Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03941


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Full Text
Ann"> de 1841. Sabbado
Tuilo agora dependa de nos nesmos
ro, e eoerjpa continuemos como pr
com admiruco entre aa Naceos mais
15 ; da
u.oCp.
cultas.
nossa prudencia, luodara-
laiuos, a seremos apoutados
Prodamaco da Asseaablea Geral do Brasil.
?o
Sabscrave-se pera esta folha a 3Jooo por quaftel pagos diantadov
nesta Typograha ra das Ouses L). 5 e na Praca da Independen-
cia, n. '37 e 38, onde se recefiem correspondencias iegalisadas e an-
nuncios, insirnuio-se estes gratis sendo dos proprios assigaantes, a
viudo sssgnados.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRESa
Cidadeda Parahiba c Villas|de soa pretendi i
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem ......
Dte da Fortaleza e Villas dem............
Cidade de (ioianna ...................
Cidade de Olinda .................a.,
Villa deS. Antio ...........
Dita deGaranhuns aPovoacSo do bonito.........lo, e ?4 de cada mes
Ditas do Cabo, Serinhaem, Rio Fornaozo, e Porto Calvo, i, n, a ai dito dito
Cidade das Aiagoas e de Macei.... ....... dem dem
Villa de Paja de Flores..........<,........ dem 15, dito dito
Todos os Correan par tem ao meh dia.
*}Seg. e Sextas fwiaU
. Todos o* das]
. Quintas fetras.
PHAShb DA LA NO MEZ DE MAR;
La Clteia a 7 as n h. e 14 m. da man.
Quart.ming. a ;{ as ll b. 55 m. da tard.
La Nova a aa as 11 h. e 5q w. da man.
Quart. cresc. a 5o as O h, e. 3o m. da nun.
Alare thtia para o dia 6 de Atare.
As 5 horas 54 minutos di manh<|
As 3 borase 18 minutos da Urde.
6 de Mabco, Nom. 52.
=a====------------1 a 1 1 asjajaasajaiaajaa
CAMBIOS. MAmoo 5.
Lonore......i d.por l/oooead.
?** .....I? P"' 0| ^V Pr '' oStrmAo.
yUKU- Moedade6#4oo ris, velhas i " ni!" a .." novM l*l'A00 4oo
PH4T* tlJiy00?,*?"' "*>- 8,3o
PHA1A Patacoes rasileiros ijt>7o 1|t>
Pesos Columnarios----------1680- i#7o
Ditos Me.-, [cano* -.....i#55o i|5 o
Mtuiia. ------.--.- 1J440 i|4o
Deic. de bilis, da Alfandega 1 i|8 por loo ao mes. 1 010
Ideas de letras deboas firmas 1 m a 1114
Mwada de cobre a a 3 por loode disc. ao par
Jcdulas de pequeo vlaor i,, ojo a lop
DAS DA SEMANA,
1 Segunda S. Adrio M. Audiencia de Juii de Direito da .
vara.
a Tarca S. Simplicio P. -- Relaco e audienci de Jus de Direito da
I. vara.
3 Quarta S. Ueroetertd. Audiencia do Juiz da Direito da 3. vara.
4 Quinta S. Casimiro Ra. AuutUncia 4 Ft m Uum 4* 3m
vara.
5 Sexta S. Theolilo B. Au.liettcia do Juis de Direito da 1. v
6 Sabbado S. Oltegano P. Rellaco e audiencia de Juis de D. da
3 vara.
7 Domingo a. daQuaresma S. Tliomaz d'Aqutna Dout. da lr.
PERNAMBUCO
ASSEMBLEA LSGISLATIV A PROVIN-
CIAL DE PERNAMBUCO.
Acta da 3. Sesso ordinaria da Assemblea Le-
gislativa Provincial de Peruambuco em 3
de Marco de 1841*
Presiden cu do Sr. Dr. Pedro Cavalcante.
Peita a c hamadasch iro-se presentes a5 Srs
Diputados, faltando sena causa paitecipada
o Sr. Maciel Monteiro e sem ella os Surs.
Meira Peregrino, Brilo e Mello. Aberla
a Sesso, ib i lida e approvada a acta da Ses-
sao antecedente
Possandc-se ao expediente o Sr. primei-
roSecretaiio deo coala de huma represen-
tacSo dos habitantes da Ribeira de Moxot que
pedib atienta a privaco que sofreui de
Pasto Espiritual, a rreacu de huma fregue-
sia no lugar denominado Custodia per-
tencente a aqulla Ribeira : fot iv-mettida a
Commisso de Eslatisiica de oulra de Joa-
quina Jos Ciraco e Jos Justino Fernau-
riesSouza, Escrivcs do Grime e Civel e
Tabelies Pblicos do Termo da Cidade de
Olinda e de Joaquina Jo.e Pe reir dos San-
tos Ecrivo da Provedora do n.esmo Termo
reclamando providencia Legislativa oontra o
grave prejuiso, que soll'rem com a lei Pro-
vincial de 5 de Maio do anuo fndo ; foi a
Commisso de Justica Civil e Ciiminal. An-
tes dij entrar a oidem do dia o Sur. Dr, Pei-
xotodeBtito mandn a meza o seguale re-5 5r r.es,deul? len,ia da(3 Pira o^f dd
querimeulo Requeiro que se nomeie huma <, da ^^ seu,al.e f /,".*?* da an-
....li... leceuenle a uomeacao da Commisso que de-
exame do Tbessouro os Surs Carneiro da
Cunta, Pe reir Monteiro e Reg Monteiro,
Enlraroem terceira as Posturas da Cma-
ra do Limoeiro, e antes da serem posta a vo-
taco o Snr. Wanderley mandn o seguin-
te Requerimento- Requeiro que se peca a
Presidencia as posturas reformadas pela C-
mara do Limeiro no anno prximo passado,
Picando no ntretanto adiadas estas e sendo
este apoiado o Snr, primeiro Secretario apre-
senlou o seguinte Requeiro o adiamento
do requerimento do Snr, Wanderley at a
manila e sendo este approvadu fjaro
por conseguidle addiados o requerimento e a
diseusso das Posturas sobreditas.
Eutraro tambem em terceira as posturas
da Cmara de Nasarelh, asquaes foro ap-
provadas, nio sendo comprehendiJa na vo-
taco huma addicional da mesma Cmara ,
porse julgar ler sido rgeitada ax sesso do
anuo passado.
Inssando-se a diseusso das Posturas de
Garanhuns, oSnr. Lopes Gama mandou o
seguinte requerimento Requeiro o admen-
lo da terceira diseusso das Posturas da C-
mara Municial de Caranhutis at que a
respectiva Commisso leudo em vista as r-
cenles Posturas, enviadas pela mesma Cma-
ra o anno prximo passado appresente em seo
Parecer hum trabalho acabado, e methodi-
co foi este approvado e a diseusso ad-
diada.
Iendoentrado em primeira diseusso.o re-
gulamento t Secretaria Governo, deja hora
titilo das Varas do crime e civel desla Cidi-
de o senieneiiJo Vlanoel Perreira dos San-
tos.
Dito Ao mesmo, coaimunicando-Ilie em
resposta ao seo oHcio da hoje, que aoPre-
feilo da Comarca requisita ra o calceta da
que fasia menco, e ao Inspector do Arseml
de Vlarinha o Marinheiro para lirar a di-
rica do mastro d&s Baudeiras de signaes que
fcara presa ao mesmo masito.
Dito Ao Prefeito da Comarca disendo-
Ihe que o Calceta Jos Faustino de Sjuz ,
j nao podia ser enviado ao Forte do Bu-
raco : por se ler substituid.) a sua l'.ilu pjr
outro que se requesitou as obras Publicas ,
mais que converia mandal-o para a Porta-
les do Brum 1 onde seos servicos se fasio
necessarios devendo mandaloi apres respectivo Commandante.
Portara -- Ao Major Conmandinle inte-
rino do terceiro Btalho de Arlilheria, re-
metlendo-lhe a juslicaco quo dera de su
nobresa peranle o Auditor de,Guerra o sol-
dado da sexta Companhia Estevo Jos Paes
Brrelo, que aspira servir naquilid.ide de
Cadete, e mandando proceder a Conceilio de
Direcco na forma do Air. de iti de Marco
de 1757.
Deputaco de seis membios desla Assemblea
para hirem a Corle Saudar a S. M I. o Snr.
D Pedro 2. no glorioso Ai lo de Sua Coro-
ve ir Saudar S. vi. I, a elevad dos Vice-
presidentes da Provincia a, diseusso do
uco o qual posto a diseusso e vota :o, fot
approvado unnimemente. Mandou tnnbem
;i mesa o mesmo Snr. Depulado os s-guinles
Projectos que foro julgados objeclos dede-
liberaco ; hum revogando o artigo 3i da
Lei de lodeJunho de 18.45, na parte, que
aulhorisou o Presidente daProvincia a eogaiar
huma companhia de trabalbador-.s extran-
geros; outro revogando a lei de 18 de A- 5undo iecreano.
brilde ib38 na parle queauthorisa o Presi-
dente da Proviucia a engajir Eugenheiro es-
irangeiio} e outro revogando o arl iti da Lei do
urca lucillo Piovinciol de ti de.Maio de 1840 na
parte somente que consigna a quanlia de
.lioooU para serem appllicados a orgauisafo
da LaUsiiiia da Provincia,
Projaclo numero 7 eprimeira do numero i5
todos doanno passado, levanlou a Sesso as
duas horas da tarde.
Pedro Francisco de Paula Cavalcante de
Albuquerque Vice-Presi lente.
Firmino Pereira Monteiro, primeiro Se-
cretario.
Francisco Joo Carneiro da Cunlu,
se-
Oidem do dia.
Coutiuuaco das eltic5es das Commisses
Para a Commisso de Legislaco foro ei-
leilos osSnrs. Pedro Cavalcante com i5 vo-
tos, Vieira de Mello com la, Mendes com
11 : para a de ordenados, os Sms. Manoel
COMMANDO DAS ARMAS
Expediente do da i. do corren te.
Officio Ao Exm. Presidente enviando-
Ihe benigna nenie informado a pelico que
a S M. I. enderessava o Vlajor Graduado
Joo Nepomoceno da Costa Monteiro pedio-
do a e'ectividade do Posto.
Dito --1 Ao mesmo Exm. Snr informan-
do acerca da representaco que ihe dirigi-
r o Guarda Nacional destacado no Forte do
Buraco Cypri-nio Jos Francisco quefalsa-
menle disia ter sido remellido preso para o
Cavalcante com iti votos, Mesqiiita com lti, Deposito para ssseutar praca na Ti opa de
Mello 1 Terminada a ellei:o das Com- Liuba. dem do dia a.
misses peimanenles iero a mezt os se-I Dito Ao Inspector do Arsenal de Ylari-
guinles requerimeulos ; do Snr. liego Mon- nha, requisitando-lbe um marinheiro para
teiro Requeiro que se criem as duas na Fortalesi do Brutn tirar a dirica do mas-
Cummisses de Forca Policial e do exame tro das Baudeiras de signaes, que ficou presa
doTbesouro Provincial -do Snr. Lopes Ga- ao dito mastro.
ma Requeiro que as duas Commisses de Dito Ao Jim de Direito Substituto das
loica Policial, e de exime d-is Coutas da varas do crime e civel, desia Cidade disendo-
Thesouraria Provincial sejo da uomeacao do | Ihe em resposta ao seo odieio dd'sla dita q'fici-
Presidenle da Assemblea e loro ambos a- | vao expedidas as ordens para ir a sua pruseaca
poiados e approvados e em cjnseqjencia 1 o sentenciado Manoel Ferreira dos San:os.
desle iomeou o Sur. Presidente para a da j Dito -- Coiumaudanle da Fortalesa do
Purea Policial os Surs. Paula Lacerda, Ti- Brum ordenando-lhe que mandasse hoje
burlino e Peixolo de Drto: epara a d mesmo aprc^entar ao Jui/. de Dire^ :'---
THESORAR.l DA FAZENDA.
EDITAL,
O llhu. Siir. Inspector da Tliesour irii da
Fazenda desla Provincia manda faser publi-
co que tm onformidade da ordem d) Tri-
buual do Thesouro Publico Nacional de 19 de
Fevereiro prximo lindo que ac upan bou
o resoltado abafo] transcripto a que se prjee-
deu na Caixt da Amortisaco em notas de
20U000 res de chapa falsa, que tem appare-
cido na circulaco, acha-se aberta a substi-
tuido das ditas notas pela mesma forma ,
que se tem praticado com as de ioUjjj res
Secretaria da Thesouraria de Fasenda de
Peruambuco id.: Marco de i8fi.
Joaquim Francisco Bastos.
O.hA Maor;
Resultado dj. exame a que se pro.:edeo pelos
Trocadores da Caixa d'Amorlisjco as
Notas falsas de aoooo rs., que se remel-
lro da Babia e Sergipe.
He innegavel que a chapa se acha mui ap-
proximada as verdadeiras por haver o falsi-
ficador copiado com alguma exaclido o rna-
lo, as tarjas, e o emblema, &c. ; mas lo-
davia he isto desempenhado to grosseira-
mente que primeira vista aprevena huma
certa repugnancia que faz entrar no coahe-
cment de sua falsidade. Todos os fundos
da laxa em contorno da Nota onde se achao
as letras, ou valores em lgarismos vinle
mil r sao ordinariamente desempeuba-
dos posta que bem copiados quanto ao tra-
balho linear. O Emblema he grosseiramen-
te a>,,ero e so v com o auxilio de hum mi-
croscopio que o J na Legenda 7 de
Setemb:o de i8aa est mais afastado da
preposico de e na letra m da palavra
- Setembro as duas bastes no meto as
verdadeiras loco em baixo igualmente com
as duas de ira e as fa Isas thego ao meio,
e uo-o sao iguaes s de fura. Os dous lados
verlicaes onde esto as Armas lmperiaes e
a legenda Decreto do 1. de Jtinlio de iSi'i-
so mais largos, que uis verdadeiras, a
grossura de huma liona e isso faz com que,
iioa quatro aulas 4a& .M>'j -* fsaav
pos onde esto gravados os lgarismos ao-
sejao hum tanto maiores que as verdadei-
j Yas aconlecendo o mesmo s cifras dos ditos
' a'girismos 30 que sao mais ovados. O
papj! he grossj espesso e muito spero ao
I tacto de huma cor amarella la que mostra
primeira vista huma notavel diQerenca do
verdadeio papel, qua tem huma superficie
liza e he de huma cor levemente ailada
Finalmente confrontadas as Notas presentes
com os lales das Notis verdadeiras d -ses n-
meros nao combino e nena combinar po-
de o quer do corle quer no papel, quer
finalmente na letra dos nmeros.
Porem cm verdade diremos que as presen-
tes Notas falsas nao tem em si caractersticos
to salientes que posso evitar o engmodo
Publico excepv'o da cor e mu qutlida-
de do papel, nica salvaguarda que pada
evitar a fraude ; mas taaibeo nica para a-
qutlles que estejo acostumadus a lidar com
papel moeda no giro do Cimmercio mis
uunca para a massa. goral do Pavo, que u .
mellior boa f ha Ueser engaoido, accres-
cendj que a continuada circulaco faz tambem
com que as Notas verdadeiras adjuiro ussa
cor amurel'adi. ( Estavo assnadosJ --
Fidelis Honorio da Silva dos Santos Pereira.-
e Paulo dos S utos Ferreira Souto.
THEZORARIA PROVINCIAL.
aMSWNCIO.
A Thesouraria Provincial paga o utes da
Janeiro nos das ti, 8 e 9 aos Empreados que
nao percebem emmolumentos, e nos dia-i 10,
11, saaos que percebem emolumentos u
mesma couformidide cima.
Thesouraria Provincial de Peruambuco 4
de Marco dn 1841.
Joo Manoel Mendes da Cunta e Azevedo
Thesouteiro.
Diversas eparticoes
afeaa
alpandega daTTaZeaTsT
O Patacho Americano Levin Janes, vio-
dodeHilifax, consignado a Me Calmont
& Conip.
Manifeslou o seguinte,
759 barricas com Bacalho, jj meias ditas
com dito.
O Brigue Americano Wm. Janes viudo
de Nova Orlea.is consignado a L. G. Fer-
reira &C \lausfield.
Manifcstou o seguale t
aoo Barricas com farinba 180 Barris
com manteiga de poico 51 fardos com fu-
mo,
A Escuna Americana Mary Casser, via-
da de Boston consignada a llenry Foster &
Companhia
Manifetou o seguinte t
154 remos, aoo caixas com sabo, 1 dita
com chapeos de sed 1 dita com Fsforos,
io barricas com farinba, 5o barr* com alca-
iro 5o ditos com pixe,-locaixas com lasen-
das a fardos com ditas 4 5 barris com a-
goardenle, 16 ditos co.n fumo, iu barricas
com ginebra 3 caixas com sabonetes cai-
xas com drogas, 65 barricas com ct:a tos ,
1 eiubrulho com amostras iooo pez de U
boado de pimo.
Patacho Brasileiro Bella Carlota viu-
do de Monte Video, consigosJo a G. A.
de Barros.
Manifestu o seguinte ;
i65o.juiiuatsde Cuuj mec, 6] rotos da
'

->-



1> A VI O DE P 8 R N A MB C
*
aj jn"" -B.
EB5
CORRF.IO.
'O Hiale Olindn recebe a niaUa -para o
Bic Grande do Norte a niauhfi (7)aa 10 Loras
dodia.
OBRAS PUBLICAS.
Nao leudo sido possiyel a Adooinistraco
I- isral das ebraa Publicas faser as compras dai
madeiras necessarias as obras a feo cargo ,
na ronformidade'do artigo 3i do Regula-
merlo, por nao tererq oppare-do vendedores
nos das apresados para as hastas publicas ,
passa o Administrado r Fiscal das mesmas,
por en cxeeussl o disposto no artigo 3? do
bhbio Regulamento : e 'por isso convida a
todos os constructores de madeiras tanto
desta Provincia como os das Alagoas, e Pa-
rara, que'quiserein vender as madeiras"-
baixp declaradas, trasendoas para esta Cidaik,
e faseodo aqui as descargas a sua custa, pon-
doas^ero Palab'Velho, pedem diiigir-se'
salla da mencionada AdmtnlsuacSo Fisial, em
lodososdus a hora do expediente levando
consigo rekico das madeiras em que declare os
ruropiimentos, grossuras e quaJad.'s, pa-
ra a y isla deltas proceder-se a compra na
cuucrndade do i. do artigo iJ Jo referido
Regulamento.
i'ara concerlq da ftmta do^Rficifis. ~ XU-
te liabas d^ 48a 5ft pajino^ de cftgprido.,
caro i a poleg'adas de tace eco qadro, i o esti-
vas de 44 palmos de comprido e 7 por.8 pole-
adas, de groaso, n esleios de. 45 p.irnos de
coro^idoi e lpolegadas, de face ero qua-
drp.
Quafidades das madeiras,
A? liohas devem ser de sapucaia de pilo,
n assr.-iiiduba verdadeira., pao d arco e, ba-
rabu' 5 as cs'.ivas devem ser das mesmas, quali-
dades, de pao ferro curasao de negro e CO-
Aleo das mencionadas, madeiras lam.bem
se cemprarao para sofUroenlmenlo dos Arnja-
zens aa que aparecerem de dilerentes dimen-
OC% e qualidudes cora, lauto que sejo de
quajjdadede le. livre de defeitos, de piolho-
Lranco lnozio lascoes e de quaiquer ou-
trp.defeiM?,,
Admiuistraio Fiscal das obras publicas
3. de~ M#jco de 1841.
Mouri
Administrador Fiscal.
'Pendo a Administrar/So Fiscal das Obras
PMiras de fazer cohduzir para o lugar da
ponte de Carvalhos 15 mil tijollos d alvena-
liagrossa e outros mui'tos mtriaps j con-
Tifa' lodosos proprietarios de canoa deve-
las e berceras 'que oueira lazer a dita con*.
duelo hajau de fallar Cjm o respectivo Al-
moxarife para tractar to ajuste.
Pela Admigistracao Fiscal das Obras P-
dicas, se hade vender ero basta publican
qw^jmais der, u^a poitp de madeiras ve-
l&s. prpprilarajenha de forno a qual se
rich encostada ao oi.lo do armare ero Pala-
c^Vjh,,, ayaliada em 16U000 res: os
prlendentes podem ir vei-a e comparecer
na sajada sor/redita' Admini^lraco no dia 6
de correte' me as oiue horas pata darero.
*eua lan.es.
'Adrouistraco Fiscal das .Obras Publicas
1. de Marco de 1841
A. F. Moura A. F.
FREEEITi>RA*
*& Parte do dia 3 do corrente.
IWm. e Exm, Sur. Fora bonlem. (pre-
sos pelo Sub-Prcftito do Recife Alncela Ja-
lia do Carreo, e Auna enlicrinba de Lima,
brancas, por desorden com bum soldado.do
Coreo Policial foro tollas ; pelo Sub-Pre-
leito desta Fieguesia o portuguez Alanoel Jo-
s de Cintila Ramos por tr maltratado a
huma preta ; tete igual deslino 3 e os pardos
Alanoel Ignacio, e Lourenco 5.se Marcelino
por se nao qererern prestar ao serviuo Poli-
rrl, e reirurdiiem na misma falta forao
dettentos do CallaboUco : e por ux iufiur
do Corpo Polica) Flix dos Santos Alves ,
brinco, por eslar bik>, e ei& iiisordeu na
Ireule da Ciuaida de Cadeia j leve igual des-
tino.
E' o que consta das partes boje) recebidas
Siesta Secretaria.
Cnespoudencia*
) presenta-se mais elegante e mais geitosa ; e
para que nao Iluda a quena, ignara o qu,e se
passa entre as nac5es'mais adianudas Jp ^e
' n S. queirao inse/ir estas minUas reex3s m
seu eslimavel jof.ial.
Die o Sr. Justiceiro qne as cadeiras dos
Lycoj sSo providas em toda 1 parle por meio
de concursos os quaes tem ero sea favor a
nresrripcao do lempo i mmemorial, e o booo
das nacoes civilisadas : creio que sao as pa-
lavras formaos do Sr. Jusliceiro pej ni e
mjpqa. tensapfarer argucias nem combaten
moinhos de vento. Se por nagSes civilisadas
o Sr. Jiistireiro entende-, como de sup-
por, aFraq^a, e a Inglaterra, declaro- de Physica foi a primeira pista ena concursos
Ihe que falju a verdade naturalmente por depois da le, que p ioslituio. Concurre, o
ignorancia, nao sendo de suppor que fosse !ex Professor Pelletan ecotn elle Mr. Gue-
por motivo menos desculpavel. Antes de se r,r(^ ? e um 0?en a'uain0 ^a escola Polyte
constituir conselheiro, benvolo e entend- canica. Este mostrou-se superior a'seus
do perante o publico e. as autoridades deve- 1 competidores na ap;>licacao di anilyse Phy
ria o"Sr Justireiro estudar a materia on, I sica. Corra a mulher da VIr Pelletan casa
quando menos inlormar-se com as pessoas dos delegados da Facldade rega-lhes os
do ardor inconsiderado da mocidade insul-
taria.6 suas cays, adquiridas ni pratica da
sciencia coro aconjeceo ao respeitavel Mr.'
Sansn que foi iujuriado em concursa pelo
joven Berrsrd gue a pauco havia sido seu
discpulo. Mas ji qap *S summidades di sci-
encia Ble queresa dase** i immunda arena ,
vejamos ao meos se li Justina para os con.
curreoes que ten ao carapi. Com magoa
o digo BSWos concursos da escola de mede_
cia de Paria sao um es ndalo urna imm0_
raldade publica.
Entramos em Cactos para nao Gcarmos no
vago das assercoes sem prova como o Sr.
Josticeiro '. Se bem me lecnbro a cad
eir
que and.i rae por essas trras civilisadas nao
como anda os babs dos viajantes mas co-
mo observadores mediocres que n,fp ignora
"que tp^aa geu\g sabe^m taas paires,,
1 E- fftlsqv que,a,acaderas dos.Lyceos s.eja5
pro vidas ero, Franca por coaourae. Nao fal-
la em Pernambnco quera fosse educado em
Franca diga alguena se assistio a similhau-
tes concursos se os vio aununqiados nos pe-
ridicos se ouvio fallar em tal cousa ? E c-
mo hade ha ver quero, tal assevere se a lei
francesa contraria doutrina do Sr. Jus-
liceiro ? Se. este Snr. attendesse a que O
ps com lagrimas duendo-Ihes que ella ,
descendente do immorlal Barthez (icaria
com seus Olbos por portas se seu mirido nSo
fosae oemeado. Va-se a rotos ; 5ihe Mr
Fedetan eleito. Protesta Cammissfa da A-
oademia das sciencia contra teroanha iniqni -
dade e determina por deciso solemne d* A-
cade.mia das Sciencia* de Pariz que nio tor-
nara a mandar Co.-nmissarios a stmilhantes
concursos. A faculdade desprezada pela \-
cademia disSciencias volve-se para, a Aca-
demia Real de Medeciaa ; apresenti se ou
tros concursos, entre, elles o de anatoma.
conbecimento dos fados .indispensavel na t Quero brilhou mais nesse concurso ? Foi por
argumentaco a quero nao quer ser desmenti-
do se, ignorando o que se pratici em Fran-
ca tivesse ao menos compulsado as leis de-
cretos,, e regulamentos da Universidade ve-
ra no decreto de a6 de Marco de 18^9 que
rege esta materia naquellt) reino o seguinle
artigo : ** Les professeurs el maitres d eludes
des colleges rtyaux el le regeos des colleges
communeaux sont norams par le grand mai-
trede lTJniverit. "
Quando o legislador Francs prohibi o
concurso para taes cadeiras nao foi provavel-
mente sem motivos.} e bem patente que
foi para evitar, que depois d'uma cou'eoda
so'ire o verbo' e o caso ', sobre as pro-
piedades do 'Syllgisroo' ou quesitos
d epilogo fosse a mocidade cahir em mos,
que pela direceo mora! ou potica que
Ihe detsem compromettessem. a prosperidad
de e seguranca futura do Reino. E' evi-
dente que multo mais fcilmente sa pode
saber, quero tem iostruccaa, do que quem
tem boa moral, e bops senlimentos porque
da moralidade todas as provas esirptas sao
illuseras.
^o to smente para os Lyceos que em
Franca nao ha concursos. Se oSr. Justi-
Srs. Redactores.
A fegunda correspr ndencia dirigida a Vv.
Se pe St. que as^gna o Justeiro' nao
parece tev sido traenda pela tco que escie-
mo a primeira eo n 1 nos no qte d resj.eilo
ao esljlo } pois tn quuito acs pensaaentbs, I
e esierctis, sulsisim os reesmos erros e
as ruisreas tupposices int.-.actas |oim ,
en seja osatvics jircprios, ou seja.em- i
y rratados esta segunda correspondencia a-
venlura Mr Brescbel, que tirou a cadeii-a ?
Diga no o publico, e os jornaes da juella e-
poca. Mr. Breschet destituido do dom da
palavra, intimidado pelo publico, e pela
audacia dos concurrentes, foi um dos que pior
figura fuerao e, nao obstante sabio elei-
to, porque ninguem ignorva, que Mr.
Breschet era de todos os concurrentes o me-
Ihor anatmico pratico. Esta era urna in-
ustica apparenle mas. aqui est j outra ,
que real o absoluta. Abre-seo concurso
de Hygiena concorrer entre outros M. AI.
Guerard e Royer-Ccllard. AJ ostra-se Mr.
Gnerard superior a seu competidor ; ne sea
votos, e sabe eleito Mr. Boyer-Collard, cin-
didato protegido pelos hoaens influentes da
faculdade. Eitee e outros exemplos di ne-
nhuma influencia dos concurso tem oflendi-
do moral publica de tal modo que a
muito, clamor publico em Pariz que se
deve acabar com urna nstituico que s pro*
duz escndalos corruptores da moral. Fica
pois claro, como a luz meridiana que o Sr.
' Jusliceiro ? Idu verdade, quando assevera
com incrivel leviandade que as trras civi-
lisadas as cadeiras dos Lycos sao providas
por concursos. E positivo, que, em Tran-
ce i ro medilou nesta materia hade saber o \ va nem essas o sao, ero as dos estudos sa-
que, ninguem ignora em Pranca, isto que \ periores ; e se ni escola de Aledetina os lia
na faculdade das ScienciaS, ena das Letras seu5 ell.itos tem sido desviar da Faculdade os
na Sorbonne, nao b concursos, que to patriarcas da sciencia e dar ao mundo muito
r;uco o lia para as cadeiras do Jardim da escndalo. Assim acontece sempre que os
lautas, para .a escola Polytechnica, para o negocios administrativos sao decididos por
Collegio de Franca etc. todas essas cadeiras commisses. O eiile chamado Commisso
sao prvidas por nomeaclo das autoridades e no tendo responsabilidade pessoal nao teu-
no me consta que baja, melbores proesso- 'do n.-peranca de gloria nem temor de vitu-
res no mundo. 'perio, deixa-te guiar cegamenle pelas suas
Do arrezoado do Sr. Jusliceiro' infiro, paix5es. Alanos sangue leria regado oslo
que o modelo que tem em vista a escola Francez se os negocios da revoluco no f js
de medecina de Pariz e que ronfundindo sem decididos por Commisses.
ill.os com bugalhos tomou a parle pelo to- | Mas vollemos ao nosso caso ; demos de ha-
do c persuadio-se que a faculdade de Vte- rato que o concurso seja o melhor meio de
derina de Paria era o typo da Uuiverdade de nomear professores para os Lyceos admit-
Franca. tamos por hypothese que ja se vio no raun-
^ erdaie que nessa faculdade ha con- docivilisado serem cadeiras d instituido pos-
cursos., mas examinemos se a illustracao da- tas ero concurso ; sejamos. condescendenies ,
quella lamosa escola tem sido producto desses admitamos que se vae proceder a euncurso.
concursos. Como hade ser isto Snr. Jusliceiro i' '
Quaes sao os homens superiores qne nes- Quem jlga o Sr. capaz de dscobrir os li-
tes ltimos temj os maior gloria derranaara lentos ignotos, que abunda entre n> ?
sobre essa escola nao sao Corvisart Boyer-, Quem acceita o Sr. por Juu ? Que diluvio
Dubois, Lainec e Bryssais ? Qual desles de correspondencias que antevejo inju-
Io nomeado por concurso ? Nembum s to- riando os juizes do concurso que. nao sou-
dosells forar) escolhidos pelas autoridades. E bera descubir os nossos sabios ignotos, ou
qualqaer que fosse'o mrito de seus competi-
dores.
No seguflD caso o Governo hide natu-
ralmente eOTalber para Cimmissarios do con-
curso aquellas mesmas pessoas a quero
consultan sobre as capacidades da opssa trra ,
e essas pessoas que nem todas han de ser
corruptas como suppoern o Sr. Juiticei-
ro ', cora excessiva injustica e inconsidera-
iao nao bao de mal ir de parecer por serem
commissario* ; de modo que as circunstan-
cias em que nos adiamos na priraeira hy-
pothese seria o concurso urna monstruosidaiia
absurda e na segunda urna mera formalida-
de. Veja o Sr. Jusliceiro se no imnenso
conhecimsoto que tem das trras civilizadas
nos depara cora algum projecto de concurso,
applicavel s noisas circunstancias, e qua
no venlia a ler os resultados que Gca a-
ponta los.
Dir-se-ii que o Sr. Jusliceiro p-esen-
lio quando eslava alini.vaudo as sua p'ira-
ses ; asdir&JuldaJes d* execu;ao dts suas i-
dei is porque alias nao leria cahi lo na doa-
tra lie j lo grosseira que se minilesta no seu
primeifo piragrapho dizendo ao principio ,
que S. Ex. no universal e convid tnio-o ,
passa las algumas linbas para ir ao concurso
* avaliar por si o mrito do candidatos,
isto ir dar provas da sua un versalida le ,
admittida neste case coro a maior facilidad)
pelo Sr. Jusliceiro
Ahi eSt o que sceede a quem escuda pre-
lencoas individuaes com proposicoes geraes,
d couselnos a quem Ih'os no pede em ma~
teria em que nio oarece desinteressado, e,
pora conseguir seus (ins particulares asseve-
ra cousas falsas diz sira e no na mesan ps>
giua no mesrao paragraph 1 11
Declara-se o Sr. Jusliceiro em estylo
melifluo concidado dos sabios da mundo e
nissoo louvamos, e o imitamos mas para
con^eder-lbes cartas de naturalisacio scienti-
fici, para os considerar seus gu*e, de
mister que seja Berzelius Gax-Lessac ,
Richard, Baudetocque, M orean tJo o
mais mediocre e inferior aos sabiis igno-
tos que possuiinos, entre os quaes figura
naturalmenteo.br. Jusliceiro'. Sa pira
reconhecer mrito n'algus; estrangeiro o Sr.
' Justiceiro espera c 1 pelos que cila ou lha
sao igaaes tarde ter em Pernimbuco quem
o sitisfaca porque no jde suppor que ,
sendo Gay-Lessac Par de Franca, "e tendo
para cima de sessenta mil francos pelos e n-
prgos que occupi, queira vir ensnarno
nosso Lyco para aer Ulvez insultada em
correspondencias a troco d'alguns mitris,
invejados por algum zoilo. Qae ha de vir
fazer a nossa cidade Aloreau parteiro de lai-
nhase Princezas que ganha para cimi de
oitenta mil francos por auno e teri bo-
je mithoes se nao fo>se a sua uumerosissima
familia. Nos nio precisamos de talentos l
abalizados para iniciar a no.-sa mo.-idade no
estudo das letras e das sciencias-, baslad-uos
pessoas, que tenha o habito do magisterio,
conhecimento pratico da disciplina, que eo-
sinarem capicidade couheoida e boro com-
portamento. Oxal que livessemos muito
esirangeiros cora as condices que Apona-
mos. OSr Jusliceiro' sem ore acabt por
consentir que estes estrangeiros mediocres
seja chamados a concurso m >s s admitte ,
que a cadeira se d ao estrangeiro no casi da
no haver Nacional que a queira. Ora ,
cono sempre hi de apparecer Nacionaes,
<]ue ambicionen cadeiras por mais de>tiiui-
dos que seja de mrito bem tolo seria o
estrangeiro que desarranjasse a sua existen-
cia na Europa para vir saber a p^rnambuco,
se decididamente nio lia Nacionul algum,
que queira tal, ou tal cadeira. pireue.real-
menti incrivel que baja quem escreva si*
mithanles absurdos com tom doutoral.
Quem Sur. '* Justiceiro '' esse estran-
geiro que f ugiudo esfairoado da sua Pa-
tria correo a Peniaaabuco para locupletar-
se isio para talliraaos Porldguez para
enloquecer, levando d'assallo o Lyco e qua
vero na inlenco de voliar para sua tetra ,
quem ta que ignore que depois da ins- Ibes fuerao a injuslua de p efenrem algum zombando da nossa simpliciiade ? Quem
tiluijo dosconcu'sos nesta Faculdade se a- estrangeiro mediocre ? sse hornero, de que.n s seouvio o uoue ,
rha excluidos do magisterio os horneas que 1 tto basta gritar contra a verdade reconhe- cuja vida ignorada em Pernaobuco cjoi
mais honra faiem a sciencia ? cida por tal que o concurso melbor e o titulo cientficos sao nullos ? Diga o Srir.
No Air. Magendie o primeiro physiolo- que se pratica entre as nacoes mais cultas, i'' Justiceiro diga o ame d'este hornera ,
gisu de Franca ? Que cirtirgio ba em Fran- preciso indicar o u modus faciendi ". Ora para que a autoridade o coribeca e se prec-
aiais pratico e mais iilustrado ; que Mr. no ba vendo no nosso Pernarobuco
vealia contra suas preteucoes audaciosa, para
que seja obligado a exhibir seus ttulos a
dizer quem oconhece ua noisa tersa, que
urna cor-
Larray ? yue esenptor mais sabio e mais poraco organisada para taes concursos evi-
elegame do que ftar. Double ? Quem me- dentemeote ou os concurrentes bao de deci-
Ihor .edico pratico, do que rtlr. Re- dir do mrito, uns dos Outros, ou o Gover- j tero feito "na sua Patria de que tea sido jul-
caiislr ? Quem melhor operador do que Air. no hade nomear lima commisso para assistir gado capea as Ierras civilisadas
Lisfranc? E porque nao sao estes pontfices ao concurso e Ihe propr os Candidatos. Faca outro tanto -respeito da aocsav*
da sciencia professores da F'aculdade ? Por-I No primeiro caso o pretndeme astuto) que d'imrooralidade que na sua qtialidade de
que no queifcm surer pubiieamente chufas 'ambicionar urna cadeira pedir a meta du- j" Jusliceiro derramou vagamente sobro
e improperios da parte dos jovens collegas iia de compadres qu venba concorrer pa- pessoas designadas para professores no Lyoeo.
que1 fer.u4odesua altas capacidades # e l'ra totaien utlfe > C ihe darero a cadeira .lQuem se declara couselbcuo da autoridade ,


1 Alt I O !>E
i
P ERNA MBUCO
s
accusador publico, deve ter a coragera I indispensavel para que Uto possi ter lujar ^ traco que o no-neou tomn lo para si a ca-l nem-se os inslrumantos da vin
"que exige oeroprego, que tomou expor.ta- que algumas das solvedilas obras baj) de rapuca de falsificad;- da eleicii de ceMo col- le*, a. que* a ver-i de desasea da. "
nearnente. Nao leal fazer insinuacSes de parar a firo de se poder por diante cora as legia leve oarrojo de dirsr parante al^misl (Do Verdideiro Miiiiurmist'i di riraibi ) I
aeroilbanle nntureza sobre a reuniio de ho- de maior urgencia por sua reconhecida utili- | pessoas, que elle iria publicamente quebrar o '
nicns, que, posto nao valho o Snr. Jus- dade geral. preta se por ventura setornisse a (lar en
eiro" soladamente, pondo-so dos a dous,
ol trez a trez bao de arab?r por lbe rhagar.
Diga pois o norae d'esse homem immoral;
para a intoridade averiguar o caso exigir
provas dos artigos da accusacSo e finalmente
entregar a os tribunaes um culpado ou um
calumniador : J basta por hoje Shrs. Re-
dactores.
Deste ?>eo criado.
* *
oaiKCTas ditbrsos,
Illuminacio,
Esta parte do publico scrvSo acha-se hoje '' J paJem.aii reeear un
,ob a romala f.scalisaco do magistrado atlenU^ ; 1^ offerece n,o pon,as d,;BculJi-
falsicador. N acharaos fun Menta n'e- AUL* ^ES^IHA DE PER\AMB[JC ).
ses boatos
do a tal
aiud as coim nai bivio" i cliega-
chefe d policia e contina pela mes na mi
neira porque fui celebrado o contracto com o
governo. Por falla de dinheiro n) lora) an-
da os empresario inderanisados dos 5:Si8,o5o
rs. que decretaste* no rcamento correntrt,
cumprindo fazer-vos saber que nena mesmo
se achata cm dia relativamente ao costeio, por
conta do aual ando sempre atrazados um
rriez como os aehe-des que rejo a provin-
cia. Tractando deste objecto senliores fi-
car-me-hio rertorsos se deixasse de apontar-
vos um meio fcil, e por ventura, uro de piu-
co dispendio, para melborar o principal de-
fcil da illuminaco actual defeito que
meo ver, consiste nos candeeiros proprii-
mente ditos, cujos reverberos d tullas de
(landres roato, em vez de aviventar a luz
leilos os reverberos de lalSo como se usa no
lo de Janeiro, e abaix&dos um ou dous pil-
mos mais os lampes presumo que muito
se ganharii ; e que com a diminuta consig-
naco na le d rcamento de 4 (j:oo>' rs
por urna s vez aproveitariamos 4< StrlJ'o
rs. sunuaes, que se vo como perdidos fe-
riamos urna solfrivel illuminaco e vos re-
ceberieis as bentos .dos habitantes desla po-
pulosa cidadeque se ulgirio como pr en-
caoto arrancados s lievas.
Vacuna*
O numero dos vaccinados tiesta cidade che-
gou o atino passado a i; .1 Jo individuos:
Falla que recilou o Kxm. presidente da pro-
vincia da Babia Paulo Jos de Mello Aze-
vedo e lirilo n'aierlura da Asserobla da
xresma provincia em 2 de fevereiro de
1841.
(Continuarlo do n. antecedente.)
Obras publicas.
Do mappa que vos ser presente pelo veh-
culo da secretaria conheceres quaea e
quintas obras esto m andamento caben-
do-me aqui dizer-vo que me nao parece con-
veniente, visto o estado dos cofres da provin-
cia a decretarlo de novas urna vez que nao
eejo de urgencia manifesla utilidade re-
ronhecida ,- fcil e pouco dispendiosa execu-
co : do numero destas ocioso he dizer-vo-
l sao as vas de communicacSo para trans -
10 dos productos de nossa lavoura, boje mais
que nunca bracos com innmeras dirbcul-
dtdes, sondo alias o mais pingue e quasi u-
r.ico manancial de nossas rendas ; se proce-
dermos rom esta prudencia habelitsdos nos
cliarecios em breve lempo para emprchender
olidas e importantes obras. A casa de pri- p0rein igual fortuna nao se tem piJiJo ohter
o com trabalho contina vagorosaroenie por no interior da provincia onde muius e d-
1alta de meios iiavendo-se-ihe dado somen- | versas circunstancias i.npedem a promgaco
te por conla de sua consignaco 8:ooo(f es- \ este beneficio, como sejo a falta de me-
lando por pagar a quantia ja dispendida de dicos a dissemiuaco da populaco e mes-
I7^3c,|838 rs., conforme a conta do raspee- mo a repugnancia djs habitantes que em
tivo director cujo relatorio acerca do estado muitos lugares nao sabem apreciar sutfi.i-
da obra e providencias que reclama vos se- entemente este rameuso favor di citisacao ,
r com mu oicado. nico capaz de impedir a rpida destruieo
Ficou concluido o canal de Itaipe com o que as bexigas nituraes, talvez omaiorfla-
qual, em consequeticia de alteraces que de gPH0 que tem perseguido o genero humano,
iiecessidade tivero lugar na execuco do ida- costumio fuer. O conseibo de salubridade
no, se dispendeo alera da somraa porque julga ser o mais seguro e nico meio de p<-o-
loi arrematado a de i ^ijftyo rs.. de que pagar com seguranca a vaccina o de en vi ir
tlevem ser iudemnisedos os empresarios que o governo mdicos que, mediante um peque-
honra Ibes seja feita muito bem salisfizero no salario, fiagem pelas dilferentes cbmar-
ascoodices do contracto. O governo em cas, levando comsigo o humor vaccinieo em
offiriode So de marco do ano passado su- pessoas vivas, que acha preforivel s lami-
Rfitou vossa consideracioa utilidade d al- D, de que lodivia se poier ^r. Kste
gun.es obras addicionaes da seguranca da parecer do tOnselho de salubiidade he digna
niontanba para melhorar piata contigua sera duvda de vossas altencoes, e com a lei-
o ti,cairo ; e foi-lbe respondido em otticio lura delle conhecereis igu tmente os otros
d> 5 de maio do mesmo auno, que as rel- bens que aemelbanle medida pro luana,
lidas obras nao podio ter ainda lugar pela .
estreiteza das finaneas ; mas que se procedes- Censo,
se seo ornamento vista do quul deliberari- *ra *er eciida a le n. i que ra-
is : fez-se o rcamento e meo antecessor 6U'0U a forma Porqu dev de ser leiu o re-
requis?o do brigadeiro engeuheiro direc- ^nseamento da pjpulacao o governo julgou
tor da obra manduu executal-o, em parle co"ve.n,enle ouv,r ? etnelliante respeito o
Velo Valor oreado, sejido encarrgado desla C0se,t,0Ue sdubridade que pela mesma le
jiovadbia o mesmo individuo que arrematara I *arcegado de arranjai os qu idros da pj -
a da mtntanbai com a clausula porem de Ha(ao e segundo o seo parecer expedita
ialsar-se o pagamento quando fosse por vos as coven,e,,te o'dens para que em uovem-
des e que nao podo deixar de ser com,n do senajv;omgrande estrondo. Ainda me-
nos caso filemos das amecas do enearapusado ,
suas bravatas nao impe era nos ntimidio;
sibe-seque a pezar desmhercule figuia ,
sen semblante c-ivadi e carrancudj iij
elle dos que miis assuslao ; bem entendido,
de rosto a rosto. ltimamente tem cor-
rido com mais probab'idide os meamos bu-
t>s ; e pessoa seria nos avizou que de certo
se projecta o assusinato Ja lypografa auoti-
selliando-uos por isso a ter lodi acautela.
Todava sem despatarraos este avizo ainda
nao julgaraos muito fcil a e uprezt, aliismui
conforme a todos os principios rasgadas ; c
isto nao obstante o exemob do C^ir. que tem
ftitoalgunsjulgarem que ella ser levad* a
elfeito.
O primeiro, e principal proveito dos dignos
emprehendedores certamente de (asemos
calar ; mas o partido dominante deve saber ,
que inulilisada a lypografia na'o cariamis
por isso privado de pu'olicar ns actos da a I-
luinistracao 5 quando muito elle conseguira
suspender a publicaco dsle peridico pir
algutn lempo, Nossa situa9io a este respailo
mais favaravel do que a dos Cearenses;
nos estamos prximos de Pernambuco onde
a le continua a imperar onde anda Presi-
dente o l-'xm. Francisco do fle,o Narros, que
torneado pelo Ministerio de 19 de Sete nbro
nao tem sido urna s vez infiel a salvadora
poltica d"esse gabinete ; e de Pernambuco ,
cuja civilizacio, e circunstancias jamis per-
milirio a u n tirano diOcar, a um bele-
guim da vil cimarha ti Paralba ter a ou-
zadia de lembrar-se de semelbantes attenta-
dos contra a liberdade de esccever. O partid)
dominante siba mais qoe nao nos serii cui-
tlo imprimir nossa folna em Pemtmbuoo e
continuar por conse<|uencia a denunciar ao
O profesa ir e director da sobredils aula ,
fz siente ao respeitavel pu'iluo quconli-
nua a dar as licss das tres armas que elle
tem ji annunciid) ; tolos os das menas os
das santos des le as 7 horas da manila i all*
as 11 boraa da noute. O prolessor le nbra aa
respeitavel publico que o jaso da espidi rao-
derno tem vautagem sobre tolis as ar.nis a
brancas condecidas atlie boje : os Suri, que
disto duvidarem sai rojados de honrar o
professor de fazer um ensay com elle para
elle lhe mostrar algumis dis coass que (>-
zen a vantagem de*te m tderno jogo sendo
elles conhecedtres : e de qul{uer naeao ,
e poucoi dias elle pilera znostrar discpulos,
que (1 hoorlo pelos rpidos progressos qu
elle* tem feito particutarraelt sobre a espa-
da e a pistola,
TIEVTRO PUBLICO.
Amanbi 7 docarrenta se rep'ei^uta a Pe-
ca Sacra S. beneJict i -- proletor dos ne-
giciantes quebradas, O be'issi.ni Iv.emos-
ntuqueesti pe:a teve aiiresmi pissid ,
os louvores qup Iho tributo 1 o resp.'tt'til
Publico e a attenco e a colhimenta (pie me-
reeeoaPeea de S. ilermenegllj, anima
Direcao a espirar 1 coucorreucii dos lu ie tu-
ntas especiad ires.
LOPEIHA DV B01-VSTA,.
Mestando nove ceu'ioi billietes, declara-se.
que veudos estes atiie i.m feira g do cor-
re correm as rolis no di seuinte e que
no Sili!n lj depois prQcpia os piji nenios
dos bilhetespre niidis.
LOrERlV D3 TlIi\TR).
Os Bilbetes d 1." Parle da 6," Loteri,
cujas rolas leo o seo i npreterivel andamento
nidia i5 do correle ,acliii-se a venlt ni
publico as depravacSes e violencias de que j Bairro do Recife nis lojis di ra di Cidni
somos victimas com mais publiridade do que dis Snrs. Mainel Gonealves di Silva lire-
talvez o temos (itJ. Uulro proveito deseo- gario Antunes d'Olivaira, e Vieira Cambista;
hiiro os uossos tiranos em seu premeditado e no de Siuto Antonio as dos S.irs. Minie!
criroe e vem a ser o de destruirem a pro- I Alves (iu?rra ru nava, e Bastos, ni Pra-
|)iedid albeia eprivara ,\ ouipessjis, cinha do Lirra mrito,
que n'ella traballio de um meio d.- subsis-
tencia ; e se querem 1er este gostinbo eoto
quebrem e logo a lypografia em quinto
nao se passo as >uis glorias. E Je pois nao
se queivni quando a le Ihes tomar coala
de mais um alicatad contra os nossos di re -
Avisa* Diversos.
A pobvissmi Irminlidj de V. S. do
Rasirio do bairro di B01 vista lorn de novo
a despenar os Calholicis e Divotoidesui di-
tos. iNo julgamos por tanto a empresa muito vina Padroeira pira que osajuie com su 1
lacil como a prizo e deporlac.au de nossa piedosa es ola pois a obra e>u parada por
primeiro desmbuidor mas ajulgamos prali- falla dos materiaes necessarios e raes no pi-
ca ve i; a suspenso do peridico ; o prazer de ra pagirem-se os o!>reiros: pedqm pois pel
ffler mal aos donos da iy|ioraia e aos que su 1 divina Padroeira qtieira concorrer co n a-
se emprego 110 servico d'ella podem cotOj-en- quellaesmola que os seui devotos coraees
sur a esses homens a vi.lo. de ruinas, e de per- Ins dictar pois que se os nao ajuJarem o
eguicoos. Mas vejo que ludo ijuanto li-
zeiem contra a libetdada da imprensa sio
decretado. Conlinno ai obras das ras
da Valla e de Ferraro as quaes se acbo
UbLaixo da adiiiiiiisir.ii o da cmara munici-
pal que solicita do governo lauto os paga-
mentos vencidos de.-laa obia, con.o o valor
dos tenenos dcsapropriados para execuco do
plano: a vos, krdhorel, pertence habilitar
(0 governo para deitrir a este e oulios pedidos
dejus'.ica.
iWeo antecessor coacluio o contracto de com
piada casa do couego Jio Peieira Ramos na
*illa de Camam como lu decretado no ar-
ligo 11 da le de 1 de junho do auno p p. pe-
la quantia de 1 *.8/,sb 14 rs.'; a copia do re-
le ido contrallo vos sera enviada paiu ;res-
iu i-des ao governo os rceios de satisl'azel-o
Oidanei, tm ib de novimbro ao engenhei-
10 Andr J?rzt w jduWvki que dirigiudo-se
villa de S. 1' liiucisco examinasse se no seo
termo era praticavel a couslrucco de una es-
trada para carros movidos por vapor, com
todas as circunstancias recoiomendadas por
yus no ai ligo 1a da lei do on> minio corren-
te 1 .do*-resultado se vos laiao as competentes
lommunicaiots. A respeilo de todas as ou-
tras obras por vos decretadas podereis rece-
ler pela secretaria do governo quai.tos es -
clareciuientos quizordes relaiivan.ente ao es-
tado em que se acbo : asstverando-vos desde
ja que grande parte dellas a pezar de aire-
meuadas nao podem ir por dianta sem que
babiliitis o mesmo gove 1.0 com as quanlias
iio su uetessai las aeito realisaveis j sendo
bro deste anuo, se possa obler o resultado
que tem em vista a mesma lei.
Navegaco por vapor.
Esta companliia contitii seo trabalho e
com ella lera o governo usseutado as novas
bases que allero o contracto pn.uiivo ,
conforme por vos foi autorisado.
Theatro.
No ornamento que rege, decretastes para
este" eslabelccimenlo que a civilsaco do
povodesta grande cidade aconselua raauter ,
a quantia de 8:oous' rs. (guando enlrei m
aduainistraco da provincia, tin'td osies-
pectivos administradores recebi lo ja por con-
ta 5 oooj' is. e eu maudei dar a nova adrai-
nislraco, nomeada por uin, 1:0 jos' rs.
mai para pagimeiilo dos saurios dos cmi-
cos. Apesar ue ser a consignaco por con-
ta da que! maior soraraa tema si lo talvez da-
da com lado pouco melboramento tem rece-
bulo o tliedlro ; e mister he de.darar-vos que
insufficiente me parece a ciira decretada no
rcamento visele*
(Contini.)
g---------
PARAIBA.
Boatos sobre a sorte da typografia.
Sabe toda a Cidade que desda a publica-
cao do Verdadeiro Monarcisia circula bo-
atos de que se premidila quebrar a typogra-
vingancas infructuosas que nao servirao,
sena tira trnalos mais detestidoi. Oucao
(antes de pegarem as ouces e as macha-
dos ) a seguinie passagem de um anligo raa-
gilrado. CJuanlo aos oppressores do ge-
nero humano que elles suloquem se po-
dern.n os gritos da razo ; que elles tolho a
liberdadeda imprenso, que elles iutimidem
os cambines de humanidad^ ; que elles per-
sijo a verdade, todos seus vaos eslorcos nao
lardo seno confirmar sua vergaulia e ihes
attrair o o 110 que elles tem justamente me-
recido
"Nada de mais injusto, que de tirar aos Ci-
dados a liberdade de escrever ou de faUr
sobre objectos importantes a sua filicidade ;
com que (lucilo prvalos d> laculdadu de s':
ocupar dos interesses que merceos sua at-
ttncoi' A verdade gaulia sempre era ser dos-
culida j a mentira, e o crime tem s interes-
se era se occullar as sombras do misterio A
veidade sempre til ao genero humano, po-
de alumas vetes chocar os tiranos, porem ,
uais poderosa que elles, :'ella triunfar ce-"
do ou larde de seus proiectos lenebrozos'' ,
e ns povos colliero o que ella livor se.iieado.
Se temerarios a ataco ella saira victuioia
dos combates que se Ihe der so a injuslica,
e a menina ternera as provas s a injuslica,
e o ciirae lemem de ser descoberlas. Assim
que urna naco zeloia de sua liberdade tenlia
cuidado de nao punir e de desencourajar ,
soblrivolos pretextos aquelles que llie i:ze-
rem conliecer seus verdajeiros inlcresses :
fetas
fia em que elle se imprime um novo iuucci- que elle lome seulido a que lcis impru leu -
oiiario publico, que muua uunrahua admiuis l eulre as arios da authonjaje uio lor-
seu pobnssimo re.n,i!o nuaca se cobrir at-
ienta a pobreza dos lrraios, e por isso espera
dos i''ieis a su coidjuvacio. C vos Illus-
Ires Legisladores Provinciaes dignai-vosde
concorrer tambem para esta obra pa para A
reediiici > deste decaiiido Templo } si.u ,
dignai-vos do attender s juntas supolicis,
que | pira to santo li n vos fora dirigid is.
-----Fas-se gaiolas de arae muito bem
, de todos os tamaitos e de di'erenles
formas de muito bom casto; ni ra. do Pa-i
lcele defronle das casas navas di Lemo9.
- Precisa-se de um hiiuem que ntenla
de planta^des } e de vacas de leile e que sa-
ja apto para todo o servio de u n sitio:
a tratar na praca di Independencia S. ii e
Aluja-se urna caza sita no Mondejo
indo para o Chora menino, coa con no lis
suficientes para grande la nilia quintal raa-
rado e cacimba d'agta de beaer qaem iut-
zer dirija-se a pra^-a di tioavtda i>. 10.
Aluga-'se o terceiro an lar da caza de 4
andares da roa da Moetia com b ms con o-
dos os peilendeiiies d.njao-se a ra do V.-
gario D. 11,
Aluga-se a caz terrea na na do Colj-
vello 11. a com bons coronado* os pe ten-
den'.es dirija-se a ra do Vigtrio L). la.
y.) St. Antonio dos Sanios orficialda
canteo natural da cidade do Porto, qusira
dirigir-se ao paleo de jN. S. do Parco loja
de I i en Jas U. 5 a tratar negocio de sea
inleresse.
-v* Como sou negociante do Ce ira, e na-
da devo nesti prae declaro que nio s'en-
itfttde com 1 o o anuncio inserto no t'iari 114

!
01.
Joit Mina Eustaijmo Vieira.


DURI O E PEBNAMIICO
9
*SS- Ouem precisar de um rapaz brasileiro nos ditos cirtorios tambero se faz publico
ara caixeiro de la, armazem de ussucir ou que o dito sitio e urna casa de sobrado sita na
' ra eslrcila da Rozario, bao de seren rema-
prcnsa de algodo dando fiador a sua con-
ducta annuneie,
tsr Cferece-se para caixeiro de botica uro
rapas brasileiro de idade de i 8 anuos j quem
precisar annunci,
isy Perraula-se urna casa terrea na ra do
Arogo da Boa vista coro quintal e cacimba,
por oul:a no asesino bairro na la do Boza-
rio j quero quiser fuer este negocio uiinuii-
ci.
tsr Lehmaiui & C. Adour & C. e Le
doir Puget & C. como |ic|uidalarios da Clisa
de Jos Tavaies da Gama, aviso aos deve
dous desle que o encarregado ,de cobrar
essas dividas be Isidoro I Ul ,,. Souza Won-
tero o qual tambero est anlhorisado a da
lodos es passos necessariog para tornar etiectiva
essa cobiania.
L*r A pessoa que no diario n. 5o hiihuii-
ciou querer une.: mu|,ler roo?a e st.m filho ,
para se encarregar de un menino de 14 aa-
nos, dirija-sd a ra da roja no lerceiro an-
dar do ultimo sobrado no ludo acuerdo aoii-
de adiara a pessoa coa todos o. quetilofl (Ule
exige, sfi*n9*ndo-se que nao detura de la--
zer negocio wm teda venUgero possivel.
t.->- Ptecisa-se de uiu rapas brasileiro bu
poituguez para caixeiro de ra, dando fia-
dor a sua conducta adverle-se que se nao d;i
dormida eso sim cemedorias ; ueila l ypo-
grafia se dir.
s~," O abaixo assignado fazseienle ao res-
petlavel publico, que no da ullimo de Fe-
vereiro prximo passado findou o trato que
linha contrado coui o Sr. Francisco Joaquim
ta Cusa do ariendamenlo de sua prop ie
dade sita ua roa do CoJlegioda parte do ia-
es junto a casa do Snr. Paz de A lidiada j
quem pretender por unenaraenlo ou com-
j.ia annuneie, ou dirija te a ra dos Mar-
tirios casa da quina deroule do beco do ?>;a-
risco. Francisco Coell.o dt Soua.
tf Precisa-sede um criado preferindo-se
eslrangeiro i nicamente para tratar de
arranjos de aiguus cavados; na rus da cadeia
do Becifecasa de Jote Ribeiro dos Santos.
sar Avisa-seaoSr. M. P. S. querr dar
compiimento a urna sua letra psssada a 7
das precisos da quaulia de 4o ojo tmJ Je
Outubrp de 184 o poisja est vencida a 5
anxese tontos dias, po testada, do contra-
rio ser publicado seu uoam por caten, o, mi
tein sido piucurd em sua casa e nao be pos-
sivel acba-lo,
tsr Ka padaria da rua direita D. 33 pre-
cisarse de uro i.oat-m bo.u ioineiio e de
nutro a nuassador e aluga-se dous pelos ,
e precisa-se naisde uro caixeiro.
I S2f Fai-se lodo o negocio cora a venda da
iua diiula D. i a lia.ai ua mesina.
tzr A pessoa que ennunciou precisar dt
nma ama secca sem nios para criar um roer
nio de idade de 14 anuos > dirija-se a rua
de HorUs D. n.
tsr Cautn precisar de uro moco portu*-
guezde dode de la anuos para caixeiro ce
venda ou arsxazcm aiinuncie,
tsr Jos Pereira de Azevedo fas scieuleac
esptitavel publico que lendo-se ike tltscu-
camiubado uro bilbele da lila de uua piano
que corre coro a primara paite da t lote-
ra do Tbealro queand) as rodas no dia
15 do concille o uunscio dos bilheles lie de
i4tUa 1470, | 01 isso pede-se o Snr. pro-
prielano e Tbesuureno baja de nao pegar o
piemio que por soite Ibe satnr seuuo ao seu
dono*
tsr Geti udes Francisca das Cbagas tutora
da menor Luiza Dmbeiiua de /igmar her-
deira do l'adie Manrx 1 Airea de guiar, j 01
a ultima vez laz pubinc e responde ao aouun-
liodo Sr. Joaode Aiemio iisneiio de %n de
Feveieiio p. p. que o sitio do Wuudego loi
ludo em pailitbas uo dilo l'aie no inven-
taiio do tinado Mai.od Juliau Alies de A;ui-
i! sendo I1g.1l11.enle a\aliado coni silaco
da dito br. e do curador da menor, boje e
iuausipada e depois lecitou 11O uilo siiu o
11.te 11.0 Pudre 1 nao bmci.do qutiu roai dt-s-
e cou por oque olleiuo e islo loi jul-
gado por senteuca e assiui o j;oasuio pui
i'i,ib ue sttte aniies e poi o nicsiuo lalltcido
i'adie ioi conseiladu e latllicada as minaa
que liaba o dito sitio como seu e de pub.ico
a >:sia do dito Sr. /leu.ao vtndeo itm paila
por i.6to,coo ou dona conloa de na ce-
IDO S pode ver no caitoiio competente e a
uita paitilba por o cario'io do Sur, Fiaticismo
Joq>.iiU sem ijue on.c3.c (juesuens woLie el-
le coiuo tao-btm o >nr. Altmo nao ignora
fni foi endeu.nisado o que ineihor se llie
mosiiia por documentos, e por testemuuhas,
uo bavia ete br. estai taUuo sem receber o
iue lbe pertencia e islo a rtaotoa anuos
bendo na sorte de t 000,000 Iresenlos mil ris,
a preco de 460; tiesta TypograGa na praca
da Independencia n. ao na rua larga do
Rozario loja de miudezas D. 7 na ru* do
Coegio luja de fazemlas a do Snr. Viene-
n'rba'dt'nral. ; quero elle, quiser laucar es e a* de relojoeiro, e no largo do Li-
queiroconip.re'cer na dita praca, que a vis- r Trmenlo oro do Snf. Gabrwl que fica no
i;(rj0| principio do beco do fadre.
das mpreicrivelmente no dia quarta feira a
porta do Si. Juiz do Civel da terceira vara ,
C?" Ura escravo pardo do bonita figura ,
de idade da ao anuos boro bolieiro uq
dito officiai de alfaiale um boro m.ile pie de
idade de 14 anuos oito escravos para lodo
servico de idade de ao a 3o anuos
o
iinij
ta do valor -
tal- Precisa-se de uro moco e coro, prefe-
rencia sendo (Hilo ds ilbas ou portUgal qu
uo tenlia mais de 12 annoS s.betid) lef ,
eserever e leuba pratica de caixeiro } na ca-
sa de pasto da rua da Aurora.
UT O abaixo assignado comprou para o
Sr. Mauoel Jos da Silva residente na Cid.-
dedo MaranbSo um bilbete n. a45i da pri-
meira parte da t. Lotera do tbeatro publico
dbSta Cidade e para o Sr. Jos Joao da Sil-
va da inesma Cidade re sociedade cum o abu-
xo assignado um meio bilbete da dita loleria
de n. a53j, cujos ficao ero poder do an.iuu-
ciante. Antoio Soarea lneira dos Santos.
es, en* de reloiueiro, e no largo do Li- parelha de escravos para palanquiro di ,d,.
de de -jo anuos, quatro escravas sabendoen-
Kommar cozinbar todos estes eserdvos se
Avisos Martimos,
PARA O RIO HE IANEiRO segu coro
brevidadea Uarca B/asiletra Pirmeta de pfi-
raoira classe pregada e encavilbada de co-
bre com superiores comroodos para paisa-
geiros nnra carpa cu passagem trata-se com
Antonio Francisro dos Santos Brsgs rua da
moeda n. i4 cu com o seu Caj.ito Narciso
Jos doi Santos
PAR O CEARA' a Sumaca N, eioual
ly Urna inolala coslureira engomma-
Jeira rendeira e boa cozinbeira j quem
quiser nnnuncie.
l^- Uro cavallo boro carregador i na rua
nova no leiceiro andar D. a6
%& Um cavado mui boro para carro por
preco coinniodo ; na cambo* do Carino D-
cima SSr Um banbeiro de folha de (landres,
novo com carro euro berco de amarello
cn bam estado : no correr de S. Jos indo
paraS Rita ova 7.
ty Tabonlode pinbo roslado, costadi-
nho assualbo forro e para fundos de bar-
ricas ruis em coat do que em outra qual-
quer p irte 5 ttrai do ibealro armazem de fa-
rinba ou a fallar coro Joaquim Lopes de
Almeida caixeiro do Sr. Joo Malbeos.
^5 5 pretas mocas, enginimio, cozi-
nbao e lavo roupa urna negriuba de ida-
de de i anuos, optiroa para mubanda a
pretos mocos para todo o servico, uro delles
be boas canoeiro e dous inoleques de dade
de 14 afinos 5 na rua de aguas verdes casa
terre D. 57.
u^r !)ous pretos de lillas figuras, de ida-
Delmira Mes're Jos Joaquim Alves.a.aa- de de ao anuos uro multo boro carreiro, ti-
bie breve por ter parle da carga rompa 5 rador de leite e trata de gado uro dito
ducm quiser carregarou ir de passagero di- para lodo o sen ico uro dito por Wo.ooo ,
ih-seaodito Vestre a bordo undiada de- urna prcta peil'eia cozinbeira e engoiuro-dei.
fronte da linpoela ou com seu dono Anto- ra um raobque c urna negriuba de idade de
nio Jo-iquim d<- Souza 15 peiro- | la a i5 anuos e duas pelas quttandeiras j
PARA MARAM1AO' subir em poneos na ruado logo ao i. do Horario I). a5.
do a contento na rua de agoas verdes i'e.
cima 38.
tsr A seguinte madeira de qualidade 4
tratar com Manoel Jos Gonsalves Braga jun.
lo ao arco de S. Antonio ou a bordo do Pa_
tacho liom Fim fundiado defronte do forie
do mallos com o seu dono Jos.Lopes dos San-
tos i 5 paos coro (35 palmos de coroprido )j
ditos com to ditos 1 a ditos coro 55 ditos,
5a ditos coro 5o ditos, 3i dilos com 45 ditos*
3b" dito com 4J ditos todos coro 9 poleg^,'
das de quadros, ao ditos com 35 palmos de
comprimento it ditos coa 3o dos, ioi0,
de 8 polegadas era quadro Madeiras de
sicupira 19 paos com ao palmos (J3 ditos
com t ditos 6i ditos cora la ditos e 4
curvas e madeira de lancha 92 paos.
tsr Oualuga-se e mesmu lroca-se uoi
canoa que pega em 9J0 lijlo por lijlos
de alveuaria e outra dila mais pequea que
pegaem 4,o lijojos t troca-se por outra aler-
ta tambero pequea ; noaltiro doi alTo"a-
dss na casa da quina da rua do ouro
Esc ra vos Fgidos
2r No dia 3 do correte desapareceo um
escravo paido de nome Joo liaplista de
idade de so anuos, estatura regular, serco
do corpo e cara pouca barba cbelo gran,
de, falla um pouco a moda do sertiodo vJea-
l donde be fiho levou vestido calcas de
brim escuro, jaqueta branca e chapeo de
pello branco quem o pegar leve a rua dos
liso Brigue Escuna Carolina Capillo e ^ Farnha de mandioca ^j^^J ; Qaartei. D 5 que ser recompencado
ra tico Francisco Bernardo de Mallos; quem lidade posiivel a bordo do Brigue Nacional
uiser mandar escravos a frete ou ir de pas- Dos Te Guarde em porco a 4000 o alquei-
tem excellentes eommodos re da medida velba.
P
f
sagem para o qu
dirija seso dito Capillo ou a F, M. Rodri- tsr Urna negra rouilo fiel, lavadeira co
SjT Fugio na noute do dia 2 do corrate,
um escravo creoulo de nome Miguel, de Lid
de de a5 anuos batxo secco cara larga,
cor fulla mui pouca barba loro o anlar
icsck limaos, ruidos Tanueiros 11 i2. iuba o diario de urna casa, e tem pnnci-
PABA O POIiTi) sigue viagero coro mu- pios de engororoar : na praca da Boa vista uc0 que areCe Sv)lrer malesla uas
la brevidade a nova Barca Portogeia Leal, por baiso do sobrado de Pedro Ignacio Lia- ou I108quarlo9 levou urna camisa d- diila
Capilo Mauocl Alves di Cunhaj quem qui- plista
sercarregar cu ir de passagem para o que tsr* Urna negra muito fiel cozinbaodia-
lem excellentes commodos dirija-se o raes- rio de urna casa : na rua do Caldeireiro De-
moCapito. ou ao seu consignatario Mano- cima /o.
el Joaquim Pumos & Silva. K3T liilbetes e meios ditos da Lotera da
PABAO PORTO segu viagem com toda Maliz da Boa vista a t4Jo e a8o nu rua
brevidade a Barca Portuguesa Tentadora, 0 Livranenlo botica D 11.
Capillo Emidto Jos de Oliveira-; qnem qui- ic^- Lraa armajlo de loja franceza em
ser carregar ou ir de pascagem para o que vidrassada coro d.as balcoens os prelen-
lem excetlhles'tommodo dirija se ao rues.no denlts'podem vella na rua nova loja de Au-
Capito ou ao seu consignatario Manuel ionio Fenira da Cosa Braga, e liata-se
com Jos Antonio dos Santos em casa de L.
G. Ferreira& Mansfield na ruada cideia do
Recite.
t^> Fculas de araruta verdadeira, e
Joaquim Ramos e Silva.
JL e I & o
atrapalbado, miudo e mesmo anda ruuho
da Boa vista
azul oulra de chita, e outra de panno bran-
co ; quemo pegar pode levar a casa do Pa-
dre liraz Vigario de Cimbres na rua d.is triu-
ebeiras 011 a casa do .b.n.to asaignado na
rua do Palacete que ser recompensado,-.
Antonio Brasiliuo de llollanda Cavalcantu
t&~ No dia 4 de Feveieiro fugio um ne-
gro de nome Joo do (cutio angula, de i la-
de de 35 aunos estatura regular barbado,
billa grosso e apressada com urna marca de
sua letra as paz urna oreiha iurada urna
sicaliiz uos ruis levou edeasde briro arre-
mendadas camisa de algodaoiiiho e cha-
peo de palha ; quero o pegar le>e a solidada
'. de um andar coro mirante que ser recoin-
e Madama Laboltier, semeutes de cotrotro de tuceira ludo proxi- pCusdlj0>
SSS" (Jue fa/em M
por inlervenco do Corredor Oliveira, das mmenle ebegado j na praca da Boa vista
Fazendus, e arnsuco da sua Loja, sita na l) .t.
Rua'Nova, consislindo as mesuias como se tur Um prelo ja de idade muito pnpiio
segu: Lapius de cores infestados; Selins li- para um si'io do que entende e mesmo
zos, e lavrados. Sedas da moja, Chitas fran- ganha na rua foo s por dia j na ruido Bo-
tezas do lillimo gosto, Sapstos de selim e de i.a;io da Boavista D. 2i.
duraque para Senhoras e meninas, Lnvas e t^>- Uui|iarde caslicaes de bol prata ;
Meias d'algodo, edeseda, Chapeos de sed*, naiuadus Iciangtias no piiroeio anda de-
ditos aimdcs. e para ai mar, llores fi- fronte do niiici.o
n?s leudas, e bicos ifc ljrcs Lo:d-idus, fitas tSST Sal JoAss a bordo da Brigue Escu-
Moviuiento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 4-
HALIFAX \ 43 das. Brigue Ingles S Lou-
reneo de 155 tonel.. Cap Joo Grach ,
equip. 10, carga bicalbo ; a L'nristopber
de \aiits c. es e Uijuras boni
& ioope fundiou no taroeirao.
parame- na Aracaly fundiado deroule do caes do tra- RIO L)E JANEIRO a8 dias, Sumaca I ac.
)>u ; a tralar com Antonio Joaquim BoaFdeai tonel., M. Francisco
C O 111 [) ;t s
nios 1 muias perlumarias, emuilus outios pitbenov
objectos de urna loja Lem soilida 1 segunda de Souza Ribeito.
feira S do correte tis 10 hoias da manli. ijHS* (Quatro bois mancos de coice em
&^>- Que laz o Crielor Oliveira de urna limito bous carnes 5 no largo de Livramento
Completa u.obilha de casa entrando uro ex- -4cjade i'azendas U, y,
celieute pianno boa louca vidros, e ulen- t*j~ Urna pitia de idade de a anuos,, co-
rilio* de cosiuna 3 escravas sendo urna par- ziuba de Ionio e fugo eugomraa faz la-
da boa cozinbeira e engommadeira e mais' variuto he lavadeira, compradeira por
arias ulnas obre diieiio commeicial sub- do.ooj ; quem quiser auuuucie.
bailo t do concute as 10 horas da maulla nal tur A bem consliuida Escuna Americana
iua dos (^ueiroado D. it segundo andar de- j Marx Caiver Forrada e pregada de cobre ,
tronle do tie:o da Congiegacao. de 101 toneladas aineiicaius ou 7oo barricas ,
prompta a seguir viagem; tiala-se com os
si tis consignatarios lleuiy lotsler fie Cuuipa-
iiina na rua do tiapiciie n "].
%& Superior larinba ero sacas do Rio de
Janeiro no ar iiazein de Aulouio Francisco
dos Sanios ifrag na rua da moeda n 141.
k_^ Lm aiolequ ue idi.de de 14 anuos ,
com principio de coziuticir urna uegrinia
de iJadedeiii ranos boa cozinbeira, e en-
gommadeira
ser a 11 nuncio
rf" IJUld
luadeugoas veidc 5.
l^v 1 us inaladas ue casas terreas, urna na
iuu Auguaia outra t.a la do Kadre Flo-
llauo ea outra n:s o pdlitas ; a 1 liar com
Manuel i entilo iiuu.o na loja da quina
\ST Escravos de ambos os sexos para fora
da provincia ; tm casa de liancisco Marques
liodri;ucs & lu.aona ruado trapiche 11 ia.
tst Lim bitio em aigum dos lugares stguiu-
les ; S. Anua Soledade e Vioudtgu com
ai Torea de froclo c boa agua e beber ;
quem luei aununcie.
l^^f Orna caba boa de leite e que sirva
pata Cliar meninos as r> ponas loja l). 34*
Vendas
tsr CALTLLLAS da Sociedade Fortuna
i\ j ogralica, da Loleria do i ULA'i'RO, que
cone ui^-'- >ijrf',:\i' 111 c no dia i do correnle
ambos de uaco j quem qui-
frasqueira de i5 fiascos; i,a
da 1 na d.i >..:.o ijue vira para a xua do __ __________
Jas
Prales equip y carga rnolbos de barri-
cas uiiiiio e catfe } a Anlouio F.uui>*
co dos Santos Braga.
SAI11D0S NO MESMO DA
LISBOA; Brigue Escuna Portugueza Ame
lia Capilo J. J. Vienezes carga diver-
sos gneros passageiros 14.'
TRIESTE ; Polaca Austraca Otaz, Op.
Becgio lieibeiovich carga assucar.
EMRaBONOuIA 5
BAHA ; b dias Patacho Nac Esperancade
ivo tonel. Cap. Antonia Jos V'ieira,
equip. 11 carga fariuha e barricas vaziat
a A F. dos Santos Brag :,
RIOG. OSUL;53 dias, Patacho Brasi-
leiro Nova Roza da 14a tonel. Cap. Luu
JosPiuto, equip. 10, carga carne j s
Amorim &Irmo.
BAHA, biLs, Barca Austraca Grazeca de
a4o tonel. Cap Meduub ero Ustro ,
a L. G Le reir Mansfield .
BUENOS AYREj ; a8 das Barca Sueca
Calhaiina de 241 tonel, Cap. Nund, equip
11 carga carne ; a Me. Calinoul & L.
ACRALO ; ai dias, Patacho Brasileiro
ErouUf de 104 tonel. Cap^ Aulunio
Gomes Peieira equip. 14 carga sola } *
manoel Oousalves da silva.


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