Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03832


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Full Text
I NO DE
1841. Sbxta Feiri
tuda agora depende da ads
o, tn'mia : tonnuetaos
__j ; da nosta prndeneia, modera-
. tonriuemo enmo prioeipianaof, tarantos apontados
losa adaairacao aotra as Nacocs maiseoitai.
Proelanaaco da Aaaaaablaa Garal do Brasih

Sahaerara-aa para aaU fot ha a 3f ooo par qaartal pagos adianta
oaau TrpocraHa nudas Gruas U.3 a aaPraaa da Indepand
aia, n. ij a 58, onda se raeabam eorraapoodaocias lagosuadae a
niinetaa, (nsiriado-ae astas gratis tan
viada assgnados.
achantado*
lao-
. an-
do proprios assigoantas, a
PARTIDAS DOS CRREIOS TERRESTRES.
Odadeda Parahiba a Villas da mi
25 DE JNHO. NoMf. 13*.
_______L..-J-.IIII I -*- "Ll- ^
CAMBIO*. -* Jumo a3.
Londres...... 5i d. par ifeooced.
Lisnca......8o por o|0 praauo por metal oTereci lo.
Franca......31o res por transo. Cornp. VawJa.
OUKO- Moadada6|4oo raa, verbas HtSm Ipfooo
Ditaa "" i4|6a 4#8
Dhai dallraif, Hoo 8#4oo
PRATA Pataaoas Braetlairos a 1/640 to?;
_ Pesos Columoarios-----------|J6V> i#W>o
Ditos Mncanos.......ifrooo if&>
Miaa. ........--------14o- i#44o
Disc. da bh. da Alfandaga 1 i| por loo ao mea. I o\a
ldB da letras dt boas firmas 1 ip a l|4
Moe la de cobre 1 par 100 da disc. ao par
Sndulas da pequeo vaior lia a|o a 1 010
Sea. a SaaUt'.fatiaai
Odade da Parahiba a VUUs da saa prataaeo ......)
Dita do Rio Grande do Norte, a Villas lias. ...(
Dita da Fortaleza a Villas Ideas.............I
Cidade da Goianaa ......* ..../
Cidada da Otihda.................. Todo a dUsJ
Villa daS. Aato................. 4 ... (masas fsaaa.
Dita da Garanbaas ePovoaea do Bonita t la, a a{ da cada asas
Dilasdo Cabo, Seriobanaa, Rio Foraaoao, a Porto Calvo. 1, 11, 11 dito dito
Cidada das Alagos, a da Maosi............Ido
IMarasM
DAS da semana.
PB ASri DA LOA IK> MIL M JUNj I Segunda S. Lnit Ganraga. -- Audiencia da Jais da Direito da a. vara?
tCorrtmi partem ao mtio dio.
Loa Cfcaw a >af *
Quart. ntif. a ra- a >
Loa Nora 19 e* 4 M
Quert. arase, a a5 a* h. e 1 i
k da asan,
as. da asan,
as. da aaaa.
m. da tard.
More thtia para a fia i5 de /unAo
At 8 tiurM e 18 amatas da
As 8 bares e 5 4 mina tos da
aa IVea S. PaulimB. Relaco e audiaucia do Juii de Direito da
1. vara.
a3 Qnarta S. J0S0 Sacerdote. Aod. do infida D. da 5. vara,
x'i Quinta Nasciraento de S. JoSo Baptista.
25 Soata S. GuilVerme Ab. Audiencia do Juii de D. da 1. v.v
aS ikbbado S. Ja5.e Paulo Irs. M. -- Reltcio andiancia do Juta da
O. i S aka.
n Dotaingo A Puresa de N. S,
^IJt
PSlffABBl?0.
iPERNAMBUGO
LE N. 91 DE 7 DE MAIO DE 1841.
Manoel de StMisa Teixeira Presidente da
Proviacia de Pernanbuco. Faco asber
todos 01 sene. Habitantes que n Aasemblea
Legislativa Provincial Decretou e eu
Sanccionei,! Lei seguinte :
Artigo i. A Caara Municipal da Cidade
do Kecii'e, na ronformidade da Lei do pri-
meiro de Outubro de mil oitocentos e vinte
e oilo artigo sesseota e seis, paragrapho
segundo cunjonc^ameote coro a adminitra-
cro do patrimonio dos Hospitaea, e Estabe-
lecimentos de Caridade proceder inmediata-
mente a edificaco de um cemileiio pu-
blico.
Artigo a. A inspeccao do dito Cemiterio
reriencer a mesma Cmara Municipal des-
ta Cidade, a qual aera* a Administradora.
Ariigo3. O local, plano, planta do Ce-
diitnt jo -aaoa- ondiccove o dcoika obra.serio indicados e desenvolvidos por urna
Comsnisso de tres Facultativos em Medicina,
e um engenheiro nomeado pelo Presidente
da Provincia, cuja approvaco serio sub-
metlidos.
Artigo 4. A acquiesico dos terrenos ne-
ressarios, sendo estes de particulares, sera'
fea na forma da Lei Provincial numero no-
ve, e dea de Junbo de mil oitocentos e trinta
cinco j sendo porem ditos terrenos proprios
da Provincia serio cedidos a beneficio do es-
tabelecimento.
Artigo 5 Logo que o Cemiterio estiverem
estado de ioder principiara receber os cada-
veres, icaio prohibidos os enterramentos em
qualquer outro lugar dentro da comprehen-
so da Cidade, e seus surbuhios ; excepto os
dos Principes, Bispos, Parocbos Conegos,
Religiosos Profesaos, Padroeiros, e Dotado-
res de C apellas.
Aitigo6. As eful(urs serio cedidas, ou
por tres annosou a 1 crieiuidade hereditaria ,
prtctdfndo approvio do Biabo Liocesano ;
terio aepulturas grates :
1. Us cadveres acbdos em qua'quer lu-
gar publico, quando nio se possao descobrir
seus prenles, p#i5*s amos, ou seobores ,
ou ebees, e que forero, reclamados por al-
guem.
2, Ol pobres, cuja indigencia for atlestsda
poi o Parucho, ou pela auihoridade Policial
pe. Fregus.
5. O que falecerem dentro dos Hospita-
es de Caridade, e que al i tiverem aido trac-
ladoa como jndigenles e que nio forera re-
clamados por algueru.
4. Os soi'pliciadcs, e os presos pobres.
Artigo 7. Filio ptitencendo ao Estsbele-
cimento do cemiterio os Carros fnebres, e
ledos os mu* objectos, e peitences necesrarios
pata os tn terrea e lunera es.
Artigo b. Se a Cmara Municipal e a Ad-
ministra'io do Patiimonio dos Esubeleci-
mentos de Caridade nao tiverem a dispor suf-
licteittt s husos pecuniarios para edificar o Ce-
orterio, e lser as maia despegas que fo-
rem uecessarias, para por o eslabelecimento
4odo em andamento com brevidade fico u-
tborisadas para contrar um emprestimo com
as mai lavorateis rondkses para esse fim
soaente l'cai.do bypottcadas as rendas do
ti euo esiiihelmneiiio. O contracto do em-
piestimo nao poder ser celebrado sem appro-
vacio do Presidente da Provincia,
Artigo 9. Firio igual mente authoriaidsi
contraclar com ama companhia oestabeleci-
mento do Cemiterio sob condicgftea rasoa-
veis que serio approvadas pelo Presidenta
da Provincia,
Artigo 10. O stabelecimento ter os eoa-
pregados, que forem necessariis ao servico ,
e o Administrador ser nomeado pelo Presi-
dente da Provincia e os outros empregados
pela Cmara Municipal.
Artigo ii.O Presidente da Presidente da-
r os Regulamentos necessarins para este Es-
tabelecimento, os quaes Reguiameutas se-
rio submetlidos & approvaco da A ssemblea
Provincia^.
Artigo n. A divida ; qne resultar da
construrcio do edificio qoando nio se sejo
aufficientes os fundos da Cmara e Adroi-
nistracio nos termos do artigo oitavt, ser
reconhecida divida Provincial, para amorti-
sacioda qual a Assemblea Provincial votar
annnalmeate uro quautilativo.
Artigo 3. A obra do cemiterio "sena Rita
debaixo da nspecgio do Presidente da Pro-
vincia, quem de tres em tres meses serio
enviadas as contas para o esame e approva-
co e depois publicadas pela imprenst ,
bem como o estado, e progresso da obra; alera
das contas annuaes que serio submetlidas a
Assemblea Provincial.
Artigo 14* O Presidente da Provincia, an-
tes que se d principio ao Cemiterio, confe-
renciar com o prelado Diocesano.
Artigo 15 Ficio revegadas todas as Leis
e Disposicoes em contrario.
Mando por Unto todas as Aotlioridades ,
quem o conhecimento e exerussio da refe-
rida Lei pertencer que a cumprio, e fa-
ci cumprir tio nleiramenie como nella
se conlem. O Secretario desta Provincia a
faca imprimir, publicar e correr. Cidade du
Reclfe de Pernambuco em sete deMaiode
mil oitocentos e quareaia e um, vigessimoda
Independencia e do Imperio,
L S.
Mauoel de Souza Teixeira,
Carta de Lei, pela qual V. Ex. manda ex-
ecutar o Decreto daAaseablea Legislativa
Provincial, que houve por bem sancrionar ,
mandando proceder immediatamente a edifi-
caco de um Cemiterio Publico, e dando ou-
Iras disf osices acerca do mesmo Ceraeterio,
pela maoeira, que acim se declara.
Para Vossa Ex. ver,
Jos Xavier Faustino Ramos a fez.
Registada a f. i>8 v. do Livro 1. de Leis
Provine iaea. Secretaiia da Provincia de Per-
nambuco em 11 de Maio de 1841.
Francisco Xavier e Silva,
que bouverem nos Corpos pelos officiaes avu'-
Sellada e publicada nesta Secretaria da
Provincia de Pernambuco em 11 de Maio de
1841
Francisco MuuizTacares.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expepiente do da 91 do correte.
Olhcio-Ao Com mandante das Armas,
communicando-lbe que S. M. olroperador,
por Aviso de 3 do correte mez, Houve por
tem Determinar; que fique de nenbumel-
feilo a despoaiio 4o Av ultimo
sos.
Dito-Ao Prefeito da Comarca do Recife
significando-1 he que pode remetter ao Cjm-
mandante do vapor Fluminense a fim de
serem transportados para a Rahia os senten-
ciados Eduardo Guilberroe Leite Mascarenbas
e Manoel Antonio.
Portara Ao Commandante do vapor -
Fluminnense para receber a seu birdo e
sransportar para a Provincia da Babia os
sentenciados de que trata o precedente olli-
co.
Dito Ao Director do Liceo envisndo'lhe
una copia das nstruecoes de 3o de Marco p
p para a boa direccio do eniioo da Cadeira
de Arte obstrecticia creada pela Lei numero
87 de t de Maio do anno passado a fim de
que a faca cusnprlr, ficandj na intelligencia
de que o professor da mencioad* Cadeira
f"i aucthorisado para leccin" em sua casa^,
t que se lhe possa fornecer urna aproPr|"
da.
Otee Ao Di uaSaar. asssgrioo "ioCtno Jur-
dico, para em en nprimen 10 lio Imperial A-
viso de 5 do corrente informar acerca do re-
querimento que se lhe remelle de Vtancel
Ignacio da Assumpcia porteiroda Bibliote-
ca, em que se queixa da reiuccio que soffreu
em seo ordenado.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica, signi6cando-lhe que, tendo-se
arrancado, e furtado na noile d>\ ib pa-
ra 17 do corrente da veranda ua Ponte
da Boa-vista urna paca de forma de X -
de que ella he formada, segundo partecipa
o Inspector Geral das obras Publicas ; e sendo
de admirar que isso succedesse harendo uiia
sentinela do Corpo de seo Cotoruando na en-
trada da dita Ponte do lado de leste; ordeua-
Ihe que torne mais|vigilante a referida senti-
nella, e mande postar urna outra, na outra en-
trada determinando Ibes que rondem at o
meio da ponte a fim deevitar-se a continu-
aco de sesaelhantes maleficios.
Dito A Cmara Municipal do Recife,
respondendo ao seo oificio era que pede
auclhoristcio para tirar dos coffies da Muni-
cipal idode a quanlia precisa para as despesas
de I uses para a Cadia e das q ie se fizerem
at o fiaajflp corrente anno fittaoceiro ; que
pode faser as ditas despesas s;b la responsa-
belidade na forma do artigo j da Lei Pro-
vincial 97.
Dito Ao Reverendo Regente do Hospital
de Nossa Senbora da Parawo, para informar
se ha atgum inconveniente, que se oppo-
nbi, se estabellecer em urna das Sallas do
mesmo Hospital a Aula da Arte obstru ia.
Portara -Ao Commandante do Brigue Es-
cuna Gararapcs ordenando-lue, que d comboi
al o porto do Rio da Janerro ao Patacho Pli-
cano e Correio do Brasil e ao Brigue S. Jo-
o Baptista q.e cunduzem,Tropt, devendj
figer-se de vela no da -2 do correute. ^
Dito Ao mesmo, para receber a seu bordo
Dita Ao Inspector Geral das qbras publi-
cas, ordenando-lhe que remetra com urgen-
cia Secretaria tima copia da Planta desta
Cidade.
1
dem do da ai.
\
Officio Ao Comandante das Armas1, res-
pondendo-lhe, quanto a primeifa parte d? seu
officio de a 1 do corrente qtn jlr^htpedda
ordem a Thesoaria de Fasndi, para man-
dar pagar ao Sargento Joaquina Fsbricio, a
gratificar) por ter curadj os Soldados dien-
tes da terceir companhia do primeiro Bafa-
Ihio Provisorio, do Maranhi > ; e quanto
segunda, que o Patacho de Guerra Pangonia
nio tem de seguir pira os portos. do Norte.
Dito Ao mesmo csmmunicando-lhe ,
que S. M. o Imperador, ero Aviso de 11
de Maio ultimo concedeo dispensa do servido -
para continuaren os seusestud preparato-
rios aos Cadetes 3 do Batalhio de Artilheria ,
Manoel Ignacio da Cirvalh > Mendonsa e
Trajano Alipio de Ca-valho Mendonca.
Dito Ao mes-no, parteeipando-lhe que .
foi reaietiifta ao Inapector da Tnesoarii de
Facenda a ronta da despesa fetra coas a pe-
quena ambalancia que se forneceo a terceir
Companhia do primeiro IJatalho provisorio
do Maranhio.
Dito Ao Inspector da Tbesouram das
Rendas Provinciaes approyando a arrema-
;5o da laxa da pjssojaro do rio CaUereiro ,
e da Wlumiiiacio do Caes doCllegioeda Po-
voacio dos Afogados pelos presos coactan-
tes da demonstraco que acompanliou o sea
officio de a 1 do corrente.
Dte Ao Commandante Geral do Corp
de Poicia, respondendo ao officio de a 1 do
corrente acompanbado de outro do Cirurgua
Mor do mesmo Corpo sob -e oque precisa o
respectivo Hospital ttegijaental ; quanto sos
objectos da primeira necessidade que devo
declarar quaes el les sejo fia de se pro-
videnciar sobre o seu fornecimeato ; e quan-
to ao maisque nio pode ter lugar, pala ex*
cesrttva despesa que accarreta a Thesouraria
das Rendas Proviuciaes, que ja se acha tio
sobrecarregada de despesas.
Dito Ao 'Pnenle Loronel Chafe do ler-
ceiro Batalho de Ubnda, derol vendo -lisa o
seo officio de ao corrente, a fim de que o faca
eneamiahar Presidencia pele iuieimedio do
respectivo Chefe da Legiao na forma do arlig 1
a do Decreto de 14 de Julho da ldji.
Dito A Cmara Municipal do Recife ,
significando-lhe, em resposta ao seo offi.-io da
19 do correle, qne tendo o goverrto imperial
declarado pela resoluco de ij de Agosto do
1^39, que o Vereador nomeado Juix deor-
fo*, deve deixar o sea lagar oa Csraara
Municipal, por considerar-se incompatival
odesempenhar bem as altribuices de um a
outro' Emprego conjunettment ; e nao es-
tando nestocso'o Vereador .Manoel do as-
cimento ilKtssia Monleiro actual Prefeito da
Comarca tiusaa. funces nio o inliibe n da
comparecer ua Cmara, e f.ser o servico que.
e transportar para o Rio de Janeiro as barr-] ie compete, be evidente que elle pode
' perlenceu 1 es continuar 00 exercicio de variador.
ao quarto Esouadiao de Cavttarit.
rto A mesase, p^ra ordenar ao 'nral do
Dita Ao Diractor interino 'd,o Arsenal de Bairroda lioasvista, que se enteuda- Com a
Guerra, para remetter para borda do BrL
:stuna Gararapes os 1 bjccios indicados
ra borda,' do Brigue Eogsnheiro Wauluier,. a fim de lue-dir al-
jiaos indicados na eumas inf jrmacoes, cara que possa meliior ur-
poitaria precedente. gdoisac o orcamenta da olor do Cano qa- sa
Dita Ao Inspector do Arsenal de "Mari- pretende fcaser na rua qoe mandou i roceder a concurso! ba para mandar lser os con erls quepre-! Do Ao Lujjenfira' L L. Waathier ,
dos poslos vagos uo lerceiro batalho de Ar- I cisa'a patacho (atagonia, ebegado do itiu de commuuicandv-lliau coaleudo 119 Arecedeato'
tillieria devendo ser prehuicbidas as vagas, t Janeiro, j oHScio.
MUTILADO
-'
1


pv-
D I A It i O DE PERNAMBCO
5
m
MM
an

Dito Ao mesmo, para remetter con ur-
gencia a Secretaria a planta desta Cidade ,
a fim de ser flanqueada a Cmara Municipal.
l'orlaria Ao-Adsoioislrador Fiscal das o -
tris publica* para lomece* peca de forma
X dos con m oes de ferro que I be requisito
o Inspector GeraT das mescnas fibras pefa a
pon le da Boa- isla.
' i i n i
EDTAL.
t) lilas. Snr. Inspector da Tbeaoursm dea
Krjpdas Provinciaes manda faeer publku que
no da 25 do frrenle, pera rile a inesma The-
icurara confnoa a; Prtt di rinda do furo
da ranas, e F4xoa d'essucar e da passagem
da rio uo Cordeiro anunciada para o da
?3 por ler ficado addiada Secretaria da Tbezeuraria'dW Rendas JW-
r*ociae6 de Pernambuco a3 de Junbo 1841-
Secretario,
Luiz da Costa Poriocarr eiro.
Diversas Ifepartices
'..... -- '-T '''- ^.
TR1BTJKAL DA B6L*QACf
Sesso de as de Jur lio de r$4i.
OsJFnliarpcs de Joo Marinho Paes Barret-
to, na cauza da Appellac9oCisc!,desl8 cidade,
ftn que Ibe be pr re Antonio Leocadio Paes
i'arretto, Fxcritao Rebello *, foro recibidos
e declarado o Accrdio embargado.
IO DE JANEIRO.
As testemunhas roateriaes ffteatociidoras d
Coroaco
Conlinuncao do numero antecederle.
Ao'lado do 6lho do gigante velho, mas san
pouco mas adianlado para o largo, cifettm- os olros. Ksss ediBfios ser os verdadei-
staoria que talvez possa carletsViSar tarito & rose legitimes representantes da santo e res-
rnaioT adiantamento, como a bT oddj peitaref vnha dos que s retes como
e presumpcio da nossa pora, estar o I! e* rWalga de noto cunho envergonha5-se
co representante desta, qual elle peTte1i#f &tj *p perecer com o seu proprio nome e to-
isto be, esse mageslosa varanda era que d; oa eno os ttulos de patriotismo, philan-
sugusto monsrcba brasileiro tena de mostrar- bropia pra^resso restaurado &c, com
e ao poro con a bella, rica e brilbante, mas os quaes nao deixa de fuer ana fortuna,
pesada insignia da Cora imperial. Mar an-
tes que pastemos a considerar esta grande o-
bra, ste representante da poca actual, cor-
ramos coro O pensamento os outros edificios
do largo di< Paco que vio ter testemunhas da
fono e disposipao, representara mui bem esse sempre prompta a cobrir de lam e a der rihar
uiento de edificios particulares, nesse eues-
egoismo imtnovel e rmpassirel que, en todas
jas rentas publicas, meslo as mais grandes,
ssabeda sua iudHertica e inav$ie e toma
nells alguma parte gtfa proveito seu, sem
c mtiido deixar de figurar na funcciocoma
l
Pa Aj petlacao Crvel do Juio dos orfn ,
dcsla cidade, Apptiarites Francisco da Silrs idesses liberales e aduladores da canalha ,
grande fonccSo, e que como ja se drsse, re-
presentars nel la cada bum alguma cousa.
Pegado ao edificio da capella, imperial, ou
para dizer melhor, aua torre aoi, e coberto
pea nova varanda da eoroaco ficar como
-postergado o braco do antigo conrelo dos
carmelitas, o qual, apenas visir el pelas suas
summidades, e convertido em mor-fla dpes-
soas particulares conservar por muito tem-
pe o oome histrico que a prodigalidade da
edite deD. Joio VI Ibe legou.e s de reli-
gioso conservar a curidade christi com que
es mooarchai do Brasil ali dio asylo e gratuita
morada a muitas familias necesitadas, que
sem-essa esnoa, nao achaiilj a onde se abri-
garem da chura e mai* ir.tdupertes na casa
e cutres Aprellados Luiz Goncalres e sua
nullier, Esrrivio Ferreira } nao tomaro
renheein ento da mesma appella^o por nao
ter caro della esim^de aggraro no acto do
Procesto.
Js Apprllaco Cirel da Cidade de Goian-
na, Api ellanle Alaria i rieodorade Jetos, Ap-
pellatjte Jco Vieira de Iv]ilo, Esrriro Pos-
tumo ; (oijulgada pela coc forma cao da sen-
t.nca re con id a.
Na Apptllacao Crioie desla cidade Ap-
diado Manoel da Paixio Paes ; e Carva-
ba Appcllado o Doutor Proaclor Publico 5
lbi julgado precedente o recurso.
JNa Appellacao Cut desta cidade Appel-
lante Mniiotl Antcnio Das Appellado Luiz
Pires 1 ti reir } Esciivo Fentira Joi julga-
do uo o precedo da ti. i4 em dipute.
CORBEIO.
O PatxoJN. S. Joo tai para o Mara-
bao no tiia do de lunlra.
A*KCKCO.
D'ordem do Iflm. Snr. Inspector fe lee pu-
bliro ; qoe a arremaiaco de dMfertntes fbr-
ncaetitos, ei.nurciada para hoje, fica
traiisrida para o da 25 do crreme, pelas
10 horas da tranl.-, cm rensequencia de
tercm aparecido poucoe coccorrenles ; e que
no fvrueeuneiito aedherses objecios pelo tem-
po- de tres* mexes ( 00 pelo de seis se es
preces renridarem )entrarao mais os seguirl-
es : qermecete velas de sebo, sbo li-
jlos ingtezes agoraras tinta branca dita
prem taboado de pinbo secante bonets,
lijlos de alrtnaiia cal prelav arcos de pi-
,_ pa ditos de tonel eraros de barrica di-
loada; pipa ditos de lene!, broxas on pin-
ctis sunidos,
Insptcflodo Areenal de Marinba de Per-
nambuco 16 de Junbo a841
Ale xaedre Rodrigues dos A ojos*
Secretar ioi
TB1CNAL TOS JURAJX)S.
D>a 39 de Junio.
Jury de Stntenca
Scaxaric c'eEx- IX'ej cb uctio por criace de rezistencia, e adia-
da in telso 1. loi 1.Lsoltido.
Qurixa d Jos Ftlix da Crua contra Jo-
r Eraticifro Csslel'o Branro Comisaario de
1 ccia jer ciitre ce *>luro deautksrida-
cle ecciiiuxcns tenada actuzat por parle
dajiislica : loi bsolvido.
WK ft'faa. Sur. rartuipo V. Ex
* t* i4 }(i.kd, pitidir ca beantea Anto-
..c.acijin.deAiado, Ir.ncc,, ,oreslar
*ciU* t'o ego pelihido ralaa postura da Ca-
li ara lUriuialilu ucclbido 1*0 allalcnco,
nuha ,
que sempre falli dos grandes e dos principes
como de tyrannos e moustros de crueld-de
e que, apezar de toda a philanlhropia que
alardeao, nao serio capexes de soccorrer butn
ni iterar ti que delles precijasse. Esse ediGcio
representar o estado e sor le das cousas reli-
giozas neste paiz, esqueci las e postergadas,
redondo sempre a diauteira s mundanas, e
redundas o mnimo da sua 1 fluencia e im-
portancia social, apezar do caso que, em mui
tas oceasies, affecta-se fazer dellas.
Unido a elle por bum p.ssadi.o coberto,
escorado e sustentado por arcos semi-gothicos
Ali n'rruro ngulo do Largo do Paco e
muito arredado para o mar estera o corlico
da miuda e abelbuda repblica dos rendi-
lb5es com os seus numerosos enxames de
quitandeiras e vendedores de peixe albos,
ceblas, 6tc> edificado ltimamente pordoas
das cmaras municipaes traosactis com o
orne de Praca do Mercado nome que para
os nossos fatedores de braxes e profundos sa-
bios na ciencia herldica seria mais que sufi-
ciente para encuartar esse edificio na nufcre
familia di Praca do Cotfmercio com a
quat cMBO a classe das mCsSas com a da
gente limpa talvex possa dfslputar preedt-
neucia em razio de ser mais grande.
Crealura da nossi idade que he a da fjr-
tuna da genlinha es'sS edificio cm seu cou-
tudo ser o digno fepreaehtarrte desa gran-
de familia de proletarios que combos vendi-
Ihoens e quiniandeiros d praca do merca Jo ,
ac'ommoiados no circuito de huaa local pu-
blico e protegido por bum magistrado, faie.u
asombra e sob aegide da autoridade e dos
empregos pblicos soifrivelmente o sed ne-
gocio com mti 1 dnzia de cacos e bugigango
de cacidade pessoal desfruciandj coamo-
didades e vanlagens considera veis, e venden-
do suas crocorocas e carapici seus albos e
bogalhosa quem Ibos ricomprarqU3nto mai-.
vil e estpido he o comprador, arranjao me-
lhor o seu peculio que a fallar a rerdde
nem sempre fede a peixe,. Como a praca do
Mercado ao largo do Paco esSi '.miih to-
cando sociedade s por bum de seus ngu-
los o dohiteresse proprio, beat pouco se t:ie
de madeira, se estender quasi ate Ironteia < d que nesta vio as cousas bem ou mal cor
praia, com a sua fileira de janellas de ambas (arito que della venha com que trajar be.11 e
os lados, a Hntiga casa ou palacio dos vice-l j,0r a panella ao fogo e em quanto o' tolos e
rea, convertida, em pato imj!rlal, cata o os honrados suo e tratialhao pari fasr pa-
seu exterior novamente repintado fingindo'tria feliz, contini n s'u vil neg jcio. Esta
ala-dadas ou construccio de grandes pedrad,' ger,te nao S tem todo o dlrettb de ser repre-
e reedificada n'liurxa parte da Irenle seputido sentada poralguemedl lodosos actos p'nblico^
'nligo risco e suas proporces acaudadas,1 mas ser i rxesmo menos* impossivel privar aos
e ludo poder permittir, menos o dar j-' nos o desaguarem no mar do qae impedir q'
o g
qu
mais a esse edificio o aspecto roagestOO de' alguns dos dignos representantes della ah se
bun" mofada"iegia. .lie ser' um amr*ex- ac'litm ep toda e qualquer~da*s occa'sioenS
Frontt-ito ao cdfirio em que ha de brilhar o
o lorte e mais bello Ja esla o ciifariz do
lrgo do Paco com a sua cara nova de ma-
ca adquirid! ha pouco a cinzel e martelb
como j disse continuar como sempre e
coa o o chula 1 i/, da Carioca a botar agu do
Corcovado, oque talvez niu ande muito a
pello a quem excepto empregos dinheiro ,
nj gasta do qu \em de corcundis nem
aos que talvez pensem que cbalarizes podm
vir a dar cousa melhor do que simples a >ua.
Stm ser nem mais neifl menos do que era ,
elle provar a lodos os que anda qaizerem
crer que em muitas oceasies tanto rale
tirar como por tasca as cousss pais ellas
nunca mudo de essencia e nalureta ; e por
mais palavias trabalbos lempa 0 dinheiro
que se gaste nunca resulta bum ceilit de
melboramento desejado ficando sempre lado
icut eral 111 principio. Assi.n esse edificio,
pressivo hpresentante d nossa corte com
leda a tovidade e pintado do seu brilho exte-
rior, e com todas essas formas e usos anti-
quades que nenhum bomem publico, verda-
deirarxenle philosopbo e estadista, ament do
seu paiz e da essencia da monarrbia consti-
tucional soube inda relorn.ar na sua essen-
cialidade (*; lerando-o a f toporces serias
e rieades, em perfeita baimonia co o pan
e coro as luzes, ideas e phosophia do ten po,
e sobretudo com o tystema poltico adoptado
pelo Brasil *, como em vio muitas vezes o
acouselbou um grande patriota hoje fina.
do, a quem, nem a rrte de L). Pedro I nem
o poro brasileiro nenea quizero ourir e en-
tender quando elle Ibes fallara em monarchia
americana, nem quando aconselhava que nao
quictssem federacio, e qne.se nao tocass na
lonstitutcio 5 indocilidade que todos tiles tem
pago, e anda pagar mui caro poWinuilo
lempo, depois de bare-lo obrigado a alistar- [apezar de ler sempre agua nova e ter bum ex-
se as suas fileiras, para impedir que el les fi- terior de novidade sera o verdadeiro repre-
1 selle I eje otitis titr igo
io rna 1 tlti tusaras trtiuras.
ic tuum, otii eendade. .
>??<
zessem ecusa mais monstrucsa da que flzerio.
I' rente ira so paco imperial estar essa cor-
renteza de czsas paitkulaies, atraressada pelo
famigerado rararanrer dos'radios, o mu
lirrpo e cheiroso Arco do Telles, aonde estes
nmades da cidade rao-se abrigar oas suas
peregrinacoes da questuagio, cu quando cho-
e, ou quando o sol, segundo a pin ase de
Pindaro, faz do Ceo bum deserto, e o mesmo
(az tambem do Largo do Paco. Conservando
todas as varias cores, irregularidade e habito
exterior costumedo, essa grande fileira de ca-
sas, como que a ccosa nao tenha sido com ella,
nada apiesent&r d noro e dedicado fuuc-
tio, serio as aimaibes das jauellas, ea gen-
te ruiiosa que a ellas tiver concoriido, alu-
gar.do tilve* algumas por alto pre.,0 e em
cma das txtrenidades o grande lerraco do
* Hotel de lEmpire ,, aio|eiadoda dita ^ente
(uriesa, a quem, para ngilar os cilios, nao
importa assassinar abolsa. 'Iodo esse ajunla-
,*; A lelorma e que talle nao be do pes-
soal, njrsdo iyaeo.a.
sentante do slatu quo o qual para os pre-
guicosos e bem accomraodttdos nao deixa de
ter seu presumoe suas delicias, e que de cer-
ra be lio boa gente romo o podem ser o Sr;
Progresso e o >r. Regresso e Unto como
elle e a nossa cmara municipal tem tod j o
oireilo de figurar na funecao de capa e rolla,
se algum armador ou qualquer amante de Ca-
pas e armoCjOes lh'a quirer por, sob a respon-
sabilidadeda propria algibeira que, n ver-
dade he bum pouco mais seria e maisefJecti-
Va que a lio talltda resporrsabiridade de qua-
es quer das nossas autoridades sublicas,
Atraz do chaiariz descocado esta o mal com
suas cudas instaveis que placido ou pica-
do seguudo o vento le der ser o verda-
deiro representante daquitlo a que se chama
poro islo he dessa plebecula de Peisio
u,ue IVrret summata hile ( ) e que est
l J t (,0 uoisummou lerve plebecu-
la hile ,
Ferlanimus ealijie fecisse siieatia tur-
las. PeBs, f Sat^ iv.
aos seus favoritos, como a applaudi'los e ele-
ra-los at s nuveas com o s p. o da ?u 1 to
gibada e apreciada aura ppular a qurl ,
l>.r islo mesmo que he aura nao pissa de
pouco vento e como vento foga sem deixar
n js olbos dos tolos outra cousa que poeira.
A esqoadra das sumacas e dos outros na-)
rios pequeos fundeados defroale do largj ,
os qates todos embandeiredos seesforoa-
rd para niiarem a Ierra as suas demns-
trateos de regoxi jo ser o representante da
gente que nada sendo ou mui piuca cau-
sa ueste mundo, quer dar-se corlo lomear
da importancia *, mbmdeiraudo-se com
vio orgnlho quer por orca figurar tambem
ella no a grandes negnos e grandes funeces,
anda que s sej* com trapos,
A ilba das Cobras, que ser nesse dia a
ilba das salvas respondendo com os seus,'
aos tiros da artilheria da trra ser o repre-.
sentante des que fei'os echos de quem faz
oeste mundo multa bu ha e fuaaaca costu-
mio repetir que os ou roa disem adulan-
do e bajulauda e apesar di>so caso a ilba
das Cobras nunca ficio mais perto nem mais
longe do lugar da festa teodo elies s nen-
ie o trabalbo de t*rrarem para applaudir aos
ourfoi.
Mas j be tempo de voltarmos a nossa at-
tenco para a trra e cbutemplarmos esse re-
presentante da poca actual que, na largo
do Paco, attrabir a si os olhcs de lodos.
Que bella*, que rica que magnifica peca I
Archilettira pinturas, cores, douradurai
armaces, ludo neila ser grande, pomposo,
bonito adroiravel. O go>to; as bellas-ar-
tes queja lem eito entre nos mui grandes
progressos nada lerao pouprdo para qne
ella corresponda dignidade e magnitude do
acto magestade da augusta pessoa que
este diz respeito e grandeza d huma na-
cio rica e poderosa A varanda em que sa
acamouoSr. D. Joa VI a quem airada1 se
Ir-rabrar della parecer talvez comparida
camella, huma rica e^liilnria ea moderna
a moraJa de Jpiter no Oiympo. O povo t-
do apinbado no I ,rG e esp^lhado petas ja-
uellas e pelos ti-lhados dos ed\fii.-iOi cirenma-
tantes embeber extasiada seus vidos 0-
Ihos ( ** ) no espectculo magnifico que se
liie offererera vista rompendo a cada,
instante e em todos os pontos ea exclama-
,oes de pasmo louvaua o gcnxo a imigt-
nacio dos artistas os progressos leitcs peto
Brasil e pe js limitaros as artes e emtim a
adiimento e rolor da nosso poca. Porro ,
no meio dssa mul'ida s>tisleiti e enthui-
asmada toda sallrega e sequiosa de j vec
apparecer seu amado mon treha e saudo-la
com* mil appl iusjs algumas almas philoso-
pbicis verdadetrameiile amantes do su pa-
iz e do seu principe ao levantar os olbos
para esse bello e grande edificio, ao passo qua
acora pa nli ire.-n ao povo nos senUmento* de
jubilo e nos signaes de applauso talvez nao
deixeai dse atfijir e entristecer refleciindo
final que essa grande obra nao passa da
huma construccio ep'iemera e que senda
tola de madeira en pSdzi dias desappari-;
cera como por encanto e o poro pissear no
lugar aonde ella ajora existe como tm ou
tro qualquer em que teah existido algum
objeclo insignificante. Talvez s lembreax
que aquelles mesmas operarios que eim tanto
tempo e trabalbo o edificro elle* mes-,
nos virad desmanclia-lo faze-b ea
pedacos venier ou queimar o seu
mad irame. A!i entio terio os pensadores
da O te de si huoa symbjld mui perfeit bum
dignb representante di nossa pjL-i que ha
4 das constraeces polticas d pao, feitas pa-
ra o enldusiasmo e lunecao da momento e
para ser pouco depois- deinocliadas o devo-
radas pelo fago d'is rusgas e das revoluces^
Ali terao elles diaote de si mui bem represen-
tado todo esse longo e fattl lenpo que deide
a independen :ia et o presente se lem gas-
to em fazer casas d pu com bailas e esteris
Iheorias com especiosas utopias fazeu Jo e
desfazendo continuadamente sem nadi adian-
lar envolvidos sempre em intrigas pess'is
ed famrllias ca guerrilhas de pirliJos ,
em polmicas de peridicos em gladucoes
de arengas pai'lameutares, e em mu lauca di
minislerius e presidantes d provincia quo
se succedm hunsaos outros com) a naite ao
da e este a aquello sem nada ficar de sa-
lido duradouro e verdadcirameiite grande
no sentido dos ihteresses materias e nijraei do
paiz j ha rend 6 ganbo nesempres e ba-l
( ** ) Esta bella ejpressio he da r. O-
dorico Alendes, o qual ver leu porella o'haurul
oculis de Virgilio em bu na sua traduc-
ca indita do iivro 4 da Ensidi, que elle uio
commuui^u.


\
I) I AR
T 5|^un'l de necrics rs tralialliadores e mes-I
"C-es da obra que nelia lucrrso hum seus!
I lions jornaes e oulros alm desse o pin-1
gue resultado dai suas expertetas.
Com effeito que solidez que esperanzas
deestablidade aue garantas de futuro ,
olais vos quando vedes hum povo que ha
poucosar.nos exulta va e dava Irados dee-
iiegurreno Reclamando hum imperador seu
e huma coBStituico lilieralissima amotinar-
se e revoltar-se dahi a pouco contra aquel*
Je obligado por isso a largar o throhb ; e a-
char deleito nesta e rlorma-ls e depois ,
anda nao cont com reforma amotinar-
se e insurgir-se aqu e acola as provincias ,
conspirando e anhelando flor outro rgimen ,
fantasticando repblicas e oras felicidades
de projeito, descuidndoos inleresses verda-
deiros do seu pas e fazendo esloreos para
dividi-lo o relalha-lo em bum sem numero de
pequeos estados com a louco persuato de
que quanto mais pequeuo e insignificante
r qualquer pas lento mais ser felii DO
seu interior e mais rupeilado 1 por fora ?
Nao sao todas estas humas bellas varandas de
pao que o logo da desordena e o cupim das
malvados e espertalhes hu de consumir ,
cando a Gnal somenle nu e cru o pobre lugar
aonde todas essas conslrucves fantsticas ti-
verem sido levantadas pela velhacaria e pela
naldade ajudadas peta ignorancia esimpli-
ridade dos individuos de boa fe ? Ahi lendes
, pois esta bella idi.de que se aprestla aos
olhos com tanto bvilho com tanto esplendor ,
con tanta lama : miseravel idade que, ten-
do multo maior numero de vicios e defeitos
que qualquer das duas que a precedero, pou-
ces bens aprsenla que valhao ao menos bum
daquelles que recommendavo ou fazio tole-
lates as antecedentes em que o cidado ,
quando ludo lhe faltasse poda ao menos
contar com o amor e respeito dos proprios ,
hlbos, e com a submissio e obediencia dos se-
us fmulos eescravos.
Divina Providencia que tanto tendes at
hoie protegido o BraVil no roeio dos seus gran-
des infortunios ; voz que al agora o livrastes
da mxima das desgracas, a da sua dissolu-
i o social i o airedeis di lie o vosso braco
e o vosso escudo; insprai e ajdai ao vosso
protegido para que elle escule os conseiiios da
prudencia e abra os olhos para os seus ver-
daderos inleresses obrando e seguindocom
J firme no cantnho a que o chamao su na-
tural giandeza e seus im. ensos recursos,
com que lo largamente o lendes galardoado.
Faiei que no dia em que todos os lirazileiros
no menos por Inte e qoatro horas derem
lerias a todas as limitneas letrinas e aos
udios e risas que os dividem, para concentra-
lera toda a sua attrhtao e cuidado sobre a-
grende solemnidade da coroaco do seu lmpe-
adr e sobre a augusta pessoa deste grande
j-enher de iratqiiillidide ptospenuade e
grandeza, que lhe deparasies no rnesmo da em
que elle tul vez mais abusasse'm dos vosso fa-
vores aliraido-se quasi por hum horrivel
dts| enhdeiro i azei digo que no instan-
te em que o stu mona relia I lies apparecer re-
vestido da bum carcter verdaderamente sa-
grado e em toda a magestade do ungido de
lieos e croado pelo braco deste, elles nao per-
cao ut-uhumu das lces q' esse insl-nte mes-
oo Ibes der a piesenca ile.-sa reunio de les-
teiiunhas maleriaes do grande aclo dessas
testemuuba* cujas leices e cujo carcter sig-
nificaUvo eu tenho aiima triado. Fazei que
iodos tirando delias ponderosas e uleis ic-
flexes asaim mais avisados dirijo seus co-
lacoes, suas vistas e esfoigps par o grande
10 de remediar os muitos e grandes defeitos
do edificio poltico da foca presente por
raeio de Its e medidas providentes que cou-
sei vando-lhe sua belleza bondade exterior
com que encanta nossos olhos lhe posso dar
a firmeza solidez e dWbilidade de que elle
pi trise para corresponder s ncessidades dos
v |oos e luer a ua tei lena ielicid.de, fin que
|k jamis se ulcaiK.au em quanto o Imperador
Ij seu goveroo nao lmete autoridade e loria
W bastante para se lazeiem respailar e obedecer,
T coi posos meios e garantas turhcieules nao
para aitrem rusga dtsordeos levoluces
e o que Ibes der 110 capricho, mas lo sosen-
le para maniCeslaieoa sua opiuio esees de-
setos para nao seren oppriiudos.
Taes ero minhas palairas taes as felld-
os que passahdo como a mente de Pe-
trarca.
lJi pensier in pensier^i monte in monte,
eu revolva na miuha imaginaio toda aiden-
te e 1 ossuida pela gii.de ida da solemnida-
de que est immini'iile, e pela qual indo nts-
U lorie anda uMium logo depiessa acvi-
dae e trb>lbo j quanJo, levantando os o-
hs cituricu-mc, liu das tcsiemunhas
I O
-fa-
DE PERNAMBllCo
t
que tenho descripto ver outra mais vell^ destru.d*,, incendiad V"^9?^^ P^
sobracera, que sobrepujavasoutrascom rf, da Ceara d, Varano da Bhu do
gigan.eafamili.de ana,,. Era ella o morro Ru Grande e de hd. as oulras p .
do Castello que filoda naturez. e no da numera.o, M p.des e *9a J^
.re do hornero e Wo anti.o c,m> o lirazil desia co leccaa h,rr.rox. ~" %d*^^
a ker delle o mais natural e Ibri- s^rificaJjs pelo abuso dj pjdar d js priocip.i
_ I.A (In Pil HrIhctIj ,
os earceres dj abiolutian ,
ua"terow7uml"orboi"parte "w o despotismo dos v-reis se a liraorii.
da com se
della coberlo de piuca reiva de poucos e
raros arbustos ingrome de urna rnassi ter-
rosa pouco compacta e fcilmente desaggrega-
vel ame9cando ruina e desmorona ment por o ^
lodosos seus lados oifereceu-meuma seme-
Ihanca tal como o estado poltico actual do
imperio brazileiro *, que eu asesino li iuei ad-
mirado dessa circunstancia. Conservando de
castello somente o nome e escassas reliquias .
esse morro offerecia-me um quadro muito
ii'represen.anle material que lera de assis- de seu, delega e due eotao seo .ba-
tir i grande fesra do Larg do Pa?o, avistan I 6e Ptibulo ,
-------------,.:.
dos res e dos aioeradjres sacnocirlo tantas
vidas, arruinfo tantas fortuna*,, envolve-
r) no lulo e n% miserii tantas familias "-
infelizmente o lem eiu ai calumnias ,
intrigas clamores e escripias incendiarios,
as f iriai, as violencias as crusldsdes e ra-
pias desses pretendidos ami^oi do povo, que
diUcero as enlranhas d* pitri armario e
assinharo os citadlos bas contra os outres,
os povos contra as autoridad :s, as provincias
contra o governo e fizero de li o que s ac-
tualmente, hum giginte moribundo, banha-
tlo em seu sangua ecoberto deferid isas
partes do corpa. Ab{ tensa ligo terrivel
js faetjs, ,a coufutavo dss theorias fants-
ticas e o exageradas a que tu i j sacrificaste.
Prossegue se queres, prossegurs: breve te-
re de ver a ultima di*solu?ii dis leus tnern-
bros desconjuncta los o ultimo aniuejo da
la existencia poltica. Mas na o eu nao ve*
re essa desgrifa. Tuja principiaste a refic-
lir e has de aproveitar a li.;o do passado
Entregue a ti noesmo vagaste por bos |uas e
precipicios horrorosos, estivesie prestes a des-
pedacar-le e desapparecer ri'um abysmo ; mas
boje vela a leu lidohum anjo protector,
bum genio divino que te protege que ha de
salvar-te felii. Deas que ha pouej lhe poz
na mo as redis dos leus destinos, vai breve
enlregar-Uie a espada com que ha de defer -
der-te dos teus iminigos, vai por lhe ni ca-
neca a coroa do fundador do imperio. Con
este defensor ao l ido tu nao succumbr
teus males, tu triumpharas dalles esar ven-
turoso.
Assim eu .bllav. e huma tempestade que
medonba ecarregadi roncava pouco antes con
fuiis entre hu n ajuntamento de nuves negras,
priiicipiju a dissipar>se eo ceo brazileiro a
moslrar-se claro e sereno como nos seus das
mas bellos em que o olho u do Fluminen-
se v ao mes-no lempo o sol das tres di lirio
e o astro brilhante di Venus (*;. Satisfeilo
desla coincidencia ecoaio que della toman-
.lio nrguoMtnlo d,* t'elit presagio yo\lei com o
animo tranquillo para o meu aposento aon-
de costumo dedicar as musas e as scieociis al -
lasiimoso de miseria abandono e decadencia.
Ao mesmo lempo alterosos paos en que se
iv'o e dos q'naes se arreiio a cadi instante
bandeias de varias c-es segundo hna y*-
tema de sgnaes feito e seguido no pas que
parece ostensivamente o regulador da cousa ,
sem o ser na realidade pois a subid 1 e des-
cula dos signaes be realmente toda determi-
nada l (ora da barra pelos navios que vero de
oulros portos apresenlavo sos olhos d 1 mi -
nha mente huma fiel imagem do poder ao
quat sobem e do qual desce no Brasil indi-
vidualidades de ditfarentes cores polticas ,
segundo hum sjsieroa ou costume da ver e fa-
1er as couzas que pirece lodo brazileiro e
effeito natural e nico das nossas intrigas ,
dos nossos deleitse vonlades, quando ao con-
trario l lora da barra esto as verdadeiras
influencias as da poltica estranha que d
impulsoe leis ao Brasil e regula seus des-
tinos e f t que elle ice 00 seu pao de ban-
deira poltico ou delle arreie este ou ajuelle
panno esta ou aquella tr guih indo elle
com isso como o director dos signaes ape-
nas hum miseravel estipendio em quanto o
proveito fie todo pira os especuladores es-
tranhoique l de longe mando vender seus
gneros e para os que com elles inteligen-
ciados e relacionarlos sao aqu seus fiis re-
commen-ilarios.
Pobre I5ra'sil l pobre Brazil exclamei eu,
quanto s bom l CJuanlo vives engaado
qunido pensas que ascausas prmcip.es dos
leus grandes males exislem na la casa, e que
tu cuidando s 1 lu polilte* iutcruJ e
pouco ou nenhum caso fazendo d > externa, le
abalas de huma a outra extremidade do leu
COI^LiGIO PE**\M lG iM O.
ITSRIO Di OV-TISTI. 6.
CJRS3 DE GEOGRAPH\ ,
PROFKSSADO
por
Fr, Jjo Capisirano de Meo lonc.
L?nte substituto, Beroarlioi Freir de FH
gueiredo Abreu e Castro.
Abre-se de novo esta Curso no U 4a Im
Iho ikox.hj. As pess>a* que se quizerea
matricular cono alumnis, pidem dirigir-
se ao Collegio Pernatnbacan3 qia.lqerv
bar.
THEATAO.
Amanhi id Expectacub novo beneficot
do pequeo Dis -pul i de \1. K berl, aera, to-i
da f anclo composta de grande numero da
Sirtes ioip* <1 ti*ic* M-tgicas e Des-
trejas oras, e as mais surprebeodentes*'
Cnmedia o marido Zalozj. iVo fim da pega,
Vfr. Roberto aprezentar outro oovo Expoc-,
taculo, constando de um grande Baile quo
em Franca se denomina Le Ballet des Sor-
ciers em que dancaro ese multiplicars
tanto as personagens que ebegar a eacber to-,
da h bocea do Thealro.
N. li. Em codsequen-ia do estrago que oa
mininos desinquelos ten feito nos assenlos
de oilinhi da Platea superior, fica esu su-
primid i e toda ser garalmanle pela inalte-
rarel prego de i.8o.
vaslo corpo de gigante para mudares hum mi- gumas horas do meu tempo : ali, com o peo-
nisterio hum presidente de provincia hum
gobernador ue armas ou cummaniante do
exercilo em fim huma influeocii braziieira,
pensarrdo rjm eom cssa inuUanea e com esse
triumpho trazes ao leu pau hu na grande for-
tuna, e que lium jardn du rosas hu na i-
dadedeouro, vo siguir-se vicluriique
giuhastes com teus estor.oa! (fiando, qoui-
boras quando a espessa oevoa que offusca
leus olhos ser dissipada l Qumdo ? sin,
quando i Eu vou dize -lo : quando socega-
res e tiveres lempo e seieuidadede mente pa-
ra reflectir sobre os leu inleresses e provr
a elles rom sangue fri, co u meditaco e pru-
dencia sem enlhusiasmo de pahes exage-
radas e sem influencia de pnejuizos j quando
nao forea nem escravo vil tem foros uem
fer sola que leva roda de si a morte a
destruifio e o terror por toda a parte. eze-J
nove anuos j leus gasto infructuosamente a-
traz daqueile melhorame.iio daquelli chi-
menea lelicidade que no enth jaiaamo dos
primeiros .unos da la liberdade e iudepeu-
euiia pareca-te lio ficil dealcaovar e l^o
prtxima quasi a tocasaes como dedo. En-
ireUuto quantos males quaolas desordense.
desgranas, quanto sangue e quaulas mortes
nao leas lu visto succedr no curso dos anuos
sem nada vetes nada alcaucaies daquelles
bens com que contavas 1 Peusastes lu algu-
na ves a compitar a estalislica dos fados a
comparar as cousas e as pocas t a tirar del-
tas as concluses e cousequencia que delias fin-
en)? Ora pois, se te nao horroriza o aspecto do
saogue e das victimas a que j estas costuma-
do esleude a la mo e pega com teus pro-
prios dedos nos cabellos eosanguenlado das
tabecas dos sacrificados pela insania luror ,
cegueira e maldade dos despotas e lyranuos
populares da poca recente ; ajuuta-as luda
:e podes quaulas ellas sao quaulas existcm
nos campos Ue vastados as cidades e villas
\
(*) Anda que o morro do Castello nao per-
lenca aos terrenos da i." foimajo pode
ser considerado como coevo 6 lormacio do
brazil geographico pois esta nao exista se-
uodejois dus ultimsslor matci geolgicas
Avisos Diversos.
ET VI. Theard na ra Nova D. ilo ,'
defronte da Gonceico do* Militares tea a
honra da partecioar ao respeitavel publico ,j
que acaba de receber da Franca um grande
soriiment'j de chapeos de seda da benhoras
muito ricos e de todos os precos } chales da
velulo muito ricos ; Iu-js compri I is ou
belotas; I uvas de seda curtas e compridas bor-
dadas gollas muito ricis taro nem por todos
os pregos bicos muito nos bicos de liuho
verdadeiro da Franga pretos vestidos para.
bulles muito ricos e cortes de vestidos para
vizitas de cassa de seda, muito lindas II >-
res e filas de todas as qutlid >des, pan es do
iaiaru,;a e de bileii de lodas as qu ili di Jes r
e perfumaras muito bou.
fST A Barca lnglezi Science Cipito
Richard Mirman, chegada a esti p ir o to a a-,
guaob-rta-na sua ViagendeNew Yo.k Won
va HiilinJ. precisa de dmlieiro a risco s bra
o casco e carga pira bser os conferios neceas i-
rios de seguir sua viagem ; que n que r bser
este negocio poder eniender-sa com o Cipi-
to em casa de ismiili & Corioeti.ua rus da
do Trapixe Novo n l5.
KsT* Qiern liver o Di rio de Pernambuco
de i8du iVovemoro da i B i i queira leval-u
a ra d'Agoas-verdas D. J8 que ser bero.
recoaipeneado.
Mr* t'eranie o film Sar. Dr. Bastos JuU
do Civel na ra da Aurora se hade arre-
matar fiados os das da Le urna escrava.
smenlo anda quente das reflexoes que me
havio occorrido a vista das teslemunbas ma
leriaes que vj presenciar o acto di oroaco
do segundo Imperador do Bra.-il, onsignei
ao papel toda essa variedada de ideas filias
humas das outras, ligadas por hum nexo lo
natural quao singular podera elle parecer a
muita gente que lalvez veja nelleo monstro
pintorico de Horacio, Depois de haver escri-
pto ludo, eu mesmo me admiiei com hum
escupi insignificante, quil o da citada cor-
respondencia do Despertador hava podido,
de idea em idea de objecto em objecio le-
var -me la louge a coi^iieraces to varia-
das, or jocosas e triviaes ora lo serias e moga com principios de coiinba eengomma-
to alias, e a contrastes lo fortes d.j estyla a lo e um negro caiador cu i os esoraros sia
pensamentos. Eulo fiquai convencido da que
no mundo oaoralco.no no pbysico as vezes as
couzas mais extremas se tocao e a passagem
de huma e outra pode eulo ser instantnea ,
ento fiquei convencido de que nadt ha de
inasoc-ivel, iuiignificanlee estril para a ima-
,-inacodo hoinem nada de pejueno e in-
til para o poeta eo philosopho e inda to
rido de que elles nao posso tirar alguma
instrueco e longa aerie de li^Sea mui pro-
veilosas.
( Do Jornal do Commeryo.)
LOTERA DO SEV1INARI0.
Reitor do Seminario de Oliuda convida
os amantes destajogo conpra dos bilhetes
da 2, parte da 17. Lotera cujo pla
j foi publicado e as rodas an laro no cor-
rete mez dependendo o dia da concorrencia
da venda : Os bilhetes acbo-se nas casas se-
guntes Recife ra daCadoia loja de Cam-
bio do Snr. Vieira S. Antonio ra do C-
bug loja do Snr. Uandeira lioi-visla bo-
tica defro.le d. Matriz do Snr, Moreira, em
Oliuda nos quatro cantos veuda do Sur. Jo-
s JYlanoel dos Santos,
(* Em varios das dos meces de marco c
Abril o ceo eslava to claro e lo puro, que
as i boras da larde estando o sol descuber-
lo vi-33 claramente oplauea de Venus.
per ten nenies a tinada D. Mara Joze Coutiuuor
dos Santos.
sar Boga-se ao Sor. F. L. F. de vir oa
mandar a ra do CJoeim ido U. 16 pagar
os 7U000 rs. 1 que ueve a miis de J an-ios, e
seono'izer dentro em tres dias ver seu,
nome publicado por exteoco
%sr Rafael Ferreir di Cuuba mestra
alfaiate faz sciente .0 publico principal-
mente aos seus fregueses q residencia da roa Di re t a para o beco do pei-
xe frito casa D. 5 primeiro andar aondet
se aoha prompto a serv I-os com toda o asseioi
e promptido de melhor gasto pois quer
para isso se acba munido dos melbores figu-
ros ebegados uliimamente da Franca.
Of Nt dia 15 do crrente Junbo furta-,
rio da caza do abaixo assignado urna escra-
va de nome Feliaarda crioula ful. ca-
bellos bra neos na esbeca e tambem ua barba
lem a perna direila um tanto enxida, as cos-
tas com marca de re lio j est ac turnad a era
cert sitio do Arr..l, ou em trras do enge-
nbo S. Jote : roga-se a quero, a vir a mande
agarrar e lev.l-a casa de sua Sen hora na
ruado Rangel D, 5i. '
Jote Tavares Caj.'
ou vende-se urna escrava
mulata que sabe fazer todo o servico da urna
caza idade %"j annos pouco mais ou meaos :
quem precisar aun uncid ou dirija-se a ra
do Cabug loja do r. arci* junto do
5r, Joo Moreira,
A luga-se
MUTILADO
/I


tr\
IARIO J> B PERNAMBCO
.
de oura prala ou
PrecUa-se aludir um sobrado ou casa
terrea *l i4ooo, sendo en boa roa; oes la
.Tipografa.
tsr Prerisa-se e1ugir uma preta para o
fervico interno e externa de urna casa i quem
1iver mi^inrie, t "
Oj-se ioaooa ju-os com pinhores
firmas a e intento ; na
praca da Indepen lencia laja de ourves se
iir
ssr A loga se o sobrado d a KUMKl e
oo com ai m.era para estabelecimenta
Tecem -edificad a na ra Agusta lambem
sealuga olerreiro andar da cas da rus da
moeda, e venie-se um preto par muito com-
modo preco ; a tratar na ra do V gario De-
ima la.
ar A pessoa que no diario de a ? do cor-
rete annunciou querer 400,000 a premio de
par cenlo ao mei, hypothecando urna casa
terrea dirija-se a ra da Crozes D fi uo
pri sciro andar.
tsr Hofja-se por obsequio a pessoa rjue
tem recebido duas cartas viudas da Villa do
Ass para Doming Carvalbo di Costa ou
hdlal-as no crrelo ou annunciar para se
Um braco de batanea de p-sar assucar
com conxas correles de ferro e pesos de
urna a 8 arrobas; na ra da Cruz n. 57
tsr Duas escravas creoulas ou de naci ,
de idade de 1a a ai annos senda para en ge
nbo ; na ruadireita D. 2o lado do Livra-
mento.
Vendas
procurar.
WkT A Commisso Administrativa di So-
riedade Euterpna partecipa aos Snrs Sacias,
que a partida do anniversario he no dia pri-
xoeirodo mea vindouro e que pe'.os eslalu-
tos be permetido grande gU. O Sur. Dire-
ctor convoca sesso da Commisso para boje
as6 horas da tarde e convida aos Srs. So-
cios o a presentaren! as propostas de seus con-
vidados para a referida partida,
S?ar Jos" Antonio Gomes .Jnior continua
a vender no seoe-criotosio no Reci'e oa ra
da Cruz D. 1a sacas com farinha de man-
dioca muilo fin* e alva feita oa mor i beca ,
superior a de Mag oio s em qualidade
do 1 ser acabada de fazer e conducida para
esta praca mais ta-nbem na quantidade que
tem as sucas e por issa muito mais em coti-
la do que em ootra qualquer parte*
tjar Urna negra de na$o de idade de ao
annos bonita figura com abelidades na
mesma raza um retojo de sima de meta ; na
18.
Avisos Maritimos.
ganbando a vigsima parle dos premios, ca
herido na sarte dos 4 000.000 drenlos eos
mais premios em proporcio : as lajas das
Snrs Quaresma praca da Independencia ,
Victorino ra das Quurleis D a Claudio
relojoeiro ra dofttbug Caetana atierro
da boa vista n. ao em Olindi ra de
IMatbias Ferreira n.4 Suza Pinto Bai-
lar e Das & Cunba na ra da cadeia ve-
Iha e em casa do Caita na mesma ra n.
54 on le havei sempre bom sorlimeoio de
nmeros, levando urna camella gratis o com-
prador de 5.
tsr Os segointes livros novos chegados de
Lisboa ; historia de meninos para quem nao
be crimea, os dous Casemiros ou ao annos
de captiveiro man mi encyclopedico o ca-
valbeiro da morte Augusto e Gabriella ou
ftjr Na fabrica de farinha no atierro da
Boa-vista melhor farinha de Trifjo que ha
em Peroambnco, sendo das besa conhecidas
marcas n F. e x n
tsr Um magnifico Reatejo ainda no vo ,
e de excelentes *ozes contando 2i Pessas
rom 3 selindros um dos quaes s consta da
do cavallo de Brome ; na ra da Cadea velba
n. 54 no primeiro andar.
tw Os Genainos Pos Anti Belilioios e
PvrRativos de Manoel Lopes; franjas para
Tualhas urna capa de Gurguro superior
qualidade que serve para Irmandide da cha -
gas ou dos Martirios ou dos Passos urna obra
em titulada correio Braziliense composta de
13 volumes, em bom estado ludo por preco
comomdo; oa praca da Iodepeodeocia n. 11
13 ; laja de chapeos de Antonio Felippe da
Silva.
tsr Um selim com todos os seus perlences
e urna cmanna ludo para G. N. de cavada-
ria em muilo bom estado e por preco muilo
Si
RIO LE JANFIRO segu com muita bre-
vidade o Patacho Nacional Josephioa de
boa marcha quem quUer c.negar 00 ir de os elTeitos do orgulho crines dos Jesutas ,
passagem dirija-se a (1 indino Agistinho de cartas indianas Rogerio e Vctor de Sabrn,
t a r ros na pracinha do ( orpo Santo f). 67. conficio de Voltaire retalos do Marques
PARA O MARANHAO' segu viagem de Pombal quadros das principaes bandei-
rom muita brevidade por ter a maior parte de ras mais modernas Evaristo e 'I neo lora ,
>eu -ir. f-.iu.iiIo prompto o Patacho S. prova da amisade archivo ihealral efleilos
Joo forrado e pregada de cubre e de ra- da m educacio amores de doardo e Ao-
pida marcha 5 quem quiser carregar ou ir de na ou seu poder e morte, o Mosaico novo
passagem e mandar escravas dirija-se a jorml com ticas eslampas msicas para |,i-
F M. Rodrigues & Irmos ; na ra do Ira- auno e flauta, as duas amigas rivaes e ou-
piphe quina d* dos 1 nuciros n. 1a.
PARA O RIO F, JANEIRO, segu via-
gem at o fina do corrente mei, o Brigue bar-
ca Brarileiro Firmeza forado encavilh.ido ou troc-se por oro jog0 d pistolas de espo-
de cobre ede i.cbasp. pode ainda receber lela um jogo de diccionario de Moraes por
pequea porco de carga e escravas assim 11.000 e pt.pel paulado para msica de pi-
imo ainda lem lugar para 4 pssageiros ano ; em Olinda na roa de Mathias Ferreira
para os quaes tem superiores com modos t a n. 11.
tratar-se rom Antanio Francisco das Santos j tsr Taixss para engenho a loo rs. a libra,
Braga, na ra da Moeda n. i4- e serve ja a relalho n0 armazem de ferra-
P/sRA O CE ARA'o Brigue E*cuna Ri gens de Jahnston Pater & Companhia na
r>ha dos Anjos sabe com a maior brevida- ra da Madre de Dos,
depossvel por ter maior parle de ou carre-
camento promplo : quem quiser canegar ou
ir de passagem ; dirija-se a Manoel Joaquina
i'edro da Costa na iua da cadeia do Recita.
PARA O RIO E JANEIRO o Patacho
Rrasileiro Saraiva lem o seu eariegamenlo Guarda Nacional; na ra d'j Queimado D. 13.
completo e recebe escravos e passageiros
para os quaes lem oplimes cammodos ; Ira-
la-se com Antonio Francisco dos Sanios Bra-
ga na ra da moeda n. iva.
V
Leila o
tsar Que em presenca do Chanceller do
Consolado de Franca se l'ar por iiilervrnco
do Corretor Oiiveira le urna caixa contendo
a6 duzias de carneiras a variadas, emba ci-
as a bordo do navio Francez Renard non
agado oa coala de Inglaterra e reembarca-
dos de|Kiis 00 Havre a bordo do navio Fran-
ctz Casemir Lelavigue para este parto ; se-
gunda feira a8 do correte as 10 horas da
manb no armaiero de Manoel Joaqun Ro-
mos e ilva na ra da Crua.
vsr Quefaiem N O Bieber & C., por
intervenijo do Corrctor Oiiveira de um
grande sorlimeuto de lerrageos tanas e gros-
sts entre estas mollas espingardas de di-
'erenles qualidauVs, ede muitas miudesas
para feixar facturas ; quinta feira primeiro
de Jonha as 10 horas da o aoh em nonio no
seu armazem da ra da Cruz.
Compras
ajar Estraves de a ribos os sexos de idade
do 10 a ao annos, com habelidades ou sem
ellas assim romo urna ne^ra que seja moca,
e que seja boa engoocsaadei-ra e costureira, nao
se olba a preco e um preto moco bom mar-
cint-iroeu cari ina para lora da provincia ;
a tallar com Antonio Francisco dos Santos
Braga na ma da Moeda o. 14 1.
se na ra das cruces D. 5.
tsr Milho Al pista novo, o barato, gar-
rafas de viobo do porto muscatel e serve-
ja muito nova Aieite de coco muilo claro
pelo preco do de carrapato manteiga inferior
para tempeiro e muito barato eoehams e
mios Iravessas de boa qualidade, pipas vasiss
que loro de agoa-ardeote, n is 5 ponas
D a3 onde tem Ismpiio-
tsr Trez vaccas crilas a tem crias peque-
as e 1 est prxima a parir quem perten -
der dirija-se a ra da Cadeia do Recite n. 6
segundo andar e tambera tem para vender 3
travs de 47 palmos de boa qnalidade.
tsr Memoria de um ensato para se faser
um maqueoisno para com elle se fazer na-
vegar um barco sem ve!las sem remos e
sem rodas: tudo por um Peroambucano ,
Na mesma caa se vende os mesmos medica-
mentos ja annunciados por esta folha: Na bo -
tica do Mr, Joo Suares Rapozo.
WT Farinha de Mandioca de boa qualidade
e Maj recentemente chegada do R. de Janeiro
no Armazem de Jos Rodrigues Pereira &
Companhia 00 becco do capim.
OT A posse de um terreno com 100 pal-
mos de-frente todo enchuto beneficia do no
lugar d M-inguinho assim como oulro no
lugar da Passagem da Magdalena com Porto
de embarque com os mesmos palmos Uc Imito
bastantemente fundo, com arvnredos e em
lugar alto sem ser preciso atierro para se edi-
ficaren! casas ; quem os perteoder camprar
dirija-se na ra do colovello O. 2g
bk> Na botica do Snr, Joo Suares Rapo-
so Memorias de um projecto para se cons-
truir urna Forlalera por novo modelo.
%3T A loja do Atierro da Boa-vista O. 10
com as fazendas existentes e arm.co da mes-
ma a tratar na ra da Gloria O. 4J.
t> Na loja do atierro da Boa vista D, 10
se vende fa*endas muito baratas tanto em pes-
sas como a relalho para lequidaco de cen-
ias.
tsr Qoartos de caixst de Passas muito boas
e por preco cmodo ; no paleo da Carino ven-
da de Narciso Jos da Costa.
tsr O Brigue Escuoa Elvira armado em
guerra com lodosos perlences, e Bandeiras
e sigoaes, 4 pe*as 4 remos, amarra caibro r
e leva dentro i5 a 10 pessas; quemo uuizer
ver dirija-se defronte da cadeia junto a praia ;
tudo por preco cemmodo, quem o quicer com-
prar dirija-se ao botequim do theatro.
tsr Casacas de paono fino preto e de co-
res a 26000 sobre casacas de dito a s8ooo
calcas de panno preto e azul a saooo cole-
les de setim preto de flores a 5Soo dito de
\iludo preto lizo a 8000 ; oa loja de Alfaiale
los muitos livros comedias e entremezes ;
no raes da Alfandrga defronie da escadinha*
(Jm bacaoarte ptimo para pagem ,
tsr Arroz pilado lano em sacras como a
retalho por preco cmodo : na pracinha do
Livraicenlo venda D. a5.
tsr Hum Espelhonovoe mais duas far-
das de panno fino urna nova que serve para
Urna grande casa cura soio porto ,
quintal, cacimba 8 quartos na ra do
l''gundes ; a tratar na ra direita sobrado
largo defionte do beco da renha ou na ra
do Colegio loja de relojoeiro,
tsr Sacas com farinha do Rio de Janeiro ,
assim como de Soruy e Mag superior a da
Voriheca ci.egada recentenieule-, no arma-
zem de Antonio Francisco dos Santos Braga
na ra da noeda o i4?>
tsr Tinta preta para escrever de supe-
rior qualidade a $00 rs. a garrafa ; na roa da
cadeia velba na aula de prixeiras letras.
Urna pela meca de bonita figura la- o aterro da boa-visla D. 17.
a pcrfeilaeaenle de sabo boa engomma-
dt ira co/inha e rose ; na roa de agoas
verdes passando o beco que va i para a roa de
Hortas no segundo sobrado no segundo andar.
ajar Urna negra do gentio de angola de
dfcde de 20 anoos de bnoila figura corinha
0 diario de urna casa lava de sabio e com
principios de engommado e duas pipas rom
agoa ardenle de .0 a al grao e 7 sacas com
farinha do Rio de Janeiro a 45oo ; oa ra
estreita do Rozario \). ti.
tar Canoas de todos os tamanhos pro-
pina para abrir muito em conta ; na ra do
Queimtdo loja de 3 poitas defronie do beco
da Coogrega$o.
tsr Urna preta de angola de idade de 3o
annos ; boa lavadeira ; na praca da boa vista
D. i(3.
%iz Um sitio bstanle grande em beberi-
be debaixo com casa muitos arvoredo di
1 rucio e bom terreno para planlacoeos, nit
pela toa qualidade eomo pelo muito lem-
po que est em descanco -, nesla Tipografa
vida noticias delle ; 8upoem-serquetenha idrlf
para o matto ; roga-se aos capities de campo
hajo d" o procurar e agrralo e lvalo a,
casa do sobredito no forte do Mallos, ou a ca-'
sa de Francisco Rodrigues da Crut; na ra
dos Quarleis que serio bem recompensadas,
sasr Em 3i de Janeiro do corrente anno,
fugio de bordo da Brigue Coostante um
negro anda bucal, de nme Pedro na^io
Rebolo que representa ter de idade 14 a ff
annos cor bem rela altoe cheia do car-
pa, e de bonita figura tem urna dis orelhas
furadas para brinca custutea beber o qm
Ihe produz grande alegra quem o aprender
e levar na ra do Am >rim em casa de Macha-
do & Santas, receber ioa,o>o!pela aprebeo-
ca e mais urna gratifica io de seu trabalho.
t^9> Fugio a a anoos pouco mais ou me-
nos da ra das Flores O. 5 do obaixa es-
signado, urna preta de genlia, de nome \n.
na com o* sigoaes seguales : delgida do
corpa altura regular esaalmada dos pel-
los atrapalbada da ling'ua nio muita re-
lila da cor o maior sigoal ter o dedo m-
nimo do pe* direito mei o torio para o mestq j
lado direita ; direm estar occultamenle ser-
vinda em certa caza fora do Rejife i o mesma
abaixo assignada adverle a essa pessoa ( se
assim ) uzar dos meios que Ihe faculta a lei ;
ficando a mesan pessot respaisivel pela ditt
preta e das de servico ; assim como peda'
aos Capities de campo, a aprelieucii da
referida preta pois generosamente ser re-
compensado do seu trabalno.
Manoel Alves da Cruz.
Moviiueiito NAVIOS ENTRADOS NO DIA ao.
Deis queraos possaoles para carga ; e
um cavallo de estribara assa cor de rosa ,
gordo, fazendo a ultima muda} dirija-se a
ra Augusta casa coofionte o beco do Peixoto;
que ebi os ver eajustar.
tsr l adeiras de balaoco ditas de assen-
lo de palh.nha americanas ditas de assento
de pao camas de veolo de amarelo muito
bem leitss a 45oo ditas de pinbo a 35oo ,
pinho da Suecia com 3 polegadas de grossura,
e di lo serrado ; em casa de J. Berauger na
tua da Florentina.
-ufecrsivu
I< ii idos
lar No dia H de Marco dt-zapareceo do po-
der de Francisco Severiano Rabel lo um es-
cravo por nove Domingos reprezenta ler de
idade ao a 24 annos pouca ou nenbuma
baiba estatura alta, cor fulla olbosgran-
des e ebogalhados he muilo bem parecido ,
lem cicnii/es uas peinas logo cima do lomo-
icllo, e tulla qu narece creoulo : tem officio .
decanoeiro e como al agora nao leoha ha- RELlFfc NA i Y t. OS .Vi. F. DE F. 1&41
Rio de Janeiro 10 din Patacho Rrasilei-
ro Bom Amigo de 175 tonel. Cap. An-
tonio Joaquina Fernandes equip. la, car-
ga carne e farinha de mandioca ; a Gaudi-
no de Barros.
Dilo ; 7 das Patacho de Guerra Brasileiro
Patagooia Commandante o l. Pnente
Antonio Xavier .de. Noronba Tarrezio ,
tras 33 presos.
Diro ; 34 das Brigue Brasileiro Relmpa-
go de 165 tonel. Cap. Jos Antonio de
Carvalbo. eiuip. ,4, >'* farinha do
mandioca ; a Joaqun Baptiza Morei ra.
Nova Hjllanda ; 70 dias Barca Ingle?a In-
demnityde 3o5 tone!.. Cap. Johns Ro-
berts equip. 15 carga lia ; ao dito Ca-
pilo, ptssa^eiros 9
ENTRADOS NO DIA ai.
S Catbarioa ; 24 dias Patacho Brasileiro
Quatro de Maio de 133 tonel. Cap. Jos
Ignacio Pimenta equip. 9 carga farinha
de mandioca ; a Joaquim Gaotalves Fer-
reira.
SABIDOS NO ME5MO DIA.
Rio de Janeiro ; Sumaca Brasileira Nova Sa-
ciedade Cap. Jos Gonsalves Camaclio ,
carga di Itrenles gneros.
Trieste; Brigue Sueco Albion Cap. N.'
Srendstoo carga assucar.
Porto Brigue Porluguez Mam Feliz Cap.
Antonio Luic Gomes carga assucar.
Angola ; Barca Brasileira Ermelioa Cap.
Joaquim Antonio de Carvalbo Coulinho ,
carga varios gneros.
DITAS DO DIA aa
Rio de Janeiro; Patacho Brasileiro Correio
do Brasil Cap. Domingos Jos Caetano,
conduz tropa.
Dilo; Brigue Brasileiro S. Joo Baplista, Cap
Joo Gonsalves da Rocha conduz tropa.
Dito ; Patacho Brasileiro Pelicano Cap.
David Carie conduz tropa.
Dito 1 comboiando a expedicia Brigue Es-
cuna de Guerra Brasileiro Gararapes,
Commandante o i. Teneole Jos Segun-
dino Gomensoro.
Rio de Janeiro rom escalh pela a Babia o Va-
por Rrazi'eiro Flominense Commandante
o Capito Teneole Antonio Francisco Pe-
reira.
Londres Barca Ingle/.* Imdemnity, Capita
John Roben com a mesma carga que
trouxe.
ENTRADOS NO DI \ 3.
Santos ; i5 dias Galila Hollandeca Stao-
frils de 358 tonel. Capillo Frederii k Fe-
ckts equip. 11, carga laetro; a Schramm
SAHIDO NO MES VIO DU
Londres 1 Barca Ingteza Eagle Capito S.
Bruckey com a mesma carga que trouxe.
OI3SERV.-C0ENS
Sabio e fuudiou no lameu-o para acabar do
carregar a Barca Ingleza Izabelia.


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