Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03872


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Full Text
%
>1
N0 DE 1839 QUINTA FE1RA
CAMBIOS!
L jolho io. ,f00osed.
Londr*. 'VIoopreK Pr ,Beta,' 0ffee,
Lisboa o5 Pr lr P is por franco.
Rk> re J"*E Kgoe N"1 W" '5I*-
PrenMo.d ^^ D0S C0RRE10S TERRESTESJ
Giiit da Par.* WgS WSW^ i ^
?%f5. g.-, .:, *. v = .
CiHsde de Olind 2 ; s ;
Villa d Santo Anuo ^ ^ ^.^^ ; j
W d?Gr'fWn Lrinh.en,'Rio Formo*., e Porto Caito
lores.
) Segundas c Sextas feira."
II
DE JULUO NUMERO 143. *
. Tudo agora depende de +-=-. rSattfSS
rtSV .JonuTof com'-dmu-acao .nl.e a, .Nacoe. ma,
culU,i Prociamc5<, da A#emW Gera/* 8rm*
S^ve-sepa.^
.ntadosnesUTypografia, ni -1^ recebein correspon-
^TlfsXe -nuncios; rinde-., estes 8r.t,-0
trdoilrSoTa'ssignan.es, e vindos ass.goado,.
DIASiDA SEMANA.?
\
c!dad.d.sAl.go.5,
Vil. doP-Jf-f-
Todos 01 diasJ
QainUS fciras;
Dial 10, e a* de cada me
dem i ii, o n dittodiUoiJ
dem idem.
dem i3, diltoditte
l Domingo S. Uoaventura U.
Mari chela par. odian de Judio.
*^,d. manha. As 5 uora, 4* miuulo, d. Urde.
v,.! da tu.
V
PERNAMBTJCO.
GOVERKO DA PROVINCIA.
Expediente rio di. 8 le Joljo.
pquer
dU Imperial Aviso da .5 do mea prximo
P,Dol o esmo. para, infamar igu*l-
JL a;rM da potencio do Doutor Lu.z
^Franca Muni Tavarr, cujo requen-
lento se Ihe remelle fim de que se,, ex-
.Udooq-d.l.ri-in.ol-rn.1 Amod.
,9Ho-"Id ns^Cor d. The-ourari. Ger.l
1. P^vnci. prlecipor,do-lbe que o Regen-
e'' K Imperador por Jerj,.*
SrAnt'o Fernandes V Andr.de Re
S. conformidad, d. I nov..s.ma ,o
fqrfoi corTmunicado ero Avuo d. Secretar,.
Estado do Negocios da Guerra de lado
^Di.o0-"1 Z Comtrar.dar.te das Arma,, corn-
muoicando-lhe o conteudo no p-ecedente offi-
" Dito Ao Inspector da Thesouraria Ge-
1 da Provincia para enriar urca conta do
qu.nto existe no, cofres pr"-"* do.
docoooiei. que o Decreto de 13 de O'
ubro de i837 permetlir .ce tar do, .nd.-
dos, que deaejlo ser sent, do recrut..
"ISito- Ao mesmo, p.r|ecipndo Vhe que o
ReSeM em Nome do Imp-r.dor houte por
ienip.rmil.ir que osoffici.es do oi.avo B.-
lalh, de Ccadore. constante, da leUclo
Dito Ao mesmo, partecpan1o-lJ ter
a pKndc-.. nomeado oor P^ d'' J J
rnrrente nara Tenente Coronel Commandan
e do primeiro B.l.IM Major Ajndante
'de Orden, do Comm.ndo Supenor Fr.nc...
co de Albuquerque Mnh.o '"'
de,.e ao M.jor do B.I.U.Io da M.nb.c Loa-
renco de Sa' e Albuquerque, que mudou ,ua
residencia p,ra o termo de Goiann.
Dito -Ao Coronel Cbefe da L-g-ao do
Cabo, commnicando-lhe a noroe-c.o do
M;f do Batalbo de Muribeca Lourenco
deS' o Albuqoerqoe para Major Airante
d'Orden. do Commandante Superior da ijuir-
da Nacional de Gnianna.
Comm.ndant^ Geral. ThcgouraTa P o
Dito-Ao lector ^Thd.
vinci.l, p.rtecpan-Iolh., ^
da ao Arsenal ^n^^^t
H&t' Ao Procurador Fiscal ***>
MfT r7 Ur o pai-tar resneito.
. mi___.m.imi I
Dito* earrefados
,4 Dito, do mato desem-e
r?dcs, e de rodas ferra-
da., po^Jo por hum.
jan ti de bns
2T Ditoi carregdoi
Ditos de.carrcdos cam
pin-a dJ mas de 4 pow-
Tda?
Ditos carregvlos
Ditos destrepados e cDffl
rodas nJ ferradas
a Dito,carr?Rdos
2\0
2'p
3j
60
.176,1
81:1
$3j
3rden, do Oomrr,ana..n.c o^------------- M a ,^c,r os ..uv-.vo .
Nacional de Gnianna. ci. da nie,mTlieworana Inundo na ior
Dito-AoPrefeitod. Comarca do Recife, (3l|0 t compelate mdemn.sacao.
> 1 _____rtec.:. /lo 00 rio msa'lo
que
89 Ihe
remelle ; posso receber oosta
que ae declara na mesma rel?ao, par. a
nenies desaes familiai.
Expediente do da 9.
Oficio- Ao Uspeclor d.Thesourar.a Ge-
,.ld.Provir.ca, enmndo-lhe a not. relatw
i. .0 contribuye do Moot. P.o Ger.l do
Ser,idore. do E lado Anteo ^se Gome,
doCorreio, a fim de que pr.t.que coco elle
o meamo qec .e cha regr. p.r. com os
m* contJibniote, e recornmendando-lhe
nue fca a pronta remc8fda, qu.ntu. que
,e tem arreedado de duU^..- ^..r-D
do. matriculado, neale Est.beUc.mento.
Dito- Ao Director Secretario da Directo-
ra Geral do Monte Pi Ger.l dos Servidores
do rilado, coamu.icando-lhe o conteudo no
p.fcedenie cfficio. ThesounrU Pro-I Rio Formoso.
K Dito- Ao Inspector da The,oarr 0fficio- |
V.ncial ordenando Ihe em ^e^.
repreaenuri^ os ""dore,' d*rur" Lpi-
^ m,ndC SoXn" P daem nosS.ufiarPe5
"%V^*S& Superior da
do.lb. que a P-j; P 01Pro o mesmo
do trrenlo mer coocedeo lo m
Posto ao Major d. primer. ^8 t
Paulino de urea, ^0^bi.t,ir
do morboso, *J* Le-
ao M.ior do primeiro B.talh.o aa
pioiiu f-^-i,^ rk-: *
lugar d Meaqaita Cimars.
D toAo rreieno o. w.u.u-^- --
respodendo .0 seo Oficio de aa do portado
et servindo de informacSo ao reqtier.men-
,0 em quoacidadlo Guilherme Patr.c-o B.
se,ra Cavalcntl e qeixa do Son-P*feil>
daBoavista por ter arbitrariamente manda-
do dar palmatoada, ern um seu ecravo 5
quenloha licito. Sab-PreJeitos .mpor .0,
Man oro semelWle castigo qnandoes-
ie ae nio acha establecido em alguma Le ,
postura, ou reglamento de Polica .pprowdo
pela componte Autorid.de, embrra es di
reitos, e garanta,, que a Constituyo cntor-
Ra ao, CidadJoa, pois que do contr.no a dou-
trio, nio podem deixar de previr mu.tos
abaros, ea.bitr.ried.de, q.c em jd o tem-
po convem evitar ordenando-lhe que
ext^ca reste sentido conven-ente, parte
cipace, ao, ,eu, Agente. e "ffj^f'
fique o mesmo Prefeito na .ntelligeoei. da la-
,.r notar .0 Sub P.efeilo mencionado que
deve expellir do au.a inform.coes tod.se
quaesquer per.onalid.de, v.,o que ..m
o nao fez ni que Ihe dea .obre este= mesmo
fseto tornando se ass.m digno de toda a ad-
"d^I' Ao Presidente d, CMM Monjel"
pal de lt.mar.ca', significando-lha que ha-
endo r- presentado o Commandonte da. A -
as.qu'e.passagemparaa ***
quella Vdla, se .cha feo canoa para o trac.
pCdoaCorreios, e .i.nd.ntes, por cojo
STotivo tem aido retardad, a """T
ca officiol do Coramandanfe da dita forl
lela econfindo providenciar a tal respe.to ,
he'orden., que .te de faser .fcct.voocon-
acto do arrematante d. dita passagem im-
potdo-lhe as mulla, ( se algumas l.ouverem)
Juando elle deixar de compnr aqu.no
a que se compromelleo. ,jrarra
Dito- Ao Director do Arsenal de Gera,
1 Ditos deicarregadoL
xadosa mo
Ditos carregados
epu-
60
9'
66 >
6j
ia5
Diversas ileparQoens:
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
J.A Pauta he mesma dname.o 47-
MUZA DO CONSOLADO-
_ A P.uta he a mesma do numero 144.
CORREIO.
OPat.xo/d*M'i'.d,q. tharioa.
4RSF.NL DE GUERRA-
rss-o^.j:**^
Diieclor.
RendimontoTotl fV*
AdministraosFUld Obras Pabhc a
doWilodo839.Jwe p^Wi
i. Escripr.rio.
Terreno deMarioha._
H-iverdoso prin-Mpi^dj-na da cj,da cor-
rente n t mePdico'los terrenos ce MUnphA
dj. \o do Santo Amonio ern dirccclo ao
C:mpodePa!acioVcli,o,devend,v,UrP,a
ra da Florentina, ponte da "-*
cTrmo Vullio, e nao leudo coPr.do,c*
possuidore, do dito terreno o III. Sor.
Inspector Geral enea regulo do rec
eraur referida medido mn.da M
con v de a todos os possuidores de, scbreddo,
Trenos para que bajo de comparecer nos
Tecas, Q-"tas. e S bul os, logo depoi.
d6hvd. m.oM,na c-nes. deqce.ejn
considerod> dovolulo, o terr-no desocupada
do qual se Ihe nio presente Ululo d,sua pos-
MCccAod..obr.,Pob;ic9daJ^o
de 18J9# Joo Francisco Baste*
Escrivij inteiino,
OBRAS PUBLICAS.
Mappadorendimt,,od;B.rr,r^^
da Magdalena ; numero e q
objecto, que nell. p
Taxa, desde o 1.
Junh-i de i83p.
Espfciesdeani'-"'
ecarros
de y
ad'S o%
epecliva
o i 11 de
Ofir:SloCoronelChefedaLeo^
Guarda Nacional de Ser.nl.aem, comman.
cando-lhe a ex pedicelo da ordem uppra-
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
Expediente do 8 de J'bo.
Oficio -AoCcmmandante das Armas
satisf.sendo a exigencia fe.U emcmcio de
do eorrenle mea. iv.r.
D to Ao mesmo com as guia. d (1,v"
sa$ p rea. da Foro, da PUi.n que r
dar oaeu parecer ,e,pe.* J U q
encentra em 3 da, meama. guias ,
do mesmo Acampamento e
to
3o
lftil-. _
....... / Toxa
3o4 Animaesorelnamc-
brum ou percum
1607 Dilos cavallar, -
com oa muir
0186 Ditos cuto carga ,
cavlkiro, 011 sella e
fieio ,
7o Carros d.segregados ,
da rod-, movise tixos,
com pinas di m^nos de
4 poltgades
161 Diies erregadoa
Duos descarreg.l^ com
rodas fixas e eiXJ ru-
1 |Ho
vel ,
Ditos carrrgados Io
63 Ditos drscarrega'Io com
maisdeatrvhs
16D t-s carreado, U.
Dll0s dtscarrrgjdca con
nim.de -pol g ^s
Soma.
3o4o
Diario de Peraamblico.
OsHospitaes dnCa.iJade^quetemmro.
?iraa5jf?
Udd de alhoramento que espera so
9o
15o
do, c, miseros
^sttatsr* 1:
...rranioaeencorr. i _.__,
SrfXV Srs
coroqaesubi de p^>jo 00. _
cuidado, vi^'n"-^ >
MUTILADO



s
D I A 8
-TTIr^ ERNAMBUC
* *?*'<'
ar os infelices que jaren no leito da dor ;
amelgar a essas innocentes victimas do
peccado, ou da tarbaridade que tem a in-
felicidade de ae vercm privados daquelles ca-
rinhos que sia me sabe otTerlar, e que
ja mais podem completamente encontrar no
Hospital dos expostos, seja qual for a sua ad-
ministradlo ; erdade esta, que ja a muitos
serulos nos tinha entinado o heroico Latino,
quindo dase :
Cui non riteie prenles,
Nec'deis liunc mensa, daa nec dignata cobi-
li (O-
O rortcfo humano e' aimilbSte a um relo-
gio que, a pesar de ter um perfeito maqui-
r mijo para regular necessila do a mo ex-
tern, que Ibe di- corda que de' movimeo-
lo s anas rodas. Qi ando D. Thoraaz Jos
de Mello, antigo Governador desta Provincia,
eaqoem se deve o pliilanlropico estabeleci-
mento, da casi dos ezpostos se apresentava
nesssa rasa rom es seus amigos es cixpostos
adqoirio maiscom esta visita, do q'com os re.
ditos diarios que possuia a casa i a emo
) dada pelo dito general era seguida de ou-
trag mu las : e daqui Itravfo-se deus prove-
los, o socorro dos infelices e a moralisacf o
do povo. Ciemos nfo errar, se dissermos
que certos estsbelecimentos devem ter o
> seu verdadeiro patrimonio no roracfo dos
;> liomens virtuosos. E' ali que esU' a sua
caxa de reserva.
Consideremos dous estsbelecimentos de ca>
lidade, um con nr.ui grande e rico patria o
nio e oulro pobrp, e que s coota com a ca-
ridades dos verdaderamente bomens ; este ser
mais fe'a que aquelle ; aquelle immorali
ia a o povo entretanto que deste se tirara'
a licfo a mais edificante para o publico. A
qui ('no hospital flobra-) a cada passo vemos
o homem virtuoso levar socorro aos outros
bomens ; o homem ri o auxiliar um estabe
lecimento, onde lalvez pela inconstancia da
fortuna elle ou alguem dos aeus ali va'
findar seusdas; o pobre tirar parte do seo
pao para repartir com seus irruios; pois o
desgranado aprende a socorrer a outro des-
grifado.
Non ignara mal miseris suecurrere
disco, (a) O dtbochado mrsmo no ins-
tante em que a verdtde he fallar ao eoracfo ,
querea sorcorrer aos infelices habitantes d'b
casa, onde elle ir por limite a o seu dtbo-
!.", e sua immoralidadp.
Mas ali (no rio hospital^ todo o* pelo aves-
so; lodos quarer governar; os logares se-
rlo dados aos miis expertos ; a receita exce-
der a despezs; o dinheiro' darreter-se- ,
porque a ambicio fogo ; o enfermo clamar
contra a farinha que mofada centra o
caldo qua agua moma ; o facultativo (se
i:"o tiver a contciencia dj que, pela rapidez ,
contf, mandara sangrar a um defunto) des-
piezar o remedio porque nio tem os sim-
plices pedidos; e o povo, quando se dirigir
a um tal estabelecimento, nio ir soccorrer
a os desgranados mas examinar em que se
gasta o producto de lio ico patrimonio.
E ja que este nosso ultimo pargrafo rio
p Je ser applicavel a os no.ssos Hospitaes ,
porque nio gosa.jdessa riqueza, sirva de au-
xilio a o seu deCiit a candada dos tiomen*,
posta em movimento por S. Ex. de quem esta
Pro vi ocia e pa de hum officio 'reservado, e pensou que bmi ideies Lperancaa.
en dirigir directamente alga ra censura por | Diste hum denotado de S. Paulo, a quem
isso a individuo alguna. Nfo, ato me quiz combato, que nao se lembra que na caase
dirigir, nem aos qu sahirso e emeos que dissesseqoe era neoesaario nomear commissa-
ficara; eu tioimen'at quiz faier sentir que
nos para tratar com os rebeldes ; e disse que
o presidente tinha alguma isfoem desconfiar m se lembra que o nobre deputado o Sr.
Ferrelra Franca dtsse o anno' pissado, que
julgava isseserhum meio de acabar msis de-
prensa com aquella guerra. Nio me quiz re-
ferir a este senhor, mas a hum nobre depu-
tado de S. Paulo que o dise, e qua nio o
negou e n. m o podia fazer pois que odiase
na casa; este nobre deputado esquecendo.se
da alta sociedade em que sempre vivera, e
dos individuos que o cercavarj.
Taml em nfo podia generaliW o nome de
a na rch islas a todos os Clamar ilienses, e nem
isio se pode concluir das miabas expresses.
Conhecoo nobre deputado de perto ; honr-
me com a sua aroizade e por consequencia
nao podia irrogar-lhe samelbaote injuria,
que he Cs t'arinense.
Agora proenrarei responder ao nobre de-
putado por S. Paulo que oficiosamente qui?
fazer autopsia cadavrica no ministerio de 10
de sel- mbro ; sinto que o nobre deputado
nio se servase do scalpello tio destrmente
como em outras circonstancias, em que deste
instrumento se serve/
O nobre den" insiste, na opinifo
. .erw uesetemlro no Rio
jiz usar da forca, e nicamente
.Vm-se provado que esse gabinete
. da moderacfo por todos os seas se-
assim se deprehende do relatsrio do
actual ministro da justica.
O nobre deputado que conbeca quaes. sfo
os meus principios bem podia Jazer-me justi-
ca nio me julgando c.paa, de mudar tao f-
cilmente, apesar mesmo de exiatiiem cesas
I iacoca perigesa. E lamenta o noh/e depu-
tado que se as tivesse feito com bomens que
l't jnlgaqoe fora neus inimigos ,politicos.
Nio est o nobre deputado i as* mesmas cir-
cunstancias? Nio o vemos boje ligado com
os seus inimigos polticos, e alg-ens inimigos
pessoaea pelos mesmos motivos polticos e
desde e lempo em que o nobre deputado era
rebelde, como disse uto be, desde o lempo
da independnoia ?... Desta allianca devo
persuadir-me que ha urn Gm justo e mesmo
mar pode colligir do segrele officio fi).
O autor da correspondencia foi injusto p
ra consigo quando pensou que eu quera api-.*
ahajar a sua reputiclo e escutecer os seri.
P'r elle feitos ao Brasil porqua nio sfo
minhas vozes que faca com que o Brazilalte
re a opinifo qus ten feito sobre elle quando"
presidente do Para e do Rio Grande do Su!,
E se o quizesse censurar, francamente o dirii
na cmara ; maa esta nfo foi a micha inten.
ci.
Com hum documento vou aioda responder
aqu ao que disse a respeito do movimento
de Lagos e de seus autoras i diz o presidenta
dos grande* cirtulos osou de hums exprs-! de Santa Catharina em sen officio t I
sao, que, confesao, tnuilo me revoltou. De chegoo a esta cidade oalferes.... diz n,
certo a exprsalo de papel sujo nfo foi muito que todas as autoridades da vil coma o ja-
pohda; e se ao nobre deputado, apesar do I iz de paz cmara municipal, etc. m Me
rgelo da idade, apenas enxarga de longe a prestara mormeota o presidente Aa-
njuna, o aangue se lhe revolta e ferve em Ionio Caetano Machado, e que todos
cachees oque nfo me acontecera a mim noque tinha negado cavallos s forcas de
verdor dos meus annos quando enxergoei j Loureiro estavad de bom grado prestando.os
naquella expressfo o desejo de injuriar-me ?
Porem prometi ao nobre deputado que da-
qui em (liante fugirei de responder-lhe por
que desojo respeitar suas cfs suas virtudes ;
porque assim re^peiio-m a mim mesmo. .
Accusou-me tambem o mesmo nobre depu-
lado de eu nfo ter entregado essa caria ( que
eu nfo. apresentei como documento para pro-
var consa alguma) s autoridades para respon-
sabilizar o, seu autor.. Sem ser hum juriscon-
sulto julgo que nij podia servir de base pa-
ra prccessoalgum. ,
O nobre deputado por S. Paulo que tem
querido fazer a autopsia cadavrica admiui-
ttaco de 19 de setembro, contmuou dizendo
que eu asseverra que s circunstaacias do
Rio Grande o anno pssaado erio taej, que s
por cobarda ou por traicfo poda-a legalidad-i
soffrer algum revez. Nfo disse tal o que
disse foi que nem por cobarda nem por
traicio solfreriio as arm-x da legaldade ; foi
patritico; masque, entreunto, ella nfo Linteiramcnte o contrario do que dhse o nobre
influesobreacapacidade, sobre os principios deputado.
do nobre deputado : faca-me elle a meima jus-
tica que eu lhe faco, nio julgando as suas
ligHCoes perigosas
O nobre deputado nfo enxerga nos actos do
ministerio de 19.de setembro senfo corrupefo,
e s corrupcao. Parece-me que u nqhra dp-
aos rebeldes-: que as guardas nacionaes (qu9
jamis se quizeraS reunir, tendo eu trabalba.
do-ha quatro mezes para esse fim por ditTe-
rentes formas, e ltimamente organisando
hum esquadrf o como foi pele corte deter-
midado) todas m fraeces se fora apresen
tar aos ditos rebeldes, sendo o maior dos
traidores ao seu juramento o respectivo com-
mandante do esquadrf o, Serafim Munia de
IMonra- 1
Isto ludo prova o que eu ja disse que este
Serapbim este' Machado e outros fora os
autores da rebeliiio. .Nfo quiz irrogar inju-
ria alguma a esse cidada quando apresentei
esses nomes, nem quiz escurecer os seus ser-
vicos. :< >
Feitss estas refloxes, pas arei agara a ou-
tro nobre deputado peta provnola de S. I'u-
lo. Lastimo, comeSeiio, queeu tenha-pea--
dide no conceito dease nobre deputado aqoelia
estima que elle me tinha : paciencia. Erige
nei-me pensando que o voto do nobre depuu-
do fui para rc.lcar a aduiinistraca de que fie
Coritinuou o nobre deputado, dizendo que parte 1 o discurso ultimo de nobre deputado
1 afirmara que s com infantera s*> podia a- prova enta a minha auspeila -T suppvnda-me
bsr com os rebeldes. Tambera se eagaoru U capa que s eu o poderia imitar nao era
o nobre deputado nesta parle. Eu diaaeque poasivel queeu jultfaise que elle quizesse me
nfo era a cayallaria a arma necassau'a que Jnculoar-de huma mentira taaevera dian-
com a infantera e com alguma cavilara, po- le do Brasil e diante do trono. Faroi lodo o
DISCURSO
Te Sr. Prpot.do S prenunciado na Sassio da Cmara dos Srs,
Deputados de a6 do p. p. por occasio
da djcosso do ultimo periodo do voto de
gratas.
Contnuecio do n. aetecedente.
O rafthre depitlado anda insisti na sua o-
^*u lie laxar de arbitrario o recrutamento
if hum Individuo. En disse que esse mdivi-
[dtro ro eslava isenlo por isso que nio eia
il! o nico ; e o nobre deputado pareceo an-
shuir a fio mas foi-se escapar por l.uma tan-
Jgtriite di.rndo que ha va hum aitigo as
jjnslinecees de 1822 que teniava do recrula-
jenio eqr.tl/rs que SDsIrnlava irnfos orfos.
nobfe deputado rio se explicou bem a esle
peilo ; o aitigo talla d oiffos de pai e mfi
I sse individuo n> estando incluido nesie
artigo, fi nao : oiao de pai segundo disse
^> uttre deputado, eslava naa circunstancias
le ser recruiado,
Fallou tambem o nobre deputado sobre o
*o lar r.cladode te Ir r apresenlado na cata co-
/1) Oque tem a infelcidade de ser des
firesai.'o de seos pas, nem se assenta na im-
h al'um deus, nem se dtila no hilo
la osa.
(ij Virg. /Eneidi lcr. li, vri. 64.
d'ua
ministerio de 19 de setembro reintegra no
seu lugar o bomem que d soube deseropenbar
e que talvez por inimiades fora dimitiido, be
corrupefo : se o ministerio pretnche o nume-
ro de desembargadoea, segundo.ae loij e as
necessidades de huma n-lacio he corrupa;!o
se hum ministro escreve huma carta a hum
outro tleitor seu amigo (o queja foi louvado
em hum membro dogoverno de.ia de outu
bro que se apoiou na opinifo de Rover Col-
lard) he corrupcao : seo ministerio pede di-
nheiro para cobrir despezas que seu ant. ce sao r
fez; para evitar a banca-rota, pagando perto
de-se dinheiro para empregar na cor-
de .,000 contos para que a honra nacio-
nal nao. perigue grita-te logo pe-
ru|)?fo .' Sr. presidente, com uTriioo nobre
deputado est assombrado .' Ligon-s a hum
nobre deputado que ju'ga que a coi rupefio es-
t na oidein do oa : que as baixezas as trai-
ces e a corrupcao o cerca por toda a parte ;
oor isso quero lhe provtr que ha mais quem o
arompanlie ueste mundo que nfo oerece to
afrontosa opiniiode sua parle, e mesmo para
que nfo ta, migue o nico bomem virtuoso e
probo. >
Oucbf.
ma minha.
nao mereciV
publico que*
rio ao paiz e'nem
deputado. Eu diste qil uteessano que
alguns senhorea fossem 11. .1 prudentes mais
comedidos em suas fxpresses; porque ha
qurm dsqui escrevn ao* rebeldes actnaelhan-
do Ibes que rio recuero que esperern pelo
-sultado desta sesbio: e appareceudo exprs-
sfs armo aquellas que analysoa o meu Ilus-
tre collega o ff. ex ministro da m--.ru. ba os
rebeldes podia inferir dessas exprtssej que
bavia hum l;do da casa que os apoiava. Eu
nio digo de modo algum que uto se infira
das pal.,vras do nobre deputado; mas be ppt-
tivel que os rebeldes assim penstm ; e muito
maia quando vemos anda depois hum co-
bre depuldo que pretende .modular huma
poltica romntica para o Brasil comprar os
rebeldes do Rio Grande com 01 rebtlJes da
Vndale, rom a Hunda relativa ment lu-
6'
le
des
(Continu.)
Exterior
vdo tambem lanroq sobre bu-
rio certa odietidadeque eu
-fo quiz faier conheeer ap
era coutra*
anbum Sr;
versariops|avrs que estenio disse.
Gostei summamente da historia des bexigss
que aqu nos fez o obr deputado. No seu
prmeiro discurso attribuio o nobre deputa-
do o nfo se lerem reunido os Corilibanos
rorque tira rao Ibes o seu predilecto presiden-
te. Foi apanbado em contradigo porque Londres 13 de Maio.
mostrou-se lhe que elle mesmo diasera em oJ Humartig do Courier transcripto no Ti-
Ira occasifo que era devido a ufo eataram or- mes diz que Lord- Vlelbourne continuaba ou-
ganisadaa as guardaa nacionaes;. agora porem, tfa vez frente do Ministerio loglez. O no-
veio o nobre deputado con a sua historia de vo Ministerio que havia organizado Sir Robs
litigas e diso que os Corilibanos nao mar- Peel por ordem da Rainha Victoria, tor-
ce va o para o Rio Grande porque daqui foi nou-ae nallo, em rasap da mesma Rainba aao
para S. Paulo bum presidente lio mo que ler aaaenlido o proposla que Sir Roba Peel
mandn bexigas para Coriliba bexigas que lhe fe de separar do seu lado certas Damas
malario ludo; nfo ficou niDguem E sendo que a servia.
assim como qoeris o nobre deputado que fi- As noticias d Bayonna de 6 d;em que Es*
casseah armamento para os. Corilibanos de- partero depois de hum Sanguinolento cembe-
ienderem-ae da invasa dos rebeldes ? Quem te relomou ss posicoeos qua deixara a 3o de
se servira dessa armamento se ludo mor- Abril, e que em consequencia os G rlrstas
,reu f. rs,,mao be quando se avanca pro- abandonarfio Romaica. O General Elo ven-
posicues de que nao se es.l coateocido por dc/que ., poda por mwito tempodefeeaier
que enuo nuoca.e d.* bem. { Vdla forielicad de Balascoain depois doa
uando eu dase que em Lages ; os Ma- Chrslirios bavertm pasndo o rio Arge em %
chados, osSeraphms, &c, fora ce autores dierenles pontos abaedonou a sua posica
darevqjuca, nao,quiz com isto offendero retirando-* em boa ordem para as immedia-
nobie deputado: narsou desse lempo do des- ces dos montes,- At ultimes noticias de
potitmo em que se pensava queocrimedo Bayottna de 9 disem queomam-mpo tem
paieassavapaiaoulho, para o neto, &o. s paralizado as eperacoeea de.Espartero. Ne-
o nobre deputado sabe muito bem que nss nhum engmenlo tinha havido desd* i, de
guerras cifia ve-se irmios contra i, mos e Abril ate 4 do corrente Meio. O aions
disto no R .Grande lemoa exemplos : nao exercitos oceupa as mesmas poscoens.
pod.apo.sinjon.ro nobre deputado, e qem X)s jornaes dos Pvrineo. Oriemaes disem
oqqu, porter primo de hum rebelde de La. que oBara de Meer archouip.r! Ct,?
ges,.e em ao autor de huma correspondencia com as suas tropas. Disem de Fieueiras a.
por ser.seu .rrna. : M CtrI|lt- ,. ,FfC, de 6ooo ^^
Aprovei.o a occasiao-par. responder a hura menos, cceupao. costa o guarnece as pr!-
cidadao que foj pres.dente de nanl. C.ibari- ia. por esper.rem pelrecho. a munlen de
na, e que quiz combaterssroinhaaopiaea Genova uni9oens ue
emhuma comspondenc s. Diz el/e que e As carta, do Madrid de 4 do corrente di-
IT!**0."-.''*Ti.eB e5,".do '?5,1 zemqueo Mini.terio ,.e Ima demiuido era
por isto que tres diae depois elle fizera huma consequencia de varias re,
cireular autoridades daprovincia, dizen- eontr. elle h.v.6 nido S2
moa1.?.: r ,C,'7'"ntlu'lla> lueomes. nh. e da, noticia, recebHa, de Valle ocia ,
Zn ZLZ i*' "' ""' f",U d Uh"- A'80D 6 Murcil A R"'n fiu admira-'
tura. Poremquanloamioi, ,iS0 nada pro- da de urna u repentina reio'uca e res-
va porque re. das depoi, elle nfo podia ... i po.de, q^eer..!^. e temp-t ptr. *re!olver
l_.r mteirado de eai.do da prov.nci, ; .o O General egueres prepJrav.!." [".
com man-
o inves*
podereav
aterra, eco o, Americano, do Norte no ^ ****-
mpo de su. independencia. EsU. pd.. i/ovi*\ ?*"* ,,*b,,a.nJ1" d*' d cito do centro. A Rainba
, f.zem c. m qu/ o. rabel*, se .utr.!. r^ "![Z S2!L EL"t" i \\ !* --o.
MUTILADO
?r^d5,f.radM,!-n?0,,0 6"er,10 e'l Geaar'J V" Halen *acha e," eamubo
ul?oanecllcfee puliendo, cemo a c.J para Capiul .fin, de wjueUcr no co.kJ
-


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^

V
DIARIO BE PERNAMBtb
.>
r,
\ -. v ".- s :

a

Ino de guerra.
raz Montea *
, Bo-
dis-
Os GeYenPS Vlentim Fer-
BaltUzet foro promovidos
ao gnu de Tenles Glierais. Disem eo'
Madrid que Earl Clarodon sera" substituido na
efnbaixada de Hespanlia por lord llorvrdde
Walden e qu Mr. Aston deve succeder a
este Ministro na corte fie Lisboa.
Londres i4 de Malo,
O Ta'ompz de 8 do cor rente di que a sua
correspondencia privad do Orienta rpre-
icnta como eminente a ruptura entre Por-
ta e o Bx do Egyto. O Almirante Roussin
tinha uxado de todos os meios para prevenir
as hostilidades e manter o status quo ,
remo F.mbaixador da Rossia fomenta
cordia en srgredo, e exciu o Sulta guerra ,'
em ordem a fornecer so Gca'r a pretexto de
entreferir e arrebatar o tea quiaho na con-
tendidos Leves.
O Monitor annunriou que o Tratado con-
cluido em 9 de Marca ultim entre a Fran-
ca e o Mxico foi raiGcido em 2 5 do mes-
mo roer. Pareo* que no i. de Abril os
Franceses deviafi evacuar a Fort'lesa de S.
Joio d'Utoa.
( The Times.)
QUESTAQ FRANCEZA.
O commodore John B. Nicholson com-
msndanr das forcas navaes dos Estados U
nidos no ro da Pi ata. offereceo sua medi-
rlo ao govtrno argentino a fim de se lermi
nar amigavelmente es desavencas que exis-
ten enlrai o Re dos franceses e o gobern
geral das provincias Confederadas; pro pondo,
em primeiro lugar as seguintfe buzes.
i. Os cdados francezes serio protegi-
dos em suas pessoss e propriedrde como o
sa6 todos os demais strangeiroa que nio tem
tratado actual com a repblica argentina at
1 que se conclua um tratado de amisade na-
vegacin come; co entra S. M. oreidosfr o
cezes e S. Ex. o governador geral da rep-
blica.
a, Os cidados francezes BcaraS lientos
da todo o ser vico militar em conformidade
da partica constante das nocdea civilizadas ;
a este principio ser reconhecido por um ar-
tigo espacial no lrataao que se ha de con-
cluir entre a Franca e a Repblica.
3. Ogbverno de Buenos-Arres se obri-
gar a pagar indemnisacoes a queiles dos fran-
I cezes que demonstraren! ter sido prejudica-
dos em suas pessoas ou propriedades por
actos do governo. '
4- A disculcto relativa a estas indemni-
sacoes lera lugar entre o Sr. Martigny en-
carregado de negocise cnsul geral de Fran-
ca e D. Fillippe Arana misnis'tro dos
' negocios estrangeiros da repblica { ou qual
3ueroulro -delegado de 6. Ex. o governa-
or Rosas ) : e no cazo de nio poderem con-
cordar j se/ nomeada por ambas as par
tes, ama commissio de referenc a coa-
posta de pessoas ^tridamente neutraes e des-
prevenidas. O que determinar esta commis-
| sao ser (ido por decisio final.
O governador Rozas agradecendo ao
Icommodore Nicholson o deiejo que mani-
Ifestava de ver terminada pacificamente b
Iqaeslo pendente entre 01 dois g->vemos ,
Bdio-lhe licenca para nj Ihe communicar
1 soa oppiniio sobre as bazes propostas at
jue souhe-se si elle commodoro eslava suto-
isado pelos aumentes ranctaes a propor sua
|uedca.
O commodore participe! que eslava ver
fulmente authofisado pelo almirante Leblanc
pelo cnsul geral. Mr.' de Martigny.
Lntio o governador Roses, depois de ter
lescutido em urna nova correspondencia as
bazes apreaentadas, propozas modifiracSfS sa
Un,M ~ '
i. Os francezes residentes na repu-
ica argentina conlinuario a gozar em suas
essoase propriedades como tem feito ai
gora da proteccao que as leis concdeos
demais estraogeiros qae nio tem trta-
lo com a repblica.
todo o littorsl do rio da Prate e cora todas
as erris hostilidades feite repblica.
4. A discussa.6 relativa a estas indemni-
racoTS ter lagar, segundo as leis dVste
paiz entre a p'pssoa autorisido pelo governo
francs, que se aprsente com carcter pre-
viamente acreditado e o ministro das rea-
coens exteriores : e na5 podendo concordar
amb'sas partes, ser remeltida ao governo de
S. M. B. a derisl d'este negocio a qual se-
Ilios do mesmo Contelho, pede as necesa-
rias providencias; me Ordena respda a V. Ex.
1. que a pesar de nao estar marcado na Lei ,
como quando se possao dar de suspeitos
o Membros do Consfdhb nao poderacoin
tudo deixr de se ju'garem procedentes as[
luspeicoens que tivrem por, fuodimen'*'
comprovar alguma das rssoens .expressadas
no art. 61 do Cdigo do IVccesso Crimina'
cuja desposicaS cQ.mp.ie-considerar gentica e
(ida por diGnitira comprehensiva de todos os Jusps Criminaos ;
5. Ser restituida repblica argent- i. que o Promotor ou o seu A pdante ,
na a ilha de Mrtir Oareia com tudo o que se nao pode dar de suspeito por isso que
Ihe pertence e existia no lempo de soa oc- j celia na5 ha mais que a qualidade de ac-
ciipaca pelas forcas do governo francez. Icusador e fiscal sera alguma ingerencia no
Enl resposta a esta communicaco de Rosas, julgamento como se ve do art. 100 da Lri
O commodore Nicholson participou-lhe qae de 18 de Agosto de i85t : 3. que o Pro-
t 2. Em qaanto ao servico militar os
Iranrezes continuaras a ser triados como o tem
pido at agora isto como os outros es-
trangeiros que nao tem tratado com a re-
|publiea.
3. Supposto o governo' argentino tenba
nonstrado e estejt persuadido que nao
em prejudicado por actos injustos eos a ne
Dnum cidado francez nem em sua pessoa ,
*m emsuaa propriedades, comtudo,odi-
fgoverno se obrigar a pagar indemnisicoes
r^eidados fia nenes que juslifiquem terem
"topiejudicsdos em suas pessras, e pro-
piedades por seto injustos do governo ar-
pntmo ; e o governo. francez se Abrigar
Mmente a iudemnisar a repblica argenti-
no1 e todos os prejuisos que ihe lera causado
loicas navaes da Franca com obioqueio de
estava convencido que essas condic5es nio ae-
ria admittidas por M. Martigny como bases
usceptiveia de discasro e propoz hum ter-
mo medio entre is pTOposicoens qae offei-e-
ra na sua primefra commuAcacSo e ai que
Rosas acabara de presentar.
A isto replicn o governardor que nao se'
podi apar nem levemente das bases por el-
le Spresentadas, asqdaeserao um eloquente
testemunbo da benevolencia e desejos do go-
verno de Buenos-Ayres de manter Ilesas as
boas relacoens com S. M. o rei dos franceses
0 de sua constante disposiciS para entrar em
amigareis explicace-.
Enta o commodore Nicholson deo parte
das proposicens de Rosas ao almirante Le-
blcnce ao cnsul geral M. de Martigny, os
quaes rspodero que nem um instante se
podio discutir semelhantes condiedes por
que todas ero inadmissiveis.
(Do Diario do Rio de Janeiro.)
Proclamacaca db general presidente da re-
publica rio-grandense aos habitantes de
Lages.
La gpa nos a noticia da generosa coopera-
cao qu prestantes as armas republicanas foi
onvida pelo povo rio-grandense com a expres-
aaS dO reconfaecimento e do verdadero entliu-
ziasmo. A repblica vos rende por tea fei-
tos cinceras sc.cOes de gracis. IrmSo's, Cor-
re a nos-os bracos; nio seris cer timen te dos
ltimos a despregar o penda8 da independen
cia a dar aquelle grito sempre pavoroso a
os tiranos di popular liberdtde I Ja Os bra-
vos paulistanos fasem tremolar aoj olhos dos
seos oppressores aquelle pendi sagrado; cin-
co das suas principies villas tem vingado nos
escra vos de um cornado despota 16 annos de
vexscaS e arbitrariedades ; os biiosos calha-
riiienscs escudados por n'tsss victoriosas
laiinges nio tardar a imital-os ; o Cear
e Serg'pe encatara a magestosa caneira da
resistencia ao infame governo que os mal-
trata ; o Maranho se dispoe e se prepara pa-
ra ta5 honrad empreza 5 o Para a a Babia
juraS sobre as rabecas ansa aguantadas dse*
na ntimeroso filhos sacrificados a vinganca
do partido lusitano renascerem de suas ruinas
mil vesos mais formidsveis ;
perio brasiteiro corregido dos vicios, proxi-
motor e seu Aju1-
ocoasiSes de reas'
plina n coaeo 1.
Guardas Nacionaes ,
O
dovaro tomar as
^qs de Disci-
aea daa
toe te s
lugar
^
doSe-
suas graduacoens r put idos j
mais modernos que os eQectivos
o mesmo se deve observar a respe,.
cretaiio e seu Apidant : 5. que o Pro-
motor e Secretario ou seus judantes s
podem comparecer nos Conselhcs com os u-
niformes da Guarda. O que V. Ex. far
con-tar nao s para que.o dito Consellio ul-
time a soa commissad ,' como para evitar que
no futuro se renovem semelhantes tropecos
com que os perversospertendem Iludir a Lei,
e afastar o ca&tigo que merecen!.
Dos Guarde a V. Ex. Paco em ai de
Marco de i83j. Gustavo Adolfo de Aquillar
Pantoja. Sar. Manoel Joaquim Pneira da
Silva i
THEATRO.
Nio se tendo vendido( desgra9adamenle )
atheas 8 horas menos hum quarto nen-
hum so bilhete de platea nem verandas a
beneficio dos, nossos Pobres enfermos
freguezia ; aperar de ser annunciada a
os 3 Viciosos lio elogiadas e a danca de corda
to aplaudida : o Empresario convida a qual
quer pessoa que por sua Pbilantropia se
queira enrarregar da reparticSo dos Cama-
rotes ebilhelesj do contrario nio se podot
efeituar este acto de caridade de hum mo-
do lucrativo para os indigentes : isto a the
antes de chegar o Vapor do Norte rio qual
s auzenta. a Ccmpanliia Gimnstica ; no
cazo negativo, o Roprezano entregar ao
Illfflo. Snr. Prefelto a quantia da cem mil
res em que Ihe montariio as despejas que
sepropunha pagar.
F. F. Gamboa.
tar-se com seus titolos, de terca feira g do
crreme em diante amados Par bel ros IV
8. para receberem o mesmo.
Precisa-je de abate:* dois quartes t dan
do a pesoa tiinta mil reis de abate quetn
Ihe renvier este negocio dirija-se a ra do
Rosario estrena D- 28 3a andar que achan;
com quem tratar.
_ Joa5 Pedro da Rocha tem iusloe con-
tratado com Pedro Francisco Xavier mora-
dor na praia do Jang a compra de urna casa
terria com sitio na Cidade de Olinda na ia-
deira da S ra de S. Rosa subindo pela dita
ladeira ao ledo Direito terceira casa; por Unto
faz este ennoncio para que noraso em que
a este nrgocio(tF.oha que reclamar que no pra-
zoda 8 dias annu'ncie por esta folha ou en-
tenda-se com o annunciante morador na ra
de S. Theresa D. 7J
a Na ra eslreita do Rosario D. ao da
parte do norte a. andar, de dous escravos se
vende um aquelle que agradar ao comprador
qualquer d. lies sio bonitas figuras robustos
sem vicios multo ladinos e fiis, e hum
delhs .abe coiinhar o Diario de urna casa e o
preco de qualqner delles he 600,000 e a
vista do comprador milhor se dir as suas bo-
as qualidades.
_ Vende se urna casa terrea em muitobom
estado e bem pintada na ra atraz de Sa5
Jos D. 14 : ra ra do Crespo D. 7.
Na Pracinlia do Livramento D. a5 ven-
da de Jos Dom ngues da Costa ha para ven-
der *aes com farinha por preco com modo.
_ Prncisa-se da urna ama le leite no Pa-
2. andar do
Avisos Diversos.
O Doutor Jlo Jos Pinto tendo de re-
(ira-se para a Europa a tratar de sua aaude
eachando-se imposibilitado, pelos continuos
sofTrmentos quaaisaa o tem prosudo de ir
o vacilante m- pessoalmente agradecer os innmeros obze-
v icios proxi- quies qae de muitas pessoas recebera, du-
moa urna estrondosa bauca-rota prestes a rauta a sua infermidade, e oferecir-Mies
suecumbir ao pe o ingente de huma enorme seu presitmo n'quellas regres remotas, onde
divida publica devorado pelas faccoens que
o dtlaeerlo ; este edificio monstruoso de cor-
rupca de crimes insansivelmente se des-
morona e parece eair por toda parte.
Ora pois Lsgeaos as armas Fazi
troar em roeio da vtssas" mentanbas o brado
glorioso da vossa emancipaclo abornta ; des-
despedacai injurioso grilhaS do despotismo
chelos de indlgnata lancai Iho a rara. Qde
podis receiar contndonos a n* e aos
nossos poderosos aliados em o numer de
vossos amigos ? Vossa posicto geogrfica ,
totto carcter
concorre
por ventura se achar lembrou-se recorrer
as columnas do diario, onde pode tornar
mais publico os desejos que tem de que os
seus amigos nio deixem ja mais de reconbe-
cel-o grato.
Perciza-se de tre/.entos mil
espaqo de hum anno dando-se hor
de pinhor, Scando o servicio de
jnrosaquB convierest- """ocie
a sua morada,
Preciza-se d tugnez,
1
leo do Hospital do Paraso ,
sobrado de Miranda.
Quem precisar de hum Portoguez do
idade de ao annos para Caixeiro de loja de
fasenda, ou ferrsgem : annuncie a sua mo-
ra 1.1
Urna excplente casa, co surScii ntes cote
de'sta 'modos para urna grande familia tendo sola5
Peca 1 porto de d?sembarqu", e por preco commodo
cita no lugar dos Ccelhos junto a olaria do
Sr. Migue! Carneiro. 5 qum a pertender dl-
rija-se aru. doS. Goncalo casa D. 11 ou
ao mesmo Snr. Miguel. '
__ !N 11 sitio denominado Agoa fria de Fra-
goso appareceo no dia 3 de Junbo urna vaca
com urna cria a qual se nio sabe de quem
: quem for seo dono appareca ao propie-
tario do mesrao que dando os signaes,
entregar.
Quem: i ver huma casa terrea nova
ouniomui') v-elba, qu t queira vender,'
sendo em huma das ras* seguintes das
Cruzes, Dire'ia, deKortas, Palacete, A-
guas-verdps, Pateo de S. Pedro ou do Car-
mo : nesta Typ. se dir.
Na ra do Cotovello D. ij ba quem
se proponha a tomar algumas criancas j des-
mamadas para as acabar de crear com lodo o
mimo e amor ; tambera se loma algas que
tiverem ama.
Perciza-se alugar hum moleque qae
entenda de cosinba alguma couza e qua
o seu Snr. ou Snra. afiance quem tiver di-
rija-se a roa da rrus na venda nova de-
frente da fundiclo do Snr. Mesquila.
Precisa-se de um raptz de idade pouco
mais ou menos 12 annos, para caixeiro da
urna venda: na praca da Independencia luja
D. 10.
_ Di-se de ioo' a i-ooo.V rs. cora firmas
00 pinliores de coro ou prata : nesta Typo-
grafii se dir
_ Arrenda se a Casa da dous andares
e Loja da ra do Queimado D. 4, ou a loja
de per si : fallar com Antonio da Silva Gus-
sfio, na mesma Ra beco da Congregaco.
_ Precisa-se de hum menino Portoguez,
la annos, para
.icei
que
entenda de venda e que- m /para O Aracati;! que lenha de idade 10 ate
ter, vossos hbitos e "usos indo o qrft estivef dess sirconstancia dirija -es ser caxeiro de huma venda; quem estiver
a irmanar-nos para sempre em a- afilar com Antonio Joaquim de Souza Ri- nesta circunstancias v a roa velha casa nota
nel firme; sejamos una, e o mesmo po-
vo : que a providencia que 1 todos os ho-
rneas fez livres, nio deixara', porque he
justo abencoir nossos esforcos e de fasaT pros-
perar as nossai armas
Dad* na minha residencia presidancial de
Cassapavai aos atdsaaco de i83<), qaarto
da independencia e da repblica, ')
. BentO Gonsalves da Silva.
f IW^fiV do Rio);
.......i 1 .
Pubticacaf Pedido.
Illm. eExm. Sor. __ O Regenta em Nome
do Imperador o Senttr D. Pedro a. a
quem foi presente o oficio noto. aQ > que
v. Exc. me dirigi em a do corrente j acom-
panbando outros que Ih remetteu o Capita
Manoel Jos da Cunta Bastos como Previ-
t'entc do Consrl 10 de Deserplina a que tem de
responder Jos Herealano de Brrro no qual
expende as evasivas a quo este Guarda Na-
cional teta recorrido para mpfeer4o iraba-
beiro. quo tem veuda.
Lenoir Puget & C. encarregados da li-, Da-se dona contos de reis a premio rom
quidaclo de Lenoir Besachet & Pagel avi- \ bypotecs, em predios livres e desembaracadoa
za s pessoas qua pretenderem comprar a lo-1 por tempo de hom anno : annuncie por osla
ja de Fernando Celier, na roa Nova, de nio Diario.
fazerem negocio algum sem que os annunci- Qualquer estrangeiro que queira ser or-
antes sejafi consentidores ; pois a armacio, e tela em hum angenho distante deita Praca 5
fazendas existentes na dita loja se Ibes ac'haS egoas dirija-se a ra da Cruz no Recife so-
hypothcadas. Os annunciantes protestad brado de 3 andai-js defronte do beco da Lio-
contra qualquer renda ou penhora qae se
Ibes faca em vista de seu privilegio incon-
testa vel.
Aluga-se a loja defronte do beco de S.
Pedro, com munu boa armacio, piopria
para venda ou loja de couros ; e tambem se
vende a mesmt armacio, pt-zns e medidas
separadamente por preco muilo cmodo.- os
peTtenden\es dirija-se a ra do Livzamento
D. 3o.
' A administracSo da caza de Smith &
Leucaiter pretende fazet huin dividendo de
5 por o/p : 03 Sri Credores poden aprexn
goeta para ajustar-se.
-Quem precisar de huma ama capaz da
idade de quareota annos, parda eviuva, para
cja de hornera solteiro ou casado de pouca
fomilia, annuncie a sua moradia para s-r.'
procurada.
Dezeja-se saber se nesta Cidade existe
o Srr. Domingos Alves Ferreira ou seu
iilho do meamu nome : a existir lea' a bondu
de de diregir-sw a ra do Livramento casa I).
la segundo andar para ae lb annuDciar *.>
ida* da BaliU*


1*
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Varti
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DIARIO DE
M B U C O
_ Fugio da ra da Cruz casi D 17 em o
da 5 de Abril, uoo pip'6" to< "Ma-
dor cero uro pedaco le frrente no pe, sen-
do parte delli da lat o e parte de forro:
qu-m fl(.anbou be favor mndalo levar a
casa a cima ooihU Typografia que rece-
ber 8000 de gratificico.
A peasoa que Domingo pasado perdeo
nmai sedulas, en'tenda-se com Manoel Fer-
reira Ramos que dando o valor de cada
ama lha ser entregue.
__ Quero precisar de iim cmeiro para ven-
da at o fim deste roez nuncio.
__ O Sr. b. V. R. queira te/ a bondade d
nnatecer ou mandar pagar urna sua le-
tra passa.la a Antonio Jos Uandeira e Mello ,
proveuiente de oulra que havia passado ao
Sur. R. com lojs na Bca vista ; a qual pa-
Puei de.sde 5 de Ja-.eiro p. p. COIOO indocante
da dita letra que foi paga no da vencido.
_ O Sr. Jo Pedro Carneiro da Loara ,
qaeira annunciar a sua morada que se Ihe
des. i'< fallar.
L A pessoa que no dia 8 do carente pro-
curou por Joaquim dos Santos Azevedo era
sua casa para certo negocio que nio o
achando foi proccra-lo em cas. do 5r. Joao
Manoel Rodrigues Valenc pode procura- o
na sobredita su: cas na ra nova D. 19 Ble
8 horas de manb ou do meio dia at 3 or."
da Urde.
_ Os Srs. Assignantes do Jornal Panora-
ma oodem mandar buscar os nmeros dos
rnezesdeFevmiree Marco, no cr.ptorio
de Francisco Severiano Rabello.
Precisa-se alagar w a doiscavallos coro
cangalhas e cassarobas n.ra oodaslr do
porto da ra nova para a iua Direita 5oo ti-
iolos de alvenaria.
O encarregado do deposito de rap rea
preta imperial na ra nova D a avisa as
pessoas que por vezes ali tero procurado este
renero e que pdf inconvenientes se Ibes nao
tem vendido, que agora os pode at.sf.zer
com isqnaotid.de! que precisare e as.e-
vera ser um dos menores rap br.Mlnro.
O actual effador do Municipio de
Olimlo, avisa, quera costoroa .Ba-ir pesos
medidas oradores na mesma Cidade Pa-
rt be Bebiribe, Fragoso, pn do r o
dere Maria fariub. que.r.o ,r atTeiir
uo lugar do v.radouro na UrceiW cas. que
Lu fundo par. o rio at .0 ult..o do
COrittnDesei.-sef.lUr.oS,. Joaquim deS.
Adm Pacheco, por issoqueir. annuncia sua
"^pVec.s.-sedeum feitor que tr.balhe
de enchada e trate de aniones : na ra lar-
ea do Rosario loi* D. 7.
6 Ouem annunciou no di. 6 do crtente
qu7rer corapr.r um vio'o de boas vozes di-
riia&e. iuad* Croan. 1.
Jl precisa-se alegar urna cara que tenha
commodcs suficientes para huma grande
3 "O bairroda Boa fisU as ras se-
lui l ,: atierro pateo da Maris, iu. do
Tragio; e pateo d. S. C.uz; quema ver
dirija-se iua do colovelo U. V],
de de 8 a 9 annos : na ra do Livramento fa-
brica de chapeos D. 16.
_ Duas escravas de bonita figuras de
irlade de ao annos, com muito boas habili-
dades; dois escravos, um perito cozinheiro.
com 3t annos de idade e o outro de i3 ao
annos, ambos de naci, ama moleca de 10
1 11, duas escravas de meia dado boas, la-
vadeiras tanto de varrella como de sabio .
todos este escravos se dio a contento, e se a
fianza boas vendas: na roa de agoas verdes
no primeiro andar do sobrado D. 38.
Urna morada de casa terrea con dois
quartos quintal e em cbos proprios sita
na solidade defronte do sobrado da I^reja :
a tratar defronte da mesma.
Ura escravo creoulo represen, ter 25
annos do idade brax r/;cal de sapsteiro ,
e se fian? nio te""* :ru : na ra do
LivrameijV .. > primeiro andar
do ladoJ la Pentu.
_ % isics novos queservem pa
alqueit i'arinha : em cas de Hermano
Mehrtr\ .ua da Cruz n. j3.
Esr.el'ento tinta de escrever garrafa
3ao e roei* a 180 levando o comprador as
mesm*s : na roa da Cadeia n. 19.
__ Fazenda propria para habito de terceiro
de S.. Francisco : na ra do Queimido D. 5 ,
s lojs de Novaes e Bastos.
Um carrinho de 7 rodas j cara cavallo ,
ou sem elle : ni fundi unto a fabrica.
_. Um sitio defronte do beco do espnhi
L e i 1 o
Ou. f.sem J. O. Eleitcr por mter-
TenTiodo Corretcr Oliveira de um:. grande
norclo de trastes modernos prximamente
[hesados de H^mbuigo, no arroas.m por
detrs da cas. osSrs. Kalkm.m e Ros.mund
com entrada peo. rroasem deses na ra da
Onr. sesta feira 1% do cnente pelas
horas da manhi.
10
Compras
Urna a duasescravfs de bonitas 6gu
ras" de dade de 18 a ao annos sendo Cfft-
oulasro.lhor, que nao lenhSo v.c.oi nena
.chaqus e que sabio ceser ergommar e
cosiqhar : n.-u. dos Pues casa do fallecido
Gervasio, cu annuncie.
de bonita 6gura he boacozinheira. engom-
ma liso cise chl, o motivo se dir .0 coto-
pradar tambero so trocs por outra inda
mesmo nio sendo ladina : n. ra do Livr.
ment O. ao primeiro andar*
Hirpa do crente obra potica pelo u-
thor da Voz do proveta 3 follietos bom tipo,
escellente papel preco 64o 5 muito utU |e
instrutiva : no iscriptorio de Francisco Save-
riano Rabe'o, no forte do mittos D. 9.
_ Hap princesa de Lisboa dito da
Babia tinta de escrever a a4 m8'* Str*
rafa o garrafas a 4o re!, superiores pea-
nas de escrever a aoo al 5oo res o qo.rtei-
rio, cha isson de primeira sorte 1600 a
libra dito imperial a igo reis a libra sor
timento do bicos e rendas de linho fino ,
e ordinario escovas fio.s para denles ,
penles finos de marfim para piolho dito,
de alisar do tartaruga ditos para marra-
fas caixinhss de valuabas Gnas de tirar
fogo a I60 reis botSes de vidro de todas
ss cares par. coletes, ditos de met.l dou-
rado com coroa e a letra A par. G.
d. Alfandega. 6400 botuadur. sendo i'\
bo'oes grande! e 7 pequeos paremos
do Rio de Janeiro pra Guardas Nacionaes a
4ooo, ditos para c.vallarla a ia,8oo,os
verdadeiros e jenuino! pos nlebiliosos e
purgalivo! preparado! por Manoel Lope
boticario chimico aagu' de primeira sor-
te a 400 m* lbra, uperioros bichas
prelas grandes, e meiis, Itnhas prelas e
ro pela estrada de Belem
de'pedrae cal arvoredos de fruclo bastan
tes trras p'ra plsntacSes r a triar na praca
da Boa vista D. 1 ti ; assim como recebe al
guns escravos em pagamento.
_ P,ss*rinbos cheios de algodo e vi-
nho! arelaihoila menor medida do terno
com grande cas parda, e azul ferrete a i5oo a libre e
nilOS Iflllliuxcaiuvnvi --------- ---- ---- ----
regular: na prsc do commercio chaneca de tencea na ra da roda o. 27;
Vendas
Joseph Gun-ton.v
__ UiD'icravo de ocio mucambique de
idade de a5 annes sem vicio nem achaque :
na ra do Nogueir obrado de um andar D-
cima 6. ...
_ Uma escrava do b) comp'eicio coz-
nheira enrabo.deira e entendida dos rr.n
jos de urna casa : na roa de sgo. verdes por
ciro. do assogue ; e ura molsque de naci de
idade de i3 annos mu bem pa-ecido ; mui-
to esperto o prtprio par. officio : n. mes-
ma casa.
Uma moiata de idade de 18 ao annos,
boa figura o de bons costumes cose chi ,
1 ngcm'ma liso (>z renda e s todo o mais
servico de uma casa ao comprador se dir' o
motivo : na rus da edeia velha toja n. a8.
_ Um escravo moco de bo figura, pe-
rito carreio e bom trabalhador de enchada;
dn.s escravas de 18 a vinte annos de
bonita! figuras engommio cozinhio e
cosem uma dita de idade de 3o annos por
Soo.ooo cosinha lava roupa e boa com-
pradera e vendedeira de raa um. mol.ta
de 20 annos de idade, de bonita figura, cose,
eoiinha e fas docei; e um escravo de ao
aunes, cozinho, bem odiario de uma casa;
eumpretode maior idade por 15o,000 faz
aind. todo o servico de uma casa : na ra de
agoas vprdes D. 37.
Um moleque de 8 a 9 annos sadio ;
imem o pretender procure ni ru. Augusta ,
que fica por detraz das 5 pontas vindo dos
Martirios e entrando pela ra do Palacete ,
a (suucrda casa inmediata a um sobrado
9
ueires de farinht de
mofo propria
por detras da do
_ Qu9 is por preco com
modo ; e uma X, -sebrado de dois n-
d.res sita no bairro de S. Antonio: a tratar
na ra da Cruz n. a8.
_ Um preto apto par. o servico de pada-
ria cu mesmo servente de qualquer obra e
por pr^Qo commodo : as 5 pontas casa do
Cotti Salgueiro.
_ Bichas pretal de muito boa qualidade :
nt ra da cadeia velha D. 17.
_ A prepriedadede sobrado e sitio d. ra
da Gloria, perlencentea Ignacio de Jesas Bsn
deira e faz certo que a preferencia que tinha
o Sr. Jos Antonio de Azevedo na sua es-
Lt. ou quatro alqueire
, com principio de
-tura ; na ra por
j A Bircac. N.S. do Boswio que car-
rrcncailll, e m.is alguna eoui.ra]-
B.cica he nov. e tcha-so prompt. da ludo:
", uh de S. Therra pr.meir. cas. junto a
Ord m Tm cira do Ga'rmo.
1 Uro. escr.va mee. de todo o .e.v.co ,
-^ndn e dus molecas de 10 a
por firecoccmmodo e ^
ia ,nnos : ra 1
deira no mesmo sobrado.
_ Azeite de carrapjto 5 patacas do
ludo mais por preco commodo : na pisca
d Independencia numero ao e na ra do
Quarteis D. 3.
"" Bichw de Lisboa chegad.s no Brigbe
Africano : 00 beco da lingoeta n. a.
._. Uma armacio de venda com seus pa
a tratar na
nos de dada fgido desde 5 de Agosto da
i833 a entregar ao seo legitimo Sr. Gemi-
do Correia Lima mor#dor na roa do Cotovelo
da Boa viste D. ai lem das despesas que
se fizer com a conduelo do mesmo escravo ,
ser bastantemente recompensado : assim co-
mo protesta ozar com todo o rigor da lei con-
tra quem o ti ver acoitado exigindo-se todos
os dias de servico desde o dia que fugira at
a data em que for entreg-ie.
_. No da 5 do correte fugio um negro de
nome Manoel, alto, grossn, barrigudo, olhos
grandes e spitombado* nariz picado das be-
chig.s, cor fulla o dedos grandes dos ps
abertos camisa de algodiozinho de mangas
curtas calsade brim aberta a diante; quem
o pegar leve a serrsri. ao p do Sr. Cardial ,
que sera' recompensado.
_ No di. 5 do corrento fugio uros negra
de oome Roza de naci, idade de ai an-
nos estatura alta grossa do corpo, cor fas-
ca com marcas de bechigas, olhos grandes,
sabio com vestido de chita e panno da costa;
quem a p?gr leve ra da cadeia D. lo, que
ser recompensado.
_ Griporio creoulo de idade de a> sa-
nos estatura baixa, cheio do corpo cor
fulla j rosto comprido, e picado de bechigas ,
te n as costas bistantes sicatrize de chicote ,
levou vestido camisa de e-top. da miagas cur-
tas e calsa dita, dvertr.se que fuma e
gosta muito de mosic e aoldidos ; quem o
pegar leve a ra das Cruzei D. 16 que ser
recompensado com generoside de.
_ Nodia a6 de-Maio do correte fugio
na escravo de nome Felipe creoulo de
idade de 44 anuos boa estatura, cor fulla,
poica barba esta bastante branca, olhos
pequeos, testa grande, falla muito descan-
sado, temo officio de sapateiro, fugio do
eogenho Tapera freguesia de Ipojuca per-
mesma.
_ Um selim em mero uzo ,
ria universal : na praca da Independencia
n. l3.
_ Uma negra de angola de idade de ao
a a4 annos, faz todo servico de uma casa,
muito cuidadosa para criancas e muito boa
quitandeira : na ra da Florentina na penl-
tima cas. antes de chegar o sobrado do Snr.
Eiras.
__ Uma escrava de naci com bonita fi-
gura de idade de 5 annos., cozinha o diario
de ama esa tem principios de engommar ,
lava de sabio, esefimea nio ter vicios: na
rus Direita do do Livramento D. ao.
Escravos Fu idos
tencente Joio Carlos
i-. ouem o pegar leve ao mesmo engenho,oua
orna Insto- 'iu j.n.._u. ...i. .r.ni A Jos AffonsoGuedes Alcanforado Es-
crivo do c ime desta Cidade fugio da de O-
lind. no auno de 1827 um mo'ato arahocolado
cbelos estirados, com 14 nnos pouco mais
ou menos de idade tem uma das orelhas
raureba, um p defeituoso de urna grande
sicatriz proveniente^e um carro que Ib as-
sou por cima quando menino, chama-se Fran-
cisco e t.lvtz se intitule forro pois que ds-
pois de sua fgida conal. a sru Sr., que
andava pelas praias do norte tirando esaol.s
por ser aleijado e orfio de pai e mli ; quem
delle souber avise a sea Snr. no atierro da
Boa vista ou o conduza que ser recom-
pensado.
_. Do Rio de Janeiro no tempo em que
sahioo Bat.lhio de liberto pra esse Cidade ,
fugio uma cabra de nome Victoria com 33
annos de idade, com um filho anda de peito.
he alte olhos pequeos e aperlados tem
uma queimadura no peitn direilo n um dos
dedos da mi direita defeituoso foi condu-
zida por uma irmi forra de oome Bibiana
com um filbo de nome Luiz que deve estar
horneas he pardo e official da alfaiite ,
consta que ambas schlo-se testa Cidade ;
quem da dita souber partecipe a Jos Affonso
Guedes Alcsnforsdo no atierro da Boa isla.
_ No dia 9 do mez p., fugio do sitio da
Bonte d'Uchoa da viuva do Coronel Bento Jo-
s da Costa um. moiata de nome Mara ,
qoe representa ter ao annos de idade, bem
parecida de estelar, regalar magra cbe-
lo cortado pes compridos e seceos foi es
o Sr. Jos Antonio de Azevedo, na sua es- lo cortedo, pes compridos e seceos, foi es meltoi fugio, a mais de dois naos, do
criptura de hipothec elle cede; por cr.v de Joaquim Jos Esleves 1 quem a pe- gentio d ingola de nome Antonio, moco,
iiso podem tratar da vend com o dito Bao g.r leve ao mesmo sitio a entregar a Jos Mar- muito ladino de estatura ordinaria, rosto
._______-.1____I. lint iViirroir* n 11 a uro t i foa r mm fn.nnn. ... J_ a.nLn.a nlhfil
------------------------------- ._------ O
tins Ferreira que gratificar com 5o,ooo.
, Roga-seas aulhoridades policiaes nio
Bezerra Cavalcanti j
Jos Pereira daCunh nesta praca onda re-
ceber 5o,ooo de gratificaco.
_ No dia 6 do correte fugio um preto
de nome Amaro de naci angola de idade
de 26 a8 nnos pouco mais ou menos, gros-
so a b.ixo do corpo, bei^os grosso denles
de cima grandes e limados ps grandes le-
vou calsa de estopa nova ; quem o pegar lera
a rus do Vigario n. 3a que ser gratifi-
cado.
__, Uma escrava de neme Josas, baixa do
corpo cara chata olhos ave melhados, fu-
gio no dia a do corrente a sua roopa e o
sea vstaario mais condecido he um panno da
costa da listras largas que sempre anda com
elle ; .quem a pegar leve ra atraz do quar-
tel da polica vindo da Matriz de S. Antonio ,
no ultimo sobrsdo primeiro andar.
_ Em principio do mez passado fugio de
cisa d Viuva Costa & Filhoa um rscravo
creoulo de nome Beoto estatura ordinaria,
ps largos joelhos alguma coisa torios, mos
grossas pouc. barba e algumss manchas
no rosto, he aprendiz de sap.leiro., repre-
senta ter ao a 3o annos de idade. Este preto^
veio do Aracaty, o-loCeara' na Sumaca E-
milia a 6 mezea; quem o pegar leve a casa
daannunciante que gratificara'
__ No da 5 do corrente desapareceo ura
negro de idade de a5 annos bonita figura, |
corpo regular picado das becbigis o inda
com um. fistola por fe xir procedida de ama
ferida na pa' do hombro esqu'fdo levou ca-
misa de chilla azul, calsa d brim e chapeo
de palha pintado de p-eto quem o pegar le-
ve a ruada roda n. at que sera' recompen'
&sdo.
_. Os negros Angusto, e Msiheos,o|
primeiro mucambique canoeiro com cor*
rente em nm dos ps gordo ero barba, ros
to redondo com um --S- no peito direilo ,
fugio em 3o de Junho p., e he natural and.r
vagando por algamas das praias em que be
canoeiro, o segundo de angola lio ren-
dido das verilhas barba serrada, resto com-
prido e magro, muito ladino, que parece
creoulo he vindo do maranbao para squi se
vender; quem os pegar leve a ra do Vigario
D. 1 a casa de Nuno Man. de Seixss, que
brst inora'
_ D-se 100,000 a quem preender, e
apresentar nesta Cidade um negro que I
mesma fugio. mais de dois nnos, <
_ /ueite ae carrap-uu o |i. u -"--------- 1---------- ----
a-eio dia as duas horas e < diartle: na ra do Hospicio passando o Qaar- assim como aoa capities de campo principal-
Ud na primtira casa. ooeole de Pajau' de Flores para que pren-
- Um ai m.stm de sal as 5 ponas D. a4 dio e faca remeter par a capital do Recife,
romos fundos de i3o,ooo, e tem quintal o esersvo Vicenta crtoulo, com officio de
para sanxo de cavallos a dinbeiro ou a pa
so : tratar no ocesico.
_ Um negr de idade de aa a4 aano >
muito ladino, de estatura ordinaria, rosto
compridoe com macas de bechigas, olhos
.fumsssados denles limsdo!, feio, espadan-
do sinturs fina com um. orelha Turada em
que uzs do argola e he oifical de raarnicei-
ro nesta Typografia se dir quem he sea do-
no e que tal gratificaco d. ^
pintor estatura ordinaria ,- secco do carpo ,
bem fallante, muito pronostico, tocaviolio,
iutitula-sa forro anda c.lsado tem 26 aa-
PERN*NATYP, DE M.F.DEFARlAj839
ki iTii a r\r\


Full Text
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