Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03875


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Full Text
AMO DE 1830 SEGUNDA FE1RA
15 DE JULUO NUAlEllu 15,?;
CAHBIOSI
Julho i5.
Londres q3j*; a0 nape* f0*5
Lisboa Q5 por loo premio, por roetaj, ofierecido.
Frtnc 5o a 3i5 reis por Tranco.
Kio Je Janeiro 3 por ioo p.
Moeda de 6# 4J000 8jf4oo a 3jjfiio.
Pesos Columoarios 1700 a 1^740.
Dittos Mexicanos i^Oto a igbSo.
Palaces Braaileiros 1 jf090 a if;30.
Premios das latas, por me 1 1/4 I 1/1 por 100.
i'M
Tudo agora depende de dos mesmos ; da nossa prudencial
moilrraeo, energa: -continuemos como principiamos I
seremos apontados com aduiraeo ciitie as Naces mas]
cultas.
Procluntacho dtk&istmbka Geral do llrazil.
PARTIDAS DOS CORREIOS TBRRESTESi
Subscreve-se para esta folha a 3000 por quartel pagos adU i
nlados nesta Typografia, ra das Cruzes 1). 3 e na Praca
da Independencia D. 57 e 38, onde se receben eorrcspot-
dencias legalisadas, e anauncios; insirindo-se estes gr.lii,
sendo dos proprios assignantes e viudos assiguados.
DAS DA SEMANA.
*
1
Cids.de da Paraiba e Villas de sua pretencao : t 1
Cidade da Rio (irande do Norte, e Yutas dem a 8
Cidade da Prtale a villa, dem ....
Villa de Goianna ^ S___ i
Cidade de Olinda '" J J .' 9'
Villa de Santo AntSo i'*'***?
Dita d Garanbuns a Povoacio do Bonito; S 3
Dittas do Cabo Serinhaem, Rio Formoso, Porto Calvo
Cidade das Alagoas, e Villa de Maeei. i .
Villa de Pajanrda Flores. '. s
Todos os correios partem ao meios da.
Segundas e Sextas feira.]
Todos os das;
Quintas feiras.
Dias 10, e i{ de cada raet
dem 1 11, o 11 diltodiltoj
Idara dem.
Him 13, diltoditte
doJ.de D. da 1. v. de m.
de D. da 1. vara de niauh.
5 Segunda S. Camillo de Lelli. Ses. da The. eaud.
16 Terca N. S. do Carmo. Rol. eaudiencia do J. d
17 Quarta S. Aleio. Mm. SessSo da T. P.
18 Oninta S Marinos V. M. Re. e aud. do J. de D. da Tara de manh.
lo Sexta S Vicente de Paulo. SessSo da Thes. e aud. do Juis de Dir. da 1. Tara de i-
ao Sabbado S. Jernimo Emeliano. Re. eaud. do J.de D. da 3. vara.de manh.
ai Domingo O Anjo Custodio do Imperio.
Mare cheia para o dia i5de Julho:
As 9 horas e 18 minutos da manhi. Ai 9 horas e 4* minutos da tarde;
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 11 de Julho.
OmcT Ao Itupeclor da Thesouraria sig-
nificando Iha que echndose despendido o
dinbeiro consignado a Cmara de Goianna,
para a obra da Csdeia do sea municipio',
cumpre que faca entregar uns a disposieSi
da mesma cmara a quiotia de atoooUooo re-
s psra cor.liniiacSo da referidaobra.
Dito Ao rnfsmo cowmonicaodolhe que
tendo sido empregado no Coturnando do
Dealacimento da Gnard. Nacionil da Co-
marca da Goisnna o Tenante de primeira l-
nba Reformado Francisco de Meira Lima ; _e
cotnpetindo-lhe o sold e gratificacio addi-
cional pelo lempo que esliver prestando este
servico, alem do de sua reforma como de-
termina o artigo i33 Capitulo 3. da Lei de
18 de Agosto de i83i ; cumpre que nesta
conformidade Ihe mande faier os dividos
pagamentos.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica communicando-lbe o conteudo no
precedente officio.
Dito_ Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife, .ignifiendo-
Ihe que tendo sido nomeado para Tenante
do Balbio de Iguarussn' o Cidado Luis
da Veiga Pessoa ; Ihe ordena que o faca des
ligar do Esquadrlo de Cavallaria da Guar-
da Nacional dste Munipio a que peitence.
Dito Ao Tenente Coronel Commandan-
te do Batslhio da Guarda Nacional da Igoa-
jau' respoadeodo-lhf que foi mandada
passar Patente somen'e ao segundo propotto
na Proposla que scompsnhou o seo officio de
8 do corrente ; visto o primeiro nio poder
ser approvado sem que se tenho cumprido as
disposices das InstruccSes de i4 de Setem-
bro do snno prssido.
Dito Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blica! ordenando'lbe que forneca ao En
genhei'o Augusto Hersting, os instrumentos,
e utencilios que Ibe sfo precitos psra o servi-
co da estrada da Freguesia da Escada a vis-
ta das requesic6es que elle apreentar a Om
de que por falta delles nio venbo a soffrer a-
lrasO*cs trabalhoa da Estrada dequn seacha
o mesmo EogHtfjeiro encarregado.
Dito Ao Engenheiro Augusto iersting,
communicando-lbe 0 conteudo no pieceden-
te officio. ,
Dito A Camira Municipal de Goianna,
respondendo-lhe quanto a primeira e segunda
psrte do seo officio de 5 de Marco ultimo,
que foi enviado ao Inpector da Thesoura-
ria a conta das despesas feitas com a tbra da
respectiva Cadeia com os documentos que a
comprovio, ordenando Ihe que ponha a sua
dispsicfo mais a qQanlia de a.-ooiUooo res
paia a continuaco econcluiio da meama O"
bra e quanto a tercena parte, que remeta
a planta da obra actual psra a vista* della de-
cidirse, sebe mais conveniente levantar um
segundo andar ou alargar o edificio para
algum dos lados.
Dito lo Director do Arsenal de Guerra
para fornecer ao Hospital Regmanlal do_Cor-
po do Polica 5 barras de madeira para camas
de igual nmeros de doentet conforme re-
queeilou o Commandante Geral do dito Cor-
no a quem se ordena que as restilua.logo
que nio farem mais oecessarias.
Dito- Ao Com a anda 6 te Geral do Corpo
de Polica communicando-lhe o conteudo noj Comarca de Naz.reth AppelhnteJoSo Ma-el do, Sanios Pnh,irof pardo, peb Subj
.j.....a noel de 01 v.ra Miranda e Appellado Ig- Prefrito da Freguesia doPo;o, cor ter Lira
precedente officio.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia la da Julho.
Officio -Ao Insppotor da Thesouraria
Provincial remetiendo-Ihe em conseqoencia
da requisic6 que fes em 9 do corrente as
tabellas a respeito dss Caixas e Feiclns de
Assuear que se insporUra nos dous ltimos
annos finaiceiros. -
Dito Ao Director da Academia Jurdica
de Olinda desend-lhe que na5 convindo
que o Arsenal de Guerra se incumba dos ob-
jec'os.que requisitou para oCollegio das
Artes da raeima Academia, seja a conpra
dos meamos incumbida a alguna pessoa da
sua confianc, enviando depois a conta para
ser paga.
Dito Ao dito disendo Ibe que logo qua
for apresentada a conta dos diveraos objectos ,
q' communicou em 11 de Mar;o ultimo terem
aido requist*dos pelo Bbliothecario intenno
da BeWiotheca da mema Academia ser aa-
tisfeita a sua importancia.
Dito Ao dito com o requerimento de
Manoel Figutiroade Faria para dar os escla-
reciinentos requisitados pelo Contador da
mesma Thesouraria.
Dito Aodito com o requerimento de Se-
rafim de Oliveira Mello para o mesmo fim do
precedente.
Dito Ao Commandente da liba de Fer-
nando de Noronba parteciptndo-lbe ter o Re-
gente em Nome do Imperador determinado
em Aviso de 5 de Janeiro p. p. que se abo-
no aos Commaodantes da meama liba ca veo-
cimentos que Ibes competirm segundo as
auia respectivas Patelos em v-tude das
Leis em vigor, cessando por esta maneira o
pagamento da gratificica5 de 36 *. que
actualmente paicebem.
mat.c.5compareca5naS*l'adas Sessoeos da possaidores
Thesouraria Provincial nos dias cima
codos munidas de Fadores idneos.
indi-
11
EDITAL.
O Illm. Sor. Inspector da Thesouraria
desta Provincia manda faser publico em
cumprimento da Portara do Em. Sor. Pre-
sidente de 11 do cortea*, que nos dias 4
36, e 2j de Julho prximo futuro se hade
arrematar em hasta publica o furo das C.ias
Feixos d'Assucar conformidade do
art. 8. da Le Provincial a. 73 de 3o de
* 1 j O^ ryi ua jl iuiuiiiiu"* ^
Abril de 10J9. r.-_ Valhn no tendo comparecido os
A, pe.,o..queBepropo,erem esta arre- &. Ve^ho e no M ^ ^
Prefrito da Freguesia do Po;o cor ter U>mL
bem espancado a sua mullier ; e .- Correial
Chavas Jnior brinco, e Flix Jos del
Trindada pardo moradoiei na FregiwiJ
de Iguarass pelo 5. Commandante do Coral
po Policial Joaquim Juse Piraentel, este pafl
Ihe ssrem apprehend das tiez pitlas, li'jrnlf)
espida, eum capote, eaquei-jpor Ibe sal
tambem apprehendida urna pistola t.iddf
pertencente ao Estado e com^ra:io lio.tM
mente individuos do Corpo Policial cuja dil
ligencia foi ccadjuvada pelo SubPrefeito da
quella Freguesia e rxecutada a requisicafl
do Commandante Geral do mesmo Corpo. fl
Y' o que consta das partoi boje rect-bidsl
nesta Sacretarla.
Dos Guarde a V. Exe. Preftutj da Co-
marca do Recife i3 de Julho de iS3c). I loJ
Exm. Snr. Francisco do llego B.rroi P.n]
;i(Jente da Provincia. Francisc Anloij d
S Brrelo, Piefeito da Cnurca.
PROCURADORIA FISG\L.
jse L-sieoiao ivegueira coala t'rocuradoi
Fiscal da Thesouraria d-s RenJss Provinci^
aes avisa a todos os Senhores que se a-l
devendo a Decima do Sello de herancis e le
gados, que quaoto antes queiraj rccolber
Repartics competente o supradito impostoi
alias proceder' contra elles na forma di
Lei.
Joze Nicolau Regueira Costa;
DISCURSO
DoSr. Deputado Sebaslio do Reg Birros
pronuncalo na SastSi da Cmara dos Srs
Diputados de 16 do p. p. por occasid
da dicussio do ultimo- periodo do voto de
gftfll
Continuaco do n. 1^9.
O nobre deputado porem, que me achou
lio infeliz as minhas defezas nio reparo^
que tambem era pouco feliz nos seus racin
nios. Dase elle que eslava certo de que a
administracio actual tinha seguido tuna varu
da diflerente ; mas concluio o seu discurso]!
pedindo, aupplicando acamara que appro^
raise a sua emenda para que nao parecessa
Terreno, de Mar.nha. hostilisar a administracio ao
Havendo.se P;'^'?"^ '^X ?u. .q'ue anda de forma algum. se tinha de-,
atemez a med.cio dos terrenos *.! c|,rado. No fim da sua supplica accresonto
noel de Oliveira Miranda a Appellado Ig
naci Correio de Mello EscrivaS Chaves }
se julgou pela contirraacaS da seu tenca re-
corrida.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
A Pauta he a mesma do numero 1.^7.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta he a mesma do numero 14 {>
OBRAS PUBLICAS.
E n. 73 de 3o de Abril p. p. pela Admiois-
tracao Fiscal das Obras Publicas te hade
comprar a quem por menos vender i os
materiaes seguintes para unto des cabos de
coiro que trabalha5 nos macacos d'enterrar
esleios : a saber ; duis arrobas de cebo em
bexigas e qnatro caadas de azeile de peixe;
e para a obra do Quartel dos trabalhadores en-
gajados ; que se esperaS d'Europe os ma-
teriaes seguintes : a saber qumhcntos tijolos ,
d'alvenaria grossa sinco mil ditos de la-
drlho quinhentas lelhas scoenta alque-
res de c-1 preta tinco ditos de branca e
quarenta tinas de barro.
AdminislracaS Fiscal das Obras Publicas la
de Julho de 18J9.
A. F. de Moura.
A.F.
Em vrtude do art. 46 da Lei Provincial
n. 73 de 3o de Abril p. p. pela Administra-
cio Fiscal das Obras Publicas se compra
a quem por menos vender os gneros sa-
guintes para la bandeirolas para o servicT do
Gabinete Topogrfico : a saber urna taboa de
costadinlio de sedro de i5 palmos de cumpri-
do e om e meio de largo ; doze lansas, e
deze ponteiras de ferro para as aites das di-
tas bandeirolas ; e doze covados de flele do
varias cores.
Administracio Fiscal i3 de Julho de 1809.
A. F. de Moura.
A. F.
rente
do A^/epfD,VAhn0XTeXdvSS%'u "mb.m qu7 .Tmara j .'nb. censurado |
C"n!S0 h 7 Jm\ i gabinete de setembro, approvando huma e
da Florentina, ponte da Bn-vis a e e..... ?~h,5nd no tnica oassado 1
ra
Inspector Geral
executar a referida
do dito terreno o Illm. Snr.
enea1 regado de fzer
medicio manda que se
dos, munidas de Fadores idneo, *.. s poMuidores dos sobreditos
E_p.r. constar.emandou.ffixar o presente "'d au9 j 0 de canlpirftCer na,
e publical-o pelo prelo
Cooladoria e Thesourcria Provincial aa de
Junbo de 1839.
Joa5 Baptiza Pereira Lobo Jnior.
Diversas lleparticoens:
TRIBUNAL DA RELAgAO^
Sesode i3 de Julho de 1839.
Na Appella55Cvel do Juso de Direito
desl. Cid.de, Appellmte Victorino Antonio
Teixeira Gu.maraens e Appellado Guilher-
m.Wr.ss.y, Escriv. Rebello ; se ^gou
pe'a con6rmaca5 da lenca "PP*""": .
N Appelhclo CiTeldoJunodeP'reitoda
terrenos para que h]io de comparecer as
Teicas Quintas, e S.badjs, logo dapois
das 6 horas da manhi, oa certesa de qae sera
cmsideradj devoluto, o terreno desocupado
do qualse Ihe nio aprsente titulo do ua pos-
secio. f .,
Inspeccio daa obras Publici. 9 de Julho
de I839, .
Joo Francisco Bistos.
Escrivio ioteriao,
PREFEIUTRA.
Parto do dia i3 de Julbo de t83g.
Illm. e Exm. Snr. Foso prs.o. honteni
a minha ordem e livera hoja deslino ;
Antonio de Souza Correia Jnior, branco,
pela 1. patrulha do districto da ra do Rosa-
rio por tpf espancado a seo Paln j Mano-
menpa sua incluindo no tpico passado a
palavra moderacio. Se o nobre deputado
raciocinasse mellior, Bcaria convencido de quil
a adroissio desta emenda longa de Ihe ser f'-'
voravel, a seu meda de ver he Ihe contra,
ra ; sendo claro qua a administrars de 19 di
settmbro nio usou somente d8 rigor, maJ
tambdm de moderacio ; o cmara approva:, -
do a emenda que inclua esta ideia, por i-;.*
oue a commissio nio se exprima claramente ..
este respeito, longa de querer censurar a ad-
ministracio passeda, quisque a actual coiri-
nuasse a seguir a mesma parcha e nao licas
se duvidosa em sua marcha. A cmara p<.
tanto, approvando esta emenda, nio tcv
fm vista hostilisar o gabioetc de 19 de setem,
bro. Deixarei porem o nobre deputado eni
volvido em suas repetidas contradic^ci, ej
tocarei em outros pontoj.
Tendo se dito na cmara qua as de.orde
no Maranhio tiahaSongcm na lei do. prti'ei-
tos cu disso quo nio entrara ni legalidade
ou jllegalidade dessa lei i c que aos
MUTILADO
'


f>
*--
i
DIARIO
HE PERNAMBcS
i f '
5-
-lindos era permittido o hincar mi das armas
re combat! are pessrido-se bem essa* mi-
nlias palavra* cora *s que en ta disse no
l*u pimeiro discurso, eonhecer-se-ba qual
ti a (iilnlia msueira de raciocinar e que lo
?li pe.soa alguma lest casa que a elle se
lem oppo-to. Neo lio proco quie tirar a glo-
ia ao nobre diputado que eatranhou que
r H attribuisse a iraoquillidade da provincia de
[Pe rt3n>l uro a le des prefeitcs. Eu nio Ihe
^uii roubar gloria, pois y e muito ei
uanto elle km contribuido para a tianquli-
..(lc publicada miaba provii.cia quando elle
ci chefe de polica : nena eu attribui a tran-
uillidade da provincia de Pernambuco tio a-
jente a esta le, posto reconhec* oella a van-
... ;i m de dar ao governo da provincia autori-
dade sulcieiite para reprimir os facinorosos
e malvados.
Dise mais oulro nobre. deputado pela Ba-
niia que esta le dos prefeitcs <5 be conveni-
leole e favoravel a buma familia poderosa,
que domina a provincia. Ora, Sr. presiden-
te, muitos Srs. depulados, sem ser aquello
a quera rce rcfio, particularmente hum no-
bre deputedo de S. Paulo e os de^ernam-
lliuro, sab'm que quas todos os merobros
que houve sortidaj"
Diz o nobre deputado que fol reformado
por obeso. O nobre deputado sabe qoe elle
era de cavarallia e se j o fio, diga m sua
consciencia ae elle poda ser apio para aquella
arma ? permita que eu nada mais diga a ret-
peito dese militar*
Julgou o nobre d pulido ter-me combatido
victoriosamente, tratndose do brigadeiro
Ooto duendo quenlo tinha sido de mili-
cias, mas capitio de dragea de S. Paulo,
que dermis passou para o Rio Grande do Sul,
onde ebegou ate coronal reformado em briga-
deiro e que todas as veres que entreva em
servico liaba sold de coronel: logo, to-
das as vezes qne nio estivesse em servico ha-
via de ter sold de major ou lente coro-
nel : logo reforma odo-o o governo com o
odo de coronel, parece qoe melnorou de
sore. Nio dovido de sua pericia : eu o co-
nheco pessoal mente.
Disse o nobre deputsdo qo Filipe Nerv
commandava huma brigada ; eu prove Ibe
que nio : retorquio que commanda agora e
que o 3 batalbo da Babia della faiia parte:
nio sei; mas o que sssevero 10 nobre deputa-
niix idts de que os ex ministros conspiravio
centra as nstituices do paiz conta os foros
ucionaes. St. presidente eu spello para
a maio a da casa ea pergunto aos meus
nobres colvlgai t quem foi que primeiro pro-
clamou aqu o regresso ? qaetn lerantou essa
bandira que j estaa despreaada h muito
tempo ? Foroos nos, ou foi o Sr. ex misnis
tro da jostica ? Sr, presidente a conviccio
em que est o paiz de que a dmnistraclo de
19 de selembro nio quera governar segundo
nossas instituces de que quera o regres-
so :' esta conviccio nio foi dada por nos ,
t-sta tarefa o Sr. Vasconcellos ^>mou-a para
si e assim comprometteu os seus compa-
nlieros. Mas. Sr. presidente,- anda quan
do nos lenlassemos incutir no pas a idea de
que os Srs. ex-minstros conspiravio contra
os foros nacionaes seria itto dar hum paaso
inslito, seria huma couia inaudita seria
brirbum caminbo novo ? No entanto eu
o nio disse eu nio segu o oxemplo dos Srs.
ex- ministros quando opposicionarios ah !
entio para elles o gorerno era republicano ,
era connivente com os rebeldes : ent> incu-
lia-se isto na populacio E como poderia o
governo lutar com os rebeldes quando o go
verno fe achava solapado quando nio lnha
o apoio nacional quando se suspeitava que
o governo era connivente com os rebeldes P !
. que se devia tocar na tecla a mais melindro-
coronel s a crenca religiosa .' Bem recente est na
oossa memoria ludo quanto se die a este
raspeito a as dscusses de Zinzendorf *s
1. irmios Moraves ; assim solapou se o gover
, do he que esse batalbio fazia parte da brigada
u'fsta familia alo agricultores e poucoi, ou do coronel Jos Joaqun Coelho : disse mais
iquasi nenhum he empreado publico, ou mi-que o coronel Manoel de Jess, hcando zan-
lltar. vida cujas f.ntagtn. consiste* Llvez'g.do pelaj*gJKjWJE Escopleles ainda de terem o governo
aWcriOcio da piop.i. vid.. Na (deMi***** tt'w* suspeito nelo lado da poltica assenlou-.e
| dizer por tamo que em huma familia tal baja oulra para dar ao coronel Manoel ce Jezus ,
I des) jo de vtver d'empregos publico. A pa- i o que nio he exacto porque quando Id esti
lavia chtfe dt que uscu tsse nobre deputsdo ve } commandava huma brigada o coroni
de S. Paulo me parece pelo menes inexacta, Manoel de Jess, s nenhuma
.se no asi soante. O que posso dizer ao no- ry. ... 1
Le deputado he que cada l.um dos meml-ros TO. o nobre aepalidoqoe lh- eu con- ^^ ^
Eeili familia no cholo de su.s cbrig.cSe., fundido duendo que a le, de .81a nao n > cd.dloi qoa como eu ,
pecura concorerquanlo pode para, felc-io para Por.u. : o b "l^ "J e Uo resclvidos a morrer pela ante f ca.ho-
M Fiz assim como todos os Pen.am- que eno ^J^jg^ .....Eu tinha di.eito 8 seguir este exem-
ft^i* tocarem entro ponto do discu, porque enlodo, o, ^'J^SZ* SX^^^fSJS^T^
o do nobre deputado pal. provincia de S.,re ormas segundo servico. prestado, depo.s porw mW||ro J .^ m g
Paulo que fallou na minJia viagem 00 Rio dellas. l t
Grande do Sul 5 asiento porem que nada Mas disse o nobre deputado que to se fa- 1
devodizerscbreesiaviag.m: se nella fu ser- zia no governo desptico, quando a le de
Uicos ao paiz a cmara e o Brasil o julgar ; pendia da vontada do soberano ; a isto Ihe
e auanto s despezas que se figurso enormes, I respond que eslava engaado pois que o
dire somtnte que essa ideia vista da m- actual ministro da guerra melhoron a reforma
1 '. > a 1.,;,!.,;, r iinK. i^m de aua como ia
Importancia do objecto a que se dirigi a via-
fgem he lio mesquinba que julgo tambero
do brigadeiro Cuaba I alm de que como j
disse em oulra occaso aendo ouvido ocon-
era ne lao nresquinne ouv iniira iimueiu ------------------------------ __
nio (L-ver tocar nella. S alo que o cobre de- seibo supremo mililar consultou que o go
_____ ,__( !_ ____11__.*, mnn Inl la rotnrm.1
(putado tronxfsse aqu expresses que andara
i pelas lolbis, que mancbara a prensa brsa-
verno u-m feto melhoramentoa de reformas
quando seivicos novoa se acumulas a serv
netas loiris que nuuur-rau pii-nsa Drw- t--- --t-------
leira, como, por exemplo o Cidado a e eos amigos, ede m..< que .0 governo cum-
' -~. .1, ...a., r. ,.q m,. mtia nue se de.ve dar.
cutios.
f Dis?e o ncbe deputado que eslava persua-
Idido deque no Rio Grande nio tir, hamos
i V,5oo soldados, mas sim 8,5oo homens ,
I quercr.do dizer cem isto que nem todos era5
r ".oidades ; mas acciescentcu que eu poderia
[ter sido engaado, acreditsndo existir eale
nunrero de piacas que realmente co exista.
Se o nobre deputado soubesse bem ro.no es-
- las cousas se fazem -se soubesse o crime em
. que incorre o coramandante que d msppas
. .inexactos nio te ra apresrntado esta ideia.
II. Eu vi a tropa que consta dos mappas-, nio
I toda reunida ao mesmo lempo porque nio
j'-era possitel, mas parcialmente; e posso af-
\ firmar que co bmive o abuso que o nobre
Irdeputado suspeita porque se a forca existen-
te ca menor do que censtava dos mappas,
..nio poda deixar de ser maniteaudo pelos
Vommandaotes pois que, para dar-se o con-
_. Ira rio fora necessario suppor a connivencia
' cJh muita r flicialidade e entio nio so f.'Cto
^criminoso nio poderia conserrar-se occullo
Pcomo os commandanles nio praticariaS hum tico; oque quero provar ao nobre deputa
' seto lo indcenle e degradante da boma edo, 0 o que digo so he que o goTerno.cao
I hrio militar, c daquelles qoe desse nome se prolegea Fruclo Rivera1; e qu.nlo wra-
-nf.noS. I'orisso rio duvdo afirmar qne ex- jlbed. dinbeiro que se dizque^JJ'
istia a forca constante dos msppas,- e seo co- "cedo, eu ja' explique! todo quanto se poda
1 1 ...._____ A t *,.* na\*k round 11 fl.
pro decidir sobre a melbora quesedeve dar.
A consulta a que me refiro he de l83j.
Fallou o nobre deputado sobre a reuniio
das forcas qua guarnecen as triocheiras, e
jue amigamente como elle disse estava
divididas em pequeos grupos : isto sabia eu;
porem o que disse foi que para bem do aer-
vico e economa, era necessario que estas for-
cas fossem reunidas em hum batalbio de-
baixo do commando de hum s individuo :
he o que f z o presidente. Tornou a repetir,
dizendo que Vasques fora mandado pelogo
verno em commiisio, e que isto Ihe dissera
hum individuo em confidencia. Disse tam-
bem que voltando para o Rio da Janeiro o
roesmo Vasques e achando hoja o ministe-
rio rondado, se retirara zangado. Eu nio
sei se elle foi mandado entio, e se hoje fi>
eang do, ou se foi zangado entaS, e hoje
mandado emeommiasio; eu nio sai desUs
cousaa
o que me parece he que se elle foi
zangado, cao sei se o governo ganhar muito,
r.euisetem marchado com lento diploma-
|,rrapp t
irto depe muito a favor delle.
Disse mais o nobre deputado qoe esse coro-
te) fora reformado. Esteja o nobre deptitado
. persuadido de que nenhum receio lenho de
1, ame justificar do procedimento qne tive duran-
te o meu ninistetio, nio s quanto a refer-
'. mas, como apremoces, e em toda qual-
I. quer oulra medida por mim mandada Inzer.
Castro, por txemplo, fez servicos no Rio
; Grande^ e fcquerecdo,o governo mandou in-
formar ao prndente-, o depois lemetleu to-
dos os papis ao consulio supremo militar ,
,tcqual, vendo todos os documentos, deca-
roo ser justa a ptticio j e que o governo de-
via incluir na primeira promocoque bouves-
ie. INaofticomprebendido na pnmeira pro-
Jncclo, poique nlao co tinha ebegado a
'consulta : mas logo que veio o governo se-
guio o psrecer do ccnselho. Patricio he o of-
liical, que Uta filo muitos seivicos, tem
[mu t 1
dizer a e9le respeito.
atona Andrada, commaedanto ta reserva, um.^y.
SVm lugar de 5oo hornees, que comtav.5 do Sr. prea.deote, j"2!*
tinlia apenas i5o, nio sei se este discurso 1 antes porem dme sentar ousare.
dar hum conseibo ao nobre deputado pela
provincia de S. Paulo. Talvez parece temeri-
dade, que hum moco no verdor dos annos
cuse dar cooselho a hum anciaaS coberlo de
as o ccnselho que vou dar na5 he meu,
mas foi iido por mim ero hum autor, cojo no- ,
o a
tencem ou anda toda esta casa ,
que per
mesmo virtud., soc.aes mu, apre av..s ; po- eot. ta a m ^ ^J^
cimento, acaba por ser aborrecido edespresade. ^-J- ^ P d^J9a ? ellei se de.
OsersodoS, Deputado Alvsre. M.ch.do ^^^ ^i E-f^C
pronunciado na Sesas5 de ao do Junho. ow^ ^P^^ ^^^ d, m,rinht 0|
ntigqidadH, e iludo led 1 a vtt { micift-o que nos pitcoraviiao mv________r---------------------*
nao
0 f'c0'
Oulra para mim gravissima iccosacio foi -
que nos faltamos contra a mornarchia cons-
titucional representativa. Fallir contra a
mornachia constitucional reoresentativa ? !
Qoanta idea horrorosa nio importa esta ac-
cusacio Sr. presidente ? Que fa remos eo-
lio do publico nacional senhores, pelo qnsl
sio responsaveis parante Dos, parante tolo
o mundo que nos contempla todos os Bra-
silero?... Mas en eston persuadido, pelo
modo por qoe se exprimem os honrados ex-
ministros que elles se cbamio a si mornar-
chia constitucional representativa ( risadas ).
Apenas hum deputado levanta a voz para
csnsursr huma despeza mal feito, fallou
contra a monarchia constitucional represen-
tativa : apaas falla contra hum gen ral que
perde batalhas, falln contra a mornarchia
constitucional representativa : falla contra a
derrota do Caby falou contra a monarchia
constitucional representativa: falla contra os
erros do ministerio fallou coutra a mornar-
chia constitucional representativa. Lem-
bra-me de hum presidenta do Maranhio,
que quando era censurado por seus actos me-
nos boas gritava logo: Attaque peisoa
do Imperador allaca-seo Iroporador na pes
loa de seu representante. Disiio os habi-
tantes do Maranhio esta despeza foi mal
feita : Fallis contra a monarchia fal-
lis contra o Imperador. Esta nomeaco foi
despropositada fallis contra o Sr. D. Pe-
dro I...- At que o Sr. D. Pedro I eajoa-
do com esta odenlificsclo ( risadas ) man-
dou recolher o horaem que so persoualisava
em sua pessoa ( haridade ).
Sr. presidente en entendo que a monar-
chia constitucional.representativa nio he os
Srs. ex-ministros; *e fosse como poderia
existir esia monarchia quando muitos dos
Srs. ex-ministros, em i8aa anda sea-
chatio ou n Que seria da monarchia constitucional re-
presentativa 88 fosse ella os honrados ex-
misoistros que j eahrio ? Que seria da
monarchia constitucional representativa se
por seus defensores tivesse smente os hon-
lad
Grande do Sul a orden, e en aqoi a apre
sent. m V
O anltecessor de S. Exa., pela fisatjfo de
forcas de mar, foi entorilado a ter ate J.ooo
pracas de manaba ; mas a le do oresmepto
deu-lhe uoicamonte a somroa necessana pa-
ra 1.800 prscas. Nio fallarei na parte que
teve o Sor. ex-ministro nesta contradicclo
entre o remenlo e a forca fixda. Vamos
so facto. O antecessor de S. Ex. datado
nicamente cono a somma necessaria para ter
no imperio 1,800 pracas de marinha, entre-
gou seo successor a nossa marinha na pro-
provincia do Rio Grande do Sul com 57a
pracas. S Ex. dotado para ter 3,000 pra-
cas com o dinheirro necesario, devia ter an-
?mentado segundo as regras de proporcio,
mais 38o pracas } mas S. Ex. entrega a scu
sucessor a marinha do Rio Grande nicamen-
te augmentada com 77 pracas, segundo cuas-
ia do mappa qoe vem appento ao relatorio
da marinba; entregou-a com 647 pra-
cas...... ,
O Sor. Torres : Esta' engaado.
OSnr. Alvares M ehado: -Pode ser. H-
bem sabido que os nossos vasos de guerra ese
lio mal tripulados na provincia do Rio
Grande; segundo miaba memoria parece
que o oficial prisionero no paco do Caby de-
c'arouque elle eotregou-ie quando ja a sua
lripola<;o tinha mor.ido ou desaparecido.
He sabido que os nossos se acbio lio mal
tripulados, que elle. temem mesmo bater se
com hum lanchlo q' se apresenta com muiti
tripulaclo; porque be perigoso rececer hu-
ras abordagem do inimigo, que tendo pouca
forca em casco e em arlilheria, com lodo tra-
zendo grande forca pessoal, pode muito bem
abordar e tomar o vaso.
Tambem se disse, Snr. presidente, que a
forca naval dos rebeldes consista era lancbes,
com os quses a nossa marinha rilar nio po-
da empenhar-se nos baixios em que navego.
Pergunto eu a S..Ex., que divia isto ssber,
qual foi o motivo porque nio preparon a
tempo outros lancbes que demsodassem i-
gual marca de agua para atacar os dos rebel-
des nos baxos em que elles se escond-m ?
Porque he que agora, depois de desaires, he
que se diz que se esto mandando preparar
esses lanchSea ? He slo falta de previdencia,
e he o que eu nio esperava do Sur. ex-mi-
nistro da marinha j eu esperava que S. Es.
estivesse de tal forma preparado pora resis-
tir navalmeote aos rebeldes que quando
elles apreaentassem hum s lanebio S. Ex.
Ihesapresentassequatro dez ; porque o que
he a forca doa rebeldes o que sio recursos
dianta das forcjis do imperio ? Nsdi quazi
lero. He depois que esses lancbes noa fa-
zem Unto mal, he depois que e'.les pelo nejo
de nosso mirinha militar va levar artilhena
ao forte de Ilapo be depois que leva seus
carregamentos ate Podras Brancas he entio
que se trata de mandar por no estaleiro oa
necessarios lancbes para oa perseguir por
esses baixios, sobre os quaes nio podem na-
vegar os nossos vsios Oa o que nio d
riio os Srs ex-mnislros se esta a cousas se
pssssssem no lempo do governo do insiiucto?
Nao sei se o governo entio ni o seria julgado
dentro do fatal dilemma ou connivente,
ou inepto. -, Mas eu nio Ihei faco esta in-
justicia nao digo que houvessa nem conni-
vencia nem ineptida ; mas houve erroa ,
e erros que se nio deviio esperar de buma
administracio ta5 Ilustrada.
Dire alguma cousa acerca do discurso do
Snr. deputado peis provincia do Piauhy, que
com tanta desbumanidade conlnuou a molea-
tsr-me com a pecha de propagador de deas
republicanas. Quando va que me ochava
bracos coa t poderosos parlamentares quan-
do eu esperava da cardade do meu Lustre
collega qoe ao menos dexasse resistir, vsn-
do-me di*nle de lio brandes advesarigs ain-
ds o Sr. o Snr. deputado quz ter psrte na
muidella l (risadas). Principion o Ilustre
deputado disendo qne os povos de sus pro-
vincia nio gostavio que consumsemos o tem-
po em fallar fallar, fallar. Ora nio sei
o que havemos de faser, pois nos legislamos
fallado e fallando serapre (risadas) nio te-
mos oulros remedio se nao fallar, he a nossi
occupica. Mas die o Sor. deputado que oa
povos de sua provincia contentes serenos
e felizes vinbao de manhi para as suas tr-
ras apascantando seus rebanhos sem lomar
parte no bolico poltico, nem nesse mo"-
raento tarado que spresenta a butmdde
em huma de sjaaa mtiore crises. E que dire-
a ialo aenhor ?
Ditosa condi?a dtosa gente (hilandade
pio'oegada ).
Eslava quasi reiclvdo a convidar a todos
oj nossos coliegas para nos mudarmos para
o Piauhy ( nova bilaridade) para irnos ?i:
i
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBCO
per rio seio deesa bamiventuranc ; ma* lie
de mistar laber como lie essa bemaventuran-
por I j porque nao quero fuer com-
paricoem mu direi que hum tal scelo ,
huma tal Iranquilidade huma tal aboegsca
da poltica e do bolleo universal se encontr*
tarobem no estado do Paraguay e para I
no quero ir ( risadas apoiados- )
1 Disse o Ilustre depulido que eu no meu
discurso influia necessariimente pira aug-
mentar, acorocoar a forca dos rebeldes ; por
ie elles diriaS a seus comparces : ni tes
os hum partido na cmara dos deputados ,
s temos hum deputado da nossa physiono-
ania poltica e spreniirif o o meu discur-
ro. Aposto eu qneo meu discuno nao ha de
{~~ ir impresso em Piratinm ; naS ha de o ser
ir. deputado porque todo elle respira s
monarchia consticional representativa ; e sup-
ponlio que a hermenutica de Bento Goncal-
ves e de seus eompanhei'os naS ha de ser a
hermenutica de meus Ilustres collegis que
interpretaras as minhas palavras solitarias ,
m relico alguma com as antacedentes e
luhsequentes. Se eu quizesse, tambera po
eria diser ao honrado membro que o seu
iscurso podia influir necessariaaaente para
eontinutcio da guerra para tornar os re-
gldes cada vez mais intratareis ; elles diri-
0: temos hum forte poderoso adversa-
na cmara temporaria que nio admiti
rdlc que no admitte misericordia que
os trata de bando de rebeldes ...
O Snr. Sonta Martins : E que serlo ?
indos de legalistas .' (apoiados.1
Snr. Alvares Machado : Elles diriaS :-
S ha remedio senfo combiter te a ultima
xteraidade. Eitou certo que elles farii in-
justica a meu Ilustre coltega porque estou
y persuadido (tal he a deia ventajosa que fsco
\e aeus sentimentos ) que conviria na poli ti -
t ca da convircH quando rom esta poltica nos
nao tacrificassemos nenhum pos nossos prin-
cipios ca pitaes quando nio sacrificassemos
nema monarchia constitucin al representati-
va nem a integridade do imperio nem ou-
tras couzaS semelhantes que o Brazileiro a-
manto do pas nio pode sacrificar.
Ainda disse mais o Sur. deputado quem
me rtfiro,- ique a oppoiia de 1837 e i8a8
tinha contribuido e muito para se perder a
Cisplatina. Achei doloroso se bem que
nao tivesse a honra de pertencer aquella no-
bre opposicio ao menos nesta casa achei
isto doloroso porque algnma applcaca se
poderia f.'ser das palavras do nobre dequtadn
a opposicio actual* Mas flo mesmo nobre de-
putado me trlnquilisou hum bocado quando
explicou o modo pelo quai aquella opposica
contribuio para a perda da Bisplatina ; den
hum ezemplo : era huma opposicad qua nfo
cessava de censurar desperdicias era huma
oppcsiciS que nio cessava de censursres cr-
ros dos geueraes : era huma opposicad que
nio cessava de defender as liberdades publi-
ca* ; deata maeeira dar a entender que o
hoverno dilapidara os dinheiroa pblicos,
nomeava pessimos generaos que perdiio ac-
coens. Se he por esta mineira que huma op-
posicad pode contribuir, para a perda de
urna provincia enta Sr. presdeme neo'
.xista mais representa cao' nacional, ou quan-
do apparecer huma provincia rebellada fe-
chem-se as portos destas casa nao' ae reuae.0'
deputadea ou quando nao' reunao'-se em
sessio secreta ; porque nao be possivel ao
deputado censurar o ministerio sem contri*
huir para a perda de huma provincia ; naS be
possivel censurar o ministerio de dilapidaca
ou desperdicios aem contribuir para a perd de
huma provincia nao he possivel ao deputado
censurar a perda das batalbas ou erro dos ge-
neraes sem contribuir para a perda de huma
provincia.... Mas eu direi ao honrado mem-
oro que quem contribue pira sso sao aquellos
que se fazem dignos de taes censuras, e nio a-
quelles que as fazem porquo para esse fim
aqui nos achamos. Se o governo, se os ad-
ministradores nao que-em censuras, nao se
gentem noi bancos ministeriaes; bouve quem
dissesse, quando oppoiicionario, que o ban-
co ministerial nao era hum leito de rosas, era
hum banco de dores ; mas entrando para o
ministerio, quiz con verter esse banco de dores
em leito de roas. E Sr. presidente, sea
opposica por esta m^neira pode concorrer pa-
ra as ossas perdas, enta Fox na Inglaterra
contribuio para as d agracaa daquelle psiz 5.
mas assim na5 foi. Se a admnistraes ouvs-
se aquelle parlamentar no principio da guerra
entre a metropole e os Estados Unidos! laUez
emancipaca se na6 6zesse, tortea tudo ter-
minasse por bum accordo amigavel} mas a
iDg'atwra na6 quiz attender cousa alguma ,
quiz verificar ae por meio da forca podia con-
servar a obediencia de suas colonjas.^ Fox foi
condemnido na sua opposica, al que en
fim chegara ai cousas ponto que nao Foi
po.-sivel nem continuar a guerra, nem vencer
oa Americanos ; e enta he que Fox fez ver
ao ministerio inglez a neceas ida de de ouvir ,'
propoeicSes de paz. E quem duvida dateboas
intences daquelle Ilustre ingles? Elle que-
ra qne os estados da America conlinuassem
unidos mu patria, mas nao por meio dos
lacos de forca e da violencia ; elle quera que
contmuasse a unia, mas huma pelos vincu-
las do reciproco i oler esse.
(Continua.)
Correspondencia
Srs. Rxdactorea. Si agora estamos com-
prando carne fresca de dez paticaa por quin-
to viremos a comprar pelo verao quando bou-
ver falta ? Breve os toruare a enevmodar.
O quexo9s#
LOTERA DO SEMINARIO.
Achao'-se venda nos lugares do costu-
me e mais na Boivista em a loja do Sr. Ra-
poso os bilhetos da Lotera do Seminario 5
como tem sido grande a extracso breve-'
mate se marcar o dia impreterivel do anda-
mento das rodas*
THEATRO PUBLICO.
Terca Feira 16 da Junho Beneficio de
hum Particular. Se representar a mu su-
blime Peca denominada Morte de Luiz de
Cames, Principe dos Poetas. O grande
aplauzo que esta expeliente Peca mereeeo
quindo foi representada para a Illastre So-
ciodade Theifral decidi a Beneficiada alan-
par maS della para apresentar em seo bene-
ficio aos seus binignns Patricios, cert
que estes e os mais senhores que se digna*
narem protegello aprovacio esta sua escolin-
os entervallos sero prrhenchidoa de seo
Ihidss Overturas findada a Peca com hu-
ma brilhante vista da Alegra de Cames
no lempo da mmortalidade, os Doudos por
Amor. Eis o expectaculo para quai obenefi-
ciado convida os seus benignos Compatriota*,
nio duvidando que a aua beneficencia Ihe
ser proficua alenlos os brozos sentimentos
de que sio a domados os generozos habitan-
tes tiesta Cidade.
Principiar as hora* do custume."
duss vistas mu linda*, e presentada* pela
primeira ves no Cosmoraoa*.
Vista nocturna do Compo Santo era Pin
(Italia).
Vista da* Ruinas de Palmira, logar das sa-
bas e profundas maditacoes de Volney nter
rogando trinta secuto*.
Vista a mais pieloresca e encantadora de um
dos msis lindos ralea da Suisse.
Vista da bella Cidade de Dordreck em
Hollanda.
Vista do magnfico cemilerio do Padre La
chaizeem Pars, o mais bello e mais curioso
monumento que o* homens tenhio elevado a
siudoza memoria dos seus semelhantes, ve tu-
se os tmulos das mais illastres personsgens
da Franca.
Vista da Cidade e porto de Argel em fri-
ca sua posicio no meio de montanhas etc.
Magnifica vista de Paria ante* da revolucio
de gj, ve-se a ponte enliga chamada a pon*
te nova a casa da Moeda ce.
Vista das Ruinas de Attenas, huma das
raaig antigs Cidades do mundo, tendo mais
de 3,4 annos de foodacio.
Vista do Templo da Concordia em Roma.
Vista do Palacio de Aranjuez em Hesp-
nhi;
Continua se a recebar aubscripcoes com
si mesmas condeces ja annnnciada* por eiti
folha 5 Partecipa-ae aos antigos subscriptores
que quiserem continuar a verem o Cosmora-
ma que elles deverio pagar a quantia de do-
us mil res de mais rindo todos o* dias a*
horas do costume, at qne cheguem da Fran-
ca as novas vistas que o director do sobredito
Cosmorama espera.
O Director e propritario do Cosmorama ,
partecipa que tem destribuido as vistas de
maneira que as jasnellas podem-se abrir fi-
caodo desta forma a salla mais espacozi ,
e mais galante, e penca elle agradara' com
isto muito ios Sor*. Subscriptores e mais
que quiserem gosar das sobreditas vistas.
O Em prez 1 rio atento o* Elogios que
prodigalizou a Illusrre Directo da pretera
Sociedade no Diario de 1 a do corrento,
convida aos amadores da Scena, para a
formactS da 3.* Sociedade, 05 Senhores
que se dignaren! assignar o podero fazer
em sua caza junto ao Thearo na do Senhor
Rezende Alves da Silva, ra da Senzalla ,
na do Senhor Herculano Alvos da Silva ,
na Pracinha do Livramento o na do Se-
nhor Luiz Morcira ra do Rangel, a fim
de poder continuar a por m Scena belissimos
Expectaculo*.
O Empresario do Theatro por si, e sen*
actores, agradece a Illustre ex Drecafi da
Sociedade os elogios que se dignou prodiga-
lisar-lhe no Diario de ia do correte o que
assaz mostr a benignidade com que souberio
disculpsr os erros emanado* nao s da po*
quenhez do Theatro, como dos fracos talen-
tos do Empresario o actores ; os ouaes sen-
tem nao terem a naturalidade Dramtica de
bum Taima ou a eloqueocia do Principe
dos Oradores para demonstrar a sut grati-
da5.
Francisco de Freitaa Gamboa.
A Companhia G ymnastica vendo pelo au-
nuncio de*te Diario qua o Vapor do Norte
devei ehegar no dia o l v-i por esta
rasio dar huma nica Recita aos Illastres A-
cademicos naquella Cidade na quarta feira 17
O Ezpelaeulo sera' todo composto de Danca
de corda forla salios de traopolim Francs,
Poticoens Acadmicas, o Jcgos Cbinezes.
Como o proco do Theatro daque'la Cidade
he assaz diminuto Me. Achiles Director da
Sociedade estar na Porta da Platea rece-
bendo o que for do agrade dos Illustres A
cidemieos para beneficio da Companhia.
Principiar as horas do costume.
COSMORAMA.
Desd ssbbado prximo pastado que existem
na expolilo as vistas s-guintes, qua serio
mpreterivelmente mudadas no dia tabbado
ao do corrente a sater :
Vista de Edimburg em Escocia;
Vista de Calais em Franca, sendo esta*
Avisos Diversos.
O Reverendo Jos dos Santos Frsgow ,
avisa a quem convier, que pasta a seu ser-
esdo um boi estranho o quai elle entregar a
quem Ihe der os signaos o ferro e nio
se responsabelita pelo estravio que poasa a
contocer em dito boi.
Qnalquer Mestre alfaiate que preeisir
de um contra rnestre annuncie.
_ Precisa-se fallar a* proprietaro dos
foros da casa D. la da roa da Gloria da Boa
vista on a quemauas vezes fizer : na ra da
Madre de Dos n. 14 i ou annuncie.
_ Aluga-s* nm grande armasem proprio
para recolher, ou para socar assucar na ra
do Apolo D. 4 : na ra da Madre da Dos
n. a4>
Antonio Rodrigues Samico actual ar-
rematante da mposicio de ao por cont so-
bre agoa-ardente que se consumir nos Mu-
nicipios do Cabo Brejo Goianna Gara-
nhun* Flore* Tacarat Cabrob Cim-
bre* Serinhaem Ro Formoso Limoeiro,
Bonito e Nasaretb tendo principio dita
arrematacio do primeiro do corrente a 3o de
Junhode i84 e como tenciona vender di-
tos Municipios pelos mesmos 3 annos, quai
quer pessoa que o* qaeira comprar dirija-ae a
casa do annonciante no pateo da Matriz de S.
Antonio D. q. '
_ Arrende-se um sitio muito parto da pra
ca por *er muito pflaM a diante da Igreja do
Aflictos j com bos casa de vivendi tem com
modos para ter carrinho, estribara para 3 a
4 cavados muito bom laraojal, muitas er-
rores de frnclo, excedente baixa para capim
e plantada, que chsga para 3 a 4 cavados : a
tratar no sitio junto do Quintada.
Quem ti ver terrenos ainda que estejaS
em mstto ou capoeira que tenba distancia
ou eilencio de um quarto de legoa que sir-
va para formar um sitio em le ra de barro ,
e que nio seje distante do Kecife mais de 3
legois pouca mais ou menos querende afo-
rar ou veude-lo dirija-se a ra nova arma-
sem aonde vende -se quartinhas o fazendas
barata*.
_ Aluga-se diariamente um cavallo de
cangilha com um preto : nesta lypografia se
dii. 1 j
_ A requerimnto dos administradores
da caza do falecido Luiz Eloy Durefi s ha
de arrematar mpreterivelmente no dia 3. *
feira 16 do corrente as 11 oras da manhia,
na praca do Corpo Santo parante o Sr. Ju-
iz de Direito do Civel da 1. Vara a Su-
maca S. Joz Palafoz forrada de cobie ,
9 com todos oe mus pintonees.
M Precisa se de huma mulher de dada
para servir na csza de nm horneen 'aoheiro
que se sujeite a fazer as compras precia.
No pateo S. Pedro t por sime da loja de
livros; primeiro andar toda a hora.
Prerisa-se de hnon trabalhador de ma-
eeira na Padaria das 5 ponas D. ao.
Quem pardeo hum Tomo d Voltare
Essai sur lesmoenrs et l'esprl des Natones ;
d'nja se ao Quartel da companhia de Ctval-
lara do corpa de nolic.ia a entender-ae com
o 1. o Sargento d'esta que dando o nu-
mero do Tomo Ihe ser entregue.
Qaem precisar de hum trabalhador s
de noite ; que de dia tem occopacio anuncia
sua morada que Ihe aparecer coa quem
tratar.
A pessoa que estiver nai circunstancial
de assentar praca por outro en primeira 1-
nha dirija-se ao quartel das 5 ponas a
filar com o Brigada do 3. Batalhio d' Ar*
tillaria apa.
Pi"ciss-se de urna ama de cite no Pa-
teo do Hospital do Paraso a. andar do
sobrado de Mirante.
_ Precisa-se de alogar hum sitio perto des-
ta praca que tenha capacidade de ter vacie
de ieite quem o tiver pira este fim annun-
cie,
Precisa-se alagar huma casa terrea que
tenha cmodos suficientes para grande fami-
lia ou sobrado de hum s andar no bairro
da Boa vista as ras segnintes: ra Nova ,
atterro da Boa vista, paleo da Matriz, ra
do Aragio pateo de Santa Cruz, ou mesmo
no bairro de Santo Antonio ; d-se doze mil
reis mansaes: quem o tiver annuncie, ou
dirija-se a ra do Padre Ploriano D. 7.
_ Quem quiser mandar engomar roupa ,
o que se faz com perfeicio e por mais aco-
modado preco qoo o do costume dirija-se
ra da Ordem 3. de S. Fiancisco D. 7.
m Rogase a quem tiver suficientes conhe-
cimentos respectivos a restilaco d'agoirden-
te querendo communcalos, o que muito se
agradecer ou ir a hum erigenho distante 10
legoas dirigindo-se destillaco, ou dir as
nocoes precisas para sso, pagando-se-lbe ,
annuncie sua moradia ou dirjase rau do
Cabog D. 6.: procura se hum feitor para
o mesmo engcnbo, embora nio entenda delle,
com tanto que seja robusto, e gil : na mes-,
ma loja.
Passandn a ponte da Boa-vista I para o
fim da ra da Tristera D. assignio-so
Letras como indossante para odevedor pa-
gar ao fiador na vida eterna amen. Assira
eomo d-se flanea para as casas d Armadores,
e Cerieiro quem qaeira festejar no seo lo -
ratorio a S. Antonio de Lisbos para nio
and'rem os pretaodentes allugindo volantes ,
acera, o ao depois nio pigarem o alluguel
de semelhantes gneros de negocio porem
tudo isto se fas com a condicio de o deve-
dor estar a* ordena do inrfossanto e observar
o qae se passa pelo mundo, ele com vida
privada de alguna ; nio descansando nem
de da, nem de noite : adve 1 lindo se todava,
que aquella e quem Ihe convier levar para ser
ndossida alguma letra e nio cumprir com
o seo dever de filiar das vidas albeias o ni
olhar para a sna ser lansado fora d'amizada
boa e entao a m vira possuir aua fraquaza.
pigando todo quanto dever em aenos de vio-
le qualro horas depas que levar coa ata-
boa..... nio se dever quexar da desgraca em
que ficar roduzido. Camarades a contenda
be assaz agradavel, ch-guem a ella que
nio cuita caro o so nio certo amigo que n
diga como so tem echado. Con vera mais ter
muita fidelidad* o vamos vivendo.
_ Mr. Rusel rolojoeiro Francs, no
atierro da Boa visto, acba-se prompta o
concortar qualquer relogio que Ihe seje
confiado, pelo mais commodo preco, elle
obriga-se restituir o dinhero que tiver ro-
cebido em pagamento de qualquer concer-
t que nio for bem ezecutado; assim como
campra e vende relogios de algibeira de ser
gunda mi.
_ O Corretor Oliveira lm para vender
em leilio ou particular, 1 inteiro sortimen -
lo de ferragens em perfeito estado, e .existem
urna loja no valor de 3:807,817, como
do balanco em seu poder cujo est prompto
a fezer patente e as ditas ferragens logo
que lb seja exigido por qnalquer pi*lenrfent j^
advertindo-ae que ao comprador de tudo 10
concederlo os lirgospnsos de 6 ia 18
mezes por lelras aatisfatorias : quem este ne-
gocio quiser ullmer, dirija-se ao mesmo cor-
retor. ,
Precisa-se alogar uma cara que tenue
coramodos suficientes para huma grande
familia no bairro da Boa vista as ras se-
guiotes: atierro, pal" da Matriz, ma do
Aragio e pateo da S. Cuz, quem a UTC
dirija-se a ra do colovelo D. 7
v


4
DIARIO DE PERNAMBCO.
X
Prtcisa se de un faitor estrangeiro pa-
ra um engenbo distante desta praca i5 le-
gos : a fallar na ra do Rangel sobrado de
a andares, quina do bero da Carcereiro.
m R bate-sn urna letra' segura vencida
desde principo} de Juaho do correte anno ,
a trual vence os juros de a pir eealo ao mez :
na ra do Raogel, sobrado de a andares ,
quina do beco do Cucereiro.
_ A pessoa que se achar naa circunstan-
cias de dar lices da liogoa Alema annuncie
sua morada*
Quero precisar da nm Lrasili iro para
caixoiro de ra ou artnasem cajo d fiador
a sua conducta dirja-se a ra velha D. 7.
_ Da-se sobre pinbores de 0110 ou prata,
00 coro firmas a contento, a:5oo,ooo, sdver-
tindo que com pinbores da-se ero. pequeas
qnantios : no pateo do Terco venda D. 6.
__ Na lo)* de alfaiate no atierro da Boa
vista quina do beco se fazem todas as
obras com a roaior brandado e por preco
commodo, e na mesma se recebem criancis de
8 a 10 annos para aprender dito cilicio, quer
aejio Jivrea ou sujeitos.
__ Aluga-se nm sitio murado com bas-
tantes arvores de frncto na campia da casa
foite com urna txcellento casa para grande
familia e se aluga annnalmsnte : a tralar
como sea proprietario na ra do Vigario O.
12 ou no sitio na estrada do Cordeiro.
_ Aluga-se annualmente o armasen da
casa daiua da moeda que ltimamente se
reedificou : a tratar na ra do Vigario D. a.
_ A pessoa que annunciou querer ajuslar
atierros por ter escravos sendo tenba lam-
bis canoas e querendo tratar de fazer um
no aliamento da ra da concordia que fica
atrsz do Carmo vtlbo dirija-se a la das
FloresD. la, do meio dia ai 3 boras da
tarde.
_ Na ra Diruta D. a3 precisa se ala-
gar nm molequc.
_ Quem quiser dar 3oo,ooo por Lypothc-
ca em urna cata nova de pedra e cal sita no
atierro dos iflogidos, dirija-se a roa de agoa
verde D. 33.
_ Precisa-se de urna porcio de moda de
cobre correte quem quiser rebater por s-
dalas 1 dirija-se a fora de ponas n. ai4>
_. Precisa-se de 3oo,ooo a juros, por es-
paco de um anuo dando-se urna eicrava de
pinhoi (cando os servicos da mesraa pelo os
jaros da quantia ; quem quiser fazer este ne-
gocio annuncie.
_ Na ra do Rangel no segando andar
do sobrado que a escada fica defronte do
guirita da guarda dos Diversos Recebimentos,
se engomtna toda qualidade de roopa tanto
l de homem como de Senhora e menios ,
e tambero recebe costuras, ludo a preco mais
barato de que em outra qualquer parte.
As duas horas da tarde do dia i3 do
corrente spareceo na fortaleza d> Buraco urna
negrinha creoola que confessa ir fgida ;
quem for seu dono dirjanse a mesma torta-
Usa que dando os signaes Ibe ser entregue.
_ A requerimento dos Administradores da
Liquidacio dos fondos da exlincta companhia,
por o Juno da segunda vara do Civel, Escj-i.
vio Cnnba anda em hasta publica para se-
rena arrematados de venda os.sitios Jangada, e
e Saloio i em Bebiribe, avahado aqualle em
1.000,000 eeste em 400,000 os qaaes oro
do finado Antonio Jote Suato*
Avisos Martimos
PARA MACEIO*, Babia e Rio de Ja-
neiro o Paquete de Vapor Bahiana, deve che-
gar dos pollos do norto no dia ao a aa do
corrente, quem quiser ir de passagem diri-
ja-se a Me. Calmont & Companhia ra da
Cadeia n. 63.
L e i 1 ao
_ Que fas o Corretor Oliveira do um
completo sortimeniode fazendas quarta fei-
ra 17 do corrente pelas 10 horas da minh, no
sea armasem da ra da Cooceicio D. 34 pri-
meiro andar.
de Ingles para Francez e dois ditos de In-
glez para Portuguez o dois Vigario de Oc-
efiel: na rui da Madre Dios n. al.
_ M'gno Lexion emboa azo: a diante
da Ribeira lado da Mar primeiro sobrado ;
no mesmo precisa-se de am Sacerdote que
sirva para Ctpelio de um angenho ou admi-
nistrador de urna fregueaia dislaoss desta
praca ao legoas.
Um Diccionario grego t na ra da Ca-
deia do Recife n. 4o ou annuncie.
Vendas
_ Urna porcio de canella, e de graixa,
paios anoses ama porcio de gomma de
engommar muitaanlva, cnanteiga ingleza ,
botijas de ginebra ; urna mo'ata que sabe
fazer todo o ser vico de urna casa, de familia 1
um escravo de agradare! figura, minio [moco
canoeiro ; e outro dito para lodo o ser-
vico e pessus de cordas para andames : as
5 ponas venda D. a3.
Bogias de carnaboba as melbores pos-
si veis a pataca a libra : no pateo do Hospi-
tal D. 1 a.
_ Urna parco de grades para anellas e
portas, ciizas para caizilhos, o portas de
amarelo ludo por preco commodo : na roa
de Hortas D. '\%.
_ A metade ou toda a Sumaca Felicidade
do Brasil a pouco fabr cada aparelhada
de Iinio f-judiada defronte da escadinha da
alfandega : os pretendentes dirijio-ae a bor-
do da mesma ou na roa do Colegio D. 11,
. M A obra de BufFon, ere francez conten-
do 80 voluntes, com estampas finas : na ra
da moeda n. a5i na mesma se aluga aro
armasem.
16700 cachimbos pelo costo em har-
neados e promptos para qualquer remeca :
na ra nova lo ja D. 9.
Formidaveis cortes de vestidos de chita,
minio proprios para eacravatura por ser
mnito encorpados e de tintas seguras : na ra
do Crespo loja de Antonio da Cunha Soares
Guimaries D. 5 lado do norte.
w Urna escrava de naci com bonita fi-
gura ,de idde de i5 annos cozinha o diario
de urna caa tem principios de engommar ,
lava de sabio e se Tunca nio ter vicios: na
ra Direita ado do Livramento D. ao.
_ Chitas de superior qualidade a 160 ea
aoo rs. o covado e oulraa muitas fazendas
sas calsa de estoupa e chapeo de palh:
o abaito assignado offerece 100,000 da gratf-
ficacio a qum o pegar e promete guardar
segredo podendo lvalo no atterro dos af-
fogidps defronte do viveiro. Joio Baptista
Correa Nunei.
Rrga-se aosSrs. Suh-Prefeitoa desta e
mais Comarcaseautboridades pJiciies, e pes
soas patticulares, que virem urn escravo de
nome Joaquim naci cabinda que fugio
em 26 de Agosto do anno p. p pelas 8 horas
da noite, com os signaes seguintcs, de
idade de a5 annos pouco mais ou menos, ros-
to olhos e altura regalar*, bonita ligara ,
cheio do corpo, cor preta, camba a'guma
coisa do p direito he canoeiro entre os
deste officio he apelidado por Joquim pezi-
nbo levoa diversas modas de roupa como sa-
ja calsa de panno preto dita d* franquelim ,
urna sobre casaca de panno cor de vinho, cal-
sa de brim branca dita d algodio e de chi-
le azul jaquei un riscauinn cores, cha-
peo de seda e urna e st- ira fina ; quero o pe-
gar leve a loja de fazendas na ra da cadeia do
Recife n. 45 que ser generosamente re-
compensado por Joaquim Goosalves Cascio,
que he o scu Sr.
_ Fugio a lempos um escravo de nome
Felis baixo, espadado, reforcido do cor
po cor fu do as mesmas mares de feridas, ps peque-
os dentes abrvlos e rendido de una va-
rilha e canstaudo que se annunciou a caplu-
racio de um escravo na villa de Goianna e
que os signaes se assemelhio aos daquelle ,
com excepcio de nome, o quil fcilmente
pode ter mudado nio se sabe se o annuncio
fui de pessoa particular ou de alguna autho-
ridade e por isso rogase' declarar de novo
para ser ptocurado por seu Sr. Jos Joaquim
da Costa, moiador no engenho do Possiuho ,
freguesia de Jaboatio que alem de agrade-
cer j sara todo a despeza ; a mesm 1 cor-
respondencia teta* coro qualquer outra pcsso
que aprehender ou der noticia do mencio-
nado e.-cra vo.
No dia 10 do corrente fugio urna ejera
outra qualquer pessoa que o pegar ou de-
nunciar aonde elle existe verificado que seja
sera' generosamente recompensado par Joa-
quina, Jos da Silva Bsirio na ra da cadeia
d Recife.
_ Fugio no dia i3 do correle urna ne-
grinha creoula de nome Damiana repre-
senta ter 9 annos de idade levou vestido ca-
misa de panno de linho ja velha, tem urna
ferida ainda fresca na cara de queimadura ,
e algumas marcas pelo corpo os ps bastan-
le furados e apalbelados provenienie.de bixos,
falla lata e d?sconfia-se catar acoitada em-
alguma parte o annunciante protesta contra
quem a ti ver Occulta O roga-sa l qualquer
pe.soa que a pegar, de a levar a ra das
Cruzes D. 5 que sera* generosamente gra-
tificado.
Da-se 100,000 a quem apreender, a
apresentarnesla Cidade, um negro que da
mesma fugio, a mais de dois
do
anno*,
gento de angola de nome Antonio, moco ,
muito ladino de estatura ordinaria rosto
compridoe coro marcas de bechigas olhos
afumassados dentes limados, feio, espadan-
do sinlura fina com urna orelha furada em
que uza de argola e he offinal de marnicei-
ro nesta Typogratla se dir quem be sea do-
no e que tal gratiGcacio d.
Rufino de idade pouco nais ou me-
nos de ao aonos, e tilura ordinaria secco
do corpo, cor fulla cjm mircas de bechi-
gas no rosto, levou vestido calsa de brim
bramo e jaqueca de risc.do amarelo cuja
jaqueta ja se acha rola quandoanda parece
trpico das peinas, da naci rebollo, bas-
tante ladino ; quem o pegar leve a ra das
Cruzes casa de a and tres di fronte do muro
da casa darsociedade Apolinia.
Moviiiiento do Porto
NAVIO SAHIDONO DIA 14.
Com pras
Oenssiosobre o fabrico do assucar
oferecido a sociedade da Agricultura Com
jnercio e Industria da Provincia da Baha o
por Miguel Calmon du Pin e Almeida ; quem jfi
por medico preco : na ra bo .Crespo loja D.
la qoe foi de Francisco da Silva L'sboa.
_ Urna casa sita na ra velha da Boa vista,
com ao palmos de largura, 3qu'tos, quin-
tal morado com cacimba por 1:000,00a: a
fallar com o professor do lalim do mesmo
bairro na mesma ra.
_ Dois caixilhog ou fiteiros proprios para
loja de miudesas ; na ra da Queimado D-
cima 6.
_ Urna porcio de ferramenta de carpioa
ja com uzo por preco comm jdo : na ra da
Medre de Dos n. i/.
_ Bezerros francezes marroquim bo-
tina de Lisboa sapatos a botioados para ho-
mem ; ditos de Duraqae de cores para Se-
nhora ludo ebegado ltimamente, e por
preco commodo : no atierre da Boa vista Do-
cima 9.
_ Urna porcio de canella e de graixa ,
paios muito frescaes toucinho muito alvo,
manteiga inglesa pessas de cordas para an-
dames chccolale a tuslio o pao botijas de
ginebra e anozes a dusia per viutem : no
paleo de S. Jos venda da quina D. 1.
_ Urna negra de angola, de idade de aa
a 24 annos, faz todo o servico de ama casa ,
e atuito carinboaa para criar meninos: na ra
da Florentina na penltima casa antes de che-
gar o sobrado do Sr. Eeiras.
_ A pose lie liois ieiienus ao pi; do ai lio
cajueiro que.fica ao p da passagem da Ma-
gdalena, com 35 palmos de largo e 185 de
fundos aterrado e prompto para se edeficar
casa e perto do rio : na iua das Flores casa
D. 12.
Escravos Fgidos
Roga-ie as aulhoridades policiae e
judiciaea j e pessoas particulares,' lano des-
ta Provincia como daa Alagoas bajio de
aprehender um escravo dosbsixo assignado ,
com os signaes seguintes : Antonio bastan
e ladino furtado por seducio no dia 10 do
corrente estatura regalar cor fulla pe le
na tem em um des lados do rosto urna pe
te quindo falla encolhe o rosto da banda es-
querda em cima da p esquerda tem um
calombinho, levou urnas rosetas de pedras as
orelhas e urnas contis azues com encar>'a-
dis ; quem a pegar leve a ra atraz dos Mar-
tirios cssa de 3 rotulas verdes que sei re-
compensado*
Nodia a3 de Fevereiro desaparece
urna negriuha do ciminha di estancia de
> 4 annos
muito magra ,
e meia fulla com
as juntas da pese mos muito inchads, com
umss feridas as costas de maros de hechi-
gas olhos grsndes nariz chato, boca gran
de, beicos gros o dentes largos, orelhas
pequenss, e o pede urna deltas urna maca
de ferida no boxbro esquerdo tem am ca-
lombinho he quebradi do embigo e traz
por isso ama fonda levou saia de chita ro-
xa amarrada no hombro, e sem camisa ;
quem a pegar leve i ra do Cotovello Deci-
ma 37.
No dia 29 de Janho do carrete bu-'
zenlou-se da casa de Francisco Mamede de
Almeida um escravo de nome Joio intitu
lado creoulo ; mas vcio de angola falla a
finida altura regolar reforcado do corpo ,
bem parecido de cara com poacas marcas
de bechigas e suissas por baixo do queixo ,
e estas ralis tem a orelb direita furada e
coro um* argo'a, representa ter 35 annos de
idade, levou camisa de bseta encarnada ja
uz.da, e por cima outra de chulla azul, cal-
sa de brim branco ; porem a roupa nio re-
ola pois levou com sigo mais camisas de
ENTRADO NO DIA 14
RIO DE JANEIRO pela B.hia e Macelo 5 l3
dias Btrca de Vapor Nac. S. Sebastiiode
149 tonel. equip. a3 M. G. Glover;
passsgeiros, Coronel Jos Joaquim Coelho,
P. Fr. Joio de Nossa Senhora Raimundo
de Moraes e Seixas Luiz Antonio da Sil-
va Vianna Antonio Francisco Colheres ,
Mr. P*ter Jorge Astlev Augusto Hrin ,
D. P. KrJder.
03SERVAgOENS.
No dia 13 nio entrarlo nem salario embarca-
ces.
*--
tiverai uncie. [qaena barroca bonita figura, represen la
0a liffrw ifguintei: dois diccioosjios | ter 161 8 annos levou vestido doaa cami-
, pois
rim e algodio e mais calsas ; este escravo
he njariulieiro a fijiio a-a e pGuc f ra-
pado as suissaj e cabellos que tem por bai-
xo do queixo ; foi em Maceio escravo do Sr.
Manoel Dias Souto e tendo mandado para
essa provincia foi venado ao Snr. Joaquim
Gonsalves Ferreira e este Sr. vendeo ao an
ouncianle ; quem o pegar leve a ra do Vi-
gario D. 3 que ser recompensado.
/'-< Dtsaparcceono dia a5 do p. do sitio do
-cajueiro da passagem da Magdalena um mole-
que de nome Fe isberto do gento de ango-
la ce 111 os signaes seguintes : olbos grandes,
cara redonda pescoco grosso pernas algu-
ma coisa arquiadas e a perna direita mete
para dentro, e tem no peilo esta letra L ,
(,s grsndes tem algumas sicaltizes pelas
costas, levando vestido urna camisa velha d'
estopa e urna seroula dita, tern urna mi
alguma coisa inchada, e alguns bichos nos
es e tem de idada 10 annos pouco
m menos i qualquer capillo da campo ,
mais
ou
P0ST-SCR1PTUM.
Bem que nio recebessaroos folbss do Rio
de Janeiro e t tenhamoa sobre a nossa ma-
za o numero i4? do Jorpal do Counnercio,
que nos derio a ler e que em relacio as no-
ticias per l- dadas t adianta um dia com
ludo, em virtudes de noticias particulares,
ouvidas de pessea digna de todo o crdito ,
podemos a fin-mar que a Corte se acha em
tranquillidade. Ahi constara tet mudado o
Brigadeiro Sesra,
Chegou e(a cidide o coronel Jos Joa-
quim Coelho ; e para sentir-se que a tar-
ca da Legalidade no Rio-grande peres-
ss :5 hruw e bravo Quicial que por
sen estado de molestia vio se na precisaS de
vultar para o seio de sua familia.
Asfolhaa, que recebemos da Baha atea
data de 8 do correte, e de Minas at 18
do passdo nada nos ds5 de interesssnte ,
salvo a satisfara noticia de rainar em ambas
as cidades a paz lio necessaria para a felici-
dade do Brazil.
ERRATAS
Na somma do recudimento das Bar reiras da
Ponte da Magdalena em lugar de 659,140,
lease 6g5,i^>: e na da Ponte dosCarvalhos,
em lugar de 858,6io lease 858,68o.
f^ERNj NA TYP, DE M, F.DE FAR1A 1839


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