Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03883


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Full Text
UraOUK 1839. {UAUTA FEBL
,'' CAHBJOS)
h
Jdtho i3.
ondres 80 por tfooo sen.
.isbo oo por {)5 premio, por metal, offereckio.
franca'Sao a 3i5 res por franco.
lio de Janeiro 3 por 100 p.
loedas de fioo i5/f8oo as velhas,' nova i5/oo.
r 4#ooo 8*.'ioo a ^5oo.
ffezos Columnarios 1^700 a ii~io.
filtos Mejicano* #670 a 1^680.
'Pataces Braileiros 1^90 a i#/3o.
'Premios das Uli as, por mex 1 1/4 ai r/a por 100.
PARTIDAS DOS CORUEIOS TERRESTES;
t
tldale da Paraiba e Villas de sua pretencZo 3 3 3 3
Cidade da Rio 'irande do Norte, e Villas dem ." I
' Cidade da Peta lera e villas dem ..' 3
Villa de Goiann..........;. '
Cidade de Olinda 2 '' '" .' 5 rf 3 3
Villa de Santo A nto *.' '.' V J V ; .
"Dita daGaranhuns e Povoaco do Bonito." 3 .' 7 S
-DilUs do Cabo Serinhaern,' Rio Formoto, e Porto Cairo
Cidade des Aiagoas e Villa de Macis. 3 .
Villa de Pajau' da Flores. .,,,-, j j 1 3
Todos os correios partera ao meios da.
Segundas e Sextas reir:
Todos os dias.
Quintas feiras.
Dial 10, e i de cada met
Idora 1 11, 1 11 dittodlltoj
dem dem,
dem i3, diltoditU
214 UE JILH flUAlERO 169.
Tudo agora depemle de ntfs mesmns ; da nossa prudencia
modrraclo, e energa: continuemos como principiamos
e serenes apuntados com admiraco entre as fares isas
cultas.
Proclumacao da Assemble* Gtrado Brasil.
Praca
r.
11^1.)
w
Subscreve-se para esta fclha a 3|ooo por quartel paeoa edil
entadjs nesta Typograli, ra das Cres U.-3 e na Prac*.
da Independencia D. ~>-j e 38, onde se reoebcu cor:
dencias lcjalisdas, e anuuncins; imirindo-se estes
sendo dos proprios asignantes e indos assigua'lios.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda S. Mara Ma-dalrnn Ses. da Tlics. eaud. doJ.de D. da, y. de m.
a3 Terca S. Apolinario B. M. He!, e audiencia do J. de D. da 1. vara de u-mui.
3 Ouarta jejum S Cristina V. M. Sesso da T. P.
a5 Quinta iff S. Tivgo Ap.
a6 Sexta S. Syinfronio M. Sesso da Thex. e and. do Juz de Dir. da 1. vara de
27 Sahbado a. Pautalej Medien. Re. e aud. do I. de D. da 3. vara de saanli.
a3 DomingoS. AnnaMayda May de DeoS.
Marcheiapara odia 1 4 de Julho.
Al 4 horas e 3o minuto: da miaba. As 4 horas e 5 minutos da tarde;
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
SENA DO.
Sessfo de a a de 3 un lio da i83q.
Presidencia do Sr. Diogo Antonio Feij.
Reunido numero sofliciente de Sr. sena-
dores, abre-e a sesso e lida a acia da an-
terior he approvada.
Orden do dia.
Sfo spprovadas definitivamente es parece-
Tes d commisso da commerco : 1. in-
diferindo o lequerimento de JcSo Baptista
BuUt a. mandando guardir na secre-
taria" a reprpsentscio da cmara mnnir-ipa!
da cidade de Angra ero oposico ao privilegio
concedido a Roberto Cols; 3. sobre represen-
tacto da A P. de Mina?, datada de 26 de
marco do frrenle anno, acerca da aropliacfo
dos privilegios concedidos pelo decreto de 8
de oitubro de i833 ; e 4- da coramissfo de
marinha e guerra para que se addie a dis-
eussSo da reso lucio que approva a tenga con-
cedida 10 coronel Carlos Jos de Mello, al
que o mesilla ep-esente os documentos.
O Snr. Presidente declara que o senado
se bia oceupar etn trabalhos de commssCes ,
por ser esta a ultima p=r(e da ordem do dia,
o suspende a sessfo s 11 huras da ma-
nhf.
Ai 2 horas d para asessio do dia seguinte :
discussao de resolucao do senado sobre tencas
penses : terceira discusso das esoluces
sobre adselo feita a freguesia de Santa An-
na do Rio Grande do Norte sobre a natu-
ral ii-o do padre Joaquim Alves da Wobrega ;
subre M'sroaria concedidas a Manoel Inno-
encio Pires Camergo; u repeiio dos privi-
legios para importar abelhas, e para esta-
bleo r correos urbanos; acerca da natu-
ralisaco do padre Benigno Jos de Carva-
llo.
levantase a sesso a hora.
que, com qn^nto a diada Le Falle da medi- jFieguesia da Boa-vista aa Reverendo Mano-
da de duis libras, todavia nao s deve can- el Thomaz da Silva, que foi approvado e
cluir rigomsicente que seja preciso liaver
huma medida de capacidide para tal pezo,
e anda que a houvesse nunca podetia ser
lio exacta, visto que o ppo do assuc/ir can-
udo era dita medida qnase setnpre he varia-
?fl segando a quantidade dessa genero $ e
para isso mandando que em huma blanca
se ponha o pez) da duss libras e noulra o
asssucar que re for tirando das Cixas ica
ssiisfeito o fim da lei, e nao vem as partea
a ficar prejud cadas.
Dito Ao Commsndante Superior da
Guarda Nacional do Becifa cornmuriieando-
Ihe que a Presidencia ennet-deo ao Capilio
do EsquadrSo da Guarda Nacional detfe Mu-
nicipio Francisco Felippe de Barres a reor
ma que pedio no raesmo posto era consg-
quencia das molestias chronicas, qua o ion-
possebelitfio de poder continuar a servir ,
devendo ordenar ao respectivo Comraan-
danle que passe a Tasar a proposla da pessoa
que o deve substituir.
Dio Ao Prefeilo da Comarca de Santo
Anlo
proposto pela Congregacf o do Liceo.
Officio-- Ao Director do Liceo, coramu-
nicando-lhe a nomeacio de que trata a porta
ria lupra.
COMMANDO DAS ARMAS.
CMARA DOS DEFUTADOS.
Em consequencia de so nao ter reunido
no dia -jS de Junho numero suficiente de de-
potades, to ho uve sesso.
PtRNAMBUCO.
GOVERSO DA PROVINCIA.
Expediente 'do dia 19 do correntc.
Officio-Ao Inspector da Tbesourariaen-
viiLdo Ihe a copia da tabella das quantida-
des dos geneos que se de vem forntcer di-
ariamente a cada Ium dos presos pobres de
jusiica desta comarca no corrate anno linao-
.t-eiro.
Dito- Ao rxesmo, respoudendo-lbe que
poda mandir adiantar a Mesa das Rendas in-
ternas Piovinciaes a quantia de 5o.-000 rs.
para cobranca execuliva da didida activa Pro-
vincial. ,
Dito Ao mesino, respondendo ao sen offi-
cio em que participa ttr maodado faser as a
verrumas e canas pata o furo das caixis de
auocar, a medira deduas libras na con-
ormidado da Le Provincial numero 73,
eacccecenta, que nao se coroprio em tuUo a
sua oidem por diser o Piocurador da Cmara
Municipal que nao tinui padro para aferir
aquella medida e pedepoiwoprovidtncUsj
, ordenando-'lhe a visda da sua in-
formado dada em officio de 16 do corrente
que fafentregar ao dono a casa que servio
deQuirtel ao destacamento de sua Comaica,
cujo alluguel foi contratado pelo sen an-
tessessor, podendo fazer as desptsis necease-
riss para a repor no seu antigo estado.
Dilo Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinha authorisando-o para mandar vender
em hasta publica os cabos velhos, e porcio de
ferro que existe 110 mesmo Arsenal sem ser-
venta alguma conforme requesita em seo
officio de 18 do cor.-ente.
Dito Ao mesmo, aothomando-o para a-
borar aos primeiros e segundos officiaes da
calafate a mesma gratificacio qua se cence-
deo aos de carpinteiros pelo tempo somente
em que durar a oonstrucefo da Escuna Ga-
rarepas.
Dito Ao mesmo approvando a resolucfo
que tomcu de enearregar do Registo do Por
lo durante a ausencia do Brigae Constan-
<;a ao primtiio Tcuenle Joaquim Joto do A
guiar..
Dito Ao Ccrumandante Geral do Corpo
de Polica respondendo Ihe, que pode dar ea-
cuza ao .oblado do mesmo corpo Jos Themo-
leo de Mallos, e remettel-o ao Director do
Arsenal de Guerra a fi-n de assentar praca
na Compaiihia de Artfices como 1 be fciper-
uieiiuo por despacho de 17 do crrante.
Dito Ao Director do Arsenal de Guerra
respondendo que pode mandar sitisfaser as
detpesas provenientes do conserlo doOiiar-
tel da CVmpanhia de Artfices e que ae a-
chao a csrgo do Inspector Garal das Obras
Publicas.
Dito Ao mesmo, i*espondeado-Ibe que
pode mandar calsar a officina de carpila-
ria a ebra branca e bem assim o largo do
mesmo Arsenal cuja 8uthorisscfo pede em
seu officio de 15 do correte huma vez que
taes deapeses nao excedi da c jU marcada pa-
ra este Gm.
Dito -- Ao mesmo, communicando-lhe,
que co se conhecendo pelo seu officio de 1 i
do con ente se os Educandos do Arsenal re-
cebero no ultimo semeslie do anno finan-
ceiro fiado a roupa, e calcado marcado pe-
lo respectivo Diiectorio, cumpre que faca
essa decaracu.
Pui taria Mandando pauar Proviao do
ProfcMox da Cadcira de primeira letras da
Expediente do dia 18 de Julho;
Officio Ao Exm. Presidente, reen'vian-
dodlie competentemente informado o reque-
rimento do Cirurgito Ajudante de coromis-
so Francisco de P*u|a Cavalcanli da Alba-
querque em serv:co na Provincia do Para',
que requera o pagamento do sold adddicio-
nal, e da grat Companha pelo tempo que servir na guer-
ra de Panellas, e Jacuipe.
Dito-Ao mesmo Exm. Snr. devolvendo-
Ibe acompanhado da competente informarlo
o requerimenfo do Doutor Luiz da Franca
Mus Tavares, que requera ao Governo
d Z. M. o I. o lugar de Cirurgifo mor do
lerceiro Balalhfo de Artilheria que se acha
ago-poT"fdlepcimento do Cirurgifo morFran
cisco Alexandrino, de Siqueira Caneca.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. eomrtruni-
cando-lhe o resultado do segundo Conselho
de investigar! a que se procedeo pelo acon-
tecimento danoitedodia i4> entro o Com-
mandante da guarda Principal e a gnarda do
qtartel da Companhia d'Artfices, e a pro-
videncia que a respeito julgou necessario dar.
Dilo Ao Inspector da Thesouraria, cora-
mnnicaiido Ihe, q' ao Comandante interino do
terceiro Batalhfo de Artilheria tinha ordena,
do odisconto da quantia de 8U000 res qao
pela Thesouraria das Alagoas se nbonou ao
aprehendedor do soldado desertor Manoel Ro-
drigues Cijazeira.
Dito Aocommandante da Forlalesa de
Itamaroc acensando recebdo o seo officio
da (i des te mez que envolva duas relacQes
urna das alfaias, e mais objectos pertenceutrs
a Capel'a, e cutra de ailigos beMicus que nfo
estivo oonprehendidos no mappa numero
6, e respondendo-lhe que os objectos da pri-
meira relaclo ficassem inventariados sol) sua
respomabdidade, a fim de os transmitir a
quera o livessse de suceder no Commaodo,
e os da segunda, qua fossem incluidos no res-
pectivo mappa.
Dito A o Core mandan te interino do ter-
ceiro Batalbo d'Arlilhera ordenando-lhe
o desgoato da qusnti 1 de 8 mil res ao solda-
do llaneel Rodrigues Cajazeira que na
Provincia das Alsgoia fe i abonada ao teo
apprehondedor como determina a Lei.
Dito Ao mesmo ordenando Ihe a re-
meta de um mappa demostrativo do arma-
mente e corrame recebido pelo Batalhfo
do seo interino Commaodo, desde sua orga-
oisaclo em i8i4, ineruziva espadas, decla-
rando o qu foi extraviado pelos desertores,
e em ttrico do Batalhfo de cujo extravio
houveasem documentos f assim como o qa?
for carregado a Cnpanhia a Artfices e pra-
c-s destacadas foia da Piovincia mesmo
das qua ja nao pertence ao Batalhfo.
Dilo Ao Presidente, do Conselho de
Guerra, o Capilfo Antonio Gomes Leal,
remetiendo Iba os papis que devifo servir
de baso ao Conselho m perante o qual devia
respondor|-o soldado desertor Manoel Andi
Tiburco.
Purtaria--Ao Capilio Commandaate in-
teriao i% Fotuta* do Brum, mandando ex-
cluir d Companhia Provisoria e remet-
ter com guia de passagm para a Compa-
nhia de Artfices ao soldado Antonio Jos
Januario.
D h __ Ao Mujor Director do Arseoal da
Guerra, authorisando-o a receber cora guia
de passsgera para .1 Companhia de artfices ao
s'ihhdo menciouado na antecedente por-
ta'ia. ,
Dita Nomeando oConselho de Guerra/
a que tem d responder o desertor do Depo*
sito Manoel Andi Tiburcio.
Da ii).
Officio Ao Exm. Presidente, expando-
Ihe a ma' qualidadedo armameoto do ad. i3
fornecido ao terceiro B. d'Artilhera, e reque-
sitando a troca do dilo armamento por outro
do ad. 1 .
Diio_ A o Inspector da Thesouraria, ra
quesitndo-lhe os tssectamentos da pricas,
ou f de officio do soldado Manoel Francia**
co que tendo em combate na Birra Gran'
de perdido o braco direito, eoolbo esquei'>t
do. bia ser proposto para rt forma.
Dito Ao Director do Arsenal de Goer
ra, diseudo-lhe que os camaradas dos offici-
aes d'artifices, devifo ser tirados d'entre os
soldados da Companhia, que meaos falla fi-
zessem aos irah.lhcs do Arsenal, e nao da
outres Corpos, por ser i;to inadraicivel.
Portara Ao C-amandante interino do
terceiro Batalhfo d' artifices mandando con-
siderar addido ao me;mo para esperar sua
I Reforma a Manoel Francisco, que em com-
b*te na Bdria Grande peidera o braco di-
reito, e o clho esquerdo, e fora iodivida-,
mente dimiiiido.
THEZORARIA DA PROVINO A.
Expedien'e do dia 17 do coirente.
Officio Ao Command.nte das Armas a
compaohan-lo a tubella do valor das Etapes
e b'orragons qaedeve vencer a Tropa desta
Provincia no semestre corrente a qml he a
s- guite.
Avaliaci das Etapes e Forragens fe.'la
pela Thtsouraria da Provincia de Pernamhu-
co em conformidade do art. 5. da Carta de
Lei de a4 de Novembro de 18 Jo para a Tro-
pa de 1. Linha da mesma Provincia no se-
mestre do t. de Julho corrente ao ultimo
de D.zemb:o prximo futuro; a saber.
Etapes.
Va linha a 2^00 rs. o alq. i|i4 d'alq. 6 -'ji
Caro* verde 3aoo rs. arr. 1 Ib. 103
Cant aeca 384 ri. la 6>
Toucinho 7680 rs. 9 00933 3o.3s
Arroz a56a rs. 4 9
Feija 6iao rs. o alq. ijio d'alq. 3t
Sal o, a
Lfnba 3,9-3,9
i 4,1 185,9
.------
<)O0J
Termo medio aoo
i|j Ib. de pi paraos doentss do Hospi-
tal loo
Ferregens.
Mitbo a 3aoo o alq. 118 d'alq 1 *J
Capia a i4u ar. aanobis48 64
Thesouraria de Pernambuco 5 d Julho da
1839. Joa6Gou9alvcs da Silva. Fraocisca
Ludgero da Paz. Antonio Joaquim de Mello.
Officio Ao Inspector d'AKandega pirta.
cipaudo lite, qu tendo a Tbisourtria mdc-
MUTILADO


a'
2
DIARIO DE
PERNAMBCO
3B
*

h\
i\
fe:
ferido o Requerimnto de Rosas & Braga em
que ptiJi. o desembarque para a Alfandega
Jos genero! deque trata o art. 177'do Re-
gulnmento Jul;ou com todo justa os recia*
uiacrf ns dos ditos Nfgecisnles relativamente
sos prt-juisos que sofrem as Eml arcarles
10m a demora da descarga das rrerodorias
-luanlo seus donos pmr algn motivo part
:ul*r cu portiutidt que se cerecern nos
'.lesadios ueixWo kgo de aliviar as Embsr-
^Pqu.- asccwruz/iro e cm rousrquencia
Tiomnicndando Ihsque concillndoos inte-
esses da Fasenda i'ulilica com es do Gomer-
io procure sempre evitar pelos recios compe-
tentes e que estiverem a s' u alcance se
l.anl'l i iconvtuieiites.
Portara Ao Encarregado da Conttbeli
dade VJilitar teaetlcr.do-lhe para sua intelli
gencia urna coca da AvaliacSj das Etapes e
I'orragens para a 'J'ropa desta Provincia no
semestre coi rente.
Expediente do da 18.
GHicio Ao Coirmandanle d.s Arrass ,
com o requerimento de Jcfo Cardoso para
si r pago des vtmimeiitcs militares que Ibe
iurem (evic.s.
Dito- Aomesmo com o requeiimento do
Alteres JcSo Rodrigu?s da Silva, para e dig-
t.ar dar is etclartcimenlos que sobro o us-
no pede o Procurador Fiscal.
Dito & Adnini Ihc dos Estabeleci
Tintos de Cuidade p tecipando-lbe ter a
Tbetooram ele\ad o erdeuado roensal do
Fr.feinu-iio do Maiaba Ricardo de Souza
iumos a deze mil is. e o do Ajudante do
rresmo Jos Das Guimaraens cito rail rs.
Expediento do dia ao.
Ol'icio Ao Inspector d'Alfandfga pon-
do-o na inltlii;-nc a de q' 1111 qunto se nio
conbrce e determina definitivamente a ma-
neta por que cm cumpriuiento a oidcm
do Tribunal doThesouro Publico Nacional de
'.8 de Maio p. p. se devem passar as guias
dos lquidos e da familia de trigo tranj*
portados de huma para oulras Provincias do
Imperio comes amitos pagos do consumo
pela Mesa do Consulado se hecrescentar na*
guias que determina o Regulamento as de-
claracts que a me?ma ordem do
Tribunal do '1 besouro ei'ge a vista das-
11 iidcens d'AIfandega que Ibe fciera aprr
sentadas pelas paites.
Dito Ao Administrador da Meza do Con-
sulado para issi r cumprir na misma Meza o
t;ue se acba declarado no precedente cilicio.
ED1TAL.
O lllm. Snr. Inspector da Tb souraria
dista Provincia manda faser publico cm
euir.primeoto da Pirrara do Exm. Sor. Pre-
zidente de 11 o correte que nos das 24 ,
O e aj de J nlito pioximu futuro so baile
ai it matar em basta publica c- furo tas Cvx&s
I'eixos d'Assucar na conformidade do
it. 8. da Lei Provincial t. j du 3o de
Abril de i83g.
As pessoas que se proposerem esta arre-
maUcaG compareca na 5.! a das Scssoens da
i .esouraria Prcvinciil nos dias cima indi-
i-idos munidas de Fadores idneos.
J. para constar sernaudou alxar o presente
. publicaUo pe prelo.
Cotitsdona e Tbeseurcria Provincial .2 dt
Junho di: 18J9.
Joio Baplista Pereira LcLo Jnior.
Diversas Hepartiyoens.
*
I
I
llilD'JNAL DA RELACA.
S, snodo di a3 de Julho.
Na appellac Civel do Juiso dos O fo
dest Cidade appellaute Jacinto Moieira Se-
r* i 11 1 %f __ r,-l.
venaoo uj < uun< e appeuau* iuiui _,.uu.
ta Pina EsciivaO Ferreira ; se julgou pela
coi fi*rnaca d; seilecc appellida.
J\a BppelU^o Civel do Juiso de Dii'eito dps
la Cidade eppcIUnte Joto Ferei a des
Sanies e appeladcs Bernardo Lasserre &
Ccmp. ,Escivio Rebello j fo reformado a
sentenga ippellada jugndose us tpplladcs
caracedores d/ acca.
Na ap| ellac Ciime do Juiso do Direilo
da Conarca do Scai ; appellanle Ignacio
Ptieira Pcganba e appellado o Juiso, Es-
crivio Posthumo 5 julgaiio nullo o Proces-
an.
vALFANDEGA DAS*FAZENDAS.
% _A Patita be a neima do numero i53.
As arirmatacoenaj annuuciada, conti-
nui no dia 26 do correle.
MEZA DO CONSULADO.
A ruu*etia do nunicro i56,
COR REJO.
A Sumaca Harmona sai para o MaranbaS
no da 1. de Agosto.
O Pataxo Bainha dos Anjos recebe a ma-
la para Maeei smanliS aso horas do da
A Sumaca Camaragibe sai para o Aracaty ,
no dia 5 de Agosto.
A Sumaca Emilia recebe a mala para o A-
racaty bojo as 11 horas do da.
ARSENAL DE GUKRRA.
O Arsenal de Guerra compra ^madeiras
pra construcao ; duas duzias de taboas de
asfoalbo de louro igual porca5 das de pi-
nito quatro ditas tambera de issoalbo de a-
martlo assim como a rnesma qualidao'e das
de forro ; durentos meios de sola, e cinco-
enta alqueires tle di preta: as pessoas que taes
gneros tiverem compareci no mesmu Arse-
nal a fira da se faser o ajuste prefere-se a
quella que por menos vender.
Arsenal de Guerra 12 da Julho de 1839,
Joa5 Arsenio Baibosa.
Director iiiternj.
ARSENAL DE MARINHA.
Pela Inspeccio do Arsenal de Marnba se
pora em srremataca5 no dia 36 do corn-ule
pelas 11 horas da manhia o fomecimen-
de Baralho Toucinho e Assucar para a
Embarcaccens da Armadi por lempo ele o
mezes dtcorridos do da em qua se tifeclaaf
a arremataca em diantei : as pessoas a quein
posso convir fassr seme-lhanle forneciaiento,
podero compi i'er no indicado dia e hora ,
munidos de secs fiadores ; na certesa de que
urna taes gneros be de seren sempre da me-
ihor quslidade.
Inspecvio do Aispnal de Marinha de Per
nambucoem ao de Julho de i83g.
Alexandie Rodrigues dos Arijos.
SecreUrio.
O Ulna. Snr. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha manda faser publico que em conse-
quencia da autborisaco do Exm. Snr. Piesi-
denla se vender em hasta publica r.o dia
i\ do crrente pelas 11 horas da mauba urna
porco na pequen de ferro telbo proprio
para eer fundido.
O mesauo llltn. Snr. Iaspector convida por
lauto a aquellas pessoas a quera posso convii
a comprado tal objtdo a comparecercm no
indicdo dia e hora munidos dos seos com-
petentes Gidores.
Inspecco do Arsenal de Marinha de Per-
.trabuco 20 de Julho de i83g.
Alexandte Rodrigues des Anjos.
Sccretari?.
PBEFEIOTRA.
Parto do dia ai de Julho de i83g.
Illm. e Exm. Snr. lorio presos hon-
tera a minha ordem e tivera boje destino :
Joaquim prelo cscravo de Joio Henrique
da Silva e Jos tartbem preto, e escra-
vo de Joaquim Josa de Seixas pelo Sub-
l'refeito da Treguesia do Recife por furto ,
feilccm casa do Negociante Calmont ; Joio
Antonio dos Santos Junicr, brauco, pelo
Sub-Preleito de S. Antonio por ter raptado,
urna moga menor (Iba de D. Thomszia Jo-'
ania Lins conduaiado lun bem urna es-
'1 j 1
cava e un. caixa com 90OS rs. em seuuias,
ealgumas pf de oiro e seu uzo, que
forio oppiehendids deb'gaociaa d'esta Pre-
feitura e entregue a dita D. Thomazia, a quem
pertncio } Antonia Felicia do Sacramento
-eiiii branca por ordem da mesma Prefeiturt
por ler ucobido em tua casa u dita caixa,
da qual depois de a ter iberio, tirou e
intti rou o dinhero que n'ella exstiio e
que s podeiic ser encontrados, depois que
feria desenterrado vito que a dita Filicia
stmpre negou ter em seu poder os refl'sridos
objecto } e Alexandre Manoel de Oliyeira ,
pardo, pelo Sub-Frefeito da Freguesia de
S. Loureo^o da Malta por ser desertor de
Arlilheria j e dado furto de escravo, e ca-
v a los.
E' o que consta das partes boje rectbidas
11 'esta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeituta da Co-
marca do Recife 21 de Julho de 1839. Illm.
Exm. Snr. Francisco do Reg Barros Pre-
zffenle da Provincia. Francisco Antonio de
S Brrelo, Prtfeito da Comarca.
Parte do dia Ift.
Illm. e Exm. Snr. PaiUcpo a V. Exc.
que ora presos bonlem a minha oidem,e
liveaS boje diorenie desliius ; Lua Fran-
cisco da CcncectS, preto, pelo Sub-Pre-
feilo do Recife, por ter dado urna bofetada
em ootro-, Jos da Costa Pereira Jnior, bran-
co e Cuarina da Lux parda p-o
Sub-Prefeitode S. Antonio, esta por Ihete-
rem sido apprenhendidos varios objectos do
Corpo Policial pertencentes ao Estado e a
quelle por estar as circunstancias de ser re-
crutado ; e Francisco Jos Rodrigues taro
bem pardo, pelo Sub-Prefeito dn Jaboata5
por ser dado a futi de cavallos.
Nio occorreo mais noidade.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife a^de Julho de 1639.
Adminislrtcio do Patrimonio dos Orfos.
Perante a AdmnistracaS do Patiimenio
dos Oilas se hade airemalar a quem mais
der as rendas da-< ctsas nmeros a3 na ra
da Madre; de Dos em que mora Goncalo
Jos da Costa e S e numero 54 na do A-
moiim em qup igualmente mora Luis Pedro
da Mello e Siabra : as pessoas que as qui-
te re m ajrematar poder.5 comparecer no dia
24 do corrente mezas 4 horas da tarde na ca-
za da mesma Administraciq com os seos 6a-
dores.
Salla das Sessoens d'adminittraca do Pa-
trimonio dos Orfios] 22 de Julho de i83g.
J. M. da (Mi.
Ecrputirio.
Relaca6 da"s Revistas respectivas a todo o des-
iricto submtttido a Relc*6 de Pernambu-
co que se -ch o Supremo Tribunal
de Juslica mas sem andamento por falta
de preparo.
Revista Civeis.
A presentadas em Janeiro de 1836.
Maria da ConceicaS Arroda e Bonifacio Ca-
bral de Mello.
babel Mara da Conceca e Luiza Mara
da Conceif a5.
Era Junho.
Cosme Damito da Silva e Jacinto Soares
Botelho.
Em Julho.
Serafim de Souza Oliveira, e mulher, com
Valenlim Dias das Dores e oulros.
Em Setembrc.
Antonio Rebello Silva Pereira a Fa>enda
Publica.
JEm Novembro.
Josts Vaz Salgado, e Roque Antunes Cor-
reia.
A presentadas em Abril de 1837.
Os Administradores do Grande Hospital
da Caridade de Pernambuco, e Francisco
Antonio de S Brrelo.
Em Maio.
Zacaras Goncalves Lima com Manoel Jo-
ze de Campos.
Em Junho.
Angelo Custodio da Silva Fragoso e Jos
dus Santos Silveira. .
Apresentadas em Janeiro de i838.
Manoel Jernimo da Costa Ucboa e Po-
licarpo Jos d'Albuquei que.
Em Marco.
Tbomaz Ferreira Saares, e Jos Rodrigues
Lima.
Joio Evangelista da Cesta Silva e a Fa-
zenda Nacional-
Em Abril.
Manoel de Carvalho Paes de Andrade, e a
Fasenda Nacional.
Em Junho.
Bernardo Lasserre, & Comp. com Fran-
cisco Goncalves da Rocht.
Em Setembro.
Jos Rodrigues de Oliveira Lima e D. Ig-
nacia Mara Xavier.
Antonio de Albuquerque Maranhio^e Jos
Ignacio de Albuquerque Mtranhib.
Em Outubro.
D. Amia Maria Jos de Mello e Jote
Piolo.
Em Novembro.
Pedro Fernandes Ferreira e cutres e
D. Rosa Maria Je Vasconcelos.
Apresetladas em Feveteiro de i83g.
Antonio Fernandes de Azevedo 0 Joio
Maria Seve.
Francisco Pedro Bandeira de Mello e a
Fasenda Publica.
Bento Luiz da Gama Maia e D. Anna Jo-
aquina de Vasconcellos e cutios.
A Fasenda Publica e Joaquim Goncal-
ves Mtirelles.
Revistas Crimes.
Apresentadas em Dezembro de 1835.
Francisco Esleves Abreo, Miguel Ar-
canjo Rodrigues Lima.
Em Fevereiro de i83^.
Jcaqum Alves da Cruz e Vicente Ferrei-
ra da Silva.
Em Setembro.
Manoel Jos Pereira Jnior e Alexandre
Ferreira dos Santos com a Justica.
Em Maio de i838.
A Juslica por seu Promotor com Jos da
Silva Titara.
Em Janeiro de i83g.
Francisco Pereira Pinto Calateante Promotor Publico de PernambucOi 1
Adverte-se as pessoas que se derigirem ao>
Secretario coro o preparo que este he uni')
carnete de 5,6oo rs. cada Revista e que
deverS declarar qual das partes o despende
para se escrever nos autos e a final poder
ser contado a que decabir.
Rio 3o de Marco de i83g.
Cyrino Antonio de Lemos.
rjiscurso do Sr. Uepulado Urbano Sabino
Pessoa de Mellr>, por occaziio da discus-
sao da interpretarlo do acto addicional.
Sr. presidente este resto do artigo eom-
pre"6?ndH duas ideas que supposto nio es-
tei< litteralmente declaradas no acto addicio-
nal o eslo virtualmente. Diz o acto ad-
dicional crime de responsabldade
todos sabem que crime de responsabldade
exprime bum Tacto que a lei tem qualiGcado
criminoso pralieade por bum empregtdo
publico no exercco de suas funeces por
consguinte apresentando-se huma queixa
qualquer assemb.a provincial contra bum
magistrado primeira questio a examinar
lid se o facto aecusado he qualificado crimi-
noso polas lcis criminaes anteriores ; decidi
pela aftrmativa pa.-sa a examinar se deve
iropr a pen* de suspensio ou demissio. E
be s pela legislacio q' assemh'is provincia-
es tem de resolver esta questio : logo devem-
se conformar-se s leis criminaes anteriores,
tanto para decidir sobre a criminalidade do
facto como para impr a pena respectiva.
Fica pois demonstrado que se acba inclu*
do no telo addicional o peosamento do artigo
5* da inlt rpret.co na parte em que manda
seguir as penas impostas por leis criminaes
anteriores. Quanto forma de precesso ,
parece evidente que deve ser anteriormente
estabelecda alias se instituira bum pro-
cesso ad boc e dironte para cada um dos
casos oceurentes quesera sem duvida hum
conslraste com os principios mais triviaes de
jurisprudencia criminal. O acto addicional
tmenle lornou cumulativa as assemblc-is pro-
viuciaes a faculdade de suspender e demitlr
os magistrados ; mas a respeito das formas
fo orasso exgindo abenas que fosaein ou-
vidot e se Ibes desso lup.ar dafeza. O ar-
tigo 179 11 da constituic5 est legislado ,
que niriguem sei senten "'do senio em vir
lude de lei anterior, na :rma por ella an-
teriormente pre-cripta. Este artigo nio foi
declarado reformavel, e poderemor concluir
que elle est reformado s pela oidsjj do
acto addicional ?
Sr. presidente se a transferencia d tribuicra de huus empregados para outros ,
sem se faser mencio das formas envolvesso
a revogacio das mesma formas, enlio eu po-
deria dizer que revogadas esta quas todas
ss forma*. Concluo pois qiu as assemblas
provinciaes no exercicio da faculdade do de-
cretar a suspenst e demissio dos magistrados
se devem cingir s bazes essenciaes do proce-
dimento criminal Gxadas na constituicio.
Passemos ao artigo 6* ( le ). Parece-me
inconstitucional este artigo por que legisla
sobre objecios propriamenle regimentaes. A's
assemblas provinciaes compete organisar o
sen regiment interno o qual deve compre-
hender todas as regras que dirigem a marcha
das mesmas assemb as no exercicio de tedas
as suas funeces ; e esta doulrina me parece
lio clara que nio insislirei em sua demons-
tra cao.
Pastemos ao artigo j (le. ) O nobre depu-
tado pela provincia da Minas dise que este
artigo he o filho querido do regresso e co-
mo en defendo este artigo devo arredar de
mim a cenoura. Seiihores eu ci parti-
Iho palavrcs mil definidas : e oque signi-
fica regresso no sentido grammatical, mas-
no sentido poltico o ignoro. Os regrssis-
tas o definem de huma manera mu favora-
vel e os progresistas de bum medo nui
odijso j por coniteguinle nao sei escolber e
nem preciso eseolher porque o rneu syste*
ra nio consiste em palavras ; o meu systema
he a monarebia conslituciontl representati-
va. Nem se diga que esla poltica be mu va-
ga; mal do paiz se sua constituicio fossa vaga,
se nio comprehendesse todos os principios
universaes da poltica do e lado Na consti-
tuicio sempre atlureia norma de minha can*
ducta parlamentar. (Coniinua.)
Da realeta segundo as leis Divinas ieveladasr
as leis natural s a a carta constitucional,
por M. de la Serva, advog^do.
Analizada por P. F. T.
Qttando ouco a cutos homeLS, que nos a*


D I Aff IQ DE PERNAMtoUCO
ieaca5
con tii
J
iue
inuamante coa aot revoluefo
nol-a representas como' o resultado inevil
"el de ludo o que se pasta nfo poaso dei-
nr de crer na ma f destes declamadores. A-
>dos da mdanos devorados pela necessida-
[ de d.. an.quillaco da ordem constitucional,
enes laucad sobro os ootros o crimft de seus
desejos e de suas maldades praticas t jf0 si-
mimantes sos que griteo contra o ladre, a
fin da Dio serem elle surprehendidos pelo
publico em flagrante delicio. Se pozermSs
paite alguns funosos, que tal vez queir. espa-
lhar por toda 8 Franca o incendio que os
seua amigos de .8i5 tem acendido nomeio-
da em vio procuraremos entre nos os ele-
mentos da revoluefo. Opovo, a quem um
novimanto espontaneo sublevou em i78q n|0
ta mais na scens e 8Ua ttltude actual nao
nnancia a mais lgeira animosd>de da tomar
iniciativa terrivel, que as faltas do amigo
governo Ibe tinluS deixado tomar ; eu nao
vejo um s dessea ajontamentoa politicoa cu
ja ardenteactividade diriga, entretinha, ao
gmontava a do povo ; todas a9 tiibunas doa-
de se Ihe poda fallar, esto feixadas ; nao
ba mais o forum pode os oradores podoa
ria caballar o seo favor, e servir-se de su
influencia. Um Gracque, um cardeal de
Betz um Mirabeau se hoje renasceisem ,
ufo tera nem pensamento, nem poder pa-
ta emprebender alga censa sobre, um povo,
que tem aprendido sua custs 'o que cus-
ta os movimentos revolucionarios e entre o
quil se acha destruida toda a especie de orga-
nisacio interior. Tambera por outros si
naes pode reconhteer se quanto a epoc pre-
sente pouco se assemellia a era que o lempo
esta va grojso d ua revoluefo ; em que os espi-
ritos nutria projectos de reforma ; os direc-
tores polticos, a seus adeptos nao demsnda-
ya5, nio procurava mais que a ruina das
insliluicoes d'nm redimen odioso ou despre-
sado; cada cidadio fazia a guerra auntorda-
ue, porque tema, e .uspeitava as intences
da cor ta ; a desconGanca era universal; todas
as palavras era apaixonadas todas as aeces
tinbi um carcter de enlbusiasmo o de im-
peluosidade j nem o bem \ nem o mal se fa
zi5 desangua fri. A mocidade, principal-
nienle, se lancava nos bracos da levoluij
com todo o impeto de sua id.de ; ella eacrevia
pouco, bem verdade mas obiava rnuilo ,
e desprezava todo o obstculo que podesse
demralo um s momento. loje chamei a
mocidade praca publica ella nao ouvir
rcesmo a vossa voz;^ procurai de sublvala
contra o governo, vos a veris tremer, s pe-
lo pensamento d'um raovimento sedicioso : a
bri-lhe tribuna seus mais elequentes ora-
don s tratars logo daquillo, que a carta con-
cedes um cidado que respeita as leis do sen
paiz ; dai-lhe a liberdade da impreina, vos a
veris desconfiar da sua propria audacia, e
appnsentar as suas miores licencas o carc-
ter qoe s a experiencia snggeria' em ouiro
lempo ao bomem, j amadurecido na idade.
Teme-se, ou fiuge sa temer a mocidade ;
mas porque nao encarada bem de parto.
Ella no est disposta para i revoluefo. Eu
vejo mais ao longe, e sustento, que ella nfo
propria para isto. A ambicio, que sa Ibe
suppe, tal vez com rasfo, nao tem algidi-
recefio que possa vir a ser perigosa paz do
citado 5 ella qaer invadir lodos os caminbos
dus.-.ber cbegtr aos logares por meio do ta-
lento, fazer fia fortuna por rueio da indus
tria; eis aqu tudo; o higar de*tribuno nfo
tenta a nenhum d'elles ; entra elles nfo en-
contrareis um nico Seide. A carta c o evan-
gelio da mocidade; a liberdade e seu dolo ;
a lei a sua religiffo. O amor do trabalho que
a devora, dispoem a mo:idade para o amor
da ordem ; e nada mais fcil de manter que
asta disposico com tanto que o rgimen da
instituicfio, que elles frequenta, seja flj I-
magem do rgimen constitucional, do qual
est para sempre excluida a arbitrariedade.
fcenhorfs quem quer que sejais governai
os filhos como a carta govarua a os pas, se
queris obter o reipeito e a obediencia que
reclamis.
Eutenbo entre as mfos acuites etcriplos
compostos por jovens a d'ellea nfo encont.o
um s, que tenba o carcter d'aquillo qoe
sochama um escripto i evolucionarlo. A o-
bra que eu annuncio a prova irrecusavtl,
enovad'esla verdade, filha da obiei vatio.
Mi. de Serve combate com i especie de teme-
ridade as questoes as mais espinbosas do con-
tracto politico; elle procura as leis divinas ,
e humanas os fundamentos da ordem social ;
tile sem hesitar levanta o veo cilicios que a
raqutza, ou o espirito de servido anda
lancosobie verdades, que todos querera ver
t postas_a luz ; ele cuida de estender, ou de
liliingir os limites, tricados pela conslitui-
faj bala as amigas tradicus; ataca os er-
ros, defendidos por sua mesra novidade-
reconquista a rasfo, que a incuria, ou \\.
xidfo tnbao deixado rArder-se ; "proclama a
soberana uacional, como fonte de todos os
poderes ; ousa chamar a insurrecefo um d-
reito imprescriptval das nacoes contra os mos
principes contra os destruidores da lib-rdade
publica, e com tudo isto somos obrigado
a reconhecer nelle um amigo da ordem um
defensor ds carta um cidadfio cheio de res-
peito pela pessoa do monarca, um hornera
emfim qu^quer que a lei aeja s o sobera-
no, e que teme tanto as perturbacoes miz,
,0Pon'od "oquerer, que o povo interve-
nha bem que elle procure conservsr religio-
ssmente todos os seus direitos
-----
- Dai a Cezar o qu8 do Cezar nada ex-
prime, com que os partedistas do poder abso-
Qto possfo aucton,r-se. Elle emnenh par-
te diz, .,ua o bomem obrigado a obedecer
violencia, emjustica, como o aconseih. S.
Pau o, que nao c* mui orthodoxo em facto de
doutnnas polticas. Elle anda menos diz, que
o hornera deve depor a sua libefdade, os seu.
bens, a sua honra, a 8oa vida a o, P! de Ce-
aar, para qoei este disponha de todas estas cou-
sss, como de su, propiedsde. Deus, que,
descontente dos fi|nos de C|oT bd J *
suef,_suSc.tou outra rafa para reinar em Frao-
ca, nao consagra em parte alga aservida lia
THEATRO DE OLINDA.
A Companhia do Thetro do Rccife
va i
representar sabbado v; do corrente a giandc
1 e?a de Molieri Escola de Casados 1 Far-
ca _. O flollandez paga o mal que na5 fez _
J Ana Doce Esperance Dueto Birca da
vapor Nfo ha bilheles venda : os Srs. 'A-
deimcos GratiGcis5 como Ibas dictar sus
benignidade.
Principiarla1! 8 o i/aj
rodil A -----("'""igumiciriuajlia-
,.u...c lo10a os seus direitos' ;ni "*, ',P0' e a rranca dos direitos
A primeir. que.tio examinada por Mr, de S S*. T* ham'"' ^Uant0 '
Serve sa o Amigo Testamento in-1 i-a m![l^0 '" lh'te? "pondid, que
^erra algs disposicSes favoraveis .a no,Ur !"1. .rD8x"n ~ que se deve o bedionca as
cerra alguis disposicSes favoraveis ao podar
abjoluto. Longe de adiar n'elle ecuaa que
n ac0D?e"e' elle P'0 contiaro v o povo de
eos submisso ao governo ropublicano, ver-
dadeiramenta este governo tinha por ch.fe
um dictador temporario, JUe por veaes,
recorra a violentos remedios, para corrigr
ao man mcorrigivel dos povos. Com tudo,
quando os Israelitas, caneados de obedecer
osseusjuizea, pedira um senber, Samuel
Ihes fez da realza Uto do peder ab oa-
lo ua pintura capaz de lazer aborrcelo para
lempre aos born m os miis inclinados servi-
dlo. Remis parece qUe segundo as
palavras de Deus ao propheta Osss, os reis
d'Israel lora presentes do seu furor; conhe-
cem-se as faltas de Sal, os crimes de Divid,
os desregramentcs deSaloroo, elevado ao
throno, com o prejoizo de Absalio, e de
Adonias. Foi necessaria a dlsposicfo da mui-
tosde seussuccessores e o Senhor mesmo
crdenou ouapprovoa a morte d'eitis hy-
drss, que devorava o sou pavo. Alem dis-
to encotra-se por toda o parte no Antigo
Testamento signaes da soberana nacional,
e as garantas da liberdade publica. Abi vem-
se os rea a quem o oleo santo nfo d carao*
que i
potencias superiores, por qae ellas vem de
yeus, -um argumento victorioso em favor
dos tyranos, e dos osorpadores, a por conse-
quencia verdadeiro consellio d' hum escravo.
eContinua.)
Correspondencia
Senhores Redactores.
Lando en um annuocio inserido em seo Di-
"i" V1" 53 en que rga ao Sr- ,npector
da Thezouraria o cumprimenlo da ordem do
Ex. Sr. Presidente da Provincia quanto a
abonar aos Officiaes qurj sirvira na lula de
Panellas a gratiGcacfj da campanha e mais
vantagens; quuera que Vms. me respondei-
sem pela sua conceituada Folha se s tem d-
reitossemelhantes vantagens os Officiaes, e
nfo todas as mais Pracas de Pret em idnticas
circunstancias
Sou da Vms. venerador e sffectuoso Cr.
Um nteressado.
Em todas as campanlias costume abonar-
leralgum, em quanto nfo sio e lei tos; oque f Tropa a gratificaco, que por faltado
bem prova Sal, proclamado em Mizpah a 'efils,,?io ,en sido arbitraria. Ao exercito,
nfoousando, apezar de todo oexplendorde 1ue na Baha Pu(Jnou Pla Independencia,
fia victoria recente reinar antes de se reu-, cremos ,er-e abonado a terca parte do sold :
nirem em Galgala os votos de toda a Israel; i0 Exercito cooperador da boa ordem em Per-
a lei do reino proclamada era presenca do Min,luc metade do sold. O Governo Im-
monarca no momento de sua eleico ; a res- Per'a' ""ndou abonar tropa da Baha que
nnnsiliiliilailu li.nalii v^l a~~ .1..:'._!.. j- a guerra de l'arn.llas a {'raliGcacio da terca
que possa fornecer ora nico argumento aos ea> ^ e iessi e',oc* em T,,e Tropas,
partidistas do despotismo ; e, para servimo- ^ue n,"rcl,ao Par qoalquer ponto do Imperio
nos d uaexpresso do no aso joven auctor, res,belecei" s ordem publica tem-se mar-
que excitara o riso d.-alg.s pessoas, o espri-i"Jo*lerca Prtedo sold, abrangendo esta
to do Antigo Testamento eminentemente JjesPosic,a tanto o officiaes como os sol-
liberal, iito dametralment opposto os'
doutrinado poder-absoluto, e da obediencia
possive. A Escriptura repelle esta m.xima
immoral, a injuriosa humanidido que THEATRO PUBLICO,
os reis impunemente poderii faser o qoe Ihes Quinta feira a5 do corrente, S heneGcio
apraz a que Deus os tem subtrahido a toda do Aclor ^oao Mciel de Oliveirs, depois qne
a jurisdicefo humana, para sobmettel-os a orcheatra tiver des^mpAhado a overtora da
principio o
...* a tfua i/cus i itu suniraniuo a toua w" ..i. --- .... uv wn.ou,
jurisdicefo humana, para submettel-os H '"cbcjtia livt-r de.sempftludo i
..msomente ao seu proprio tribunal. E pra-1 Opery Os Dois Fgaros-dar ] mcipio o
ciso pois deixar a os profanadores da tribuna dirertimento com a representaco da inters-
sagrada estas insignes lisonjas : Que os aa i,nt8 Pea em 3 actos ao Carcter Romano,
is sao os representantes do poder de Dos "'"'da Coriolano em Roma. O grande
COSMOtUMA.
beodo costume mud.rem-sa as vistas do
Cosmorama todos os sabbado,, o Director e
Propr.euVio tem a honra de prevenir aores-
peitavei Publico, principalmente aos seus
subscriptores que desda sabbado passado su
achao expostas as vistas seguiot- s a saber :
Vista de fo-a da Cidade de D>on e seus
arredores (em Franca). A fiel cxsctidio
belleza e perspectiva desta vista a farem d.>'
nade ver-so ns Cosmorama; v se o Ili'o
.liona atreve wdo porum ponte de ao ar-
cos.
Vista da Capclla do grande S. Nicolao em
despalilla.
Vista encantadora da Cidade de Berna ero
Suissv ,_ as msrgiu do lago do meimo no-
me.
Vista da Cidade do New York urna dis
principies dos estados unidos da America In-
gleis v-se o rio sobre as margeos de quo
ella se cerca.
Vista de um dos moauraenlcs sniigoj qua
se scha em uma das entradas de Roma.
Vista da Calhedral de Rins em Francirf
he nesti Cathedral que sesajra os Res qua
devem reinaua Franca.
Vista da Cidade Conmercial do Gand em
Franca celebre pelas suas manufacturas : as-
tas doas vinas sa aehsS a expos cd no Coimo-
rama pela primeir* vez, e mererem ser vis-
las.
Pittoresca vista do.Mont blanc (Monie bran-
co) em Suissa a mais alta sorra di Europa,
tendo de altara .pro metros.
Vista da Cidade da Lion seus sobarbas
caes, e sua ponte sobre o Sana.
Vists de Birousc (acampamento nocturno)
ao clarfo da la ; v se ao longe uma praca
forte as mirgats de um mar tranquillo a
os soldados ao redor do fogo etc.
Retirada de Moje ni, do Exercito francez,-,
-se a bervo da Seculo a traveseando seu ex-
ercito no meio da ueve e do glo em cira
de um treno.
Vista Castello de Valencais pertencente
ao duqnedeTaileyran (no Perigor) ca Fran-
ca foi este castello que servio de priifj ao
Rei de Hejpanha Fernando VII irsifoada -
mente retido por Napoleio.
O preco da subsciipcao he o mesmo qun
j se tem annoncado por esta f jlba ; devendo
os anligos subscriptores que quizerem conti-
nuar a gosar deste recreio pigarem mais a
quaotia de a mil rs. at que chegucm de
Franca as novas vistas qae o Director do Cos -
inoraraa espera.
is sfo os representantes do poder de Dos ,
que elles sfo deozes mesmo ; que o respeito ,
quess deve ter a os res, a religiao da ae-
gunda majestade qoe esta segunda mages
J grsL-
merecimento que esta grande coraposicfo ob-
teve do espsitavel Publico dtsta Capital, na
ultima represontacf a fei|a em o anuo de i83J
Avisos Diversos.
tade nfo mais que fu effuso da piimeira Jei lembrar ao Beneficiado paro Uncir mo
isto da divina que para o bem das cou' della, a ap. esentalla na noite do seu. Benefi-
sas humanas, tem querido, que recahia sobra c' i e espera que esta sua tscolba nfo deixa-
os reis alga parta de seu esplendor. Qae
David que se cra um eleito do Senhor ,
que Terlolliano obrigado a desviar as sup-
r de merecer todo o acolhimenlo principal-
mente quando nella representa pela segunda
vez o Sr. Joaquim Jos da Gama i Actor
, ..........u posicss dos imperadores romanos, sempra I do 'Iheatro do Maranhfo recem chegado a
desconfiados muir ru desconfiados contra os christlos tenho dito
iguaes cousas, isto intendese bem ; mais
que Bossuet as repita sem corumentario ,
ao Glho do imperioso Luiz XV a as asco.
Ibesse psra a instrucefo d'um joven principe,
cercado do lodos os prestigios da grandeza,
de todas as illuses do pp'der, e d'a coi te ,
con lanteaiente occupaa em deificar ao seu
seu senhor eis aqui oque se nfo poda ex-
plicar com a rasfo. Magnifico orador, glo-
iio-vos j'inbora das vojsss obras ; depois de
ratrueces Uo pingosas para o cora cao huma-
esta Cidade, que tantos e bem merecidos a-
plausos recebeo na ra primeira representa-
cf o dos sabios a ndu'gentes expeotadores.
Nofimdo i"acto, cantar-se-ha a agrada-
vel Aria denominada Nelaciarme em tal
momento. No fira da Peca se cantar o a.
plaudido Dueto denominado Ao som do
Zabumba. Rematando todo o divertimerrto
Quem tiver, equizer allugar una caza
terna no Bairro de S. Antonio, na ras da
Florentina, S. Amaro, Palacio velho, Flo-
res, Cano, a Sol, anda mesmo d,an Jo-se ma-
is do vallir mensa! por que estirar allugada .
annuocii*.
Qualqaer hornera solteiro nacional, ou
estraugeiro que preciiar d'uma mulhei para
lavar, engomar, eo mais servico interno de
caa; dirjase a ra d'Onas, D. 61.
Arrenda-se huin sitio a inda com pou-
co cemodo nolugar do arraial quem tiver i
nuncie,
O Snr. que precisa os Soo.s1 reis ipole-
cando u.u eac/avo, procure no ugar doterco'
caza N. 10 da parte do puente.
No aterro da Boa-vista a op da Wat iz,
na logo de funileiro do Sr. Rimos, Vende-sa
n^uma balanca grande com as conxas de madei-
I
com o iccoso Falr-m. P r 7 H cianea granrte com as conxas de madei-
Doudos. He este o divetmenlo que tem es-
coibido o Beneficiado para apresenlar na noite
do seu Beneficio, a hum Publico Uo ben:gno,
.-.....y. ..v, p.ngui j/aia o lu.rio numa- "utuim, a nuii ruouco lo benno,
no, naturalmente vido de preferencias, em que por mais da huma vez o tem protegido i
vo querereis vos fallar ao vojso discpulo a espera o mesmo acolhimenlo e protecco!
cerca donada das grandezas ; v> nfo podereis Principiarss boras dacesturaes-
jamasabaler o orgullio, que ha veis exaltado
/u\r niinn ti \i t* *rr, n<->*>< Zn .u **~\_
por meio d's camporatfo inaensata. Os
principes os mais vulgares se aatemelha todos
a.AKxandre em um ponto nada mais fa-
etff que o persuadir-Ibes que elles sao filboa
de Jpiter.
O Evangelio, que poder-se-ia bem chamar
o Cdigo da igualuaae, nfo sera' ja mais o
tun amerito da esemidao. A bella ph/sse
SOCIEDADE THEATRAL.
Os Senhores, qa tem dado seus nomes,
e os qua pretendem entrar para i3.* Socie-
dade qoeirao reanir-se quinta feira a5 do cor-
^,lVV.L!3BnIn,,e, effl m d Sr" -emerHaoiem.s urna
ifl ,. .Xh f ."TV fUI l, QehUtt ^ve bem a uma filia de porls. JTn-
? IA" a"i ^0, d- Pf,?a D- N" : prtdaolcj dirijft-au aS Ci,
3, rra a insulscfo da Sgc.ed.de. I p0|, D. a3, 0Bd lem l.ipo '
quarls, por preco comolo.
Asscciicfo C.mmsrcial.
Os Socics da Associaco Commercsl
sao convidados a se reunirem em caza dos Sra.
Loiz Coraos Feneira, a Mansfia/d hoje pelas
ome horas da inanhi.
Alufja-'enma grande casa terrei moa
um quintal iodo murado, e cacimba, na So-
lidada : qiKrjj a pertender dirija-se a Praca
doCorpo&jnto a falar cem Joa Autunea
Guimai4i.it ,
Ua para serem alugidos a pretos, sene
do um mais emer iido ; e mais uma mulata,
*


DIARIO Dl P V, R t A M C CfO.
Qusai p fcisar de um rp brasilero ,
p. cau-io A er.ge:iho ou fiar cutra oc-<
kjpicio f >ra da prava, annuncie.
_ Precisa le dv SoOyODO p'cmio scb.e
hoctheca em uro tscravo quem quiser d.r
pnnucce.
_ Alu'a-s*? um cua terrea ou sobrado,
l*b*iff do Il>-cfe que i.io eaesd ds 8
i: cu ; q .ero ti*er anouncie.
A pessoa que quer fallar a Justino G -
Villa aiiiiuucie sua monda.
_ Antoi.i Maria Magdalena faz a>- n'.e
[iruc i.ingurm faca n-gocii algum cora J-.ro
t:iito (Je Souza Viar todeole o que o
dio possoe j parque a aimuncuiuc lO'ivtna
it rc\dt ou de provar motivo parque f<
resent- paia o depoissenio cfumarem s
i norantia.
_ Alagase e>in a negra qus^-e Ueer to-
do o servico de uas ca*a e corr prar i.a ra ,
cuia tst chumada a serv.r em casal e*tr-B-
r-ers ; quem a preciar dirjale a praca da
[adeoenderseia n. 20.
iiii
ta
- P
para
reeisa-so
de un muher pafda o p e-[ Uro m >Nla de idade de iTanoos^corn
l.tar de oro doente : na pra?* da
Boa vis.i botica D. 16.
Aluga-se u qirem a pretenda, dinji-se a prsc da Boa
vila botica D. to.
O abaisossaignado faz sciente o re6
peiiavel publica que ninguem contrate por
titulo alguno com Domingos Carlos de Ara-
ujo sobra os beo sr-gaintes : om porclo de
ierras no lugar da ponte di Ueh orna
molatinha de ame Mar e a paite de uro
morada de casa terrea por detrado calibouce,
por aeraos e>t s bens da finad 1 Romana Mi-
li* d jS Afflcios de quena o annuociante e
ouiioi i> herdeiro, quesees'.o habilitando,
e o enunciado nada lem por nao servher
d;i o e neo tessamenieiro d* dita tinada.
Simio Antonio Gonialves.
_. Aluga-se una moleque de 16 a 18 an
nos que saib* um pouco coziuhar : quem
livor annuncie sui morada.
A pehaoa qu a lempos annunciou que-
rer vender uan venda na praca da B:a vis ,
ue qusiia vender somente armacio a-
ile: pios de alfaate e mu proprio pa
na ru* nova no primeiro andar da
J Huero p-.ecisar de uro administrador
Lraangenho, oqiiil .> futo, d- *q
... 1 ti>7 ; I -llar L'.t.i JoC Jsua-1 nuncie.
,.,, Py ,ua ca Uoi I*IW S | A pessoa que quer fallar a Manoe! Nun.s
1 aEe..H armasem, prop.ro dt Mello, dirija-e Cdade de Ol.ud. I
Ltl .rc/er OU iiaia KCtf asacar fcajdeS. Beuto l>. 12.
ra du Ap.b 6. h : ltr Bi iu da Ma -, Qm Frisar de um canciro par ln
bilbar no t.afico de cera diiiji-se a ra das
I'iioLeiras sobrado D. 25
Avisos >Iaritimos
_ PARA o ASSU seue vi gjm con muit
lile aa \) es a. a^.
Precisa se filiar ao propalarlo das fu
pamdacsa D li da roa da Gloria da liui
i;:,u <.u q',r!i a vei" '"er: na ,ua
Madirclc D^s n. u.
_ Ni iu nova D a5 no segunoo andar
jrr.csa.ie de urna criada pira tomar conta de
,-,,.j enanca ja dumamad.
Precisa de urna pessoa que sima br^vidade o D(lgU hscuna denominado de-
beoa it'imr SsuL-ar para caixeirc de um no-. Iib;racij capiloJose LucJimo Djurado.
v, esta! I'omento a quero ite convier di- Quem no mesroo quier carregar ou hir de
ri.8a a luadacadeia velba 11. 19, ou ua pd,s>gem dir.jas^ aos piopiieUrios Ron t
>riil*S Cruz unto aos \ quantos n 4<* jimio, ra da cruz N a&.
PveciSi scdeuroaarn.de Irite uo pa- PARA O ACARAC' sepile viaguem em
kodo Hspiul do Paraiso seguudo andar l prelenvelroenta nj da 3i do correle o Brt-
do cobrado de minute. i gue Escuna D. Francisca; quero no mesroo
erece para caixei.io, roeuos de -venda \ quiser crreg-r ouirdr pasgem duija-
L-~oteauim um "pu portui?urz de bon>. a bordo do mesroo a fallar rom o Mestre
rMinmet, e que s.'ba uii pouco o francer e ou com Maood Gonsalves da Silva na ra da
1-efu cutios estudo, o qual v, io a uouecs me- Cadpia.
uTate wrtaiial eUmesudoa praUcar em FRF.TA-SE para qualquer porto da ka-
' L das caM rommeicia* desta Cidade-, quera ropa a Galera Dinmaiqueta Crele muito
", rt. nrrcisif ini.aoei. velleira forrada e encavilbada de cebre, de
'A p*soa que aBmiciCB querer coro- lote de 239 tonelada ; quem pretender diri-
rTt^diceisnario Ce ingle pata porUguea, ja-se aosconsRntarios Kilkroann di Rosen
>o 0:iad. a casa peg'da a S. | mund iua da Crui n. bo.
PARA O ARACATY a Rtenna Bom Je.us
A!ug-se na sitio mo-ado com bis-
tir.'.es :'t- de frocte r campioa da casa
. CSV mw ice:le c-a rara gra:,de
-_( ...*.< i de C^aar^gibe anda recebe carg 5 quem
pret nder carregar diriia-iH a Maiioel Jj<-
* J._J'_-_.-
i u e > u^a iDoealmente : talar quim Pedro da Costa rUa d cdea n; 1.
:";.., r,Ji.,ia sn rui do V.ffario PaRA O RIO DE JANEIRO segu v
cc.m iu propriel.rio a\ ru
S). ti.
nil a w**a ** ^af T a" "
PARA O RIO DE JANEIRO segu vis-
r;eno a barca Amencii a Ojela Pil o fim do
p,etia-se -logar diariamente 2 prele corrente, Mido excelleolcs coromodos pira
n-sViites ,','~v*ti irabalhareo em tervico b'a- j pass.geiros quem quiser carregar ou ir de
cal receib'do*, anda que a ecodocta nopassagem cinj^-se ats seus ccwsigratu-us
se-A-ular, dando-seo sustento: pe atler- j Muheos Awliua Ccmpanhia na ra d
ro do affcgadoe f .brics de tabaco em p De
rC;3>a 2o.
ucmlive \sccas mi{;rss e as quei-
t dat *o pasto |.ars engordar com ioondiclo
[da a rectbe depoia dcllas paurcm dmjs -
se ni peirtaa D. 4o. .
.4 prssoa que o Diario de oeguooal
JLe i 1 o
^. .*"!,Jiiiuha Maiia da CoiC'iCiO, viu- c0 0 capim N. 34*
a 1:0 tsllicido Ante ::io Jjj Fcij cjuida j De 5o socas coro farinha de mandioca
i icdos os brs. -rtdoit-s do scu fsU'cido mari-i |)Cje a^docorrente pelas 10 horas da ma-
2 bajio deazer-ibe a gisca de coropmc3-| n|,j n0 (masera de Joaquina G. V. Guima*
rem no di ud do correte pelas 11 htraa j,|4B J delionle da rscadinba da alfandega.
do dia r,a casa de lo* resi Jcoria na 1 ua da roda ^^^^^^^________________^____
lado squerdo sobrado de dois andares pwri
Ss de tratsiem de negocio Unientes 00 stu j
ctsai.
_ Sr. que pela ascos pedio urna tqou (
r.a Cidadt de LHmd,* a Juiuim Rodrigues P-'
C o ni p ras
r.s CiJadt de Obnd ri beiro pode mandar *iitit.ri:0 Mosteiro ^ ^\tt ^^ f,ancei f e deste para ing'ei, e o
ce S. Unto ao tubo d iiiiiuuiiante. Vigario de Ucea fiel sisada que sejo usados :
A pessoa queco Diario D. lsiiijun- nJ rUd a Madie de Dos n 2^.
_______... ..rr, ma rii linma din- t ..i 1 11___a.. 1 .. .i f....... _nn
^-*rou querer eemprar um pao tt tipoia om-
1 se ..o lieco do Psmbil no sitio qaa fci 2o
fall^ido Dtfi*gov Rodrigues di Passcs.
_ Quem perdi 10 tbeatro psi'.jcular nm
etiapa de s.l din-se a rea da Guz n. 2,
que diado va snlbe ser entregue.
__ Da se 4eo,voo a pie ario de d.ij 101
ronW *o iz libio pinhois de oiro 00 pra-
u cu iivpolbec* t-a :ua do R.u gel i). 4.
_ Airr*-se v erraastm i eaii a rua da
acece, saiuol cu o ejialrntute ; a I-star
a iua do VigaiwD. 12.
?ug* se os deis indares e Ivj do so-
Lr.ot c ui Litiacetli rceoificao
Da pcelo de grades para portas, e
iaotllas caisa para asser.tar eaixilbo e
portas t'e tmarello da se por preco commo-
dj a quera f-ia: com tudu ; aisim como um
banheiio grande de celare : na sua de Dor-
ia i D. 4^
ui'"'! %.v~ -. __ para fora da tena um negra que (abe
, irl.de i tote : I l:fcUl f :< do V'gao I ccsi.'.har fitr dtcfs lavar, eugonnDar ,
j\ ^>, [' cc.er Cal : MIM Tjpogrifii,
_ 3 ate 4 librade tartaruga de fazer peo-
les 5 quem liier annuneie.
Vendas
psgem
sobrado por cima da loja de leilo,
_ Bichas pretaschegadis proiim'Copule ,
lento sos ceios como a retahj : na praca
da Boj vi-ta D. 16.
_ Urna mtala mu c de uroa cis : na rua da Cowvico da Bia
vista ca
>em do sol a falUrcom
Francisco Xavier da Silva Mendonca.
_ Escra vos pecis de ambos os sexo, pre-
t-.s e pardos com habelidades, e outro? pro-
prio para todo o servico: na rus larga do
Rozario D 7 primeiro andar.
_ Urna e.crava de idade de 19 anno .
cozinha o diario d urna CMS cos sofnvel:
na rua de HorUs D. 17.
_ Cassas de cor de lindos pedio e lar-
p. a 240 ao covado chitas boas a 180 e a
oo 's. bicos estrello de 20 s 80 rs. a vara,
e eutros mais largos csssas de bom lom e
alemd'estas OOtriS muas f zondas fioas e de
b m gos'o : n rua do Ciespo D. 5 loja que
foi do Sr. Pinto Bindeira.
Uro moUque. pessa de idade de i5 an
sos pioprio para qualquer efGcio um d.to de
idade de lo annos muito linda figura e
muito ladino, uroarooleca de idado d 11
annos urna escrava de naci mu habelido
sa propria para niumbanda por ser de bo-
nita igu a e de bous coslumes un da
deidadede i5anns, uro molecio de nacfo
loaoda de id de de 2 ancos sera vicios
nem achaques, uro escravo de m.ia idade ,
e de nagio he bom cozinbeiro todos estes
escrotos se dio a contento, e se afianca boa
vendas: na ina de agoaa Verdes no primeiro
andar do sobrada D. 38.
_ Um molatinho de idade de o annos :
no lugo doTeico D. i.
_ Urna arroacio peqmna para venda com
sena perlenses e um quaitao com cang Iha :
na ru de S. Miguel dos affogados casa de
fronte da do Sr. Carioca.
_ Uro prela boa engomroadeiri, eos
(reir c cozinbeirs dois prelos de bonitas
figuras d% idade de 18 a t*o anuos : na rua
da Peoba D 7 no segundo andar de manbi
at 9 horas, a dat i da tarde em dianle.
^. Uro sitio com caza de pedra e cal ni
errada da poole dTJchoa c^m onze quar-
tos tres salas, cosinha fors^ estribara
para srij cavaiios seazilla para negro ; e
(..-.a toda envidracada duas baixa para
capim, bastante terreno par plantaces ,
011 vacas de leite arvores de f'ructo de toda
a cju-i'idid : quem o pretender dirij-e a
ru Direila D. 2 : na roesma se arreuda ou
tro mais pequeno com a caza tambem de
pedia e cal, e terreno para plantaces, e
arvorts de frurto.
Latas c.m sottroento de 10 milheiros d'
agulfias de d. 1 a 1 2 c massinhos de fos
toros de superior qualid.tde : na prac da
Independencia n. 39,
_ Um escravo de nco de idade de 18
anuos, ptimo canoeiro, >cnde-se por s>j
querer sei Vir a seu Sr. : as 5 pont _ Boa tinta de escrever a garrafa a 3'*o ,
e meia a 180, levando o comprador o casco,
e tambem se vende a mesraa linta erg, nal ,-
da a 44 c*da uma : nt ma da cade a el ha
n. 19.
_ Uma escrava de idade de 18 a 20 annos
muito ssdia e propria para todo o servico :
na rua do Nogueira s.brado de um andar
D. 6.
_ Uma porcio de ferramenta de carpiua;
ns rua da Madre de Dos n. 24*
~ Duas cadarias com todos os seus perten-
ec sitas na rus Direita barricas e sacos
coro trelos barra grandas e pequeos de
pota-sia da Ruasia e Americana, ludo por
preco commodo o Recifeiusda Cruzar-
ccasero de Joaquim Antonio de Vasconselos.
_ Uma escrava de naci congo de idade
de a5 anuos eozioha bem tai renda e
be boa quilandcira : na travesa do Roz.rio
sobrado D. 11 no primeiro andar.
_ Um eicravo de idade de 19 annns, bom
crucial de sapateiro : ns tus de S. Thereza
D. 24.
_ Uma cabra b'cho parida de pooeos di-
aj e muito boa de leite : ni solida de n. i45
__ Uma negra meca creoulo : na rua lar-
ga de Rozario venda D. 8.
__ Cincoescravos, dois moleques pe?as ,
de idade de 18 a 20 anoos ptimos para lo
do o sen ico uma mola de idade de 18 an-
uos boa figura icae* cngommate coiinha,
duas retas mocas cozinho la vio roupa ,
e boas veodedeiras de rua r e uma moleea de
11 annos de idade cose engomma o fas
todo o mais aer vivo do uma casa; ua iu* de
agoai verdeicisa tenea-D, 3j,
__ Um livro ciiendo a coleco de um an"
no do Cruzeiro e Amigo do Povo uros flu"
ta de bano cora 4 chaves e uma carteir*
propria para viagem : na rua nova loja d*
feriagan D. lo.
_ U o negra de naci cacarge anda
moQ cozinha o diario de urna casa Uva
roupa e vende fazendas-: na roa dos Mar-
tirios D. 6.
A propriedade de sobrado e sitio da rirr
da Gloria, pertencentea Ignacio de Jess Bao-
d. ira e fazcerto que a preferencia que tinba
o Sr. Jos Antonio de Azevedo na sua es-
criptura de bipothecs elle a cede 1 por1
riso podero tratar da venda com o dito Batr
deira no mesmo sobrado.
_ 5 canarios de imperio cada um eat
sua gaiola,e5 viveiros de d'Hes tendo cada1
um c neo cvtainos uma perciba de patativoi
di Paiabiba um bigode um curi u-n-
galo de campia c um bigode todos mu-
to cair'adores r na rua Dueita D. 53 pr.
meiro andar das 6 as 8 e meia lio.as da ma-
ulla e das du as 4 da (arde.
Bichas roiiatos boas por preco cjmmj.
do uma saca com um alqueire da med da
velba de feijo: na rua do LivramentotD. 3,
Os pe lencos de um ana d-s primeina-
letris bora arranjados e por prego com-
modo : n ruada cade vell u. 37 no pri-
meiro audar.
Escravos Fngidos
No dio 22 do correte ao meio da des*
aparee, o da casa do Padre Ylinoel Jos Goo-
salves na rua da Florentina p 11 > da mar ,
om molequo de noroe Btmedict j vestido so-
mente de camisa de chilla azul ; qim o pe
gar leve a dita casa.
_ Fugio em i83q um escravo creoulo ,
alto, nao muito pre(o cabera comprida ,
tesis grande, orelhasa porporcio, naris peque-
n >, boca grande beicos grossos e verme-
llio.s denles grandes trigueros, e um lano
aberlos, com pona de barba, o pescoco cou
0 geg muito agudo bracos compridos o
finos miosseccase dedos compridos, per
oas finas e ps grandes e os dedos dos di*
los um tanto abertos lem o ccatume de sem-
pce andar coro a caheca inclinada, olhoss-
rolhos, cejn negro foi visto na fregaezia da
Boa vista termo de garauhuns ; quem o pe*
gar leve a ru Direita casa terrea D. 29 quo
lea So.ooo de grtificaco.
Fugiro ou furiario na (arde do dia
1 (i do corienle dois eseravos ladinos, um de
nome Matheos e oulro de nome Antonio r
ambos do genlio de augulla ; Matheos alto ,
fu lo olhos grandes inda nio lem barbar ,
e de uni.to bonita figura ; o Autonio muito
baixo bem preto principiando a barba e
tambem d* bo-i'.a figura ambos levando ves*
tido clsa e camisa de brim ; quem os pegar
leve ao p.leo do Terco sobrado D. 6 no pri-
meiro ludir que lera por cad um 3o,000,
e denunciando lugar ceito onde Des catejo,
pegados guardarse segredo e recebei 2 o i'
de gralificscio
_ Nodta 19 do correte pelas duas bo-
ros da tarda desipaieceo um molatinho de
i.ome C'etano de idade de i3 annos, loi
visto de camisa de cbila azul ca'sidi mis-
ma chapeo de patita he gago, os ps cam-
bados de bichos os c.bellos da cabeca na
sio muito torcidos elle se intitula iorro, e
pode ser que tenha mudado o no roe 5 quero o
pegar leve o seu Sr. no paleo do Carmo no
sobrado da quina ; natoit do tuUrugteiro ,
que graiificaa.
No dia iG do correte desapareceo
um moltque de nome Jos de uaco angola.
ja ladino de idade de la annos, cor muito
falla corpo secco levou vestido calsa de al*
godioziubo bastante 3uja e sem camisa ;
quem o pegar leve a venda da quina da rua
da carimba, que sei tecompeasado com viola
mil res*
Moviuieuto do Porto
NAVIO SABIDO NO DIA *%
ANGOLA com escala por Bengaelfi; ETicu-
na Porluguera Forroig.i M. Policarpo
Luis Gonsalves Ferreira, carga agua ar-
denle e hzeodas ; psgeiros o B. Fe-
lis de Canlalici e o Portuguez Agnli*
nbo Tavares Redovalbo.
PERN, NA TYP, DE M. F.DE FARlA _i83*>
ILEGIVEL


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