Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03909


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Full Text

ANNO > TM SEXTA FMX
UMBIOSj
junho 27.
filfndres -9 Por #**- -.,*-,.-;
Uhoa q5 por loo premio, por metal, ottereciao.
~fc.
5/ood.'
fftaWSo 3i5reis por franco.
Rio ce Janeiro 3 pprioo p.
'fceda, de 6# 4ooo 8J3oo a Sfioo.
fwo Columnaro i Diltos Meticales #&*> 'l67-
Ptfeces Braiileiroa ifoSpa iffjoo.
Premios das Uu >, pormex 1 1/8 a 1 i/apor 100;
PARTIDAS DOS COiVRElOS TBRRKS? E3
Cclale ra Pal aiba e Villas de tua pretencao 3 3 5 3
Cidade de Re, Orando do Norte, a Villas dem 3 7 8
C.'dade da Fortalea e yillas Idea 1 t 1
Yfll d (ioiaona S S 8 9 8 -8
Cidade de Olinda 353331
Villa de Santo AntSo ."3S3
Dita d Garanhnni a PovoacSo do Bonito; B 7 3
Das do Cabo Sernbaem, Rto Forraoso, 0 Porto Calvo
Cidade das A laeoas, e Villa de Maeai. .
Villa da Pajao/da Floree. .'. ,3 2 S 3
Todos os crrelos partera ao sleios da.
2$ DE JUNIO NUMERO l S;
Tudo agora dependa de nds 'mesmos; da nossa prudencia
tnoderaco a energa : continuemos como principanos
e seremos apuntados com adrairaco entre as Macoes zea*.
Culta. .
Proclamada da Asiemble* Germldo Eraul.
SegundM'e Sextas^eira.]
Todos as das;
Suintas feiras:
iai 10, a ii de cada mea
dem i 11, e 11 ditta ditto;]
14m dem.
Idm,io>diitoditU
SubscreTe-se para esta folha a 3oo por qoarte! pago* adt'
amados nesta Tipografa, ra das Cruces L). 3 a na PraB
da Independencia D. 37 a 38, onde se recebem correspon-
dencias regalisadas, a anoncios; insirindo-se estes grata)
crido dos proprios assignantes e vindos assignados.
DAS DA SEMANA;
ai S^unda iff asclmenlode S. Joa B.ptista. *.
95 Terca S. Guilherme Ab. Re. e audiencia do i. de D. da I. vara da mnh.
q5 Quarta S Joo e Pa'ilo irs. Sesso da T. P.
S7 Quinta S. Ladislao Rei. Re|. eaud. do J. de D. da a. vara do manb.
98 Sexta jeju-n S. I.eo P Sesso da Thet. a and. do Juix da Or. da i vara da nk|
9Q Sabbado > fe. Pedro e S. Paulo App.
3o Domingo A Pureza de N. S.
Mari cheia para o da 38 de Junho;
As 6 horas e 5$ minutos da manh. As 7 horas a 18 minutos da Urdo.1

c

RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sesso era i5 de Maioi
Presidencia do Sr. Araujo Vianna;
A's 10 horas da manhi faz-se a chamada
e logo que se rene numero le-il de Srs.
deputados abre-se a sesso l-se e ap-
prova-se a acia da antecedente.
O Sor. primeiro secretario d conta do
expediente, lendo os seguintes ofBcios.
Dj ministro da guerra era que expi,
que tendo o rega'amento numero 1 do 1.
deJaneiro do anno p. expedido pela repart*
cao do imperio establecido a maneira pela
qual devem ser destribuidos os expropiaras
impressos das leis, decretos 0 regulamentos,
mas nio se comprehendendo nis suas dia*
posiedes a remessa dos eXemplareS de que
tracta o officio desta Cmara de 10 do cor*
rente pir isso nao pode mandar leval-e
efleito ju'gmdo cora tudo que ella po
dera' ter lugar pela referida reparticio.
Fica a cmara inteirada.
Do actual ministro do imperio, remet-
iendo uro exemplar impresso dos actos le*
gis'ativos de nmeros 63 a 91 da assera-
b'ea da Provincia da Bahia, que tivero
lugar na sesso de 1838 e forio promul-
gados. Rsmetieo-se o exemplar para o ar-
quivo.
Do mesmo ministro enviando nm exem-
plar imppresso da legtjlacio Paraibana
promulgados nosannos de 18J5 a 1837
com os regulamentos e instrueces que
para tua execucio lorio expedidos pelo go-
verno da Provincia. Para o arquivo.
Do ministro interino da fasenda remet-
iendo os pipis, e nformactis que Iba
forio exigidas em officio desta cmara de
13 do crrante sobre o pagamento nio ef-
Teciuado dos ordenados que se 6cario de-
vendo ao desembargador da relacio da
Bihia, Joaquim Jos de Azeved. A
qoem fez a requesico.
Do secretario do> senado participando
que o senado nao* pode dar o seo consent-
talento resoluco d Vsla cmara declaran*
lio, que Paulo Antonio de Furia, est no
goio dos direiios de cidadu brasileiro. Fi-
ca a cmara inteirada.
Remelle-se 3. commisifo de fazenda ,
o requerimenlo de Jos Juaquim Bezerra.
O Sor. Altares Machado tem a pauvra
pela orden, e pede ao Sr. presidenta,
quu com urgencii tome em ansideracio
o projcio -/indo do senado, sobre o escan-
daloso trafico da escravatura que o d pa-
ta ordem dj da porque iu'ga que o inte-
tesse vital do paiz reclama providencias a
aemelhaute reapeito: rifo quer comtudo
que a sua discossio venha a tomar o lempo
necessario para a discussio da reaposla
falla do trono mas deseja que este objecto
nio fique em esquecimeuto que nio fi-
que para o anuo que Tem par* Dio servir
de handeira eleitoril.
Ent'-a em discussio o siguile parecer
addiado do anno ptssido.
A commisso de Justira criminal exami-
nando o requerimenlo apresentado a esta
anguila cmara por parte dn noventa esete
individuas nella assignado, 04 qaaes al-
'p8'' 1U9 tendo quase todos sido presos
no raez dejnho de i836 por htverera
sido pronunciados pelo juiz de paz de Por-
to Alegre capital da provincia do Rio
Grande do Sal, como cmplice* noscri*
mes de reb lio, sediccio. e oulros d-
belos em consequi-ncia dos aconlecimen*
tos polticos que tem tido lugar naquel
la^ provincii depais de haveren
ali sofrido todss ai privac5?s e padeci-
mentos ja as prisSas de trra, ja as
porSes dos navios em que teera sido
enCarserrados foro finalmente enviados
para esta corte, em Cuja fortaleza sio con-
servados, sem qu<* ate agora se baja pro-
cedido ao julgamento dos crimes que sa
Ihes imputa j, apezar de o terem requerido,
logo que pronunciado} forio.
Nao desconhecem os supplicantes que as
caozss que impedem a verificacio do seu
julgamento nasfieu da impossibildade
de executtar-se a lei, segundo a qual nio
devem elles ser julgados, se nio pelo jury
do seu domicilio, Cuja convocara e re-
uma j se entende ser impoltica, ou no-
pralicavel, em quinto durar o estado de
rOuoio em que se acha a provincia do
Rio Grande do Sul, e he poris-o qu9
ponderando por urna parle osincommodos,
privacoes e vexames, qOe tem sofrido ; e
por outraa impossibilidade de serem real*
mente culpados todos, os que como foro
comprebndidos, no processo e pronan- I
ciados em massa, como se explicio os
supplicantes, recorrem a assemblea deau-1
toriiar por um acto legislativo o tribu-
nal da relacio, ou jury desta corta, ou
qualqucr outro juizo para tomar conhe-
cimento do processo dos sopplicantes que
renunciio a garaotia do julgamento, pelo !
Jury do seo dOmicilo : pois a gi-aca qua
mais soticitf o, he terem julgados promp
lamente nesta corte, aonde esli presos
e onde existem por opia seus procesaos ,
como o fas certo por urna curtidlo que a-
j un lio passada pela poltica.
Afacedesla exposicio, que acommissio
reconhece fundada nos dilames da justi-
fica e da huminidade ella entende ,
que a potencio dos supplicantes he mere-
cedora d'dltlcnco desta augusta cmara e
tomara por a iniciativa popondo em ter-
mos babeis ama providencia salalar, e ef-
ficaz, sobre a materia se ja nesta cssa
nio esii'esse em discussio urna prcpisla do
governo convertida m projecto de lei, a
qual no pensar da commissio satisfax com-
pletamente as vistas dos supplicantes, es-
labellecendo regras geraes para o julgamen-
to de todos os reos, qua estiverem no mes-
mo caso, em que elles se achio. Como
porem n'aqu lie projecto esli propostas
as medidas convenientes, e aplicaveis
a especie e qualquer deliberapio- qua
cmara em sua sabadoria sobre ette hou-
v'er de tomar vem a Comprehender vir-
tualmente o detrimento a presente suppli-
ca he acommissio de parecer que o re-
querimenlo fiquf sobre a mesa para se Ihe
dar a Considerado qne merecer no acto
da di-cussio do mencionado projecto. _
Gonsalres Alutins, J aquim Mircelino
d Brilo, Francisc Gimes de Campos.
Tomio parla na discussio, Srs., Andra-
da Machado, To:l, e Cnrneiro Leio.
O Sar. Moatezutna manda a meza
o seguinte :
Que volte a commissfo respectiva pa-
ra apresentar urna resolucio a respailo.
Ha apoiadada e entra em discassio. a qual
fica sddiada pela hora.
Ordem do da.'
Discassio da resposta a Falla do throno.
O Sor. Ramiro pergunta ao Sur. prest-
dente se acaso pretende por em discu-sio
resposl*a falla do trono por partes, ou em
globo.
O Snr. presidente responde, que a pre-
tenta por em globo.
O Snr. Ramiro torna a ter a palavra pela
ordem, e mo*tra que boje nio sa dio as
mesmas circunstancias que se derio o armo
pissado, para que se possa recejar que a
discussio seja looga pois que o remedio
para issose evitar esta' em um dos artigos
do regimanto da caza, e por isso sa per- j compativel com a digoidade dopivo bri-
so ide quo pode volar artigo por artigo, sileiro, ecom a digoidade do trono,
para o que tem a honra de olfirecar o se-
guinte ;
Proponho qua'a discussio da respis-
la fallado trono seja feita periodo por pe-
riodo.
Ha spoiada e entra em discussio.
congratula com agradavel communicica
feita pele trono, da que o ceo continua
favorecer com prospa aade i V. M.
I. esuis augustas irms; e fax continu s
e Fervorosos Votos ao Todo Podereso pira
que n*o cesse deoutorgar-nos ao bem en
que se funda as mss solidas esperances ds
prosperidaddo nosso imperio.
" Convencida a cmara da alta cdasile-
rcio que merece o Consorcio da augustt
Piinceza, h-rdeira presumpliva da caroa ,
e da ii.fluencia que pode elle ter nos desti-
nos da monarqua pressorosa concorrera
com o governo em todo o que for necea-
sario, para que as sabias intencoens da
V. M. I. venho a effeiloar-se de huma
maneira digna da naci brasileira e a-
guarda as propostas que n'esse intuito Iho
forem apresntadas a fira de discutil as
com aquello siso e inaduresa que con vem a
lio aobrelvado assnmpto.
" Senhor. i, A cmara dos deputados
Cheia de jubilo por te ter out-a vez re-
anida ere. roda do trono do qual seguro
apoto, rende sinceros agradecimentos ao
Todo Poderoso p-la continuadlo da prospe-
ra sauderde V. M. I. e de suas augustas
irmies; e desdeja assegura a V. M. 1. quo
ella tomar em mui particular conaidera-
ca5 o consorcio de S. A. I. e pesar as
propostas que Ihe fuer o governo a essa
retpeito crendo que o dito consorcio ser J
INio havendo quera se opon ha he offi-
recida a voUcio e approvado por 38 vo-
tos contra 1.
O Snr. Andrada Machado obierva que
seo voto em separado esta' no caso de en-
trar em discussio, como emeoda.
O Snr. Paula Candido tem a palavra pe- i fundados nessa
la ordem, e observa que he neceesario que
se decida primeiro qual das duas respostas
entra em discussio, visto haver hum voto
em separado; pois que he isto o que Ihe
pareee ser mus concentaoeo.
O Sr. presidente responde ao illastre de-
patado qua nio ha necessidade de se fazer
essa separaco por ser contraria ao regi-
ment, que manda que o voto em separado
eolio conjunctamente em discussio como
parecer.
Eatrio por cooseguinte em discussio os
tres seguintes pargrafo* do parecer da
commisstd por comprehender-sa um tpi-
co da resposta, o primeiro pargrafo do
voto era separado.
m Senhor. Nos tivemoi a honra de ser
eleitos pela cmara dos deputados, para
virmosa qui ennuociar os seas sentimen-
tos da jubilo, por se ver mais orna vez re-
unida em roda do trono de V. M. I. na
abertura da segunda tesst da quarU le-
gislatura.
A caaarados depuudoos namesa
da augusta familia que entre nos impera.
O Snr. Marlim Francisco incala a dis-
cuti declarando, que pedir a palavra
para se pronunciar Contra os trez parag-a-
phos do parecer da commissaS e que vo-
tava palo primeiro periodo ou tpico do
voto em separado. Le' o primeiro psra-
grapho da falla do trono, e dix, q' nao con-
sidera esta falla se nao com urna peca
ministerial, na qual sa expa o estado em
que o piiz se acha as sais necessidadei ,
eos recursos qua tem a esparar da cmara
mesma necessidade. O
que fez a falla do tros* ? Reuni no seo
primeiro paragrapho objectos que a nobro
commissad separon em trea paragrophos.'
Enteode* portanto qua a resposta deve o
mais que for possivel aproximar se a falla
do trono. Nota comtado qae podem ha-
ver occasiSes, em que a cmara se adianto
mais alguna coisa da falla do trono. No
caso por exemplo em que ella se esqueca
de lembrar algn medida vantajosa para
o bem do paiz, he enlao do dsver da c-
mara lembrar aquillo que foi asqueado .*,
mas isto nio he para o caso presente. A-
qui o illastre orador le o qua diz a com-:
musi no seo primeiro paragrapho, ees*
traoha a expressio de que se servio quaa-
do dis : tiremos a honra de ser eleitos
pala cmara dos deputados para virmos a-
qui e continua disendo pois a nobro
comissad leas jaacertesa de sar a escolla-
da para lavar u voto da gracas ? Nao essi
urna nomeaca privativa do Sr. presidente?
Ja aconteceo tm um anno, sereude todd
o trez membros da comm. da resposta a f 1-

I
J

\R ENCONTRADO




DIARIO D E |P4S
mu immiw _*iii'y '' i
una mvb u c en
#*
la do treno o nico e'clbido para levar
n velo de gracas- Censura tambera o ora-
dor a cutre paite do pargr-spho, que
diz ennunciar os seos sentimntos de ju-
liilo e per^uade-se que a cmara nlo
deve ennunciar senlimentcs de jobito por
itm fseto que esta' marrado na con ti u
cao ; pois que nao lie favor que o poder
nos fica porque esta' escriplo na rons-
lituich que a trez de itaio oa deverms
reunir qui; por eonseguinle ere que n i s-
ta parte a emenda satisfaz a Uto. Mos-
tra que em nn ptragrafo falla-nedos ropna-
bros da coramissao e em outros di ca-
reara. Mostra que a rrs posta a falla do
liono deve ser a mais concisa que for. possi
vtl e por issojulga prefeiivel a emenda
por searbar mais conforme' cem a falla do
ror.o. Depois de extender outras obier-
varoens conclue votando contra os para*
graphos da commissao.
O Sor. Martina, como membro da
comrr-issao mostra que r.s periodis assim
tscriptos au se achavo no original da
es posta, e que essa divisa em paragra-
plics fora feita pelo oHdal que o copicu.
Concorda com o nebro deputado que *ca-
bcu de fallar em que he a boa concita?,
porem lembra que be preciso que essa c. n-
cisaS nao prejodique os pensamentos que
con vera exprimir. Responde ts obsserva-
cces que faz^o Ilustre deputado q' o prece-
dido e entre os muitos, e diversos argumen-
tos neta tasa exp'essa. Nos livemos a onra
de ser eleitos i !a careara dos deputado",
pode-se por n boca dos ties deputados, que
fon ,-n nomeado para aprescutar o voto de
graca.
Suspende-se a discussa em consecuen-
cia de se annur.ciar a ebegada do Sr. mi-
ni-tro des negocios p>lraogeiros que re-
cebdo com lodcs as formalida'ies du estilla,
le o relatorio da reparticao a seu cargo e
concluida a Iciluia retirase com a mesma
formalidade com que entrrou.
O relato.io reuu-tlido a* coinmissa
respectiva.
Continua a di-rus; 5 :
O Sr. Andiada Machado pede a paUvra
para responder to uobre deputado da com
rnissa e ju!g* que esta resposta a Lila, do
tiono deve ser Ctmo todas; deve ser em
regra respondida pela pergunfaque se f/
Cntima fazendo vaiias olsenaeGes ao que
dice o Sr, Souza Martina sustenta a dou-
trina de sua emenda, concorda com a opi-
nia do seo nohre irnxa5. < moalra a [iu.l
que a questa mais de redaecto, que de
outia cousa.
O Sr. enriques de Rzende' oppc-se
aos pargrafos da commisst, e pronuncia-
se a favor do voto em separado pelo adiar
mais enrgico 5 mas nao concorda em que
se diga ao trono que a cmara se compro-
meti desde ja' a tomar em considerado o
consorcio da Augusta Princeza Imper.l.
Leu.hra que o trono esta' em mfnrrid.de-,
qual o estado em que o pi>iz se acba ,- que
estamos n'um estado de guerra e n Ihe
parece que conven) Iratar-se agoru dessa
casamento, nem de se fase re m essas gran-
des despesas.
Manda a mesa a seguinte emenda : ao
i" pargrafo do voto em separado.
Ieconhecendo a importancia poltica
do consorcio da princesa imperial tomar
na devida consideracio em tempo opportu-
no um i>< ocio de tanta monta.
He apoiada e entra em discusso.
O Snr. Andrada M.chado torna a fallar
sobro a materia declarando que* lio inimi-
go da despezas, mas se ellas torem reda-
das pelas necesidades publicas ha de vo-
tar por ellas huma vez que esteja convm-
cidu de sua otcessid.de.
O Snr. Rodrigues Torres pronuncia se
i favor dos trtx pargrafos da comaissao,
e combate o veto separado e demonstia
igualmente a ueressidade de se tomar sem
consideradlo o consorcio da princesa imperi
al, por ser negocio de auna isspoiuucia.
O Snr. ministio da geerra be lelrouou
zido com as Icimalidades do estilo le o re-
latorio da npailito a seu cargo no qud se
despede do txeicido o scu ministerio, e
concluida a Itilma relina-se com a misto*
f(i:n.aiii ce 111 queenticu.
U idatoiio be lesnelliuo a commissa
Tt>|i(clia.
Os Snrs. Mailins francisco, e Sau.a
J.lilla altea lili 10 fall l'l CitltM I
qual ffc addiadi pela hora.
O Sor. Presidente da' a orc'em Jdia
luvanla a sessao pelas duas horas datarte.
^^
TERNAMBUCO.
GOVERNO D\ PROVINCIA.
Expediente do dia aa do corrate.
Officio __ Ao Inspector da Thexouraris,
re*pood*ndo ao seo crficio do 17 da cor
rente acerca do reqnerimentode algu(s ne-
giJciantes de bebidas espritu >aaa'\ *a a
Algodio

><
1. soi te...........' 7U80
a. ,,........... 0LJ80
3. ........... 5U8o
Jos Affonso Perreira.
Antonio'',Beoto Fri.es.
i'cilores e Confeieut--.
ARSRNAL DE MARINHI.
O IHm. Snr. Inspector do Arsenal de
Mariuha manda faser publico que no dia
I. do prximo mez de Julho te pora em
arrematac"5 os fornecimentos de 'aeoar-
, Presidencia annuindo ao qo expertile o dente e caf para-ac.K-mbarcacoen* da Ar-
me-mo Inspector em dito officio stjr ro o mnda durante todo o auno financeir.i que
mein de ser roi'hor anecadado o, idiiosto bado dicorrer do uferido dia em diante.
de 4i rs. por panada de ditas bebidas coa- O roesmo Illm. Snr. Inspector convida as
sumidas na Provincia Ihe significa que pessoas a quem taes fornecimentos pssao
I pode mandar concluir na conformdide do convir a comparecerem nasta Secretatia no
! seo parecer a anematacaB do mencttfnaiW indicado dia pelis 11 horas da roanhia ,
imposto visto que nenh'-m ooiro meio de munidas de sens fiadores e das resptcli-
'. arrecadaca pode cfferecer melborts van- vas propostas.
(.pens. Srcretaria da Inspecca do Arsenal de
)ilo Ao Chele da Legia5 da G. V. Mariuha de Pernarobuco a6 de Junho de
de Nsrarrlli respondendo-lhe que fo 18 >y.
remedida a Tbesouraria a relacaS dos Cor- j
netas engajados para os Carpos da L>gi-5
e queacompanhou'o seu officio de 19 do
O Secretario.
Atesandr Rodrigues dos Anjos.
correntc.
Dito Ao Inspector Geral das Obras
Publicas ordenando-lhe que mande com
urgencia faser o precisos reparos na estra-
da que segu da Ponte da_ Magdalena pa
. PREFEITURA..
Parte do dia at> de Junho de i"g.
i
Illm. e Exm. Snr. ForaS presos hon-
lia lili'; ovjui > ^*... -, ----U----;----r -------- -----
rao interior, afim de que nj progrid- lem a minha ordero e tivera boje des-
os eslraeos ali causdos pela actual cheia tino: Josa Manoel do Santos, pardo,
: do rio. Joo Jacinto Carvalho bmneo este pelo
Dito Ao Administrador Fiscal das O- Sob-Prefeit'/ da Fnguesia do Recife e
bras Publicas communicando-lhe ocon- aquelle pela a. patrulUa do districto do
luido no precedente olficio. Corpo Santo por terem lacado a mesma
Dito Ao mesmo respondendo-lhe patrulha que os tinba idoacommodar per
que as despez's de luz, agoa, e semelhan- etarerr. com grande alarido em da note;
les que por sua lleparlivao tem sido feilas I'elix Jos ,' pardo e Bernab preto ,
... I, -...ir... iln Pnnlua Ha M? adAt>nn. escravo de Mara dos Anint naln Suli.
CONSULADO DE PORTUGAL.
No dia i. de Julho prximo futuro a|
10 hnra da manha impveterivelmente
< ba-'le 7*r leiUS na venda da ma Di-
reila I). l d'arrracaS e generoa n!U ex^
islri'tes ^.-aieitencentes ao fal'ecido snbi!i-l
lo PnrtuiUMZ, Manoel Francisco da Silvaj
O Inventario chara patente 110 acto d'
leils.
Consulado de Portugal *m Pernambuco;
aos a6 de Junho de ifi).
O Conaul.
Joaquim Baptista Moraira.
GntinuaciS do Discurso jdo Sur. Maciel
Morttdio.
Sr; presidente quando se trata de ex-
reinar o systema seguido por huma admi-
nistrac5 o/ialquer respdto dos dinbei-
ros pub'icos assim como respeito de to-
do osseus actos me parece que a pru.
denci', a circunspeccaS prescrevem regias
que na6 be pcsivel preterir sena qoe o
supposlo censor se exponba a ser contra
dictado. Examiwou o illustr* memhro da
cemmis^a todo o systema financeiro do
governo? Exaroinou" todas as suas medi-
das fiscaes ? Lea o Correio Oficial, para
bnbeeer todas aquellas providencias da-
das pelo governo para econoroisar o di-
nheiros pblicos ? E guando na5 tenh
lido, na8 pedia a boa riti que na emi-
lisse juizo algum a respeito de semelhtnte
materia, sem ter o mais cabal conliecimet;
to della ? Spgoir-se ha por exrmpl ,
de seapootar dous ou trez factos de Des-
perdicio ( que eu na5 confesso a; tes
contesto ) j seguir.-se-ba da iodicaca5 de
taes proposicoeas que se poisa faser hum
juiso exacto d-> sy lema econmico do go-
verno ? Me parece que nao. E't en ten do
senhores, qu< quando se trata de avaliar
com criterio os actos de huma admims-
_ tracio pelo que diz respeito aos dnheiros
de tem de seren arrecadadas as taxas das gio urnas vollas de orda de oiro, a pob icos deve-se ter muito cm coni l*-
n feridas p-.sssgens ; e que em quanlo nao vinte e lantes pares de capatos e aquelle | rac..5 todas as suas medidas para scoiv m -
forem lindos es livros ni-ndados fernecer_por ter com outros anombado o armiem r estes dnheiros. S por 'o a
le IIU13 uvi oun ius.h..v ---------------._-_, -_.___----j i*--,
comas b^rreiras das Ponles da Mgdalena, escravo de Mara dos Anjos, pelo Subs
e Carvalhos passaa ser feitas pela Meza Prefeito da Freguesa de Santo.Antonio ,c
das Reudas internas' Provinciaes por on- este portel- fuado seo meslre um relo- f-1
pelo Inspector Geral para a arrecada9ao de Jos Igmio de Miranda e furlado do
das mesmas sxs devem elles continuara mesmo pe lo de 400ooo rei* de maddra;
servir para o mesmo fim nao ol- noli; le- Andr tambern preto escravo do Briga-
dero ellas sido alterados pela Lei Proviu- ddro Almeida, e.Joaquim Jos de S. An-
cial n. ij cuja alter9a sendo apenas na na pardo pelo Sub Prefeito da Fregue-
quantidade dos valores que tem de pa- zia da Boa-vista ,'este por ter ferido com
gar-se nao involve por issoauecessid.de um ccele a outro pardj na caldca e a-
<< novos livros, e por conseguiute de des- quelle a reijuisica de seo senhor ; Sera-
pesas inuteis que conveineviur. ...;..!?............. i....-n:------- I
somma dos desperdicios for maior que a
snmrra das econo,nis terse lu raso pa-
ra diser quea administracaS foi desperdi-
cia ; mas eu poderei citar huma mu !!
dao de pravas contrarias a essa opioia.
Senhores sem lap'gar ma5,de outras pro-
vas tomarei por examplo o relatorio a-
presentado pelo ministro da fasenda de-
piao Francisco, pelo e Jos Domingues, I sentranbarei de!le provas e argumentos qua
semi branco ,. pela a. patrulha do districto ja fora huma ve apre>entados. ^
Diversas Reparticeiis da p,ac em desordem 5 e Andre Rodrigues, pardo
pelo Sub-Preteito da Freguesia dos A (lo-
gados por ter dado urna facada em hum
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
sugeilo.
E' o que consta das partes boje] recebi-
O Mstico Hespanbol S. Joa8, vindo de
Malaga e Barcelona entrado em aG do das nesla Secretaria,
corrente Capita Juan Roses, consigna- j Des Guarde a V. Exc. Prefeitura da
do a A. Scbramm. Comarca do Recife a de Junho de
Manifestou o seguinte.
De Barcellona.
72 Pipas com vinbo i6quVrto!a com ,
dito, 5o Bailas de papel de embiulho 'feiioda Comarca.
1000 resteas d'alhos.
De Malaga.
3 Pipas com azeile doce 16 quartolas
com dito ao barris com dito 65 caixas
com ameixis 390 anecretas com vinbo ,
100 ditas com azeitonas, 1 caixa com sar-
jas aoo ceiras com figea.
Fcra do Manifest.
189. Illm. e Exm. Sr. Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia.
Francisco Amonio do S Barreto Pre-
a Caixas com bixas, 1 baliu [com car-
neiras a caixscom pbospboios.
MEZA DO CNSUL A D0
Paula doFi?o corrente do issucar e a-
godo, e n ais gneros, que se despa-
chan na meza do consulado de Ptr-
nambuco, na semana de 27 de Junbo a
S de Julho itiL).
sorte.......... aU8oe
......... aU7oo
......... o.Libiio
......... aU45'
......... aUd'.o
......... aUiSo
Ass. B..N. l. so
> n a. 3. 4* >
> i,5oo 5 l
> 11 0.
>>
Ass. M. N. 1. SO
1,100 a. n
Parte do dia 27.
Illm. e Exm. Snr. Partecipo a V, Ex.
que das paites boje recebidas nao occerrao
uovidade.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeilura. da
Comaica do Rtcife v] de Junbo de 1839.
ANNUNCIO.
p.....
.....>
acba se recolhido Cadeia da Cdade da
Parahiba -> Norte um pulo que diz
di-mar Manoel Carlos de Souza, o qual ,
deuois de preso, confessou ser escravo ,
u'csta Cdade mas sem querer declarar 1
oome de seo senhor cujo preto tem os
signaes s. giunles : estatura ordinaria ,
secco do corpo cor fula olhjs a fumas-
sanos denles da frente Jira, di pone-
baiba com todos os dedos das mios e ps:
queru for ssu. douu pude dir'gir-se ei*
Cud Hura para d denlos a este respeito.
Prefeilura da Cunare* do Recife 2j de
jL'Cooj Junbo de ii$
iL'oo S Barreto.
lurau n\u ic, pinv..
He sabido que quap'o existiaS no Rio
Grande dous uu trez mil homens^ os sa-
ques fetos contra o tbesouro subia anim-
almente a l4oo a loo contos. Hje ha
constante, be demonstrado qne existin-
do oto para nove mil homens os saques
sao quas os mesmos monla a 3oo, ou
4oo cont mais 1 esta pi'ova he irrefra-
givel este argumento he de alguma va-
lenta. Confessa o nobre membro que ni
seaclia habilitadlo pafa o contestar, e eu
o dezafio para a presentar hum facto con-
trario.
Se he pois evidente se he oquestioni-
vel qua bouve a maior economa na ges-
tad dos dnheiros pblicos pelo que respai-
la a guerra do Rio Grande ; como se
vem accuzai a administraca de desperdir
cada ? quaeg sao as provas que se apreseu-
ta? Provas de insignificancia tal que nao
merecem resposta: o ordenado que se ma^i-
dou abonar a hum desoiubargauor Mi* "
ravel prova Quando se trata de centena*
de contos, o que significa ecouomias de
4 ou 6 conloa de res de maneira que se
possa diser ao trono que a adroiislra"
cao foi desperdigada ? Eu enlendo Snrs.,
que estes ordenados fora5 legdmente abo-
nados : mas quando o nao fosem seria
da digi.idade da cmara exporbar ao guver*
uo o ter mandado abonar ordenados a um
cidado prsenle hura cidadao benem-
rito, que sendo presideute da Bab.a no
lempo d revolu se exp: 1 a odas as (J'*
gas, soU'icu todas as priv^otus airoS-
irou todos os perigoj ? .
A'guns Srs. De^ui.dos : Dessem um
pcosao se elle lutreri |
Usr. M,cel.Uooi iro:|S;s. X*> J"*l
pusices parec-im-ou pr^pnas- partW"
cer, para *p>ijt une-inu-talu o 10^0
MELHOR EXEMPLA
^v-|^BB



/
DIARIO D R PKRNAMBCO
9CSBS^HHBKfltSm2ZmBj:3
nUiosmo do corado do Uaemeritos. Es
iou persuadido de que he ordenado fora
Intimamente pagos, mas entendo ; qun
f.anro o no fosara, ra do dec.o -io
orp0!pRis!atvo nio fallar em aeajeUnnte
fado, (pr.iadrs.)
Maravilha, qua algn* dos iHiMtTes roem-
os nn sli;nntisas,<;em ndminislraco ,
.,'. maiifiuuaboBar obtenidos a hum de-
ifirhii-fdor, qoe viva nas_ docura da
e censure ni administracio. que man-
Whoar ordenado ao <%oo cidadio
fll1e dehelloil a anarchia, queUvou a paz a
huir provincia do imperio. faooiado.1
Sr O l***'' n* P6^* f?!l"hr rn"''"
n0ind. l0 de pressa se esquecem servicos
lio importantes. No se i o que ser deste
rnd sentimnnto de patriotismo, quando
se veo governo censurado por ter feito jus-
tii a cidadio benemritos.'
Mas d-s huma pernio exclama hum
nobre deputado. Srro o governo a dara ;
roas o governo eitendeo que, abonando
rsses ordenados, linha procedido le^alroen-
Ip- porque nio he verdadeiro o facto aqoi
sevprado do que este desembarfiador ho v,i,.p pedido a sua demisgio. Ao menes
eo leudo de votaren conselho, para que
fe mandas .-hc-nar i*s ordenado, exaroi-
nei esla queslio e nio deparei coro papel
alpurn pelo qual se moslrasse que esse
cidadio houvesse pedido sua demi^o ao
grverno. Mashehoje, Srs., deploravel
coslume do lempo h ho'e co-toian peral-
mente fazerem-se increpaces em examinar
documentos !
Qutes sao aioda Srs, os ontros argu-
mentos apreaenlados para mostrar, que o
governo leve desperdicios/1 Aigomentos,
Srj presidente, que pela sua insignifican-
cia torno a repel r nao roerecia ser a-
qui expostos. iie hum delles, Srs. ter
mandado o gove no abonar huma gratifica-
co a hum oficial da guarda mcional de Mi#
as, de modo, que quando se trata de
examinar o systema em grande da governo,
saber se o seu systema he econmico ou
he de desperdic o sao esta as allega ces,
os fuetes que epparecem !.-.. A|>pello ps-
1a a illuslraco do nolve deputado que.
aprsentou semelhante argumento: enten-
der elle que este fado he bastante para que
se possa formar hum juiso a respeito da eco-
noma do governo? Deaconhecer o nobre
deputado a dtiiculdade em qOe se v o go-
verno central de li?er sentir a sua aeco em
todos os pontos do imperio? He elle res-
ponsavel por todos os actos de seo delega-
dos ru o sei : mas cabe-lhe sempre a pos
sibilidade de emendar esses actos ? Se qui
zermos revolver osannaes das psssadss ad-
ministracSe, dos ministerios, qne tem
existido no Brasil, na Franca, na Ingla-
terra en todo o mundo, poderiamos a
presentar taes desperdicios. Mas he fundada
em tais factos que a cmara dos Srs. de-,
pulados di ve emiltir a sua opinio? Direi
ao nobre deputado que do exime drsses
factos, quando fossem verdicos, nao po-
derla resultar aopinio de que o governo
era desperdigado; porque seria preciso
primeiro, que o nobre author do vol se-
parado aaostrasse que as economas nao
fora maiores.
Alas, Snrs. qoando mesmo houvesse
desperdicio, deveria a Cmara dos Srs.
deputados feixando os olhos aos actos de
administraces passadaa qua nunca mire
cera ser mencionadla no voto de gracas,
deveria (digo eu)s esereer a sua severi-
dade contra a administracio que arabou ?
O nobre deputado que hoja aprsenla es-
te voto separado nao foi hum dos collahora-
doiesdo voto de grapas apresentado o anno
passado ? Nio le ia elle noticia da despeza
feita com encommenda de cabos a de mas-
tros proprios para lod.-s as naos ioglezos,
coro a vagero de hura engenheiro Euro-
na vence ndo 8 ou 10,000 Ls., &c. Entre-
tanto, estes lacios nao forad apieseolados
no voto de gracas p auno passado He s
para com a adminitracao de 19 de selera-
bro qu o nobre deputado he nexoravel !
Srs., tu picoa cmara que me nio 'orce
apieainlar' factos de desperdicios muito
ni'! veis ds adminislracis passadas. (apoi-
adua.)
Sr. presidente quando se trata repito,
de avaliar com josiica os acto de burea ad
Iminulraiio pelo que espeita i fazenda pu-
blica he mdisj.eiieatel leguicpaaso pa-
so a serit das medidas adoptadas por tal ad-
ministracio. Tor ventura sao desconheci-
das cmara as medida apresentad1 pela
repar'icio da fazenda para a ho Bscalisacao
das rendas? Nao lera ella noticia da refor-
ma feita nos rcgulamentqs das aUandegas ,
pela qual o dinheiros publ;co vier^Sa ser
tisis bem arrecadados? Nio ter noti-
cia d reforma feita no regulamint sitiado, pela qual ainda os dinheiros pu-
blico fora roa? hem arrpeadados mais
liem ficalisad^s ? Nao ter noticia da relr-
mi feita na pauta da alfandega do Rio de
Janeiro, pau'a qu nio fora Tt-f'^mida
desde 1838, por cija reforma se pode
mo'trar ajipavelmente. que ha hum aug-
mento de receita de i5ocontos na alfanle-
ga do Rio de Janeiro, e que seguramente
chegat em todo o imperio a .tao ou 400
contos ? Nio sio estas as medida que
deve examinar o nolire memhro da co"nms-
sio para poW ntinciir o eu jttizu P IVfo"
ter noticia esse hohre membro, que aecu-
s'a a administrac,i'> ds negligente na fijcali-
saco das reodas da medida que o gover-
no tomou mandando responsabil sar a
em pregados negligentes, pevar'cado-
res ?...
O Sr. Andrada Machado : Sao pala-
vras.
O Sor. Macinl Monteiro: Sao pala-
vras?... Querer o nohre diputado, lio
ebero de principios constitucioraes lio
mante da constiinicio tio zelador da inde-
pendencia e divis'fo dos poderes qierer ,
que o governo julgue esses eropregados ?
Que poderia o governo fazer senSo espon
sabilisal os ? PalavrasM ... O nobre de-
putado f'Z a satyra da instituicio do jury !
(apoiados) Taes em pregados fora manda-
dos responsabuisar pelo governo ; nenhu-
ma administraco mandru respoosahilisar
tio grande numero de eropregados. Entre*
tanto, que vemos im'>? Na coila na Ba-
ha no Para no Rio Grande, ele. to-
dos esses empregidos ibsolvidos E com
taes meios (appello agora para a ilinstraco
do noiiro diputado, para a sua c nsciencia)
rom laes meios ser fcil fisoa'isar ce. ove-
nientemente as rendas publicas? Srs., o
que estou aqui direndo sio factos,. nio
aio leolenaaeoVs -no- so poemas- picos
como bontem se nos referi.
M escolha dos agentes do poder. Sr.
presidente professo respeito muilo grande
pelo nobre author do voto separado; este
respeito me embarga de poder diier talvez
com franqueza ludo ciuanto eu sinto ; mas
permilta-rre o nohre deputado que eu lite
diga que elle nio foi exacto quando lan-
cou no periodo em'discussSo semelhante al-
'egaco. Eu nio pretendo Sr. presiden-
te provar nem demonstrar, que todcs os
empregridos da antiga administraco era
excellentes, eran os melhores servidores
do estado ; mas o nobre deputado', que o
anno passado no voto separado pareceo
tecer encomios administracio que aca-
bou por ventura vio, depois que elle
redigio esse voto de gracas, o arino passa-
do grande mudanca nesses eropregados ?
Era os mismos poucomis ou menos,
que existira depois ; e nio se poder di-
zer porque houve huma outra mudauca ,
e porque em alguma fosse o governo infe-
liz nao se podera' dahi estabelecer que
o governo sempre nomeou maos eroprega-
dos. Se eu Unco as vistas para as admi-
nstracoes provinciae,, para os delegados
roais inmediatos do governo n*s provin-
cias vejo, que o presidente de Pernam-
buco era o mesmo que havia o da rara-
luba foi demillido ; mas me parece que
seja 0 da vantajosa ,' quesa possa formar
do presidente, que enta exislia nao po-
dera' o nobie deputado deixar de reconhe-
cer, que a ultima nomeacaS do governo
recabio em hum cidada6 muilo benemrito
(apelados). O nobre deputado na5 porier
contestar que pura o Rio Grande do Nor-
te o gov roo nomeou hum individuo que,
dando muito boa conta de si, tero se leito
credor das syrapalhias da provincia. Quan-
to aos outros presidentes me parece, que
sao todos, mais ou menos ; os mesmos ;
ha' o presidente do Ceara', que foi para o
Maranhao ; ha o nosso collega o Sr. Souza
Fianco que foi para o Para'.
Se me retiro a ootras repartices do es-
tado, vejo que poucas mudancas se tem
leito ; pt-lo que resf eita a' faienda, quasi
nenhuma se fez. Se, pois, havia rasa
para que o anno passado a cmara nao cen-
stirasse o governo de ter feito ms nomea-
ces como he que por duas tres ou qui-
tio nomeaces que aiodi senio tem de-
monstrado que seja5 mi, vero a cmara
diter ao throno qu> a administrac5 de
19 de seterobro nao f.-z sead cscolhaj des-
groadas ?
C'tou se aqui factos particulares acerca
dos presidentes do Ceara' e de Minas. Na5
quero fazer iqui a apologa desse presiden-
tes : o que, digo he que nao hala que se
levante a voz contra hum presidente para
que o governo imroediatameot o demitta.
Esta theoria nio heroiuha, h do nohre
deputado que hontern fall.iu sobro esta ma-
teria que sendo omitas vezes argido
por riiservar no Ceara' o Sr. senador Alen-
car, disse muitas vezes : O governo o-
praria com piecipiUcio, seria altamente
j^ponsavel a* naci seria muito censura- I
vel se porque meia duzia de homens se
porque hum prtalo se levanta contra hum
seu delegado, elle o dimiuisse.
Mas Sr., que fados se tem produzido'
aqui contra esses presidentes ? Censurou-
se o presidente de Minas pela organisacao
do batalhio de guardas nacionaes, mas nao
se (Dostra contra esse presidente neru preva-
ricacaS nem ignorancia de sua (uncedes.
Tem-se dito que alguns presidentes sao
muilo odiados as provincias que ha hum
parlido immenso contia elle que a opi-
nii5 publica os tem denunciado a' nac;ao
como reprobos como criminosos.
Em lempo de pailidos, como este ero que
vivemos huma autoridade tem hum par-
tido cootra e hum partido a' favor. Eu
vejo que muitas vozes se levantarlo da pio-
rincia do Ceara' contra o Sr. Manoel Feli-
zardo, mas tambem vejo que muitas vozes
se levant-rsS a'seu favor. Algunas cama-
ras sepresentara contra elle mas nutras
representaras a favor delle. Nesta especie
de duvida de incerteza, o governo devia,
quando se tratasse do Sr. Mnotl Felzar-
do atteuder particularmente aos seus an-
tecedentes ao seu carcter. O Sr, Mano-
el Feliz.irdo sempre passou no Rio de Ja-
ueirocomo cidadu prestante, cidada il-
lutrdo (potado) t ul uUdu do du-
nda o governo devia conserval-o.
He pr ciso qua eu francamente declare a'
cmara que o.governo mandando-o para
a provincia do Maranli- nao o quiz des*
linar do Ceara'; roas entendeo que devia ,
dando-lhe huma presidencia de categora
superior mostrar que appreciava os serv-
eos que elle havia feito en fa^or da or-
deui.
(Continua.)
Avisos Diversos.
Correspondencia
Snrs. Redsctore A Corresponden-
cia do Ex Guarda _" inserta em seu
Diario num. l36, be filha da intriga, he
nicamente urna indispozicio que artei-
ramentese pretende incutir no lllm. Snr.
Cama reo para com os Guardas actuaes :
pois saibaque nenhum Guarda que exis-
te he capaz de tal, e s sim o Sar. Ex-
Guarda, que por ter essa capacidade he
que deixou de o ser conforma se asaigua,
isso U10 atiesta hum
Guarda actual.
THEATRO. *
A Direcca da Illustre Sociedade Thea-
tral transferio a ultima Recita para 7 de
Julho a hm do Emprezario poder apresen-
tar (como deaeja) a Farca da Castanheira ,
com a competente Muzca que comprou
para a Sccieaade ao Sr. Andr, e uro no-
vo Coro Gual alera do detfecho da grande
Peca Destino, e Educaca.
O Emprezario convida os amantes da
Scena para a' formaca da 3. S ciedade :
os prelendentes diri|o-se aos Srs. Hercula-
no Moreira o Rezende ou aos mais
Srs. que organisara as primaras Socieda-
des.
Francisco de Freilas Gambo.
3 Hoje u8 docorrente pelas \ hora
da tarde a porta do Sr. Dr. Juiz de Direito
da pnmeira Vara se hsde arremat.ir de ren-
da triennala morada de casa I). 4 si,'l na
ra da Cadeia velha do Recife avahada ero
800,0000 de renda annual fcnja renda ser
arrematada a quem mais der, e com fiador
idneo.
' O Emprezario doTheatrocom quin-
to seja itju dcil s admoestac5es justas da
Diiecca da Sociedade, tem a allegar q9
0 Drama do da 26 eslava muito bem ensai-
adp o que se prova na parte de Eliz ,
pois sendo a Dama que fez este papel, fra-
quissima em suaa representsces foi esta
a primeira vez que tocou ao natural : quan-
lo as palavras d<> quadrilheiro acha-ae na
Peca a folhaa 68 dou-ihe urna, dou-lbe
d as, e umt mais pequea que sao trez
sio no acto ds arrematacaS. Quanlo a
Frederico o Emprezario passu a reqnerec
a Illustre Direcca haja de nortear urna
cnmmissa e provado o augmento de fal-
las ou escndalos seja punido o culpado :
e quanlo a essa Dama que lem natunza da
Urco que (pois na5 pode ouvir tocar sena
se raecber) se a authoridade Policial nao
tivesse sido ta indulgente para ella ja' es-
tara emendada; pois bastantes adveiltn-
ch'S mesmo na occasii .de cantar Ihe f't
o Empresario
F. de F. Gamboa.
_ Precisa se comprar pe de limoeiro
pequeos proprios para cerca : quem os
liver annuncie.
__ Um Sen hora carada e sen Glhoa ,
1 dolada de bous coslumes religiosos ci-
vis, e Moraes, prop6e.se a nceber em sua
caza meninas pensionistas, a meio pensio-
nistas para Ibes eosinar a ler, escrever ,
contar as quttro especie por Anlhmetica ,
Grammatca Portugueza 5 a cozer toda a
qualidade de costuras, labannlos, borda-
dos brancos, e de cores, de oro, e prala,
ef-izer fines, vestidos, toucados educar
: com toda a delicadeza, a Religo Christ,
l'civilidade politice ecostumes Moraes; txo
brm-"'ai o Franca, a Msica, a
danenr, locar o insliumento que os Pas
quiserem convencionando-se com ai Di-
rectora das ditas Alumnas ; assim como se-
r o ajuste para serero, admettidas as dita
meninas, conforme igualmente os Pas qui-
serem /icando os dito Pas cerlo qua
serio com toda regularidade a desvello no
tractamento das meninas prehenxidos es
deveres, a que se propoem a dita Directo-
ra. Os Srs. Pas da familia, tanto da
Pra?a, como do Matto, que se quiserem u-
tilsar do seu preslimo, dirijaS-ae a ru do
Rangel ao a" andar da casa D. a.f.
Na noite de Sabbado do da aa para
a3 foi roubada rotnha Serrara, tt levaran
me urna purcaS de assoalho reforc^do de
amarello outra quantidadede cusladiulios
de amarello e tambera umaa poucaa de
taboaa de sedro e louro em varias vitolas;
assim como dois serrotes : a quem for of-
ferecido na5 compre por ser furtado o-
dendo parlecipar a Jos iiigino de Miran-
da.
_ Da-se de 100,000 a 1:000,000 de isr
a juro com pinhores, ou firmas a con-
tento : nesta Typografia ae dira.
^ Quem tiver para alugar hum primei-
ro ou segundo andar, sendo na Boa-
vista na ras atierro ate a Santa Crur.
ou ruana Gloria anuncie, ou procurn
a quem o perteude na ra do Vigario D.
g do i. audar j cojo he para familia de-
cente.
_()uem precisar de Caixeiro Portoguez
para io|a de miudesaa, deque tem bas-
tante pratica : annuncie pira ser procu-,
rado.
_ Um brasileiro casado de boa con-
ducta tem-se proposlo a ensinir particu-
larmente a ler, escrever, contar, Gram-
matca e termos de civilidade al o nu-
mero de quinze meninos por menos do
preco que presentemente se acha estipule-
do ; quem de seu prestio se quizer utt-
sar dirija-se a ra de Santo Amaro no i>a-
irro de Santo Antonio, em a penltimo
casa do lado esquerdo pegada ao ultima
sobrado, buscando amate pequea qia
hi achara com quem tratar.
\R ENCONTRADO


mau .--i ~ ^
pamas*
w
DlATO t)E T E 11 M A> VCt>


H
MHMMI

I
A peMoa que quer fallar Josquim
Altes de Cfcstro, dirj-se a travessa da
rot do Vigario ero um cobrada da deman-
dares per cima da renda de Antonio Luir.
m. Aluga-se urna b ja casa no Mond'go,
a tratar na ruado Collegio coaa o M>jor
Costa.
Deseja-se Marcoin o Sr. Jos Jo-
rfuim Affonso, a negocio de seu interesse,
por isso qaeira annunciar sua morada.
__ Da-se aoo.ooo a premio sobre boas
firmas, ou pinhores de onro pelo lempo
do dais a 3 mezes; quem qoiser anouncio.
Aluga-se o primeiro andar e arm-
gera de urna casa, em urna das roelhores
ras do Recife ; quem quiser annuncie.
Perdeo-ae desd' a ra do Crespo at
Boa vista 4o,ooo em sedulas embrulha-
dss n'hum quarto de papel branco a pes*
aoa que achou e queira restituir diri
ja-se a Boa vista ra detraz da Matriz ler-
c'eira casa lado direito D. 3, que ser ge
serosamente recompensado.
_ Quem tiver um quarto possante pa
ra ambas as sellas, annuncie.
_. Aluga-se urna excellenta casa com
suficientes commodo? para urna grande fa
milis, por ter um grande .solio, e com
porfo de desembarque sita no lugar dos
Coelbos, junto a olaiia do Sr. Miguel Car
neiro : tratar na ma de S. Gonsalo casa
D. u.
_ OHerece-so um rapaz brasileiro para
caizeiro da qualquer osa de negocio ou
fora delta o qu-l d fiador a sua condu-
cta i quem precisar dinja-se a ra nova ao
p da ponte O. a(j,
Precisa-se de um Yitor para enge-
nbo : na ra da Cruz n. 6.
' Na ra da Penha- no segundo andar
do sobrado I). 7 deseja se fallar.ao Snr.
Antonio Jos Gudim vindo do Aracaty
na Sumaca Delmira, ou annuncie sua no-
rada visto a gianda preciso que se Ibe
-tem de fallar.
_ Quem precisar de um homem para
botequim ou padaria dirjase a ra das
-Cruzes venda de Antonio Alves de Souza
Araujo.
__ O dono da venda do varadouro em'
Olinda deiza de vender bebidas espiri-
tuosas do primeiro de JulHo em dame.
_ Um rapasiobo pardo se offerece para
qualquer emprego anda mesmo para pa-
gem tendo para isso muila agelidade e
d conbecimenlo de sua couducia ; quem
o pretender dirija-ie a ra da Gfioceicio
da Boa vista D. 5.
_, Thom Pereira Lagos arrematante
do contrato de ao por cento.do consumo
das agoas*ardente3 de producto brasileira,
Jo Municipio da Cidade do Rtcfe e seu
termo avisa aos Srs. proprietarios de ta-
bernas : botequina destlac5ss e resli-
Ib i'oes em que dito genero se vender pelo
sniudo, que no dia primeiro de Julbo do
corrente anuo comees a proceder a cole-
ta em ditas casas, do que dever ficar pa-
gando de ora em diantena forma da le ,
t pata esse fim precisa que ditos proprieta-
rios ou seus caizeiros se acbem em as cu-
tas casas monidos do ultimo recibo do
tx contratador, a fim de quesepossa com-
binar o seu pagamento t que o annuo-
ciante requeira ao Exm. Snr. Presidente
melhor forma de p jmenlo eom forcas de
contrato a fim de que por este meio sessem
as queizas de coleta lalvez sem razio ; e
para que senio chamem a ignorancia do
espedido fas o presente annuncio decla-
rando que, o seu quar'.el, ora Ano at-
ierro dos Bogados ultimo sobrado Isds
squerdo.
u Perdeo-se no dia a3 do cosrente no
lugar de palacio velbo atraz di casa do
labaiatono um atoada de 4ooo eneas toa -
da em oiro com aeu lapo enfiada em
quasi 3 varas de cordio e urna pequea
rgola de oiro ; quem achou querendo res-
tituir dinja-se a ra de agoas verdes De*
cima 99.
_ A pessoa que for dono de um negro
rouito bucal de neme Sebaatiao de na*
co congo, Um dois denles lirados na fren-
te com todas duasorelbas furadas, dinja-se
a tabatiu^ajunto a Villa de Iguaraaau' em
casa do capito mor de campo Victorino
Jos de Almeida.
_. Mr. kiasel relojoero francez, no
altciro da Boa vista, acba-se promplo a
concertar qualquer elogio que Ibe sejs
confiado, pelo mais cortimodo preco elle
obriga*se restituir o dinheiro que tiver re-
cebido em pagamento de qualquer concer-
t, quinao for bein executado.
Offereci se para caizeiro um rapaz
brasileiro para ra rmasete ou es-
crptorio 5 quemo precisar annuncie.
,----------------------_.-------------- ,.- -------*y*-
Avisos Martimos
PARA MONTEVIDEO segu vieem
com todi brevidade a Polaca Oriental lia-
ra Theresa. Capito Angelo Ageoej quem
na mesma quiser carregar dirija-se a Seu
consignatario Manoel Joaquina Rattot e
Silva.
PARA O ARACATY a Sumaca Emilia,
Meslre Jernimo de Souza sihir no d a
4 do prximo mez de Julho podeodo ain-,;Amfric do Norie com estampas jfvi^ens
da rec-ber algoma carga ; quem tiver de *deGuliver, as obrascompletas 'de Fajn
embarcar di 1 i jase ao dito Mestre ou a
Antonio Joaquiffl de Sousa Rib-iro.
FRETA-SEou vende-se a Escuna Ame-
ricana Shakespeare de lote de 800 barricas,
nova mdita velleira forrada e eavilhada
de cobre e prompta de ludo para qual
quer vi-gem ; quem a pretender dirija as
ao escriplorio de seus consignatarios L.
G. Ferreira & Mansfield.
PARA O CRARA' a Sumaca Delmira ,
Mestre Jos Joaquim Alves: quem n <
mesma quiser carregar entenda se com o
mesmo Mestre ou com Antonio Jiaquim
de Souza Rtbeiro, na ra da cadeia do
Rcife.
FRETA-SE para Liverpool Londres ,
ou qualquer porto da Europa o Brigie
Inglez Traveller de primera ciaste for-
rado e encavilbado de cobre e de lote de
169 toneladas Capito Pallo! ; quem
quiser dirija-se sos consignatarios Me. Cal-
monte & Companhia.
Li e i 1 a o
Que fas o Corretor Oliveira por con-
ta de quem perte cer e sem limites de
preco de urna pfc5 de genebra verda-
deira de Hollanda em frascos deseos*
barcada da escuna Ingleza recentemente en-
trada n'este poito desarvo'rada Terca
feira a de Julho no armasem de sua casa
na ra da Conceicao n. 34 > vulgarmente
beco do capim.
Pira o primeiro de Julho que fa*
zem S. Martin Irmios do seu estabeleci-
meato que tem na quina da ra do Ca-
bug na quina que fica defronte do S. S.
de S. Antonio, do modo segunte em um
s lote: loja com as faiendas dividas e
dois escravos no se compreende as di-
vidas mal amparadas que montio a ao
por cento as quaes se dar de qwbra ao
comprador; as fazendas so inventariadas
por preco commodo e no ha alcaides ; em
quanto a loja he urna das m.is bonitas e
sita em o melhor local desta Cidade tan
to para o negocio como para recreio os
pretendeotes podera'5 antes do dia da ar-
rematacao irem examinar o sobre dito es-
tabelecmento como tambem as condices
do pagamento.
a. Panno delinhoda boa qnslidad'e ,
em pecas por preco com modo : na loja de
Cabos defronte do Corpo Smtb n 5.
* Biehas de boa quilidade chegadaa
prximamente d Lisboa ; n. venda defronte do beco do Lobato.
_ Por preco commodo Gil Braz, cir
las de uma mi a seo filho para Ihe pro
var a vrdade da Rehgiio Christi : na lo
Ja de miudesas no atierro da Boa vista.
tima Imagem de 5. Maaoel da Pa-
ciencia e< um Santo Leoha : na travessa
de S. Jos que vai para S. Rita Deci-
ma 10.
Um Mestre francez em muito bom
uro por Clamopin um arte drts por
Lbomood por preco commodo : na ra
do Nogueira D. 19.
_ O* livros beguintes novos e por pre-
co commodo : historia do brasil dita da
Compras
1 Tres ou 4 fscravos que sirva
oservico de encbada : nesla Typog
ae dita.
_ Prata velha sem feitio : na ra ida
sanzalla nova D. 34-
_ Um preto de meia idade que mais
ou menos entenda de canceiro e do ser-
vico de campo no importa ser torio ou
cambado, com tanto que nao seja brbsdo,
ou fujio : na ra da praia em casa da Je*
o Tnomss Pereira.
Vendas
_ Urna escrava creoula de Loanda de
idade de i5 a iti annos eogomma liso ,
cozinha o diario de uma casa a lava de
aabsS : na tus Direira do lado Livrsnsen-
to D*20,
lo Elirio, elementos d geometra Feliz
indepente, as rimas da Vuloey, D Qaezo
te, as luzadas parnaso lusitano es^o-
Iha das melhores novelas, ama Pompilo,
dois Rubsorfs historia de Bonaparte com
todas as particularidades t sua murta ,
colleco de historias, an-cdotas, drimas ,
espectculo das bellas artes lines da na-
tarea noites romanas no sepulcro dos
Scipes tlccionajo potico dito portu-
gus d?s plantas pedras animaes, e 01c
e arte potica: na prcinha'do Livramen
to D. 16.
- Da-se por 15o,000 a armacad de
uma venda com todos os seus pertances ,
sita na quina do beco do marisco e tem
commodo paia familia : a tratar as 5
pontas venda D. 10,
. Um sitio de tirras no Brejo da areia
dista da Villa legoa e meia", com meia le-
goa em quid o, boas maltas e trras de
criar com uma casa .de taipi : a tratar
com Antonio Querino do Espirito Santo ,
no piteo de S. Pedro lado direito Deci-
ma o.
i. Uma molata de ao annos de idide ,
bonita figura engommi, cose cozinha,
e faz doces dois pretcs de 18 a ao annos
,de idade opt mas pira todo o rervco de
campo ; e ana preta moca cozinha e
lava boa compradeira e vendedeira de
ra : na ra d*t agoas verdes D. 3^.
Cobertores da America muito pro-
pros para escr.vos em nsda inferior a
primeira porfi e por preco conmodo :
e uma porcio de arcos de ferro: na ra
do Crespo loja D. 5 de Antonio da
Cunba Soares Guimaries.
Uma venda na quina da ra do Ara-
gao, com os fondos de 1:000,000, a dita
faz milito negocio e tem c un modos paia
familia o seu aluguel he mutto barato a
vista do comprador se dir : a tratar na
mesma.
Urna escrava de apo de dada de
aa annos, cozinha o diario de uma casa ,
lava e engoaama liso : na aolidade vend*
defronte do oifo da I reja.
_ Na praca da Independencia loja de
sortimentos decalcado, D 27, tem a
venda as seguntes fazendas chegadas pr-
ximamente ; bonels d" pelle de lobo, cha-
peos de castor de seda francesa p roens, ditos de massa para menino*, botns
e ppalos de btzerro francez para homem ,
cpalos de lustro para homem e meninos,
culpado de marroquim duraque, esetim
paraSenlior.se meninos, botina para se
horas: ludo do ultimo gosto, e por preco
cmodo*
_ Urna canoa grande en bom uzo ,
e de excedente madeira com que fora cons-
truida e carrega seguramente ummlhei-
ro da lijlos : a tiaz dos Martirios estalti-
ro do S'. Figu-ireno.
_ Um excelUnle e novo pisnno forta
acudo d< fobca inglesa : nesla Typogra-
fia ae dir.
_ Canoas de diversos lmannos e al
gumas de um t pao estando encaverni-
das da melhor forma, que at podem servir
para conduzir familia, a tambem proprias
para trafico de otaria : aa ra velha casa
de Joio Francisco Santos de Siqueira.
_ Uma colepia. de quadros ricamente
em pinturas e moldura seado da bi-
toria Romaos: siesta Tjpografia se dir.
mm Aifineles de brilhmie esmeralda e .
rbij e finolis para punrof do grande PERN. NATIP. DE M,F. DF. 1W9
ton: Ih rha nota lojS da reloj oajro Deci>
m 11.
uma escrava d na$lo, anda raoca .
booit.t'figura cozinha a lava roupa / na
ra do Livrameuto o. la a fallar com- Bar*
celar.
_ Urna rfisa mobilia de Jacaranda no-
va e do ultimo gosto e um pianno novo
de magno : na rus da praia em cisa de
A. Vital de OiiveUa. i
Moviinento do Forto
_
NAVIOS S AH DOS NO DIA 24.
MARANIAO' Eicuna de Guerra Nac.
Legalidade Comm>nd te Jesuino Limego Costa.
HWliiURGO; G.bota liamburguon For-
tuna Mestre P.'Petersen carga assu*
car.
TRIESTE; B.rigoe Nac. S. Manoel Au-
gusto M. Mauoel SimSes carga as*
suear.
ENTRADO NO DIA %$,
MEDlTERRANlO ; 35dias, Brigue Es-
runa Hespanhol Nympha de z 14 tonel. ,
M* Ventura M .nins carga viuhos e
azeite : a Anorim & Companhia.
LIVERPOOL ; 40 das Brigue Ingles
Travelles de i5y tonel., M. Jeshua,
carga fazendas : a Me. Calmont & Com-
nbia.
DITAS NO DIA a5
MALAGA ; 34 dita Mstico Hespnhol
de 5o tonel. M. Joio Rosas carga vi*
nbos e alhos: a A. Schramm.
TRRA NOVA ; 45 das Brigue Ingles
Bonanza di 146 tonel. M. Cragg, car-
ga bicalhu : a Hirrisoas L.thtm &
liibbert.
BAHA ^ 3 das Birca Inglesa Ranger
de 3o tonel*, M. Alexandre- Brownj
em lastro t a Crablree a Heyvrorts.
SABIDOS NO DIA a5.
PORTOS DO NORTE ; Birca de Vapof
Nac. Bibiana, Meslre J, M. Otten ,
passag-iros para o Maranbio o Almio
G. H. Blafield para o Para Domingos
Jos Antonio Rebullo o servo Manoel
do N.somanto remettido pelo Presiden-
te da Babia a aalboridade competente no
Para.
TRIESTE por Gibrallar; Brigue Nacional
Roaa M. Manoel Luiz dos Sinloi. cara
ga assucar couros e algodi j.
ENTRADOS NO DIA 26
MALAGA i 3o das Polaca Hespinholi
Gilondnna de 80 tonel. M. Antonio
Fabrigaa carga gneros do pais : a A.
Schramm 1 fundiou no Limairio.
BAHA t .lias, Sumaca Nac. B. Con'
ceipio Fehridade do Brasil de 'lio tonel.,
M. Manoel Djminguei Goces, carga di-
versos gentros : ao mesmo Mostr, pas-
aageiros os B. Ignacio Srbistio Pitia ,
com a lilbea e Francisco Jos de E*
ve/a.
TERRA NOVA; 44 dias Brigue Ingles
Jorge, Robson de 148 tonel., Si. Jo
L'.k carga bacalhau: a Ros e Braga ?
fuudiou uo Liraeio.
SAHIDO SO MESMO DIA;
TUIESTEi Brigue PortuguezImportador
M. Jooquim Marques da Silva, carga> 1
assucar e algndao. r*-
OSSERVACOENS.
No dia 5 fez-se de valla um Bri^oe-Fr!."
cez sem ser regulado.
No da ati fund.ou uo Mosqueiro o Brigue
Inglez Bunoasa que estere lundudo
no Lasaeirlo. J
Dito : a Sumaca Nac l4 da Norembro ,
quedeste porto sabira a si dias,e bb-
trou arribada.


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