Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03918


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Full Text
Awfo de 1839. QviNTJWmkWWr /
_ Tudo gor depende de nosjnesmos; da nossa prudencia, modera. k^Juffm^^^
w>, e energa : continuemos ewmo principiamos seremos epontado* KrVi KV
com admiracHo entre as Nacoes mas cultas.
Proclamacao da Assembka Geral do Brazil.
------- IKIi i--------------------,
Subscreve-separa esta Atiba a 3ooo por quartel paCos adiantados
resta lypografia, ra das Crines 1). 3, ena Traca da Independencia
D. 37 e 38, onde se recebem coirespoudenciaslega'lisadas, earumucios:
msirindc-ge estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e viudos asig-
nados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Ciclarle da Paraliiba e Villas de sua pretcnco................ \
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem...... .".".".".".*."***[ j
Dita da Fortaleza c Villas dem.............".! 1 !!!!!!!!* (Segundas e Sextas Fciras
f Villa ce Goianna...........,............*."."..'..'.""**/
'Cidade d- Olinda...................,. **" iu__
-Til j.c k-ic- .......................lodos os das.
Villa des. AiUho ............... ,
. /-. o jo.......................Quintas eiras.
1 Jrta de aranniins e 1'ovoacno do lio ni lo.......... / j j
Diasdo Cabo, Se.ini.aem. -Rio Formozo, e Porto Calvo .* J .".*.'. fi ^ ** .^Tn
Cidade das Alagoas, e V.llade Maccid.................m[......,,,'" jd' e ai d,t0 d,t0
, VilU. de ftj'a de Flores........... .............'.'.'.".*.'.' dem tf! dito dito.
I odos os Corretos partem ao meto da.
10 DE OTUGRO. NllMERO
CAMBIOS.
OUTDBKO. g.
Londres......34 por Ifooo ced. no.ninal.
*,sboa....... 3o por 0/0 prc-nt, por metal oflcrcciil.
'anca....... 3oo reis por franco iiohi.
Rui de Janeiro ao par.
OUrTO Moedas de 6#4oo rs., Vell.as .4foo a i4/4o
" rv. j ," Novas 4foo a lfooo
p.T. '" de0 000 "-. V#mo. 6?-joo
PRATA Patacn 8rai.le.ros......., ^ ,25ao
' PaColumnarM.........fa a ,J5m
fl.tos Menanos.......... i#8oa i#5oo
Premios das Letras, por mez 1 1/8 a 1 ip por loo
Moeda de cobre 4 por kxi, de disc.
Das da Semana
7 Segunda------S. Marcos P............Sesso da The*, e Aud. do J. de D.dai. *, de m:
* *.....S ; finida Viuva.........Relaci-o.e Aud. do.l.de D. da ZZZZX.
9 QuarU--------Dionisio B........----------Audiencia do J. de da a. v. de man 1.5.
10 Quinta-------S. Francisco de Borja.......Re. tessSo da Tliex. e aud. do J. de D da 1 v
exi*.....s Firmino B. -----------------Sessao da Thez e aud. do J. de D. da 1. ara
13 Sabhado------S. Cypriano B..........Re. e aud. do J. de D. da 3. vara.
13 Domingo------O Patrocinio de S. Jos.--------
Alare cheitt para o da 10 de Outubro.
As 7 horas e 4a minutos da tarde -- As 8 horas e 6 minutos da man.;.-
RIO DE JANEIRO.
ASSEMGLEA GERAL LEGISLATIVA.
SENADO. '
Sesso efn a* de Agosto de i83<).
Presidencia do Sr. Diogo Antonio Feij.
Reunido sufficiente numero de Snrs. sena-
dores abre-se a sesso, e lida u acta da anle-
rior, 6 approvada.
Expediente.
E' remeltido commisso d'assemblcas
provinciaes um oKcio do presidente da Pana-
na do Norte remetiendo copias autenticas
dos actos da assemhlea da mesma provincia ,
promulgados no corren te anuo.
O Sur. primeiro secretario partecipa que
vae pedir ao governo dia, hora, c lugar em
cpic o regente devera recebev a depulaco do
senado cncarregada de saber o dia, hora, e
lugar para o cncerranienlo d'asssemblea {je-
ra I.
O Snr. Valasques partecipa que o Snr. se-
nador l'araiso nao comparece por incommo-
dado : fica o senado inteirado
As on/.e botas, o Snr. presidente suspende
a sessao publica, edeclara que o senado pas-
sa a deliberar em sessao secreta.
As duas horas, e vinle minutos tornan-
do-se publica da-se para ordem do dia tra-
balhos de commisses.
CMARA DOS DEPUTADOS.
que os presidentes das provincias, ui/.es dejbrode i838,
^A^SS!!XS^m^'ata ,,0SS Arl''07- Em lugar detrul^io doexerci-
tos depulados pelas provincias em que <**. < ..:.......:-
; 3. que se considere vasto na ca-
Scsso cm 79 de Agosto.
Presidencia do Snr. Henriqucs de Rezende.
As 10 horas da manli faz-se a chamada ,
e logo que se rene numero legal de Snrs. de-
pulados abre-se a sesso, le-se e approva-
se a acia da antecedente.
O Snr. primeiro secretario d; cotila do ex-
pediente lendo um oflicio do ministerio do
imperio remetiendo a copia de decreto de 19
do correntc pelo qnal se concedo a D. Dorotliea
Magdalena da Rocha Sabino, Viuva do capi-
to" lenle Luiz Sabino a pensfio annual de
aooU reis. A' commisso le pensos e orde-
nados.
Vae commisso de constituico um ofBcio
do presidente da Provincia do Para acompa-
nhando a pelicao de frei Marlinho de Sania
Hoza de Lima religioso egresso da extincta
provincia de Santo Antonio de Portugal e
ao presente recolbido no convento de Santo
Antonio da cidde do Para', que pede ser na-
turalisado cidado brasideiro.
' Le-se ejolga-se objecto de deliberaco,
e vae a imprimir o projecto da lerceira com-
misso da fa/enda que concede ao monte pi
dos servidores do eslado mais quatro loteras
annuaes por espaco de seis anuos, da mesma
maneira e modo por que llie bro concedidas
as de que Irala a resoluco de 99 de outubro
de itfrj, e voto separado dos Snrs. Souza
Martins, e Maria do Amaral acerca do a. art.
do projecto sendo de parecer que o da reso-
lu o seja substituido pelo projecto de lei nu-
mero \o do anno passado a presentado pelo
Snr. depuido Clemente I ereira o qual de-
ve fazer parte da concesso proposta na pre-
sente resoluco. ...
Le-se, e remette-se a commisso de consli-
tuico a seguinte indicaco.
Proponho que a commisso de constitucao
d um parecer sobre a conveniencia de ado-
plar-se: 1. que para ser eleitor seja neces-
ario icr arendahquida de 400U000 res, a.
servnem
mata para se proceder ;i nova eleico o lugar
de depulado, que durante otempo de sua ms-
so receber do poder executivo graca em-
prego, ou despacho de qualquer natureza,
salvo os que lbe compeltirem por direito da
antiguidade
Paco da cmara dos depulados aq de bms-
tode.8'c). J. J. de Oliveira.
Primeira parte da ordem do dia.
Entra cm discussoa seguinte resoluco :
A assemhlea geral legislativa resolve :
A rtigo nico. Fica approvada a penso de
85oU res concedida por decreto de 8 d^itt-
nho de i8i8 a l). MaraRcjaoraRodrigues
de Gouva viuva do Senador Lucio Soares
Tcixeira de Gouv'a,
Paco do senado. SdcJulhode i8'9
Diogo Antonio Feij presidente -- Jos An-
tonio Rodrigues de Can albo, primeiro secre-
tario -- Francisco de Souza Paraizo, segundo
secretario.
E sem dbale approvada, e remellida ;
commisso do redaeco.
Entra em discusso a seguiute resoluco.
A assemhlea geral legislativa resolve ;
Artigo nico, governo fica aulorisndo a
pagar a Antonio Fereira Soulo e oulros
herdeiros do fallecido Antonio Fereira Son-
to da provincia da laliia a quaulia de reis
1 qSoUono valor de (5 cavalloa que ao
dito finado fot 'o lomados para o servieo do
exercilo pacificador naquella provino con-
forme a sentenca pelo mesmo obtida em ulti-
mojulgado.
Paco da cmara dos depulados 5 de julbo de
18.^9. J. J. Pacheco S. Martins.
Iv sem debate approvada, adoplada, e re-
mellida a commisso de redaeco.
Entra em discusso o seguinte :
A commisso de pensos e ordenados e\ami-
nott o requerimento c mais documentos de ISJa-
noel Tcixeira da Silva morador na provin-
cia das Alagoas, reconbecendo os servicos
que prestara ao Brasil, deuaudo scosesiu-
dos para.voluntariamente sentar naca do que
resultou tendo sido gravemente ferido em
urna cocha ficar aleijado ; i: de parecer que
seapprovea pensfo annual de aooUooo reis
comedida pelo governo cm remuneraco do-
seos snicos, para o que oercce a seguinte re-
soluco.
A assemhlea geral legislativa resolve :
Fica approvada a pensfio de onoUeoo reis
annuaes concedida pelo governo a Manoel Tei-
(o -- diga-se cirurgioes, c capelles do ex-
ercilo,
Eem lugar das palavras de hoje em di-
ante diga-se desde ja.
Caco do senado em lyde agosto de 18^9
Diogo Antonio Feij presidente. Joo'An-
tonio Rodrigues de Carvalbo, primeiro secre-
tario. Francisco de Souza ,Paraizo, segundo
secretario. .
A emenda ao artigo 4- approvada sem de-
bate.
Sobre a emenda ao ai ligo 6. falla o Sr. An-
drada Machado, oppondo -se a ella como un..
emenda segundo diz o orador, ignominiosa.
eoffensiva dadignidade do povo brasileiro.
Declara que nao repetir agora oque dis-
se o anuo passado, e anda este ano nes-
la casa a somolliante respeilo porem nao po-
de deixar de notar sobretodo a marcha tortuo-
sa que sedeo a semelaule emenda. Nota que
o nobre ministro da guerra sobre 11111 1.-1I i5. Arsenaes, e armazens
de artigos blicos .
ib" GratificacOes, e forra-
gens aos ofheiaes empregados
17. Obras militares .
18. L'espezas diversas, ee-
ventuacs ......
33?;o53l2oo
4a;748U6oO
58-,3ooUooo
io4:i55Uor'o
Emendas da commisso ao artigo 6.
3. Commandos das armas. 1958-14^000
8. Torca de linlia .
9. Ditas fora de linha .
10. Artfices e apprendizes
menores......
la. Escola militar. .
irsenaes e armazens
*]c artigos blicos ...
ib. Gralificacdes, eforra-
gens aos olliciaes
dos.....
17. Oliras militares
Artigo additivo da commisso.
o fjovorno poJeiu' despender as quantias
ar-
em prega -
8,789: i36U;oo
3 15097 U7 00
i4;8676Uoo
a3;88oUooo
aaa:3i4Uooo
4;755U6oo
5o;JooLJooo
jecto se portara com muito pouca franqueza, necessarita com os novos commandos de
equetim Ilustredepulado desla casa natet- mas d'aquellas provincias onde o exiio~as
ccia discusso da proposla que apresentou necessidades do servieo publico, para cuja cre-
por surpreza urna semelhantc emenda mas a aco fita desde j. autorisado.
cmara fez juslica, e regeitou-a.
O Snr. Carneiro Leo. O Snr. ministro
da .tierra i. cliesrou.
Paco da cmara dos depulados 19 de julho
de 183;;. Coelho Lima e Silva M. Ama-
; ral.
O Snr. Andrida Machado. Tomara eu Tomo parle na discusso os Snrs. Veipa
que elle venha ; quero vel-o... Trinta mi- Pessoa, Coelho ministro da guerra, e Vi-
nislros da guerra como elle, nao me inetcm auna e a discusso fica addiad peladora.
modo. (Risadas.) Continua combateudo a e- O Snr. ministr relira-se com a mesma for-
menda. malidado com que entrou.
O Snr Ramiro requer que seja convi- O Snr. presidente d; para ordem do dia
dado o Snr. ministro da guerra para as- a continuaco da discusso das emendas do se-
sistr i discusso deque ora se oceupa a ca- nado ;s desta cmara ; a proposta do pover-
mara. no sobre a fixaco das (oreas de tena ; a
O Snr. Alvares machado (pela ordem) mos- primeira discusso do projecto nume-
tra que nao so leve convidar j o ministro pa- ro o3 deste anno sobre eleicSes : a re-
a assislir a urna discusso, jiara a qual nao soluco numero C5 do anno passado, que ap
linha sido convenientemente convidado: re- prova as emitas da cmara municipal daci-
quer portante que se pasee a 011 Ira parte da dado do Rio de Janeiro 5 a resolu o numero
ordem do dia. ,2o desle anno, appprovando as aposentado-
A discusso fica addiada. | rias concedidas a Joo Das Florenca e
Achando-se na sala immediata o Snr. mi- Francisco Jos Meira ; a rcsoluto numero
mstro da guerra, < recebido comas forma- 11 desle anno, que approva urna penso de
li.Iaes do estilo oceupa o competente lu- 3ooUooo reis concedida a menor Eua Vazde
gar
xeira da Silva, por decreto de aa de outubro
ii-58.
Paco da cmara dos deputados 11 de Junho
de i89. Joaquini Manoel Carneiro da Cu-
nha, M. J. Cavalcanti dcLaccrda, Gomes da
Fonceca.
Depois de algum debate approvada, adop-
tada e remedida ; commisso de redaco.
Entra em discusso o seguinte :
Emendas feitas e approvadas no senado
iroposta do governo e emendas da cmara
os deputados sobre a fixaco das forcas de tr-
ra para o anno financeiro de 1840 a 1841.
Artigo 4- Foi regeitada a emenda, que
supprimia as ultimas palavras ou que fo-
rera encarregados de commisses importas-
tes.
Artigo b*. Accrescente-se no fim e a au-
torisaco para o engajamento de estrangeiros
nos termos da lei numero 4a. de ao de selem-
Segunda parle da ordem do dia.
Discusso do Orcamenlo.
Entra em discusso a seguinte
TRO POSTA.
Parte relativa ao ministerio da guerra.
Pinho Carapeba ; a resoluco numero 78
deste anno sobre a emisso de hilhetes do
tesouro ; o parecer da commisso das assem-
Lleas provinciaes debaixo de numero Jao ; ao
mej dia, a continuaco da discusso das des-
pezas do ministerio da guerra e levanta a
Artigo 6. O ministro e secretario le estada- Besso [.olas duas horas e meia da (arde,
r\t\ /ln*i 110^0.'^* '"'* ff.i'TM niilnrsarlr : rlA
- o ** 7 ^ .~~
pender com os objectos designados nos seguin-
teS paragraos aquantia de 5,oi3j935u6a9,
a saber:
a8;7i4U8oo
Secretaria de estado .
Conseibo supremo mi-
1.
a.
litar
3. Commando d'armas .
4. Officiaes generaes.
5. Officiaes engenheiros .
6. Titos de linha. .
7. Ditosdaextincta segun-
da linha que vencem sold .
8. Forca de linha .
(j. Ditas fora de linha. .
10. Artfices e aprendi/es
menores......
11. Hospitaet regimentacs.
1 a. Escola militar. .
iJ. Arquivo militar, e of-
ficini litio;iaiea .
14. Reformados .
io;403L<354
i;);a3rjooo
38:73.01/920
3;75bUooo
39351081/200
815173U490
9,762 ;9b8U5oo
Sgi ;4a5Uaoo
n4;96oU8oo
33-,5o.>U5oo
5o;ai5U8oo
7:5(iiIJooo
5iaj3jUao.
PERNAMBUCO. .
Diversis Reparti^oens.
------------------------------------
TRIBUNAL DA RELLACA,,
SESSA DO DU 8 OE OUTUBRO.
Os Embargos de Caelano Percira Goncal-
ves da Curtha opjiostos ao Arcordo contra el-
le proferido, e a favor de JozeJoaquim Lias
dos raseres na Appellae.io Cif desiaCidade,
Escriva Chaves ; foro dispresados inan-
dando-so cumprir o Accordo embancado.
Na ;\i)|)eIacao Civcl do Juizo de Direito
desta Cidadc, Appeilaute Joo da Cruz de
Mcndonca Appellado Joaquim Fernandes
Cama Escrivo PostJuimo ; se julgot pela
confirmaco da Nntenca recorrida.
4



2
DIARIO DE P
ERNAMBU
, ge
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
- A Pauta be a mesraa do uumero i83.
MEZA DO CONSULADO.
<- A Pauta be a mesla 4o numero ai5*
CORREIO.
A Sumaca Ave Mara recebe a mala para
o Cear e Aracati no dia lo do corrente.
O Arsenal de Guerra compra mil fijlos de
alvenaria. A mesma Repartico precisa for-
necer Sapatos animalmente aos Educandos; a
3uem isto convier compareca na mesma no
ia 10 as ii horas da manha.
Nos dias i5, 16 e ib do prximo vin-
douro mez de Outubro tem de irpracaa
reedificaco da ponte do Anjo sobre o rio
Serinhaem oreada em res 6:5i8Uoao, Os
Licitantes devendo aprezentar as suas ha-
bilitacoes, e dos seus Fiadores at ao pri-
meiro dia de praca de vern nelles compare
eer ao meio dia a offerecer o seus lances na
Repartico das obras Publicas onde seacho
patentes os respectivos Orcamento Descrip-
cao e Condi^es para screm examinados em
qualquer dia til as boras do expediente. Ins-
peccao das Obras Publicas 97 de Setembro
de iSig. Moras Ancora.
PREFEITRA.
PARTE DO DIA 8 DE OUTUBRO.
lllm. e Exm. Snr.Foro prezos hontem
minha ordem e tiverao boje destino Jor-
ge Angelo Costodio Jozed'Oliveira Cura e
Joaquim de Almeida brancos Manoel Joa-
quim das Virgens Lui/. da "Costa e Sipio,
pretos, este escravo de Russell Mellors 6;
Comp. e aquellede Manoel Francisco Pon-
tes Feh'ppe e Joanna Baptista tambem
gretos aquello escravo de Francisco Xavier
astos There/a Francisca de Jezus, branca ,
Anna Thereza de Jezus, parda Maria Fran-
cisca Pessoa e Guilherme pretos, este es-
cravo de Joze da Silva, pelo Sub-Prefeito de
Santo Antonio o i.% a. 3. 5. 6. 7 ,
9., 10., 11., en. porserem indigitados
no roubo feito na cara de Francisco Xavier
Martins Bastos e o4., e 8 por brig Joa-
quim e Antonia, pretos escravos de Ber-
nardina Rodrigues de Albuquerque Joanna
Maria da C'onceica5 parda e Maria pre-
ta escrava de Jernimo de tal pelo Sub-
Prefeito da Hoa-vista ,01., a a. e a 4. por
eslarem fgidos e a 3. por ser encontrada em
saa casa a dita escrava Maria.
E' o que consta das partes hoje recebidas
nesta Secretaria.
da q.
Illm. e Exm. Snr.Vartecipo V. Exc. ,
que foro prezos hontem minba ordem e
tiverao hoje destino os individuos seguintes :
Manoel Eugenio do Patrocinio brasco pe-
le Sub-Prefeito de Santo Antonia por ser en-
contrado a meia norte, encostado a urna quina
no beco do Lobato e faser-se suspeito ; e
Francisco de Paula tambem branco e Joze
Luiz pardo pelo Sub-Prefeito da Boa-vis-
ta, este por ser seductor de escravos e aquelle
por fast?r esperas a Liyz GonaRa para o assas-
sinar 5 e que nao occorreo mais novidade.
O Prefito interino da Comarca do Limoei-
ra faz scienleas pessoas aquem convier que na
mesma Prefcitnra se acho cinco cavallos ap-
prebendidos a individuos indiciado* era crime
de furto ; assim tambem uro escravo que
diz pertencer a Antonio Correia : por tanto
quem tiver direito aaa ditos ol)'actos ven bao
justificar seu dominios porantf* authoridade
competente ; para que jxuticado este lbe jeja
dada a posse.
za
O Snr. Escrivo e Administrador da Me
de Rftnda Provinciacs aaadi > pubiioo
a fim de ebegar ao coaiecinMotodequem pos-
sa aproveilar a seguinte disposico da Lei Pro-
vincial n. 73 de lio de Abril do corrente an-
uo e do Al vara de i de Junho de 18oo.
Ari. .1 da Le Provincial.Do dia da pu-
blicado desta Lei a seis meaes improrogaveis
serao pagas as meias sizas dos Escravos que
se estiverem a dever e findo este prazo nem
a Meza de Rendas Internas Provinciacs e nem
os Conectles.poderao receber si/a que avista
do papel de venda se queira pagar 5o dias
posteriores a sua dacta,
jj j). Do Alvar cima mencionado. Na!
mesma penna de nullidade incorrer as ven- 1
das dos Kscravos ladinos que se fizerem sem
o pagamento da raeia siza e ser alem disto!
mull J- js vendedores c compradores em;
ijiiul parte .ia perdido vallor ao escravo j
ttno* melado para o denunciante se o hou- i
ver e a oulra ou toda nao o tavendo pa-
ra a Minba Real Fazenda.
O." Escripturario.
Joze Guedes Salgueiro.
Perante a Administrado dos Eslabelec-
mentos de Caridade se hade arrematar a quem
mais der as rendas do sobrado e o* lojas da ca-
za que outr'ora foi oceupado pelos expostos ;
( cujo sobrado acba-se sem inquilino ) e bem
assim s de n. na na ra do Amorim e 180
em Fora de Portas ; as pessoas que as quize-
rem arrematar poderS comparecer no Gran-
de Hospital desta Cidade no dia 13 do corren-
te mez as 4 horas da tarde com seos fiadores.
Salla das Sessoes d'Administraco dos Es-
tabelecimentos de Caridade 9 de Outnbro de
1839. J. M. da Cruz*
Escripturario.
Os Credores do fallecido subdito Portuguez
Antonio Joze Passos da Silva sao convidados
a comparecer na Chancellara d'este Consula-
do no dia 11 pelas 10 horas do dia para deli-
beraren! o que mais justo e conveniente for
sobre o espolio do mesmo fallecido.
Pernambuco 9 de Outubro de 1839.
O Cnsul.
Joaquim Baptista Moreira.
Thom Pereira Lagos Arrematante do
Imposto de 20 por cento do consumo das Ago-
as arden tes de produca Brazilcira aviza a
todos os Snrs que devem dito Imposto vo pa-
gar at odia 15 do corrente na ra das Cinco
tontas em caza do Escripturario do mesmo
Contracto Amaro Benedilo de Souza visto
que ja forao avisados por esta folha c o nao
tem feito findo o prazo o supplicante contra sua
vontade proceder na forma da Lei.
R.ecife 7 de Outubro de 183y.
Thom Pereira Lagos
Arrematante.
NOTICIAS PROVINCIAES.
Recebemos follias do Para at a de Sclem-
bro e deltas consta a tranquillidade desta
Provincia.
Do Maranho chegao-iios noticias al a
mesma dala supra. A capital acbava-se des-
assombrada do eminente perigo em que es-
tava pelo grande numero de inimigos que es
tavao.H legoas de distancia mas petas lonas ,
que tem sido enviadas para diversos pontos ,
esles tem sido acossados como vero os nossos
leiioresdo que com tempo bouvermos de
publicar.
Das que recebemos do Cear se conclue ,
que a inimisade entre a Assembla Provincial
e o Exm. Presidente tem sobido de poni co-
mo melhor se ver do que se publicar amanba.
BAHA.
Agora que ti vemos occasiao de lr os discur-
sos dos Srs. Ribeiro de Andrada e Andrada
Machado sobre as represenlacoes que fizeram
muitas pessoas respeitaveis desta Provincia em
huma das quaes se pede medidas que obstem a
continuadlo dos males que afligem o Brasil por
falta de Leys vigorosas e anlogas suas
circunstancias e oulra tendente a revogacao
da Ley de 7 de Novembro nao nos foi possivel
resistir a indignado que concebemos vista
das frazes descomedidas e pouco dignas de
serem protferidas por Legisladores e homens
encanecidos.
OuoSr. Ribeiro de Andrada ignorava
quem eram os signatarios das represenlacoes ,
ou sabia. No 1. caso be muila leviandade
o aventurar juizos sobre pess' as incerles e
que nao conbecia. No a. caso elle devia saber
que essas pessoas nao faziam profisso de tra-
ficar em escravos mas antes que muitas del-
las concorriam para a producn dos nossos
gneros com os quaes se pagam os tributos e
forma a primeira base da nossa existencia ,
quero fallar da ag iculiuia que he o princi-
pal fundamento da nossa riqueza.'-Estas pes-
soas muito prazer e satisfacao encontrariao
de poder achar bra os que cultivassem as suas
tenas para cumprirem as suas obrigaces ,
e naoverein por mingoa delles definhar-se a
sua fortuna e com ella a da Naco mas isto
be justamente o de que nao tem curado o Sr.
Ribeiro de Andrada por que na qualidade de
Palrio'a e de Ilustrado devia saber que be
esperar mais do que podem os homens o resi-
gnar-?e empobrecer e abandonar o cultivo
das suas tenas para obedecer ha Lei que
foi leita sem sumejente icl'c\ao sobre ns nos-
sa s circunstancias ; e por tanto o que ciim-
piia ao Populado Patriota era par dessa Lei
eslahelecer logo oulra ou oulras que favore-
ceatera e ronvidassem aos bracos Kuropeos
vircm rotear e cultivar os nossos campos;
facilitar-Ibes o transporte e mais que ludo fir-
mar enlre nos e em proveito nosso e dos
Colonos a seguranca da pessoa ou por outra
o estabelecimento da Lei, e de processo que
impozessem aos desordeiros, assassinos e
ladrees.Mas acaso curro esses Senhdres de
remediar taea males ? O Brasil todo que vi-
do espera va por essas Leis responder por nos.
E o Legislador que nao se' colloca no cimeiro do
edificio para d'ahi examinar quaes as fallas
que deve remediar estar authorisado paralan-
car assim indiscretamente sobre quem traba-
Iha e pugna pela prosperidade do seo Paiz o
stigma de traficantes de e*cravos ? Longc pois
de se atrahir s nossas praias os bracos indus-
triosos de homens livres, foi da Tribuna Bra-
sileira foi mesmo do Snr. Andrada Macha-
do que partiram essas injuras inconsideradas
sobre a Naco Italiana.
Muito dezeiamos todos nos que nao hajam
escravos mas em quanto nao se emprejarem
os meios indirectos qu acabem com elles, he,,
e sersempre immoralidadeosustenlar-se urna
Lei que nao he executada e cuja existencia
s serve para mais comprometer a nossa se-
guranca introduzindo enlre os escravos a idea
de que esta injustamente captivos e por
consequencia de maisainda os irritar e inci-
tar insurreico. Que a Lei este respeito
se nao executa muito melhor do que os signa-
tarios o sabem os Snrs. A adradas, pois na
sua Provincia nao he possivel ser mais escan-
dalosa do que he a transgrcsso del la.
Cerlo nao soarao muito bem aos ouvidos dos
Srs. Andradas as expressoes bum poi'co enr-
gicas dos Cidadios da Babia, expressoes que
alias pareceriam compadecer-se com a docli i-
na do Sr. Andrada Machado quando por aqui
passou para Europa islo he a da Moiar-
chia forte mas hoje ja nao pode sofTVer que
se fale com mais energa e se Otea ebegar a
os ouvidos de quem tem por missao remediar
os nossos males a linguagem llanca da verda-
de como se esta soasse melhor- se fosse envolvi-
da as douradas vistas da lizonja.
Que he feito pois do direilo de peticao e da
particular de Soberana Nacional que pertence
aos stgnatalarios das reprsenla oes ?
Pois neste Brazil que segundo a expressao
do I Ilustre Ueputado he-a rocha fortificada
onde eterna liberdade'se deleita e se delei-
tar &c. nao se peder levantar a voz bum
pouco sem que logo trocm sobre as caberas
dos signatarios os fulminantes anadenlas de
tao eloquentes Parlamentares ?
Se conforme a opinio al dominios Snrs.
Sonadores, e Populados o Brasil est 0111 crlse,
e he esle o momento em que se disputa sobre
a nossa futura sorle nao ser osla anda a oc-
casiao oportuna de a verdade aparecer sem a-
tavios e tal qual ella he ?
A Babia nao quer nem dictadura nem re-
gresso quer a Monarchia Constitucional,
porem he absolutamente necessario que o cri-
me de anarchisla nao fique impune : quer al-
guma modificacao no sistema de Jurados que
offereca^eguranea aos juizes e sociedade 5
a reforma do Cdigo Criminal quanto al
gumas penas huma melhor Lei de
eleicoens e sobre sto releva que digamos que
he do necessidade relbrmar-se R Constituido
fazendo que o olegivel para Kleitor ueputa-
do Senador apresentem maiores garantas ;
oGovcrno representativo he o Governo dos
homens industriosos e trabalhadores e nao
dos proletarios e andrajosos.
Sobre ludo he necessario que a Assembla se
oceupe mais dos inloresscs moraes e materia-
principalmente quando se acho Si* do pode
qual seria o correctivo contra a omnipotencia
parlamentar se nao a imprensa?
Se dos recintos augustos onde s deve resi-
dir a prudencia o saber, e a dignidade ,
partem s vezes tristes exemplos de descome-
dimento e irreflexo, como nao procurar o
fazer-lhes sentir que nao he essa a sua mis-
sao e que o Paiz tem direito de reclamar em
circunstancias tao criticas o remedio para cu-
rar-lhes os males que sobre elle pezo ?
Concluiremos por tanto que uo temo, que
os Bullanos queiro regresso nem dictadu-
ras querem sim o Governo Constitucional ,
masquerem Leis que sustentem este Governo,
Earque ao contrario pelo caminho da anarqua
e que se chegar ao despotismo.
. [ Do Correio Brasiliense da Babia. ]
Correspondencias
- 1
Snrs. Redactores.Tendo sido publicada
a minha Correspondencia em o seu n. 19 de
8 de Outubro neste mesmo dia recebi gaze-
tas da Baha e leudo o n. 4Q da Cazeta
( ommcrcial em a de suas paginas achei a
Correspondencia que me far o favor de pu-
blicar para que os seus Leitcres conheco ,
que a mesma causa que me moveo a dizer
algaa palavras sobre a rpida despedida da
deputados em crise tao medonha tamb' m
moveo ao auctor da orrespondencia a expri-
mir-seno mesmo sentido contra os deputados
da Babia. Seu Venerador.
O Pai da Patria
Sr. Redactor. Parece, que a Providencia
vai se compadecendo de nos pelas agradaveis
noticias que nos troiue o Vapor acerca
dos negocios do Su I Leos lance sobre o Im-
perio da Santa Cruz seus olhos de miseri-
cordia j que a ingraldo dos homens a
ambicao do mando a sede d o uro e final-
mente as paixes e as vingancas sao o Norte
por onde se guia o grande numero dos nossos
figurados homens d'Estado e Pais da l'atria.
Ah chegou hum Populado, e mais nutro,
ambos representantes pela desditosa Babia e
as suas agoas virad oulros sem que se lenha
encanado a Sesso legislativa He mesmo no
lempo mais crtico na occasiao mais melin-
drosa em que se v o Brasil, que seus repre-
sentantes abandono o Posto ; esse Posto cuja
nomeaco he causa dos grandes males porque
esta passando c tem de passar o Brazil, se
reformas nao houverem que ponha termo
essas infames cabalas e degradante conduela
dos candidatos : conducta na verdade que
faz tedio e envergonha qualquer homem
inda mesmo aos da classe mais ignorante da
Sociedade quando observa o caturrismo e
aslamurias dos aspirantes e de seus agen-
tes na" occasiocs das Eleces.
Pergunta-se o que viero fazer esses De-
putados ? Responde-se tratar de suas saudes ,
arruinadas pelos excessos dos servicos parla-
mentares Coiladosdos nossos comprovincia-
nos Peos lbe do promplo restabelecmento
paro se preslarem opposico, que se esta
fazendo leeloicao do Sr. Dr. Ramiro que
he presentemente oque oceupa a cachola dos
nossos pilotos polticos E quem ser o can-
didalo pergunta-se tambem > He o Sr. Pa-
ira que lem estas e aquellas virtudes Pa-
E por que foi excluido este Sr d
Inolicas. i-, por que loi excluido este sr da
es do I aiz do que em faser ostenlaco de lon-j grande lisia dos quatorze e he agora to lem-
gos discursos alguns dos quaes sendo pouco brado ? He por que n'aquelle tempo cabio no
reflectidos concorrem poderosamente para ani
mar aos anarlbislas e transtornar a caheca da
mocidade carecedora de suficiente experiencia
do mundo.
He preciso que a Cmara dos Snrs. Deputa-
! dos se penetre da verdade de que o nosso sys-
' tema est actualmente montado do maneira
j que della pendem os destinos da Monarchia
Constitucional. Se querem pois conserval-a
tractem de faser boas Leis e sejo prudentes.
soberano desagrado dos agentes das eleices e
boje be preciso servirem-se d'elle para vin-
gaiem-se do Sr. Ramiro que nao quiz an-
nuir embaixada de cerlo pelintra que exi-
ga de S. Ex. doniissao do Presidente da
Babia negativa essa que lbe grangeou a
ameaca da nao reeleco visto nao acceder
oberana vonlado do concilio FJpitnra! do
qual era orgo esse pelntra garimpeiro. A
maquina Eleiloral esta em activo movimenlo ,
porqnedepoisqiieosyslemaesliver bem for- j Sr. Rallador, as ca las, os pedidos e tu-
tificado hum ou outro discurso monos sensato ,; do quanto pode haver, e possa oppor-se
nao produzir os males que poder agora faser reelei ao do Sr. Dr Ramiro, est na ordem
qualquer inconsiderado procedimenlo. Hajdodia? E por que ser essa guerra de exter-
sempre as Assembleas mulas occasioens on- minio ao Bahno, A'inistro d Estado ? He
de o Parlamentar xxle apresenta'r os seos ta-j por que nao quer sor instrumento do sobera-
lenlos e saber : sem ser neressario <-ompro- no concilio I ictaloria 1 dos camalces politi-
meter os verdadoiros inleresses do seo Paiz pe- eos da nossa lena como aconleceo com outro
lo desabrimento, e exallaco de suas palavras j Babia no Ministro d Estado Ilum dia Sr.
Talvez que estas nossas re!e\o,iis sojao lam Redactor, o povo mais conhecedor dos seus
bom laxadas de menos respeitozas ou deque- direilos far juslica ao merilo c tratar com
rermos tambem concorrer "-" J------ ......i.J. -i- .:.
do* nossos representantes
nunca foi e nem be nossa
decoro ninguem quanto mais a hum dosjra de mora e ai de quem a sso nao se su-
Poderes Polticos que deve ser revestido do'geitar' Adeos, Sr. Redactor, al oulra vez,
maior acatamento e prestigio porem tenden- que nao largar a preza o
do lodo o homem c corporacao cxoihilar, Seu constante leitor : O queja os conhecei


T
DIARIO
D F
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ERNAMBUCO
<*m
w
*rmm*^
i
Carapuceiro

.

k
K/r
Sempronio responde a seu Amigo Papiro do
Diario de Pernambuco N. ia5.
Boas, e incontestaveis verdades deparei,
meu caro Papirio nesta tua Carta; mas co-
mo d'envolta com ellas estejao algumas propo-
zices, que me precem menos exactas; peco-
te venia para dizer francamente o que sinto a
tal respeito e espero merecer-te aquella at-
tenclo que os espirites cordatos, e de boa
f tributad verdade, onde quer que appare-
ca e anda que venha adelir os nossos mais
mimosos precouceitos.
Primeiramente direi, que com quanto seja
o pul pilo a cadeira da verdade, onde os Mi-
nistros do Snr. re par le m pelos fiis o pao da
palavra, como chamao a o Evangelbo S. Cy- d Brasil depois da Revoluco Franceza ? O
priano o veneravel Beda e outros mu tos
Santos Padres todava isto nao tolhe, deque
por oulra parte as doutrinas orthodoxas, e
moraes se aerramem por meio d'escriplos Pe-
ridicos : assim em Franca nao falta5 grandes,
e piedosos Oradores sagrados e nao obstante
isso correm impressos pelo povo nao poucos
Jornaes dedicados to smente propagaco da
F, e da Moral, como seja o Peridico in-
titulado o Calholico, o Magasin Reli-
gieux &c. &c. Alm de que liem pode a-
contecer que hum Padre seja por seus co-
nhecimentos capaz d'escrever proveitosamente
em materias religiosas e j por enfermidades
chronicas ou por deficiencia de talentos Ora-
torios tenha-se por inapto para o alto Mi-
n slerio da Pregago Evanglica : e porque
mal de peccados se ver tolhido de prestar
Igreja de Dos esse servico que cabe em suas
forras isto he ; d'escrever Peridicos no sen-
tido Religioso? Que damno pode d'ahi provir
sociedade ? Pelo contrario como quer que os
Peridicos orthodoxos nao pnhao embarazos a
que frequentem os Officios Divinos e pre-
guem a palavra de Dos os Sacerdotes que o
devercm, e souberem entendo que aquel-
es sao mi uteis mi proveitosos e dignos
de ser propagados*
Alem disto em Outras eras de piedade, e
fervorosa eren .a, quando os costumes do Cle-
ro era nao ai puros se nao austeros, varios
Sacerdotes traduzira ou compozera5 obras
profanas e algumas al erticas, e longe de
serem por isso censurados fora feralmente
aplaudidos e estimados. D. Joz Iglesias ,
Parocho em Salamanca escreveo militas Poe-
sas pela mor parle amorosas, jocoserias,
&c.: Fr. Luiz de Len Lope da Vega Car-
po Antonio de Sols, nao obstante serem
Sacerdotes compozera innmeras Comedias
para o Theatro e nem por isso perdera an-
tes mais caiilra a estima publica. Clrigo e-
rao Abbade Banier quetraduzio ecomeii-
tou todos os i5 Livros das Methamorfoses de
Ovidio onde apparecem innmeras torpezas ,
onde os deozes correm apoz de mullieres co-
mo famintos galgos, &c. &c. Nao s Sacer-
dote se nao Frade era Fr Remigio Floren-
tino e Iraduzio em bellissimos versos nao as
Methamorfoses, mas as rironles do mesmo
Ovidio ; e hem longe de com isto escandallar
o mundo mereceo que o Grao Duque da
Tosca na e toda a Cidade de F'lorenca lhe
mandassem erigir Estatuas. M a leo Barberi-
ne, que foi Pontfice Romano sob o nomc de
Urbano 8* compoz muitas poezas e algu-
mas sobre assumptos amorosos, e outro tanto
'ez o Cardeal de Bernis. Bispo sabio e vir-
tuoso foi o grande Fenelon e o seu Telema-
co, onde com to vivas cores se pinla a paixo
amorosa de Calipso pelo famoso fillio de Ulys
es nao he cerlamente hum Sermo das lagri-
mas huma Homilia de S. Joo Chrisostomo ,
ou huma Misso de Frade do Varalojo. Se
Eissarmos ; grande Najo Porlugueza (cuja
ilteralura s a despreza quem a ignora) en-
conira remos em seculo de piedade, e fervor
Religioso o sabio e austero Fr. Bernardo de
Briloescrevendo a sua mi derretida, eaman-
tetica Silvia de Lsardo, e ltimamente Fr.
Jos do Coraco de Jezus Iraduzio as Metha-
morfoses do Sulmonense em to bem torneados
versos, iiuemercccrao o aplauso universal, e
a douta preUco do sisudo Desembargador An-
tonio Ribeiro dos Santos. Se pois taes eseri-
ptos nao desluzira a fama nem desdissera
do carcter desses Ministros do Evangelho-, por
que fataliriade ho se de proscrever n'hum Pa-
dre por ahsonos do seu \ inisteno os Pe-
ridicos em favor da Religio ? Ja vs meu
Papirio, que discordamos de ideas a este res-
FCru70-me porffi tua opinio, quando
censuras a relaxaco dos Padres que poster-
gando as altas funecoesdo seu sagrado Minis-
terio passa huma vida toda secular e_es-
candalisa o povo com suas desregradas accocs.
Hum Padre corrompido, devasso, e immoral
he de certo tnui damnoso sociedade pelo seu
terrivel exemplo ; porque infelizmente o mal
he de sua natureza contagioso. At aqu bri-
lhaste, meu Papirio. Mas devo dizer-te fran-
camente, que no vou com tigo quando que-
res, que os maus costumes do nosso Brasil
provenhaS da relaxaco do seu Clero. De
mais longe e mais alto me parece vir esse
mal. Quem attenta seriamente para a Histo-
ria do genero humano nao pode deixar de tirar
a Iimpo esta importante verdade : que cada se-
culo tem huma doutrina dominante a qual
rommunica a sua influencia mor parte das
opinies e das accocs dos homens. O nosso
Brazil desgraciadamente caminba hum seculo
atrazado da civilizaco europea ; e pode-se di-
zer que ainda se acha no seculo 18.
E na verdade qual he a doutrina dominante
sensualismo, o egoismo. Des dessa epocha
at hoje quem nao lia e aplauda os princi-
pios d'He!vecio, de Voltaire, de Diderot;
quem nSo se mostrava entranhado no materia-
lismo e atheismo de Dupuy, e d'Holb.-*'. ,
quem nao se ra da Religio revelada e de
seu culto quem nao soltava chascos e apo-
dos a seus Ministros taxando-os d'impostores,
e velhacos. nao mereca nem ainda merece
os foros de Philosopho de bom tom e de lvre
pensador. A Religio de J. C. foi represen-
tada a huns, como mero invento dos Padres ,
e dos Tyrannos a outros como cousa indifle-
rente e s convinhavel quando milito gen-
te ediota, eao meucalho.
Esta filosofa satnica invadi tudo : e ad-
mira que tambem inficionasse o Socerdooio ?
Nao h: quem nasca Clrigo, nem Frade : to-
dos nascem no seceulo, todos participar da
sua influencia e quando estes, ou aquellos
abraca o Ministerio Sagrado, para elle en-
tran com seus prjimos com seus errs e
muitas vezes com seus maus hbitos. Os Go-
vernos amestrados em tal escola imhuidos no
Philosophismo mais que muito tem concorrido
para o menospreco e relaxaco dos Padres .
j dispensando na Disciplina Eeolesiaslica j
accolhendo e protegendo a os insubordinados
a os seus Prelados j nomeando para Bispos
su jeitos ignorantes e menos dignos &c. &c.
Muito mau he sem duvida que Sacerdotes
lancem mo das armas, Comen tem partidos,
deniinciem prenda fcc cousas diametral
mente oppostas a o espirito de mansidao e
humildade que Ihesensinra o Divino Mos-
tr Dscite a me quia mitis sum ot bu-
milis corde; mas o praticarem taes actos o
andarem paizano (quereria que trajas
sem militar ?) Coi o que impeli os nossos
Legisladores a abolirem o anliquissimo privi-
legio do Foro Ecclesiastico, medida, que, a
meu ver, acabou de o anniquilar e degra-
dar ?
que se achaS as raizes do mal, NernTera'
possivel, a nao haver milagre que Padres
nascidos, e creados em hum seculo de sen-
sualismo e egosmo, em hum seculo ,
em que a Religio se concidera por sim-
ples engodo popular sejaS puros, exempla-
res e escoimados do contagio universal. Os
Padres entre nos sao relaxados porque o nos-
so seculo ~ie: aquelles recebera o contagio
de seus Legisladores de seus Governantes,
de seus pais, de seus mestres, &c. &c., e
vo-o tambem propagando pelo povo ma-
neira d'huma roda d a'catruzes em que estes
vo rasando n'aquellos huns recebendo a a-
goa dos outros.
E nao ter remedio a relaxaco do nosso
Clero? Tem certamente : e todo est a meu
ver as mos dos Poderes Polticos do Estado.
QueiraS estes sinceramente a reforma dos cos-
tumes convenca-se da necessidade de dar
forca e meri ranea Religio ; e ver-se- ,
como tudo ir pouco, e pouco melhorando.
Para esta grande, e importantissma obra re-
leva que se cuide principalmente na educa-
co da Mocidade em cujo espirito se imbe-
ba as boas, e sa'udaveis doutrinas filosficas ,
e religiosas : d-se consideraco e estima ao
Clero, haja escrupulosa escolha de Prelados
sabios zelosos e dignos ; fomente-se a edu-
caeo dos Seminarios onde os mocos que
se destinarem ao Sacerdocio aprendan as Disci-
plinas Theologicas e Ecclesiaslicas e se ba-
bitucm a os exercicios de devoco e piedade ;
promova-se fervorosamente as funeces do
Culto Divino baja todo o cuidado na escolha
dos Paroehos (pie seja Sacerdotes instrui-
dos e de costumes irreprchensiveis man-
dem-se buscar bons Missionarios homens a-
mestrados na vida da Pregaco Apostlica ,
distribuadse pelos nossos malos por onde
levem a palavra de vida e a anclo Evang-
lica mostre-se em fim que a pratica da Reli-
gio be a primeira necessidade do homem ; e
as cousas liirao lomando mui diverso cami-
nho.
Dado este importante passo nao s os Pa-
dres se nao o#seculares e todos ir-se-o
gradualmentecorrigndo, emelhorando. Ite
8 ad excinphini lotus componilur orhis. De
cima he quc l'ovc vn' remedio ; porque
nao ha duvida, que as leis formao os costu-
mes. assim como estes tambem influem gran-
demente as l^is. Comece a reforma por onde
deve comocar. -As mesmas leis nao confundao
o Padre com o mais vl dos faccinorosos a';ou-
jando-os na mesma crrante ; e logo as fami-
lias vendo, flue a digndade Sacerdotal, in-
idosAnjOS, na" be menoscabada pelos
homens ambieionaro que seus filhos quei-
ra8 (ledicar-se a este estado Ento os Snrs.
Bispos honrados e sustentados pelo Gover-
no .' (rao muito onde escolher e o Cloro tr-
nala a o sen antigo esplendor. Quando hum
Parocho Ibr zolo'so pela observancia das leis da
nao seja insultado, cperseguido, co-
e teremos dignos
HetSo sabida (pelos actos que correm im-
pressos^ a historia deste nome que he bem
escuzado avivar-lhe o prognirmna 5 as sympa-
thias que ella ha adquirido das pessoas de to-
das as classes he o mais superabundante enco-
mio que se pode tecer : e o Expectador sen-
sivel aos infortunios de Joo de Calais, se reti-
rar satisfeito, remontando suas ideias aquel-
les remotos lempos* No fim da Pega se can-
tar o Dueto Do Zabomba
A grandeza da Peca nao admitte Farsa. A
Beneficiada summamente oceupada nos seus a-
fazeres nao pode pessoalmente hir destribuir os
seus Camarotes e Bilhetes deixando por tan-
to generosa prolecco dos seus amaveis Con
cidados o bom resultado deste Beneficio ro-
ando-lhes pelo mesmo motivo a graca de
he retribuirem na mesma noite.
Avisos Diversos.
estupido, desgeitoso e que para mais nada
presta he que ordinariamente se dedica a o
estado Ecclesiastico. Os Srs. Bispos nao tem
onde escolher, e apenas podem joeirar d'entrc
os maos os que forem menos '!
E ainda ad
leiro ? Huma
111a prossi uespo|ud c seu) 101 u |
Em consequencia dessas novas doutrinas,
a quedo o falso nome de progresso das Inzes ; Igreia
doutrinas, que calra fcilmente no animo \ mo fantico, c impostor ;
da gente mais grada do nosso Brasil, o estado Paroehos &c. &e.
Ecclesiastico entrou a ser olhado com desprezo.
A mocidade foi-se creando com estas ideias.
As familias mais concideraveis e honestas j; dos Padres 5 porque com o seu exemplo mimo
nao quiteo dedicar seus filhos a o Ministerio damno causa.', moral publica : mas a causa
do Altar; porque em verdade o desprezo re- da mmoradado nao esta nelles ; esta sim as
voltaa todos oscoraces: e o que se seguio | pestilentes doutrinas, que acarrelao a m;ie-
d'aqui? Oque estamos vendo, o que lasti- ducado o dcspre*o ou nditerenca a res-
ma as pessoas cordatas e religiosas. Por peito da Religo e todas as lunostas conse-
via de regra nao h moco d'alguma educaco qoencias dos maos costumes. A Dos meu
quequeira abracar o estado Ecclesiastico, o caro Papirio. A ou criterio eaodoiubl.eo
qual hoje he parlilha da gente mais baixa, commetto estas minhas rasos, e o Leo te
mais mal educada e desprezivel: quem he guarde como te deseja em J. C.
VARIEDADE.
Sempronio.
Houve aqui hum moco
ANCDOTA.
cuio nome era Joo
moGoverno, huma profissao que srS he a- para lhe mudar 0 nome ; po.s nao pennillisse
bracada feralmente lando) pr pessoas mi- Heos que sua neta seesposasse com Hum l.o-
senveis, e pelo rabutalho da sociedade que mera chamado Joao se daando. __________
LOTERA DO LIVRAMENTO.
Bastante extraeco tem havido na venda dos
bilhetes da primeira parte da 4." Lotera do
. os Legisla-I Livramtnto, em virli.de do que o Thezon-
dores to generosos em augmentar ordenados reiro da mesma convida aos amadores d es le
a os Magistrados da tena sao avaros e mes- "o para que cqneorrao a compra rio rstame
muilohe, nao possua a precisa llustraco,
nem tenha as necessarias virtudes? Dizes e j
dizes bem meu Papirio, que a dignidade ;
Sacerdotal he invejaaa dos proprios Anjos
mas entre nos ninguem a inveja
quinhos a respeito dos Ministros do Senhor ,
com quanto a sua dignidade faca inveja a os
mesmos Anjos.
Em outras eras mais ditosas as mais altas
familias tinha por brazo o contarem em seu
seio hum Ecclesiastico. Hoje Tal vez soja
desar na opinio d'alguns, e o nome de Padre boa ,
pois de executada api inicua
presentar-so-b a lindissiina Peca nova -
migo das doutrinas dominantes. Ahi he
dos bilhetes a fim do se |>oder marcar o dia im-
prelerivel do andamento das rodas.
THEATRO PUBLICO.
Hoje iodo correnle em beneficio da pri-
meira Dama Joanna Maria de Froitas Gam-
haver o seguinte Expectaeulo: De-
Overtura re-
Peca nova
joao' de calis.
cr O abaixo acsignado faz sciente as pes-
soas de sua amizade e conhecimento, que
mudou sua residencia da ra da Penha I), li ,
para a mesma ra D. 7. O Camboim.
ssy Adverte-se ao Sr. Arrematante das 1-
luminaces, que disperte aos seus agentes,
a fim de cumprirem melhor o seu dever.
C5- Preciza-se de 6oo(f a juros, hypo-
thecando-se para seguranca um sobradinno ,
e mais chaos cito no beco das Miudinhas
no Bairro do Recife n. 84 : armuncie quem os
quizer dar.
cy- Quem precisar de roupa lavada e en-
gomada com todo aceio. e preco muito com-
modo, dirija-se a travessa de S. Francisco
defronte do Porta da Ordem Terceira ca
terrea I). 1.
ssr Um Professor approvado de Lalim se
prope a dar lices de Grammalica Latina em
cazas particulares : quem quizer dirija-se ao
Pateo de S. Pedro caza D. lado da Vira-
co.
tsr Precisa-se de huma caza terrea que
tenha 3 quartos quintal murado que seja
ih Boa-vista que o seu ahiRuel nao exceda
de 8f reis, e da-se de luvas pelas chaves i*s;
a pessoa que convier este negocio dirija-se a
ra da Senzalla velha armazem do finado len-
lo Joze da Costa que l achara com quem
Iraclar.
G^5> Domingo R do corrente as 7 horas da
noilc dosaparoceodecima de huma eommoda
trez vollas de cordo de oiro comas ponas
prezas nocorxeteievando enfiado huma moe-
da de oiro com o seu competente laco huma
figa de prata encasloada em oiro huma Con-
ceico ; e hum S. Braz ludo enfiado no mes-
mo cordo; suspeita-se ter sido furtado por
algumescrivo da caza : a pessoa a quem for
ofierecido qualquer destas pecas o# todas por
juntas haja deas tomar e caplurar ao vendedor
e anuuncar por esta folha ou dirigir-se a
ra do Livramenlo caza de Joaquim Joze Fer-
reira 011 em sua Prenca no Korle do Mallos,
que recompensar;! generosamente.
Precisa-se arrendar um sitio que te-
nha proporces para ter at 16 vaccas de
leite todo o auno e que nao seja distante
desta praca mais de huma logoa : quem o ti-
ver dirija-se a ra de S. Rila nova caza terrea
D.-i8 ,' lado do Nascente ; ou annuncie para
ser procurado.
OT Quem quizer comprar um Violo: diri-
ja-se a esta Typogralia.
XZT Qual quer Sr. de Engenho que pre-
cizar de um ofhcial de Tanoeiro com sua ten-
da: annuncie a sua morada para ser procurado.
ISj- Precisa-se de alugar por larde pre-
tas, ou moleques, para venderem azeite de
carrapalo, dando-se urna pataca por caada
que vender, lendo a lavagem de meia garra-
fa, sendo fiis e responsabelisando-se seo se-
nhor pelas faltas que houver ; na ra das Flo-
res D. 3.
Ej- Precisa-se aliiRar urna ca terrea, no
bairro de Santo Antonio, nao excedendo o seo
aluguer a oito mil reis por mez ; quem a livor
nucir annunciar a sua moradia por este Dia-
rio.
trr Quem quiser comprar urna venda,
fale com Manoel Francisco Lagoa com leu-
da no Atierro da Boa Vista para tratar do
ajusce.
cy Na pi ac do Juico de Direilo do Civel
da 1. Vara Eacrivo Reg em o dia enze
do corrente mez se ha de arrematar a quem
mais der urna caza de sobrado de dois anda-
res rom sota sita na ra da Senzalla velha ,
11. 58 ; chaos proprios com a frente para les-
te e fundo para o Este cuja caza rende qua-
trocenlos e cincoenta mil res annuaes ra-
llada em seis contos de reis; por execucao de
senlenca de Joo Vaz de Ohveira contra Fran-
cisco Jos Bellem.
2S


1F
DIARIO DE PERNAMBCO
I
SS?" O Commandante Geral do Corpo de j commodo ; quem a pretender dirija-se a
olida avisa ao publico, que pelo Juiso da Joo Francisco Santos de Siqueira na ruave-
_.. i.^ J loino.uixin. I ha. de manha at oito horas e a tarde al as
\ ; o mesmo Siqueira tem para alujar pelo
tempo de festa urna casa terrea no lugar do
monteirojuntoao seu sobrado com bastante
firimeira vara do Civel se ho de arrematar em
lasla publica no dia i do corrente rate e
selle cavallos da companhia de cavallaria do
mesmo corpo.
tsg" Quem annunciou querer eomprar um
carro de duas rodas em bom uzo com o com-
petente cavallo dirija-se a esta Typografia.
fST Frecisa-se de um criado para servir a
um homem solteiro tanto no servico de casa
como em viagens; quem estiver nestas cir-
cunstancias annuncie.
js" Deseja-se saber onde mora o Sr. Jos
Victorino da Fonseca Silva e Sampaio para
se lhc entregar urna carta do serlo.
E3"" Damio Pereira Visnna I(ss publico ,
que lie forro na metade debaixo das condi-
<|oens extipuladas no documento abaixo trans-
cripto,
lansado as notas doTabelio Coelho,
pira servir de governo aqualquer pessoa que
quiser fazer alguma transacocom os herdei-
rosde seu finado Sr. Joo Zurrich.
Recebi do meo escravo Damio a quan-
tia de a.'0,000 em moeda corrente sendo es-
ta metade do valor em que o estimo para sua
lalforria ficando eu obrigado a passar-lhe
'a carta logo que me aprsenle outraquan-
tia de a5o,ooo ris e o dito meo escravo
obrigado a pagar-mc por semana at o dia de
sua alforria a quantia de nao ris, que be
metade do que me pagava at hoje visto que
de boje em diante seacha metade forro, i* ca-
le 8 de Maio de 1855. Joo Zurrich. Co-
I mo testemnha que este vio fazer Cypnano
Luiz ila Paz e Gonsalo Jos ACfonso.
tST Sr. Padre Pedro de Queiroz e S; a
Sonco chegado los sertoens do Hio Grande do
orle, queira nnnunciar sua morada para 5c
lbe entregar urna carta de importancia.
| I Ocm-c-se urna pessoa de capacidade
que sabe fallar o ingle/., e hbil para qual-
quer negocio ; queso possa oiiereccr tanto em
cscripluraco ou administraco como em
qualquer outro ohjccto para o que dar as
informaies necessarias respeito a sua condu-
cta e mesmo fiador caso seja preciso ; quem
o precisar annuncie
fSf Aluga-sco armazcm da casa de 4 an-
dares pegada com o Snr, Pellent no forlo do
malos a tratar na mesma casa.
Uf Precisa-se lugar um primeiro andar
de um sobrado que tenlta commotlos para
urna familia nas ras principaesde S. An-
tonio ; quem tiver annuncie
commodos estribarle para dois cavallos, sen-
zala para escravos sabida para o banho in-
dedendente ; e um sobrado a margem do rio
capibaribe todoenvidrassado e muito per-
lo do banho estribarla para um cavallo e
muito proprio para um homem solteiro.
CT Aluga-separa se passar a festa urna
grande casa com grande quintal, e cacimba .
na ra do passo castilhano ; que a pretender
dirija-se a Olinda em urna casa terrea de duas
purias e uuas jdutMiab na quina que sobe pura
a S.
$3r Precisa-se de nm criado hbil, e que
d fiador a sua conducta ; na ra dos Quar-
teis casa de pasto D. 8.
tX5"Precisa-se de um mulher de idade, que
saiba fazer varias qualidades de massas para
ch; ; na praca da Independencia n. J7 e J8 ,
se dir nao se duvida dar boa paga mensal,
se for perita em taes massas.
Cf" Offcrece-se um rapaz brasileiro de
idade de so annos para caixeiro de botequim
barricas com semas ltimamente chegado em
casa de Matheus Austin & Comp. ra da Cruz
uum 56.
C3- 4 tomos de Breviarios em bom uzo e
por preco commodo ; na praca da Indepen-
dencia loja de encadernador n. ao.
*sr (Jns caixilhos com vidros ; um balco
e boas taboas para armacao de alguma casa de
negocio ; na ra de agoas verdes venda da
quina D. 8.
tZr- Um cabra de idade de ao annos pro-
prio para pagem ou para qualquer outro
servico ; noheco da lingoeta venda de Joa-
quim Jos Rabello.
C7- Superiores charutos da Havana e da
Cachoeira ; na ra do Cabug loja do Snr.
Bandeira.
O" Urna porco de ornamento para missa ,
branco com sebaste encarnado e roxo com
verde e estolas brancas e roxas para admi-
nistradlo do Sacramento e urna opa de gur-
guro roxo para a Irmandade dos Passos ; na
solidade sobrado contiguo a Igreja a fallar
com o respectivo sacristo no mesmo se la-
zan Jodos os ornamentos perlencentes a Igreja.
cr Duascscravas fa/em todo o servico de
urna casa e una dcllas he ptima lavadeira,
c urna molata de ao annos cose ,j
engom-
ou venda do que tem bastante pratica e ma
, cozinha e ptima para tomar conta de
nao duvida hir para alguma loja de fazenda. una casa; na ra de agoas verdes casa terrea
dando algum tempo sem interesse lauto na L. .'.7, .
praca como para o inatto e d fiador a sua jay Por preco commodo urna porco de
conducta j quem precisar annuncie ou diri- terreno junto e a reta 1 lio na estrada nova
ja-sea ra nova junio a ponte 1). i. daCapunga : a Tallar na ra da Gloria com
CT O abaixo assignado vendo um annun-r Antonio '. aptista Clemente, D. 4i.
ci do Snr. Antonio" da Silva Gu maraes no %ST J'-uascscravas mocas a flaneas nao te-
mario de 8do concille no qual pede ao Sr.' rem deficilo algum engommao com
Thesoureiro da Lotera da Boa vista que nao seio e perfeico e urna dlls tem
pague ummeiobi Ihete den 6 9. sem dar si- molatkha oom 4 mezes de idade e do-
gnal algum que pelo qual seja differonsado um contento ; na ra de agoas verdes D. i.
do outro visto haver dois "meios bilheles de tST Um Diccionario trilinge latino ,
igual numero e Dar nue nao haia algum areso e francs, conlendo no fi
emban
lem 11 m
seu nomo
urna linda
do-se a
de Si I odio 3 lado da viraco.
W Um muito bom canoeiro de canoa da
agoa 011 mesmo decarreira a vista do com-
A visos Ma riftimos.
; o Brigue Portuguez piador se dir o motivo ; em (ora de portas no
1 dia -o do corrente' por tanque nue Coi do fallecido Mariano.
Duas .amas de Jacaranda
tamaitos ,
um
.-i mezas de
armario
PARA LO A INDA
novo Abismo saldr no ilia ao do concille poi
jateramaior parle de sua carga prompla ;
quem quiser carregar, dirija-se a Francisco ianlar de diversos
,los;; Correia no largo da praca ou na ra 'para guarda louca, e que pode guardar roupa,
da Cruz 11. f?. trasles lodos tizados, e de amacollo c um
PARA CRIO DE JANEIRO segu ra- tronco pequeo ; no atierro dosaffogndos ca-
Prccisa-se de urna ama de leile; em gem com muila brevidade a velleira Escuna sa terrea nova envidrassada defronte do sitio
casa do Dtrembargador Hamos na praca da 1 Izabel ; quem na mesma quiser carregar, po- do Muniz.
Boa vista D. 5. I de tratar como Capllo Joaquim A'nlonio Ga- ff9>7 pesos de ierro de duas arrobas a
ST Precisarse fallar com o Snr. Jos Joa- J dre a bordo ou com Amorim Irmos, na ra 60 rs. a libra, p barricas vazias de graixa '5>o
quim de Oliveia Jnior, para negocio de da cadeia do Recife. cada urna clialc'nas n. um i.'h'o 11. a 1600,
11. 3 -jooo ,11. 2? 00 ogareiros com ps
a i-oo, 000, 2200, a56o, cacarolas n. i 900,
steresse ; na ruadoQueimdo loja de trezl PARA ABADA sahe no dia o do corren-
portas defronte do hero da COngrefBCo, ou te o Brigue Lubeckense Aurora; as pessoas
annuncie 3% morada
que quisercm ir de passagem para o que tem n. 1 ooo,
S i'joo n.
4 1 eo
n. D too
ssr
Os abaixo assignados testainenleiros excelentes commodos, dirijo-se a casa de n. 1800, 11.7 -ooo, n. H 1200, n 9 '400
I
r
1
tia, ra Bpa Sorle Capito Jos Joaquim Dias dos lidia branca a \o rs a folha e do petroavo
>. Fran- Prazeres ; quem quiser carregar ou ir de ris e outras muitas ferragens por preco
ce, ras passagem entenda-secom o mesmo CaottSo, commodo: na pracinha do Livramenlo loja
de idade de o 5
do fallecido Domingos Rodrigues do Passo ,. seus consignatarios Kalckmam & Roscnmund. n. oo.oo, carteiras de marroquim |ooo,
avisto pelo presente annuncie a os senhorios ra da Cruzn. te. bacas de arome para lanho a -o a libra,
directos dos solos das ras da senzala velha e PARAOASSU' o Brigue Brasileiro S. M. caixas com Loo espoletas SB a 1F0, papel de
nova porto das canoas ra da Guia
d Apolo ma da ordem Tercena de S
cisco hecos do Hospital do calabouce
de N. S. do Tergo da calsada alia, praiado ou com Jos Gonsalves Cascao na ra da de ferragens !>. 3a
Fagundes dos dssouguinhos atierro da cadeia n. / 5 no segundo andar. CT Um escravo de nacSo
Boa-vista, e ra do Aragao doquehera fo- PARA HaVAiNAc Matanzas a Escuna lies- annos com bonita figura lem bastante pra-
rciro aquelle finado para birem receber os fo- panhola Espcranca Leo ; quem na mesma tica de padaria por ter estado em urna 4 onnOjSj
ros vencidos al i> de Fevereiro de it-38 na quiser carregar ou ir de passagem dirija-se na ra Uireita I). ?o lado do Livramento.
itiada Guia n. 16. Benlo Fernandes do ao Capilao a bordo ou na ra da Cruz nu-j (f|! Um bom escravo da cosa de mina, com
mero >7. muito bonita figura, muito mo^o sem ome-
PARA O HAVRE a Barca Camelia, pre- or defeito c lera de idade iq annos; na ra
leude sabir no fin do corrente; quem na mes-
ma quiser carregar ou ir de passagem diri-
ja-se a seu consignatario L. A. Dubourcq ,
ruado Vigario n. iti.
'
Passo Joaquim Antonio da Silva Anto-
nio Teixcira Lopes.
C7- ,\ ethodoiie tingir os cabellos- Lava-
se bem os cabellos com agoa monta e depois
esfrega-se bem com um ovo batido e depois
torna-se a lavar com agoa moma e estando
enchutos molha-se urna escovinha na agoa
do vidro mesmo Iria e da-se nos cabellos, len-
do o cuidado de nao deixar pingar na roupa,
6 quando eslivercm bem mulhados deixa-se
onrbngiir e sahe-se para a roa 5 esta agoa
da-se urna vez por dia e que mu poucas te-
res precisa de mais de 4 vezes; adverte-se que
a lavagem com o ovo basta s a priineira vez;
esle methodohe o mais simples c o seu resul-
tado be o melhor que at agora lem aparecido;
110 fim de dois a ti ez mezes ser necessario dar
unta nova aplicacao ; vende-se na tua nova
leja de chapeos do Snr. Joaquim Jos Pereira,
1). a a seo preco he dos vidros grandes ti, (oo
os pequeos a 200.
XZ- Precisa-se de urna casa em boa ra
dentro do ilecife para \\m& familia pequea;
quem a tivef dirij.'i-se a casa de H. Lallam &
Jiibbert, n:a da alfandega veilia 11 p.
S2g- Arreiida-ie uina das maiores olarias
que erte nesla praca com todas as propor-
eoens < vanlagens que seexige nesleestabe-
Jccimento o que com a tisla se ver leudo
casadevivenda de sobrado, e oito senzalas
jara escravos a qual se arreuda por preco
h e i 1 O
Ev* Que faz o Corretor Oliveira de nmsor-
timento grande de ferragens uc uiversas gua-
ra 11 do correle as o horas da manha no
seu armazem ra da Conccico n. 6!\ primeiro
andar.
JBT Que fazem Crabtree Heyworth & Com-
panliia por intervencao do Crrelo Oliveira,
de urna porco de chitas e estopas avariadas
por conta de quem perteocer, e de grande
tariedadede fazendas limpas perlencentes a
casa e que ser entregues infalivelmente
pelo maior lause ; quarla l'cira ib' do correle
e principiar pelas fazendas avaridas s io
horas da manha sem falla no seu arniazeni
do forte do matos.
estrella do Ro/.ario a no tereciro andar.
srj" Barris de raanleiga ingleza sofrivel por
10,000 cada barril ; no armazcm de Fernan-
des Jos raguez ao n do arco da Conceicao.
S^j- Um escravo da cosa
moco corpulento
e bem parecido ; nos Coelhos a fallar com o
Sr. Miguel Carneiroem sua olaria.
V3~ Escravos de ambos os sexos de bonitas
figuran com uabciidades ou sem ellas e
lidades e muito vendaveis perlencentes a por prego commodo ; na ra larga do Ro/.ario
Alexandre Mackay & Companhia sexta fei- i). 7 por cima da loja de miudcsas.
tF" Superior vinho de Bucellas velho em
barris ; na ra do Vigario 16.
SS' Urna obra de Direito mercantil por
Silva Lisboa e um diccionario jurdico em
muito bom estado por preco commodo ; an-
nuncie.
t~- Urna casa terrea sita na ra do Bom
Jess das creoulas D. a, por um cont de ris;
quem quiser annuncie
C? Vinho da Figueira muito superior a
\t\t\0 a caada ; na ra da senzala veha ar-
mazcm D. 1.
XZ* Um ptimo cordo de ouro fino com 6
palmos c com 4-^ oitavas e botao de ouro
de abertura ; na ra doRangel D. i4-
G/* Ou troca-se urna moleca de idade de
1a anuos muito ladina muito boa para o
servico de urna casa e ja com bous principios
Vendas
SST' Polassa em barris grandes e pequeos
de costuras por um moleque. ladino,, ou
ereoulo que tenha alguns principios de omcio ,
que se voltar conforme o ajuste: quem quiser
fazer este negocio annuncie.
tsr Urna negra de naco benguella ; de-
fronte d ribeira da Boa vista venda D. a^J.
SST Um bom sitio na estrada dos Aftlictos
com boa casa de pedra e cal, bastantes arvo-
redos de fructo e trras para nlantacoens ;
a tratar na ra do cabug loja de Manoel Fer-
ro.
Cj Urna carteira de duas faces para duas
pessas um braco de batanea de Romao que
pesa i quintaos por banda ; na ra d'Apolo
armazcm D. t.
CJ- Lcnsos pretos de cordozinbo de mu-
lo boa qulidauC na I0|U ^^ niiuuczia t.. n
portas junto ao arco de S. Antonio.
JE?" Urna mesa de janlar. deamarello; na
ra da Florentina sobrado ao p da mar.
S^ Urna cscrava pan foro da Ierra; na
praca da Boa vita sobrado D. aa
.] s^" Urna loja de fazendas on sem ellas na
ra da cadeia velha n. 49 j tratar na mesma.
ifocravos Fngidos
SSJ" Antonio de naco congo representa
ao a Jo annos de idade tem urna coroa na
cabeca, denles bstanles aberlos peito de
pomho ps largos he muito alegre e he
provavel que eslea por algum lugar porto
tirando earangucijos ; quem o pegar leve ao
atierro da Boa vista em casa do .edico Brito ,
D. aa.
yry ]\To dia primeiro do corrente desapa-
recen urna negnnha de nomo Pomingas de
idade de 50 annos levou vestido de chita
verde e camisa de algodaozinbo c saia de
sarja prcta nas orelbas argolas de ouro re-r
dondas c lisas no pescoco untas mi angas .
e urna liga de estatura regular cheia do
corpo e anda nao falla hem a lingoa do paiz
e tambem levou panno da costa ; quem a pe-
gar leve a ra da roda l). 8 que receber dez
mil ris de gratificacao ; outro sim sup"e se
que ella Coi scduzida e no caso que se entre
no verdadeiro conbecimento se protesta pro-
ceder criminalmente contra quem a tiver oc-
culta.
tSg*" No dia v-j do psssado da rita do Viga-
rio fugio um prelode nome Felipe, levou
camisa e casa de estopa estatura baixa ps
pequeos, oihos grandes com falta de den-
les naPrentc do lado supexior nariz chato ,
' e rosto largo ; quem o pegar leve ao trapiche
novo|da allandcga velha que ser recompen-
sado.
de nome Izabel alta, cHia ao corpo, re-
presenta ter 4o annos de idadfe com a gumas
taita de cabellos na cabeca, levou tes'.ido de
pilmas roxas urna saia de metim azul e
panno preto oceupa-se em andar vendendo
lazendasna ra cuja negra he captiva do
Capilao Leal ; quem a pegar leve a casa do
mesmo er.i fora de portas ou na ra da ca-
deia !oa de Joao Mara Sevc.
t-T ]\o dia 5 do corrente fugio urna negra
de na.ocalabar cara pequea olhos ditos,
baixa com a cabeca meia calva com marcas
de quisilada sua trra de idade de 40 a 5o
annos, de nome Maria Cajocira levou ves-
tido azul ja rolo e panno da costa azul le-
vou com sigo urna bandeja com as armas do
Imperio, ioi escrava do mestre pedrciro Joo
Francisco da Conceicao ; quem a pegar leve a
ra da JNJocda n. i5i que ser recompen-
sado.
iri(fvi}f(3nt NAVIOS ENTRADOS NO DIA 9.
PARA' pelo RJaranlio e Cear ; 16 dias,
Paquete de Vapor Nac, Vlaranhense, Com-
mandante o Capito de IWr e Guerra B.
Haydcn passageiros um official e um
Cirurgio da Armada 4 brasileiros eum'
portuguez Ingleses, dois filhos de um
ppssageiro um criado e dois pralicos da
costa.
PARAHIBA ; 2 dias, Brigue Nac. Mathilde
de ab'8 tonel. M. Antonio Jos dos Reis ,
equip. 10, carga madeiras de construco
para o Arsenal de Marinha.
ANGOLA; 21 dias, Escuna Portugueza
Esperam a de 26b tonel M. Jos Correia
de Castro equip. 1 1 carga cera e varios
gneros: a Jos Ramos de Oliveira fun-
diou no lameiro, e trazai passageiros que
segu na mesma para o Rio de Janeiro.
SAHIDOS NO MESMO DIA.
LIVERPOOL; Brigue Inglez Chasse Mes-
J. I i lelil carga assucar.
OBSE11VACOENS
Deo fundo no lameiro urna Barca Americana,
RECIFE N A TYP. DE M. I-. DE k. ibd9
)i
I


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