Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03882


This item is only available as the following downloads:


Full Text
-r^-

Aimo ) ts^ !tEm\ *$&*.
Julbo i.
Londres SO por ifooosad.
-isbo po por 05 premio, por roeUl, oBeraele.
Franca Sao 3o5rei por Tranco.
Rio de Janeiro 3 *or 100 -p.
Moedas de 6 'ifoff. 8f.\oo a Sf5oo.
Anos ColaRinarios 1^700 a 1|;o.
-Dittos Mexicanos 1^670 a i|68o.
Tataces BratHeiros ijogo a i#;90.
FreniosrtiatiedM, formes 1 i/fai ippor ido:
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTESJ
3 3
J
*Cldade da Paraiha a Villas de saa pretencZo 7 9
'Cidade de Rio Grande do Norte, Villas dem 3
Cidade da Fortaleza c Tillas dem -i
Villa de Goianna ....... : S z ?
Cidade de Oiinda .:.::::::::3
Villa de Santo AntSo .3 33;?33333
Dita da Garanhaos Dittas do Cabo Serinbaem, Rio Formoso, Porto Carro
Cidade das Alaeoas. Villa de Macei. 8
Villa de Pajanrda Flores. 3 2 3 3 a
Todos os eorreios partera ao meios da.
Segundas e Sextas reir;
Todos dias;
Quintas feiras;
Das 10, e q< de cada me
Idom 1 11, e 91 dittodiUoJ
dem idam.
dem 13, diUoditta
23 DE JTJLJiO NUMERO 158.
Tudo agera depende de os mesiaos; Ha itossa prudencia
moderadlo a anergia continuemos orno priucipiamos
e sereacs apontados com admiraco entre a Nr6es ***
cultas. -
Ptocluhinriio da Aittw]fia Geralito Bia-.il.
Subscreva-se para esta folba a jfooo por qarlel pa^os ad
otados nesU Typ3rfia, ma das Crine* I). 3 e na Praca
da Independencia D. $7 e 38, onde se receben) correspon-
dencias legalisadas e anuancios; asirindo-se esta* graris,
sendo dos proprios asignantes e viudos assignados.
DAS A SISMAN*..
91 Se^undaS. Marra Magdalena. Ses. da Tbos. eaud. d>J..le J}. da -j. v.*de .
j3 Terca S. Apoliuario B. SI. Re. e audiencii do J. de D. da 1. vara de mauh.
a Qua'rta jeiaM S. Cristina V. M. SesSo daT. P.
a5 Quinta S. Tiago Ap. ....
a6 Sexta S.Syrafronio M. SessSo da Ibes, aml. do uiz da Dir. da 1. vr* le a*.
37 Sabbado S. Pantalc? Medico. Re. eaud. do I. .le 1). da 5. vara de aaaU.
aS Domingo S. Anna May da May de Dcos.
alare eheia para odia a3 de Julho.
Ai 3 horas e 4a minutos da manh. As l horas a G minutos da tarde;
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
SENA DO.
Sesso d ti de Junho da 1839.
Presidencia do Sr. Diogo Antonio Feij.
'Reunido numero sufficieiile de Srs. sena-
florea, abre-se sesso e lida a teta da in-
terior he ipprovida.
O Sor. Vasconcellos aprsenla una projec-
to de'lei etn additsmeolo ao que propoe re-
formas no cdigo criminal e do procesro.
T^ca sobre a meta.
E' lido om parecer da commissio de legis-
1cio, que offerer-e urna resol uclo, declarando
que o padre Jos Antonio Caldas esta, no ro-
zo dos direitos de cidadlo brasileiro, sendo
o dilo parecer icompanhadode un voto se-
parado do Snr. Patricio Jisa de Almeida.
Vae a imprimir.
Sin remetlidas a commissio de consti-
tuicio a informaces dadas pelo ministro da
imperio, en oficio de la do crtente mer,
acerca da suspenslo e dcrngscio de algumas
leis das assembleas das provincias do Mar-
nlio e do Ciara'.
Ordem do da.
So approvadas em primeira e segunda dis-
cusso para passarem a terceira as resolu-
cesconcedendo privilegio esclusivo ao pa-
dre Antonio Jcse Pinto Carneiro para im-
portar abelbas ; e a Paulo Fernandes Van-
os para estabelecer coneio^ urbanos, e con-
cedendo carta de naturalis co de cidadlo bra-
sileiro ao padre Benigno Jos de-Carvalbo.
' epprovtda em primeira discusso, a fim
de psssar segunda, a resolucio do senado
que approva a lenca concedida ao capillo de
fragata Rodrigo Tlieodoro de Freilas,
O Snr. Presidente declara etgotada a or-
dem do da, e designa para a do dia segua-
te disctalo de pareceres de cowmtssSes e
-trabalbo das mesmas.
Levanta-te a sesteo a hora e rora.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sesso em aa de Junho.
Presidencia do Sr. Araujo Vianna.
As 10 herss da manh fas-se a chamada,
e logo que te retine numero legal de Snrs.
deputados, abre te a sesso, le se a approva-se
acia da antecedente.
O Snr. primeiro atertiar V con uu f'x-
pediente, lendo os srguintes officios :
, Do ministro da msrinha expondo, quaeao
reiposla aos officios que por ordem d'etta c-
mara Ihe forlo dirigidos em o 1. e 3 do'cor-
len te mez, txigindo o pi inceiro saber a quin-
to monta actualmente a divida do arsenal de
mmnba rom declaiacio de suas datas, quan-
do se fes o ultimo pagamento e as dalas das
que se pagarlo, e quarl foi a divida pastiva
legal isada do dito si seal no fim de agosto de
1BJ7, e de marco de 1-839 5 a que annos per-
tence esta divida ; qual a parte que correspon-
de a caria um do tunos Bnanceiros e qusn-
to restsva anda da coniigmclo para ai dea-
petas da marioha em 1837 5 o o a. qual
era a divida patsiva legilisada do refeTido
arsenal em 19 eattembio de 1837, e i5 de
abril do correule anuo 5 que quanttas te tem
annos financeiros, presente, e prximo pasta-
do, na compra de imbarracSes para o ser-
vico da armada ; e quses ss que se tem pago
sos fornecedores do mencionado arsenal d'esde
o principio de Janeiro deateanno declaran-
do as datas deEte pagamento, erenrelte a
esta cmara dous officios do contador da ma-
rinha d'esta corte de 18 deate mez e mais
papis a elles juntos concernente a tiesob*
jectos. A' quem fez a requiticfo.
Remllese a commissio de constituido e
poderes, um oflrio do Snr. deputado Anto-
nio Jo'quim Fortes de Bustamente parti-
cipando que em raso do seo estsdo de sau-
de, se v ns absoluta necestidade de e re-
tirar da corte, e nlo poder poristo ter a
honra de continuar a assistir a presente ses
efo.
Le-se um crucio do Sor. depulado Loiz Car-
loa Cardoso Cajueiro em que participa que
por encomraodo dessude nlo pode continu-
ar comparecer as sessSes. Ftca a cma-
ra inteirada.
Vae commissio do orcamento da fasen-
da o requerimento dos empregados da te*
souraria da Baha, e i commissio da po-
licia, x) da iimandada de S. Jos d'eata
corte.
Julga-se objecto de delibenclo e vae a im
primir um projecto de resolucfo d^ com-
missio de pe sps e ordenados, approvando
aa aposentadoras concedidas pelo govaroo a
Jilo Dias Florenca, segundo escriptorario da
ti souraria da provincia da Baha, e a Fran-
cisco Jos Meira, official maior datesoura-
ra da provincia da Para iba etc.
O Sur. Ccelbp Bastos pede a dispensa da-
impresslo deste projecto e a-urgencia.
Consultada a cmara nlo dispensa a im-
presslo do projecto.
O Snr. Tosta pede a palavra pela ordem
pira mandar para a mesa, como com effeito
maoda o offico do ministro da fasenda de
14 do corrente em que havia enviado os
esclsrecimenlos que elle deputado tinha pe
dido cerca de objectos relativos a provin-
cia da Babia e como alie orador nio saba
a que commissio deve remetter. taes esclsre-
cimenlos ; islo he, se a cjinmisso do or
cimento, se terceira de fazsnda, porisso os
manda mesa.
O officio de que o oobre deputado faz men-
cfo he remettido i commissio de fasenda.
Continua a discusso addiada sobre o re-
querimento do Snr. Ferreira Panns.
O4? Tfl" l.n I'--------- .... -M.Ati .1 ..
OUIi ciifii. > cuh. vvmu mvii v te-
querimsnto tem segunda vea a palavra so
bie a msteiia, a declara que sent milito de
ter ainda de tomar o tempo cmara com aa
explicacSes de certos factos relativos a pro
vincia de Minas, quando conhece que ha
oulros objecto de que a cmara deve tratar,
de maior interesse para o p*iz do que estei, e
que ruis redimi a sua alinelo. Espera por
tanto o orador que a cmara nio deixar* de
ser indulgente para com elle. O orador pas-
sa por tanto a rerpooder as observacCes dos
nebres deputados pela provincia de Minas
os Snrs. Ottoni e Marinho explican-
do algumas das expressoes, que tinha pro-
ferido, e rebatiendo nutras que ouvira jus
tincando por este modo tudo quanto avan
cara em outra sessio sceica dos factos sobre
o inspector da tesouraria sobra os ae;vicos
dos indios sobre o emprestimo e sobie ou-
pela ordem, e toga ao Snr. Presidente que j
neslas discussSes do requerimentos padindo
esclsrecimenlos nlo permeliss'! que liou-
vessem destss accuzsgoes, para se nio dar
lugar a haver repl cas e defesa com o que
se gasta tanto lempo intil. (Apoiadus).
Esperava que o nobre deputido, autor do re-
querimanto tivessi obrado com mais prudencia
da que obrou. Emborase f< mentos em que se pedem exclarecimeutos;
porem a discusso de taes objectos deve un-
esmeote limitar-se a tibor se elles (>io neces-
sirios para esta cmara approvar que se
pecio, e nlo estar se enm replicas e trepli-
cas a tal resoo t<>. (Apoiados).
O Snr. Ferreiri Ptana lm a palavra pe
la ordem, e declara que entendeo dars ex-
plicicoea que deo ; e si se consultar o jornal
da casa, ver se-ha que nlo foi o orador o que
agredi e deo motivo a que esta discuti
se Innha prolongada tanto.
O Snr. Andrada Machado. Nio he de
boje que acha a imprudencia, he de qaaudo o
nobre deputedo fundamenlou o requerimen-
to. Onebe deputado tinha o direito de pe-
dir essss ioforra<;5es e n o de conceder,
que se Ihe deasem ou nio.
Julga-se discutida a materia do requeri-
mento e posto este a voloi por partes to-
das sio appro vidas.
Primeira parte da Ordem do dia ,
Leituras de prajectos e indicices.
O Snr. Moni sum declara qua tltiha pe-
dido a pal>vra para offerecer a considerado da
cmara o salido a que ficou redu/.ido o povo
da Baha em contequencia da revolucio que
al tivera lugar. Observa que ja mais se de-
ve despresar meio algum para auxiliar, e
proteger a um povo que soffreo tanto com
a guerra civil 5 e que o melhor meio do pro-
teger a este povo, be o promover quaoto
for postivel a sua industria. Nio se po-
de peis promover essa iudustria, se nlo ^fa-
sendo se tslradas necesarias,
pago pela espectiva intendencia 1
eiro por a
SL'ndrTpo;^ de m.stros, e ou- tros aclos que ^io ido =.do, pa.o.
?ras madeir.. commendidas o. proviBCtafncbres deputados a quem se itffe e.
e atis para o
seo coa raercio. Julga portanto do seo de-
ver offerecer a cmara um projecto a lal res-
peito (le). Talvex que ainda tenha de pro-
por na le do orcamento, que a cma-
ra disponha de alguns dinheiros e
oa conaigoe para se explorar a pro-
vincia da Babia, e para que al se enctem
algumas outras estradas neceassarias a pro-
vincia. Est persuadido que o projecto que
lea a honra de offerecer, esta' nos termes
da Lei em vigor, porque as estradas de que
es faz meca ?n aquellas qUe comtiuni-
clo com ortns provinciss } e as despeas com
estas estradas deve ser feitas pe'o cofre geralj
e nio pelo provincial. Nota que a provin-
cia da H.hia aendo urna das que mais pro-
duz seja em proprecio com as outras pro-
vincias a que menos tenha de reudimeoto.
Res-rva-se por tanto para quando se dis-
cutir a lei do orcimento, Halar desta mate-
ria. O iiiustfe deputado manda a mesa o seo
projecto que he o segutute.
A assemblea geral legislativa resolve.
O govetno fica autorisido a despender a
qoantia de cincoenla conloa annual*enie com
a abertura de duaiestradaaquecommuniquem
a provincia da Baha com a de Muas Geraes,
e de Sergipe d'EI Rei, dando anouilmente
conta ciicunstanciada a assemblea geral da
despesa, e estado dos tribalbos.
Fac. da cmara dos deputados aa de junho
de 1839. Montesama.
Julga. te ebjecto de delibiricic, vas a im-
O Snr. Carneiro da Cuuha admrate qw
um nobre deputado tivesse apresentado usa
projecto psra faser creseer a despcaa publi-
ca no estado em que ora se acha o Brasil;
quando se acha lutando com os rebel-
des do Bio Grande; quiudo he oe-
cesiaro qoc todos os braaileiros lacia os mai-
ores sacrificios a fim de chamar aquella po-
viuriaa uniio. (Apoiados.)
O Snr. presidente observa ao nobre deju.
lado que elle est fora da orden.
O Snr. Carneiro da Cuttba conticua decla-
rando, que elle tem da motivar urna reto-
soltiuio que ha de mendar a me-a. Oiz que
he neeessaro que o) represeotantea desti ea
mar, e os membros da outra laiilio urna tal
energa um patriotismo tal pela cauta pu-
blica que sejo o exeiuple dos Bomanu que
depois da batallia de Caimas, lorio cll'-recer
osseus tesouros eas suas jojs em benefi-
cio da naci. Mostra por tanto a nocessidjds
da todos bserera um sacrificio descus re.
diraentrs como aplegados pblicos ; e qne
lodo! estes recursos, todos este soccor. os da
que o gaverno poda Uncir mi fossein em-
pregados para se conseguir a un o dos brast'
leiros ; (apoiados) para a grandes 1, e prospe*
ridade do Brssil. Nio s*ba o orador <> qufc
lie qua podem garffjar os r. b-ldes do Rio
Grande em se querereas separar deiti?
Que resistencia poderlo elles faser qunndu
algunas afio ealrangeira vier acammiK>|-*
os ? Como he que elles poderlo resistir a u-
sescoltossos da Murop.i ? Como Ibes podem
irs'stir o Brasil, estando por este modo en-
fnquecido ? Ainda lastima a cegueira deifta
queasrim sa tem reLellado: ainda lastima
essa fanatismo poltico qu ero sita opinii
he lio fatal como o fanatismo religioso. No
estado pois em qie se acbo as rendas do
Brssil, he preciso que todos faesmos algn
sacrificio ; que tenhamos pitriotsmo ; o or
esta occasilo lembrs, queopatriotisnia dos in-
glezes hetamsnho que quando aquella nacfoj sa
ve em apuros em suas fnangis, V o sapiiei-
ro vae ffererecer o que pode, em beneficia
publico. Mostra que os objectes escache*
e a qua muilo se deve attender, so a b.j
admioistraclo da juilici ; a boa arrecadacie
das rendss publicas e a boa economa,-
que be melbor que os Srs. deputados detseti
por si o exemplo deminuindo as suas dea-
pesas : (apoiados) que os reprcientantea di
naci mostrasseea que sio os primeiros em
concorrerem.pira a salvadlo do piiz. (Apoia-
dos).
O orador mostra a nacessidade q ha de tn
tractar daadminislrsca da juitica da refor-
ma do cdigo e do projecto de interpretarlo
do acto addicional. Si acaso a m-is tempo su
tiveite tractado d'esta ultimo objeuo talvaz
nssa houvesse inculpado o presidente da
Minas que no seo entender nio tem culpe
nenhuma. Mostra que as assembleas pro-
vinciaes ha que st as culpadas em terem da-
do demasiada lutoridade aquellei prettentes
d quem se m .sti I j mais amigosi
O Sor. presidente adverte ao nobre dspo..
tado que est fora da ordem.
O Sur. Csrueir j da Cunda declara qu<)
sin quanto continuarnos tssiffl bivemoi o)a
asedar damaueira, qos and.itu.is. VH
tem fallado aqu no acto addicioaal, fon de
urdam ?
O Snr. praaidsnte torna a advenir so I,
luatre dapnlado. ~
O Snr. Carneiro da Cuhs. Farsee qii
V. Es, he canaig muilo lersre ;,
1

,v



DIARIO DE P
EKNAM'BUC
j -.-------------
i
l
y
O illutre i\ pelado remell mesa o se-
guidle projeclo de decreto.
A isMtulUa g*ral ipcMaliva decrMa :
.\r. i. Durantes guerra do Rio Grande
lo Sul ledos os rojreodos pul.lieos qutr
de icoaci5 do g o verti quer de noroea-
c*6 popular, pagarU 5 por rento dos orde-
nados, grMile.ces |tnCes, e subsidios
qu* rri I e-ero des, cofres pblicos.
Ait "i. c Sao exceptuados do ari. i.o
n iiilai-* em s o. Pho da ntnafS nos deputodos a-s de
jundo de 1839, J. M. Cameiro da Cunda.
Julga-s* cbjeeto de deltbtrecio e ue 1
imprimir
O Snr. Ottctii pede a pslavra pela ordem ,
r pnptem a dispensa da tnprtasfo, e r-quer
IMg Is p-i;. -.i-e kp discuta ja o preje-
toquese 6,-il.a ,e Irr. Declara qe ist
persudico qtip rada m des cididaos deve fa-
#er alf-um sacrificio ero !infici do pa*.
Jolgvque lie pf(|ueDa qiiota de cinco poroto
que o noliie depuUdo qif impor : diz (-
nalmtiite que o orejelo he inuito, nectsiaiio,
que e de?e deci.-rar ur-ente.
CoM-ulta-ee a esmere, e esta dispensa a
impmr-fio do projeclo. -
R apoiada a urgencia e entra .em discus-
! ?
O Sr. Maiinlo cen date a urotrei e a
snr. Uilciti a nblenla porque receia mili-
to que nio se trando ja cj'esta materia t
projecto ten! a de dormir em slgnroa des pas-
tas dos coo-misseens, como tero acontecido
A rer>e para o pis ttr.do se lias appiovado algn
projeetts qt.-e tem augmentado O 'denados ,
e ordenado des auditores : rrceie inalroenle
q-e 6te prtjec'o lenha de ser preterido poi
'Kfs (pe tendi a augmentar as despegas.
Mcsrra que 0 projeclo tea de pasear por tres
t'iscleseen;. e que lia lempo sutiriente pira
n'elle se medil r rom toda a madansa.
Ccncloe aperev r.do a urgnncia.
O Snr. Rimes Max&uo cbser%8 que ha ou-
tros pt*jeclos de q* a cmara se tem oceupado
e quej'ilga rxais intfressantes de que este,
o cuja discuss 5 se nio deve interroroper coro a
de um pnjfcto, que nao se sabe e passar
iicje em piirceira dneussa ; assim entende
que na5 se pode tritar ja d'esta materia. O
ciadnr rrc'onhece cemo o nobre diputado,
que,, as circunstarcas fm te echa o'jiaiz ,
no precises sacrificios txtiaordinarios ; po-
rftfi enselva ao mesroo nodre depuldo
que lie no sto piojelo ntBd destino alguro
aodinheiro qudete preir dos cinco por
cenlo que iropoem. N; d:'z se dever ser
app icato para a arcoi tisata do papel rcoeda,
cu ad ve ter oulio tropiego. Neta portau-
lo que n'esta parte o projeclo he dtfl-ilucso.
-Tambtm o acha injusto, poique haempre-
gades provintiacs a respeito dos qnaes o pro-
jeclo nao pede ser applicado. O orador con-
fia rnuito ero que esle negecio mereca toda a
at>ei.cs5do Sr. presidente para o dar para
oidtin do dia e ju'ga que a demora da deis
ou tres das em nada o pode prejudicar.
O Sur. L1 ropo de A breo pt.de licenca ao
robre autor do prometo e ao nobre deputa-
do de Minas que o apoicu para no ap-
provar a urgencia que se discutio. Qoizera
rita que este pnjecto fosse rennltido a
corj a> s:o do ore. ment. Ope-se pois a
u'gcncia sero com ludo se oppor ao proje-
rto ; e quer que elle va cornmiisio do or-
aroei^lcjcu a culra q' jeja n,ais propria, para
que ella nes indique te julga n>-cessario unta
madida que a nao ser 1 telare .da pelas ur-
gencias publicas ir desde ja fsur ealrerne
*er emuilos interesses adquiridos. Lerobia
que appro^ando-se esta urgtocia, partee ja
tima especie de sdhrsio ,- que i. cmara d a
o projeclo. Nio julga porlanto necessario
que se pprove tal urgencia. Fat cutras ob-
Mi\3Cotns, em uno !c.if* acin-
al a mislro da fasenda cem a qual so aug-
mi-'i lid considera\t]rrente a renda publica ;
k t;liando das decizoeoa d'tsla cmara mes-
tra que tila Um approvado pemens que tal
vea nao devesse ler dado e conclue disendo
que he mtlbor que respeiltrots o pausado ,
o que nos acautelttros para o futuro.
Ftllario tinda na materia vaiios Srs. depu-
Udos^be julgada a urgtncia discutida e no
pprda.
Coosultada a caaara se o pri telo deve ir
curxmisu do oicaineslo decide pela afir-
aativa.
JuIgM-s tbjeclo de delibeac, e vae a
imprimir um projicto de it-solucaS do Snr.
dt; ulado Dantas que os roen .Jiros das rela-
^Ct do ioperio sjdO lirados d'enle osjuises
to direilo por sua auliguidsde e servicos ,
a saber : tres p:r tnlign.dade, e um pcrsei-
iycs rJevctcJ &e.
Ordem do dit.
RespoMa a falU do trono.
Futra em diseussa o segninle tpico do
parecer da coromisso.
" A c5maranlende ser um dos eos m>is
solcitos deveres meditnr com todo esmero ca-
da um dos rekvanUs cbjeelos que V. M. I.
rec ron do tropo : ella .'Hender particular-
ueiite a aqunlles, que nfo forfio discutidos
na ullima seseao e Ibes consagrara' gran-
de parte ds suas I-digas. Mas em U5 pon-
deroaai di5cus>es leconhece a ntcesaidade de
ser ajudada pelas lozes e experiencia do
goveiLO, que ptla elevada posicoque oceu-
i.;i e ptatica incessante dos negocios deve
com rasio ser justo apreciador de quantos
beus e males involvcm as medidas legislati-
vas, que se proposerem. A cmara Senhor
deseja tro peo tur se rom lodo ardor eesme-
ro no txaroe dos negocios pblicos de que
pende & prospeiidade do estado, e espera que
os ministros de V. M. Imperial tomara a
peilo auzilial-a com todos os meios, e escla-
r>cimentos necessarios no desempeuho de lio
..runa como melindrosa tarefa.
A discusso fie* addiada pela dora.
O Snr. presidente d a ordem do dia, e
.. v.mta a sessio pelas duas'dora e meia da
laide.
Ministerio da l''a>end.
lm. e Exm. Snr. A experiencia de 8
anuos he ol>ejt para demonstrar a ntEcaci*
da necio do thesouro s hre as the.-ojrarim
r viiu-ine.s e este grave incinveniente, que
provem em grande parte da viciosa organisa-
ilo dada pela lei de 4 de outubro de io.ii a
-las estacoens loma inda maior corpo com
os dtfeito* inderentea ao seu pessoal con-
sistindo estes para mullos funecionarios ni
falta da neccisaria idoneidade, e, para nao
peucos em o nendiim cumprimento dos de-
veres que a lei Ides incumbe.
Se por duro lado os registos da secretaria
do I des uro sobre este objecto maniftslo,
pela correspondencia entre esta e aquellas
thtsoursi'iis constante zelo e algunas boas
medidas dos difluientes ministros que tem oc-
eupado daquclla peca em diante a presi-
dencia do thesouro, nao de por cura parte
menos verdade que is tribalhoa sodremanei
i incomplectos da contadoria geral al testan
infelizmente o nendum resultado de taes des-
velos a Lira da fiscalisaiio dos direitos
pblicos.
Km quantose rio corrigem por huma nova
lei os vicios orgnicos de semelhantes esta-
cares de- me forceso urgido pelas circuns
Uncas ernpregar lodos os esforcos para
compc-Ilires tdesourarias provinciaet a satis-
faserem de lium modo toleravel os fina de sua
ir. M-. a sader a prnmpta e exacta arreca-
d-i,5o das rendas do estado e a sua devida
distiiduica na forma determinada pelas leis.
Aos piesidentes na qoalidade de imm- d-
alos deb gados do governo geral as provin-
cias e como primeiras autoridades compe-
te a rigorosa tbrigaco de vigiar de perto
sobre a conduela dos eropregados de fasenda
das respetivas tstscoens de qualquer ordem
que sejao, admoeslando os negligentes a om-
missos, procedendo severamente conlra os
prevaricadores e denunciando eom franque-
za os incapazta ao governo geral, a fim de
que a administraca central se ache habilita-
da para alliviar a naca do peso dos moi
servidores ao passo que avadar no devido
preco os uteis servicos dos bons funeciona-
rios. Convem alem disto que a disposi-
co do art. 48 da lei de 4 de outubro de
i83l que habilita os presidentes para or-
denaren) as respectivas provincias as des
pezas que sendo por elles jugadas de ur-
gente necessidade nao tendi (ido autori-
zadaa por lei nio seja aproreilada com a
mesas fscidade, deque'. e presente ss
contas annu.es ao idesouro apresentad nu-
merosos exemplos seno em a'gumas dy-
pcidi-ses verdadeiros escndalos ; sendo
preciso para justficac,i5 de actos desta na-
lu eza que se tflerees ciicunatancias ex-
traordinarias, por attencio as quaes aibitrios
la prngosos possa ser lomados sol a res-
ponsabilidad ndeclinavtl dos presidentes.
O regente em nome do imperador sol-
licito pelo melhoramenlo do nosso estado fi-
nancifel, me ordena de (lansmiltir o expostp
a V. Exc. para que daja do ernpregar toda
a sua diligencia na inspeccid que Ide cum-
pre sobie as estacoens fiscaes dessa provin-
cia contando que d'outra em dianle as
esptrancas do thesouro nio sero^ maliogra-
das nesta parlp.
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio de
Janeiro th 27 de jundo de 18J9. Candi
to Daplista de Oliveira. Sur. piesidfnte da
proviewa do Maranhfo.
Semell ante .lodos os presidentes da pro-
viucia.
------r----------
PERNMBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Fxpediente 'do dia 17 do correte.
ObScio .*, Ao Coronel Jos Joaquina Coe-
II10 congratulndose pela sua chegada a
esta Provincia e patentiando ao messoo lem-
po teos sentimenlos pela infermida ie que so-
fra e que dea lujar a auzentar-se do Exer-
cito da Legslidade no Rio do Grande do Sul
um official da Gaarnica5 desta. Provincia ,
que por duas vesea ali prestara valises ser-
vicos e que e que para si e para a Tro-
pa Pernambucana havia adquirido em outros
lugares, renome e gloria.
Dito Ao Msjcr Commandante do Depo-
zilo, requisitando-lhe o conselho de Dici-
plina e f d'officio do soldado desertor Ma-
noel \ndre Tiburcio afimdeser nomeado o
Conselho de Guerra que o devia julgar.
Dito Ao Major Director do Arsenal de
Guerra dando-lde varias disposices acerca
da Comp ndia d'Artifices e tractaudo do
precedimento na questaS que teve lugar na
noile de i4 do mez p. p. entre o Tenenle
Coas, da Guarda Principal e a Guarda do
quaitel da qu- lia Compandia.
Dito Ao Admiuistrdur Fiscal das Obras
Publicas, disendo-lde que estando ausente
da Capital o enenle Coronel Firmioo Iler-
eulano de Moraes Ancora e achando-se as
cdavi-s do quarlel de tinado ao Esquadio de
Arti hera a Cavado em poder do Aponladoi
Vfiguel Bernardo Quinteiro houvesse S. S.
de ordenar Ide a entrega das ditas chaves a
lira de ser naqutlle quarlel alojada a Compa-
nliia de Artificei.
Portarla Ao Major Director do Arsenal
de Guerra mandando dar demicio aos sol-
dados da Compendia d'Artices Jenuino
Claudio d'Aibuquerque, e Joa Pereira Cha-
ves por terem concluido o seo engajamen-
lo como voluntarios e na5 quererem conti-
nuar no servico.
Dito Ao Commandante interino do 3.
Bataida d'Ar.iidena eni tlendo-lde a Jus-
liticacad qu peanle o Auditor de Guerra
deo o soldduo Jtad Cavalcaute da Albuquer-
quaJuoiur e ordenando-lhe, que proco*
desse a Conselho de Duecca na forma da
Le*
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
E1TAL.
O Illm. Snr. Inspector da Tdesouraria
desta Provincia manda lser publico em
cumprimento da Portara do Exm. Snr. Pre-
zidunte de 11 do curenle que nos dias 24 1
16, e 37 de Julho pioximo futuro se hade
arrematar em liasU publica o furo das Caixas
e Feixos d'Assucar na couformidade do
art. 8. da Lei Provincial u. j.5 da o de
Adril de i83g.
As pessoas que se proposerem esta arre-
maUca compareca na Salla daa Sessoeus da
Tdesouraria Provincial nos dias cima indi-
cados manidas de Fadores idneos.
E para constar se maudou atinar o presente
e publicado pelo prelo.
Contadura e Thesourcria Provincial 22 de
Jundo de ibig.
Joao HaptistJ Pereira Lobo Jnior.
pelas 11 horas'da manliia o fornecimenti
j de Bacaldo Toucinho e Assucar para *s
Embarcacoens da Armada por lempo-de 5
mezes decorridos do dia em que se efectuar
a arrematacaS em diante : as pessoas a quera
possioconvir fser semelhante fornecimento,
poderio comparecer no indicado dia e hora ,
munidos de seos fiadores ; na entesa de que
urna das condicoens para o fornecimento de
laes ganaros, he de serem sempre da me-
Ibor qualidade.
Inspeccio do Arsenal de Marinha da Per*
nambucoem 20 de Julho de 1839.
Arexandre Rodrigues dosAnjos.
Secretario.
O Illm. Sor. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha manda faser publico que em conse-
quencia da autdorisaco do Exm. Snr. Presi-
dente se vender em basta publica no dia
i'\ do corren te pelas 11 doras da manhia urna
porefo nio pequea de ferro velho proprio
para ter fundido.
O mesroo Illm. Snr. Inspector convida por
tanto a aquellas pessoas a quem possio eonvif
a compra de tal objrcto a compareceris no
indicado dia e hora, muidos dos seos com-
petentes fiadores.
Inspeccio do Arsenal de Marinha de Par-
nambucoaode Jaldo de i83g.
Alexandre Rodrigues des Anjos.
Secretario.
Diversas Kepartigoens.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
_A Pauta de a mesma do numero i53.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta de a mesma do numero 156.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra compra madeiras
p.ra construca \ duas duzias de taboas de
as-oaldo de louro igual porca das de pi-
nd quatro dilas tamdem deassoaldo de a-
marelo assim como a mesma qualidade das
de forro ; durentos meios de sola e cinco-
enla alqueires de cal preta: as pessoas que taes
gneros tiverero compareci no mesmo Arse-
nal a lira de se faser o ajuste e prefere-se a
quella que por menos vender.
Arsenal de Guerra 2a de Jaldo de i83g.
JoaS Arsenio Barbosa.
Director interino.
ARSENAL DE MARINHA.
Pela Inspeccio do Arsenal de Marinha se
pota em sire mi taca 5 no dia a6 do trrenla
Discurso do Sr. Diputado Urbano Sabino
Pessoa de Mello, por occaziio da discus*
sao da inlerpretacf a do acto addicional.
A ivlacii entre nomeaco suspensio
e demismsio de empregados provinciana e sit-
as attrbuices geraes no me parece lio es-
trella que a legslaoio sobre a primeira psrte
revolucione oa negocios geraea : entendo qua
as assemblas provinciaes poilem legislar so-
bre a nomeaco suspensio e demissio dos
empregados da justica e oficiaos da guarda
nacional sem anaicdisar a administraci) da
juslca e a guarda nacional (apoiados); e
se alguna inconvenientes podem resallar da
legislaoio provincial neste sentido, muito
maiores podem ser occasionados. pela creacioe
suppressio de taes empregados, faculdade
qu-fie perteneendo assemdias provinciaes
pelo ai ligo 2o da nterpretaco.
Domis Sr. presidente os argumentos
deduzidos das conveniencias e necessidades
publicas sio argumentos de segunda ordem ,
que apenas servirio para concluir a necessi-
dade de reformar o acto addicional, e nunca
prra dirigir a sua nterpretacio ( apoiados ).
Ninguem r de conbecer melhor os interesses
do estado do que o poder conslituinte ; nao
de o poder legislativo ordinario que pode
calcetar as precises publicas com mais exac-
tid.) do que o poder conatituiote isto he ,
a mesma naci (apoiados). Passemos ao
arlito 4 (leu). Se attendernns inteli-
gencia litleral do artigo ll ^ 7 do acto ad-
dicional semduvidaos ministros das rea-
caes dos tribunaes superiores esli compre-
hendidos na palavra magistrados. Todava
alguinis Jdiividas e embaracos me occorrem
no exercicio desta atlribuicio assim entendi-
da. Ou smente a assemb'a legislaiiva da
provincia em que esliver collccado o tribunal
(em o direto de decretar a suspunsio e de-
mis)o dos seus membros ou este direto he
competente todas as assemblas das provin-
cias que lormao o distinto do tribunal. Nia
vejo motivo para que so d smente assetnbli provincial de Pernam-
buco por exemplo quando o acto addicio-
nal a confere igualmente s assemblas pro-
vinciaes da Paradina [lio Grande Cear e
AUj.s que formio o districto da relaco
de Peroambuco : accrescendo que esta inte-
ligencia tornara nexequivel a di-posicao do
acto addicional a respeito dos membros do
supremo tribunal que ss acha no municipio
neutro 5 porlanto a faculdade de decretar a
suspensio e demissio dos ministros das rela-
ccs e dos tribunaes superiores compele ao
mesmo lempo inuitas tssemblis provincia-
es. Se estas a.-semblas divergirem em seus
julgamentos se huma absolver o aceitado ,
nutra condemnar a suspensio e outra a demis-
sio qual dos 3 julgados se dever executar ?
Nao descubro huin principio constitucional
que faca executar a decisao de huma das as-
semblas com prtferencia das ouiras : todas
tem os mesmos direilos e cada huma qu re-
ta levar a efleito a sua delibeacio. O voto
de Minerva consagrado em alguns lugares
de nossa Itf.isaiio partee nao ler duma
appdcacio rigorosa decises constitucionaes,
nem dever dar forca delideracio de duiu
poder nuilificando a deliberacio de outro po-
der. To graves, diificuldad.es nao podecjo


P
somier > sabedorie do legislador ; e se elle
as dio prevenio devo concluir que sio an-
Mci resollido de buma inlelligencia falsa do
que d < ruten^lo legislativa.
O fin do acto addicional foi revestir as as-
semblasproviociaes dos poderes necessarios
para promoverem o iuteresses peculiares de
suas provincias ; se as funcces des tribu-
mea superiores nao interesso particularmente
esta ou aqulla provincia, e influem pro-
digiofiamenle sobre a honra vida, sega-
ranea e Jpropriedade dos cidadadios de todo
imperio he claro que nao precisarO s a-
seoiilas provinciaes para preenchei rem o
grande iru de sua iostituicio do direilo de
decretar asuspensa, e demissa dos ma-
gistrados de instincias superiores.
Paisamos ao artigo 5o ( le ;. Este artigo
nao conten huma s idea que esteja compre-
hendida lateral ou virtualmente no rrtigo 11,
7 do acto addicional. Comparemos. Dito
artigo 5 : na decretaca da sutpen a ou de-
missa dos magistrados procedem as assem-
blas provinciaea como tribunaea de justica
(l o artigo n 7 do acto addicional ). A-
inda nenhum publicista inclua no numero
das funcces essencialmcntd legislativas o
direito de impr penas, o qual sempre tem
sido considerado como funeca propriaaiente
judiciaria. Todos aabem que a tctica das
ssemblas legislativas be essencialmente di-
versa do procedimeuto judiciario ; ora se
as sssemblas provinciaes tem de exercer hu-
ma funcefo judiciaria inslitoindo huru pro-
cisio judicirio he claro que procede como
u ibuu.l de justica. Comtinua o artigo 5a.
Somento pdem portanto impr taes penas em
virlude de queixa por crime de responsabi-
lidad*. As mesmas palavras se aclio no
acto addicional. Vejamos o resto do aitigo
a que ellas anltrioies observando a lrma de processo
para taei casos anteriomente estabelecida.
(Continua)
Carapuceiro
DIARIO DEPERNA
E*
MRUCO
mm*mmmam
*
n
Os Empregos imoviveis entre nos'
Melter o Governo em proceeso e fazer
tesponsiveis a todos os Funccicnarios pblicos
malversados, indolentes, inhabeis, etc. se-
ria huma trela nao t mu odiosa se nao as
mais das vezes inexequivel ; d'aqui se enten-
di convir poder do din ittir a rr.or parte dog Emprega-
dos: mas disto pens nao poder inferir se,
que tal aibitrio seja hura arbitrio cpgo e ca-
prichoso de maneia que o Governo dispeca do
cargo que exerce dignamente qualquer cida-
dio quero porque quero, eso por motivo
de contentar afilhados e eng-ossar as (luirs
da sua clienlella. Tal arbitrio seria proprio
do redimen mais dispotico, e absoluto, e
nao do rgimen Representativo que se diz
ser o garante da liberdade, da virlude, e do
mrito : tal arbitrio em im tornando inceitos,
e precario? t sen pregos, he parle para que
se entibie o zelo do bem publico, e nu baja
quero sii va com goslo, e de boa vontade.
Ecorn ilcito o que se devra esperar da ca-
sa de hum hornean de grosso comroercio, cu-
jos caixeiros soubessem que eslava na con-
tingencia de ser despedidos a rada hora,
quer servidera bem, quer servissem mal ? O
que acuntCi'iia a hum amo que nao tivesse
coritcmplacio alguma com o mrito, ou d-
enlo de seus criados, pondo indislincla-
mente no lbo da ra assim o honrado fiel ,
e zeloso como o peralta deleixado, e calo-
ttiro ? O bemem, que con la segura a sua
subsistencia com a cooservaco do em prego no
caso de o txeicer honrada, e zelosamenle ,
iuvida todcs os seus eslortos pelo (azer e ero
al se nao esmera do que em merecer a iflei-
cio d'aquelle," a quem serve : pelo contiario
squce que tese ser despedido a esd: mo-
mento enibora sirva norn todo o disvllo a-
quee, que est bem certo de que a sua vir-
tue o si-u zelo a sua actividade nao sao
ttulos surhitules para permanecer noempre-
go sumiLo amor patrio cabe, que ttnha,
se nao fur descontente, e se ae nao deleixar
no desempenho de suas ebrigaces ; e se o
emprego tor de fazeuda naturalmente senti-
r desejos de corromper-se e fazer o seu pe-
culio duendo com o vulgar lifo Em
quanlo vtiita molbemos a vela, ou como
tautava em os seus iheatros os filsofos ma-
terialistas do auligo Dacio Comedimos, et
bibartos eras enim moriemur. ; porque
se o bom empregado corre o mesmo iico de
ser dtspedido, que o roo, parece huma pe-
quiceo nao aproveiiar o lauco, e encbr-se
n.iia quando viera leropestade.
A mxima dos mais sabio Governo sempre
foi psta Neme bonore soo privetor, nisi us-
titire judicio : e a honra esta inherente ao
l'unccionario publico que bem desempenha
assui ebrigaces. Esta mxima prevalecao
seropre 10b a primeira virtuosa raca dos Reis
de Franca. O mesmo Luiz 11 que a seu
bel praser destituio os Funcionarios grandes,
e pequea? de espada e de loga, de finan-
cas o d'outras especies nomeado por Car-
ios 7.0, grangeou tantos, e taes inimigos,
que a final vio se obrigado com o Decreto de
ai de Outubro de 1467 a e Ubelecer o se-
guinte principio o Nenhum em prego ser con-
cedido se nao cstiver vago por voluntaria
renuncia, ou por delicio jurdicamente reco-
nhecido. Se tal disposicio existiese em hu-
ma lei do Brazil, desappareceria do meio de
nos essa praga d'irnportuoos atravessadores ,'
< traficantes d'empregos pblicos. O mesmo
Luiz u no leito da morte fez jurar aquelle
Oerreto a seu fi lio Carlos 8", o qual da facto
ordenen que nioguem podesse ser dimit*-1
do ae ufo por graves motivos a depois de
hum processo regular. Licet ad benepla:i-1
tum dentur o lucia non sunt revocabilia ,1
vul enim processum Gen. D'squi observa '
oa Historiadores que quantos inimigos linba
g-aogeado Luiz 11, dimittiodo os Funciona-
rios cieadts por Carlos 70, tantos chamou a'
si o Cardeal d'Amboise aconselbando a I .uu
13 confirmasse os que havia servido s l> Car-
los 8. Este mesmo principio foi renovado
por Luiz 14 no seu Decreto de i\ de Oulubru
de l 648 e anda depois da Revolucio Fran-
ceza pelo Cdigo do Anno 4, Art. 56o t peU
Conslituicio do Auno 8 Art. 68 pelo Sea-
lo Consulto do Anno 1 i Art. 101 e ltima-
mente pelo Cdigo do Processo Parte 1.,
L-.vro 4% Tit. 3* Pasquer observa que os
Principes sabios sempre sentirad certa repug-
nancia e remorso em dimittir os Funciona-
rios pblicos, o que se observa em quilquer
homem honesto que se envergonha de despe
dir sem motivo a bum simples domestico ; e
a proposito cita o referido auctor o Rei Robar-
lo o Pi que fora grandemente louvado pelos
Historiadores poique nunca despedid hum so
empregado, louvor, que Capitoliuo deo i-
gualmuole ao Imperador Antonino, duendo
successort viveuli bono funccionario uulli
dedil
O que a Nace.) quer he ser bem servida e
para uto he, que estabeleceo o Governo, ele.
(etc. ; li go todas aa vc-7.es que ale dimilte
I hum empregado que de-empenhava bem as
Istias obrigacoes, commette hum erro grave,
I huma njquidada e praica hum arbitrio,
que a Lei s Ihe concedeo nos casos do Em-
pregado ter-se leito indigno da sua conGanc,
ele. etc. e nao para ganhar clienlella ae-
rando a fme de ambiciosos intrigantes cus-
a de cidadios, que j tem dado provas da
sua capacidade ao mr-smo passo que o nova-
mente prvido ou a lera ou nao.
Hqutm diga, que (al he a ndole do 5ys-
tema Representativo, que he bum rgimen de
transaeces : masen nao sei d'onde tal majti-
ma se deprebeuda no Systeroa Representativo.
O systema de transaeces tem quanto a mira o
cunho do egoysmo : ha o systemajjdos des-
fructadores dos Povos e nao aquelle que
fundar se deve na rasao, e na justica. Pois
sera justo que o Goveraio a fim de comprar
o volodesle, ou daquelle Parlamentar muitas
vezes nhaliil ou cheio de vergonhosas roa-
zellis dimita do emprego a hum cidado
hone.-to zeloso e sobrecarregado de fami-
lia ; poique aquelle seohor d'buma ambicio
desmesurada qner o lugar para si, para al-
guno seu prente, ou apaniguado? Tal sys-
tema he emmeu humilde entender inminen-
temente aviltador, e immoral 1 aviltador:
porque induz a sotopor-se a todas as prc ten-
Vesdo Poder Executivo por mais inconveni-
entes e injustas que seja para Ihe mere-
cer as sympatbias e participar do ibesouro
das fincas : immoral j porque forma se des-
t sr's .ui 1 ovo u -.1 mil iganirt;, e de ti o -
mens, buns escravos do Poder porque eleva-
dos por eb'e e outros inimigos rancorosos ,
e s respirando viugaucas pur se vereao dimit-
lidos umitas vezes sem nenhum fundamento.
E linda ha quem gibe semelbante systema ,
em que ludo se faz por caballas, por intrigas,
e pelas paixSes mais nfimos e nfo na rasao
do honesto do justo, e do til, que devem
ser sempre inseparavei? Se Pedro serve
bem ao Estado ueste Emprego, que lucra o
mesmo Estado em que se Ih'o tire para dar
I'aulo be he porque este est necessitado \
peior he reduzir aquelle mesma necegsidade; !
poique he melhor a condicio do que j pos- -
sue e privar a qualquer de bum beneficio '
(oio tendo commeltido falta) be causar bum
mal terrivel, que de certo nao pode ser igua-
lado ao bem que se faz a seu succesaor na ba-
lance das compensares*
Qiemsabe, se estesressentimantos tema-
tentado muito as revoliai, que hlo appareci
do e vio apparecendo pelo Brasil ? Do que
serve angaria-.- amigos com huma mo, se
com oulra se criad nnitmeraveis inimigos?
Que aferr podYra o Brajileiros tr s novas
Instituices, q
Governo, que os rege, se este nao atleode
a osservcos nao protege o mrito di mil
lindo aoCidadio, que bem, e dignamente
servia enlie;ando-o muitas vezes miseria ,
e talvez uliima indigencia para contentar a
hidrpica ambicio d especuladores polilicos ,
que vivem urdindo intrigas e adulando ver-
gonho>amentea fim dVmpolgarem os empre-
gos pblicos ?
Apenas Ii8 prvido qualquer cidadao em
hum lugar de bom ordenado, logo ae le-
vanta nos coraces desses especuladores o
desejo de o desplantaren., e Ihe succedrem
Assaca-se-liie fallas, invent5-se-lh' defei-
feitos ( e quando nenhum erro de officio Ihe
deicubra recorrem ao malhafizco princi-
pio da falta de prestigio da parte do pobre
empregido : e esse prestigio cifra-se todo na
presumpcio or^ulhi, e foee deque se
nutre o prelendente. Ora eu enlendo que
0 verdadtiro prestigio est na prohijad" na
honra, no saber, e na virlude; e logo que o
empregado lem essas qualidadee, he prestigi-
oso e digno da geral estima. Se os ttulos,
e as condecoraces, se as eleiqdes populares
entre n> fossem hum caracterizo de verda-
deiro metilo eu ennuira quas por lies ho-
rneas se repartissem as Funcces publicas
mas quem ha h, quenosaiba, que muita-
vet'S taes honras foiaS concedidas a sugeitos
indignos, quem ignora a nc3pacidade de
muiros, que por caballas, e arlimanhas po-
deia triunfar as urnas eleitoraes ? Al !
qusntos homens saturados de vicios, e ale de
crimes horrorosos nao tem entre nos sobido
aos pontos mais culiinanles da gerarquia so-
cial ?
De mais quem vio n modo ignobil e infa-
me os epithetos afrontosos a ignominia em
fim, com que fra tarlado o proprio Funda-
dor do Imperio, Principe descendente de
tantos Reis poderosos, quem observa os in-
sultos, que se bao dirigido a Cidadios pres
tanles colocados no mais alto Poder nio d
tanla pujanca a essa ideia de prestigio ou de
, honra exterior que imagine ser hum meio
seguro de giangear rrspeitos, e de obstara
conupra, e immoraldada to geraes em o
nosso Brasil. Em meu fisco juizo essa tcti-
ca de transaeces tem j causado, e ba de cau-
sar males irreparaves ao Brasil: esse trafico
dos empregos pblicos, esse systema de alcs-
, truzesde ora em que se enchem buns, es-
vaziando s outros nio podem deixar de ser
summamentc damnosos causa publica.
Ten ha embort o Governo (pois que assim
convem)o poder de dimitlir ii grade parteaos
Funccionarios pulicos; mas nio o faco sem
milita discripcio e madureza e quando es-
tes por suas malversarles, e indolencia se
tornarem indignes da sua confianca, e ilien-
ses ao servico nacional: mas nunca lance mo
desse arbitrio por mero capricho, ou para
conlenlar importunos ambiciosos e dest'arte
adquirir devotos ; e reluca o Governo, qne
ge abracar largamente essa maiima quanto a
mim detestavtl, das transaeces hade ver-
se por fim em terriveis apuros; porque nada
farta ao ambicioso, e logo que Ihe falleci
rucios de dar mais emais, toda essa clien-
lella de aduladores e pescadores Ihe fai
desapiadada guerra maquinando-llie a que-
da, a fim de que cutra Administracfo appa-
1 cea, que satisfaca as suas exigencias. A Po-
ltica segundo o pensar dos homens mais sa-
bios eviituosos, queso nfo funda nos eter-
nos e inconcussos priocipios da Moral, be
huma sciencia de velbacos he hnm germen
de corrupcio e bum mauancial fecundo de
calamidades publicas. Accolba-se, e prote-
ja-seo mrito onie quer que esleja e con-
serve se no lugar o Funccionario, que bem
dciimpeuha as suas obrigaces.
VARIEDADES
Ancdotas.
Hum sujeito em Portugal que tinha Irn
saecos commerciaes para o Brasil, remetien-
do varios generes a o seu correspondente ex-
igi entre outras encomendas llie mandasse
bam, ou doos macacos, ec-screveodeste mo-
do 10a macacos O amigo de c leo o ar-
tigo com o rigor arilhmelico e assentou ,
que o homem quera talvez especular ueste no-
vo genero de commercio pedindo para la'
cenlo e dous macacos : e com efieilo mirto
cusi no primeiro navio remelteo-Ihe sincoen-
ta e tantos macacos, que tivera do pagar
comedoria, tic, dando ao seu correspou-
deitte mil satisfaces de nio irem lodoso*
rento e dous d'liuma vez ; mes que tica va a-
promptando o resto pera ho enviar por outros
navios.
Hum sujeito todas 9 yezes que se ia confes-
ar dava na vegpera huma grande massada
na roulher. Perguntandc-lhe hum visinho a
r-so disto II respondeo o homem paras
ne forrar ao inoomtnodo de fiter exaiuo ti*
i-onsciencia porque e!la tem ento o qejtlado
de mu lembrar todas as minhas maldades.
Certo sujeito de casaca, e bem estreado,
entrando em. huma loja de lateadas, fez
estas perguntas O Sr. tem cpalos de couro
'a mullier e meia de inulher aberta P O lo-
gsta rio-se ; porque naturalmente nio tmba
lies fazcudas.
Correspondencia
Srs- Redactorrs.
Lndo tm seo Diario de boje um annunco
do Sr. rManoel Luiz da Vciga Jnior, com-
prador do ramo do contracto de as'rs. po.
cibeca de gado que for consumido na Fpe
guer.iado Pocoda Panella, e Capella curad
de Beberibe no qual faz ver que a vista di
disposicio do 9o arl. 66 da Lei do i* de Ou-
lubro de i8i8, pode dar guiss para os mar-
chantes dos lugares por elle comprados pode-
rem ir vender a carne das rez** que matarem
fora dos lugares cima indicados; visto nio
poJf-r urna Li Provincial alterar a di.sposicio
de urna Le Geral ; com quanlo eu me jul-
gasse sent de responder a um tal annuncio,
por se adiar as condices da venda do dita
ramo estipuladas no papel passado pelo Ilira.
Sr. Coronel Menezes como caixa da Socieda-
de e auclorisado p-ra a dita venda no qual
Ihe prohibe o que elle perlende e se julga :u-
thorisado a fazer; todava para que o Publico
julgue da malicia com que o dito comprador
es um tal annuncio e do quanto elle ignors
a disposicio da L- i qrta cita, eu pnsso' res-
ponder Ihe, que quando elle comprou ora?
mo cima cil do foi com a condicio de au
poder passar carne das rezes mortas de uta
pata outro dhlnctosem licencidos conlricla-
dores do outao, condica a que se sujeitara,
os meamos Ccnlractadores no acto de arrema-
laca como consta do termo por cues assig-1
nados. E quanto a evasiva de que urna Lei
Provincial nao pode alterar a isposica de
urna Lei Geral, e que por isso, quaesquer
condices estipuladas por escripluras sao nul*
las e de nenhum efeilo respondo quaoSiJ
Veiga Jnior parece ignorar que as Assen -
bleas Provinciaes podem legislar sobre impos-
tos Provinciaes e como o imposto em ques*
ta seja Provincial, fica por tanto derogados*'
lodos os arligos das Leis Geraes a tal rospeito,
e smente em vigor a Lei Provincial,
Seo const'iile Leitor
Um interessado.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario Episcopal de O-
linda avisa ao respeilavel publico que as
rodas da Lotera concedida beneficio da ins-
truca em o mesmo Seminario anda im-
preterivelmenle em o dia a6 de Agosto no
(Joosislorio da Igreja de JNossa Senhora do
Rosario.
Avisos Diverso?.
JNigolao Gadualt, anda lem para xn
der em seu sitio do Coeliio terreno pars
edifica casai com bastante fundo arvoredo
de frutas em lugares proprios de quintis '
sendo o preco de cada hum ; palmo de fren'ft' 1
ao fundo a dez mil rs. vend liado por lercpr
de um anno com letras endocadas, s ,)ra
ell'ito de concluir e feixar os vioi que se a-,
chio de voluto as ras -jue abri em di?*
sitio onde ja se acho differenles casas edifi-
cadas tendo a vantagem o comprador de lera
porto de desembarque o mais perlo possivel
da obra para condueces dos materia**'; oa
perlendentes a qualquer horado dia poderru,
dirigir-so a fallar ao propietario ao sito do
Coelbo.
Aluga-ieuma grande cesa terrea comi
um quintal todo murado, e cacimba, na So-]
- quem a perlender dirija-se a Praci/
lalar com Joa Antoum
lidade
do Corpo Santo
Guimaraens.
_ Precisa-so alugar para o srvico extereo |
de urna casa um escravo, ou escrava p'e'tf
ferindo-se a rscrava : na ra da Praia no s
brado de Antonio Anm 1.


DIARIO DE PERKAMBTJCDi
MM

'


-i O ebaixo assignado, roga a todos as
ptssoaa e principalmente aos Srs. ourives ,
de appre. ndeiem cuto Ihe seja offerecido as
spguintes pecas que Ihe foro roubadas no da
30 do torrente : un par de casticaes e urna
bandeija coro a sua competente tigoara obra
de Lisboa una lenco de seda encarnado e i
chapeo de sol j e partecipar ao annunciante ,
na i ua dos Quarteis no segando andar do so-
biado^D. 4 ude ser bem recompensado.
Manoel Antonio de Jetus.
Joaqun Manoel do Reg Brrelo pelo
prsenle previne que pessoa alguna receba ,
en translo um bilhete de (sua firma da
quantia de 100,000 ero uoeda correte pas-
sado a a8 ou 29 de Jan lio do presente anno ,
a 4 un i2, vigo que antes desse praso o pi-
fad 1 deixando de Ibe ser o sesmo bilbele
entregue en o ajosle de suascootas.
m Manoel Ferreira Diniz fas sciente ao
mpetavel publico, que Jos de Farias Si
aunes deixou de ser seu caixeiro desda o di*
na do correte*
A pessoa que no Diario de Sabbado of-
ierreedua* vaccas para tarem cercado, que-
rendo servir-se de um dito, muito twito e
eom bom paslo diiija.se a ra do Livramen-
to D. 7.
A pessoa que quer dar duas vareas pro-
ubis para ai tonar receber depois de
paridas, ficandoas cris em pagamento do
trabalbo, drija-se a ra do Colegio Deci-
ma 8.
Engomma-se roupa com muita peifci-
co na ra do Raogel I). 3 sobradinho de-
fronte do beco do Virginio por detrs do
tren?.
A pessoa que quer comprar um* tipoi,
dirija-se a ra da biquinha de S. Pedro en
Olinda D. a&
Quem precisar de 100 a 800,000 a ju-
ros da dois por cento ao nez sendo com
piobores da oiro dirija-se a ra da Coocei-
eo D. 34.
Piixisa-se de um rapaz portugus de
idade deioanoos para caixeiro de urna ven-
da : em Olinda na ra do Amparo casa n. 6.
Quen quiser dar um conlo de rea a
.premio com hypolheca segura annuncie.
__ A pessoa que quer tillar a Joaquin Al-
vares da Silva dirija-se a raa larga do Ro-
irio venda D. 8.
Quam precisar de um rapas brasileiro ,
para caixeiro de engenbo ou para outra oc-
eupacio tora da praca annuncie.
_ Precisase de 3oo,ooo a premio sobre
hypolheca em um e6cravo ; quem quiser dir
annuncie.
Perdeo-se da malla do Biigue Inglet
Travaller en trido no da de S. Jco, um em-
bralho da papel pardo dirigido ao Sr. VVili-
D May o qual conlem una instrumentes de
cirurgia entre elles un de bronze para fa
aer ventosas os quaes sio como novos inda
que usados ; quen dees aouber e quiser
entrega-ios dirija-se a ra dos hai beiros n.
8, receber 10,000, eje Gcai agradecido.
_ Aluga-se urna casa terrea ou sobrado ,
no bairro do Recife que rao exceda de 8 a
10,000 ; quem liver annuncie.
_ Pracisa se de urna ana de leite: na ra
doNcguera J). 6.
_ Peideo-sena nci!-de quarta feira 17
do rorrete un aneto abeilo con esmalte,
sendo a rravaco de biilbantus desde a ra
.Dir 1 [a at a ra larga do Rosario ; quen o
aebou querrndo estituir dirija se a botica
da roa Direita junto ao Terco D. 53, que se-
r recompensado.
Sendo Joaqun Lopes, e Barlholomeo
Lopts ptonnnciidosa priso o livramento ,
por o Dr. Juic deDirotoda segunda vara do
Crine o oulro sin nio tendo dado fiador ,
aeha-ie exlrabido o mandado, e orden de
piuio destribuida pelos Sub-Prefeilos de S.
SnU.mu e Kua vista o qual por despacho do
li.'m. Sr. Prefeito tendo em 17 deJulbo cor-
itntc deve ter nandsdo destribuir por os
respectivos Conmisaaiios; o romo consta que
Joaquiur Lopea se quer retirar desta Cidade ,
j0t asso se roga a lodos os agentes de polica ,
ua aparten! suaa vistas de tima driles.
._ Precisarse de un caixeiro que techa
pjatica de ytnda e que tenba de jdede 18 a
asxnnrrr: m ora da portas n. kj.
carga at o da 24 quen quiser carregir, di-
riji-se a Manoel Joaqun Pedro da Costa, ra
da cadeia n. 1.
Leildo
O annunciado pelo corretor Oliveira
para segunda feira de manteiga stbo e
serveija 6ca transferido para Quera fe r*
24 do conrrenle ptlaa 10 horas da manhio ;
no armasen de Jos Rodrigues Pereira ; be-
co do capin N. 34-
_ Que fazem Rossell Mellors & Compa-
nhia por intervencio do Corretor O iveira ,
de ama porcio de fazendas inglesas desem-
barcadas da Escuna Blark Sevan entrada nesle
porto desarvorada tarca feira a3 do corren-
te pelas 10 horas da raaabi no seu armasen
da ra da Cadeia.
O Corretor Oliveira lem para vender
en leiifo ou particular, 1 inteiro sortirxen-
to de ferragen en perfeito-estado, e existen
em urna loja no valor de 3:807,817 eono
do bataneo em seu poder cujo est prompto
a fazer patente a as ditas fersgens, logo
que ihe seja exigido por qnalquer pretndeme;
adveitindo-se que ao comprador de ludo ?.
concederfo os largos prasos de 6 12 e 18
mezes por letras salisfatorias : quem este ne-
gocio quiser ultimar, dirija-se ao nesmo cor-
retor*
Compras
_ Un casal de coelbos
tiver annuncie.
do Reino ; quem
Vendas
_ Una canoa de imarelo de 5o palmos de
comprido e 3 de largo : noneco do pefxe
frito D. 4*
_ i5oo patar8 brasileirot, e orna por-
cS<> de pecas de o'4oo velhas : na roa ora
D. so.
_ 5 canarios de imperio cada un en
aun iiola e 5 viveirov de ditos ; tendo cada
un cinco canarios urna parelha de palativos
da Parsbiba um bigode, um curi un
galo de campia e um bigode, lodos mui-
to cantadores : na ra Direita D. 53, pii-
meiro andar das 6 as 8 e meia horas da ni-
nhi e das duas as 4 da larde.
Gelo a 80 rs. cads libra : ha ra dos
lanoeiros deposito do dito.
_ Urna canoa de 800 fijlos creoada de
proa por precocommodo : no ettaleiro da
Jofo Thonas ao pe da serrana de vapor.
__ Un esciavo Mina robusto e forle ,
ja (cito ao ser vico do paiz e muito proprio
para o irtbalbo do natto : airaz da Matriz da
Boa vista sobrado D. 17.
__ Una nolatinba da 12 annosde idade ,
com principios de costura cozinha o diario
de una casa lava de s.bio, e faz lodo o mais
ser vico de urna casa : na ra Direita ua ven-
da que foi do fallecido Jo da Penha.
Um molequepessa de idade de i5 an-
nos propiia para qnalquer cfGcio um dito de
idada de 10 auuos muito linda figura e
muito ladino, urna noleca da idade de 11
annos urna escrava de naci mui habelido-
sa propriu para mumbanda por ser de bo-
nita Ggura e de bons coslomes urna dir
'
Avisos Martimos
PARA O MARANHAO', a sonara Har-
mona jae a o da de Agosto a qual a-
, inda J*b- carga: qutm porleoder carregar
*e a Manee I Jcaquim Pedro da Uosu ,
Ua ra da Cadi N' 1.
!'AR\ NJACEIO" e Patacho -Ramba dos
.njossibeno d ^5 do crreme, recebe
de idade de i5 annos um moleco da naci
loanda de idade de ao ancos, sem vicios
nem achaques, um escrNro de meia idade,
e de naci he bom coziabeiro lodos estes
rscravos se dio a contento", e se afiacca boas
vendas: na ra de sgoas vtrdes no primeiro
andar do sobrado D. 38.
__, Um mulato de idade de |3 annos, com
principios de alfiale e rcui proprio paia
psgem : na ra nova no prineiro andar do
sobrsdo por cia da loja de leilao,
No armasen de Antonio Joaquin Pe-
reira defronle da eecadinha da alfaodega ,
por preco cemnodo caixinhas con 6 libras
ile cha, ditas con 6 libras de chocolate de
Lisboa, sncorelasron szeitonss, ebarris con
5 caadas com viabo braneo.
_. Uma venda no paleo do Terco D. 67 ,
com os fundos que convier ao conprador e
quando assim nio convenha fai-se negocio
con a armacio: a tratar na mesma.
_ Por preco muito connodo um tenda
de ferro contando una safa de mais de 5 ar-
nhae dois tomos grandes files e todo
o man per lencos e ludo en bon estado ;
ao alieno dos affogado D, 46 junto a fabiica
do (abaco de f .
Cortes de cnssa n chadres -coresle-
cdrs e fizas por i36o cada un ; e chitas
de superior qnalidade a 16o e aoo rs< ao co
vado, alem da ootras mimes fazendas por
preco commodo : na ra do Crespo loj D>
2 que foi do Sr. Francisco da Silva Lisboa.
Urna porcio de gradea para portas e
sueltas caixas para assantsr caixilhoi a
portas de amarado da se por precocommo-
do a quen firar com tuda ; assim cono un
banheii-o grande de cobre : na rna da Bor-
las D. 4*
_ Ca.ssas da cores de lindos p%dr6es e
largas a 240 es. ao ovado chitas finas a 180
e a 200 rs. e outras fazendas em grande varie-
dades : na ra do Crespo D. 5 loja que foi
do Sr. Pinto BandeirsS
_ Ungento Santo ebegado prximamen-
te de Lisboa proprio para qneima duras ,
feridas, ou cbagas ; em latas da qusrta al
librar na ra nava n. ao3.
_ Una preta de angola de idade de 20
annos mui sadia, e robusta propra para
todo o servico : na roa nova D. 19.
Trea morada de casas terreas nma na
Boa vista, que rende 8000 por mez, em chios
proprios e duas em S. Antonio que rende
6 e 7000 por cada nma con chios foreiros,
por 900,000 cada uma livre de despesas t a
tratar com Elias Jos Martina Pereira no sitio
dos Coelhos das duas horas da larde at
as.
_ Um esrraro pardo de idade de 15 a 16
annos com principios de atfaiate da boni-
ta figura esem vicoi nem achaques e o-
ptimopara pagem ao comprador as di 1 o
motivo: no aterro da Ra vista 1). i4-
_ Um banheiro de folha com o sen com-
petente carro em bom estado ; o ssess de fa-
rinha do Rio de Janeiro a a5oo a saca: no
antigo armasen do sal ao lado da Ermirla do
Bom Jess.
_ A posse de 3oo palmos de torra con
mais de nil de fundo no logar da Magda-
lana ao p de Joaquin Antonio de Vasconse-
los : a Irstar no nesmo logar.
_ Uma preta creoulo de idade de ai annos
he mumbanda de easa cose engonma fax
renda lava muito bem e faz todo o mais
servico de nma casa de familia : na ra do
Cabagioja de miudesas junto a botica.
Risoadinhos dtcides, de muito boa
qaalidade em cortes de 8 covados a 1280 o
corte e tambem em pecas, chitss finas, a
160 e a 180 ao corado, cassas pioladas e teci-
das a 180 e a 200 rs. cada corado, e tambem
em cortes estopss entransadas muito pro-
pra para escravalura por ser muito encorpa-
da e rispados em metim de litraa largas a
too rs. ao covado, a cobertores de algodio
grosso, tudo por preco conmodo : na loja
de Antonio da Cunha Soares Ouimaries, roa
do Crenpo D. 5 lado do corle.
_ Uma negra perita costureira, boa engom-
nadeira e cozioheira ; a um negro de ida-
dade de 18 a 20 annos ptimo para todo o
servico : na ra da Penha no segundo andar
do sobrado D. 7 de m nh at as 8 ho-
ras edsa)3 da Urde en diaute.
Urna venda com poucos fundos, sita na
ra do fogo na quina do beco do sarapalel:
a tratar as 5 ponas D. 19.
Cinco eacravos, dois moleques pecas,
de idade de 18 a 20 annos ptimos pira to-
do o servico uma mtala de idade de 18 an-
nos, boa figura cese, engomma, e coijnlw,
duas pretas mocas coaifahio lavio roupa
scota parnaso lusitano eseolbas dsa seibo-
res novelas espectculo das bellas artos li-
coesda natureza, e arte potica tudo novo
por preco commodo: na preciaba do Livra-
manto loja D. 26.
Para fora da trra un negra que sana
cozinhar, facer doces lavar engommar v
e coser chi t nesta Tfpografia.
Escravos Fgidos
_ No da 19 do correte fugio um preta
de nomo Amero de naci angola de idada
de 16 a a8 annos pouco rmis ou menos, gros-
so do corpo f e baixo beicoi grossoa,
dentes da cima grandes e limados, p, spa-
Ihelados levou calsa de aatoupa nova, ca-
misa de nangas curtas ; quem o pegar leve a
ra do Vigario n. 3a ou noarnasem n. 14,
que ser recompensado.
No da 16 da crrante dessparecee
un moleque de nona Jos de nielo angola,
ja ladino, da idade de 12 anno, cor muita
folla, corpo secco levou vestido calsa de a|-
godiozio'ho bastante soja o sem camisa
quem o pegar lave a venda da quim da ra
da cacimba, qne ser recompensado com vinto
nil res*
No dia 8 do corrate fugio urna negra
creoula de nome Esperanca bonita figura ,
cara redonda tem uma narca de na talho
na testa barba alguna coisa racbada, ver*
melha baixa e est prenha tem na nio
direita dois dedos aleijados; quem a pegar
leve a roa Direita en casa de Manoel Buar-
que de Macedo que ser gratificado.
Fugio nn escravo de none Francisco ,
creoulo de idada de 18 a 20 annos sem
barba baixo e grosso peroas un tinte
arquiadaa ps grossos cara larga; olhos en-
covados e vermelhos eom uma marca de fe-
rida em pola da ecomprida no quadri! procu-
rando o p da barriga ; quem o pegar leve a
ra da cadeia em casa de Manoel Gonsal-ves
da Silva.
_ Bernardo creoulo de idade de 3o an-
ona fugio a 8 annos pouco mais ou menos
da povoacio do limoeiro cara gorda pouca
barba deatei limados beicos grossoj, tanto
no fallar espadaudo sintura fina encuna-
do para diante quando anda ps grandes a
naa pamas lem teridinhas que sara e arreben*
la, quando falla com alguen discantas nios
as nunbecas ; quen o pegar leve ao Semi-
nario entregar a Jos Maria Mello Claumbj
que receber 15o,000 de gratificacio.
Muviuiento do Porto
NAVIO ENTRADO NO DIA
91.
e boas vendedeiras de ra e uma
cosa
engomna
noleca de
e faz
de
na
do
11 annos de idade 1. n^vun ,
tudo o mais servico do uma casa: na ra
agoas verdes casa terrea D. 37.
_ Caisas do seringa do Para a aSfjo :
quina da prtcinha do Livranenlo loja
Burgos.
_ Bons queijos do serlo do serid, gran-
des e pequeos por prego conmodo: na ra
do Rangel D. 14'
Un moleque bastante ladino de '.dade
de 13 a 14 annos proprio para qutlquer of-
ficio na rus do Crespo D. 8.
_ Uma mulata e uma negra com habi-
lidades necessarias para o servico de uma ca-
za ; e un negro canoeiro muito mogo e bo-
nita figura, aparelboa azues finos para cha,
bacas e ourinoes broncos e azues superio-
res : as Cinco pontas lado esquerdo venda
D. a3.
_ Sai do Ass, medida velba, alqueire
a 1280 res: na venda da rna do Fagundea
D. 4 : na mesma uma farda nova de panno
fino, para Guarda Nacional.
Uma canoa que carrega 1100 lijlos de
alverjana grossa ; no estaleiro de Joio de
Brrto Corris alraz da Ribeira do peixe.
-Oa livros seguinles : historia do brasil,
com estampas as obras completas de Felia-
Ibo Cliso clemenlcs de geometra D. Qui-
HAMBURG0; 45 dias, Galera Dinamar-
quesa Crele de a58 tonel. equip. 16
Capitio -I. P. lioyson
nebra e mais gneros
equip.
carga potassa gi-
a Joio de Carvalho
Paz de Aodrade ; paassgeiros 196 artistas
trabajadores engsjados, 6 mulheres, e 10
meninos.
SABIDOS JM0 MESMO DIA.
RIO G. DO SUL I Patacho Nac. 4 de Maro,
iM. Antonio Jos da Abreu carga varios
gneros.
ENTRADO NO DIA 22
l'llLADF.i.PIHA 40 dias, Barca America-
na O.neUr de a65 tonel. equip. i3, Mes-
treVV. F. Whipple, carga farioha o
mais gneros : a Jjo Malheos passagei-
roa Augusto Aanonlt, Sammuel Ileymand.
O3SERVAC0ENS.
No dia ai entrou o Brigue Constanza Coti-
mandante o Capitio Tenente Joaquim Jos
Ignacio, de Cruzar em dois dias, conduz o
Capitio do Patacho apresado Providencia ,
e 14 homeos de sua equipagem.
Dito : o Patacho Portugus Providenoia a-
presado pelo Brigue de Guerra Constanca ,
Com. o Piloto da armada S.-ty o Gones Cruza,
conduz o dono do Patacho e un piloto
tespanhol, con 8 bomens da guarnicio
do Brigue Constanca.
Dilo : Fez-se de vella do l*merio a Galera
Ingleza Parbrid que tinha fundiado no
nesmo da; e o Miatico Heapanhol Palamo
que tinha fundiado no dia 19 segu para
o Rio de Janeiro.
No dia 22 ftxse de vella do laneirioa Barca
Inglesa*
PERNj NA TYP, DE M. F.DE FAR1A SJm


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ENZUQFTNJ_MKIJ60 INGEST_TIME 2013-03-29T17:35:00Z PACKAGE AA00011611_03882
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES