Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03951


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Full Text
Ann*" de 1841. Ouojta Feira
1 -L_ _i ..... i.i
Tudo agora dependa de nos meamos ; da nossa prudencia, mod*ra-
co, e oertna : continuemos corno principiamos, e serebos aLunudoa
cooa adairacao enlre as ISaccs maicultas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brasil.

Subscreve-se para esta folha a oooo por quartel pagos adiantado.
nest Jypogrsfia ruadas Cuzes U. 5 e na Praca da' Independen-
ta, n. 3; e 38, onde se recenem correspondencias Icalisadas e an-
nuncios, miriado-se estes gratis, sendo dos proprws assicnantes,
Viudo asagnadot. b '
PARTIDAS DOS COR REOS TERRESTRES.
1S*;>b Ma^co, Njm. 02.
H
CA Uta i7.
f**...... f rf.porl.ooced. '
l .' ......8o por o,o p, !W0 por maU| Arertit,
U,lj descooris, *
r-..AIA Patacoes l>r.ntlciros i/f,'.> ,
,. Pews Colui! norias -.....i'[, L._
*"?"-.......g;: $5
i|8 por looaj mea. i o|o
1 i|2a i,
ao par
l|i 0[o"a l ojo
Dase debilb. da alfandega i
dem ilc letras d ivoas firmas
v:-...ia nV cabra i ,>or .oode disc.
Medulas de pequeo valor
Cidade da Parahiba e Villas d ana pretenco ....
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem ....
Dita da Fortaleza e Villas dem...........
Cidade de (iotanna..........,.......
Cidade d Olinda..................
Villa deS. AntSo......................vu
Dita deGaranhuns ePovo.no do Bomto .........lo, e ^ de cada mu
Ditas do Cabo, ber.nhaern, Rio iVormuzo, e Porto Calvo, i, u, e 21 dito dito
VUI. de Pajau de Flores........... .......iciei/ di d
iod'jtos Lo.reoi partem ao meto Uta.
[S*S. Sextas fahai.
Todos os das.
Quintas leiras.
PHASES DA LA NO MEZ DE MAR.
La Chera a 7 as n h. e 14 rn. darean.
Ouart. rning?l-j4 as il h. e 55 m. da tard.
La IWa I a- m 11 h. e 5q m. da man.
Quart. cese, a 5o t as O b. c jo ni. da man.
Mare thcia para o da 1S de Man:y,
Vi 17 horas a 3o i.
As 12 Luase 54 minuto! da tarde.
das da semana.
,5 ^Sanda^S. He,.,ue> ~ Audiencia da Juiz de Huello da a;
16 Ter-\:\a.v::ac<> M- ReU?! udenci ** *** o*** *
"5 Ouim. ^^.hL^ <,a'',rlan^- Aulicu-ia do Iui.4, I) da 3 vara.
var' ArCa"J0, Au*> do JuUdoirtltod. !
19 Sexta > S. .lose Esposo de ti. S
20 SobUrto S. Mariho Are. ll.-ll.cTo e audiencia de JBI de D. da
21 Doming 4. da Qjarcstna S. Bculo A'.
PERNA MBUCO.
COM.MANDO DAS ARMAS.
O Coromandante das Armas, authorisado
pelo Exm. Presidente da Provincia convi-
da para exercer o lugar de Cirurgio da liba
de Fernando de JYoronha ;i qualquer Sar.
Facultativo para isso habelitado abadonan -
do-lhe por esse servico a quantia mensal de
6iooo reis, que actualmente percebem os
Cirurgies Ajudantes da Tropa de Linha.
THESOURARIA DEFAZENDA.
Expediente do da 5 do corrente.
OBcio- AIsaac Goldsmid King &
Thompson de Londres enmdo-lhe par co-
pia o contracto de afretamenlo do lri^ue In-
gez Urr.b q,,e deixou de -companhar o
ollicio de ,5 de Fevereiro prximo pasado ,
aimdeverem oque fo estillado no cas
do prenjo de ,eguio pelo Pao Brasil nelle
carrejado ter sido maior do que o esUbelle-
cido para as embdretoes de primeira Classe.
Dito Ao Inspector da Thesouraria d Rendas I rovsnciaes remetteudo-lhe quatro
exemplares do resultado do exame a que se
proredeu Iia Caixa da Amortisato em notas
detUooode chapa falsa, que tem appare-
c.doiianrcuhco; e partecipando-lbe que
emconlormidade da ordem do Tribunal do
ldesotiro Publico Nacional de it de Fe ve
Wiro prximo findo achar-se abena a subs-
tituido das ditas notas pt|a mesmii fora)a
porque se tem praticado com asde.oooo
leis.
*>to--Ao Inspector d'Alfandega remet-
teudo-lbe d.us exemplares de que trata o
precedente oHicio, e faseudo-lbe a mesma
paitecipago.
IgualI oficio foi expedido ao Administrador
da itecebedoua de Keuda, Ger.es Internas ,
ao Inspector do Arsenal de (Warinha ao Di-
recto, do Arsenal de Guerra, e ao Adotinis-
ti odor do Lorelo.
Dito -- Ao Inspector das Obras Publicas
remettendo.lhe o requerimento de Misquia
&Dutra coa, despacho do Ex*. Presidente
da Provincia concedendo aos mesmo o aoia-
niento do terreno devolu.o de Marinha alaga-
do contiguo aos fundos do Arsenal de Mari
i.ha do lado da nal pequea a fia, de se
dignar mandar proceder a competente de-
iLamuao e avalia.o na lorma das ordens.
Dito Ao Inspector d'Allandega remet-
iendo- he quatorze exemplares da terceira
paite da l'outa das Aliandegas do Imperio ,
que acompanhaio a ordem do Tribunal do
i besouro Publico Nacional de a5 de Novem-
bro do anuo prox. passado a fio, de a man-
dar observar lendo em vista as ordens ex-
pedidas a respeilo da execusso da sobredita
Jauta.
Dito Ao Administrador da Wesa do Con-
eulado diseudo ilie, que o Exm. Presidente
o Inbunal do Tbesouro Publico Nacional
sendo intormadu por perlecpaces officiaes
d Agencia do brasil em Lond.es, que o Pao
brasil enviado d.s Provincias be pela maior
paite de inferior quahdade, o que muilo
dificulta a sua venda : e mandando pela or-
dem de 12 e Fevereiro pr01 0 (ill0
baja lodo o escrpulo na scolba do referido
genero, prelenudo-e sempre odepumeira
qualiade, cunpre queasssim o execute dun-
do as providencias, e expedindo as orJens ,
que lbr:m necessarias.
Dito Ao rcesmo partecipando-lhe que
devendo ter execusso tudo quanto propez
; em seu cilicio da mesma data a respeilo do
i Pao Brasil, se pissava a dar as providencias
! para que no Armazem dr> Palacio *elho se
' faca a obra que indicou em sen officio
Portara Ao Thesoureir dos ordenados
para pagir aos Agentes d* Companhii de Va-
por nesla Provin ia a quantia de viiite e cin-
co mil reis constante de huma coma a ella in-
clusa iraporUncu da passag^.u do Maior
de primeira liulia Antonio Gimes Leal no
Vapor Maranhense para a Provincia do Vla-
ranho.
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sejsau em 16 docjurente.
O Embargos de Jos Qorreia de Mello op-
,posto* ao accordi proferido ni appalla a'o
Civelda Comarcadas AUgois Eicriva'o R--
| bello; emquelbe be pule I !de Vdscouceilos } fro recebido* e reldrma-
| do o dito accordo Emliarg ido,
Na appeliasau civel da Comarca do Penedo,
appellautes Francisco Jos Ferrei.a e sua mu-
lber e appellad.s Joo Antonio de Seixas
e suamuiher, Escnvo Rebollo sejulgoo
peU eontimaco da sentenca de que se aupel-
lou rr
Os embargos dos Administradores do l'a- '
tns.oniodosorjh, comra Nicolao O Hi-
eber na appellaco civel deita Cidade, Es-
cnvo Posthumo lorio despresados man-
dando-sicumprim o accordo emoargado.
Na a ppellaco civel desU tjidide appell,n-
le Vaanoel Luiz da Veiga Aptiellado Fran-
cisco Gomes Flores, Escrivo llabello se
julgou pela courmaco da sentenca recor-
rida,
CORREIO,
nos das aprasvlos para as bastas publicas .
passa o Adnitiistrado rFiscal das mesmn
a por em execusso o disposlo no artigo ii dj
mismo Reguiamento: e por issj convida a
todjs os constructores de madeiras tanto
desta Provincia como 09 das Alagoas, e Pa-
raiba. que quiserem vender as m-id-irasa-
baixo deliradas, trasendoas para est Cidadl,
e Usendo aaui as descargas a suscusta, pon*
doasem Palacio Velho, podem diiigir.8Q
silla da mencionada Adinioiatracao Fiscal, em
tojos os dis a hora do excediente levando
consigo relaco das madeiras em que declare os
cumpiinentos, grossuras e qualidades, pi-
ra a vista dellas proceder-se a compra na
conformihde do^ j. uo artigo iJJj referido
re,; u la ment.
Para concert da Ponte do Recife. Vin'-
te bubas de 48 a 5o palmos de comprido ,
com 11 polegadasdo lace em nuadro, iao esti-
vas de 44 palmos de comprido e 7 pjr 8 pole-
gadas de grosso, i 1 esieios de 45p.mjs de
comprido. e- iii porgadas de face eji qua-
dro. '
Qualidades das madeiras,
As liiibas devem ser de sapucaia de piio,
massirnidubt verdadeira, pj d'arcoeba-
rabu' ; as esvas devem ser das iies:u-is qu di -
dades, de pao ten o coraco de negro cu-
inaru
Aleo das mencionadas madeiras tambam
se com^raro para sortimeiilimenlo dos Anna-
zens/as que aparecerem de dilereutes dimeu-
s5es e qualidades com tanto que seiio de
quaiidadede le, livre de deleitas, de pitiluo-
brinco hrozio lasces e de qualquer ou-
tro deleito.
Adm.iiistraco Fiscal das obras publicas
4 de Marco de 1841.
Moura,
Administrador Fiscal,
C o ii m u 11 i c a (i o .
'i! ";'"';' ser ds maioria ou da minora iu0 sigoi-
II." IV. I K.il I 1 : ........ 1
Ucivapertancer, ou a .im p.rtidj que tem
por hm detender a verdade, ou a outro, cuis
sistema comiste em apresentar rasjes opoosts
a lim de que se conbe-i essa mesan ve di !;'ti
ou seelU appresente oais para, e evilent
mas desgracadamente vejo qun nio este o
lim da opposico ; sim periubar a ordem,
ocultar a verdade prolongar eteinisar a,
dlsciHsSes fomentar partidos alimentar
VtOganCAS, felicitar afilbados m fin t0-
mar-se urna direcco contraria elicidade
publica nico fin para que tantos sacri-
ficios tem 1'eilO o pobre povo brasileiro
Qiando osbnsileiros adiririo a Consli-
luico, que felismente nos rege, quand.fo-
rodoceii voz de seus aposiulos nio fot
certamentecojio uistuilo de que esta Consti-
tuieao servisse de guarida ao crime e fosse
a monta de guerra com que sa nos bate u a
nossa elicidade a iiosi pac, e a uoisa
existencia poltica Tantas guerras civis (an-
tas mortes, lanas viuvas, tantos orpios. de
cert se nao fisero para a elicidade de meia
dusia de bomens que se suppje superiores
ao outros cididos, e mesiuo superiores
lei Queira o Ceo que a naoa'o que
tem balido os dspotas se nao veja na pre-
ciado (o que sempre se deveeritar 1 deuiter
os coaSlituoionaes isto, os que pre avio a
Coiisti.uico, poique vio que ella eerveria
para sua propria elicidade, e alju.is diui-
uiatradores dos poderes consti'tusioaaes q ie
paiecemzjmbar com o maior escndalo do
poder da nacao.
O Crigue Portuguei Flor de Beiriz, sai
para o Porto no da *% do correle.
O Pa.axo Correio do Brasil, sai para o Rio
de Janeiro no da ao do torrente.
OBRAS PUBLICAS.
Em observancia as ordens doGovernolem
de ser arrecadadis as obras do nono lanjo da
estrada de Santo Auto oreadas na quantia
de ia;3rj7rJ9SJ reis.
Os licitante sao convidados a comparecer,
dividamente babellitados de fiadores idneos
nos das 1, i, e 5 de Abril vindopro na He-
partico das obras publicas, aoude seaeno
patenles lodos os das uteis, as borat doex-
pediente o orjamenlo e descripeo das obras
e as condieces com que devem ser ai nema-
tadas
Inspecco das obras publicas 17 de Mar-
co de 1^41*
Moraes Ancora.
Nao tendo sido possivel a Admiuistraco
Fiscal das oblas Publicas faser as compras da,
madeiras necessarias as obras a seo cargo ,
na ronlonnidide do artigo i do Kegula-
menio, por nao terem apparecido vendedores]
Temos assistido a algumas sesses da As-
semblea Provincia^,, e anda que nella te-
lina apjaretido alguna espirito de p.rtido
queauaca se Ihe notou as sessoes anterio-
res, peioqae ella at boje se tem consiiiui Jo
sempre digo*, e creuora da approvaco do
povo, dando desta arte ejemplo de modera-
eioede amor da verdade, e da juitioa -
quelus de outras provincias que pardeado
de vista o h:n para que forao credas s
tem proJnzido males, com tudo he de espe-
rar ltenlo o carcter, e patriotismo dos
inrs. Deputados, que 0 bem geral, e sj
o bem geral seja a bussola que os guie ,
para que puiais pojso ter o reprebeusivel.
e criminoso titulo de auarquicos.
Quando urna provincia deposita as mos
de oeos elleaos a sua feicidade, nao se lem- ao
bN1 jamis que esses perieudo levar mi re- contra o Projecij a> du .Oda quauJo ve
cinlo sagrado da Assemblo, odio e vinganc. mus os malj uioraJs que povfl B desses ,o-
ll.UrTl'T S) dC aQ P"" -da azar. E.n lem ,os inaia lelices os JL
Zo nJTn^T^ "ad,''erd;J I'" PlM e~ Uiitf ,e taziao a cubadas
Lyi |U'!a pr0f,0Ca' *" ****** coraces destosers o. patrimo-
este ou aquello eputdo daixissa de ser 10- mos d-s rejas, rnTs no, ou- tal se fax
lusje exclu o di iis 1 .lu n.i, ....... ..... .i_ '
At agora (grafas a noss boa est-
iba! ) nao temos lasj suficiente para for-
mar quains contra a nossa Asse.uPioa pro-
vincial j com excepeo de pequeas couzs,
que sao neeessanas para provr-e que os
liOmeus apesar de Deputados sempre sao ho-
mens nella tem aparecido o amor da ordem,
edo augmento e da elicidade publica jtem
pois a Provincia motivos de e.pecar, que a
ultima sessodesti legislatura uaj vi; mur-
cbar assuas espei'aucas.
Enlro boje em^segunda discussio a Lai do
Orea ment, lambem em segunda o Projecio
I 45 concedendo urna Lotera a irmandade da
i\. 5. do Rosario j em leiceira o Projecio
j que autiionsa a Cmara Municipal para
cutis.ruir uaa Cemilerio Publico.
Adiamos proficuo o cuidado qua ra^str^
a Assembiea pela Le do orcamenlo mas de.
sejarumos que nelia se nao ialroduzssem
como lem acouletido, argos qo_* devem
ser motivos para u na U especial que solfl
tres discuoes } pois desta arle elles se des-
culirad melor visto que aun .admente e
nao de pass-ijeiu attraUrd as saoias e p_
trilicas vistas dos Srs. Depulidos.
Nao podemos deixar de pro.iunciir-uos
pul lo, para de-se, que a Ass.molea Provincial legisla
s.ili'u. ..... ------ 1 -*33 uioiei j.'iovi(iciai
.tarT'Tir'T" ,0,e'er4rPerU,,S ^^.idade para bem da relijtao 1
-ua.. .ia.va.,J!iyItll defaser-se e se requeren ama tai que delermiaisse
mura ,n,LT "* ,M *"*"*J E "l-* para aJ utono da re,i..i ,.
feZeiT, 'riU qUa"dd ^ algrej, doliozaro, achariamos de
represenuuwsedw. perteiicer uo leuo cer.o umi. requcrimenio ontorme a ./,
{
I



2
MARCO bE PERNM3UCO
i
a> religib ; mas querer que alguns do poM G doto Projecto foi \oc suhaetlidoaap-
vo levados pela sorida arobico d'ura pre- pro.acouo Govarr.c q;.c o csandou ex-.m.-
irio inrerto sacrifiquen) mullas vezes dnJei- nar com urgencia pe.o:; Er.ger.he'.ros da Pro-
res que i.o sao seus que caixeiros tireu tiricia assegurer.do co Coi.seiho qur. .iaria
des r sires que 03 escravos roubero a sei'.s a 3ua decisio cora a taalcr presteza que llic
jenhores emrim qua se commellara criues ibsse pos3tvel. Keds ecp.-r..' que estes Er.-
para que com o seu resultado se ccnslrua l'genhero3 nada tenhac que cer-urar e inovar
de pequea monte o Conselho lera evitado ,
quanto hetera aido possivel locar no9 fun-
dos da Companhia cujo bataneo podis ve-
iif.car a vista do respectivo livro Caixa que
echareis sobre a Meza,
Tendes concluida Srs., quaea os traba-
Ihos era que se tea* oceupado o Conselho De-
reedifiquem on aperfeisoein as cazaa da um no esser.cial dos Pianos dos Sra. ?3fcro.ieI He- j liberativo depois de vossa ultima reunio ,
Deus de jestica de cei to ara objecto que meyer e Major Bellegardc e consegunte- e qual o estado ero que se acha os negocios
mereca ser decidido com toda circurasr.eccira mente que S. E. pelo auito que se tea in- da Companhia : cu
propria da nosn Atsemblea. teressdoem favor da Cor.ipanhia no lei-
E: tal 2 utilidad-e do Pojecto n. 7. que xar de os epprovar e de facilitar er ludo
desnecessario se torna o eniitlirtnos o nosso que estiver dependente do Governo a rezsa-
juitc ; pois tal t a unnime vontade do povo cao de huma eropreza de tanta utilidade e
que a conclusc desta negocio ja se vae tor- j para a qual j tem contribuido e contribu-
nando ofensiva saude publica e digna [de r: anda atiento o seu reccr.hecido animo de
sensure nos que conhecetn pela liqc e promover por todos os modoso melhorauento
pela pratica dos paize9 civilizados, quanto de da Provincia
beus dos pode accarretar urna le to profi-
cua.
COMPANAIA DOBEBIRIUL.
Senbores, Tendo-se espacvlj p. epocha
rm que devia se? convocada a Assemblra fe-
ral dos Srs. y?ccionis3sf era do dever do 'c jrminar este contracto tendo seapre em
Conseibo Deliberativo abrir a prsenle rea- vistas os interesses da Corapanhia.
Logo que os Engenheiros se decidirlo pelo
er.canaraento das agoas da Prata o Conselho
se antecipou em contractar cora 09 consenhores
da propriedade Appipucos a posse das apoas
(o mesmo rio e do terreno necessario para a
conservaco d'ellas ; e posto que elles tenha
exigido urna in<'ennis;ico exressiva o Con-
. ( ;p rt couduzi-los a termos rssoaveis ,
nio expondo-vos os motivos que olstaraSa
essa convocago emdevido lempo ; tnasdei-
xando a Tossa prudencia penetrar esses moti-
vos que alias vos nao sao uceultos o Con-
selho pasaa a der-vos resumida conta de fcttus
trabalhos; do estado actual da Corapanhia ;
e do que convem fazer pora que eila consiga
es seus fina.
Na ultima reunio o Conselho fez publico
rjue havia apresenlado ao Exro. Presidente da
Provincia os Planos do F.rgenbeiio J. Boyer,
sobre o encanamentodas agoas do rio Cama-
ragibe agora porem cumpre duer-vos que
esses trabalhos depois de examinados fo-
rad julgados incompletos e no merecere a
cuufiama do Conselho, nem lio pouco a
approvaco do Governo at o presente. Fi-
cando por essa forma parausado o andamento
da Coropanlna e decrescendo diariamente a
pouca confianca que j havia nos trabalhos
d'aquelle Engenheiro o Conselho resolveo
mandar levantar hura novo plano de encana -
ment ; e lerrbrando-se para esse fim do Sr.
Corcnel Coniado Jacob de Niemeyer j con-
vidado por S. Ex, para vir dar o seu parecer
iobre este objecto encarregou o i.jeireta-
lio que n'essa epocba loi ao Rio de Janeiro,
de empiegar tuda a deligencia que podesse,
a fim dj empeba-lo a incumbir-se d'esse
trabalboa O 1. Secretario nao s obteve o as-
senlimento do Sr. Coronel ^ieimeyer como
coi seguio sssociar-lhe oSr. Major ledro de
Alcntara Btllegarde, cujos conhetimentos
lie tero adquirido huma em merecida repu-
taco em ledo o Impeli; laiendo ambos o
saciifitiu de cieixar por algum lempo, os
importantes emprezas de que se acha encar-
regados e o ultimo a direceo das caueiras
de Matematica e de Aicbitectuia de que
be Lente na Cozte e Provincia do Hiu de Ja-
neiro com o intuito unican ente de presta-
ren! hum to avulladoseivico a esta Provin-
cia
Estes ScnLores tendo aqu aportado a 1 de
Fevereiro prosimo findo ai.resenlaraO no
da 4 do crvente em resultado de seus tra-
balhos huma riquissima Planta, e hum
Pleno ce ni pie to de encananrenlo das agoas da
Plata com odesenvolvimento necessarb pa-
ra ser ejecutado por qualquer pessoa intelli-
gente e pratica em trabalhos dtsta oidem.
O arerto desie Plano he garantido peloroncei
to q' mere(tm es eus dignos aulhties,deven-
do advertir-vos que o Sr. Coronel JNemeyer ,
tendo sido em pregado |or muitos anuos em
tral all.os de sua profisso nesla Provincia ,
adquiri n'ella impoitautes noticias dos terre-
ros e localidades visinhaa a esta Culade e
acha-se por isio niais que nenhum outro ,
habilitado paia indicar o ntlhor plano de en -
ciiiaroento ; e que o Sr. iVajor Leiie^aide
tiro, executado traLuIl.es de seneltiante uatu-
reza para abastectr goa a Luj iui uo im-
perio*
Pela leitura do Picjeclo de ei.caiii.rr.ento das
agoas da P:ata julgaus por ves iiicmhos da
claie^a e binpiuiili.ee com que esta del Hitado
ledo o plano da obra j sejoitm vos toiem
irecitos n aiores esclarecimtiitos jara que i-
queis lonvtncidos ua uhliade e da tacilidade
de Mr tciiclnida a tu.pieza uentro de hum
tilo espito ce Un jo e un vantagens pata
e (.tii'jo'u 1a jot-Ics-lieis exigil cs loes-
ficiente diser-vos que depois de muita perda
de tempo de muitas conteiencias e de re-
lectido exame resolveo despnsar as pro-
pozices do mesmo Engenlieiro ; em raso de
ser esse plano dr pendente do emprego de ma-
quinas hydrautitas pira elevar as agoas\do
rio bebinbe altura conveniente e por nao,
tero Engenheiroapresenlado os fiadores que
Ihe lorao exigidos, nem ofierecer outrasga-
rantas qnese tornavao indispensaveis pira
se poder concluir hum contracto de seme-
ntante naluieza. Cumpre porem dizer-vos
que o Engenheiro Julio lioyer estando a
lelirar-se desla Provincia exigi pagamento
dos trabalhos de que lora eucarregado pela
Companhia ; e que o Conselho ja intormado
que esses liabalhos erao incompletos e quasi
nullos, mandou nao obstante pagar-lbe a
quanlia de 5o:Uoco*eis a titulo de gratifi-
taco por todos os sei vicos por elle prestados a
Companhia e por dignidade dtsta j sendo
esta quanlia inuilo interior a que elle se sup-
punlia com diieilo de receber.
Tan bem 1 eleva parlecipar-vos Srs, que
o Cutisellio mandou l^lhogratar as A plices
da Louipanhia na Capital uo Inrrj.-io } e que
mes 1 geni,tiros que se atbao pieseutes e | tsla tntoaieiida deve aqu chegai dentro de
Depois da chegada dos Engenheiros nao ca-
;'.: no tempo adianiar mais os negocios da
Companhia : nao obstante porem o Conselho
resolveo fazer esta reunio dos Srs. Accionis-
tas antes mesmo de saber do resultado sobre a
approvaco dos planos a fim de que pides-
seis ouvir e consultar 0$ mencionados Enge-
nheiros durando a sua estada nesta Provin-
cia visto que tendo elles concluido a sua
aiisso esto retirar-se dentro de poucos
dase
Tendo-vos assim patenteado o estado da
Companhia pelo que respeita ao plano de en-
ea namento ronvem dar-vos conta do resul-
tado das representaces que forao inderessadas
ao Governo conforme vos prevenioo Conse-
lho na ultima reunio.
AAssemblea Provincial annuiode alguna
forma as reclamaces da Companhia authori-
sando o PresidenH da Provincia pelo art. 5o
da Le de 6 de Mao do anuo passado a con-
ceder Companhia mais algum esoaco de
tempo sufficiente em indemnisaco do prejuuo
que ella tem de sofrer cora a entrega que
segundo o contracto deve fizer de todis as o-
brasconstruidas, assim como a ccnceJer-lhe
a izeropeodo fornecimento gratuito d'agoa a
qualquer Reparticao publica e tambera a
permttirque a Companhia possa traxer agoa
do lugar, que mais conveniente Ihe for ,
com tanto que seja potavel e tenha as boas
qualidades precisas. O Conselho Srs., a-
1 inla nao requereo o cumplimento desta Le
porque tendo a faculdade da reformar oCon^
tracto por huma vez someute reservou para
lazfr quando tivesse onvido os Engenheiros *
a fim de poder pedir ao mesmo tempo todas as
modifica! Oes que fossem convenientes e aecor-
des com o plano que se adoptasse. Comludo j
agora prerenio a S. Ex e suppoem que
muito breve ter lugar essa relorma e as mo-
dilicatjes ao Contracto.
O Conselho nao levar tempo em referr-
vos as pertences do Engenheiro lnglez Aris-
tides Erederico de Mornay que aqu appare-
ceo oileiecendo-se a empreitar a execuco de
mpre agora que passeis a
eleger novo Conselho e que o habilitis a
concluir oque se acha incetado pelo actual a
fazer as encoraendas do que he preciso man-
dar vir de tora ; e a dar principio a execuco
das obras logo que for approvado o plano
ltimamente adontado>
A empreza Srs. continua a apresentar
todas as van'.agens que excitara vosso pri-
meiroenthuziasmo, e concluida era pouco
tempo compensar as nossas fadigas e o
empate de vossos e.ipitaes. Assim o espera o
Conselho, a quera leudes dado a vossa con fl-
anea e que se honra de a ter merecido.
Cidade do Recife de Pernambuio i5 de
Marco de t8.f
Estava assignados os membros di Direc-
eo.
As Relages Commerciaes da Gra-Bre-
tanha coaa o Brasil.
Sao varias as circunstancias que se com-
bino, para tornar sobremodo interessante
alguma reflexo so'ore os negocio< do Brasil -
O governo do imperio tera sid entregue s | de circunstancias taes nao nos pode sur-
ras d'Alemanha Austria Franca Suissj
e dos Estados-Unidos com a consecuente ex-
clusodas fasendas inglezas. Era outro tena,
po todo o commercio entre a Europa e o Bra-
sil se fazia em navios Britnicos; presente*
mente os de II imhurgo Brenen liollanda
Sucia Portugal e outros p tizos, parteci-
pao largamente desse commercio. Esta ut-
danca he o resultado das facilidades propor-
cionadas importa gao dos gneros Brasileii-03
no norte da Eurooa. As embarcaces In"le-
zas a fim de acharem algum frte de torna-
viagetn se veem obrigadas a levar os pro-
ductos Brasileiros a outros paizes, e nisso
mesmo nao podem competir cora os navios da-
quellas trras, Us navios Uinamarquezes,
Hamburguezes e Suecos fcilmente poden
carregar semelhantes gneros para os seus res-*
neciivos portos por ura frte mus baixodo
que o dos Inglezes que exigera ura accreci-
mo de frete vista do risco que correm dj
nao acharem carga alguna da tornviajeto
para a Iuglaterra a fi.-n deali nos patrios
portos tornarera a dispor outra carga d'ex
portaco. Du 4^ embarcacesque era i8j8
sihiro de Liverpool, carregid'is de manu-
facturas era urna s voltou pira este parto
em direitura. A raaior parte dos navios dri-
tanicos, vindo de portos Brasileiros vo
parar no canal espera de cartas de ochu
para varios portos do continente- ; toiivit iiao
sao poucas as que se veera na dura alternativa
de seguir viagera ,, em lastro ,, para toaj-
baim em procura de algara frete. A' vista
mos do soberano um nrance'oo de apenas
i5 anuos, que derrarrou Ingrimas eo receber
a noticia do aco legi.-latTO q te o declarara
mcior. O governo do regente havia sido fra-
co e temporisador ; o povo estava cansado
del te ; e o regente e o seu gabinete anciosos
de se livrarera do peso da responsabilidade ;
por isso todos os partid s se unic para cha-
marera ao poder o imperial menor, e urna
revoluco pacifica ( pois assim he que os jor-
naesdo Rio de Janeiro a qualificaco ) effec-
luou-se. O joven imperador lera dado pro-
vas de carcter, e deumjuizo superior;
deseartando-se de coisas pueis, tem tomado
conhecimento do estado da sua capital, e ,
facilitando o accesso sua pessoa se ha tor-
nado popular-,- elle tera visitado os tribu-
naes de juslica, a marinlia e os thealros
No seu proceder mostra firmeza e dignidade ,
unidas lizura e intelligencu e parece an-
cioso de adquirir informaees proveitosas.
Ao actual interesse suscitado pela situacao
do Brasil, accresca est'outra circaustancia ,
tocante ao estado de nossis relaces coramer-
ciaes cora a|uelle imperio, e a futuridade
dessas mesmas relace. O tractado de com-
mercio celebrado entre a Gr-lirelauha e o
Brasil, ha d'expirar ( feita a competente
inlima;o por qualquer das partes cora aute-
cipaco de 12 tnezes ) em novembro de ic4 i
e essa inlimaco consta o govern) brasi-
leiro ullimameiile a fizera. No referido trac-
lado a reciprocidade se achava elTeciivaraente
" loda de um lado ". O Brasil admitlia ma-
nufacturas Britnicas d'algodo linoo e
la lrragens &c., exigindo mdicos direi-
tos ; em quanto us principaes producto, do
Brasil, o assucar e caf nao erao era sao
admissiveis aqui scuo pagando ura enorme
hum plano por elle delineado julgando sur- imposto, e vera a serem arligos prohibidos de
< nji s itletm.its tti \itos pt i.litiaiuij sibienia-
i.uiii o 11 (ti.l.ttin tutu 00 l. tiibtll.o e utvtm
da 11 ;n. a Icin a 11 i.t oiar a ^laliuao da Com-
paniia j tdettct- us J uianits cesta Ci-
pad*
pouco tenpo, leudo viudo o exemplar que
veitis sol,ic a IMtza paia seivir ue prova e
:ei t laminado antes de se estampar quan:i-
Uaut piensa.
AUm as desptz.is indicadas, e de outras
laclo. O governo do Brasil tera resolvido ,
que este estado de coisas baja de cessar junta-
mente com o tratado e si passado que for o
annodelc>4a, nos aguardamos, queaquel-
le paiz v comprando as nossas produccoes ,
deveremos de estar promptos a coraprar-lhe
as suas. O ministro actualmente uomeado
para este paiz o Sr. Moiiiezutna lera uis-
trueces para negociar um novo tratado po-
rem debaixo de condices mais liberaos e jus-
tas para com o Brasil, do que as agora e.\is-
lenies.
l'usto que o nosso trafico com o Brasil nao
hfctjue seiia se tivesse sido franco elle a-
1 nda assim e apesar das resthuce* era vigor,
ve ni a constituir urna das nossas mais impoi-
tautes it:lac5es commerciae cora o estrangeuo.
iNo pooe liaver a uieiior duvida que si, du-
rante os ltimos 5 anuos ns livessemos ad-
millido mediante um (jequeiio direite os
produelos que o Brasil Iluda que ollerteer-iios
como meto de permuta o nosso commercio
com aquelle imperio lena mais que duplica-
do, tanto pelo que respeita a uavegaco co-
mo a salada das manufacturas BiHarneas.
He verdade que nesse meio leuipo a nossa
exjiortaco pina aquelle nuperio tem ido
em augmento mas nao n'aquella proporeo ,
qual elld iialuiaiuiente lera lugar em lodosos
|jai/.es novos.
Us brasileiros, coagidos por nos mosmos ,
esto actualmente coiisuiaiuuas inanulactu- 'les gentos dos ironices em quautldade cf^
preender o facto de ter desde 181 r dimi-
nuido da melada o numero dos navis brit-
nicos oceupados no commercio do Rio e x~
neiro.
Porem anda assim o nesso cammercio coa
o Brasil he desuraraa importancia, asado,
como de facto he d'eutre os estraugeir05 o
raelhor freguez para as nossis manufacturas
de algodo. Dos mappas estatislicos respec-
tivos consta a nossa exportaco para o Brasil
andar era a milhes e meio etetlino-. Mas
o valor elfectivo das manucturas I;i*le'.as
annualmente exportadas para os portos da-
quelle imperio orea em perto da 5 millias,
Pelas avaigoes fiscaes d is faseudas despacha
das pela alfandega do Rio de Janeiro, o va-
lor das mercadorias Inglezas, importa las
naquella eidado pissa de .. mili:"jes Una
seraelhante relaco das (aseadas Britnicas,
importadas en Pernambuso, di o valor an-
imal de ura milho Al^ra do Rio de Janei-
ro e l'ernarabuco ha outros portos Brasilei-
ros onde se raporto directamente, as ma-
nufacturas tiriunicas. Acontaremos Rio
Grande, Santos, Baha, Macei Paribi-
ba Cear Maranbo e Para. Logo, si
avaliarmos as mercadorias Britnicas, ex-
portadas para o Brasil, em 5 milboes ester-r
linos nao poderemos ser argidos de exage-
rados, E a Inglaterra estara por ventara era
termos taes que Ihe permitto despresar um
Ireguez que Ihe d gasto ao valor de 5 milbiS
em manufacturas suas 'i Todos os artijos,
que o Brasil ha de mister lirar da Inglaterra ,
elle os pode outer em outra parte por precos,
e debaixo de condicoens quasi igualmente
favoraveis ; e qualquer diHerenca nos direi-
los em favor das manufacturas e ferrageos a-
lemas, ou dos pannos de linho Blgicos,
tena por iufalfivel consequencia a de leenar-
nos os mercados Brasileiros. O Brasil por
era um modo pertende excluir as manufic-
turas Britnicas; elle s quer que se Ihe
proporcione a faculdade de permutar os pro-
ducios do seu solo em os nossos mercados.
As objeeces que se fazem contra a fran-
qua do commercio com o Brasil, sao que
desle modo iramos arruimndo as nossis pro-
prias colonias, e animando o trafico da ejera-
valura e a escravido. J\s era umdtv-ejo
temos de ver arruinadas as nossis pronrias co-
louias productoras de assucar nem se quef
imaginamos que tomadas certas medidas de
cautela a auunsso do assucar e caf brasi-
leuo acarretariaesse resultado. A prosperi-
dade das colonias Britnicas nunca loi deviia
ao imposto prolector. iNo lia davida jue
os pesa Jos di re los que pago o assucar e
caf estrangeiro erao creados cora o aD*a
de protetvao aos nossos purera nunca obra-
rao uesie sentido seuo ltimamente : em ou-
tro lempo eio perleUdinente nommaes e es-
cusados j pois, nao passa de 6 aiinos atraz,
que as colonias Britnicas erao as que produ-
ziu o dssuear e cala mais barato sendo i<
mesmo lempo os principaes vendedores dal-
les, e depois de suppndos os mercados do-*
meslicos e;:porlavau o excesad para o eonti-'
nenie de Europa. Pioeeaendo era parle da
falla tic bracos para o trabaluo as nossas co-
lonias j;t oao podera subministrar-nos aque


4 >
<
: ~ 'U
DIARIO D PERNAMfiCO
re
3
responderle s nossas precisoes
'-_ '- --rr~--, .<- ..---------, --- -
que este paiz ( a Inglaterra ) cheSasse a a- 30 do torrente, para se poder organ'uar o ba- Roga-se a quena SOll
Porm si nos pdennos achar-lhe3 o nu- zer desse objecto acondico de urna reducco
de direitos no assucar e cale.
Nao he todava o presente ou'vindouro
estado da escravdao no Brasil o rjue deber
abalar as nossas relacoes roinraoni n s com a-
ter as colonias nao he proteco mas 8m | quelle imperio; e o governo do Brasil parece
traeos para trabalhar. Todava como o as-1 decidjdo a que elle nao o sejii. A
mero de trabalhadores que carecem nao lia
rasoi'luma para duvidar que ellas pos-
sao cm uro grao notavel, recobrar a sua po-
sico primitiva. Oque, pois se faz mis-
sucar e caf j entren) hoje no numero das
precises da vida nesle pai/. e qualquer des-
falque de supprimento tende a infligir priva-
ces physicas as classes i.idustriaes alte-
rando-ihesalos costuroes por quinto Uso
serve de incentivo ao consumo de bebidas es-
pirituosas a populaco da Gr-I3retanlia
nao pode esperar por muito lempo que aju-
dadas por mos forasteiras as colonias pro-
ductoras d'aquelles gneros se vejo restitui-
das ao seu anterior estado. A nao acharem
ellas, pois, o mais bieve possivel os tra-
baliadores neressarios em tal caso dever
aquello direito dislinguidor nos assucares
estrangeiros e sor abolido sem a n enor con-
sideraco da questo de inleresses. O trac-
tado com o brasil ha de expirar em 1&42. Si
as colonias al esse tempo liverem um suiliri-
ente accrescimo de bracos poma differeuca
faria qualquer reducco nos direitos. E
quando tal acrescimo notenha, ou nao pos-
sa ler lugar nesse caso deixemos enlo^ os roei-
cados d'assucar de todo o mundo Gcarem a-
Lertos ao consumidor luglez. No eutrelau-
to deveriamos abolir todas as restreces em-
pecedoras do nosso commeicio e navegago co-
lonial assim como todos os direitos prohD-
tivos de certos arligos indispensaveis as mes-
mas colonias.
A quantidade d'assucar e caf c que podo-
riamos conseguir de paizes eslrangeiros re-
duzindo o imposto he geralmenle esagera-
da ; por ora com tudo liuiitar-nos-iieroos
ao Brazil. Os bracos trabalhadores ainda
inais precisos se iazein no Brasil do que as
Aniilhas e muito mais provavel he a rpi-
da 1 (fluencia de colonos para estas do que para
aquellas Ierras. A cultual da cana leru de-
crescido no Brazil tambera e a nao ter lugar
ali urna concurreacia de colonos em ponto
grande nm uns visos tem de tomar incre-
mento por serem mais rendosasas planUc
es de cal O cultivo do cal ali lena uo
padece duvida consideravelmenle augmen-
tado n'esses ltimos lempos ; porm d'esse
mismo cal apenas 5 por ojo sao veudaveis
nos mercados luglezes.
i Bastava a geral inferioridade do cal da
America do Sul para exclui-lo da concur-
rencia com o cal das Indias do Ceiio ou
das Antilias, As remessas de cal do Rio de
Janeiro para o Cabo de Boa Esperauca e a
bal&eaco e re-exooriaco d elle para este pa-
iz ( alim de assim segurar a sua admisso
razo de 9 pennys ) temos por cerlo bao sido
Legisla-
tura Britnica pois sabe determinar si
ella pertende privar os nossos mauafacturei-
rosdo melhor fregu estrangeiro que lhe
resta.
Do Constitucional. ]
LOTERA DA BOA-VISTA.
Querendo a meza ragedora da Irroand.ide
dar hum indelivel teste nunho da boa l ,
que a dii ije e satisfazer a os deejo> do rvs-
peitavel Publico tem determinado que o an-
damento das rodas ten ha !u,;ar no dia 3o do
corrente qualquer que seja o nunero de
bilhetes que enlo exisla em ser. O resto dos
mesmos acha-se venda nos lagares j an-
nunciados.
LOTERA DO SEMINARIO
Acho-se venda os Bilhelesda a. par-
as da 19." Lotera no ; llecife ra da
Cadea loja ''ovSur. Vieira cambista em
S. Antonio na ra do Cabug loja do
Snr. Baudeira e na Boa-vista botica
do Sur. Morara delronte da Matriz e bre-
ve se auuuuciar o dia do andamento das
rodas.

a amar atrae da \ c
t) 9 que miuto ,,
ra poden .- roana.
L
fra
ue
Brej ti
'','j llabaianna ,e a > <
1 qualquer parte n o an
di ge d a ess 1 logare km
vari .3 Seahor 11 b > ou ao
bi
THEATRO PUBLICO.
Dia 19 de Marco 1. Recita da sig-
natura se representar a grande peca Sa-
cra Santa Cecilia Mrtir.
Em consequencia de se ler ob'ido dos dig-
nissimos proletores do Tlieatro huma assi;;-
nalura para as pecas Sacras da (^uaresma ,
a data desta atbe Domingo de Hamos a Co-
misso nao poupar seus exforcos para que
o re-peitavel Publico (i.jue saptisfeito : re-
preientando a parte de Lucifer o Snr. Gam-
boa.
Principiar s 8 horas e meia impreteri-
velmente.
lanco exacto.
C3* Os Snr. assi,inantes do Universo Pit-
toresco queirlo dirijr-se a caza do Manoel! ga
do Nmeiaenio Eereira, para r 1 os j Qaemp
num.-r s, ?.; gi\. Na mesma caa col- nos logares ...i,
leccdes completas do dito [ornsl,
C3" O. Snrs. Manoel Coclho de Souza J-
nior, e Joa.) Coelhode Soura, queirjj man-
dtrreceberdasearlas, viudas de Marnbao ;
no llecife ; ra da Cruz I). 46.
isr Arrenda-se um sitio na estrad 1 de Be-
ln e vende-seum escravo moco que en-
tende de plantaco e bom trabalhador de
enchada; a tratar na roa das larangeiras, D-
cima 5 por cima da relinacao.
Quem tiver para arrendar um sitio,
perto da praca que possa dar pasto a 8 ou
10 vareas de leite : aununcie.
fcs- Um moc branco brasileiro e de
boa conducta o qual tem 17 aunos de idide,
se offerece para caixeirq do ra ou loja d
fazendas. serviodo por algum tempo gratis
or i.ao ter pratica ; na ra da Gloria, sobra-
do I!. 1.
Arrenda-se urna loja propria para
qualuuer negocio dando-se o alujuer adi-
antado por espaco de cinco annos : quem ;is-
sira Iheconvier, dirijase a nu do Livra-
menlo sobrado de tres andares no correr
di ra ireita, D, iS a tractar no primeiro
andar.
S3T Quem quiser roupa engomada mui-
to em corita, e com perl'eico ; dirija-se a
ra de S. Joce, caza D. 1 \ que achara
com quem iracta,
cy a-se 5ojboo rs. a premio com pe-
nhores de ouro ou prata ; quem os quizer ,
.lirija-se a esta I'ypograpbia que achara
com quem tractar.
ssr Quera precisar de um raeniuo brasi-
leiro com idadede 12 annos, sabeudo ler ,
ecrever e contar para loja de fazendas ou
COLLEIO DA BOA-VISTA.
PARA MliJVIHAS.
Confronte a Matriz.
Continua-sea receber pensionistas meias
pensionistas e discipulas externas para se-
um negocio de prejuizo eiu raso de uo ^ rem inlruidas ns lingoas Ingleza Eranceza,
potsuil aquelie cal as qualidades requisitas
para este ineicado. Os importadores viao-se
obligados a tornar a exporiar para o Conti-
nente urna grande quantidade d elle aEin
de evitar a peda total. -- O provavel sup-
piimenlo desh's gneros pela parle do Brai ptima moral para ensinarem Geograpljia
e l'ortugueza ler escrever Arithmelica,
Geographia. Histrica, costurar bordar &c.
Tendo cressido o numero das alurnnas a
Directora tem con irado dous Professores de a-
balisados conhecimenlos excelente condutat e
dado que lussem leduzidos Os direitos uo
vina a ser unlo que pouesse seriamente ita-
pressionar as producues das nossas colonias ,
urna vez que no lialasseuios de competente-
mente animar u transmigraco de tibaiiia-
doies pai a as Anilinas e a lUauricia.
Pelo que lespeiia ao alent que urna di-
miuuiL-ao d esses direitos poderia dar au tra-
uco da escravatura no Braail e mesma escra-
vido uin uolavel engao prevalece n'este
paiz. So obstante as assercoes em con-
trario de Sir i'\ Buxlon be tacto ir a iin-
portaco u'tsciavos no Brasil rpidamente di-
miuuiudo ; Presentemente lie iiuasi nul-
la, Os prejuizos que os importadores ue
cscravos livdio felizmente os tem inleira-
n.cuie descoiocuado o que Hca claro pela di-
tninuico que tem iiavido as commisses so-
bre certas laendas propiias do traben da es-
clavatura e so esse trauco. Alui disso, e.u
quauo a escravido, os Brasiiciros us inais
illustraos lite sao peileiU^eule avessos e de
Luui grado uario a mao a qualquer plano ,
que livesse por objecto a abulico d eiU, O
tonluio e concert que prevalecen! entre os
negros das paites seplenuiouaes do i-usii ,
leu. por vanas ve/es piuduzuo alaes levan-
lamentos. O estado hnanceiro do Brasil lie o
{i-ande obstculo para a ebolico do tavei-
i i.or quauto o uoverno uo se awba em ter-
mes ue oUeiecer uuta iuueiuuisaiao. Duas
Us testen, unlius interrogadas perauteacom-
luissao encuiieuuda da levisia dos iieilo> ue
CniraUa as quats iiuviao por uiuilo lempo
itsiuiuo no brasil, deio como epinio sa,
ijue u asseinbi'Ja geral nao Uuviuaiiu decretar
Historia, os quaes daro cometo aseustra-
bilhosno primeiro do prximo mez de Abril.
O Collegio tem professoies de Deanbo ,
Miuica e Uauca para aquellas alumnos
que se qui/.ereiu didicar a estas aiief de
tecreio.
Avisos Diversos.
GP Peranteolllm. Snr. Doutor Juiz de
Direito da terceira vara do Civel no dia jo
desle mez que be a ultima praca as 4 horas
da tarde j na ra da Pr.ua se hade airema-
tar a quem mais der 2 escravas com abilida-
des urna no valor de 80,000 res e a ou-
tra no valor de jo,000 res.
Ey A meza regedora da Irraandade do Sr.
Bom Jezus dos Martirios leudo de appre-
zeutar o mesmo Sr. em solemne Procisso ,
como de coslume amanh Sexta leira ly do
corrente e para maior explendor de to Sa-
grado acto, convida a toJos os irmos da mes-
ma Irmandade hajo de comparecer pelas -
horas da tarde eiu o melhor asseio possivel.
Igualmente roga aos moradores das ras
por onde cosluraa passar a mesma l'ro-
cisso h.ijo de as mandar aliini,ir.
t-g- Na ruada Cruz D. 10, lerceiro an-
dar pieciza-se de urna pessoa paia ama de
porem que seja boa co/inheira ; a quem
miudezas; annuncie ou dirija-se ao bole-
quim atraz do Quartei de Polica que acha-
ra com quem tratar.
sr Preciza-sede um rapiz brazileiro para
caixeiro de qualquer oceupaco a excepeo
de venda a pessoa que lhe convier, annun-
cie sua morada,
t Aluga se urna caza com soto quin-
tal e cacimba propria para duas familias ;
na ruado Jardiin D. a,
tf Dezeja-je fallar com o Snr. Antonio
Joze de Souza Mello, natural da Illia de S.
Miguel s queira por obzequio annunciar sua
monid* para ser procurado.
Felippe Dangia subdito Francez le-
tira-se para a Europa.
Pela primeira Vara do Civel Escrivo
Reg no dia a3 do corrente Marco se ha
de arrematar urna morada de caza de sobrado
de dous andares na ra do Rozario estreita,
D. a4 > por execucode Manoel l'eieira Tei-
xeira contra os herdeiros do hnado Padre Ma-
noel Alves de Aguiar para pagamento da
4-ioUti (i, alem dos juros decorridos.
-- IJese(a-se siber se existe nesla praca
Julio Sacher dono de um sitio no Jang ,
para se lhe fallar sobre uegosio de seo inte-
resse e caso nao exista desej i-se fallar a seu
mano ou procurador, annunciando sua mo-
radia para ser procurado.
. Ullerece-se para caixeiro de ra ou de
loja de fazendas um mu,o brazileiro de boa
conducta, com 17 annos, servindo por al-
gum tempo gratis na ra da Gloria i) ?.
Na paderia da ra do Peixoto das Sinco
Poutas 77 precisa-so de um on dous
hoaieiis luiros ou captivos para maceira e
nao se repara no ajuste.
O Sr. Antonio da Silva Jurdo annun-
cie a sua morada para ser procurado a negocio
de seo iuleresse.
Quem quiser arrematar os alugueres
das cazas da ra da Cadeia Velha D. 01 e
a do Caes d Ailaudega baja de compa.ecer
li. je pelas 4 horas da tarde 11a ra da L'raia do
llangel na porta do Juiz da i. Vara o Snr.
temando Alfonso ao p da Serrana do Sr.
.WenJouca detrz de Sama Rita -Nova.
P recua-se de um hoaiein para levar
duas carias a dois engenhos que ica BMa
legoa de distancia Ue um a outro, e ionge
desta cidadu 1 j ou 16 leguas ; quem quizer
dirija-se a ra Nova D. -O.
Quem aununt iou a venda de um moie-
que de u.i.aj Q jicama dirija-se a ra do
Crespo loja de ziutonio Alves leixeira Bastos,
que o comprar agradaudo-se do iiies.no.
esapareceu um preto coa urna trouxa
convierT dirij'a-se 'a Uilt caaa ,""qu achara J fup* queconduai da ma Aova para a
com quem tratar. I oa-S isla e mais urna bandeja; a trouxa
s_j- Os credores de Jos Tavares da Gama, continha as seguinles pecas 1 Ruco ti ca-
aueiro apresenUr as suas conUs correnles | u"- e omem d ditas de seobora a
cota o dito Gama, BOeacritario de 11 |"*i ajsiueus, 1 etwubluo, o ualas ,
abohvodoiraco deesc ravos ,uocasoeCi vv Coaipanbta ; m rui dvCrus ,a laodu lencos,Jp*rs uj a.-u j ain,...
w co d.i Virginio, > leba 11 n ica; pasto,
que ali. !. i 1 -,
Precisa-sede uso o 1 d lis m inin is qua
sr q*;eir5 en: ,, .. 1 cbarut ; na
fabrica de charutos franceza D. 4 na Boa
Vista.
_ cy Precisa-se de um oli.-ial de "Iiarma-
cia ou de algum menino ru ; tenha al u-
ma pratica; no atierro da doavista botica
de Joaquim Jos doreira U 10,'
Quem a l > ,h
urna caza de pedra u cal I rre ede m-
da dirija-se ao Abreo di Cinco puntas de-
fronte do vivei:o do 5.-. Muuiz venda i). 10,
ena mesma se vende u n:i caza de taipa e ,3
traspassa a poase de um terreno comalicei
e bastante atierro*
O propriutario da Bia li; dotis sitia; o
uma cisa na Povo.iuj do Loreto e de diversos
premios em diuheiro do uo:\l) co n > i' ie-
zoureiro da ra'ssa avizi ao publico i;,!? tem
marcado correr e!!a coiu a Sjunda pirte da
ti. Lotera do Theatro poi se ter vendido
mais da metadedos bi I heles e ) restante a-
cha-se a venda na ra do Crespo loja do Sr.
Cunta, ma do Rosario larg:, loja do Sr.
Maia Queimado na do Sr. ovaes& Bastos,
as 5 pintes, vendas lo e u e na ra
da Praii % armazem Jo Sr. Dures. O preo
des bilhetes he de oo rs,, tendo j nu aeros
em t ida billiete ; tamben ha numero:, sepa-
rados em um s bilhete por 700 rs,
Quem precisir de um rapas pDrujues
para caixeiro de venia ou d-i ra ou mes-na
para armazem o qual ten bastante pratica
de negocio sendo que seja para dentro des-
ta praca, dirija-se a rioeira da Boa-Vista,
na venda ao p da guarda que adiar com
quem traclar.
Aluga-se o sitio denominado "an-
ftabeira na cidade de Oiinda confronte ao
Jardim Botnico ou tao somonte o soiiadd
do dito sitio : quem pertenJer dirija-se a bo-
tica do ivlanoel Felippo da Foncesa C:ude
ra larga do Rozario D. 10.
l*reciza-sealu;ar uma preta par tn,b
o serviqo de uma casa d'j ponca familias
quem quizer dirija-se a ra estrella do R ica-
rio andar casa de varauda d' pu qua
tem marcineiro ou annuncie por este ms3-'-
mo Diario.
~ O Sr, Francisco loraom da Cunba d'Es-
sa baja de declarar o lugar da sua morada ,
para negocio de seu interesse^
ssr Pattecipa-se ao respeitaval Publico ,
que na fabrica de sabo no aterro dos .Alio-
gados h superior agua d'.- C >lon 1 leite
Verginal e o verda leiro Espirito de viuho ,
Pomada que obsta cada dos cabellos -- an-
tes de empregar esta po.nada lava-se ic-
beca com agua de sabo t:;n que ss ib isturfo
u.na ou duas colberes d'agua le Cetonia j
deixa-se enchufar e deoois e."n!)rg.i-se a
composico como outra qui411 >.t \ ..! 1 or-
dinaria asta pomada fas com que os cabellos
nao ciam oque muUas ve^e:: acoutece de-
pois de varias infertilidades taes como os
typhos a febra puerperal, a sypiilis as
molestias inflamatorias eos grandes liosos
de sangue.
fcr Aim Fndel, relira-se pira a E iropa,
\j- Do abaixoassignado ede sua fazeu-
dada Macambira termo da V'lla do Pes-
queiro Comarca do Brejo .1 ulre de D-
os fagio em das de Setembro p. o. o escra-
vo Joaquim <:reoulo tiLu 00 n. smo serlo ,
o qual o bou ve por lerir.ji do seu sogro o
Hnado Joi.fi Cordeiro -Sioniz Falcloj os signa-
es do escravo sao os
do corpo cor bam preta
soguietes ,
'ita eneio
pernas b litante-
mente grossas taha a.'gum tanto rouca tem
o vicio de embriagues, ue bastante pratica
as estradas do S'jriao pois e.n oulras fgi-
das teai-se dirigido para es sertes d 1 i^.i-
hiba. Tem sido visto na povoaeode S. Bea-
to eCacimbo, termo de Giraimuns, e ul-
timauenie que tomara para i. is de Mi*
rauda: quem o pegar leve ao atierro da \jx
vista que lera 5o,ooo de gratificacao, Fran-
cisco \ivicr Pereira de rito.
r Antonio dos Santos Vital, jianco ,
solteiro se propoem a eusinar loi p*?a ,
a ler, esciever, e contar 'o
Gra-ii..;: lOOdl Geo ) e
musical quem de sea presii.nj < r u-
ulisar,dirija-stt a ra ireitS| uoti-a u. it.
S
'

w


DIARIO DE PERNAMBCO
l 1 i-se di um caixeiro para tomar
ronlade i n ve Ja por bala ico que leiifaa
i i i dHSte negocio, e que de fiador;
a tintar :;; da Mal: i da boa \ isla iu 17 no
seguudo .; r.
(SrCj -i' irectST de urna oru-para casa de
I ju .. I a: p-.. r: ou de um humera solicito di
lija-se a ra d.is Ciu.es '. ig
vo dous guardas lonjas, urna ma>-i|ut'za 5
banca* d snjjico e uma tina para banlio ;
na ra direita D. 49
iW Urna por^ao de girrafas vasias propri-
as pira engarrafar vinho \ na venda di qui-
na que volla para os quarteis.
bezerros e carneiras de lustro e sem lustro ,#
couros oroprios pira cdirir carrinbos ou me-
zas de reparlicoens publicas, e champignbe
li laelbor qualidade na ra do Vicario Je-
V visos 'aritiuios.
PAR \ O RIO DE 7 \i\ EIRO segu via-
pf>m <"jn> bre lado o velleiro Brigue Escuna
Const le Oliveira queo quiser carrejar ,
uu ir dt. tu rem para o que l^n excellente
comino ios trata-se na ra di cadeia com os
nsign lariot \tnorim Irmlos ou a bordo
) u api t So Juio Francisco Pires.
. \i\ >Rl >|)E JANEIRO segu com
:> i a ndica i5r.i4l"iia Firmeza de p.i-
ci'ir. r*a se, pregada e encavilhada de co-
bre u.. .upe: i ores ge. ros ara atrg ou pass.igem trata-secorn
A nimio francisco dos Santos Braga ra da
moeda i4 ou com o seu Cs i'.o Narciso
Jos ue 5 Anna.
P&RA A bAHIA sahe mpreterivelmente
al o iid ao do Corrate o iliae Flor da La-
rt-'jgeiru forrado e encaviado de cobre, de
priuieira marcha, anda recebe aiguma car-
ga -y quea quiser carregar ou ir de passagem
dinj -se a ra da deis do Recite n. 17.
PARA O ARACATY seguu viagem a Su-
cima i5.
^ L/m sitio ne povoaco dos affogados na
yy Por preco comino lo a armaeo da ven-i ra de S Miguel com porto de sabida para
a pirang com duas grandes moradas de ra-
sas sendo uma a sobradada con seis quartos,
e boas salas defroule da Igrea d llizario ,
com proporcoens de se fazer mais de ao mora -
das de casas na frente e no fund com duas
boas cacimbas, sendo uma de excellente agoa
de beber e outra com bomba e tanque pa-
ra baubo miii de ioo ps de lirang-ir.is e
outros tantos cijueiros mangueiras caja
zeiras, jaqueiras e outra- arvores de fructo ,
dous bous viveiros lu.iar para oiaria e
da da quina defroule do viveiro das 5 pintas,
urnas pinas vasias vinho do porto de supe-
rior quadade a 1760 a caada j e a a 10 a
garrafa, e touos os raais gneros p>r preco
commodo ; na vend nova defronte da \]atri(
da boa vista na casa de frente amarelU.
iSf Duas bancas de Jacaranda de abrir ,
forra las de panno verde 4 mangis de vidro
bordadas, 4 castieaes de casqun ha 10 qai-
dros e um selin era bom uto ; n* ra do
Amotina casa de Theodoro Pinto mestre ta-
noeiro.
KJT1 Um eacravo de idade de ao annos de
bonita hjura 5 escravas mocas d<* bous eos
turnes engommadeias e cozinheiras 3
moleques de idade de 1 S a 1 4 anuos, e o o
escravas d. bonitas figuras, e um escravo bom
canoeiro; na ra deagoas verdes 3d.
SS^ Um negro pira todo o servico e uma
negra cozinheira e excellente doceira ; no
forte do mallos prensa de Carneiro iMonteiro.
S2T Os veidadeiros pl parisienses, pur-
gan ti vos auli-syphiiilicos anli-dartrosos ,
anlibiliosos ; na ra larga do Rozarlo botica
deJVIanoel Felippe da Fonseca t. 10.
tsy Duas escravas boas por o dono re-
naca Goaceico Mor do Mar at 39 do corren- tinr-se para o porto ; era casa de Antonio da
te; quera quiser carregar ou ir da passagem Silva Gusmo ra do Queimado.
dirijo-se au Wtstre Antonio Jos Vianna a
boro delronte do trapiebe novo ou na pra-
c.i uo Commcrcio a tratar coa Aulouio Rodri-
gues Lima.
JLi
O
Cf Um moleque de idadeda oito annos ,
e uma parda de idade de itt anuos ptima pa-
ra todo o servico ; na quina do be.o da mu-
lea em fora de portas,
isy Uma casa de sobrado de um andar si-
ta na ra direita nesla TypograBa s> dir.
Uma escrava de idade de 19 anuos ,
tar Qr.s faz o Corrector Oliveira, de gran- de boa figura, com uma linda cria, lera mui-
de porCLde Trastes todos de muito bom gos- ,0 bom lei:e COlinba o diario de uma casa ,
to e utenciios de cosinha da excellente- ou roca-se por outra que saiba bem coser ,
vente oiobi.iada caza oi.de residi um riego- e engommar; na ra do Livraniento D. 11 no
:.!) 1 a..: :,','. o ha dias retirado para a segundo andar das 7 as lo horas da manb,
K ropa: detuai duis carrinbos lindse qua- ,e (las 3 8S 5 da tarde.
C3~ Um preto moco ladino de muito
bonita figura e bom carregador de cadeiri-
nba } na ra do Livrameuto l). 14.
S27" Farinha de superior qualidade de
marca SSSF e SSt' de Triestre era porco
grande e pequea ; em casa de N. O. bieber, J
na ra da Cruz n. 6i.
annos boa cosinbeira e be lecoliiida ; n ru
do Facundes D. 18.
tS^ Uma escrava moca com lo las as bahe-
lidades a vista do comprad >r se dir o ma .
tivo ; na ra de agoa verdes O iy .
cw Um mileiue de naci de idle de 8
annos ; na ra d. Lisramento venda D q,
SST Um relogio de cirai de mesi fabr?.
ca americana muito bom regulador ; na ruj
do fagundes D. .8
52T Um teneno na capuoga na entrada
que vai para o rio capibiribe com 85 pal.
mosde frente e ioo de fundo con algn!
arworedos de fructo ; no baco da hngoeta na
sobradinbo por cim da ven la d 1 Sur. Aires,
&9T Uma escrava creoula de idade de 18
annos, costu reir engommadeira muito
boa rendeira lava roupa de sabo e varrela
bom birro tanto para lijlo com para louca, Icozinba o diario de uma casa boa quitan-
baixa para capim. com proporcoem para vac- deira e be muito deligenle pira todo o ser-
cas de leite e outras inuitas vantagens que vico, vende-se por grande preciso na rm
s com a vista se polera connecer assim co- da penba no fundo do Livrimento no ter-
mo outro sitio ua estrada da piranga coaa a ceiro andar do terceiro sobrado.
casase todas as proporcoens para se tirar Iu- | isr O novo e bem construido Pitacbo Bou
ero, juntos ou separados, por preco com- Fina construido na barra do Ciijuij, ten
modo e tambem troco-se por predios nesla nicamente a viagern d esU uorlo para aqu
praca ; a tratar na ra Ja cadeia com a viu- acba-se fundiado defronte do Irapicie do al-
ta de Adelo Antonio de Moraes. do os prelen lentes dirijo-se a ^lanoel Jj.
ssf Candieiros de maquina os mais su- s Gonsalves liraga junto ao arco de j. Auto-
periures e modernos que lem aparecido para nio ou a bordo do musmo.
cima de mesa os quaes alem de serem mu- kr Um terreno no Hoojiicio com frente
to fortes de construco do uma luz minio para a ra da Aurora e funio para a ean-
brilhante merinos de cordo preto e de co- da de Luiz do Reg com viveiro e muiu
res de qualidade superior e modernos len- creaco e algumas plantas ; na pra:a da lu-
cos p re tos de seda ditos de gurguro, ditos dependencia n. ao.
de nobreza veludo preto bespanbol pannos-----------------------------------------------
finos pretos e de cores romeiros de blond liSCTciVOS i.^{I chales de seda pretos e cores chapeos de ------------------------------------5.-----------------
sol ingleses de seda e um grande sortimento cg- Antonio Joaquim Gonsa/ves de M0-
11 aoves, e uns Escravos habilidosos :
s uinta eita :ij do correte s 10 horas da
b iu Mito no sitio do Snr. Joo dos
ir. js oiIj .o Sfauguinho papalerra.
*>r Que faz o Corretor Oliveira segunda
'eir ,a a corrale as 10 horas da manb,
110 1. andar da (ata onde re>ide o Iilrc. Snr.
DeemLaig ,0. Relmoot, ra d'Aurora da
de fazendas finas e ordinarias por preco com- raes, roga a qualquer anlboridade policial,
modo} no atierro da Roa vista D. 5 hoja do pessoas particulares, e aos campanbas de ap-
Silva. prehenderem um moleque de nacao benguela,
ssy Superiores pannos finos pretos e de de norae Jos, bem prelo espigado do cor-
cores por preco muito commodo veludos e po bem parecido, lem o beico dabaixo com-
sarjas pretas para coletes e vestidos lencos prido leve uma molestia em um dedo da
prelos grandes e pequeos, meias pretas de mo estjuerda que Ibe cabio a unba e o si.
algodo as mais fiuas possivel e outras mui- gnal mais caracteristico be ter a marca com
tas fazendas finas ua ra do Crespo D la que veio de angola debiixo do bra?oesiujr-
segundo loja que vira para a ra do Quei- do pela parte oceulta uma ancora du uavia,
nudo. de idade de it anuos, e au/.enlou- su a o
ST" Um lindo meleco, bom official de raezes ; quem o pegar leve a iu.i do Livra-
sapaleiro sem vicio uljum j na ra de Hor- ment confronte as catacumbas, sobrado t,
tas D 5a. a5 no priraeiro andar que recebera 00,0000
tsy Um escravo de idade de ao annos de de gratificado,
bonita figura bom cozinheiro de as>ados ,e *&" JNo dia a do correte fugio da povoa-
Carrinbos de duas rodas para um ca- massas sendo para Maraubo Para Rio code Apipucos um pret mocambiqna io-
seguiole ecoi iiis um iogo lindissimo de ca- va^ > com coberta arreios, e lampides, por de Janeiro ou do Sul o qual he muito pro- da meio bucal de nome Amaro, baixo e
fias novts tu. to de eutosto somente como preco commodo ; no arma/em de Emilio La- prio para coziuheiro de embarcaco na ra grosso do corpo peroas fiuas, ps peque-
taniben ue bocos nm sof., urna mgnifi- aouceri e para mais iuformio sobre o pre- direita em casa de Manoel liuart|ue de Mace- nos cara lisa e seaa barba, com sigues de
ca ttti. rfdoitdi lie uieio de sal com lampo co diiija-se a Me. Calmont na ra da cadeia do das t as 8 horas da manb e das duas as sua ierra .obre o nariz e fon le cor meia
c SOwerl pedia mar mere muito bem traba- do Recife. 5 da tarde se dir o motivo. fulla de idade de 19 anuos levou cami-
luddo e quatro ritos aparadores, tudo do *2S" Um violo de chaves sem uzo, de boas fcS" Um moleque de idade treze an- sa de algodo da ierra da mangas curts e ce-
u is esrolbido e moderno goslo formando vozes por preco commodo : na ra da ca- nos, muito lindo ; uma escrava boa co-i- roulas de estoupa 5 quem o pegar leve a casa
esus trastes o ornato mais completo de uma dea loja de miudezas 4. nheira engoma lizo e coze cha uma dita do .\Jajor .VJanoel Joaquim de Uliveira que
baila devczilas, por isso que at se podeio C^" Um diccionario francez por Costa e S de idade 18 anuos engoma, cose, e cozi- ser recompensado
tender por unto voutade dos licitantes; re- um dito Italiano, grammalica latina dita nha ambas se do acontento, e afianca-se 1^" JNo du i5 do corrente desapareceo ds
uuiSiuo l uc-dor para Senliora guarda- inglesa } no beco do peixe frito D. 4- no ler achaque ; na ra Direita, ao uui sitio da capuuga um negro cassange ,
roupa, ritii^vieza, secretaria, balis, dous *&" Umacarteira maiiiima pro^ria para lado do Livrameato. de nome Benedicto, estilura media, copo
pares de cusiicoes de piala com seu compelen- qualquer capioou pillo a qual lem todos! cy Rorseguins de duraque para senbora a grosso, meio bucal, de meia idade ; queaio
le prato e espiviladea UB excellente Pian- osuertencesj na praca do commercio boli- a5oo sapatoa de marroquim francez, ditos pegar leve a ra direita botica D. 5o, que
no de be?, tnioadas vozesj tudo tambera de quim do Almeida pretosaooo, ditos de selim francez, ditos sei recompeusado.
*sr J\'o dia 9 do corrente desapareceo um
moleque de nome Joaqui.u de na;a> bJiud
de idade de id muu meio sarolipo causea
peqnena deutes grandes levou vestido ca-
misa e ceroulas de algodo novo da Ierra ;
quera o pegar leve a 1 ua Ua praia armazem da
carne aeeoa de :Viatueus Amonto de Alirani
que ser recompensado.
goslo moeiuo, e quasi novo, ou sem uso, *-^" Cjueijos lodrinos presuntos para fi- de dito de Lisboa a 1000, ditos de duraque,
por lerein sido ullimameute acubados pelos ambra, batatas inglezas ebegadas ullimamen- : dilos de courode lustro a aooo dilos de mar-
melbores artistas d'esta praca; e vender-se- te J na praca do Commercio armazem de Joo roquim para meninos e meninas sapatos in
glezes de bezerio a bolinados e de orelba, dilos
%auce bao finalcente mu tus cutios trastes como Cairoll Se l'ilho.
se)aofs[;tJbos, cimajs, Lanquinhas de jo- *^~ Uma escrava bem parecida, moca,
o a. aradores < a L .11 uso um esplend- coiinha o diario dn uma casa vende na ra : ditos de Lisboa a dooo sapaios de lustro pa-
tio lustro de brouze uoa raais raros aqui im- e d 4^0 por dia quando vende agoa, eusa- : ra homem, borzegums gaspiados de duraque
portados e uma espinaarda de ca^a &c, hoa muito bem e he uiui'.o fiel, por oo.ooo tranco e preto cnapeo de seda para hornera
Kft Que k-i-.r Luiz Ferreirafic dans- uu compiaJor se dir o motivo, tiaz da Igre-
fie'd p^r nter ve<;to do Conelor Oliveira, jo de S. hita nova casa le rea que lem vidros ditos de copa alia a 8000 luvas de seda e de
e senbora ditos do Chile de aba larga a oo 1
ue etica de 5o barricas de farinha de trigo a >-u jauella das t al as 8 horas da mauu ,
Variaua a borda da Lscuna Aa.eriraua Okedy e ^as ^ da tarde em diaiite.
isr Supeiior larinlia em sacas do Rio de
i.a SUfa recento vugeo ue ..u.u^.oie a tsie par-
lo tete- leira ui dorurreiiles loborasda
manba no seu trmaem da ras da -muala no-
va pur del. iz tasa dos meacuos.
1
aueiro : 110 arnazem de Antonio Francisco
C o s p r a s
i'O- Una negra parida que tenha bom
i( 1.0 t i,:.e s.'.iba coser e engommar j na ma
direita D 19
ly A obra de Martini de direilo natural ,
notada pof Fortuna quem liver anuuncie.
S-uT U.i. |.iuta recoltlida que saiba i.oz-
nhar e engommar ; queiu Uier annuncie.
4KT U..a vacca de leite tora bezeiro novo ,
quem liver snouncie*
V e 11 a a s
ty- LAUTELLAS da Sociedade Forlu-
iiu Typogiapbija da 1 eria ua Matriz da
Doa\uia -j iSfjj .' i.tv.a Typograpbiaa
^o moyo muito robusto de
Le:.. ;.a.- ao ruaijadoi se diu o moli-
dos Santos liraga na ra da raoeda n. 141.
Ssr Um moleque de naco quicam de
idade de 15 annos, cora principio de cozi-
nbeiio inuilo deligente no servico de uma
casa nao lem detleuo ulgum e he ptimo
para pagem ; quem quiser annuncie.
SS?" Urna barretina de guarda nacional ,
um corrame de lustro e uma farda tudo
em rotio uzo; na ra de liortas D. 17.
ssir" Um moleque de idade de 17 anuos e
uma escrava quecoziuba, assa de torno en-
gomma liso faz varias quilidadesde doces ;
no muro da penba defroule do nincbo IJ. it.
.*-" As verdadeiras pilulas da familia re-
centemenle ebegadas por preco commodo ;
na ra da Cruz t. fa e de Apolo t. ia.
HT liilheles e meios ditos ua Llena da
Coa vista a ibo caoj&o, na la do Li-
vramenlo botica D. li onde tambem se no-
ca por bilhelcs pumiados da lolena do tbea-
tro.
UT riauios, msicas para os meamos,
pelica para homem e senbora e espartilhos
para senbora a aooo ; na praga da Indepen-
dencia u. 7 e 8 Lija de Jos Antonio da Silva.
ssjr Us preparos completos para sargento
de guarda uacional ainda em bom uzo ; na
ruada cadeia do Recife loja D. a8.
KS9" O Lem couhecido sitio na estrada dos
alDictus perteucente a Francisco Manoel da
Silva Lavares com grande casa de vivenda ,
e outros commodos que t o prelendenle ven
do poder delles a luizar cuja venda se faz a
praso aiada grandes este sitio pode reuder
alem de boos'ooo das Lucias e plantas exis-
te ules, venue-^e tambera uma burra de ier-
ro batido nova eduaz bmltijas de piala
tem nuda oulro sitio que lo bem se vende a
vista ou a praso no beco do espinheiro tu-
do por precos 1 asoaveis ; a Iralar com iManoel
Caeluuo Soares uarnetro Vlomeiro.
L*" Ura bom caiallo deestiibaria russo
bem caruuuo e hora carregador debaixo a
ucio ) na placa da boavisla L. 2 1.
i_j" Duas negras de naco de bonitas figu-
las uma du idade de do anuos, boa qui-
landeuae lava roupu de sabao ou troca-Se
pot uoi molequu e a outra de idade de ib
uvitiieiito
o i'orco
COATINUACAO' DAS SAUUDAS
DIA ib.
DO
GENOVA ; Polaca Sarda Elsomariva Cap.
Jacome Ramella carga assucar.
EYnUUOMODIA .t
LIVERPOOL ; 9dias, Bngue Ingles Va-
1 y CJueen Oiscots de 2^0 tonel. Ca,dlo
Wm Kelly, equip. id, carga fazeudas i
a Crabtree lieyworlh & Companhia pas-r
sareiros 2.
SALUDAS NO DA 17.
AHIA j lrigue lirasileiro U. Pedro Se-
gundo Cap. Joauuira Jos de S. Anua ,
carga diQ'eieules gneros.
S, CArilAUlNAj fatacbo Hrasileiro.4 du
Maio Cap. Jos Ignacio l'imeuta carga
sal e c,
GENOVA, Lugguer Sardo Amamua Cap.
loso liapliatd Consigleiio t carga sssucai".
RECIPE NA T1P, DE M. F. DE F. io4^


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