Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03871


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Full Text
Julho 9- ,000 Sed.
ESoS SToo"^. por metal, oHerecido.
&.%oP9a^reiS por franco.
Mo ttetl K^asVelhas, novas ,5J4oo.
^,Cola^os.69o.'#7'0.
PARTIDAS DOSCORREIOSTERRESTESJ
3 a.
. ^ j Jo Puraiba e Vrtla* d sua pretencSo V 3
M d. RL Or-nde do Norte, e Villas dem :
8dCe:? ^ae^slde v .
Villa de Goianna -.?. *_ ".. '.. .
CidadadeOHnda 3 ; ; .; '
VilU er!hnnt. PovacSo do Bonito* S 3 Das ,o, e **'de cada rae
Di,. d^?rohUs.Vnh.m. Rio Forraoso, e Porto Calvo dem i n, e n dittadittci
R^dH.^A.o.s VUdeM.e.i. < "em de.
VU1* Todos os correios partem ao meios da.
te DE JULHO NUJttEllO <47.
Tudo apora depende de nos mesmos; da nossa prudencia
moderadlo, e energa: continuemos como priucipia3"<
e seremos apontados com adrairacSo entre as Waces
caltas. '
\Proelumacao da Assemblea Gemido ffrazil.
mu
anl
| Segundas e Sextas feiru.'
Todos os dias;
Quintas feiras;
Dial
8 Secunda S. Procopio M
9 TerS S. CvriHo li. SI.
io Quarta S. Januario e
11 Quinta S. .Sabino. Re
la Sexta S. Joaotiualbei
13 Sabbado S. Anacido
14 Domingo S. UoaveiUui
Subscreve-se para esta folha a3?ooo por quartel pagos a! -A
anlaibs nesta Typograia, ra das Cruzes D. 3 e na Pr.ic*
da Independencia D. 57 e 38, o.ide se recebem CQrrespoit-
dencia3 legalisadas e anuuncio's; insirindo-M estes gctC
sendo dospropiios assignantes, e viudos ass^uados.
DI AS uD A SEMANA.1!

. Ses. da Thcz. caud. do J. de V. da 1. v. de n;.
Re. e audiencia do J. de O. d.i 1. v.iru de iiu-.di.
seus Gmp. Mm. Sesso da T. P.
1. eaud. do J. de l>. da a. vara de raanh.
rio Al). Sesso d;i Tbei. e aud. do Jai/, de Dir. da i. 5vara de rn.
P. II. Re. eaud. do I. de da 3. vara de uanli.
a B.
Mor cheia oara o di o'de Julho;
As 4 horas c 3a minuto! da raauba. As i horas c 5 minutos da UrdeJ

RIO DE JANEIRO.
ARtIGOS D'OFFICIO:
Riparttoo, des negocios cstrangeiros.
Accuso a recepcio do officio quoemo pri-
metro do cortela ma dirigi o Sor. E- Ti-
berghien viceccnsul de S. M. o Reidos
Belgas em que reclina que o decreto de 6
de maio passado, que elevou a 5o por c-n-
to os direilos que pago os vinhos e bebidas
esperiluoias estrangeiras importados no im-
perio, seja interpretado conforne ao espi-
rito do tratado existente eotre arduas na-
c6es. 1 ..
Apesar de que este assumpto seja todo di*
ploma tico e portanto fon das atribuices
doSnr. Tiberghien, com tudo, consideran-
do que no coovem demorar huma respos-
ta sobre to grave materia, meaprasso, de-
pois de ouTir o parecer do procurador da
coroa, loberania e faseoda nacional com
cujovotp concordo, a sigqiGcar-lhe o que
pasan a expender,
Nao se podendo contestar que o artigo 8.
do tratado referido tenha tido a intelligeocia
reclamada em toda a sua amplilude a favor
da naregacio dos Belga, em quinto conser-
vadaa ai cousas oas circunstancias em que
se achavo ao lempo da sua celebracio ; pois
que todis as nicSes com quem haviio ou nao
tratados paga vio os mesmos e iguaes dire-
tos pelos viobos e bebidas espirituosas que
importavio no imperio : mu claro he que tal
inteligencia o pode prevalecer em quinto
ella se nlo desvia da verdadeira mente e la-
tericio das partes estipulantes e promitentes,
e nio otstava ao seu ciraprimento nenhum
absurdo e impossibilidade moral. He, pois,
de conformidade com os principios de dire-
lo, e salva a religiosidade e nviolibelidade
dos tratados que presentemente no pode
oartigD em queso ter a mesma amplida ra
execuco pois que, sendo mudadas mu es-
sencialmente as circunstancias com ellas se
tem de conciliar indispensavelmente a inter*
prefacio e curoprimento do tratado evitan-
do-se o absurdo quu resultara de virem a
-sr os Belgas mais altendidos das nacVs mais
favorecidas, mas *te do que os preprios Bra-
sileiros abntgaco que be moralmente im-
possivel, e q'4e se nio pode conceder que fos-
se a inteocio das partea contractantes quin-
sempre se presupe haver em vista a per-
;^j'gualda de.
*"fle por tanto a opiniio do governo imperial
|ne actualmente, sem ofensa da fe e in viola-
islidade do tratado, o conservando se aos
mbditos Belgs lodos os favores concedi-
loj, da maneira porq' elles devem ser justa-
lente considerados e altendidos, se concilla
interpreUcio e literal inteligencia do arti-
0 do tratado com as citcuustancias presentes,
(clarando que osvinhos e bebidas espen-
Oosas que forem importados no imperio em
uvios Btlgas pagarlo ao por cento dedirei-
os de ioporuco quando forem de origem
ucional, oa de algn dasnacoescom quem
o asil tem tratados, e que fora destes casos
veeSo pagar osdireitos estabelecidoa pelo
lecrelo de 6 do Mau s por quanto be este
o procedimento que se ha de ter com as de-
naia mces era caso idntico e com os nes-
nos subditos do imperio, porisso que hees-
1 te o direito que compete aos Belgas, em vir-
Itude do estipulado no citado artigo 8. do tra-
flelo com a Bttlgica.
Communicido assim ao[Snr. /1'iberghiaD
esti d'eciso do Governo mper"nl para que
a leve ao ronhecimento doseu governo Ihe
reitero as expre s5es do meu obsequio e es-
tima.
Palacio do Rio de Janeiro, em ao de Junho
de 1839.- Candido Baptista de Oliveira.
Ao Snr. E. Tiberghien ele. ele,
(Correio Oflicial.)
Illm. e Exm. Senhor. Tenda o regente
em neme do imperador o Snr. D. Pedro II
tomado em consideraco o que V. Ei. repre-
sentou em officio de i5 do mer passado ;
H iuve por bem desonerarlo pelo decreto in-
cluio de a4 do referido mez do cargo de
presidente da provincia de Seigipe ; e o mes-
mo rpgenle me incumbe de louvar a V. Ex.
pelos bons servidos que prstou mquella im-
portante commisso.
Dos guarde a V. Ex. Paco em \i de ju-
nho de 1839. Francisco de Piula d'Almei-
di Albuquerqae. Snr. Joaquim Jos Pa-
checo.
(Jornal do Commercio.)
PERNAMBCO;
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 6 de Julho;
Officio- Ao Inspector da Thesooraria, c-
muoicando-lhe" a desercio de tres Corneta^
do lerceiro Batalhio da Guarda Nacional de O-
linda
Dito Ao Prefeito da Comarca do Recife,
commnnicando-lhe que a presidencia alten
deodo ao que representarlo os Commissarios
de Policia anuio a mudinca por elles re-
querida de chapeo para bonet da mesma cor
ds farda com galio de oiro e tope Nacional
na frente do mesmo mas nio na do uzo de
espada com bainhi de ferro como elles i-
gnalmente requerero, ficando-nesta parle
anda em vigor o artigo 4- do Regulamen-
to de ao deFevereiro deste anno.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nha, communicando-lhe, que devendo che-
gar por lodo este inez os i5o trabalhadores,
que se mandarSo -engajar na Europa pira
serem eropregados as obras publicas, e sen-
do necessario preparar Ibes com anteceden-
cia a Casa em que devem recolher-se a os
demais arranjos da que necessitarairt ; com-
pre que informe com urgencia se em alguna
das casas do mesmo Arsenal podem sor re-
colidos commodamente os ditos trabalhado-
res, fasendo se para esse Gm os ditos arran-
jos para o que devera' entender-sa C3m o
Inspector Geral das referidas obras.
Dito Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas commnnicando-lhe o conteudo no pre-
cedente officio.
Dito Ao mesmo enviando-lhe urna
Collecco dts Leia Provinciaes Smccionadas
e promulgadas no correte anno.
Dito Ao Administrador Fical das Obras
Publicas respondendo-llie que os artigas
31 e da do Regulamento de sau Repar-
tico, no esto *m oposicio com o ar-
tigo 46 da Lei Provincial numero 7S, como
Ihe parece pois como tal se no pode con-
siderar o preceito que nicamente nelle se
accrescentou de se annuucur depois de con-
cluida a obra, quies as pessoas que forne-
ceio os materijes por menos preco, a quin-
to foi comprado; e quanto a falta do ven-
dedores dos ditos mataraes, que deveudo
dar-se ios mesmos vendedores ilgnm tenspo
pira comparecerem deve no caso contrario
faser a compra por meio de contrete parti-
culares na forma determinada em o artigo
3a do citado Regulamento.
Dto_ Ao mesmo, respondendo Ihe que nio
pode ter lugar Ademo icio do Paiol em que
se recolbia a farinha para sustento dos traba-
lhadores empregadoj na estrada do Pao do
Albo no so porq 111 es Armasena parten-
cenes a sua Reparlico presentemente oceu-
pados pelo estivame, e taboado que vio ser
empragados na ponte da Boavista tem de ser
despejados em poucos meses logo qm ebe-
garm as outras ma deiras ; como tambem por
qoe estando a chegar a Companhia de traba-
taihadores far sa porisso mister a conserva-
Co do mesmo paioh
Dito Ao Director do Arsenal de Guerra
para ficar na inteligencia de que d'ora em di-
ante, nio podera' augmentar os jornaes ou
sallarics dos trabalhadores, officaes e Mestres
do mesmo Arsenal, sem que primeiramente
d parta a Presidencia da necessidade de far-
ser o dito augmento, e tenha oblido a neces
saris autorisacSo.
Dito Ao mesmo, significando-lha qoe
nao tendo enmprido al agora os artigo 5.
e 9. do Directorio dos educandos do mesmo
Arsanal no titulo ObrigaS? do Director
__ conforme Ihe foi recommendado pela Pre-
sidencia em 17 de Agosto do anno passado ;
Ihe ordena que nio somante observe ex-
actamente os ditos artigos carnoque, infor-
me quanto antes se o mencionado Edu-
ducaudos tem recebido no presente anno a"
roapa e calsado marcado pelo referido Di-
rectorio e quil a importancia dos dinhei-
ros que existem no seu respectivo cofre.
Po. taria Concedendo reforma ao Major
da primeira Legio da Guarda Nacional de
Goianna Manoel Paulino de Gou\ea em con-
sequencia das molestias que padece, o man-
dando passar Patente para o Substituir ao
Major do primeiro Batalhio da mesma Le
giio Luiz Francisco de Paula Reg e para
ivl.irjor na vaga que este deira ao Capitio
Joio Carneuo de Mesquita Cmara.
Dita Mandando passar Patent*s de Te-
nente Coronel Commandante do primairo
Batalhio da Guarda Nacional do Goianna ao
Major Ajudante de Orden do Commandante
Superior Francisco de Albuquerque Mar-
nbo Cavalcnte, e para Major Ajudante d'Or-
den do mencionado Commando, ao Major do
Batalhio da Mutibeca Lourenco de Sa'.e Al-
buquerque.
Diversas Reparti^oens:
TRIBUNAL DA RELACA.
Sesiio de q du Julho de 1839.
Na appellacao Cive! do Juiso do Civel do
Ico', appellinte Joaquina Jos de Medeiros
Raposo e.appel!idos a viuva e lisrderos de
Miguel de Brito Silgado se julgou pela
confirmica da sentenca recorrida
Na appellacao Civel do Juiso da Auzen
tes da Comaica das Aiagoas spn.llant o Jui-
zo e ppeada FLrinda Mana dos Praseres;
uo tomarao conhscimealo da appciica.
ALFANDEGA DAS FAZEND/VS.
Paota des precos coneitcs nu mercado^ da
Cidadedo Recife na Soiuaua de 8 i3
de Julho de 1839.
Agoardente al ao ge. Pl> de
JTL
180 medidas
" De Franca (Cunhac) .
Az^ite de espermacate
t{ de Olveira palma m"n-
dubim nabo, ou outra qual
qoalidade
De Paiie
Farinha de trigo 1. Sarta a bar-
rica d ti arr.
a. *' M
3!
Ginebra Pipadei8j medidas
' Em garrafas de i|4 de me-
didas duzia
Licores em geral
Servcja u
Vinagre Pipa ate 180 medidas
Vinhocorri a marcada Comp.
do Alto Douro ou FeUoria
assim chamado, da Madeira ,
e Acores, viudo de qualquer
Porto di Europa
Do Porto, chamado do ra-
mo o
Dito rdinario
' De Lisboa PRR
" De autores regulares e
brinca de Malaga
" De pua'quer quilidade
" Clumpanha em garrafas
duzia
" De Genova
M De outra qualquer quali-
dade
Vicente Thomaz Pires da Figueirdo
Caetano da 5ilva Azevedo.
Manoel Jos de Sotizt Carneiro.
Luiz Pereira de Farias.
MKZ4 DO-CONSULADO;
A Pauta he a meso do nuuisio i44
cor r Ero.
O Vapor S Saltador recabeu malas pata
Macai Babia e Rio da Janeiro quinta fei-
ra 11 do correte as 9 hor da tnanhla.
ARSENAL >E GUERRA.
O Arsenal d Guerra compra cobre em
Iencs3 ( nao muitas ) pno azui e prcto para
faldamento do tropa brius ou amburgoj
m fardos, ferro surtido da Saecia dito
inglez em veigalboens quadrados de I a 1 i[a
polgida o ferro em lencol grosio : qut m
liver e^uiser vender dirija-se ao Arsenal
para tratar.
Arsenal de Guerra 8 de Julho de i83g.
Josu Carlos Taixeira
Director.
OBRAS PUBLICAS.
Mappa do rendimento da Barreira da Ponte
dos Carvalhos ; numero e qualidades dos
objectos que nella pagara a res;)ectiva
Taxa desda o 1. de Marco al o lisa da
70U000
'tUoon
i8uUooo
ia5Uooo
90U0O
14U400
iaU8oo
10U000
170U000
aUloo
6Ucoo
3Uaoo
3iUoou
ao8Uoo3
100U000
^oUjoo
lUoUdOO
7oUoo
t^Uooo
16U000
8U00O
tilJooo
Camirg}*
Junho de 1839.
Eb)fciesdeanimaes
e carros qoe
transitira.
Txa
14 Aaimiesovellium ca-
bran ou porcum
in Do cafallei, v&-
cuiu <>u muir
20700 Ditos con carga ,
cavalleiro, ou sella o
freio
Carros dcacirf,j,ados ,
j> lod moveise
10
ao
4.
Sima
146o
28120
88i4>


DIARIO DE
R NA M BU C'O
4oo
cora pen,as da menos de
4 pol ;adas <3o
4 Ditos rar.rcgados 100
Ditos desearregados cora
rodas fixas e eixo roo-
vel I
Dito? (Mi-refiados
Dito desrarrcgs'os com
mai de 2 rndes
D!ls carrejadas
Ditos descartegados com
pinas de 4 podidas
Ditos carregados
Ditos dea^rregados cora
piir<9 de teas de 4 por-
gadas
Ditos carrejados
I Ditos .do mato desearro-
gados, e de rodas (rra-
g; s, pujado per huma
junta de boi 160
i Ditos carregados 200
Ditos descampados e cena
rodjs 6a*0 ferradas 180
i'itoscsrr. g d-'S aiO
Ditos desean epodos, e pu-
xados a ralo 4
Ditos carregados' t
9*60 Rendimenlo Total 85S6io
Administrar-ao Fseal das Obras Publicas a
de Julho de 1839.
Elias' Jos Mariins Ferreira.
:i 1
60
80
6j
16;
200
.,,... .;. _nft0, Pr0Tiiic- ladoi. Mis o illitften deputado pela provincia
.1. D. Urbana impo t" ProTnc.a qae fallou ,ob,-. o tpico era dis-
jr; ras .gg1 = ebri^wr
da Mam Glom, Vaina Santa C uz *. I ^ y me
Goncalo J.sm.ra atrae de S- G calo Ro- r me ^ ^ ^ ^^
ESU.1^TlSi R^o', PntVd Tacalaonchredeputado pe. Babia. SeBuro da
ra a Vir-c^ lo do Alte.to, a.ra. do bopd.de d. S E.c entrare, era aten.
Sr. presidente, no meu discurso nz reai-
mente alguroas observacSes, que sera dunda
Alieno, Hospicio, Alegria Beco H.tO-
ria. Campia, Barreras Veras, Quiabo ,
Zh K&, ."ST VB ,^T **L~ ss-S* *fcfi
Mondego, Solidado, Estrada de B-lera,
Pombal Corredor do Bispo Cotovelo, Tre-
vessa do Mondego para pas8agem Monde-
jo a Ponfo do Mangbinho, e dahi a Ca-
pnug, e Travessa da Estancia ; o para que
cueste fez publicar o presente.
Moza de Rendas Internas Provinciaes q
de Julho de i83fj.
O primeiro Escripturano.
Joa5 Ignicio do Reg.
1.
Escripturario.
F.m virtude do art. 46 da Le Provincia 1
rura. j3 de 3o de Abr p. p. pela Ad-
ministra^ Fiscal das Publicas, se offerece
a quem por manos vender os generes se-
gantes 3 taboas de assualiio de loiro de a5
palmos de coro priment e bum e meio de
largura 3oo prejos batel grandes e a5 di-
tos de^ssuillisr.
Administraras Fiscal das Obras Publicas
8 de Julho de i83cj
A. F. de.Moura.
r.endimeuto do* Im pestes arrecadados pela
Collf otaria Geral das Rendas Internas T^jo-
vinciaes no anno financeiro prximo findo.
Julho
Aposto
S-tprobio
Ontiibro
Noverobro
Oezemhro
Janei-o
Fevareiro
Marco
Abril
Maio
Junho
5:43oUo83
6:54tUoa
4.7iUa5
4:45aU57a
a:59fio36
7477U45o
5:5i3U65a
6:i55Ugi
i:i 17U978
5:589Ua49
a:97934o
l3;'ba3U7o8
7i:aooUoi3
Provinciaes 8
Meza das Rends Internas
de Julho de 1839.
Luir Francisco de Mello Cavalcanti.
FscrireS o Administrador.
Administraes5 dos Ftelelecircentos de Ca-
rdade.
Perante Administrarlo dos Fslabe'ecimen-
tos de Caridade re hada arrenr-lar a quem por
nenos fiser os fornecimentos de pao e car
fie verpe para es mesnos Estahelecimentos:
;s perseas que quisercm atrsmatar podei
r-ororarecer no Grande Hospital desla Cidade
r.o dia la do corrtnte mtzes \ horas datar-
de.
Saila das Stssons d'Adminislracao dos Es-
tbe!lecimentos da Caridade 8 de Jullio t
i3y.
J. M. da Cruz;
l Eicrij.lu ario.
CURSO JURDICO.
EDITAL.
A rss r?* Pliilrsopbia e Geometra do Colegio
das Artes desta Academia snbstituicaS que
i* esteve a concurso era dias |de Setembro
do tumo p. p. ; torno a rr a ronsnrso a di-
ta siib rlesle durante o qual drvern hbil ta -se os
preti-nilcnies neta Secretaria.
Oind8 de Julio drf 1839
Miguel lo Sacramento Lopes Gams.
Director interino.
ANNUNCIO;
O ar-oixo sssignac'o tendosidoem virlu-
de do art. 4* da Lei l'rovincial mira. 78
de 3o de Abril do cor rente anno ; nomerdo
pelo Snr. Administrador da Meza de Rendas
Internas Provinciaes para na conformidude
do Regu'ameuto de 10 de Maio do anno
passado arts. 6, e 7 proceder o lancameoto
Continuaca dos rerebimentos da-subscrpca
tirada a favor da Snra. viu*a e filbos do
fallecido Sur. Jos Antonio de OUveir.
Os Snr. Caetano Jos do Siqueira 3o,000
J0S0 Cario Pe re ira de Burgos
Manoel Jos Lope Braga
Manoel Gomes de Carvalho
G. le Wate
C. A. Austeu
Jcao Cassoll
NUnofl Lu:z Goncalves
Manoel de S Let*5 & ColBp.
Jos. Antonio Vieia de Souta
L. A. Dnburq
loiquim Pereira B.iMos
Manoel Josquim Ferreira Jnior
D^rringos Jos de Mesqaita
Domingos Jos Visira
Antonio Teisera Lopes
G.udino Agcstinho de li.irros
Bernardo Antonio de Mirai da
Joaquim Jos de Miranda Jnior
& Irma >
Joao N. Barroso
Jos Dias da Silva
Joaquina Jos da Ro. Pereira
Joaquim Goncalves Perreira
A. F. Maya
Antonio Jos Vieira da Conha
Joaquim Goncalves Cascad
Antonio Jos d'Amoii-n
Miguel Antonio da Csla e Silva
Dr. J. E. Gomes
Jos Mara Seve
Joi5 Jos da Cruz
Coronel Maroel Cavalcante de
Albuqnerque Mallo
Joaquim Aurelio Pareira de Car-
valho
Antonio Francisco dos Ssntos
Braga
Jos Gomes Lial
JoaS da Cunta Magalhaens
Jos Diogo da Silva
fose Goncalves Ferreira da Costa
D. Anna Mara Thedoria da Costa
Vlaria Francisca de AloVida
Antonio LuuBibeiro de Brito
lose Joaquim Pereira
JoaS Tavares Cordeiro
VJanoel C. P. d'Andrade
Dr'lfino Goncalves Pereira
V. noel Caetaoo Soares Caroeiro
Monteiro
Antouio Gjncalvej Pereira
|5o,ooc
4,000
ao,ooo
5^.000
1,00o
ao.ooi
100,000
5,ooo
10,000
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30,000
30,000
5o,000
3o,000
5o,ooo
5o,-oo
15,ooo
30,000
1 0,000
10,000
30 COO
3, 000
15,000
300,000
10,000
dos; porem riSo rsperava quo to forlemente
roe respondessem t e mito men.os o espera va
da parte de hura nobre deputado que nfio
imitando o leii generoso maso lobo esfai-
mado e chalo de vinganca que lanca as garras
obra o desgranado cordeiro se esquecesse de
si forca', desua alta cipacidade, para me
tratar com to pouca generosidade asparava
mais generosida-le mas infelizmente enga-
nei-me. Responder! a esse nobre deputado 5
mas principiarei pelo nobre deputado de Sin-
taCalbarina. ;., .
O nob-e diputado por Santa Cathafin'a in-
tistio evo alguns pontos do seu primeiro arti-
go, e hura delles foi que o rooviroento de
ages lie r'evido arbitrariadade de Alano ,
de Loureiro, e do presidente da provincia,
Ms o nobre deputado no seu segundo discur-
so concorda cetnigo, drendo que a cmara
de Lages ohrou m.l, vfoi hum pouco ^nreci-
nitada. Eu Sr. presidente, voo ler a in-
formaclo dada poriam individuo mandado
para aquella villa pelo govern provincial e
por ella se ver que realmente nao rorapsasr-
bitrariedades o que deu causa rebellilo des-
sa villa (le segrate Iraxo do ofBco dirigido
ao presidente decanta Catharina par Lean-
dro da Costa).
He setas duvida lAw u tid a hohra de
str por V. Fx. encairegado da reuniio de ho-
mens naquelle logar para "manter a ordem ,
segurar os pontos de coromunicaclo com a
provincia de S. Pftdro, fazer reapeilar as
fronletras e mulo principalmente impedir a
passsgem de homens rounices de guerra ,
armamentos, animaes fazendas para farda-
mentos e quaesquer outros objectos que se po-
dessem destinar aos facciosos daquella provin-
cia, como'tud consta do officio que V. Fx.
sedignou dirigir-me era data de 10 de de-
zembro do anno prximo lindo o qual a-
, coropanhara na mesroa data as inslruccSes
aoo.ooo I que me devia5 servir de regulamento. Era
90,000 consequencia disto puz logo em pratica a or-
dem da V. Ex. procurando primeiro que lu-
do a communicacfo a este respeito com o Juiz
de paz Jlo Baptista de Barros e com o ca-
pitio ccmmsndante do esquadiso de guardas
5o,00o ; nacionaes Serafim Muniz Moura como V.
I Ex. me recommendava ; mas nfelismente mi-
100,000 nbas deligencias forsS baldada, porque i
5o,o o
1 J,(i0O
40,000
i quissimos resultados produziraS, e a sua eo-
10,000 adjuvaclo nenhumas esperaneas se oCfereciaS.
lo.ooo Tomei a mim somante fazer a reunio,
10,000 ecrm effeito ebeguei a conseguir juntar o
5o,ooo numero de 90 a 100 homens, coraos qunes
10000 enlrei no comprmento dos mus deveres \
90o,'ooo porem, Fxm. Sr., a falla de conitrnca ,
2 ,00o de subordina? f, e o descostume do perto e
4, ,UUU 1 c O M**va *-...-x "------------- -
3a,ooo respeito militar fazia com que pouco conti
40,000 assenees, vendo que i apenas ali chegavi -
ao,ooo logo procurava pretextos para se retiraren.
97^95 A'quellejuizde pazsubsltuio Joo Rodrigues
'i00,000 de Andrade no qual encontrei bastantes da-
'sejosdese prestar; mas entio sem meios de
50,000 o l'szer porque o inimigp rebelde se apros*
loo.ooo non ero numero de 4oo a 5oo homens ale 3
_________^ I da mais forca que procuravs psra diversos
i6:o86,oc pontos. A povoacfio em sobresalto, oque
________2. produz effeitos que V. Esc. n'fo desconbece,
e alero d rudo isto contando aparte legal
comgo jara Ihe servir de arrimo e cobri-los
do parigo quanto em minbas forcas coubes.se,
fo ella a primeira a ver-roe espezinhsda pela
DISCURSO
Do Sr. Deputado Sebastio do Reg Barros.
pronunciado ns Seso da Cmara dos Srs, 1 iui pii..- '^------i r
Deputados de a6 do p. p. ,. por occasio cmara ('aquella villa, porque vendo-mo eu
da di jcossio do ultimo periodo dovolodejs, sem quem me sjudasseem cousa Tguma,
, Mi nKrirrs.ln rkB*ll' fl UID11 DOrlUI I
gra?as.
O Sr. Sebastin do Reg t Antes da prin-
cipiar o meu discurso, permitanme .V. Ex.
dirigir Iba huma breve reflexlo; V. Ex: es-
tar lembrsdo de que eu padi a palavra* lo^o
depois que fallou onobie deputado. por S.
Paulo quera aproveitar a ocraso para res-
ponder so nobre deputado, bem como ao no-
bre deputado por Santa Catharina e a ca-
tres que ttcara em siguanas cousas relativas
reparticioda guerra em lempo da fflinha ad-
ministrarlo ; inlebmanle porBrn para o mi-
nisterio de 19 da setembro votou-se pelo *n-
enatento da di'cu.io, e eu vi-me assiro
obn^ado a nao responder os illustres depu-
"< -',-------------.1--------------- .
me vi obrigado a pasear algumas portaras,
fazendo reunir alguns moradoras o recolber
ao centro toda a animalada daquellas imme-
disc5es, a fm de tanto me servir em algunos
operaco como de nao achar logo o inimigo
de que lancar mo de prompto.
*Rste meu procedimento queentSose fa-
zia absolutsaente indispensavel, nflammou
. perte de homens mos, entre os quaea tem
o primtiro lugar o dito jaizde paz Joio Bap-
tista de Barros o qual me consta com b.atan-
te certeza tivera maueiras fazar reunir huma
cmara extraordinaria (sopposto que com ve
readores supplentes por nao querarem os ac-
tuaes annoir) e charoarem-ma para responder
sobre oa arbitrios que pralicava passando
portaras illegaes e como nlo devia o que
ludo corista do officio da mesma cmara, que
foi remettido a V- Ex. pelo coronel Manoel
dos Santos Loureiro que eolio se achsva
nsquelle municipio em soccorro.
O procedimento da camsra motivou que
o pequeo numero de homens domen enra-
mando, vendo-meassira tolhdo de proseguir
nm guarda de suis familase bens principiaras
adespedir-se, e entio me vi obrigado a en-
tregar o comroando ao dito coronel, o resto
dos mesmos homens, armamento e o mais
que a meu cargo tinha e dispor-me a reti-
raimeescoltando o cofre da collectonae o-pro.
prio colleclor que teroendn ser assallado e
roubado se poz em marcha cora a rooeda em
ser. Ficou a guarda daquelle municipio ao
referido coronel Loureiro a quem se hava5
reunido o sargento-mor Paulo Pereira da SiU
va Alano, tenante coron'eljdos Santos Loureirb
capitio Candido Pereira da Silva Alano e
outros. ,
Oa, v a camsra, como jdisse; qus
nao'foi senSo depois da opposicio feita pela
rounicipaiidade de Lages que esta vdla se
sublevou. O nebro depotado qois de alguna
modoapoisr o procedimento da camsra, di-
zendo que a lei do t. de dutobro manda que
ellas ioformem ao governo sobra os abonos
prstieados pelss autoridades. O nobre deno-
tado ba de Concordar comigo em qua infor-
mar nio he o.densr qua boma sutoridtde fack
ou deixe de fazer cortos actos por nio be por
bices aoexercico deasa autoridade, a prohi-
bir que orna autordiHo n g**1' P" de"
fesa da vilfa. ...
O nobre deputado dina qoe on commatti
hura snachronrshio quandoe drssa que o ju-
iz de caz que tinha receido buraa carta do
agradeciroento de Rento Manoel nio podra de*
xr de pronunciar hum oficial zeloso da causa
da uniio porque, dsse 6 nobra deputado,
eseMuW de paz tfo era legaitata. Herd oe
roe o nobre deputado jsio aio prova eousa
algums ; porque sabido he que individuos
baria que se fingiio legalistos e no ent.nto
proredtao de maneira tal que merecais t como
esse juiz de paz hume arta de agradecimen-
to do chefe dos rebeldes. Nio vale tambara
drque esse individuo deu alguma conis
par. a tropa da legalid.de ; BUasfatendasfo-
r. respldss pelas forcaa rebeldaa, e isso
tambera denota qhe oa rebeldes tamben | or
e les fora6 obsequeados.
Dssr mais que esse roesmo individuo se a- ^
cha em S. Paulo com sos familie. A isto lio
gmente direi que o chefe da revolta m La-
ge. foi uno indivieuo qua sabio do Rio Gran-
de, veio Santa Catharina dizendo que se
quera aproveit.r da amnista e vivar tranquil-
'Erh outro anacbronistno pretenden^tanberO
o nobre depmado achar-me duendo qua a
deputaefio que se diza ter sido mandada de
Lages a Bento Manoel era muito posterior a
notneago de Alano ero i837; Eu d.sse que
a noroeacio de Alsno de i838 tinha sido pos-
lerior a essa deputaco ; e disse-o para plW
var que j havia premeditcio pira esse mov-
ment revolucionario. t
Dsse ainda o nobre deputado que a ida d
Alano para Lages lisera spp.recer a revolu-
cao. O nobre deputado esqueceo-se de huma
cousa muito essencial, qoe foi que quando
Alano appareceu em Lages a revolucio estava
para arrebentar nesse dia : que com a su* pre-
senta, e por ae espaldar que levava forca con-
sideravel fe-la abortar. E o nobre deputado
pareceu concordar comigo quando disseque
no dia segointe so da chegada de Alano, gru-
pos armados, mal combinados, e lalvez pr-
ciptadoa, queriaS fazer representares ao'
juzesde paz: e5tss.palvrssmsl combina
dos, e 'talvea precipirido's pareceos dar a
entender que a cousa nio eslava arranjada pa-,
ra entio que era para mais vagar.
Fallando sobre o procedimento do presi-
dente quando pedio suspensio de garantas e
oulrss proxidencias, dsse o nobre deputado
que tu nio tinha entendido bem esta qoei-
to, qoe elle tinha fallado nlo da ptrerrf|
mensagem, mas da segunda, em qua o pre-
sidlenle, para apoiar medida que mpetru-
va dizia que os rebeldes estsvs5 quern das
Torres : noton ainda que ou para apoiar 1
procedimento do presidenta no tinha brilla-
do em huma paite d.da de autoridade rebel-
de. He facto qua o gr sso desta forca eslava
alem das torres; mss as guardas avancadajj
eit.vaS quem e disso veio paiticipacio s^
chefe rebelde (Benlo Manoel). Mas dme o I
nobre deputado, o ix ministro nio Aeyert
dar tanto peso ao documento de hum rebelde,
Mas, se eite documento corlcordava coro huta
de huma autoridad legal qde era a do presi-
dente porque nio so de i era dar peso nosou
parte i I
MUTILADO


<*
DIARIO D
SfBDCO
a

rito*
'Diss* anda o nobre deputdo qh en estive
coreo prisionero dentro Jo paJario Pro Santa
Catharina q*e nio fallei seno coro squeHas
pesaoas que bem approuvera ao presidente ,
e outro depntado que o mesmo me aconte-
cen no Rio.Grande. O nobre depntado eat
completamente engaado : en estive omito em
reinita liberdade, ouvi a todo o mundo, a
todas as pessoas que me quisera honrar ; o
icesmo pratlquei no Rio Grande ouvi a in-
dividuos que tiverao a coragem de se queixar
que o Snr. Engenheiro da Provincia Fernn-
do Halftld fer mui yolootarimente ana re-
conciliaco com a Igreja Qatholica. Este ac-
to solemne e poropizo fo celebrado na Igre-
ia Matriz do Our Preto em prosenca de S.
F.x. Snr. Presidente da Provincia, de to-
das as autoridades locaes, e de muito grande
n de concurso de Cidados assiitindo to
do o Clero di Cidide debidamente paramen-
tado.
Mal podemos descrever aquelle arto to re-
de algunas autoridades, no estivt to pri,, lidioso como espontaneo, de cuja pomposa
sioneirocomo parecem estar os cobres depu-
rados que seguem nicamente e ouvem o pe-
queo circulo a que esto ligados.
Fallarel agora da nomeacio de certos offi-
' ciaes para os depsitos de recrutas em Santa
'Catharina e desta cfte. O nobre deputdo
'por aquella provincia disse que o decreto de
l'8a3 no est em execuco seno naquella
parto que diz respeito i disciplina e vencimen-
tos doa recrutas mas no em quinto no-
meacio db pessoal, por jaso que o decreto do
governo o rerogou. O nobre depntado no
attendeu bem ao decreto do governo : este
decreto manda crear depsitos nao s na
corte como em oais provincias; altern nesta
parto o decreto que determinara que houves*
se deposito s na corle. De mais, se o decre-
to de l8a3 est revocado em quanto ao peaso-
al. oque se segu beque o governo podia
nomear o official d patente qua bem Iheap-
prouvesse. O governo nomeou para o de-
posito da rorte a hum capillo ; mas como o
deposito de Santa Catharina eslava em ponto
rnnior, o governo da provincia., sem infrin-
gir a li, podia nomear hum official superior.
Tamtam quanto ; gratificarlo que se d aos
rommandantes de depsitos o nobre deput-
do coro bate u que tvesse havido'economa ,
duendo que, percebendo tanto o ofBcial supe-
rior cmo o capito o sold da sua patente e
sendo a gratificacio a mesma e que a diffe-
renca'sendo na gratificacio addicional, que
vinba a nomeacio do capitSb a aer
mais dispendiosa ; porei esqeceu o nobre
deputdo o dizerque b capito tem de mais
huma forragem huma etape, e o lente
coronel duas, e entio sabe a cmara que ha
hnma economa de 18a ios? rs.
O roesmo nobre depulade pe era duvraa a
legalidade do governo em apreseoter o regala-
ment que marra os veneimentos que davaS
competir'aos officae da guarda nacional, A
le da guarda nacional de i83o d ao governo
o poder de destacar a guarda nacional em
tempo de guerra, e de organisala como Ihe
parecer, em batah6es, esquadroes# ou le-
Sioes, e autOMsa-o a nomear os officiaes. Po-
li por tanta, rouilo bem o governo nome-
ar para commandante de legio ao meamo of-
ifcial da guarda nacional: mas nao sabendo
que vencmento podieo ter esses officises, 00-
vio ao consulho supremo militar o (-1 o re-
enlmenlo onde determinou que o comman-
dante de legiio que tem a graduacio de co-
ronel pela mesma le seja considerado como
coronel commandante de brigada ; o comman,
dante spperior como coronel commandante
dedivtio ; e nisto mesmo tambpm houve e-
conoroia; porque bem sabe o nobre deputa-
do que o coronel commandante de brigada
tem a gratificacio deste commando, maso
sold de coronel se fosse po un conside-
derad official general brig*deif o por ex-
emplo, teria o sold desta patente, qua he
maior. Ha vendo em Santa Catharina hum
commandante superior da guarda nacional,
devia elle, segundo o regula ment ter a gra-
tificacio de commandante de diviso. Disse
o nobre deputdo que elle finha a mesma
gratificacio quando commandava a columna e
aVpois que a largou. Eilou persuadido que
ho, eslou persuadido que ella tinha entras
gratificcea nio posso izar positivamente,\
porque o ministerio da guerra nesta parte est
muito mal montado ; as cenias vio directa-
mente ao thesouro, quando na reparticio de-
W> haver huma secco para examinar a lega
lidade de anas conlas: algumas providencias
dei para que as c nta-, viesaem secretaria por
segundas vias ; porem isso leva tempo a as
comas no vio com a prestis que se desej.
(Continua.)
tantes desta cidade a quem tributara hum
eterno reconbecimento.
Avisos Diversos.
celebracio perante uro povo ortodoxo, foi
tal a eficacia que simultneamente excita-
ra o jubilo e o mais respeitoso silencio. Ali!
ainda neste instante nos arrebatamos de prazer
ao considerar o novo filho da Igreja huro'ioso
e prcslrado dianle do l)*os vivo, pronuncian
do serenamente a shjuracio do Lutbera-
nismo, fasendo profisslo de fa ,. e abra-
cando os misteriosos Dogmas da Religiio
do Estado a que ja pertencia como Cida-
dio.
Que empenho maravilboso elle oporoa!
Ali o prazer coa forca elctrica a todos
commovia a todos estasava Confesamos
que nio ha possivel a nossa penna descrever
qnanto vimos; e nossa alma tola cheia do
objecto, eparecendo gostar as suavidades da
virtude beta disit ao todo podenoso pela
converslo da um Cidado ja to recommen-
davel pelos seas merec montos e qualidades
sociaes, om quanto os Ministro do Altar ex-
ultando tamben de jubilo louvavio ao Da-
os do Universoentoando aquelle mesmo livia-
no dos grandes Doutorea da Igreja S, Am-
brosio a Santo Agostinho no acto de sua con-
versi.
Nio deve paror a qoi este nosio Artigo
cumpre no omiltir a narracio de um acto
que tanto tinha de edificante como de en-
cantador! Falamos de hum lance de ternura
e respailo filial observado pelos espectadores
deste acto solemne
O filho ja Christo esperou o Pai ao sabir
da Igreja e ahi Iba offereceo o abraco da
fraterndad, qne elle aceitou tfo docemente
quando o aorprehendeo a mesma acco pela
menoridade dessn filbo a quero ama va, a quem
ama va ja no seio antes do Pai. Oxal que
to edificante exemplo traga ao gremio da
Igreja Catlica tantos filhos dscolos que
ainda vivem Iludid s palas maxim>s enga-
adoras do Lactheranismo e do Cslvinis-
mo.
(Correio de Mna< da 8 de Junho.)
Q Beneficiado Joo Manocl de Oliveira
quereudo apresentaj" aos s^os protecti'es o
Sr. Joiquim Jos da Gama i* actor d^Thei-
tro do Maranhio trsnofer^ osevifnn,'fi<''':j
annunciado paa odian, para 5 5 d > cor-
rete flcandoodia 11 para a penltima reci-
ta dos Dancarinosa benfico de Mr. Livrero.
_ Precisa-se de ama ama pra fizer todo
o serricode ama caza de potr* dentro, e que
_ Prrcis-se de urna ama de leite no Pa-
teo do Hospital do Paraso a. ndar do
sobrado f?e Miranda.
_ y% P<-i>cinha do Livramento D. a5'ven-
la rf- Jo" Dom-'nsues da Cos'a ha para ven-
der acas coro far nba or preco coremodo.
Aluj-*e am negra Pe Ireiro por 84o rs.
diarios i>ra trabalhar debaixo da diraca5 da
oufm : ni ma do Creapo D. 4 ''"'0 ^ Norte.
_ Qttom quiar alagar ro sohrabo de um
andar e soto boro qainttl pacimb e lo-
js : dirija estreita do Rosari 1 que achara cam quem
Irttar* m
f'ma excel'enle casa com*suficientes com
modos pira urna' gr-nle familia tendo sot5
po''o de desemba">ua, e por peo cammodo
Interior
DURO PRETO.-
Quanto be grato a um eseript* publico
ter de presentar Tactos dignos de louvor .'
Nos cordialmente nos congratulamos pela ao
quisicioque a. Santa Igreja Catlica Roma-
na acaba de fa*er de mais um Gibo.
Sim, foi no da a4 do mes d maio p: p
THEATR0 BURLCO.
Penltima represnntairlvJ'Gymnastica.
Em Beneficio do Palhaco Levrero. Quin-
ta feira 11 do Corrente, se representa-
r a graciosa comedia O Convidado de pe-
dra. oa seus intervalos serio prehenchidos
pela Companhia Gymnattica pela maneira
segnnte i. Danca de corda forti. 1. O
Beneficiado se distinguir em huma nova
danca a tempo de mnsica, 3. Mr. Macrala
executar pela primaira vt a or. danca
Cossaca. 4- O Beneficiado em carcter de
Palhaco depiis da executar graciozn passi-
gens; far a mftito jocoza. 5 Transformtcio
da Velga. 6- Continuando a dancr no carc-
ter da dita. 7. Seguir-se-ha a diffilcnloza
danca sem Maromba. 8. Tocir na Cor-
neta de Chaves sobre a corda sem Maromba
sob o motivo da mui sonora Cavatina de Se-
mirames. No fino do a. acto irahalhar a
Companhia na 9. Grande Columna Giratoria
onde alem de reuitas e extraordinarias Torcas
executar o arriscado. 10. Vos da dou< Jar-
dineros ornada com a rani brilhant-t Flama
de Bengala. No fim da peca se pxo-utar a
ti. Mui grande, e arriscada subi la emi
cordaa separadas execatada pelo Beneficia-
do e Mr. Macerata amb s sem maromba exe-
rutando ii. O Engracado Padidu alem de
Hificultoros equilibrios e posces desde a
Cauca do Thnatro ate i5. A maior altura das
Verandas. O Beneficiado mostrar nesta
noite de sea Benfico quanto deieja ser
grato aos immensos aplausos que tem recebi-
do dos secs amaveis protectores a quem
nio vai pessoalmenle entregar os camorotas
a bilbetes pelo mesmo justo motivo que
alegoa o s*u corpaoheir Mr. Macrala.
Aproveita est occasiio para se despedir dos
rus amigos y protectores pois a prxima
ch'agada do Paquete do Norte que os deve
conduiir Corte do Rio da Janeiro apenas
ilbe dar tempo para a ultima reprezeotaclo
em beneficio de Mr. Achilas. Offerecase
a todos os seus amigos e protectores para o
que Ibes poasa prestar naquella Capital \
a'aseverando-lhes que leva gravados em seu
cOTicio os nnuroeroa obzequos que se dig-
narlo prodigliir-llie os beiiemeritoi hab*
saiba engomar ; no beco do Sarape, te I nossa
brados novos de doas aodares no >rimero cita m lur dus Cce'boi, junta a olaria do
andar. Sr. Miguel Carneiro : quem a pertender d-
Apessoa.qne anunc-ou por e'te diario rija-se a ra deS. Gmca'o casa D. 11 ou
para ser ama de caza derja-n ao beco do ao memo Snr. Migual. -#1
sarapat. 1 nos sobrados novos da 1 andares Qaem annuociou precsir de hura cosi-
nheiro de idade 18 a 10 anncj : annuncis
a au morada ou dirija-ae ai beco largo na
venda de Ramos e. QatraB no Recifa. &%
im Na ra estreta do Rosario D. 10 da
no_i, andar adverte-se que he para Taxer
todo o servco de portea dentro, e engomar.
_ Pede-se a um mporigatvcime secca
do largo de Palci que cesto de flige'lar
osouvdos dos seos vizinhos cam as rrpet- parte do norte 1. andar de dous escravos ao
tidas e inTernaes var!ac5es da ama gaita vende am aque'le que agradar ao comprador
diablica, com o que nio s6 ncorompda qualquer delles slo bonitas figuras robustos
aos mesmos vesinhos como aos empregados sem vicios muili ladinos, a fiis, a han
das repartiles qu* lhe fiicio fronte ras. dellrs fabo coainhar o Diario de ama casa e o
m Perciza-se Talar ou saber d moradia jprp.co de qualq-er delles he 600,000, o a
de Joo Jos Vieira de Azevedo Mendes a vista do comprador milbor s? dir as sass bo
negocio de sea enteresse o mesmo, ou pes-as qualidades.
soaque do dito d noticia sa pode aWigira Joa Pedro da Rocha tem usloe con-
rda da crus N 3a. tratado com Ppdro Francisco Xavier mora-
Manoel Joaquina Pedro da Costa aviza dor na praia do Jang a compra de urna nasa
a quem comvier que no paga hum fica terria com sitio na Cidade da Olinda na la-
do trezentos e quaaenta e seis mil e tantos rey, deira da S ra de S. Rosa subindo pela dita
qus possou a favor de Carlos Augusto de Mo- ladeira ao lado Direito terceira casa; por Isnto |
ras por este no ter pago ofrete de a9 pipas faz este annuncio para que no caso em qao
de agoardente a Lniz Costodio Pereira que a este negocio tanha que reclamar que no prt-
emharcou no seo barco, e por querer este zode 8 dias annuncie por esta olha ou en-
receter do annnnciant previne aquem tenda-se coro o annuacunte morador
convier que a lem do que odito ficaj cantero de S. Thwmt D.J3
as costas, hade abater ofrete da dita ago-
ardente.
Roga-se ao Snr. M. A. S. A.* ^ ae nio
qupr pissar pelo desgosto de ver seu noma
- Apessoaqae annancioa no diario de. publicado por extenco que va pagar aquel-
sexta feira 5 do corrente querer vender ha la cont.nha de do/.e mil e tantos rs. daqiil-
botica no barro de S. Antmio qoetra lo qaa nao ignorara
annunciar a sna moradia para ser prtenrado,
OO filie orna lo ja da ra do Oabug D. 7.
_ Dassa dois eontos de reisap-eroio, cim
firmas a contento, no patio do terco ven-
da D. 6.
A pevsoa que qnizer ser criado d'um
hornero solteiro, "sendo branco ou pardo
dirija-sa ra do Q'ieimado D. 10 primal-
ro nndar.
Precizase de hum Porto g'aez,
entenda de venda e quira hir (ara O Arac
o que estiver nestas sirconstancia dirija-9"
afalar om Antonio Joiquim de Soaza Ri-
bsiro.
Quem precisar de hum Portoguez de
idade de ao annoi para Ceixeiro de loja de
f; sen la, oa forragem : annuacie a sua mo-
rada
_. Quem tiver a faser atierros e os quiser
tratar por uro tanto ou por canoa da melhor
forma quacanvier aos interessantes annua-
cie por esta folha para ser procurado pai-
lia quero tem seis escraatos para o dito fin
sendo estes
que dando-se spropra preferencia sem
t: para atlcrrar em Fon de Portas por h*
car mais
proprio.
_ Quem precisar de huma mulher parda'
pira ser ana do casa de homem solteiro : aa-
nuncie.
_. Vende-ae a metide ou toda a Sumica
_ A pessoa quo annnncioo querer cotj
prar um jogo de pistolas diriji-se as cince
ponas, lado do poente loja de Pendas Conraa.ca6 l-el.cdade do Brasil apareada j
D. 10 que achara com qu^ro tratar. de Imho a pouco fabricada fun hada defron-
_ ODoutor VHisse Leoaessi medico i te da scad.nln : os pertendents dinjan-se .
mudou sua residencia para a rna novo D. \ ra do Colegio armasero D. 11 que la a-
o andar, onde morou o Snr. Dezem- chara com quem tratar.
Segu viagcn para o Ilio de Janeiro o
t.
bargador Mariado Jase de Brito L'ma.
_ Perciza-se alojar huro moleque que
entenda de cos nba* a'guroa couza e qne
o seu Snr. ou Snra. afianza; quero tiver di-
rija se a roa da cru^ na venda nova de-
Tronte da fundicia do Snr. Mesquita.
_ Precisa-se de um rapaz de idade pouco
mais ou menos 12 annoi, para caxejro de
urna venda: na praca da Indapendencia loja
D. 10.
_ Da-se de toijf a i.-ooo' rs. com firmal
oa pinhores de ouro ou prata : nesta Typo-
grafia ae dir.
__ No sitio denominado Agoa Tria da Fra-
goso appareceo no dia 3 de Junho urna vaca
com urna cria a qua! se nio sabe de quem
: quem Tor aeo dono appareca ao proprie-
tario do mesmo, que dando os signaes, a
entregar.
Quem liver huma nasa terrea nova
ou no muito velha qu a queira rendar ,
sendo em huma das ras seguintes das
Cruzes, Direita, deHorlas, Palacete, A-
Bripue Pacuna Brasileiro denominado Deli-
beraciS Cipit^ lose Luciano Dourado ; tnm
parte do seu carregamento prompto : que:n
poia quiser carrpgar ou ir da paisa gon pr* o
que tem os milhores cmodos possiveis di-
rija-se os seus Propietarios lo/as & Iimio,
ra da Cruz' n. a8.
_ D-so 5ooUooo rs. sobre hypoteca de urn^
escravo Gcandp o servco do mesmo perten-
dendo a quem da'odinheiro em paga dos ju-
cos ; a quem convier este negocio, queira an-
nunciar;
_. Precisa-se de hum caxeiro para engenlio
e assim como tambero de huro criado os *
que nestas circunstancias estiverem, dirija-se;
a ra da Cadeia Ve!ha loja de fasenda D. 34
que se dir' quem precisa.
_ Arrenda-se a Casa de dous andares J
e Loja da ra do Queimado D. 4, ou a lojf
de per si : fallar com Antonio da Silva Gas-,
mi, na mssma Ra beco da Congregacio.
_ Precisa-se de bum menino Porluguex/1
ga.,-v.rdesA P.teO de S. Pedro ou do Car- que tenh. dej^dade ,0 ate, ,, ...a. 9jm
mo : nesta Typ. se dir^
Na roa do Cotnvello D. 37 ha quem
se proponha a tomar algumaa enancas j des-
mamadas para aa acabar de crear com todo o
mimo e amor : tambem se tomad algas que
tiverem ama.
_ Quem precisar de huma ama de casa
preta de assento e boa conducta a qual sa-
be bem engomar coser e coznhar o diario de
huma caaa annunce para ae lita Tallar sen-
do para algum Senbor solteiro. cu dirija-se
a esta Typ.
serciteiro de huma venda; quem oativer
nesta circunstancias v a ra velha casa nova
que tem venda.
Da-se dona eontos de res a premio com
hypoteca, em predios livres e desembaracadia* *
por lempo de hum anno : annunce por cJa
Diario. .
_ Qualquer estrangeiro qua qunra ser or*
tela em bum cn,,f nho distante desta Praca 5
legoasdiriji-ae a ra da Cruz no Hecif ??
obrado de 3 andares defronto do beco do Linj
ijpoeta para ajustar-se.
***-



DIARIO
!>
.MBlICOi
Perdeo-se na noilede a5 de JoabO no
Theatro, urna carleira p-queaa, ja bastante
fizada tendo rnenle urnas lembra.icas den-
tro ; qupcn achoa quir rUtmr pode
entregar prac* da Independencia loja n.
37 e 38.
_, Quera no Diario de bontem aniranciou
yenda di urna estol' H apareca come!.
. la 00 Haspilal do Paraso a fallar com o Re-
gente do nnsma Hospital, ou annuncie sua
morada.
_, Oabaixo sssignada previne que run-
Iuera fassa negocia cam Ja^ quien Coi rea de
4raujo sobre urna letra de omcmlo e du
zentos mil ris, fkeila pelo mesmo annooei
ante. Antonio Pdro de Barros Caval-
caati.
Perdeo-se urna letra da quantia de 5a
mil rs. sacada por Joaquim da Silva Lipes,
aceita por J..5> Birgei Atarea Cab-al ven-
cida em 9 do correnta : qu-ra a ti ser diado
e a quise'r entregar dirija-s* a ra da Cadfi
do Recite D. \>\ te'ceiro andar pcii o acei-
tante est prevenido de nao pagar senio ao
aacidor da mesro.
Quarta feira io do corrente se ba de
.arremattar aquera maiidfr a venda D 9 sila
na ra larga do Rosario do fallecido Andi
' Gonsalves do C-ba, cuja arremata-se ps-a
# pagamento dos 'credons; assim como afir-
* mase que a Senhorii garante a venda em di
to predio e t< m lugar pelas 4 horas da t ir-
dena porta do Sr. Dr. Juizo de Direito da
2. vara casa que foi do Marre.quim
Precisa se de urna mulher que siiba
engoraraar, e fazer o servir< -te una cas de
pouca familia: na rna Direita 'irado defron
te da torre do Terco no segado andar, De-
cima 63.
Qjem pegar urna rracaca pequea que
fugio com urna corda e un orello abarrado
na barriga queira por cbiequio entrega-la
na loja da ra nove D. 9, que ser recom-
pensado.
Precisase fallar ao propietario dos fo
ros da casa D. nda ra d Olor a da Boa
*ista ou a quem suas vetes 6zer : na ra
da Madre de Dos loja n. a4 ou annunci,
sua morada.
Quem precisar de um caiseiro potlu-
guez para loja de faxtndaa ou para cobrau-
crs dirija-se ao sobrado de um andar de-
fn-nle do trapiche do petourino.
_ Precisa se de um Sacerdote para capelao
dalrimndadedeN. S. do Terco ; a quem
convier dirija-se ao Thescureiro da mesraa
Irinaodade ns 5 pontas sobrado D. ia
_ O Sr. Flix Nicssso Ribf iro Rib.13, ou
quem suas vtzez fuer dirija-se a roa do Ro-
zarlo o. 1, para se tratar negocio de inores*.
WtU Aluga-se nroa boa casa nava feita a
moderna tendo duas follas, 5 quaitos e
cozinba fofo quintal todo plantado com ar-
voredos de fructo e todo murado de pedra
e cal si:a no lugar da solidade defron-
te da capelia carao tamben se troca por
outro predio uoR'cife sendo sito as prnci-
paes roas; quem pretender alugar ou f.zer
a dita troca dirija-se a praca do Corpo Santo
a fallar com Joio AntunesGuirnarrs.
Precisa-se alugar urna rn a quo tenha
commodcs suficientes para huma griade
familia no bairre da Boa vista cas ras se-
guintes: atierro, pateo da Matriz, la do
Arago e pateo da S Cruz; quein a tiver
dirija-se a ra do cotovelo D. 27.
_ O Secretario da Sociedadu Eutetpina ,
convida aos S'.caa da mesraa para urna ses-
bo extraordinaria boje iu do corrale as
, lloras docostume.
__ Roga-se aoSr. E. X S. de mandar en-
tregar o uclides que em Ftvereiro pedio
emprestado do contrario ser publicado o
seu nome.
venci do Corretor Oliveira de orna grande
porcio de trastes moderaos prximamente
chegados de fimburgo no .j-masera por
detrax da casa de Halkmam & Rosemund ,
com entrada pe oarmasem desle na ra di
Cruz sexta jeira 1 do corrente pelas 10
horas da manh.
C o m p r a s
_ Urna mordaca e urna corrente de fer-
ro que sirva para cachorro de Ella ; quem
tiver annuncie.
_ A collecco doi Diarios de Pernambu-
co do ano de 183? ; quem tiver annuncie.
_ Dois livros de Vigario de Occfil em
edioma inlez ainda que sejo ra da Madre de Dos loja o. a4-
i Os lances da ventara todo obra com-
pleta ; quem tiver annuncie.
Vendas
Avisos Martimos
PARA O RIO DE JANEIRO tocando em
tl\lacei, e Babia o Vapor S. Salvador, se-
gu visgera quinla feira ; as pessoss que qui-
aerem carregar ou hir de passagem diri-
9B*e ao escriptorio de Rozas & Braga, no lar
goMo Corpo Saoto.
JLeil o
11 m
IV
_ Que faz o Ccrrelor Oveira de
grande sorlimento de fazendas inglf zas e frn-
cc/.s e de cazaras e atbreozacas de panno
fino quarta feira 10 do corrente pelas 10
horas da manh, no seu ximazem da ra d*
Conceicio n. 34 i> andar.
,_ Quem fzem J. O. Elester por inlr-1
_ Cocoi para embarque, ja tirados, e
prcoptos por estarem juntos, em lugar de
se embarcar : na Ilha do Nogoeira,
Bretanhas denho em pecas de 6 va-
ras : em casa de Harmano Mebrtens', na ra
da Cruz D. i\.
Ou troca-se por um sobrado ou ca-
sas terreas em qualquer dos Bairros do Reci-
fe o sitio denominado mangsbeira confron-
bastante tera da frente ,
um sobrado beru edeicado ,
te o Jardim Botnico em xos proprios, com
e fundo, tendo
com jo palmos
d* frene ; 3 casas sitas na ra de Mathias
Ferreira em xos proprios com grandes
quinties urna com 36 palmos de frente e
as duas com os mesmos palmos todas an-
nexus : a tratar na ra larga do Rozario boti-
ca D. 10.
_ Um aparelho da barretina para offloi.il
d" G. N. do Batalho do Recife um talim ,
urna espada de ponta direita muflo maneira ,
e urna pluma ludo novo 0 chegado do
R o de Janeiro : em fora de portas casa n.
1 s.2, confronte quati-to Arsenal de Marinha,
de manli at as 9 horas, e a tarde das 3 as (i.
_ A raeJi'a parte da propriedade denomi-
nada forno da c*l, sita em um quarto de le- f"" CM* an,es dechegaro sobrado do Snr.
goa cima daCidtdede Olinda a qqa
ra he mui produtiva e nio so otvrrce as
melhorea e maioresvantagens para agricul-
tura, como tambera tem toda capacidade, o
suficiencia para seedeficar urna boa engenho-
ca acrecendo ser o mais proprio lugar para
a fabricacio de cal, ramo este na pouco ven-
tajoso : a tratar na ra de agoas verdes no
cartorio da Provedoria
_ Umaetcravado gentio de angola, de
idade de aoaia annos a vista do compra-
dor se dir o motivo : na ra do Rozario D.
24 lado da Igreja.
_ Um escravo moco de boa figura, pe-
rito carreio e born trabalhador de encbada;
duas escravas de 18 a vinte snoos de
bonitas figuras, engommo, cozinhio e
cosem urna dita de idade de 3o annos por
5oo,ooo cosinha lava roupa e boa com-
pradera e vendedeira de roa urna molala
de ao annos de idade, de bonita figura, cose,
cjzinha e faz doces; o um eacravo de ao
annos, cozinha bem odiar io de urna casa;
e um preto de maior idade por 15o,000 faz
ainda todo o servico de urna casa : na ra da
goas verdes I). 3?.
_ Toalhaa de Guimarics de boa qualida-
de e de varios tamanhos : na ra do Cole-
gio loja da quina junto ao passo.
_ O tratado do commercio por Samuel
Ricardo em 3 tomos obra interessant* e
proveitosa contendo a discripca > dospezos,
e medidas de to naces commerciantes ,,
edui s de cambios e operacoes ; e ura
dicro..aiio francez por costa e S : no aterro
da Boavista D- 19.
_ Um preto de naci mego sadio e
sem vicio a'gum bom sapateiro, e canoeiro ;
e urna cscrava de naci de bonita figura.,
boa cozinbeira e perita engammadeira e
lavadeira : defronte de palacio loja de bahu-
zeiro se dir.
- Por muilo deminuto preco as obras se-
gointes : Sciencia do publicista por Fritot ,
Direiro Ecclesiastico em latim por Gmenez ,
Smilb riijuesa das nacSes Blackstone com-
mentarlo das leii loglezas Silvestre Pinheiro
Diieito publico, Burlanraque Direito natural,
Fritot curso de direito, selecta oraliones ,
Cirercnis Monlesquieu vatlel direito d>s
gentes, Lepage direito publico: em Olinda
no bsldo sobrado de grades de ferro:
Ua> escravo de bonita figura official
de peirero ; ama escrava com urna cria de
doi? annos cozinha o diario de urna cass ft
lava de sabio; eurna raoleca de i3a 14 an-
nos, cose chi muilo' bem : na ra larga do
Rozario D. 7.
Azeite de carrapato a 5 patacas do
raeio dia as duas horas e Has 6 da tarde em
diaota : na ra do Hospicio passando o Qaar-
tel na primeira casa.
Um armasem de sal as 5 pontas D. i\
cornos fundos de i3o,ooo, e tsm quintal
para ranxo de cavados a dinheiro ou a pa-
so : a^ tratar no mesmo.
'Bichas de Lisboa chegadas ao Brigue
Africano : no beco da lingoeta n. a.
_ Urna armaco de venda com seus per-
tences na ra da roda n. 87 : a tratar na
raesms.
_ Um livro contendo a colleco de um
anno do Cruzeiro Amigo do Povo ; e unta
flauta de 4 chaves e urna carteira propria
de viagem : na ra nova loja do ferragem
D. 10;
Um negro de bonita figura ainda mo-
co de naci baca bom carreiro e de boa
enchada, ptimo para tratar de animaes, alem
dtstas habelidades tem outras propinas para
o campo as quaes se dira ao comprador ; as-
-'ii como o motivo porque se vende : na ra
Direita D. 11 no segando andar.
Urna porcio de pipis com agoa-ardsnte
de 19 e meio a ao graos a 55,000 : no Re-
cife ra da cimba n. IC9.
Um sobrado de um andar em chaos
proprios com quintal, e cacimba sito na
ra do senzU nova : a tratar na ra do en-
cantamento armasem de sssucar n. 99.
_ Taboas de pinho de todas as iarguras ,
e comprmanlos e um pouca de refago : no
armasem atraz do Theatro.
Urna escrava moca .de bonita figura ,
parida de 3 semanas, com a cria, e tem mui-
lo bom leite para criar cozinha o diario de
urna casa engomma liso cose e he boa
quintandeira : na ra da trempe casa pinta-
da de sraarello.
_ Um selim em meio ozo e ama histo-
ria universal : na praca da Independencia
n. 13.
Urna negra de angola de idade de ao
a a4 annos, faz todo servico de urna casa,
muito cuidadosa para criancas e muito boa
quitandeira : na ra da Florentina na penul-
ter. Eiras.
_ Urna pequea porcio de livros de me-
dicina composta das melhores obras moder-
nas, bem tocador-Badal, cujas ja forio an-
nunciadas : na loja de livros defronte do col-
legio.
Escravos Fug-idos
No dia 5 do corrente fugio um molecfo
marinheiro de nome Antonio representa
de idade 18 a ao annos alto, sem barba cor
bem tinta muito propenso a bebida daagoa-
ardente levando vestido calsa e camisa bran-
ca quem o pegar leve a ra da Cruz n. 57 ,
que ser recompensado.
Apolinariocreoulo de dada de 16 an-
nos official de pedreiro secco do corpo,
rosto comprido e com algamas marcas de
bechigas tem urna ferida na peroa esquerda,
fugio no dia 8 do corrente levando camisa
de madapolio ecalsa da ganga de quadros;
quem o pegar leve a casa do Major Costa na
ra do Collegio D. 3 que ser recompen-
sado.
Fugirio no dia 4 do carrete do sitio
do Toque dois pratos um bistante a Ito ,
com ama orelha rasgada e a outra com uus
poucos de brincos, camisa e seroula de esto-
pa, panno da costa naci cicange, he mui-
c Guro uo estatua uicuiana c
os mesmos tragos, rosto descarnado e as
maciesdo rosto altas, as penas com bastantes
sarnas e indiadas e he da mesraa naci do
outro ,- quem os pegar leve so dito sitio ou
ua ra do Vigario armasem n. 10
recompensado.
No dia 6 do corrente fugio um
de nome Amaro de naci angola de idade
de 36 a 2< annos pouco mais ou menos, gros-
so e baixo do corpo bei^os grosso denles
de cima grandes e limados ps grandes le-
vou calsa de estopa nova ; quem o pegar leve
a ra do Vigario n. 3a que ser gratifi-
cado.
_ Urna escrava de nome Joana baixa do
corpo cara chata olbos avermelhados, fu-
gio no dia a do corrente a sua roupa e o
seu vstuario mais conhecido he um panno da
cosa de listras largas que sempre anda com
tel da polica vindo da Matriz de S. Antonio ,
no ultimo sobrsdo primeiro andar.
_ No dia 5 do corrente desapireceo un
negro de idade de a5 annos bonita figura,
corpo regular picada das bechigis e ainda
com urna fistola por fe xir procedida de urna
ferida na pa' do hombro esquerdo fdvou ca-
misa de chilla azul, calsa de brim e chapeo
da palba pintado de preto quem o pegar |e_
ve a ra da roda n. a6 que sera' recompen-
sado.'
__ No dia a do correte fugio um negro
da nome Bento de idade do ao annos alio
e secco do corpo bem preto da cor tem
urna sicatriz na testa, ajuntas dos ps meias
grossas levou vestido camisa de rscado azul
ecalsa branca ; quem o pegar leve a ra 9
sol na ultima casa terrea que sera' recom-
pensado.
_ No dia 39 de Junho do corrente au-
zentou-se da casa de Francisco Mamede de
Almeida y um escravo de nome Joio intitu-
lado "creoulo ; mas veio de angola, falla a
finida altura regolar reforcado do corpo ,
bem parecido de cara com poucas marcas
de bechigas, o suissas par baixo do queixo ,
e estas ralas tem a orelha direita furada e
com urna argo'a representa ter 35 annos de
idade levou camisa de baeta encarnada ja
uz&da e por cima qutra de chulla azul, cal-
sa de brim branco ; porem a roupa nio re-
gula pois levou com sigo mais camisas.da
brim e algodo e mais calsas ; este escravo
he marinheiro e muito sagaz e pode ter ra-
pado as suissas e cabellos que tem por bai-
xo dp queixo ; foi em Maceio escravo do Sr.
Manoel Dias Souta e tendo mandado para
essa provincia foi venaido ao Snr. Joaquim
Gonsalves Ferreira e este Sr. vendeo ao.an-
nunciante ; quem o pegar leve a ra do Vi-
gario D. 3 que ser recompensado.
. Dase 100,000 a quem apreender, e
apresentar nesta Cidade, um negro que da
mesma fugio, a mais de dois annos, do
gentio de angola de nome Antonio, moco r
muito ladino de estatura ordinaria rosto
comprido e com marcas de bechigas, olbos
afumassados denles limados, feio, espadan-
do sintura fina com urna orelha furada em
que uza de argola e he official de marnjeei-
ro fiesta Typografia se dir quem he sen do-
no, e que tal gralificacio d.
m. No da 6 do correte fugio um escravo
de nome In nocen ci da costa da affriea, de
idade de ao anuos pouco mais ou meos ,
estatura regular e grosso a proporcio cor
bem preta olhos nio pequeos b-m figu-
rado o bem feito de corpo, rosto afiminado,
um signsl grsnde comprido de carne no paito
estufado e outro as costas levou chapeo
de palha ordinaria ,' calsa curta 'de estopa e
camisa ; quem o pegar leve ao atterro da
Boa vista lado do norte O. 7 a entregar a Lou-
renco Jos de Csrvalbo.
_ Fugio na noite do dia 5 do corrate ,
am preto de aome Joio de naca mucam-
bique com camisa de chilla e seroula de
estopa suja com os seguintes signaes : mar-
cado pela tasta e faces com marcas pequeas
de sua trra e sobre o peito direito do pe*
urais poucas de verrugas ,- qualquer pessoa
que o pegar, e detdbrir aonde elle esteja o
leveou declare em segredo aa Regente do
Hospital do Paraso que generosamente re-
compensar o seu trabalho e prometa guar-
dar lodo o segredo no caso de haver denuncia
d'elle estar acollado en al juma casa como
se julga.
Moviiuento do Porto
, que sera
preto
NAVIO SAHIDONO DIA 9.
GOIANA; HiateNac. Conceicio do Pilar,
M. Antonio de Souza Louro carga varios
gneros ; passageiros Joaquim Barbosa dos
Res e sua Stnhora e o portugus Ma-
noel Francciso da Cruz.
03SERVAC0ENS.
Entren arribado o Patacho Nac. S. Ambro^
sio M. Julo Jos da Silve tendo sahido"
deste porto para o da Babia no dia 7 do
corrente, enconsequencia de ter desarvo-
rado o pao de bojarrona a sofrido ma-i
algumas avahas.
Sahio {tara Montevideo um Brigue America-
no cujo resisto nio se publica em razio
de se ter virado o escaler que linha hido a
esse servico.
elle 5 quem a pegar leve a ra itrsi do qmr-| PERN,NATYP, DE M4F.DEFARIA 1839


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