Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03884


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Full Text
^NODEl839. SEMAKE1TUL
CANBIOIl
1 Jolbo le.
Cenares 80 per ifreesed. ___
Lisboa p VT 9* P"r"i Va" ,u, -nerea**).
Franca Sao a 3a5-reis por franco.
Rio de Janeiro 3 por toe p.
Moedas de 6' 'SI800 ** ?<*'*. va 5/ {foob floo-a 8f5oo.
Pei'oi Colomnario-i#7oo 17A0.
Dilto* Mesicee* if&jo a i#68o.
Jfcuce Braiileiro i#6qo ifjao.
Premio* das Uli as, por mez 1 i/4 a t i/3por loo.'
PARTIDAS DOSCORRKeSTEBRKTES;
fidade da Paraiba e YUlas de u pretenclo 3 : 8 9 ,
Cidade da Rio 'Vraode do Norte, e Villa dem 3 3 S I
Cidade da Portaln vUlee dem .... 3 3 f
Villa de (ioiantm .....; 3 S 5 3 3 a ]
Cidade de Olinda 33i.3333C:3S
Villa de Santo Anto .' 3 3 ; J J .3 3 3 3 9
Dita daGaranhun ePovoaco do Bonito; 3 3 3 3
Dittas do Cabo Sorinbaem, Rio Formo*, Porto Carro
Cidade das Ataceos, e Villa de Maeeio. .
Villa da Pajee, do Flores. ...3.2333
Todos) os corretea partera ao bmos da.
!& DE JTJLHO NUMERO TtO.
sea

Todo aecra depende da nos mesmo*; da nossa pradeos
saoderacao, o energa: eontiauemos como principiaran*
a seremos apontaaos com admiracSo entre as Macos mes
cultas. ^^
Prvchmaclto da A t tembl a Ge raldo Braxil.
" 1o^
Subscreve-Se para esta Tofha a 3fooo por qnartel patos afl'
antadfts nesta Typografia, ra da* Cruzes U.3, a na -fVaea
da Independencia D. 7 a 38, onde se recebem correspin-
dencios legalisadas, e anouacios; insirndo-se estes tirtik,
aendo dos proprio* asignantes, e viudos assigoados.
DAS DA SEMANA;
Segundase Sextas feera'
Todos as das;
Quintas fainas;
Dia* to, a 5< de teda me
Idea 1 11, e 11 dittodlrtoj
dem idesn.
Idemi3,dHtodUlo
11 Segunda S. Hara Magdalena. Ses. da Tbes. eaud. doJ.de D. da 1. v. le ka.
u3 Terca Sk Apolinario B. M. Re. audiencia do i. de U. da 1. vara de naafL
i Quarta jejum S. Cristina V. M. Sesso da T. P.
a5 Q.iinta S. Tiafro Ap.
ae* Sexta S. Symfronio M. Sesso da Ths. eaud. do Jais de Dir. da i. vara sal m.
27 Sabbado S. PantaleSo Medico. Re. o aud. do J. de D. da 3. vara de aaaah.
i8 Domingo S. Anna May da May de Dos.
Mari cheta para o dia 96 de Julho. 1
As 6 horas e 6 miento* da mamb. As 6 horas a minutos 3o da tarda;
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
- Expediente do dia ao do correte.
Oficio A> Inspector da Thesoarua dls
Sendas ProTlociaea coro mu rucanean do -rhe
ero resposta ao seu cfficio de 15 do correle,
q' fo espedida ordem ao Prefeito da Coro*rea
para nf o conceder passsporte de escravos para
fora da Provincia, sera que i. 11 partes Ihe
prfentero o conhecimento de htveieti pg
ra meia ds rends internas provinciaeso im-
posto de 5$' rs. que a lei manda arrecadar.
Dito Ao m*imo enviando- Ihe em resposta
o eu offiicio ero que pede providencias para
a bd arrecad-ea do imposto da D cima do-
predi dido esta data pela qual a Presidencia julgi
conveniente dar ai providencias que nella coos-
ta5. as quses fera por em pratioa.
O Presidente da Provincia a ttendeado a que
0 Isncaroento da D cima dos predios urbanos
uita cide quando fertiv-eora a devida regu-
laridad* e clareza n5 (6 facirifa os traballios
dos Empreados que delle se schso eneirre-
gidos, cotao tambem concorre para a boa ar re-
cadio, e conseguate augmento de hum das
pnncip ei fonte doi rendiraontos provociaes,
e concederando, que ena regularidad*, e cla-
reza ns5 te peder ohter em quinto subsistir a
actoal numenca dos ditos predios por ser
feia a muilo, estar por este motivo encon-
pleta e defituora, determina, que ae proceda
quanlo antes a fster huma nova numeraca
sobre as s-guiutes bates.
u" Todas as cazas de eada ra, trtvesas
beco, ic. 4a Cidade, seraS numeradas princi-
piando sempte do norte para o sul, e deteste
pira o oeite do lado direilo com os nmeros
pares e do e.-querro com os impiris, de modo
qu- fiTuem os nmeros na ordem seguinte :
1 i 5 791 j ^6 8 to esssim por diante.
3 Cada caza lera* hum s numero embors
tenha difeentes andares, armazets cu lojas.
3.a Quando entre rasss que paglo D-ci-
mas se encontrar alguroa que es'eja ezemp-
ta della por alguroa circunstancia marcada
as L' ii, nao deinra' poiisso de ser nume-
rada como todas ai mais.
4- Qhando se 61er dopos da numera
ci huma ou miis casas, serlo estas ruine
radas coro o numero 1. interior secreteen-
Uedcie a cada huma per O'dem alfabtica,
A, b, c, etc. o' que se chegue so primeiro
tium rosegninte, em qusuto se nao renovar
s r.ici mii-,
5. Totas as roas becos Uavessss ate.
terio em hum dos lados, tinto no principio
como 00 fim, hum letreiro indicando o seo
aou-e, eeste devera' ler-se sempre de horo
extremo para o outro. O asenlo dos letrei-
ros das pijmeras setio qusdrados ; dos se-
gundos ellipticos ; das terceiras triangu-
lares.
6. As letras e slgsrismos, seria sempre
ctipto com tinta branca sobre issento preto
para roi'or destinrcio.
7." A numerario do* predios nrbsnos se-
ra' regulansida de cinco em cinco annos ; e
todas as despesas que com ella- se titerero ,
seilo pagas por conta da comignacio mar
'da para dtapesaa eventases.
Palacio do Governo de Peraaroboco ao
Ju ho de 1839. Francisco do Reg Bar-
ros.
Omcio Ao Chefe da Leglfo da Guarda
'tcional de Nistttth, participando Ihe ter s
Presidencia concedido reforma no mesmo
posto ao Tenante Coronal do 1. Batalbfio
di roesma Guarda Nacionil Ignacio Xavier
Carneiro da Conb, em coosequencia das
graves rooUatiis que pides', e que o im-
pnssebelitf de continuar a servir,
D to Ao Administrador Fiscal das Obras
Publicas, 'ordenando-lhe que foroecs ludo
qusnto for necessario para a obra que ae
mindou faser na Capella mor da Igroja do
Colegio, para melhor acomodarlo da Tbe-
souraria das Rends Provociaes.
Dito Ao Inspector d' Alfindeg, pera
insndar por a despuicfo do Inspector do Ar-
senal de Marinba, o Culcr Espersnca de
Bebe ri be.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mir-
nha communicindo-lhe a ordem supra, e or-
denando Ihe que faca armar o sobredito C-
ter para servir de registro do porto na au-
sencia dos navios de guerra entregando o
Com mando delle aoi. Tenante Joaquio
Joae da Aguir.
Portara Ao referido 1. Teuente, -
meando o para Commaodante do Cter
Espranos de Beberibe.
Dito AoCcmiBsndaole do Brgae Cons-
tsnes pira d'ora em diante mandar apresen-
israo Prefeito da Comarca, todos os Extrao-
gairos que ebegsrem a esta Cidade, assiin
como todas as pessoas qve sera passiportes
pertenderem sabir psra fora do Imperio, a
fim de que o mesmo Piefeito possa dar com-
pleta execatsio ao Decreto de 3 de D'tembro
de t8ao, Le de 7 de Novembro i83i, De-
creto dea de Desembro da i83a, aao Art.
118 do Cdigo do Processo.
OH rio -L" Ao Prefeito da Comarca, com-
mnnicindo Ihe a expedicio da ordem sup-
pra.
Expedierte do dia aa,
Officio A Prefeito da Comarca do Reci-
fe, communcando Ihe que tendo a Presiden-
cia concedido despensa do Cargo de Sob-
Prefeito da Freguesia de S. Pr. Pedro Goa
salves do Recife so Cid&dlo Jo^quim Gomal-
ves Ferreira Rosas por sssim o haver re-
querido cumpre que remeta a proposta de
quem o dave substituir na forma dos ardeos
existan tes.
Ditowf*- ht Inspector da Arsenal de Mari-
nba ordenando, qne fce desembarcar os 194
traba'hadores engajados e chegidos na Ga-
lera Dinamarquesa Crele e acomdalos
oss casn que se mandarlo approntar, for-
aectuO lu* o necessario suiieuio; e que
se por tentara todos OS ditos trabajadores
nlo poderes* ser icorood-idos as referidas
casa, remeta 60 so Direclor do Arsensl de
Guerra a fim de lerem agealbados nos Quar
teis da Cotapanhia de Artfices ; dando hum
dos quartos do Ariensl de Marinba 10 Ci-
rurgiio Weog que veio inspeccionando
os mencionados trsbalhsdores.
Dito Ao Juiz de Direito da Comarca de
Garanhuns, respbndendo Ihe que dos docu-
mentos que scompanbaiio o seo oficio de
11 docorrente e que se Ihe devolvem co-
n neceo a Presidencia que foi legal a nomea-
(io feita em Fr.-ncisco Felis dos Satos, ps-
ra servir interinamente o lugar de primeiro
Tabelii} e Eicrivio do Crime desui'Coiuir-
ca dorante o empedimeoto do pioptietaiio
Jos Cavilcatiti de Albuquerque.
Dito Ao Direitor do Lieeo, envando-
escola* das Pcoviocia, conforme requesitou em
sen oficio dests data*
Dito Ao mssmo communcindo-Ihe, que
aebindo-se viga a Cadeira de ptioeiras le-
tras da Villa do Bonito por ter fJescido o
respectivo Professor; cumpre que a ponha
em concurso dentro do prazo legal, preceden-
do os necessaros editaes.
Dito A Cmara Municipal da Villa.do
Bonita, commuujcando-lht o eonteudo no of-
ficio supprs.
Dito _A mesms oomtunnicsndo-lbe, qae
em attenc so que representen em seo offi
ci de 8 do correte, e teudo a Presidencia ero
vistj o diiposto no Aviso de 19 de J un lio de
834, ,etB ordenado so Juiz de Direilo do
Crime da Comarca de Santo Ailo que Ihe
remella a copia do termo ou sentenc con-
denatoria de que tracta o artigo 286 do Co -
digo do Processo, a fim de que a mesms C-
mara proceda a cobrmea das multas impos-
tas pelo Tribunal do Jury sos respectivos
Tarados por aerean taes multas perlencen-
tes a Cinara do Municipio onda residen os
individuos multados a nlo a da cabeea do
termo segundo foi explicado pelo menciona-
do A vico.
Portarla Ao Director do Arsenal de
Guerra ordenando que receba do Com man-
dante da Fortalssa do Brum, os objectos conf-
iantes ds relelo que se Ibe remetto rubrica-
da pelo Commaodante das Armas, os quaes
ilo ali desrieeesssros como reprasentou o
mesmo Commsndante das Armas ; a ordenan-
do outro siro, que mande consertsr os onlros
objectos cons'mtes da reqnisicio do Commsn-
dante da dita Fortaless, qaa tambem se Ihe
enva.
Officio Ao Commsndante das Armas c jbj-
municando-lha a expedicio da ordem sup-
prl.
(cas al qae pissoa a peYtencer a Compi-
nhia de Bravos da Patria, e desde o dia em
que foi desligado do servico at o em {qae
Toi eramente reintegrado e significando.
Ihe, qua a potencio dests r'fficial era in-
fundada pois qae ss Besolucoes e exeir-
plos qae em seo favor citavs, em nsda llir;
approteitavo e apenas Ihe dava umad'el-
Iss direilo a costar antiguidade da r/acta do
seo despacho de Tene'nle de Melieias, se t-
i'umi dste posto tiveise eon'fir roacfo.
Dito- Ao Ajudante do Direclor d8 Arse-
nal de Guerra, disend;-!he que (ieava sci-
ente de se[achar no empedimeoto do Direc- >
tor, na direcelo do mesmo Arserul.
Portara Ao Commanaante interino &6
lerceiro Balaibio de Arlilheri, remettendo-
ihe em officio do Inspector da Thsoraria ,
requerimenlo, e guia do ex-ioldado J >o Cat-,
doso, e ordenando-lhe, qaejco'bratse o que ao
mesmo toldsdo se eslava a dever, e Gsesse o
pagamento na torma das ordena esubeleci-
daa.
THEZORARIA DA PROVL\GA.
EDITAI,.
d<
publii'o.
m
C0V1MAND0 DAS ARMAS.
Ihe vinta exemplares das instructoea regula-
menlares de i5 de Outubro de 18J7 para
expediente do da a a de Julho.
Oficio Ao Exm. Presidente, commu-
cindo-lhe que o recruta Thoaut Jos de
Freitas viudo do Para' com destino ao Rio
de Janeiro, e que por doente fora d'ordem
sos recolbido eosa ootros ao Hospal Rgi-
men ti I falecera a 19 deste max.
Dito Ao mesmo Exm. Sor., depreesnde-
iha erdem, para que Fossem recolhidos ao
Arsenal de Goerra varios objectos da For-
taless do Brum, que ali se faaio dsaassa-J
rios, e aignns por inutiiissdos a bem Jftm
psra que fossem consartados outros, caja re-
quiiclo Ihe enviava.
Dito Ao mesmo Ex. Snr. tnostrsndo-
Ibe a nconopatibelidade de catar debaxo das
orden! do Ajudante do Director do Arsenal de
Guerra que he segundo Tcnente o prime-
ro commandante d Companhia de Artfices,
a padiado novamenla urna providencia a s-
melhante respeito.
Pito Ao Iospsctor da Thesoararia, com-
municandc-lhe qua se nlo poda proceder
o descont da quanta de 8U000 rs. nos si-
dos do soldada Manoel Rodrigues Cijszeirs,
por bat%r este .soldado falecido no Hospital,
onde se acbsva recolbido a a5 de Marco do
correte'inno.
Dito Ao mesmo, devo!vendo-!be o re*
querimento do Alfares Jola Rodrigues ds
Silva, que pedia o pagamento dos sidos
que se julga com direito receber deade a
i meta do
O Illm. Snr. Inspector da Thasouraria
desta Provincia manda faser publico ero.
curoprimeoto da Portara do Exm. Snr. Pre-
sidente de 11 do correle que nos das ai
ao, o 37 de Julho prximo Futuro se had
arrematar em hasta publica o furo das Caixaa
e Fexos d'Assucsr na conformidade do
V.1, .. Le Pro'iocil n. 73 da 3o de
Abril da 1839.
As pessoia qd se proposerern eiU arra-
miUcaS comparecaS na Sal'a das Sessoens da
Thesouraria Provincial nos diss cima indi-
cados mundss da Fadores dneos.
K para constar se mandn affixar o presento
e publical-o pelo prelo.
Conladoria e Thesourcria Proviacial 9a da
Junbo de 1839.
Joa8 Baptta Punir Lobo Jnior.
Diversas Keparticoens.
TRIBUNAL DA RELAgA.
Sesso do da nf de Julho.
Na appellaci Cival do Juisode Direito da
a. Vira desta Cidade, appellante o JaW .
apoellido o Padre Vicente Pereira EscriviA
Rebello ; nlo tomarsS conhecimento do re-
curso por aer inte, posto fora do deesndio le-
gal.
Os Embargos de fcente Ferreira de P-
va oppostos ao accordo nos autos da appella-
9aCivel da Provincia do Rio Grande do Nor-
te da Comarca da Villa Flor*, em qaa foi
appellante Cosme Fernandos da Faacaca Ea-
crivsS Postbomo ; lbr*6 recebidoa reforma-
do o accordio embargado a confirmada a
sentenca recorrida.
Na appellacao Crime do Juiso de Direilo
da Comarca da Cidade das Alsgoaa appellanu,
oJuizo, e appeilado Agostmho Joo Mon-
teii o, EscrvsS Ferreira j fo julgida p la
confirmaca5 da seolenc* appellada.
Na appelliclo Civel do Juiso d Dirto do
Cvel desta Cidada appellante D. Ignacia Ma-
ra Xavier appeilado Joae Rodrigues da Oli-
vera Lima j EscrivaS Bandeira ; foi refr.
seudispscbo pan Tenante de Me- md* s sintvov* d qua se raeorrao.
MUTILADO


S
0
P
n
AMB'it>
Jl;i;n /.TX&*
156.
marca do Recife a3 de Julho de i83^. Illa
Exm.Snr. Francisco do Reg Barros, Pre
zdeote da Provincis* Frsnciico Antomi
MF7A DOCOTSUDO.
_ A Pauta he a mesma do numero
COR REJO.
' O Vaprr Bibianos ,"*ccebe as malas para Si Brrelo, Piefeito da Comarca.
ca i oilo do Sul, eje 06 ss io oras da manhl
s filas date e' na Adtinistrace5 ai 9
Usas.
T Dos Guarde a V. Fie. Frefeilota da Co- P,minar se cffanalero a constituido
1. ip">stos ajeries os direitos ae ouiros piv ~---------- in. niU.lxJ
ARSENAL DE GUF.RHA.
.O Arsenal de Guerra compra maderas
p.ra ronstrucaS 1, duas duzias de la boas de
a&soalho de lomo igual porfo das de p-
pno qcSkp dilas tan r-em de ssoalho de a-
narelo, asfpTcoroo a masma qu.nlidade das
de forro duzentos meios de sola e cinco-
en slqueires de Cal prela: as pessoas que laes
pineros fuerero compareci no meimo Arse-
nal a fim de se faser o ajusle e prefere-se a
qnella que por menos vender.
Arsenal de Guerra 2a de Julho de 1839.
Jos Arsenio Barbosa.
Diiector i lili rio.
ARSENAL [DE MARIKHA.
' Pila Inspeccio do Arsenal de Marnha se
pora cm arreroataca5 nodia ?6 do rorrete
pilas 11 horas da rraihia, o fornecimen-
de Bacalho Toueinh e Assucar para a
Fmbaicaccens da Armada per lempo de 3
'nmes decoirides do dia em que se .1 ffeclusr
a arremaUciS em'diente : as pessoas a quero
psalo convir fasrr seuulli?iite fornecimenlo,
poderlo coropmcer no indicado dia e hora ,
munidos de seca fiadores { na certesa de que
orna das condicoens para o formcimento de
taes gneros, be de seren aempre d me-
Ibor quelidade.
Inspeccio.do Arseral de.Marinha de Per-
Bambuco em ao de Julho de i83g.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
SecreUrio.
OBRAS PUBLICAS.
Em \irlude do art. 46 da Le Provincial
nuro. ;3 de 3o de Abril p. p. pela Adminis-
trarlo Fitci! das Obras Publicas se lude com-
prar a quim por trenos vender, es gene-
>" res stguntis para a ponte da BoB\sta a sa
bcr 12 chapia de parafuso com porcas ; e ao
ditas qnadradas e para o concert do lelba-
do da Salla do Cortejo os gneros segoiutesa
saber 4icolelbas; 20 alqueras de cal prela.
' Adrninislracao Fiscal das Obras Publicas
24 de Julbu de ib'3g. A. F. de Mcura.
A. F.
FREFEILTR.
Parte do dia 25 de Julho de i83g.
Illm. e Exro. Sur. lorio presos hon-
ren a minba ordem e tivera hoje o compe-
tente destino: Manoel Fr*ncifco Ferrar, e
Antonio dos Santos, pardos, Domingos
JVfancel dos Santos p Souza Freir srmi-branco D.mibo Perei-
ra pardo JMaitcel Victorino preto Jilo
liiiiira pardo, J io Rento do ISascimen-
1o, seroi-biarco, Maximianno da Silva,
pardo e Joaquim tambem paido a rscra-
Vo de Frsncro de Siuaa Freir pelo Sub-
Preftilo) da Friguesia de Saalo Antonio, o
i. per ser vagabundo; o 2. por ter es-
pancado e ferido giavemenle a sua muher,
'" baver suspeta de a haver assaEsinado por
ella ter deaapparecido de casa e nao ee sa
ber onde eiate ; o 3. per ser vadio e es-
tar as circunslanciis de ser recrutado ; o 4.
*por ser doio de un Coruboi vindo de Pi-
auby em o qusl tambem vftrha uro sugeito
de nome Francisco Lira quena noite do dia
19 do correte tees, fe i assssinado rom oro
tiro em berras do Engenho Bulbcens Fregue-
zia de Jaboat*5 e nao ter dado djsso psite
nem ao Sob-Preeilo respectivo e em a es-
ta l'n ftilura pelo que te fes suspeilo e al
Parle do dia a4-
e o poder legislativo geral os podera ravogar
He pois claro que fara a revogaclo das leu
provinciaes exige se pelo acto addicional es-
pcci*l exime da assemlMi
Illm. e Exm. Sur. ForaS presos honlem sembles geral anda nfo
a mi< ha* ordem e tiverlo hoje destino t F
HarmrA E. H. Krull e J. L, Kreulzberg ,
Alemaens engajados pela Guirda do Ar
seal da Mariolia a requsic5 do respecti-
vo Inspector, por embriagues. e brige;
Antonio ds Silva Pinto bianeo pela 1. pa
trulha dodislriclo do Cdrpo Santo por eatar
espancando eme mulber 5 Mara Joaquina,
preta e Jos Gomes pardo pelo Sub Pre-
feito de S. Antonio este por ter insultado a
um Commissario de Polica e Sqoella por
sar de liaos costumes e profferir obsceni-
dades em publico ; Antonio do Monte pre-
to pelo SubPtefeito da Fregaesia de a-
b< ata pT esUr nse circunstancias de ser
recrutado para o Exercilo 5 e Bento Jos
Ferr ira, e Joan na Mara da Ccncic>6, tam
bem pretcs, pelo Sub-Prafeilo de Morbeca,
por suspeita deerem escravos, e estarem
tupidos. .
E' o que consta das partea boje recebidas
n'esta Sicretaria. .
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife 4 de Julho de i83g Ce.
Administraos dos Estabekcimentos de Ca-
ridade.
Perante a Adronislrac5 doi Ealabelcimen-
los de Caridade se he arrematar a quem
por menos fiser o fornecimento de po para
os mesmos eslabelecimeutoa : as pessoss qoe o
quiserem arremltar poderfi comparecer no
Grande Hospital desta Ridade no dia 26
do corrente mez as 4 horas da tarde.
Salla das Sessoens d'administraca do Pa-
trimonio dos Oifios aa de Julho de 1839.
J. M. da Cruz.
Escripturario.
Discurso do Sr. Deputado Urbano Sabino
Pessoa de Mello, por occaziio da discus*
lo da interpretacio do acto addicional.
Parece-me neontestaYel que os presi 'es
das provincias tem o direito de recussr s san-
elo a huma le provincial quaudo entenderem
que be cflVnsiva da consliluicio. O nobre
depulsdo pela provincia do Minas ( o Sr. Ot-
toni ) concordou neste direito mas julgou-
0 incluido no artigo i5 do aclo addicional;
toda a questio pois se reduz a saber se
semelbsnte direito est incluido no artigo i5
c u 16. O nobre deputado diese que o aclo ad-
dicional por huma especie de podar, nio
fallou no caso de huma lei provincial se op-
lr consliluicio e implicitamuute o m-
cluio no artigo i5.
' Senbor presidente en nfo posad acredi-
tar nesse melindre por que no art. so do
teto addicional tem ceremon a se d aasem-
bla geral o direito de revogar as leis provin-
ciaes cffansivsa da cons'i ucio.
Senhore, o art. r5 trata do cist (fas leis pro-
vincises se opporem aos interesseadas provinci-
as, e cbiiga aos presidentes a declarar as razoes
por que nega a sanecio. Ora se 0* presi-
dente negar a sanecio a huma le por Jnlga-la
opposta constituico como ha de prodozir
rizoes que demonstrem aer a Ici contraria acp
nteresses da provincia ? Seria ato forcar os
presidentes a produzireto razo a falsas di0e
rentes dlqoellas que os deliberarlo a recusar
a anecio.
O srt 20 do seto addicional manda revo-
gar as leis provinciaea que ao opposetem
constituico aos impostes geraes aos di-
mismo pila brevidade coro que parti d'a* ieits de outras provincias e sos tratados;
11 l.____ -1 k 2 Q ^v ioAi A iw'li'A 11 ITl*i!;itir (leu m menma mn#vi*.
quelle lugar; o 5., 6., 7., 8 9., e 10, por
pertencenm aomesmo tboi ; Franc* preto
cravo de Francisco Felippo de Barrea pelo
Commandante daGuala Principal por se
ter introduzido na escaol de uro sobrado ,
sem consentimento de seo moiadtr ; Lino ,
ptido, fscrarqfle Jlo Francisco des Sanios
Sijneira Roque e Ccsiodio pretos es-
cravos de Mriicel Zefirino dos Saitos eFe-
iippa de Santiago parta pelo Snb-Prefei-
to de Freguesia da Bol-vista, o i.por
ter iosultado a um Ctbo de qoarleirio e ju-
rado espancal-o J 02., e 3. por estarem a-
cvalados tm urna casa suspeita no lugar da
Capuaga e a ultima por ter jnsnliado
Commrssawio dePolic;a ; e An
Itmben parda pela patiulha
por rer encontrada em titgti de hemem e
[yser-se snsperta.
E' que consta #1 partes btj rtctbids
aj'eife Secieuria.
sem dovida o legislador deu a mesma impor
Ucicla a estes casos ; e por que rano nio de-
vemes corxprebn.di r o primeiro no art. 16 a
par dos outros ? Quando entre huma asam-
blea prorincial e o presidente se suscita a
be con
diz o art. so do- aclo addicional. O
pirdeme da provincia enviara ssemble'a
e govemo geral ce pas auihtnticas de todxs
os
mp^stOfl ajeries os direitos de outras pro
geral. S a as-
iiMtituio exame,
inda nio fez comparacio ras leis provinciaes
coas a consliluicio, como ja revoga-las ?
Srs. eu acho muita d'flerenca entre osef-
fetel de huma lei interpretativa e os effei-
fos de huma lei revogativa; aquella tem sem-
pre effeito retrosetivo por qun declara in-
telligencia em que a lei devera ser excutaila
desde a sus promulgelo, emqoanlo esta
principia a exercer o sea off> ito da sua data
por dianle. Ora o acto addicional determina
que as leis provincia-, quando saneciona-
HaT, sejio logo executadas tenbio toda a
forca de lei ; pode a ssemble'a geral deroga-
las, mas esta derogaclo nao vai destruir seas
effeitt'5. Ese passar bnmart. opposto ao que
determina o acto addicional qual ser o resul-
tado? Ser q-ia ledos os direitos, todos os effei
tos da legislicio provincial produzidos antes de
sua revogaclo fieio revogados ; isto be o roa-
ia inconstitucional qie pode ser, isto lie ao que
chamo principio do regresso. A assembla
geral a respailo do actosddicional tem o di-
reito de loterprela-lo; mas a respeito das
leis provinciaes nio poda interpreta-las .
pode so revogs-las nio pode Ugislar sobre
seos effeitos anteriores, revogndo-os. Es-
ta lei interprelsndo o acto addicional se
comprebeoder a interpretacio das leis pro-
vinciaes Tai excitar desconfianzas na popu-
lacho ; logo que aa promulgue huma lei pro-
vincial, desconfiarse he se ella serou nio
revogada ; se seus effeito 6car8 ou nio em
vigor : ningueo pode ter con Manca n'ella:
Suponbamos que passe o contrario do art. 8 s
3ual ser o seo resoltado ? Ficarem revoga-
as todas ss leis pro vincises que se oppozerem
a esta interpretacio. Mas quem he a pessoa
competente pra declarar esta revogaclo ?
Serlo as asserob''js provioeiads obn'gadas a
revogar auas propriss leis ? Sera os presi-
dentes das provincias os que h'i de facer a
comparacaS das leis provinciaea com esta in-
terpretaos ? Terrivel principio saria eale de
dar aos presidentes das provincias o direito de
examinar a legislaca provincial, da declarar
qne tal e tal le est revogada. Quem be pois
a aolbor dade competente para declarar esta
revogac*S, para trnala effectiva ? Ser a
mesma assembla sem dnvida : e le a asaem -
bla geral ba de ter o trabalho de exmvnsr
todas csea leis e compral-as com a interpreta-
ca para revogar as que se oppozerem esta,
para que serve declarar revogadaa as leia em
contrario ? O anigo 8 he absolutamente ne-
cessario.
(Jornal do Commercio.)
___----------------------------------------------'----------t-t
Diario d -
Recebemos folbas do Para at (.i do cor-
rente Julho ; do Marsnhio at 1 \ do mesmo,
e do Ceira at 17. \
OPargJza de tranquillidade; No dia j
do passado Junho tinha sido instalada i So
ciedade Protectora das Letras Commeicio,
Ag'icultora, iudustria; sendo recitado por
aeu Presidente o Dr. Joaquim Fructuoso Pe-
reir Guimaiies um cloquete diacurso, em
que demonstra o intuito daquella aasociicio,
e quaea es objectos de seus futuros trabamos.
Q Anjo tutelar da Brizil os queira proteger em
lio Ilustre empresa.
Mannhio Pela Proclama cao do Presiden-
te, que abaixo copiamos, em dita da i3 do
correte confirnu.se, que Caxias cabio em
poder dos rebelde.--. Dizta-ae que a entrega
daquella opulenta cid-de era devyU revolla
da parte das forcas, que a difeajiiafi do car-
eo iuimigo que Virou quaai dous meaes.
Os rebeldes ,*sqfundo as noticias, que va-
g.iva havMo imposto coiilnbuice- a os Ca-
questio se tal lii be conforme bu opposta aos xienses ; esobre psasssssinatoa, que ae di
interesses da provincia pode esta questio sia, era as noticias entre si contrarias,
ser resolvida sem grave invonvenienle pelos O lcat, desde a derrota do Alfares S.
dous tercos da assembla provincial; mas Paio qua se acba rereado por 4o a 600 re-
quandol questio versa sobre a consliluicio- betdes mas os soldados da leg-lidade ape-
nalidade ou inconstilucionalidade
ituicio- oeiues mas os soiuaaos ai leg'iiaaue ape- pruuencia, e Pcerio uin^ucui wr"-""v ''j
nconsiiiucionannaae eolios ser do fogo continuado, que tem bavido de- ordebs, que devem sahir deste ponto, n^O se)
questio, lio fertd em consequencias ponde- fendem se com bravura. A liba (eos paras para obstar as hostilidades que iofelisoaeule J
rosas, deve ser decidida pelo podar legisla- suadefiza i,3oa bornees da]."Linha, a tiiio deilumbraodo a gloria que privalivamea
a tivogtral, e nio por qual quer dosjipodtres guarda Nacional, ea roaruja daa embarcacea te deve caber a este partido regenerador, ;co*
insuliado a uro provinciaea, naturalmente dispoatoa a sosten- de guerra ; e j ss ft-fbas clamavaS, que era mo mesmo para com a mxima brevidade con-
Inna Jcaquina lar S seus actos. necnsario que os par des se imissem para seguirmos es honrosos fins a qua nos ptup<'
a da Magdalena, Vamos ao srt. 8Cl). Ora vi jamos oque defender a Capital contra abaibaiid.de, que mos, e teodo o meriliasimo commndante
. J_ 1______- -"VI,. ..T an tin __ rio ,Ati\r,,n:\ O ir m>3 I iul meacava ludo querer devorar.
Damos a integra dVguns artigos, qoe ,
a peiar da serem anteriores s noticias da to- d
n.* Ja Ja r>iia nnm lu e govemo geral ccpias auinenucas ae toaos a petar ae serem auieriort-s aa iiuucias oa 10- uia em que se aevcj*u cw -T 7"^
ci actol l'gisUtae proTi ciei, afita de le ma||^e Caxitjj cj^i tudo d^p-aos idea conTdamos a V, S, como um doi eidatii
clara do estado dos rebelde*.
OCear estavs pm pa. No da aado pr
em festemonWo da satisfacio ajoe u>era.6 peo
la actvidada e zirlo co 0,oe o Presidente
tinha prestado soccorros ao MaranhiO e Plr-
nahiba expondo-aa mismo a, viagem it-
cow modada, e perigoaa pra ir peasoalmonte
fazer marchar forca das diversss villas da Co-
marca do Sobral, tinhao d>do um baile et
obxeqaio do mesmo Presidente n ella da Qf,
maraMnaitpaliAirfl/q
Por noticias particulares consta-nos que
do Ceara* marcha para Maranhio ainda ffiii
5o pracas. ____
PROCLAMAGAO'-
Bravos Vlaranbenses. -
A borda de salteadores, qne hasteoo o peB
dodoroubo, assasainato noioteiior, pro.
egue desenfilada e arriscadora na canaira
dos criase qoe encetoo j e deapeilo ^das a-
nergicis providencias que o Govemo nio tesa
cessao de dar a rebello acho a novo ^lies-
tro para os seus horriveis attenlados : Chxii
ata em poder dos facciosos! t Nio dessni-
meis porem com este acoolecimenlo nspera.
do ; grandea recursos ainda nos restad, novos
auxilios fora5 pedidos aos nossos irmos do
Norte, e Sul; todas as medidas esta torna.
das para preservara Capital para sufioesra
anarchia nos pontos que ella infesta. Dignos
habitsntes do MarsnbaS pois chegado o mo.
ment de ostentar o patriotismo qoe vos aoi-
ma ; vinde.uoir-vos em lomo do.vosso Presi-
dente e pressurosos acud acs reclamos qse
vos dirigir para a defesa de vossas vidas, s
propriedades. Cidadioi Br^sileiros de quaei
quer epniSes poli cas sbdicai n este M*
lemtie momentj ss rivalidades que vos rete
IhaS e unidos em um s interesa*, consp
rai todos para a aalva?>6 da Provincia. Fia
valorlos Mranhensesdepois de tantos sacri-
ficios anda alguna esforcos, e a Legalidids
vai triunfar.
Viva a RegiaS.
A [ntegridade do lmpaflo.
O Seohor D. Pedro 2%
E os bravos Maranhenses.
Palacio do Govemo do Maranlu em l3 ds
Julho de 18*9.
Manoel Felieardo de Sonta a Mello.
Raimundo Gomej, o ebefe dos rebeldes do I
Panteado, di-ein que a fectara u'timaraente
um grande espirit de ordem o bomsaidade.
De modo que cnstando-lbs qije entre 01 cha-
fes di forca sitiante de Caxias se havia mani-
fest-do alguma desiotelligencia, equerendo ir
a pasigua-loa, proclamou aos seus 4o bandi-
dos, que "os que fosaem dos seus sentisaenloi,
isto que os que nio quisessem malar, nem
roubar, sahissem a frente para o scompanha-
rem. Apenas sahiram ao, com os quaea se f'
piraC-xias, deixando o commando dos que
ficavam uro tal Fidelea da Vasconcellos. Ds*>
tei 4oo homens mais de loo nao tialnm ar
Antfs de retirar-se, Baimundo (Jomes i
tacou varias patrulbas, faz aprehender vari
lavrdores, e depois os obrigou a assignar o cir-
cular a baixo transcripta, pela quil sio convi-
dades os m*s cidados a compareceram no
campo dos rebeldes Oblivemos a copia, de offl
desses ridadios convidados que se pode escapar
tendo-se outros muitos refugiadla nos natos,
O officio original que vimos todo da letra de
um tal Bernab Rdi;;uei d* Oliveira, qua
o lecretaro de Rimundo Gomes e de queo
se suspeta que foi quem sugeriu a este c.odi-
II10 a lembiao^a da mandar captunr os lavr-
dores, e de fase los assignar es seus papis. No
Urub e Codo consta que os rebeldes tem ol-
do do njesmo expediente, capturando oscida-
dlos Joapuim Canlanhedes, Jlo Henriqaes
Gaioso, Jos Tavares da Silra, e quaios a"
tem podido colher as inaos.
Esquecia- nos diser que as tropas do Itspu-
cui-miriaa lem soffrido molestias, emconse
quencis da m qualidade dos alimentos, e js
paraca que vem recambiada urna porco do
farinha.
- Sendo de absoluta necessidade criarse quan-
to anles neste acampamento orna coromissi"
composta de cidados 1le reconhecida inlelu-
gencia, pfobidade, e patriotismo, para co<
prudencia, e cerlo dirigir em as operacaM
i
nos
chefe deste acampamento convidado os cida-
daos a baixo assigoados para a disigoa?^ do
ia emqua se deva legar a m.na commis



DIARIO BBPEBNAMnUCO
cima earacterisodos, para que comparec nes-
ta.acampamento no da aa do crente a prasa-
do para a referida eleicaS. e do carcter da V.
S. esperamos sao falte a semelhante servico,
Di cerina de que se Ibe nao admitte desculpa
algoaia..
Daa Guarde a V. S. por muitos anuos.
Qaartal da forca Bmtavi no Pentiado i5 de
Juoho de i83g.
Assignado Raimundo Gomes Vieira Jutaby.
Asignados M. Alexaadre Ferreira Lisboa Parga.
Lua Jos de Almeda
Jos Antonio do Lago.
Raymuudo Marcellino do Lago.
Noticias do interior.
v_Uo major Fatrfo nada mais sabemos que
e que resa o oficio do oacsmo aeabor, que
transcrevemos do Investigador.
Nr assim do Icat. O teen te Saropaio
(do Cear) com mandan te das tropas ali esta-
cionadas teodo noticia de que em urna fa-
znd* do snr. Pialo Viana se acbavam alguna
rebeldes, sabiu a Blandee, dutoa uns que
com 4o homens outros q j<: con So e al
com mais de 100. Acontecen que os bal-
des tinlum muita gente o resultado da
acco que se travou foi a completa disperslo
da forc legal da qual s se recolberam
villa o commandaote t e (lo Soldados, d.a
quaes alguns que sabiram feidos ja che-
garam a esta cidade. Como sa desculpar o
commaudante de urna tentativa tam ternera-,
ria e lam m*l calculada ? D sendo que f.z
grande estrago nos rtbeldr e he o que ja
por ah se diz! O goveroo ja fez partir para
aquella ponto, a tropa que eslava na ilba de
Surta Anua oulras mais a fim de aupfir
o desfalque oocasinado por este novo desas-
tre ( que outro nonenj merece. )
C mili-nos que es rebelde que forana a
illu de Santa urna deixaram iutaclo o op-
parelho do l'arol que continua a acc< nder-se
com regularidad''.
Di realeaa segundo as leis Divinas reveladas,
as leis naiuraes e a carta constitucional,
por M. de la Serve, advog*do.
Analisada por P. F. T.
( Continuado do n precedente. )
Cauta espanto oouvir-ae, do secuto 19, dis-
cutir a qoeslio, uta rialeaa de direito divi-
no \ mas, como ha fanticos de sangue- fro,
que querem resusritar todas as loucuras do
passado ; e fanticos por ulerease, que adop-
lo com transporte ludo o que Uioeges as sust
paixes, tem tido o auctor raaio de perseguir
a Uns, e outros at em suaa ultimas trio-
cheiras. E' a idea engenboss, a talvez fun-
dida o attnbuir corrupeo dos Romano
do lempo d'Augusto a apotbtosis que es-
te hbil lyranno obleve antes da sua moite, a
indigna poltica, quellnbuiu a os reis um li-
rtitJ divino de 1 e nar sera exime. Os reis
j)odeiii collocar-se debaiio da egida da graca
divina a ellet fazem bem implorar o ten
appoio para podereaa reinar ; mas a forma ,
por ellea adoptada, nao conslitue um direito :
nio Den, o povo francez que tem eleilo
Clovis Pipino, e Hugo-Capelo. Tudn o
que se nos ensina a aecnlos sobra o direito di-
vino na absurdo cuja repitilo nio devo-
ria man ser concedida nos templos palos che*
fes eccUsiaslicos, a que necessrio borrar
de todos os livros que fe pe entre as rajos
da mecidade. Coas efft 10 o que de direi-
to divino deveria ser eterno; e com lado ve-
mos reis deslbronados peloa tyrannua, dyaas-
"lias passarem para sempre, outras perderr-ra
primen a segunda terceira vea, e para sem-
pre esia auctoridade qoe elles recebra5 de
Deus, segundo disea os cor tetaos de toda a
especie, que eslo sempre prora pos a adorar
o poder 1 A razio se offeode, assim como a
relrgiao, d'eiu nter venci da divindade as
cousas puramente humanas a submiss.ua to-
das aa vicisslndeado mundo mortal.
Mr. de la Serte tratando estas quettoes
com s inteira liberdade podara assostar os
amigos da orden constitucional, e expor-se a
patear por um partidista deaanfreado do siste-
ma republicano ; mas elle lem o cuidado de
aisegurar-noe por palavras ebeas de ssbedo*
ria, e da conveniencia. Nio, diz elle, nao
com lembrancas, e trsdicSes religiosas,
que o poder real sustentado 5 elle teta um
apoio mais solido, a mais real, ette a ne-
ctttsidade de sua existencia demonstrada do
um modo victorioso por meio do raciocinio ,
comprovada pela experiencia de vinte e cin-
co aimos de revolucio. Nio queirses pois
rrs>usrilBi oque lene deizado de existir para
simpre. Le se mais adente r profundo
eaeeite, que aa tena a o re, nio dever aer
alterado; cite mocito 111 o da do sobte as
qnalidades e mrito pi?soal do principe quo
nosgoverna, sobre os eminentes servico,
que ella tem vendido liberdade publica. A
lem d'sto cada qual veno monarca o ebefe
do estado o poder moderador, e conserva-
dor da constilu'cio.
Bossuet se mata com raciocinios pra pro-
ver que a auctori-Jada paternal a fonta di
aucloridadereal. Ette erra, sustentado com
calor por lanos escravea interessados, seria
de pouca importancia a se nio'quitesss ti-
rar d'elle a consequencis que o poder d'um
reis breo povo de-ve ser sbso uto como a
do pa sobte a sua familia ; mas esta auppo-
sico dessrrasoavel. s povos existem an-
tes dos reis a realeza vem d'elles; ella cre-
ada por elles e para elles ; alies a nio con*
ferem seuio para sua utilidade 5 islo nio
um direito que elles aliena a magis-
tratura que elles confia ; esta magWtratura
lem limite, tmalos na natureza maama a
finados pela lei. Se esta lei que pre^creve
oa deveres e os limite auctoridade, nio
exi.-te os povos tem, em todos os lempo,
o direito de pedil-a e estabelecei-a t nio ha
presoipcio para este direito, nam para al
gum d'aqualles, que pertenoem a toda, o
qualqueraggressi 1 humana. As palavras de
governo paternal sio ptimamente em pregadas
para piolar a virtuosa admoiitracio d'um
LuizXU; mas alia nj podara entrar na
lingoa constitucional, qoe teme principalmen-
te o abuso, que se pode fater para crea pre-
rogativas das palavras, que poden tardona
sentido Os reis nio sio ncm pse, nem
pastores dos povos ; elle sio aeus chafes ; e
os horneas livre nio devem ser comparados
a o menino que treme quando ve em seu
pai um olhar desagradavel nem a um dcil,
e fraco animal, que nio tem forca para quei-
xar-se, mesmo no momento em qua o p*-
tor Iha di a more.
U'a naci nio poda jamif alienar a sua li
berdade. O auctor eoncloa d'eate axioma ,
que um governo sempre Ilegitimo qual-
quer que eja a sua fonta, por sto mesmo
que elle arbitrario; d'islo provena outra
cousequeneia 2 nio ha realeza legitima sem li-
berdade politice. Ora, a liberdade poltica
s existe nos paizes onda a naci exarca o
primeiro dos dreitos da soberana o de frner
ella eseansa ss nss lei e de cone rrae paral
a ana formaejo de modo que a leis tejaOV '
exprsalo da vontade geral mas este reino,
! esta supremaca da vontade geral sao precisa-
mente o qua e chama soberana nacional*
por tanto nio ha reaieta legitima, assim como
nio bs verdadeiras leis, ena6 aquella, que
1 repousaS sobra a soberana nacional. Estas
1 deducedes do auctor tem justeta, e forca 5 el-
' la nos lem condusido d'um modo to rpido,
como alliciente, ver dada que nos nio
' esperramos ver nascer da diacnasio. Eu co-
nheco com Mr. de la Serva que o principio,
que elle publica tinha sido convertido em
le fuodamental paja assemblea aunstitainte:
mas eu nao sou de nsnbum modo Iludido
pelas heregias polticas e subtilezas que Ibe
fatem encontrar na carta constitucional tni
lei orgnica data eleicoes, este mesmo principio
tiouobre, e francamente consagrado a oe o-
Ibos do universo pela mais brilhante da nos-
sas assemblas nacionaes.
Na carta constitucional, diz M. de la Ser-
ve, o soberano se edtnpoa do re, edasduas
cmaras ; por abuso de palavras que se da
este titulo a o re 10. Esta asercora sio ver-
dadeias; mas como e por que circunstan-
cia peasa ellaque um lempo vira em que a
cmara dos deputados, que nieve outra coosa
mais que a assemblea do representantes do
povo^ aera dp Jacto investida quasa da toiali-
dada do poder legislativo l Seria ato des
. truicio de toda a ordem. Todo o sistema dp
equilibrio dos poderes seria destruido. A
Den oio agrade que vivamos deb-ixo do
imperio absoluto d'i s amara 1 Nio per
Uta Deus, que o z*L e a cmara doa pares
eja5 obrigad.s a
deputados! App
to majaJunC'ta que a influencia, e a vonta-
de d'u aasembla sio cem vezes mais irresiati-
veis, e mais temiveis, que o poder, e a co-
lar! d'um F homem qualquer'que elle seja.
Mi rabea*, drzis com rsio : Eu desejara viver
antes em Coamantinopla que debaito d a
assembMa a quem nada poda eslorvsr. Mr.
de Serve nioconhece, que, aegundo a sua
hypotbese, a democracia tomara de necessi-
dade um tal ascendente que ludo deappare-
ceria diante d'ella ? Elle chama a esta innova-
5o anticonstitucional a marcha gradual, P*"
la qual a naci or.trir sem esforc e ien>
abalo na plenitude de soa soberasA. E' oe-
cessario respeitar a conducta, a *s boa m-
leneQe, qne tem cansado ti* igual illasi ao
aTaeaounvs)o a oaai|aye% choio tie recudi ,
1 o tei. e a cmara dos pares
a reaj|| empra camera do
mecer logo a tirannia tan-
e bons coatumes, e de inexperiencia mas
aecessario adverlil-o d'um erro to grave,
como este. Se como aa tem visto, Mr. de
la Serve se engaa nio por que elle so dei-
xe arrastrar pelo amor das nnovaces ou
por nm desvjo desordenado de ver a refor-
mas no estado- ella qner obter oque deseja
por va eonstilucionae a verdades, ou as
atseredes as mais ousada, que ella publica
em temor por isto que ella er til a sna
publicacio, ae uera sempre ni sea pensa-
ment, e ns sua abre carta constitucional.
Eira v n'ella a oberania nacional, como
tam bem encontra o germen de todas as leis ,
.ue devem acabar nosaa organisacio social.
Umescriptor, cajo talento tem tomado esta
direccio nao peder aer perjgo-ct } elle per-
tence evidentemente fia poca da conserva-
c*5, e nao a a escola de revolocaS.
(Tradozido de Minerva.)
1
(Preco corrate.
Para 6 de Julho de i838.
Algoda6 5ooo a 5aoo arrob.
frasq.
arrob.
ss
pote
arrob.
V
hum
libra .
rrob.
a'q.
'arrob.
libra
at
arrob.
polefi.
arrob.
alq.
ai
pote
caad.
U
arrob.
se
aa
Agoardente da Ierra a56o
Arrox
a
<<
miodo
em casca
Atetede and i roba
Borra xa eea obra
Cacao
Couros seceos
" migado verde
Cravo
Castanha
Caf V
Camar
(iaaran
Salea parrlha
Amarras da pilcaba
** em rama
Tapioca
Farinha da trra
Mel de canna
Sapatos de Borraxa
Olio de cupaiba
O que igual 36
Uroc
Grude de gurajaba
145o
800
800
7000
i4oo a
600 a
000 a
65oo a
1 aooo 1 a'5oo
3ooo
265o a 971a
100 a no
14000 nio ha
6oo nova
7000 a
3ao
1100
i4ooo a 16000
8oo
THEATRO DE OLINDA.
Amenbl sabbado 97 do crranla, Con
panhia do Tbea're do Reeife reprsenla:
Peca do grande Maliera Escola de C
dos Farct O Olaodez Dueto e Aria?
36oo a 4o
iroo a 12S0
a6oo
600 e 900
I70OO B |8000
qtiartilhos
aooo a 29500
7000 a n85oo
de outros pex. 9000 a 14000
Maranhfo 11 do Julho;
Algodlo I. qatlidade
Serra
Agoardente da tetra
Arroi de vapor
d'ooiras fabricas
em casca
Altanados
Azeite de Carrapato
Carne seca do Miarim
Acarar
Chifre de Boi
Couros salgados
M Cabra curtidos
Farinha de Mandioca
Feijio da trra ^
Fumo de aaolho'
Fumo de corda
Gengibre amarello *
Gomaaa
Grude de peixe Ib.
Vlilbo
Mal de cana da Ierra
Panno d algodlo largo
* e-treito
Sabio da trra
Sal panneiro
Tabeado de costado
Bacori
Cedro
Louro
Pap-trauba
Vaqueta
6aoo n 65go arr.
5aoo a 55oo "
55ooo a 85ooo pip
1800 a i85orr.
i3oo a t4oo "
nooa i3oo alq.
a C
4oo a 45o qrt.
afoo a 35oo arr.
a a
aooo a 9300 C.
i3oa i35 fi
160a 200 um.
800 a 1000 alq,
1800 a 9000 *
8000 a raooo arr.
1aoooa i5ooo arr.
a t*
3ooo a 35oo alq
4oo a 600 ars.
56o a 800 alq.
160 a 900 qrt.
97000 a 3oooo rol
afjooo a 98000 "
3ooo a 3aoo ar.
160 a 900 alq.
14o a 900 alq. a4oood.
90000 a
a ir3ooo "
10000 a l4ooo "
55oo a 7000 "
i3oo a 160a.
( Cbrooica Maranhense.)
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario Episcopal de O-
linda avisa ao respeitavel publico que as
rodas da Lotera concedida beneficio da ins-
trucad em o mesmo Seminario, aods5 as-
preterivelmente em odia 96 de Agosto no
Consistorio da Igreja de Nossa Senhora do
Rosario.
MUTILADO
SOCIEDADE THEATRAL.
Os Saohorcs qoe tea dado seas no mes,
e os que pretenden! entrar para e 3. Socia-
dada qoeira rounir-ae quinta feira a5 do cr-
rante a 7 horaa da noite, em cata do Sr.
Joto Franoeco de Ol reir, na ra do Qwi-
mado 1* andar defronle do beeo da Prtca D.
3, para a ntalla9o da Ssciedade.
COLLEGIO PERNAMBCANO
Boa-Vista, roa Formse*
O Collegio Pernambucano encerra em 1
seio o preparatorio pue a lei exige par,
academia de Direito e de Medina do
rio, a oomecar desde Primairas Letra.
Os Professores das dififerente aulas
um mrito reconhecido ; e ai5 franco* 1
blico a qualeajler hora os respectivos 81
los.
Achando aoja inscriptos suficiente:
de alumnos que devem frequentar o Conser
torio de Muxica craado no mesmo Collegio '
tera' logar a abertura desta nova escola no dil
1* de Agosto prximo.
Avisos Diversos.
_ SebastiaS Carneiro da Lut, eCatberif
Carneiro de Sena fazem certo ao respeitavel]
Publico, qoe elle esta5 se habilitando e|
Jnizo como filhos naiuraes, e nicos herdei-
ros de seo falecido Pai, Aleiio da Costa Ct-^
valcaoli, para haverem a sna heraoca de qua'
e apossou Isidoro da Canha e para
nenhoma pessoa compre nem faca outro
gum contracto com elle relativamente aoa I
da referida heranca, te faz o presente ai
nuncio pois os annoncantes prote.tad desda
j, bs velos de quem os possoir.
Qualquer mestre depedreiro, qua a%
quizar incumbir de ter debaixo de tr
adminislraca dos oficiaos de pedreiro ,
gundo o ajusto qua se Gzor ; dirijo ee ss Cii
co Pon tas caza junto a padsria do Sr.
Lopes de Lima para tratsr osle negocia
_ O i* Direotor da Com panhia da Bebe?
de avim aos Srs. do Conreino Deliberativo
mesma Comptnhia que boje 96 do cor enft
pelas 11 horas da manban. se devaro reuni
noEscriptorio do Sr. Manoel Goocalvee'al
Silva para tratarem de' ugoco tendentes 1
Companhia.
O florare-se um creado estrangeiro pal
caza particular tanto para a Praca, como para?
o mato, d fiador a sua conduca: quem
pretender d rija-se ao Atierro da Boa-vil
defronle da Matriz venda D. 4'-
_ Precisa-seda orna ama para ho
solteiro : uets Typografia.
* Onern ti ver, e qu a-r allogSr urna ca
terria no B^irro de S. Antonio, as mas
Florentina, S. Amaro, Palacio reino, 1
res, Cano, e Sol, arada mesmo dando se
i do vallor mensal por que estirar alia,
annuncie.
__ Jos Anaileto da Silva, morador
tabelecido na ra do Rozario estreita com
de barbeiro de fronte da rus das Larangeiraei
bem conhecido nesta Praca pela sua arte
sangrador ; partecpa ao respeitavel Publico,
que ella continua tambero a empregar-se
aria de dentista a qual desempenbar ta
perfeitamenle como tem feito al boje
engras: espera por lano das pessoas que
en prestimo se quserem utilisar, qoe o pro*
curen no lugar cima indicado.
_ Quem precisar de urna ama de caa pi
ra o servico de portas dedtro dirija ao 1
beco das frfiudinlias na quarta casa.
Quem quiser hum professor para ens
nar primeiras letras Gramtica latina Rhe-1
toiica, e Muaica em algum Engenho, 01
mesmo no SerlaS : annuncie.
__ Quem precisar de um creado Portuguc
paia casa particular tanto para praca coi
para fera della: dirija-se a ra do Rosario
tirita em huma Tenda D. 94.
Precisa-se de um fetor que entenda
planlaces para um sitio perlo da praca
que nesta ctenosla ocias esliver : dria-tei
a rna da CaoTr velba loja de fasenda D. 3^
_ ichon hum par de botoesa de ouro
le na inda ou vnda do Manguinho ate a 1
Dereita a o dono do mesmo bou6 d
achsdo o valor que pesar o mesmo*como tam
bem a oro do'seu legtimo valor : qrem o a't
char drija-se roa Direita D. 97 que apri
sentar o outro para combinar.
p. Quem annunciou querer comprar um
venda ou armaca na Praca da Boa vista que9
rendo urna armaca ou mesmo surtida emm
S. Antonio que lem mu>to commodo para nm
xideacia : dinja-se es Cinco Ponta D. a3 OJaV
de lem lampiao.
_ Aluga-se um sitio qne lenha baix e fru-
leiraa parto da praca que nio tenha maia
de meia legoa de loagelude: quem o liter
annuncie.



.'< .
k '
DIARIO DE 1 JtJJL NAMBCO;
iii i
Roga-se ao Sr. J. T. P. que mandn
.Jlhete que quera comprar o rooleque
|o Eliibo, ca>o elle epereca segunda vez
obra o mande a
su* caa ou era saa
i-lo por eatar fgido remeteado o por
ao Sr. Prefeito du praca } assim co-
i visa ao Sr. P. A. T. caso aparece o dito
Ihe quartel em snas obras como dr
fas vezea ; poia protesta em razio deste
riio cobrar todos oa dias de aertico desde
ue o dito fugio oa forma da le do qual-
|uet* obra em que elle for achado e nao ad
BUr pedidos de alguem com perda ainda
recho com os maiores preteilos de n-
Sacia pois conbeca que alguus dones de
(as costuma apoiar a este e a oalros escra-
para Ibe trabalharem por metade dos jor-
_ Joaquim de Aonunciacao Siqueira
r*. No dia 19 do correte furtaifo da praia
, ribeira urna canoa grande que ubi estafa
pirrada, com 5o palmos da cemprida e 10
boca urna chapa de ferro na proia com
., toda segura de alcatrspes e indo o
ro de nome Jote a procurar a dita canoa ,
'fgora irfobe parecido, cujo preto tem
L signaes seguiotes Jos, de naci angola ,
prsenla ter 3o anno de idade bonita fi-
ira pouca barba levou vestido esmisa de
ita e calsa branca, bem conhecido por
ne canoeiro por isso roga-se as pessoas
leiouberctn aonde existe a canoa e o preto,
lajear no priocipio do aterro dos -alogaios
ueiro sobrado a fallar com Silvestre Joa-
do Na'cimento que ser eenerossuieo-
_ compensado.
Aluga-se ama ima que tenba bastante e
>m Itite para criar una enanca quem
leeliver oestes circunstancias dirija-si a fer-
da ra da praia.
4_ Na ra nova D. 25 segundo andar
jrecisa-se de urna pessoa que se encarregut
jo que diz respeito a cozinba.
No estado de Jos Fachinetti professor
jmpesitor de msica sito na ra da *eu-
I nova L). 2 cliio-se promptos para ven-
ler Duelos noos em partitura propiios pa-
__itro serios e butos lirros impressos
|ot mtluores aulbores de piano forte, chega-
I a peuco da ltolia ouverliins por orques-
, uoaas contradanzas para orquestra ti-
ldes da graode opera Elisir de Amor do in-
jtgM Dt-uitalle ludo por prt-co discreto, no
lito taludo fazem-se coroposics de todas
iquiltdodis para qualquer instrumento, e
ra caotoria.
__ Precisase de um feilor estrangeiro, qu
' amtenda de plantaces e tiabalhe em oUri:
II ma do Livramento D. 19.
_ Qualquer mestre fogusteiro que pee-
Tde um babil offinal d'nja-se a va*
Martirios D. 10.
_ Qualquer Sr. Pai de familia, que queira
ir.se do preslimo de urna pessoa capas
dar lices de Utim a prmetras letras
cassi particulares porpieco mais com.
iodo do que qualquer outra pesaoa : snnun-
_ O author do annuacio de segunda fera
doconenie, mota no paleo do Ter9a De
ima 4*
Achou-se que hia por agoa abaixo um
Jiraio ; quem for *eu dono dirija-se a fo
de portas casa terrea junto ao sibrado de
ir. AdeJino que idando a ma'ca do dito
/nulo a qualidade da rmdeira e as di-
iCDtt's pagando as despesas Ibe ser en-
rgue.
_ O Escrivo Francisco Josa do Reg da
meira vara do Civel tea transferido sua
deucia e cartorio da roa da cadeia d S.
ntonio para a ra das trincharas D. II ,
nto ao sobrado edeicido de novo.
Quero pardeo um ponleiro de prata
bija-s as 5 pen'as cisa da Eflcrj?! qf
ar.20 os signat-a ihe ser entregue;
_ O Sr. Florencio de Mello e Albuquer-
18 : r recebar urna caria rinda da Vil-
do Bonito coja carta so se entrega ao di-
Sr. : naa 5 poutas loja da^faxendas Dcci-
D. 4. .
l'n cisa-se de um li rrem solteiro ou ca-
lo com pouca familia, para ensinar meninos
tan le desta praca la legoaa 5 quem esli-
er nestss* circunstancias dnija-se ra de
', Francisco caa O. 4-
h, Pi-*cisase de ua hornera portuguez ,
le eslea as circunstancias de ser IViior d*
nho dirija-se a 10a de S- Francisco De
__ Quem qutser alugar urna casa com urna
rrrsacio de venda naa S pontss na quina M
taco que vai para oa Mairiros ; quem
irt-dt-nter drija-se ao virtirodo Mubii.
CasMrta-se eaixas da tarlaruga e oaao
teda qualidade.de iLra que pariencer a Ur>
iriNii; sai 6 puntu teada de funiltiro. j
O abaixo sssigaado faz scienta a todas
as pesseas que tam pinhores desde 1837 em
suma loia de coaro na ra do Livramento D
9 que no praao de 15 dias o tj tirar do
contrario serio vendidos para pagrmento.
Joo Muniz de Souza.
__ Precisa-se alagar um moleque de idad
de 15 a ao annos que saiba m pouco co-
rinhar ; quem o^litar annonoie sua acolada
_ No dia 20 do correte desapareceo de
cima d'uma banquinha da salla da casa do
abaiao assignado m par da caslicaea de pta
ta obra do Porto a urna bandeja de reada
com thesoura obra da L'sboa 5 um chap;
de aol de seda doto, e um leo.co de seda en-
carnado que tamben se achara em cima da
mesma banquinha : rogase a todos oa Sara.
urires ou pessoaa particulares a quem pos-
ea ser offerecido dito furto ou parte d'ella ,
rujio de fazer .Tppreencao e partecipar ao
mesmo abaixo assigoado na ra dos Quar-
teis D. 5 a fia di u darem os sigoacs do
referido furto e gralificar-se com generosi-
dade, a quem tal serrino prestar.
Manoel Antonio da Jema.
Avisos Martimos
PAfU MACEIO', Babia, e Rio da Janeiro
o P.quete de Vapor Bahianna pretende sa-
bir boje sexta feira 26 do correte ao meio
dia e feixaa mala no correio as 11 horas ;
quera quiser ir da passagem dirija-se aos
agenleiMc. Calmsaldi Companhia na rus da
Cada n. &. '<*
FRETA-SE para qualquer porto da Eu-
ropa a Galera Dimanarqueza Crele muito
velleira forrada e eocavilhada de cobre, de
loto de a59 toneladaa t quem prlendr diri-
ja-se aos consignatarios Kiikmann & Rosen*
oiund ra da Cruz n. 60.
PAIU ARACATY a Escuna Bom Jeras
de Camar-gibe ainda recebe carg< ; quem
pretender carregar dirija-ae a Manoul Joa-
qunn Pedro da Cuta roa da odeia 11; 1.
l'Ali-y O RIO DE JANEIRO segu via-
gero a barra Ameiicina Osela Me* o Gm do
corre; leudo excellentes commodos para
pass-c," .t,; quem quiser ir de passagem
rtrtj ia ac seus consigna'arios M.thtos
a\uatins n Compaahia aa toa da Cruz nu
mero .
JLeilo
_ O Correlor Olieira tem para vender
em lt-tUo ou particular, 1 ioteiro sorlimeu-
to de tinsem perfeito estado e eziatem
em urna leja no valor de 3:807,817, como
dd balanco em seu poder cujo est prompto
a far.er patente e as dias finrageus logo
que Ibe eja exigido por qoalquar pretendeate;
aUteitind-j-se que ao comprador de lado se
concederlo es largos prases da ti la a 18
rae7.es per letras ssliiNtoriss^; -quem Cite ne-
gocio quater ultimar, dirija-w ao mesmo cor*
retor.
_ Que fdzem Crablree Heyworlh & Com-
panhia por lutei venco do Correlor O irei-
ra de urna porcio de algadozinhos avaria-
dos jor cunta de quem pretencer segunda
feia 29 do correte pelas 10 horas da naa
ubi no seu armasem d. forte do mallo.
e comprmanlos: por detrs da ribeira ar-
masem de porta larga.
Taboss de p-no *e todat aa largaras ,
Srossuras a coi primen to e preco commo-
o, e um* porcio de refugo : no armasem
atrs da casa da opera.
_ Leas de aeda para Senhora ditas de
linho Gnas ditas de \i para' homem m-iss
para criancis de ambos os sexos, ditas pretis
psra homem e rauther e susoensarios ; ni
roa da Gonce ci da Boa vista D. 5, na ms-
eos osa ae precisa de um rapazinho de idade
de 12 annos que pelo sustento a vestuario ,
sirva de ir a a'guns mandados a rus.
__ A bem construida Escuna Americana
Leo de 113 toneladas, quasi nova e forra-
da de cobre desta viagem ; quem a nretender
dirija-se aos consignatarios Henry Forster &
Compinhia ra do Trapiche novo o. 7.
_ Baj^ns a sipatos a botinsdos de Ls-
boa ditos de marroquim duraqna e setim
frsucee para Senhora botina e sapatnhs pa-
ra meninos a < patos da bezerro e de couro
de lastro par* homem, espadas para officiaes,
chapeos do Chile de todas as qualidades e
bieos de linho com outras multas miudesas ,
ludo por preco com modo : na praca da In-
dependencia n. 7, 8 a 34*
__ Riscidinhos decidos de muito boa
qualidade em cortes de 8 corados a 1280 o
corte a tambem em pecas, chitas finas, a
160 e a 180 ao corado cusas pintadas e teci
das a 180 e a 200 rs. cada covado, e tambem
em cortes estopas entransadas muito pro-
pria paraescravalura por ser muito encorpa-
da e riscados em metim de litras largas
00 rs. ao corado e cobertores de algo lo
grosso tudo por preco commodo : na loja
de Antonio da Cunta Soares Guimaries, roa
do Crespo D. 5 lado do norte.
Duas mulecaa pe^as da naca bac, mui-
to habelidosas de idade de 18 annos; nm
lindo moleque de naco eambindi de idsde
de 19 annoa muito ladino um dito de 14
arnos muito habelidoso para o servifo de
ama casa ; urna moler de idada de 11 annoa,
um negro de naci cozinba muito bem o di-
ario de urna casa todos estes escravos se
dio a contento, e se afianca boas vendas: na
ra de agoaa verdea no primeiro andar do
sobrado D. J8.
... Urna cadeirinba da Bahit com peuco
uto e por preco commodo : na boa vista
' ktaz da m.tru primeira casa terrea.
Um prela boa engommadeire, c:s-
tureua e cozinheira dois pretos de bonitas
bguras de idada da 18 a o annos : na ra
da r^ulia D 7 no segundo andar de manhi
at 9 horas das i da tarde em diante.
Cinco escravos, dois moleqoes pe?as ,
de idade de 18 a 20 anuos ptimos para to-
do o aei vico, urna mola ta de idade de 18 an-
uos boa figura cese, engomma,; cozinba,
duas prelas mocas cuzioho lavio roupa ,
gas a 2.fo ao covado chitas boaa a 180 a *
aoo rs. bicos estreitos de 20 a 80 rs. a vara
a outros mais largos eassaa de bom tom e
alera d'estas cutras mu i tas fazenda finase da
bom gosto : na ra do Crespo D. 5 loja que
foi do Sr. Pinto Bandeira.
_ Graixa da lastro em maesa para clisado,
de superior qualidade, manufacturada oa
provincia'da Babia aonde tem merecido ge-
ral approvacio: defronte do trapiche novo
o. 19.
_ Urna escrava de nielo, de idada de se
a 2a annos, com bonita figura engoraras |.
so boa cozinheira faz doces de todas aa
qualidades e lava bem roupa sendo para
fora da provincia : na ruaDireita D. 20 lado
do Livrameato.
Escravos Futidos
_ Fugio no dia 21 do corrate ama ae-
grtnhs de naci angola de nome Joaquina ,
que representa ter de idade 14 annos, he
biia tem os peitos grandes rosto redon-
do olbos pequeos e papudos levou ves-
tido de riscadinho azul a paoo da costa da
listrss azues e brancas, levou um taboleiro
a um baldo ; quem a pegr leve a ra da
Cruz n. 58 que ser recompensado.
_ No dia 10 de Julho fugio um preto de
nome Bruno de naci angola de idade de
-i6 annos estatura regular s-ceo do corpo,
rusto redondo cor fulla a vermethado, levou
calsa de brim jaqoeta chila azul camisa de
madapoln chapeo de palha pintado e tem
orna fistola na p asquerda ; quem o pegar
leve a praca da ladepenpencia n. 1, ou na ra
do roda D. 26. que ter *o,ooo de gratifica-
co.
_ No dia 19 do correte pelas dais bo-
ros da tarde deaaparecso um roolatinho da
come Caetano de idade de 13 annoa, foi
visto de camisa de cbilaazdl ca!s> da mes-
ma chapeo de palha he gago, os pea cam-
bados de bichos os c.bellos da cabeca na
si o muito torcidos elle se intitula forro a
pode ser que tenba mudado o nome quem o
pegar leve ao seu Sr. no pateo do Carmo 00
sobrado ds qmna; na loja do tarUrogueiro ,
que gratificaa.
_ No dia 19 do correte fugio ase preto,
de nome Amaro de naci angola de idada
de iti a 28 annos pouco miis ou menos, gros-
so do corpo a baixo beicoa grossos,
denles de cima grandes e limados, ps apa
Compras
_ O cnssio sobre o f iro de asseesr por
Calmon manual do faiend iro ou tratado
imes'ico b-c 5 nfeujid.c des negros;
na fu de S. Francieo D. 4*
-------i-------------------------------._____-
Venlas
_ 800 pstaces brssileiros : na roa nova
D.to.
_ Um enchoval para menino, muito bem
feito guarnecido de lavarintos e bicos da
trra de muito bom gosto ; e aluga-se tam
bem urna salla com alcova com caixilbos, e
lem villa para mar, que pietender, diri-
ja se a ra do Rangel, primeiro sobrade con
rotile a casa do Bello segundo undar Ra-
cima 3o.
_ Duas v.-ccas dando hite comcrii: na
-oa dos Pires no Dairro da Boa vista casa
D. 11.
_ Lencos de srds prela da Indis em
caixss d a petsas : na ra da Cruz a.. 6ti.
^. Taboasdc pmbo de todas as Isrgarri ,
e boas veodedeiras de ra e urna moleca de
II aonos de idade cosa engomas a fas
todo o mauaerviv de ama casa : na tua de
agoaa verdea casa teriea D. }j.
Samuel Rtcard Traite docommercio,
obra instructiva com a descripcf o d s .pases
comaerciantea operacd'-B de cambio, e urna
biblia un liespanhol : na ra do Cfteimado
botica D. 8,
Um escravo pudo ofBcial de pedrei-
ro c.uoeiio e serrador debsixo : na ra
do collegio D. 7 sobrado pegado a casa da
Cmara.
Um cavado muito novo e muito bom
eiqoipador, e carregadors muito prdprio"
para montaria de Senhora : na carelarice do
arco do Bom Jess e para ajaatar na ra
larga do Ruzario D. 4
_Uma preta que Sabe coser engom-
aar, lavar, a fazer todo o mais servicu de
asna casa : sa pr; dr Iodependenetd l.ja He
chapees n. 28.
_ Umeicravo d nacfio de idade de 18
annos, ptimo ciooeiro, sende-sa por rio
querer servir a seu Sr.^aas 5 pont.s D. l3.
Um- escravo deJlae de 18 a 20 annos
muitosadio e propria phr todo o servici :
na ra do Nogueirs acbrado de um- endaj
D. 6.
_ Urna cabra bicho parida de poucos di -
as a muito boa de leite : na solidadep. 145
Urna nrgra mc?a creoole : na ra lar-
ga de Rotario venda D. 8.
__ l'aiinba de milbo nova : em casa de
Fox & Stodart ra da senzala novan. I.
_ Urna ai macio da venda com pesos ,
medidas e bal.nca de barflo : a tratar no
beco o peixe frito D. 6.
Urna ercrava de ni^io angola de idade
de 18 alarios, de *aonfU figura, cczinha o
uiaiieVde trina casa e faz todo mais scrv90 :
na preciaba do LivramentoD. 33.
- CejMis de cer de lindes prdies, c lar-
Hietados levou calsa de estoupa nova ca-
misa de mangas carias ; quem o pegar lev; a
ra do Vigano n. 32 ou no armasem o, 14 ,
que ser recompensado.
_ Tem 5o,000 de gratificado que pegar
um moleque de naci de idade de 18 a ao
annos, estatura relagar de nome Joo mar-
caco ha inormacoes que trabalha em urna
obra nos suburbios desta Cidade no officio da
pedieiro do qua teve a'gOnS principios : na
roa do Crespo loja D. 12.
r
. *
; n -"
Mviento do Porto
NAVIOS SABIDOS NO DA 94.
RIO GRANDE DO SUL com teteh pelo R.
da Janeiro ; B'igue Escuna Brasileiro Na-
vegante M. Manoel Antonio de Oliveira,
carga varios g eros ptisgeiros D. Al-
dina Consalves de Oliveira rom urna es-
crava o portuguez Domingos Fernandes,
a ua e cravo a entregar.
ARACATY; Sumaea Brasileira Emilia, M.
Jernimo Antonio de Souza carga diver-
sos gneros ; pituageirus Antonio Marquea
Braga Joo Bapiista de Oliveira Mano-
el da Silva de Vasconselos Antonio Gon-
sslvea Malveire Jos Pedro de Faria ,
Antonio Henriques de Almeida com 3 es-
erares Francisco Juliio de Gees Frun-
c co Ai au, osHambuiguezes Joao Cbris-
tiani Jobo Joaquim Pagela, Augusto Lu-
is Straut e oa escravo a entregar.
ENTRADO NO DIA 34
PARA' pelos portea do Norte ; i5 dias. Bar-
ca de Vspor Brasileira B.bianB M. Oitn,
passageiros Manoel Telles da Silva Lapo
coa. 3 escravoa Joaquim Vieira da nlva
e Soma com sua familia e 5 essravos, Ma-
laquita Antonio Goosalvcs coa 2 escra-
vos o segundo Tenente da Armada An-
tonio Marques d Psiia Manoel Francis-
co de Soma Novis Manoel Augusto Za-
11 y coa duas irais e o Cnsul belga para
o Rio de Joneiro.

PERN. NA TYP, DE W, F,DE FARA 1839


Full Text
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