuuciaudo sua mu-
radla para ser procurado.
Otlerece-se para caixeiro de ra ou de
loja de fazendas um 1110 ,o brazilmro de boa
couducla, com 17 anuos, servindo poral-
gum lempo gratis na ra da Gloria D. a.
(Jma pessoa casada e que sabe Prepa-
ratorios seollerece para ensuiar tora da Pra-
ca : quem de seo presumo se quizer utilisar
annuncie.,
KT m sitio na Capunga com oen> palmos
de lreiite e >o de luuos com plantas de la-
rangeiras, com cerca de iimo com cacimba,
e urna pequea caza bem coma u u cavallo
ruco de bous andares sem deteuo algum ,
proprio para carro ou para seta por prego
cuinmodo : na ra do Collegio D. 4.
Li-ila o________
tar Que faz o Corretor Oliveira segunda
feira aa do corrente as 10 horas da manh ,
no a. andar da caza onde reside o lllm. Snr.
Deiembargador Belmout ra d'Aurora da
seguiolo mobiiia : um jogo lindissimo de ca-
denas novas lauto de encost somenle como
tamben de bracos um sof urna magnifi-
ca meza redonda de meio de sala com lampo
de soberba pedra marinare muilo bem traba-
Ihado e quatro ricos aparadores ludo do .
mais escolhido e moderno goslo formando !
estes trastes o ornato mais completo de urna '
salla devezila, por isso que al se podeio
vender por junto vonlade dos licitantes; re-
quissimo loucador para Senhora guarda-
roupa marqueta secretaria bahs, dous
pares do caslicaes de piala com seu competen-
te prato e cspivitadeira um excedente Plati-
no de bem en loadas vdzes, ludo tambero de
goslo moderno e quasi novo ou sem uso, >
por terem sido ltimamente acabados pelos
melbores artistas d'esta praca ; e veuder-se-
ho finalmeule muilos outros trastes como
sejo espelhos camaps, banquinhas de jo
go aparadores eaa bom uso um expleud-
do lustro de bronze dos mais raros a ui im-
portados e urna espingarda de caca &c.
g^- Que tazero Luiz G. l'erreira Se vlans-
field por intervenco do Correlor hveira ,
de cerca de aoo barucas de larinha de trigo |
mais trila a qaaroaU dius d potaxiaba a
k^r Urna typoa em horn oso coro toro'js
de martina p uma rede de cor bordada ; na
ra de Santa Thereza, D 5, lado do poente.
t" Uma venda que faz grande vant -,' n
C o m p r 1 s
J ao comprador e um escravo completo piu-
VT Uma corrente de ouro ; nesta Typo- tor, ecosinba o diario de uma casa tudona
graphia.
* Uma serpentina, na botica defronte da
Matriz da l?oa-vista.
** Uma cadeia de rebusso nova ou com
pouco uzo ; quem tiver annuncie para ser
procurado.
Vendas
Camellas da Lotera da Boa-vista ga-
nhand:) ni sorte de 4:000,000 duzentos mil
reis nis biasdos Surs. Souza Pinto, Bai-
lar Dias & Cunlia na ra da Cadeia ve-
Itia j Qtiaresma e Joie Antonio da Silva ,
praca da Independencia ; Claudio ra do
Cibug; Caetano aterro da lioa-visU ,
n. ao.
tsy Uma morada de casa terrea na Boa-
vista, ra da Gloria, D. 19 com tres quar-
tos quintal murado coziuha meeira x-
os proprios ; quem a perteud^r enten li-se
com o seo proprietario Mauoel Caetano de
Souta, no Manguind, e nesta praca tu ra
do Palace caza de uma porta e tres janelias
junto a casa que se est fazeiido achara com
que;n tratar
ear Cocos secos na estrada do Pjmbal no
sitio que faz esquina com o beco do Ca-
fando.
fcST Diccionario francez portujues e
porluuez -- francez Quintiliano l'eren-
cio Selecta commontaU dicta sem comen-
to novo testamento da J. C, presos cj;n-
roodos j na ra Direita D. ao, loja de cl-
eselos do Sur. Bastos.
ia*J Obras de Direito Nitural por Marlini,
illucidadas pelo oulor fortuna 4 *ol. em
H z ; na loja de Ltrros da ra do Collegio ,
D. 7.
tzr Um fardamento para G. N., com lo-
dos os pertences, aiuda nao servido; por pre-
co multo comino lo, ni Boa-visia ra da
Couceico D. defroute da Igreja.
sgr Uro moljto de idade da 10 a 18 annos
proptio para aprender qu.il juer omcio, mul-
to principalmente de carpina para o jue
tem uiuilo geito e goslo e tem mais a prenda
do cosinhar sofrivel e inii tem vicio e nem
achaque: na praca dalndepeudeucia D. ad
e ag.
tar Uma barcaca prompta a navegar que
carrega de dez a onza caixas a dinheiro ou
a troco de fazeudas : no armasem de cabos ,
defronle da igreja do Ctrpo Sanio achara
com quem iralar.
i^r Parclio novo da melhor qualidade pa-
ra catalio a 3aoo o sacco de tres arrobas ;
taubem larinha superior em porcia e a re-
lalbo! na fabrica de lariuha uo Atierro da
Boa vista.
tT Papel para muzica de superior qua-
lidade ; violes de jacarauda e bem felos :
na praca da Independencia loja n. a.
iV Uma duzia de cadeiras amari.Miias, de
paliabas e em bom uso ; quem as preten-
der aununcie.
UT Uma negra crioula idade ao annos ,
cose cosinha j engomma e lava de sabao ;
uma negriuba lambev crioula de idade ja
anuos, coro principio de costura ; e mais duas
uegras uma da cosa cosuiheira cosiu-
reira e boa engomroadeira ; outra d'augoi-
la lavadeira o veudedeira de ra de a5
a 60 aaunos: no Varadouro em Olinda so-
brudo de Joaquim Joze Rahello.
_> ous escravos que sabem pescar ,
eenlendemde cosinha; e um orialeiro, por
preco commodo : na ra Velha da Boavisla ,
D. 37.
&- Trez lindos escravos, sem deleito e
nem achaque idade 2o a a a anuos um
bom olhcial carpiuleiro e canoeiro outro es-
cravo pardo e coro idade de ao anuos boro
hutieiro e bonita figura ; oito escravas de
idade l a a annos saliendo engommar ,
cosinhar e cose alguma cousa j as suas bon-
dades se faio felmeute ver ao comprador ;
tres escravos por commodos precos proprios
para o servico de enxada ; e mais um molatt-
nho de ii anuos de idade ptimo para
pagero : na ra dus Agoas verdes, 6.
assr (Jroa canoa par* agoa e oulrn a-
berta par. carregar lamilia promptas para
uavegai em e |>or preco commodo atraz
dos Martyrios no estaleiro de Vicente l'er-
reira de narros.
tST Um moleque de 14 a i5 anuos e u-
rua Direita D. 33
39" Uma cabra (biso), boa de [cite, com
uma cabrita ; em Ulinda ra de S, Bento ,
casa da viura do fallecido Pacheco.
fc3T Um Oratorio bem preparado proprio
para se celebrar Misst ; na ra do Padre
Florianno, D. i3, lado do nascente.
S3/- Sarja preta portu.,ueza; na rua do
Queimado loja do fasendas D. l deirou-
le do beccoda Congregaco.
*a^" Um negro, uaco Ancolia, idade
a5 annos sem achaque algum : na rua da
praia armasem de Mauoel de Souza Gui-
maraes
isr Superiores pente- do tataru^a tanto
de marra las, como de coco : na rua Direita,
D. aa.
sst* Urna Umita de bano com quatro
chaves, por naui commoJo prev.o: quema
pretender annuncie.
%2T Um quartp russo de bons andares ,
bom passeiro e carrega baixo proprio p
ambas as sellas ; a fallar no Convento de S^
Francisco, com Francisco Antonio Cavai-
canted'AIbu juerjue : o mesmo vende lioom
dous sellins e.a bii uzo.
ttt Uma creoula de dada de 19 annos 4
ptima rendoira lavadeira de varrella e sa-
bio engomma liso, coziuha o diario de una
casa trata de ere incas e tambero de uma
sala com asseio e he muito ladia ; na rua
da Gloria D. o.
sr Farinba de superior qualidada da
marca bsl*' e SSt'' de I'riestre ero porce
grande e pequea ; em casa de N. O. Bieber,
na rua da Cruz u. 63.
escravos Fugid'j-
SST No dia a do corrente rouz de Marco
fugio um escravo de n;ico Cambinda por
no.ne Benedicto oliiiil de olei%> mui:.
ladino estatura e grossura regular bem
preto rosto comprido, liso, e sem bir!n ,
denles timados per as e ps grojos o l.'cn
feitas ; idade a5 annos pouco mais ou menos 5
quem o pegar ou delle dar noticia certa aoi
se aclia ; tara o favor levar a seu legitimo or
Jos Koberio de Moraes Silva no fungen no
Santo Andr ; Freguezia de Moribaa ; ou a
Silvestre Joaquim do iNascimento no atier-
ro das 5 Puntas que lera a gratificado de
4o,ooo reis.
GT" Domingos prcto de Augola de esta-
tura ordinaria corpo grosso e pernas fin >s,
cara larga e pouca barba e he bem la tino,
e prezado de va lente i'ugio ia manh de 17
de Vlarcoda l8$i, levandocamiza de algudo
nova, e cal^a de bri n brauco j 1 velha; (uero
o achar pode prendel-o e leva-lo a seu Snr.
Antonio Francisco de Souca com loja de
marcineiro na rua de llortas da cidade do
Kectte casa terrea n. a aonde receber
a gralificico do seo trabaiho* ^_^__
oviaieuto do
l*i)VO
NAVIOS SAHID03 NO DIA 19,
MARAMIA0' ; Patacho Brasileiro Caro-
lina, Cap. Francisco Bernardods Mutos,
carga dillerentes gneros.
ENTK.lDONODIA ao
TERRA NOVA ; 4" d>is Bri^ue InS,et
Porcia de 167 tonel., Cap. Wffl, Stol-
chard equip. 10 carga bacalbau i a N.
O. Bieber.
ILHA DES. HELENA ; i3 dias, Bn-i
gue Ingles Francas de l4 VVm. Russell equip. 9 }
& Compinliia.
cana Justina de >47 tonel. Cap. J. L.
Ruckle equip. 7 crja farinha de tri-
a B. Lasserra
BALTVURE-, 38 dias; Escuna Aroeri-j
go ; a L. G. Ferreirafic MansSeld,
RIO DE JANEIRO; 21 dias 5 Barca In-
gleza Hoyalisl, de a4i tonel., Cip. Scenp-
sow equip. 11 carga lastro ; a Ale;
Caltnoiit & Companhin
BAHA; 10 dias ; Brigue Inglez Aun d
ayt tonel. Cap. John Starnson equip.
11 carga lastro ; a ale. Calmonl & Co.n -
panhia.
OBSSRVAgOENS
No dia 19 suspendOo do lameiro a Car-
* MUTILADO
mu iiegriuha, de l| anuo, ambode nS i
11



I


i
DIARIO DE PERNAMBCO
PRECOS CORRENTES
GNEROS.
AC de Millo.
Acn raz..
Aycardcne
JR TIC LES
PREgO
5ee'. Miln............
Spirit of tuipentme.
a5. er........* I Brandy t'i.
IAIcslrSo Si:eeo.............
^ I f na.................
Jr* '....................
Alvaiade...................
Amarras ile ferro ronf. sisas t.
Amendoa doceeom casca mole
\nroias c sncoietes..........
Aniagem...............
Arkiiic Helado..............
4 reos d? ferro....._........
I Arroz pilado esli ng*feo......
I ,, ,, Maraal.......
i Azeiie dcce do MHilirraneo ..
-, de Portugal.......
, re Pe\e.........
BACAI HAU ...............
Hacas de lulao..............
BanicM vasias era pe........
,, ,, abatidas.......
Raalas.....................
Ilezerros Francezej.......
| Tar Swfdi's h..........
Lavanticr.............
Canarv Sred ..........
White lead............
Cables-chain acc. tnshe.
Swecl almonds soft Anchor* and grapnels..
Ciegue! las.............
Iron ltir assoited.....
Brass ,, ,,...........
Iron lioops.............
Rice white............
OH olive ............
.. Portugal.........
// hale-ni.............
Codfish..............
Brass basins..........
Flour Barris.........
shooks........
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Calf skins, French.....
;ren.......................I ftntin ...............
Urim da Russia de 3o Varas... j Ravens uek Rustan..
,, a iniilorPo....
Bolaxa fina..................
,, ordinaria.............
Rolaxinhi...................
CA'S de iinho ds patenla..
Ingles
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da Russia
de Cairo,.
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Ca II e'. .i...........
Carne secca de Rio-gtRiirle...
,, de Montevideo...
de vacca st Igada......
de Porco............
Carne!ras Francevas de cores
Ca rv'.o de p?dr>:............
Cera amarcll d'Angola......
,, branca...............
Cha Hiason................
pirla...............
Cerveja I anca.............
preta................
Cliumbo einraria...........
}t ciii lenco!..........
,, le inunicao........
Cobre para caidrreiro........
foiro presos....
i S'CHADAS------...........
Ensolre em canudo..........
ping.irdas lata i i tas........
gicpa ........ ..........
l.r \ -doce..................
Salan o....................
i-AltlMIA BQr. nova......
\elha.......
Fianccza ....
Trieste......
biil.ICO......
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Flan des..........
crio Iiil.Ii'7..........
b olia de
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For.ecsdc i
,, de incia roe.....
rio de vell...........
Pnete......
n ,, f'f Sapnieirc.
i Parro ir J era bairas
,, tiiiilation.......
Bread pilot...........
,, navy............
CracUers..............
Vordage Palent........
Uemp. Cable Eng/and:...
,, Russia patenl
ii *i Coir........
Co/ce ...............
Beef dried, Rio g> ande
,, #, Montevideo
Peef Salted...........
Pork Salted...........
Slieep Skins French col.
Coal..................
\ellow wax...........
,, white .........
lea Hysjon ,.........
P'arl...........
Ale bottled............
Pnrter................
l.ead n bats..........
Sbeet .........
,, Shot atsorted..
Braziers copper-.......
Sheathtng and nails....
Ilnr%..................
l:rim-lone.............
Pntutuete fiu"s ......
Raptiitft .............
Anise seed..........
Pewtt r...............
Flour tiew 4mtr.......
od ti Uo.......
French..........
Trieste SSSF ....
Baitic...........
Beans .................
Tin plates assorled....
Sbeet ion.............
lled^trtg bilis lare.....
small....
l'wine satl maker.....
Pack treatt.............
Shoe makere tbread. *
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,1 Rranco embarrieado Novo
,, Masciivado ,,
,, brauco em sacos.........
,, majcavado ,............
'oiiros Si coi Salsadoi.......
Icios de bioila ..............
Cbifres da ierra............
,, no Rio Grande novilho.
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Dry sallcd hitles.......
Taniteil hitles.........
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Precnda Prnial VOv\%dvaiiac
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Ferro da Suecia..........
(;AKRAFAS pretas.......
GarraToens empalhados.....
Genebra em pipas.........
embotijas........
LONAS da Russia largas...
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inglezasestreiias
I.ouca ordinaria mglea....
MANTEIGA ingleza.....
Franceza.....
Machados do Porto........
Massas sortidas............
Milho..................i.
OLEO de linhaca era cascos
,, em botijas.......
Panno de Iinho de toloens..
n ,. Feira.....
Papel de peso coroiolia.....
,, almacoasiil 1. *.....
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branco..
,, lloieie..............
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,, deembrulhar marca g.
,, ,, pequea..
Papelo..................
Pamahibas...............
Passas..................
Rmenla da indi.........
Pxe da Suecia............
Plvora..................
Polassa d' A merca.........
,, da Russia..........
Pregos eaibrar............
,, cunar ,..........
,, ripar do Reino.....
,, da Ierra..........
,, de coustrueco.....
Prezuntos do Porto........
de nutras partes.....
Paios de Lisboa............
QUELIOS Flaracngos......
IUPE da Babia...........
,, de Lisboa..........
Ret 07....................
SABA' amarello.........
do M edil erra no. ..
Salitre refinado...........
Sal Estrangeiro alq. vellio.. .
Salea parrilha.............
TAIIACO maependiro......
Taboado de pinho.........
Toucinho de Santos.......
i, de Lisboa.........
Vinagre de Portugal.......
,, do Mediterrneo....
Viuhode Lisboa tinto PRR.
,, ,, Branco......
., ,, outios autores tinto
,. ,, Malagaseceob.p. P.
Celte tinto.......
EspHiiha.........
,, Sicilia...........
Pp. Cat....
Mu-icatel............
,, engarrafado.
,, Boideuz ,, .....
,, Champagne ,......
Viilro |i. v. de c. de 100pcs.
\ellasile Spermacete......
,, ii" cciio.............
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Iron Swedish........
Bottles blaek........
Dami-johns.........
L in in pipes.........
in jars.........
Russian wide........
,, ,, imitatlon ..
English narrow .
Earthenware ........
Butter English new..
., Freneh ......
Portuguese axes......
Maccaroni and verm.
ndian Corn.........
OH linseed in pipes...
,, ,, in]ars.....
Portuguese linnen Tol.
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Muscatel rasins .....
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Pitch Swedish.....
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,, ,, Russian ....
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Portugal
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it 600. ., i* *i
Franca......... oo. e 10 porcento Camb. 160 R. por 1. I
Inglaterra...... 5/8 por libra & por 070
Barcelona...... 5oo Rs. por Ar. e 10 porcento, Camb. 800 Rs. o pezo.
Inglaterra...... 3" lo por Ton. de 70 Ar. e 5 por cculo
Franca........ 200 Reis cala urna e lo por cento, Camb. 1O0.R. p. 1. V.
Estados-U n idos.
Nominal
i
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i
BSKR VACOENS.
T. '-s as merradorias estrangeiras pagj i5 por cenlo de direitos a excepeo do cha e plvora
< cinc uta poi ctnlo, sobre as avaliaroes da pauta geral do Imperio; e alguns nobie o
icla parle. Aeni clesies direitos pbt;5o mais 5 prcento le armasenageni addi:ional e
<.:ei;e.' ftVi.s as cambraiat de 1 nh rendas de fil de seda t Iinho obrai i:e outro e prata ,
ra preciosas, e cnot.l o ce prata e ouro ao iseutas la aimazenagem addicional t m pa-
" 1 /: p. c. de expeoiente. t > iscnt-s ie direitos bs maiiuinas anula nao uzadas no lugar ; porcia
os5 por cenlo de espediente e armzenagem adcimial.
Concedem- ,e 4 mezes ue armazenagem livie as l'azenda.s seccas aos gneros de estiva 3o dias, e eos
nidos eontidoa em cascos 10 dias, e lindos elle | agio pela demota que tivcrm na Ailandega na
,.,z."o de i/4 por cent > ao mez;
Os Miihos e lebidas cspiituosas importadas de paizes qiip nao tera tratado com o Brasil pago dt-
reitos de 5o per cenlo sobie as a valia; us iiicluiudo*se iie&tes 1 i/2 porcento de expediente. Pago
aa:s 5 \]i de anoazenavem oiic.oual.
'J'or.as as I ebidaa espirituosas pgo de consumo 111 l'iovincia 4 '*>' por caada excepto agoa-ar-
jente de fabrico nacional que paga so 20 poi Cen 1 fobreo valor
. e quebas concedem>se os despachos le liqaidos os seguimos abatimervlos a sa-
ser de 5 p-ii rento em garra:as ; de 3por cent 1 em botijas, de 2 por cenlo em casco e garralo is
(jCarvi edra fie ierapto de direitos, e s paga 5 por retto de espediente e armaeenagem
Osdil spertacSo pego-ae sobre a aval.nao n'iinia paula semanal na raso se^uuile
o, Cal 1 e Fumo 1 a porcento; rcieoie cojros, e lodos os mais
Igeneros 7 por cento.
Alem destes direitos pago a? laxas de 16o reis em cada caita de 4o res em
So do
|,?echo de vo reis em caca barrica ou saco de assucar; e de 4o reis em cada saca de algodo
Couros e lodosos mais gneros a&O livres de direitos para os portos do Imperio a excepcao d
Algodo, Assacir, Cal, e fumo que [ ago 3 por cento e as laxos por voluine.
Os melaes preciosos nacionaes ou es'.rengeros em barra ou amoedados e o ouro em p pagH
2 por cenlo sobie o valor correle no mercado.
Os cscravos exportados pago 5#ooo por cada uns.
REVISTA C03ID1ERG1AL
C M/IO As Iransacoens da semana fjro feitas a 3i d. por looo.
ALGOU O' Poujbas vendas a (i#7oo.
ASSUCAd ('. mserva-se lirnie a !ou por arroba sobre o ferro.
( OURO Meno* procurados a I20 res.
B\CALHAU Clisgou um carregame 1I0 da 235o barricas que Ib i ven-lido a ll#onopor barr.c.
(. kRNE DE CHARQUE lia era ser cerca de 3o,ooo arrobas, que se est vendendo aos precos co-
tudos.
IFEj NATVPUCRAFIADE MANOEL FIGUIROA DE FARIA i8(


Full Text
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