Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03878


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Full Text
0m DE 1839 QUINTA FEIR1
CAMBIOS)
Jolbo f. ; ,
^S poY o Premio. V?' mtal *******
K^'jao 3'5s por franco.
"* 4fooo Bfioo 8#5oo.
p/to.Coloiaanarios i#7oo i70.
huces Brailleiros i#6go a i#-io.
fc.-iosdei UU M, por mei 1 i/4 i
18 DE JULHO J*U3iK02i5f,

m m .-.
Tudp agora depende de nds mesmos ; d nossa prudencia
iBoderaco, e energa : eontinuemov eomo principiamos
sererc apontados cora adiniYaco enlre a* jNaees mal
CultOS.
Proclamadlo da AstembhaGerai do Brasil.
Premios


i; por loo.
PARTIDAS DOSfJORREIOSTERRESTESj
j- H> Puraiba e Villas de ua oretenro i 3 5 5
^;^d.Rioir.Dd^o^ Vilu,Id Cidade da Fortaleza e Tilla dem ......i e
Villa de (ioiana .' i i '
CididedeOlinda 5 ; 5 i 3 : 3 3
Villa de Santo Antio :' v 7 3 ,u
Din d (iaranhuos PovoeeSo do Bonito.- 3 3
Oiits do Cabo, Sorinhaon, Rio Formo, t Porto Caito
Gdade das IImoii. Villa do Maeaio. A ,
Villa da Pajau' da Florea. ., ..'.3333
Todos os correios parten ao meio dio. ,
i.....i
Todo os das;
Snintas feiras.
ai i o, e ii de cada mei
dem i ii, ii ditto diitoJ]
dem idam.
dem i5, diltoditU
Subscrev-se para eta follia afnoo por qnartel pagas ad*
anlados nesta Typogr.fia, ra das Craxes 3, e na Prac
da Independencia D. !vj e 38, onde se recebem correspon-
Hencia hegalisadas, anoaincio; nsirindo-se stes gratis,
cndo doa proprios asignantes ;e vindos assigoados.
DAS DA'SEMANA.
.5 Seminda S. Camillo de LetK. Ses. da Thet. e aiid. do J. de D. da a. v. de m.
!SS.S.loC.rmo. M- e audiencia do J. de D. da .. vara de mar*.
'i ST? fl SaTM^Relaud do J. de D. da a vara de manh.
,8 S;nto-Sv5B",e 7 halo? SeosSo da Tbei. aud. do Juiz de D,r. d. 1. rara de m
2 lanado I JerniJTo Emdi.nn Re., e.od. do I. de D. da 3. vara de I**,
91 Domingo O A njo Custodio do Imperio.
Mar cheia para o dia 18 de Jullio.
Al if horas e <- aatKM da m.nhS. As II boras e 6 minutos da larde.'
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DF.PUTADOS.
Sessio em 18 de Jonho de iB3g.
Presidencia do Sr. Araujo Vianna.
As io horas Ha manli faz-se achantada,
e logo que te rene numero legal do Snrs.
depntados, abre ao a sessio, le se e approva-se
acta da antecdeme.
O Sur. primeiro secretario da' conta do ex-
pediente, lendo os seguintes officios ;
Do ministro da fasenda, remetiendo a re-
presentar) do administrador da recebado-
ria do municipio de 3o de Junho de i8J8,
sob numero 353 lembrando a necessidtde
de huma providencia para prevenir a eonti-
nti*cao da fraude de qoe uzio alguna inqui
linos para subt-air-se ao pagamento dos lo por
eento oilbelecidos pelo artigo 9 paragra-
pho 4- da 'e' c'e a* ^e 00,ubro de t836 :
a' terceiracommistio de faaenda.
l}o meaaao miniatro, enviando a represen*
ticio da recebedoria do municipio, de 18
de desembro de i838, sob, numero 102,
pedindo solucio a duvida que Ihe cccorre se
os eari-iptores dos advogtdos, ainda mesmo
formados que eiercem esta profsso,
to sugeitos ao imposto efct artigo 9. paragrapbo 4- da lei de aa de
cuiobro de i836 : a' metma comroittio.
Le-ie seguinte parecer.
A commis?o de con&tituicfio ex>minou o
decreto de a3 de ou'ubro de de j.83? qoe
declarando sem tTaito a carta expedida tro
16 de aetembro do mesmo anuo, ao bacharel
Agottinho Morena Guerra, do lugar de Ju-
it de direito do civel 'a cidade de Helero,
maml;u continuar no exercinio deste lugar
ao Sor. Bernardo de Souii Franco que delle
bata sido removido por decreto do dito
Bes de lelembro, pira o de juiz de di'eiio
do civel da cidade de Porto Alfgre.
No sobr edito decreto de a3 de oulubro,nada
aparece que o torne ille^al, esta perfeitimenle
dentro dss attiibuices do poder executivo,
sem qoe p m julgr-se < (Tendido o principio
de perpetuidade dosjaites de direito, con-
sagrado no artigo i53 da consliluicio por
se nfo ler designado outro lugar em que po-
detse ter exercicio o btcharel Guerra ; pois,
sendo certo que esta aiada nlo tinha tomado
posse daquelle lugar nio pedia ser cousi-,
deradojuizda direito pira o ttf ito de Ibe
approveiur a garanta da perpetuidade*
Emillindo estes principies nio deixa a
coomiso de conliecer que fora de ratfo que
o bacharel Agostinbo Moreira Guerra vis-
to ter ja rt-cebido carta da sua nomeacio ,
fosse prvido em outro tugar; mas nem
mesmo ueste sentido loi oleiicJido, visto nio
constar que o lenha requeiido, e qo sua
peticio fosae lodefenda.
He portanto a comrnisso de parecer que o
relerido decreto foi legal.
Cmara des depuUdos 17 de Junho de
1809 J. Clemente Pereira H. II. Car*
nitro Leio A. P. Bdrretto Pcdroso.
Consultada a cmara, decide que se im-
prima.
Le-se e entra em discussio o seguinte :
a Hf.quriro que se peca ao governo infor-
macet sobre o as;a siriito perpetrado na pes-
toa do Dcutor Joo Gaudie Le, juiz de di-
reito nomeado paia a comarca de Palma e
substituto da de Cavalcanti, e ultimametite
nomcado para a de Ptconte ua provincia do]
MattoGrosso assassinato qu se diz fora per-
petrado por huma patrulha, e todas asinfor-
macoes pos jnnhodei839 -Marineo.
O Sr. Henriqocs de Rftende, depois de l-
ser brevea observar^Ses sobre o objecto, reme
te a mesa o seguinte sdditamento.
Informando so mesmo lempo a cmara
se tea motivos de receios pela paz da pro-
vincia de Goyiz, em rasio deste assassinato
drc.
He spoiario e entra em discassf.
Depris de haver hurn forte debnte em qoe
fallarlo varios Snrs. dptt'ad)S, o Snr. Hen-
riqocs de Retunda peJe licenca a cmara pa-
ra tirar o seu requerimonto.
Consultada a cmara, concede a hcenes pe-
dida pelo Ilustre deputido.
O Snr. Marnho, depoia de declarar que
temsatisfeito os seos fies que erl3 chamar
toda a silencio da cmara sobre este fcto ,
pede licenca para retirar o seo requer-
ment.
O Snr. Presidente declara que se vai trac-
tar da segunda parte da ordem dia, vista ja
ter passado a hora da pr metra.
Ordem do dia.
Rpspota a fall* do trono.
Continua a discussio sobre o terceiro t-
pico da coinmisiio e emendas.
O Snr. Calmen antes de entrar na ques.
to, declara que de sua parte fara' todo
o possivel pra p|ia provocar as raesmas ser-
nas que hontem tiverl) logar na casa. Res-
ponde a todas as observices dos nobres de-
purados de S. Paulo e de Minas ; procura
combater as arguices que Ihe Gzerio acer-
ca dos actos d' sdminittraclo e provar que
oio bouvecs desperdicios de que alies fi-
zerio menco, e conclue approvando o t-
pico da commisslo.
. A discussio fies addiada pela hora.
O Snr. Presidente da' a ordem dia le-
vanta a sessio pelas doas horas e meia da
tarde.
PERNAMBCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia la do correte.
Officio Ao Exm. Presidente commu-
nicando-lhe ter mandado assentsr praca na
Compaobia d'Artfices ao Guarda Nacional
do 3. Bala'hlo do Municipio Jlo Dmaso
Cavalcante d'Albuquerque e pedindo-Uie
hnuvcsie de meada lo eliminar do dito Bata-
Iha5.
Dito Ao mesmo Sor. significando Ihe,
que segundo as communieacoens feitas pelo
Esm. P[esidente da Provincia da Parabiba a
Tbesouraria e guia por esta pastada >o T-
ente Ajudante l'rancisco Afibnso Xavier
Bastos cerna va que ale* do sold de sua
Patente deixara elle a sua familia a gratica-
cao addicional; isto lie a quantia de 7,500
res mentaes o que concordava t5 bem com
a nata dada pelo iM.jor Jos Thomax Hemi-
ques e lando a Tbesouraria detta Provincia
pateado netle sentido e remattido pira a do
Maranhlo a guia do dito Tmente ja io
convinha, que se fisesse a modanca da g ti6cac5 addicioml para a de Companhia ;
pelo que S. Ex., a lim d'acautelur duvidas
para o futuro bou vate de levar o ex posto a
o conhecimeuto do Fara. Presidente d Pra-
IUm,
Dito Ao M.ior Director do Arsenal de
Guerra mandando aswnlar praca voluntari-
amente na Companhia d'Artifices ao G. Naci-
onal Jlo Dmaso Civalcante de Albuquer-
Expedient do da i3.
Oficio _Ao Exm. Snr. Presidente, ei-
pond-.-lhe as cireonstancias em que se achava
o Alferes de 1. Linha Diogo Gircez Palha e
a impossibilidade que tinha de t'anspoitar-se
a Provincia do Cearia onde hia servir, sem
que primeiro se Ihe mandasse pagar tre me-
ses de sold que se Ihe detia.
,Dito I_Ao Maj>r Director'do Arsenal de
Guerra, diaendo-lhe, que devendo os fre-
tesdos objeclos remettidos pelo Arsenal as
Fortalesas serero justos, e pagos por a sua
Reptrtieio assim nlo tinha suscedido cem
o frete do szeile remettido para Tamandare'
qoe tem sido pago pelo Almoxarife o que
convinha evitar _
Dilo Ao Coramandante ioterin1 da Fot-
Uesa de Ttmandare1, communicando-lbe o
e.aapoatu no o'tico praede>em reapoaU ao acu
que tratava de semelh -nte objecto eaulbori-
sando o para dar a salva do costume no dia
3r do correnta, Orago da Cade! a da Foita-
lesa.
Expediente do da r5.
Officio Ao Exm. Presidente devolven-
do Ihe competentemente informado o reque-
rimento do Sargento Quartel Metlre Manoel
Lopes Machi que pedia se Ihe abonasse a
graiificacio de 4,ooo ra. mensaes durante o
lempo que servir no Acampamento d'Agoa
Prela de Ajudante do oficial Encarregado
do Laboratorio e Deposito das municoens de
Guerra.
Dito_ Ao mesmo Exm. Snr., reinvian-
do-lhe competentemente informado o reque
rimento do Cirurgia5 Ajudante de Commis-
sio Francisco de Paula Cavalcante de Albu-
qoerque que solieilava o pagamento das
vanlagens de Caatpanha pelo lempo que
servir na Guerra de Panellas, e Jaruipe.
Dilo Ao MajorCommandante doDepo-
zilo 1 communicando Ihe que temporaria-
mente a Campanhia d'Artifices hia alojar-se
no quartel do Hospicio a que para seo Ihe
destinasse logar conveniente.
Dilo Ao Major Dirrctor do Arsenal de
Guerra, communicando-lhe o exposto no
offieo precedente e ordenando-lbe que
enteodendo-se com o Commandante do De-
posito fcuc a pasugam da Companhia de
Artfices.
Portara Ao Major Commandante do
Deposito mandando d'ordem do Exm. Snr.
Presidente dar denvfaS ao recrota Jos Ja-
nuain das Virgeas por nao estar as cir-
canstancas deservir na 1. Linha-
Dita Ao Commandante interino da
Forleiesa do Brusa mandando dar demico
ao a, Sargenta da Companhia Provisoria
Anloaio Francisco Diaa por ter finalizado
oseongojara-nlo e haver sido dispensado
d>set vico da Secretaria Mi itar onds se a-
uh.\a empiegado.
THEZORARIA A PROVINCIA.
EDITAL.
O Illm. Snr. Inspector da Tbesouraria
desta Piovimia manda faser publico em
cumpritnento da Portana dj Kxm. bnr. Pre-
sidente da 11 do crtente que nos das 24 1
al), e %J de Julho prximo futuro se hade
rtcmat.il em hasta publica o furo das Caixss
1 Feixos d'Assurar aa confnrmidade do
art. 3. 9 da Lei Provincial o. 7i do 3o de
Abril de 1839.
As paaaot que ge ponoserem cita arrn-
malaci comparcca5 na Salla das Sassoens da
Thesouraria Provincial nos din cima indi-'
c.dos munidas de Fadores idneos.
V. para constar se mandou affixar o presente
e puhlical-o pelo prelo.
Conladoria e Tbesourcria Provincial aa da
Junbo de 1839.
Joa Baptihta Pereira Lobo Jnior.
Diversas Reparticoens:
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
__A Pacta heamesma do r.uraero i53.
A arremataplo annunciada pava o dia 17 ,
continua amanhia aa horas do costume.
MEZA DO CONSULADO-
A Paula he amesma do Duuieru i44>
PREFEHJTRl.
Parte do dia 16 de Julho de i83p.
Illm. e Exm. Sur. Ptrtecipo a V. Exe
que das partes bojo recehidas o'ala Scrc-
(aria iia consta ter occorrid. novidade.
Dos Guarde a V. Esc. Prefciluta da C
marca do Recife 16 de Julho de 1839. Illm.
Exm. Snr. Francisco do Reg Bu-ros Pre-
7deote da Provincia. Francisco Antonio de
S Brrelo, Prefeito da Comarca.
Parte do dia 17
Illm. e Exm. Sor. Consta das partes bo-
je recebidas nesla Secretaria que forio pre-
7os hontem a-minba ordem os individacs
seguintes ; JoaO Roma de Moura pardo ,
e Antonio preto escravo de Jlo Baptitta ,
pelo Sub-Prefeito da Freguciia de Santo An-
nio, aquelle por ter sido ac'tado em sua casa
um escravo furtado n este por ser o escrava
achado ; e Francisco Xivier Correia pardo,
p-la 1. ptriillia do ditlricto das 5 Ponas,
por se Ibe ter apprebendido bum furador ,
com o qual partendia a&sassinar a una portu-
guez, cujos presos ttveraS o competente desti-
no.
Dos Guarde a V. Ex. Prefeitura da Co-
marca do Recife 17 de Julho de 1839.
EDITAL.
A Cmara Municipal di Cidade do Recife 0
seo Termo, etc.
Faz saber, que em cuooprimeoto do art. 8.
do Regulameoto de aS de Janeiro de 18J ,
concedido para arr6cadcl) do Imposto de
2o por cenlo sobre o consumo das aguas ar-
demos de produc cido nicamente para servir de base a diti ira-
posica em o 1. simestre do corrate anno
financeiro o precj de .juo rs. por cnida no.
va do sobredito generes.
E para que ebegae a noticia de todos te
mar.dm publicar o preenfe Edital.
Paco da Cmara Muuicidal do Recife 1 3 de
Julho de 1839.
Jos de Ba.ros Falcio de Lacerda.
Po Presidente.
Fu'gencio Infante d'Albuquerqne e MJloi
S creterio.
Adminilraca'j dos Eblabelecimeatos de Caii-
dade,
Po-iaule a Adnnitrac<5 dos E>labclcci-



DIARIO DE
c
PE R N>M,BCy' j
liadi
llar
inentos 'le C*ridade
qoem por menos iser o fornecimento da pi
pira b dos mesmos Eslabelecimentos :
as pesara que o qu seren arrematar pode-
nefli
ichat
he preciso advertir
cluida inuila parte de divida! anliqui-si-
mas tinhase feito independencia e o
paiz seachava no comee de sea eststreleci-
r.o comparecer no Grande Hospital desta \ mfl\0, Achou o Sr. ex-minisiro da fazends a
:'.d*.e.!,".d'a ,9dOCO'eDteaiei 4 hc-< divida de 33 mil contos quando entren para
a adminislracio e quando largou o minia-
ras da tarde.
Sulla da Sess5es d'Administrsca dos Es-
t -be le imtiilo de Ciidjde l5 de Juiho de
i. M. dii Cruz.
Escriturario.
1 .'
Terrenos de Maiioha.
Havendo-se principiado no dia 9 do cor-
reiite mez a medicio dos terrenos de Mari
nliado ai co de S. Antonio era direcco ao
Campo de P.lacii velho devendo vollar pe
la ra da l'loteutina ponte da Boa-vista c
Cariuo velbo c nio ten io comparecido os
possuiJoivs (.0 dito terreno o 1 Im. Sur. Jns-
pector Geral encarregado de faser executar a
referida mediiSo manda que se convide a to-
dos es possuidores dos sobudiUs Itiren.s
para que bajo de comparecer as Tercas ,
Quintas e Sabbidos logo depo s d 8 6 ho-
ras da inaahia oa certesa de que aera' consi-
derado devoluio o terreno desocupado do
qual se Ihe nio aprsente titulo de sua posse-
to. lospeccio das Obras Publicas 9 de
Julhode 18^9. J.io Francisco Ba>tos Es-
ciitio interino.
A NN UNCI.
O abaixosss-gnado faz constar acs Propri-
ttttM dos Predios Urbanos desta Cidade e
lerio a divida montava a 5^ mil cont?.
Ni > tei so estarei mal informado : creio que
no. A'vista disto me parece ter demonstra-
do que o Sr. Calmon duplicou quasi a divida
publica dorante a su* administrarlo ; e por
isso disse en mulo bem que a nomeacfo de
S Ex. para o ministerio era synonimo de
divid horrorosa.
O estado fioanceiro do paiz, quando o Sr.
jbre os rros populares rola
l ssnde
moito me penhorara5 ; com 1 publicaco do
artigo, que agora Ibes remeti sobra igual
materia, muito msis honraro
Ao sea Correspondente.
verdsdeir
Calmon largou a admioiitraco era tal que a noais revoltinte do que esses* mdicos, que
commissfo de exame-de thesouro deu em ao eonhecendo as difficuldadea de sua arte, tal
muito ainda se ignora 03 veraaaeiros ng._
oses, e ao mesmo tempo o nico meio do
progresso.
I Respeite o medico moco no snciao seu col-
lef.a a madureaa de experiencia a segaranca
e penetracio da vists ocabedal e solides doj
Conducta do Medico para com seas Collegss. conhecimentus babilidade em discernir
que he realmente esseocial a fundamental do
As relacoes que entre os mdicos existem qUe he pouco importante e puramente theori-
sio de dua especies genes e particulares.
Ia Relacoes geraes. As relacSes dos mdi-
cos entre si deveraser fundadas sobre huma
estima reciproca oa so mnnes sendo esta
iropossivel, sobre a tolerancia. Nao se per-
do* ao pob'ico por arrogar-se o direito de jol-
gar o medico, he verdade, mas eu inda vejo
co
de setembro de i83i hum parecer de que
v u nicamente ler a conclus*5 por que
elle be grande e nao quero gastar tempo.
Diz a conclusao : *- A' vista destas ultimas
addices a commissio apesar de nio achar
aellas huma im/BWdiaia r-sponsabiidade da
parte dos ministros comtudo aprsenla so
conhecimento da cmara para avalia-les e
1*5 desapiedad-*mente de seus collegascm du-
reza acrimonia c despreso descobrem seus
de'oitos, e procurad celebtisar-ie rebiixan-
do-se.
Que ni j possa eu gravar, com letras inde-
leveis no coracio de todos os meus collegas
eatas valiosas 'palaVras; Todo aquello que
abate seus collegas abate a arte, e a si pro
dos dinbeiros pblicos pelos transactos mi-
nisterios.
Outro documento em que esta assignado
o Sr. V&sconcellos eotoridade indeclinavel
o Sr. ex-ministro da fazenda hei de apre-
s ntar para mostrar qual o juizo do paiz e do
mesmo Sr. Vasconcelos a respeito da admi-
nistrarlo do Sr. Calmon. Diz este parecer
(o orador leo parecer da te rea ira com ais-
do Hamo tos Ahogados, e Magdalena que slo de ftMnda de 4 de mmtmya de ,83o ,
a dever a respcrtivs Dcima | em ooe^, ceminjio dec|ara qiw a v,la da
o publico conliecer do desleixo e descaminbo prio se rcbaixa I Porque qusnto mais conhe-
cidos sfo do publico os deffeitos dos mdicos,
linda se achao
i)oe indo se ja Ultimado o pr>o mai caco
nao 10 i ai a o pagamento to semestre findo ,
retro dos ai.tenoies ; ptssa na conoimidmie
da Le a preceder t xtculivameiile cintra es
< roissoa se al odia 3o o rerrente tntz nao
realizaren) seus pagamentos.
IVlera de lini.l .s Internas Provincias de
Peumo Luco 16 fie J11II10 de iS'ig.
LuizFraarflCO de Mello Cavlcanli.
Kscmfo e .Administrador.
DiseuSfO do Sr. Dppulado Alvares Machado
j iciiuneiudo na Sessa de 20 de Junho.
Conlinuacio do n precedente.
O Sr. Alvares Machado : Ah muito
cbrigado.
En a d'zendo que passsiia pelos desper-
dicies que ainda ae platica ao por que a
hora eat dada e aie-n disto o Sr. ex-mi-
descoiGanca dos povos sobre o ministerio ,
niosoanimava a propr medida alguma ten-
dente a exigir hotos sacnBcios da naci pira
mt-Ihoramento do meio circuanle, com re-
cei > de que sejio por m direceo desviados
dos si us vetdadeiros fina oa convertidos em
damnu dos mesmos povos e de soas ga-
r-.ntias ).
O Sr. Nunes Machado : Lea as assig-
nuturas.
O Sr. Alvares Machado ( : Os Srs.
Gervasio Pires Ferreira Vaseoncellos, Ma-
nuel do Naciment Castro e Silva Duaite e
Silva.
Ntidio.ro nulhoramento na arrecdaca djH
rendas Um (ido lugar drame admiwistiaca
do Sr. Calmon No tempo do Sr. Calmon
se creou a scciedtde dos Columnas ; houve
commiises militsies ; houve suspences
de garantas t e em (im ssbio do ministerio
ladesaceditado que a cmara doa depu-
udos, em i83o dirigi ao trono oseguiule
tanto maie despresiveis so Ibes pintiS aos seos
olhos, evem assim a ter grande prejuizona
confianza affeets sarta medica m geral, e esta
diminuicio de conGanca he nociva a cada me-
dico em particular; e por conseqoenria vem
a padecer igualmente aquella que denegrido
tem aecs collegas. Nao deva entrar em duvi
da que o publico se nio intrometteria em cen-
surar os mdicos, nem suas fallas Ihe daiia
materia vasta para as suas conversages, se
por ventara os mesmos mdicos Ihe nio des-
sera semelbantes exemplos. He nacessario
auppor-se o egosmo pedantesco, e huma que-
bra completa de bom senso no medico que iato
pralica o que por huma tal accao julg* ele<
var-se na mesma preporcao que aos cutros re-
baixs. Alem dislo, huma semelbante con-
duca he diametralmeute opposta aos preceilos
da moral e da rebg|io que nos ha preacripto
huma lei de nio patenlear os defeitos albeios,
mas sim encobrilos, Hum medico que falla
mal de seo collega perde dobiado na opiniio
do homem de bem, do aue aquelle que or
e he criticado ; porque huma accao excede |eo aspecto das cousas e sua .igaificco:
em peioramenlo m ora. Em na* b. no, 1^ or nt0 BtJOf,fel que hum edieoe*.
eesaario traaet-se aempre de memoria esta re. ^, da conducta de outro medico, si el-
gf. laasareis pela mesma rasoura de que ,flio%s,iter presente, e se ni3 se ioforosr
vos 11 verdes servido. Aquello que os oulros exactamente d*s circunstancias occorridas.
trata com altivez e dureza pode estar certo,
, o tacto medico (cii cuostrnria qM fu o
grande pratico e que se nio aprende parque
nasce com o individuo) isto he a soaner
de deduzir de principios geraes o que ao do.
ente pode ser applicado e de individu*|jiar
o mais possivel o caso presente, assim como o
tratamento ; respeite nelles igualmente o co-
nhecimento que (em adquirido dss propris>
dades mais secretas dos medicamantos, e em
conclusio a dita que tees de en qualqmf
'circunstancia encontrar o lugar o lempo (
medida convenientes. Che o de modestia ,
vido por instruir-se, busque o medico naocj
ganhir do praiico encanecido sua conanca t
sos amisade ; consulte-o as occasies arrisca-
das teslemunhe em suas convers c5is inie-
resse e facilidsde em instiuir-se, que assim
nio s conseguir bum titulo distinelo como
agencala hum protector qoetio necessafio
se fax ao medico que entra do comeco no ex*
ercicio de sua pro6aiio. Do sua parte tura-
bem o medico ancio honre em bum mais mo-
fo sea olbar fino e rpido suas novas idees
sobre a maoeia de encarar a naturesa mir-
le sua acvidade, seu desejo de saber, seos
constantes esforcos por alcancar a. voidade, o
zelo, a vontade ardenta de plantar o bem e a
insiruccio systbematic* ; e nio se olvide da
que j passou por este portuso que i ramea
sas dilhculdades tfferece a bum principiante:
partilhe cjm elle, mas de hum modo bese,
tolo e paternal o thesouro de seu saber; bas-
que trusel-o aempre m guarda contra seus de-
feitos desculpaodo se todava a as enea-
brmdo sos olhos do publico 5 mas sobre ludo, J
quando be achem em consultas e que Irats
hum doenle com elle, sua ioda'gencia auba
de ponto porque a opio o prenunciada par
hum medico aociao pode muiias seits decidir
do futuro de bum medico moco Huma
verdade bem contestada be que na medicina a
mais insignificante cauta muda rrpentinamen
de ser cora j u .la rasio da mesma forma trata-
do. Modestia na conducta e em seos julgs-
mentos, he huma bella qualidade para todo o
Hum medico que julga seus collegas de hu-
ma maneira d-sfavoravet, d sempre ideia de
intencSes malvolas cu o que be mtis pro
O Sar. Altares Maxado Foi spprova- tn;\a.
pnmeiro pene
^7j^lSSr 'Sr nrePsir l ** "' ^Vo" 'fo"i ^eiudo | A m.dicio. es,.' aind. longo de ter tocado Z" nio *t deTnt flZ
i!.. '_! u...:\2.. qU!.' .?;. f't"" If,no Parecer wP"d Snr. Andrada | o teog.o de perfeiio e de precilo para ludo em abono de seu callega o que nio ha
instancia todos diffic. Assim pratiesndo elle se dar ao rea-
Andrada \ o seogio de perfeicio e de
O que li ni8 foi que se posss julgsr em ultima instancia toaos Ass 1 pi
mas foi a mesma res- osmeihodcs iberapeulicos ; pi nio temos peilo respeilando a proGssio que exerce
hum cdigo legal e geralmente reronhecido 11 a Relacoes parlicolsres. Sa8 as relacHes
ixasaeonait d 7 P^e'^den,* n, P0MO ^"* he''cito a qualquer medico ter suas opin5es tidas entre 01 mdicos respectivsmente aos seo!
p cos aivida tinuar mais na auzencia da Snr. ex ministro particulares acbre o organismo e a maneira de de entes. Fallaremos primeirameole ds con-
com que entrt na ad- da fasenda. Eu nao sod daquelles que se o tratar, com tanto que nio seia contrarias sullas. Consideradas de huma maneira ge-
aproveilad da auzencia de bum cohVga para rsio, nrm a experiencia. Ninguem se stre- ral ellas slo uteis mas quando se passoen
Ihe cravar o punhal pelsa coalas : se em al- j ver a negar a exiatencia de muilos censes na ir nuitos mdicos sua utilidide be probls-
guma occasiio eu ver a honra de fallar so- therapeutica pelos qnaes se vai ter a huma i matica. Si forera unnimes as opinioes ha
hie o mesmo cbjecto .estando presente o-Sr. fonte, e que ss con trad cedes sppr. ntes que supeiflu* a reunio si diffeientes vsm per-
ex ministro da fasenda tei enii > a dille- apresenlao os tratamentos nio possa6 ser re- luibar o tratamento : as paixoes e ss persons-
dente, nos es Br.zileiros ," a vezes bebe- Ma"xd r"e~0~'0 i^
mos as aguas do Letln, e somos muilo sujei- 0 prcj,cl0 de le,PosU ,
tos anos esqureer boje do que hcnlem se pCgta
P*ssou. Por isso be que S. Ex. nos diz
demonstre que eu dei
n>aicr do que aquella
*uinslrtco._
Piada direi sobre a nio arrcmalacio da
alfaodega ; nada direi cobre a falta de mul-
los impostes que exisliio e que nao se apre-
senlilo ; aua direi mesmo sobre os nossos
diamantes at aliados aoa quilalea sera deca- j aneados tcp"cor"m que'hjV"la"lle
relo do numero de prca a e da qualidade de entio ,,e| de ,oC,r
cada pedra se pedia se rod chamar. Nio j Termino disendo qu.
e em
sol vid
se note
possi ser re- luibar o tratamento : as paixes e ss persoas-
*s 6 negadas pelas diveras reacc5es que lidades intervero ordinariamente em taes oc-
em no organismo. A nalurez orgnica casioes e o que msia triste o ioteresse que
, luar os nossos generara. A esta respeito dis- i la se lira sio primeiro que todo certeza e leslia be complicada e renitente e que o ms-
qsetudequ.ntopodi.d.er: rest.-me semen-| esl.bilid.de na medicin. i por lano o medico died fluc'ua n.joeerfer.t quando o doeota
io fallarei Im.bem na colonia fin.nceir. que | r,tS ( qu,r qu. eu d eU,g0 ,qudlw que i mfiamotM hra 0 COfpo vj, ( (De|hor
S" IeS^7Ep?rh'rX T*Z7- I ^ ,eSpnder 8 Sr- 22!^ d* U"" I*" > I** *,. a k*aUn: p;;de7oo;>,.ncV pando boma rMds.1
-que sequer que eu elogie es nossos geaa- ciados agentes ealerioras esobre ludo dos
es-
vinha para organisar o noso lhe>ouio, ou
fzer hum ihesouro de vapor ( risadas) j
tnas o que nio posso deixar de dizer he que
o Sr. Ca'mon cunbou em roceda de cobre 10
mil conloa j emillio em'spolices 13,o46 con-
loa ey.aooccntcs de presas i83i e
ine S. Ex. Uve grande parle as despezss
da caixa mgica de Londres. Mas emfim ,
V. Ex., Sr. presidente, diz que siocoasaa
que tdo mundo tabe que sio cousas mui-
to antifas Hiouvera a Dos que assim fosie;
trruveraa D us qoe nio titeasem esquecido,
porqneentioo Sr. ex ministio da fazenda
ufo leria entrado' para a adunuistiario com
Untas rsperr-nets do paiz.
A Hossa dir:da em 1897 era 31 mil onlo.
S. Exc. despachou apreaente-os vencaOo
res, e n*5 derrotados, porque cuita roe a
elogiar a quera itttbe denotas e derrotas
m consequencio de seus vrrot. De-me sua
S. Ex. genera* vrncendo e perdoando quin-
tos possa e eu enlio ttcetei encoaius aos
que gmharem louros i>e#ta guerra de mata
ira ios.
Correspondencia
Sis. r.edscloies.
Se crin o que se dig In6, pedida neo,
nsrrir en o *.* s3i do sea apuciavel jornal ,
deve roabecrr as virtudes e propiedades das
drogas e mais perfeilo ae faz pela acquisicio
da pralica. Deixemos que cada bum tenha
seas opinioes e seu systema particular 5 re-
levemos ao medico moco es gabos que se d de
feliz por ha ver adquerido novas ideas a seu
ver, n ais completas e por poder demona-
tral as escolsticamente ; mas ninguem acre-
dita er o nico clavicolatio da verdade, res-
peite todo o medico as opinioes doa da aoa ar-
te e mais que moito ss que dimanaren dos
pi ticos ancios encanecidos na experiencia ;
leabi'e-re constantemente que aqnelles que
pensad ler e.'gotado ataca do saber, apenas
tem galgado o pritreiro degrao da escada sci-
entiCca, o que 1 duvida e a confiri de que
ponsabilidsde pesa sobre o medico, ou bnai-
menlc quando pelo grande internase qu Ihe
inspira o doente, o medico deioontia de aaas
proprias forcas. Mss para boma consulta sur
pi oveitoss so doente compre reuuir as eon-
dices seguiotes :
O numero dos mdicos deve ser limlurjo ,
dous at trez sio bastantes: he oecassario qoe
lies nio srjad inimigos, caprichosis, neos
partidarios de huma seila a priou e sis
formados na escolha de huma experiencia loa^
ga e quesejeS dotsdas do talento de co*
prehrndur, e penetrar os pensamtnlos dos
onlros.
A consulla tem essencialmcnte por fonda-
ment esclarecer o diagnostico a determinar
ss causas e o carcter da molestia c eslabele-
cer as basts do tiatamanto que o doente de-


I
DIARIO DE PftNAMBU CO
ve^guir, que sers confiada ao medico as-
liseme.
Os mdicos consultantes lero rouito ero
vista o bem do doente ; -reunindo seas esfor-
cos, elles procarara'd eheger niiis brevt ao
ronhecmf nio perfeitndc sua individualidad*.
Si os mdicos se penetra;sem bem desta sim-
plet obrigacio, que a consulta Ihe mp5e
nanea finamos estas desilitlligencirs essas
diseussdes calorosas e scenas escandalosas e
as eoosultss seri.d sempre de hum prove'ito
real para osdoenles; mis desgranadamente
vemos qua muitas veiee se reunem mdicos
para darem se importancia isoladamertte ,
para m< sclarem a conducta seguida pelo me-
dico assisteote, e m ve de se instruir
muiuimenie, tratad apenas de fater trium
phar opimdes pesscaes. Daente nlo deve ser
testemanba da consalta ; basta que aaiba o
tea resultada d pota de terminada. O med -
cd que chamado para boma consulta, faz
sqspeitar ao doente que alenla* foi mal di
rgido seu tratamcn'o, pratiea huma acc#6
ignobil, ao mesmo lempo desanima ao do-
eme. Cada hum emita por ana vea, suas
opioiad a se oa pareceres forem diverses' de-
em setxplicacdes comclrm sem pertinencia,
neo sofismas ; pesem-sn bem ai ideias con
trariea a fim da at pode re m admiltir ou em
caso contrario para cada hum poder comba
tel-aa faxende tnumphar sua opniad. Por-
que na epocha presente es mais frequentes
diseussdes provea da aaaneira porque oa ho-
meos se exprimea e basta muitaa votes u-
sar-se de outros termos para sanar toda a
diftienld.de.
Quando hum medico tem boma ideia ou
hum remedio predilecto, sujeitando-se os
mate a sua prescrpcio quando nao posta
dab resultar damno algn, ao doente prova-
se que na junta ou consulta nenhum dominio
leve a pertinacia lode-se esperar deste
maior condescendencia em cousas essenciaes ,
e de huma aubida importancia. Mas aconte-
cando que os mdicos te nao conformen! sobre
as bases do trata ment, o nico recarro neste
caso he submeller a decisio ao doente.
A rile enlio compete pronunciar-so a fa-
vor do medico em quem leoha deposledo ma-
ior Confianca cajo traUmenta qaer se-
guir.
Nada ba peior do que o habito de cerlos do-
entes, que consultad a escondida medicas
em ser oseo asustante e riada ha mata rcr-
ptebensw I do que a conduela de alguns m-
dicos que abusando desta tavandado e cir-
cunstancia tratad de denegrir o medico as-
sistente para lirar-lbe a ccnfjanea. Hum me
dieo virtuoso jamis deat'arte pratiea 5 esta re-
pulsar severo Ues doenlea, a lbe far sentir
af indisoripcio de semelbante passo, a a im
possibilidade de formar hum juno segu o pa-
ra orientar seos consethot, sem conhecer as
bases do tra ti ncalo em pregado pelo medico
Mstente.
KIo ie snpponba iudifferenle o exprimir-se
vagamente sua opinioacerca da molestia e
os meioi aempregar-se; porque dahi pode
mu bem resultar, sem a menor intentio cri-
minosa duvidase desconfiaucas 00 espirito
do doente qae venhad a degenerar em difli
culdades a desgestos para o medico aeaistenle.
Conbeceudo-so poram qae o doente he mal
dirigido, enlioqualqaer eonsideracl) eetra-
nba deve de a p parecer a face da obrigacio
que nos snpdea medicina desairar o doente.
Se hum perigo existe entinen te be necessario
obrar de piompto, a fater oque odever a a
coosciencia ordenad. Medico alguna de ver-
da deiro aeoto se pode em casos taes dar por
oileiidido. Se ao contrario o caso nlo for ar-
gente propde se huma consulta, 9 bavendo
repugnancia da parte do doente porque ba-
jad rasdes particulares deve-se -enlio con-
m
nansana
cao de qu nao s seo lempo e o seo trabalho
for6 desperdigados se na6 que sua modes-
tia fora aggravada eque se tem tornado in-
caravel. Quem assim procede nad sabe no
certo avaliar quinto semelhaolea deelaraedes
contribuem militas vezes para envenenar Os
ltimos das de vida de hum doente tensivel e tiver adquirido.
...:!...:_., n.___. .... ..... _- 1
Se o succ-sso Ihe for favcravel elle gozar
d'i satisfsead proporcionada ao bem qu
tiver feito ; se o soccesso lbe for contrario e
qae as partes contraiiat venhio a prevalecer,
elle lera sem pro por consltelo o testen unho
de sua coosciencia e o gozo da honra, qae
^
pusilnime. Deve se por tanto nio s por
humanidade e amor pelo doente senfo por
dever para com seo collega approtar o Ira-
lamento prescripto, assegurar o doente "de
sua utijidade, e attrbuir a falta d hum
prompto soccesso a outras cauns' (1^
-TT--
Variedade
PATRIOTA.
'Patriota' o que n'um governo livre ,
ama a patria e constilue toda a sua felici-
dade e gloria em soccorrel-a com disvelo ,
segando os seas rucios, e facilidades.
Servir patriadlo um dever quimrico,
a obrigacsd real. Todo aquella, que es-
tiver convencido de que b deveres lirados
da constituicad da natureza de bem e do
mal moral das cousas reconhecer o que nos
ebriga a servir patria oa ser redolido a
mais absurda inconseqaencia. Q ando 1 s
eslamos convencidos d'este dever, nad nos
difficil o capsetarmo-nos de que ella pro-
porcionado aos roeios a occasideaem que te-
mos de precnchel-o e de que nada pode dis-
pensar-nos do quedevemos i patria, qoan-
do ella neceasita de nos a quando nos pode-
mea servil a.
E* duriisimo, diro os escravos ambicio-
sos renanciarmos aos prazeres da sociedade
para consagrronos noasoa dias ao ser vico da
nosso patria. Almas baixas vi com isto
daes a entender, que nio tendea idea algia
dos nobres a solidos prazeres Crede-me ,
em a vida oceupada em procurar-se o bem
da patria encontrlo-se prazeies os mais delici-
osos e verdadeiros, quaes nunca encontrou
Ce?arqa>ndo distroio a liberdada da sua.
Desca tes edificando no vos mundos; Burnut
formando di ierra antea do diluvio; Nawton
mesmo descuhrindo as verdadeiras leis da na-
turesa nao sentirad mais prazeies intellectu-
aes que um verdadeiro ptriota que oc-
cuPa todas as forcasdo seu intendimenlo o
dirige todos oa seus pensamantca e todaa as
suas acedas ao bem da patria.
Quando um ministro de estado forma no
plano poltico e que ssbe reunir por meio
d'um plano grande e til as partes que
parecem mais independentes ello intre-
ga a este plano com tanto ardor e prater ,
quanto os genios que acabo de nomear se
lem ntregue a suas iodagagoens ingenhosas.
A saptiafacio, que um philosopho especu*
lativo tira da importancia dta obejetos, a
que se spplira oui grande convenbo
nisto ; mes a satlsfscso do hornera de estado,
animada pelo patriotismo vaa mais longe :
com a execuc*5 do plino que elle tem for-
mado, sea trabalho e seus prsaeres se aug-
menlio e se variad } a sua eiecuaad ver-
dade muias vezes ae acba impedida por
circunstancias imprevistas, pela perfidia de
seos falsos amigos pelo poder de a. ns nmi-
gos ; mas a hdelidade de alguns hon-t"ns o
indemnisa da falsidade dos oulroa. Os ne-
gocios de estado lalvez me digio, lio pa-
ra aquella que ae involve nalles a especie
Logo que a fortuna acabou de preparar os
acontecimentos para abater a repblica Roma-
na Catad pela sua virtode demorou por
alguiti lempo a sua queda. Se elle nio pode
salvar a liberdade de Roma ao menos pode
prolongar a sea daracid. A liberdade teria
sido destruida por Ca ti lina qae era apoiado
por Cesar Craaao e outros semelliantes ,
se ella nlo tivessa sido defendida por Cicero,
apoiada por Catad e alguna pr trilas, Es-
tou convencido de que Catio mostrou muita
aeveridade para com os costumes de Roma a
muito abandonada mais abominavel comi-
nead; elle ira tou sem geito um corpo asado:
mas se este cidadio 'patriota' e virtuoso se
nganou nos seas remedios tem com lado
merecido a gloria que adquiri pela lirmesa
de sua conducta consagrando sua vida ao
ser vico de sua patria. Ella teiia sido mais
digno de louvores se tivesse persistido ale o
Sm na defesa da liberdade : sua moile teria
sido muitomais bella em .Manda, do que fot (03
J-ie.
Bem pensado, ae este grande homem ,
ma que elles deverlo pagar a quantia de do-
os mil res de mais vindo todos os dias aa
horas do coslume, at qae cheguem da Fran-
ca as novas vistas qae o director dosobredito
Cosmomma espera.
O Director e pvoprietario do Cosmorama
partecipa que lem destribuido as vistas do
maneira que as jaqellas podem-se abrir fi-
ficando dota forma a salla mais espacoza,
e mais galante, e penca elle agradara' com
isto muito aos Snrs. subieriptores e os qae
quiserem gosar das sobrtditas vistsa.
Avisos Diversos.
sus
quise so, tem, por seu patriotismo,
pendido o poder di fortuna com maior ra-
fnd muitos patriotas em urna nacd livre',
iodem por sua cor- endor a constituicad do Estado contra as im-
preas dos mal intencionados, que nio tem
nem as riquesas de Cratso nem a astucia da
Antonio, mas quando muito o furor d'um
Catilioa e a indecencia rj'um Clodio.
Em quanto a mim, que, por scootecitnen-
tos particulares nio lanbo ja mais tido a fe-
lecidade de servir a patria em ora emprego
publico, tenbo ao menos consagrado meus
dias a o trabalho de conhecer os deveres dos
patriotas, e talvez hoje esteja em circuns-
P<*rrouts-se a meacio de um sobredi-
nho na ra Direita por urna peqnena cis%
terrea : a fall-r na ra d'Hortas D. 59.
A pessoa que precisar de huma ama se*
ca, dirija se atraz da Matriz de Santo Anto-
nio a casa O. 9.
Antonio Rodrigues Samico, actual ar-
rematante do imposto de 20 por cento sobre
agoa rdante, que se consumir nos Municipi-
os do Cabo, Brejo, Goianns, Garanhun, Flo-
res, Tacaral, Cabrob, Cimbres, Serinhaem,
Rio Formoso, Limoeiro, Bonito, e Nazareth,
tendo principio dita arrematacio do primeiro
do corrente a 3o deJuIho de iS{-a, e como
lanciona vender ditos Municipios pelos mes*
mos 3 annos, qualquer pessoa que os queira,
comprar dirija-ss a caza do anunciante no pa-
tio da Matriz de S. Antonio D. 9
Nio ae tendo realizado no dia 16 a ar-
remalacio da Sumaca S. Jos Palafor, v.lia-
da em 8oo'ooo rs. ficou transferida dita ar-
rematacio para o dia 19 do corrente, as 11 ho-
ras da manhai na praca do corpo Santo.
al Preciza se de hum caxeiro capaz e que
tmha pratiea de balciu para tomar conla de
huma venda por bataneo a qual tem tres a
quatro con tos de reis de fundo, em muito bou
lugar, da-se hum bom ordenado, ou intereco
a pessoa que pe leader, dirija-se a o porto dos
tancias de indicdl-os e pintal-os. Em fim I canoeiroa noarmazem de madeira, ao pe da
nio s til a repblica o homem que de- [ ponte da Boa-vista, ou anuncie.
leude os reos, e julga na paz e na guerra ;
mas tambmn o aquelle que exhorta a mo-
cidade, que, na grande necesaidade de bons
preceitoa instrue, csn.*ura, e leprehende os
ni da av.reza, e da devusidio.
(Tradutido do Cavalheiro de Jaucourt).
de lotera. Embora mas i lotera em
qai um homem virtuoso nio aaber perder.
utuuioar em irgreds as sidico saa cpiniio
aubre hum melhor tratamento sem que o do-
ente tenha a menor sospeita a este respeto.
Mas se este tiver perdido toda a coniaoca em
aro medico e de outrem reclame os cuidados
lie nao os pode nem os dte negar, e o me-
dico aisistente nio (em de que sa agastar por
que a coofianca be livre para qua aio sefa
ttspeitada. Enlio aa proceder francamente
com cirevmspeccad e eomo be proprio de
hum homem civil e bem educado.
Quando hum doente percorre de hum para
Ontro medico, para justificarse de sua in-
aoastancia dix ordinariamente muito mal, a
alto e a direito do que tem deisado ha pou
*o; e desgracadamente a poltica doa mdicos
n'gares os incita aprestar fe'aos ana oa dos
1 dans doentes e a catbdemnar, em esleir
'com elles o tratamento seguido at entad.
Mas o medico integro obra mu diversamente;
(1) Estas regras decenducta medica, de-
vem aggradecer-se ao Snr. Doutor Huffeland,
Medico Allemfo, qae leve de clnica, na cida-
de da Berlim e nos seos hospitaes, 5o an-
uos ; c!U cscrcveo Lama obra que bs dig-
na de achar-se as mios de todos os praticos,
he hum legado (como elle meamo o da ) que
deisa sosjovens Doctores; he sem duvida
huma das melbores obras medicas qUo ues-
tes ltimos anuos tem sabido dos prelos Eu-
ropeos. Concisio, claresa, methodo, e prati-
ea despida de jugo algam systemtico a
fasem muito e muito recommendavel.
Os sublimes principios do pai da Medici-
na sio ahi expendidos e comprovados com to-
da a clareza ; e para que nada faltasse a esta
preciosa obra, o auctor a termina eipondo
a linha de conducta que deve ler o pratico no
exercicio espinboso de sua nobre profissio.
Esta obra foi vertida em Francez por Di-
dier e traduzido em Portugus o capitulo
Patriotismo.
E' assim que se exprime com ama s pa-
avra o amor da patria. Roma, Alhenas,
Lacedemonia deverio sua existencia e gloria
a o amor da patria sempre fundado sobre
grandes principios, e sustentado por grandes
virtudes : ttmbem e a esse fogo sagrado que se
deve a conservacio dos imperios; porem o pa-
triotismo o mais perfeito oque se possue,
quando ri estamos cheios da sanlidade dos
direilos do genero humano, quando os os
respailamos para com todos os povos do man-
do. O auctor do Espirito das leis era pene-
trado desse patiiolismo universal.
Idam.
por iRteiro que trata das rfgraa de conducta
do medico no exercicio de sua profissio, pe-
7 lo Snr. Jose.Ylanoel do Rosario oque vem
elle aente quanto huma1.1 conducta be igno- ,r,nicr,o na revista medica fluminense do
bl para com o, collegas, e barbara para Bei de Abll M,0 de ,83
eom o dceutt, poique lie da a tile a convic j r>0 C0eSpondnte.
COSMORAMA.
Desde sobado prximo pasudo que axistem
na exposicio as vistas segaiotes que serio
impreterivelmente mudadas no dia sabbado
ao do corrente a sater :
Vista de Edimburg em Escocia, vista de
Calais em Franca, sendo estas duss vistas
mui lindas e a presentadas pela primeira
vez, vista nocturna dacampo a*oto em Piza,
(Italia), vista das Ruinas de Palmira, lugar
das sabias e profandas meditaedas de Volnev
inierrogaudo iriuU secuius, vista a mais pi
cloresca a encantadora da um dos mais lindos
vales dr Soissa, vista da bella Cidade de
Dordreck em Hollanda, vista do magnifico
cemileriu do Padre Lachaite em Pariz, o
mis bello e msis curioso monumento que
os homens tenbio elevado a saudosa memoria
dos seas semelbantes, vemse os tmulos das
mais illastres personageus da Franca, vista
da Cidade e porto de Argel em frica, sua
posicio no meio de monlanbas etc. magni-
fica vista de Pars antes da revolucio de 93,
ve-se a ponte antiga chamada a ponte nova
da casa da Moeda ete. vista das Rui-
nsj de Alienas, huma da mais antigs Ci-
dades do mundo, tendo mais de i,\oo an-
nos de fundacio, vista do Templo da Con-
cordia em Romi, vista do Palacio de A-
ranjuez em Hespanha.
Continua se a reetber subscripces com
as mesmas condicedes ja annanciadas por esta
foi ha ; Paitecipa-se aos antigos subscriptoies I e cusas ; nesla Typ, se dn' qu-.-m *t o o?-.
que quiserem continuar a verem oCosmora- j gocio
_ Preciza-se de 263$' rs. a juros e para si-
guranca ipoteca-se huma escrav < : a pessoa
que Ihe convier anuncie.
_ Dezeja-se fallar ao Sonhor Tra ano An-
tonio Baptista; e por tanto roga-se-lhe qaeira
anunciar a sua asistencia para ser procurado.
Uina crila de bons cjstumes, e qae sabe
trabalhar em obras francesas ofereco o seu
presumo a qualquer pessoa que dells se qui-
zar utilizar, quem a protender dirija-se a es-
ta Typographia.
Preciza se de cincoenta mil rs. a ju-
jos sobra pinhores de Ouro, quem quizar
dar anuncie
Joana Maria da Conceico, ( confien la
por Joana dos Passos, ) em resposta ao anun-
cio de seu marido Joaquim Manoel da Cos-
ta, publicado no Diario N. i5/, declara 10
publico, ter casado coro o dilo Costa por con-
trato de sepaitcao de bens, exclualo de toda
aomonh).- qae ella nao tem administras
alguma nos ben da anunciante, pois nao ha
b.'iis dota s lodos sio exclozvos da anunciante
oque pode-je ver na Escriptura do contrac-
to ce'ebrado antes do casamento em a nota do
Tabeliio Regia. A proveita esta ocasiio pa-
ra previnir o publico, a (im de que iii,;uem se
fie em ccnlractar com o dito Costa, ( que nada
tem de seu ) na supposicio de ser elle meeiro
nos bens da anunciante,
_ A pessoa a quem Ihe faltou hum chapeo
de sol novo, de seda preta, quando estere na
socieiiikde da ra nova no Domingo 14 do cr-
reme, anunciou pelo diario de terpa feira iV.
15a ; lbe tinba ficado em seu poder, outro
mais vtliiu, e dezejando entregar o alheio
seu dsns, rogava a p s oa nne tivasse levada
o delle( talvez por engao ) o entregassa nes-
la Tipgraphia, mas nao tendo a parecido atli9
a gura a dita pessoa lio esciupulosa,.. o a
nunciante a vizi, assim mesmo, estarja depo-
zitado ueata Tipgraphia o chapeo de sol qae
Ihe licou em trcea pelo seu, a fim de quem for
seu dono, ( dando os signsis cerlos) poder i
hir bscalo.
_ Quemquiser um Profesrorpira ensinar
primenas lettras Gramtica latina Rhe-
torica e Muzca em algam Engeubo ou ma>-
monoSertio: aoniiacie.
_ Pieciss-se de um eaixeiro pira ir pira
Vlacei para urna bja de fazeada: un r*
do Queimado toja de tres portas defraMle d j
beco da Congregarlo.
__ Faz-sa todo o negocio com huma divi-
da ja prompta em execuciu coin ;n*Jtd*Jo da
penhora da quintil d i-jo rs. com jares


fio -
.o
Hioue
Janeiro na roa do Roza
u. 53 ,r l8 um dppOSno de choco!a(e ,
onde **'' _t uq, grande sortimer.to de todas
fS qualide aeg ^ como a,narg0 para o peito
( ch",tD' .do na Europa de Sanie ) superfino ,
** amargo pastlhs do mesmo e
^aslilbas finas tanto a libras como era por
ces, '
U chocolate de musgo he pioco'ardo por
toda a europa e pelos primeros medios da
corte do Imperio do Brasil ( aonde seu au-
etor o tem inlrodusido por nats de 20 anuos )
tem a virtude de dar tom ao eslamago tira <>
fastio conserva as gengivas e o hora alito ,
mata as lombrigas a experiencia raoslrou o
seo bom effeito nas criangas e as pessoas
de inaior idade : tambem he aphcido aos ti
sicos 11*esta corte e na Bahw tem tido n
aprovario das pessoas que d'elle tem feilo
uto e para que nj baja falcificacio leva a
rubrica de sau tutor Ignacio Gonsalves de
.aslio: as pessoes qm nao qui*erero tom ir
embebida, este exctente chocolate, acha-
rn leito em pastilbet para roastigar em je-
jura e nos enlervallos da corrida. Junto
ao niesino chocolate v^i urna rereita que ex-
plica a mullir como se deve tomar confor-
me as (Jadef. E nesta praca se acha a venda
rifi ra da cadeia n. 1, sonde tambera o r-x-
ci lenle chocolate de .Marquis a 1^4 rs< a li-
bra*
Rfga-sa pfl tfreeira ver. ao Sr. E. X.
S. que deixu-se de tanta espeiteza mande
nuanto amea entregar o Euclides, que ero Fe-
ereiro pedin eran/estado por alguna dias, e
sio passados quasi 6 onzas e nada de entre-
gar e se o nao o fuer U-r o desgoUo de ver
o stu nomo por exlenco e clamado a sutho-
r.dade corop* ii'.e.
_ Joaquina Manotl da Costa avisa ao res
peitavcl pubco, que elle he o legitimo admi-
nistrador de sua muliier Joana Maiia da Con-
clelo ( por anlononcasia Joana dos l'assos ) e
dos bem dwseti casal e por isso pre>ine pa-
ja que nioguera contrate cora ella sobre os
beusdo relerido casal negocio slgum pois
tudoquanto a referida sua isulher tem feilo
desde o seu csamento com o aonunciante ate
o presente e o que continuar a fazer de' ora
en diante, sera que o aonunciante fosse ou
teja cuvido he Italia e para que se nao
chame a ignorancia prolesla desde ja anun-
tar todos os conliaios fe'uoa, ou qtra pre-
tender fazer sem o previo consentimento do
annur.ciacte.
Precisa se irabilhe deenchada para uro litio parto da
bebirib para plantar capim ; assiro como de
(> traba'.h'dorrs de enchina para o mismo
/iro na ra da cadt-ia do ll-cife n. 6 a tratar
com IMadcel Antonio da Suva .Molla,
._ Quero perd'0 um menino de 4 j Bn_
ros pn cure a Felipe Lopes Neto na ra no-
ta o qual nao sabe di=er o seu romo.
_ O estrangeiro casado no paiz que se
olTerece no Diario de 16 do corrate, dirija-se
a pracinha do Livramenlo 1).. 19. _
_ Continua-fC a vender teiremos do sitio
da ra doaibo que vai para a tren.pe para
te edificaren cssas uto s na ra nova dos
linieeircs, quejase deo principio a abrir ,
toco na fente iia la do cotovJo os quaes
lenos nao t se vendein a iiihero por
preco commodo cono pelo praio que
contier aucompr.-dor, os ptetendenles podero
contratar o rto negocio curo o Sr. liiigadei-
10 Antonio Radrguetde Almeida que tem
es menanos podeies ou mtsmo coro o pro-
pr.etajio do dito sitio.
_ Piccisa se de urna pesses que saiba
podar parrtirr-s : no atierro de Oliuda pri-
ineia rasa eo p da ponte.
_ l'reciaa-se de alugHi- um nioleque; na
:^ Direita D. 33a
_ Qmm precisar de urna ama de idade ,
para casa de uro hornero solleiio ou de pou-
ca familia cinja-se a ra de Hortas D. 4^-
_ Qualquer Sr. Saceidote, quequeirair
de caiclo para otngenho Ginpapo, destri-
cto de Porto Calvo, emendase cora Alvaro
Jorpc da Silva Loureiro, no paleo de S. Jo-
t a. !
_ Quem tiver para alugar urna n?gfa ,
para lase o sttvito de csa de um licmem ca-
bido si 111 GlLos dirija-se ao foita do Ma-
lo aronaiein de Jos Antonio da Silva Vian-
i,a 011 annnncie.
_ Drs|a:tceo 110 da it do corrente do
pateo do Carino um cavao do rancho de
juuilos, tom es s gnae seguinles : alazam ,
rtnleabtiia bem encocado du mos tn-
Tadoicscuilos, descaiuido a saia do cbo
cortada, pcuc;i.s cimas c, tasi Cjmpid8,
sntgafau dos cii itij onlbs um lano
j'raiides suf e-se ter sido faltado e assim
c ifleicce 10,000 a quem o de.^obrir, e
levar so paleo do Carao a vctda te Nsici?o
Jo* da Costa ou na freguesia da escala no
engenho de Antonio Rodrigues da Silva,
Precisa-se de umeaixeiro pa a ir par'
Macei para urna loja de farendas: a quem
Iheconvier, dirija-se a r-ja do Q leimad
loja de 3 portas defroute do beco da Congre
_ Precna-se de ioo.ooo a premio por
epaco de uro anno dando-sa urna esciava de
hypothffca ,'ficando os servicos d> meama pe-
lo os juros da quanlia j quem quiserdar an-
nuucie.
_ Um rapaibrasileirode dada de- 17 a
18 annos se prope a ser caixeiro de arma-
sem de assucar ou mesroo pira cobrancs ,
e d fiador a sua conducta ; quem o precisar
annuncie.
_. Da-se 900,000 a premio, com pinhores
de 011ro ou prata a mesroo c un firmas a con-
tento adverte-se que com pinhore e d ero
pequeas quantias : no paleo do Tercu D.
67 no segundo andar.
_ Quem anounciou querer cotpprar nm
Magnuro Lexicn dirija se a botica de Joo
Fereira da Silveira.
Alug-se urna cisa sita na roa da Ale-
gra confronte a uro porlo com 5 quartos,
duas salas sendo a de dianle indep?ndeote
do corredor quera a pretender dirija-se a
ra de Orlas n. l3>
_ Quem precisar de um rapaz brasileiro
para caixeiro de engenho annuncie*
_ A um mei pouco ruis ou menos des-
apareceo da ponte da Boa vista urna eraos
aborta, quecarrega 3oo lijlos de alvenaria ,
e nao tem paneiro na proa ; qum della sou-
ber queira partecipar na ma do Queimado,
loja de fenagens D II
* Um sitio em Bebirib debaixo com
arvores de fructo boa casa de viveeda e
suficiente baixa para p'anlacio de capim : a
tratar na roa velba D. 11 ou na mesma po-
voafio coro Loorenco Ju-tiniano.
__ O Advogado Jas Bernardo Gnlvio Al-
canforado mudou a sua reiidencia para ra
do Colegio primeiro andar em que mora o
Sr. Ludgero.
_ Precisa-se alugar urna prela captiva, que
saiba coser, e cozinhar nao excedendo de
6000 mil rs. mensaes ; quem tiver anouoce.
porto desarvorada terga feira 3 do corren-
te pelas 10 horas da mauh no seu armisero
da ra da C ulea.
Compras
_. Dois Diccionarios de ioglez para francs
e dois ditos de ORle para porluguez e dois
Vigarios de OccGel : na ru da Madre de
Dos n. ai.
'__ O Gu;a do Ch'riatianismo ou belesa
da Raligiio Christi por Francisco Augusto
Chateaubriand, tradusido Dor Benveno'o An-
tonio Caetaoo Campos ; no atierro de Olin-
da na primeira casa ao pe da ponte.
_ 4 ou 5 quarlos : nas 5 ponas Deci-
ma 65.
V e n d as
sitio do Sr. Jos Pereira Vianna : a tratar
na ra nova venda de Manotl Ferreira Lima,
Urna escrava crcoula moca boa e.ozi-
nlnira refina assucar e faz doces na rnj -
do Queimado loja de fazeodas D. 4 defronte
da botica.
Duas moradas de casa terreas urna ti.
ta na ra das Trinche i ras D. 5 e a ou'ra na
ra que Gca por detrac d ra nova D. 39 : a
tratar na rus nova D. a.
Cha aljfar, isaon, dito aekin inhos
engarrafados das melhores qualidades fras-
queiras de ginebra da Holanda carne salga,
da em harria cadeiras americanas 8almlo
em latas presuntos ing'ezes para fiambre
queijos londrioos conservas de diferentes
qualidades sedlitz em vidros panacea la-
tas com tinta graixa mostarda sal do
Glober camisas de madapolio de riscado
e baeta meias de li tinta para escrever
oleo de linhic vassoura americanas, agoa
ardenle de franca cils>s de brim chapeos
americanos : caixas com fsforos, tbermo-
metros gramticas inglesas e portuguzas ;
na ra da Crua n. 4'-
Um tefe com o competente trassado,
urna barretina de pello, nm corrame,
urna escovinha ludo para inferior, e por
preco commodo : na ra dacideia velba Dd-
cima a/).
Um R logio de ooro farncec montado
sobre quatro rubis novo e do ultimo gosto
e por precJ commodo; na ra ora casa do
Cosmorama.
Avisos Martimos
PARA TRIESTE por lie Wur mni pouc*
carga segu viagem o muito velleiro Bngue
llamburguez Irhannas forrado de cobre,
quam quiser carregar ou ir de passgem di-
rija-se aos consiftnataiios N. O. Bieber na
ra da Crrtz n. 63.
PARA O RIO DE JANEIRO com brevi-
dade o B igue Escuna Nova Amisade ; quera
qui-er cirregar ou ir de p "sisgem dirjase
a G.udinho Agoslinho de Baos p-acinha
do CorpoSintoD 67, ou ao Capilao Fran-
cisco Marques a Bjrdo.
Lie 1 O
li
de
_ Qucfazim Lullkens & Companhia, por
interveneSo do Corretor Ohveira de um sor-
tiicento de ferrfgens e roiudesas quinta
feira .8 do corrente p-las o ho.as da manlii "> P"P"" P" escrav.tura, por ser mu-
ro da ra da Cruz n. 1. lo eneorpados e de tintas seguras; e cortes
moh-ca da mesma naci, de idade de
15 anuos, tero muito linda figura,
boa conduela ; uro negro cosinheiro de na-
c 1 loanda de idade de 3o annos, e muito
robusto um dito de idade de 18 annos, pro*
prio para lodo o servico todos estes escravos
se dio a contento e se a flanea boas ven-
das : na ra do agoas verdes no primeiro an-
dar do sobrad j D, 38.
_ Formidaveis cortes de vestidos de chita
no seu armasen)
_ Que fai Hermano Mehrtens por'intpr-*
venci do Cndor Oliveira, de nusts graudes
de neio de salla, sefs com seus bauquiohos,
secretarias bancas de jogo de um e 4 P& ,
cmoda] cadeiras Gnas e inferiores, e oulroj
lrstes como bandeijas de goslo moderno^
Silla f-ira iodo carrete pelas lo horas da
manii no seu armasen) da ra da Crus n.
ao primeiro andar.
_ Que faz o Corretor Oliveira de urna
porfi de Larris de manleiga ingleza, e cuta
de s-bo segunda feira ia do crreme pelas
10 horas da manbi no armaiem de Jos
Rodrigues Pereira % beco do Capim n. 34.
O Corretor Oliveira tem para vender
em li ilao ou particular, 1 inteiro sortimeo-
lode ferragensem perfeito estado e existem
em urna loja no valor de 3:807,817 como
do balancoem seu peder cujo esl prompto
a azer patente e as dias feragens lego
que Iho seja exigido por qnalquer pretendenu
adveilindu-se que ao comprador de ludo ih
concederlo os largos prasos de 6 la e 18
meses por lttras salisfatorias : quem este ne-
g rio quiser uliimar, dirija-se ao mesmo cor-
retor.
_ Que f.sero Russell Mellors Si Compa-
nhia por intervcrico do Corretor O iveira ,
_, 4 escravos, um moleque peca de ida-
de de 18 annos ptimo para todo o servico,
tanto da prac como do campo ; urna molaU
de idada de 18* aunos cosinha engoraras ,
e faz todo o mais servico de urna casa { e duas
prelas mocas cora as toesmas habelidades, e
sao boas quitandeims : na ra de agoas ver-
des casa terrea D. 37.
_ Urna negra de nicfij angola,, da jdade
de a3 a 24 annos cozi-.ha lava engom-
ma e he muito amorosa para crian?as : na
ra da Florentina na penltima casa antes de
chegar o sobrado do Sr. Eiras.
Duas vaccas com cria dando leile :
na ra dos Pires D. 11 no bairro da Boa vista
de manh at as 9 horas e das duas as 4 da
tarde.
_ Manleiga boa a ifo e a 3ao a libra e
em barrisa a4<> M ru* '*rga do Rosario
venda da quina defronte da Igreja D. t5.
Superior chirulos da Bibia, do fabri-
cante Groa por preco commodo : ns ra da
Cruz n, 5a, das 9 horas da manhi as 4 da
tarde.
_ Urna p'eta de boa figura e um creou
lo filbo da mesma de 11 annos de idade,
muito bem paiecido para spiender qualquer
officio : na ra do Crespo D. 11.
Botins meios ditos sapatos da be-
ierro para hoVnem e meninos stouTtO bem
fetos e de bonitas formas chegdos ulli-
mamente : na praca da Independencia n. 6.
_ Um pipa e urna meia pipa ambas com
arcos de ferro : no paleo de S. Jos D. 3*
Um fagote novo, c m sea competente
methodo cm a falla do todel, que vplgar-
mente he chamado bocal: na ra do Fagun-
des nas lojas do sobrado do Sr. Fehs Corris.
_ Duas lindas esc avas de naci baca de
idade ds 18 annos com boas ha b lidades, sem coma mescnji roupa.
vicio nem achaque o que se a,-fianca ; urna alio emagro, ainda n.- (taha barba tem
uroa sicatrts na pVna procedida de urna fe-
rida e vestido com a mesma roups ; quam
os pegar Uve ao dito engenho a Ei inio No-'
berto Alves Ferreira ou nest* praca na rus
do Crespo D. 6 que ser recompensado pe-
lo seu trabalho. 1
_ Da se 100,000 a quem apreender, e
presentar nesta Cidade, um negro que da
mesaaa fugio, a mais de deis annos, do
gento de angola da nome Antonio, moco ,
muito ladino de estatura ordinaria roste
cornprido e com ma cas de becbgas olhos
afumsssados denles limados, feio, espada-
do sintura fina coro urna orelha furada em
que uza de argola e be ofGcial de marnicei-
ro f nesta Typografia se dir quem be lea do-
no e que tal gratificacio d.
Escravos Futidos
_- Dimssiana fngida desde Maio,creou-
la estatura media secca do corpo pernas
finas representa 3o annos de idade, falta de
dentes na frente da boca ; quem a pegar leve
a quarta casa Ierren nova do lado direito que .
vai para o Hospicio que ser recompensados
Domingo 14 do corrente fogio um mo-
leque de idade de 18 annos, estatura baixs,
e principio de barba consta que anda nesta
praca genhando, e os outroa negros o p*Ii-
dario por Joio macaco ; quem o pegar leve a
ra do Crespo D. la.
No aabo de 18*7 no mes de Vorerabro
desapareco do engonho libela freguesia de
tTona 3 escravos Lin mola'to de 25
annos, cor escura boa estatuas magro ,
os cabellos sio sio muito trocidos tem offi-
cio de ca reiro pouca barba levou vestido
camisa e seroule de algodio da trra. Joio
Paulo negro b?so preto estatura baja ,
magro, olhos afumaqados, cara chupada,
os dedos da mos nao abrm bem tem de
id.da 4o annos be creouto e tambem car-
reiro anda v.mpre muito bebado, foi vestido
Bernardino ; bgro ,
de riscados de 8 covadas proprios para ves-
tidos', e sobrecasaca : na ra do Cretpo loja
de Antonio da Cuaba Soares Guimaraes, D. 5
lado do norte.
Um negro de dade de 18 a ao annos,
sinda um pouco bucal : na ruado Rangel no
prirceiro andar do sobradado h-co do Liceo
_ Daas escravas, urna de naci rouora-
biqoe e idde de ao annos engom-na ,
cosinha o diario de urna casa, coie cbi e
he recolhida e outra de naci de idade ds
3o annos com s mesmas habelidades ; ns
ra do collegio D. 7 no primeiro andar do
lado do poeote.
_ Um escravode 18 a ao annos, ptimo
official de pedreiro que ganha todos os dias
ia8o ; urna escrava perla engommideira e
Uva muito bem e cozioha o diario de uma
casa ; uma dita com bom Uite para criar e
sem cria ; ou aluga-se um negro bucal de ida-
de de ao a aa annos, proprio para carregar
cadeira ; e urna moleta de idade de 13 annos ,
da naci angola; ns ra larga do Rozarlo D.
7 no primeiro andar.
_ Um palanquim em bom uzo e por
preco commodo : no paleo da S. Crus tenda
de marciiuiro.
_ Um terreno com aao palmos de frente
deoma'poic.ode azendas inglesas dtsem- e com 6oo de fundo lodo aturrado no ah.
barcadas da Escuna Bltkiievau entrada oeste I nhamemo da iui da da Aura.a junto ao
Moviiiiento do Porto
NAVIOS SABIDOS NO DA 17. ,
PHILADELPIUA; Brigue Americano Navar-
ro M. Evaos carga assucar e couros;
passageiros o S. Francisca Luis P., Anto-
nio Biirer e sua Strabora,
LOANDA; Patacho Nac. 13 de Janeiro, M.
Jos Ferreira Das carga differeutes g-
neros ; passageiros a*
MARtNHAO' Cear e Acaracu'; H>; Nac*
S. Antonio Flor do Brasil', Itf. Jos Gon-
salves da Silva carga varios gneros; pas->
sagei'os 5 brasileiros, ^v
PERN. NA TYP. DE VI. F,DE FARlA i83g
ILEGIVEL


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