Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03898


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Full Text

*m
.NNO DE tilit SEX A PlRi
CAMBIOS.
Junho 19.
Londres aqpor i Jooo sed.
Lisboa p5 por loo premio, por metal, offerectdo.
Franca'Sao a 3a5 reis por Tranco.
Kio de Janeiro 3 por loo p.
Moedas de fijoo i:i:!ioo ai velhas, oras i{/goo.
4#ooo 8#3oo a 8#ioo.
Pezos Columnarios 1^700 a ifiyio.
Dittos Mexicanos i'660 a 1^670.
Pntaces Braiitciros 1^700 a 1^170.
Premios dag ku as, por mes 1 1/8 a 1 i/apor 100;
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTESi
j Segnndas'e Sextasfeira;;
CHade da Palaiba e Villas de sua pretenco ; ".' 2 3
Cidade de Rio 'rranrie do fliorte, e Villas dem .: 3
ftdade da Fortalea e illas dem .. "J
Villa de Goianna ............
Cidade da Olinda _.' .' .' '.' 3 3 3 S Todos os das:
Villa de Santo AntSo...... .' '. Quintas feiras.
Dita da Garanhnns e Povoaco do Bonito; 2 ; ; Diat 10, a a{ de cada mes
Distas do Cabo Sarinhaem, Kio ForraOso, e Porto Calfo dem 1 11, e ai ditto dilto:!
Cidade daa Alagoaj, e Villa de Macei. ..... dem dem.
Vill d Pajau de Flnrr. ..... dem i3, dittoditte
.Todos os correic3 partera ao meios dia.
U DE ttmttO IJMEKO f.
Todo agora depende de nos mesaos; moderaeo, e energa : continuemos cosao ptrneip. rno*
seremos apootados com admiradlo entre as Waees aad
Proclumaqao da Jstemble* Gerul do BraiL
Subsereve-se para esta lolha a 3ooo por qnartel pagos adi J
enfados nesU Typografia, ra das Cruzes 3 e na Praca
da Independencia D. 37 38, onde se recebem correspon-
dencias legalisadas, e anouorioe; nsirindo-se estes gratis
sendo dos proprios assignantes, a yindos assigaados.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda S. Mrgarida Rainha. Ses. da Thei e and do J. de D. da a. vara de man;
11 Terca S. Bernab Ap.. Re|. e audiencia do J. de D. da 1. Tara de manh.
1 a QaarU S. Joo de S. Facundo. Sessio da T. P.
i3 Quinta iff. S. Antonio de Lisboa.
1 '1 Sexta S. Bazio Magno Sesso da Thez. e aud. do Juit de Dir. da 1. rara d a*.'
15 Sabbado S. Vito M. Re. de raanh e aud. do J. de D. de an.
16 Domingo S. Joo Francisco Regs.
Mari ebeia para odia i{ de Junho:
As 6 botas e 6 minutos da manh. As 6 horas a 3o minutos da Urde.'
PERNAMBUCO.
i83g s=N. 76.
Francisco do Reg Barros Presidente da
Provincia de Pernambaco. Faco saber
a todos os spus habitantes que a Ajsem-
blea Legislativa Provincial decretou e
eoatnccionei a R-solucio aeguiote.
Artigo i. Os Professores de Humani-
dades e de primeiras Letras que forf o
prvidos antes da Lei de 10 da Junho de
1837, prcebero os seas ordenados in-
divisamente ssm destincc > de ordenado e
gratificacio.
Artigo a. A mesma disposicfo fie es-
tensiva aos Substituios, que estiverem no
caso do artigo antecedente, e os Professores
que se honverem jubilado en virtade da
dita Lei de 10 de Junho de 1837.
Artigo 3. O Profesaor que estiver no
caso do artigo i., e que depois de a5
annos de exeretcio no interrompido qui-
zar continuar no mesmo Magisterio, jul-
gando-o o Governo anda apto o podera'
tazer vencendo mais metade do ordena-
do, que percebia e tendo eoainado mais
cinco annos lera' outro tanto mais do tea
ordenado.
Artigo 4* Fico derrogadas todas as
Vei* e disposices em contrario.
Mando por tanto a todas.es Authoridades
a quera ocontiecimunto e execucao da re-
ferida Resolucio portencer, que cum-
pli e faci cumplir tio inteira men-
te como nell se contem. O Secretario dea-
ta Provincia a f-ca imprimir, publicar e
correr. Cidade do Rscife de Pernambuco
3o de Abril de 1839; Dcimo oilavo da
Independencia e do Imperio.
4 L. S.
Francisco do Reg Barros.
Carta de Lei pela qual V. Ex. manda
xeeutar o Decreto da Assemblea Legista ti-
m Provincial que Houve por bem.sanccio-
ar mandando que os Professores de
Humanidades, e de primeiras Letras pr-
vidos antes da Lei de 10 de Junbo de 1837,
percebio osseus ordenados indisivamente
aem dislocco de ordenados e gratificacio,
steadendo a referida dispoaicio aos Subs-
0 ttulos, e Professores jubilados em virtude
-lia dtu'Lei, tudo como a cima se declare.
Para V. Ex. ver.
Fernando Alfonso de Mello a fez.
, Registrada a f. u5 do L. 1. de Leis
Provmciaes. Secretaria da Provincia da
Pernambuco 6 de Maio de 1839.
Jos Xavier Faustino Ramos.
L Sallada e publicada ta Lei ni Secreta.
\jU da Provincia de Pertamboee em 6 de
Maio de 1839.
Jernimo MeftioiauO Figqeira de Mnllo.
1839. = N. 77.
Francisco do Reg Barros Presidente da
Provincia de Pernambuco. Faco saber
a todos os seus habitantes, que a Assem-
biea Legislativa Provincial Decretou, e
eu saoccionei a Lsi aeguinte :
Artigo i. a Forca Policial de toda
esta Prvida durante o anno financeiro de
183ga 1840 sera' composta d quinien-
tas e trinta e oto pracas formando un
Corpo composto de um estado Maior a
menor, quatro compaobiss de Infantera,
urna de Cavalaria, organisados o Corpo
e as 'Companbias do mesmo modo, que
existe actaalmeole ; exceptuando o numero
de soldados que sera' da noventa e dous
por Coinpanha de Infantera e de cin-
coenta a de Cavallaria.
Artigo a. OCirurgo Ajodante ven-
cera' mensalmenta mais dez mil res de
sold.
Artigo 3- O Governo 6ca auctorisado
a elevar a Forca da Corpo Policial ao es-
tado completo da Lei do anno prximo pas-
eado, quando perigue o socego publico, e
se torne necesaario o emprego della. E
a destacar para as Comarcas os Sargentos,
quando nio bajo omeaes suficientes para
este ser vico.
Artigo 4* 6 Firio em intairo vigor os
rtigos da Lei Provincial de 19 de Abril
de i838, que nio forera alterados pela pre-
sente Lei, e revogadas todaa as Lei e Dis-
posites em contrario.
Mando por tanto a todas as Auctof i da des
a quera o conbecimento e execucio da refe-
rida Lei perteocer que u cumpli
e lacio cumprir. lio intciramente como
nella se contem* O Secretario deste Pro-
vincia a faca imprimir publicar e correr.
Cidade do Recife de Pernambt.'co io t A-
bril de 1839; Dcimo oitavo da Indepen-
dencia e do Imperio.
L. S.
Francisco do llego Barros.
Carta de Lei pela qual V. Es. manda
executar o Decreto da Assembiea Le-
gislava Provincial que Houve por bem
lanecionar, 6xando a Fotc"1 Policial de to-
ta a Piovincia no anno'financeiro que ba de
correr de 1839 a 1840, na forma cima
decid rada.
ParaV. Ex. ver.
Jos Xavier Faustino Ramos a fez.
Registrada a f. 116 do L. i.de
Leis Provinciaes. Secretaria da Provin-
cia de Pernambaco em 8 de Maio de
1839.
Fernando AITonso de Mello.
Sellada e publicada esta Lei na Se-
cretaria da Provincia de Pernambuco em
8 de Maio de 1839.
Jernimo Martinianno Figueira de Mello
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 10 do crrante.
Oficio Ao Inspector da Thesoorara ,
enviaodo-fbe urna nota remedida pela Di-
rectora do Monte Pi Geral dos Servido-
res do Estado e pertencente ao Contri-
buinle Manoel Fernandes da Cruz Te-
nerte de primeira Imita, afim de que
mande abrir os necesarios asseotamentas,
e faser os devidos descontos.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra, respondendo-lhe que a vista do mao
estddo dos reparos das quatro pecas de ca-
libre 6 do terceiro Batalho de Artilheria,
os mande faaer de novo, conforme re*
prezenta em seo oficio de 8 do corrate.
Dito Ao mesmo, auctorisando a des*
peza feita com a bsndeire cmturio de
lustro, e espada de panho de lati, que en-
tregou aoCapiio Barros de Panellas.
Portara Ao mesmo, para entregar ao
Quartel Mestre do primeiro Batalhio da
Guarda Nacional de Goianna 4 cornetas de
loque e outros objetos requisitados pelo
Com mandante Superior da referida Guarda
Naci na!.
Oficio Aos Agentes da Companhia dos
Paquetes de Vapor, para, indemnisarem da
qoanlia de 5iU47*> re's ao Arsenal de
Marraba, importancia dos gneros por a-
quelle Arsenal fornecidos a Barca de Va -
por Babina, tequesicio do respectivo Co-
mandante.
Expediente do dia 11.
Oficio Ao Inspector da Thesouraria,
ordenando em conformidade do artigo 43
da Lei Provincial numero 73, que faca a
publicacio do Artigo 4* da mesma Lei a
cerca do praso improrogavel para o paga-
mento de meias cizas de escravos por
meio de edtaos, os quae fara' circular por
toda a Provincia, remetiendo exemplares
as repartico compettentes eaos Collec<
torea de diversas Comarcas.
Dito Ao mesmo, ordenando em con-
formidade do artiga 8. da Lei Provin-
cial numero 73 que ponha em arremata-
cao o foro das caixas e fechos de assucir
sob as bazes descriptas dj citado artigo ;
devendo propor as mullas que se bio de
estabelecer para os casos de quaes quer a-
buzoa da parte do Arrematante.
Dito Ao Profeito da Comarca do
Recife, significaudo-ibe, que tendo a Lei
Provincial numero r>8 determinado que
naa duas Fregue*ias da Cidade de Olinda
baja um s Sub-Prefeito; compre que
faca a respectiva proposta na conformida-
de das ordens existentes a fia de que se d
logo excucio a mencionada. Lei.
Dito Ao Inspector do Arseusl de Mi-
rinha para mandar por a di'posicio do
Inspector da Alfandega o Patacho Convi-
cio a fim de que lhe d applicaclo e dis-
tino que anlerto mente eli tinba.
Dito Ao Inspector da Arfandege ,
communicaado-lhe a expediccio da ordem
supra.
Dito Ao Director Liceo, psre em
onformidadb da L-i I Mvincial numero
73 qudsupprimioo Lv?, de Amanuense
do me3ino Liceo, despedir a pessoa que so
acha servindo n dito lugar, no 1. de Ju-
Iho prximo fnturo.
Dito Ae mesmo para ordenar que
Professor de Filosofl, a em sua falta o
respectivo Substituto, enmpareca na Ac-
cademia Jurdica de Olinda no dia 17 do
correte pelas 9 horas da manbf a fim de
aer um dos Examinadores dos oppositores
aGadeira da mesma Disciplina que a!:
se acha emeoncurso conforme requdiita o
Vire Director da dita Accademia.
Dito Ao Director Interino do Curs9
Jurdico de Olinda communicando-lbe o
contando no preceden!? oficio.
COMMANDO DS ARMAS;
Expediente do dia 4 de Junho.
Oficio Ao Exm. Presidente rein-
viando-lhe o requerimento do ex-sol-
dado Josqoim Manoel de Lemos, que
pedia ao Governo Imperial o paga-
mente do fardamento que se lhe estiva a
dever desde a data de sua primeira pra-
ca no Corpo d'Artilheria deMarinha dis-
cantando o que recebeo pelo i. Bata-
IhaSde Cscadores Expedicionario ao Rio
Grande do Sal, onde ltimamente ser-
vira e informando acerca de sua preten-
co.
Dito Ao mesmo Exm. Sor., rein-
viando-lbe e informando o requerimen-
to do ex Soldado Joa5 Antonio, que aO
Governo Imperial pedia lhe maodasse pa-
gar o fardamento que se estava a dever ,
discontando o que reeebera nos Cornos on-
de servir.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. devol-
veudo-lbe competentemente informado o
requerimento do ex soldado Andr Ferrei-
ra da Silva que ao Governo Imperial pu-
dia igual pagamento.
Dito Ao mesmo Exm; Sor. c!
vendo-lhe competentemente informado O
requerimento do ex soldado Mano*d Joa-
quim do Nascimento, que ao Governo
Imperial pedia igual pagamento.
Dito Ao mesmo E;-:n. Snr. pedin-
do-lhe a expedica de suii ordens, pea
que no Arsenal de Guerra fosse recebido
por outro o ferro que srvia de cortar os
bombas dos bonets fisto haver-se muda-
do a uumeracad do Corea de 4< para
Dito Ao Inspector da Thetouraria t
rommunicando-lhe baver o Brigadeiro Re-
formado Aleixo Jos d'Oliveira, a o Tenen-
te Ajudante Francisco dea Passos conclui-
do oa trabalhes das ext'octas Cfasses de
que se achavio encerr.; idos e que por
isso deixavao de perceber a gratinceca ad-
dicional qte tinhao, desde o ultimo do
mez p, p.
Dito _.W mesmo, para recebar do>
Brigadeiro Hefornado AI9U0 Jon de 01^
MUTILADO


II
2
^anummmmr-rammmmmmmmmmm m i
?ir en?*:e dio t;i4*e C**es*t ee
nJtitrur.eale Co*ri*ufir o*ta I*
|Ofntri Dito A Bridada** Rfj*'l< A!-
xo Jo< d#> O'ivfr /feoHnfla-Itu q''
fisai;* rwober Th*SOU'*'' reli
de exlfoetaj C.lfs e co-vnvtnicead*-
Ihe, qo* dttdS i. d(* i" *tn diurt
te*PAia*e r gratificaras ddie*iot1 qoe
pereeh* j Mira i-om doT"'''"" Fran-
risco Jo< d->s 1****04 visto t*,'<"*,-*> con-
cluido os trabdhoe deque s *chai5 r-
carregsdo.
Dito Ao Inspector do Aj*ens I*
Mariana, pera maodar desembarcar de
bordo do Padv Rair>h dos Anjos ,
os soldados vindos do Rio Grande do ol,
Lino Joaquina doi Santos e Migue! Ri-
beiro dos Aojna os quies deviS ser en-
tregues a esolt que se Ihe apresentaria
para os condnsir.
Portara Ao Commandante interino
do 3. Batalbo d'Artilheria, andando
recebar em qualidade de addidos e con-
servar em seguranca ate qua fossem envi-
ado* para a liba de Fernando os dous sol-
dados mencionados no officio precedente ,
pas esques devia tirar sold a rasa
de 90 rs. diarios do i. He Marco do
crrante anno em diante e Etape da data
desta.
Expediente do dia 5.
forma tsbelfeida t oa venrimenlos Wl
tarasque Ifca forem devi-fos arista, <|os
eaftifieadoo, que aoorapaoharaS o seu re-
qo.-i-ia**nt'-.
>io Ao Coattrfor da ConttdQria Pro.
vineitl partecipanda-lh' para sua intelli-
gnci* tero Rxna. Presdante da Provincia
aoii'O'S'lo *fl errematfiedes feins peranle
a TbMOOwia nos dias 10 11 do mez
da M*io ultimo do rendimiento de ao por
rento d." consumo d'Agosrdente dos diver-
so:- Municipios da Provincia e 4p Diri-
mo do Capim de planta dos Municipios do
Reeife o Olinda.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
i
SeseaSdodia 11 d Junho de 1839.
Ju;y deSentenci.
Rpcurso do Ju-y do B-ejo da Madre de
Den* para o desta Capital reo ^ranciaeO
Jos da Sva ennderanado em tentativa d
morte; foi absolrido.
Diversas Ileparric^oens
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta he a mesraa do cao. 110.
COP.REIO.
O P*taxn Paquete de 3. recebe a ro*'
la para Lisboa no dia i5 do crreme as
11 horas da manhia.
OBRAS PUBLICAS.
Officio Ao Ter.ent9 Coronel do Impe-
rial Corpo d'Engenheiros acusando re-
cebido o relatorio da Commissa da que era
Presidente e que tomou contas ao Major
Felippe Duarto Pereira encarregado da d-
reccad da obra do novo Hospital Reg-
mentai, e pedndo-lhe alguns e-"iarec.
tos acerca das materias consumidas na mes-
toa ebra.
Dito Ao Major Felippa Duarte Perei-
ra ordenando-lue em vista do relatorio
apresentado pela Commissij qu Ibe to
mou contas queobrigassea Joo Fran-
cisco dos Santos Siqueua a entrar para a
Caixa Administrativa da obra do novo Hos-
pital Regimentar con a qoantia da rais
724,800 resto dada i.-5oo,ooo reis que se
Ihe adiantou para o fornecimento de tijulos
e telhas.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra para mandar assentar prac.i na Com-
panhia d'Artifices, em qualidade d'Art-
fices de fogo a ao paisano Manoal Antonio
Florencio de Mello que voluntariamente
se cfLreeeo para isso.
Dito Ao Con,mandante interino do
Bataiha Provisorio de Capadores, para que
informarse acerca da pretenca do Coronel
Manoel da i!va Fre: que pedia demi-
ca e eDtrpga de oto seo escravo que
constata existir com praca nos Corpos des-
ta Provincia.
Dito Ao Commandante uterino do
3. Batalbaod'Artilberiii communican-
do-'hsem rososla aa eo officio ie 3 do
torrente qne podia mandar para o Arse-
Na tendo-se re-alisado no dia 16 d<-
Maio p. p. a venda em asta publica dos
q5 paos velhos tirados da ponte da Boa-
vista por motivos imprevistos que ve
correra faz-se sciente ao Publico que di-
la venda ae hade repisar no dia 9.0 do
corrente na SaMa d'AminitrHC5 Fiscal
das Obras Publicas onde deverd concor-
rer os pertendentes do meio dia at duas
bora9 da tarde ; decl^raado-se que os di-
tos paos foro avahados pelo Mestre Car-
pinteiro em 64" c"da um ; e sp achio
arromadoem huma tulla atraz da casa
da Ridact em Palacio velho onde po-
der hir ver-la os que apertenderam com-
prar.
A. F. de Moara.
A. F.
PREFEITRA.
Parte do dia 11 de Junho de 1839.
Tribuna dos Jurados da Com%;c
Formoso.
do Ri
i)
1. SesaaS ordinaria do dii a| ^e ^Dri' t,s
i839.
Jii-y de Accuzca.
Surrurio fx o licio contra Joanna Mria
da 1'onceCaR poli crim d terimetoa
Micaela d-^ Maraes ; o Jury achou raiterU
aci uzacio.
Juiy de Sentenca.
Sumario ex olficio contra Antonio Ig-
nacio da ConccicaS pelo crirae de omicidi.s
feitosem M*ra de tal e Antonio Cordei-
ro ; ( e quatro meies deprisa simple, grao m-
nimo dq ait. 19a do Cdigo Penal em
que fui jolgadoincarso pelo Jury, de con-
fu midade com O art. 4<)do oaeimo Cod.
Snr. Das partes hoje
, que nio bonve novida-
Illm. Exm.
rrcebidas consta
de.
Dos Guarde a V. Exc. Pref< tura da
Comarca do Reeife 11 de Junho de
1839. Illa, e Exm. Sr. Francisco do Re-
({o Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Barreto Pre-
frito da Comarca.
Parta do dia ia.
Illm. e Exm. Snr. Fora presos hon-
tem a minha ordem e tiverfo boje ds
tina: Manoel Antonio Correia Mnoel
mi de Guerra o forro da cortar bombas, dos Sanios de O'iveira a Antonio Fran-
a lim de ser substituido por cetro da aova
numeracao.
Portara Ao mesmo para mandar
cobrar da Thosourara o qu: su siivesse
dever aox svldado Vicente Feueira dos
Santos Neves se^uodo r"quisiiava u Ins-
pector interino da ', m vista da
guia que se achava *m ao rFquerimeuio
t olficio que lue i- .u-i .a.
THfiZOURARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia 10 de Juaho.
Officio Ao Exm. Presidente d* Pro-
vincia informando huma rtpresmtacaG do
Cnsul Francez.
Dito Ao Commaodante das Armas ,
com o rsqnerimento do Majcr Fernando
da Costa para dar o seu parecer a respei-
to da preleneso do musito.
Dito Ao Inspector d'Alfandega com a
represeiitacad do Cnsul Fraooft cima
referida para informar a mpeito.
Expediente do dia 11.
Officio Ao Consraandante da Ar-
bds com o requerimeuto de Joaquim D-
a*rt* Pernr* pVfi m-Hdar par-b pela
seo nreto escravo do Teoente Mendes
pelo Sub-Prefeito da Fre^uesia de Santo
Antonio este reqnisicaS de seo Snr. e
aquelles por pertencerem a hnma canoa ,
que tii.lu de seguir para M.ceit'f, e hove-
rem deixtdo deseocaminhar se a quaiitia
de dusentos mil rs. pertencente a buma
mulher que hia de passgeira app.irecen-
do anombados dois bahus da mesrra mo
Iher os quaps com mais cutros dois Ibes
ha vilo sido entregues.
E' o que consta das partes hoje recei-
das nesta Secretaria.
Daos Guarde a V. Exc. Prefei'ura da
Comarca do Reeife i'j de Junho de 1839.
ANNUNCIOS.
O Sub-Prefeito da Freguesia cb? S. An-
tonio declara para cpnhecislento de
Diario de Pernambuco.
Antes d'hontem pn'as 5 horas da tarde
ileixou as agoas d'este porto o brigue mer-
cantil Or'Sls escoltado pela esnun.' de
guerra Nilheroy enduzindo para Mar-
nho 3a4 pracas commandadas palo Ma-
jor Jos Thomaz Henriqiie. Nunca d'a-
qui sabio expedica lg ta completa-
mente prompta de todos os aprestos neces-
sarios. Nada Ibes falta e muito menes
corgem. Porem quao murchos sao os
loaros qoe se alcanca,5 em taes combates !
Salpicados com o sangue Rrasileiro tiles
s nos fasem lembrar que em tai s com-
bates nem a victoria perfeita, neo a glo-
ria verdadeira. Ao lado dos viras mar-
chad o ais e os gemido*. Os vencedo-
res slo patricios, amigos e parentes ; os
vencidos sao prenles amigos e patri-
cios. Que de males phisicos e moraes
nos na5 tem cansado o desvario d'algns
bomens que para cavar o ouro Gavio a
sua e a roma da patria !
E no rmio d'estes embates de dor e
de gloria de ordem e de desordem an-
da baver corceo t0 despatriado que se
nutra d'esperancas opposUs felkidade
geral ? Anda baver quera inveje a sor-
te dos Vinagres e dos Balaios? Cremos,
qoe nenhtim homem qoe ama cOrdial-
mente a sua patria qua verdaderamen-
te livre que 'probo social justo em
fim que homem prefirir um estad de
dcsarmoma social, um es'ado proprio dos
sevagi-ns s por um odict>, que o lempo
g&sta ou por no pouco d'ouro, que
mssas necessidades e os nossos meamos
virios coiiscmem acabio.
Mas n< cupimos diser, que estas guerras
civiz nao tem por 6m objecto nenhum par-
ticular mas ^p o bempubco; que as
Provincias ja caneadas de tantos e t5 ti-
rnicos sofi atentos querem meihor forma
de govtrno ; om governo quo Ihf-s ass<-
gure urna febndade duradonra pela de
dttfeza de suas propriedades pessoas, e
honirs ; em fim ama Repblica. "Bem ;
concedamos por momentos que esta
per frita frlicidade, pela qual a Untos au-
nas traba,hamos se. p-.du encontrar na
obra primados governes ; na Rt-pblica.
Mas digio nos ; o mellior dos gvernos
pode dtver a sua existencia rculi .s, e as-
sesstoios ? A viruide pode ser filba do
quem perteneer que o Commandante cr|oie ? Os\inagres os Gomes eos fia-
do 3. Bualhap d'Artilheria ape Ibe re-
meten no dia 6 do corrente pelas 6 lio
ras d-i tarde hum cavallo com cangalba ,
e como nio tenba aparecido ate o .prest-ote
seu dono o mesmo Sub-Prefeito pede ,
quequebafor seo legitimo dono, rom
elle se envenda pois dando oa s'gnaes cur-
tos Ibe ser entregue.
Luiz Francisco Barbaiho.
3. Commandante, eub-Piefet.
laios podem esur a par de Bruto de Tell,
de Washington ?
Ouvunoj inda, que se nos retorqae,
dizendo .* Eises frecinoresos sio meros'
txecuttrta d nossas ordena sao tests-de-
ferro. Como vos engais .' Elles", se veu-
Cc-iem nao quorero jamis deicer do lo-
gar, em que vos .os coliocaste*. Sio he-
ices; e ao* hroes se deve muilo respeto,
e molla obediencia. Teremos de lanzar
man das armas novamenle pare debefltr
osGomes, e os Brlios' : e estes .Irbsles'
sio de muita dura.
Qinpdo, lancando asr?tas sobre n h\t.
(nria admiramos, erro reipeito-, os heros
antijros e modernos qne libertar 5 suas
p.trs, qne der5 vida civrl a os sho,
'vd'ios, qi" eWOSo le "0" Ib'
ao da liberdade Suas virtudes nos
a render-
conffnl
na regiao
condorem fare de 8us altaral
Ibes as roais devidas gr-nnfl-x-s ; mas de
qna:p"eici se nos cor5 as f'Oe quando nos
recordamos da que as n8?5es d.vam encarar
com desprezo e horrer W notabilidades
mpnblicinas tijtfto Provincias doB.aiil:
Homens sera educaco sem moral, sera
conhecirant.os, vz escravos de seos roais
srdidas ioteiesses, 'escravos' mesmo,
que ainda gomera com a dor do is-
soute'... eis os libertadores, qoa n-s ap-
psrerpm De rerto que nio ?i>e>leso*
que podem dizar a es aristcratas o qoailiaso
oimmortil Brulo a o Emb.ixador d*s Por-
senna : J
Ces peres des Romains, v=ngeur$ de I e-
quil
Ont blancbi dans la ponrpra et dans la
pauvr*t; #
Au-dessus des Irpsors que s.ns peibe ils
vous cident, j
Leur gloire est de dompler les ron, qui
les possedent.
Preez cet or Aros i| est vil a nos
yeux. (1)
Pernambucanos, qootente.mo nos com o
grao de liherdade, que po-sui.mos, se qui-
zermos nfio perdel -a de todo ; do rega-
coda paz em qoe jazemos, no. nos es-
auecamos de rendar as devidas grapas a o
Exm. Sr. Presidente e a o Illm. Sr. Com-
mandante d*s Armas pela promptido ,
cem que soccorrem a os defensores da inte-
gr.dade do Imperio.
------
Carapuceiro.
Educaco Religiosa.
Des d*o H- breo dorador de hum s Dos
al ao selvagem prostrado perante^o seo
dolo, todas as familias serapre liveraS o co-
nhecimento d'lgma Divindade, e por
consequencia d'algumcs instituices religio-
sas como base de suas iustiluices domesti-
ciS : todos os Estados o consideraras como
base do seu esubelecimento publico, eo
sacrificio sanguinolento, cu mystieo, real,
ou tepresentativo do homem e a offereu-
da da propriedade tem sido al ho)e a ac-
eto publica ou o culto de todas ai nc5es #
quer adorem a hum s Dos quer
a mu-
te,.
iser-
moti-
O homem antigamente ainda com as
mais perfeilas instituc5.-s religiosas, mul-
tas vezescedia a paixSes, que com elle os-
cera' eque nio podia a Re igio destruir,
s.m lhe anniquilar a natords* e tirr as
suas virtudes iodo o ni exercicio ; mas se
era frgil, nao era corrompido ; OS gritos
tumultuosos das p&ixes ni suffocava a voz
severa da moral, qua o coaduna aburrido
deis desordena a o dever poli temor a vir-
tude pelo amor, e rouitas vezes soUmnei
espiac^s tornava uleis sociedtde
res, e faltas do homem ; nem outro
vo tivera as mais celeofe* l'undaces d'-s
tinadas a aliviar as miserias humanas. K-1"
tio a huma juvenlude teinpesiuosa succedia
menos buma velhice gravo e decente,
a qual como quer que esCipaSse da perigu
n experiencia e Ihe ndigitava os baixios.
Entre tanto huma seita de .peosaqpres 1
que se dizem livies ultima vari*cio d al- (^
gumas doutrioas sem regra tixa de crenca .
minitva surdamenii-estes principios consei
vadore* e periuibava o genero humano n
posse immemunal oeste antigo patrimqiio
A Iicen9* de pensar, e d'obrar adere<;aia
(1) Estespais dos Romahs vingsdo-
res da equidadn tem envelbujido oa pur-
pura e na pobreza sua gloria que
iuu superior a os tbesouros que elles vos
ceden, s tem em vlVs domar a os reis ,
(|e scuido de possuir as riquezas. A- lv'
rons levai a Tarquinio este ouro que
lio v a os nossos olhos.
1
ILEGIVEL


.*
Baas
6"
DIARIO DE PER
Di A M fi O O

naa
I
om todos os encantos do .bello espirito e
a'v'Jrass vqius ate coro os exteriores d ?ir-
ude de mos Ud3s cara as paixas pi
netrava al ao seio da socpdade domestica,
onde corrompa es costura*), enfraqnecia
as leis, e a gurra declarad* que esta ar-
rogante fil: soG meditJva contra a soeieda-
de publica-, era retardada pela fonpa da
inercia dos G ovemos por toda a narte iro-
previdentes, e que dorraio as bordas do
ebysroo.
Releva porera dizer com o priraairo Filo-
sofo d'ann'guidade, og antes cora a rasio
eterna Tirai destp round > a Dos, que o
hornera nada devei o li un era j nao se
r possivel s sociedade; porqjje to o o de-
vit sessa onde nao existe poder Petate
adversosI)i>os sbita dtz o grande Marc
Tulio Cicero, fi m {"naris, tt fexcellcntiiairaa virt.is jostilia
tollitur.
Pira dar bum tombo no mundo no que-
ria Archimedes mais do qu* hum ponto
de apqio, colocado ora da trra. D-'o* le c
ponto de p iio, sobre o quil se me ve o mun-
rio das intelligtncas, pelo que cnlp.dos sao
d'exlranha presuropco, saja o nao e-a
de insigne loucora, psps escript iPCftm-'cheg'dos a o rann'lo e nicos con-
tra o genero humano hosca 5 ns aff'ices do
horaem o contrapezo da suas pixes; ti-
rando dest'arte todo o furd*rneiito Moral,
toda a snecio as leis nao dexsndo ra-
so do horaem outra direeco mais do que
sua propria raso sempre l> fraca para
reprimir as suas propendes. Riles assenta
no egosmo o principio dajus'icij porque
sao egostas e querem parecer justos, e
na sensibilidade fi ic* o principio da haraa-
nidde; porque tem os ervos Traeos, e
pretendem que os tenha por humanos;
sem attenderem, que o egosmo por mais
Ilustrado que seja no ensina se ho
a evitar a publicidade do mal, que fazemos
a os outros, e a mais exquisita sensibilida-
de fuicaa os nio versofrer, donde proce-
de, que bomejis, que ordenara o incen-
dio, e dev8taco de Reinos inteiroa lal-
vez nio podessem ver de sangue fro dego
lr hum animal : latera, secundo se diz ,
a sensibilidade do famoso Couthon.
O Sr. Deluc celebre Professor de Got-
tnga anda vivo famoso por seus'escrip-
tos e entre outros pelas suas Carian geo-
lgicas, magnifico commentario da histo-
ria de Moyss sobre a creaco, e o mais
bello monumento, que a Phisica consagrou
Rt-ligi sci editou por muito lempo nos
deveres do hornera emanados de suas af
'eicoes, e relaces naturaes; mas dissua-
dro-se disto pelas refPxe-', que Ihe sugerio
a segainle aoecdot* Hum celebre P sor de Philosofia moral un Edimburgo (o
lavalbeiro Pringle medico da R.iinh de
Inglaterra e Presidente di Sociedad R*al
de Londres antes do cavaibeiro 13*ncki)
conversava com o mencionado Sr. D-luc;
como quer qie este Ihe offenceste o bvro
intitulado Moral universal, ou os Oave-
res do Hornera fundados sobre a sua oatu
reza o boda velho recosou Ihe o presen
le, duendo Fui muito* annus Professor
dtssa pretendida ciencia fatigue! as bi
bliotecas, e o mu cerebro em lite descobrir
O) lundameoli* ; purera quinto maia traba
Ibava por persuadir a es roeua discpulos,
menos confianca tinha eu mesmo n'aquktto ,
que Ihe ensiuava, de maneira que a final
rcudei de vcccO cultivando notamente a
Medecina que fnra cbjecto de meus pri
meiros entudos. dntinue todava por al
gum tempo examinar ludo quinto i ap-
pareceudo a ste respeito, huma vez que
me ftu julg*va un estado de ansinar cons-
cienciosamenle; roas por ultimo abr mi
dessa tmefa ; reconbecendo illa e profuu-
damonte, que sera buraa saueco divina
immedi.ta das leis moraes e sam leis p>-si
tivas, accompanhads de motivos cortos e
nrentes Dio poderia os homeus couf ^o-
cer-s QUe se d<",em subraelter a neubum
cdigo nem ficar de -ccordo entre si. Des
d'esm lempo que no li outra obra da Mo-
ral se no a Bib'.i e sempre o fago com
prazer novo. ,
Deve^uis a educacio ser religiosa as-
sim como "he domestica, e poltica ; por-
que a Relgilo laeo universal dos entes ra-
ciooaes consagra a o mismo tempo a fami-
lia eo Estado. Jossos pais, qua consi-
atiava a l)ivmd%de ono principio e m
5
"? "''rm '
de todas as cou*es criavi os \kr>s noco-
nSpcimpnto d*a ps leis fundam-nto do
toda a moralidad'! daaco5es humanas, no
spu amor, regr* de todas as afl*ic5*a legi-
timas e as platican do se" culto, qu-
sio *s accus dejtn acor e o test-nar.obo
da nossa obudPiici Q .ando fallava u
hum menino a rspeito de poder de obe
diencia de bandde d'"..mor de bem ,
e de mal, instruido o menino era conhecer
a vonude dp .en pai, pie experimentar a
bond-ide dp sua mii em obpdecer e a.-
mar ein obrar ou d"rr de obrar nao
faz'amais, do que gneralisr asmas i-
deias e sentim^ntos, p eonceba ou ima>
ginav-. ("como qiiiz.rm) hum ente, que se
llie diti i ser mais poderoso que eu pai ,
e mais bondadoso, que.sua mii cujas
magnificas obras se Ihe mnsirav-5 no espec-
tculo do universo ; porque chamara 8e a
imagmacio era sncco'ro da raso. O me-
nino qu-} to cedo recphe as noces up
rece ;. porque elle af o quer, que te falle
to menino a reaoeit t de Dd09, e da su'ai-
ras ; pnrqup supp5e que, a existir hum
Dos e hura'alraa o bornena dv teres-
te conbpcimento por inspirapt huma no-
c-:i> natural, istohe; innata, e indepen-
ucntpda) toda a instrucca da parte de seas
semtlbactea, ou parece querer axperimen-
tr i que poder saber o menino a respeito
de Deis, o da su'ilma n5 luvpndoquem
ihp falle nunca nestis colisas. A resnosts
hefaed. Taes s>. acondica da socEil-
dadii, que os hornen* recebem huns dos
outros a Piistencia Bciej pela, garaca-, a
existencia moral pela palavra, e o^ mpsmos
< ..ii.'ci i.pntos religiosos Ibes tera pnrrim-
rou"icic.5 segundo este dicto do Apost-
lo fiie ex uditu.
O' P'is, n mis longe de tossos filhos ,
longe da scciedade os funestos principios do
tttetor do Emilio SV v3 nao fallardes a
voseos filhos a respeito d" poder Divino,
vor das Obras da Igreja de Nossa Senhora
do tvramento anda impreterive'rneale
00 di* ao d jorrante mez uo Cunsiaii>fiO
da Igreja de Nossa Senhora do Roxario.
A
visos
Di
versos.
mais, e dmenos, naturalizla conclua, se uaquaoda a-sw rasa for t6 robusta ,
qnehavia maior poder onde elle observava \ 1H de-envolva todas as ideias que tal ex-
t ff^itos mais marailhosos; q.ip era roster F>*"*>si,j oncerra a mor parte nunca Ihe da-
mais submissio onde havia maior poder, ouvidos, perdidas sei-fo os vo-sss li-
ma s reconheimanto nara coro huma bon- j ffiaU- seihesn. fallardes de da veres se
dde maior. desl'arte naturalmente se naquando as paix-s j Ibes tiverem falla-
do de prar.eres. Na educaen Religiosa es-
i toda a iecidade de vossos flbos.
(Traduzido.)
Correspondencia
desenvolvia ero spu espirito ideias de po-
der, ededever, fundamento d^ tndas as
verdades sociaes menos "xplicitas sem du-
vida mas tambera mais justas do que as
que podem fazer es mais elevados enganhnt.
He verdade que buns lem m.tis ideias ,
que outros, istohe; conhecem mais rela-
ces em o mesmo cbjerto ; ms quand'o o Sera. Redactores. Constando-me ,
ctincidera debaixo do mesmo respeito no que a administraca credora da casa do fi-
tem estes mais ideias, que aquplle^. Ros- | nado Francisoo Jos d Costa Guimaraens,
suet, por ex tinha mais ideias de Dos i perlende arrendar por contracto parti-
do qup o menino que apenas conhece os j colar o Engenhn Curado aobei de meo
primeiros elementos da su* Religio ; ma dever advertir ao Reepeitavel Publico pa-
no podia ter outra ideia de Dos ; porque ra su^ intplligencia que sendo eu e mi-
nutra deia de Dos seria ideia de outro
Dos
nha mulher conspnhores em maior parte
em qualidade de legtimos berdeiros des-
Rstas verdades uso dizeUo, for6 com- epndenlas de Francisco Turado Vidal e
prehendidas pelos hornens rasoaveis de to- Urcula Carmro de Sampiio que torio fi-
dos os lempos, e lugares. O menino da Iho e non de Antonio Curado Vidal e
cabana e o do palacio do Re, o menino Rosa Mara de Barros e termo* por isso
selvagem e Descartes menino todos forad de liquidar nossas heranpas te remos de
educados nestas crencas geraes e oeste reclamar contra sa particular suhlcaaotS}
fundamento sspntava toda a educacio da po.is qq essa administraca n* pode ,
Mocidade. Appareceo porem Joo J.iquss nem deve assim dispor do sobredito En-
Rousse*u, e confundindo como todos os gjnho e apenas requerer o seo arreada*
Methafizicos do seculo panado, as ideias com
as sii'S im.Tgens por isso que tinha eel-
e principWroente, mais imaginacio do
menta em Prica Publica. Tenho mais
a advertir que quera quer que for o per-
tendente desse contracto particular que
_ O i baixo assign*do, Agpnte p*U
Provincia das Alagoas, lendo no Diario do
fi do corrente mez seb epigraphe The-
toarara'd* Provincia, que se passnu
Portaria para o Sr. Thesoureiro da Faaeoda
Ihe entregar a quanli de foS?'**** r*''s
pera prevenir qo*lq'''ju*>t que offeo-
der possa a sua conducta, declara.; qaa
bpu* engao na dita quant'a, pois o mes-
mo baixo Sfl^aadn recebeu a de ffiSUzo
reis como deve constar daoonta, que.-
presentou coja despera fez por orden da
Thezpuraria JViuella Provincia.
Frencisco Rzerra de Vasconcellos;
_ Vends-se a mobilia inteira de nasa
casa estando em imio uro e todos os mais
utensilios da dita : a fallar na ra da Flo-
rentina -indo-do Paraiao direita segunda
caza nova : na meama se vende urna rica
clarineta com i3 chaves de prata.
Comprase um gam-j uzado sendo
em segunda mo: annuncie.
Vende-se urna negra creooia da i5 .
aonos d'idade sabe engomar, cozer cho,
e e boa cazinheira : na ra da Cadeia volita
botica n. 5 ; na mes roa vende-se urna salva
de prata nova, ebegada a pouco lempo do
Porto. f
_ Quera precisar de um hemam pira
fizer viagens para qaa'quer ptrte que for ,
00 mesmo para cobrancas ou conediacea,
pois disso tem bastante pralica, dirija-sea
roa da Ordem 3. de S. Francisco as tojas
do sobrado do Tunele Coronel Castr.
Vende se urna venda com peucos
fundos dinheiro ou fiada dando-so
boa firma, situada no atierro dos Affoga-
dos junto venda do Sr. Cimpeli: a tra-
tar na xuesma.
A Sumaca Ave Mara segu para o
Seara: quem nellaquizar carreg a Mendase Oliveira ra do Vigsrio arma-
zem de assocar D. lo ou falle a bordo
com O Mestre.
Preciaa-se de alugar urna casa e pa-
ga-se 4 5 mezes adiautados : anuncie
por esta folbs.
Domingo 9 do correle, fugio da
roa Nova caaa D. 9 um papagaio : quem
o tiver acbado e oqueira entregar rece-
bara' 4s'ooo rs.
Desapareceo do lugar do porto das
Canoas do Moiro ao p donde mora ,
Machado huma canoa meia abei ta, com
ossigoaesseguintes a saber, no banco ou
Vella tem urna cadeira suposta com seos
bracos, cora primeiro e segando penetro
lendo o mesmo segundo paneiro hum esco-
tilhozinbo pequeo com lampa e feixa-
dura pintada da verde, cuja canoa esta'
que forca d'intelligencia negou que o'se perlende fsser poder para seo
menino pndesse ter ideia do que nio Ihe Ibor esclareci;, nio rever o actos da
ctlje debaixo dos sentidos ; e como o meni-, demanda existentes no Cartorio do Escri-
no nao poda ter todas aa ideias da Divio- > v* Reg nelle examinar a babelitacio
dade, da su'alma e dos entes intelligen- dos berdairos Jos Alves Curado, coa-
tes; concluio, que se Ihe nio davia dar iros que veod*r sms herancas ao so-
neiihuma ideia como se huma ideia po- bredto finado Guimaries por escriptura.
desse ser falsa em si mesma e se o erra condicional celebrada em 16 de Maio de
dos nossos juizos viesse de outra parte que l8a5 pelo Cartorio do Escriva Magalhies
da falta de desenvolvmento dss nossas i- que t* beraseacha unida aos m-. nui Au-
dei'is : em consequpncia quer que e nao tos e conhecer alimiuda pirte que a
falle a o menino sobre os priroeiros e mais essa administrada caea b<-je pertence por
importantes objectos de que se pode oc- virtude da dezistencia q'dos meamos Autos
cupar a intelgencia humana. O n-.eu E-, consta. A minha presente advertencia 1 sumida a pert de dois meses e offarece a
mili, diz elie ua idade de i5 ftnnos aia- l tem por fina nicamente faser suspender a 1 qual quer pessoa que-a trecer viste mil
da nao saber se tem alma, 0 a <,s 18 tal- ultimacij de qualquer contracto particu reis de gratificacio, meas* de Joaquim
vez anda seja sedo para Ib'o ensinar. lar que p'issa querer faser a sobredita ad- Jasada Silva Bairo na ra da Cadeia do
O mundo civilis do devera reroltar-se ministiacio e mesmo qoalquer herdeiro
indignado contra um escriptor accommetti- do finado Guimaraens em quanto se no
do de to prigosa mania. Funesto podpr 'iliucdi : 1. qiuntos sio os berdeiros con-
das frazas Este prodigio dp erro foi ai-calbi senbores do sobredito Engenbo ; 1. 9 ,
do por homens corrompidos, ou deleixa- quinto os vpr dos, por mulheres roen i das a shbichonas q(>e a cada hum pertence 3.a quantos
s< b to inauditos principios se raed u s" os que vendern suas partes de be-
huma nova educ-cao. A Christi remonta- raucas ao referido finado,
va dos efieitos Causa e no universo fizi-
co fazia ver a accio d'huma vontade omni-
potente e o Catbecismo dava a as meninos
principios fecundos ideias fixas altos co-
nheciroentos e todava facis raso ; por
que sao naturacs a o nosso ser. A educa-
cio filojcfi-a tambem comee pelos td-itos,
mas d'ahi nio pass*. Ella entupes memo-
ria dos meninos de vis e esteris nomen-
claturas de mineraes de animaos de plan-
tas, catalogo, que Ibes steca o corar o ,
que lh-s enerva as foicas applicando-iu a
pequeas manipulac -s e cuida, o menino
saber alguma cousa 5 porque fisga borbole-
Us, cofa plantas, ou arranja pedacinhos
de substancias metlicas.
Imaginar alguem que o erro de Rous-
seau he fundado na crnca fantica das i-
deiaa innatas eoatra aa quaesae dclarara
os fijosofaj com Unto dusprejo ? Assim pa-
A sim como
quanlo se acba a dever a casa administra-
da pelas rendas atrasadas desde o 1. de
Junho de 18x4 at sua final liquidaca ,
segundo o que disuoz a escriptura de ar-
rendamento qua fz o mesmo finado Gui-
maraens c1-brado por minha sogra em O
Carloiio do Esenvo Dutra em 10 Juiho de
i8j3, ou o que se julgar de direito ; a
cuja Ijquidi9n e pagamento cerlamente
est obligada a me9ma parte do dito Eli-
gen ho que hoje pertence a sobredita casa
admioistada.
Rogo pjr tanto a publicaca do presen-
te. PeroambucQ n de Junbo de 1.639.
Antonio Alves Ferroira.
LOTERA DO LIVRAMENTO.
As rodas da a. parta da 3. Lotera afa.-
Recife.
m. Na ncite do dia g do correnta per-
deu se huma Espora de prata que tem de
pezo cincoenta e tantas oitavas, do princi-
pio do Atierro dos.Afogados al a Praci-
nha do Li vramento; fca pessoa que e tiver
acbado, quarendo faser o favor de a en-
tregar a podara' levar a Jjo Mmoei P,i-
reira de Abreu, morador na mesma Pre-
ciaba.
Quem tiver preciso de una preto for-
ro bom trabalhador de enchada, ou ou-
tro qualquer servico do campo sendo pa-
ra perto desta Cidade, dirjase a ra di-
reita na loja de Cera ao p do Terpo para
iffctlr do ajuste diariamente ou da forma
que melhor convier.
, H* P,r* 'ender-se duas moradas da
casas terreas de pedra e cal, muito bem
construidas em chaos proprios, cozmha
fora, quintal morado com cacimba de mui-
to boa agoa, e boma com meia agoa no
fendo do quintal, com frente p<-r o beco,
Asta cita na roa direita da Povoaco dos
Affogadoa a a outra na roa de S. Migael
da mesma Povoacfo : quem as perteoder
dirija-se a casa d que faz quina com o Beco
DCaQuiabov -
MUTILADO



4
DIAREO E 1PERNAMB0
Um bnsileiro casado de boa condu-
eU tem-se proposto a entinar o numero
de 15 oeoDos ler escrever, contar, gram-
oalica portugaez e termos de civihdade,
com lodo sello cuidado aptidio a de-
ceDcia possivel, por menos do preco es-
tipulado ; quena de sen prestimo se quiser
utilisar dirija-se a ra de S. Amaro no
burro de S. Antonio do lado esquerdo a
penltima casa pegada ao ultimo sobrado
buscando a toar pequea.
Manonl Jos Pereira Borges mora
no Mundo novo ra de S. Amaro em urna
venda.
_ O Sr. Jos Joaquim Affonso queira
.anunciar a sua morada que se lbe deseja
fallar.
J. F. 6. comprou por conta de D.
A. o bilhete da Loteria de N. S. do Livra-
nento n. 564.
__ Aluga-sa urna escrava por semana ,
ou mez com tanto que seja fiel, e que
aaiba lazar todo o servico de urna casa de
pequea familia ; quera a tirar dirija-se
rus da Florentina casa ultima depois do
sobrado do Sr. Eiras.
m. Roga-saa pessoa que pegn um pa-
pagaio que fugio de urna gaiola levando
urna correte em om p de o levar a ra
nova da Trempe casa pintada de amarello
que ser recompensado.
_ Alagase urna casa com solio, e com
suficientes commodos para urna grande
familia e com porto de desembarque ,
no lugar dos Coelhos junto a olaria do
Sr. Miguel CarneJo da Cunha 5 quema
pretender dirija-se ra de S. Gonsalo
D. 11.
_ O leilio de taboado de louro annun-
ciado para o dia 11 ficou transferido para
dia 22 do corrente.
_ Quem quiser 5o,000 a juros dando
para segur-anca pinhores de ouro diri-'
ja-se a roa estreita do Rosario D. 20, no
segando andar.
_ Adverte-se a, certa pessoa que a tem-
pos pedio emprestado um funil de pao na
vnd de Antonio -S&4 da Sa Aojo, o
obsequio de o htf 'entregar seno quiser
pausar pelo desgosto de ver o seu nome pu-
blicado.
Troca-se um preto canoeiro por ou-
tro carpios calafate ou carpinteiro e
vende se graixa do Rio Grande em bechi-
gas : no pateo do Corpo Santo n. 69.
O accionista das cautellas correspon-
dentes as 3 loteras, faz sciente que a do
-Livrameoto corre impreterivelmente no
dia 20 do corrente, conforme annanciou
o Sr. Thesoureiro e por isso rogarse aos
rado e csvilhado de cobre e tem s maior
parte de sua -carga prompt* ; quem quiser
carregar dirija-se sos seu consignatarios
N* O. Bieber roa da Cruz o. 6S.
PARA O MARANHAO' o Brigue Fran-
cs Sameaus com bons commodos para
passigeiros, aahir al o dia 20 do cor-
rente ; quem quiser bir de pasiagem di-
rija-se aos consignatarios ra do Cruz do
mero 43.
_L(3 1 ii O
_ De urna porcio de barra de mantei-
ga inglesa por conta de quem pretencer ,
na porta da alfandega boje i4 do corrente
as 10 boras da mann.
Comp ras
_ Urna negra moca, que tenbs boas
habelidades quem tiver annuncie.
Vendas
_ Urna negrinba de naci de idade
de 11 a 12 annos ptima para mnmb^n-
da : na ra Direita D, 20 do lado do Li-
gamento passando a venda do fallecido
Jos da Panha.
_ Tres propredades sendo urna na
ra d'alegra btstanta grande, moderna,
assoalhada com sotio e trepeira com va-
randa de ferro, e com cano para desagoar
as agoas do quintal para a ra outra no
cortume dos Coelhos junto a olaria do
Sr. Miguel Carneiro feita a moderna ,
com soto e trepeira oiloes dobradot ,
com grande quintal que vai atea cambia
e com terreno ao lado para se adeficar ou-
tra grande casa ea outra na solidsde
junto ao sobrado da viuva do Martina, ten-
do um grande quintal com alguns arvore-
dos de Tracto cacimba, com terreno a
murado na frente que se pode edeficar
duas grandes casas: na ra de S. Gonsalo
D. ir.
Meios bi!beles da Loteria do Livra-
mento l na loja de miudesas junto ao arco
de S. Antonio.
Farinha de milho em barricas vin-
das prximamente da America : na ra da
cadeia loja do Sr. Silvestre Gonsalves dos
Santos.
Urna venda com muito poucos fun-
quitan* urna peca de cabo da 1 e 3 por-
gadas e urna peca de lona, todo por pro-
co com modo : no largo do Terco D. 67 ,
no segundo andar.
No armasem de Antonio Joaquina
Pereira defronte da scsdinha da al-
fandega c.iixinhas com 6 libras da cha,
sacas com farinha caixas com traques ,
ditas com sabio branco ditas de 16 libras
de sebo eo primero e segundo anno do
archivo popular de Lisboa e os folheto*
caverna da morte, a o solitario de Va-
nesa.
Urna canoa nova propria para carrei-
ra : na ra do Quemado loja de 3 portas
defronte do beco da congregacio.
Uns alicorees sito no atierro dos af-
fogados raetade de urna casa na ra do
fagundes, e 60 palmos de terreno com
serrara na ra da praia : a tratar n ra
do Fagundes D. 1.
_ Urna morada de casa terrea de pedra
e cal, com 6o palmos de frente, com boa
galaria e bom quintal, com portio ao la-
do jardim n sistema no raeo que con -
serva sgoa de chava para todo anno com
repartimiento que pode morar duas famili-
as sita em Olioda atrs di Igrej de S.
Psdro novo : a tratar na mesma Cidade no
varadouro defronte da capaila de S. Se-
bastin sobrado n. 14.
Methodos de pianno rebeca vio-
lo flageolete ; corneta a pistn, dos mes
Inores autores collecio das mais bella-
operas de Rossini Bellini, Donisithi ,
Betiiovin Mozarde arranjadas para pi-
anno s ou com acompanbamento de fliu-
ta ou rebeca doetos cavatinas arias ,
e modinhas com acompanhamento de pi-
anno overturas exercicios valsas, the-
mas som variacoes e ontros muitos mo-
tivos de diferentes autbores para pianno ,
eo mesmo para urna e duas flautas : na
ra nova loja de Frederico Chaves, Da-
cima 5.
Um escravo de naci de idade de
ao annos de bonita figura cosinha mui
madores, queconcorroa comprar as di- doB e com desobngas, que a maior nio
tas cautellas pois vende-se nos lugares
jaannunciados.
_ Precisa se de orna ama de leite : no
pateo do Hospital do Paraso no segundo
andar do sobrado de mirante.
Alexandre Saint-Martn, roga as
pessoas da sua amisada de desculpa-lo por
nio os ter procurado na sua passagem n'es
la Cidade enconsequencia da pequea
demora neste porto do Paquete Ingles
Alerta e nao por falta de gratdo, e
retribuicio da estima de que est pnhora-
ebega a 40,000 a casa tem muito bons
commodos ; a rancho para matutos, quin-
tal murado porteo para tras he a ultima
das 5 ponas defronte do forte : a tratar
na mesma.
Meios bilbstes da Loteria do Livra-
mento, a 3joo : na ra do cabug loja
juoto a botica.
_ Meios bilhetes da Loteria do Livra-
mento a 3ooo : na ru < Oireita D. 9.
Penas de escrever muito superiores
para secretaria macos de cartas frauceza
do-, elbeaoffereceseusservicos na Cida-, Part J6" > d'tas entre finas, ditas por
de da Pars.
' O Sr. Jos Mara Schsfler Jnior ,
dirija-se a ra nova botica D. 27 que se
lbe deseja fallar.
_ O Sr. Guimaraes que teva loja de
trastes na rus nova; dirija-se a mesma ra
loja da saleiro D, a3 que se Ihe deseja
fallar.
Precisa alagar um sobrado de a a 3
andaras com commodos suficientes e
boas salas as prncipaes ras desta Cida-
de; quem o tiver dirija-se a ras do Vi-
gario L). 15.
Avisos Martimos
PARA HAV1BRG0 inda recebe al-
rama carga, a bem coi becida Galiota
Hamburguesa Fortuna, forrado e enca-
* loada da cobra e sabii at 20 do cor-
tete; qoess quiaei carregar dirija-se aos
teas consignatarios N- O. Bieber na ra da
Crur. n.W. ,
PARA TRIESTE aahira com muita
brsTicUda Brigue Sueco inmonig fot?
tuguezas, travessas de tartaruga para mar-
rafas : na praca da Independencia n. 39.
_. Um molatinho de idade de a para
13 annos, ptimo para pagem .- na ra
do Livrameoto D. a.
Um setio de trras no Brejo d'areia,
distanta da Villa legoa e meia com meis
legoa em quadro boas matias, a Ierra de
criar com casa de taipa : a tratar no pa
teo de S. Pedro com Antonio Qusrino do
Espirito Santo D. 6.
_ Cera am vellas do Rio da Janeiro,
com bom sortimento, e dita de carnabuba
em porcio de arroba : na ra da tnoeda
n. 141.
_ Papel de peso coroinha, e graixa
n. 3o e cera do Rio de Janeiro : na rus
das Cruzes D 9.
Urna escrava hbil cozinhaira, pti-
ma en^ommadnira a boa lavadeira da
varralla : na cambja do Carmo casa que
foi ei-anque de tbano. J
_ Muios bilheles.da Loteria do Livra-
meoto a 3aoo .* na praca da Boa vista De-
cima 16.
_ Urna masa dejantar que _admitte 14
ptstos.1, um papagayo bom tallador ana
bem o diario de urna casa ; um moleque
de 14 annos de idade de naci banguela,
pira lodo o servico ; duas molecas de 12 a
13 annos de lindas figuras, cosem bem
chi; urna escrava parda de 22 annos de
muito boa conducta ecom boas habelida-
des ; urna dita de naci de idade de 18
annos, com boas habelidades, urna dita
de 24 annos engomma cozinha cose,
faz toda qualidade de doces ; e urna mora*
da de casa na ra da Alegria feita com
o melhor gosto possivel tudo com fia .oca He
boas vendas.- passando a Igreja dos Marti-
rios no primeiro andar do primero so-
brado.
37 duzias e meia de pranches de
sedro 5 ditas e meia de costadinho de 25
palmos e 15 ditas de costadinho de 20
palmos, 41 ditas de aesoalho 24 ditas de
forro todo de sedro e 35 dusas e ovia
de assoalho de canella e paroba 95 e meia
de costadinho de ditos : na ra dos Tor-
res em casa de Bernardo Antomio de Mi-
randa.
Meios bilhetes da Loteria do Livra
menlo : na roa da Cabug loja de miude
zss junto aos ourives.
_ Urna escrava de naci da idade de
35 annos de bonita figura cozinha mu
bero o diario de ama casa, lava bem de
bralhao les Cotnprida p*s grandes ,
olhos pre'tos. foi vestido de calsa branca, ca-
misa de chila azul, foi aprendiz de teo
eiro alenda de Leandro Jos Ribero no
Recife e comprado a Sanbora D. Maria-
Piuboa ; quem o pegar leve a ra larga do
Rosario loja de miudesas D. 7.
_ Fui;io no dn 10 do p.ssado am
moleque de nome Benedicto creoulo da
dade de 16 annos pouco mais ou menos ,
baixo grosso de corpo quando anda gin-
ga bastante como corpo; quemo pe ar
leve a ra da moeda o. i- 1, qua ser bem
recompensado.
Felipe creoulo biixo bem pre-
to sem barbf testa rugada pnrnaa fi -
as ps grandes, dentes do queixo de
cima tirad s, nariz chato; quemo pegar
leve a ra das Cruzes O 4-
_ No dia a3 de Maco desapareceo a ne-
gros um de nome Manoel de naci songo ,
de idade de 26 annos pouco mais oa me-
nos, alto 4 seco, cor pela bonita fi-
gura tem urna queimadaia da parte di-
reita na boca, que lhe repucha e forma
um grande defeito; o outro de nome An-
dr de naci rebojo, de idade de aa an-
nos alio bonita figura cor fulla teva
bechigas a pouco lempo inda se lhe devi-
zio algunas marcas ambos ladinos e
com olficio de serrador ; quem os pegar
leve a ra do fagundes D. i> que ser re.
compensado.
No da 8 do corrente palas 5 horas
da manlii desapareceo um escravo de no-
me Joio que representa ter 3o anuos de
idade de naci cacange o qual ter 3 a
4 meses de trra de boa altura ; pouca
barba ps compridos e grossos que pa-
recem incitados levou jaqueta de riscado
de quadros amarello, ctete branco da
fustio calsa de panno fino azul camisa
de madapolio ; quem o pegar leve a casa
de Sarafina Mara do Espirito Santo quu
ser recompensado, as 5 ponas.
_ No dia 4 do crreme desapareceu
am moleque creoulo de nome Ignacio ,
que representa ler 9 annos de idade, olhos
grandes naris bastante chato reforcado
de
do corpo quem o pegar leve a casa
Joo B. Peruira Lobo, no pateo do Sacra-
mento do Bairro de S. Antonio que aera
recompensado e protesta-se perseguir a
quem o tiver oceulto um vas que o nao
restitua.
No dia 8 do corrente desapareceo 1
negro de nome Aodi altura mediana ,
cor fulla bem fallante, a quando falla
a baixa a cabeca ; quem o pegar leve a
rus da Cruz n. 53 ,
sado.
que sera recompeu-
Moviiuento do Porto
sabio, pe o preco de 280,000, urna dita
comas mesmas habelidades de 22 annos de
idade por 35o,000 um moleque de 18
a 19 annos, um dito de 10 a 11 annos,
urna moleca de idade de 14 a i5 annos ,
todos de muito bonitas figuras, e se a
fUnca as boas vendas ; na ra larga do
Rosario D. 7.
_ Meios bilhetes da Loteria do Livra-
meoto : na ra Direita loja de faxendas
D. 8.
Meios bilhetes da Lotaria do Livra-
meoto : as 5 pontas n. 9 e na ra do
Crespo D. 5.
Meios bilh-tes da Loteria do Livra-
eiro junto aoSr. Bandeira.
Esc ra vos Fu "idos
_ Fugio no dia 11 do crrante om mo-
Wqqt) creoulo de orne Bruno aefio si*
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 11.
15 HA ; Barca Dinamarquesa Kaster, M.
Gesner Iverson carga farinha.
LIVERPOOL ; B.rca Ingleza MatteW
Plumer M. Peter D. T. carga assu*
car e algodao.
STOLK.OLM ,- Barca Sueca Minerva ,
Mestre J. H. K. carga assucar, e cou'
ros.
INGLATERRA ; Pagete Ingles Alerta ,
Commandante Eduardo Jemengs; levan
do mais desle porto de passagem os fran-
cezfs M. Cbalaper M. DucoIFerane.
LISBOA ; Brigue Portugus Flix Desti-
no, M. Manuel da Silva B^llo carga
assucar; passageiro Joio Nunes Ribeiro,
e o portugus Joaqun Augusto Araojo.
ERRATAS
Na correspondencia inserida no Diario
de 11 do crreme bobas 5a diga-seo Pa-
ciente chama a istuarbitrariedade da par-
te do Sr. Carvalbo antio o que dir de1
mim e do Sr. Dr. Medico da Saude que
mandamos execuUr as mesmas posturas
e nio arbitrariedades da parte do Snr. Dr.
Medjco da Saude a como sa acba escrito.

PERS*. NATYP, DEM. F.DE F. iSJcj.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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