Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03926


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Full Text
10 DE 1830. &ABBADO
'- ____ i' iL "'.:"'' **
r*
Tudo agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera- 2S
-rao e inercia : continuemos como principiamos e seremos apuntados
[on admiracio entre as r\aces mas culut.
ProclamacRo da Assemblta (eral do Ilrazt'l.
' m n ii ------------
Siihsrreve-se para csla fullia a Sjpooo, por nnartcl papos adiatados
I nrs'a Tvpog.rafia, rH* das Cru/es I). 3, era Iraca da lud -pendencia
lp 5. C'3S, onile se receben) coirespoiiiiciici^s Upaisadas, canivun ios; >jj3p
jnsinndo-se' esles gratis, sendo ditpropj ios asignantes, c viudos assig-
[ pidos.
Parlidas dosCorreios Terreslrcs.
bdade da Parnliiha e Villas de sn pretenro...................\
lita do ISio Grande do Norte, e \ lias Jdcm. ................. / .
'la da FnrtaJMB c \ illas Iden..............'..............Segundas e.Sexta; Peras.
filia e ojanna................................../
jriade d linda..................................Todos os dial.
[Villa d.-S. Anlo..................................Quintas frirM.
Uit deGarantnrtii e PtovoarSo do Benito.......... ..........|).HS ]0i c ? lacada mes.
tolas do Ca'-o, Sernbaem. I'.io Formozo, e Poito Cairo............|,l-m ,,. e ji dito d.to
tCidaiic d.s A1aaoa e Villa de tjaeeid..........................\tm dem
[ VilU de Pfj '' ";......................... .'......dem 1 .lito dito.
Todos os Corraos miiem ao meio da.
O oMOurujo". Ni mero 2'
OCTUBRO. .
Londres......
I. '<>:< ......
iiliM'l.......
liio ile Janeiro
OUO M
D.j
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PIUTA l'ata
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Premios das L
Mocda de cob
CAMPOS.
i e i/.por I fono M o-M prero, por mcia. oii: < 1:1 i->.
por franco nom.
de 6,*Voo rs., Velhas i&|*oa a 1 S#*
,, ,, NokJI i lio a i -on
<.'oo r>., X/jioo a 8^100
t a/I-iros ---------- l?;*o a lillia
mnanos -------- tffS^O I6oB><
canos--------------..- ijj(5o a i|;
:>r mez 1 1/8 a 1 lii por loe
00. de di se _
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SO
i.i s. <:.li.to p.-----------------------S'-toi
Teres.....S. Thofeza' de.lczusV......ISelacSay

Das da Semana.
he. e \n I. iln !. de O. da 1. v. de mil
nd. do I. de I), di 1. vara dC m.irdi,'
11 1 ii;,-------,S. Martiiiiano VI.------------------ .k'ciS^^Mli<"/.. Audiencia di j. i!i: IJ. <,)iita ---- s. HedurigesUuqueza.-----------Welj^Wami doj. de I). da 1. v
Sexta -_-----S. Lticni Kv.u,'. --- Sesso d 1 l'iiez. c aud. J,o .1. de f). da 1. vara,
Sabbadn S. Pedro d'Alc'jntaia M.-------- llel. e aud di 3. de U. da 3. vara.
Domingo S. J. i > Cancio .--------
Mare chela Mira o dui ju de n/u'>re
As 2 horas c .'.i minutos di tarde As 3 boras e 18 min
utos da manli.

i
mm
*^ v n-h ^; I'XPEntENTE DO DA 7.
Dfficio Ao l'.\m. I residente, remetien-
do-Hit; i 1 inl.'i da despezu Coila com o con-
ccrlo 1I11 feixadiira da potla do ( alahouco dos
l'ERKAMBUCO.
C0MMAND0 DAS ARMAS.
conimnaicada cm despacho ih 7 do correte
dardemissfio doserrico ao recrtit 1 Francisco
Jos de Souza por nfo estar as circunstanci-
as e servir na primeira Linha.
I ia 10.
Officio Ao Commandanlc das Armas da
Corte, requisitando-Un orna nova guiado
Sargento Quarlei Mestre Pedro Nolasco da
presosdo Jnstiea na (brtalesa do Hrum para Silva, por isso que a recelmla ultimimente
que losso satisfeila pola competente F.staco, nao l'a/.ia derlarar.Io do seo assenlamei
l/endo-llie varias refloxoes acerca dos con-
ertos do semelliante natttre/a
Portara Ao Major Commandanto do
)monto de
praca c occorrencias \iilitarcs al o auno do
ihori.
I ito- Ao Commandanto interino do 3' l>a-
Drpozlo, mandando consjderar |>racasdo mes- idltao d Arlilliaria ordenando-lite a remes
mo aoilo soldados do Caradores, viudos ni- timamenle da prrvincia do Rio Crande do Damio Jet d'All>iirfiici-i|uc Al moka ni fe da
Norte tirando-Utos sold do primeiro o j I'ortale/.a de Taman'dar eom ledaracao dos
Brrente, o Elape do dia 6 cm dianlo. | veneimentos de Cardamento que linda tido pelo
!>laAomesmo, mandando excluir do dilo lalalho.
Depo/ilo, e enviar para hordo do litigue de
Boerra NoiIhmoy os remitas Jos Comes de TUEZOLRARIA DA FAZENDA.
Mello, Jos Pedro Dias e Folippe Jos de
Barros socorrido de Saldo, e Etapa al es- coktinuaca do expediente do da i4 no cdr-
la dala recebe r em troca do Co mandante do I RBirTC
mesmo Brigue considerando praca do Depo-1 Officio-Ao Exin Presidente da Provincia ,
itlo osrecrutas viudos do Rio '.randedo or- nl'ormando o requerimento de Francisco de
jeJoaquim Jos Pessoa Miguel Arcan(;olo Paula Dutra AJalvinas.
Iciiajom, e Jos Soares da Silva, tirando- di\ i5.
lies sold, e Elape do dia (i ein diaulc. Officio-Ao Inspector da l'iie/otiraria de
Dila Ao Commandanlc interino doler- Provincia da Parahiba communicandn-llie ,
ceno liatalhode Arlilheria mandando con- \er sido indossada polo Tliezoureiro da Ften-
pedem ser sendo tamben assignados pelos res-
peeiivos Commandantes.
Porlarta-Ao I hezonreiroda Fazenda mnn-
ilando entregar ao I hezourciro das Rendas
Provinciaes por conla do supprimento de rs.
5o:ooo mandado abonar pola Lei do orca-
irrento actualmente em execu o a quanlia de
dotts cotilos de reis. '
DiversMs lier>articoens.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
- A Paula lio a mesma do numvro 18J.
MEZA" nOCONSUEVDO.
- A Paula he a mesma do numero a
5.
sidorar
CORRE [O.
O P-alaxo Mara Luiza recebo a mala para
o Aracaty no dia 10 do-correule as 10 horas da
manha.
CAMHA MUNICIPAL DA CIDADE TO
RECIFE.
1, SUSSA OnDl^AKIA DE I7 DE SETEMBlU) OE
i8t;).
Presidencia do Snr. Barros.
O Sub-Prec ilod'Olinda parlecipa ifjiu
mente que bonlom polas 5 horas da larde
rocera {Togada no lunar do arrombadoa
pa Vleriada Conceicao soheira e morado-
ra qne Cora em Corado Pollas, indo lavar
roupa em cujo trafe*o se oceupava ; e que
se proceder a competente vestoria.
EDITA L.
O Doutor Joaquina Higiuo da Mola Silv
ra Jttiz de Dircito do ('rime Iiitorino
Presidente do Tribunal do Jurados da C
marca de Nasarelh e seu Termo &.
1
Faz saber que devendo ter Ingas a r.
Sess3fc Ordinaria dos Jurados em o dia
torrente mez Coi esta transferida para i
ti, para o que Corno sorteados os JiiixesS
D'aoto segujites ; e entre ellos eompareceifio
o servirao toda a Sossao os Snrs Erbanode,
ilva e Vasconcelos do Poro coinprindo ,
Patricio Jos Ribciro Manool Barbo/a da-
Silva Vicente Cavbante de Allmquequer
toao IVi,s Carneiro de AvWtqucrquc Orbl
da Silva e Vasconcellos Joaqutm Vieira
Mello Eeito. Severino CorreiaLieyl Malbi-
as (ioncalves Guerra 'unior, enrq'-Pe
reir*de Woraes' ampollo, Francisco Antonio
Gaia Manoel Francisco de Aratijo Andr
Francisco Cavalcaote, Joao do Aorado Lima
o \/(",<> lo Antonio Gonealves Carneii
r pracas do meemo as qmnze viudas do da ao da hezouraria Provincial, o por osle
Rio Grande do Norle,conslanles da relacaoqtte a M. Calmont A Comp a Lelra de :-o-($' fo
te Ihe transmellia, lirando-lbes sold do dia rea do que Irada o oflicio que inclua a-
>. do correnle, e Etape do dia 6, e clisen- companbon do Inspector da Tliozottraria do
lo-lhoque o soldado Elias Jos de Lima dovia Rio (irende do Norte a fitn de nao se oll'cro-
umprir a senlenea que Ihe fM imposta pola cerdo vida no pagamento.
Compareeerao os Sonliores Chaves, Son- *lane:i I naci Foi reir, Antonio Jos
za Oliveira c Figuoiivdo ; Callando com' pollo Feliciano Bezerra de Mello ,
aluza o- iiiis Snrs. l)uarlo Ribeiro Jnior JoaoGomesde!
nula de Juslica em sesso de cj de Julbo des-
le amia, lavrada no Procosso, que bia apen-
so a i el a i'.io
Dia .
Dilo Ao Commandanlc inlorinoda For-
alesa do Ilamarac disendo, que oSargeato
tiiz Vidal tinha Coito entrega dos seus offi
ios, o bom assim dos paiieis de conlabelida-
le e que coudusia a quanlia do Rs. 5cjU< oo,
mporlancia da eaulella dos voncimenlos do
Destaca melo no presente me/, icaixlo justaa,
( saldadas as suas cotilas cen a Thosouraria,
lis mez p. p.
Dia ).
Dito Ao F.xm. Presidente si^riificando-
'lie, em resnosta ao seo oflieio de ~, do corren-
le que qnando o General Labaltut devoltada P.
'lu Cear para a Corle do Imperio tocn nes-
lde Pernambuco en Abril de itf. doixou
lar em servil o dostl (luarnico varios con-
'tigenles de Trapea, centre elles o A lloros
e Cvalaria Li;eira Juvenal Nunes de Mel-
lo commaadando 9 Pracas desua respectiva
Arma, o qual assim se constrvou nesta Capi-
tal desle i do referido mez de Abril, al a
* Dezembro, queombarcou para a Coi le de
Ji'uem do Recente em Momedo Imperador e
le, porisso nunca servio na Guerra de Pa-
nfila, e acuipe.
Dito Ao Commandante interino da For-
talesa de ha marac, disondo-lbe, queoExm.
.Sur Presidente bavia dado as precisas or-
i'tis para serem punidos na Corma da ei
s lili.irdas Naeiouaes, queestando destacados
na rorlalesa do seo Commando priuiiover.in a
Dilo-Ao Administrador da Rerebcdoria do
Rondas Internas rerr.eltendo-lhe duas eoitid-
es enviadas pelo Juiz do Dircito da -. Vira
do Crime das Raneas tomadas desde Janeiro
do coi renta auno ,. que nao pa^aio o imposto
de 9. por ce uto afim tle fazer cilecliva a res-
pectira cobranca.
Dito-Ao Juiz do Civel e dos Foitos da Fa-
7onda parleei|iando-lhe ac ar-se a Fazonda
Publica satisfeta com Letras endossadas por
Joaquim Francisco de ello Cavalcante do
que Ihe era devedor Alexandre Lopes Riliei-
ro a fim de ser levantado, e liear sem ell'ei-
to o seques tro que por parle da mesma Fa-
zenda Publica se havia feilo nos bens do re Cor-
rido flovi'dor
PortaraAe Thezouraria da Fazenda man-
dando entregar ao Thezoureiroda Tbozouratia
das Hendas Provinciaes por conta do supprt-
inontn ilc i -ooivi de r. mandado! abonar
pela Lei do or amento actualmente em execn-
co a quantia de oilo tontos de reis, sendo
i:-!)! (i|o reis em olas, e t:?o8j[i6o reis
em bum Letra de igual quanlia do saque da
Thezouraria do Rio Grande do Norte sobre a
da Parabiba.
Dila-Ao P.ncarregadoda Conlabelidade Mi-
litar para satisfacer a requisicJo Ceita pelo
Commandante das Armas dos assentamentosde
praca, o ocenrrenciaa miliiares do Cirurgio
Ajudante do i. I'alalhao de Ai tilhei a A.auo-
el Felippe de Faria.
da. 6.
Officio-Ao Commandanle Coral do Corpo
de olicia communicando-lbe queconCor-
Aborla a Sossao e lida a Acia da antece-
dente Ib i approvada.
O Secretario deelarou nao haver expedien-
te a I ; u ni.
Contintiou-se eoin a arrematacao dos bens
pertenecidos ao Patrimonio desla Cmara, -
A Cmara foi citada para ver seguir Ap-
pellacao na cauza que Fazenda Nacional
traz com ella ficou inteirada.
Despachario-se alguns reqnerimenlos E
por ser tlada a hora levantou-se Sesso : c
ant
Souna
Francisco Borgos Vieira de Mello o Coronel
Jos Maria de Barros Rarrcto Francisco
Rorges de Mcdeiros .'alies. Fero multados
os soguinles. Jos Francisco Blom Jnior ,
em ,o reis Manoel Barbosa l.ins em ot'#
reis* Jos Ignacio Corroia de Mello em 'o$
reis. Zefirino Gomes de Araujo cm aof raw.A
Compareeerao depois os Juizosde Facto(f'Srir-
teados os seguintes Ignacio Xavier Can iro d
*.lbuqueraue Joo Francisco Xavier Amane
de Araujo, Francisco (iomes de Araujo
quo
mandaro lazer a presente em que assignaro. Vasconcellos o Miomas Jom' iluajdlo qle
E eu 1 ''ulgencio Infante d'Albuquerquc e Mol- deixou de comparecer do 3 u^Wn dn,irt
lo, Secretario a escrovi. Barros, Pro- re- com eseuza legitima Foiao chamados para-a
Blente. Souza Chaves Oliveira Vian-
na Figuetredo Est conforme.
Fuljencio Infante d'Albuqtierquc e Mello.
Secretario.
PREFEITURA.
PARTE DO DIA |8.
Illm. c Exm. Snr.Forao presos bontem
comparoeerom na dila Sesso os soguinles Ad-
vocado Amaro Jos Lopes ( ustodio Jo i
Lonbo de Barros, Padre Anlom'o (ioncalvel
da Silva Joze Felippe Gticdes Padre An '
tonio Joaquim Pitarque Joze Luiz t-ereirsv
da Silva Jos Felieianno Pereira de Lira,
< apilao Joaquim Jos d'Albuquerquc Mar
nlrao Jos de Siebra de Andrade o ^'ijor
jO/.c i i'Oiii'i ^OitG c -t iMii'a.:' ..fiia i inri
ci Gomes Pereira de Andradc Manoel G->~
minha ordom e tiverao boje destino-, Jo- mes deAndrade Cima, o ajor Antonia Aw-
7.e de Souza Maia branco pelo Sub-Pro- rebano I ojies onlinho Vicente Gomes de
Coito de Santo Antonio para urna averigua- Souza, Joze Gabriel Pereira de Lira ^
cao da Polica seg-undo a queixa de seo res-
pectivo Palro ; Antonio Francisco, pardo,
pelo De/.embargador Belmont portel-o en-
contrado em sua casa em brga eom um de se-
os escravos ; e Domingos Pereira. branco
pelo Commissario de Polica da b i boira ,
por desobediencia s ordens d'esta Prefei-
Inra.
el Camello Valcacer Joze da Cosa Mcdeiros
Manoel Gcalberto Frene Lbano da Sitsl
Pereira e Vasconeellos, Joze Joaquim d
Mello Joze I cutiano Pereira de Lira e Jo-
ao l a (dista a es Rancio ; que a Juizo do Tri-
bunal foi qualifieado Juiz de FactO. Imir
absolvidos por (eieni mandado eseuza 1.--'lima
os sefhinles Simio Barbosa da Silva Mb-
() Suh-Prefeito de S. Lourenco da Valla noel Corroia de V a -concellos Fran-iseo Pe-
partecipa que na noitedo dia i do con cuto reir de Abren Lourenco avaleante de Al-
fora ferido lovonienleeom um liro Antonio buquerqtie, Joaquim Velbo de Mello Fran-
uiez
desordem aofornodaCal no dia .H do mez Me as ordee do Exm Presidente da Provin-! Correia administrador, do En;enho lapaco- i,co (lo Rogo l'roximo passado, e quanto ao Guarda ca, os Presados I eslacamtntos da Guarda
Antonio i uiz que pela Salla do delalhc se Nacional das Comarcas de lora poden sel
Unba j expedida ordom para sua sol lua. pagos scoma sua asMnalur;i ; mas que os
Porlai ia Ao Conini ndantc do Depozilo j veneimentos desla Comarca que se aeho em
andando de ordem do Exm. Snr. Presidente j Olinda Poco da Panella Abogados s o
ra de que Rendeiro o Coronel Francisco
Jacinto Pereira e que al o pre/ente
tem podido saber quera lora o aullior desse
crime.i apesar das diligencias que par SSO
einpregara o mcsuo Sub-Ptofeila.
do Mello lozedfl lanos Silva Joze de A-
ruajo Nones, Jo ,io Carneiro da Silva Igna-
cio Paulino da Cunba Soulo aior Sebasti-^
o Antonio aes Barret) Vauricu Franci-
d* Lima oequiui 'adro le Alba
ILADO
f^
:-;-cr;--,
sW


wmmmm
m
O E ? P KRNAMBL'CO
Ignacio Barhozn de Vuseoncellos Mano-
toaeiode OliveiraConcia e Silva Jero-
I^Hn4#Allnir|uer ue Mtllo Munoel Fran
Timos Joze Januario Soares Eerrei
impedido Antonio da Silva Pessoa
i Prattefoo Cadena. Bandeira -de Vel-
noel ^izerra do Valle oao Marqu
lonea Urbano Bizcrra do Valle ; n
i ser rilados Antonio \'cenle de liar
el Thoniaz e Oliveira Mannel
iirisco orreia e Manoel < ahral de Riel
F, para que clie;uc a noticia a lodos man*
issar o presente quesera publicado neV
rio. Dada e passada nesta Villa e Ca-
de Nazareth de Pernambuco sob niawai-
sello o alba sem sello ex can/a os A"ostode H i), i' en Juuiosede rsouza
'ngel. 1- rivao suhsnevi.
"baquim lligino da Molla Silveira.
O O.lien a di Derima e niais Impostos) do
_, Municipio d\ (linda manda lazer p-ihl'uo a
Vadosos nroprietarios do dito Municipio, que
e*m cumpVimcnW. da ordem do lllm. lnspe-
rtor da Thezourari das Rendas Provinciacs
ognhada da nova desi;narao e demrca-
los limites marcados pelo Exm. Presiden-
da Provincia paisa de hora em diante a
jar o lancaniento da ecima dos Predios Ur-
Knos nao s-') das propriedade* que esliverem
Uro dos limites ja marcados como das que
Lcrem dentro dos limites seguinles : con-
tiendo o arruamento o Oste em scguinen-
10 da ra do \rroinhado al a propriedade de
[Joo Antonio de Carvaltio Siqueira conti-
nuando o meviio rumo compreende as estra-
ilis'do Salgadinho liellcm Hosarinbo ,
LCruz d'Almas d; Padres at o sitio dos her-
rtlcirosd ) Coronel culo 'o lo lado do Sul at a Margeni do RioAgoa l'lia;
lando pela mesma estrada entra por a do
jal lado do .Norte c continuando este ru-
>ai al.'-as ultimas casasdo Monleiro aop
rda caixast'agua e vollando pela mesma ra
1 bu eSil Sita I ido do Oeste para o Sul tendo
'inte este rumo pora casa dtt Eejgfnho
ileuo, Caldereiro < asa Forte Poco d.i
iclla Sania Anua. Cruz d'Almas das
JKcas Ponted'Leboa ate o sitio de .loze Jg-
fiiario Soares de M acedo o qual faz ngulo
do lado do Norte formando parle da Iraessa
'denomina la da Capunga a -qual dilatando se
forma una linba recia al chibar ao sitio que
doliadi e lioye do Alcnio 3oo Uaplisla
D&ual em impossobeMa o lianz'lo para a mar-
pnfl do no Capibarihe e vallando pela Ma-
ma estrada., 011 travs-1 ( Capunga ) al sair
;i estribado Vlonguinlio 1 1. e considerada esta
linJia e conlinuaco della sonicntc do lado do
ISrle e delatando-se o dito uiino pelos pontos
liuics. Propriedade do Dezemhargador
Me/a de Rendas Provinciaes 15 de Outu-
de I8J9.
O i. Eseriptiirario.
Joze Guedes Salgueiro.
foje 19 do eorrente pelas i horas da tarde
ta de fazer inipreterivclmenle leiln d'arre-
a laca o de urna venia cita no largo de Nossa
hora do Terco e dos geneos que n'ella
Slem perlciicenlcs ao fallecido subdito Por-
uez Antonio Jos Pasis da Silva. O in-
ventarise achara patente no acto do Leilao ,
e as condicoes d arremata o.
Consulado de Portugal em Pernambuco ,
aos 18 de Outubro de 8 ';)
O Cnsul.
Joaquim Uaplisla Moreira.
partk literaria.
A Agricultura e a Industria,
AUislbe g't oflndustry ; wobc'er
Exallr embeleshes and rends life.
Delighlful......
Thomson. '
Ah fortnalo nimium agrcolas!
sua si 'nona norint
\ irg. Georg.
Fallamos continuamente as riquezas de!
nosso Paiz. ecom orgul'10 engrandecemos nos-
so bello clima nossas grandes minas, e van-
gloriados com isso repelimos sem pie: que
paiz no mundo iguala ao nosso ? que outro po-
vo I abita um sollo mais lerlil ? e melhor im-
perio de riquezas ? Revoluces locaes diz o
celebre Inglez Southey (em sua Hisl. do Bra-
/.il fallando specialmente do Riu.de Janeiro)
revoluces locaes privaran) a Alexandria, e
( onstantinopla da importancia commercial,
que as respectivas siluacoes llie asseguravam ;
porein sera necessario cjue primeiro o mundo
civilisado se barlwrise antes (|ue o Brasil spe-
cialmento o Rio di} Janeiro dcixe de ser urna
das mai importantes Estancias do (ilobo
O Brasij ainda que situado na Zona Tr-
rida rene varios e os mais vitaes climas da
Zona Temperada -e nao lo exposlo aos lia- j
gelos que infeslam as mais 1 arles do mundo r a
londadee varieddedoseucliina temsidoacausa
de onicr em sen seio as melbores plantas ce-
reiies, (j uctiferas (indiginas e exticas) de lo-
do o mundo, oque conlribue larluia 10-
huadez hoapialidade e aprazivel paaaado de
todas as pessoas que transmigrado parecem a-
cbar (di/, o Soulhey) em Ierra alheia a palria
propiia e a sua coslumada dieta. Saude nao
ba mais no mundo diz o celebre Orador \ i-
eia lia fresco. Ierra a le,; re nao se ve oulra
farlura de lodo o necesario | aia a subsistenei,
I Monl.iro, entrada do Bj nl sai I cuja abundancia lana que a l.em dedar-
. _a de Joo de Barros servindo de devisa
acasa do Pudre Joariiuim 'Vaciel Monteiro .
I
c niitinuando ao mesmo lado pela estrada da
Solidade al fazer ngulo as ultimas (asas
que volta pana a estrada do rombal conciido
em linba recta al a margen) da mar c
desle ultimo poni vollando pura o Norle pela
mesma margemvm feixar a linba as ultima>
rasas do Doutor Coellio na Senzala de Santa
Theresa eomprrendendo as imediacoasdes-
ta ultima liuha toda a libado Aarac.i; Santo
Amarinho Lasaros, c lacaruna. Devendo
gt-picpiieiarios dos predios compreendidos
diptio diates Icmites poiem d'acordo-aos seos
iuquelino^H-'il >res 011 familias ; par que
tna ocaiio de v 1 laneadas e*.-as propned ides ,
P^awsenUiiem os icoibos dos alugueis e
'jBftos d'arrendamentos baverido-os J decal-
fando os nomes dos pi-oprictarios se o Sillo
Ba propriedade be pmprio forciro efinal-
nicnte quanto paga de loro annunal ; aim de
ttQe se possa fazer o laiicameiilo conforme a
gelerminace*. das leisem vigor: e para que
naoa V-, u m ignorancia inandou fazer publieo
pelo prsenle,
Outro sim faz saber a qirem lhe convier
que o praso de seis me/es, para o reccbiincn-
U> das meiaa Sisas dos ejeravoa marcado na
fei do Ornamento niunero 7 1 artigo 42 do tit
\ das l'esposi o (eraes finda-se no da
jo do frrente me/.. Colb 101 ia do Municipio
d'Onda 1 5 d* < -iilu' 10 de 1 *y.
O Escri\ao da Dcima e Imposto*.
JoaoGoucal Ligues Franca.
O Sor. Esrrivo e Administrador di 'e-
de tendal Proviaiciaei njearfa. aiinonfiar
rl me principia a ed'cclu ir
V todo o auno do-se lo fcilmente, e sem se
plantaren! que nao ha pobre que nao sea
tarto com muilo pouco I raba I ho : linalmente
nao se pode \iver seno no Brasil quem (jui-
zer viver no Paraizo Tcrrial ; ao menos en
son desse parecer e quem me nao quiser crer
venba-o experimentar. O Europeo diz o prin-
cipe Maximiliano", transportado pela primei-
ra ve/, a astas icgirs Iropicas,* em toda a par-
te encantado com as belezas da Malureza so-
bre indo com a luxuriante riqueza da vege-
tacao. Os mais vivos esfor ,os la iinmagina-
c.o diz, o Naturalista Barrow, nao podem
pintar cous Uo celestial como a prespecliva
dos odjaccnlcs territorios de ernambuco e
de S. SVbaslio, elles conlem mullas das mais
not res obras da nalureza na sua inaior (res-
rara e belleza em magnifica escalla. Si se
acciescentar a islo a variedade de frutos e de
nutras produccoes pie o terreno e o clima
'brotam e que ebegam extraordinaria per-
feieo, poue-se la/er alloma idea das rique-
zas naluraes deslas regies pivficas.
Temos copiosas minas de 011ro e prala mor-
mente deslas ultimas em abundancia em al-
gumas Provincias do JNorle se^nndo n is rela-
ta o judicioso scrijilor Babiano o Sur. Cer-
ipieira (em uas memoi las) lemo- preuo> s Ji-
amantes, ras esmealdas e todas quantas
jii\(iosi(l ules enterra aterra; nao ba paiz diz
Ua.ivre quecontenha mais preciosidades (pie
o Brasil esta feliz e amena regido encerr,
ludo qnanto ha de mais admira\e e precioso
no reino mineral e vegetal: os maiores rios
regara o nosso Imperio, nossoS bosjues 'le-
recem-nos ns melbores madeiras ; posbuinoi
vaslas bahas etc que ludo ato lem ocunhoda
Midade qn'em ha rpie oduvide ? quem ne;;a
que o Brasil em si encerra todos os elemente!
ascita o nosso paiz-, e porque podemos vir
a representar urna brilhante figura na scena
do Mundo,nos consideramos resarcidos do des-
costo quenosdeve cauzar o sensivel alrazo
em que jazemos. Assim o mancebo vigoroso
a quem as deeipaedes lanraram na indigencia
e que padece infelizmente operignso achaque
de preguica, ufano diz que me importa r nao
son ainda moco, no lenho saude? faco eu
al i'.un caso de quem aveja dinfaetro? n5o o
nosso cu lambem ganbar i1 Ecom tal lgica,
o moco em quanto reconhece e louva a sin 1-
dade e robustez, emhora duras priva-oes
o ro leiem de ludo allecta zombafia, e apathi-
co deixa,militas vezes emdevacides fugir-lhe
o precioso tempo que nao sabe voltar ; t ou
miseravelmente acaba ou sempre representa
bem triste figura Moco indiscreto aprovei-
lai vossa moeidade e forras que nao tar-
dar a mirra la velhice eiten ler a mo e ba-
ler-vo ; porta ; quando ella vos ron bar csse
vigor ou quando mesmo enexperada mo-
lestia vos acoinmetter conbecereis mas tarde
o vosso fatal pensar A grandesa dos poyos
nao consiste s em possuirem rom nos am-
pios recursos; caas tao jabadas minas sen-
do muito nada sio. se nao buscarmos no com-
mercio ; na Agricultura, e na Industria a
verdadeira riqueza, que tem dado nome In-
glaterra, ; rranca e a Unio Americana,
Ouve alguma Naco que passuisse mais ou-
ro que a llespanha no tenido dos l'elippes ,.
nneviram reunidasdebaixo deseusceptro to-
das as conquistas da Asia e posseasowi da A-
merica PReina por venturaao|)olencia na lles-
panha ? nao.. A falsa poltica de seu governo
sepultou-a na indigencia.
Em quanto com mo prodi ;a os Hespanhes
cspalhavam as riquezas, os prudentes cilran-
irosas Fecolhiam a peso deouro corapra-
vam aquelles asprimeiras necess la les da vi-
da e estes o rerebiam em troco de suas mer-
caduras O ouro acabou-se e aajprerisSs
velvaram ; mas nao se acahou a Industria
nosslrangeiros; e a industria sempre rica,
segundo diz o Poeta Inglez a fonle das arles
anteveis e de todas as delicias da vida, lia s
eleva ecivilisa o genero humano.
O mesmoexemplo fatal vemos em Portu-
gal, vemos entre nos e as ex colonias llei-
panbolas como eslas nos damos o nesso ouro
pelo chapeo calcado e fazendas que vesti-
mos por ludo o mais com que nos supre a
Europa e per fim nascendo entie nos o o-
10 mesquinhamente avernos e deludo preci-
zanios ? 1 onde vem tanto mal ? da nossa aca-
nhada industria da falta de commercio nosso
Nao possuiram minas os Ingle/es e pelo
>o\\ commercio e industria poderam lor-
nar-se o mais rico povo do mundo.
A prosperidade da Inglaterra di'ia
o celebre' Pitt deriva da sua industria e e-
nergia pelo modo de extender toda a specie
de manufacluras abreviando o trabalho com
ineonedes e sppetlaraS de maquinas antes des-
conhecidas ; e pelo sen alto grao de edito ,
Ibed [ireeniincncia mercantil pela duplicada
operaclo de facilitare extender as Iranzaoces
dos commerciantes no mercado nacional, e de
a Iquirir proiioreional superioridade nos mer-
cados eslrangeiros.
Accresce o spirito de emjuesa dos nrssos
(onimeiriantes em explorar incgnitos pai/cs
e extender a nossa Navega ao e Pescaras
Diz. Snior que as invences de alguns bomens
alilados fizerao da Inglaterra a naci manu-
faetureira por excelencia. Bem pobre era a
Hollanda e todava por seu commercio se en-
grandeceu : nao habitan os Americanos do
Norte um paiz de preciosidades e no em tan-
to sao verdadeilamente ricos E o rico Hrazl
|>ohre o rico Brazil o que lem i papel c
mais papel, e cobre vil !! Onde esl o nosso
oiror o eslrangeiroo leva : onde eslau nossas
preciosidades ? forao com o estrangeiro. E
donde procede tanto mal se nao da nossa a-
poucada ou nenhuma industria e da lalta
de commercio nosso ? Logo voltaremos ao as-
suniplo.
O Olindcnse A.
I
, l'ruvineiae, awbel de a> l.nnarein a primeira ou urna das
le modas, ul.in.is piiuieiras Narocs do (ilobe? todava oque
serraras, rasas dexambios i e n"Jo Pril/ ornas nos ? um gigante pigmeo'
o das marcados parase concluir seme
ote nrieeadace proceder eveculivamente
ea ti* os omissos.
Com lisongeiras ideas de nossa gradea na-
tural nos drizamos possuir do pesado somuo
da indolencia nos deleitamos com a iaveja que
Papirio responde a seu Amigo Sempronio do
Eiario de Pernambuco N. aai,
t
Se a boa Lgica sempre convencesse e a
sublime elocuencia perauadisso sempre de
certo nada liria a oppor s rases que me
appiesentas em la correspondencia de o do
corrente ; mas como nem sempre os Ciceros
-persuad m pois se tal iiconlecesse Milo
nao iria con.er os fail os de Marsclha nao
jMisso furtnr-niC 1 0 IrabalhO de responder-le.
Principio por pedir-le que te rcordes de
que cni loda a minlia caria inserta no Dia-
rio.de Pernambuco N. i5 nem fia s pro-
posico se le da qual se possa concluir que
eu considero a lodos os Padres ', ignorantes
e immoraes anles sempre fado a dislincao en-
tre os honi, e os mos dizendo mesmo que!
de segoirmos a os bous ou aos mos sempr'j
nos veio o bem 011 o mal e de certo mere- ,,
eeria o epteto de louco ou ao menos o" de
philosopbante ) se nao confessasse publicamen-
te a sabedoria e virtudes de muilos Padres t
entre osquaes tem logar mu distinelo o que
me deseja todo o bem em J. C. Islo dito ,
conlinuemos.
Depoisde me pedires no primeiro pargra-
fo a alten o, que de necessidade preslar-te-ia
pela (orea de tua eloquencia passas, no se-
gundo a provar une nenhum daino po-1
derla provir. sociedade de fscreverem i>erio-J
dicos no sentido Religioso aq ue i es lacerdotei,
que por suas cnlermidadrs chionicas ou por
defieenca de talentos oratorios lenhao-se
|ior ine|)tos para o alto ministerio da prefacio
Evanglica.
Esli a cite respailo os nosios animoi con-
cordel e lano que na miulia supra-cilaila
carta, assim me exnriiuo Hoje que laa-
lo se falla em sociedades religiosas que algi-
as gazelas apparecem com o fim de persuadir a
religUo e a moral veje ludo no mesmo ci-
tado ; a creio ue tudo valar muito pouco
ou nada sem a reforma nos sacerdotes e mais
abaivo Tudo quanto se affislar dealaroni-
tituico divina segundo o meo fraco peinar,
penco proveitoso vira a ser. ,, A tolas ai lu-
zes se cenboce querer eu disor que lemdj
exemjdo de pouco alor ou de pouco pnfl
veito serveriio essas sociedades e eises peril
dicoi ; ainda mais se conliece que o peri-
dicos deque trato, si i as giurdai vanea-
das daquellas sociedades religiosas e por
COnaquenOia nao milita com esles a raio da
enfermidade chroniea dos Sacerdotes, nem
menos a deficiencia da talentos Oratorios.
Se se pozesse em effeito tal sociedade al-
guns bomens que sempre receiao-se das 110-
vidades Ibrmano outra tmoppusigao, e
assim falseariio as esperan as dos auctoreida
primeira sociedade ; por que pela oppoii-
caodas oppinies um nartido quereria logo
debelar a o oulro partido e ealao viriamus
nascerem abroljios em vez de flores. Se eu nao
fallasse com quem me pode instruir lar-
te-ia um resumo dos mos e 'eilos que lem
produzido no mundo chatolico essas dispulai
riligiosas; e. sea memoria me fiel,o onsilio
de ansehel foi reunido para impedir as dis-
putas sobre a religio entre os (.alliocos.
A penas bomens bem in encionados se lem-
brarao das assossiaroes religiosas, de.|iie Iralu,
papa vos apparecero logo como me afWrmi-
ro que se tem proposlo a recrular gente.
J sabes meu caro Sempronio, que um pax
vohis,, desles vae procurar gente de sua laia ;
que pode achal-a s carradas igual que
arredila na agoa milagrosa, que appareceo
em Olinda e se no mcio desta multido ap-
parecera mo experla, que pretenda dar di-
Iferente direceo a o negocio applicando esa
(orea bruta mas, por islo mesme M
pezada edestruidora contra a nossa Hpo-
litica que trabalho no lera oillustre Kedac-
|.r do Carapuceiro para desfazer e prostar
por tena novas e perigosas artimanbas ?
Por tanto meu caro Sempronio anda
existe intacta a miaba proposi o Essas gaze-
las religiosas pouco 011 nada de prove.to podem
causar religio e moral por que tu ,
appresentando-me a nomenclatu a dos auclo-
res clrigos que escrcero ga/.elas no sen-
tido religioso me nao tens provado que de
taes escrinlos lenba emanado ulilidade reli-
gio e;t moral publica nica niela a que
dirigir-se devem lodosos trabalbos dos ver-
dadeiros palriolas
No Primeiro serillo da Igreja quando 0^
ivrannos linho erguidos sobre o coopto*
cbrislaos os buidos allnges nao tinhao os
Apostlos necessidade dos arteficios da eto-
qiienria nem dos raciocinios sublis da nl.i-
losophia. Elles nao ero diz o Abbadcric
Condillac. nem rbcloricos nem pb.losopho.
ero piadosos simples e corajosos
Ao leu lerccro.pragrafo nada lenho a op-
por pois, na-o tendo eu dito fia so patov
acerca dos Sacerdotes que escrevem ora*
profanas, elle s blico mais fia prova dos teus grandes con-
cimentos em lillcralura. .
Todo o restante de tua correspondencia lir-
ma-seem provar-me que a .mmoral.da.'
do Clero no l'razil provem da corrupto do
seculo e do pouco apreco que o mesmo <
vemo faz a essa profisso dispojando-o d
'cus foros ISo vou de accordo cem ligo.
^od^lVdo, ue teja necessario um mil3-
Pre como dizes para que o sacerdote no
Beso da enrrupeo do >eculo deue de se
inficionado fela philosophia salanua ; masco-
mo no Sacerdocio eu nao posso consnJcrar -1
o-
ios

MI ITII


DIARIO
D E
p ir ir\\ a m buco
|oum milagro"continuo que muito admi-
remos mais este ? Certamente acrealura ,
je ueste mundo representa o mesmo Christo,
nenina de seus olhos ; to poderosa, que
I i ;a lo ou desligado l no eo o que elle
a" ou desliga sobre a trra; que rom a
ti pa avra faz descer sobre o aliar o mesmo
un ; <|ue muito que pela sanlidade de
que poza, visse-se isenta da immoralidade do
seculo ; igual ao immovel rochedo que zom-
|ia das loucas vagas do mar ; ou similhanle a
i o amianto que o voraz fogo nao pode reduzir ;i
Hazas ? E'por esta rnusa, que o Sacerdote
chamado a luz do inundo. Espessas nuveus
odem sim encubrir por instantes os raios do
' m B-.I
que
> fa
lo nnrtanri nl.Anrjpr a %Xl'
naliiii'/i
11 nos serulos em que a immaralidade ti-
iba subido mais alto do que hoje entre mis ,
. ue a Igreja militante se gloriara de ser tri-
unfante pelo sol'rimento quase inerivel, de
ieus martrres. Cucamos ao Cardial de \ ilry,
quatido pinta a corrupcio de Pars no gover-
no deS. I.uiz : ,, Eolia a corrupcio do Cle-
ro diz este liisloriador exceda do povo.
Os F.ccleiiailicos por seus exemplo. perni-
ciosos corrompiio um grande numero de
cstranfieiros, que para ali affluiao, estra-
pao a poptilaco e arrastavo-na a um
abismo de males. ,, 1 meu Caro Smpro-
lio, como este A libade eslava asiim como
cu convencido de que do bom ou do m;o
exemplo dos Sacerdotes nos provm o mal ,
ou o bem.
* O rcgis ad cxemplum tolus componitur
orbis rom ue queres pro va r que a corrup-
cio do Clero provem da falta que tem com-
mettido o* Poderes oliticos do Estado em nao
nuererem sinceramente a reforma dos coslu-
mes e em nao se convenceren! da necessidade
noticia de se liaver feilo a conferencia. I don. Vy Lord. Et tive a particular salisfaJ
As novas da nossa frente nao sao importan- cao de ler o discurso que V. Ex. pronuncia
tes, porque temos tido alguns desertores do na Cmara dos Lords acerca dos nejpnos di
' ampo Carlista os quaes atirmao que a mor | Hespanba mru corarlo mo'-eu-se prolunda-
parte dos batallies Biscavenses deixara o ex- mente observando o interessc. que V. Ex. toma
crcito i artista as ordens de) Maroto vollara pelo nosso magnnimo, mas desdi toso pan
para suas casas deixando as suas armas, e que a tanto lempo lula para assugurar as sua
fardamentos no camp Carlista. j inslituices liheraes e consolidar o ll.rono da
De Andoain sonbemos que oilo pecas de ar- sua legitima Soberana. A maneira maj'istra
tilbaria tintura sido retiradas d aquella pra a com que V. Exc analisou e anniquillou a
e Irasidas a liuma posi.io sobre Villareal de erroi da nossa sita o poltica a lavoraveF
Gi.ipuscoa e Zumarra",a, I iz-se tambem honrosa ideia q' V Es forma do carcter lie
r i i. ____ '-...1.-1 __.!- _____..... !>...,l..,..I,.,,!.
r >iiifius,f'nii niitiia vOllsOv ICntv?S lMx,w rjAL, nwr1
de servir contra a guarda avancada do exercilo aos seus soccorros com o filo de mais rapida-
de Espartero, mente a.segurar-nos o triuaapbo da nobre
Todas'as nossas canboneiras ; {8 horas que causa que defendemos sao lo sublimes actos
esto fora do porto cruzando os porlos Car- de generosidade que eternisaro a memoria
listas de'Bermeo, c Molricu os quaes se es- de V Ex. e a gratidio do povo ncsta malfada-
pera cada momento que serio abandonados da Ierra e as pajinas da Historia ; estn sio
pela fac o. os senlimenlos que agora nutrem lodos os Hes-
C ilestscamento le Caplegorrias, e hum panhoes e o nico tributo digna do nobre ,
batalbo aquarlellado em llernani li/era hum generoso Clarendon quem estes aentimcn-
liendeiros do falescido Jos de Rarros Es-
ves < Escolstica de tal sobr urna caza
do Porto das ano.is do Bairro do Re
pertcncer (lila Ca/.a a (lila Irmandad
eslao judicialninic reivindicanda
Atuga-se para pasear a l'esla urna
.) p da diaria de Manocl d'.Mhuquc
M|ju*nto ao .Montefro ;'. beira do n<
ifibe logar de muilo socego |r ser
spovoado ; a fallar com o mesmo.
se u* millu-iro de lijollosde al veri ^
no porlo de qoem convier por vintr
s de louroou pinito embora seja velli
ICIO
Prrcisa-se de una caa de um ai
iriuieiro andar no Bairro do
caz
Mi
le P
tenso e su-
j geral ex-
: Ir
ni
I J
0K-
paiiiiw u .Mal (niuMii i ni iiiiimu *-- ..M^- .. (,"*"'> -v^. .. .. -j--------------
. reconheciment esta manbi sobre as aldeiat los sao consagrados.
deZurbielta, e Usurbil As guardas aran- (,)uanto a mim sinto o mais in
cadas Carlistas retirara-se ante a nossa avan- bido praserem asse;urar a V. Exc ..... -
.adasem dar hum Uro. ou mostrar a menor islencia (lestes senlimenlos ; cumprindo desle
disposi io de o lser Ellas se re. ira rao com modo a. miaba, ohrig.ce. como HespanM P ^ ,, Antonio Irn"
tudo em boa ordem e si as tropas da Rainka agradecido, e sal. sfazendo os deveres das nos-
Ibes livessem feilo fogo (o que nio accontceu) is primeiras amigareis rela;es, tenhoa hon-
...________i____..__... .______:__.!...,U .,... .... J.. ...;.,,._,, .1,, V l?v> lt>ii-nadn amipo
fi o al a C.ipelia do IVum
se compra um escravo ladin^
w. n. H, a tratar com ROM &
Wt3~ Par* oOar.i com a brevidade
Ahir a Escuna Rom Jema de Camal
\iem quizer carregar d'n ija-se a
[lim Pedro da Costa ra da Cadeia nume-
>i.n.
XJT Quem quizer comprar urna can terrea
com sotao sita na ra de Fora de Porlas
Nl)a-se a mesina ra iN. ao*.
*ZT t^uem tiver dlias esclavas de capa _
de naia alllP>r para vender fruas de um si -
diriia-se a ra
eu sui
i rasen i icuu lu,u \y u'** n*u luipiiinvu/ 'i invi i.^(j-.. .-.^-..-. ........
pponho alenlo a maneira ordenada por- ra de hssignar-me de V. Exc. affeicoado amig
que ell-is cedera o terreno que teriao resisti- etc.
do a aran .ida d
avanzada dos hristinos.
Vos deveis ler recebido a noticia omVia
do
inovimenio retrogrado de lom Diogo cao, le-
ante o exercito Carlista de Elio assUtido pe-
Urbino 17 de Agosto Duque da Victoria.
A outra carta sahir no numera seguin-
huxwww Jos enfurecidos camponezes cujas cidades e
de dar forra e medranca i Religio pode casas tinhao sido a pouco destruidas Esta
I ._______t* m~r* -1 l',..,nt.,i. ,,n i.r.rnmi'ii ii/Ium:i i'nm I u n :i 11 :i Plim u iiTinill'rnte 111(1 ISDOS1
mi bem servir-me para formar um argumen-
to ad bominem. Anda deixando de partea
historia antiga em que vemos a dignidade
ucerdotal unida ; civil ; nao querendo lem-
brar os lempos em que na Igreja Catbalicaos
Papas ario os que despunhio da sorle dos
imperios e dos reis atrevo-me a dizer-te ,
que a j.alavra regis quando se. traa da mo-
ral e da religiio, termo proprio para signifi-
car o Sacerdote de cu jo exemplo se compoe o
orbe mora1, de *>ue tratamos; e tanloquc
para reprimir a corrup^o e immoralidade
dos Sacerdotes sempre a Igreja eocontrou re-
medio e auxilio nao nos poderes politicos ,
mas nos seus concilios desde o de Neocesarca
al o de Trenlo.
Mas (agora "quero cruzar-me : la opiniao)
se para que o Sacerdocio predomine os erros
do seculo necesario um milaf.re e esle se
nao pode obrar pois elles j; nao sao necessa-
rios pan triunfo da Igreja ao menos clama ,
meu Sempronio com a tua coslumada *lo-
quencia para que os Sacerdotes j que sio
sujeitos ;s messnas enfermidadea moraes a
que mis seculares e percadores tambem so-
mos ao menos rastreando a sua e a nossa n-
dole clamem contra o peccado em geral sem
dilTerenca de classe ou jerarchia. Vale.
cisco Lima Gumares, barbero, para se 1*81
zrroajusle.
tsy Um moco porluguez que velo de^.
boa a um anuo como creado Halando de i
doente o'erweoseu prest i mo como ^nl
meiro e cozinhero ou mesmo como creado
de arranjos de caza e tambem enlende m
borla : ra do Cotovello n. 4' Ou'annnn-
LOTF.RIA DA ROAA'ISTA
Oncorremlo mui poucas pessoas a recebe- uoticia comh.na.la com a apparenie u.dispos.- rem os h.lbeles premiados, o I l.ezoureiro QDOrlxlgae. ara tomar conta da dil%T
ci do General Espartero em entrar em neg- ma,ca osd.as quartas fe.ras para o pagamento P ^.^ ^ ^^ Mmnl(t ^ JU_
ciaS&ocom os Generaes Carlistas, demonstra em casa doEscr.raoRuf.no Tose (.orre. Ue ^ ^ nmsisla cua ,,,,!,, fica por baxdA
que ambos os generaos amb.c.onao ler alguma Almeida ra da Santa t.ruz. u sobrado na mesma h; urna porcao de
cousa grande sobre que fallem ao minislro a[
-------tl--------------- ^ ------. .__
abertura das Corles -Taires q eu esleja enga-
ado jiorque nio s i quaes os pedidos fritos
EOTFRIA 7(77l VR A MENT. d de emWra verm,'!,,a P1*'0 ,tle ,ri
i,ui rau/ v/ '' K reicuclu nessa proprias para andairm
O Thezourero da Lotera de ff. Senbora do reisnaua pes^a |j
**.
imsuu, puique nao s iqu.es i ,-.....^ .-...,. y, ....,..,..... >..........- nprensiis (1 'ah'odo.
por Maclo, dos quaes vo. levis de estar bpm I ivramento declara ao publ.ro qu ach.n- Ul7^\. hvJ\v[t0 iseMt0 de G .
scenuTicados pelo vosso correspondente do do-se ad.antada a extraccao dos b.ll.e es tem J conduda eliastanle ronhecl
,,.ur.el general I)iz-.e que D.Carlos est de annuncar breremen.e o ,1.a do andamento ae in.mL..s ,,,,, ,UX(-,.0 ,,,. lo|j
emcamnbo nara osquarteis de Cabrera; e das rodas: mas dependendo a prox.mula- h. f ^ ou dl5 rua o.i.ial (eludo i&t(l
isso porque elle ra que tinha sido abandona- desse annuncio islo e aobre o andamento (f, 1i1 mlendo os seus se. vro*
do pelos Bascos, cujo nico objecto a-ora ha das rodas de urna ma.or eairaecao atoa aaea- i g. rua njreta D?
obterema pai com condicei honrosas. Por mos h.lbeles: roga aos amadores desle jogo T \'', i,,,,.;^'
tanto se Es-partero nao Hr,er mui prudente uto haj-ode concorrer para este fim.
J,. .....I,,.. .,,,,, .1 ..,,.-.. IniM **r cuat mr\Q \>i ___w_^-
do poder que agora tem em suas mos os
Hascos podem-se revoltar noramenle nio
prol das preleiicoes de D. Carlos masera de-
paaM
TIIEATROPAIinCCEAR.
Domingo *o o Empresario Para represenrar **!
t^> Aln^a-se um cilio para se
eeta com ascommodidades se'uiuies
da eral envidra a da |;astanl

o.,
e ( le-
i lerraco. na frente, cosrrTa foi.
feza loque elles ulg. ser seus justo, di re. tos. nara a Illnstre Soceda.le ale a-Uonof ,.,;)(H ,,..,.,,,
aqnadrupla Alli.nca tem ingerencia s- l loresl.n ou o ( aat.RO da Pm,oienc,, h.,m ^ P ^ {n^ ^.^ flow-
mente (si me nio engao) aa questao da snc- gracioso ueto a nespannola e a larsa
cesso. Todo o mundo sabe quanto a Rainha Manuel Vendes,
de llespanha deve pela seguranea do seu thro-_____________________

no ao presente (ioverno de Inglalerra : porem
ser-lbe-ha licito interrir as pretenroM dos
Rseos e do Gorerno da Hespanna ? He cerlo
que o momento em que a questio da successio
he o alvo o nosso dreito de ingerir-nos en-
AvKOS Iv s'KO-i.
algumas verduras wicimba e ta.i'iuc pura
KU'ar as planta* e gasto da rasa perto dol
pouco distante desta pra a e em luga
publico por ser a tasa ; luir da estrada ef
com oulras muilas casas visinbas ; quem I
__________^_____^^r <-l^S v*'" ------------ ^ I
_~ pertender drrija-se a rua de S Rila non D.
tT OComm.ndnntedaCompanhiadeO- 8. lado_ do natrente ^ J
,re osCaslilbanos, eo.hab.an,es,la;P-prr.rios.u^
rindas he mu su eilo controrers.as, e a to?r<*WfWi&m^l*** primeiras letras. Grammalira Porluguc/a '
llespanha, em sua actual po.icao he in apaz ...no. de id.de, e que pe. m. ao del r m ,. i|sU.,.;,.,. ,,,,, mm J rv]i
deconqui^'opaizsemosoccnrro queagora se a. artes mecn.es ^^"kSTiZ e n-hcac, por prero commodo ; a pessoa
a Franca, e principalmente a Inglaterra Ihe da d.t. Companb ***{*^n^. JSC^ruSiiar para a boa li.cY,.-..de
pres.ao. F,s .artero tem sido feliz eterna- ra^erem contra. ,a( b. e nesj.. > Ihes^e- ^lm^ "ja-* Varna casa. ,,ue .-
calmdo mu.as cousas a fim de salvar sua patria rao patente, as vaatagens que Ibes o erec, o JJJ^ ^ J ^^ issim fm(1 |t,u,lll(
do dominio de hum fantico absoluto e rar.l- Gorerno. Aranioe Apuiar na mesma ea*a prerisa-se de urna an .,
K,do pelos adres, Em suas mi. esta agora Jos l euro de |ra JR"^ lo|o Q K,,, ico ,^,0 de p0ura linaria, cu(o sor
aurmentar o renome que tem sabido grangear ,__ i i ,,..-. ra
poflium prudente curso de politica. que Ihe tST A^^^JS^^ "\s (onsta-idoao baixo assinado .piM
segure a idenlificaco das provincias, como do fazendas na rua em eompanb a (I, pe oa s^r 0annl.a da Provincia do I io
reseda Hespanba Elle poe agora conser- ^nuS^^^^^t\ a var todas as pra as d'armasnas promicasren- o que m ot.w d...ja-se a rua Salvado. Gomes de
Noticias rstrairgeiraa
Sao Sebasliao 3o de Agosto.
(Do nosso Correspondente)
Aminhacaria de hontem vos ler;'. inlelli-
genr.iado do que somenle tinbamos ourido dos
momos Carlistas : que urna entrevista lnba
tdo lugar entre Espartero e Maroto junto
a Durango cujo resultado nio foi satisfatono
Murlo. Desde ento temos recebido carias
de ilbao, affirmando que Espartero fez urna
proclamacoassuas tropas, ani.unciando-lhes,
< jue a negociaco com a fac o tendo-sc mal-
logrado era for eso de novo recorrer forca
das armas Era torrente em I1 ilbao que l's-
partero tinha ordenado as suas tropas que a-
vancassem sobre Aspeilia, ponto de concentra-
cao do exercilo arl.sta e o actual quartel
de Maroto. Si assim he com toda a raso
suppuz, que Esparlero se aproveilaria das
suas vantagens acluaes e cciipara taitas
importante* posiges deGuipuscoa quantas Ihe
podessem proporcionar poupanea delropas pa-
ra a i'uarnico. He all geral a impressio de
que na confereuca feita entre Maroto e Es- uU.onas cdeiecadas ao t.onde de j* ^ ,^' ^ V tTvere. J sua firma de -
parlero, esle, que clava algum tan.oadoen- huma pelo Duque da V .clor.a e outra pel...J t r, .1.^ue^ dc ^ ^ j
iado, recua. peremp.oriamente acceder i Pal, iota 1 cr ..ha de ^adr.d am;|ias es, a^ >.t | J|i(fa| ^ le J|lf.il0.
algumas das condlcoes Jroposlas por Maroto i pelo Senhor lozaga Alem ,lala, o Cormo
pe'oqueoinculpaomu.o; porquan.o dizem d es.a larde levara a S Ex. algumas duz, ,
uedesle modo elle eompellirTo. cheles Car-j nao me, de carias e del,calonas que lbe
Islas a abandonar toda e qualquer esperanca sao l.r.g.das de vanas parles da Heajmaha,
que elle podesseter tido de obter condi.-es pa- em vir.ude ,1o discurso sol.re -negnos a
I '. .........i. IT.. t;v. une esnanh. me o mesara Conde prolcno na
lora mandada, |-i
pra as d armas as provincias ren- < m*""-' *.......r pa saiva(|or Gomes de Mello, huma al
didas, sem a perda de hum s homem. Elle do Recite K. o. ramenl0 |nja ,le com oulros papis de Importancia, roga
podeamanh ou ..odia seguin.e perseguir o ,^^3 i em para vender facas de pesV.a que o> trove que por obrequk.; Prelendente at o sen rel.ro de Cabrera e an- ^L^lLJ.'lL^ dila.de oco fi- more a entrega d elles po-l.-mlo os levaran v
niiinilliir aquella pandillia de salleai
proclamando ao. I'ascos condices taes .
os nao prive dos seus previlegios condices unas, tan- ^Vrern mais n > andar : em qualquer de*ns jMtrl
laes. que riles poma mrcil.r sem deshonra.; de e oulras mu.tas cousaa por prejb mais ^ deapma que liimui :
Ku eZ qne esfera o comporlamenlo de R.- ^;* ^ aXaie.-Snio lZ iuX I
t. que esla para eslabele- tT l.onsianno -m >^ Ouem anitef comprar um corre*
ctX^^ cnLomcsOido', e^r preeoc.
^eum^' ;ip.l, eformnla Rap q,,e nao rao din,.-se a esla ypografi^e.br,,.
de sua fabrica aviza ao Respeilavel Publico,
e particularmente a seus freguezes que nao
troca, nm reconhece por seus os botes.
partero e que a paz que esla pa
rer-se agora nao sera novamente interrompi-
MADRID i de Agosto.
Do nosso Correspondente.
Remrtto-vo.a traduccio dc duas cartas gra-
dei eradas ao Conde de CUrendon,
ra o exercito ;is suas ordens. Fu digo (pie
tal he a impressio all por que a nao ser dos
memos Carlistas de ningucm mais ti vemos
llespanha, que o mesma Conde prolno na
Cmara dos I ords. -
O Puque da Vicleria ao Conde de Claren-
UIUIII.IIIM,,,-.----------------------- -
Igualmente adverlem aos Coiilrartadoresque
as Leis ha remedio contra esle modo de pre-
ludicar a propriedade alheia.
J Meuron & C.-
tsr A Irmandade dc S. Benedicto erecta no
Convento de S. Francisco aviza ai Respeilavel
Convento de S. 1 ranc.sco av.za ao i p.u.<. """" '_,*,'
Publico, que nofaca negocio algi.m com W |W 4 1 J \
\_T Prcrisa-se de una muliicr ,'oira ,
se qurira enearrr;.ir do servico de urna caj
,1,. homem solleiro ; fora da piara; Oiicme
tiver neslas circunstancias annunrie ou..
rii.i-se ladeira da Miztricordia casa I). 5
Olinda.
i -
I iii io de S.tnto Antonio, nao excedendo o s
ilii'iier a oilo mil reis por niez \ quem a lieel
queira .anunciar a sua morada por este Diaric
%3T Precisa-se de hum Pougucx q"
eninida deortalice para hum artio aerto
a. .,
- Pre. -a-se alup.ar urna casa terrea,'
i de S.Tnto Antonio, nao excedendo o
flLADO


\3T Quem quiser dar tim a rfois conlosib]
" a uiosdc um c meio por cenlo com se-
praiit'u tm um sitio perlo desta praca an-
ijnu'.e.
& Precisa -se de cem a cenlo c cnrod
ris a premio; quem quiser dar aniitW
I', lo Jttizo do Cvel da ti 'retira vara i
arrematar duas casas terrea* em 00
T) 1 A Fi 1.0 T
HMMUr : '"
bS" O Jui/ da Trmandadc de N. S. doTer-
ftvisa a os limaos da niesma Irmandadc
|e no da do corrente as horas da ma-
lla lia rcunio da mesa (eral para elieic,,
V R RNAM R t: C O
enzinha o diario de urna casa lava de sabao ,
c da-se a contento ao comprador ; na ra l.i-
reita l>. o lado do Livramenlo
e^ Rap prncezn da Balda de muito
da nova misa que ha de reger o anno de superior quali(]ade, a proco de mil rs. a libra-,
na na da Cruz do Recit n.i e na praca
na ra da (iloiia do Bairr
e o, nos*das t *, a/J, e 3
irada ll|
o ao cor
rente.
J'-t
ul.i
No dia if) do corrente pelo Jttizo
1 da segu da .ara tm hasta pubc
morada de casa terrea sita na Bi
&ejovcllo D *, bem canslruiujj
la J*e en; tos prOptios.
;#Sr U 1" F. T.queiralera)! _
i do iva lo: a cL'pollas casa I). Ja pajal
n'iffde i";,n<>, do conliario ser o sej
Bublie.
k"7 Pi\( i-: saber das moradas dos Si"|
JoaoPereira da Silva Guimaraes Franci
Alvesdu Ovt'ua !uj Ronio de Moni'
Francisco X c icr Va/, la Silva Antanio^ fo-
Xeixeira Aires, l auoii Nclto 1'crrcMjJ
le Cipriano Fenera Babeo c AuRH
ancieo da Costa Braga por, isso qui-
fi-ao'.iiiiin-'. i..r pata negoi i id a us alen
l'urlaio na noile do dia j; do cor-
Ente do silio do Corno da cal junio a Cida-
H de Olinda bum cavallo ruco dinas
nscommuilos cabellos pidos, tero um
:oSiinlio no tspinhaco de urna bechiga e
Poulio cato...- mao esquet da da parte de fo-
ja ignora-seo itrio por Icr" enejado na mes-
Lira afeite do serlao quein delie souber diti-
fta-se a ra das Cruzcs l). i' no segtfnao an
[dw, (iue recbela 10,000 de gralificaco ,
o.
C7" Joo Francisco Sanios de Siqucira .
dono de una escrava circula de nome Felicia.
ltea dos dias desapareceo e conslando-1!:
e a mcsina anda procurando Sr. ousenhora,
mo esteja desposto a fa/er-lhc o goslo .
iss roga a todas as pessoas a quem ella
iba de procurar de agarraren-* c aeer
0 favor de annuneiar por esta folha ou di-
a casa do nnnunciante .
ngir-se a ra ve ha
'rada era
l*e
no
que iiie agr
X~j" O Consclhode Adminislrarao da cai-
y de forragens doscavallqs da Compaiihia de
avallara do Coi podo, Polica, precisa con-
alar o fornec'uncnlo de mel para os mcsnio :
pessoas a quem eonvicr dito contracto eon-
paregao na Secretaria do Corno no dia ai do
concille pelas >1 horas da manha. Vanorl
Camello Pessoa Secrelario
:. A CommissSo Adminislratt*a i]:\ So-
1 idc llaruieieo.Thc.iIral convida aos so-
cios da mcsiiia a rcunio no dia >o fio correle
ietas o horas do dia jia casa n. < defronlc
da Independencia loja n. e ?.
l-'scravos de amhos os sexos, pequeos,
p ,laudes c urna prela com muito bom leile,
e sem cria ; na ra do Ho/ario I). "
l_- CaixVs com pe les de Be/erro franee/.
- ditos com ditas com rarneiras de cores titilo
de superior qualidade enejadorecentemen-
le e mesmo as du/.ias ; no armazem de A F.
dos Sanios Braca na da moeda n i \ >.
t" fuas vendas em urna so casa por hai-
xo do sobrado >. ) uma com a frente para
ra do fagundes, c a outr i para a ra da praia
a vista do comprador se l'ar ver as vantagem
a tratar na mesma.
557- Uma aparelhode cadernais e cabos d
linho como novo porque si) servio 8 dias, mui-<
lo capaz de suspender sacadas e pesos grandes
a tratar com o mestre Ierreiro i onainaoa la-
bello da Luz na Boa vista onde fot serrara de
vapor.
IST Excellentes ca/.emiras singellas e do-
bradas panoos linos de todasas cores, pan-
no de linho adamascados para toalhas c j'iiar- i
dan ipos por mdico proco ; na rita do eres-
C*r l'meseravo moco cabra, bom bol i- po loa de Anlonio da Cunha Stares Guiua
liro. ou para outro qualquer serv o; na roes I), rt.
$ST Um ptimo cavallo prelo em boa
para outro qualq
rita da sen/alia velha n 06 ou na ra da
Crin venda de Joao Evangelista da Cosa e
, Silva.
tST Tima-escrava crila comas ahelida-
des 8cgurre ptima cozinbeira e boa engo-
madeira lava de sabio, e propina |>ara
criar-uma cran a por estar parida de trez fi' dos Orlaos.
semanas sem cria, a vista do comprador se I t-T CMiado em pecasde 6 covados e meio ;
dir: o motivo de se vender no palio do na ra da moeda I). 4 -
carnes, muito manso, c sem achaques ; na
ra do Bangel l. 4i
irj- Um cavallo alasao em boas carnes e
de bonita figura carregador baixo e com
principio de esquipado ; em Olinda no colle-
Carnio 1) 7.
8-3 Um escravo bom canoeiro c ptimo
Siy Uma porcao de ornamento | ara missa
branco com sebaste encarnado e 10x0 cora
para se reuni-
do corrente pas <>
! uas da tnica fim de se proceder elleicao
teni na segunda hura n
da novCommisso Administrativa, na sala
de sitas sesscs.
xrr A Comraissao Adminislraliva da So-
ciedade Pastoril ,*convida aos Socios jiara se
htc a flanea nao se proceder contra quem | l, reunirem na casa de suas sessr.es ho;c () do

Ka ra do Hatigel 110 segundo andar
Jubrado^ueficadcfrontedos iveiso re-
_i'tl,metilos e toma estada del'ronle da gua-
faila da gualda da mesma Repailjjao se eu-
ama toda qualidade de roupa lano liga ,
^ im pn :,' com lodo asstio e promili-
F; dhri cono lanibem se cose toda quali-
. ale tiu sino de allaialc lu-
K.,., uiis burato de que em oura qual-
fcuiil 'i ,
S.v- t\ ; cssoa que qutr fallar com Anli ai >
Ta/'l'.antio diii^a-sea ra do Rangcl U. |
. jjue se ilir.
t O abaixo assignado cncarregado pelo (
K-ifamigp Joao da Cuulia luis, por este se
1(; I. le enfermo, de salislazer ln-
as "'dfCid's <\o mesmo seo amigo, ayisa
orlauto a > tredores do dilo Reis queirao
,cnlat suas tolas legalisadas 11a loja
,. ruado Queimado l>. que
us ao pagas Autotiio -1 ; l'ernan-
KJ. I',-, .sede alagar para passar a Ics-
i i... i tin Olinda, que Unha lianho
JfcnHo docasii ou o u.a'is pclodelle pos^-.el.
Kr*friisdu-se casa de sobrado 5 quem Uvcr
ununtir
l_j-Joao Joaquim Uabcllo com renda no
udaKnt,' ta avis ao Sur. Arrematante
K,|u ; 1 o .0 por cento-das agoas anlentes
: ruJi(,ao Urasilcira que desde o da 1;
de vender este gene/o em
tuenJa, e pata constar lato prsenle au-
, junci. ,
i. tl$- Arrenda-se um pequeo, sitio ao pe
fa solidado .mi duas (asa-, de pedra e tal ;
catar na ra da cadtia do Recil'e dtironlu
tto largocasa n. s.
y () abuixo assignado Icslamenltiro de
Aada inu 1) Ro/a francisca Regadas,
/publico pelo presente que desde o dia al
Jetembro prestoujuramento, eassignou ler-
, de. su.i apresnlaco por isso sessou as
n/ies, do lestamenleiro Adules Joaquim
!%.,,' ,11, n ..nao obstante tei elle pedido
:i ,*a funde'nio prster cuntas, e para
" Lie os dexedores da mesma finada senao
itmieni a ignorancia faz o presente. Aiano-
Qat'i 1 oz Moseiro Regadas.
liver equifr freUr um bialo
ra ir ao sul couduiir maddras, dirija-K
?la Typografw quesedii quem precisa ,
niin-cie.
C" \,uem precisar de qualquer costura
Cou. bordea, lavarinlos rou-
mmadT, por preco commodo:
, J). 11 lado esquer-
ra lobecbda i-herida Igre..a..
Quem pi rde 1 uma 1 dinja-se
Liramenlo loja >}, quedando
i (i,trege.
i_j- l m slrangeko solicito desoja alu,..u
Lmquaitoou salla em qualquer casa qne
1 ituba visla p ra o mar, Sjuando mesmo se^
[tmsolOH 1.1: .ule qucui quise Ualai este
...unce.
a lomarconla de uma cata; um mole- com o respectivo saenslo no mesmo se fai
que'de idadede o anuos ptimo para ser- zem lodos os ornamenlos perleiieenles a Igreja,'
vira tima casa ; na ra de agoas verdes Ve- IST Dois esclavos de na,o de iaioa.B-
1 111); 1 i~. ns ; urna prela moca engommadeira e
' 5oo varas de panno de algodo da le- eo/inheira e he recolhida ; una dita eroou-
ra ; na praeinba do Livramenlo D. 4-
la de bonita figura laz todo o servico'sa
; .- u arrenda-se um sitio no lugar da lima casa 5 umadilade nacao engomma e
Piranga nveacao dos alta-gados com duas costnlia, todos estes escravos se do a conten-
correi'teiii-ias "t"lmVas e meia da tarde para moradas de casas de pedra e cal com co/.inha jo 5 na ra de agoas verdes I. S&
oexlraordinaria" ton, -en/ala para prelns estribara para 4 CT Uma encllente casa terrea ratificada
urna 'cavallos leudo uma das ditas casas sotao um de novo ao gosto moderno, sita na rita de
Avisos Martimos
PARA LIVERPOOL
WestnfOrlaiid precisa de
assucaf ; quem
o Brigue In|
"o a lio caxas
quisir carregar diiija-sc
lez
de
a
l y Urna negra de naci de idade de 16 proprio para todo o serv .0 ; na ra do Ran-
aiinos corintia o diario de urna casa, lava ge l quina do heco do Liceo.
de sabao engomma ao comprador se dir
ilivo ; na ra de agoas verdes sobrado de
llarrisons I alhan & llibbeil roa da allan-
dega veibt n
u-
PARA ASSU' o Brimi! Brasileii 1 S.
SI aria Boa Sor te Capilao Joe Joaqum Si-
lln andar defronte da sacrista de S Podro,
D. %-t das ~ horas da manh as nove c das
duas da larde as f
& j' Ou trocase una moleca de idade de
Escravos Futidos
B
t~j~ No dia o do p. p. fugio uma negra de
nome I/.abel alta cheia do corpo de idade
de o annos com algumas fallas de cabello
a anuos, muito ladina e ptima para to- na cabera -, levou vestido de palmas roixas ,
uini nurser carreguri ou "do o servico de urna casa, c ja com algiim tima saia de melim a/ul e panno preto oc-
11 entenda-sc com o mesmo principio de costura, por um moleque lam- cupava-se em andar vendendo lazcudas na na.
Cauito, 011'com Jos Gonsalvcs tasco, na Lem ladino ou creoule, que
' --'.....'----------:-----------.i-..a:..:~ -.,..,.. ..l .. .i i- ....... c.- .. na casa ao
as dos l'i.i/v't>
ao importa he captiva do ('apilo Leal ; quem a pegar le-
u'i (lii'adeia n I"* n* secundo andar. J tenlia a Iguns principios de omok), pois se vol- ve a casa de Joo aria Sevc ou
PJrRA L \:\i;A o 1 ri"lie Portii'-uez No- tara contarme o ajuste ; quem quiser annun- Capilao Leal em fora de Portas
to Abismo CapitaoJos da Silva livetra saheimprelervelmciilenodia > (ocurrente; %:,r Unta escrava cabra, de vG annos de lalinho com os signaes seguinles cara com-
oucm quiser carregar !iii|a-sc a FrauciaQO dado cose, cozinba lava, e engomma; prida e picada das Lechigas ps meios apa-
Jose* Concia ou a ra da Cruz 11 -1 I "o lurte do mallos ra da Moeda eni casado pagaiados testa contprida tem de idade 'i
PvBa OAN DA com escala por Beugucla. Padre Joaqum Antonio ftlanqueSi annos, de nome Faustino levou calsa de
salle com toda ibrevidade o bem conbecido l*a '^-'* l ma csi rava creoula de idade de 2" hrim riscado ja *elha e remendada no joellio ,
coziulia lava COSeclia, inda mes- camisa de algodozinho ; quem o pegar leve a
ador se ra nova casa I). >* que ser recompensa-
"a no- do de seu Irabalho.
va do Sr. Nicolu Rodrigues da Cunha na ra &y ]\o da b do corrente fugio urna negra
di ['alacio \elho. I ladina de nacao angola, de nome Atina,
CUr' Umviado; na ra I. re la venda De- de idade de i annos de bonita figura, es-
eima 19. talara oidinara corpo meio refeilo cor
w- Taboado de pinho de todas as grossu- pida olhos grandes naiizino beicosgros-
ras por pie o commodo ; no atierro da Boa sos 110 braco esquerdo uma marca de an
\isla loja de trastes. gola, pernas e ps grossos levou veslidc de
%y La fina le superior qutlidade para riscadinlio desholado e panno da cosa con-
enchimeiitu de coixao cal de caiar a tino o las no pesco o ; quem a pegar leve a ru no-
alqueire i na ra da roda indo para a mar va I). } ou *q por cima do armazem de quar-
soluado que tem lampio na quinado ultimo tinlias que ser gralifieado
sahecom toda nrendaoco bem conneciao i?a-| *-/ uuwnm wn w '"
lacho S. Jos Capilao Joaqum Jos Martins; annos cozinlia lava cose cli inda n
quem 110 mesmo tptiser carregar dirija-se ao n:o para lora da Provincia ao comprado
uiesjho Capillo m praca do Commercio, ou dir o motivo; na casa A Huido da venda
na ruada Cruz n Sj.
Le i la o
Que fazcm Crablre Heyworth & C. ,
por inlervenco do cofrelor Olivera de um
completo sorlinieulo de fazendas inglezas. ter-
.a leira 11 do corrente as o horas da manh
no seu armazem do lorie do maltas cujo le-
lao he a coulinuacaodo principiado em lO do
corrente.
11
c
P
c
a
1.
d
o
d
a
ei
v
Cl
t
Q

C o 111 p r a s
tTB> As instruc^neiw do Prcfeiin Art^l,\mn-
eiro ; na ra da senzala nova D. 3'q por to-
do preco.
\y Um braco grande de batanea com con-
cha ccomosseus competentes pisos ; quem
liver aniiuncie
Ou IriM-a-scmeio faqueiro de piala,
vasada por igual porcao de piala dando-se
.ilginn interesse e lambem nina concille de
relogro ou tranclrm e se offerece ouro em
Inca, c algum interesse ; ntsla Typogralia se
dii.
t^~ A obra de Punoyer intitulada L'ln-
dustrieel la Muale; qiiem liver anuuncie.
y No dia terca fieira 5 do corrente sedu-
ziro um moleque no lugar da ribeifa do |>ei*
Uma casa em S Amaro, na estrada de xe de nacao qui ama de nome aulo nao
beco, etambemse aluga o armazem do dito
obrada
_ ,u,iu I ui
Vendas
17- Superiores Charutos da Cachoeira ,
ltimamente ebegados em caxas de 2'm por
,ooo ; na ra do Cahug loja do Sr. I'andeira
Uma escrava de bonita figura, de ida-
de de 18 anuos, boa engommadeira, cose,
rende 5ooo |>or mez, faz-se lodo negocio a di-
nbeiro ou a praso; na ra ireila U. 3S.
tSr Arroz Branco de superior qualidade;
na quina do liceo do Peixoto.
tST slopacom toque de arvaria a if*o a
vara; na quinada pracinha do Livtamenlo
luja do Burgos.
tF~ BezerrQS de lustro para fundos de bar-
renas, c para sapalos por ser de boa quali-
dade ; na ra nova taja de Ferreira <& Braga
a-.
t^~ Uma escrava de nacao moca de boni-
ta figura faz lodo o servieo de uma casa ; na
ra do Hospicio deronte da'venda.
S27" As pecas ludas do arquivo Thealral ,
por junio, 011 a telallio e muito barato : na
1 ta do Queimado D. 1 >.
SSJ" Lina boa escrava moca cozinha o
diario de urna casa lavadeira, ehequitan-
deira; na ra do cahug loja de miudezas jun-
io do botica..
poriugcz a muida que seguio o
tamiiiho da Cidade de Olinda levou vestida
calsa de chila azol e camisa de algodo he
bem parecido de fwcens olios na llor da
rosto, meio fitllo, lieicos bem encarnados,
lem o cabello fino e um lano sollo a cabra Iba-
do, e corlado a moda com galorina os dedos
dos ps grandes abrem um tanto quando es-
t em p, lem uma cruz, na p esquerda; mar-
ca que trouxe de sua lena ; quem o descubrir
ou der noticia quem tai o sedutor lera de gra-
tilicaco .ta 000 na ra do collegio no arma-
zem de Antonio Jos (jonsalves de Azevedo.
3loviiiiento do Porto
No dia 18 noentraro ncm sabiro embarca-
coens._________
REC1FE NATYP. DE M. F, DE F.. i83q
MUT


Full Text
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