Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03869


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Full Text
8 DE JUt| NUMERO 145;
CAMBIOS}
Jnlhc 5.
.Londres ao t* 3 Pot 'I000 "?_. ...
Ushoa q5 por loo premio, por melal, ofierectdo.
Franca 5ao a 3i5 res por Trauco.
Rio Je Jatwiro 3 pojl P-.A *
Po Columnarios 1690 a 1
DUtos Mejicanos jjlooo a i#t
PataoSes Braieiros i#6g a ifoio. Vgft
' tios dai kli s, por mez 1 i;i a 1 1/2 por 100.
Tudo acora depende de nSs sent*; da nossa prudenc.a
oderacio, e energa v eontienemof como principia B os
e leremoi apontadoa con admiraco entre as Nacdei mas
* ProcUmacao da Asamblea Gemido BtaaiU
PARTIDAS DOSCORREIOSTERRESTESi
Cidade da Paraiba e Villaattaraa pretenco
Cidade do Rio (rtnde do Norte, e Villa I
3
dem
3 5
S
=
Cidade da Fortaleza e v\Uas dem 5 7 i
Villa de Goiitua'. 5 j* 3 3 8 6 S S 3
Cidade de Olinda 5 2"^ s:53C3.33
Villa de Santo Anto ^3";375033.B
Dita deGaranhuns e Povoaeo do Bonitos 3 S .
DitUs do Cabo Serinhaam, Rio Formo, e Borto Caito
Tidade das Alaeoas, e Villa de Macei. 2 a i 3 3
Villa d* PajauPde Flores. : 3 a B B
Todo m correios parten ao meioe da.
i Segundas e Sextas feirj
Todoi os das;
Quintal feiras;
Dial 10, c a< de cada me
dem 1 11, e 11 ditte dittoj
dem idea.
dem i3, ditto ditte
Suaecrere-se para esU folha a 3jfooo por quarlcl pagos adi
amados nesta Tyi>ogrfia, ra das Cruces U. 3, e na Praca-
da Independencia D. 07 e 38, onde se receben! correspon-
dencias legalisadas, c annuncios; insirindo-se estes grat' .
sendo dos proprios assignanles c viudos assiguados.
DAS .DA SEMANA.!
8 Seaunda S. Procopio M. Ses. da Thex. e aud. do J de D. da 1. v. de m.
q Tefca S. Cyrillo B. M. Re. e audiencia d_J. de D. Id. .. vara de maub.
' ST 8 Sn^elTa^T^de- TE ^r. de ae*.
13 Sabbado S. An.cleto P. M. Re. eaud. do J. de Ja i. Ttra.de taanb.-f
14 Domingo S. BoaTentura B.
Mare ebeia para o da 8 de Julhoi
As a horas e 5< nootol da manhS. A# horas e 18 minutos da Urde.'
1
de mi
PERNAMBUCO;
GOtERNO DA PROVINCIA;
Eattedienle do di* 4 (le Jlp.
* Officio Ao Inspector di Tbesouraria Pro-
vincial, partecipsndo-lhe que PresdencU
approvou a pent de suspenclo- por espaco de
uso mez coiiMjivacio de seas respetivos or-
denatfe impoWpel Coogregacio do Liceo
desla Cidtde tos Professores comanles da
relaclo que se Ihe remette pelo motivo da
liaverem faltado ao cumprimento de aeul
deveres, fiendo izemptos das referidas jien.s
os Profsiores de S. Lourenco da Mttta, Agoas
eas, Fibra*, e Boa-TiaU ; o i. por ter es-
lado coto licenca do Governo e os tres lti-
mos por nao Mam anda entrado no exer-
cieW de seas Magisterios,
Lista doa Professores a que se refere o ofi-
cio su pro.
Profesores de primeins Letras de N. S.
do O' m OUnda, Beberiba, Maranguape, Pao
Amarello, Muribe^i, Itama^ca', Rio, For-
moo, Biserro, Pao do Albo, Lsgoa do
Carro, S. Jos da Coroa Grande, Limoeiro,
Taqoaritnga, Goiaoinba, Pedras de Fogo,
%JTejucop"po Professores de Latim de
m^areth, Rio Formozo, Brejo, e Boa.
vista i
Dito Ao Inspector da Tbesonrana Ge-
rada Provincia, ordenando, eaa additaaaento
no oficio de 3 do corrente qu mande satis-
faier igmlmente os Prets dos destacamentos
do Rio Formozo, e Ntcaretb, e bsm atsim
a imporlancia^doi fornecitnentoa de aceite ,
pavios, eagoa.que se Bzero para os res-
pectivos Quarteisa.vista das requisifSes or-
ganisados pelo CoafllMndan.e Geral do Cor-
po de Polica.
Dto>t Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica, communicando lbe o conteudo no
precdanle oficio.
Dib Ao mesmo ordenando que faca des-
tacar para a Prefeilura da Comarca de Nara-
relh om soldado do mesmo Corpo, em lugir
do soldado Jlo Ramos, que ali se scha ,
eque deve recolher-se ao Corpo, para oque
foi expedida ao respectivo Prefeito a cooto-
niente ordem.
Dito Ao Prefeito da Comarca de Naza-
relbv communicando-Ihe a xpediccio da or-
dem auppra.
Dito Ao Prefeito da Comarca de Santo
Antfo, respondendaao aeu oficio em que pe-
de que semande pagar ao soldado do Corpo
Policial ^| lbe serve de ordenanc, e ao
Cometa do deslacamento da Guarda Naci
' nU os vejaijmentos que Ihe compelirm, nio
obitanlo ter .-xceddo o numero de 4o pracas,
que fora ma'rcado para o dite destacamento j
que nao pode 1er satisfeita a ana requisicao ,
Vriito que as ditte duas pravas devem cobrar
fpelos Csrpos a que perten;em e nio co-
mo fasendo parte do dito Detacamento.
Illm. Sor. Congratulando-me com V.
^TS. pela feli*. ebegada ao Porto dessa Cidade,
da Eipedicco do seu Commando e pelas
f fundadas esperancas, que maniflo5 de ver
es, breve livre essa Prj>TioeiMUV de"
prasive, inimigos a v,sta"l#qual.dad.
numero das bravot, que compunhlo, e
do valor e coragem que a su. preaenca nj.
pUara a pon-lacio dtes Ctd.de segundo
Kefer consur em seu offico de, ao de Ju-
nrro ultimo ; cumpre-me em resposta s>gniG-
ca^lbe que .ata" Presidencia espera., que
, V. S no\froux.ra'j. a3 no desvelo^ue
patenteia de manter a ordem ; e desciplina
na forca do seo Commando e que lento se
fsi necesstria o glorioso empenho, em que
se acba de debellar o rebelde, que tm
alterado o socego, e tranquilidade dessa impor
Unte' Provincia.
ca pedindo em consequencia de m6 se podar
concluir a inscrepcSo dos Proprios N.cionies,
fm quanto s nfo ultimar mediclo, desen-
tco e avaliacaS das Forlalesas Fo-tiis
la Provincia, para ser de novo encarregado
deste trabalho o Tenante Anacleto Lopes de
uta Prn-inria OCtie iraDBino O iBui ouau.^.w ~~r~ --
Deo, GuarX. V. S. Palacio do Govorno Santa Aun. que ^*""{r*
.' >. ,- _o-_ -.oda epr dn mpsmo incumbido sem preiuiso
de Pernambnco e^pf 4 Francisco do Reg Barios Snr, Major Co-
mandante da Forca Expedicionario ao Ma-
ranhaS *
Expediente do dia 5.
Oficio Ao Inspector da Theaonraria Pro
vincial coramunicindo-lb, que nio ten do
ate o dia 4 do corrente o Inspector da Barrei-
ra da Ponte da Mgdalena rpcebido oa obje-
tos que para ella costomava fornecer a Admi-
nistradlo Fiscal das obras Publicas e forio
mandados dar pela Mesa das Rendas Internas;
cumpre que d as providencias a fim de que
ama tal falta deixe de continuar em prejuiso
do tervico.
Dito Ae Commandante Superior da
ARSENAL DE MARINHA.
Avisa.se pila Inspecco do Arsenal de Ma
rinha aot Snrs Antonio Vat de Oliveira e
Jase Lope de Oliveira que se obrigaiSo pe-
o ca-
saoia Anna que soguuuu. B> -------r
pode ser do mesmo incumbido sem prejuiso
do sarvico em qua actualmente se echa.
Dito Ao Inspectord'Alfindaga para fa-
xer acompanhar acertidlo do rendimento men-
aal da racima Alfandega \\\ relaco das pfssoas
quetivarem sido multadas dentro do mez ,
declarando a quantia que a cada humt for
peitencenle.
Expediente do di. 4*
Officio Ao Inspector da Thesouraria ,
da Provincia da Parahiba acensando a recep.
ca6 do seo officio de a8 do mez ultimo, que a-
compinhou a conta do Rendimento de 1 por
centodearmazenagem addicional aplicado a
amortisaclo da Divida Extern na impor-
tancia de a:oi4U655 res, arrecadad o do 1
Dito Ao aagigwNJK ^..,0 ;T ^- ^ "" prximo pas-
Guarda Maoioaal d B*>it<, aep.....liniti **." r*
que nfo pode ser approvada a proposta dos
officiaes para o primeiro batalho que acom-
panhou o sea officio de 28 do mes prximo
passido Tstoque quanto ao segundo propoa-
to nella contemplado no bonve a preciza de-
claracfo da renda liquida annual exigida no
artigo i3 da ResohicSo de a5 de Oajubro de
i832, e quanto ao primeiro e ultimo propos-
tos poja referida omissfo, e porque nio se
acbio no caso de poderem ser eleitores de
Parochia a viata dos artigos 91, 9a, 94
dt Constituiclo Politic. do Imperio, e ser esta
circunstancia tambem exigida no citado artigo
i3 da mesma ResolucSa. m,m
Dito Ao mesmo, participando-Na que
a Presidencia concedeo ao Major da 1. *
a Jo.
Diversas Reparticoens:
TRIBUNAL DA RELLAgAO.
Sessodo dia 6 Julho de 1839.
Os Embargos de Jlo Ferreira dos Santos
o accordlo proferido a favor de Antonio da
Silva & Comp. nos autos de appelWcio Cival
desla Cidade Escrivf o Chaves ; forio des-
prestdoa mandando-se cumprr o accordo
embargado.
Na appelleelo Civel do Jaiso do Civel de
Macei appeliante a Fasenda Public, e appel-
oncedeoao major u. a. ^ a"d7cirio Augusto de Moraes, Escriva Ro
giiodaG. N. de seo Comm.nde Antonio di ^ ge uigof. pe. nu'id.de de todo o Pro-
Silva Gusmio a reforma que pedio no mes-'>ei'o, aejug v
mo Posto, em consequencia dechronicas moles-
ti.s, o que irnpossibilitio de continuara pres-
tar servicos \ e que em tempo opporluno sera
preenchida e vaga que deixon o referido Ma-
Dito- Ao Prefeito da Comarca de S.
Antio respoiidendo-lhe que deve porten-
car ao Amanuense, de sua Prefeilura quan-
tia de 3ao reis que cada Extrangeiro de sua
Comarca tem de pagar pelo titulo de residen-
cia que na mesma Prefeitura deve tirar na
confo'midade das ordena Imperiaes.
Dito Ao mesmo respondendo-lhe que
para a Presidencia resolver ae conyem ou
no entregar a Casa qua servia de Quartel
ao Destacamento de sua Comarca e passar
este pe/a a da Cmara Municipal conforme
requisita em seo officio de *8do'ntezp. p.;
cumpre que informe 1. se foi auctori-
sado pala mesma Presidencia o contracto que
a coropanhou o seo dito officio 5 a. quanto
se pagar a dita Camera pelo aluguel da sua
Caza ; e 3. qual a importancia dos concer-
tos efue so devem fazer na Caza que ser-
via de Quartel : E ordenando Iba que muito
louva da parte do Governo ao Capillo da G.
N. Jofio Francisco de Araujo, pelo desintesse
e patriotismo, q'penteia, recusando receber
os vencimentos que lbe cdtnpetem Po vali-
oso servico que est fazendo na qnahdade de
Commandante do Destacamento da mesma
Comarca.
THEZOURARIA DA PROVINCIA;
Expediente do 3 de Julbo.
Officio Ao Exm. Presidente da Piorin-
Na appellacio Civel do Juiso da Direito
desta Cidade appeliante Joio Jos dos Anjos
Pereira e appellada a viuva e herdeiros de
Mahoel Rodrigues do Paco, Eicrivio Posthu-
mo ; se julgou pela nulidade do todo o Pro-
cesso. _. ,
Na appellacio Civel do Juiso de Direito da
Cidade da Parahiba appeliante o Juiso e ap*
pellado Samuel Bardma Escrivio Chaves ;
ae julgou pela confirmacio da sentenc recor-
Na appellacio Civel do Juiso do Civel desta
Cidade appellantes Aona Maris m Praseres,
e outros, e appellado Francisco Casado Lima
Escrivio Bindeira ; aa julgou pela reforma
da sentenc appellada.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDITAL;
Perante o Inspector d'Alfandeg. se hada
rrematar em basta publica e na porta da
mesma em o dia qu.rta fair. 10 do corren-
te, pelas onze horas d manhia ; o segrate :
um colxo 20 cinco cestos com diamba a
um embrulho com plvora, apprehendido
pelo Guarda Joio Baptista d'Araujo.
Alfandega de Pernambuco 6 de Julho de
Vicente Thomaz Pires de Fegueiredo.
Inspector.
_A Pauta he a mesma*do num. i\i.
MEZA DOCONStJLADO
. A Paula he atuesmt do aumero 14 S -
las soas Proposlas a fornecerem | o I.
f pelo preco de a8o rs. a libra e oi. a a-
goardente pelo o de a;o res a caada |novaj
precos que forio aceitos, por serem meno-
res aos presentados as de mais proposlas,
o comparecerem na mesma Inspeccio no da
8 do crrante afim de se lavrarem os respe-
ctivos termos sob as condicoens que forio pro-
postas. M
Secretaria da Inspeccio do Arsmal de Bttl
rinha 6 de Julho de 1839;
Alexandro Rodrigues dos A!08*
Secretario,
PREFEITR\." m
Parte do da 6 de Julho de 189T
lllm. e Exm. Snr. Forio presos lioaum
a minha ordem, e tiveraS boje destino:
Francisco Borges, indio pelo Sub-PreUHo
da Freguesia do Reo-fe por brig com hum
velbo a quem maltratou com toceos^ Fran->1
cisco Ignacio pardo Vicente Ferreira,1
semi-branco, Miguel Francisco pardo es-1
curo e Manoel, Hylario da Rocha taml
bem pardo e Antonio Joio, preto escravarl
de um tal Brito, pelo Sub-Prefeito da Fre-
guesia de S. Antonio, o 1., a. 3., e 4- Pr
terem ido hoatem pelas 6 oras da Urde a ama
loja de fasendas na ra Direita e furtado
urna peca de chita a qual foi apprehendida r"
cujos presos sendo G. N., empregados na
polica do Rio Formoso livera de vir a esJ
t* jrafa em servico; e o ultimo por Iha
ser apprehendida huma faca de mesa
com ponta $ e Francisco Antonio do Amoc,
Divino, indio, pela 1. patrulha do districto
de S. Jos, por estar bastante ebrio.
I",' o que consta das paites boje recebidas?
n-st. Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeilura da Co,
marca do Recife 6 de Julbo de i83q. Illm
Exm. Snr. Francisco do Reg Birros Prj
zidente da Provincia. Francisco Antonia
S Brrelo, Prefeito da Comarca;

're- >
Rendimento trrecadado pela Recebedoria das
Rendas Geraes internas no anno finan-,
ceiro de i38 a 1839.
i838.
Julho; .
Agosto. .
Setembro,
Outubro .
Novembro
Dezembro
i83q.
Jmairo :
Fevereiro.
Marco.
Abril. ;
Maio
Junho. .
8:gaaU6l
io:484U45
ii:77oUi~
ia:3i3U/f
8:4G3fJi
a.'49U4
oda
5:86400-18
n:537946
ia:4990a8i
8{5o7U9"M
9-.473UI9-
7.-oo5U37i
Rs. iog:3ioU98a
Recebedoria 5 de Julho de 839.
O Escriva.
Estanislao Pereira d'Oliveira.
Diario de Pcrnambiic
Recebemos folbas do Rio de Janeiro a' 37
de Junho ; e da Babia at a8 do dito.


2

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DfI AR
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--
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"^V?
nuco
A corte eslava en trenquillidade ; os tr- se exigir a cobran? dos Importadores ,
Ihos daAsseroblea conlinuavafi ; tendo de
=
1)aillOS u /3Briuuir vwm..~--~ ,
notarse que ainda do dia ai de Junhocon-
tiuuava a discusso do voto de grecas; por
rujo rrolivo Torio apoiados oa Snrs. Souza
Mrtir*, e Rodrigues Torres que dicerio ,
qu o paiz havia d'eslsr muito escaudalisado
pt-lo prclongamento das discussocns a este res-
pailo.
l'ira rarla do Fie-grande ero dala de 21
de!\lio diz que a columna coro mandad
p. lo general Stara tinia retrocedo do Passo
de Matia Gomes disiriclo de Piratinim ,
para Pelotas e estando Iguns dias aconto-
nada linha regressado para o sen anligo a-
campamento sem acca alga ; que esta mar-
cha tinha chamado para aquelie ponto toda
a aencio do inimigo, disir.thindo-o assim
de Porlo-alegie ; mas que a troco dessa ven-
lagem rindamos 'soflrido grande preiufeo de
cavallos e adeserco de Tinte Untos horneo;
que era opiuio de quase lodos os cheles,
que o quarlel d'inverno fosse nassadn no Ja-
guaifo, por ser essa ia posica |conveieute
para a quisicaO dos cavallos e recebimeule
dos recursos de toda a especie ; que o invern
tinba principiado e que un oolubro po-
deria principiar importan!.separares.
O n. 1^9 de a5 de Junlio do Joruil do
Commercio ero um dos seus artigos diz ,
que o transporte Eolo que tinha chegado do
P.io-grande com i5 dias de viagem, cao
confirmaba a noticia deterem os re be des si-
do batidos em uno ataque sobre as liuhas de
Porto-alegre j diz mais que o general Elisi*
ario icava a partir eque o .coronel Colho
1 etirava-se lambem para a corte por motivo de
molestias.
A Haba eslava em tranquilidade.
Coniiiiiinicado
lia rouito lempo que esta Provincia pela
na posco geogiaphica augmenta propressi-
vamenle as suis relaces, e- importancia Com*
rr.erri-i 6 d'i IU feliz lupoafM s deriva ne-
relniiamenle a necessidade de um centro de
Cotnmercic, que po*sa coro vanlagero dar di-
receo ios seus nmeros recursos, lia muito
ti ropo tambera que o complexo 'estas fa-
voiaveis circunstancias deveria Icr produ-
7foe?se centro Commercial, co so fpsra
que o Corpo do Commercio d'esta importan-
te Provincia fosse devidamenle representa-
do : mas para dar o necessario desenvolvi-
mento s suas grandes faculdades ; para ser
atlenddo un suas justas e hem fundadas
representaces. e em fim para aplanar quaes
epaer embaraces e vexames que podeasem
eropecel o em sua brilhante e magestosa car-
reia. Hfia Associaco Commercial fundada
nos hem entendidos principios de promover
rs progressos materiaes do Paiz, seropre
i m grandioso beneficio, porque alarga a es-
cala da circulado, 'onde pro m o germen
ferundo d prosperidade, e grandeza das Na-
c5e.
Ate* aqu o Commercio d'esta Provincia ,
h penco considerado, porque nio baria es-
se centro de direccio e por isso jamis po-
da tomar aquella atlitude consideracio e
importancia que justamente Ihe cempete. As
r-yena; Uncas poiem boje parteen ter intei-
ramerite mudado com a fuadaro que e aca-
ba de fazer n'esta Cidade d'essa til 3 prove-
da Assccaca, (Iracas pois seja dadas aos
si us proroolores por to grande beneficio,
mos resultados em breve sa faro sentir e
preciar. A Associaco Commercial, que te
icaba de fundar tem que superar em princi-
pio grandes difficuldades; llera, n.ismo que
unostsr-se contra os abusos,. vexames, e
exaeces injustas que o Ccmmeicio iem stf
frido silencioso por f-ilta de.um centro de di-
reccio. Os cbstaculo qujate aqu otero
empecido serio removidos por meio dejus-
tai, e bem dedozidas represenlacfS; as
mas necessidades serio patentes a Aulhords-
de Publica, e de protxpto remediaras, ea
Praca de Pernarobuco ser aos lhos do iMun
do Commeicial devidamenle representada.
Sejancs pois licito lenbrar d'esde j Res
leilavtl Associaco Coinmerrial, nm novo
lljltia aloro dea muilos ctni que se tem
gravado o Commercio, qual o da cobranca
que se quer fistr | ela Alfandega da imposi-
(io de /(o reis en cada Canad de agoarden-
t, vii.bos, e uais licons espirituosos, que
sseroblea Provincial decretou e ios sane-
Ritmada pelo (iovtrno da Provincia*
1 sla iroposicio foi legislada para as bebidas
f)iriiucsas consumidas n Provincia, e por
cor.f;i'inie a mpoaifio iccalie ndubrUvel-
meiinsc brees Consumidores; e por isso
un mt me wiequiul, e ..justo .iqutm-
,rjrtadores, an-lppa da Stag ponto de quas. que en- rcm naoinfringiraS o dire.to reelamadp pp-
do-.e'com esta medida nicamente em vista cher-se d'.go. lancha da fragata e de fiJlo Cb^e de d,v,o V.lloneuve, reWWi-
nalmente deiUr-se aoGanges, com mao in- d pelo Goveruo do Chile, de exerc* aju-
lento premeditado, pondo deste modo deli- risditeflo Militar e de eslender-Ihe a protoe-
beradamente eto perigo as vidas dos que se ci da sen ptii dentro do alcance das botas do
beneficiar os arrematantes do Impoitoempre-
juizo do Commercio.
A arremalaco fot urna especulacio parti-
cular e oa arrematantes teem que recuar da
exttecio injustae onerosa que pretenden e#la-
belecer dianle dac nveaiencia publica. Se-
ria ocioso querer agora demonstrar ate' que
ponto ioexequivel, infundada, e imprati-
caval a cobranca dos Importadores: as fases
sio palpa veis e nio precisad ser demonstra-
das. o emUnto a lembraroos a Associaco
Commercial, que no anrto de i836'houte-
ra5 os mesmos pianos para a cobranca ser ex-
igida] logo n'Alfandega dos Importadores;
mas forao desconcertados pela Ilustrada e
recta Admiuistracio da Cxm. Sr. Francisco
de Paula Civalcanli d'Alhuiiuerque, que
entio Itz justica s representaces que se Ihe
li/.era e natural que a Administracie ac-
tual nio teja menos sollicila em rebaler injus-
tas preieitces, e beneficiar o Commercio,
[irincipaljfonte da riquesa das Na.c'S.
* *
Nota diplomtica do ministro bitaurino M.
W. G. Ouseley, ao 'Exm. Sr. Candido
Baplisti de Oliveira ministro dos negocios
estrangeiroe.
O al aixo auignado tem [a honra de trans-
miitir incluta a copi.- da resposta que obttre
do chele de divisas Suliran sua carta de
:>.i do crrente, na qual pedir urna infor-
m.'.cio exacta e completa |sobre as verda-
deras circunstancias do successo ltimamente
uccori ido bordo da barca de vapor Especu-
ladora ; e teria mais depressa communicado
o theor della S. Exc. o Sr. Candido Haptista
de Oliveira, etc. etc. porem desejamio re-
metler ao mesmo tempo os diversos depoi-
mentos de testemunho e o resultado das in>
quiricesj prcedidas ; bordo do navio dv S.-
\l.Slag, aasim como aquellas das pessous
fiordo do Ganges elle esperou al que estes
documentos podessem eer devidameute pre-
parados e copiados, oque necesariamente
levara i'gun di.-.-.
O abaixo assignado tem agora d submet-
ter S. Ex. o Sr. Candido Baplista de Oli-
veira i urna segunda carta do chele de di vi
it> Sulivan datada de 96 de abril, e cu-
brindo os documentos ns. 1 7 consislinbV
nos depoimentos a que se procedeo a bordo (c
na presenca de S. Ex. o Sr. Lopes Gama,
juiz conservader brilannico) sobre os quaes
torca Ib e-be chamar a silencio de V. Ex. co-
rro encerrando os pormenores das circunstan-
cias que tivera lugar netsa mal aventurada
ocrasiio. J
Parece perfectamente provado pelo resulta-
do de seu exame que o fatal successo, o qual
forma o objeclo esta nota devia inlera-
mente ser a tribuido ao mao insolente o nio
provocado modo com que ae houve u capillo
da barca de vapor Especuladora, com quanto
fizesse a proa do seo barco para o Ganges ,
apezar de repetidamente Ibe gritaren] se dei-
xasso ao largo, eque, posto nesta particular
instancia do tiro lio desaventuradamente dis-
achava bordo di'%'na propria barca, e boro
assim aquellas da Centenares de cresturas hu-
manas bordo do Ganges. ,
O abaizo assignado tem que rogar a S. El.
o Sr. C. B. de Oliveira queia volver a sua
attenco as obserVacoes necessariamente um
tanto extensas, que he do seo dver fater so-
bre o desventuroso successo do qual vem de
offerecer um sumroario.
O.ponto principal da queslio parece versar
sobre o direito que os navios de guerra de S
seu navio. -
Porm sem recorrer aos exemplos de outrns
nacoes o abaixo assignado so trata memoria
de S. Ex. utnbem conhecido triste facto, de
sobremaneiiffparecido \ no seu fatal resolla-
do, com o que tem provocado esta corres-
pondencia.
Na primavera do ando de 1839 quando
a'Fragata de S. M. I. a Imperatriz eslava
sufta do porto de Falrooulh ; ama sentinella
Brasilirs, dpois de ter por repetidss ve/es
M. tem em commum cora os de todas as griUdo quin vai 14 pai um bote, o qual,
demais as nacoes. .
S. Ex. o Sr. C. B. de Oliveira exprimo ha
sua nota de ti d'abril, em fortes termos,
a sua surpreza de que os v/sos de S. M. nesta
esiaco esleji tomando sobre si a polica do
ancoradouro, que oceupa ueste porto e
considera esta atlribuicio como offensiva e
ioadmiasivel pelo governo imperial.
posto que'no momento mui p< rto da Fragata ,
razia por aflstar-se della para ganhar o largo,
atirou dentro do referido bote e matou ao do-
no delle um bomem natural de Falmoulh (a)
O sticceido naturalmente exciton a attenco
das authoridades e do povo, e o Capitio da
lmperatriz foi notificado para entregar o
soldado Urasileiro que atrara, e para con-
O abaixo assignado Se v na necessidade de jseo,ir 1ue e procedeisa inquirieres e
tratera memoria de S. E*c. o Sr. C. B. de _"* depoimentos a bordo do navio de S;
Oliveira, que o exercicio dos regulamentos
militares e navaes bordo de embarcaces de
M. I.
lsto foi positivamente denegado-pelos prin-
parado a sentinella obraste sem Ur recebido
ordam positiva naquelre momento ella toda-
va era ptlicitamente justificada nio s pelo
uso e costume dos navios de guerra em todas
as trras, e pelas ordena geraes dadas a todas
as sentiiu lias no serviyo naval, mas, debai-
xo das circunstancias peculiares deste caso ,
eslava aulhoiisada e at era do seo rigoroso
lieser o atirar mais cedo do Jqua nao o fez ;
e por conseguinte como fosse mandado pe-
lo seo commandanle mr. Motyle a' bordo
do Ganges disparar um tiro por cima da
barca de vapor depos de por repetidas vezes,
e debaixo de amescas de se Ihe Iszer fugo ,
ser instada para que se fizesse ao largo ella ,
1 in virlude da ordem receracihs actualmen-
te puebou o gatuno j he quaud.i a espingarda
negou fogo, o que vendo o mestre da Especu-
ladora, baleo urna nio com outia, rio-se
em ar de escarneo e, Usando urna lingoa
gem insultante fea parar as rodas e apenas
desembarazado do Ganges este tiro fatal foi
despaiado em ronsequencia de a sentinella
entender mal as ordens que forao dadas pelo
chefe de divisio Sulivau para evitar o fo-
go a nio ser que se repttiase o insulto.
F. na verdade nio s eslava a sentinella ,
que infelizmente atirou suidamente proce-
dendo em conformidade cuan es eos turnes re-
reliidos entre todos os navios de gae re co-
mo que squelles soldados que se achava de
ser vico bordo do Stag, e bem a>sim nos
deavs navios estaria plenamente justifica-
dos em fa;er fogo, quando a barca de vapor
spezar de charoaetee advertida de todos os la-
dos -in-jsulio^ tu cliagar at debaixo d*
guerra, heiBTariavelmente em virtude de cipiosde direito nscional, epelos privilegios
privativos de um navio de guerra ; nem o
capitio se julgava autlionsado pata coasentir
que ofticial, ou gente alguma sua fosse exa-
minada em trra, mas foi em pessoa tomar
os nrcessarios depoimentos e prestaro seu jujr
ramento. 4* ^
Depdis de fazr se a eostumada e cuidado a
investigicio, que similhanle occorrencia d -
via produzir o jury com.dfiaoimidade de
votos, deo respeto da sentinella brasil ira
seguate decisio de 0 justificavel homicidio
no exercicio da sua o'brigacSo.
Este exemplo bastara para provar que o
successo lio deplorado nio be sem um para-
lello idntico nos portos da Gram-Bretanha.
Todava sem querer alem da necessida-
de multiplicar os exemplos parece ao abai-
xo assigusdo conveniente recordar outro caso,
que seria anda mais 'proprio de despertar a
attenco do publico o a indignacio popular ,
se o estado de Sujeico successos dtsla na-
turas nio fosse de jury e de facto insopravel
do legitimo emprego de quaesquer forcea **-
Vecee. militare em qulqur paiE.
No tempo que a fragata brasileira Piran
ga se acba>a surta em Portsmouth ha pou-
cos nnos a esta parte, alguns botes descui-
dados dos gritos de quem vai l e chamados
por parte das sentindias, experimentaras
mais de urna vez os tiros desta na decasiio
de procuraren a passar bebidas espirituosas
pala se vender bordo ou tentarem oulras
cousas prohibidas. No caso, ao que o abai-
xo assignado aqui allude repetidos tiros fo-
ia6 disparados para nm bote que levara va-
rias pesseas, depois de se terem iautilmen*
te feilo os chamados do cc;ume ; de ca-
jos tiros resuttoa a morra de dous individuos;
ambos ellas subditos britanniecs.
A deciss5 dos jurados respeito ?s santinel-
las brasileiras depois de examinadas as cir-
cunstancias, foi neste particular enrjodosi-
milbante ao que se proferio no Caso ds,'mala-
venturada victima da sua propria temerdade ,
a qual pereceo em cooseqoerica do tiro da
fragata V Imperalrit
A naci que o abaixo assignado tem
honra de pertencer he reconhecida por ser
bstante zelosa da sua honra e prompta em
pedir a reparacio de insultos oU aggravos,
com tudo nos quejandos casos nao houve nem
motins, nem insultos p'essoses feitos aos offi-
ciaes brssileiros. *
O abaixo assignado nio pertende alargar-se
Sobre o comporiamento ero tudo tic contra-
rio que mostrara5 mullides de individuos
desta capital,
costumes e at pelo direito das gentes ga
ranlido aos navios de guerra de qualquer pa-
iz com reciprocidad nos seus portos res-
pectivos : nio se dar este direito de ejer-
cer similhanle privilegio, entio sari* de f.c
to impossivel enfercar a disciplina 'n servico militar. Entre e^stes regulamentos ha
um pelo queas embarcscScs de guerra sio
obrigadas a por septincllas, gritar quem
vai l especialmente de note, e chamar
falla a qualquer barco ou lancha que Ibes che-
gue pertO, e cao tal barco em ebegando ,
nio responda satisfatoriamente, e depois de
intimado fazerse ao largo persista em a-
pro.\imar-se as sentinella sao aothorisadas
a fazer-lhe fogo. Esta i 11 dispensa vel juris*
diccio militar, tietu por isso se est^nde ao
por inieii o, mas sim at certa distancia ra-
soavel do navio de gueYrn. (1) No easo de
baver embarcaces apresadas prCedem na-
turalmente os mesmos regulamentos navaes ,
cem a probabilidade de baver ainda maior vi-
gilancia especialmente quando prevalece al-
gum receto de ataque ou perigo de se verem
molestados.
O GoVerne de S. Ni; nunca procura obter
do de oulras (erras, concesses que fossem
incompatveis com a dignidade ou interesse
deltas ; e be com um sentimento de satisfa-
cao extrema que o abaixo assignado, como
regta de seos procedimentos, no posto que
elle tem a honra de ocrupar a de nunca
exigir|do Governo junto ao ual esteja acre-
ditado urna linha de conducta a qual nio
fosse em idntico caso, em circunstancias s-
milhantes, sem quebia da dignidade adop-
tada pelo seo proprio Governo, somente
procede em conformidad^ com as instrueces
geraes e principios do Governo da Rainha.
He objeero de gloria para urna naci gran-
de que quer trete com os mais poderosos
quer com os mais Traeos entre os povos, o
Governo daGram-Bretanbs nio pede para si
senio a tnesma porfi de direito e justica que
elle est de sobremaneira e seropre prompto
conceder outros; e elle obrara da mesma
forma, guer seja em reluci ao Imperio do
Brasil, a algum Governo Europeo 00 bem
assim a Repblica mais fraca no solo Ame-
ricano.
He firmada n'esle principio que o abaixo
assignado reclama para os vasos de guerra de
S. M. o pleno e livre exercicio de todo privi-
legio e direito mutuo e respectivamente ga-
rantido pelos usos e costumes de todas as na-
coes civilisadas. "
He sem duvida desnecessaio citar a S. Ex.
o Ministro de Negocios Eslrangeiros exem-
plos comprobatorios dos principios gersesdo perguotai qual sena a provrveideejsao de an
servico naval quaes vio aqui expendidos. A tribunal de juiados aqu instituido para julgar
frequencia da Sua rresistivel pi tica da a esse soldado.o quslcpnndoumdever inhe-
qual poder-se ha trazer as competentes provaS,' rente ao seo servico | causou aquelie successa.
. .. I __ ^ I ka a. iiU*q nartnriart ni nlr
na occasio do recera occor-
iiu'u amcntivcl faci; nio perleade
be a sua melhor illuitravao.
A' bem pouco quando o general Bolivan
sonbe evadir-se dos Chilenses que o bavia
feiio prisiontiro c_que elle se rejugiou
Urna simples e clara narracio diplomtica nao
() A FragsU Brasileira Iroperalrz sob
bandeira do Vice-Almiranle Conde de Sou-
brdor da Fragata Fiuceza [* Andromedo zel, depois de conduzir S. M. F. (D. Maria^
no porto de Valparaizo os Chilenses que' Europt. demorou-se algum tempo em Fal-
rtceiava que o General nio se passasse para motith.^O jaso era coromandado por um of-
bordo de um navio mercante entio em ves- final artud|fcle encarregado de um distinc
peras de sabir, circulavaS a Fragata com to posto nsta Corte o qual com firmesa ,
seus escaleres de ronda durante a noile po- se bem que em termos moderados, se recusa-
va concesses, ou desvio doa restrictos usos
(1) N. b. Este, espaco.lie por usanca ge
ral, mais esptcialmenle definido por aquello
que ahrange o alcance entre a* bsias de ^urea
ta.baicac dos navios de guerra nem consenta o fa-
zer-se nquiricta bordo da Fragata Impe-
rial nem o ser interroga a sua gente pelas
autoridades lcate.


DIARIO > R sj? Vn-Vm ftj? 6
'Imilla nem carece t Torca sddiconal de .mojo resaludo acaso saris a efervescencia Ja quinto tein de tudojfquante podia ter,
loquearles appellos s paixes ou representa-Lfrtega tal qusl aquella producida pela cor
5

3
ces excitadoras p. oprias do foro. De mais a
mais o abaixo aasignado he mui cprto de que
nem ero Porlhmouth nena tm Falmouth ,
nein em qualqueroutrayjarte da Grata Bre-
tanha, existi certo partido o qual 'sobre
ter nenham interesse nessa harmona e boa
inteligencia, cuja tinniclo nao sogoverno
dGramljretalma cerno taoberrrd de S. M. I.
tanto e rajj justejmente anhelan, se Sent nntes,
pelas srdidas* injris nessa lucro fundido no
mais vil e mais Deshumano de todos oa trfi-
cos illicitos, instigado a-fomentar qualquer
motivo de irritaga e provocar os seus des
presiveis agentes actjs de violencia, espe-
rando lucrar com seos tristes resultados.
INic he do abaixo assignado o denunciar de
Iguai csime particular ou nacional; elle por
tanto ta5 somante pretende alludir esta re-
al e notoria origen daa nicas appareocias
de desavenca que de annnf para ci ae sus-
citaras entre o governo da Grf-Brttanha e o
do Bra&il. Ella espora que nao ae vejo por
futuros manejos, (como estes que se nao
fossem as p'romptas e louvaveis medidas do
governo imperial podiaS ter agora produri-
do um estado de anmosid'de entre as dua-
nacoens cujas ultimas e miosas consequen -
cias seria imppossivel e condignamente la-
mentel as ) obrigado a invocar publica e of-
ficialmente como nico meip de por hum
termo a-essa continuada possibllidade de dif-
ferericas e.m extremo serias adopcad de
medidas enrgicas ( o direito para cuja ap-
pjicacaS sempre esl com todo o governo)
conlra esses eslrangeiros os quaea sobre tu-
y se empenhlo em um trafico odioso e illa
e*l> ?. *6m dp promoveris os seus fins, se
esforc*0 criar dssencoens e a aniraosida-
dpg entre a nacao brssileira e a de Gii-Bra-
tanni **
Tendo se o abaixo assignado no discurso
Basta representacad i visto obrigado a faser
allusad ao mo comportament do individuo
que se acha commandancfo a barca de vapor
Especuladora o de apostar a origem
fundaniental ds violencia e affronta verifica -
das e cogitados por un partido ja lembrado ,
cumpre-Ihe referir-se aos documentos, os
quaea provad q>e a roalazeja e violenta ini-
misade d'aquelle partido e individuo se asos-
t'rou em mullos actos commollicioi anta*
ifoiafiaitaeaeeqM ltimamente) minia
trou um pretexto para oro sccressimo de maos
procedimeotos. A inclusa lista de varas no-
tas g commnics'cdes enviadas esse mpe-
rlargoverno por parte desta lega'cad, dorante
oeipsco- dos ltimos i a meses, de sobejo
provarpa pVemedilda thaldade drt partes em
quesluc. '
Cerno as Us hotss se achlo nos archivos
do ministerio doj negocios estrangeiros na
folha junta vad mencionados so os seos n-
meros e mtense'. Urna inspecesd moment-
nea desles documentos servir para evidenci-
as* so a longa existencia dos sentimentos
deTlroisade que teta acabado por occasionar
atdrtimo fatal evento, como que tambero as
reiteradas effroutas -, perpetradss por diffe-
rentes p'essOss especislmeni pelo mestre
porlpgwft da barca de vapor- Especulado-
ra Vdeverso causar su.rpresa avista da pa-
ciencia a modera$ad extrema j que 'mostrara-
rad os omciaee marinheiros', e soldados das
nbarescoens de guerra de $. M. a particu"
ruiente do ebefe dr^divisad Sulhvan. E l
revesa que se presta a esse acontecimento ?
O abaixo assignado se persuade de que
poder se-lhe-h relevar e elle accrescentar al-
gumas palavrks pelo que respaila o seo pro-
cedimento pessosl qal elle prev que po-
de ser ou tem sido impugnado por alguns
dos seus compratiotas e outrosna presente ins-
tancia. .
Soba influencia do receto natural por su as
vidas e propriedades que seguio em justas
eonsequencias do fatal evento recontado in-
sinuou-se ao abaixo asignado, que houvess*
de pedir ao chafe de divisad britnica, para
que trouxesse asna fragata e mais vasos para
junt da cidad, de modo que eoofrontasse
o largo do Palacio ; que maodasse lanchas ar-
madas levando soldados de marinlia para
a protecaS dos seus compatriotas &e. &c.
fie escusado diser que o abaixo assignado
nem adoptou esta modo de proceder, nem
partilhou os sentimentos que o sugerirlo :
O abaixo assignado tn'tindeo as oorigacoens
do seu cargo da modo diverso* Elle desean-
Cou na energa actividade e prudencia do
governo imperial pela pi-eservsca6 da ordem,
a a proteccaS dos subditos britannicos e ou-
ti os e sent um praser extremo em diser que
o xito tem mostrado qne, obrando por eta
forma tem sido perfeitamente justificado.
Na5 lia fcil cootar o Jrreparavel mal que po-
derla ter nascido de um proceder qual o que
vai apontado, propos'to como foi dobaixo das
circimstinciss issustadoras que enti preva-
lacia.
Se urna collisa fatal e sanguinaria se tives-
se seguido a essa questa8 ( a na excitacaS mo-
mentnea dos nimos nada havia mais prova-
vel ) annoa apaas bastariaC para reparar os
males inculcolaveis que indubitavelmente
haVeriaS de resultar d'ahi.
O primeiroeo dever mais agradavl do a-
baixo assignado no seu sentir tem sempre
sido o de cultivar por todos os meiosasu al-
cance oa mutuos sentimentos da boa vonta-
de e harmona entre o governo que elle taro
a honra de representar o impeirio. Elfe
tem a confianza de orer que', sempre quando
qoer que ven ha o lempo de depor o seu cargo
entra entras mos, esses recprocos senti asan -
toe achar-se-hfo felo menos sea quebra e
iaualterado.
Esta ana, espranos he fo'rtificadm_ yl '
cet toque faz da sabedor a e providencia do
imperial governo, cuja prudencia e juso,
em materias de ta subida, importancia e deli-
cada natures, na tanto mais rasad para in-
vocar quanto mais se vem ebegando o termo
em que a authordade suprema desta imperio
sera transferida ao augusto brasileiro o u
nico soberano em America em eojo nonve he
ella agora exercida e cujas Insignes quali-
dades ammcio ao Brasil um IUongeiro futu-
ro de proiperidade interna a de relacoens apra-
sives ao exter r.
O baiio assignado roga a S. Ex. o Sor.
C. B. deOliveira, lbe perniitta agora tocar
oos termos com que, conforme i natures da
primeira participacio de S. Exc. relativa ao
recera occorrido desventurado ciso elle qu-
lificara ejlc mesmo c.,, Se bem quena pri-
meira nota (do abaixo assigosdo elle nao podia
reultou dessa serie de nao provocado*
ultrajes premeditados insultos contra
bandeira e os navios da Sua Maguislide ; se
como agente ou instigado por outros isso
nao pertence ao abaixo assignado examinal-o;
mas para seguranca de seos propr os compa-
triotis assim como para a dos brasileiros e
outros', ae', naverdade, para ida sos
propria pesspa e de subfamilia ', qu todos
ellos occasiotialrhente se serven das barcas de
vapor neat porto, e finalmente por amor da
quella mutua boa iatelligeneia nacional que
a todo respsito he to importante e tanto por
desejar se preserve o abait assignado re-
clama a prompta e efficaz intarpoaioa6 d S.
E. S. (J. B. de Oliveira afioa de que se
tomem providencias para punir a pessoa
cujo p'essimo procedinento neata, a em mul-
tas ocessioens anteriores tem sido ta 'sal
ente e para deste modo ao futuro prevenir
esses insultos nao provocados offereci Jo? se;
navios que trasero e navegad sob a proleca5
ds bandeira de S. M., a desviar todas as tris-
tes eonsequencias que si mil han tes actos quica
pos*5 produzir.
Se bem qa, tendo em vista o principio
'ge'rl o abaixo signado ni5 deva a> nao
julgar mui conveniente o evitar o mais possi-
vel a divulgelo de commonicacoes diploma-
ticas todava na oceasiiS presente, a stri-
ctajustica, para com todas as partes inters-
sadis exige que toda esta correspondencia \
e os Ipspeis annexos sejaS publicados ce'*
mesma forma como as primeirss notes do go-
verno imperial a bem assim a replica por par-
t da legaci da S, M. J_
O abaixo assignado approveit* esta ocoasi-
aS para reiterar etc. ate Ass. W. G. Oo-
selej.
(Do Crrelo Mercantil.)
Rio de Janeiro entregou a viuva hura assig-
nado { que principia pelo Negociante o Illm
Snr. Pater e he da maneira seguate
5oUooo
5oUooo
5 oTJooo
5oUooo
5oUooo
5oUooo
em
lormente do chefe de;diy"sa Sullivsn. u. le
oBrial tem sido lao cuidadoso em prevenir
algoma de'sgrscs ; qusl a que agora tem acon-
tecido que elle com frequencia se tem diri-
gido ao abaixo assignado qoer oficialmente
qoer debaixo de privan?* i para que represen-
tasse ao governo imperial sobre os pangos e
as piavoveis consequencss que elle previa a
deprecava o que esta eonformidade foi de
cada vez layado ao cnbecimento do minis-
terio respectivo. h
* la representscoena as msis inflammitoriai
e falsas tesjLsdo srteirsmente espalhadas a
leapeito des calamitoso suepesso. E com
sto subira de ponto a surpress se igual
n<> intento se ni6 mostrara por mais de um
"ipno esta parle, acercada qualquer obje-
, io en. connex-6 com a sunmajssao do com-
mercio d'escravatura n'esta torta,.como v. g.
.s &bsurdas_ e molciosss meotirss que se
- IneraS circular sobre o negocio do mestre da
Fortitude ; entretanto se o tiro dispa-
7ado pel.seotinella a bordo do- Gangea._
,,e..e rooito aalguro ^CM|*8le bor-
do vapor a algum ind.v^uo da fusil.* do
ab.ixoP Jignado ou a^-o -asmo mestre por-
lu-uex (causador de lodo o mal, o o qu*l
ua
es-
a
culpa do vu procedimento com qo.no a
esse lempo fasia la rouito clsrs ), amd.
d" aullo ao ponto jurdico, o acto fos.eo me,.
senaS diser que fora como julgava um
"accidente" todava depois de re cebar as com-
municacoens olliciaes de aa e 38 de abril, a
despjando que a lotalidfcde das crcunstanciss
fosse escrupulesamente exsminada, elle ate
repugnara prajdicar uma questao sujeita
aos transmites da Wi, com quanto desse como
opinio firme sua, que por acto nenbum
premiditado d'algum subdito inglez podi
ser [cansada i morte desss victima Ha oceasi-
io referida;
Elle deixou aquella primeira relaego intai-
rsrmente sem a]contradiser em nada at que
podessesem a contradizer em nada ate que
se podease verificsr uma communinacad or
parte do bhefe de divisad Sullivan. Km
consqencis disto adoptando o modd do en-
ctrsr esse caso no sentido do governo impe-
rial, elle nao podia se nao qualficar como
acto desenfreada Wbaridade e dacrime
que pereca o castigo o mais severo ao suc-
cesso da naturess ali referida ; e [emquanto
os fictos, as sua reslidsde se avenguassem,
epithtos como estes, erad appirentemen-
te, merecidos nem pertende o abaixo assi-
gnado delles retractar um s .' O crimo e o
attentado subsistem e altamente brandad pela
inmediata e extrema s-veridade do governo
imperial. Porem be sobre a cabeca do mei-
ire da barca de vapor Especuladora que
o abaKo assignado he Jobrigido ;chamar a
justa indigniei deste paiz e ,0 seo teosb de
justici.
Eslc indiriduo be o s culpado] de] ludo
Correspondertc
Senhores Radatores -^ Permiti, que a. in-
feliz viuva do Tenante Francisco ,Ao-
Ionio da Silvera por sqa concailuada folha
dirija o mais pronunciado agradecimento,
as pessoa's
reno*
taria,
il grscas aspesseas, que to volun-
, e_ homanamenl'e se encarregulo
ihe procurar atguns beneficiojs paeuniarios
uroa, que ate' hoja tesa aervido para a sua
sustentscio e de seus oito filhos menores
porque o r'ecebimento da pendo que lh
foi concedida a quisi bum anno, a a cont
Euico do meio sold, que lbe compete sor
eieslo dependentes das duvidas do Tha-
soui'o desta Prvincisj que ja aSectou a a-
comulsco dos dous recebimanlos ao Gover-
no Imperial, de quem espera a misma viuva
mais caridades
, Relelo das pessoai; que tem entregado a
Viuva do referido Tenente ailveira os resul-
tados de algumas stt^scriedes'.
Os Illas. Snrs. Doutor Lou-
renco Trigo. de Lurero, o E 5
ldante do 5. anno Jurdico
Antonio Francisco Salles, e o
Professor Publico Salvador Heri-
da ^Jbnq'u'erqu promoverlo pe-
los Habitantes de Olinds huma
sbscripefo a entregarlo em
resultado ds mesm a quaatii de
O lllm. Snr. Jos Ignacio Xa-
vier como encarregado de hu-
ma Sociedade de Oiinda entre-
gou aquanti de^ i..........
O lllm. Sr. Prxedes da Fon-
caca Coutinho como encarregado
de huma Sociedade do Recife en-
tregou a quntia. de .........
O lllm. Snr. Chantre remeleo
por bum se fmulo e dentro da
huma carta a quantia de......
O lllm. Snr. Joaquim Jos da
Ponceca Jnior cmo encarre-
gado do. huma Sociedade de
liuda entregou a quantia de..
O mesmo Sanhr Fonceea veo
depois em nom da Sociedade di-
ser a viuva, que podia procurar
huma ama par acabar, de criar
de leite o seu ultimo, fillio visto
que o leu estado de debilidade
na o permela fazel-o e que
paralhe islo consighava a mesrna
Sociedade por espaed e quatro
meses i-iUooo res mensses que
somlo a quantia de.
' Ctl4.. ,.,...... .........
Iiam annimo................
Francisco Antonio de Oliveira....
Joquim Candido Gomes.........
Manoel Jos da Costs..........
lium annimo.................
Declarou o Snr. Carneiro que o primeiro
annimo era o mesmo Snr. Pater, quejha-
via, assignado duas veces por certas circuns-
tancias que occorrerio ; que o ultimo aao-
nimo he o lllm. Snr. Desembargado!- Tho- i
mat Antonio Maciel Monteiro e que Ihe
prometterio tambem assignsr Os Illms. Snrs.
Francisco Jos9 da Costa Banto Jos Alves,
Jos Ramos de Oliveira, Nicolao Ott Bieber,
Josa Benlo da Costa, e outros, e que dos ss4
signados ainda nlo receben quantia algumai
A viuva encarrega dessa cobranca sssiui
eomo de Procurar as assigiiauras dos que
prometterio e de mais algumas pessoas, que
a queirio soccorer ao sea Prente o Snr.
Cadete Salvador Coelho Drumont da quem
muito confia.
lllm. Snr. Doutor Cassmiro de Sena
Madureira proenrou obter da viuva huma Pro-
curacio Bastante para com ella poder ha-
ver a cota que Ihe hade pertencer de huma
Subscrclo que na provincia da Bsbia se ti-
rou em favor das viuvas dos que perecerlo por
amor da ordem a Ihe foi ent^H^ua esta
Procuraclo a poneos das.'
Agradescendo assim a viuva os seus Bene-
ficentes, teas tambem desonerado de huma
maneira msis clara aos q'se eucarregario desses
beneficios, aos quaes dirige deaotuseuse-
ternos agradocimentos.
A publicar- o de tudo sto he tambem hamo
beneficencia que fasem os Snrs. Redactores,
mesma viuva, que he
D. Anna Itabal Pessoa da Silveira;
CAMBIOS.
Rio de Janeiro, 26 da Ju>io.
Londres............3o il a 3o \ \.
I ariz...............
Hamburgo...........
Ouro em barras.......
Dobrdes Hespsnhoes... ap.ooo 1
181U000
5oUooo
100U000
10U000
10U000
;..*...
48U.000
39,15s
1
Rs. 309U000
SIo estes os nicos soccoros teneocentes,
que tem recebido a viuva ata hoja.
O lllm. Snr. Csptlo Antonio Carneiro La-
lo por ter de retfai-se par* Provincia do
da Patria .... 39,000]
Pezos Hi'spaiihoes .... 1,780
da Patria....... 1.760
Moedas de ti,.i 00 vel has i5,4oo a i5,5o9
novas nominal}
a de 4,000.....8,100 a( 8,soo
I rH e*os>oos>s>*e>os) OJ
A plices de 6 p. c. juro 77 i|3 a 78
5 nominal.
(Jornal do Commercio.)
THEATRO;
Amanhl ha espectculo em beneficio dos
Enfermos Pobres da Freguezia de Santo An-
tonio. Ha danc de corda, e representaclo
da Peca Os 3 Viciosos, ou Destino e Edu-^
cacao, cujo programla se publicar amsnhl.
Avisos Diversos.
K Administraclo da cara de Smith
Lencaster pertende fizer um dividendo de 5
por 0/0 : os Senhores credores podem apr-
sentar-se com seus compatenles ttulos d tur ;^
c.i feirs 9 do correle em diante na rna doa
Barbeiros N. 8 para receberem o mesmo.
Precsa-se de um rapas de idade pouco
mais ou menos i3snnos, pra caixeiro de
una venda: na praca da Independencia loja
D. 10.
, Palo Juifo ds primeira VaradoCvel,
Escrivio Ciraco, se ha de arrematar 111 da);
q do crrante (por ser o ultimo da praca) doua|
esersvos partencentes a finada D. Isabel Ma-
ra Francisca da Silva, por execuco da vu- _
ira Costa & Filhos, e para que chegue no- J
ticia de todos se faz o presente annuncio.
Convida-se a todos os Snrs., que inda
rilo encaminharam, suas respectivas Acedes
contra a Fasenda Pablica pelo valor dos
depositoi fritos na Mesado diversss rendas,
e qoe d'ali foram rouhadis pela guarda Mi.'
litar colocada pelo Governo ; e cojas quan-
tias a Thesouraria desta Provincia se recusa a,
pagar : msndarem seus documentos em
forma a ra do Vgario l). la : para se podyd
enesminbar o Libello Fssends Nacional^H
assim se poderem numerar as despesss res-
pecliavas,
Precisa -se de bum menino Portugae,'
que tenha.de idade 10 ate 13 annos, j>ar?.
ser caxeiro de huma venda; quem eativer
nesta circunstancias v a ra vellia caso nov*
que em venda.
II
^"
J


-
mam

~
%
RIO DE PERNAMBUCOa
Quena precisar de urna mulher portu-
guesa d idade de ao ennos, pare tm* de
casi, dirija se ao trapiche do pelourioho do-
fronte da balance do mesmo no sobrado de
un andar que se dir onde mora a dita.
Duarte V. Madayl previne ao Sr. Alfe-
rea Flix Gomes Coimbra qoe se Ihe desen-
caminbou do correio una carta rinda do Ma-
iWanho no Vapor S. Sebastiio, em Untos de
ftjVIaiodop. p. naqual vioha ama letra da
Pquantia de 88,149 sacada por Francisco
de Paula de Souta Goelho do Para ac-
fcpssta pelo Senhor a cima, e enclocada
ppelo sicador do Snr. Antonio Gonsalves Ma-
l rindo do Maranhio ; e por este em favor
do annonciants ; por isso faz sciente ao su-
pradito Sr. Coimbra pira nao pagar a outrem
no caso de Ihe ser presentada.
_ O flbiiso aasignado faz sciente ao respe-
ctare! pblico que ningoem contrate nego-
cio algum com Jos da Mello Cazar de An*
drade e de presente com o velaxo de Cavaf
canti, com urna casa terrea na Cidade de
Olinda na roa do Amparo de dus portas
e urna janeiia e urna escrava de nome Anna
Maria por serem os nicos bent que existnm
da fallecida D. Maria Francisca Benedicta de
Almeida sogra do dito Mello pois que o
abaixo assignado se ach demandando o dito
Mello pela reposiclo que a dita sua sogra fi-
cou obrigada a fazer a terca de sua mi Dona
Luiza de Souza Cou-seiro de que be testa-
menteiroo abaixo aasignado da quantia de
(39i,o33 alem de que anda ha um herdero
cunhado do dito Mello de nome Vicente de
Almeida Cavalcanli que se acha auzente a
maia de dois annos e o dito Mello ja se acha
multo a diantado devendo a dita sua finada
sogra por eacriptura a quantia de 535,48o
o os seus jaros vencidos desde 5 de Junho de
3? mais 140,000 mais 17 pataroes a r ,44o
As mimorosas altestac6?s dos mais habis
DoutOres em Medicina da faculdade de Pariz,
de que a copia authentica vem fielmente repro-
duzida as receitas que junto com as caixas da
1 dita mtssa gratis se dislribuem provao mais
do que tudo quanto se poderia dizer ,- a bon-
dadeda massa peitoral do Sr. Degenetais que
livre de toda substancia opicea pode e deve
ser considerado como um verdaileiro antidoto
contra as molastias do p^ito.
O modo novo e fcil de utar dpta massa
vem explicado as supraditas reeeiiasjiaipres-
sas quoacompanho as caixioba deste po-
deroso remedio. Veude-se presentemente as
caixinhas da massa peitoral .em casa de J.
More* praca da Independencia palo preco
de dois mil rs. as caixas amores, e as peque*
nss por quatro patacas. m
Aluga-se um grande arraasem proprio
para recolber, ou socar ssurar na roa do"
Apolo D. 4; quemo pretnVr dirija-sea
ra da Madre de Dos n. 4* fc
Alugs-se urca casa Urrea na ra da

que tudosommaa quantia de 699.960
dos juros ja a cima declarados e
alom
mais
o alguel da dita casa ; e os kens que possue
somente he urna escrava, e esta nii ebega
pira dar aparte ao cunhado, visto o sea
a riiantamento; cujo debito de 699,960 ja o
dito Me loconfessou perante o Jui?. de Paz
dortairro de S. Antonio, eoutras pessoas, ser
verdadeiro. Joaquim de Almeida Catanho.
nO professor publico de primeiras letras
do Poco da panella recebe pensionistas ,
tinto do mato coib*'3U -praca a quem
convier dirija-se a tratar com o mesmo.'
Precisase da dois criadoras : no prin-
cipio da ra do Fagundes venda da quina quo
tem o lampiio.
_ Aviso para ae pessoas que padecen mo -
lestias de peito. Massa de boffe de bezerro ,
do Sr. Degenetais boticario, que pelos seus.
niara vil liosos efieitos tem merecido ao seu
inventor, e aprefecosdor um previlegio de
prenda exclusiva dada pelo Reidos Franceces
m 14 de Marco de i838.
jk tosse esta molestia lio commum, como
aegligida to grave as suaa coosequenciaa,
como leve as aparencias e mais mortfera
por si so, do que todas as mais molestias qoe
' affligem o genero humano tem at agora re-
clamado em vio um remedio especial para
combate-la ou destrui-la. Todas as maesas ,
e xaropes qoe at boje tem sido fabricados ,
tem sido sem eficacia ; assim nfo acontece
com a massa peitoral do Snr. Degenetais os
principies que constituem sua principal bize
offerc-ce cem propritdados irconlestaveis, e
Gloria da Boa vista j pegada ao sobrado novo
que? se est fazeriio ; quem o pretender ,
dirija-se a ra da Madre de, Dos n*.4; .
Da-se 3oo,ooo a premio sobre pinhores
de ouro e prata ; quem quiser annuncie.
_ Precisa-se de um tanoeiro perito que
seja europeo para trabalhar todo o auno: o
atterroda Boa vista defronte da Matriz casa
pintada de amartillo de 3 andares.
Avisos Martimos
---------------a1-----------
PARA O MARANHAO' com brevidade
possivel a Sumaca Harmona; quem quiser
carregar dirija-se a Manoel Josquim Pedro
da Costa na ra da Cadeia velba 11. i<
PARA BALTIMOREa Encuna America-
na Shakespeare, recebe treta para esse ou para
outro qualquer porto dos Estados Unidos ;
quem pretender dirija-se aos Consignatarios
Luiz Gomes Ferreira & Mansfield.
PARA TRIESTE a Barca Americana
Effort, recebe frote oh passageiros: trata-
se com L. G. F. & MansSeid.

e barrella e sabio Sem 35 anuos de idade,
muito robustas; todos estes esreavosse dio almodo : n
contento e se a flanea boas vendas: na ra Um
de agoas verdes no primeiro andar do so-
brado D. 38.
Duss scravss sendo urna da Costa da
mina com a5 annos de idade engomma li-
so ; cozinha bem o diario de urna casa e la-
.
JLeil o

Que faz o Corretor Oliveira, de tud
grande sortimento de fazendas inglesas e frn-
cezas, e de casaeas e stbrecazacas de panno
fino quarta feira 10 do correte pelas 10
horas da manh, no seu armazem da ra da
Coneeicfio n. 3 1. andar.
_ Que fszem Russell Mellors & C., por
intervencio do Corretor Oliveira e por couta
de quem pertancer de um sortimento de fa-
zendas brancas, desembarcadas de bordo da
eteuna inglesa recentemente entrada n'este
porte desarvorada, terca feira 9 do corrente pe.
Us 10 horas da manh no sen armazem da
ra da Cadeia.

Compras
no
casa
__. Dois litros de Vigario de oufil de tra-
ducio ingleza anda qae seja uzado : na
roa da Madre de Dos n. a4
Pipas toneis e barris vasios
atierro da Boa" vista defronte da Matriz
nmarella da 3 andares.
m csvallo de meia idade e que seja
passeiro, qoe he par* pessoa doente/% ten-
do arreios melbor : na ra do Crespo loja D.
I a 1 ou annuncie.
' '"
Vendas
tea appcado o Sr. Degenetais pharmaceu-
tico instruido, e hbil chiroico e depois de
infinitse pemsas investigaces a lea neo a elle
pela feliz combinacio de diflereules estrsetos
de flores peitoraes, de substancias ante-spas-
modicas e acalmantes compor urna massa
ioral de mu agradavel paladar que reu-
lo todas as propriedades do bofe de bezer-
ro, abranda em um instante as irritJc5*s do
peito f.cilita a expectoracio calma a vio-
awia da tesseecora a coqueluxa esta cruel
! lio fr-'quente molestia das creancae, de sorte
que dcbuxo deste ponto de vista pode'con-
-iderar-se esta massa com ama fcrdadeira e
immensa Tantagem. |
reconbecidas muitos seculos e nioguem
ignora boje os felizes resultados da sus apli-
caco em todas as phlegroasias agudas e chro-
nicis do pulmo dtfiuxos cathsrros pti-
sias atsmos, tosjes coelrjxas ( dos meni-
nos) extincSes de voz e c. As qualidades
peitoraes desta massa ja conhecida debarxo
do nome de ( Massa da mou de Vean ) tem ja
sido consignadas como os mais bri1hante elo-
gio? no Diccionario de Medicina e Cirurgia
pratica no artigo Ptisia. Os formularios a
juescrevem j em grande numero de xaropes.
Krapoisda aiaior importancia encontrar um Urna pcesa de ferro^mnito bof para co-
meio que sem fazer peder o bofe de bezerro piar cartas : no atierro da Boa vista defronte
sua primitiva eficacia Ihe cnsrvssse 'todas as da Matriz casa pintada de amarelo de 3 anda-
suas qualidades. Eis precisamente a que se. res.
_ Urna canoa sberta de carreira : na ra
do Livramento D. ia;
_ Urna escrava de naci costa de idade de
ao annos de agradavel figora e d? jnuitos
bons costumes j cozinha muilo bem o diario
de urna casa Uva de sabio e barrella ; nao
tem achaque algum dois raolequus da idade
de i3a 14 ennos, muito liados, ja versados
em todo o servida de urna casa, como de ra ;
duas moiecasde idade'de i5 a 16 annos, de
idade e da naci baca com boas habelida-
des nfo tem vicios nem achaques o que se
a flanea ; doisescravos um nziaheiro, a 0
outro para todo o ser vico muito
de na^io loanda duas eicravas
moofs e
lavadeirat
vadesaba e a nutra creoula de Loanda,
de 16 asfnos de idade comas mesmas haba-
lidade ambas te vendem por precisao : na
ra DireiU do lado da Jgreja do Livramento
sobrado D. 80. 4
A propriedade de sobrado e sitio da ra
da Gloria, pertencantea Ignacio de Jess Bn-
daifa e fazcartoque a preferencia que tinha
o Sr. Jos Antonio de Azaveda na sua es-
criptura de hipotheca elle a cade ; por
isso podem tratar da venda cora o dito Bau
deira no mesmo sobrado.
Urna porcodeferramenta de ^rpina ,
jaozda, por preco cominodo : na ra da
iVladrsd.Deos n. a.Lajt -jr
'"- Suptriores charutos ltimamente che-
gados da Babia*' a preco cmodo : a ra da
Cruz n. 5a, das 8 horas damanh as 4 da
tarde.
Ummolequede naci Rebolo de ida-
de de o a g anuos, propria para aprender
qualquer officio : na fabrica de chapeos da
roa do Livraoreoto D. 16.
_ Une alqueires de eastan'ia de caj : na
ru do Jardim D 7.
_ Urna njgra de idade de 26 annos poa-
eo mais ou menos boa quitandera, e para
o mais servied: na solidado estrada que vai
psri o manguind sobrado do nm and.tr com
mirante.
_ Urna escrava moca de bonita figura ,
ensaboa bem, ptima quitandera : na ra
nova no segundo andar da sobrado do Snr.
Meguelinlio.
Urna negra de naci .songo, de idade
de a6 a a8 arfhos quitandera, lava en-
gomma liso, e cozinha: na ra velba defronte
da caa D. 8.
Urna casa na roa do Jardim D. 16:
tratar na mesma ou na praca da Indepen-
dencia n. 36.
_ Urna escrava de naci Cassange, muito"
sadia" e bistante reforcada a muito
robuata, hbil para qualquer servico ,
cosinha engoma liso e he muito bpa quitan
daLra ana pertendenles se dir o motivo por
que se vende : na ra do Torres por cima do
armasena de assncar de Custodio Jos da Silva
no primeiro andar se dir quem a pretende
vender.
_ Um perito official de sipateiro coma
condicf o de ser para fora da provincia ; na
ra doQueimadoD. a.
_ 5o caadas de azeite de carrapato muito
bom a preco de iaoo a caada: na ra do
Aragio venda que fica na quina da Sant
Cruz D. a. ,
_. Na ra estreita do Rpz'rio no segundo
andar do sobrado D. 33 nma escrava de na-
ci propria para qualquer servico.
urna venda de poucos fundos sita em
a Cidade de Oliada na ra dos 4 cantos D.
13 ; a tratar na mesma.
^. Bezerros francezes rrarroquins bo-
tina de bezerro para homem sapatos a bo-
tinados ditos de duraque de cores para Se-
nbora tudo chegado prximamente e por
preco commodo : no atterro da Boa vista De-
cima 9.
Um preto por preco commodo, pro-
prio para padaria, e con, officio de caraogui-
geiro : as 5 pon tas no ultimo sobrada.
_ Um negro com idade da 1 i annos, an-
da muito bucal ; quem quiser annuncie.
Arroz pilado branco e vermelho pela
medida velha : na ra estreita do Rosario D-
cima 17. a
Um refe com o seu trsssado urna bir-
retina de pello ; um corrame e escovinha tu-
j_ j i- -- >-s. 11 r ->t
_ Um faldamento completo para inferior
de Guarda Nacional : na ra de Agoas ver-
des D. II!
Gomma de matarana sigu'de primei-
ra sorte pilulas da familia e farinha de
tapioca : na praca da Boa vista venda D. 9.
Urna negra creoula de idada de ao an-
nos bonita figura cozinha muito bem o
diario de urna casa engomma liso faz ren-
da, e trabalha de enchada: as 5 ponas ven-
da D. 10.
Urna bom cavallo melado grande e
muito novo, bastante gordo e proprio para
carrinho por ser muito forte: na ra do Quei-
osado loja D. l
Um sitio no lugar do fragosa com boa
ctsa de vi venda casa paraescravos bstan-
les fructeiras e Ierras para plantaces ; a
Bichas muito boss e por preco com- .
a ra Direita D. 33.
escravo meco de boa figuras pe-
rito carreio, a bom trabalhador de anchada;
duas escravas de 18 a vinte annos de
bonitas figuras, engommo, cozinbo e
cosem ,. asas dita de Hade de 3o annos por
5oo,000 cosinha ^Jart roupa e boa com-
pradetra e vnaJedeira de rus urna moleta
I'
de ao annos deidade, do boiftta Ggurs, cose^
um .esera fe. de a o
iario'd* urna
casi
tratar no trapiche da alfandega.
cozinha e faz doces; e
annos, cozinha bem odi
e um preto de maior idade par i5o,ooo faz
anda todo o servico de mma casa : na ruada
agoas verdes D 3j.
_ Urna escrava creoula de muito btjpits
figura de idade de 18 annos, engomma liso,
ose bem e cozinha o diario de urna caja ,
sendo para fora da provincia ; na ra Direka
do lado do Livramento D. ao.
Esclavos "Fugidos
_ No dia ag de Junho do corrente au-
zentou.se da casa de Francisco Mamede de
Almeida, um escravo de nome Joo intitu-
lado creonlo ; mas vcio de angola,/alia a
finida altura regular reforcada do eorpo ,
bem parecido de cara com poocas marcas
debechigas, e suissas por baixo do queixo ,
e estas ralas tm a o re Ib a direita furada e
com umaargola, representa ter 35 anuas de
idade levou camisa de bae'ta encarnada ja
nnda e por cima outra de chlilh azul cat-
ea de brim br.mco ; porem a roupa*nfo re-
gula pois levou com sigo mais* camisas do
briin e slgodio e-mais calsas ; eVte escravo
he marinheiro e muilo sagaz ;*'e pode ter "ro-
pado as suissas, e cabellos que tem por bai-
xo do queixo ; foi em Maceio escravo do Sr.
Manoel Das Souto e tendo, mandado para
essa provincia foi venaidp ao Snr. Joaqutn
Gonsalves Ferreira e este Sr. verideo ao an
nunciante ; quem o pegar leve a ra do Vi-
gario D. 3 que ser recompensado.
_ Fugio na noite do dia 5 do corrente ,
um preto de nome Joio da naci mucfht-
bique com camisa de chilla e seron'a de
estopa suja, com os seguiutes sigaaes : mar-
c do pela testa e faces com marcas pequeas
de sua trra e sobre o peito direito do p
unas poucas de verrugas ; qufclguelr pessoa
que o pegar, descobrir aonde elle esteja o
leve ou declare em segredo ao R- gente do
Hospital do Paraso quo generosamente re-
compensar o seu trsbalbo, e prometa guar-
dar todo o segredo no caso de haver denuncia
d'elle estar acollado em algumi casa, cont
se ju'ga.
_ Desspsreceo no dia a5 de Junho do si-
tio docajueiro da passagem da Magdalena ,
um moleque de nome Felisberto do gento
de angolla cora os signses'-segu ntes : olhos
grande cara redonda, pescoeo grosso, per-
nas alguma coisa arquiadas e a perna direi-
ta mete para dentro, e tem no peito aberra
L pi grandes e tem algumas saca-
trises pelas costas, levsndo vestido urna cami-
sa de estopa velha e urna serouta tambera de
estopa, e tem urna mi alguna coisa-incbada ,
e alguns bichos nos pi, e lera de irjnde 16
annos ; .quem o pegar leve na rus da cadeia
do Recife em casa da Jojquim Jos da Silva
Bairo que sera recompensado.
Movimento do Porto
NAVIO ENTRADO NO DA 7.
RIO DE JANEIRO pela Baha e Maceio; 9
das, Barca da Vapor Nacional S. Salva-
dor M. Joo Hulcters carga diversos
gneros ; passsgeiros o poftuguet, los
Ferreira Das e o Irancez Luiz lirugaer.
SAHUM^NO MESMCVIA.
BAHA ; Patacho Nsc. S. Ambrosio M.
Jofo Jos da Silva carga di versos gneros;
passsgeiro o Francez Csrlos Hobert. 4
SsERVAgOENS.
No dia6entrou no Mosqoeiro.e. Barc Ame-
ricana Effort.
A. ERRATAS.
No Disrirrde Sabbado Pag. segunda Cor-
respondencia linlijTterceira em lugar de 8oof
diga-se a8o,ooo_em lugar de com pataces ,
lea-secem palacdss.
I
PERN, NA TYP. DE M. F. DE FARlA i33j)
%


Full Text
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