Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03944


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Full Text

-
\
Ann<> dki841. Quauta Feiba
Tuda gor* eptndt de nos nsesmos ; da nossa prudencia, modera-
__ e energa s continuemos como principiarnos, c serenaos atontados
cj dnrira^o .nlre as Macees mais cultas.
ProclamacSo da Aseenablea Geral do Brasil.

Subaereve-se p. oira a 3#ooo por quartt-l
adiantado
Subaereve-se para esu loma a orooo por quarlrl pagos amantarlo
BegU Typograna ma das Ornes O. 3 e na Praca da Independen-
cia^ n. i- 38, wde te reoehen correspondencia*' legalisadas e an-
ouncios inaihndo-se estes gratis sendo do* proprios assignantes, e
nudo aaagnados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES*
Stf. e Sextas feriaU
Cidade da Parahiba e Villas'de raa pretendi .
Dita do Rio Grande do Norte, Villas dem.....
Dita da Fortalesa e Villas dem............
CkUde de Goianna..................../
Cidade de Olinda ........... Todos os diasj
V illa de S'. AniSo...................... Quintas feiras.
Dita deGaranhuns e Povewrco do Bonito.........lo, e i{ de cada mes
Ditas lio Gabo, Senntiaem, Rio Kormozo, e Porto Calvo, i, u, e 21 dito dito
Cidade das Alagoas e de Hacei.... .......dem dem
Villa de Paia de Flores..................... dem 13, dito dito
Todos os Correiot par tem ao meio dio.

PHASBS DA LOA NO MEZ DE MAR.
La CKeia a 7- as ifch. e tj m. da man.
Quart.ming. a : as il h. e 55 m. da tard.
Lua Nova a 12-atii h. e 5g m. dn man.
Quatt. cese, a 3o as 0 h. e 3u m. da man.
Mure thcia p-xrtx o dia 10 dt MarcJ,
As 6 horas s 6" minutos da man:-? a
As (i horas e 3a minutos da tarde.
10 DE MalCO. NAh 52>.
CAMBIOS. MABCo 8.
t-onds...... 3 d. por IJuoo ced.
L"'"'0* ......8 Pr l premio por metal offereeido.
ranca...... 31o rei* por franco. Comp. Vendas
(JURO Noeda de bfcoo reis, velhas ljfcoo Ij^Sjo
" '?1 nvas i4|T,oo 14*600
a&ajva iM e *foore'** Hfioo 8#4oo
P.lAi A l'ataces lirasilehos ibHo tinto
Pezos Coliunnarios-----------l/tSo i#7oo
Ditos Mexicanos.......,^J0 i/ogo
M Mlu,a........---------1^460- ||,K0
Dec. de bilh. da Alfandega 1 i|8 por loo ao mes. 1 010
dem de letras deboas firmas 1 ma 1 i|{
Mpda de cobre 1 por 100 de disc. ao par
Jedulas de pequeo valar i( 0|o a I o|0
das da semana.
8 Segunda S. Jo5o de Deas Fundador Audiencia de Juit de Direft
da t vara.
9 Terca Francisca Romana Va. -- Relaco 1 audiencia do Jux de
Diretlo 10 Quarta 8. Milito e 39 Comp. Mis. Audiencia do Juiz d D da 3. vara.
11 Quinta S. Candido M. -- Audiencia do Jim de Dirtito da i-
vara,
11 Sexta S. Gregorio P Audiencia do Juit de Direito da I. tv
13 Sabbado S. Ejirasia V. C. -- Kellao.11 e audiencia de Juit de O. da
3 vara.
4 Domingo 3. da Quaresma S. Maltiil !es Rain ha.
PERNAMBUCO.
THESORARIA DE FAZ EN DA.
Expediente do dia a do corrate.
Oficio Ao Exm. Presidente da Provin-
cia ron municando ter o Procurador Fiscal
da mesma Thesouratia tomado assento na
Asfembica Legislativa Prouncial erogan-
do- Ihe se dignasse nomear i.essoa que o
sulistitua no mesmo emprego durante o sea
ea> pedimento.
Portoria -- AoThesoureiro da Fasenda pa-
ra entregara Firm i no Jos Felis da Roza a
quantia de i6,ocoU de reis valor de tres le-
tras a ella inclusa com a bonaco de Macha-
do Santos a favor da Thesouraiia da Fasenda
da Provincia do Maranho.
dem do dia 3.
Oficio Ao Inspector da Thesourai a de
Fasenda da Provincia o Maranho aigni-
ficando-lbe que, rom amando o supprieu-
to mandado faser pela crdem do Tribunal do
Thesouio Publico Nacional de ti de Outu-
bro prximo pastado, Iheenviav. quatro le-
tras ao mtsnjo ofici0 inclusas, na importan-
cia de i7'.oooU reis, sendo huma de 15000U
de reis do sa,|,,e de Amonio Ferreira da
Costa Braga abonado por Jos Pereira Tei-
xi ira sol.re Antonio Pedro dos Santos ; outra
tamben de i;oooU de reis e outra de 8.000U
de reis do saque de Firnino Jos Felis da Ro-
za sobre o mesmo Santos, e ausente este so-
bre Jos Ferreira da Silva di Irroo ; e a ulti-
ma de 7;oooU reis do saque deste ultimo sa -
cador, e com a mesma abonaco sobre Leite
& Irmo.
Portaiia Ao Thesoureiro da Fasenda
para entregar a Antonio Ferreira di Costa
Draga a quantia de hum cont de reis valor
de huma letra a ella inclusa a 3od|p sacada
com a bonario de Jos Pereira Teixeira sobre
Antonio Pedro dos Santos a favor da Thesou-
raria da Provincia do Maranho.
EDITL.
OFOIllm. Sr. Instector da Thezonraria de
Faxenda desta Provincia manda fazer publico,
que em conformidade da Ordem do Tribunal
do rh eso uro Publico Nacional de ia de Fe-
vereiro prximo findo que acompauhou o
resultado abaixo transcripto a que se procedvu
na Csixa da Amortisaco em notas de aofJooo
reis de chapa falsa que tem apparerido na
circulaco acha-se aberta a substitui^o das
notas pela mesma lorma que se tem practi-
cado com as de 10U000. Secretaria da Tne-
zouraria de Fazenda de Pernambuco 5 de
Marco de 1841a
Joaqum Francisco Bastos,
Oficial Maior.
Resultado do exame a que se procedeo pelos
sao ordinaliimente desempenhados posto dneos nos dias lfi, 18, e 20 do prximo
que betn copiados qtianto ao trahalho linear.' rindouro mez de Margo em que ter lugar
0 Emblema he p,'o>sei.ti%ienle spera, e se j a dita nrrrematacSa nesta Reparti^o, aonde
vcom o auxilio de um mi J na Legenda j de Setembro de i8a2 evpedu ule a indicaclo e o orcameuto das 0-
est mais alaslado da preposi^) de e na bras e as cotidices com que ho de ;er ar-
letra ro da palavra Setembro --a i remalladas.
duas bastes no meio as verdadeiras toca Inspecco ds obras publicas 27 de Feve-
em baixo igualmente comas duas de fora e reiri de 1 \ .
as (alsas chega ao mtio, e uo sao igtues s j Moraes Ancora,
de fra. Os dous lados verlicaes onde estj ni i;.;,,n,0, ?/-: 1 t
. III. Us licuantes sao couvididos a comparece-
as firmas Imneriaes e a legenda Uecrelo ,,.;,1 ,m. ..,i. 1:, .j 1 r 7
1 a t' i 11 i j 1 rem uenuameire uaueliUdoi de nadares l-
do ,.' de Junho de ,8JJ -- sao ma.s ar- N|o ^ slJj { ^ \
go, que as verdaderas a gressura de bu- p4e#| dai o|),.dj ^[^ ^ ^ J
ma hnha e .sso faz com que, nos qustro mj(Je|r(JS mmmU% as oljrai se' ca
cantos das Notas laUaa os pacos, onde es; roillunilill,je dj arl dj litj
to gravados os algnnsmos ao sejao ^^, pjr nao lert)lII ^^^ ^^
hum tanto m.tores que na. vetdide.ras a- n. di } os "^ dsUs bM
conteceudo o mesmo as curas dos ditos alga- .. ',.,.: .._, .
jvad
JS.
Upa-
|i ia o Aii i.ini3li'..iij r l/'iscat da, mesuias
rismos ao que sao ma.s o... r- r exeCliS5o 0 uU 0 M m l( do
pe hegrosso, spssso e muilu spero ao ffit ^ A Uakoalo ^e ,SiJ .,.,
l4ito,dei.um4toramrell.da, que musir lyu 0, Cl)uSlmclrM d made,r-s lano
a primeira vista huma nolavel diereuca do desa P aviaa. co.uo os d.s Alabas, e i>a-
verdadeiro papel, que tem huma superficie rj,bj> (Jul3tl.ein veitUtiC M nmJ,M9.
liza e be de huma cor levemeule ailada. bj|X0 Jei.Uri,d twaendoaa para osU CidW
Finalmente conlronladas as Notas presentes fl ^^ ^ d /SU1 CUjt
cornos Uloes das Notas verdadei, as deslesnu- ^ ^ ^imj y9b deJl tillllf/ii
meros nao combuuu e iiein cohu.ar podem siu dj IDtm0liadil Adinllil3lrdCJ KMC,, em
quernotoite, quer no papel, quer nial- ._,.. ..,._ ,___ .,.......,.
tojo oscilas a lua do excediente levando
Consigo relaeiu das madciiaa em que declare os
cum|i.i.ueuijs, grossuias 1 e quaitUades, pa-
ra a vala dellas proceder-se a comuu 114
conloru-iliae Jjj i.uj anio liij referido
iiegulame utOi
mente na tetra dos nmeros.
Porem em verdade diremos que as presen-
tes JNolos falsas nao tem em si carac.euscos
to salientes que possa eviiar o eugauo do
Publico a excepcao da cor e m qualiJsdd
do papel nica salvaguarda que ie evi-
tar a fraude j mas tambem nica para a jud-
ies que esle06 acostuinados a lidar co.u pa-
pel moeda no giro do Coinmeicio ma* nunca
para a massa geral do fovo que na melbor
boa i' ha de ser engauado acciescend j que a
continuada circulaco U lamuem com que as
iNotas veidadeiras adquira essa cor amarel-
lada. (LatavdO assignados Fidelis lio-
noriudaSiUa dos Santos Pe eir. e Paulo
dos Santo Ferreira SoutJ.
THEZOLUAHIA PROVINCIAL.
ABJTOsYCtO.
A Thesouraria rrovtncul paga o mez de
Jaueito nos dias ti, ti e 9 uos Lmpiegados que se cou^-rarao pala stn Uffieuiiinaulg dos .-truia-
uo peicebem emmolumenlos e nos uiaj .o, zeus aa que upaiecereiu Ue diiereules diMieu-
li ia aos que percebein emolumentos ua oc* equaliUades, co.n lauto que sejao Ue
mesma conformidde cima. qu-lia*ue de le, iivie de deleiljs, ue piino -
Tbesouraria Pioviutiai de Ptrnanvbuco 4 |J^,,'C,' '"zio lascoes e de ijualquer ou-
de AJarvode i4i. iradeleilo.
Joo ;Vianoel Alendes da Cunta e Azevedo l'e'a AdmiullMcij das obras publicas se
rara concert da Ponte do Hetife. Vin-
le linas de 4^ a 60 palmos de cumplido ,
com 1 i polegauasde lace em quadio, jj esu-
as de 44 palmus de coaiprido e ; pjr 6 pale-
gadaa dj jiosao, ii esletos de .p pil;u. sjoioprido, e id po.egadaj de lace em qua-
dio.
Qualidades das madeiras.
As liuliua devein ser de sapucau de niio,
senladoria o que mpnos decoro,,, |ha, ,
entretanto que reu |)em pod, ser
imou ub.belld.de fc ZS,^"'
ercicio do mapisterio ,,,r ... no et"
oempoda.;'i.0TpoVo rr(ei:a|PreenCh,'d0
deque nin^uem obri.. '\ ^ VZ ?*"
0 8nr. Jusciro excenm "Pl,,fi,cia
honra de ser Cen^r p ^ ^ *
esse Sor. se os mesm.s I ^ fe^r-7 POt*m
dos o requewlo ? Estar-; ,7 reSIaposeo,a-
pediente'da SecreUr, f** **
Renegar absr.lu.a^;,,^^^;". <\ o
Governo iobrigaco 2 V u e a CM0 a0
a Justice.ro compene o "wl W ^ S"--
linear quando diase s7. T **
respondencia ue fi! I seffu,,(ia cor-
cirros d^JCd9^ $br
tros estabeiecimemos"' ^T* 6 U"
lalsid.de nacen1 J f.qUe ? n,a Pur*
io lenno eu leiio mus ,l, M
lenr-me iiicidentemenle a f, V
rante o Pubhco eJ ^tosp^j^pe.
VHco devendo ser t0u,l CU,f '.^"K
claro que MmiuoruJl Prro,,,r"*
.onross nmpfiZ^ J^SK^^ "
do alsam, oiiosid de rt u rCSl,Ua"'
* 1 11 ,u*ue 1 recaa e U sorneuif
sobre aquel les memhrr... 1 7 aumente
t Hiemoros di congre^co nua
em sua consriencia ,.,., s *^' qua
. me"i>s escrujj osjs hou-
verem sido a resoe tu ,U ; -
"Peode tes votacoes esir-
va-Ilies de correctivo n,r, 11 1
., .. ,uvoP'ramelhors8liaverem
dorahavame salvan,], assim a honra e di,-
id.de da Corporal. 0 Sr. Jut.ceirS,
quetaoleitileem torcer fraM., aiuJa pro!
cura ass.cat-memais acrimonia q .ando iu-
vertendo e alterando o sentido das m.nl.as
maaaai.iiiaua veidaaetia pjj d'arco e ba-
rabu ; as estivas deveiu ser ds mesmas quali-
ddes, de pao lerio corucao de uego o cu-
ma r o ,
Aiein das meucionadas madeiras Umbem
Thesoureiro.
Diversas Keparti^Ots
ARSENAL DEGFRIIA.
O Arsenal de 6. compra para c.dsas e ca-
misas da Tropa tres mil varas de bim que
Trocadores da Caixa d' Amoilisaco as nao seja do muitoeatreito, e quat.ocentos co-
Notas falsas de aoUooo reis que se remet- vados de baea asul para forros de cipotes j
lro da baha e Sergippe.
quem tiver estas lasen Jas apresante-se com as
moatras na sala da Directora do mesmo bojo
He innegavel que a chapa se acba mu ai>-
, ", ', 1 10 ao correle pelas 10 horas da manha : c.
proximada as verdadeiras por haver o lalsi- '.__1__________r. ____._ j_ _;,_ .1..
faz silente ao i'ub ico, que o ^iestre Caelano
Jjae LoetlO que lia va arte j uad j a ora
uj gfadar de tetro para a ponte d lioa-vis-
U oebaixo da tiauca do 3r Joo Alaria Seve,
tem CuiiclutUo toda a oora que conlraclou \ Ua
qual se .ca p -g > ..aiui como lamocm de
cellos coucerus que tiavio lias ditas gra-
des causadas pelo povo.
Aaunniaitacaj Fiscal das obras publicas
j de islario oe ttai.
JVloura,
Adminisiradoi' Fiscal,
cador copiado com alguma exaclido o orna
to as tarjas, e o emblema etc.; mas toda-
va be isto desempenhado lio grosseiramenle,
que piimeira vista eppresenta urna certa re-
pugnancia que faz entrar no conheciraento
de sua falsidade. Todos os fundos da faxa em
contorno da Nota onde se achad as letras ,
tambe u compra huma porco de aseile de
couco-
Veiga Pesso
Lireclor.
Correspondencia.
OBRAS PUBLICAS.
Prof.e-se a arremalaco os reparos doat- motivo que iudiuio S.
Ierro do
Srs. hedactores.
Muilo sbelliudo cabe qujsejioSur. Jus-
ticeiro para querer curar na iudajaco do
Ex a .-ipoaeuiar al-
oq valorea em algarisnos -- viole mil reis -- avaliados
primeiro lauco da estrada do Sul guns professores do Licea leimando em sus-
em Rs. lj6i'iU56o. tentar ca.no u.ieo fndamento de tal ano- '
palavras, me imputa o haver dito que as
pessoas escollnas pelo Govert.o para exmi-
nadoreMao lacis de ceder a empento e toca-
dos de "corrupeo" ao passo qua esla palavra
mordaz a favorita dj Sr. Jusliceira poi, eu
iimplesmenle disse que se sao pessjas par-
ticulares convidadas peb Uoverno para exa-
minar, m*is susce/jliveis sao de sugestes
do que os professores e a rasa'o obvia por
quinlo aquellas falta a respjnsdbilida.de legal
que a estes cabe Sur. Justiceiro mi.ter
ter mais reaerva ; pj, da oalri gUHt j s
obra ou falliquem defende urna causa m.
Se eu fosae pretendente a alguma das cadei-
rasdoLiij, como o Snr. correspondente
presume, pronunciarme-bii pelos concursos
que s mj qtiij mais f .vjraveis a quem pre-
leuie, contando com o patronato e sy npi-
thias dus examinadores mormente se forem
tirados da mesma classe do pretendente ; pj-
retn se por acaso eu fos^e no neado, liotirar-
me-bia muito com a confiauca do Groveriu,
com tanto que essi nomeaco fosse sauciona-
da pela opinio publia ; se eu fosse preten-
dente di.;o, parece-me q le serit m.is mo-
desto que S S. se ha mostrado, fallando de
si com sobeja filaucia, j eiigindo-ae eiu
conselheiro do Govtmo ji desalan lo pro*
vas peranles Juises (sem duvida a seu geit.
alias gemeriio os lyios_), e perante lodo a
cubico illustrado ; se eu fosse prelenJentg ,
torno a diser l'allaria taivez com mais u.n
pouco de delicadesa sem ir ferir o melindre
de quem overna como fez o Sr. Justiceiro si
por baver-se adoptado un plano que meaos
favorece a su p>elenyo, qual era segundo
.lardea, de levar as lampas no concurso l
Wo de reiar a mudanca do Plauo como
muito bem diz o nr. Correspondente pois
conforme o antigo adagio a pilavras loucas
ortllus moucas.


.


I

m
t
i
r


, 1
L_


D A Rlo DE INAMBCO
i
Seguem-e as futilidades grammaticaesso-
tre m que me tmro a terreiro oSr. Justirei-
ro se Lena que *u de Luna grado Ihe lvesse
passado por ellas j lo penco pretenda eu
campar por entendedor de Porluguez e me-
ro por Classico : porero nao ha mister ser i
cbssico pata conbecer que n'esta phraseda
sua primeara correspondencia deseara-
mos, que S Ex. tm ver de proar em pes-
'fOtl de tu* scolha fossem antes eslas tira-
das por concursoo verbo *prover' ou
activo transitivo e ento demanda paciente ,
o qual falla all, pois diz-se em l'ortuguez
* prover oficios, empregos cadeir&i em al-
guem ''; ou sendo tomado em sentido neu-
tro, ** prover em alguna cousa ou pessoa
significa olhar por seu bem cuidar na sua
coiuersacao o que nao \ero ao caso : acres -
ce que no uso rommum e vulgar de fallar,
en que se devem empregar as palavras sob
pena de nao ser entendido quena falla diz-
se "piover cadeiiss tiredas (islo obtidas,
alcancadas) por concurse Tambem nao
nister ser clatsito paia coohecer que a ex-
preuio professores seno melhores ao
tenos coa* oais mrito -- un conlra-M>nso,
fallando-fe do mrito litleraiio e se das
qualidades moraes qut se trata nao o con-
curso o aieio de coteja-las. Pueiilidade
certamente diier-se que oseja dividir o dis-
curso em periodos e comecar o primeiro pe-
riodo depois do prembulo pelo adverbio -
prineiraaente Puerildade exigir-se
*a ibitiori' que o segundo periodo principie
pela expiesso adverbial em segundo lu-
gar--; quando depois do primeiro seguan-
se outros, que sno veria leitores tu ce-
g romo Jrou o Sr. Jusliceiro l Puenli-
d*de- censurar como errnea aquella mesma
eider que seguro S. S. na sua segunda cor-
respondencia. J uerilidade chamar con-
junco mas disjunctiva ; quando os
Grate agricos Ibe cbamaO adversativa di-
stado que rem do Lat. magis e denota
' addiccia de icusa que se pee em opposi-
co prjposicio enunciada : por conseguin-
M b'tm empiegada foi as frases -- que este
regulamento esl submeliido i approvavo da
Assemblet Legislativa Provincial -, mas que
eni quanto nao for por ella alterado tem
provisoriamente Jorca de Lei : -- saiba po-
lem o r.gpfusleiro que a conjuoto que
- i! i tlida subordina estas oraches inciden-
tes ao verbo ignora que o principal ,
e acha-se no principio do periodo.
basta por ora de li<,o de Grammalica ,
-que cusa do Publico s se dev dar as au-
las } para ende remeti o Sr. Corresponden-
te dos concursos como
l^utm nao quer a cousa.
Falla que reciiou o Exm. presidente da pro-
vincia da baha Paulo Jote de Mello A/e-
y/tdo e i ru n'alerlura d assembleu da
mesma provincia tm a de Fevereiro de
Italia
(Cent i nu.'cao do n. antecedente )
Thescuraria dacaixu provincial.
Em observancia do art. 3. da lei de a de
junbodu anno p. p. acba.se montada esta re-
perlicotom Jo empregtdos, numero bem
suficiente para acudir aos trabalhos que Ihe
tao iucuubidos. Nao ten do lido o tempo
ntcessaiio taia ccnluitr tufficientercente ao
estado da reparticio e da idi neidade dos em-
pregadet, tenbo todava oque baste para
ccruencer-mede que amurcas lelormas sao de
grai.de neetssidade e in por turnia sendo urca
fiestas a da esciiplurao p elo syslema de^ e-
xcmkhs oqual muito faciltala a verifica-
co das ion tas em todos os stus pormenores,
auxiliara a crganisaco do oitamenlo pa-
i Jtaia o ciado rcnLeiirreiilo da conlabilida-
de uti respective* aunes ; feno isto a fisca-
lisaiao aprescrrtai scmduvida, um tolo
ixais claro na anee,daio e despe/a de um
rara outro atino rnenle seo telo e in-
tetligtmia qudetelo le os empregados os
tornar ltenlo temo lie de tiesura ir e eu
cci.Eo, Algumas providencias porm ten-
-dti.ttsa mellioiar a bscalisato adoj.uda e
diminuir a desieza depei.deni de vos nao
c* Leudo ceno le obvio, as eltiiLuic-es
-da presidencia,
lis. i J 9KI) is., es quaes reunidos acs a por
ccriio va Limi.ia^tm sobre a arrtcadato de
ocleco r. ven a importar em au^oucU ,
jeteo nais cu menos a-despeza tuiual tona
ti o plegados da nova iLtsuumria d pro-
Mi ca o que esia uaiaso ue O por ten lo da
iM.ua ai recadada.
i tudas e despezas provinciaes.
/s ii.ltin tiits ,ee jeoe baver e tenbo a
Itr.ia de aj it!tntar-vo* aitica da auteado-
ao nao sto j.o (tilo satuialoiius,
lanco do anno financeiro findo veris que a
receita arrecadada foi de 6i8:58oU(i87 rst a
qual junta ao saldo de rs. 3g:^jtU6i\ que
passou do anno anterior, dera o total de
6b8:o5iU728 rs.
A despeza foi de 646:62.{Ufoa rs., distri-
buida da maneira porque se acha descripta em
o respectivo halanco havendo o saldo de.
a 1:4^7113^6 em diflerentes especies, su-
jeilo despea de reis 100:1 S iI'8()q qae fica-
ra por pfgar a diversas consignacoes, viudo
a serodeGcit al junbo ullmo,de 78 ji^j6Si
rs. que para ser Dago necess^rio se fax que
consignis ao governo os rucios de qne elle
carece. A lei para o anno financeiro correte
fixou a despeza em 868:o4iU4-6 rs., entre-
unto |ue calculou a receita em 69iou8U rs.,
sem comprehtnder no primeiro algarismo ou-
Iras despezas que lora em disposicoes sepa-
radas sem quantias autorisadas a fazer-se,
as quaes em paite fora satisfeilas ; d'onde se
segu que um ou oulro dficit de aoo ooo|
rs. de\e se verificar no fim do torrente an-
uo financeiro. A tabella das dividas existen-
tes ser-vos-lia apresenuda pela secretaria da
presidencia.aneo dequy alomis na devida
consideraCjo. A administraco embaraca-
da para acudir a urgentes despezas com meios
lo acanhados vio-se na rigorosa ne;essid.-
de de mandar suspender alguns tagamenlos ,
e determinou que nicamente fossem pagas
as despezas com a guarda policial e illumi-
naco e empiegados pblicos cujo atrazo
em seos ordenados era clamoroso al que es-
ta assemblea piovesse de medida prom;ita ,
a fim de que a admiastraco podtsse salislazer
seosempenlios procedidos de contracto que eessariamenle dfinlia-la } e lembrarei om
suas obrigacfcs nos respectivos semestres, e
sendo constrangidos judicialmente eis que
apirece tina multido de. processos Cscaes .
cujo resultado he a demora indefinida na co-
branza 1 um juizo dos. feitos como fe>i ja
indicado por meo ant^aiapr muito conriria
aos inleresses da caixa provincial.
AIguma medida deveis tomar para que ni3
contina o abuso das avaliaces dos bens su
jeitos ao sello das herancas e legados, as
quaes sao quasi sempre dolosamente feilas.
E-.tou que com algumas providencias profi-
cuas mellioiar a arreradaco de renda e
que havpndj regularidade na prodcelo de
nossos priucipaes gneros os ren lmenlos da
provincia ajudados pela quota que Ihe pres-
ta o cofre geral, daro suficiente receita pa-
ra a despeza necessiria provincia frita
com a devida economa ; todava cumpre di -
zr que urna provincia Como a nossa to
populosa e de tanto coiumercio e lo rica de
recursos naluraes pouoa4iantar sua pro--
peridade se cunsignaces avultadaa nao fo-
rera empreadas, no coucexlo das principaes
estradas, na construeco de algumas novas
poniese no fabrico de pe penos canaes ou
valles que offrecad recursos novo e meios
inf.illiveis de sua futura prosparidade. Pjso
assegurar vos que dd miuha parle enop e-
garei toda a vigilancia e vigor na melhor e
inais exacta arrecadjeo e applicauo da di-
nbeiros pblicos. iNiu concluirei este tpi-
co Srs. sem solicitar de vos alguma me-
dida em favor de nussa nascente industria ina-
nufactureira que, alea de mesquinlu, a-
clia-seoner*di com impostos queddvenn ne-
-a ', ella nao depende de vos por
lgireis vos ? Tende vosso oraco dis-
lo ba-
devem ser ponlual e fielmente pagos e pira
que se continu naquelias obras de que possa
resultar peda provincia pela sua paralisa-
co. P cento provinciaes softrera grande diminui-
co, em consecuencia da peijuena safra de
assucar em relaco di anno transacto. Os
rendimentcs arrecadados pela meza do consu -
lado produzira a8o:ooo(J rs., quautia menor
que a do anno anterior e daqui se v j- ,
que os 5 por cenlo provinciaes devia dimi-
nuir proporcioualmente no anno findo. O
valor dos gneros exprtados foi eslimado em
5 qH 1.000U rs. muios 5,vy ,:oooU rs. do que
a eslimaco do anno anterior Os gneros |>> -
rem suieilos aos 5 por cento, expo. lados p um
as provincias do imperio fora calculados
em 3o8-ooo(J rs. Pelo numero dos vasos
mercantes entrados e saiiidos de9te poito co-
nhece-se visivelmente o quanto foi decrescen-
le a renda em o anuo findo. No auno de
i838 ib3g entraras ueste porlo 4o8 em-
barcares : no de 1839 l8 |0 e"lr,,rao a29>
islo he, menos i3y embarcafoes que as du
anno antecedente igual diminuito houve
na sabida. A produccao do assucar e 111.1,
geiieros lem sido muilo maior. Wos treu lti-
mos meies de ib9 tora recolhidast^oj ca-
xas de assuiar >2a feixo, 375 barritas, e
455i saccas de alodo e nos ltimos tres
me/es do anno findo, consta pela respectiva
estaijo lerem-se recalbido i8;ii3 caixas ,
355 feixos 533 barrio e 3b2.| sacas.
O ou amento da despeza para o anno de
1841 lb"4a aclia-se demonstrado as respec-
tivas tabellas em o total de 809 6djUj rs. ,
a receita lie oreada em 680-7a5U v,^
a haser um dficit de iu3 91.1 15 rs. ; e
jara fazer-lbe lace, neressano be que deis
imprtanles providencias acerca do augmento
da renda.
A anemataco das rendas em alguns luga-
res o melboramento no systema ue coltecto-
rias cenlia as quaes exisiem infinitas quei-
xas da parte dos contubuinles sem que a fa-
zenda piovimial ulilue sendo alias constan-
temente defraudada liaro sem duvida con-
siderxvel augmento na renda : cumpre lem-
> brar-vos ri^-.le lugar que be de absoluta nu-
I cessidade guardar o equilibrio enliea quau-
tia em que ior oreada a receita e a que for
consignada para a despeza. Pediiei Umbem
a votsa alleiu.io a espeito do valioso leudi-
ii t uto da dt una dos predios urbanos a qual
dtsendo pioduzir cima de luoloooU rs. ve-
' no-la figurar no ornamento com a quautia de
goroooU rs. sendo a principal causa disto a
liaude de muitos proprietanos que de ac-
ecido 10111 os inquilmos, passa quiatoes dos
alugueis muilo itenoies duque a das quau-
tia que realmente recebem. JNo sendo os
coiiliibuiutes dcsie imposto obrigados ao pa-
gameiito :e nao 110 fim de junbo e dezembo ,
tuinu-se impiubcua adisposn.au do y;J ilu
mi a. da le n. 1 i~j na parle que marca os
meies de uiaio e junbo, novembio e dezem-
bio para a cobrui<.a do dilo lendiineulo a bo-
cado celie. O imposto das cazas que veu-
i.fin ej irilos loiles es'.a sugeuo a abuos .
' es1110j.11 cutios d'eJtMWtil nao salislizeai
especialidade a louca de barro e o sabo
branco e amarello de que temos apenas uini
pe jiiena fabrica. Asobeas de rnarciuem ,
sirgueiria e clupelleru mere^em lambam
vosso altcnroso favor : qualquer diminuico
de imposto, na exportaco muio animara
os empreheiidedoresde taes fabricas.
Aqui leudes Srs., em tosca e mal orde-
nada esciiptura o resultado de minlns con-
tinuas indagac5es no curto espaco de tres me-
tes de presidencia e em lempo de tamanhos
embaracos. como os que tendes tealemunlia-
do na iresloucadi crise eleitoral, porque ac
uanios de passar. Dous objectos vitaes em
escriptos da natureza de>te perspicuidadee
verdade oceupra toda a moha alten-
cao: se nao deseinpenbei o primeiro, da
que eslou cabalmente convencido posso as-
severar-vos sob minha honra que fui reli
gioso observaJor do segundo. Que me auxi
liareis com lodo favor de vossa parte para o
desempenho da ardua tarefi que o amor da
patria me fea acechar no invern divida,
cousa he com queoiiso contar ; assegurando-
vos que quanto couber en raim serei vi-
gilante promploe fiel em corrspondar-vos,
ministrando vos quantos esclarecmentos qui-
zerdes do governo e alegrando-ine d'.nite-
mo con a lisougeir.i i Jeia de que rivalisa
remos em ludo o que possa trazer a mnima
parcefla de prosperidade esia abencoada
ierra em que temos nascimenlo commum.
Palacio do governo da liabia a de feverei-
ro de 1 41
Pauo Jos de Mello Azevedoe Brito.
Do Correio Mercantil.
AS COFEMSIX*! D)S UJ.TilJS HUMiH)} pon
IZIS.
Conlinuaco do N. 44
Men caro fillio, lornou-lhe Liren^o 'val-
so curaco anda se precipita porque elle
vivo 6 generoso ; eu nao acceito o vosso res
peltoso obsequio, meo amigo, eu nao vos des-
ligo de urna resoluco que nao podeneii
sempre seguir se;u que l'-il.e.u a VOSM feli-
cidad* multas couzas que eu estara bem
longo de poder sitisfazel -as ; e ento eu sof-
Ireria por cauza de vossos sacrificios Eu vos
cnlieco mellior que vos vos nao conlieceis
a vos mesmo. A inclinacio no vosso coraco
esta para assim diseos se.upre prompla ;
esperai-a
que a ex
posto a amar ludo quanto merece ser amado
por suas qualidades nobres interessantes e
ao depois a encontrar a frlicHade na vossa u-
niocom aquella a quem o verdadeiro amor,
a lio nra e as conveniencias liverem permit-
lido que Ibe deis o vosso coraco ; e quan-
do a unio for formada lembraivos que
se vos nao percebefdes nlla ludo quanto for
necessario a vossos gostos. a voisas ideias, nao
sera' istouma raso suficiente para arrepen-
der-vos de vossa unio ; qualquer otra te-
a tambem suasdesvantageus ; nao h quem
nao ten lia defeitos, e nos somos naturalmen-
te propensos a dar os bens que nos falla
maior preco do qae aos de que osarnos,
Vos vos de'eadereis, aieu amigo, dessa iu-
clinaco natural, que arras tar-vos-ba. coma
a muitos outros ao bumor e a injustica.
Reconhecereis sempre e primeiro que tudo
as vantagens, e as qualidales d iquell i qua
partilhar a vossa sorte,4proveitar-vns-eisdelU
para fazera vossa felicidade ; approveitar-voi-
eis mesmo de seas defeitos para tornar-vos maii
caro a seu coraco. O segredo da felicidiia
e mesmo do amor quilo nos unimos a um co-
raco honesto he esquecer o seu proprio in-
teresse p lo inters*- daqaella, que se ama ,
ou melhor, intender bem sen proprio interes-
se fasendo-o consistir na felicidadd daquella,
que se ama, E' um egosmo, e p or conse-
quen 'ia urna neptido, querer sujeitar os
outros ao nosso capricho vale maisjmgeitar-
ino-uos aodos ouiros, principalmente aj da
pessoa, que queremos amar.
Porem, meu amiga, diz A me leo nao ha
diversos graos na conveniencia mutua ? Pale-
ra ser o nomem igualmente feliz com tolas
as mulheres que, por suas qualidades, saj
dignss de ser amadis ?
Sao meo caro Amedo nunca seria-
mos igualmente felices. Al aqui eu si tenlio
querido dizer-vos que um ho nem de um
carcter lorie e generoso pide eu o itrar a
ieliciia-ie su.Ii ienie em toia a unio que
liver c-intractado por motivos honrosos. Mas
ha diversos graos na coiivenieucii mutua ; e
mu permiuido dasejar e procurar a mu
perfeita conveniencia. E' si preciso estar pre-
parado a fim de que se esta preciosa avan-
tagem for a parlada de nossa sor la ni pen-
semos as vantagens que nos reslo reci-
temos sem coiistrangimento etlapeni do-
lorosa sobra a juslica universal que distri-
bue com igualda.de as penas e as vantagens }
desle modo ficaremos anda salisfeitos de nos-
so aeslino.
(^aeremos nos saber entretanto o que con-
vem melhor a cada um de nis ; e caminemos
DOMO carcter uo^sa pjsicio e procuremos
no qoe deve embellezar a nossa vida as a-
vanlaSe"s que *j "ais convenientes nos-
sa policio e a nosso carcter. Tratemos so-
bre ludo de nos nij deixir determinar em
nonas eud ig-Kjojs palo desejo que n as to
natural de encontrar os bans que nos fal-
ta. Eu nao trato de vos pre.numr contra os
engaiaineutos que sao determinados s pela
dselo das ti quizas. Vossa alma uobre ,
sensivel ella j inais abaixir-se-a a ponti da
dethonrar o amor. Eu nao cuido deappre-
seiitar-vos seno observacJ* geraes, fazendo-
vos notar as desgracas, que seguem sena a e
os cazamentos determinados pelo desejo
das riquezas. A m >ior a mais justa, a mais
inevilavel dessas desgracas a talla do amor ,
e da confiauca. Logo nada mais dLicil d"am-
bas as partes que conservar um pouco d
honra de tranquillidade e de viriude.
Mas, meu a.uigo, di" Amedj'' pa-
rece que o mes.no se deva dizer de todas as
vantagens. lNo h alga, na pessoa q' se ama,
queno deva ser causa de penuas e perigos.
Vos vos euganaes meu amigo diz Lo*
renco ; l'acarnos ueste momento 1 disiincor
imporlanle e estabelecamol- solare a justi-
cia. A 1'10videncia nos na j f iz expiar por
compeusacoes, seno aquellas de nossa avau-
por que vosso coraco nasceu com urna ne- l*gens, que ella nus lem dado gratuitamente,
tessid ida de amar que nunca se extinguir.
A. boje com esta necessidade urgente,
constante, e profunda, vosso coraco tem si-
do sempre inpetuoso por generosidade te-o
por eulliusiasino. Aquella, que elle amava,
liulia todas as qualidades que desejava en-
contrar uella elle adorava vivamente sua
propria ebra ; e logo a surpresa e o pesar de
se ler engaado erao as principaes causas de
sua dor. .Meu amigo escutae de hoje em
.liante s a juslica, e nao seris j mais expos-
10 a lo vilenlos cuidados. A raso e a jus-
lica devem ler-vos presentemente ensillado,
que a Providencia vos nao appresenlar ja
mais em toda a sua perfeico aquella ,
que vosso coraco imagina. Guardai-vos pois
e que de nossa parle nao sao um manto.
hila deve. pelo contrario a recompensa s
avautagens que us te nos adquirido qoa
sao em nos um mrito ; e ella nos d sempre
esta recompensa. AsSim nao temis em vos
mesmo ne u naquella, que amardas as re-
compensas das verda Jen as avautages qoe
sao a innocencia e a bondade uo vardadei.o
amor nao pude ser experimentado e inspirado,
seno por a alma que tem hondada e inno-
cencia 1
A simplici Jade um dos resultados neces-.
sarios da innocencia e da uoudade j e a sun-
pltcidade um bem necessario. O cominee-
ci u'uiu allecto temo Ueve ser mu doce, mu
desemoaraeado uaui fcil. Si a siuaplu'
meu amigo de exiir a perleioa ne o iet dade de ambas as part pide dar;ln **


blIfifO >B PERVAMBUCO
carcter. CoracSel que se unem devera
tsmar-se ajnar-se extremosamente. A-
quella que qder biilbar encantar fazer-
se valer, pode bem ter quanto prerisd pa-
ra agradar por alguns momentos para seJu-
iu mm nao o. que preciso para amar e
por consequencia para ar amada ; en male-
ria d'amor nio se nspiro ao menos por
inuilo lempo t os sentimentos que nio sa-
terioser aprovados.
A sensibiiidade da coraco anda a des-
sai avantagens inestimaveis que to dadas,
ou entretidas pela bondade e innocencia ; e
que cousa mais doce a conquistar que a pro-
priedade d'um coraco sensi ve I ? A posse de
todos os outros bens se gasta nido goxo e nos
bao sustenta contra as penas e diuculdades da
vida* Mas um coraco sensivel, que nos per-
tence nos deixa sempre de algum modo ,
no com eco das satisfacoes que elle nos pro-
cura -, um bein sempre novo para nos por
isto que elle nos segu em todos os cuidados ,
em todos os praxercs em todas as vicissitdes
de nosso deslino. F.lle se regozija com nosco,
rile se aflige com bosco elle se accommoda
rom ludo quanto somos, com ludo quanio nos
acontece em a pala vea um bom corocao,
que nos pertence a mais necessaria, a mais
tema,. a melhor porcao nossa.
Vos vedes meu amigo com que cuidado
aquel le, que cuida em cazan, en to, de ve pro-
curar principalmente um bom coraco. Ca-
aar-se unir e para sempre suas penas ,
seus prazeres, suas avantagens seus defin-
ios osdefeitos s (altas a os prazeres,
s penas das mulheres com quem cazamos ;
anda mesmo expor-se a mais contecimen-
tos i a mais ambarados a mais penas que o
borneas nio sofreria estando s. por lat -
to dar a si, com preferencia a lud o mais,
a necessidade d'um coraco, que partilha com
elle e que entretendo-se con ludo rende
tudo interessanle. O meu amigo vos, cu-
ja felicidade lo ardenlemente desejo e que
nao podereia obter tudo quanto vos e neces-
ario seno unindo-vos a um coraco sim-
ples innocente e sensivel apressai-vos em
adquirir todos os vossos direiios de procural-
o, de encontial-o ; adquir vos mesmos a
simplicidade, a bondade augmentae por
meio desta* cousas a sensibilidaie de vossa
alma e adquir notamente a voss inno-
cencia.
PUBLICACAO A PEDIDO.
lasTiTOTo histrico B geogrfico ihasileixj
Fundado sob os auspicios da So.edade auxi-
liadora da Industria Nacional debajo
da immediata prolecciode
a. K. i. o BEauoa d. fxdro 2.
Illm. Sen'bor Foi lda em Sesso de
9>3 de Dezembro do auno p. p. a Caria de V.
5 datada de Femara buco 9 de Selembro ,
acompanhande hum exemplar da Kri&ieira
Parle do Tomo 1. das Memorias sobre a His-
toria de Pe nana buco por V. S. escripias e pu-
blicadas. E o Instituto agradece muito a V.
S. este interessanle prseme que acceitou ,
e recolbeu sua bibliolheca, para d'esle fa-
xer uxo em lempo opporluno.
l-azendo esta communicaco a V* >. lenho
a honra de partecipar-lhe tambera que o li-
me de V. S. acha-se incorporado na lista dos
propostos para socios d'esla Lorporaco Lu-
terana que V. S. accaba de honrar por seus
escriptos e continuar a enriquecer com
Memorias e noticias interissautes a Historia ,
e Geographia do nosso Paz.
Dos Guarde a V. S. Rio de Janeiro a a
de Janeiro de 14a. Illm. Snr. Joze ber-
nardo Fernande Gama. -- O Conejo J. da
C. baiboza, Secretario Perpetuo.
COLLEGIO DA jCOA-VISTA
r*BA MEH1IIAS
Conlronte a Matriz
ve se
rodas.
annunciar o dia do andamento das
LOTERA DO THEATRO.
OsBilbetesda i.- Parte da6. Lotera,
cujas rodas tem o seo rapreterivel andamento
no dia i5 do crrenle .achio-se a venda no
Mairro do Recife as lojas da ra da Cadeii
dos Snrs. Manoel Goncalves da Silva Gre-
gorio Antunes d'Oliveira, e Vieira Cambista;
e nodo Santo Antonio as dos Snrs. Manoel
Alves Guerra ra nova, e Bastos, na Pra-
cinha do Livramento.
Conlinua-se r receber Pensionistas
Pensionistas e Discipulas externas ,
serem instruidas na
Cesa e Portuguesa ,
lin;oas lnglex-i ,
metal
liara
Fran-
Arith-
Historia costurar,
bordar etc "o Collegia tem piofessores de
danca dezenha, e msica.
lr escrever
mlica Geogtaphia ,
U>TERIA DO SEMINARIO
Achio-se venda os Bilhetes da a* "
te oa 15. Lotera no ;
Ladea luja do Sur. Vieira
S. Amonio na ra do Cabug loja
par-
Recife ra da
cambista em
do
Snr. baodeira e na Boa-vista botica
Avisos Diversos.
O Thezoureiro da rifa ds Ignacio de
Jezus Bandeira annuncta ao respeitavel Pu-
blico que ella hade correr com a primeira
parte a 6 Loteria do Theatro rn t5 do cor-
rente se at ento se tiverera vendidos os
poucos bilhetes que reslo, e do Contrari cor-
rer impretervelmente cim a segunda parte
da mesma Loteria no mex de Abril do coi ren-
te auno. 0> amantes p.as deste jogo sao con -
vidados a compraren os bilhetes respectivos
com a necessaria promplidd a firn de se
concluir em quanto antes esid negocio como
dezeja o mesmo Tbezoureiro e mais pessoas
nelle nteressado. Os bilhetes acbo-se a
venda nos lugares seguinles Recife o Snr.
Vieira cambista o Snr. Jos Pereira ; San-
io Antoo o Snr. Jos de Meneies Jnior ,
ra do Colegio ; o Sur, Antonio Jos Bandei-
ra de Mello, o Snr. Joo Moreira Marques ,
patio da Matris; o Sur. Manoel Figueira
de Paria o Snr. Jos Antonio da Silva .
praca da Independencia, o Sf. Jos Antonio do
Carmo, ra do Livramento ; Bda-vista ; o
Snr. Jo>e Ignacio do Monte Snr. Antonio
da Silva Guimares Snr. Geraldo Antonio
dos Santos Snr. Vitorino Ferreira de Car-
valho Snr Joaquina de Carvalho Moreira
isr O Snr. que annunciou ter ura piaiino
em mito bom uso propiiamente para quem
aprender pode anuunciar sua moradij para
ser procurado,
tar* Qualquei Snr. Sacerdote que quizer
ser Coadjuetor de urna Freguezia distante'
d'e.ta Praca 18 legoas ; artnuncie pois alem
das Missas diarias por estipendio, lera de mais
a mais urna Capelania e a metade da deso-
bliga da P regueza.
Gdr Quem preuznr d'uraa aula para caza
de pouca familia, servindo somenle en lavar,
e engomar; dirija-se a ra do il 11 ;el bja do
Sobrado 1 que tem um retabulo de vellos.
%sr Da-se cincoenta mil res, a juros sobre
pinhores ; quem os quiser dirija-e a ra do
JNuixo do Livramento caza n. 4.
car Da-se urna molatinha de i5 annos,
em troca de Um negro que nao exceda de
ao anuos ; e vende-se um forte Pianito ; por
precocommodo na luja Fraaceza da esqui-
na di ra do Cabug.
%sr A pessoa que Ihe faltar urna Ovellia ;
dinja-se ao Vianguiulio no sitio da viuva do
talecido Jos Francisco do Reg que dando
os signaes certos Ihe ser entregue.
K9T Aluga-se um silio ua travessa do Par-
nameirim para a estrada d'o Araial lendo
urna caza com qualro quarlos co/inlia fora ,
estribara, ecacimba com muito b,i agut
de beber ; na pract da boa-vista, ai.
tar- Preciza-se de urna carroca para se
comprar ; qnem a tiver anuuncie para
ser procurado.
tsr CJuem achou urna espora de prata do
chora-iueniuo atbe a ra do sebo qutira
ter cumie ma de aresliluir dando-se de a-
chado o valor da prata da mesma espora ; na
ra do Crespo U b lado do norte.
- Quem precisar de um rapaz portuguez
para cuixeiro de qualquer negocio mei.os
venda o qual d liador a sua conducta ,
anuuncie por este Diario para ser procurado,
car Uma Senhora capaz e de bous costu-
mes propoem-se a ensiuar meninas as pri-
meiras letras contar, doutrina christ co-
ger costura cbau, bordar lavarinto e mar-
car de todas as qualidades e bordar do mes-
mo poni ; e tambera se toma meninas para
acabaren de aprender que venho assistir
em casa e sendo captivas tambem ; e na
mesma casa se latera todas as qualidades de
costuras ; assim como vestido* de modas e
ludo por pre\o commoJo : os Srs. Pais de la-
millas que se quiserem utilisar do seo pres-
umo dinjo-se a ra do Queimado no so-
brado por cima da boce u. 6 no lerceiro
andar.
Precisa-se de um oficial de Pharmacia,
ou algum menino que ja leuba aluma pra-
uca ; no atierro da boa-Visla bolica de Jo-
ta" O Bacharel Formado Jo3 de Barros
Falclo d'Albu^uerque Miranbao pir'.eciaa |
asignantes Je suis produces poticas, que j
o a. volume est na (aprensa Ira (jarcia l de
Luiz Ignacio Ribeiro Roa ; e pira mais |
prompla i upresso (enB eccssidule de mi
assignantes. O Autor lendo etnpregado o
desvelo que Ihe tem sido possivel para fazer
publico os vos de sua Mus Olindense re-
ceia que o Genio das trevas sepulte no Lothes
as suas produces com a mesma juslica e pa-
triotismo cora que tem podido desmoronar e
redusir p uma das mais forraosas Cidades,
cujo nome bssta para seu completo elogio
Pernambucanos a nossi diguidade deve ser
reunida ; preciso verdadeiro amor da Pa-
tria das arles, sciencias, e conhecimen-
to dos horneas ; ao contrario os infames e
os criminosos sero os nicos respeitados E
quem pode dar vida acedes e pensamentos
Liberd&de ettiucta se nao os Vates que
se atreven contemplar de perto a formosura
do sol 1 .... .
tsr- Antonio dos Santos Vital, branco ,
solleiro se propoem a eisinar fora da praca ,
a 1er escrever, t contar com perleico ,
Grammatica nacional Geonelria pralica e
msica : quem de seu presuma se quiser u-
lilisar, dirija-se a roa Uireita, botica D. II.
tar Quera quizer duzentos mil rs. a juros
de 1 pot cenlo cora penbores de ouro : di-
rija-se a ra do Fogo ao p Rozario, D.
t.
kXT Na ra Direita piden* D. 4 pre-
cisa-se de um homem que saiba fornear :
quera esliver as circunstancias dirijase a
mesma pira se tratar do ajuste.
i_y Precisa-se alugar um andar de sobra-
do que teuba commoJos, e seja as ras
principaes do bairro de'Santo Antonia e do
lado da sombra ; o 1 tambera faz-se troca por
outro de poucos cmodos e prego rasoavel ,
quem coavier annunri-i pira ser procurado.
tsr O Sr. e a Senbora cazada, que quer
ir para fora ensiuar meninas : annuncie sua
morada para se tratar do ajuste.
ssr- O Sr. Manoel Jos da Silva Marques ,
queira irigir-se a loja do Sr. Antonio da Cu-
aba Soares Guimares ou annuncie sua
morada, para ser procurado.
tsr Da-se a premio dos contos de rs. a 1
por cenlo ao mez com firmas a contento : na
ra estroita do Rozarid Venda I). iG.
S2T Preciza-se de urna morada de caza
terrea em qualquer ra ou becco do bairro de
danto Antonio grande ou pequea ,
e que nao exceda de 8 a 1 oso jo rs. meusaes :
quem a liver, dirija-se a ra Uireita loja
U. 3o.
isr* Da-se a juros 5o'ooo rs. sobre penho-
res de ouro, ou prata : nesta Typogfapbia.
tST A pessoa a quem Ihe I aliar Um mo-
leque crioulo de ib annos de idade pouco
mais ou menos o qual diz charoar-se Fran-
ca ; dirija-se a esla Typographia que se
ihe din cora quera se deve entender.
aja- I'di preso as maltas do forno da cal ,
junto a Cidade de Olinda um preto ainda
bucal o qual nao sabe diter quera seja seu
senbor! a pessoa a quem tiver desaparecido
algum dirija-se a beberibe fallar con Ig-
nacio Pereira da Cunba morador na estrada
que vai para o porto ds madeira que danio
verdadeiros signaes Ihe ser entregue : o mes-
mo faz publico que nao se responsabeliza
por qualquer fuga que o dito escravo fazer
possa de sua caza.
tsy- Preciza-se alugar duis conoas que
carregue oito mil rs. d'agoa e que sejo bem
construidas* quera as tirer e quizer alugar ,
anuuncie,
f'recisa-se de uma ama que tenha bom
Une ; na ra Uireita paderia D. 5.
Aluga-se dous preloi para trabalha-
rem era um sitio dando-se por aluguer 56o
a 6+0 rs. diarios e o sustento ; quera pre-
tender dirija-se a Praga da Independencia ,
JN. i e 4.
Qualquer senhor de engenho que pre-
cisar de ura.abil administrador, que lera gra-
de pralica de agricultura ; dirija-se 4 ra
Uireita em casa do buarque ou annun-
cie.
do Sor, Moreira deronte da xutru je bre- qoia i o*e Moreira ,D, 4>.
ferece-se uma Senhora branca viuva,
para ama de casa de pouca familia ; na ra
Nova ao p da Ponte loja de Luiz da Costa
Leile se dir quem .
Quera preeizar de uma ama para caza
de hornera solleiro saue csinbar e engom-
mar ; dirija-se atrax da Matriz de Sanio An-
tonio caza n 5.
Quera preeizar de uma ama que tem
muiio ora leile parda mossa e se.u rilUos ;
dirija-se ao pateo do S. Joze U. lj, que
acUar com quera traclar.
Quem precisar de um pardo para feitor
dequatquer lio ,ou para oulro qualquer
seryicj ; dirija-se a est Typigrapbia que
se dir quera preter le.
O Snr. Bordar din 3 I >i ]-.iTra di Pasci-
mento Barbjza queira ir ou minJir bu"-ir
ura carta, vinla da Pdtto: na rUi da Gru
do Recife, renU D 47.
Pela Juio di 3. Vara da Ci*el se Iia
de arrematar em basta publlc oj alluguerfll
dsssabrados armazeas da ra da Crien re-
ina D. i e cae d'Alfm le; I). Il A. a
requ^riraento de I). Mara Candida Pina co-
ma Tutara de seui fillios menores, senda di-
tos alujuere avaliadjs pjr u-n ca.iiode rs*
atinu il e tendo lugar dita arreraataca n)
dias 10 n e 17 do corrente.
Dio-se trezentos mil rs. a juros cora
penbores de prata ou ouro que cubra a
qaantia dada : a pessoa que (juier dirija-
se a loja de livros na travessa da Rozara, que
achira quera Ibe eniiue a caza,
Recebe-se uma enanca pira criar-se
cora leite e com o melhor trata ment possi-
vel : a quera conver, dirija-se ao becca do
peixe frito entrando pelo pateo dj (Juina,
lerceiro sobrjdi do lado esquerd j.
Aluga-se uma casa terrea sita na rm
Nava que vai para Trempe cora suf&cieutM
enramlos para uma numerosa familia: quera
a pretender dirija-se aa pateo da Santa
Cruz ni Uoavista a tratar cora o seu pra-
prietaro Joio Sebastiio Brito*
Traspassa-se 15o palmos da terreno nal
muro par de traz de S. Franciico ni nud
Florentina ; e tamben se retalb a trinta
palmos; quera preteuJjr dirija-se a ruada
Mundo novo I), aa.
Precisa-se de um lionera que estja
as circunstancias d9 ensiuar primeiras le-
tras fora desta praca ir, legoas no enjenha
Paratibe ; a pesso que Ihe coavier, dirja-
se a ra do Crespa loja I). 7 ladado sul.
Otferece-se ura cilio de lavradar, com
boa caza de vi venda bara cercado, bais ter->
ras de plantar, cara militas arvores de fruc-
los, na engenho Paralibe da frejuem da
Maranguape i lego ts distinte desta prac : a
pessaa que tivr de 10 cativos pira cira, e
Ibe conveulu plantar canas era dito citii>, di -
rija-se ao mesrao engenha a tratar cora sau
pro prieta rio.
Quera anunciod urna escrava piri ven-
der por 55os'j>> rs. ; faiie no sobrado junta
a fabriea do Gerrazio.
-- Ni paderia da ra do Pei.toto, as 5
ponas, D. 77 precisa-se de dous horaens
forros ou captivos, para maceira sendo*
peritos, nio se reparando o prega.
Precisa-se de ura pintor para pintar a
casa que tem de servir para as sesses di Car
mar Municipal, os pretendentes fallera cora
o Fiscal l$ira:a.
Em ao de Deteoabro de i8J8> 9 10 d
Novembro de 1 i-' ? par meio deste Diario ,
teve o abaixo assignado a satisfico de mini-
iestar seus puros sentiraentos de gratido aat
dignos habitantes desta Provincia, palo mui-
to qde o obzequira durante a sua prisa a 111
Fortaleza do Ikura e pelo bora .acjliiimen-
t com que o tera recebido depdis que foi
restituido a sua liberdadu ; e tenia de ret-
rar-se para a Baha nestes das navaraenta
ratifica a sua gratido por la assignalado
ohzeqUios e pede desculpa a aquelles Snrs.,
a quera nao Ihe foi possivel eumpriraental-osi
pessoalraente ; e toan a ousadia de ol.Terse
a todos o seu pouco presumo na (uella Provin-
cia nao fasendo nisto mais da que o seu i- .
ver, como quem deve ser eternamente agra-
decido a tanta band>de,
Manoel Moiventum Ferraz.
-- Precisa-se de Ura Rrasileiro ou por-
tuguez para caixeiro de uma venda perto
desta praca, eque d conhecirae/ito de sua
pessoa; a quera coavier dirija-se a ra da
praia era a serrarla do Sr. Joze Moreira ,
que achara cara quera tratar.
Na larde do dia 5 da oorrente desa-
pareci da roa do Livramento u.n quirto
russorudtdo, coracangalha, e algunas in-
quirideiras : roga-se a qdal.jaer pessoa qua
d noticia ou teuha pegado dirija-se a ra
do Livramento, venda i que ser re-
compensado.
Quem quizer comprar urna frasqueira
cora 1 irascos por proco mullo coraraodo f
dirija-se a ra das Agoas verdes a5.
Uma pessoa decapacidade pretende ir
Corte a tratar dependencias suas; eco no
tenha bastante pralica dos negocios da Foro ,
e mesmo de requerer em qualquer Xnounal
d'aquella Capital onie ja esleve ; oil'ereee-
se a quem piecisar dossu presuma a 111-
cumbir-se de qualquer negocia, da que o
qutiao enearregar protestando tratar cora
o maior disvello e aisiiluidide possivel de
qualquer misso, que lae incumbuco : au-
nuncie,


DIARIO DE PERNAMBCO
itirupacaa u(ti iTff-Ia nrir.t.iii .a dtili, um
r n )i. i-o in# d fiador a sua coudu-
ita ir- i |.rc i-, enaun< b
-ha se abrrta de ncvair.enle e re-
. i h antiga >aadenevedo Sur. Ar-jxou um chapeo deso, dirija -se a roesma
( ; uni da Silva, lio je de Francisco i rasa que dando os signaes Ihe ser entregue.
de
CT O moco portugus que se oTrece para j T Charutos de Ilav.i.a e CaMira de
c,ixeiro de venda diiija-se as 5 ponas De- superior qualid.de } na ra do Cabuga loja
cima >.).
\3T A pessca que foi a ra do Colegio sobra-
do unto a reparlicio das obras publicas, .e ah
:.
randlo proprietirio que foi da I sarQuem quiser lugar urna boa sala, com
nm quarto muita fresco coro bella vista pa-
ra o mar dirija-se a ruada Cruz D. i no
segundo andar.
ej- Qnalquer Sr. Sacerdote que quiser
ser Coad|uctor de urna freguesia distante desta
praca t8 legnas que aloradas misas diarias
por estipendio lera de inais a mais urna cape-
laninba, edesobriga da metide da fregue-
hotped&i ie isa da pasto da ra dos Quar-
teis D. 8 erece aos seus aniigos e novos
freguis janlares por asignatura mensal coro
asteio prcmptid ) e preco corotnodo a tar-
de boro call preto e cirrs fino- e nos IJu-
mingS de n-enh mo de ccj bera leda e
lells de galinba para isso ten boa co-
; heiro presentemente e olferece de -sais
Bes amantes do opa do buhar uro i tcelleo* sia annuncie
le bilhar a moderna e besn i ti lo em um
grande s.'o beni fresco ," p;ira quem quiser-
se deveilir r. n todas is commudi -des e fi-
rulroei.teo proprietaiio promelle servir aos
fregueses com proinptido e ass ia.
S3^ Alug-se s loja de uro sobrado em
O'inda no varadouro, ptima para inorar
urna Familia ; a tratar na ra direita I). 30
t>.r- 5 pejaea que pretende ajustar-se como
ccir.i dirija-6e ao mang nho papa-
Ierra no -.liode' arneiiodaCunha
(.* U meio blheieda primeira purte da
6. lotera .'o ti estro n. i^oj pertence i Joa-
qain Tarares Basteada Cidadeda Parahiba.
%gr A luga se uti iiiio na entrada do Roza
riiil.c defronl a uva do fiuado v'anoel Tose
de A' leda os pretendeotes diiijo-se a ra
da ConceicSo t-a : vista I). 6o.
tSf Da-$e dinbeiro a premio sobre pinho-
rc*dec'iro prela biilbantes, e rende-s
encadernada con* 36
noile mullo em
cenia ; na ra das irii cht ras !) g.
tsy lu,a-:e o segunuoanda e soto da
casa da ua i, va D, ig uoe tea n uito ex-
rellentes cooau odos p. a grande familia; a
trlar ..a loja francesa u\ nifarao.
3ST A pessca aue ai nunrou ir a Corte do
Rio tiC J.'.ut-i:'- .' iriu!- ir,, ios, S' i.du que
qceqoeira enccrobr-se e urna peitenco,
dirii -se a ra do i i guudes 1). 18<
SSJ" O Lutequim e cas de p::t d. beco da
n< vi junto ao titea ira precisa-se de um ra-
paz ivre deftuarda nacional, para marcador
a tica obra ero fia..cez ,
estampas de a CT A obra do ibeatro particular de Apo-
lo na riia do mesmo nonoe n.) lugar do porto
) .s canoas da bairro do Ilecife precisa alu-
gar serventes os interessados dirijo-se a
mema obra a fallar con Antonio de 5.>uza
Pavolide ou cora Joaquim Jos da Silva
Lisboa*
Avisos Maritimus.
PAKAORIODK JANEIRO segu rom
brevidadea Barca Brasilera Firmeza de p-
meira rlasse pregada e encavilbada de co-
bre coro supeiijres geiro* para carga ou passagem traa-se coro
Antonio Francisco dos Santos Braga m* da
moeda n. i4' ou coro o seu Caj iio Narciso
Jos dos Santos,
do Bandeira.
13- uas canoas aberlas urna que pega
8oo lijlos de alveiifia e a oulra i ioo ; na
ra Augusta defronle do sobrado de Jo- Ma-
ra ou na inspeco do a.-sucar a fallar com
Vlanoel Jos dos Santos, assim cono um par-
do bom orhcial de aapiteiro para tora da pro-
vincia.
k2T Um palanquim por 100.030 por ser
reeer.'ementa dourido ; na ra da cadeia do
Recife n. la.
IST 4 casas de taipa em xos proprios na
baix verde da cabunga nos dita no atierro
dos afo-jados urna be de lijlo defronte do
Pavo e outra a diante d> pirj grdo com
a frei.te de lijlo ; na praciulia do Livramea-
to D. Jb.
t&~ Kl. res de cristal muito bera feitas ,
para casticaes por preco commodo ; na ra
do Crespo L). ti.
tsy Urna cleyo de quadros mu i ricos ,
babados de linhu de todas as larguras toa-
Iba alcuxuadas e meias curias de liobo ^
mantas de seda branca barretes de lnbo pa- rio.
ra senbora lencos de seda para grvala e ssy* Duas vaccas tourinas com a crias
para ma botuens de relroz cbapeo de sol em ponte de Uchoa no sido do fallecido A-
de seda com eabo de osso lnhss para bordar morim e trala-se na rui da i ruz n aa.
ludo por preco coiinuoij na ruado Fagan- I ty Um bom cavallo novo e carregadur:
des U. 5. na ra nova D. a6 no terceiro andar.
t&- Chitas cobertas a 55oo a peca, ditaa
brancas a 5ooo, madapoloens finos 4?oo
algodioziiibo 2oj cbila l:}o o covad, |,
nho azul ioo rs. dito chitas brancas fio d.
to metas finos de cores a jo dito funtoen
de cores para coletes a a8o dito e mus f,_
zendas em pecas e a retalho tudo por prec
commodo ; na ra do Cabug loja de fazen-
das O a.
ti?" Uma prela moca coinheira, engoni-
ma coro perleico lava roupa faz doces e
tudo com perfeicio um terreno com 67 pi|.
mos de frente, e raais de aooo de fundj
prompto para se edificar e com muro pelo
fundo ; na roa nova D. 39 por cima da botica
cr Superior farinha em sacas do B.i0 ,j9
Janeiro ; no ar nazem de Antonio Francisco
dos Santos Braga na ra da moeda n. 141.
Im* Um moieque de idade de 14 anuos
com principio de cozntieirj uma negrinhi.
de iiadede i(i anuos boa coziubeira een-
g immadeira ambos de naco ; quem qu,_
ser annuncie.
SK> Um fardamenlo completo para gillr.
da nacional; na casa do desiribuidar do Uu-
Escravos Futidos
jLei iao
838^' Que fazem James Coikshott ScCom-
I hn' ia par intervenco do Corretor Ulivei-
ra de grande sorlimento deCu'eleria multo
fiuo, Ferragons de diversas qualidades li-
las em carreteis e muitos objectos dese-
melhante natureza : Quarta feira iodo cor-
rerle s 10 lioras da manh em ponto no
seu Brmazem defronle do Trapixo novo.
SST Que laz Thomaz d'Aguino Fonceca ,
por intervenco do Corretor Uliveira: Quin-
ta le ira 11 do correte s 10 horas da manila
un seu armazera da ra Nova das seguintes
^> Uma porco de garrafas e botijas va- _
zittH i na ra da praia armazem defronle do
Sr. Constantino. i
ssr Na ma do Crespo loja D. 7 bilbeles cg- No dia priroeiro de Marco desapareo
_ da rifa de i viveiros e 2i gaiolas feitas de um moleque de idade de 10 nnos de na-
ama relo com rame de lalo, com 3> passa- cao, de ..orne Migo.il cabeca comprida
ros de diversas qualidades divididos em 110- tem a testa um calombinho levou vestido
ve premios a qual deve ter e'eiio impre- camisa de brira grosso calVas de riscado :
tenvelmentenodia i4do crreme por meio quem o pegar leve a loja de miudetas de 4
de dados na casa e as mesmas horas que portas antes do arco de S. Antonio que ser
mencin 1 os mesmos bilbetes. recompensado.
sr Sapatosde burracba de todos os ta- cg- Fugio'uma prela de angola da ida.
manilos ; na ra dos Quarteis U. i. de de aa annos de nome Benedicta levou
ST Uma larda para guarda nacional em vestido de chita roucha sai i e panno preto,
muito bom uzo; na ra da guia detonte do ful.i nariz chalo, estatura regular, con
porto das canoas, no pnmeiro andar do so- signaes de bichos as pds ,'cbaa alguns si jaa-
da quina; assim como uma escrava com es as costas de castigo qua Hit fizero na po-
Fazendas Inglezas, e Francezas do eoelhor
de Li.iiar, que lenha boa conducta e bem dfS gosto prximamente despachadas a sabei :
en srassado para o traba Ib 1. nerinS pie/os e de cores challes de merino
W Dao-?e \o 000 ; ,ica:io sobre piulio
re ; resta Tvpogiafi .
ZST A ^e?a u^i ngedera da Irman-
pade do Sr. Bom Jess dos Martines ro.i-
vida a todos oa stus l. naos brancas, pardos.
e prelis e mais devotonda intsma Iri anda-
de para acom^anbarem a l'rocisso do mes-
zco Sr. que La de sabir na tai de do dia ij
do corrente rogando ao. fies t'i iia la I ta-
rea au io religioso co fia de inser-
te mais bilibante como oe de nosso dtv..-.
t2S~ O'erere-se paia caueiio Je la uu
lojademudfz uarapaide idade dt i5
annos t,uem precisar annuncie.
%r Iloie 10 do coritnte se ha de arrima-
tar impreleriveln r-nle o .1110 do mondi g< e
1..SA tl sobrado da ua 1 1 ,a do 11.. n i a, uer-
tencenUsaherdeia do lalleridu Padte ivla-
T.ctl Alvts de dguiar a ,.orla do Snr Dr.
Jlz do Cilel da teiceia vvra na ma da praia
i,o coiier da ribeira,
X*T Um, m<.;o :e i.iade de i7 anuos e d
boa conducta se ctiere e para caixetro de ra
ou iiji de fasend&s, bervindo | or algum lem-
po gtbtis pur nao cr nrattea j na ra da
ni 1 1 1' u:u l)t a.
tssr A tieoula que se ofereceo para 5er-
vir tm ai'iuma tasu nesrnoestrunf.eia nao
muito bom leite e uma cria de 4 mezes.eu- pcia quanda fugio a primeira vez faiesera-
goioma bera e he hbil para lodo o servico va de Mara da Costa que venia na ribeira }
ue uma casa. quem a pegar pode recolher a cadeia.
car Uma armaco de loja francesa en- tsr No dia 4 do corrente fugo um onla-
vidiassaua, com dous balcaens^, os preten- tinho de nome Joaquim de id*de de 8 So-
bordados para Snra. Collas ricamente bor- "^ "^w > "u* T t* A,^T "os c a^> ^ b-chigas pelo rosta le-
dados cueirns de
merino bordados velludo f,er[e,fa da ^ta braga e em casa de L vou vestido calcas e camisa e cbapea de ps~
seda pretos, ditos de cores ^ i*"* l\l,,,sfaeld ,,a rua dtt cade,a do 'a ; quem o pegar leve a ra Urg do Ra-
tdia meias de seda lizas e tte e ^^^ qn ''. zario no terceiro andar da cas*, de Jas Cor-
preto lencos de se
milaco dos da Indis
bordadas ditas do linha d'Escocia ditas
tt'algoa luvas de f eiiea madapoloens
bnos blim braiaco nlianeado de liraho, clia-
ssr Vinhodo Pono de superior qualida- deiro de Urvalbo Leite que ser bem re.
de a ib'ooacauada e em quartolas de 4 em compensado,
pipas hienas chegadas ltimamente do Por- isjr a-se 100,000 de gratficaco a quem
peos de sol de seda, >eslidos de cambraia bor- u* ruf d*^rui U" 47 venda de Manoel tendo noticia de um molalinbo claro, capli-
os l'igutiia da Silva. ^ vo fgido em Janeiro do anno passada de
dados de cor panno preto fino, candieiros
ricos de meio de salla, filas de seda lizas de u**r *'" ^qenos con salaao chegados ome Felipjn. de idade de i5 auno,, ca-
ullimamei.ledet'ortagal } na rua da cadeia belo castanho corrida ps grandes, natur.l
** >1, do Maranho e rindo do Cear no Vapor Ja
lia- Uma grande fexadura de tres brocas, 34 de Dezembro d 18J9 ; quem o pegar le-
com espelho ue segreda e por preco commo- ve a rua do Cabug 4 defronle da sen-
do e um candieno de lalo bastante grande, eiro.
na rua velha sobrado de um andar L). o. |
sr Uma escrava coziubeira i na praca da
rosca p.ra altea, ou abaixar, mezas pequeas ^'^rendeucia n. 1 ou na rua da Araga
dit s de suogno redondas para meio desala, '" -
tts* D pretas mocs engommo coz-
uma ne.'.i inlia de ida-
C0res sapalos de marroquim para Snra. e
mi i los outrosarligos que sero a presentados.
;_? Que laz Ileaano .\Jeliitens por in-
te, verivo Jo Couetor uliveira de suberbas
\,t '.as de jar.tar d'ubrir e iexar com as compe-
leres cabeceirasq' o.lem servir em separado
Lvioviitiento do lJorto
porle coo-perectr no dia marcadd poi motes-
lia, oque gora o 1j na mesuia h^a de
uma porta por baixo do sobrado do Sur, Jaa-
juim J"naci no paleo do lluspual.
Li Q:itm pieiiss. de uma ima paia fa-
rtroscivico ce uma casa, diiija-seaiua de
S.TherezaD. 14.
s/ Quera soui.tr de uma canoa de um .'
pao que toi com a mai e levou dentro i
barra de 4 era pipa e u>i.a ancora dirija-se
un. do Hoiigti U. 4 'iUc >*l lecouipen-
iadc
x S" A pessoa que quer vender um mole-
qut c iw'ae de 14 anuos com ptlucipio de
cezinbeii o dirjja-te a 1 ua direila loja de cuu-
ros L>, 1;
ajar A!nga-sea Lja de um sobrado dss
5 j 'iiitas L). ii com un ; o fue serve para
. ou loja ; a tratar na intsnia.
. Precisa-se de um caixeira para lomar
a de urna \t:.da j,or Da lauco j as 5 pon-
. 1J
sja* O Sr. Heniique Xa ieri Oiandam -
r ( .:>.. i lias Ull ijd aiua o
.1. 1 loja u. ia pata receber una carta
. do LmiotirOi
caileiras de mogno para meio de salla lvros
em blanco para estriptur.ico, capel de co iar
cartas e lindas baudeijus de gosto modruo :
N\'.a lena 12 do Curente as 10 horas da
manh no seu aru.azein da rua da Cruz ,
'.-'. ai, pnmeiro andar.
ts^ Que faz o Corietor Oliveira de um
iii.'Jo ecuu de 4 rodas, em bom uzo, cora
jrieiospra um e dous cavallos uma pare-
ihadecavallos muito bous trabadores, um
Cavallo i!e seu.. novo gordo e bom andador,
l3
de
e dous sellos un bo:n astado, sabbida
do correi.te ao mtio da 110 armazem
A 14,11 o Jaussjrae na rua nova.
V o m p r a s
k-sr Un mestre francez a uzado ; na rua
nova de leiragens L). ao.
fp^- Um taj oie inda mesmo com algum
uzo cora lano que nao seja escocez ; quem
iver annuncie.
a^S Uma cbra bicho que seja be a lti-
(eira e manca no pateo de S. Pedro L), 5.
Vendas
ST LAUTKLLAS da Soriedade Fortu-
na Pypograpl.ica da Lotena da Matriz da
BoavUta a 36o rs, : nesla Typograpiiia.
i_. Urna grarnmatica portugueza por Ses-
ea nov, ua diccionario portugus e fran-
cs e Vice-versa por Constancio, ultima
edico em bum i.zo; na rua do Cabug
loja ic fa/endas D. t,
nliao e lavao roupa ,
de ue ia annos, ptima para mubanda a
pretos mocos |ara todo o seivi?o um delles
lie duoi cauoeiro e dous moleques de idade
de 14 anuos na rua de aguas verdes casa
lenea l). a7,
Sur Um escravo de naco mogambique ,
perno cozinbeiro tanto ce Ionio ioiuo de mas-
cas uma escrava u oca de bjinta tiguia, en-
gmala liso cozinba lava roupa e laz va-
nas qualidades de doces j na ua direita JJ.
ao lado do Livrameulo.
Gr Um mola 1 o de idade de 24 annos, boa
figura, proprio para pageos ; na rua do
Queiniado luja U. ia
ur Supeuor vinho dr champagne em
cesto de uzia ltimamente chegauo ; na
rua do Vigaro n= 16.
C&r Um preto de naco de idade de a6
annos de bouila figura e be cauoeiro 5 na
rua Uas tiinciienas u. 1 J
aaav Urna paite da casa terrea n. ai3 na
rua de lora de poitas a tallar na mesma com
Juaquim Rodrigues de Almeida casa n. 199.
ki*~ Um itloio de paitde uma marque-
za um gualda louca a bancas de angico ,
um apaieilio Ue louca piulada ludo por p:eco
lommuuo ; l ua iieit* 1 49110 pu.-oeiro
andar.
ay Urna tasa meia agoa sita na travessa
do potinlio da panela pjr 40Jioo e rende
^uupormez, na rua de aguas verdes D. ij.
S^- billieles e mtios duos da loteria Uo
ibeatro 5 na 1 ua do Queimado loja U. 13,
CONTINUAgVO' DAS ENTRADAS DJ
DIA 8.
BAHA ; 5 dias Hiate Nac. Especulador
de 33 tonel. Mestre Bernardo de Sauza ,
equip. 4 carga assucar e farinha } a A.
ScliTarara passageiros brasileiroi a ori-
ental 1 e um escravo.
S All DOS NO MESMO DIA
RIO G DO NOHTE Hiate Nac. Olinda,
M. Manoel Jos Gonsalves carga valioi
gneros passageiros brasileiros a.
SANTOS; Hrigue Nac. Jpiter, Cap. Jo-
o Xavier Viauoa carga sal, e cocos passi-
geiros 1 e um escravo.
LISA Bligue Portuguez S. Domingo'.
Cap Vlanoel Gonsaires Vianna carga g-
neros do paiz.
BALTI ViRE; Brigue Americano Garafilia,
CapitoR. Pnlle.i, carga varios gneros.
BAR ELONA por Porto Rico Polaca H>-
panbola Estrela Cap. Isidro ftlarisU-
ny carga gneros do paiz.
UITO ; Patacho Hespanhol Industria Gip
Agostnbo Maiistany carga gneros do
paiz,
E.NTR/vDONODIA 9
NEW LUNON ; 18 mezes, Escuua Ame-
ricaua t'lutarcb de 80 tonel. Cap. Tbo-
maz Miner equp. i5 carga pelles d
Lobo ; ao dito apito
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. 84*


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