Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03867


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Full Text
ANNO DE 1839 SEXTA iffllRA

q
CAHBIOSi
Julho 4,
Londres 19 o 19 i|i por ifooo sed.
Lisboa pS por loo premio, por metal, ofterecido.
Franca 3i*a 7nS res por franco.
Rio de Janeiro 3 por 100 p.
Moedai de 6J 4^000 8#5oo a 8/ioo.
Pesos Columna rio i*ri8o a 1/700.
Diiios Mexicanas iffo a fb-jo.
PaUcoes Bra ileiros 1 gbio a i#;oo.
Premios das leu M, por mes 1 1/8 a 1 /apor 100.
PARTIDAS DOSCORRBIOSTERREtiTIS;
Cirfade da Paraiba Yillas de soa pretenco I I
Ctdi.de do Rio (rande do Norte, Villa dem i 5 3
Citado da Fortaleza e Tillas dem -..
Villa de Gotaona..... S
Cidade de Olinda j ;;:;-.' .
Villa de Santo Antio I 5 J 3 5 ." 3
Dita de Garantaos e PovoacSo 4o Bonito. 3 ; :
Dittas do Cabo Serinbaera, Rio Formoao, Porto Cairo
Cidade das Ala coas, e Villa de Maeei. v ." .
Villa da Pajaorda Flores w 3 s i 3
Todos os correios parten no me ios dia.
5 DE JULI10
ISUMERO
-
143.
Tudo agora depende de 1103 me sinos ; la noua pi u moderarlo, e energa : continuemos como priucipiami!
e seremcs apostados com admirarlo entre as Wacoes mf
cultas.
Proclumtvmo da Assemblea Gemido Hra.il.
I Segundas e Sextas feira.
Todo* os das.
Quintas ftiras.
Das 10, 24 de cada mes
dem 1 11, 11 ditto dittoj
dem idam.
dem ib, dilto ditta
Subscrero-se para esta folha a > V 1.1.1 por anlados nesU Typografia, ra das O uses U. e PiaL
da Independencia 1). 37 o ?>8, onde se recebe* coiiesp.il
dcncias legalisadas, e anuuncioa; asirindo-sc cates gial
sendo dos proprios asignantes c rindos asi^udos.
DAS DA SEMANA.
!. leJulln. Segunda S. Tlieodorico Ab. Ses. da Thcz e and. djj.dc 1) 1!, iv.de ta
t Terca S. Vtrttaeao de N. S. Re. e audiencia do J. de I). |da 1. vara de taaah.
3 Qaarta S Joni'itlio M. Se5o da T. P.
4 Quinta S. Itabel Rainha Vm. Re. eaud. do I. de I). da 1. raa 5 Sexta S. Athanaiio M. SessSo da Tlm. e and. di luis. d u. .la 1. vara dt m.
6 Sabbado S. Domingas V. AI. Re. eaud. do I. de I), da 3 vaiVde manli.
7 Domingo S. Pulquera V.
Mareheia para odia i de Julho.
As 3 horas e 30 minutos da manh. As 1 horas e '} minutos da tarde.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 1. do corrate.
Officio Ao Commandante das Armn, en-
viando-llie as Guias de dous soldados viudo.)
do Rio Grande do Sul no Brigae Feliz Des-
tino ; e remedidos pelo respectivo Comman-
dante de Brigada a fira de qoe Ihe d o
conveniente destino.
Do Ao Inspector da Thesouii', Pro-
vincial ordenando que mande pipar pela
Mesa das Rendas internas, por onde se de-
ve arrecadar ai taxas das barreiras das Poutes
dos Carvalhos, e Magdalena todas as despe-
sas de luz, e acoi que se costumo f.zer con
ditas Barreiras.
Dito Ao Inspeclor Geral das Obras Pu-
blicas, comrnunicandolhe o cunte ti do no pre-
cedente officio.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Rio For-
mse permetindo-lhe os i5 das de uceara
qoe pedio para vira esta Cidade.
Dito-. Aos Agentes da Coropaohia dos
Paquetes de Vapor para ordenaren! ao Com*
mandante do Vapor i'etnambncana que re-
ceba a seu bordo 15o armas pert ncentes a
Provincia do Ceara' que Ihe seao lernetli-
tiva.
Dito Ao Prefini da Comarca de Nua-
reth, significando Ihe, qae pela parte qoe
ltimamente encaminho a Presidencia em
data de 47 do mea prxima passado, cons-
ton qae a pMrulha encarregida de captu-
rar o criminoso Joie Arcanjo Ferrei-
ra, havia morto ao mesan criminosa
aob o pretexto de querer elle a poder&i-se da
arma de um dos soldados que a compnnha;
e como n5o he fcil de acreditar se que um
Cidadio inerme e entregue a (orea publica
livessn uta' tal arrojo estando em seo per-
feilo juiso, e ronhecendo'por consegninte que
delle smente Ihe poierra provir males; Ihe
ordena, alm de evitar qoe nlo fique im-
pone esta f todo o rigor das Iris, qu faca processar a dita
Patrulha a (ira de que em juizo compelen-
te ou justifique que se acbava as circuns-
tancias marradas nt i. do Artifjo 14 o
Cdigo Criminal e 18a do Cdigo do Pro-
cesso, ou soffra a pena do seu delicio tanto
maiiperignso, e reprovado,'qu^ndo be aeo-
bertido com a capa das Lis, e exercido so-
bre um CidadSo, quo posto criminoso fosse
merecia ser por ellas protegido, a fim de que
(gneros mais grossoa ou volamos, de es- destila do Eosino Mutuo para augmentar
as aecomodacoes da Thesouraria Provincial
conforme a dei-cripcio que de em seu offi-
cio de 16 de Jnnho proxim findo.
Dito Ao Inspector da Tbeiouraria Pra-
vincial communicando Ihs a expedicSo da or-
dem suppra.
Igml comrannicacfo foi dirigida ao Ad-
miniitrgdor Fiscal d s Obras Pnblicis.
Dilo Ao mesmo Administrador Fiscal ,
ordenando-lhe que mande saplisfaser ao En-
genheiro Augusto Hersling, a quantia cons-
tante da conU que se Ihe remelle; impor-
tancia dos objectos que mandn fazer para
a factura da Ponte du Santo Amaro.
Dilo Ao Enganheiro A. Hersling rom-
municando-lhe a expedicio da ordem sup-
pra.
COMMANDO DAS ARMAS.
das pelo Director do Arsenal de Guerra, eas evitando-s, o contagio que de taesexemplos
entregue na Corle do Rio de Jineiio ao Exm.
Ministro Guerra.
Dito Ao D rector do Arsenal de Guerra,
para faser remet'er para bordo do Vapor Per-
nambacana as i5o armas de que trata o pre-
cedente officio.
Dito Aos Agentes da referida Compa-
nhia pira ordenarem ao Comandante da Barca
Pernnmbocana que se dirija a Secretaria
Militar a fim de receber os sidos e venci-
mentos das Pracas do tercairo Bitalbio de Ar-
tilbcria na Provincia da A'agoas, a fim de
os oonduzir para aquella Provincia eali en-
tregar a Antoridade que Ihe for iodigitada.
Dito Ao Commandante dsa Armas,
ce 111 muincando Ihe a expedico da ordem sup-
pra.
Expediente do dia 2.
Officio Ao C immandante das Armas pa-
ra mandar avisar aoa vogaes militares da
Junta da Justica, a fim de coroparecerem na
Salla de suas setses no dii 5 do corrate,
designando para reuuio da mesma Junta.
Ditos. Aos Desembargadores Juiz Rela-
tor e Vogaes da Junta de Justica parlecipan-
do-lhes que est desigmdo o dia 5 do cor-
rate para se ella reunir na qual deverio com-
parecer.
Dito Ao Inspector da Thesoararia Ge
ral a Provincia comraunicando-lhe, q'atten-
deado a presidencia ao que Ihe representarlo
amitos dos principara Negociante desta
Praca sobre os encoovenientes que sofiVem
nos despachoa dos gneros de estivas por fal-
ta de rmaseos suficientemente espacosos pa-
ra os conter, e com as precisas commodida-
des para que se nio deterioren) ; e bem aa-
sim as ioformacSea favoraveia qae deram o
mesmo Inspector, e oex-Inspsctor d'Alfaa-
dega M. Zeferino dos Santos pelas quaea se
moslra ser real a dita falta, e de grande pon-
derado o inconveniente que della resulta ;
ordena-lhe qae em quanto oGoverno lmpe-
perial nfo da' as necessanas providencias
qae selhetem reqoeiitsdo nes'a data para oa
mande consrlar os armazens da diU
" e
I
I
vitar,
Alfandega. qae necessitarem de reparos e
faaer dous telbeiros nos pataos qae nella
existen a fia de que nelle serecolhao es
possa provir, d a*sim urna prova de que as
autoridades Policies vello eficazmente na se-
garanca dos Cidadics e perseguicSo dos cri-
mioosos e nio se limi'ao somente a gosar
dos seus Empregos em paz com desprero dos
seus deveres.
Illm. Sur. Constando a esta Presaden-
cia pelas partes semames dos Prefetos das
Comarcas, que muitos criminosos no acto de
serem presos, e durante o lempo, em que
sao confiados as patrulhas, que os prendero,
sio desgracadamente victimas deltas sob o
fundamento de resistencias de sua pule e
cumprindo evitar quanto he possivel a re-
pelico de lio perniciosos fallos que tanto
a tem magoado, e que sSo verdadeiros crimes
a vi;ta das Leis, ordeno a V. S. que faca pro-
ceder com o maior rg>r del las contra os que
no desempenbo da referida commisso com
meterem abusos e excessos semethantes, >
fim dequeem Juiso competente, a qae iofa-
livelmen os deve sageitar se mostrem com-
prehendidos as excepcSes estabelecidas na
segunda parta do paragraplio 1. do artigo 14
do Cdigo Criminal e artigo 18 do Proc-
cesso Criminal. O qae V. S. asiim comprir
como Ihe bei por muito recomraen dado.
Dos Guardes V. S. Paiacio do Governo
de Pernambaco em a de Jaldo de i83g. _
Francisco do Reg Barros Snr, Prefcito da
Comarca do Recife.
Igaaes officios forio expedidos aos demais
Prefeitoa das Comarcas da Provincia.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife para ordenar que
seja iluminado da mesma o Guarda Agosti-
nboJose Ferreira qae tem asssnlado Praca
naCompaobia deArlificess
Dito Ao Commandante das Armas, com-
municando-lhe a expedicolo da ordem sup-
pra.
Dito Ao Inspector Geral das obra < Pu-
blicas; respondendo-lhe q'poda mandar entre-
gar1 a Joaquina do Reg Barros a cima que
na prxima auada encheate foi ter entre
ostras a Ponte da Magdaleua.
Dito Ao mesmo, ordeoando-lbe que
mande faser com a passivel brevidade a obraj
Expediente rio dia 28 de Jim fio.
Officio Ao Commandante interino do
terceiro Batslho d'Artillieria, mandando
que tirsso pela respectiva folha do dia aj
de Agosio do anno passadoem diantea pres-
taco mensal de 3ullooo reis equivalente ao
sordo deCipito a que fora elevado no re-
ferido dia o Teoente Jos Anlonio Pinto,
expedicionario ao Rio Grande do Sul, de-
vendo entregar ao respectivo Procurador ,
nio o accrescimo das pregtaces nos me-
zesja cobrados, como 01 que se fossem ven-
cendo.
. Portara Ao Commandante do Deposito,
mandando dar demicio ao recruta Joso Ro-
berto por baver provado estar irampto do
servico de priraeira liohs, e assim o deter-
minar oExin. Sor. Presidente em despacho
desta dala.
Expediente do dia 1. de Julho.
Officio Ao Exm. Presidente, significan-
do-lhe que tendo de faser remessa a Pre-
zidaineia das Alagos da importancia dos si-
da e etaps das pracas do terceiro Batalhlo
d'Artilheria ali destacada) e constando-lhe
que eslava a partir para o Rio de Janeiro
com escalla por Alagoas a Barca de Vapor Ma-
Portaria Ao metmn m?nd.n lo arldir a;
Batalhaj do seo Commando os soldad as An>
(oni)Jose de Dos, o Jos Antonio Rodrigue!
do oilavo Ratallif) de Cacidores, ale* qu
se Ibes dess'e conveniente destino.
Diversas Heparti^oens:
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sessiododia 4 de Julho de 1889.
Na Petica de II il> jas Corpus de Theodoro]
Jos de Mello depois do informado pelo Juiz I
competente; foi denegad u o mesmo llilieaij
Corpus.
Oj Embargis de .Ija Francisco sl-f Souitu
Peixa ao acordad contra elU* profeiidj e a/
favor do Francisco Joe de Paula Caraeiro ;
forio recebidos e rclormado o divo iccor-
dad.
'Na Carta de Di a de aparecer do Juisi do|
Civel da Cidade da lortilesa appillmtu Fran-
risro 'lavares de Paria e appeliado lyUtl
Martins do Paula; 83 julgou a diserra dal
appefholo.
ALFANDEGA DAS I'A/-E\DAS.
Rendimeuto d'Alfaudvga do Pdruambui u no
11117. d .1 mili 1. p.
Dircitos de i5 por caalo da
Consumo
Ditos do 5o por canl da Pl-
vora
Diioi de 3o por canto do Cha
Ditos de ao por cent de Re-
exporlaca
Expediente de 1 i|i por c.
A'ma.eoagem de i\i |r omi-
to ao mez e 84 1J3
Dita Addicional de 3 1,2 |or
cento 14:4'j"t ^^a-
Premio de 119 por cento 1)
mez i:c87,a84
61:797,3^5
r.'Ki.Sira
Ljii^SoO
8t,44|
6:653,oi4
Emolumentos ds Certa jo* a
Multas Arulsa
8b; 7 7,7f)a
li.gbo
116,000
ranhense, bouresse de ordenar ao Capitio da i83j).
n6.'7u,75sJ
Alfandega da Pernambuco 4 de Julho de
precisa na C'pella mor da Isreja qae*serre[do mesma Barca que vtesse o aaandassa rece-
ber a manba plaa lo horas do dia na Se-
cnalaria Militar I referida importancia.
- Dito Ao Inspector da Theionrara, re-
mettendo-lbe a guia pateada pela Thesou-
raria do Rio Grande do Sal ao Al fe res do
s-xto Balalhi) de Csasadores Francisco d'Asais
Mendes Guimarftt, qoe regressou do exei -
cito por doente.
Dito Ao Major Director do Arsenal de
Guerra mandando assentar praca na Cam-
ptnliia d'Anifices em qualidade d'artifices
de fogo, aos piizanos Luiz Francisco de Mel-
lo 1 o Joie Nobre Ta varea Pessoa, menciona-
dos ta seu officio deslt data.
Dilo Ao Commandante interino do ter-
ceiro Batalbio de Artilheria remmctlendo
a te d'offirio, e guia do Alferes do sexto Bata-
talo de Cacadoses Francisco d'Assis Mendes
Guicares que devia sor considerado ad-
dido ao Batalhlo do seu Commando, e d-
nate em seu Quartel.
Dito Ao mesmo, ordenan do. Un qvje
t nanh pelas nove horas do dia se achas.se
na Secretaria Militar, com a importancia dos
sidos e etaps das pracas destacadas as
AUgoas, trasendo urna relacio dembnstre-
iva dos vciciinentoa, que (icario compet
O Escrivao.
Jacome Gtraldo Mana Lunauhi de Mil'o-
Recopvlaeio dos Reodimeoti d'Alfandejz de
Peraambuco em o anno Kaancei^o de
i838j i83q.
Jolho qit758,f|ta]
Agosto l64:4') 17
Sesembio 1 ;f..;:',5^3;
Oulubro 117:791,396
Novembro 1 li'1. ''t
De/embro r.f:(>o4-7^
Janeiro 1 Vi j^;>,S6
Fevereiro I0'>:8o7,o'8
Marco 1011*83,984
Abril laJ;7Jo,4o5
Maio 147 275,353
Junbo 186.709,751
Alfandega
18J9.
1.513.975,319
de Pernambuco 4 de Julho do
O Escrra.
J.come Gerardo Mia Lumaehi de Mello,
Pan'a do preco medio da l.nnb de trigo ,
vinhj, e mais bebidas espirituosas a de'
outros lquidos no marcado da Cidade do
Recife, n.' Ssma'ia do i. 66 de Jii'ho de
183.0-
AgotrdinU al a' ir. J^ip^uo


DIARIO
i E PE ti A M0 ti .
_______Li---------------------------------->-**-----------------------------------------------------------'
^OUOOO
Sor te a !>ar.
I
I* 1 fio medidas
i. B. Tendo mafi gr., i conla
ra& 100 rs. por cada hum
Azule de esperm.cele
" de Olvrira palma roen-
dnhim de lobo, e de nabo,
cu oulra qualquer quelid.de
* De Pise.
[Farinha de digo
1.
.3.
f Ginebra Pipa de 180 medida
44 Em garrafas de n/i de me-
didas, duaia
Ll.corea em geral -*'.
Ser^j.
I Vinagre Pipa de 180 medidas
[V.nho coro $ narra d* Corap.
do Alio Douro 011 FeitorU
as im chamado, rindo dt qual
qntr Porto da Europa
n. Marieta
** Dos Acores.
" Do Porto (ramo)
" (ordinario)
De Lisboa PRR
11 < actores regulares
1 <' ordntrirs
[Vinbo hunco de Malaga Pip'i
je 1 fio medidas
i < de cutra qualquer
parte 4 "
Charopaoba dazia
w Conlan 11
neroso
Ordinafios l,;"'. ".
I Vicle Th'oma Pires da Figueirdo Carilargo.
F.Carttao da Silva Atete*. .
Mancol Jos de Sonta Ctrneiro.
T nii Pereira de Ferias.
MUZA DO CONSULADO.
j/ioU do Proco rorrele do assucare al-
odio, a mais gneros qu te.de.na-
i chao na fe do consulado .le Per
na semana de 4 de Ju,btl
*ji
180,000
liSUooo
0/>U>>00
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1 allfioo
i-.L'ooc
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9U800
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iio4 '000
71 Uooo
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70-U000
57TJ600
;oL'ooi
4 Uooo
'57UC00
I Uooo
8Uoro
6Uoco
nambuc,
da i83<).
Ate. B. N.
sorle.
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Ata. M. N.
1,100
Alg'odo 1.
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3.

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3.
4.
O. H V
1. sorle
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aUftoo
2TJ700
A, Gnu
U45o
aTjjoo
aUi5o
il'tioo
lU5oo
7U800
88oo
9U800
Jos Mara Cesar do A roaral.
Jlo Francisco Duarle.
Fritares e Confe rentes'.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra compra meips da tol-
1. e pot de sicupira verdadtire e rumain
de deferentes comprmanlo. e groeuras ,
adveilindo-se que sa6 mmto compridos .
por Uto facis de se lirarem: qu.rji o. Uve. f
qu.ser vender dirija-se to mesmo Arsenal
para tratar.
Aliena! de Guerra 1. de Jullio de i83o.
Jos Carlos Tenelna
Director.
ARSENAL DE MARNA.
EDITA L. j
lm. Snr. Inspector do Araefefl de Ma-
rala! mtnd. faser publico que tero fintea,
do por mais ao di contados* d.U d,st,
o pase qoe em Edi.al de 8 do corren!, -ar-
can t sprrsentacaR volonl.ru de leda- a
Ipesso.s que se quiserem engaj.r por hum a
Son. .nfe. no sarvico f.^'^'*
Guerra Ntcionaei mediante a gr.ufcac.fi
de J 3o mil rt. t ead. mtr.nhe.ro do pro,
fssao, toa 15 mil.- t reda .ndn,do ,
,,ne tdfe todati.de 4 a5 tnno. de id.de
oueir. aplictr-se t .da do mtr t bordo das
sobredi tas Ero barcaepens.
Secretaria da Io.peec.5 do Anenal de
Mtrinhi a8 de Juaho de .83^.
lexandie Rodr.g.iei dos Aojos.
Secretario,
freff.iu.tr A.
Perla o> da 4 de .lulbo de ifikh ,
]ilm. a .". Sor., Fora preseas n.inh.
ordena a litff.5 hoja dfsl.no; Joaquina ,
.reta forra' Joaqoim a.Anlopia .laman-
. a ultima de B.ibart Mtiw d lotwi >
reU t. ratrulbt do dislricto d> C-orpo Sanio,
J prmeir. e nl.im. por Marero e desor-
dem, a o a, por .upol-o fug.do ; Jotnni
rm da/talo branca Jote preto e
cr.ro da Joaqim Gonetlve., Bailo. V ceote
ro aser.to de D. Joief. M|r... da Con-
ecS Andra o Lu* prn. e^craro. do
Pad'r. Meira 'Jo.5 d. SU. Rjgo br.nco
pelo Sufc-Picfeilo < FagM,l de 8an, A
ionio a 1. por ter furtod ont matotoi 56
mil reiiemifdoU* a uta trinaeJim Sa maul
donado cojo dmbeiro'ellt restiluio p a.
por violencia e estrupo feilo a orna rapa-
riga em coja easa enlrou fora de horas ar-
rumbando a porta o 3. por eUr fogido,
04., a 5. a requer ment do seo ry\or -
'? trii>icaK"i""*" -
vincia pela qianti. de 4oo rs., p.r. o seroes-
.re tegmpl (Je l. p.iricipitf rio futuro
mez da lulbo. ,
T. por ser dada a hdn. o Prndenle levan-
mu a Seiat6. De que Gt a presente acta em
^ue ass.gosraS. E eu Jote Josqu.m de li-
goeiredo, Secreiario o escrevi. Gaades; Pr-
ndenle. Amaral, Laag. Jnior Albuqur-
que, e F"igueiredo. Esla^Confirmei
Jos Jbaquim de Figoe.redo.
Seeretario. j
Admioistiacao dos E'stabelecim'en'tos d Cari-
d.de.
Nao lando comparecido lifiantei to forne-
ciroent9 da carne verde par. os Eiiabelecimen-
os de Caridade no dia a do p. p. *
AdroinistncaS doa mesmos F>lbelec.mentos
manda faser publico, que no d.a 5 do eor-
, ente hade ter lugar a a.reroatsrio do mes-
mo fo.neclmento-. no Grande Hospital desla
Cidadeas 4 b'oras da tarde.', _.
Salla das Sessoensd. AdrunisIricaS doj
'Eslabelecimentos d Caridade em o. de
Julhodo 1839. J. M.da Croz;
____Fscriplnniio.
Co.ili.maclo do di corto do Sr. Maclel Mor-
l*''r0' .un.
nobr depn ado pela provincia da Babia,
que foi tambero mini.ifo da reprlicto qbe et*
leve ao roen oargd pergoriloo porq.e o go-
vf ,no nlo tinria dado andamento ao tratado
de alliaii?. ofe'riii. a dcfanwt' nlbo'add
entre o goverr.o imperial o nrasiderite dh re-
pblica oiienUl. Qu' fieas" ella perguo-
aquando Oril>e aiodaeilati presidente, en
conceberia; mas riio cOncebo como se far 'al
inteipellacb depoii que O..be cahiou como
.e censura, Ss.. o gove no imperial por
nao haver concloido etse tratado com huma
autoridtde, que nio offerecia garanta ilgu-
na rn iut,ex.ec..cld. Eta .cnnaidar.elb
bastaria para jsficar govern. Mai ha*
na ratib elisia uia ttlioia e fundamental ,
>ela qual o governo irlo doncluio nem devia
oncluir aquella tratado ; esta raslo be que o
sabia que. asilm como os tratados de commer-
cio a n.vegacio.sio sempre maw favoraven
s ntces grandes tssinvjtmbem .oiTratadoi
de tllanca offeosiv^a a defensiva sao oseii on*.
rosolis nacocsfoija., e ms favofireis s"
nacoel pequeas ijue com .ellti se tlli.6. Seo'
, governo do Bfasireonclolme' tqnelle tratado.,
porl^tVrem furi.doTqo.nli.de i:*f<> fi a,pbro imperio", derram.r enn>(N
rs.ero dr.rai.te.rpacia.. cujodinW o fp. Braiile.ro^^e d.spender os ,.us tofn
apprehendido a diligencia, dest. Preeitun suttentacroda legal.d.de e **%***
rom f.l.a...ompnid5.opaU.,e reitilu- .arteqoe, ale- d.i/f"M* *"*
do .0 referido Padre : e VoUinw por te. lar zar no Rio Grande do Su' ptrt rtlonltr tm-
.chado emsu. tanorni oitocento, mi. reis, tgrdadecfoimptlri; MtoQ*
. e'tancantet o roe mo: furto. tu'tad. despaz part sustenl-r. t >pW*J
' E'TJue" nsu d.8>.te. boj. recebida. enrMonlevido. Por lod.i *";-*
nena Secretara grande pezo a importancu o governo .mpe-
DeoaCmrde't V. Fzc Preleilura di Co- rialentendeu n5o de ver concluir esle trala-
marc do Recife 4 de Julbo de l839. Illm. *9 ..jA jobj. t., M.
R,..Sr. Fr.ncisco do Reg B.rroi Pro- Eitou |Mrmd.do deja* .Jr^-f ";
,idente di Provinci.. Fr.ncisco Ahlnio de plietefo c.nebro deptftdo nld ms.it.r ma.s
S Brrelo Prefeilo da Comarca.. nesta m.teht.
CMARA MUNICIPAL DA1 ClO.\Dft m g,oven impenar fo. summ.roenti cen-
LI^sA' aurado pelos disoandioa fetos em i..or.:an-
r SesiaS ordinri. em'a7 de Juuho de 18J9. deo a tl tediase, que huma dai provn da
P.I, deneit do Snr. Quedes. connivencia do eov.rno imperial, com o p.r-
O Presidente abri a Sess.5 estando pre- tido da Fructo Rivera, or.6 esaei mesmo,
rentan SVs Vereadores Amaral Alhoquer- dianendic O nobre dpdT.do o Sr. Otlon..
/ente 01 Sri. Verea ^ ^ huB., uennyan,0 que
que I ..ge 2jjg. !. r, Jfo tpJTb.tdo pela Cinir. padindo ezplica-
Tiriaea da .hdente foi aprbvtda. coei TStm^a a mesnVo ****
O VJZio dando conla do pW.l. de.... contal. Eudavo, porem dede id
..o mencincu officio. por o. n.5 haver re- atseg.r.r .0 nhre deputado, que pr.ma.lo
.'elidr n.,.00 se. disfach.r se reqierimen- rllon nast. materi., o l.mbem i cmara
, A* ni,.?, no. se .fh.V.6 addiados, e nei- qu despeza nenbuma exlrtord.ntru fo. fett
:r6f"r.u.-d. nov.P:i. dual 2 Montevideo pal- repar.Mo d6f neg-
le vende agurdente manufacturada n. Pro- ciosestr.ngeires, que al tlgun. pequeo.
._.:. j n> o sema.- dispendios* te GzeriS nt repblica oriental,
tiver.5 p'or 6m' arm.r nunici.r, a pagar os
oldidi'BriBiterb, que havia na btndi o-
ridal1. oara'o trtrtsftorttr pr. rt'Rio Gran-
de. O Coronel Rodrigue? B.rbbst, reuni
huma porcf o de toldados Bratileiroi, com 01
quaea foi precito diperi1er algumaa'iommai*}
Felippe Nery', tambera ajonloo alguma gen-
t, que e^ite hoja no Rio Grande. Talvez
a forea da soldados Brasileiros assirri' iVfefea*
(jorttdoa da bind. oriental, chegue m.is
de 3oo ou 4o homent, nao contando, qdO
aqriella era eipetailt. Alem disto te fea a
compra de .Igons eavslloi..
O S'. Ollni: Que fdra6 tomados por
Frocta Rv'pra.
O Sr. Maciel Monteiro t Muilos chegarao
ao Rio Grande, mas olo posio afflfmar que
iddos', porque as vifcisiitudds ds guerra ten
fit cm que os eaValloi pertencente. s for-
c/as legps lenhao sido tomados pelos rebeldes ,
e tice ferit. ,.
riob're'depatidb Sr. Liropo ctosurou ai
tremente o goreVoo por no ter tomado^parte
activa o inmediata noa negocies' d Rueos
Ayret pela occsiiio da Iota suscitada entre; o
dictador rtosai e t Franca. Diss* o lobie
ddpdttdo : AFr.nct he huma Naci ambici-
osa ; por motivos ritui frivolo! bloqueiou os
porirs do Golfo da'Mxico, o meslto Tez
eiri doedoa Ayret, qdrendo qde gozasem ot
lubditoifriocaiet mnqlla rpibliba d todas
as iiempcdes, franquezas e privilegios oulhdr-
gtdo Inglaterra o o Americanos do Nor-
te ero virtude de"lraltdofl feitoi, e excla-
mod : qde fez'd goverdb ? que ezplict-
efies pedio? u poderit responder to nobid
deputado como lord Melbourne retpondeo t
lord Strtngford : O direilo de deeltrar' t
guerree de"bloqueiar qualquer porto pestence
lejugt
lesida eril seus
a qntlquer naci que
mlrease edireit.s".
Mal jiergunrei to nobre deputado se a-
driain porexempld, polilico a conveniente
due o governo do Braail pedisseexplicacfii a
uenpiAyre od ran?a lobrealota em
oncluir tquella t.tia'do ; esta rasio de que o diidm.,J"- -' ;, dof? Entender
governodeqMonevido exig., coroo, fc-. %%^*S?LJ^ qud d
das coridcoat, t oceuptelo do tolo do Bra- por ventura orne j
ue nataava* mn-duUmenld a ocuptl-ot. b.riele dts 1 "." "* ".^.^.jJk i.
Z ni, devi. o governo imperial recu. *"^^*$E&'&
)s papaii^na ^hai na cre.-ri.nlo M poda tura, ^^^'^erokoV o t-
prelVderqueooobre depulaoo, qiundo dt'^^"JTJ^S? am.ric.no (dn
foi miniatro da .particio donecios .Uip- ^^J^^ta7ppAf ZJZ
^ircsacquecesiea.h^roa *++** ** ^?,^de ho- governo es.naeiro -
,ou stemuilo per^u.dido, a tul. dos leni ^WV1UI* """ ,odoi 09 obl, es do
co para mo..r.r que J W^ ll 2 ju'g.ri. llmente re.porii.tel anaci
nio losia hura. a,nlondmJe moribunda prMM. W J b ^ d#Sie g yoUr
chir. horntr-aonjuito 9^Jj* ^^ {" ^dld.. fodavia, e...
eara o governo imperial se recusar a conclu- o piuic mu u
aoJ.Ln, qA. o.,. ***+ g^sr^'T'.Mi.,
littit para assim elle proceder. O governo o.on uuro
romo ha o do bloquelo, moveo o governo a
fazer o que iltta ao seo .Ictnce pira rer
se acaba va aquella goer-a.
Petguotou mtii o oobre deput.do:- O
que feaogotfcrno a reipeito da nolitic do
Mexldo ? O que Iba cttafpria fater : deplo-
rar o etfeilo d. guerra em filados americano! j
sentir com o governo do Miiefe a sorle J*
P rica da que bavht produtrdo taes d.ssences
e daaavencai. Qieri.-sa por vanluri que o
governo enviatw huma eiqudr. o'Mexun
Jira defender fottlea S Jlo do lloa-?
Serit lito poasitel ? Eu creio que nio. Mal
he esta a occasii, de f.ll r M celebre liga ama
rietna, em que loon hom nrbre depnttdi.
He huma idea inmmamente brilhinte, murta
popular; mal pode ella aerrealinda? Nio-
he uso bunr-ionbo patrotico como por ex*
empio o proiect-dj paz onirers.1 ?
O Sr. Mvra : E o congretio de Pana*
O Sr. M.cll Monteiro : Cit.r.6-se ot e-
forcos de alguem para estibelecer essa liga t-
mericana ; mas quaes fora6 os resoltado, do
congresso de Penam ? Que iiierao nacoes'
americanas ? ComU meamo que fosse alguna
emissaiio para aquella congresso a fim d di*.
correr largamente lobre m principios ameri-
canos ? D.sse se larobem : H pr dio qu o
governo imperial lji na poiict de todoi 01
esitdos tmerictnoi : he precito qu* estendi
a ma-acefio a todo* estes gabtattt. Sr. pr.
sideni, devo declai ira mnht oprnilo : d;-
seiaria qW o goteroo est*bleceise' relacei da
commarefo a amsade com lodoi os outros es -
lados amercaaos, mal fogiria sempre como
eonselh i o da col 1 deaeeni>lhar m d.da,
que tendassem, porexemplo, a faaer rebai-
iar o nomo do Brtiil ara iodos 01 gmeles.
Fu enteodo que o governo do Braail deienv
penhou a tita milsio qoctiBria qu.ndo ob-
rvotf o principan da-miis rigarou neutrali'
dide Eiit poltica, qae o nobre deputado
anpelliddu de deplorase! ha o nrator elogio
quiTaepde- lazar administr.cao passidt.
He' ribUvbl, Sil., qe villa doi movimen-
tos mccedidoi no Rio d* Prtt j en* quanlo
Monti d& peteja coot Boenot Aytea entr.
Ros com Corrtol.t, Buenoi Ayret com.Bo;
livta Bolivia com o Per', o Per com o
Chile', o Mxico com a Franca; am quin-
to, Senhore, todoi 01 pontos dt A menea
Meridional se conflagras o guerreao ao o
Brkiil permatiec* inctdtiore o pacifico como
que no meio da hom tait lago da sangue.
(aposado.)
Bastante Mugue braaiLitd j* lem com 1 j
riptidos); nio he preciso qoe anda enso-
pemol'd nono ido encarregando-nos da dele-
ta de estados'difTerentos 5 nio he praciao qu.
augmenlempiosembaracor d.i nosiai 6n.o-,
i cas tugmenttndo al despezas ja enormei
I que temos feito |ara,a asenlsclo da inl-gr.-
dada do imperio (epoiados;. JNio nos intro-
mettm-oi. Shi, em deitstrosai guerr.i es-
trangerai! iilvo qutnd o nosso direilos,
a prerogilit 1 forem deiconhecidoi, nos-
ios froi forero violados.
Mai alte nobre deputado est em contra-
diecio com igo mesmo. Elle dusa que o go-
vemifdev. fazer sentir a aoa accio e inllum-.
ci. nos gabinete, americano!. Maa poder
fazel-o am qu.nto rito titr huma p.eponde-
rancia decidida, hum grao d forcaqo.li6.ea-
db : em qmnto nib liver 01 meios necessanoi
poradfaaser? Sera polilico, .era mesmo
conducente'1 ene grtnde penomanto, dUa-
cer.r-1. o Brasil t deleiltr-se, tiftlrai-M
' f pdrmitn-M-eM a evprislo) em hume guer-
ra? S. ogdvei-no qoer lazar sentir a iu.
politib. no. outros pontoi dt America, com-
pre que teja cireomspeclo, qb. conierve loat
inctituicoei bamfieM a protector.., que men-
tenht apaz# que .ogmeOl e d desenvolv-
ment am seus innumaraveii raconoi natu-
rias: enlfi o Dra.il rico, unido, tohdt-
ment coosUluidb influir no. destinos ame-
ricanos (numerlo! tpoiadoi.) *
O negocio do Bispo aieiio iem ocoupuo
a mancad dt cm.ft doi Sari, deputtdoi na
presento tenad, tuim como sempre foi ob- <
frdtt da .cHcilridd do oorpo legulalifo.
Muiioi d Minos defiatados que lem fatta-
do are.peito de.to stHfepio, lem querido
linear sobre o governo o tboo d* ler IMn-
Gcado ai prarogaiitM da cdio. ,l o de Jter-
. humiltiado parante b throuo ponlibcado.
Nem liuma nem outra touit l.verao lugtr.
F4ttl miterit em si mesaa 1 e aufeam manta
luaUndroi., o trnou te Unto ."'*'
e delicada qoilo ew. negociado tinha che-
' .___ man nsriUirn.
g'ado por ass.m
d.zer, ao seu paradeiro,'
L).sculio-se multo lempo te o B ipo eleito U-
aha as qu.lidtdet cannicas ptit exercer 0/
epUcoptdo. O governo pontificio leve me. u-
puloi neslt pule e proco.ou iilusirar-r. y
mas eol*nuendu-ia que a nalen *6 de-"


t I A
s t.
R I O
t-, i..
DE
u
PE RNHIBlIlO'

mim
i
1 ,
r
\)
vis Mr objeeto da han trsnssccio a qoe
nao en possivel chegsr a tina nein termo,
os dous governos jul^am que deviaS fuer
o sea ultima'um isto he o gobern im-
perial bavia rompido as suas relacoens com
o" governo pontificio j a O governo pontificio
hevia dito qoe eupposlo detajatse moho
condescender cora o governo imperial pe-
lo milito qae sympathisa com o Brasil com
lado a soa consriencia se oppunh'a a asta coa*
descendencia. O estado em que este nego-
cia (a achntf' se tornou anda oiii delicado,
depois que parecenHo o Santo Padre dia
post a contentarse com qaaesqirwr explica -
coes sobre pontos que julgava importantes
htndeo-sw que estas expliescSes dadas por
um erelisiaatico so chef da igreja era obje-
eto da ignominia.
Outro ministro comprehendend beta a
dfffi'curldade em qoe se achara conceheo'um
trido de ultimar essa qu esto er organisou
boma concordata que foi mindada ao Shr.
Manoel' Antonio Galvao enta'lioraesdo mi-
nistro plenipotenciario junto so governo pon-
tificio. Em quanto o negocio tomara ?sta di
reccaS, a administrado de 19 de seteml.ro
entrn na gerencia dos negocios pblicos j-e
potfco depois stfccedeo, qoe esse benemeri 10
ridadaS, que tinha sido encarregado de apre-
sen tar a concordata, seescasssse de tal mis-
alo pela duvidaem que estar dos seas eSei-
tai. Picoa por tanto o negocio parado. O
governo porem procurara por todos os
maios chegar ao termo dassa questaS sa-
tisfasend os nimos anda osmaii escnrpw-
losos; a negociares se havia inretado no
imperio a este respeito qtisndo o Snr. Dr.
Antonio Mara de Moura penetrado de len-
timents do mais lourarel desinteresse re-
nunotou o: bispado do Ra de Janeiro. Fe-
ta a renuncia o poderia faaer o governo im-
perial ? Prorer logares, quoseachavao vsg^sd
a attendendo as virtud's, illostracaS a talo da
deas accIesiasticDS recoramendaveta do impe-
rio nomeou bum para o Bispado do Rio da
Janeiro", e outro para o bispado'e Marian-
na. ,,
quo devia lser o gorerno depois di
renuncia-'? Doria sustentar opiniatieamente
sita antiga nomeacafi ? Dara violentar ,, coa-
gir o Sur. Mara de Moura i a- ser hispo ?
M diz se qtie o governo se" h'umithou pe-
ra nte a Curia Romana ecndescendeo com
da O governo fcx a segunda noroeacaS ,
cerno baria Vito a primrira. Onde'est, por
tanto o allegado desrspefto para as prero-
gatvas da coros i E por ventura o desinte-
resse verdaderamente apostlico desse* digno
erclesiastico que renunciou o pispado do
RO de Janeiro nao merecer a attenc do
governo imperial ? Snra., o governo impe-
rial .curou da posicad do Shr. Antonio MarU
de Moura ; a qualqtmr que tenha sido a re-
nuncia por elle feita a ootras occorrenda,
tenlio rases parr acreditar que o Snr. An-
tonio Maris-da Moura nomeado' hispo peic-
governo, na5 serham simples aeclesiastieo
no imperio. ...
.Tenho dito bastante parr explicar a mar-
char'deste rigocio e su naturesa melin-
drosa. Dvo diser tambera', que sopposto
cobos da tal territorio fe-las tsrabem em
nomo da coros da Portugal. slo continuou
ate que o governo portugmz appfelienden-
do; que os visiohoa bollandeztt e francezes
doderiio Caser uzurpacoens* entendeo que
devia levantar fortifieacoens nos. limites de
taes trras como ellecti vareante o fez em
1668, ou 1670. Logo, qrte estss fortifi-
eacoens forlo erectas a concluidas ,. novas
desaveneaa apparecerfo e o governo fraaeez
suscitou um antigs duvida*,.e d'ahrresul-
tou o c-lnhre tratado ero Lisboa em 1700 /en-
tre LoizXlV, o D. Pedro II. ; mas, compli
caado-se os negocios da Europa, fi eolio
qoe a rain ha Anua de Ing'atei ra concabeo O
projecto de huma quadrup'a allianca cele
hraado-se em Lisboa respectivo tratado en
osnnode 1703. Tomarlo, parta em ts|
tratado os estados geraes a ranina Auna
o governo portuguet, e o imperador eopol_
do.' He de notar qe segundo as bases do"
tratado em questaS o governo portugus fi-
cava vantajsamente aquinhbado porque se
Iba conceda Badajoz', Albuquerque Ba-
yona Vigo ; Valonea e outras cidades da
Hesponhs ; e tambera aa Iba assegurava o di-
raito de posse as trras do Cabo do Norte ,
em toda a margern septentrional do Rio da
Prata. Ten do s porem modado os des-
tinos ds Europa a Inglaterra' entended de-
ver mudar su* poltica, e foi entaS, que con-
cebeo"0"tratado da paz com a Franca segura-
do ser acnclusaS do tratado d Utrecht.
Tendo o governo portagoez paraste tratado
perdido rodas as vaatagens garantidas pelo
tratado da quadmpla allianca o governo
ingles qurz indemnisal-o dealguma nrarrdra
sustentando os aeus' d Yeitos a respeito daa
trras do Catte do Norte eom o vigor digno
da Huma aacaS forte a sillada de Portuga'.
Nesta occasiaSso spresentou o cdobre proje-
cto do Jesuta Cnnrra pelo qual a Franca
deveria conquistar no t as trras do Cabo
do Nortee Para asas a provideis do M ra-
nhs6 : a essa mesma idea fot' depois repro-
ducida-pero general Oamoarir em 1 mi n-
brs sobra o estado militar da Portugal as
qiral arias eavabelaea- elle a poasebilidade de a
Franca spropriar-se d territoritorio Brssi-
leiro ata a provincia do Caer. Ms nao
querendo ceder lOrd^Stragfbrd e o hispo de
Brstol as propasieoens do prineipe de Poli-
gnse estipolou-se- no art. 8 que s coros
franceza cedera todas as pretencoeni e direi
tus, qoe pdense tar sobre*ar trras do Cabo
do Norte", at a embocadura do RioOfapock
oo Vicenta Pioconi No ultimo artigo desse
de Utrecht a Inglaterra se offerece e compro-
meti a garanta avalidade a execuco desse
mesmo tratado. Mu tos paragrapbos en-
tendidos tem sido consultados e alguna di
les prelendem que o rio Vicente Pincon ,
nao existe ; eu porem, naS astro neati ques-
taS.
(Contiuaa.)
Correspondencia;
Srs. Redaetoras. Tenbo-'estado em-obser-
vacio e eaneei, a roa desenginei. Com ef-
T Jf-----------
iajuriou o e grandemente j atscoa, e pro-
curou macular a soa boa reputadlo n'lium di'
quelle pontos, quemis podem magoar s
bum Brasileiro notavel, qoe serve hum gran-
de Cargo em seo Psis o que alias tere por
s todas as presumpc&es de drerio, a proras
defacto. E qa*es sao esses talentos asa-
heneas-gigantescas-, to prestes adquiridas,
pelo Sr. Peiioto ? No* bem as temos visto ',
a admirado.
Seja por tinto o Sr. Peixoto chamado a
Jaiso ; luja osle exemplo de impareialidade ,
e amor da jasteis. PUrqae se ni obrar
assim ? Alei e igual para todos. Di o Sr,
Promotor este brilheote ejemplo, a Ihe
aremos a dvda justica.
Senhorea Redactores, Van. tarS s
bondade de persuadir se, qae estfl minha
censara he justa, e urai til ao nosso Paz ;
e nesta persuasio peco Ihes, que s publi-
quen!. -
SeOjLeJIor, e C.
O Impsrcial.
Se ha nsiu Praoa pesoa ecarregadi
dos negocios pertaeeontef ao Re verendo Sai
Padre Meaire Francisco Jos Correia, ar.
reca na roa do Vigario D. 18 primeiro an-
dar a objeeto de interesse ou ennuorie a
moradia,
i- Qoalqreatrangeire que qsieira ser r-
lelas em hum engenbo distante -desla Prac* f*
legos*dirija-ee a ra d Cruz no Rerifa so-
brado de 3 andarea defroote do haco da Lio-*'
goeta para ajustar-se.
Perdeu-se no da S do correnta desda
a ra da Paz (ontr'ora do Caoo) at a ra do
Sol indo pelo porto das canoas e (leste al a
ceta do Cosmorama', um pspel eiuhrulhadjo
conteade dentro o segu nte ooro; urna me
dalha Jarrada com do\* diamantes wm cordi
com quesi hom vara da eomprido esa an
ne I lio lavradocom urna chap em vez de pa
dra na parte superior para se abrir firma:'
qaem arhon querendo restituir lera a Tipo-
grafa do Diario, que se Ihe dir o dono 0$
qnhl offerece metade do valor de dites obres
pelo adiado-, e rogase eos Srs. Ourives-, al
pessoas particulares que se Ihes forem offere- i
cidas ditas obras as tornero, e avizem na |
referida Typografia.
Urna pssoa de bos coodacta qne le ^
escreve e coota ptimamente sabendo alerssu
disso ler, escrever e trsduzir bem o Frenee/. ; |
propoe-ao a ser oaixeiro de roa ou Eecripto-dJ
rio de quslqaer esas de commerciof quem^
pretender' asmuneie.
__ Nadase faz na mundo, que se nio sar-
bs. J se sabe do nome e da moradia da
THEATRO PARTICULAR. -
Domingo 7 do eorrente o Bmprezario f*
representar pan a Rtustre Sociedpde a gran'
da Peca'Moral Distino e Educacio 011 -
Os tres Viciosos A Farca da Gastaaheira
com toda a soa Mzica, que eomproo da
proposito para a presentir a Sociedade, e um
novo coro emr'Mozica para remate do Ripec-
taenlo.-
Terca feira >m beneficio dos (verdadairos)
Pobres enfermos desta freguezia de Sanio An- ,
tooio se a presenta a mesma Peca e como Sr. que teve a franqueza de comprar ou d
nella representad duas Damas novas supplica mandar condozr 7 poa da enzameie de ao,
para ellas a-indurgenciV.-do rospeitavel Publi- je huma mo tiavaasa de 3o os quaea astava&
co. H de esperar qae oeste beneficio se de- depositados atraz da ra ds Paz (amigamente
senvolva a philantropia dos nossos Coacida- \ do Fernandas) junto ao 3. e V portoes j
dios qua por mais de huma vez j tem inos-! consequencia se aviza pels seguada ves a
irado quanto'sebera apreciar esta Virtude !' te Sr., qae no caso de nio querer ver o seu
pata mais attrahir a coneorrenca pablica o | nome aua casa esua fraqueza pblicos po
Empresario tontratou com a Compaahia Gyrn- este Ditrio, baja de mandar entregar ioq
nastiea para rematar este expecUculo com a emporte do cusi da refeiida madeira(qn
Dca d corda. por rouito.favor se Ihe receber) na loja d
Os preiendentes s asmlas apresentem eo Pracs ds Independencia p. 3y e 38 ao Sr,
Illm. Sr. Prefeito as suss cartidoes de Pro-
fessor sssistente e do Reverendo Parocbo ,
at quinta feira 11 d eorrente.
Francisco da Freitis Gamboa,
Avisos Diversos.
o governo adlasse a'disctissaS dh concordata feitb a psrcialidade do Sr. Promotor Na buco
em qiiseaqui fallou nao era seu intento
desbresar intairameate as stias b^sea ,- reser-
vando para ocPasiaS opprtiina a discusso de
taS-importante assumplo huma ves que se
faci as altaracoens qae parecem cnvaoi-
entes.
is explicado Sftrs. o procedimeDto do
governo a o estado desta questaS. E qae
raiffb Sis., taris o gtverrio' irrtperial para
bumilhar-se pera nte o tbrono ponti fieio l E
quando rrirtmo s en tendease, que as couzas
tinhb chegado a bdm ponto ul, podar-so*
Ihe-hia exprobrar asta humilbacb ? Este acto
da fraquess poderia tar algbma verosimelban-
ca a impdtafb, se por ventura o gabifaete im-
perial tralaaae com hum governo lorte eos
lium gorerno, que tivessa canboes, a nfo
coa hum governo cojo poder se fonda',
como dissa tocantemente o honrado de fia-
arlitie, sata consciencas ; bum governo ,
que nio* tem esercilos oem esauadras.
Cbeguei'fioalaanta ao ponto do meu dis-
curso sm qae' devta tocar' no negocio dos es-
tabelacmentos franceses^na easrgem meridio-
nal do Ro Oyapode.
A' antiga mooarchia portuguesa possuia a
davegaeio do rio Amazonas e es ierras' cha-
madas do Cabo do Norte por direito de cori-
qaista de descuberta o por tratados fei-
tos com a Hrspanha : 3o ou 4o annos, d
pois da descoberU dessas Ierras, o governo
portugiiez fez doaco desse territorio a Joio
de barios Mello e a moitos outros .du-
rante mesmo dominarlo hespanhola em
PoiH'fld Ftlippr IV trnde de faser doa-
be grande; ha p aro Vimos aquello Senhor
Promotor denunciar e acensar hum Era-
pregado Publico mui estimtvel sopor ter res-
pondido a outro, qae com precipitacio, ou
leviaodade Ihe sappunba huma falta (precipi-
tacio ou leviandade, que com' efleito sede-
rao, a foi demonstrada at saciedades e
bouve sertenca condamnatoria qie levou as
lampas aoa mais exquisitos, o perfumados
guisados judcalivos. Mar agora ? Prega o
Sr. Dr. Felis Pisoto de Brito o Mello, Jaiz
dadar daquella Sentenca, huma tremenda
descompostura ao Sr. Dsembargador Tho-
111 ai Antonio Maciel Monteiro Presidente
da'Rdacio seo superior, a Chafo da Jerar-
cli-a JUdiciaria nesta Provincia, (JididfO esti-
msbiliasimo por aua acrisolada- honra e rec
tidaVno Emprego o excellenles qoalidsdes
rflorses, mansidio, o urbanidad* para com
todos; esses insultos sao publicados pela im-
prensa e o Sr. Promotor apstbico /
Ora ninguem poder dizor, qua nlo con-
tera injuria a afirmativa do Sr. Peixoto paran-
te o Guverno Provincial', o por elle, ou de
seo pedido levada ao prelo, de ter sido a for-
mado o Sr. Presidente da Relelo com Carta
de Suplemento e que para ceder-lhe o puso
Ihe seria preciso o grande incoa modo de des-
cer ibAhitos degraps e anda assim eaeontra-
r;l dittculdadcs naltaes que nio1 poder
vencer. Nao se pode deprimir mais o cr-
dito litlrari, o talentos de btim Magistrado,
e Magistrado superior e cnseguintemeale
descouceitual-o mais sem falta da respeito do
que faz o Sr. Pcixotj: injuriou-o sim ,
Da-te de lOof a um i:oooj reiss premio
com firmas a contento : uesta Tvpografia se! te a lar, escrever,
dir.
Da-te 3oo,ooo rs sobra hypettea d hum
escravoque mais, ou menos intenda de Ca-
noeiro e do servco de Campo, ficando o
trrico do mesmo per (encent a quera d O
ilinheiro em paga dos jaros'; ns rus ds Sen-
zalla veiha padaris de Antonio Jos Gomes.
A peasoa que precisar de hom honren
psrs eitor de ura dtio, engenbo on ontra
qualqur oceupacib de campo o qual en-
feude, de todoo servico ,' o d' conheeimeo-
to de soa condots annnnde por este Dia-
ria.
_ Pergunts-se ao Snr. Fmpresario do
Tlieatro a vista de sua resposta Commis-
slo administrativa d SOcedade Theatral,
inserta'or Diario numero i38 : se as Re-
citas, a mais trabalbos da mesma Sociedade,
tem ingerencia o Sub- Prefeito ou o otra
qualqur aalhoridsde policial ; ou te so-
manta a Corrimisslo, a qbam serapre compe-
te as Sociedades a polica interna no acto
da suaa fancedes ?
Justino Mrtyr ; ou na ra d'Agoas verdi
sobrado D; 3. : alias se proced ni fora de to-
da s grsca, referida publicarlo, e ao com-
petente cbamamento ao Juiz de Paz. Igual-j
mente se avisa aas donos de obras que oi
comprera asta roadeira que pelos sigoaes,
e pj'e em virtud desta snnundo queierl
p*s*al-a.
_ Um brasileiro casado, de bos condur
la tem-se proposto a ensinar particaUrmen-
contar Graramatica el
A nlb ser assim de certo nao entrara' para
a nova Sociedade
Hum que pertetide ser son.
_ Aluga -se bm preto psdeiro, o qual'tem
bastsnte pratica; dirijo se a ras do Qeima-
do D: 7.
_ (Jtiem pertander alugar p srmasem da
caza numero ao defrbnle da Matriz do Corpo
Santo, dirija s ao esdiptorio do Casal de
falescido Antonio Morques d Coala Soa-
rsste
Dezeja-ta saber se pasta Cidade exista
0 Sur. Domingos AI ves Ferreirs ob seu
filbo do mesmo nome : a existir tera' a bonda-
de da diregir-se a ra do Livratneilto pasa D.
1 a segundo sndsr para se,Ihe anuunciar urna
recommendscl viadk da Babia.
Precisa sa de bums mu'her para o ser
vico de huma casa de portas a dentro ; quem
esliver oeslss circunstancias dirija-te a ra d'
goas verdes D. 6.
_yuem precisar de huma ama capaz de
idad de quarenta apnot, parda a viova, pare
cara de homem solteiro.oa) cassdq .da poca
fomilia, aniuincie a sua muradla para ser
pruc lirada.
termos-de cvilidade al o numero de (pun-
za meninos, por manos do preeo que preseu-l
temepto se adra estipulado: quem de seoj
prestimo se qarzer utilisr dirijs-se a ra di
Santo Amaro no bairro de Santo Antonio H
Oso a> penltimo casa do lado esquerdo pe.
gada ao ultima sobrado, buscando a man
pequea qua ah achara com qtem tratar.
mi Quem liver huma nasa terrea nova
ou nlo muito veiha que a queira vender
sendo em huma das ras seguirnos dasl
Crmes, Direita, da Borlas, Palacete, A-|
guas-ven'es, Pateo d S. Pedro ou do Cal-
mo : nesta Typ. se dir.
mi Na rqa d Coto vello D. 97 hs qui
se proponba-a tomar algum^a enancas j das
mamadas para as acabar de crear com todo >
mimo e amor ; tambera se lome algiss qt
tivsrem ama.
_ A pesaos que snnnncou querer comprarl
esc.avbs proprios para o servico decampo,
tendo queira um anda de boa idade, a robus-
to acoMiimado a esta servico dirija aa s roa'
Direita padana de 3 sobrados D. 1 i,
a. A peasoa que annuuciou n> D a o N
14* querer hume ama paca hum moco aoltui-
ro spparaca na ra Direita I). 51.
_ Predm-se de um rapaz pequeo paraf
oaixeiro de urna venda : no Hospicio em al
primeira'ren*.
_ Qaem precisar da huma ama de casa]
pteta da assenlo a boa conducta, a qual sa-
be para engomar coser e cozinhar o diario d\
huma casa soouneia pira se Ihe fallar ieni do para algum Seuhor aolteiro.
_ Precisa-se alugir orna casa od'sobrade
de um so andar que tenha comodea sutfi,
cenles para urna grande familia, lenJo ai
algunas das ras segundes: Nova atierro
Boavista, pateo da Matriz ra do Adagio]
a paleo da Santa Cruz : paga-so dore rrtil rail
mensaea : quem o livor anauocie, ou dlri.
ja-se a tua do Padre Floiiaoo D-. 17.
Na ra do Vigario casa n. 71, primeira
indar se dir quem d os H os'joo sobre hy-
potheea de bum escravo ; das aais ss dea be-1
ras da manhi, ou de huma al as qastro ddj
tarde.
MUTILADO


DIARIO DE PERSA
M B VCOi
wmmmmmmmmm
Oabaixo asignado, por esta* ultima
Vet t publicamente convida os Sr*. Vr
ifos, e a quem mais pertenrer a ingerencia
Idas negocios da casa fallida do finaio Fian
['cisco Jo da Cost* Guimarie* ; para qu<
imigaveimenla quairio presUr-se a doren* eo
meco e ulliruaco a liqnidacio reconhe
(cimento seguan? da pagamento e entrega
[hqne setenaren) devendo por parte do mes-
rao I ido fi.tado, pilas rerid'S e foros atrasa-
Idos 11 lingenhaCu'ado e de p-opriedade C
ll) -.-va o i." de J-iaho de i8a{ at % pro-
Kente e pelas compra*, que fuera pur ascri
'plura condicional selebrada pelo cirlorii de
rMagalhaes e hoja du T-b-lio B z/rra e3
it de Maio de i8i5 a alguna herdeiros do
segundo matrimonio de Antonio Curado Vi-
di1 com Izabl Maiia da Cuaba ; asum como
a rlacificacio dos herdeiros, e o quinho de
''suits lieian<;s ; visto l*r o abaix assignado a
mitor ingerencia por ter comprado, por es-
'ciplura publica, e-la dividas ,. e outras
partes de inrancas as mesmas propriedades ,
*a outros herdeiros do mesmo conjuge ; assim
ejmo ter a mesan ingerencia e intaiesse as
partes de berancas que uas mesmas propri-
jdades e na divida das renda* atrasada* tem
Antonio Alves Ferreira e sua malher nico-*
htrdeiros do primeiro matriauni) do sobre-
dito Antonio Curado roa Roza Mais de Bir-
lo*. EhU liquidacio dever fizer-se a vista
'dos autos da demanda dis'Slidj a vista da
bscrplura de compra coalicinala cima men-
cionada a vista da escritura uhima de ai-
rendamento do eogenho stlebrada entre a
fallecida Alaria dos Prazeres e o mtsmo finado
Mudo pelo cartorio de Dutra e hoja de
[Be/erra; eui 10 de Iulho de^i8a3, avistados
licitos de pagamentos por conta de urna e
Julia couza, que fuera o mesmo finado fallido,
edos mais documentos legaesquo possio aer-
nr de esclaiei i'iiento, O ahaixo assignado
>spera que por e mesmo Diaiio al segn*
Ja feira 7 do corrente se Ihe signifique em
esposta dicisi va se queris ou i>So assim
nabar 5 o dia a hora, e o lugar em que
Nave comparecer ; assim como, que o silencio
la parle dos mesmos Srs. a quem pertencer a
I iigerencia destes negocios, o despertar a
correr sos mt-iu; Judiciarios; no enlamo
juc poya reqoerer a renda das ditas proprie-
idas em praca Publica, l'eroambuco 4 de
kilbo de 1839. "~ Jos Joaquim bezarr* Ca-
pica ol*
O abaixo assignado Agente dos segura
lores de Sloyds neste porto, leudo u I imam :n-
e recebido do respectivo Secretario as seguin-
t es inslrucces datadas de g Janeiro e i\ de
Vbnl de bjj.) se apressa a publical-as para
onhcimento de quem possi in prensar*
Tendosido chamada a atlenco da Commis-
o diieto-a dos negocios de Sloyds as f/e
juenles teclamaces fe i la.-, sobre os Segurado-
es per avarias fundadas sobe vistorias,
. respeilo das quaes os Agentes deste eslabe-
ecimento nao tcm sido informados e as
luaes lendo por isso a apararencia de irregu
aridade tem encons. qu ncia suscitado dif-
iculdadcs, e despulas; estou instruido de
cgar-lbes com a vista de segurar justos, e
y )cm de oblcr para os Agentes a importancia
I as vanlagens que devem ligar-se ao seu
argoj que queira ( em addico aos seus re-
blares avisos ) partecipar-me os nomes das
mbircaces, e AJeslres, que ebegareaa a
(se porto leudo fazendas avariadt a bordo,
! a quaes lenhi >ido vi.toradas sob a sua su-
-riiilendencia j e ( lano quaoto possa Certi-
Ijcarae ) os nomes das erabarcacei com fa-
endas avalladas qae nao lenbio sido vis-
oriadas sob as >uas direces e as raz&.'S
ue Ihe tennao impedido de ass sir as visto
las. He o particular dezejo da Commisse ,
, ie depois de la.t r as necessarias commuoi
...ua- tsie eslabeleciineolo a reapeito.de
I ulrajios ou accidentas queira corrc-spin-
ler-se com as parle* i inmediatamente lele-
u.sadas e lambem sobre oulro qualquer ne-
cv..o a que possa lutroduzr se pela sua n-
.cacao. J.aJ Siewait.
_ Quem precisar de um coztuheiro para
hsa paiticular anaunc.e.
_ Precisa-se de urna lavadeira que d
.icca : nel Tvpog afia se dir
_ Por ordeno uo Se. Manoel Das Martn
Aiacaty se Ihe comprou nesl> Cidade um
.Ihele da Lotera do Semin .r > com o oume-
{1S i d priaeira parle da lloUria.
_ Mr. Kissel iclojoeiro Francez no
iecro da Boa viala, acha-se prompia o
>ocrlar qualquer relogio que Ihe arja
r3nJi*itf p^lo *< commodo preco elle
nilga-ae realiiuir o diebeiro que ti ver re-
b.do em pagamento de quaiquer coocet-
duenao i'01 bciu execuljdp.
1_ fuftailo botikui Je maiili bo do aiHar do sob-ado D. 5i na fu Direila v
botf o de circis com 6 diamante e um cha
peo de sol de sida rogt-se a quem for off--
cecido os dos objectos de os nao comprar, osas
im os apreenda e leve a dita caaa que recebe-
melade do seu valor.
_ U na Senhora educada na Franca, ca-
sada em Inglaterra aonde reieJio o melhor
de 4 annos, recebe par* cnsinar a a'gQ*
mas menims asab^r grammat'ci franceza ,
iog'eza, e portugueza contar coser bor-
dar fazer fl >res escrever e fallar lo las as
i Itnguas : na ra nova D, a5 no segnndo
andar por cima do em que' mora o Snr. Dr.
Paula Gomes dm Santos.
_ Roga-se ao Si-, M* A. A., aa uio qaer
p.tssar poralgum desgosto, trate da ir remir os
seus pinturea at o dia 10 do corrente ul-
timo paso que se ihe d.
_ Prec"s-*u da urna am forra pira todo
ser vico dn urna casa di portas dentro : no
heco do sarapate! no-primeiro andar do sobra
do oovo de varandas de ferros.
_ Fogiodo quintal da caa D. 1 na roa
da senzali nova no dia segunda f"jira 1. de
Julho um cachorro perdiguairo ainda novo
o qual be de cor branca com algumas man-
chas pelo corpo cor de caf orelhrtS bulante
grndes da masma cor : quem o tiver pegado
e o queiri restituir annueie ou leve a mesma
casa, qtiaser recompensado.
_ D seja se fallar a negocio de in teres com o S". Antonio Joiquim de Araujo filbo
do Manoel Antonio Jacinto, natural da C-
d ule do Porto viudo pira essa provincia no
abno de 1818 a 1819, por isso queira anun-
cia a su 1 morada.
_ A pessoa que levou da ra do Cabug
loja de relojo;iro um chapeo de sol novo
por um velbo que la dejxou hija de ir res
tituir na dita loja para e Ihe entregar o seu
do contrario s-r o seu nome publicado.
Roga-se ao Sr. J. P. S. que tenha a
boudade de a>r mais comedido em coitrair
dividas, para que possa fater prorapto pa-
gamento dat fazendas que tomar a pessoas que
nao Ihe podein esperar pira ootra vida; is'.o
Ihe pede um que quei ser pago antes de mor-
rer.
Os Srs. Jos da Jess Ferreira Anto-
nio Gomes Vi.mna Antonio Fernandes da
Costa e Joio Antonio de Aaevedo queira)
annunciar suas moradas.
_ A pessoa que tiver achado um coral ,
que se perdeo da ra di Gloria at a ra ve-
Iba sendo quena restitu r dmja-sea p-a-
vico de urna casa ; quem a tiver annuncie sua
mor/Ua.
V e 11 d a s
__ Urna negra de nielo, de idade de s3 a
i4 annos rozinhao diario di urna casa en-
ouma cose, fax renda e In boa quitan-
deira : ni ruada Florentina ultima casa antes
do sobrado do Sr. Eiras.
_' Grades para porta* e janellas, caixas
para assentarcaisilhos e portas da amarello:
na rita de Hortas D. 4* du 6 as 8 horas da
manb ; e das a as 4 da tarde.
Presuntos inglezes para fiambre por
preco muito com modo caixas com charutos
a 16-10 *ag e sevada e grao de bico
muito novo : na rui nova venda D. 33.
Sacas com arroz braoco ditas com ver-
nvllv : ne ra D.reila venda que foi do Jo-
s Loarenco D. 3o.
_ Um relogio com caixa da oiro um di-
to de prata doirada e regulio muito beta, e
urna flauta com chave de prata, ludo por pre-
co com nodo na ra do Qaeimado loja de
ferragens D. %%
Urna botica no bairro de S. Antonio ,
era bom lugar com os fundos pouco mais ou
ni nuncie.
_ Urna pharmaropa geral 1. e 9 tomo,
e dita de Pinto ludo ainda novo : no atier-
ro da Boa vista loja de alfaiate fraoc-z.
Graixa em massa para callado de su-
perior qualidade manufacturada na provin-
ap-
novo casa
cia da Baha aonde tem merecido geral
provacio; defronte do trapiche
n. 10.
Dius escravasde |8 a ao
annos
cada Independencia loja 11. 70, que ser
bem recompensado*
_ Prtcisa se d urna ama para tomar con-
ta do arrinjo de urna casa de um homem sol-
leiro sendo pessoa decpcidade annuncie.
Luiz Ferreira dos Santos faz publico
que desde o dia primeiro do correle tem des-
apartado a sociedade que tinha com Joio Jcs
Medeiros Mello debaixo da firma de Saulos
l Mello, focando o annunciante respoosavel
a saliafazer aos ciedoies. os dbitos conlra-
hidos at esta data.
_ Aluga-se urna casa parapouca familia ,
preferindo-se ao pe do Theatro, e agradando
ao pretndeme nao du vda pagar alguna mezes
a diaotado* : a tratar no mesmo Theatro.
_ Precisa sede urna ama de ieile: no
paleo do Hospital do Paraso no segundo an
dar do sobrade de mirante.
A pessoa que annunciou querer com-
prar um mIod ioglez dirija es a ra da ca-
deia loja de chapeos n. .\o.
Precisa-se alugar urna ca a que tenha
commodes suficientes para huma grande
familia no bairreda Boa vista as ras se-
guate* : atierro paleo da Mariis, ra do
Arago e pateo da S.Cruz; quem a liver
dirija-se a ra do colrelo D. a?.
Avisos Martimos
PARA O MARANHA0'segu com toda
brevidade o bem conhecido Brigue Brasileiro
Olinda por ter parte de sua carga prompta 5
qaem quiser carregar ou r depsssagem, di-
rija-se a ra do Viga rio casa n. a8 a fallar
com seu proprietario Joaquim Gonsalves Fer-
reira, on con oCapito do mesmo, Domingos
Francisco da Silva a praca do Commercio.
PARA O MARANHAO' com brevidade
possivel a Sumaca Ilarmoni 1 ; quem qu ser
carregar dirija-te a Manoel Joaquim Pedro
da Costa na ra da'Cadeia velha 11. i
C o i pas
de
booitas figuras engommo cozinho e
cosem, urna dita de idade de 3o anuos por
3oo,ooo cozinba lava roupa e boa com-
pradeira e vendedeira de roa urna molata
de ao annos de idade, de bonita figura, cose,
c oz o ha e fas doces; e um escravo de ao
annos, eozinha bem odiario de urna casa .*
na ra de agoas verdes D. 3".
_ Duas escravas sendo urna da Costa da
mina com a5 annos de idade engomma li-
so ; eozinha bem o diario de urna casa e la-
va da saba e a outra creoula de Loanda ,
de i(i annos de idade com as mesmas hab
lidades ambas se vendern por precisa : na
ra Direita do lado da Igreja do Livramento
sobrado O. So.
_ Um silhao com todos os seus perlences,
e quas novo : na rn.i da Gloria D. /(7-
_ Um escravo di naci de idaie de 3o
nnos perito bolieiro e tairb m entende
de cjainlia um dito de naca) com 18 a ao
annos de sgradavel figura, cnuito ladino, bas-
tante possaute ssm achaques nem vicios j
urna elegante moleca de idade da 15 annos ,
de naci Luanda muito habeiidosa a fian-
ca-se ni'> ter vicios he propria para mum-
banda em razio de ser muito bom educada ,
urna dila da mesma naci, de. i3 annos de
idade, muito linda e ja versada em todo o
arraojo de um casa ; ummolequede 12 an-
nos, eoutrode i3 sem vicios nem acha-
ques : e urna preta boa lavadeira de idade
de 35 annos por 280,000 rudo com Banca
de boa* vendas na roa de agoas verdes no
primeiro andar do sobrado D. 38.
_ Urna eserava sem vicios, nem achiques
por 280,000, dos* moleca* de la a i3 annos,
e urna eserava moca com boas babelidades na
ra larga do Rozario D. 7.
_ o sitio chamado Caite aa boi manso
de carroca gordo e do pasto e orna por
ci de madeira iavrada de sicopra de 4 f>-
cies, e differentes comprimentos e grosmra ,
bucadas e cavernas da mesma madeira para
caneas e bircacas.
_ Um preto muito moco canoeiroe sem
vicios e a pos&e de aoo palmos de terreno
pordetraz da ma do* Martirios ,' ou parte
delle : na ma de Livramento D. a3,
As tabo** de ama armacaS d) venda :
na* 5 ponas D. 4'
Urna eserava de 2a a a3 annos de
boa figura por circunstancias : na rna nova
na seguudo andar do sobrado do Sr. Augos-
tinbo.
_ A traducs da* Accs* de Pascoal Jos
Mello de Freir : na roa do Qaeimado loja
da quina que volta para a roa do Rozrio.
_ Arroz pilado b-aneo e vermelho pe-
la medida velhi : na ruaestreita do Rozario
D. 17.
_ Por preco eommodo, e rom naito pou-
co ozo um aparador grande e de bom gosto,
urna mesa grande de jamar de in venci mo-
derna um randieiro de globo, domado .
obra iogleza um par de Unterota doarada*,
dois pares oV jarros glandes de jaspe nma
colleco de 8 quadros grandes de muldura
lavradas e i pares de casticaes de casquinha*
muito saperior com lavorem prata: na ra
Direita D. ao.
_ Becerros franceses marroquios, bi-
tina de Lisboa para bomem sapatos a boti-
nados ditos de doraque para Sen hora tudo
chegado ltimamente, e por preco eommodo:
no atierro da Boa v>sta D. 9.
__ A propriedade de sobrado e sitio da rut
da Gloria, pertencantea Ignacio de Jetos Ban-
deira e faz certo qu* a preferencia que tinha
o Sr. Jos Antonio de Azavedo na sna es-
crptura de hipotheca ; elle a cede ; por
isso podara tratar da venda com o dito Ban
deira no mesmo obrado.
_ Urna preta de 18 auno* com bomllei-
te para criar : na ra de agoas verdes casa
D. 37.
_ Urna eserava creoula de muito bonita
figura de idade de 18 annos, engomma liso,
ene bem e eozinha o diario de urna casa ,
sendo pira fofa da provincia 1 na roa Direita
do lado do Livramento D. ao.
Escravos Fug-idos
Eusebia erila da ao a a a annos de
idade rr fulla beicos finos naric afilado,
e os pez a pal beta dos ; fgida no-dia p. mez do Engenho S. Braz do Cabo ; le-
vando nm filbo mulatmho com anno e meio
de idade, os apprehindedores tevem-a ao di-
to Engenho, ou nesta praca a Antonio Ber-
nardo Cavalcinte as cinco ponas.
Tando desaparecido da fabrica de ariar
assocar no porto daf canoas no dia a3 do p.
um escravo de naci mucambique baixo e
sem barba com falla pouca clara sendo a
primeira vez que laltou em casa ha todas as
deseo 11Sancas que fosse desencaminhado a
pirisso seu Sr Antonio Jos de Amorim na
ra da Cruz n. aa offereca 60,000 a quem des-
cobrir ou entregar e prometerse guardar
segredo caso tenha sido furtado.
_ Fugio oa furtario na noite do dia 3 o
do passado um preto de naci mucambique,
de nome Benedicto de ao a ai annos de
idade, alto, bem preto, rosto redondo,
alguma coisa descarnado, secco do corpo,
falta Ihe um dente na frente da parte de cima,
falla pouco portuguez por ser bastmte bucal,
tem pelo ventre bordados signaes de sua ierra,
levou vestido camisa de algodiozinho e cal-
sa branca de brim fino transado ja relba :
qaem o pegar leve a ra di Cruz n. 38 que
sera' recompensado.
Da se 100,000 a quem apreender e
apresentar nesta Cidade, um negro que da
mesma fugio, a mais de dois anno*, do
gento de angola de nome Antonio, moco ,
muito ladino de estatura ordinaria rosto
eomprido e com marcas de becbigas olhoi
afumassados denles limados, feio. espadan-
do sintura fina com urna orelha furada em
que uza de argola a be of ricial de marnicei-
ro nesta Typografia se dir quem he sea do-
no e que tal gralificacio d.
_ Deaapareceo no dia a5 de Junho do si-
tio do cajueiro da passagem da Magdalena,
um meleque de nome Felisberto do gento
de angolla cora os signaes segu ntes : olhoa
grande cara redonda pescooo grosso, per-
itas alguma coisa arquiadas e a perna direi-
ta mete para dentro, elemno peilo a letra
Jj~ psgrandes, e tem algumas sica-
trises pelas costas, levando vestido urna cami-
sa de estopa velha e uina seroula tambera de
estopa, e tem urna mi alguma coisa inchada ,
e alguns bichos nos ps e lera de idade 16
annos 5 quem o pegar leve na ra da oadeia
do Recife em casa da Joiquim Jos da Silva
Bairao que sera recompensado.
Movimento do Porto
NAVIOS ENTRA DOS NO DIA 4.
BOSTON ; 45 das Patacho Americano Leo
de 104 tonel. equip 6, M. Aller Benges,
carga fariaba e potassa : a Forster &
Companhia.
BARRA GRANDE; 24 horas, Garoupa S.
Benedicto equip. 4 M. Francisco Auto
nioTelles, carga mil cocos, e farinha: a
Manoel Esmero Eufraga.
SAHID0 O MESMO DIA.
BOSTON ; Escuna Americana Erie Meitre
Lemil, cirga assacar e couros.
I
PERN. NA TYP. DE M, F.DE FARlA 1839
mi mi Ann


Full Text
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