Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03812


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Full Text
A no de 1841. Quinta Feir

Tudo ajera depende de nds nceme*; da nona, prudencia, modera-
eSo, e energa : continuemos como principiamos, c seremos apontadoi
cose aduuraco entre ai Macoca man cuitas.
Proelaraaeo da Asiemblea Geral do Brasil,;

Snbsereve-se para ceta (alba a 3/ooa por croarte! pagos adiantado*
netta Typorrera ra del Gruaca 0.3, c na Praea da Independen-
cia, n. >- c 38, onde ac recehem eorrcepondeneiaa legalitadas c an-
nunctos, insiriado-se catee gratis; sendo dos proprios auignantes, e
indo asagOadot.
PARTIDAS DOS COBREOS TERRESTRES*
Odada da Parahifac e Villas da cu prcteneio i .
Dita do Rio Grande do Norte, c Villas dem. .
Dita da ForUleaa c Villas Idcnt.........
Cidade de Goianna ........... .....
Cidade de Oiinda.................
Villa deS. Anta.................
Dita de Garanhun e Povoeeo do Bonita ,
Ditas do Cabo, Sarinhaem, Rio Fornceo, c Porto
Cidade daa Alagoaa o da Macean..... .
Villa de Pjjn de Floree................
IWai ot Cwrtiot pau-fem mo mtio dio.
27 de Maio. Nm. 114.

Calvo
a
Se*. S*aUf3fchMs
Todo* os diasi
. Quintas fciraa.
lo, e a4 da cada asea
i, ii, c ai dito dito
, dem team
dem 13, dito dito
PBASES DA LOA NO MEaVDB M.VIO.
Loa Caea l-asnh.e
Loa Cs*ia '* n h.e it na.da
Quart.aiing. a i3-as i h. .153 m. da tord.
Loa Nova no-' 9 h. e ae na. da -tard.
QuarU.arcas. ij < O h. e 7 na. da nua.
Mart tkein para o dia 17 de Diaio.
As ia horas c 6 minutos da tarde.
As 10 horas o 3e minutos da manh.
CAMBIOS. pTiao *<5.
Londres.;;.*.-. 3i d. por ifeoo col.
Lisboa......80 por o\<\ pre-ak po; metal olerecito.
Franca......31a res por franco. (. m. Venda.
OUKO- Mocdade6|4oo res, velbas !4*5oo l#7oo
Ditas u ., n i44oo ti6oo
.. Ditas de jooo res, ffioo 8#4oo
PRATA Paiacoaa Braeileiros 4 ,1580 i|Coo
PesosGolumnarios ---,- ijJSj irapo
Ditos Mexicanos --...- ifyjo iJ5'Jo
MiuJa. ............f#4 Disc. de bilb. da Alfandega 1 i|8 por loo ao met. I ojo
trican- de letras de b3SS Armas \ 1 ip a 1 m4
Moa Ja de cobre 1 por 100 de d)so. ao par
ScduUs de pequeo valor l|i o|0 a 1 o|0
das da semana.
94 Segunda S. Afra M. Auliencia do iui. de Dirtito da 1; rara.'
aS Terca S. Gregori) 7. P. del. e audiencia do Juis de Direito da 1
vara.
a6 QuarU 3. Feliupe Neri Fandndor. Aud. do Juir le D. da 3. van.;
Y] Quinta S. Joo P. SI. Auliencia do Juiid de D.reilo da a. v ra.
a8 Sexta S. Germano B. .. Auliencia <1 J>n 1 A>. Ja 1. v.
SJ8J Sabbado S. M.ximi.uo O. IVeiUviu >. > '
da 3 vara.
3o Donaingj Pascja do Espirito S.vato.
aa t)
VmJR
RIO DE JANEIRO
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS SNRS. SENADORES.
Sesso em de Maio de if?4i.
Presidencia do Sur. conde de Valenca;
Reunido numero sofBciente de Snrs cena-
dores, abre-se a sessslo, e lida a acta da ante-
rior he approvada.
O 8nr. primeiro secretario d conta do se-
gointe expediente.
llum oficio do 3nr. senador Miguel Cal-
mon da Pin e Almeida partecipando que
S. M. o Imperador faouve por bera por de-
cretode s3 demarco ultimo n ornea-lo mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da
fa senda;
Outro do primeiro secretario da cmara dos
Snrs. depotados partecipando que fci sanc-
conada a resoluco da assemblea geral legis-
lativa que approva a penso concedida a L)
Dt'lfma Maria do Nascimento.
Quatro representacoes da assemblea da
provincia de Minas Ger&es a saber : 1. fa-
zendo ver as ilegalidades que tem havido na
uomeacio e remeci de alguna juises de di-
reito da mesma provincia; a* expondo os
acontecimentos que tivero lugar na villa do
Arax; 3, pedindo providencias que remo-
vi os males que soffrem os mineiros na e x-
portaco dos gados desta para a provincia do
Rio de Janeiro*, e 4* expondo as iilegadades
com que Torio feitas as ultimas eleices na-
quella provincia.
Sao remettidas : a primeira commissSes
de legislacfo e assembleas proviociaes, a se-
gunda a de Ifgislacio ; a terceira de fa-
zenda e commercio e a quarta de cons-
tituicio.
Sao lidos e approvados os dous aegaintes
pareceres.
A commissio da mesa eiaminou bum oficio
da cmara municipal da villla de Baturit ,
de 1 de outubro de 1840 e outro da cmara
municipal da villa da Granja de 7 do mesmo
mea, e echando que os ditos oficios con tem
ipresses orTemivs de bum membro desta
casa e pouco decorosas para sereno prsenles
ao senado por sua phrases descommedidat,
he de parecer que nao sejo tomados em con-
aiderecao.
Pa^o do senado, em j de maio de 1841.
- Coude de Valenca, preaidenle Antonio
Augusto iVIonteiro de Barros C. S. de Mel-
lo Maitos Francisco Carneiro de Campos, a
Francisco de Sousa Paraso.
A commiaio de marinba e guerra, para
poder interpor o seo parecer sobre o requeri-
menso dos lentes de academia da marinba,
julga neceasarioqueogoverno seje ouvido so-
bre a materia.
Paco do senado, 6de maio de 841.
Jos Saturnino da Costa Pereira Conde do
Lages Francisco de Lima e Silva.
O Snr. visconde de S, Leopoldo aprsenla
o seguate projecto de resposU a talla do
throoa.
Senbor O senado reconhecido a subida
consideraco pela qual V. M. I. mandn de-
ler ir o acto sollemne da sua sagraco para o
lempo da actual sesso legislativa, suspira por
isse dia de, gloria em que ratifique os vo-
tos de sua lealdade ante o throno constitucio-
lat.
Elle ouvio com prazer que continuavio as cao do Algodo a sentinella que a guara
relacoes de amisade e boa inteligencia entre, da Alfand'ga devia fjrr.ecer e em resposta
o imperio e as potenciasestrangeiras eslea- j cabe-mediser a V. Ex, que examinando os
das em recprocos interesses, com dignidade d* roteiros destas daas guardas notei que a do
coroa, cssim como que de todas ellas recebera consulado, nao leve com effeito naquelle da
V. M. I. as felicitacoes msis lisongeiras por sentinella a porta da Repartilo ; por quanto
haver assumdi o exercico dos poderes deveado ser a guarda de seis homens como es-
que a constituico Ibe confere. t detalhado para conservar eTectivamente
Nao era possivel quedeixasse de pungir o duas sentinelbs unai as armas em fren-
paternal coracio de V. M I. a prolongacio te da casa que serve de quartel, oulra na
da guerra civil que anda flagella a provincia
de S. Pedro do Rio Grande do Sul t mas os
Jieis brasileiros, connados no desvelado amor
com que V. M. I. cuida do aeu maior bem
social, esperancio que pelas enrgicas e e-
ficases medidas do governo mediante sobre
tudo a proteccio divina, nio estar muito ar-
redado o termo de (2o desastrada luta. O se-
nado espera anc'aso as informacoes das outras
Penelas.
A coadjuvacSo de '"im conselho de estad0)
que sej consultado em os negocios graves com
especia lid a de noa qUe forem concernente9 ao
exercico do poder moderador, ha huma ne-
cecidade geralmente sentida.
Leia sobre elciees sobre melboramento
"* legislaco criminal e do processo, das fi -
naneas, da organsacio da guarda nacional,
e para introduccio de bracos uteis, s5o de re-
conhecida influencia para a prosperidade e
bom rgimen dos povos. O senado protesta
empregar quanto em si couber para satisfaser
objeelos de tamanha importancia*
A solicitudeque V. M. I. manifest pela
sorle de seos Seis subditos que no exereito e
na armada expjom sais vidas em defesi do
estado be ja bum galardo ; dignos sao elles
de toda a recompenca pela Grme adheslo ao
systema constitucional, pehs mais duras pro-
vas de constancia nos perigos por cumulo
de sacrificios.
Senhor 1 O senado aguarda os relatnos
dos ministros e secretarios de estado pira ap-
proveitar os froclos da experiencia que d a
administradlo, e cooperar ento com pleno
conhecimento, ou para prover as necessida-
des ou para remover osestorvos que estan-
quera a progressiva prosperidade do imperio.
- Visconde deS. Leopoldo Alves Branco -
Marques de Barbatena.
Fica sobre a mesa e manda-se imprimir na
folba da caso.
Ordem do dia
Approva-se em terceira discusslo a reso-
Ingio que concede a casa da residencia dos
intendentes do ouro para estabelecimento
de unta sasa de caridade.
Os Snr. presidente convida os Snrs. sena-
dores a oceupar-se em trabalbos decommis-
sOes e d para ordem do dia seguinte os
mesmos trabalhos.
Levanta-se a sesso as 11 horas e meia.
PERNA MBGO.
porta da reparticio, apenas tres soldados cam-
poserao a guarda e s urna sentinella hou-
ve, a das armas, Em respeilo porem a senti-
nella da Inspeccio do Algodio que devia
ser fornecida peta guarda da Atfandega,
houve de certo relaxigo e segunda a bora
em que fui rondada a guarda devia ser
a seutinella feita pelo soldada Nicolao Cirilo
da quina Companbia do terceiro B itallio da
Guarda Nacional deste Municipio, sobre
quem de ve recahir a pu&ico.
Tendo pois respondido sobre a falta, passo
a iractar la punico. A Guarda Nacional a
aervico da goarnicio, nfio esta* sugeita ao
Regulamento de linha, e nem mesmo est a
meo alcance pnnir as faltas commettidas
durante as 34 horas de servico ; ellas sao cor-
rigidasem virtude da lei de 18 de Agosto da
ib3i e posteriores cajprindo-me nica-
mente, levar taes faltas ao conbecimente di
Aothondade respectiva para executar o que
as mesoias Leis tem proscripto.
IVIuitas veses vem incompleta para a Pa-
rada a gente pedida para as diferentes guar-
das e isso quase sempre se verifica quan-
de nSoentra de servico o s gundo Batalho;
estas faltas e as que commeltem os soldados
durante os servico das guardas, tem sido por
mim directamente partecipadas ao Comman-
danle Superior : o que nao obstante ellas con-
tinuio a aparecer.
A V. Ex. pois toca remediar o mal, tanto
quanto possivel as circunstancias actaaes,
procedeodo a respeito da falta commettida
pelo soldado Cirilo, como entender em vis-
ta da participa cao do Prefeito e dos rotea-
ros que envi.
Dos Guarde a V. Ex Quartel do Cam-
inando das Armas de Pernambuco 17 de Maio
de 841 Illm. e Exm, Snr. Manoel de
Sonsa Teixeira Presidente da Provincia -
Antonio Pedro de S Barretto Commaa-
daote das Armas.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., eoviando-
Ibe informando o requerimento do Major da
Meliciss Francisco Josa de Mello, que a S.
M. o Imperador supplicava tres meses de li-
_____... r>__.l.:.....u:.. .. vi-o
pacagem para o esqusdro o sold-.do PlwaCtSfO
Dellino da Conceicio
Difa Ao Commandante interino do Es-
qnadrio autborisando o a receber com pas-
sagm o soldido mencionado na preceden!j
portara.
ERRATAS.
O expedientado 12 inserto no diario de
ai de 14 at o oficio dirigido ti
Prefeito de NVireth e da hi por diinte to-
do o expediente pertence aodit i5. Naoffi-
cio enderezado ao Exm. Ministro di Guerra,
em vez de exp^sico leia-se eipresiio -
No que foi dirigido ao Majo: Reg Barros, a
assi^natura deve entender-se de Antonio Pe-
dro de S Barretto, e nio d Francisco Pcidro.
Diversas Repartieres
. -i 1 .
OBRASIPBLICAS.
Em observancia ns ordens d j Exm Snr.
Preaidenle da Pr jviucia pe-se aai pra^a 09
reparos da nova estrada do Pao do Alho ,
desde a sua embocadura no Urg> da Ylagda-
lena at a travesa do Caldeireiro avallados
em Rs. 3;5koU44*
As peasoas que se propoyerem a arrematar
os ditos reparo. sao convidadas cjm-.are-
cerem devidamente bal>ilad' d fiadores i
dneos em os das t, 3 o 4 1- 'ur.r> or
ximo vindoaro nests Repart o.-idu ter
lugar a arremata^o nos referiu3i diis e w
acba patentes a respectiva ddscrico orna-
mento da obra e condigGes d > contracto.
Inspeccio djs Obras Publicas ai de .Valo
da 1841.
Moraes Ancora;
Pela Administracfo Fiscal das obras pu-
blicas se avisa a todas as pessoas, que rece-
berio encomenda das madeiras para o concer-
t da ponte do Recife, e a qu es quer outras
pessoas que quiserem aprontar ditas madeiras,
que aquellas que vierem at o dia 5o de Ju-
nho prximo vindouro nio s serio media-
tamente pagas, para o que o Exm. Snr.
Presidente tem dado as necessarias providen-
cias ; como tambem serio pagas com a5 par
rento sobre os pregas porque se comprarlo
ltimamente as que forio precisas para
acabamento d* ponte da Boa-vista : isto ha
as lindas e estivas ; e osesteios serio pagos
COMMAHDO DAS ARUAS.
Expediente do dia 17 do correte.
[Ilm. e Exm. Snr. Tenbo presente o of-
a 45Uooo ; tendo si Jo pagos a \oU reis os
que se comprario para a sobrediu ponte da
Boa vista cotn a condigio pji-em que aquel-
la pessoa que trocer 4 estivas dever traser ote
urna linha, ou um esteio sera oque nio
cenca para ir a Cortebeijar as Mos ao Mes- se lbecomprario as estivas que vieran se
mo Augusto Snr. ser eompanbadas de algum dos pao3 grossos j
Drto Ao mesmo Exm. Senbor, requisi- > que nio suceder a quena troucer tio so-
tando-tbe o concert de dous caldeirdas do' mente os paos grossos
rancho do deposito.
Dito Ao Commandante interino do De-
posito, disendo-lhe em resposta ao seo ofi-
cio fie hontem que poda remelter para o
Arsenal de Guerra a fin de serena estanha-
(Jcs os dous calderdes do rancho.
Dito Ao Commandante interino do !Ss-
quadra, disendo-llie q'ie se nao tendo ve-
AdministraciojFiscal das obras publici ->6
de Maio de 1841* Moara, Adminio..
Fiscal,
PREFEI1URA.
Parlo do dia 26 d> car.u 1.
Illm. eEs-n. Se. Partici o V. F-
que. en virtnds de denuncia l noUteaa
ficioque V. Ex. em data de hontem me di- ri fie a do a desercio do ooldado Antonio do varejaro Patacho Santa Anlbfjxb', sjto ia
rigi, scientificando-me deque o Preleito da Assumpcio, por ter sido preso antes de com- Mos^ueiro e tirar d'e'; u a trevo es: -
Comarca rendando no dia 16 o Bairro do plelar-se os oilo das de ausencia, devia T0 d'An^elo francisco Carneiro, que> i:uj.
Recife pelas nove horas e tres qnartos da noi- proceder com elle, de conformidade com Va furia lo eo:culto no dito Patacho o
_______t.._.___j?___s____.._ ,. ..!...___a___j >k.:iJ. .qs I.I..I > ___ .__j.______________.____..
te, encontrara em bastante rtlaxaco as guar-
das do Consulado e Alfandega, nio exiatinda
a sentinella que devia estar a porta da re-
partido do Consulado, e (altando na Inapec-
a ordeuanca de 9 d' Abril de ito, titula a., que tendo o mesmo preto as aieri^na-
artigo 1. jcoens, i qua procedeo esta Prefeitura ii-
Portaria Ao Commandante interino de dicado a Francisco Candido Pralicaote do
Deposito mandando excluir com guia de dito Patacho como >ea seductor e conduc-


-*
b I ARI O DE PERNAMBGO
rv
m
or
o f,z capturar assim como a Jos mandarao fajer a presente em que assigoaraS.
Pimenta, Mestre, e Francisco Das! Fu Fulgencio Infante d'Aveoquerque e Mello
Pimenta Cootra-Meslre do refJerido Pa- Sacrelario a escrevi.
lacho por se reharta comprehendidos no
mesmo crime cu jos presos fiz hontem mes-
no recolher Cadeia a dispoatco do Juu
da i.* VaradoCrime por se le r contra el -
les procedido nos termos da Lei.
participo muisque hontem rondando eu
pelas dez horas e tre quartos da ^ite em
o Bairro de S. Frei Pedro Gonsalves e
passando junto cara do Consulado obser-
ve! oue a porta principal di scha-
la sem sentinella e u'estas circunslan-
cias ordenei Patrulha de Volicia d aquel-
,e Ptstriclo que <;irasse por all al a meia
noite e queousesmo pralicat.se at o ama-
nhecer a Pe*ruina que a bouvesse de subs-
tituir.
Eix o que ocoorreo.
CoRREIO.
j Priguo JNarional Paquete de Pernam-
uueo de ue he Capitn Leopoldo Jos
me I-u.ro sai para Lisboa no dia 3
lio t ter a malla na vespora ao meio
Cav
dt
da.
AN NUNCIO.
O Administrador da Meza de Rendas Ge-
raes internas lembra aos Srs. Negociantes ,
Mercadotesde reulho, Secretarios de Cma-
ras 1j mandados Conranas Oidens 3s. ,
o Vigarios que o prazo dos i dias marca-
dos para o arrecada^o da Taxa do Sello de
todos os Li?ros Diarios Mestre dos Nego-
ciantes e Mercadores ; dos de Notas dos Ta-
bellies de Baptismos Caza id en ios, e O-
bitos dss Freguezias ; os dos trabalhos das
Cmaras das Ondeos 3s. Contrarias e
Jrnanuedes, finaliza-* no ultimo do corren-
icjntz ; e que rindo o dito prazo proceder na
coulortoidade dos arts< l. e a. do Al vara de
jjdeJuuho de 1809, acceilsndo todas as
denuncias que apparecerem conforme os ci-
tados arligos 5 cujo pagamento da Taxa se
deve enteniier desde a data daquelle Airar
m diente. Recebedoria de Rendas Geraes
internas a5 de Maio de 1841
Francisco Xavier Cavatcanli de Albuqurque.
CMARA MUNICIPAL DACIADEDO
RLC1FE.
Sessiu de 17 de Abril.
Presidencia co Sor. Barros.
Cctur .ncero os Sars, Meiio Cavalcante ,
Cintre. Cesta Momeiro, Mtmede, eOlivei-
ra; faltando cem causa participada os mais
Srs.
A berta a sesso e lida a acta da anteceden-
te foi approvada.
O Secretario dando conta do expediente
mancionou os seguinles ofliios :
Um do Exm. Presidente da Provincia or-
denando em ronformidade da resoluco da
Astemblea Legislativa Provincial, que esta
Cmara houvt sse de expedir os respectivos
Diplomas dois Membros Supplenles da mes-
Ka Asseoblea a fina de servir,u na presan-
te Stssao ; que se expedissem os Diplomas aos
Supplentes cbamaudo-se os mais prximos,
i-m quanlo nao chegao os que se adiad lora
da Comarca.
Oulro do Pnfeilo desta Comarca partici-
pando que por engao forau qualificados
Jurados no prsenle anuo Joo Heurique da
Mlva Cuimaica, Jos Loj.cs t'Albuquerque,
t o Conego Anionio da Cunba Mello e Cas-
tro ; cu,os individuos livia sido elimina-
dos} o prmeiro por ser poituguez, o se-
cundo (jr ser de ciescida idaue, t valetudi-
nario; : 'rada.
C utr .0 Ju. de Liireilo iuteiino da 1.
, iu .n-e marcando o da 1. de Maio
fuxinjo tuturo para le- pnncipio ai. Sesio
..iii t do -rado -tste piesenle anuo:
mu. ; bi i;do-se ..reseule o Dr. Pro-
n.t ic ,< tea menta uoa o Juiados que
uv-. toi .por 1. tetrao oidinaria e re-
o.viu' manara que tus^m publicados por
Editaes -tomes do ante idos, e que se i
ittit: ludo o Ulitis que em tac casos se pra'.i-
Cutio do Procurador remetiendo por es-
cripia u piuiao to Advugado tiesta Cuuiara a
retpcitu tos lequeiiSLeutos dos Cirurgids
ueiitisias : inteirada.
Oulro do Fiscal deste Bairro remetiendo a
icUjo tas 1 essoas muludas uo n.ez de Mar-
io iicxio-u pascado ; tujas mulus imporlara
j.a quanlia lie ^L'eoo nao se acnando a-
ji ta luto os iepetitvcs ltiu.os pelos emba-
alos t que ja a tta Cmara bata represen-
tado > intur.ua.
Jjttpktt.Hifc-a* aigun* reqeerircenios.
Barros Pro Presidente MeltoCivalcao-
l Costa Munteiro Cintra Mamede -
e Oliveia.
CMARA MQNICIPVL DACIDVDliDE
0L1N.DA.
Primeira Sesso Ordinaria em 7 de Ja-
neiro de t4-
Prezidencia do Sr. Guedes.
Foi aberta a Sesso fStattdo presentes o
Srs. Vereadores Paula Leao Liage Jnior
Passos, Padre Perera Christo Leal ,
Teixeira:
O Prezidente propox que esta Sesiao era
para a nomeaco dos ootos Embregado* que
dpvia servir no presente quatriennio e loi
nomeado Procurador o Sr. Antonia Nunes de
Mello. Passando-se a nomear os FiscaOs das
Freguezias eCa pellas Curadas, siiira na-
meados para a Freguetia da S o actual Ma-
noel Jos Ferreira do Nascimento e seu su-
plente Joo NicoljGjmes da Molla, para
a Fregueria de S. Pedro Martyr Antonio
Manoei Lobo e o seu suplente Manoal Nu-
nes de Mello, para a Freguezia de Maran-
guape Francisco Profiri Alves e o suplen'.e
Jos Soares de Albuquerque para a Fiial
de Bebiribe Belarmino Pirmino Bezerra de
Mello, e o seu suplente Ignacio Pereira da
Cunha para a do Poco Auionia Aires Vel-
loso Jnior. Deliberou a Cmara que se of-
ficiasse aos nomeados para cumpa recereal na
primeira Sesso e preslarem o juramento do
estilo. Foi nomeado porteiro Antonio mr-
tins de Maraes, e os dois Ajudantes Felis Jo-
s do Bomfim e Bernardo Cesar de Millo.
Deliberou a Cmara que a vista da Lei do
1. de Outubro de 18a8 que lfae d as altri -
bui^oes de marcar os ordenados dos seos lm
pregados passou a marcar da maneira se-
guinte; que os Fiscats da Freguezia de S,
pedio e da S ficariad coui os mesmos orde-
nados de rioU cada hum que o rorteiro fi-
caria elevado o seu ordenado a aooojo reis ,
eosseus ajudantes a nuil cada hum nao
podendo o actual pjrleiro e seus ajudantes
cobrarem o augmento de seus ordenados sem
que pri'neiro obteuhad da Assemblea provin-
cial a sua approva^o. Foi nomeado Fiscal
para a Capella Curada de Miranuape Luis
Alves Ferreira t e seu suplente Jo Antonio
de Souza.
Dada a hora o Sr. presidenta levanlou a
Sesso de que para consttr fis a presente A>
la em que assignara5. EuJoij paulo Fer-
reira Secretario a escrevi.
Guedes prndente Leal L age Jnior
- Padre Pereira Passos Teixeira Paula
Leo.
EDITAL.
O Dr. Casimiro Jos de Moraes Sarment ,
Juiz de Direilo interino da primeira Vara
do Crime, e Presidite do Tiibunal dos
Jurados na primeira ses-j odinariade 5
de Maio do correle anuo nesta Cidade
do Recife de Pernambuco por S. .VI. I e C
que Dos Guarde etc. ele,
Faco saber que dentre os Srs Juizes da
Fado que servira na pri i.eira sesso ordi-
naria dos Jurados nesle correte auno fora
maisassiduos os Srs. Doutores Casemiro de
Sena Madureira Jos Bernardo Galvo Al-
canforado Felippe Lopes Neto, Joo de
Sousa litis os Padres Jos Leite Pita O.ti-
gueira e V cente Pereira da Silva Guima-
res e Joaquim Canuto de Figueir.'do,
Thomaz de Aquino Fouceca Jos L)io,;o da
Silva liento Jos Alves Marcoliuo Gou-
calves da Silva Manoei Joaquim Carneiro
Leal, Jo i AiTonso Ferreira, Joaqui a fran-
cisco Bastos Anselmo Jo^ ferreira Fran-
cisco da Sil^a Boa-Vista Jos Maxado Frei-
r Pereira da Silva, rrancis o Sim&es da Sil-
va Francisco Antonio Ue Souza Caelano
de Mitauda Castro, Major Manoei Bezerra
do Valle Joo Antonio Villa Secca Jo
Narti/o Camtlio Capilao J llibt iro Padi-
Iha Antonio da Silva Gusmo, Lucio Can-
dido Pereira de Carvalho Luiz de Franca
Mello Jnior Antonio Muniz Pereira Au-
topio Viiissimo da Silva Pimentel Jjs Al-
ves da Silva Rangel Ignacio Toienliuo de
Figuertoo Lima, Silvano Alves RoJrigues ,
Mancel Pelippe da Fonceca Barti;olomeo
Franiisco de Souza Manoei Florencio Alves
de Moraes Joaquim Claudio Monteiro Jo-
sa Alaria Freir Gameiro Gustavj Jo. do
llego Dr. Simplicio Antonio Mavigmer,
Joao pacbero de (^ueiroga J-jsa ioucalves
iones .ijcio Antonio Borges Jos An-
tonia Alma Jo. fisteve Viaima Jjo Alo-
E para constar mandei fazer o presente em
virtude do Artigo duzeiltos e oitoeseisdo C-
digo do Prooesso Criminal e publicar pelo
Diario de Pernambuco. E eu Felippe Beni-
cio Cavalcanti de Albavuerque Escrivo es-
crevi.
Dr. Casimiro Josa de Maraes Sarment.
EDITAL.
Felis Biserra de Mello LeitiOj Fiscal do
Bairro de S. Frei Pedro Gonsalves do Re-
cife etc.
Pelo presente freo saber aos habitantes do
referido Bairro aos quaes a Postura Muui-
cipal imp6es a dbrigacio de mandar vsrrer
ra, a traser.com aceio e Umps* afrente do
seo estabelecimento ou moradia que o de-
verofaser to restrictamente como a meema
pistora o ordena assim como mandarao
condusir 110 me3mo acto olixo. en varre-
duras para os lugares a esse fim designados ,
adrertindoaosque o conduzirem que lancem
dentro d'agoa ; os que nao comprirem a
determioaces da referida Postura, sero se-
veramente puniJ s co as penas ali esta-
belecidas : oulro sim que as pretas quitan-
deiras sedevero dirigir para os lugares mar-
cados em que podero fagersua praca, sen-
do o areial, comprehendido entre o ardo do
Snr. Bom Jeius e a Intendencia designa-
do pira as que vendem hortaiiea, fructa. e
oulras especies de comisliveis e an p do
arco daConceico para as que vendem doces
secoi : as que fora dos seos respectiv js luga-
res (urem adiadas, serio punidas ni confor-
midade do 3. do TiuIj i9 das posturas ; e
para que chegue ao conhecime nto de quem
convier, mandei publicar o presente que vai
por mioa assignado. R-cil a5 de Maio de
'84'.
Felis Biserra de Mello Leitj.
CONSULADO DE FRANg,
Avisa o abaixo assignado que o Consulado
de Franca se acba transferido para a roa da
Cruz N. 9 e que a Chancellara do mesmo
Consulado ser aberta lodos os dtas uleis das
nove horas da msuh al as duas da tarde.
Pernambuco a5 de Maio de 1841.
O Gerente do Consulado de Frange
L. A. Baudoux.
Correspondencias.
Srs. Redactores.
Grato aos nohres sentimentos que a meu
respeito os anima, e q'por Vms. fora tio ex-
plcitamente emittidos pelo Diario u. oq cum
pre-me, para q' nio pense alguem.que a a ni -
zade enoa verdade Ibes dirigi a pennt ,
re setter estes documentos que sao una n-
formajo dirigida pe.lo Inspector d'Alfan-
dega e urna representacao do Corpo do
Commeroio. Delles ver o Publico. que
Vms. nada mais fueran que ser a meu he-
icli'-io os orgios de quanlo hio dito aquelles,
que esto na preciso de nio ser excessivos ,
quando tem o Inspector de informar s Au -
toridadessupeiiores os Mejjo.'iuiies quando
tratao do bem ser do Commercio.
L' por islo que Ibes sei eternamente gra-
to V. F. G.
Certifico ser o ultimo periodo do Olido
que o Supplicante menciona do ibeor se-
uiivte -Nao posso aqu deixar de mauifesur
a Vssa Snhoria o receio que me acompinha,
de que' o novo Arrematante nao ven lia alterar
a boa ordem em que esta preseulemealb o ser-
vico das Capalazias como notarad Excel-
leutissimo Senlior Presidente e Vosa Se-
I nboria mesmo na occasiio em que viera exa-
minar a A Ifandega e por certo a nj ser a
Lei que delermina a arrematago das Cspa-
tazias eu seria de opinio que se proroaise a
existente pois que he cogdo j disse a aciivi-
dade e zelo do actual arrematante que se de -
Te essa boa ordem que muito tem concorrido
para a boa fiValisaco dos direitos e conten-
tido ao Corpo da Commercio em geral. Al-
fandega de Pernambuco onze de Junho de
mil oitocentos e iiiuta e seis. Manoei Z afir i-
no dos Santos. E para que conste aonde Ihe
convier mandei pissar a presente em virtude
do Despacho retro. Alfandega 9 de Outubro
de 134o' Subscrevi. O Escrivaj da Alian-
dega Jacome Gerardo Mana Lunada de
Helio.
Illm. Sr. Inspector.
Os Negociantes desta Piaca iufra scrilos
vendo no Diario a Adminislra;ao da Cpala-
zia d'.lll.uid-;a val a Praca a ser arrematada ,
quitar por algum que nao seja to zeloso ,
como o que ora existe iraiiilorue a boa or-
dem ate aqu seguida que tanto n.ll ae nos
odam dy
Je temer huma teutativa to contraria a ex-
periencia que he a mestra da vida eoms
seja a de aventurar ou preferir huma cer-
teza a huma incerteza condecida ; por islo u-
uissonos faiem retumbar a sua vo>. para que
reperuutindo onde convier p jss em t mu ar -
remediar-se o mal que se Ibes antolha. O
actual Administrador da Capatazit experi-
mentado naquelles trabalhos desde que a Al -
fandega se reformoo pala sos grande activi-
dade e natural honradez aada deixa a de te-
jar sobre os seus deveres mesmi o graids
reudimento dos Direitos tambem si p >1 tri-
buir em parte a soa coadjuvaco ao methoij
e presteza com que receltie trac a despee o .
e deita fera as Mercaderas de forma que me-
ihor do que ora se more aciuelle trabalho, nao
se pode fazer. Se conforme o Regula minia
a Thexouraria pode coutraslar iodapendanta
deprava com qaen fixar mais vau'.age.is a
Faiendi de quem se tirar maijres v^ntagens
qua do actual ? Hum novo a quem sidj-
Uvosde interesseseandutem a licitar trias-
tornar sem duviia todo o systema. Os iora
scriplos espera que verdades to exactas se-
jio atlendidas e em firmeza deltas assint o
presente. Recife de Oubro de tc4J
(Assignira ii Negoiantes)
Srs. Redactores.
Muito justo achava que o Exm. Sr. Presi
dente se digne mandar que seja fritos os
bijjodes djs individuos do Corpo Policial,
nao s porque tal disiinc tio nao pude ter a-
gjra lugar, pjr na j ser aiiidi che;aij o ta n-
po em queaNatureza tem de ornar o Nossj
Augusto Mooarcha com est oulro expen Jor ;
como mesmo par ser improprio policia pelo
desfarce que coslumt emprear e.n algumx
deligeucia, para a captura d'algzm intai-
lor, comoj tem succeJiij. Soa
O Inimigode incohereo.'ias,
BSOIII ^
Minas de Carvo de Pedra;
Acaba de sahir luz huma Memoria es-
cripia pelo Dr. Parigot, encarregado pelj Go-
verno de examinar as minas de carvio da pe-
dra que se dizia existirem em Alagas e
na Babia e as de Santa Cathartaa ni qual
o autor sabiamente faz ver que somenle nesta
ultima Provincia ha verdadairo carvo da pe-
dra e esle de boa qualidade e em grande
abundancia.
Esl por tanto provadj incontestaveU
mente que possuimos no nosso patz esse pe-
derosissimo agente do vapor que Untas con-
quistas te n feito pera o commercio e indus-
tria na Inglaterra nos Esiados-Unidos na
Blgica na Franca e na A.llemaalia.
A descoberla das ooulenias minas de car-
vo de pelra de S.nta Cithariui dave ser a-
companhada de resultados imminsos para o
progressos industriies do Brasil.' Esta fecun-
dissima fonle de riquezas entornar benefici-
os immensos no Paiz facililandj o empre-
go dessas machinas poderosas que tem dad
tamauuo incremento prosparidaie de outros
povos.
Hoje como todas saberais as distancias
como que desapparec.o pela emprego do
vapor. No Brasil, talve mais que em qual-
quer outro Paiz por causa de suas enormas
distanciis seu uso se fax muito ne.essario.
Coov n, por tanto que apenes uos nao con-
tenle.uos de saber qua possuimos excellenie*
minas de carvo de pe ira ; urge que se tra-
te de empregar os meios de se tamaran uiets;
que se trate da serem exploradas que ioi
libertemos do tributa que ora pagamos ao
estraugeiro para sustentar nossa atuda min->
guada navegaco por vapor.
Dizem-nos que o Sr. r. Parigot peJe a
coacesso de des leguas de trra como pre-
mio dos seus trabalhos e para estabelecor
huma colonia de mineraco. O Corpa Le-
gislativo resolver coma entender acarudoe n>
suasabedoria. Por ui julgamos que mul-
lo lucrara o Paiz com o esttbeleciuento de
huma sosiedade para a mineraco daiuelle
combuslivel. Cerlameuie obieremos por esso
maio o carvo de pedra por muito mais baixo
pro;o do que nos vnm do esiraugeiro e o
(eremos porta por assiin dizermos. Ha
huma necesiidade ammar-se quanlo sar pai-
sa esle novo ramo de iuduilrti.
No paiz em que a mineraco de carvo
de pedra se faz e.u maior escala em Ingla-
terra cujas minas produzen annualnanlo
nula milues de toneladas j segn Jo vbujs
da memoria de qua nos occu,amui ja ui
Parlamento se tralou da *eir sut exjorlaja.
Iluoia poca pule bam *ir en ^ua 01 rabi-
llos progressos qua enire os pova di lut>'>m
pa vai fazendo o vapor, oioavem gran la
filia desle combuslivel e s;u orejo suoa
* ;- ; ns esuremo coba'W*





DIARIO DE PERNUIB |IC#

desse nal si convenientemente explorar-
mes as nossas minas e assim nao somenle se
nos tornar mais fcil o uso deise combusti-
vel boje to procurada lio ulil como al
o poderemos lornecer aos poros nossos con-
terrneos do sul que nao permanecer es-
trauhos ao grande impulso que a vapor va
dando industria de todos os povos : boje o
carvo de pedra he huma necessidade.
A industria he a vida das Naces be a
verdadeira arteria da riqueza pub ica.
Temamos a palavra industria genricamente,
rom ella designemos a industria manul'ac-
tareira commercial, e agrcola. Pas-
siio j os lempos, em que o estrondo e
iaiperia das armas ero exclusivamente os
metas parque procuravo tngrandecer-se e
eariqweer-jse os povos. Hoje se recoabece
geralaneaate que a verdadeira opulencia de
Jiusaa Naci est nos progressos de sua indus-
tria ; que as conquistas desta s0 as reaes ;
que ella (ende aodomiiHO univerM|j que sem
a industria uo seria a lnglaierTa sse colosso
de grandeta que avassalla os mares e es-
panta o globo.
A felicidade de bum povo esta antes no
seu bem estar interior, o quai a0 pode exis-
tir quaudo os dUlereles ramos da indus-
tria jaiem entorpecidos do qU8 em huma
immensa exlenso de territorio do que em
ruinosas conquistas em illusorias e muitas
vezescrueis experiencias e utopias polticas.
A poca actual he a epera dos progressos
xcateriaes. Os paizes que permanecen! es-
tacionarios no u.*io do grtude movimento
dessrs progressos, ou nao prospero ou de-
finhao. JSo desenvolvimento das muitas ri-
quezas com que brindou a natureza o no$so
paiz he que enconli aremos a abundancia ,
os commodos e o poder que devero tor-
nar-nos bum povo respeitavel. Da maior
parte dessas riquezas infelizmente nao fa-
jemos ainda uso. Que importa que par
utsim dizermos teutiamos tudo se nossa
acanhada industria uo permitte que nos u-
tilisemos seuo de pequea parle do que
possuiuos ou puderamos possuir e com-
pramos o o ais to Estrangeiro com grave
detiioieiito da prospe idade do paiz ?
As minas dos mei.es preciosos da America
sao exploradas com mais proveito dos Estran-
geiro* do que des iNacionaes. O our he
tiado peles objeclos da industria o ouro he
entoruado nos paites industriosos em quan-
lo a miseiia he o legado que cabe aos pa-
ses que o encerro.
Y uiUndo as anuas de Santa Catharina ,
observaremos que sao ellas ainda mais pre-
ciosas porque segundo o Sr. Or. 1 ari-
gol, all o leiro esta quasi reunido ao carvo
de pedra elle recouiieceo haver grande a-
buudancia de hydralo de ferio. Assim a exis-
leucia ueste meul, lo necessario para os ins-
trumentos empiegados oaquelta minera cao ,
facilitar os trabaiiios dos exploradores das
minas. Outrosobstculos que se apresen-
to sao pelo illustre autor da memoria con-
siderados tomo nao ditkeis. A falla de ea-
pilaes ser lalvez o obstculo mais poderoso
para que essas minas nao comecem to cedo ,
como eta de desejar a loruar-se uteis ; mas
a cerusa da existencia do carvo a seguran-
za de que uo se arrisco capitues em huma
empresa, que apenas otlereca traeos indicios
de leliz suceesso dever muito animar aos
especuladores ; por isso he de esperar que
a pireco capitaes para esa mineraco. fa-
itee-nos que Cduijanluas formadas deWa-
ciouaes e Eslraneiios serio possivets de or-
ganisar-se e com vantageus.
Sr. Dr. Paiigol lemLra lambem o roeio
de serem exploradas as minas por cunta do
Govtrno.
JNo proseguiremos sobre este assumpto.
Ao Coipo Legislativo cumple encarar neg
ci lo lianacendente com muila circunspec-
ta o e io ser ommisso em procurar os
txeios mais proprios para o paiz urardessas
minas todas as vautagens que Ihe oe-
*" ,
( DoCorrtio Oflwial. )
i n u im
FRAGMENTO
1I11DJ DE VU JAAflUSCallTJ D*
lbea-Asbek-Adei
Historiador A ubi-o.
Quando Alexaodre Maguo rei dos Ma-
cedonas iez subir o sabio Abdolonymo ao
throno de seus paes todo seu pequeo Esta-
do se enebeo de altgria por se verem livre.
de un jigo lo duro e avittante. Lum tudo
sia algi noloi lo geral, que nao taiu-
atsse alguns que sileaiioamtiiie laintnla-
a a taita o (,0**11)0 que bata acatado
separar o seu interesse particular do interesse
geral, pretenii faser com que a revoluta o,
que se tinha operado se tornare em seu
proveito. Nao se via nelles urna alegra pu-
ra e sincera ; ella era urna especie de embria-
guez ebeia de agitar, e mesclada com
um iiouc.) de desassooego ; pois o bnm mo-
narcha tinha leito entender que elle quera
ser o paecommum de todos os seos subditos.
Neste estado de cousas nesla siluaca dos
espiritos os cidados de todas as classes se
davo pressa a ir compritnentar ao Rei.
Vit.-se enlo sabirem, como de debaixo da
trra e caminbarem com muito estrondo al-
guns homens que se dizio descendentes de
urna antiga raca de gigantes; apezar de se-
rem pela maior parle de urna estatura or-
dinaria sendo mesmo alguns anuos, simi -
Ihantes a esses pygmeos de quena fallo as
nossas velhas chrooicas. Esta tropa lendo
sido intcoduzida na sala do throno o mais
letrado delles lomou a p ilavra em nome de
todos e principou o seguinte discurso ;
,, Principe o maior o mais poderoso de
todos os principes cuja illustre raca mais
antiga que o sol, vos vedes em vossa pre-
senta os mais fiis e os mais leaes de vossos
vassalos, e mesmo ousamos dizel-o, os u-
nicos neis. Todos os mais nao merecem a vos-
si confianca ou para fallar com mais ex-
actidij nao merecem que dellei se faca
a menor couti.
Mullos desvairados por orna pbiloso-
phia temeraria, ou sao fallar de iiberdade, de
eis, de bem publico. Por esta liuguagem
ignobil bem se conhece a baixeza de sua ori-
gen. Que pretenden! esses homens auiacos ?
Elles querem que as leis exercio um impe-
li igual sobre lodos os homens. Isto urna
cbimral E' urna abominaco! Auultema
contra estes oradores que ouso aconselhar-
vos o reinar pela le e fundar vossos direilo
e vosso poder sobre o asseotimento e sabr o
amor do povo. O povo .. uecessario
subjugal-o l Vas declamare* vos nao
devem intimidar.
,, Basta que nos reconhec,amos em vos
um senhor legitimo rujo direilo indepen-
deule de loda a le anterior creacao.
Sim seuhor, vos sois proprietario de vossa
povo e desgranado da jueUe que quizer
un por servides vossa prosperidade dic
lar-ves condicc5es tragar-vas devere^ O
mouarcha sendo evidentemente anterior
sociedads, os res teodo precedido aos povos
que absurdo nao dizer-se que a sjciedade
tem ii posto condic.es ao mouarcha e que
os reis devem alguma cous a seus povos l
,, Nao lemaes nada Seubor conlae com
M (ormidavel assis.enoia de nossos bracos in-J
veuciveis. Mas uo vos esquecaes de qUe
vosso prioaeiro dever restabelecer e fazer
respeitar nossos direilos tio antigs e t0
s grados, como os vossgs assim comj tam
bem os de novos fiis alnados, os verdaderos
" Silicinos''. Desie modo vosso tlirono ser
inabalavel e a naco ser grande e feliz.
Nao vos embaracis com vas fo?utilidades ,
reinae pela forga e.. .. ,, Aqui o Rei ,
ainda que naturalmente dcil e poiido a de
longo lempo accostumado a ser perfeitameute
senhor de si nao pode mais loo Ibe subi as faces elle iulerrompeo o
orador....
,, Que l exclamou o augusto velbo a
mim que se dirigem iguaes discursos? Sao
estes os rouselbos que ouso du-me ? E
porque tenbo eu merecido urna lo sensivel
injuria ? Grandes deuzes 1 eu me encina de
rigosijos pela esperanca que linha de go-
vernar a homens e querem que seja to
somenle o senbor de um vil rebanho de es-
cravus! Desgracados l ignoraes vos que
a propriedade o direito de usar e de abu-
sar ? Mas eu vos intendo : vti, vos reservaes
um logar a meu lado e fora de minba auclo-
ridade. Ainda mais quaudo me oure :eis
vossos soccorros aspiraes a | r meu sceptro
sujtito a vs, e a lyiannia nao vos agradara
tanto, se \j nao tivesseis a esperanca de ser-
des os seus agentes e depositarios. Pois que !
quaudo eu aouuucio a meu povo que eu
quero reinar pelo amor pela juslica pela
auctoridade tutelar da lei quando quero ser
o pae do povo quando querem que seja
seu tyranno I. .. babei boinens traeos ,
que aqueile que se firma sobre a forca, pe-
letera por ella e que s estavei sobre a
tena o que luudado sobre a sabedoria e so-
bre a vil lude. Considerae o f ormidavel des-
pota da Asia, esse Jiti dos liis cuja uo-
aie levava o terror at as extremidades di
tena. Nao temos neis visto suas torcas im-
do elle mesmo por um hroe, que ve gloria to apnrov^dr plenamente.
de commadar a homens livres treme sobre Antonio Botelho Pinto de .Vljjqatt Ju.iijr ,
seu throno vacilante elle perecer elle ca- apnrovado plenamente
hir. as asios de Alejandre como urna fra:a| Aureliano Cord-iro Xivierda Brito ap-
preza as garras de um saltador leopardo. | provado ptentment.
Elle perecer apezar de seus magnificas si- Benjamn Frankitn Trrelo de Barros ,
trapas porque seus povos nada tem a de-
fender costra um conquistador que s tem
em vistas melborar-lhes a sorte. E se, o
que estou bem longe de prever o libertador
da Asia seducido por alguaa encanta peri-
gaso proprio de sua idade se abalancar a
corromper sua auctoridade tomando os ases-
inos costumes dos vencidos sua alma perde-
r o bello carcter que a enobrece ; elle
ver-se- forjado a banhar-se no sangue de
seus mais fiis servidores. A verdade j mais
seapnroximar de seus ouvidos. O grande
Alexandre nao ser mais que um tyranno
fnrioso e temivel ; elle perecer taires na
fl ir de sua idade pelo ferro e pelo veneno ,
elle deixara em hgado saus succtsssores o des-
potismo com todos os vicios e todas as calami-
dades. Seu bello imperio ser arruinado ;
pois o despotismo corrompeudo o senbor e o
e*cravo tira ao Estado todo o ervo de seu
poder, que a virtude e a honra ; o des-
potismo tira ao monarcha o mais firme apoio
de seu throno fasen Jo com que o temor oc-
. upe o logar, que s o deve ser pelo amor....
,, O' vos a quem urna to long e to
cruel experiencia do despotismo nao tem pa-
dido conduzir a principios de moderapo ,
posso os deozes immortaes dissipar vossos
prejuizos funestos pelas luzes desta pho.o-
pha que vos blasfemaes sem conhectl-a l
Finalmente lembrai-vos que durante o
meu teinado o sceptro ser de toJos respei-
tado, porque cuquero, que asleisgover-
nem e nu os homens. ,,
Assim fallou o pastor dos povos e vindo
esle discurso a ser publico seus vassalos de-
ro Tacas aos deozes, e olferecero numero-
sos sacrificios para a conservaco de um prin-
cipe to ebeio de sabedoria e de bondade.
Traduiido.
LOTERA 1X> SEMINARIO.
Achando-se aprovado pelo Exm. Sr. Pre-
zidenle da Provincia o plano abaixo trans-
cripto para a a. parte da >7>a Lotera a
livor do Seminario de Olinda o Reitor da
mesmo Seminario convida aos amantes deste
jogo compra dos bilbetes cujas radas a-
ilar por todo o mez de Junbo prximo, de-
pendendo o dia da concurrencia di venda.
Plano da 2. parte da 17. Loieria do Se-
minaria.
app'uvadi pleuamMile com preferencia.
Flix Paes daSilv Pereira approradi
plenamente com preferencia.
Tiivriio.
Hoje vai a Scena a Pesa Triuta Annos,
ou a Vida de U'U Joador an Beneficio do
Sur. Gioia.
SOCIEDADE PASTORIL.
A Commisso Administrativa avizi aoa
Siirs. Socios, que hoja (;; s (i horas e meis
da larde ha Sesso.
Avisos Diversos.
Sjoo bilbeles 6U joo.
32:oooUooo
90 por cento a favor do Se-
minario e do Estado. 6;4ooUooo
Liquido. a5;ooUooo
3a:oooUooo
1 premio. ; i
1
* 5ooUooo.
ti 200Uojo.
12 loollooo. .
16 SoUooo*
ii a5Uooo. .
ijo 8U000. t
a 1. e ult.b. a5oUooo. . .
4:000 U 000
a:oooUooo
liOooUooo
i:5ooUooo
i:aoo(Jooo
taootfoo
800U000
600U000
l2:8ooUooo
5oollooo
a5;6ooUooo
1666 Premios.
J0M4 Braucos.
Fiancisco Antonio Mendes Gurjio -* Ap-
provo Palacio do Goveruo de Pernambuco
irt de Maio de 18i Sauza Est cou-
orme.
O Official Maior.
Antonio Jos de OUveira.
COLL 'GIO PERNAMBGANO.
SESSi PUBLIC*. EM ii DE MAIO DS 181 I .
Foi a manli deste dia consagrada aos Exa-
mes exlraordin trios de Primeiras Letras e
Grammatica Nacional, reclamados pelo res-
pectivo Professor paraos alumnos approva-
dos passarem para as Aulas maiores. A ce-
remonia comecou s 9 horas da manh e a-
cabou ujjj hora da larde na meio das ac-
clamacOesde tod o Collegio e na presen-
ta de mu resptilaveis pessoas que viera ja
Honrar o Acto. Eis aqui o nome das alum-
meusas ireiu quehrar-se com vaua> espu- j nos que se ex.iiuiuaraiu 5 e o grau d'approva-
lUdiilcs 1 contra Iracas cidades que luiiio cao que btivera :
isr Preciza-se de urna .ama sem filho, cov
muito leite ; na ra Nova I). 35 caza da
fallecido Sr. Tiiomai Lins, on la mora o Or
Ullisses.
%3T Precr.a-se de ^oojooa rs, a juros :
quera es livor annuncie.
K^ Na relio na > .11 ni 1 Direita, de Ber-
nardo Joze da Costa, se precisa da um re-
finador.
^ O Dr. Antonio Vicenta do iVascimen-
to Feitoza Advogado nos auditorios desta
Cidade, mudo a sua residencia, e o seu
Escriplorio para a ra Nava sejundo andar
do sobrado D. II,
t^ Alluga-se urna casa no Mondejo ,
com boa salla tres quartos e bom quintal
com bastantes arvoredos : nesla l'yp jji iplna
se dir quem a tem para allugar.
ar Precisi-se de um menino Portuguaz
para caixeiro de venda ; nesla Typographia.
*S^ Quem quiser comprar urna proprie-,
dade terrea nesla praca 1 annuncie.
tar* Aluga-se urna salla e umquarto, com
bella vista para o mar ; a quil pide servir
para escritorio ou para il,u.n ha nem sol-
teiro na ra da Cruz junto ao arco do Bom
Jezus D. 1 se/jUiado nadar.
OT Placido Joze Mara da Silva e Bordes,
avisa ao publica que por circunstancias pe-
liculares mudou o seu iu.uj para Placida
Caetano Barges.
^* Quem tiver urna preta para alugar ;
drija-s a obeccodo Aeite de peixe til.
**" Quem com proa um estribo lizo de
prata a um preto ha tres semanas passadas ,
teiilia a bondade de o vir traze ao segundo an-
dar do sobrado U. 10, defronte do Tnea-
tro onde receber o dinbeiro que deo do
contrario se far o prelo confessar a quem o
vende.
ssr Quera precisar de um hornera forra
para criada, onnuncie.
or* O abaixo assigaado torna de nova -
vizar as pessoas que de seu preslim pre-
cirarem e que continua a fazer instru nenias
Nuticos e a couserlalloa e a dar aula
dos principios de Navegico ; a sua Ten-
dencia he na ra de Apollo onde tem na va
randa sua Tabnlet e tora bd 11 avia ao
respeitavel publico q' seocupa na Agre-oau-
cura de de vid ir trras.
Jos Antonio da Silva Grilo.
sj*r Dezeja-se talar ae Sar. Antonia la-
s Mendes de Oiiveira-, isto a negocia du
seu inlerece, e se pode derigir ruido
Vigario no armazetn de assucar N. 17 ,
que i achara coro quem tratir.
sar* A pessoa qu aanQucioii no di n
corren te duas vacas huma parida e oulra
por parir dirija-se no Aterra da Boa-vista;
loja do sobrado *, iti
tS" Na Recite ru* da Cruz n- i es-
criplorio de Jos Antonio G.nne-. Ju;iior se
continua a vender saccas com alqueires de
superior fartnha de mandioca mu fina o
alva feita na Munbeca.
ssr* Gompra5-se encbams e mos traves-
sas de ib' : quem liver estas mideiras pode
tratar com o Director da obra da caza da iie.
laco.
Preci*a-se de um hornera para vendar
agoa em urna canoa na ra da Florentina ,
sobrado novo a p da mar.
ss*r Joo Frederic U^rrmann e sai raa-
Iber reliro para If amburga.
Qaem quiser comprar uma canoa qus
pega e.u mu Ujolios de alvenana jio;* *
qusl he 11 va e oulra qua p .-,; eu ci.1.1
aixas de aasucar de birra loe dirij-si
aoeslaler de Jjo l'ajaai L*4t4ltit qua a
JrlZix:'
:
ILEGIVEL


DIARIO J> E PERNAMBCO
BBn?i^*5>e^r3aaaHBirasaca?i^
1 '
.rmwm com soto na ga miuda a frete escravos e passageiros para ] cho casta fie portugal boa de leite e manca ;
mida ,ra"! p7rprp.ra nder carne seca; o que tero excelleutes comioodoi ,_ os^ preten- M ra velha pnmeiro sobrado > direiL en-
a traUf na roa da Aurora no lerceiro so-
brado, ,
tsrNa rna -le S. Jos casa D. 8 da parte do
rscenle l>a quem se proponha a coser costu-
ras de fllf 'e jendo do Arsenal tis guerra
tf Prmisa-se de una primeiro ou segn
do andar que o aluguel nao exteda de t*
mil rs quem liver annuncie
' t- Aluga-se urna casa con commodos
rara familia e na frente da mestna casa com
negocio de pouco fundo a tratar ni roesraa
na solcdade ao p da tenda de lerreiro.
Paula Fi enrisca Cavalcanli de Albu-
dentes dirija.)-se a Firmino Jos da Rosa na
ra da Moeda n. 4 *
Lellilo
querque faz sciente ao respeitavel publico ,
que tendo sido avisada por o Sr. Jos YJarce-
lino de Amarina que era propietario de
urna letra de Ps. 1 5oo ooo acceita poro Snr.
Miguel Arcanjo Piroentel e garantida pelo
finado meo marido Joo Marques Concia da
Cost< ? queem virtud;! d \* estar vencida ,
e protstala encarreguei de fazer esse paga-
mento ao Sr. Juliio l'ereira v|alho no o Quefai o Corretor O'ivera de um
netfeito sorlimento de fazendas inglezas e
franeexns quinta feira 47 do corrente as lo
horas da m 'tilia no sen arroazem na ra da
Conwico n 34 no primeiro andar.
%sr Que faz o Corretor Oliveira de urna
expeliente mobilia de casa consistindo ero
cadeiras si fas mesinhas tiara jogo ditas
pira meio de sala cadeiras de bracos de ja-
caranda esleirs para sala aim rico (aiuei-
ro de prata, urna negrinha ora principio de
costura e as obras de Rosseau Voltaire ,
historia da franca revoluco Iranceza sab>
bada ai) do corrente as 11 da roanh no largo
da boa xisla casa do fallecido Joao Baptista
fi raneo.
trr-ndo da ponte velha para S. Cruz.
tsf Una guitara de chave com pestaa e
cavalete de roarfitn e a boca de madre pero-
la obra rnui delicada j na ra nova loja de
ferragens O. 13*
tsr Urna casa de pedra e cal 5 metes
acabada no alinbamento da ra da Aurora,
e de viveiro de 660 palmos de cornorido e
loo de largura contundo en si muit > peixe
com mais de a palmos e com proporcoens o
terreno para edificar casas pois uo resta
iluvid 1 ser ali para o futuro a Cidide nova de
Pernambuco tudo por preci rasoavol 5 na
preciaba do Livramento D. a3
isr Urna pela boa iavadeira e cozinbei-
ra, sem vicio nem achaques vende-se por
precisan ; as 5 pontas D i5.
ss- Urna escrava de naco sabe engommar,
coser ensaboar, e cozinhar com idade de
it anuos ; na camboa do Carmo O. lo junto
ao estanque de tabaco.
v_y La de cana procrio para encher col-
%sr Que arem Me. Calmont & Compa-
nliij por intervencji do Corretor Oliveira, de
toSr. Araorimparaerituar esse pagamento bom sortimenlo de ferragens principalmente ;** B ""roa por preco cimmodo; na
reconl.ereoser lalsa a firma do meo marid).: machados foices enchadas agulbas do- jrua as Crjjes 'en la Di 4. #
F-e letra dhoJc. Amorio que a pe.deo bradicas de lati ferros de c.lafile dios de I "P" aiw eacravos mocis nm omcial de
com a carteira era que ella eslava na ; oite do engomroar caivetes e thesouras finas e Ia laialede ,d"e <** *< Pnl em. l0.M
ag obra e ptimo para pagem por er de bonita
figura e mesmo por ser mudo e caprixoso em
tudo que se manda fazer ; na ra direita D
x ao p do beco de S. Pedro,
\sr Um escravo de naco com principios
sado quasi todo alterrado e parle planta
do de capim urna grande camboa nara ser-.'
ventia do mesmo na frente tena meaoo e
urna grande uarte de um oitio da casa no?
do Sr. Rabello no atierro dos affogados de.
fronte dos coqueiros do Sr. Munis ; a tratar
no mesmo logar na fabrica de sabo *, assinj
como um cavallo mellado carregador at meio
OT" Sacas de farinha de mandioca ; na ra
larga do Rozario O um.
9E&> Um escravo de idade de 90 annos,
para todo o servico na ra do azeite de pe.
xe sobrado de i andares no primeiro andar.
tw Um bonito checheo cantador ; na rua-
estreita do Rozario loja de vender assucar re-
finado D. 16.
UT Sspatos francetes de marroquim pira
senhora a 1120 ditos de duraque a 1000 di.
tos dsetim para meninas a 5b\i botina de
Lisboa a 3oj sapatos ordinarios para lio.
raem e senhora a 480, e rii.as grvalas de
selim preta e outras couzas por preco com-
modo; no atierro da bpa vista loja O. ib'.
%sr Sacas d9 farinha de mandioca ; n%
ra do Cabug loja de Antonio Rodrigues da
Cruz.
Escravos Futridos
naesmo dia hindo para Rebetibe lake* por urna caixa de selins ingleses, sexta feira
r.ao querer que se desmascarasse e mesmo do corrente as i horas da manh no seo ar-
sofresse as penas da lei quem tinta ouzadi^ mazem da ra dacadeia.
leve em rapt.ir a firma da meo mando 1 visto------------------------------------------------------
que no dia 18 rerante um TabelWo i'ublico \) O 111 J) V \i S
de cozinba e ptimo para qualquer servi-
co ; na ra direita D. ao lado do Ligamento
tsr As ordens do dia do General Bcresford
do lempo que commandava o exercitoda pi-
ninsula de 1809 a i82o em dous volumes ,
obra interessante -a os officiaes de linba m-
xime a os commandanles de corpos por se
Fugio no dia ib' do corrente um mo-
leque de nome Joo creonlo de idade de
14 annos ievou vestido calcas de brim gros-
so sujas de tinta, camisa de cbila asul tambera
suja gagueija algum tanto quando falla
ps apalheitados com um signal de ferimen*
to ua per na direita roga-se a todas autbo*
ridades policiaes capites de campo, hajo
de pegar e leval-o a ra das Cruzes D. 7,
que ser recompensado.
tsr Oesapareceo da botica da ra direita
0. 5o um moleque anda bucal de nome
Joo de idade de 9 annos de naco cam-
binda cor bastante preta ol'ios pequeos
tinba de se fezer um exame a presenta de ver-
daderas firmas do meo marid, poilmlo *59" Umaoarelhode louca fina para cha,
previne-se ao respeitavel publico para que e um porla licor que seja muito em conta;
imiguera rebata dita letra e uem faca lian- ,iesla Typografia se dir,
saco alguiLaccm ella em quanto nao tomo *^ Apolices da extincta companbia ; na
as nsedidus que aear justas. ra da Cadeia n. i4-
tST Precisa-se de una rapaz que entenda *S** .Uma rede de matis propria para lipoia
deliragens, que lenha ebegado a pouco e quem tiver annuncie
nao tenl.a arrumapo ; na ra nova luis de W Algebra geometra e ttignometria,
ferragens D. 18. em ^om u' na ra larga do Rozario O. |3
cr Um% pessoa que lem conhecimentos n0 Prinoero andar.
rtarilimos deseja-se arranjar como pilo- .uy" 0s l*ros s^001*3 i I"^ Ho-
to de algum navio desta costa pois tem has- ra,da '.os ,,ous infelices Armand e Hoska ,
tsnle pratica que n pretender er,tenda-se na S* Clair Monlhei a nova Hebia e as
tua nova loja D; 19 lado do sul. viagens de Antbenor ; quem tiver annuncie. (
fgtnr O Thesoureito di Irmandade de S. 5sr Urna canoa que pegue em 5oo tijolos cao de idade de 20 annos, proprios para soa de Mello com os segu nles signaes, al-
enconlrarem ditas ordens todas as occorren-
cias que posso ter logar no servico aailitar, nariz chato cambado dos ps Ievou vestida
no atierro da Boa vista loja de miudezas De- calcas de riscado rouxo e camisa do mesmo
cima D. 16, quem o pegar leve a dita botica que ser gra-
SST Urna negrinhi. de dade de 13 annos, tificado.
com algumas habelidades j ua ra da Cruz cr" No dia 21 do corrente fugio,da praca
numero ?8 do Renfe um preto do gento de angola ,
Urna bonita parelha de escravos de na de nome Halchior, escravo de Joo l'odro l'es
Jos d'Agonia erecta no Hospicio de N. S da de ^na grossa nova ou em birn
Penba pelo prsenle pede a quacn se julgar tluem l,"r "nnuncie.
U20
credor da u csina hajo de no praso de 4
dias presentarsuas coutas, a fim de serem
ere boleados.
ygf A mulher do beco do marisco que se
olferece para ama de urna casa dirija-se a
ra das Cruzes D. "j no lerceiro andar.
t3T Qt-m precisar de 1:500,000 a premio
^> Urna burra jumenta de casta grande ,
palanquim ou serrara um bom moleque de to secco do corpo rosto comprido des-
idade de 18 annos para todo o servico, 6 dentado, a de meia idade ; quemo pegar
escravos acoslumados ao servico de campo leve a ru direita sobrado de um andar que
_____ .! _l_ l_^._*a_ f*_______ 1 i I 4 il n I as n t _^ ^. ____________. 1 a I t
prga-si bem ; na ra estrella do Rozario D, um mulato de bonita figura de idade de ao faz quina para o beco da penha O. Q que ser
29 no terceiro andar.
Vendas
annos, bom pagem ebolieiro, um pardnho gratificado.
de idade de 13 annos, 4 moleque3, e duas ssg~ Fugo no da a5 do correte do logar
raolecas duas escravas ptimas para-enge- de fora de portas um moleque de angola da
---------------jnho e urna dita boa Iavadeira e quitandeira ; p0nco mais de quatro palmos de altura de 8
tsr Urnas andilhas com os aparelhos ne- na ro* de agoas verdes O. 38. para 9 annos meio fulo de nome Jos, o
por bvpJbec.i de urna morada'de casa di:i- cessarios para urna viagem ; quem quiser I W Dous molequesde naco e urna mo- gual lem a cabeca muito grande e as pernas
ja-searua domuroda peobaD. 1;. ::nnunrie. leca ; na ruu do Livramento D 19. finas; quem 0 pegar leve ao mesmo logar
tsr Perder Jo -se dous recibos um de 16 sa- cy Dous bicudos urna palativa da Pa- | S2T Urna prela de idade de 13 annos, casa de Pedro Francisco Ferreira dolado da
risdel, eoutrodeoito dilas passa "os por rahiba um pintacilgo da trra cora muda de bom parecida tem principia de cozmha mar grande que gratificar.
Mancel Antonio Riheiro, pertencentes a An- gaiola., urna escrava do gento de angola, e vende na ra por preco commodo ; na ra cy- No da 24 do corrente fugo do sitio
Ionio Jo>de Albuquerque o mesmo faz ver lendeira lava de varrella e entende do do Caldereiro D. 3o. ^ doMangu>nho propriedadedo Sr. Dezem-
t.uenoo recelio em trensavo alguma, vislo diario de urna casa e paga 480 por da; ua W Urna escrava com bom leite:, duas bargador Vlaciel Monteiro urna negra de
que estao perdidos. ra do rotovello D. 29. I ditas com boas babelidades urna dellas boa ,ia?o de nome Paulina de estatura alta ,
UT Quem precisar de um hornera ja de tsr Urna venda cora poucos fundse com ,'engommadeira e coinheira um molali- magra e bem parecida lera de id de ao au-
ilade para administrador, ou mesmo para bons comroodos pira familij e muito bem '"be de bonita figura de idade de 16 annos nos foi vestida com veldo de edita quem
feilor de alguma obra ou para caixeiro de afreguezada as 5 ponas D. 175 a tratar, I' pagem e bolero um preto de dade a levar ao dito silio ou ao escrptoro de Jj-
algumer.Ti^zemde recolber drija-se a esta ua roes ir. a. de ao annos cotinheiro dous ditos para o o Jas Ribeiro dos Santos na ra da Crui do
aig
Tipografia
Avisos Mh itiiuos.
%S9" Urna armario de venda sita nos 4 can-
tos da boa vista ; a tratar na venda defronte.
E?* Luvas de seda pretis e brancas bicos
------------------ de lindo de tods as larguras fitas de todas
PARA MACEIO* em lastro a Sumaca Ca- qualidades, pentes de tartaruga para marra-
rona mprelerivelmente no dia Jo do cor- la dilos de ai.o meias pretas curtas de a-
rente rerebe carga j a tratar com Mauoel godo e de )aia ditas coroptidas de algodo ,
Joaquim Pedro da Costa. aboloaduats com palmas d veludo ditas de
PARA UCEARA' imprelervelmpn!e no selim e de relroz para casaca, botoens de
da 3o do corrente o Mile Olitida anda roarfim para abertura e outras rouitas miu-
recebe carga ; a tratar cora Mauoel Joaquim deas por pre^o commodo j na ruado Cabu-
Pedro da Costa. lija n. 4-
PARA GRANJA segu viagem irrpreleti-. %W ( adeiras de balanco ditas de assen-
velroenteal o da 4 de Junho o Patacho lira- lo de palninha americanas (ditas de assento
siltiio l). Francisra de que be Capio Jo- de pao camas de vento de amarelo mullo
s Antonio Ctdade j quera quiser catregar bem leitas a 45oo ditas de pinho a 35oo ,
cu ir de gassacem diuja-se ao Capito a pir.bo da Suecia com 3 polegadas de grossura,
bordo, cu a Manoel Gousalves da Silva na e dito serrado ; em casa de J. Ueranger na
ra da cadeia.
PARA LIVERPOOL, nestes la das,
a linda Barca Jnglet Roseanna com ixcel-
lenles roraaodos para pasageiaos ; quem
quiser r de dassagem dirija-se4a us consigna-
tai ios Me. Calmont k Compaohia.
t'ARA O l IO R JANhIRO l o fim do
presirite segu iiBpreleiiielntnte viagem por
ter nuiur parte ce seu carregamenlo prom-
p:o 1 o t tatlio iiesuuradur beliz, anda re-
cebe alguma crga escravos e passageiros
para o que tem exeeenles commodos, os pre-
lendentW dirijo-se a Firitiuo Jos i'els da
Bota, ni 1 ua da u:oed% l). I41.
P.ulA ORIOG. LOSUL tegue viagem
1 ua da Florentina
tar Urna escrava moca de bonita figura ,
tozinha o diario de urna casa cose, faz boli-
tihos e pao de lo e engomma com per lei-
(o; na ra velha D /j.
SS7* Lu.s moradas de casas terreas grandes
urna r.. ra do Padre Fio. ano e a unir na
ra Augusta ambas cora grandes quintaes; a
fallar na ra do (.ollegiocora Miguel F. de
Azevedo Reg em casa do Tenente Coro-
nel Cesta Rabello.
trabalho de campo 5 moleques de idade de Reife Bt 57 ser reCoropensado.
10 a 16 annos eduas molecasde idade de la ar fl0 ti ,^ j0 corrente fuio um prelo
annos ; na ra ra de agoas verdes casa ter- creoulo de nome Venancio, eslura regular,
rea D. ^7. alguma couzi groso tem urna pequeiia si-
la*' Urna loja de couros com alguruas miu- catriz na mass do tost tem um bxinquinho
de/as e sua competente armaco tudo no na ure|ha esquerda Ievou vestido camisa de
valor de-4o,ooo sita na ra direi'.a D. 5 } a riscadinho amarelo jaqueta de ganga azul,
tralar na ra do Aragao D. 37. e calcas brancas; queJ o pegar leve a prava
S3T Bichas pretas muito boas e por pre- ja Independencia bia de fuuileiro que ser
co commodo ; e miiho alpisla a 9^*00 quar- ratihcado.
teiio no pateo do (armo venda de Narciso
Jos da Costa.-------------;----------------------------------------"*
Umamolata de idade de i.\ annos | Mu VllUCillO (iO iJort<
cozinha cose engomma e
ts"
cora urna en
taz lodo o mais se. vico de urna casa, urna ne- COiYrIiNAgi0. DKS ENTR1DAS DO
gra de idade de a a annos, con duas crias de nfi DI\ al
Ro de Janeiro ; lo das, Patacho Bras-
leira Josefina de 110 tonel, Cap. Francisca
a carne secca ,
Gaudino Agosli-
5 a 7 annos de idade cozinha o diario de
urna casa cuse engomma e trata de cri-
anc-'S oulra dita de ao annos com as mes-
mas '
se
va
,as habelidades, o motivo da venda he por '*ue,.lu v
5U Sr retirar-se para a europa na ra no- J**.R'beiJ0 eS"'P' l0 ?'<>
. D. 7 e 8 defrotae do oito la Matriz. f"'nh de mand,0Ca i Gal
tw Sarja de seda portuguesa, superior Dbo %.V, Nf MKSV1
propria para coletes por ser bastante encoi-
pada j na ra da cadeia D. at
ssr Um prelo de idade de ao annos, mui-
to robusto e proprio para armazem de sssu- Idade regular
car, seiraiia ou outro qualquer servico urna piro a traUr com Jos hodrigues Pereira &
Duascaixas com aoo libras de rap
princez* de Lisboa ; na ra da Cruz n. 5"j.
KSr Farinha de Ararula ; na praca da boa
"isla D. 9.
19~ Farinha de mandioca de boa quali-
e de Va ge } no beco do ca-
iiegrinha do idade de i5 anuos, cose bem,
i-|.-e' iw .'rotule at o fim do frsenle o lengouma soi'i iel he recolbda um mo-
iigi-c Escuna Yoador receba alguma car- Meque de idade de 14 anims urna cabra b-
Coropanhia
UT Um terreno com cem palmos de frente
e dous mil de fundo com viveiro ja comes-
SAH1D0S NO MESMO DA.
S. Cruz ; Brigue Americano Commissarj ,
Cap. Hemy Smiil carga lastro.
Havre y Galera Frai-ceza Dovivier, Cap,
A.Girand, carga a mesma que trouxe de
Montevideo.
Liverpool ; Brigue Inglez Ann Johnson ,
Cap. J. M. Niell carga algodo e acucar.
NAVIO SAHIUO NO l IA a5.
Liverpool ; Barca Inglesa Mellen ,. Cap,
Cap. J. Ward carga lastro,_________
hEClFfc NA TYP. lM. F. D F. -.164c


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